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Fora da Zona de Conforto

Roteiro de 6 dias para Málaga, Ceuta e Gibraltar (2018 ATUALIZADO)

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Quer visitar a Espanha na África…..visitar a Grã-Bretanha na Espanha….e fazer alguns passeios de barco pelo caminho? Leia como nesse emocionante itinerário de Ceuta, Gibraltar e Málaga. Encontre tudo o que você precisa saber, incluindo atrações, acomodações baratas, o que fazer, cruzando o Estreito de Gibraltar, etc…

Você está pronto para um roteiro europeu e aventureiro, onde você vai visitar algumas das situações geopolíticas mais estranhas da Europa ao explorar 4 “cidades”, 2 “países” e 2 “continentes”… Em apenas 6 dias?

Deixe eu me explicar. Se você seguir nosso roteiro abaixo, você visitará:

  • Ceuta: um enclave espanhol autônomo, localizado no continente africano, rodeado por 3 lados pelo Mar Mediterrâneo e, pelo 4º lado, pelo Marrocos.
  • Gibraltar: um rico território britânico que não compartilha fronteiras com o resto do Reino Unido (mas compartilha fronteira com a Espanha), está a alguns quilômetros de distância do continente africano, e é conhecido por seus macacos.

    Continue lendo: 
    Roteiro de 6 dias para Málaga, Ceuta e Gibraltar (2018 ATUALIZADO)

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    • Por Monalisaaf
      Galera eu to com uma dúvida, de qual roteiro fazer em 15 dias 
       
       Paris 7 dias, Veneza 2 dias, florença 2 dias e Roma 4 dias ou o roteiro de Londres 4 dias, Paris 6 dias, Bélgica 2 dias e Holanda 3 dias, qual eu vou aproveitar mais? E qual vai sair mais barato? Esses dias são suficientes? 
      Aceito sugestões, nunca fiz viagem internacional, estou bem perdida rs 
       
    • Por TMRocha
      Eu estou fazendo uma pesquisa sobre os países mais desconhecidos por nós brasileiros, e como não vi nada aqui sobre a República Centro-Africana no site do Mochileiros, resolvi postar essa matéria para que entendam qual é a situação atual do país e porque ele não é visitado por turistas.

      Conheça a realidade desse país, que está entre os 10 países mais pobres do mundo. E já fica de aviso, você ficará chocado.
      Primeiramente, vamos nos localizar:

      A República Centro-Africana é um país localizado no centro da África, limitado a norte pelo Chade, a nordeste pelo Sudão, a leste pelo Sudão do Sul, a sul pela República Democrática do Congo e pela República do Congo, e a oeste pelos Camarões. A capital do país é a cidade de Bangui e o país possui pouco mais de 5 milhões de habitantes.
      O que hoje é a República Centro-Africana já foi habitada há milênios. No entanto, as fronteiras atuais do país foram estabelecidas pela França, que governou o país como uma colônia a partir do final do século XIX.

      Depois de conquistar a independência da França em 1960, a República Centro-Africana foi governada por uma série de líderes autocráticos. Na década de 1990, as chamadas para a democracia culminaram nas primeiras eleições democráticas multipartidárias em 1993, quando Ange-Félix Patassé se tornou presidente.
      Em 2003, através de um golpe de Estado, o general François Bozizé destituiu Patassé e assumiu o poder. A guerra civil no país iniciou-se em 2004 e, apesar de um tratado de paz em 2007 e outro em 2011, eclodiram combates entre o governo, muçulmano, e facções cristãs em dezembro de 2012, levando a uma limpeza étnica e religiosa e deslocamentos populacionais massivos em 2013 e 2014.
      Fonte Pesquisada:
      https://pt.wikipedia.org/wiki/República_Centro-Africana
      E infelizmente esses problemas ainda continuam, confira agora um documentário do Programa Toda a Verdade sobre esse país devastado e dividido:
      *********************************************************************************
      ANTES DE ASSISTIR, CONFIRA PRIMEIRO SE A QUALIDADE DO VÍDEO ESTÁ NO MÁXIMO.
      *********************************************************************************

      E pra fechar essa matéria, fique com mais algumas imagens da capital do país: Bangui.








      Isso é tudo! Boa sorte!
    • Por Fora da Zona de Conforto
      Confira destinos incríveis na Garden Route na África do Sul (além da Cidade do Cabo): The Crags, Franschhoek, Storms River e Oudtshoorn. Tudo que você precisa saber sobre esses lugares como atrações, acomodação, onde comer, como chegar lá, etc….imperdível se você está explorando a costa da África do Sul!
      A África do Sul é um país conhecido por sua beleza, paisagens, animais, safári…e pela Cidade do Cabo.
      Mas aqui que está o detalhe. É também um país cheio de recantos escondidos, vilarejos que pareciam parados no tempo e outras inacreditáveis naturezas intocadas além das cidades grandes e conhecidas.
      E depois de uma incrível viagem de 28 dias por lá, acabei em alguns desses lugares pouco conhecidos. Eles foram o destaque da minha viagem, e por isso eu queria compartilhar uma palavrinha com você para que você também possa visitá-los.
      Continue lendo: 4 Cidades Pouco Conhecidas (mas Impressionantes!) na África do Sul para Você Visitar  The Crags, Franschhoek, Storms River e Oudtshoorn

    • Por lescholz
      Meu primeiro relato sobre o mês de Fevereiro está aqui:
      http://www.mochileiros.com/como-fui-parar-na-espanha-t141362.html
       
      Se você não leu o anterior, dá uma olhadinha lá só pra entender que eu estou no segundo mês aqui em Málaga, na Espanha, e tenho até julho pra conhecer os segredos e comidas daqui
       
      O primeiro tema dessa seção é COMIDA - se está com fome... deixe para depois
       
       
      Vamos começar esse mês de Marzo – ops, Março, falando sobre ‘’Dar água na boca’’. Sim, sobre as comidas experimentadas nesse segundo mês por aqui. Pra começar, foi o mês onde eu fui arriscando a fazer várias comidas e pratos que não tinha feito antes.
      O pontapé inicial foi um jantar em um bar daqui, cujo tema era tapas latinos. Quem levasse um prato teria acesso aos outros pratos tanto dos convidados como do chef do restaurante. Isso me incentivou a fazer algo e depois de pensar (um pouco), decidi que algo que não me custaria muito seria um... Bolo de cenoura! Com brigadeiro escorrendo pelos lados, claro, por que mesmo que a massa ficasse horrorosa o recheio era garantido =D
      Segue aqui uma foto pra ilustrar quão bom ficou (o recheio, por que a massa ficou meio baixa hehehe).
       

       
      Cerca de uma semana depois, um empreendedor local tem uma Startup chamada Socialfood (checa aqui nesse vídeo:
      ) que visa unir pessoas através de encontros para comerem juntos. Então alguém oferece um lugar, um cardápio, coloca um preço e disponibiliza um número de lugares. Quem estiver interessado se aponta no aplicativo e acabam conhecendo outras pessoas e novas comidas. O aplicativo não entrou em vigor ainda, mas já temos um grupo de pessoas tanto locais como intercambistas que somos interessados nos possíveis eventos gastronômicos daqui Como não queria ir sozinha, chamei alguns amigos para irmos em um desses eventos cujo tema e chef era mexicano (só digo uma coisa: UAU, por que a comida estava demais). Por 6 euros tivemos uma noite muito agradável, cerveja mexicana e os diversos pratos como na foto aqui:
       

       
      Saindo da ordem que as coisas aconteceram, mais pra baixo vou falar sobre a visita à Córdoba, mas já que o assunto é comida, ali tem duas coisas extremamente típicas e que merecem destaque na lista, flamenquin cordobés e o salmorejo. O flamenquín é esse daqui de baixo e uma das possíveis receitas BY GOOGLE é essa:
       
      Ingredientes para 4 flamenquines cordobeses:
      o 4 Trozos de Secreto de cerdo ibérico
      o 4 Lonchas de jamón serrano
      o Queso semi curado
      o 1 Huevo
      o Pan Rallado
      o Sal
      o Pimienta
       

       
      O salmorejo é esse daqui e pra mim seria algo de comer muito mais vezes... é bem leve e é feito com:
      1. 1kg de tomates pera bien maduritos.
      2. 200gr de pan de telera o en su defecto pan de masa blanca.
      3. 100gr de aceite de oliva virgen extra.
      4. 1 diente de ajo.
      5. 1 cucharadita de sal.
      6. Huevo duro.
      7. Jamón serrano.
       

       
      Vamos falar também de uma coisa que é só nossa (BR): o churros.
      Pense em algo sem graça, o acompanhamento de recheio vem separado e também não é lá essas coisas....
       

       
      Voltando a Málaga... temos mais alguns pratos (esses são todos, TODOS, de se derreter). Peixe frito - Boquerones:
       

       
      Calamares:
       

       
      Comi também nesse mesmo restaurante (que me lembrou muito restaurantes de SP como o Sujinho ou aqueles que ficam BEM no centro), que se chama Cortijo de Pepe, uma salada de batatas com anchovas. Não tirei fotos, e não achei uma no google comparável com a que eu comi. Então procure ''Ensaladilla con anchoas'' no Google e deixe a imaginação do gosto aflorar...
       
      Temos também mais três pontos importantes:
      Esse primeiro é MUITO, mas MUITO diferente de coisas que já comi. Disse o garçom que é o único lugar em Málaga que tem Salmón ahumado com queso crema . O restaurante é cubano, o atendimento é impecável e não fica na área comercial/centro da cidade. O restaurante se chama El Tapeo del Compás. Dá uma olhada nisso daqui...
       

       
      Por fim, e bem recente, experimentei mais duas coisas que são servidas como Tapas (as pequenas porções):
      Porra Antequerana, uma comida extremamente típica da região da Andalucia (sim, é esse mesmo o nome da comida), cuja receita conta com:
       
      ½ Kg de tomates maduros
      1 pan de hogaza
      1 pimiento verde (no muy grande)
      1 pimiento rojo (si queréis un toque más rico, con los pimientos asados la receta gana)
      1 diente de ajo
      1 buen chorro de aceite de oliva virgen extra
      3 cucharadas soperas de vinagre de vino
      Sal (al gusto)
      Guarnición a elegir: huevo duro, jamón serrano picado, atún en aceite
       

       
      e por fim, não menos importante...
      Chorizos al Infierno, que nada mais que Chouriço feito ''na chama''. O que difere um do outro é o tempero, que infelizmente não sei certinho o que era
       

    • Por Paola Acosta
      Eu e meu namorado estávamos fazendo um mochilão por alguns países na Europa. Dentro do nosso roteiro a última parada seria na África, mais precisamente em Marrakech, no Marrocos. Durante quatro dias estávamos hospedados em um Hostel localizado na Medina, bem próximo aos souks (mercados dos mais diversos utensílios locais). A localização da hospedagem foi uma ótima escolha e o Majorelle Hostel nos recebeu incrivelmente bem. 
      Estávamos viajando há 23 dias de mochila, utilizando de ônibus e vôos low cost para nos locomover até os países, quando chegamos a Marrakech já estávamos bastante cansados. Foi no último dia de estadia no Marrocos que decidimos alugar uma moto. Nunca havíamos dirigido antes, exceto em uma pequena aventura no interior do Brasil por alguns poucos minutos. Por sorte descobrimos que havia um modelo de moto a ser alugado que não exigia carteira de motorista, pois chegava a uma velocidade de apenas 80km/h.
      Deslocamo-nos até a  loja Palmekech, cujo o endereço é Ruy La Recette, nº 53 , próximo a Medina e negociamos o valor de R$ 80,00 ( cerca de 200,00 dihans) das 12h às 21h. Sabíamos que o trânsito na medina era caótico, mas optamos por nos aventurar. Em meio a carros arranhados, milhares de motos, charretes, bicicletas e pedestres nos jogamos. No começo é um pouco aterrorizante, pois os motoristas buzinam o tempo inteiro e pouco seguem regras de trânsito, mas depois de algum tempo é possível se adaptar.
      O transporte possibilitou que conhecêssemos a parte nova de Marrakech e outros pontos turísticos mais distantes da Medina. Mochilamos desde o ano de 2014 e podemos garantir que dirigir uma moto em Marrakech foi uma das vivências mais marcantes das nossas viagens. 
      Obs: Apenas o/a motorista utiliza o capacete, pois o/a passageiro(a) está isento(a) por lei.
       



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