Ir para conteúdo
  • Cadastre-se
karinerribeiro

EUROTRIP Sozinha - ABRIL/MAIO 2018 - 29 dias - Barcelona/Vienna/Budapest/Praga/Berlin/Amsterdam - FOTOS+DICAS+VALORES

Posts Recomendados

Boa noite @karinerribeiro

Gostei demais do seu post!! Estou montando o planejamento da minha trip pra Maio/19 e muito do que você colocou ai vai ser muuuito útil pra mim!! hahah

Você tem alguma planilha ou arquivo com todos os gastos e tal? Esse valor de 40EUR que você colocou por dia, era fora os gastos com transporte e hospedagem ou tudo incluso?

Nos países que você colocou a moeda local, fez câmbio la ou levou tudo em Euro mesmo?

Desculpa a quantidade de perguntas, mas é pq seu roteiro ta bem parecido mesmo com o meu e sou mochileiro de primeira viagem aahahahahha

Valeeeu

  • Gostei! 1

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

@Davi Sotti 

Oi, davi!!

Ai que bom, espero que ajude sim. Eu tenho uma planilha geralzona com tudo detalhado sobre onde me hospedei, quanto gastei com transportes internos, roteiro e tudo mais. Me diz seu email que eu te mando uma copia pra ti.

Os gastos de 40eur foi pra tudo fora hospedagem e transporte de uma cidade pra outra, sendo entao, so pra alimentacao+compras+metros/trams+balada+bebidas.

E levei sempre euro. Troquei de euro pras moedas locais no lugar quando chegava.

Pode perguntar oq quiser hahaha bjs

  • Gostei! 1

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Muito legal seu relato de viagem. Este ano vou para a Europa ( Italia, França, Portugal e Espanha)... Ano que vem outra parte da Europa.. hheheheheh. Parabéns pela trip... Valeu pelas dicas. 

  • Gostei! 1

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

@karinerribeiro Parabéns pela Viagem,lindas fotos.

Curiosidade é o tempo,estava em Portugal e Espanha nessa mesma época,chovia muito e fazia frio,cerca de 10 graus.

  • Gostei! 1

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

@D FABIANO 

Nossa, jura??

Mas se bem que em Barcelona eu tambem peguei tempo fechado em quase todos os dias (e chuva fina tb) só no meu penultimo dia abriu um soooooolzão.

No restante tambem fazia um friozinho, só em barcelona que usei cropped e short porque bateu 30º hahaha mas em nenhum deles peguei mais chuva, foi muito massa.

Obrigada <3

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Crie uma conta ou entre para comentar

Você precisar ser um membro para fazer um comentário

Criar uma conta

Crie uma nova conta em nossa comunidade. É fácil!

Crie uma nova conta

Entrar

Já tem uma conta? Faça o login.

Entrar Agora

  • Conteúdo Similar

    • Por rkoerich
      Bom dia!!
       
      Em maio deste ano eu e minha esposa fizemos uma viagem pelas cidades acima e somente agora consegui um tempinho pra preparar um relato para o pessoal do mochileiros. A viagem teve o seguinte cronograma/itinerário:
       
      05/05 - Saída do Brasil
      06/05 a 12/05 - Paris
      12/05 a 17/05 - Londres
      17/05 a 21/05 Amsterdam (com um dia indo a Bruxelas de trem).
       
      A viagem toda foi comprada pela Air France direto no site deles com preço promocional para múltiplos destinos. Chegada em paris, Voo Interno de Paris para Londres e Londres para Amsterdam e retorno ao Brasil de Amsterdam por 699 dólares.
       
      Essa foi minha primeira viagem que usei o Airbnb para fazer minhas reservas de hospedagem e foi fantástico. Simplesmente viciei no negócio. Abaixo aproveito para passar o link dos apartamentos que fiquei (todos super indico):
       
      Paris:
      https://www.airbnb.com.br/rooms/4557450
       
      Londres (dei sorte de pegar um apto de um Brasileiro):
      https://www.airbnb.com.br/rooms/1530246
       
      Amsterdam:
      https://www.airbnb.com.br/rooms/2799966
       
      Para quem já me conhece, sabe que tenho um ponto fraco para com as fotografias, então o relato em si pode ficar um pouco prejudicado pela quantidade de fotos do post. Logo, se surgir alguma dúvida podem perguntar que irei responder com o maior prazer.
      Minhas fotos estavam hospedadas em um site que passou a cobrar pela hospedagem e caiu todas as imagens que tinha upado aqui. Vou colocar o link da minha galeria da viagem caso alguem queira ver alguma foto:
      https://goo.gl/photos/KZKhTbjL3VnpFHcg8
       
      Dia 01
      Nosso voo foi tranquilo, embora achei que a Air France deixou muito a desejar. Espaço interno da econômica o pior que já voei, menor do que os da TAM. Aeronave com sistema de entretenimento bem precário e serviço de bordo muito fraco.
       
       
      Dia 02
      Chegando em CDG peguei um RER a 10 euros para chegar ao meu apartamento e fazer Check in. A localização do meu apartamento foi escolhida propositalmente ao lado da torre para sempre que fosse sair e pegar um metrô pudesse passar por lá e fazer fotos. Como a torre é um pouco mais afastada do grande centro, optei por esta logística. Após deixar as coisas no apartamento, saí para logo de cara ver a magnífica...
       
      1

       
      2

       
      3

       
      4

       
      5 - Escuela Militar, na outra ponta da Champs de Mars

       
      6

       
      7

       
      Minha ideia era fazer boa parte do deslocamento usando o sistema do Velib (bicicletas). Queria curtir pedalar por Paris e a facilidade em pegar as Bikes tinha me conquistado. Mas chegando lá, a velha comodidade do metro aliado ao cansaço de carregar mochila me pegou. Toda Paris ou caminhei, ou andei de metro.
       
      Como fiquei muito tempo na Torre quando cheguei, das 13:00 até umas 16:00, me joguei para o Louvre pois era o único dia da semana em que ele fechava mais tarde e dava pra ficar quase 5 horas lá dentro.
       
      Eu comprei o Paris Museum Pass de 05 dias, então tive acesso sem fila a alguns lugares e o Louvre foi um deles. Apenas apresentei na entrada, passei pelo scanner e cai dentro. O museu é fora de série, enorme e lotado. Aqui o importante é ver o seu perfil. Se você gosta de história e de arte, separe um dia inteiro, pois vai bater muita perna e tem que ter paciência.
       
      Eu particularmente gostaria de ter voltado um outro dia (até porque tinha o Paris Museum Pass), mas os dias em Paris passaram voando e vou ter que voltar de novo em uma próxima oportunidade. Seguem algumas fotos:
       
      8

       
      9

       
      10

       
      11

       
      12 - A famosa

       
      13 - Venus de Milo

       
      14

       
      15

       
      16

       
      17

       
      18

       
      Após sair quase 10 da noite do Louvre (estava anoitecendo por volta das 21:30 em Paris), pegamos um metrô e fomos direto para o apartamento comer algo e descansar. A essa hora o fuso + a caminhada do Louvre estava fazendo efeito e estávamos acabados.
       
       
      Dia 03
      Como tinha uma ótima padaria na rua do meu apartamento, acordei um pouco mais cedo e dei uma folga para a mulher para ir até lá e comprar algumas delicias locais e preparar um café. Saímos do apartamento por volta das 09:30 da manhã e pegamos o Metro até chegar na famosa igreja do Código da Vinci, a Igreja de São Sulpício.
       
      Na frente uma bela fonte e a entrada da igreja é de graça. Algumas fotos:
       
      19

       
      20

       
      21

       
      22

       
       
      Após sair da Igreja, fomos caminhando até os Jardins de Luxemburgo que era perto. Entramos no acesso ao lado da Fontana de Medice e aproveitamos para fazer algumas fotos. Uma pena que a fonte estava desligada.
       
      Ficamos no jardim por volta de umas duas horas. Levamos uma toalha e aproveitamos para fazer um lanche na área que era permitida para pic nic. O jardim vale muito ficar um bom tempo curtindo o clima do lugar e esquecer o tempo por um pouco.
       
      23

       
      24

       
      25

       
      26

       
      Aproveitando a disposição de início de viagem, seguimos o dia (agora já no início de tarde) caminhando pelos arredores. Fomos ao Pantheon (que infelizmente a fachada estava em obras). Aqui mais uma vez consegui entrar sem fila devido ao Paris Museum Pass, que me deu acesso inclusive a cripta. De lá avistamos uma igreja e resolvemos ver o que era, pois não estava no nosso roteiro.
       
      Nos deparamos no fundo do Pantheon com a igreja aonde estão os restos mortais da padroeira de Paris, a Igreja de Santa Genoveva.
       
      Continuamos caminhando pela Boulevard Saint-German des Press passando pelos seus bares e restaurantes até chegar no coração de Paris, na Catedral de Notre-Dame. Entramos na igreja mas não conseguimos subir até o domo pois já havia passado da hora limite de subida (eram mais de 16:00).
       
      27 - Pantheon

       
      28 - Pantheon

       
      29 - Cripta do Pantheon

       
      30 - Fontaine St. Michel

       
      31 - Notre Dame

       
      32 - Notre Dame

       
       
      Com pouca energia mas muita disposição, encaramos ir aos Jardins de Tuilerie fazer a glamourosa caminhada da Champs Elysees até o arco do triunfo. Pessoal, sério... Faça com energia de sobra. Acredito que o passeio ia ter sido muito agradável se tivéssemos feito descansados. Aqui estávamos sentindo o ritmo forte do dia e ficamos bem pregados.
       
      Chegamos no Arco por volta das 21:45 e conseguimos subir as escadas para pegar a torre iluminada a noite, um espetáculo!!!
       
      33 - Jardins de Tuilerie

       
      34 - Jardins de Tuilerie

       
      35 - Jardins de Tuilerie

       
      36 - Place de La Concorde

       
      37 - Champs Elysees

       
      38 - Champs Elysees

       
      39 - Arco do Triunfo

       
      40 - Arco do Triunfo

       
      41 - Arco do Triunfo

       
      42 - Torre Eiffel do alto do Arco do Triunfo

       
      Após essa maratona, pegamos um metrô para voltar ao nosso apartamento pois no dia seguinte seria a nossa ida para Versailles e não poderíamos acordar muito tarde.
       
       
      Dia 04
      Levantamos por volta das 07:30 e tomamos um café rápido para poder pegar o trem para Versailles. Fomos até a estação Champ de Mars Tour Eiffel e pegamos um RER C para Versailles. Aqui não tem muito erro, você chega lá e a maioria das pessoas estão indo para o mesmo lugar. A passagem se não me engano ficou algo em torno de 3 a 5 euros por pessoa.
       
      A viagem dura em torno de uns 35 a 40 minutos e é bem agradável, você passa por uma Paris mais moderna, com prédios comerciais e depois aos poucos vai vendo a periferia e o interior chegando. A estação de Versailles é bem tímida mas existem boas indicações para você chegar até o castelo (qualquer coisa é só seguir o fluxo).
       
      Chegando lá nos deparamos com aquela fila imensa e aqui, por mais que o Paris Museum Pass isente o pagamento de entrada, a fila não deu para escapar. Foram uns 45 minutos no pátio até conseguirmos entrar no castelo. Pausa para umas fotos enquanto isso.
       
      43

       
      44

       
      45

       
      46

       
      A entrada se dá por uma porta lateral na direita e ali já tem opções de banheiro e lanchonetes para quem quiser (eu recomendo) fazer uma pausa antes do tour.
      O Castelo é impressionante... A ostentação dos quartos, lustres e decoração é algo impressionante. Tudo muito bem conservado, o circuito é sempre feito na presença de monitores que ficam de olho se alguém está fazendo algo inapropriado... Cuidado com os paus de selfie, lá não é permitido!
      47

       
      48

       
      49

       
      50

       
      51

       
      52

       
      Após o tour, fomos até a entrada dos jardins. A Atração é paga a parte, mesmo com o Paris Museum Pass. Se não me engano foram 9 euros de entrada por pessoa. Infelizmente peguei o jardim central em obras e aí acabei não me animando em ir até o final do espelho d’água para fazer aquela foto tradicional do chateu com o jardim na frente. Mas deu para curtir bastante, explorar os jardins secundários, tomar um sorvete e descansar nos vários bancos espalhados pelos jardins.
       
      53

       
      54

       
      55 – O jardim central estava em obras

       
      56

       
      57 – Quase um labirinto de jardins

       
      58

       
      No retorno para Paris, foi bem confuso saber qual trem embarcar na volta. Versailles é a estação final do RER que vem de Paris, mas outros trens passam por la e não tem nenhuma indicação ou ninguém para ajudar. Eu entrei em um trem com mais pessoas e demos sorte, nem marquei qual era o destino deste trem para ajudar aqui, mas é importante saber qual o trem pegar sentido Paris.
       
      Chegamos em Paris por volta das 16:00 e fomos direto para o apartamento descansar um pouco pois queríamos ir a noite na torre ver ela iluminada após as 22:00. Aproveitamos para fazer uma janta e chegamos lá por volta das 22:30). Sempre caminhando para a torre, pois nosso apto ficava bem pertinho.
       
      59

       
      60

      61

       
      62

       
      63

       
      Ficamos até quase meia noite aproveitando e curtindo cada momento único que ali vivemos...
       
      Dia 05
      Conforme a viagem ia passando, nosso cansaço físico ia piorando pois o ritmo em viagem sempre é bem puxado. Aqui já estava difícil ficar acordando antes das 08:00. O Soneca começou a funcionar no despertador do celular e acabamos saindo do apartamento por volta das 09:30.
      Nosso sábado pela manhã estava comprometido com a feirinha de antiguidades e o mercado de pulgas de Saint. Ouen. Super fácil de chegar e encontrar, ele fica na estação final da linha 4 (port clignancourt). Basta sair reto da estação e passar por baixo do viaduto. Cuidado para não confundir a o mercado de pulgas com as barracas de camelô antes do viaduto.
      Para nós foi super bacana olhar os moveis antigos, roupas de grife usadas a venda, louças, entre outros. São vários mercados com dezenas de lojas vendendo de tudo. Mas os preços são bem “inacessíveis”. Vale a pena conhecer, mas caso tenha pouco tempo na cidade acho que deva reconsiderar.
      Curtimos o lugar até umas 13:00 e seguimos para Montmartre (que era caminho) de metrô. Subimos a ladeira até chegar na maravilhosa igreja de Sacré Coeur. Acho que após a torre Eiffel, foi o lugar com mais pessoas que vimos em Paris. As escadarias estavam lotadas e foi uma loucura.
       
      64

       
      65

       
      66

       
      Após uma rápida entrada na igreja (estava tão cheio que você tinha que caminhar junto com o fluxo dentro da igreja pois não dava para parar, parecia uma manada de búfalos, rs) resolvemos subir no Domo para ver o visual de Paris. O ingresso foi 6 euros por pessoa e a subida é bem divertida. Se for claustrofóbico ou se tiver problemas com esforço não suba... Deve dar uns 15 minutos de subida e é super apertado e sem ventilação por boa parte da subida.
       
      67

       
      68

       
      69

       
      Saímos e fomos direto para a praça central de Montmartre, onde tem dezenas de restaurantes, bares, artistas de rua. O Bairro é super boêmio e numa outra oportunidade quero poder explorar melhor. Ficamos para o almoço, passeamos um pouco mais pelo bairro e fomo para o apartamento tomar um banho e trocar de roupa para sair para jantar.
       
      Escolhemos ir para Rue de la Huchette, que são dois quarteirões (bem próximo a Fontaine St. Michel) com bares e restaurantes de todos os tipos. Antes demos uma parada na Ponte Alexandre III para pegar o fim de dia (que na verdade eram 21:00) antes de ir jantar.
       
      70

       
      71

       
      72

       
      73

       
      74

       
      75

       
      Dia 06
      Domingo de manhã, tempo meio chuvoso, arriscamos ir a bastilha ver a feira de domingo que, aliás , recomendo a todos... Quem estiver em Paris em um domingo tem que ir na feira de Bastilha.
      Centenas de barracas oferecendo de tudo, frutas, verduras, café, queijos, frutos do mar... Um passeio imperdível!! Quase compramos uma lagosta para fazer no apartamento, se tivéssemos mais tempo em Paris com certeza seria algo que faria...
       
      76

       
      77

       
      78

       
      Depois de caminhar um pouco mais pelas ruas do bairro, passamos em frente a ópera e o monumento principal da Bastilha, local onde acontecem as principais manifestações culturais e políticas de Paris.
      Em seguida fomo até a Place de los Vogues, uma bela praça toda simétrica, com construções de casas históricas ao redor dela. Ali parece que já é outro bairro, Marais. Mas fui caminhando desde o centro da Bastilha. Como o tempo ameaçava a melhorar , ficamos ali sentados um pouco descansando e organizando o nosso roteiro do dia...
       
      79

       
      80

       
      Como o tempo acabou abrindo e se tornou o dia mais bonito que estivemos em Paris, aproveitamos para fazer algumas coisas a pé e bater perna. Pegamos um metro e saímos na beira do rio e ali foi caminhando pelo GPS para ir nos principais pontos que havíamos destacado:
      81

       
      82 – Ponte Neuf

       
      83 – Hotel de Ville

       
      84 – Notre Dame

       
      85

       
      86 – Pont des Arts

       
      87 – Voltamos ao Louvre para aproveitar o sol

       
      88

       
      89

       
      90 – A Torre vista pelo lado do Trocadero

       
      91

       
       
      92

       
      93

       
      94

       
      95

       
      96

       
      97

       
      Como já era por volta de 19:00 e estávamos ao lado do nosso apartamento, resolvemos encerrar o dia mais cedo para poder descansar um pouco e fazer uma janta para poder aproveitar mais o último dia cheio em Paris.
       
      Dia 07
      Enfim havia chegado um dos grandes momentos da viagem, a subida na Torre Eiffel. Me perguntei muito antes (enquanto planejava a viagem) se valia a pena ir ao topo, pois quando você está em Paris você sobe nas construções para ter uma vista melhor da torre, e da torre o que seria interessante ver? Mas encarei e não me arrependi nenhum pouco, pois foi incrível.
      Aconselho a comprar antes os ingressos até o topo pelo site oficial da torre Eiffel (http://ticket.toureiffel.fr/index-css5-sete-pg1-lgen.html ). Não desistam! Eu tentei por 03 semanas comprar os ingressos e sempre dava que todas as datas que estaria lá estavam cheia (e tentei comprar com uns 02 meses de antecedência), mas em uma das vezes consegui comprar os ingressos sem fila até o topo e valeu muito a pena. Paguei 15 euros por pessoa.
       
      Cheguei um pouco mais cedo para não correr risco de alguma confusão eu perder meu horário e claro que aproveitei para tirar mais algumas fotos.
       
      98

       
      99

       
      100

       
      O acesso foi super tranquilo. Tem uma fila inicial das pessoas que reservaram no mesmo horário, mas é super de boa, pois todos vão subir naquele horário. Passando pela revista e detector de metais você entra no primeiro elevador que vai levar até o segundo nível da torre. De lá a vista já é bem legal e você pode comprar um ingresso só até lá que fica mais barato, mas no meu caso queria ir até o topo. Fiquei bem pouco tempo ali no segundo nível e já encarei a nova fila que se forma no segundo nível para entrar no elevador que vai até o topo.
       
      Chegando no topo, é impossível não ficar alucinado com a torre em si, os metais entrelaçados... A vista panorâmica para a Champs de Mars, para o Louvre, para o Arco do Triunfo... Me arrependi de não ter ido na torre no primeiro dia, pois esta vista panorâmica faz você entender melhor Paris.
       
      101

       
      102

       
      103

       
      104

       
      105

       
      106

       
      107

       
      108

       
      Após vivenciar essa experiência fantástica, aproveitamos para dar uma passeada sem um itinerário, apenas curtindo as ruas de Paris até a hora do Gran Finale que seria fazer o Pic Nic na Torre.
      Deixamos para ir lá por volta das 18h, então passamos em um mercado e compramos tudo o que precisávamos... Conseguimos descolar uma cesta no apartamento em que estávamos e digo sem sombra de dúvidas que foi a melhor experiência que já tive... Sentar lá com a pessoa que você ama, curtindo sem preocupação com o tempo, bebendo um espumante deitado em uma toalha... Se você não sentir vontade de morar em Paris depois disso você não é humano... Por mais clichê que seja, é foda mesmo viu!?
       
      109

       
      110

       
      111

       
      112

       
      E assim encerramos nossa estadia em Paris. Dormiríamos mais esta noite e no dia seguinte embarcaríamos para Londres com aquela sensação de quero mais, de que é uma cidade para se voltar sempre... E como em todo lugar, sempre algumas coisas ficaram para a próxima oportunidade como:
      - Passeio de barco no Sena
      - Pegar um fim de dia na torre Montparnass
      - Catacumbas
      - Moulin Rouge
      - Subir no alto da Notre Dame
      - D’Orsay (esse fiquei chateado por não ter conseguido ir)
       
      Dia 08
      Nosso voo para Londres saia as 10:30, então acordamos por volta das 06:00, organizamos nossas coisas e pegamos um RER direto para o aeroporto sem maiores problemas. Avião saiu no horário e as 10:45 (horário local, 1 hora de fuso) pousamos em solo inglês.
      Diferentemente da minha passagem anterior por Londres, a imigração estava bem tranquila (desta vez pousei em Heathrow ao invés de Gatwick). No aeroporto já pegamos o metrô para chegar ao nosso apartamento alugado em Broadhurst Gardens, Hampstead.
      Nos organizamos com as malas, e passamos em um mercadinho próximo ao metrô para comermos algo e irmos para Camden Town. Escolhemos o nosso apartamento próximo ao metrô (zona ½) e também a estação de trem para termos uma abrangência ainda maior do sistema público. Portanto compramos um Oyster e só usamos metrô ou trem.
      Chegando em Camden, aquela loucura independente da hora ou do dia. Eram aproximadamente 16:00 quando chegamos e começamos a curtir o local, explorando os mercados, lojas e as comidas típicas espalhadas.
       
      113

       
      114

       
      115

       
      116

       
      117

       
      Como o dia estava bonito e, Londres é foda, resolvemos ir até as margens do Tamisa para tirar umas fotos do Parlamento e da London Eye, como sempre de metrô.
      Infelizmente a fachada frontal inteira do parlamento estava em reforma e coberta com lona (aliás que sorte que eu estava com isso...). Ficamos ali até o cair da noite, mas não deu para ficar muito tempo mais pois começou a esfriar bastante e não estávamos tão agasalhados assim.
       
      118

       
      119

       
      120

       
      121

       
      122

       
      123

       
      126

       
      Por volta das 21h encerramos o nosso primeiro dia em Londres e voltamos para descansar no apartamento.
       
      Dia 09
      Neste dia, resolvemos explorar a região do Palacio de Buckingham, junto com o Green Park e o Hyde Park. Foi um dia bem agradável aonde conseguimos diminuir um pouco o ritimo e descansar bastante. Acabamos não vendo a troca dos guardas, então no Palácio ficamos bem pouco tempo. Já no Hyde Park atravessamos ele todo até chegar no Kensington Palace (residência do Principe William) e passear nos jardins do palácio, Kensington Gardens. Acabamos não entrando no palácio, o valor era meio salgado (18 libras acho) e também o dia estava muito bonito e resolvemos não fazer um passeio interno.
       
      127

       
      128

       
      129

       
      130 – Hyde Park

       
      131

       
      132 – Kensington Palace

       
      133

       
      134

       
      135

       
       
      136 – Kensington Gardens

       
      137

       
      Resolvemos dar uma esticada e caminhar até Notting Hill (no mapa parecia perto, mas foi uma bela de uma caminhada, quase uns 45 minutos) até chegarmos na famosa Portobello Road. Achamos o bairro uma graça, super movimentado e vibrante. Ao longo da Portobello Road várias barracas de feira que são itinerantes conforme o dia da semana. Ficaria hospedado aqui facilmente em uma outra oportunidade.
       
      138 – A famosa rua

       
      139 – A livraria do filme virou um gift shop

       
      140 – As clássicas casas de Notting Hill

       
      Por volta de umas 19:30 resolvemos pegar um ônibus para o nosso bairro, passar em um mercado e comprar uns ingredientes para fazer uma bela janta e repor as energias.
       
      Dia 10
      Neste dia, o mundo resolveu desabar em Londres. Era chuva que não acabava mais. Portanto, nada melhor do que ir ao Museu Britânico. Ficamos no museu por volta das 10:00 até umas 15:00 e dali resolvemos esticar do ladinho na Primark da Oxford Street para gastar algumas libretas...
       
      141

       
      142

       
      143

       
      Dia 11
      Este dia era de grande expectativa para mim, pois era o dia que tinha um Tour reservado previamente na Fuller’s (na minha opinião uma das melhores cervejas do mundo). Como o Tour estava marcado para as 13:00 e o bairro é um pouco distante de metrô, optamos por fazer algo rápido pela manhã, então fomos até a Tower Bridge fazer umas fotos.
       
      144

       
      145

       
      146

       
      Para quem gosta de cerveja, o Tour da Fuller’s é imperdível. O Tour é em inglês (aqui precisa de um inglês intermediário ao menos, pois a explicação é bem técnica e quem não entender vai ficar boiando e não curtir a essência do lugar). O passeio dura aproximadamente 75 minutos e é finalizado com chave de ouro em uma degustação open bar por 30 minutos. Isso mesmo, você pode beber todas as cervejas a disposição o quanto quiser por 30 minutos. Pensa no estrago...
       
      147

       
      148

       
      149

       
      150

       
      151

       
      Após o Tour, e quase carregado pela minha esposa, paramos em uma Hamburgueria muito legal no bairro da Fuller’s para dar uma forrada no estomago. Dali resolvemos ir ao apartamento dar uma cochilada pois o porrete foi severo...
      Depois de umas duas horas de sono, partimos para explorar o Covent Garden, Leicester Square, Trafalgare Square, Picadilly Circus e o Soho, tudo na base da caminhada. Aliás, caminhar do Covent Garden passando pela Leicester Square até a Picadilly Circus, é uma das melhores chances que você vai ter de curtir a vida Londrina...
       
      152 – Covent Garden

       
      151 – Picadilly Circus

       
      152

       
      153 – National Gallery

       
       
      Dia 12
      Era sábado e o nosso último dia inteiro em Londres. Optamos em dar um pulo no Borough Market, uma feira incrível que fica próximo a Tower Bridge que abre poucos dias da semana e que possui uma diversidade de comidas impressionante. Aqui dá pra você matar a fome apenas pegando provinhas dos quiosques que ficam lá dentro. Sábado é sempre uma loucura, então o lance é ter paciência e ir cedo.
       
      154

       
      155

       
      Após matar umas horinhas por lá e sair com a barriga cheia, resolvemos dar uma passada na St. Paul Cathedral para fazer alguns registros. Foi minha segunda vez lá e ainda assim não criei coragem de pagar 20 libras pra entrar nela... Por enquanto ainda somente fotos externas...
      156

       
      157

       
      Pra encerrar o dia passamos no museu de história natural (o que não recomendo fazer em um sábado, estava completamente lotado!!)... Já no final do dia era hora de voltar ao apartamento, tomar umas geladas e arrumas as malas para ir para o aeroporto no dia seguinte.
       
      158

       
      159

       
      160

       
      Dia 13
      Nosso voo para Amsterdam era bem cedo, senão me engano umas 07:00 da manhã. Como era domingo o sistema de metrô aqui não ia nos ajudar. Tivemos que apelar para o Taxi (único momento da viagem). Fiz a reserva um dia antes pelo aplicativo MiniCabIt, informei o numero de passageiros e bagagens e voilá! No horário marcado chegou uma van para nos levarmos para o Heathrow...
       
      Chegamos em Amsterdam perto do meio dia (devido ao fuso horário) e já tinha comprado com antecedência os ingressos + Passagens para o Keukenhoef (famoso parque das tulipas que só abre 40 dias por ano). Como a saída para o parque é do aeroporto, deixamos as nossas malas nos lockers e fomos diretos para lá. Até chegar fora uns 40 minutos de ônibus.
       
      Se você está nesta época do ano em Amsterdam este programa é imperdível. O parque é maravilhoso, enorme e super bem cuidado. Dá para perder um dia inteiro vendo tudo o que é tipo de flor...
       
      161

       
      162

       
      163

       
      164

       
      165

       
      166

       
      167

       
      168

       
      Ficamos no parquet até umas 16:30 e voltamos para o aeroporto. De lá compramos um single ticket do Sprint (trem de superfície) até uma estação de metro e pegamos um metrô até o nosso apartamento que ficava em frente ao RembrandtPark.
      Depois de nos acomodarmos, fomos jantar nas proximidades da Leidspleim ondem comemos um delicioso festival de costelinhas de porco ao barbecue. E claro sempre tirando algumas fotos pelo caminho, pois Amsterdam é uma das cidades mais fotogênicas do mundo.
       
      169

       
      170

       
      171

       
      172

       
      Dia 14
      Amanheceu o dia com o tempo bem ruim, nublado para chuvoso... O que limitou um monte as nossas opções. Acordamos um pouco mais tarde, o cansaço da viagem já estava pesando no corpo.
      Fomos caminhando até o Vondelpark e fomos presenteados com o letreiro do Iamsterdam itinerante dando bobeira lá sem ninguém. Ótimo para fazermos os nossos registros...
       
      173

       
      174

       
      175

       
      176

       
      177

       
      Continuamos a nossa caminhada até a Museumpleim, onde fica o famoso letreiro (este não é itinerante) junto com o museu do Vangogh e o Rijksmuseum.
       
      178

       
      179

       
      180

       
      181

       
      Depois do almoço o mundo desabou… Foi muita chuva até a noite. Acabamos comprando um guarda chuva e ficamos caminhando pelo centrinho, vendo lojas e principalmente comprando cerveja. A noite nem saímos do apartamento, fizemos uma janta e relaxamos.
       
      Dia 15
      Acordamos super cedo pois este dia iriamos de trem para a Bélgica (Bruxelas). Eu comprei as passagens com bastante antecedência no Brasil pelo site da Tallys (operadora de trem na Europa) e dei muita sorte. Na estação de trem tinha um brasileiro querendo dar um “migué” e pegar o meu trem que era bem mais rápido do que o da NS (trem holandês) e não conseguiu e falou que o preço da passagem na hora do meu trem estava 4x mais caro do que eu paguei com antecedência.
       
      182

       
      183

       
       
      A viagem foi super tranquila e bem rápida. Acredito que o trem deva beirar os 400km/h pois foi de longe o trem mais rápido que já andei. Chegando em Bruxelas fui para o metrô para fazer o meu deslocamento até a estação central e começar a bater perna.
      O tempo estava bem esquisito, momentos tinha sol, momentos vinha a chuva. E o frio era de lascar pois tinha muito vento. A nossa primeira parada foi a igreja de St. Michel e Gudule. Imponente por fora e muito bonita também por dentro (não paga nada para entrar).
       
      184

       
      185

       
      Nessa região, tem muita coisa perto e dá pra fazer tudo caminhando quase... Foi o que fizemos. Dali fomos caminhando até o Parque de Bruxelas, o Palácio de Bruxelas, descemos até o Jardin du Monts des Arts passando pela Place Royale até chegar ao Manneken Pis
       
      186 – Senado Belga

       
      187

       
      188 – Palacio real

       
      189

       
      190 - Jardin du Monts des Arts

       
      191

       
      192 – Manneken Pis

       
      193

       
      Saímos do Manneken Pis por volta do meio dia e fomos direto para a Grand Place. A praça é algo fora do comum, é de ficar com o queixo caído... a Beleza por tudo, a ostentação, os restaurantes... É cenário de filme mesmo. Aproveitamos e almoçamos em um restaurante ali na praça, a dica aqui é ver os pratos do dia. Sempre tem boas opções por um preço bem em conta.
       
      194

       
      195

       
      196

       
      Após um fantástico almoço, fomos na Galeria Saint-Hubert (se não me engano é o centro comercial mais antigo da Europa) onde tem lojas magnificas de relógios, chocolates e outras coisas mais. Ali fica muito perto da Rua dos bares da Delirium, mas acabei não indo... Depois pegamos um metrô e fomos para o Arco do Triunfo, no Parque do Cinquentenario. Este lugar é lindo, mas os Belgas aqui deram uma de portugueses e fizeram um estacionamento na frente e atrás do Arco, ou seja, as fotografias ficam completamente comprometidas em um dos lugares mais belos de Bruxelas.
       
      197 - Galeria Saint-Hubert

       
      198 – Muitos chocolates

       
      199

       
      200

       
      201

       
      202

       
      Para encerrar o nosso dia em Bruxelas fomos até o Atomium (tivemos que pegar o metrô novamente, pois é um pouco mais afastado). Confesso que fui surpreendido, pois ele é muito imponente... Super alto, bonito e se tiver sol o efeito é muito louco dos reflexos. Uma pena que acabei não subindo, vai ficar para a próxima.
       
      203

       
      204

       
      205

       
      206

       
      Encerramos o dia por volta das 18:00 e voltamos para a estação de trem para o retorno a Amsterdam.
       
      Dia 16
      Nosso último dia de viagem, queríamos curtir mais a cidade do que ficar batendo perna que nem louco e fotografando. Amsterdam amanheceu com um belo sol e saímos sem muito compromisso para curtir os canais, ir na Heineken Experience, fazer um passeio de canal e encerrar o dia em um dos meus lugares prediletos de Amsterdam, a cervejaria Brouwerij’t IJ, a famosa cervejaria do moinho.
       
      207

       
      208

       
      209

       
      210

       
      211

       
      212

       
      213

       
      214

       
      Após algumas cervejas voltamos para o nosso apartamento para organizar as nossas coisas e preparar a nossa ida no dia seguinte para o aeroporto.
       
      Dia 17
      Pegamos um metrô até a estação de Sprint e depois pegamos o trem até o aeroporto. Amsterdam é tudo muito fácil em relação aos deslocamentos, até o aeroporto é super perto. Chegamos no horário certo, despachamos as malas e voltamos para a realidade, afinal uma hora acaba!!
    • Por Gabriel Damasio
      Olá a todos!
      Estes foram os integrantes dessa viagem: eu (Gabriel), meu irmão (Bruno) e mais três amigos: Guilherme, Gabriel e João. Além deles, tivemos a participação especial de duas amigas nossas em alguns momentos da viagem, a Maria e a Priscila (conhecida por todos como Pinga).
      Sobre viajar na Europa no inverno: não tenha medo! Usando as roupas adequadas, dá tudo certo.
      Sobre o roteiro que fizemos: gostamos de todos os lugares e recomendamos ir para todos!
       
      Eu vou dividir este relato em 4 partes para que fique mais fácil de achar as informações, caso não queiram ler tudo. A primeira parte é o roteiro. A segunda são dicas gerais da viagem. A terceira parte são dicas específicas de cada cidade que passamos. E, por fim, a quarta parte é um detalhamento por dia da viagem, incluindo várias fotos!
       
      Roteiro:
      Dia 1: (11/12/16) - São Paulo - Viena
      Dia 2: (12/12/16) - Viena
      Dia 3: (13/12/16) - Bratislava (bate-volta a partir de Viena)
      Dia 4: (14/12/16) - Viena
      Dia 5: (15/12/16) - Viena - Munique
      Dia 6: (16/12/16) - Munique
      Dia 7: (17/12/16) - Visita ao castelo Neuschwanstein
      Dia 8: (18/12/16) - Munique
      Dia 9: (19/12/16) - Berlim
      Dia 10: (20/12/16) - Berlim
      Dia 11: (21/12/16) - Berlim
      Dia 12: (22/12/16) - Potsdam
      Dia 13: (23/12/16) - Berlim - Praga
      Dia 14: (24/12/16) - Praga
      Dia 15: (25/12/16) - Praga
      Dia 16: (26/12/16) - Praga - Cracóvia
      Dia 17: (27/12/16) - Cracóvia
      Dia 18: (28/12/16) -  Cracóvia - Oravsky Podzamok (Castelo do Nosferatu) - Zakopane
      Dia 19: (29/12/16) - Zakopane - Cracóvia
      Dia 20: (30/12/16) - Auschwitz
      Dia 21: (31/12/16) - Cracóvia (Mina de sal em Wieliczka)
      Dia 22: (01/01/17) - Cracóvia - Budapeste
      Dia 23: (02/01/17) - Budapeste
      Dia 24: (03/01/17) - Budapeste
      Dia 25: (04/01/17) - Budapeste
      Dia 26: (05/01/17) - Budapeste
      Dia 27: (06/01/17) - Budapeste - Zagreb
      Dia 28: (07/01/17) - Lagos Plitvice
      Dia 29: (08/01/17) - Zagreb - Ljubljana
      Dia 30: (09/01/17) - Ljubljana
      Dia 31: (10/01/17) - Bled (bate-volta)
      Dia 32: (11/01/17) - Ljubljana - Viena - São Paulo
       

       
       
       
      Dicas Gerais:
       
      Dinheiro: Eu infelizmente não tenho os preços de tudo anotado, mas tenho geral de quanto tudo custou. Levamos cada um 2000 euros para toda a viagem para ter uma segurança, e ainda sobrou bastante.
       
      Voo para a Europa: Compramos a passagem após ver uma promoção no "Melhores Destinos". O voo custou 1600 reais (com as taxas) até Viena, e foi pela Ethiopian Airlines, com escala em Lomé, no Togo, e conexão em Addis Ababa, a capital da Etiópia. Apesar de muito mais longo que as companhias tradicionais, os voos foram excelentes e a comida foi ótima, recomendo cogitarem viajar pela Ethiopian, pois os preços são muito bons!
       
      Ônibus: Viajar de ônibus na Europa é uma maravilha. No geral eles são muito mais baratos que trem ou avião, a maioria tem wifi (porém nem sempre funciona  ::toma:: ). Alguns também tem tv que nem avião. Só é preciso ficar esperto nas companhias que não tem lugar marcado (como a Flixbus), pois as vezes o ônibus pode lotar, ou ser uma muvuca pra embarcar.
       
      O melhor site que usamos para achar as passagens  foi o  http://www.goeuro.com. Nele é possível ver os horários de ônibus e trem disponíveis para todos estes países, além do preço e da duração da viagem.
       
      Eu recomendo comprar as passagens de ônibus alguns dias antes da viagem, pois muitas vezes os trechos baratos esgotam (quase nos ferramos por causa disso, mais de uma vez), e os preços também sobem quanto mais perto da viagem. Além disso, pra comprar na rodoviária é cobrada uma taxa de serviço a mais, as vezes até maior que o IOF seria na compra pela internet.
       
      Hospedagem: Reservamos todos os hostels antes da viagem pelo Booking.com, pois seria possível cancelar as reservas caso precisássemos mudar o nosso planejamento da viagem. Em Viena ficamos em um apartamento, pois estava muito mais barato que qualquer hostel.
       
      Clima: O inverno na Europa varia de cada ano, tem ano que faz muito frio e tem ano que fica até "quente". A temperatura mais alta que pegamos em toda a viagem foi 7°C no primeiro dia de viagem, porém no segundo dia já caiu para 0°C. A maior parte da viagem ficou por volta dos -2°/-5°C. Já no fim da viagem, uma frente fria chegou na Europa, e as temperaturas despencaram. O mais frio que pegamos foi -16°C, enquanto visitávamos os lagos Plitvice na Croácia, porém se estivéssemos ainda na Polônia teríamos pego -20°C. No fim da viagem, quando fazia -4°C a gente já dizia que era calor, e realmente era!
       
      Além do frio, no inverno também é preciso levar em conta os horários de luz durante o dia. O sol aparece por volta das 8:00, e se põe por volta das 16:00, já ficando bem escuro. Teve lugar que às 15:30 já estava realmente escuro. Apesar das poucas horas de luz, isso não atrapalhou em nada a viagem. Só é preciso planejar o dia pra pegar as horas de luz nos lugares em que é bom estar de dia.
       
      Neve: Se você quer ver neve, como a gente queria, pode ficar tranquilo que pelo menos em algum desses lugares você vai! Vimos neve em todos os países, mas claro que em diferentes quantidades (Em Viena por exemplo só vimos da janela do ônibus enquanto íamos para o aeroporto)
       
      Roupas: É impossível sair pra rua sem touca e luvas, parece que a mão e as orelhas vão cair. Cachecol é muito necessário também, mas eu preferia usar uma pescoceira, pois era mais fácil de cobrir o rosto caso estivesse ventando. Usávamos sempre uma calça jeans com uma segunda pele por baixo, bota com uma meia (as vezes duas nos dias mais extremos), segunda pele de camiseta, um moleton/fleece e um casaco mais quente. Claro que em alguns dias era preciso diminuir a quantidade de roupa, ou aumentar! É bom sempre colocar camadas, pois dentro dos locais é quente, e aí precisa tirar o casaco.
       
      Free Walking Tour: Em quase todas as cidades que fomos existem free walking tours. Para quem não conhece, são tours que levam de 1:30 até 3h, na média, onde um guia leva todos a pé pelos pontos turísticos interessantes da cidade. Além de ser bem descontraído, nos tours os guias explicam sobre a história do país e da cidade, que muitas vezes não temos ideia de qual é, e são muito interessantes! No final cada um dá uma gorjeta para o guia, então o passeio pode ser bastante barato e informativo. Vale muito a pena!
       
      Carteirinha de estudante: Vale muito a pena levar se você tiver, pode ser a sua do Brasil mesmo, até se estiver vencida. Muitas vezes eles nem olham direito o que é e já dão o desconto.
       
      Comida: Europeu come muita coisa frita, é até demais. Para comer barato, além de algumas comidas típicas, sanduíches "roubados" dos hostels com café da manhã incluso e compras nos mercados, nós comíamos no geral salsicha, batata, pizza, mcdonalds e kebab, muuuito kebab. Kebab é seu maior aliado nas horas de perrengue. Enquanto todos os restaurantes já estiverem fechados, haverá um kebab aberto para salvar. Foi inclusive nossa ceia de ano novo  😂.
       
      Água: Sempre da pia! Pode beber sem problemas. Sempre andávamos com uma garrafa e íamos enchendo nos lugares. Não comprei nenhuma garrafa d'água em toda a viagem.
       
       
      GPS: Baixe no google maps o mapa offline de cada cidade que for passar (ou use o  app maps.me). Ajuda muito, principalmente na hora de encontrar o hostel pela primeira vez (em budapeste chegamos a noite, sem internet, sem dinheiro e sem saber onde ficava o hostel, foi péssimo kkkk)
       
       
      Dicas de cada cidade:
       
      Viena:
      -Hospedagem: Apartments Heine - para nós ficou bem mais barato ficar em um apartamento. Ficava próximo à estação Praterstern do metrô, uma estação que possui conexão com diversas linhas.
      -Ficamos 2 dias inteiros na cidade, foi o suficiente para ver o geral da cidade. Porém, se quiser visitar os museus, é melhor adicionar mais dias.
      -Se quiser ir na Ópera e não quiser pagar muito, compre um ingresso para assistir em pé! Ele começa a vende 2h antes da peça, custa só 3 euros, e é bom chegar bem antes para garantir um bom lugar.
       
      Bratislava:
      -A maior dica é: vá! Muita gente nunca ouviu falar de lá, mas a capital da Eslováquia fica tão perto de Viena e é tão bonita que vale muito a pena dedicar um dia de bate-volta.
      -Acho que não vale a pena pagar pra entrar no castelo, porém a vista lá de cima é muito bonita
       
      Munique:
      -Hospedagem: 4 You Hostel, ao lado da estação de trem central (Munich Hbf). Foi o hostel mais caro da viagem (era o mais barato disponível, 60 euros para 3 noites), porém super bem localizado, muito tranquilo de ir andando até o centro, e com café da manhã incluso.
      -Ficamos 2 dias inteiros na cidade, acho que foi o suficiente para ver tudo (ainda mais no inverno, quando os biergartens estão fechados por causa do frio). É uma cidade boa para passear.
      -A Hofbräuhaus, apesar de meio cara para padrões mochileiros, vale muito a pena! Nada como tomar cerveja em canecas de 1l. Você verá que tudo na Bavária é relacionado com cerveja, então há muitas opções de cervejarias menos famosas.
      -Veja um jogo na Allianz Arena!
      - O Parque Olímpico é bem conservado, porém se estiver com o tempo contado, eu dispensaria.
      -Faça um bate-volta para o castelo Neuschwanstein.
       
      Berlim:
      -Hospedagem: Baxpax Downtown Hostel, perto da estação Friedrichstraße. Bem localizado, dava para ir andando até o Portão de Brandemburgo.
      -Ficamos 5 dias em Berlim. Achamos que foi tempo demais, acredito que o ideal seja 3 ou 4 dias.
      -Se tiver tempo, faça um bate-volta para Potsdam. Da pra ir de metrô, e lá tem vários palácios da época da Prússia.
      -O DDR Museum vale a visita. Ele é bastante interativo, e mostra como era a vida na Alemanha Oriental. Fica do lado da Berliner Dom, só atravessar a ponte.
      -Berlim transpira história! Faça o free walking tour! Fizemos com a empresa SANDEMANs New Berlin, que sai da frente do Portão de Brandemburgo, com guarda-chuvas vermelhos.
      -FIcamos tão interessados que fizemos também o tour do Terceiro Reich, que é pago, porém ele não passa por tantos lugares diferentes do Free tour, e é mais uma aula de história. Foi interessante.
      -Fizemos um pub crawl com a mesma empresa do free walking tour (queríamos ir com outra, mas não achamos o ponto de encontro). Foi MUITO RUIM kkkkkk, sério. Melhor ir direto pra uma balada. (talvez a gente tenha dado azar no dia, sei lá).
       
      Praga:
      -Hospedagem: Plus Prague Hostel. Fica na região de Praga 7, ou seja, longe do centro turístico. Porém há uma linha de bonde que passa na frente dele, e fica uma estação de bonde do metrô. Ou seja, em 10 minutos de bonde já estávamos no centro. Por ser mais afastado, possuía um preço ótimo. Além disso o hostel tem piscina interna (fria!) e sauna.
      -Ficamos 2 dias e meio em Praga. Deu pra conhecer bastante, porém não tivemos tempo de fazer um free walking tour. Nosso plano era ficar mais tempo, mas complicações nos horários dos ônibus fizeram a gente ir embora antes.
      -No natal os horários dos bondes mudaram, então fique de olho nisso!
      -Vá no Sex Machines Museum, fica em uma rua que sai da frente do relógio astronômico. Muita coisa bizarra kkkk
      -FAÇA O PUB CRAWL! Ele é caro, mas o primeiro pub é open, e foi muuuuito divertido. Ele passa por três bares, e acaba em uma balada de 5 andares. Só não se perca do grupo, se não eles não deixam entrar na balada (experiência própria  kkkk).
       
      Cracóvia:
      -Hospedagem: ficamos em 3 hostels na Cracóvia! Parece um exagero, mas como fomos até Zakopane e depois voltamos para a Cracóvia, tivemos que ficar em 2 hostels diferentes. E o 3° foi porque tivemos que sair de Praga um dia antes, o que fez com que a gente tivesse que achar mais um hostel para ficar na primeira noite.
      1° - Hostel Faust: ficava dentro da cidade antiga, ao lado da praça principal. Bem simples, mas super bem localizado.
      2° - One World Hostel: Fica fora da cidade antiga, porém na sua "fronteira". Um pouco barulhento, pois os quartos ficam do lado da cozinha, porém tinha café da manhã incluso.
      3° - Hostel 18/12: Foi o hostel que passamos o ano novo. Ele é um apartamento duplex, pequeno para um hostel (tem 3 ou 4 quartos), com um clima bastante familiar. Os donos, que são ucranianos, tinham acabado de comprar o hostel do dono antigo (a nossa primeira noite foi com o antigo), e são suuuper gente boa! No ano novo eles fizeram uma festa com todo mundo que estava hospedado lá, e depois todos fomos juntos para a praça principal. Adoramos muito ter ficado lá! O único porém é que ele fica um pouco longe do centro, mas tem estação de bonde perto.
      -Fizemos a versão "mineiro" do tour pelas minas de sal Wieliczka, mas achamos as atividades meio bobinhas (ainda mais já tendo visitado a mina de Potosí na Bolívia, muito mais roots). Talvez seja mais interessante o tour tradicional, não sei.
      -Faça um bate-volta para Auschwitz.
      -Fizemos o free walking tour da old town, com a empresa "free walking tour" (guarda-chuva amarelo) e foi muito interessante, pois além da 2ª Guerra nós não conhecíamos nada da história da Polônia.
      -Não entramos na fábrica do Schindler, pois estava fechada (dia 01/01...), porém falaram que vale a pena.
      -Ano novo em Cracóvia é bastante animado, a praça central fica bastante cheia e tem shows, nós nos divertimos muito. Porém os shows acabam cedo, e quase não há fogos. O ideal é reservar a entrada de alguma balada antes do ano novo, pois elas esgotam.
       
      Zakopane:
      -Hospedagem: Pokoje Gościnne Łukaszczyk - como era alta estação, todos os hostels estavam lotados. Ficamos nesta pousada, que é meio longe do centro da cidade. Porém, como estávamos de carro, foi ideal.
      -Alugamos um carro para ir para Zakopane, mas só porque queríamos passar no castelo do filme Nosferatu antes (Oravsky Hrad). Existem ônibus muito baratos da Polski Bus que vão pra lá.
      -Ficamos uma noite e um dia, foi o suficiente para se divertir e brincar na neve!
      -A cidade fica bastante cheia nessa época de natal/ano novo, porém mesmo assim, nos divertimos bastante.
      -A pista de esqui ideal para iniciantes é a "Nosal Ski Centre", as pistas são bem simples. Se quiser é possível fazer aula lá.
      -Esquiar em Zakopane é suuuuper barato, gastamos por volta de 70 reais com o aluguel dos esquis e um passe de 4h para os teleféricos (foi tempo suficiente).
      -Zakopane é tipo Campos do Jordão com neve 
      -É possível fazer trilhas lá, porém é mais fácil fazer isso no verão. Nós não fizemos.
       
      Budapeste:
      -Hospedagem: Hostel Casa de La Musica - Era bem localizado, mas não possui atrativos além de um quarto para dormir (acho que possui um bar, que estava reformando, ou apenas fechado). Algumas vezes o banho era frio...
      -Ficamos 4 dias, acho que foi o ideal. Porém é possível ver tudo em 3 dias.
      -Suba na citadela, a vista vale a pena
      -Novamente, faça o free walking tour!
      -Fomos no museu "House of Terror", um museu onde ficava a sede do partido nazista húngaro e depois a sede do governo comunista. Era preciso ler uma bíblia de informações a cada sala que passávamos, para poder entender a história. Por este motivo, nós não gostamos. Existe a opção de ir com um audioguide, talvez assim o museu fique mais interessante.
      -Vá nos banhos termais!!! Fomos em dois, no Gellert Spa e no Széchenyi. O Gellert é melhor para banhos indoor, muito bonito por dentro. A piscina externa é pequena e lotada. Já o Széchenyi é ideal para a piscina externa, que é enooorme. Sair da água para ir embora é uma aventura a parte, nossa toalha até congelou!
      -Comer MUITO e barato: vá no restaurante Gastland Bisztró Király. Ele é all you can eat por 1190 HUF (4 euros). Fomos lá 2 vezes e saímos explodindo.
      -Vá em um ruin pub. Fomos no mais famoso, chamado Szimpla Kert.
      -Achamos legal entrar no parlamento, apesar de a visita ser curta. É preciso chegar lá e comprar a visita para o tour no idioma que você quiser. É bom não ir muito tarde, pois eles esgotam!
       
      Zagreb:
      -Hospedagem: My Way Hostel. Ficava perto da rodoviária e perto do centro, então deu pra fazer tudo andando.
      -O centro é bem pequeno, em uma tarde nós vimos tudo.
      -Lagos Plitvice: Vá! Que lugar bonito! Fizemos um bate volta. Pegamos o ônibus das 7:30 (compramos no site da rodoviária de Zagreb), e chegamos no parque por volta das 10:00. Cuidado ao comprar a passagem de ida e volta, pois no site não estava avisando qual o horário de volta que poderíamos pegar, e fomos descobrir só na hora de voltar que a empresa do ônibus da ida só iria voltar no fim do dia. Tivemos que pagar outra passagem para poder voltar.
      -Como no inverno uma parte do parque fica fechada, vimos tudo em umas 3h.
       
      Ljubljana:
      -Hospedagem: Sax Hostel. A cidade é minúscula, então tudo é perto. O hostel era bem bom, mas era possível ouvir a música do bar da rua (que é do hostel) até bem tarde.
      -A eslovênia é o país mais caro de todos que fomos
      -Vá no restaurante Druga Violina (Stari trg 21). Ele é bem baratinho, o menu do dia era 5 euros, e muito bem servido, com comida tradicional eslovena. Além disso o restaurante possui uma proposta muito legal, pois quase todos os garçons são portadores de necessidades especiais.
       
      Bled:
      -Fizemos um bate-volta até lá
      -O dia estava bastante nublado, e nevando. Achamos lá bonito, mas não imperdível. Talvez se o tempo estivesse melhor nós teríamos gostado mais.
      -A atração da cidade é dar a volta completa no lago, são 6km para apreciar a ilha no lago e o castelo na montanha.
       
      Dia por dia:
       
      Dia 1: (11/12/16) - Voo São Paulo - Viena
       
      Pegamos o Voo em Guarulhos às 02:00 (duas da manhã!!) com destino a Addis Ababa, na Etiópia, com direito a 1h de escala no Togo e, após uma conexão de 4h na Etiópia, finalmente o voo com destino a Viena! O primeiro voo teve duração de 14h, e o segundo de 6h. Apesar da longa duração, recomendo muito essa companhia! No aeroporto de Addis Ababa, é possível entrar em um dos restaurantes para conseguir o wifi, apesar de que nem sempre funcionava. De resto, é um aeroporto pequeno, não há muito o que fazer.

       
       
      Dia 2: (12/12/16) - Viena: batendo perna pela cidade
       
      O voo chegou em Viena as 5:50 da manhã. De lá pegamos um trem até a estação do nosso apartamento. Há a opção de escolher um trem expresso para o centro da cidade, mas é muuuito mais caro, realmente não compensa.
      Chegando na porta do apartamento, descobrimos que ele só seria possível pegar a chave as 10:00, então voltamos para a estação e ficamos usando wifi e comendo em uma cafeteria. Nessa espera também demos uma volta com os mochilões nas costas no Parque Prater, um parque de diversões no meio da cidade. Porém ainda estava muito cedo, então todas as atrações estavam fechadas. Somando com uma garoa no momento, voltamos para o calor da estação.
      Após conseguir finalmente entrar no apartamento, deixar as malas e esticar as costas, almoçamos um Wiener Schnitzel, super tradicional de Viena, que nada mais é que um bife a milanesa.
      Este dia se resumiu a caminhar pela cidade. Fomos andando até a Stephansplatz, e depois passamos por diversos parques e palácios do centro da cidade até chegar no parlamento.
       

      O parlamento austríaco
       

       
       
      Dia 3: (13/12/16) - Bratislava
       
      Neste dia nós fizemos um bate-volta para Bratislava, a capital da eslováquia! Ela fica muito perto de Viena, apenas 1h de ônibus. Pegamos o ônibus de manhã na rodoviária ao lado da estação de trem central (Wien Hauptbanhof), e utilizamos a companhia Slovak Lines. O ônibus possuía wifi e tv, porém os fones de ouvido eram cobrados. Fomos apreciando a paisagem até a capital eslovaca. A rodoviária de Bratislava fica a uns 10 - 15 min do centro histórico, e é só sair dela, virar a direita e seguir reto na avenida que você chega no centro.
      Já chegamos impressionados com as poças de água da rua, que estavam congeladas!  É preciso ter cuidado para não escorregar nelas, muito lisas!
      O centro de Bratislava é pequeno e muito bonito, muito gostoso de caminhar. Achamos um museu da tortura, e como Bratislava é a cidade em que se passa o filme de terror "O Albergue", fomos sem hesitar. Ele era uma exposição dentro do prédio da antiga prefeitura, onde também pudemos subir na torre e apreciar a vista.

       

      A vista do topo da torre.
       
      Almoçamos fora do centro turístico, na rua da frente, pois os restaurantes eram mais baratos. Comemos Bryndzové halušky, uma espécie de nhoque com molho de queijo de ovelha e bacon, bem gostoso e super tradicional!
      Após o almoço subimos até o castelo de Bratislava, que tem uma vista incrível de toda a cidade e do rio Danúbio. Também entramos no castelo, mas acho que não valeu a pena, além de ser meio caro ele é muito moderno e possui apenas uma exposição de pinturas eslovacas.
      Na volta pegamos um ônibus da empresa RegioJet, a melhor empresa de ônibus de todas! Eles possuem tv, wifi e café/capuccino/chocolate quente de graça, além de ter passagens super baratas.

      Michael's Gate
       

       

       

       
       
       
      Dia 4: (14/12/16) - Viena: Belvedere, Schönbrunn Palace e Ópera
       
      Neste dia nos juntamos com as nossas duas amigas, a Maria e a Pinga.
       
      Este dia foi dedicado a visitar os palácios. Primeiro fomos até o Belvedere, onde andamos só pelo lado de fora, e visitamos os jardins.

      Belvedere
       

      O lago congelado
       

       
      Depois fomos até o Schönbrunn Palace, que foi o palácio do império Austríaco. Nele fizemos a visita interna mais curta, que incluia boa parte do palácio. Infelizmente não era permitido tirar fotos, mas vale bastante a pena entrar, ele é muito bonito, e possui muita riqueza! A visita é feita com audioguides, e em cada cômodo há um áudio explicando a história, de quem era o quarto, etc.
      Após sair da visita, passeamos pelo enorme jardim do palácio, muito gostoso de andar, apesar do frio. Subimos até uma outra construção (Schloss Schönbrunn Gloriette) no topo da colina, de onde se pode ter uma vista de toda Viena.

      Schönbrunn Palace
       

      Schloss Schönbrunn Gloriette
       

       
      Saindo do palácio, jantamos salsichas com batata, o clássico da viagem, e fomos até a ópera estatal de Viena. Este dia teria a peça "Macbeth", do Shakespeare. Como queríamos os ingressos mais baratos possíveis, esperamos até 2h antes da peça, que é quando começam a vender os tickets para assistir em pé a peça, que custam apenas 3 euros. Tínhamos visto na internet que normalmente há uma fila na porta para comprar estes ingressos, porém como chegamos um pouco depois de ter aberto a venda, já não tinha.  Após comprar o ingresso é preciso entrar imediatamente para poder guardar os melhores lugares, e para isso é só amarrar seu cachecol na frente do corrimão de qualquer lugar vago. Como chegamos um pouco depois, só haviam lugares com vista parcial. Após reservar os lugares, é preciso ir até a chapelaria deixar os casacos, que é gratuito. Lá também é possível alugar um binóculo. Em cada lugar há uma legenda do que está se passando, e como a ópera era cantada em italiano, era muito útil. Atenção: Só pode sair da ópera no fim de cada ato, então se estiver muito chato, é preciso esperar (a peça durava 3h, a maioria de nós saiu no meio). Foi  legal ter a experiência de uma ópera.

       
      Dia 5: (15/12/16) - Viena - Munique
       
      Nos despedimos da Pinga, que não ia para a Alemanha com a gente e pegamos de manhã o ônibus de Viena para Munique, pela empresa Flixbus. A viagem demorou umas 5h. Como o ônibus não tem lugar marcado, quando fomos embarcar ele já estava quase cheio, então cada um de nós teve que sentar em um lugar separado. Fui ao lado de uma senhora alemã que não parava de falar comigo, mesmo eu dizendo várias vezes que não entendia nada de alemão...ela até me deu uma bala!
      Chegamos em Munique já de tarde, deixamos nossas malas no hostel, tomamos banho e fomos passear pela cidade. Após caminhar até a Marienplatz e ver o mercado de natal, decidimos jantar na Hofbräuhaus, a cervejaria mais famosa de Munique.
      A Hofbräuhaus é gigante! Milhares de mesas, todas cheias. Os garçons e garçonetes utilizam roupas típicas, e tem uma banda tocando músicas da bavária, tudo bastante animado. Rodamos bastante procurando lugares para sentar, e dividimos a mesa com um casal de alemães e a sobrinha deles, americana. Nós comemos barriga de porco, e a cerveja chega em um canecão de 1 litro para cada pessoa!
      Apesar de ser cara (8,40 euros a caneca, 9,90 a barriga de porco), vale muito a experiência de ir na cervejaria mais famosa de todas!


       
      Dia 6: (16/12/16) - Free Walking Tour, Parque Olímpico e Allianz Arena
       
      Pela manhã nós fizemos um free walking tour. Ele saía da Marienplatz. Como não havíamos reservado, e chegamos em cima da hora, o tour em inglês estava esgotado, e tivemos que ir no tour em espanhol. Apesar de mais difícil de entender, pois a guia falava rápido com os turistas nativos espanhóis, foi muito interessante!
       
      Após o tour nós fomos passear pelo parque olímpico de Munique, que está muito preservado e agora é um parque para todos usarem.

      O parque olímpico


      Memorial do atentado na Olimpíada de Munique
       
      Fomos então até a Allianz Arena, o estádio do Bayern de Munique, querendo fazer uma visitação no estádio. Chegando lá nós descobrimos que ia ter uma partida da segunda divisão da Bundesliga, e ainda por cima com os ingressos mais baratos que o da visita! A partida foi entre TSV 1860 München e 1.FC Heidenheim, e o resultado foi 1x1. Porém nunca senti tanto frio! Não estávamos preparados para ficar a noite no estádio, e quase congelamos! 
      Apenas cuidado com o tamanho da mochila que estiver carregando para o estádio. Estávamos com uma mochila relativamente pequena, e o segurança nos fez voltar até a frente da estação de metrô para guardar ela nos trailers de guarda-volumes. É uma caminhada até que longa do estádio até o metrô, ainda mais no frio! Portanto se for ver um jogo, é bom já deixar a mochila lá antes. Pau de selfie também não é permitido.
       
       

       

       
      Dia 7: (17/12/16) - Castelo Neuschwanstein:
       
      Fomos de manhã para a estação de trem e compramos o Bavarian Ticket, um bilhete que te deixa viajar por qualquer trem pela Bavária. Existem bilhetes de grupo na Alemanha, então tanto o trem quanto os metrôs ficam muito mais baratos quando se está em grupo.

       
      Pegamos então o trem para Füssen, a cidade próxima do castelo. A viagem levou por volta de 2h, e no caminho fomos observando os lindos alpes nevados,  vista que nos acompanhou por boa parte da viagem de trem.
      Chegando em Füssen é preciso pegar um ônibus na frente da estação até Schwangau, a cidade do lado, onde os castelos estão. Com o Bavarian Ticket não é necessário pagar esse ônibus. É bom verificar antes na estação os horários dos trens para Munique, para não ter nenhuma surpresa na hora da volta.
       

       
      Chegando em Schwangau, já ficamos animados, porque lá já tinha neve! Compramos o ticket para visitar por dentro apenas o Neuschwanstein, o maior dos castelos. Também é possível visitar o Hohenschwangau, porém achamos que seria caro e desnecessário. Como havia tempo para nossa visita, ficamos passeando ao redor do lago, com uma linda vista para as montanhas. O castelo fica no topo do morro, e subir até lá também tem ótimas vistas, sendo a melhor de todas da ponte Marienbrücke, de onde se tem a clássica vista do castelo.
      A visita no interior do castelo é curta, porém seu interior é muito bonito, vale a pena.
      Para voltar até Munique não tínhamos certeza se estávamos no trem certo, mas seguimos o fluxo de turistas chineses, e tudo deu certo.
       


      Hohenschwangau
       

      Neuschwanstein
       

       
       
      Dia 8: (18/12/16) - Munique: Deutsches Museum
       
      Neste dia visitamos o Deutsches Museum, um museu gigante de ciências. Há setores de tudo o que você possa imaginar,  desde submarinos até como se faz papel. Vale a pena pesquisar quais andares mais interessam, para não perder tempo nas coisas muito aleatórias.
      Após o museu fomos andando até o Englischer Garten, um grande parque da cidade, porém quando chegamos lá começou a nevar/chover, e tivemos que entrar num pub, pois estava molhando muito.
      Mais de noite começou a apenas nevar, sem chuva, e ficamos passeando no mercado de natal e vendo as pessoas patinarem no gelo.

      Marienplatz
       
      De noite pegamos o ônibus noturno para Berlim, uma longa viagem apertado no flixbus.
       
      Dia 9: (19/12/16) - Berlim: East Side Gallery + Andar pela cidade
       
      A rodoviária de Berlim, ao contrário da maioria das outras rodoviárias que passamos, fica um tanto afastada do centro da cidade. Pegamos o metrô então até nosso hostel, largamos as malas nos lockers (pois o checkin era só de tarde) e fomos até a East Side Gallery.
      A East Side Gallery é uma grande extensão do muro de Berlim ainda preservada. O muro lá é todo grafitado, então a região é um grande museu de arte a céu aberto.

       
      Após passear por lá, fomos até a Pariser Platz, onde está localizado o Portão de Brandemburgo. Andamos até o Reichstag (o prédio do parlamento alemão), que fica ali do lado, passamos pelo Memorial dos Judeus Mortos da Europa (ou Memorial do Holocausto), e por fim fomos até o Checkpoint Charlie. Quase todos os pontos turísticos em um dia hahaha! Tirando a East Side Gallery, todo o resto é muito perto de ir caminhando, tudo bem tranquilo.
      Passamos também pelo museu "Topographie des Terrors", localizado no prédio onde era o HQ da Gestapo e da SS. O museu possui várias fotos e textos informativos, bastante interessante. O único porém é que ele estava bastante lotado.
      Neste dia fomos jantar em uma hamburgueria chamada Peter Panes, perto do nosso hostel e da estação Friedrichstraße (hambúrguer muito bom!). Após nos despedirmos da Maria, que ia pra rodoviária se separar de nós, voltamos para o hostel. Quando conseguimos Wifi, tínhamos recebido várias mensagens como "Vocês estão bem??". Só então fomos descobrir que havia acontecido um atentado em um dos mercados de natal. Muito triste...felizmente estávamos longe do local.

      Portão de Brandemburgo
       

      Reichstag
       


      Memorial dos Judeus
       

      Checkpoint Charlie
       
      Dia 10: (20/12/16) - Berlim: Free Walking Tour, Berliner Dom, DDR Museum
       
      Neste dia, após acordar e ver na internet as repercussões do atentado, vimos que tudo estava funcionando normalmente na cidade, exceto os mercados de natal, que estavam fechados. No metrô nós vimos policiais procurando por bombas, e um pouco mais de policiais nas ruas, mas de resto tudo estava normal.
      Neste dia nós começamos fazendo o free walking tour, com a empresa Sandemans New Europe (guarda-chuva vermelho). Ele começou na frente do Portão de Brandemburgo as 10:00, e foi bastante interessante, pois além de ver os pontos turísticos, ficamos sabendo bastante sobre a história de Berlim. Além dos locais que já tínhamos passado, o tour passou pelo bunker do Hitler, pela Universidade que o Einstein ensinava, por algumas praças, etc. Enfim, vários lugares! Gostamos bastante.

      Local do bunker do Hitler.
       
      Após acabar o tour, fomos até a Berliner Dom, a catedral de Berlim. Chegando lá, nós estávamos com muuuito frio, acho que um dos dias que mais sentimos frio, e devia estar uns 2 graus, vai entender...provavelmente era o vento. Por esse motivo nós não não ficamos muito tempo por lá, mas ela é muito bonita. Como tinha que pagar, nós não entramos.
       

       
      Atravessando a ponte ao lado da catedral, já encontramos o museu DDR. Antes de ir nele, almoçamos em um restaurante vietnamita que tinha do lado, mais pra fugir do frio mesmo kkkk. Além disso a comida era muito boa!
      O DDR Museum mostra como era a vida na East Berlim de uma maneira muito interativa. Tem até um modelo de uma casa da época lá, em tamanho real. Valeu muito a pena!
       
      Dia 11: (21/12/16) - Berlim: Tour do Terceiro Reich + Pub Crawl
       
      Neste dia nós acordamos mais tarde, fomos comer e depois fomos para o Tour do 3º Reich, que tínhamos reservado com a mesma empresa do Free Walking tour. Custou 12 euros (preço de estudante, 14 o preço normal). Ele começou as 14:30, e durou por volta de 3:30, ou seja, quando acabou já era noite! Ele é um tour sobre o nazismo, e passou por diversos memoriais, como o do holocauso (terceira vez passando por esse memorial na viagem),  Politician Memorial, Soviet Memorial, Homosexual Memorial, Sinti Roma Memorial, além de passar pelo bunker do Hitler, o HQ de propaganda do Goebbels, a nova sinagoga e o bairro judeu. Como a maioria destes lugares são perto, o tour é muito mais falado do que andado, mas mesmo assim foi interessante, apesar de ir para alguns lugares que já tínhamos ido.

       

       

      De noite nós fizemos um pub crawl. Inicialmente nós queríamos fazer com uma outra empresa (que não lembro o nome), mas fomos até o ponto de encontro e não achamos. Então nós fizemos com a mesma empresa de todos os tours, que por acaso tínhamos visto na rua enquanto procurávamos pelo ponto de encontro. Esse pub crawl foi bastante ruim!! As bebidas eram caras e o grupo tinha umas 10 pessoas sendo que a maioria era um grupo de amigos que só conversava entre si! A balada final parecia promissora, porém chegamos lá e já queríamos ir embora... Para voltar pro hostel foi uma aventura a parte, o metrô estava fechado e nós tivemos que descobrir como voltar de bonde, fazendo baldeação. No fim deu tudo certo.
       
      Dia 12: (22/12/16) - Potsdam e Reichstag
       
      Já estávamos um pouco cansados de Berlim, então neste dia pegamos o metrô até Potsdam, a cidade vizinha. É só comprar um bilhete de metrô para as zonas mais longes. Em Potsdam estão diversos palácios da época da Prússia, com grandes jardins. Bem bonitos. Mas estava chovendo no dia, então não conseguimos aproveitar muito... Além disso era caro para entrar nos palácios para pouco tempo de visitação, achamos que não valeria a pena. Após caminhar um tanto, voltamos para Berlim.

       
      De noite nós fomos visitar a cúpula de vidro do Reichstag. É gratuito e é preciso reservar antes no site, e como nós demoramos para fazer isso, só tinha horários ou suuuper cedo ou de noite, e preferimos acordar mais tarde. TInham me falado para fazer o tour pelo parlamento além dá visita a cúpula, mas esse tour não estava disponível, talvez fora de época.
      Durante a subida até o topo da cúpula, um audioguide vai dizendo o que dá pra ver do topo, porém como era de noite, não dava pra ver quase nada. Há também informações sobre o parlamento alemão. Foi uma visita legal, mas deve ser muito melhor de dia!

       
      Dia 13: (23/12/16) - Berlim - Praga
       
      Pegamos de manhã o ônibus para Praga, e chegamos a tarde lá. Deixamos as malas no hostel e fomos para o centro da cidade jantar. Após comer, demos uma volta na Old Town Square e fomos seguindo a margem do rio até a Charles Bridge. Impressionante essa ponte, tantas estátuas! E de noite é bem mais tranquilo andar por ela, muito mais vazia.
      Do outro lado da ponte, comemos um Trdelnik, um doce tradicional de lá que é um cone de uma espécie de pão doce recheado com sorvete, gostoso porém um pouco enjoativo pelo tamanho. De lá pegamos um bonde que ia direto para o hostel, bastante prático.
       
       
      Dia 14: (24/12/16) - Praga
       
      Após acordar, encontramos novamente a Pinga, que ia ficar com a gente até o dia 26. Ela estava com uma amiga, a Thais.
      Este dia ficamos andando pela cidade: passamos pelo Sex Machines Museum (na rua da frente do relógio astronômico, muitas coisas bizarras lá), fomos para a praça central, novamente para a Ponte Charles, porém agora de dia, e então comemos uma pizza no bairro perto do castelo. Quando saímos do restaurante já era quase noite, mas deu tempo de ver o pôr do sol do castelo.

       



       

       
      Ceia de natal: Já era meio  tarde quando resolvemos sair do hostel para comer. Fomos até o ponto de ônibus e descobrimos que os horários para a noite de natal eram outros, e que o bonde certo para ir até o centro não passaria... Cogitamos ir no mercadinho e comprar algumas comidas, porém o hostel não tinha cozinha! Conseguimos então chegar a tempo no restaurante do hostel, faltando 10 minutos para a cozinha fechar kkkk Como o hostel tinha a própria ceia de natal (custava uns 20 euros...muito caro!), só estavam servindo pizza aquele dia. E lá fomos nós comer pizza de novo hahaha.
      Após nossa incrível ceia, fomos para o Cross Club, um bar/balada perto do nosso hostel um tanto quanto peculiar. O lugar é todo cheio de sucatas, bastante labiríntico. Ficamos só na parte do bar, pois tinha que pagar pra ir na parte da balada e não estávamos afim. Resumindo a noite, novamente peculiar hahaha.

      Pizza natalina
       
      Dia 15: (25/12/16) - Praga - Natal e Pub Crawl!
       
      Acordamos mais tarde e resolvemos ir almoçar em um restaurante italiano que encontramos ao acaso, nosso almoço de natal!
      Após almoçados, fomos até a John Lennon Wall, e para chegar lá mais uma vez atravessamos a Charles Bridge. Confesso que achei que a parede ia ser maior e com mais pinturas, foi um tanto decepcionante. Porém as fotos ficaram legais.

       
      De noite nós fomos no Pub Crawl. A empresa se chamava Prague Pub Crawl (guarda-chuva vermelho), e o ponto de encontro era na praça da cidade velha. Ele era caro (22 euros ou 550 CZK), mas valeu muito a pena, apesar de alguns problemas. Foram 3 pubs, sendo o primeiro open bar por uma hora. O pessoal era muito animado. No fim ele acaba em uma balada de 5 andares que fica do lado da Charles Bridge. O problema foi que ao sair do último Pub, apenas o Gabriel e o Guilherme seguiram o grupo, nós que sobramos nos atrasamos um pouco, e quando chegamos na rua não sabíamos pra que lado eles tinham ido, pois eram vários grupos de pessoas indo para várias direções. Nós só sabíamos que a balada era do lado da Charles Bridge, então fomos perguntando na rua até conseguir chegar lá. Quando chegamos lá o segurança quis cobrar da gente, apesar de a gente estar com a pulseira do pub crawl. Não quisemos pagar, afinal já tínhamos pago 22 euros... Após muito discutir com o segurança, ele me deixou entrar para tentar achar o cara do pub crawl que estava nos guiando. Não achei, mas encontrei o Gabriel e o Guilherme, e assim fomos embora. Consegui ver que a balada é realmente muuuito grande, demorei muito pra conseguir achar a saída (isso porque só 2 andares estavam abertos, afinal, era natal!). Apesar desse problema, ainda assim nos divertimos muito. Não tivemos tempo no dia seguinte de ir reclamar com a empresa disso, mas se você for fazer pub crawl lá, fique atento para não se perder do grupo!
      A volta também foi uma aventura. Com o sistema de bondes alternativos do natal, acabamos pegando um que foi para o lado oposto do nosso hostel! Após muito rodar no frio, conseguimos voltar pra casa.
       
      Dia 16: (26/12/16) - Praga - Cracóvia
       
      Nosso plano era pegar um ônibus noturno para Cracóvia. Porém nós demoramos para comprar a passagem, e quando acordamos e fomos ver isso, já tinha esgotado! E todas as passagens noturnas estavam abusivas de cara. Novamente DICA: compre suas passagens antes!
      Fuçamos bastante na internet e encontramos uma passagem da RegioJet que saía no começo da tarde de trem até Ostrava, na fronteira com a Polônia, e depois ia de ônibus até Cracóvia. E o melhor de tudo, por 10 euros! Compramos na hora, mas tivemos que ir direto para a estação de trem. Antes disso almoçamos em um restaurante chinês perto do hostel.
      A RegioJet é maravilhosa! Tanto o trem quanto o ônibus tinham TVs individuais, e eles ainda davam água, café/capuccino/chocolate quente! Recomendo muito! Chegamos em Cracóvia a noite e fomos para o hostel.

       
       
      Dia 17: (27/12/16) - Cracóvia
       
      De manhã fomos procurar um carro para alugar, pois no dia seguinte nós iríamos para Zakopane.
      Nós então fizemos um free walking tour pela Old Town que foi bastante interessante, a Polônia tem muita história medieval que nós nunca ouvimos falar!
      Cracóvia é uma cidade que não foi destruída na guerra, então tudo está preservado como antigamente, a cidade é muito bonita! O tour andou por toda a parte do centro antigo, e não foi para o bairro judeu, etc.

       

       

       
       

      A casa do papa.
      Dia 18: (28/12/16) - Oravsky Podzamok - Zakopane
       
      Pela manhã nós pegamos nosso carro na locadora, era um Nissan Juke, um modelo que nunca tínhamos visto!
      Nosso roteiro era: dirigir mais ou menos 2h até a Eslováquia, até a cidade do castelo do Nosferatu, e depois ir até Zakopane, 1:30h de distância. E foi exatamente isso que nós fizemos!
      Conforme fomos nos distanciando de Cracóvia a neve começou a aparecer, e em certo ponto ficou com muita neve! Quando descemos do carro, a primeira coisa que fizemos foi uma guerra de bolas de neve! Até então só tínhamos pego neve em Neuchwanstein, mas era pouca. Além disso, no momento estava nevando bastante, foi bem divertido. Visitamos o castelo por dentro, e foi um tanto quanto peculiar, porque em cada parte do castelo que passávamos, uma cena de uma peça em eslovaco acontecia, com música e tudo. O problema era que a gente não entendia nada.
       

       
       

       

       

       

       
      Após a visita, almoçamos em um restaurante de comida típica eslovaca, e novamente comemos o "nhoque", só que esse estava muito melhor!
      Seguimos estrada, e a noite chegou rápido. Dirigir na neve no escuro foi uma emoção a parte. Quando chegamos na nossa pousada em Zakopane, havia uma rampa na rua até a entrada, mas ela estava tão congelada que não teve jeito do carro subir. Ficamos lá patinando com o carro. O dono da pousada veio então nos resgatar, mas tivemos que parar o carro embaixo e ir andando. Até subir a pé estava escorregando.
      Esse dia nós jantamos em um McDonalds ao lado de um posto de gasolina, pois estávamos longe da cidade para ir a pé e não queríamos mais arriscar atolar aquela noite.

      O carro atolado
       
      Dia 19: (29/12/16) - Zakopane
       
      Esse dia foi dedicado ao esqui!
      Fomos até a estação de esqui Nosal, que é a mais indicada para iniciantes. Compramos o passe de 4h para os lifts, e depois fomos alugar os esquis. Essas 4 horas só começam a valer depois do primeiro uso, pode ficar tranquilo. Saiba o tamanho do seu pé em número europeu, porque se não vai ter que experimentar 500 botas até achar a que serve.
      Ficamos nos divertindo bastante lá, até acabar nosso tempo, quase. 4h é mais que o suficiente. Esse dia estava bastante frio (~ -8°C), porém esquiando você não percebe, só quando para.
      A cidade estava muito lotada de carros, era difícil dirigir. Almoçamos em um restaurante de comida polonesa, e depois foi pé na estrada até Cracóvia. Mais 2h e estávamos lá.
       

       
       

       

       

       

       
       

       

      O centrinho de Zakopane
       
      Dia 20: (30/12/16) - Auschwitz
       
      O jeito mais rápido de ir até Auschwitz é pegar um ônibus ou van na rodoviária para Oświęcim, a cidade onde fica o campo de concentração. Ele leva aproximadamente 2h até lá. É bom ir cedo para lá, pois chegando na entrada para comprar ingresso, havia uma fila gigantesca. Uma amiga nossa contou que foi em um horário mais tarde e não conseguiu guia para a visitação.
      Na visita com um guia todo mundo ganha um fone de ouvido, assim o guia fala em um microfone e todos conseguem ouvir, mesmo à distância.
      A visita é dividida em duas partes. Na primeira se visita o campo de Auschwitz (que é o mais bem preservado) e depois toma-se um ônibus até o segundo campo, Birkenau, o maior de todos, que foi destruído em grande parte.
      A visita é pesada, mas achamos importante passar por lá e ver de perto esse lugar de tanto horror.
      Após o tour nós almoçamos já fora do espaço de Auschwitz (só atravessar a rua), os preços eram muuuito mais acessíveis.
      Na hora de pegar o ônibus de volta havia uma fila enorme, tivemos que esperar o primeiro encher e só conseguimos ir no próximo (eram de 30 em 30 min, que eu me lembre), então fique atento com os horários para não perder os ônibus.

       
       

       

       
       

      Dentro de uma câmara de gás
       

      Birkenau
       

      Câmara de gás destruída
      Dia 21: (31/12/16) - Wieliczka Salt Mine e Ano Novo!
       
      Acordamos e fomos até a estação de trem para ir até Wieliczka, a cidade que tem a mina de sal. Não lembro quanto custava, mas era muito barato, e demorava uns 20 minutos até lá.
      Existem dois tipos de tour,  o tradicional e o "mineiro", sendo o tradicional o mais turístico. Nós escolhemos fazer a versão mineira, então eles nos deram roupas de mineiros para usar, lanternas, etc. Durante o tour há várias atividades para fazer, como moer sal, cerrar madeira, etc; atividades que os mineiros da época faziam. Nós achamos o tour meio bobinho e um pouco longo de mais, talvez a versão turística fosse mais legal.
      Para voltar pra Cracóvia nós ficamos esperando na estação de trem sem saber de nada, pois não havia lugar nenhum para comprar ingressos e nem para perguntar para ninguém. Depois de um tempo esperando, chegou um trem. Quando quase estávamos chegando em Cracóvia, uma mulher veio cobrar/vender os as passagens de trem.


       
       
      A noite todos os restaurantes próximos ao hostel estavam fechados (o hostel era longe do centro), então após muito procurar, achamos uma barraca de kebab que estava lotada de gente comprando, o único lugar aberto da região! Compramos marmitas de kebab (carne, batata frita, salada, molho e queijo!), levamos para o hostel e esse foi nosso jantar de ano novo!
      Após comer fomos para o quarto esperar um pouco para depois ir para a praça principal. Foi então que o dono do hostel nos convidou para sua festa de ano novo. Estavam todos os hóspedes do hostel lá: nós 5, mais 3 brasileiros, 2 holandeses, uma mexicana, um de bangladesh, uma chinesa e um tailandês, além dos donos do hostel que eram ucranianos. Ou seja, uma grande mistura de nacionalidades! Eles nos deram champagne e comidas típicas ucranianas. Depois de muito comer, fomos todos para a praça principal festejar o ano novo (exceto os donos do hostel, da chinesa e do tailandês). Os donos do hostel até falaram pra gente não voltar cedo porque não teria ninguém lá  .
      A praça estava bastante lotada e com shows de música, que acabaram até que cedo. Para entrar em qualquer balada era preciso ter reserva, então voltamos para o hostel e ficamos conversando lá. Que ano novo!

       
       
      Dia 22: (01/01/17) - Bairro Judeu e ônibus para Budapeste
       
      Primeiro dia do ano e lá fomos nós acordando cedo para bater perna. O nosso ônibus para Budapeste saía as 15h, então deu tempo de ir dar uma volta pelo bairro judeu de Cracóvia. Nós passamos pela fábrica do Schindler, que estava fechada para entrar, por uma parte do muro gueto e pela Ghetto Heroes Square, uma praça com diversas cadeiras de metal. Esta praça era localizada dentro do gueto dos judeus, onde eles foram forçados a morar durante a guerra. Que começo de ano!
      Após isso, pegamos nossas malas no hostel e fomos para a rodoviária. Mais 7 horas de ônibus e estávamos em Budapeste!
       

      A fábrica de Schindler
       
       

      Resto do muro do gueto dos judeus.
       

      Ghetto Heroes Square
       

       
      Dia 23: (02/01/17) - Budapeste: citadela, castelo e Termas Gellért
       
      Começamos o dia indo até o Mercado Central, que fica próximo da Liberty Bridge. O mercado se parece bastante com o Mercadão de São Paulo, salvo os produtos que cada um tem. Após andar por lá, atravessamos a ponte para o lado Buda da cidade, e subimos o morro da citadela, onde está localizada a estátua da Liberdade de Budapeste. A vista lá de cima era espetacular, e as folhas das árvores estavam muito congeladas, dando um ar invernal ao local.
      Descendo da citadela, fomos até o castelo. A subida para o castelo é bastante tranquila, não entendemos como tinha tante gente esperando na fila do funicular, parados no frio. É possível até pegar uma escada rolante em certo trecho da subida. A vista do castelo também é muito bonita, ficamos um tempo apreciando o Danúbio e todas as suas pontes. Porém estava ventando muito lá, então descemos, atravessamos a Chain Bridge para o lado de Peste e fomos comer no restaurante Gastland Bisztró Király. Lá a comida custava o equivalente a 4 euros, e era possível comer a vontade. Comemos muuito!

       
       


       

      O castelo
       

       
      Fomos então para o banho termal Gellért, que fica ao lado do morro da citadela, logo depois de atravessar a Liberty Bridge. A arquitetura do seu interior é muito bonita, e ele possui várias piscinas internas, com diferentes temperaturas. No entanto, para entrar na maior e mais bonita delas era preciso usar touca, e além disso a água era mais fria, então não entramos. Havia também uma piscina externa, bastante simples. Para chegar nela era preciso sair do vestiário e subir algumas escadas. É bem relaxante ficar em uma piscina com a água a 37° e do lado de fora -5°, porém pra sair dela, imagina o sofrimento, a nossa toalha estava até congelada.
      O ingresso para as termas não é barato, 5300 HUF (algo como 17 euros), porém você pode chegar a hora que quiser e ir embora quando o spa fechar. Voltamos para o hostel muito relaxados, nem tivemos forças para sair pra jantar.
       
       
       
      Dia 24: (03/01/17) - Budapeste: Parlamento e Basílica de St. Stephen
       
      Após comer em uma padaria próxima do hostel, fomos andando até o parlamento. Chegando lá, reservamos nosso tour pelo interior, porém só conseguimos vaga para o tour em inglês no últimos horário do dia, que era de tarde já (se não me engano, 15h). Por isso, chegue cedo para reservar seu tour, pois há uma grande fila e eles podem esgotar! Como nosso tour era só a tarde, atravessamos a ponte para ver melhor o parlamento do outro lado do rio. 

       
       

       
       
      Ficamos caminhando pela região e novamente almoçamos no Gastland Bisztró Király.
      A visita ao interior do parlamento é relativamente curta, algo como 40 minutos. Mas o seu interior é tão belo que vale bastante a pena. Tudo lá tem muito ouro!
      Saindo do parlamento, fomos até a Basílica de St. Stephen. Nós queríamos ver a mão mumificada do St. Stephen, que está preservada dentro da Basílica, porém chegamos muito tarde, e a visitação para esta parte já havia encerrado.
      De noite fomos em um pub assistir o jogo do Arsenal x Bournemouth com 3 Sul Africanos do nosso quarto do hostel, que torciam para o Arsenal. O placar foi 3x3.
       

      Dentro do parlamento
       

       

      Basílica de St. Stephen.
       
       

       
      Dia 25: (04/01/17) - Budapeste: Praça dos Heróis,  Castelo Vajdahunyad, House of Terror e Szimpla Kert 
       
      Acordamos tarde esse dia, e quando olhamos para a janela: estava nevando!  Começamos o dia já indo almoçar, em um restaurante chamado Frici Papa (dica da Maria). Ele possui um preço bastante em conta, e serve uma comida húngara ótima. Lá comemos o famoso goulash húngaro.  O Guilherme pediu um prato que se chamava Paprikash, e parecia bastante com um strogonoff. Gostamos bastante desse restaurante!
       Após almoçar, fomos até a Praça dos Heróis, uma praça com estátuas de diversas personalidades da história da Hungria. Ao lado dessa praça se encontra o Castelo Vajdahunyad, que fica dentro de um parque. O parque estava todo nevado, ficamos passeando por ele por um tempo.

       
       

      Castelo Vajdahunyad
       
      Fomos então para o museu House of Terror, um museu localizado na casa onde foi primeiro a sede do partido nazista húngaro (partido da cruz flechada), e depois foi sede do partido comunista na Hungria. Após ficar 1h na fila, conseguimos entrar. O museu era interessante, porém para entender o que se passava era preciso ler em cada sala no mínimo uma folha A4 inteira preenchida, que ficavam disponíveis em recipientes nas paredes. Chegou um certo ponto que não aguentávamos mais e só queríamos ir embora, mas para sair do museu era preciso pegar um elevador que fazia parte da exposição (havia um filme dentro dele). O elevador andava mais lerdo que uma lesma, e havia uma fila enorme pra pegar ele! 
      De noite nós fomos no ruin pub mais famoso de Budapeste: Szimpla Kert. Sua decoração é muito maluca, lembrando o Cross Club de Praga, mas menos hardcore. O Szimpla Kert é um pub muito legal, vale a pena ir! Existem diversos ruin pubs em Budapeste, porém nós só fomos nesse.
       
       
      Dia 26: (05/01/17) - Budapeste:  Free Walking Tour e Termas de Széchenyi 
       
      Pela manhã nós fizemos um free walking tour. Apesar de ele passar por diversos lugares que já tínhamos ido antes, foi bem legal para saber mais da história da Hungria. O tour acabou ao lado da Matthias Church, uma igreja muito bonita que fica no Castelo de Budapeste, em uma parte que nós não tínhamos ido. Certamente uma das partes mais bonitas do castelo. Após o tour a guia nos levou para almoçar em um restaurante de comida húngara ali perto, onde ninguém falava inglês, e tivemos que escolher a comida meio que na sorte. Era bastante gostosa a comida, e também bem barato!
       

      Matthias Church.
       
      De noite nós fomos até as Termas de Széchenyi, que ficam no mesmo parque do castelo Vajdahunyad. Como chegamos após as 17h, pagamos um preço um pouquinho mais barato: 5100 HUF (~16 euros). Ao contrário das termas Géllert, nas Termas de Széchenyi as piscinas mais valorizadas são as externas, que são imensas. As internas eram pequenas e lotadas, além de não terem  nada de mais, não entramos nessas.
      Haviam 3 piscinas externas, uma com água a 38°C, outra do lado oposto com 36°C e uma no meio com água fria, que nem ousamos entrar. Para ir da piscina de 38°C até a de 36°C e vice versa era preciso sair correndo no frio, e não era tão perto! Mas ao mergulhar de novo, tudo se resolvia. Foi muito bom! Novamente voltamos para o hostel super relaxados.
       
       
      Dia 27: (06/01/17) - Budapeste - Zagreb 
       
      Este foi o dia em que a frente fria chegou. Acordamos cedo com -8°C. O nosso ônibus para Zagreb era as 7h. A viagem até lá foi bem tranquila.
      Chegamos na rodoviária de Zagreb e trocamos dinheiro lá mesmo, a cotação era boa, pelo que vimos depois. Deixamos as malas no hostel e fomos almoçar no centro histórico. Ele é bastante bonito, porém bem pequeno. Rodamos por lá e depois fomos para o hostel. De noite, compramos as passagens de ônibus para ir para os lagos plitvice. Compramos para ir as 7:30 da manhã (são 2:15h de viagem até lá). A passagem custou 135 kunas ida e volta (92 apenas um trecho). A passagem foi comprada no próprio site da rodoviária.

      Zagreb
       
       

       
      Dia 28: (07/01/17) - Lagos Plitvice 
       
      Acordamos com -8°C em Zagreb, e com -17° nos lagos! Esse foi o dia que mais usamos camadas de roupa, e ninguém sentiu frio.
      Chegamos no parque quase 10h, e estava -16°. Começamos então a trilha. Que lugar lindo! Ela começa no alto, com uma vista incrível para a maior das cachoeiras. As cachoeiras estavam quase que totalmente congeladas, e os lagos estavam com as bordas congeladas. A trilha é por cima de passarelas de madeira, porém havia tanta neve que não era possível ver a madeira. As vezes era bem escorregadio, então era preciso tomar um certo cuidado. Em um momento da trilha é preciso pegar um barco para atravessar um lago. Cabiam mais de 100 pessoas lá, e nós calculamos que aproximadamente 90% dos passageiros eram asiáticos! No inverno não é permitido ir para a parte superior dos lagos, então após o barco nós andamos mais um pouco, brincamos na neve e depois pegamos um ônibus para perto da portaria, onde a trilha continua até acabar onde começou.
      Descobrimos que a empresa de ônibus que nos trouxe só iria voltar as 17h, e ainda eram 13h! Decidimos pegar o próximo ônibus para Zagreb, que era as 14h. Ficamos esperando em uma lanchonete que mal tinha nada para comer, e depois fomos esperar na estrada pelo ônibus. Porém enquanto esperávamos, um senhor de um tour ofereceu para nos levar de van até lá por 100 kuna. Aceitamos, pois a volta de ônibus custaria 92 de qualquer maneira, e assim chegaríamos mais rápido. E realmente voltamos mais rápido.

       
       

       


       

       
       


       
       

       

       
       

       
       
      Dia 29: (08/01/17) - Zagreb - Ljubljana 
       
      Pegamos o ônibus para Ljubljana pela manhã. A viagem era para ter sido rápida, mas havia um trânsito gigantesco na fronteira com a Eslovênia, o que fez com que demorasse mais de 1h lá.
      Ljubljana é uma cidade bastante pequena, mas bem bonita. Ela fica ao redor de um rio muito verde, o rio Ljubljanica. Lá não há muitos atrativos além de passear pela cidade, e foi o que fizemos.

       
       

       
       

      Decoração de natal de Ljubljana
       
      Dia 30: (09/01/17) - Ljubljana: Free Walking Tour e Castelo 
       
      Começamos o dia comendo em uma padaria próximo ao hostel, e depois indo para a praça na frente da ponte tripla, que era de onde começava o free walking tour. O tour começou as 11h, e andou por todo o centro turístico. Como tudo é perto, teria sido bastante tranquilo, se não fosse pelo fato de que estava uns -8° e que eu não tinha colocado muitos casacos. Nesse dia passei bastante frio. Mas o tour foi bastante interessante, a Eslovênia é mais um país que não sabemos nada da história. Eu só sabia que ela havia feito parte da Iugoslávia, e nada além disso.
      Após o tour nós almoçamos no restaurante Druga Violina, que foi recomendação do guia. Ele fica localizado bem na base da subida para o castelo. Este foi um restaurante muito especial, pois além de ter comida tradicional eslovena e ser bastante barato (5 euros o menu do dia), grande parte dos garçons eram deficientes intelectuais. Muito legal lugares assim, que dão emprego para as pessoas com dificuldades.

      Free walking tour.
       

       
      Após um delicioso almoço, subimos no castelo. A subida é curta, porém bastante íngreme. A vista lá de cima é bem bonita, é possível ver a cidade inteira, com os alpes ao fundo. O castelo em si foi muito modernizado, e não é tão interessante.
       

      O castelo de Ljubljana
       

      Vista do castelo.
       
      Dia 31: (10/01/17) - Bled 
       
      De manhã acordamos com a cidade coberta de neve, e ainda nevando. Os flocos de neve estavam perfeitos, parecia desenho animado. Fomos até a rodoviária e compramos nosso ônibus para Bled. A viagem é rápida, aproximadamente 1h até lá.

       
      O grande atrativo da cidade é dar a volta no lago, e foi isso que fizemos. A volta completa tem 6km, e é possível admirar a ilha do lago e o castelo na colina de diversos ângulos. Chegando lá, verificamos nossas expectativas de Bled no inverno versus a realidade do dia:
      EXPECTATIVA: 
       

       
      REALIDADE: Céu cinza, sem montanhas
       

       
       Infelizmente o dia estava nublado, e não foi possível ver as montanhas ao redor. O lago também não estava congelado como a gente queria que estivesse...Porém ainda assim o lugar é bastante bonito!
      É possível alugar uma canoa e ir até a ilha do lago, mas nós achamos muito caro.
      Quase no fim da volta, paramos para almoçar e procurar por souvenirs, mas só tinham coisas muito feias, assim como em Ljubljana (só achamos uma loja com souvenirs bons em ljubljana, ela fica ao lado da ponte dos dragões).
      Dica: não deixe para comprar os presentes da viagem na Eslovênia, é muito provável que você não vai achar nada que preste!
      Nós não subimos até o castelo de Bled, pois além de termos ficado com preguiça, iria passar um ônibus naquele instante que chegamos em Bled, e se nós subíssemos no castelo, teríamos que esperar mais 2h quase. Como o tempo estava feio, fomos embora.
      Nós achamos Bled bastante ok, nada mais que isso. Porém eu acho que se o tempo estivesse melhor, seria um lugar muito mais bonito!

       

       

       

       
      Neste dia nós fomos atrás de um restaurante que ficamos sabendo no free walking tour que supostamente servia urso (Bear), porém quando chegamos lá, descobrimos que era Javali (Boar), e que além de tudo era muito caro!  Jantamos então pizza kkkk. Após a pizza fomos até um restaurante que o guia havia indicado para comer uma sobremesa tradicional eslovena: Prekmurska Gibanica. É um bolo de diversas camadas, que tem semente de papoula, noz, maçã, uva passa e queijo cottage. Achamos extremamente gostoso! Ele não é muito doce, e vale bastante a pena provar. O restaurante se chamava Gujžina, e fica na mesma rua do Druga Violina, na base do morro do castelo. Recomendo!
      Este foi praticamente o último dia de viagem, pois o próximo seria só para voltar... 
       
       

       
      Dia 31: (10/01/17) - Ljubljana - Viena - São Paulo
       
      Acordamos na nossa última manhã fria: -13°C. Fomos até a rodoviária aproveitando os últimos momentos de frio para pegar o ônibus de volta para Viena, de onde era nosso voo. Como o voo era só 22:40, foi tranquilo de voltar para lá no mesmo dia.
       
       

      Canal congelado no último dia.
       
      Ficamos o dia inteiro no ônibus. O wifi não estava funcionando, mas em compensação a paisagem era muito bonita, tudo estava nevado, e em grande parte da viagem era possível apreciar os alpes. O problema foi quando escureceu e não tinha mais paisagem.
      Chegando na rodoviária de Viena, já pegamos o metrô para o aeroporto. Viena estava cheia de neve, pelo que deu para ver da janela do trem. Após isso, lá fomos nós novamente ficar nas intermináveis horas de avião até a Etiópia, e depois, até o Brasil!
      E assim terminou nosso incrível mochilão! Obrigado a todos os envolvidos nele!
       
       
       
    • Por markcnbrj
      Estou fazendo uma viagem pela Espanha nos próximos 15 dias e dentro do possível vou postar a viagem em tempo real. Iniciei ontem uma viajem de 15 dias pela Espanha. Saí do Rio para Sampa e peguei o Voo diário da TAM para Madrid. Muito bom o Voo, com bastente opção de entretenimento, para aturar as 10 horas de viajem. Usei 60.000 pontos (ida e volta) de milhas acumuladas pois comprei com bastante antecedência. Se resgatar em cima da hora não vai arrumar por menos de 100.000 pontos cada trecho.
      Minha primeira preocupação era a “temida” imigração de Barajas. Não levou 30 segundos para me liberar. Perguntou quanto tempo ficaria na Espanha e o motivo da viagem. E só. Ajudou muito eu ter outros carimbos de entrada na União Europeia. O cara falou Ahh, vc já esteve em Londres...e carimbou. Mas vi 3 pessoas do meu vôo sendo conduzidas para a “casinha”. A “casinha” na verdade é a inspeção secundária onde realmente vão checar suas informações. Já fui “convidado”2 vezes (uma em Schipol e outra em Houston), mas fui liberado depois. Em Schipoll, ligaram para o Hotel para confirmar. Aqui foi mole. Bem fiz reserva no Hotel Etap Madrid para 4 noites a 39 euros. É igual a todos os Etaps do mundo, mas é meio distante do centro, porém a 1 quarterão da estação de metro Suanzes. Levei uns 40 minutos de metro do Aeroporto ao Hotel

       
       
      O Metro de Madrid é muito bom. Muito parecido om o de Londres, bem abrangente. Dá pra ir a qualquer lugar da cidade por ele. No Aeroporto comprei o passe de 5 dias para todos os transportes públicos. Existem 2 opções. O Zona A custa 25 euros e cobre o centro de Madrid. Comprei o Zona T por 36 euros, que abrange ônibus para Toledo e o El Escorial que fica na área das “cercanias”. Acho que foi uma boa.

      Metro de Madrid
       
      Cheguei no hotel e fui direto ao Santiago Bernabeu tentar comprar um ingresso para o jogo do dia 24 contra o Real Sociedad. Consegui apenas um de 60 euros, na reta da bandeira do corner. Vamos ver se vale a pena, mas ter oportunidade de assistir o Real Madrid, é daquelas que “não tem preço”.

      Estádio santiago Bernabeu
      Depois peguei o metro, saltei na estação Barrio de Pilar para ir no Shopping LaVaguarda. É bem grande, mas como tudo por aqui, é caro. Definitivamente Europa não é lugar pra comprar. Vou ficar só nas lembrancinhas e imas de geladeira

      Shopping La Vaguarda
      Peguei de novo o metrô e fui conhecer a Eatação Atocha ( sou fissurado em estações de trem). Ela é bem grande e abrange Trem,metro, ônibus, trem de longa distância, etc... é sem dúvida a aior estação de Madrid. Ali é ideal para comprar as quinquilharias...Depois disso, morto, voltei pro hotel....Amanhã tem mais.....

  • Seja [email protected] ao Mochileiros.com

    Faça parte da maior comunidade de mochileiros e viajantes independentes do Brasil! O cadastro é fácil e rápido! 😉 

×