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Cássio Pedrosa

Colônia Del Sacramento - Jan. 2018 - Relato e dicas

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Mochileiros,

Fizemos uma viagem pela Argentina e Uruguai no verão deste ano.
Passamos por Buenos Aires, Tigre, Colônia Del Sacramento, Punta Del Este e Montevidéu.

Abaixo está o link e nosso site com o relato de nossa passagem por Colônia Del Sacramento e o link do vídeo com imagens de toda a viagem.
 

https://www.caminhosmundoafora.com/blog/colonia-del-sacramento-uruguay

 

 

 

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    • Por Jéssica W. Bellé
      Olá!!
      Alguém que já tenha ido a Colonia Del Sacramento, pode opinar/sugerir se ficar 2 dias por lá é muito?
      Tenho um dia sobrando no roteiro...
      Grata!
    • Por ferpaisrael
      Fala mochileiros, como vão?? 
      Então galera, vim aqui para mostrar pra vocês como foi nossa primeira aventura como mochileiros... caronas, perrengues e tudo mais.
      Enquanto planejávamos nosso mochilão, buscamos relatos acerca de viajar de carona, como dicas e dificuldades, porém não encontramos muita coisa aqui no site. Então esse post é direcionado principalmente a pessoas que tem o interesse ou curiosidade de viajar de carona, por isso não vou focar muito nos lugares que conhecemos, mas sim no nosso dia-a-dia pedindo carona e como foi essa aventura. Os lugares que conhecemos tem bastante coisa aqui no site e o TripAdvisor salva todo mundo.
      Quando começamos a planejar o mochilão buscamos três principais coisas: a distância que iriamos percorrer diariamente, o lugar que passaríamos a noite e o custo envolvido. Nossos planos eram de certa forma ousados, pelo fato de nenhum dos dois já ter saído do país, nenhum dos dois saber falar espanhol e mesmo assim já nos jogamos em um mochilão de 5.000 quilômetros assim pedindo carona... nunca fui chamado de louco tantas vezes rsrsrs
      No final do post vou fazer um tópico com dicas valiosas na hora de pegar a estrada e pedir carona.
      Tempo esperado de viagem: 30 dias (leia e descubra o porque da nossa volta antecipada)
      Dinheiro: R$2.000 por pessoa
      Principais cidades percorridas: Lages, Porto Alegre, Cabo Polônio, Punta del Este, Montevidéu, Colônia del Sacramento, Buenos Aires, Rosário, Córdoba, Ciudad del Este e Foz do Iguaçu.
      Nosso roteiro:
      Urubici - Lages
      Lages - Pelotas
      Pelotas - Fortaleza Santa Teresa
      Fortaleza Santa Teresa - Cabo Polonio
      Cabo Polonio - Punta del Este
      Punta del Este - Montevidéu
      Montevidéu - Buenos Aires
      Buenos Aires - Rosário
      Rosário - Cordoba
      Cordoba - Foz do Iguaçu
      Foz do Iguaçu - Ciudad del Este
      Ciudad del Este - Urubici
      19/12/2017 – Lages
      Saímos de Urubici rumo a Lages de carona com um amigo no final da tarde, nossa intenção era ir para Porto Alegre no ônibus das 23:30 para viajar a noite e ganhar tempo para pedir carona no outro dia, porém chegamos na rodoviária e já demos de cara com o primeiro perrengue, NÃO TINHA MAIS VAGA NO ÔNIBUS. Esse ônibus era indispensável, pois faríamos cerca de 500km e nosso roteiro estava com tempo programado. Acabamos passando a noite na casa de um amigo que mora em Lages e conseguimos uma carona pelo Blablacar para Caxias do Sul no outro dia as 7:00h.
      20/12/2017 – Pelotas
      Caxias não estava no nosso trajeto, porém era a única carona para o Rio Grande do Sul naquele dia, nos obrigamos a ir assim mesmo. Pegamos nossa carona até Caxias do Sul logo cedo, dormimos praticamente a viagem toda, pois em Lages na noite anterior nós saímos para beber e fomos dormir tarde. O cara nos deixou próximo a um shopping que era na rota para Porto Alegre, sacamos dinheiro e fomos para a estrada pedir carona. Caminhamos um pouco até um lugar onde havia um pequeno acostamento e começamos a pedir carona.
      1ª CARONA – 4 minutos depois
      Empresário super gente boa de Caxias do Sul que também já viajou de carona viu que nós estávamos em um lugar muito ruim e resolveu nos dar uma carona até um trecho mais para frente, até saiu da sua rota original para nos deixar em um ligar bom. Ficamos em um trevo próximo a cidade de Carlos Barbosa e começamos novamente a pedir carona. O tempo ameaçava chover.
      2ª CARONA – 9 minutos depois
      Viajamos com um mineiro muito calmo e sangue bom que trabalhava com detonação de rochas, nos deu várias dicas sobre Porto Alegre, também saiu da sua rota para nos deixar em um lugar seguro, pois disse que o lugar onde a gente queria ficar era muito perigoso. Nos levou para Gravataí até um ponto de ônibus. Pegamos um ônibus metropolitano e paramos no centro de Porto Alegre. Uma das dicas desse mineiro era não passar a noite dentro da região metropolitana de Porto Alegre, pois a criminalidade na região está muito alta. Com isso acabamos decidindo pegar um ônibus até Pelotas, que era um trecho bom e o custo não era muito alto (cerca de R$60,00 por pessoa). Entramos no ônibus as 18h e ainda não tínhamos lugar para ficar em Pelotas, então começamos a mandar mensagens no couchsurfing e a segunda pessoa já nos aceitou. Arrumamos uma mãe pela estrada, Dona Marli, mulher super gente fina que nos acolheu com muito carinho. Fizemos uma janta e ficamos jogando conversa fora até tarde. Fomos dormir.
      21/12/2017 – Fortaleza Santa Teresa
      Acordamos bem cedo e já fomos para a estrada começar a pedir carona. Ficamos em um posto cerca de 15 minutos pedindo carona, mas sem sucesso. Logo em frente havia uma rótula onde o fluxo de carros era bem maior, resolvemos ir para lá.
      3º CARONA – 17 minutos depois (15 no posto + 2 na rótula)
      Carona com um representante da Petrobrás que passava por essa estrada quase todos os dias. Demos sorte, pois havia 2 pessoas um pouco a frente também pedindo carona. Ele nos deixou em um trevo próximo a cidade de Rio Grande, caminhamos até a saída que ia em direção ao Chuí, paramos em uma sombra e já começamos a pedir carona.
      4ª CARONA – 12 minutos depois
      Viajamos com um senhor gaúcho que transportava fertilizante e ia até uma parte do trecho onde queríamos chegar. O caminhão andava a 60 km/h, foi uma viagem que exigiu paciência, mas não tem problema, o que importa é progredir no roteiro. Ficamos em um posto de beira de estrada no meio do nada, devia estar uns 35 graus, fomos para a BR pedir carona. Ficamos um tempo pedindo carona, porém demorava uma eternidade para passar algum carro ou caminhão, então voltamos ao posto e tentamos outra forma de carona, abordando pessoalmente as pessoas que paravam ali.
      5ª CARONA – 35 minutos depois
      Era um caminhoneiro de Blumenau que tinha família em Ibirama (cidade onde estudamos), mundo pequeno esse em! Conversamos a viagem toda e ele nos deixou em um posto policial desativado em Santa Vitória do Palmar, ficamos ali por um tempo mas não conseguimos nada. Caminhamos uns 800 metros até um trevo mais para a frente e voltamos a pedir carona.
      6ª CARONA – 10 minutos depois
      Carona com um homem que estava indo ao Chuy comprar peça para seu carro que estava quebrado em Santa Vitória. O carro que ele estava usando para ir buscar a peça era um gol 89 caindo aos pedaços que ele havia conseguido emprestado. Dessa vez deu medo, mas nossa meta era chegar no Chuy, então não temos escolha. Chegamos na fronteira do Brasil com o Uruguai, primeira meta atingida. Mandamos um sinal de vida para a família e já começamos a pedir carona novamente. Ficamos um tempo na divisa pedindo carona, porém não tivemos sucesso. Um casal que passava por ali disse que seria mais fácil conseguir se nós estivéssemos para frente da Aduana, local onde é feita a imigração. Então caminhamos cerca de 1km até lá (o sol estava insuportável), fizemos nossos papéis e fomos em direção a saída da Aduana.
      7ª CARONA – zero minutos depois
      Nem precisamos pedir e um Uruguaio parou em nosso lado oferecendo carona. Perguntamos até aonde ele iria, e por sorte ele estava indo para a Fortaleza Santa Teresa, mesmo local onde também iríamos acampar. Essa até então foi a carona de ouro. Chegamos na fortaleza e fomos arrumar um lugar para armar a barraca. Após estarmos com o acampamento montado saímos para conhecer o lugar, caminhamos até a praia e ficamos lá por um bom tempo jogando conversa fora. Voltamos ao acampamento, organizamos tudo e fomos procurar um lugar para comer e beber algo. Já era noite e não fazíamos ideia de onde tinha algum bar por lá, até que encontramos duas argentinas que foram muito queridas e nos levaram até o bar (que por sinal era bastante longe). Chegamos lá e comemos uma pizza de tamanho médio, cerca de R$25,00 e tomamos uma Heineken 1L por R$21,00. Preparem-se, Uruguai é um país extremamente caro para brasileiros. Voltamos ao acampamento e fomos dormir.
      22/12/2017 – Cabo Polônio
      Acordamos não muito cedo nesse dia, arrumamos nossas coisas com bastante calma e depois fomos para a praça dos mochileiros tirar algumas fotos. Feito isso, caminhamos até a saída da fortaleza (essa caminhada foi tensa, muito longa) e quando chegamos até o asfalto para pedir carona demos de cara com aquelas duas argentinas que nos ajudaram a achar o bar na noite anterior pedindo carona também, ferrou, concorrência. Ficamos um pouco a frente delas onde tinha um ponto de ônibus (sombra, amém) porém não tivemos sucesso por um bom tempo, assim como elas. Deu um tempinho e elas conseguiram carona, então agora era a nossa vez. Fomos para onde elas estavam e continuamos pedindo, mas o dia não tava sendo muito bom pra nós. Ficamos mais um tempo ali e resolvemos caminhar para mudar de lugar. Nós estávamos no meio do nada, não sabíamos o que tinha a frente, mas novos ares trazem novas oportunidades. Enquanto caminhávamos em direção ao nada, uma camionete com 3 mulheres que tinham ido até o Chuy fazer compras pararam.
      8ª CARONA – 2 horas e meia depois
      As mulheres estavam indo até um acampamento 10 km para frente de onde estávamos e nos deixaram novamente na beira do asfalto. Faltavam 3 km para chegar até Punta del Diablo, resolvemos caminhar essa distância, pois carona nesse trecho estava quase impossível. Com certeza foi a caminhada mais desgastante e longa que fizemos em toda a viagem, mas fomos guerreiros e chegamos até o trevo de acesso a Punta del Diablo. Paramos em uma venda, compramos água e algumas frutas e descansamos um pouco, lá tinha wifi. Nosso destino do dia seria Valizas, onde iríamos acampar e fazer um bate – volta até Cabo Polônio. Na estrada principal para Valizas já havia dois rapazes pedindo carona também (concorrência novamente). Nossa ideia era esperar eles conseguirem e depois ir para o lugar deles, porém também não estavam conseguindo e resolvemos ficar em uma das estradas que davam acesso ao trevo. Pedimos carona cerca de uma hora até o primeiro carro parar, ficamos extremamente felizes, mas ao perguntar para onde iriam, responderam que estavam indo para o Chuy, detalhe, nossas coisas já estavam todas no carro. Mas tudo bem, voltamos ao lugar de origem. Estava arrumando as coisas que havia tirado da mochila para poder entrar no outro carro enquanto minha amiga pedia carona.
      9ª CARONA – 1 hora e meia depois
      Dois uruguaios malucos (Sebas e Russo) que iam para Cabo Polônio nos deram carona, fomos tão apertados no carro que mal dava para se mexer, pois eles carregavam muitas coisas também. Ao conversar com eles durante o caminho, nos recomendaram ficar em Cabo Polônio, que era muito melhor que Valizas. Conseguiram uma casa para ficarmos por 300 pesos (cerca de R$38,00) pois em Cabo Polônio não pode acampar. Aceitamos a dica e resolvemos ir para lá então. Os dois eram donos de um bar em Cabo Polônio e passavam todos os verões lá, conheciam todo mundo. Cabo Polônio é uma reserva ambiental e o único acesso ao vilarejo é com caminhão 4x4, pagamos cerca R$14,00 para chegar até la. Nossos planos eram ficar apenas um dia e no outro seguir para Punta del Este, porém nos apaixonamos pelo lugar e acabamos ficando 4 dias. Tivemos que cancelar nosso hostel em Punta e pagamos 30 dólares por isso. Prejuízo, mas tudo bem.
      PS: Não recomendo Cabo Polônio para pessoas que são contra a cultura da maconha, pois o lugar é bastante hippie e todos fumam.
      26/12/2018 – Punta del Este
      Para irmos a Punta del Este acordamos muito cedo para pegarmos o primeiro 4x4 de volta para a Puerta del Polônio, mas dessa vez decidimos ir de ônibus para Punta del Este pelo fato de termos apenas 1 dia para conhecer Punta, e se dependêssemos de carona talvez a gente chegasse muito tarde na cidade e nem pudesse conhecer os principais lugares pelo menos. Pegamos um ônibus até San Carlos e outro até Punta del Este, custou no máximo R$50,00 (não lembro exatamente). Reservamos o hostel no caminho para Punta, escolhemos o Hostel del Barcito, mas não recomendo muito, os banheiros não eram muito limpos e o café da manhã é super fraco. Turistamos o dia todo e a noite fomos para uma balada, e o detalhe, fomos de carona na caçamba de uma saveiro para essa festa rsrsrs a noite foi doida.
      27/12/2018 – Montevidéu
      Acordamos não muito cedo, tomamos um café bem tranquilos e saímos para trocar dinheiro já com todas as mochilas. Depois de feito o que tinha para fazer, fomos até um ponto de ônibus para pegar um para fora da cidade. Conseguimos um que nos deixou numa distância bem boa e que saiu barata, uns R$10,00. Mais uma vez estávamos em um trevo no meio do nada pedindo carona, e o sol infernal nos acompanhando novamente. Paramos em um ponto de ônibus para aproveitar a sombra enquanto pedimos carona. Mas não tivemos sucesso nesse lugar, então resolvemos caminhar até um viaduto que unia mais duas estradas, cerca de 600m para frente de onde estávamos. Algum tempo depois passou um carro com 3 rapazes olhando muito para nós e pararam o carro, porém pararam muito longe, e por se tratar de um trevo, pensamos que poderiam ter parado para entrar em uma das vias. NÃO ERA, estavam esperando a gente, porém como não nos mexemos eles arrancaram e seguiram viagem. DROGA, perdemos nossa carona. Mas não tem problema, continuamos na batalha.
      10ª CARONA – mais de uma hora depois
      Um senhor que amava o Brasil nos deu carona, o cara era meio maluco, mas salvou nossas vidas. Nos mostrou todos os seus filhos, todos os amigos do Brasil (me fez até conversar com um deles), até o cachorro que ele ia comprar para usar de cão de guarda em sua oficina ele mostrou, e o mais engraçado, fazia tudo isso dirigindo e mexendo no celular. Loucura. Esse senhor nos deixou bem na entrada de Montevidéu, pegamos apenas um ônibus e chegamos em nosso hostel. Isso já era final do dia. Estávamos exaustos, arrumamos nossas coisas no hostel, tomamos banho e saímos para dar apenas uma caminhada pelo bairro. Fomos dormir.
      28/12/2017 – Montevidéu
      Caminhamos por todo o centro antigo de Motevidéu, pela rambla (um tipo de beira-mar, mas para quem conhece cidades tipo Florianópolis ou Balneário Camboriu não vai se surpreender) e depois fomos ao Mercado Agrícola. A cidade é bonita, mas não me encantou como as outras. Aqui no site tem bastante coisa falando sobre, e no TripAdvisor também, então não comentarei a respeito dos pontos turísticos aqui.
      29/12/2017 – Buenos Aires
      Preparem-se, esse dia vai ser longo rsrsrs
      Acordamos cedo para tomar café no hostel e logo já fomos pegar o ônibus para fora da cidade. Dessa vez pegamos um até um pouco mais longe, Vila Maria se não me engano. Como sempre, ficamos no meio do nada. Encontramos uma venda, pedimos para usar o banheiro e se nos davam um pedaço de papelão para escrever nosso próximo destino: Colônia del Sacramento. Nossa ideia inicial era chegar o quanto antes em Colônia para podermos visitar a cidade e a noite pegar o barco para Buenos Aires. Porém nossos planos não deram muito certo, acabamos demorando um pouco para conseguir a primeira carona. Era com certeza o dia mais calor que já havíamos enfrentado, então caminhamos um pouco pela estada até encontrar uma sombra. Revezamos um pouco, cada um ficava um tempo pedindo carona enquanto o outro ficava na sombra. Em um momento eu tive que ir “ao banheiro” e deixei minha amiga sozinha pedindo carona, foi nesse espaço de tempo que um caminhão resolveu parar para dar carona, quando eu vi isso saí correndo do meio do mato em direção ao caminhão, e adivinhem?!?! O caminhão arrancou ao me ver. De duas, uma: ou ficou com medo de ser um assalto, ou interessava ao caminhoneiro apenas a presença feminina em seu caminhão. Mas tudo bem, continuamos na luta. Em um momento eu resolvi ir para sombra com minha amiga e ficar um pouco ali, nisso aponta um caminhão e eu falo, “nem vou pedir carona para mais um caminhoneiro, esses pelo tipo não são carona aqui”, porém minha amiga insistiu que eu fosse para estrada e levantasse a plaquinha.
      11ª CARONA – inúmeros minutos depois
      Graças a Deus eu ouvi minha amiga e fui para a estrada, um caminhoneiro muito querido resolveu nos ajudar. Carregava madeira para uma fábrica de papel. Falamos para ele que estava difícil conseguir carona e ele nos explicou que as empresas proíbem os motoristas de dar carona, pelo fato de que se houver algum acidente, não poderíamos estar dentro do caminhão, e quem responderia por isso era o próprio caminhoneiro. O mesmo nos deixou em um trevo a uns 70 km de Colônia del Secramento. Fomos caminhando alguns metros em direção ao ponto de ônibus e minha amiga resolveu levantar a plaquinha enquanto caminhávamos.
      12ª CARONA- 1 minuto depois
      Era um senhor, com um carro japonês super compacto que ia para Colônia e resolveu nos dar uma carona. Muito simpático, porém não conversava muito. Ele nos deixou exatamente na frente do local onde é feita a compra das passagens do barco para Buenos Aires, muito bom. Era umas 16:30h quando chegamos lá, minha amiga não estava bem, provavelmente todo aquele sol a deixou fraca. Então por isso acabamos não saindo para conhecer Colônia e compramos a passagem para Buenos Aires o quanto antes. Fizemos a travessia com a empresa Colônia Express, custou R$90,00, muito mais barato e rápido que as outras empresas que fazem a travessia com a Buquebus e a Seacat. Durou cerca de 1h e 15min e chagamos no final do dia em Buenos Aires. Tínhamos um lugar para dormir fora de Buenos Aires e só teríamos que pegar um ônibus para chegar la. Porém nos demos conta de uma coisa muito importante que complicou bastante nossa vida: não tínhamos NEM UM PESO ARGENTINO na carteira, e como já era tarde não havia nenhuma casa de câmbio aberta. Fomos em um mercado para ver se trocavam dinheiro, porém não nos ajudaram. Nosso principal problema era que em Buenos Aires os ônibus funcionam com o cartão SUBE, e não aceitam dinheiro de forma alguma. Tentamos falar com outras pessoas para eles pagarem para a gente, porém como não tínhamos pesos argentinos para pagar dar de volta, ninguém aceitou. Entramos em um ônibus rápido meio que para tentar andar um pouco sem pagar, porém, o motorista nos mandou descer cerca de 3 quadras para frente. Havia uma casa lotérica próximo de onde descemos e resolvemos ir lá tentar trocar dinheiro. O cara que trabalhava lá era MUITO, mas quando eu digo MUITO, é porque ele era MUITO gente boa rsrsrs vocês vão entender o porquê. Explicamos nossa situação para ele, que não tínhamos nem cartão SUBE nem pesos argentinos, e que precisávamos trocar dinheiro. Ele nos explicou que na lotérica não fazem câmbio, porém como nossa vida dependia disso, ele nos ajudou e trocou 20 reais. Deu 125 pesos. Porém ainda não tínhamos o cartão para andar de ônibus, então o cara da lotérica deixou um cliente lá esperando e nos acompanhou até o lugar onde vendiam o carão SUBE, mas...... NÃO TINHAM O CARTÃO, apenas para a outra semana. FUDEU. Mas a cordialidade do cara não parou por aí, ele nos deu seu cartão, isso mesmo, NOS DEU seu cartão para que pudéssemos andar por lá e ainda recarregou ele para nós. O cartão dele custava 50 pesos e ainda pode ser usado mesmo sem créditos, ou seja, caso acabasse nosso limite, poderíamos usar mais 25 pesos no “crédito”.  Com certeza esse cara foi um anjo. Vamos lá, parte do nosso problema foi resolvido. Ao nos informarmos qual ônibus pegar, descobrimos que onde iríamos ficar era bastante perigoso e longe, muito longe. Levamos quase 1 hora de ônibus para chegar lá, já era quase 22h. Ao descer do ônibus e pegar o celular para procurar a casa, um homem nos aborda rapidamente perguntando se precisávamos de ajudar para nos localizar, porque onde estávamos era muito perigoso, então ele colocou o endereço no seu celular e nos levou exatamente até aonde iríamos ficar. Outro anjo, pois estávamos indo para o lado errado e não tínhamos internet. Chegamos na casa na menina, comprei uma coca bem gelada, conversamos um pouco e fomos dormir.
      30/12/2017 – Buenos Aires
      Acordamos e fomos para a rua procurar um ônibus que nos levasse até o bairro Palermo, onde tínhamos nosso hostel reservado. Perguntamos a algumas pessoas e finalmente achamos um que ia para onde queríamos. Havia um casal la esperando outro ônibus e conversamos bastante, até que o ônibus deles chegou e a mulher embarcou, o homem não. Ele veio e continuou nos acompanhando no ponto porque disse que o lugar era muito perigoso (mais um) e ficou conversando com a gente até nosso ônibus chegar. Nossa estadia em Buenos Aires apesar de curta, já nos mostrava a cordialidade da população. Chegamos ao centro, procuramos onde trocar dinheiro, porém não tínhamos mais reais para trocar e tivemos que achar um banco que aceitasse a bandeira no nosso cartão. Sacamos 2.500 pesos e pagamos 191 de taxa (cerca de R$30,00) e a cotação no banco foi de 4,7 pesos por real, ou seja, NOS FERRAMOS nesse câmbio. Fomos ao hostel, arrumamos tudo e saímos tomar uma cerveja. Nesse dia teria a noche de los tragos no hostel, quando voltamos do rolê fomos para onde tava rolando as bebidas. A noite foi longa, ficamos bebendo e conversando com o pessoal do hostel até 6 da manhã. Eram pessoas da Inglaterra, Argentina, Estados Unidos e Brasil, valeu a pena.
      Ficamos até dia 02/01/2018 em Buenos Aires, mas como falei anteriormente, não vou focar no que fizemos nas cidades, mas sim nas caronas.
      02/01/2018 – Rosário
      Nosso mochilão só tinha um roteiro até Buenos Aires, dali para frente, decidiríamos para onde ir a partir do dinheiro que nos restou e das dicas que pediríamos as pessoas. Tínhamos duas opões: Chile ou Salta, no norte da Argentina, acabamos decidindo ir para Salta, porque para o Chile a distância seria um pouco maior e ao conversar com alguns viajantes, nos falaram que está tudo MUITO caro lá, então tiramos do nosso caminho. Acordamos cedo um Buenos Aires e saímos em direção a rodoviária. Caminhamos um bom trecho até chegar lá e descobrimos que os horários dos ônibus para fora da cidade iam demorar muito e atrasaria demais a gente. Então caminhamos mais um pouco até achar um ponto de ônibus que nos levaria até outra estação que teria ônibus em outros horários. Porém ao chegarmos la, descobrimos que tinha um metro que nos levaria até um ótimo lugar, bastante afastado da cidade, rodamos 60km por R$5,00, muito bom. Chegamos de trem até Zárate e de lá pegamos um ônibus circular até a estrada, paramos em um pedágio. Lá começamos a pedir carona em direção a Rosário.
      13ª CARONA – 5 minutos depois
      Caminhoneiro gente boa, tomamos vários mates com ele durante a viagem e conversamos bastante. Ele nos deixou a uns 80 km de Rosário em um trevo, caminhamos uns 800m até a estrada principal e começamos a pedir carona novamente. Não estava muito fácil, os carros passavam em alta velocidade por onde estávamos, o que acabou complicando bastante, mas fé que dá certo.
      14ª CARONA – não sei quanto tempo depois, mas demorou
      Era um homem que viajava a trabalho pela região e estava indo para Rosário, deu boa. Nos deixou no centro, próximo a casa do couchsufing onde iríamos passar dois dias. Caminhamos até a casa do nosso couch, arrumamos tudo e saímos para jantar e tomar um chope a note. Fomos dormir.
      Passamos mais um dia em Rosário, cidade muito agradável, muitos parques e famílias fazendo piquenique por todos os lados. Vale a visita.
      04/01/2018 – Córdoba
      Aqui começa um dia bastante difícil. Acordamos cedo e fomos para o centro em busca de um ônibus para a saída da cidade, mas acabamos pegando um tipo de táxi intermunicipal por um preço bom e nos deixou 60km de rosário. Ficamos em um posto, comemos algo, usamos o wifi e voltamos a estrada para pedir carona. Coloquei uma música no celular porque sabia que seria um dia difícil e esperamos.
      15ª CARONA – muitos minutos depois
      Era um senhor em uma carreta caindo aos pedaços e carregava fertilizante. O caminhão não importa, queremos mesmo é rodar. Porém talvez não tenha sido uma boa escolha. Levamos 4 horas para percorrer cerca de 200km, foi uma carona tensa. E para piorar, ao estarmos chegando no local onde o caminhoneiro nos deixaria, comecei a procurar meu celular e adivinhem: NÃO ACHEI. Eu tinha usado ele dentro do caminhão, então tinha que estar ali, porém eu e o caminhoneiro reviramos o caminhão de ponta cabeça, mas não achamos. Coisa sinistra. Tudo bem, bola pra frente e sem celular. Entramos no posto, tomamos uma água e voltamos para a estrada.
      16ª CARONA – 5 minutos depois
      O caminhoneiro iria até próximo a Córdoba e nos deu uma carona. Ele carregava uma colheitadeira monstruosa e também andava bastante devagar. Durante o trecho, o homem recebeu uma ligação: era seu patrão dizendo que vendeu a máquina. FERROU, ele teve que nos deixar no meio do caminho pois teria que fazer outra rota. Ficamos em uma cidade no meio do nada, de 8 mil habitantes, parecia uma cidade deserta. O calor era infernal, não tinha nenhum vento e não tínhamos água. Fomos até a rodoviária, esperamos uma hora e pegamos um ônibus para Córdoba, carona ali seria impossível. Chegamos em Córdoba e não tínhamos onde ficar, sabíamos que isso ia acontecer e já estávamos preparados para passar a noite na rodoviária. Foi uma noite longa e cansativa. Eu dormir 30 min, minha amiga não dormiu.
      05/01/2018 – Córdoba
      Saímos cedo da rodoviária e fomos para o hostel que tínhamos reservado para aquele dia. Caminhamos muito, muito mesmo. Chegamos no hostel umas 9 horas, porém o check-in era apenas as 12:30, pedimos para entrar e ficamos no sofá, dormi em 5 minutos que cheguei a roncar rsrsrs até que minha amiga me acorda falando que tínhamos um problema, ela havia se confundido nas datas e fez a reserva para a noite do dia 04, aquela que passamos na rodoviária. Ela não gostou do hostel que estávamos, então conversamos com o dono e o mesmo não nos cobrou nada por ter feito essa reserva errada. UFA!  Como ela não tinha gostado, acabamos encontrando outro no booking e fomos caminhando, longe pra [email protected]#$&%. Chegamos lá, tomamos banho, dormimos um pouco e saímos caminhar pela cidade. Voltamos ao hostel, comemos e fomos dormir. Estávamos destruídos.
      06/01/2018 – Córdoba
      O dia começou com minha amiga perguntando até que hora queríamos dormir, era 8:30, falei para dormirmos até as 9:30. Dormimos, e um tempo depois ela acordou novamente e falou comigo:
      “Ferpa, tais com meu celular? “
      “Não, usei ele ontem e deixei na tua cama”
      CARALHO, CADÊ O CELULAR DA MINHA AMIGA
      Pois não é que o filho da mãe que estava no mesmo quarto que a gente (era a única pessoa no quarto) roubou o celular dela enquanto dormia?!?! Ferrou, ferrou e ferrou.
      Eu já tinha perdido meu celular, agora era ela sem celular também. Para quem viaja de carona, é impossível andar sem um GPS. Ou seja, nossa viagem se encerrou mais cedo, não tinha como continuar viajando de carona assim. DROGA. Tentamos resolver tudo com nossa família, saímos do hostel e fomos para a rodoviária. Pegamos dois ônibus para chegar em Puerto Iguazu, custou R$450,00 por pessoa e durou 22 horas.
      07/01/2018 – Foz do Iguaçu
      Chegamos em Foz do Iguaçu no final do dia e não tinha mais como irmos ao Paraguai. Temos um amigo que mora la e ia nos receber em sua casa, porém não tínhamos como ir naquele dia. Então tá, mais uma noite na rodoviária. Porém dessa vez a barra foi pesada, a rodoviária fechada as 23:30, ou seja, tivemos que passar a noite na rua. Estavamos com um argentino que conhecemos na rodoviária e depois apareceu mais um irlandês por la. Agora vem a parte foda da noite, esse irlandês foi dormir em um banco um pouco afastado de onde estávamos e pediu para nós o acordarmos as 4:00h da manhã. No relógio da rodoviária mostrava 3:57h, eu estava pronto para ir acordá-lo, até que um moleque de bike passa e rouba a mala do irlandês, olha que loucura. O coitado tinha tudo naquela mala, TUDO MESMO... roupas, celular, PASSAPORTE, documentos e MIL EUROS. Pra ele a noite foi pior que a nossa. Fomos para Ciudad del Este e ficamos por lá 3 dias fazendo compras.
      10/01/2018 – Lages
      Pegamos um ônibus de volta para lages e assim encerra antecipadamente nosso mochilão.
       
      AGORA VOU DEIXAR ALGUMAS DICAS PARA QUEM QUER VIAJAR DE CARONA
      1 - Andem sempre bem arrumados, vários pessoas que nos deram carona falaram que a roupa conta bastante
      2 - Usem sempre uma placa para indicar o lugar onde querem ir
      3 - Procurem sempre vias movimentadas 
      4 - Trevos são os melhores lugares para conseguir carona
      5 - Sombra é a melhor saída para pedir carona, por algumas podem demorar horas
      6 - Mudar de lugar quando não conseguem carona é uma boa ideia, sempre que fizemos isso ajudou bastante
      7 - No Brasil é mais fácil do que vocês imaginam andar de carona
      8 - Mulheres, não andem com roupas atraentes na hora de pedir carona
      9 - Protetor solar é seu melhor amigo na hora de pedir carona
      10 - Se forem fazer viagem de curta duração, levem sempre em reais todo seu dinheiro, a cotação é muito melhor do que se for sacar no banco.
       
      Espero que vocês gostem dessa aventura que fizemos, boa noite a todos. 
       


































       












    • Por PriAbdias
      O Uruguai é um ótimo país para visitar com crianças. Por ser pequeno, é possível percorrer os principais pontos turísticos do país de carro. As estradas têm boas condições de conservação e são bem sinalizadas. Praticamente, não há engarrafamento e é possível se deslocar rapidamente. Não usamos transporte público, pois, como viajamos com crianças pequenas, preferimos alugar um carro - é um conforto que vale o preço.
      Em geral, o povo é hospitaleiro e o clima, no verão, é bem agradável. Apesar de o peso uruguaio ser desvalorizado em relação ao real, os preços das mercadorias e serviços são altos.
      Abaixo o resumo da viagem:
      Período - 10 dias (17 e 26 de janeiro de 2018) Grupo - 5 adultos, 1 adolescente de 17 anos, 2 crianças (5 e 1 ano e 9 meses) Voo - desde o RJ são menos de 3 horas de voo. Compramos as passagens em setembro pela Latam que tinha preços mais baixos (aprox R$2700 para 2 adultos e 1 criança). Carro - alugamos pela Punta Car, por meio do Decolar., aprox R$750 para 10 dias. Dá pra parcelar em 10x. Alimentação - existem muitos restaurantes oferecendo a Parrillada (churrasco), mas, fora isso, basicamente, os outros pratos consistem em frango ou carne empanados com batata frita. Não nos agradou. Acabamos cozinhando em casa algumas vezes. O preço da comida costuma ser alto em todas as cidades. Algumas vezes, tivemos que comer no Mac, BK e Subway. Cartão - pagamos a maioria das despesas com alimentação no cartão de crédito, pois tem desconto de imposto (IVA). Câmbio -  Perto da Praça da Constituição, em Montevidéu, achamos a melhor cotação. Fomos trocando aos poucos, funcionou bem. Documentação - Pode ser apresentado passaporte ou RG. Para dirigir, basta ter a CNH brasileira. Gasolina - aprox R$ 6  Roteiro
      Dia 1 - apanhamos o carro e dirigimos rumo à Colônia do Sacramento; são cerca de 200km. Apesar da distância, vale a pena, pois a cidade é uma graça. Rende ótimas fotos. Um dia na cidade é suficiente para conhecê-la. Andar por suas ruas de pedras, tomar um café e curtir o clima de passado conservado.   Dia 2 - retornamos para Montevidéu. Por estarmos em grupo, preferimos alugar um apartamento (AirBNB) onde poderíamos ter mais espaço e economizar com as refeições. Ficamos hospedados na General Rivera, em Parque Battle.  É uma das avenidas principais, tem amplo comércio e é perto do Centro. Esse dia foi de deslocamento.   Dia 3 - estacionamos o carro no Centro e fomos a pé conhecer os pontos turísticos da região: Praça General Artigas e Mausoléu, Porta da Ciudadela, Mercado, Teatro Solís, Casa do Governo, Museu do Banco da República,  Praça da Constituição, Café Brasileiro. O que mais gostamos foi o Mercado, é muito gostoso sentar do lado de fora e ficar conversando vendo o tempo passar. À noite, fomos para Pocitos, passear nas ramblas (orla) e tirar fotos no letreiro de Montevidéu.   Dia 4 - Nesse dia, alguns de nós não estavam passando bem. Optamos por descansar no ap. e, depois, dirigimos para Punta Del Este (aprox 130km). Nossa hospedagem foi uma casa em Balneário Buenos Aires. A casa era bonita e confortável; porém, achei muito distante das principais atrações de Punta.   Dia 5 - Passeamos em Punta. Tiramos fotos no monumento La Mano / Los Dedos, entramos no hotel Conrad e fizemos um joguinho no Cassino. Paramos na região portuária onde pudemos ver (e até alimentar!) um lobo marinho. No horário que fomos, estava funcionando um mercado de peixes. Meu marido apanhou um pedaço de peixe e o lobo veio até a borda do pier apanhar. Foi muito legal. Almoçamos no Punta Shopping (onde tem MacDonald's!). Ao final da tarde, fomos à Casa Pueblo  em Punta Ballena) conhecer os itens em exposição e assistir ao pôr do sol. Essa foi uma das melhores experiências da viagem.   Dia 6 - Fomos ao Parque das Esculturas (entrada e estacionamento gratuitos). Local muito bonito e ótimo para deixar as crianças correrem.  Depois, fomos à praia. Nós que moramos no Brasil, contamos com inúmeras, diversas e maravilhosas praias. As praias do Uruguai, sem querer desmerecer, não fazem concorrência com as nossas; mas, ainda assim, são bonitas e, já que se está no lugar, vale a visita. Ao final do dia, um grupo voltou a Montevidéu, pois retornaria ao Brasil no dia seguinte e meu marido, minha filha (5 anos) e eu seguimos para Valizas (aprox 150km). A ideia era passar a noite para, no dia seguinte, conhecer Cabo Polônio. Valizas tem um clima muito roots e alternativo. Tem muita galerinha hippie apresentando seu trabalho com artesanato e circo. Ao entardecer, fomos à praia e à feirinha de artesanato.    Dia 7 - Começamos aqui a fazer o circuito contrário, dirigindo em sentido Montevidéu. Fomos até Cabo Polônio (aprox 13km). A entrada é muito bem sinalizada, com grande outdoor e placa, difícil não ver. É preciso deixar o carro no local e, a partir dali, segue-se de caminhão (adaptado para passageiros). Custa 230 pesos (aceitam outras moedas, como Real e Dólar, porém, não aceitam cartões). Leve dinheiro! Foi uma experiência parecida com a de visitar os lençóis maranhenses. Cabo Polônio é um lugar muito bonito e especial. Tem uma energia diferente. Almoçamos no La Golosa (carinho, mas a comida é gostosa - peça o risoto de camarão!). Depois, seguimos caminhando até o farol. No caminho, já começamos a avistar muitos lobos e leões marinhos nadando e, mais perto do farol, há dezenas deles (ou centenas, não sei) tomando sol nas pedras. Ficamos por ali, admirando. O farol fecha durante o almoço (13h às 15h). Não pudemos subir, pois, só é permitido para crianças acima de 8 anos. Em seguida, ficamos um pouco na praia. A água é gelada - como nas praias do RJ hehehe - mas, tem um cheiro muito forte, acredito que seja decorrente da grande presença dos lobos marinhos.   No final da tarde, dirigimos até La Paloma (aprox 49km), onde passamos a noite. La Paloma é uma cidade bem fofinha, demos um rolê na praia, depois fomos a um parquinho e à noite, jantamos uma parrillada.   Dia 8 - A ideia era curtir um pouco da praia, mas como estava chovendo, resolvemos ir direto para Piriápolis (aprox 150km). Piriapólis já é um local mais movimentado, com muitos turistas. A intenção era dormir aqui, mas tivemos grave problema com os donos da hospedagem; então, após alguns aborrecimentos, andamos um pouco para conhecer o centrinho e depois seguimos para Montevidéu. Chegando em Montevidéu, optamos por um hotel mais confortável e com alguns luxos, pois estaríamos encerrando a viagem. Fomos para a piscina do hotel e depois descansamos. Dia 9 - Acordamos tarde e ficamos um tempo sem fazer nada rsrsr. Curtindo o nadismo! À tarde, fomos visitar o estádio Centenário. Gostamos muito. Paga-se uma taxa (não lembro, acho que são 5 dólares) para visitar o museu e se pode entrar no estádio, nas arquibancadas. Fomos ao shopping e retornamos para arrumar nossas coisas.   Dia 10 - Fim da viagem. Retorno ao RJ.   Essa viagem foi maravilhosa, apesar de um ou outro contratempo, as coisas correram bem. Como alugamos carro, pudemos conhecer muito de Montevidéu e das outras cidades. As estradas são muito boas e com uma paisagem linda. Dirigimos muitos quilômetros. Gostamos muito dessa sensação de pegar a estrada, mas, para não ficar muito cansativo, optei por fazer pernoites e aproveitar para conhecer alguns lugares no caminho - deu super certo. Em janeiro, as coisas acabam sendo mais caras, mas, por estarmos no verão, os dias são muito longos e a temperatura é muito agradável, o que favorece os passeios. Acho que não teria curtido muito se tivesse ido em uma época fria, pois o vento lá é constante. Em geral, os uruguaios são educados, gentis com o turista e não são desconfiados ou burocráticos. Acho que quem viaja com crianças já deve saber, mas, reforço, leve protetor solar, remédios e repelente. Além de jogos e vídeos no celular para distrair a criança, quando necessário. Com 10 dias, deu pra conhecer os principais pontos, tranquilamente. Um viajante sozinho ou sem crianças poderá fazer mais coisas. Mas, adotamos um ritmo em que ninguém ficasse sobrecarregado, afinal, são férias! As crianças curtiram muito o passeio.  Destino super aprovado para férias em família!
    • Por novoCalculoDaRota
      Mochileiros de plantão!
      Antes de mais nada, quero informar que esta viagem não foi no esquema mochilão, apesar de ser o estilo de viagem que eu mais amo.
       
       
      Update de 2017!

      Comecei a escrever meu blog de viagens, me preparando pra 2018. E lá atualizei o texto do Uruguay e botei mais fotos!
      Roteiro: http://novocalculodarota.com.br/uruguay-construcao-roteiro/
      Montevideo: http://novocalculodarota.com.br/uruguay-montevideo/
      Colonia: http://novocalculodarota.com.br/uruguay-colonia-del-sacramento/
      Punta del Este: http://novocalculodarota.com.br/uruguay-punta-del-este/

       
       
      Meu tipo de trabalho não permite ficar muitos dias fora do lar.
      Então, bati meu recorde e consegui tirar férias de 7 dias! Consegui conciliar as datas com a namorada e fomos ao Uruguay.
       
      Dá quase pra chamar de roteiro gastronômico com pontos turisticos. ehehhe
       
      Construção do roteiro
       
      Minha viagem sempre começa na hora de montar o roteiro. Fico meses pesquisando sobre o lugar que vou e o que tem pra fazer lá.
      Algo que me ajuda muito e não sei se todos conhecem é o Google MyMaps.
      É praticamente o Google Maps, mas que te permite criar pontos customizáveis e salvar num mapa particular que só vc (e quem vc der acesso enxerga).
      Então, a primeira parte do roteiro foi esta. Coloquei no mapa todos os pontos que queria conhecer em Montevideo, Colonia, Piriapolis e Punta.
       

       
      Pesquisei o caminho e as paradas do Bus Turistico de MV e também lancei no mapa.
      Coloquei os restaurantes que já tinha recebido indicação pra ir. Os hoteis que tinha pesquisado e estavam com preços bons.
      Os lugares que poderia alugar carro. O próximo passo foi enxugar o roteiro, tirar as coisas que estavam muito isoladas e concentrar as visitas nos pontos mais interessantes.
      Pegar os hoteis mais próximos. Escolher a agência pra pegar o carro alugado e ir fazendo as reservas.
       
      Como sou muito detalhista, além do mapa fiz o roteiro diario com a previsão de tudo que daria pra fazer em cada dia.
      Até porque a mudança de hotel lá foi constante. Então, eu precisava saber exatamente pra onde ir pra acertar bem os horários.
      Depois de toda a preparação, o único imprevisto foi um parque de Colonia que não abria todos os dias pra visitação. E um restaurante/bar em Montevideo que fizemos questão de voltar outra vez (La Pulperia).
       
      A ideia básica da viagem foi:
      - Chegar em Montevideo: Aeroporto Carrasco e ir direto pra Ciudad Vieja onde ficamos 2 dias.
      - Depois, alugamos um carro e seguimos pra Colonia del Sacramento (180 km). Passamos 2 dias lá
      - Como Punta del Este ficam na direção contrária de Colonia, voltamos pra Montevideo e passamos uma noite em Pocitos
      - No outro dia cedo, rumo pra Piriapolis e Punta del Este (120 km a partir de MV). Ficamos 2 dias em Punta
      - Retornamos pra Montevideo, devolvemos o carro e nos hospedamos em outra região (Punta Carretas)
       
      Depois de ter conhecido, faria os seguintes ajustes no roteiro:
      - Um dia é suficiente para Colonia del Sacramento. A cidade é muuuuito linda. Uma delicia pra passear e descansar. Mas, se seu roteiro estiver apertado, um dia é suficiente pra conhecer lá
      - Punta del Este tem muitos atrativos. E acredito que uns 3 dias pelo menos vale a pena ficar por lá. Tem restaurantes incríveis e preços melhores que Montevideo
      - Montevideo tem a Ciudad Vieja, que vi algumas pessoas reclamarem dos mendigos ou pedintes. Mas, pelamordeDeus! Não oferece perigo nenhum (pelo menos pra quem tá acostumado com o centro de SP). Lugarzinho nota 10, tem que estar no roteiro sim!
      - Ainda em Montevideo tem Pocitos e Punta Carretas, que já são as regiões mais "chiques" da capital e devem estar no roteiro!
       
      Em janeiro/2015, quando fui o câmbio oscilava entre UY$ 9,00 e UY$ 9,80 para cada real (R$).
      Então, nas conversões vou usar UY$ 9,00 por real. É muito variável. Encontrou cotação boa, faça a troca. risos
       
      Dicas quentes
      - Chegando no Aeroporto, como ainda não conhecia a cidade não quis arriscar pegar um ônibus de linha e sempre fico com receio dos taxistas (até tomar o primeiro.. kkkk). Então peguei uma Van Transfer Oficial do aeroporto que te deixa na porta de qualquer hotel de Montevideo por UY 300 (R$ 33) pagando direto em cartão de crédito. Logo abaixo, veja que descobri outras opções.
      - Aceitam real em todos os lugares (menos taxi e onibus), mas obviamente não tem um cambio tão favorável nas lojas e restaurantes. Quando encontrava casas de cambio nas caminhadas com valor bom, aproveitava pra trocar por pesos uruguaios
      - Dolar você só vai precisar talvez no Casino Conrad. Os outros Casinos que passei aceitavam pesos uruguaios diretamente.
      - Levei apenas reais e cartão de crédito internacional (pra usar geralmente em restaurantes, já que tem desconto do IVA, apesar do IOF... ainda vale a pena)
      - Taxi não são todos que aceitam real (comigo nenhum aceitou na verdade). E o taxi é muito mais barato que São Paulo. Paguei menos de UY$ 180 (R$ 20,00) para um trajeto de 15 km numa das noites.
      - Apesar do taxi barato, andar de onibus de linha lá é muito mais barato ainda UY$ 18 (R$ 2,00). Confortável, seguro e vazio. Tem onibus até tocando musica. Quando voltei pra São Paulo capital, senti que realmente somos tratados como lixo pelos nossos governos e prefeito
      - Para ir embora de Montevideo ao Aeroporto, resolvi testar outro onibus. Como meu hotel era em Punta Carretas, descobri um onibus de linha normal, porém, executivo que chama DM1 - Punta Carretas/Zonamerica. Custou UY$ 23 (R$ 2,50). Não tem bagageiro, mas peguei ele muito vazio. Você também pode utilizá-lo para ir do Aeroporto para o seu hotel.
       
      Uruguay tem o por-do-sol mais lindo que já pude presenciar!
      Não vou colocar foto de tudo, porque os outros ótimos relatos existentes aqui já deram todas as dicas!
       
       
      Pontos turisticos imperdiveis e algumas fotos
       
      Montevideo
       
      - O Bus Turistico é uma boa pedida (U$ 494 = R$ 55). O bilhete é por pessoa e tem a validade de 24 horas. O onibus circula por 11 paradas estratégicas. Você pode subir e descer quantas vezes quiser. Sempre gosto de usar ele no primeiro dia da viagem, pra depois voltar visitando outros pontos com mais detalhes (http://www.busturisticomontevideo.com.uy/)
      - Ramblas (espécie de calçadão beira mar). Seja na Ciudad Vieja, Pocitos ou Punta Carretas: todas são lindas
      - Ciudad Vieja é linda e você não pode deixar de ir no Mercado do Porto comer a Parrillada do El Palenque (apesar que a melhor carne foi em Pocitos: La Pulperia) e tomar um Medio y Medio (vinho branco + espumante). Ainda ali perto da Ciudad Vieja com uma caminhada você passa pela Puerta de la Ciudadela, Teatro Solis, Plaza Matriz, Independencia, etc
      - Se estiver indo de casal, com cerveja vai querer deixar seu cadeado na Fuente de Los Candados <3
      - O Estadio Centenario, da primeira copa do mundo em 1930 está um pouco deteriorado. Mas, como fã de futebol fiz questão de ir conhecer e vale a visita ainda! Tem muita história e o museu do futebol que fica lá dentro tem até camisas do Pelé e Maradona. Entrada: UY$ 100 (R$ 9).
      - Infelizmente o Museo del Automovil estava em férias quando fui e não pude entrar
      - Vários parques estão no caminho do Bus Turistico (parque Rodo é recomendado). Se quiser visitar o letreiro de Montevideo para tirar fotos, desça na parada 9 do Bus Turistico e depois é só caminhar na direção do mar. Fica próximo ao espaço Kibon em Pocitos. Pode perguntar ali em Pocitos que todos te indicarão.
      - A vista panorâmica da Intendencia Municipal é linda (entrada grátis, basta pegar um ticket no guichê turistico logo em frente e depois subir com elevador panorâmico até o 23º andar)
      - No MAM - Mercado Agricola tomei um bom chopp artesanal da Mastra. Aproveite para pedir o Sampler e experimentar vários ao mesmo tempo (http://mastra.com.uy/)
      - La Pulperia!! Não deixe de jantar um dia pelo menos (você vai querer repetir no outro dia) na La Pulperia. Com R$ 100 (com caixinha inclusa, não lembro o valor exato de tudo), eu e a namorada comemos: entrada de pães, generosa porção de fritas, um fantástico ojo de bife suculento e morcilla - linguiça de sangue. Ainda tomando uma bela cerveja Zillertal. Foi o melhor churrasco de todos na semana (http://www.tripadvisor.com/Restaurant_Review-g294323-d1528217-Reviews-La_Pulperia-Montevideo_Montevideo_Department.html)
      - Numa das noites fomos jantar no Tandory. É um renomado restaurante de lá com um simpático chefe. A refeição é realmente uma explosão de sabor. Muito diferente do que já comi. Tinha morcilla doce - linguica de sangue - com polenta, um risoto de melão. Eles servem ótimos vinhos pra acompanhar. Teve um custo próximo de R$ 240,00 pro casal. Vale a experiência por causa do sabor, mas não é uma refeição pro dia-a-dia (http://www.tandory.com.uy/)
       
      Uma das Parrilladas para você escolher no Mercado do Porto!

       
      Palacio Legislativo. Gigante e lindo!

       
      A seleção brasileira sub-20 estava no Uruguay! Cruzamos o onibus várias vezes!

       
      Picnic na Rambla de Punta Carretas! Tinha um mercado próximo, fizemos umas compras e curtimos uma das tardes lá:

       
      Por-do-sol na Rambla de Pocitos, ao lado do letreiro de Montevideo

       
      A fantástica carne do La Pulperia!! Atendimento no balcão, bar/restaurante super simples. De atendimento e qualidade nota 1000!

       
       
      Colonia del Sacramento
       
      - Os principais pontos turisticos são muito próximos, então nem vou listá-los porque você vai conhecer todos.
      - A plaza de Toros que é constante em todos os roteiros, é o que está um pouco mais distante (fui de carro)
       
      Um restaurante super charmoso que fica na Calle de los Suspiros é o El Buen Suspiro!
      Você comer pequenos petiscos, porções, queijos e tomando um bom vinho (o vinho uruguaio é o da uva Tannat).
       
      A melhor empanada do Uruguay, comi num lugazinho chamado Bike & Coffe!
       
      Este é o Beni. Cão de um casal uruguayo que encontramos em uma das praias de Colonia (muito próximo do caminho à Plaza de Toros)

       
      Todas as ruas de Colinia são pacatas.
      Ou com carros antigos ou preciosidades como esta:

       
      E o por-do-sol é indescritível:


       
       
       
      Piriapolis
       
      - Foi uma visita rápida pois estava no caminho de Punta.
      - A cidade estava super movimentada no dia. Passamos em frente ao famoso Hotel Argentino e a rambla principal.
      - Piriapolis era o chame do Uruguay e onde o povo ia gastar dinheiro, antes da consolidação de Punta del Este.
      - Existe um teleférico interessante lá. Não peguei. Fui logo pra Punta... risos
       

       
       
      Punta del Este
       
      Parece até que minha viagem foi um roteiro gastronomico! risos
      Mas, você tem que experimentar o Waffle com doce de leite do Hotel L'Auberge (http://www.laubergehotel.com/)
      Não fiquei hospedado no Hotel, apenas fui visitar e comer o famoso waffle


       
      - Recomendo o restaurante Lo de Tere! Atendimento e refeição incrível. Carpaccio de polvo, massa incrível, carta de vinhos nota 10. E tudo isto com uma vista pro porto de Punta! Ganhei alguns descontos por causa do Itau (25%) e no final das contas, o jantar do casal saiu na casa dos R$ 140,00. Vale mais do que cada centavo. Foi realmente incrivel (http://www.lodetere.com/)


       
      Jose Ignacio fica distante uns 40 km do centro de Punta, mas vale a visita!
      No caminho já tem a tal da ponte! risos

       
      E chegando em Ignacio, o lindo farol! Pena que durante a manhã o céu nublou.

       
      Por-do-sol na Casapueblo. Além do visual, tem a visita ao museu com as obras do Vilaró e ao final, um aúdio do seu famoso poema do sol!
      É uma cerimônia incrível sincronizado com a despedida do sol!




       
      Bom.... Foi isso!
       
       
      Grande abraço a todos!
    • Por anselmoportes
      Fui para o Uruguai, Argentina e Chile em Março de 2017 e meu roteiro foi esse:
       
      SP - Punta del Este - Montevidéu - Colônia de Sacramento - Buenos Aires - Rosário - Salta - San Pedro de Atacama - Santiago.
       
      Farei o relato de toda viagem, mas em partes. Neste falarei de COLONIA DE SACRAMENTO.
       
      LEGENDA
      UYU - Peso Uruguaio
      USD - Dólar Americano
      BRL - Real Brasileiro
      ARS - Peso Argentino
       
      ROUPAS
      Em março o clima é bem agradável sem muitas variações de temperatura. Colonia de Sacramento fica ao nível do mar então geralmente faz calor.
      Não esqueça do protetor solar, boné e óculos de sol.
       
      CELULAR
      Levei meu celular mas não comprei nenhum chip local. Fiquei usando apenas o wi-fi que funcionou bem durante a maioria da viagem.
       
      DINHEIRO e CARTÃO
      Em espécie levei apenas USD (DÓLARES AMERICANOS) e trocava aos poucos por moeda local em casas de câmbio. Usei sem problemas o cartão VISA INTERNATIONAL do Banco do Brasil na maior parte da viagem.
       
      ACOMODAÇÃO
      Há quase 10 anos faço parte do Couch Surfing então quase sempre consigo me hospedar na casa de locais. Em Colonia de Sacramento fui hospedado por uma couchsurfer local que morava com seus dois filhos e um irmão.
       
      CHEGANDO EM COLONIA DE SACRAMENTO
      Há vários ônibus saindo da rodoviária 3 CRUCES de Montevidéu. Peguei um às 7h45 e por volta das 10h40 estava chegando no destino. Preço da passagem: UYU 340
       
      O QUE FAZER
      Aconselho ficar apenas um dia em Colonia de Sacramento. A cidade tem um centro histórico bem pequeno e dá pra ver tudo em uma manhã e uma tarde. Pernoite por lá caso esteja cansado para seguir viagem no mesmo dia.
       
      1º dia: 08 de Março de 2017 (quarta-feira)
       
      Cheguei à rodoviária por volta das 10h40 e deixei meu mochilão no guarda volumes da estação (UYU 100 por 12 horas).
      Passei pelo PUERTA DE LA CIUDADELA, CALLE DE LOS SUSPIROS, caminhei pela orla até chegar no FAROL. Subi nele pra ter uma bela visão panorâmica da cidade (UYU 25).
      A alguns metros do farol está a PLAZA MAYOR e ao lado dela parei num restaurante para almoçar. Comi um salmão ao molho de camarão e tomei uma pepsi. Estava muito bom, apesar de achar o preço um pouco salgado - UYU 1000.
      Segui caminhando passando PUERTO DE YATES e parei para descanso num pequeno parque no CENTRO CULTURAL BASTION del CARMEN.
      Continuei caminhando pelo centro e passei pela BASÍLICA DEL SANTÍSIMO SACRAMENTO. Voltei para a rodoviária por volta das 17h30 e enquanto esperava minha anfitriã tomei duas cervejas pilsen (UYU 320).
      Por volta das 18h minha amiga chegou e pegamos um ônibus até sua casa (UYU 21). Ela mora próximo à PLAZA DE TOROS. Aproveitando que estava perto fui visitá-la. A Plaza de Toros é uma arena que há muito tempo está desativada. Está toda cercada, abandonada e caindo aos pedaços. Definitivamente não vale a pena se deslocar do centro até lá para ver uma construção só pelo lado de fora.
       
      Anexo ao relato algumas fotos de Colonia de Sacramento.
      Espero ter ajudado.
      Boa viagem!
       

       










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