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Peru 2017 - Huaraz, Trujillo, Lima


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17/05/2017: voo de São Paulo para Lima (5h). Taxi (empresa taxi green, 50 soles) do aeroporto ao Terminal Los Olivos (empresa Movil Tours). A região em torno desse terminal é bem feia, fiquei dentro do terminal esperando até às 10h a saída do ônibus para Huaraz. O ônibus era convencional, foram cerca de 8h de viagem, com uma parada para almoço. Senti dor de cabeça e um pouco de enjoo no caminho, efeitos da mudança de altitude, mas nada insuportável. Em Huaraz, peguei táxi do terminal da Movil tours (4 soles) até o Hotel America onde eu havia reservado 3 noites. Após check in, saí para procurar agencias e decidir os passeios que faria. Ainda estava indecisa sobre o trekking Santa Cruz.

18/05/17: saída às 9h para o Glaciar Pastoruri. Fechei esse passeio com a agência Pablo Tours (35 soles). Na ida a van estava perdendo um pouco de óleo, motorista parou para olhar, mas deu tudo certo. Fomos e voltamos em segurança. Teve parada na zona de água gaseificada Pumapampa. Vimos as Puias Raymondis (árvores gigantes que vivem cerca de 100 anos e só florecem uma vez, morrem após florescer, possuem muitos espinhos e receberam esse nome em homenagem a um geógrafo italiano).

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Avistamos um pico nevado com imagem semelhante ao rosto de Cristo (Mururu). Finalmente a van parou onde se iniciaria a caminhada até o Glaciar Pastoruri. A caminhada é tranquila, cerca de 35 minutos. Mas a altitude mostra seus efeitos e por ser o primeiro dia, senti um pouco de cansaço. No final da caminhada estamos a mais de 5000 metros de altitude. O Glaciar Pastoruri é patrimônio natural da Humanidade desde 1985. Foi bom e necessário para aclimatação. A caminhada é sobre umas passarelas e no trajeto há fotos contando a história do Glaciar (“La ruta del cambio climático”), mostrando como ele está desaparecendo. Há cerca de 30 anos atrás era possível caminhar sobre a neve. Hoje só se pode avistá-lo de longe.

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Na volta paramos para almoçar: truta frita, arroz, batata e salada. Prato muito bem servido, lugar simples. Chegando em Huaraz, fui ao centro de informações turísticas e à casa de guias perguntar sobre o trekking Santa Cruz. A única agência que contraindicaram foi a Perudiamonds (fiquei curiosa, mas não descobri por que). Falaram que o preço razoável seria 250 dolares pelos 4 dias/3 noites. Empresas que cobram 350 soles provavelmente teriam equipamentos de má qualidade, guias que são mal pagos, não seriam confiáveis. E nas agencias por onde havia perguntado, os preços eram todos 350 ou 400 soles, mal sabiam informar sobre o trekking. Percebi que todas vendiam o mesmo “grupão”. Fiquei com receio de ficar 4 dias sem banheiro, de tomar chuva e passar muito frio.

19/05/17: ônibus passou às 5:30 no hotel para o passeio da Laguna 69. Fiz pela agencia Quechua Andes (35 soles). O ônibus foi lotado, parou no caminho para tomarmos café da manhã. Fui usar o banheiro e tinha um buraco na parede...só vi depois que estava lá dentro...quem estava lá fora poderia ver as pessoas ali, se prestasse atenção...abaixei a cabeça para que pelo menos não reconhecessem o rosto, kkkk....

O ônibus fez mais uma parada no caminho para tirarmos fotos na Laguna Chinancocha (lagoa mulher) que é linda! Há alguns passeios só até ali, eles chamam de Quebrada Llanganuco (onde estão as Lagunas Chinancocha e Orconcocha - lagoa homem). Avistamos o Huascarán, tiramos fotos e seguimos de ônibus até Cebollapampa (3900m de altitude), início da trilha para a Laguna 69 (esta fica a 4600m de altitude).  

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Foram cerca de 3h de caminhada na ida!!! Cansativo, mas muito bem recompensado pelas belas paisagens no caminho e na lagoa. O tempo estava frio, com períodos de chuva, mas estando com roupas adequadas dá para ir muito bem. Não é recomendável para o primeiro dia.

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No ônibus, fui ao lado de uma suíça que iria fazer o trekking sta Cruz. Ela havia reservado pela agencia ECO ICE, pela internet, cerca de 240 dol. Pensei em procurar essa agencia para ver se ainda haveria vaga...

No trajeto de ônibus voltando para Huaraz estava chovendo e frio...acabei decidindo que não queria passar perrengue. Nessa época do ano não seria mais tempo de chuva, mas como o clima está louco...estava chovendo todos os dias...eu preciso de banheiro pelo menos dia sim dia não...decidi ficar mais 3 noites no mesmo hotel, com banheiro privativo e TV e desisti do trekking.

20/05/2017: tive uma noite péssima, acordei com barulho de hóspedes bêbados chegando no hotel de madrugada, além de música de alguma casa noturna que ficou com som alto até 5h da manhã!!! Conversei na recepção e me mudaram para o andar de cima que foi mais tranquilo nas outras noites. Nesse dia fui por conta própria para a Laguna Churup. Peguei van às 8:30h até Pitec. A van sai da esquina da Av. Prorrogação Augustin Gamarra com Av. Antonio Raimondi; passa por uns bairros bem simples. Passa por Llupa e até ali seriam 5 soles, mas como estávamos em 5 pessoas que iriam até Churup ele continuou por mais 5 soles até a entrada do Parque. Eu havia sido informada no Centro turístico que era possível fazer essa trilha sozinha, mas não achei fácil! Teve um trecho com cordas e que precisava cruzar a água, contei com ajuda de um grupo.

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Teria desistido se não fossem eles. Também exige bom condicionamento devido altitude (fica a 4480m) e trechos com pedras. Demorei 1h40 no trecho de ida. Estava nublado, mesmo assim a vista era linda! A Lagoa é verde, bem diferente da Laguna 69. Recomendo as duas igualmente. Mas a sensação de vencer desafio na Churup foi maior. Além de ter menos muvuca que na 69. Eu havia comprado o bilhete de 65 soles pois a princípio faria o trekking santa cruz. Esse bilhete valia para qualquer parte do parque Huascaran. Mas como só utilizei em 3 partes, teria sido mais vantajoso pagar os 10 soles de cada entrada.

Tinha horário para voltar, a van que nos levou ficaria esperando. Sem ela não havia outro tipo de transporte.

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Então comecei a fazer a trilha da volta sozinha, pois o grupo que me ajudou era de moradores de Huaraz que estavam fazendo picnic e iriam ficar mais tempo por lá. Na volta conheci uma brasileira que estava morando no Peru e faz escaladas e sua amiga peruana. Perguntei sobre o Nevado Mateo, que haviam me falado ser um local em que se podia caminhar na neve. A peruana me indicou a agencia Andeankingdom e fui me informar...seria uma experiência muito diferente. Na agencia disseram que faziam o passeio a partir de 2 pessoas, ainda não sabiam se teria mais uma pessoa para fazer comigo...fiquei na espera.

À noite jantei um ¼ monstrito no restaurante ao lado do hotel: era um prato muito grande, ¼ de frango assado, arroz chaufa (ovo, moyashi, pimentão), batatas e salada.

21/05/2017: fiz o passeio para Ruinas de Chavín com a agencia Pablo Tours (35 soles + 10 entrada no parque). Sai de Huaraz às 9h, a van foi lotada e eu era a única não peruana! Paramos no caminho para tirar fotos na laguna Querococha (3980m) que é linda também! No trajeto tem passagem por um túnel sob a cordilheira, incrível o caminho. Gostei muito. É o passeio que menos exige esforço físico. O Sítio Arqueológico de Chavín de Huántar é Patrimônio Histórico da Humanidade. O povo Chavín teve grande importância histórica para a civilização peruana, por isso tantos peruanos visitando o local. E quem entende de arqueologia fica mais fascinado ainda. Passamos também no Museu Nacional de Chavín, que foi uma doação do governo japonês em 2008, onde se conta de forma mais didática como funcionava a civilização Chavín. Algumas informações interessantes desse passeio: Estela de Raimondi é uma escultura pétrea, original está no museu em Lima; El Lánzon é uma escultura esculpida em granito irregular, mede 4,54m; Cabezas clavas eram esculturas de cabeças que ficavam na parede dos templos com feições de felinos. Xamãs tomavam chá do cacto de San Pedro, alucinógeno, e possivelmente a imagem das cabeças clavas poderiam ser as imagens formadas após o efeito do chá.

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22/05/2017: a agencia não conseguiu outra pessoa para o passeio do Nevado Mateo, mas me fez a proposta de fazer sozinha com o guia e eu aceitei! Foram 210 dol pelo passeio com alimentação e equipamentos. Caro, mas valeu por ser algo totalmente diferente e pela alegria que senti ao ver tanta beleza. Passei um pouco de medo também e muito frio, mas adorei!

O taxi com o guia me pegou no hotel às 3:45!!!!  Foram 2 horas de estrada, passamos por Carhuaz e depois Ulta, até a base para subir o nevado. Dava para sentir que a estrada tinha muitas curvas, o tempo estava ruim, com chuva e o carro quase bateu numa vaca no caminho, não tinha quase nada de visibilidade! Ao chegarmos no alto, onde teríamos que começar a caminhar, estava nevando! Eram 6h da manhã...esperamos uma hora e como melhorou um pouco iniciamos a caminhada. Havia mais um turista com seu guia no local! Passeio super vip!!!! Desde o início fui ligada ao guia com equipamento de segurança. Tem uma parte em que se caminha por pedras e depois começa o trecho com neve (nessa parte coloquei os sapatos especiais e os grampos e óculos escuros). Senti até calor com a quantidade de roupa que estava usando, fui tirando as camadas conforme subia... Lá do alto consegui avistar 3 lagoas e estava em frente ao Huascaran! Fiquei um pouco até recuperar energias e descemos de volta. Cair na neve até era gostoso, mas fiquei imaginando como saber se naquele trecho não teria um buraco sem fim? O guia disse que a textura da neve indica por onde é possível caminhar e nos trechos mais íngremes a chance de avalanche é maior...correu tudo bem, voltei cansada, mas feliz!!! Os donos da agencia são também donos do Hostel e bar Campo Base e eu e o guia ganhamos uma porção de pasteis e um pisco sour cortesias por termos subido ao cume do nevado Mateo. Achei muito gentil! E gostei da região onde fica esse hostel, é um tipo de vila com vários restaurantes, agencias, hostels...O guia que me acompanhou é o Jack Sierralta, super gente boa.

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23/05/2017: dia de descanso para andar por Huaraz. Passei pela Praça Soledad onde está a igreja Soledad, padroeira de Huaraz. Caminhei até a Rua José Olaya, que foi a rua onde permaneceram intactas casas após o último terremoto em Huaraz. Aos domingos tem feira gastronômica ali. Como não era domingo, o mais interessante nessa rua foi ver 2 vacas andando soltas e um rebanho de ovelhas sendo tocadas por ali!!!

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Caminhei até a Igreja S. Francisco, fui ao mercado Central e fiquei horrorizada como eles deixam carnes expostas sem refrigeração e as cestas de pão no chão. Almocei no Bistro de Los Andes. Fica numa esquina na Praça das Armas, no andar superior, de onde se pode avistar a praça e as cordilheiras. Tomei Shacue (sopa de feijões andinos com ovo e queijo). Visitei o museu arqueológico de Ancash onde vi um resumo do que já havia visto em Chavín. Descansei um pouco no Hotel até o horário de jantar e pegar o ônibus para Trujillo. O jantar foi no Café Andino, que ficava próximo ao hotel e achei bem aconchegante. Comi quinaufa (parecido com arroz chaufa, mas com quinua no lugar do arroz). O ônibus para Trujillo saia do quarteirão atrás do hotel, era da companhia Linea (50 soles), executivo, consegui descansar. Apesar de um trecho cheio de curvas no início e não ter nenhuma parada, a viagem foi tranquila.

24/05/17: tomei taxi (5 soles) até o hostel Munay Wasi. Encontrei um casal de franceses que havia feito o trekking santa cruz, mas havia se queixado de terem tomado ônibus público!!! Não havia um transporte contratado para eles, então tiveram que esperar muito para chegar do fim da trilha em Huaraz. Além disso disseram que o guia não explicava nada no trajeto, só caminhava e os turistas iam cada um por si...não me arrependi de não ter feito, ao saber disso. Gostei dos passeios que fiz, mas se algum dia tiver companhia pretendo ir com alguma agencia melhor. Encontrei a suíça que também fez o trekking, mas pela eco ice e disse que foi melhor, era um grupo menor, os equipamentos eram ok, transporte real para o grupo.

No hostel me deram informações sobre os passeios que conseguiria fazer em Trujillo sem agencia. Fui para Huaca de La Luna, visitei o museu e depois visitei a Huaca. A visita guiada está inclusa no valor do ingresso e foi ótima. A Huaca del Sol está fechada para investigação, está bem destruída. As Huacas foram provavelmente pirâmides. Templos administrativos (Sol) e religioso (lua) da civilização Moche, que viveu de 100 a 600 dC. Viviam entre a montanha (pai) e rio (mãe). Cerro Branco: pessoas de Trujillo subiam no cerro, mas demorou para saberem que ali haviam as Huacas. Civilização fazia sacrifícios (sangue dos guerreiros em troca de água) pelos Deuses, quando demorava muito para chover faziam as oferendas. Huaca del sol: 11 andares. Desenhos simétricos, muitas aves, répteis, coloridos. Há uma teoria de que os Moches teriam se mudado e virado o povo de Chan Chan...

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25/05/2017: fui a Chan Chan. Estava sozinha, então não paguei pelo guia. Comprei um folheto informativo. A grandiosidade do lugar é interessante, mas gostei mais das Huacas. Caminhei até o Museu de Chan Chan, mas não compensa, não tinha quase nada. Peguei o ônibus até Huanchaco, mas também não gostei dessa praia. Ela é cheia de pedras, não se pode caminhar molhando os pés na água, só pelo calçadão. O céu é cinza, deve ser boa para surfistas (tinha muitos). Caminhei um pouco, passei por uma igrejinha e peguei o ônibus de volta para almoçar em Trujillo. Fui ao restaurante que me recomendaram como tendo o melhor ceviche da cidade: El Rincón de Vallejo.  Foi gostoso, não sei se é realmente o melhor pois não comi em outros lugares. Mas gostei do ambiente. Depois do almoço caminhei pelo centro histórico, entrei na casa de la Emancipación e no Centro cultural de Trujillo. À noite voltei à Casa de la Emancipación pois havia um show gratuito de lançamento do cd de uma cantora de Trujillo.

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26/5/2017: Fui ao Palácio Iturregui que atualmente é um clube privado e abre das 8-10:30 para visitas ao seu interior. Cobram 5 soles. Não gostei. Em compensação, fui também na Casa Urquiaga, onde a entrada é gratuita e tem guia que explica cada cômodo, nessa Casa valeria pagar para entrar! Caminhando pela Calle Pizarro, vi uma apresentação de marinera na Plaza de la Merced. Teve um mini-aula também, mas não participei, só fiquei olhando como as pessoas se empolgam! Almocei e à noite peguei o ônibus para Lima.

 

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27/5/17: O ônibus da viação Cruz del Sur era o único que chegava na Javier Prado, em Lima. O hostel havia me dito que esse seria o local mais próximo deles. Mesmo assim precisei pegar um taxi (cerca de 20 min). O hostel ficava em Miraflores e saí para encontrar o tour a pé que sairia dali até o centro de Lima. Há mais de um grupo que realiza esse tour, eu fiz com o guia de colete amarelo e gostei muito. O tour foi pelo centro histórico e o guia contou um pouco sobre a história de Lima.

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Terminou com uma degustação de Pisco Sour e explicação sobre o Pisco. De lá fui ao bairro Barranco, onde almocei e à tarde fiz outro tour a pé. Eu já havia ido nesse bairro boêmio à noite, na minha outra viagem a Lima. Foi interessante vê-lo durante o dia e conhecer um pouco mais sobre sua história. Vi um cara pedindo a namorada em casamento na ponte!

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Não lembro o nome da ponte, mas dizem que as mulheres que atravessam a ponte com a respiração presa e fazendo pedido tem esse pedido realizado em 2 horas! Não consegui passar sem respirar, kkkk.  Nesse bairro fiz tour com pessoal de colete verde (disseram ser o primeiro grupo a fazer tour a pé em Lima), gostei muito também.

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28/5/17: Não gostei do hostel onde me hospedei em Lima, pior custo benefício da viagem. Fiquei num quarto individual, mas o banheiro só ficava no andar de cima. O hostel era uma casa grande, o quarto individual era a provável despensa onde colocaram uma cama. Tinha cheiro de mofo. Nesse local teria sido melhor ficar no quarto coletivo. Nesse dia caminhei por Miraflores, pela costa e fui até o Museu de Arqueologia e história do Peru (vi mais uma vez a Estela Raimondi, dessa vez a original). O museu fica no bairro Pueblo Livre, é muito bonito e didático. Fiquei com vontade de conhecer Ica e Nazca...Depois do museu fui à Huaca Pucllana, uma pirâmide. Lembro de passar por ela à noite e vê-la iluminada da outra vez que estive em Lima. Mas dessa vez fiz o passeio por dentro. Ela existe há 1500 anos, feita de adobitos, construção resistente a sismos (tem espaço entre as pedras). Vi as tumbas dos Wasi (crianças sacrificadas!!! Eram da família ou não? Mistério...).

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À noite fui ao Larcomar, comi lanche no Papachosperu.

No Peru, pelo menos em todas as cidades que visitei, não há um terminal rodoviário para todas as companhias, portanto é bom se assegurar do endereço do embarque e desembarque. A tarifa mais barata pode sair cara pelo tempo de deslocamento (e custo do taxi).

Essa foi minha segunda vez no país (na primeira fui a Puno, Cusco e Machu Pichu e Lima) e com certeza voltarei. Ancash me encantou com a Cordillera Blanca, ainda há muito que ver por lá. E conversando com outras pessoas fiquei com vontade de conhecer Ica, Arequipa, Nazca...

 

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