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Olá viajante!

Bora viajar?

Peru light em Setembro de 2018 - Lima e Cusco (incluindo Machu Picchu)

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Olá amigos Mochileiros!

Venho por meio deste relato, contar nossa experiência nesse país incrível que é o Peru! Lendo outros relatos por aqui, descobri que a maioria das pessoas vai para o Peru para uma experiência mais... como diria... mais roots, aquela coisa de trilha nível intenso, acampamento e vida selvagem... Mas nós estávamos procurando uma experiência mais tranquila, light, e sem muito esforço físico. Não que não gostemos de fazer exercícios, mas quem acompanha meus relatos pode ver que uma série de problemas foi acontecendo em nossas vidas nos últimos meses e dentre eles, uma hérnia de disco lombar e uma cirurgia de tireoide que me atrapalhou um pouco os planos e não consigo mais planejar experiências que me exijam tanto o lado físico. Então, por isso que nossa viagem foi mais "light". 🙃

Eu confesso que há muito tempo tinha vontade de conhecer o Peru e, é claro, o Machu Picchu. Mas desde que minha cunhada e eu começamos a perturbar meu irmão e meu marido com essa ideia, há uns 5 anos atrás, mais ou menos, eles foram irredutíveis. Meu irmão ainda aceitava ir para Lima para uma viagem gastronômica, mas Rodrigo (marido) não gostou de nenhuma ideia sobre o Peru. Mas eis que este ano Rodrigo, fazendo curso de espanhol, se depara com um professor que é peruano (e acho que ele já ficou com a cabeça um pouco mais aberta à ideia de conhecer o Peru) e somando ao fato que eu queria ir conhecer a Grécia esse ano, mas o Euro está muito caro e o Rodrigo deve ter ficado desesperado com meus assuntos de viagem, depois da minha cirurgia de tireoide, quando eu só pensava na recuperação, ele veio com a ideia: “vamos viajar para o Peru nas férias?!”. Ele queria "hablar español"... mas eu só conseguia pensar na Grécia (ainda mais que uma amiga tinha acabado de voltar de lá) e eu fiquei meio desanimada à princípio com o Peru, logo eu que tanto atormentei os outros com essa idéia de viagem... mas depois entrei no clima de conhecer o Peru e embarquei nos planejamentos.

Nossa viagem foi agora em Setembro, de 03 a 12, conhecendo primeiro Lima e depois Cusco. O nosso vôo foi pela Avianca, não lembro o valor, mas vou consultar o Rodrigo e já digo à vocês. O voo partiu do Rio de Janeiro cedinho, às 5:45 da manhã e tivemos que estar no aeroporto por volta das 3:40 da manhã... sério, se eu soubesse quem inventa esses horários de voo, eu esganava! Não dormimos nada, chegamos por volta de 9h da manhã, se não me engano, e o check in era só à tarde... que raiva! Ficamos mortinhos com farofa!

O Voo foi tranquilo, a entrada no País também. Pensei que iam implicar conosco e nos revistar porque nossa última viagem foi para a Colômbia, achando que fazíamos parte do tráfico de drogas e na hora das perguntas, até esqueci que dia que voltaríamos (me deu um branco), mas a funcionária não levou em consideração, fez alguns comentários dizendo que gostaria de ir passear em Cusco também e nos liberou. Graças a Deus! Também não pediram nossa carteira internacional da vacinação de febre amarela (que nos pediram umas 3 vezes na Colômbia)... mas levamos, claro! Mas como já disse a minha amiga Juliana, é só não levar drogas que tá tranquilo! 🤣🤣🤣

Saindo do Aeroporto, pegamos um táxi até o hotel. Caminho comprido, em alguns momentos se vê muitas áreas bem feias e pobres, mas em outros, o caminho é  bonito, que dá para ver o mar... mas está cheio de obras e em muitos pontos a vista para o mar fica bloqueada.  O hotel fica no bairro de Miraflores, que é um dos bairros mais "arrumadinhos", que os turistas mais ficam em Lima. Ficamos no hotel Ibis Larco Miraflores. Achei bem localizado e bem arrumadinho e confortável. Assim que chegamos, fizemos o check in e a funcionária da recepção nos indicou uma saída lateral onde poderíamos deixar a mala até o horário que o quarto estaria pronto. Segundo ela, se quiséssemos, teria um quarto à disposição no momento, mas era em um dos andares mais baixos e portanto, mais barulhento. Resolvemos esperar. Saímos com a mala e no local indicado, encontramos uma rampa de carro, de estacionamento... será que teríamos que descer?! Na frente do hotel ficam uns senhores oferecendo passeios pela cidade para os turistas, mas não entendemos nada do que nos foi dito e resolvemos não arriscar perguntar onde era pra deixar a mala. Rodrigo desceu a rampa  freando a mala pesada (coitado) e lá embaixo ficava realmente um espaço cheio de malas, com um funcionário cadastrando elas. Deixamos a nossa e fomos passear. Eu ainda estava um pouco desnorteada com o horário do vôo, sem conseguir raciocinar direito sobre o que fazer na cidade, então falei com o Rodrigo para andarmos pela rua principal, a Av Larco, até o shopping. Tinha lido em blogs de viagem que nessa Avenida Larco tem de tudo: casas de câmbio, lojas de chip de celular, restaurantes, lojas de lembrancinha, etc. Rodrigo ativou o roamming do celular com o sistema de pontos que ele foi acumulando ao longo do tempo e que conseguiu fazer essa troca. A internet não nos decepcionou e não tivemos que comprar chip de celular dessa vez! Fomos andando, trocamos  mais algum dinheiro em casa de câmbio e até que chegamos rapidinho no shopping. Rodrigo falou: “é aqui”. Mas era tipo uma praça, um mirante atravessando a rua, com vista para o mar lá embaixo. Quando chegamos mais perto que vimos que realmente era o shopping... só que o shopping era para baixo! Nessa “praça” tinha escadas para baixo e dava pra ver que tinham muitas lojas lá embaixo.

Ficamos tirando fotos da vista e depois passeando pelo shopping. Foi quando começou um vento muito, muito frio e não aguentamos ficar próximo ao mar, estava muito frio para as roupas que estávamos vestindo (e olha que estávamos de casaco)!

Tudo no shopping era bastante caro, muitas lojas de marca... mas até que a praça de alimentação tinha cadeias de fast food que eram bem em conta. Rodrigo não quis arriscar comer comida peruana logo no primeiro dia e quis comer o Pizza Hut que encontramos. Só que o lugar era muito simpleszinho, um balcãozinho, só tinha 4 sabores de pizza, e o Rodrigo pediu uma pizza que vinha com uns pães de alho, mas eis que a danada era minúscula! Eu pedi uma lasagna e veio em uma embalagem que mais parecia uma “quentinha da esquina”... mas não estava ruim não. Ficamos com medo da comida peruana, pois não somos de comer comida muito temperada. Eu tive alguns problemas na Alemanha com temperos e levei todos os remédios que poderia para qualquer indisposição para essa viagem! Alimentados e ainda com frio, seguimos de volta para o hotel. Conseguimos um quarto no oitavo andar e nos instalamos. Aproveitamos para descansar um pouco, já que não dormimos nada à noite. Aos nos recuperarmos, já era noite e saímos para comer novamente. Próximo ao hotel comemos em um lugar chamado La Lucha Sanguchería Criolla, que achamos muito, muito bom! São uns sanduíches de pão redondo com diferentes recheios, que vem com batatas fritas (que tem casca e tudo) e molhos pra acompanhar. Muito gostoso! Após comer, fomos visitar o shopping Larcomar novamente e ver a paisagem com a perspectiva das luzes da noite.

Nesse dia aproveitamos para descansar mais, já que a coluna reclama bastante da poltrona e da viagem de avião.

No dia seguinte acordamos refeitos e fomos bater pernas. Pegamos um uber (foi bem tranquilo pegar uber na frente do hotel) e rumamos para a Plaza de Armas. Custou em torno de 18 soles. Chegando lá, algumas ruas estavam fechadas em torno da Praça e descobrimos somente depois que teve um evento da guarda, mas só vimos o finalzinho, pois na hora do início, estávamos visitando a Catedral.  Tiramos muitas fotos com todos os prédios que ficam ao redor da praça e depois visitamos a Catedral (ingressos 10 Soles), bem bonita. Tiramos algumas fotos na Plaza Perú também (uma praça pequenininha com uma bandeirona do Peru, que fica ali pertinho) e rumamos para a Igreja de são Francisco. Muitas pessoas tentando vender de tudo ali em volta da igreja, assediando os turistas. Visitamos o interior da igreja e não pagamos nada, mas não fomos na parte paga. Confesso que não visitamos um dos maiores pontos turísticos que são as Catacumbas do Convento São Francisco (me julguem... Não gosto desses passeios mórbidos...) mas vimos algumas catacumbas na visita da Catedral, que foi bem interessante, mas um pouco claustrofóbico.

Eu queria conhecer a Casa de la Gastronomia Peruana, mas Rodrigo não ficou animado. Andamos mais um pouco pelas ruazinhas do centro e ainda visitamos um mercadinho de artesanato que achamos no meio do caminho. A fome apertou e fomos procurar algum lugar próximo para comer. Convenci o Rodrigo a experimentar o Tanta, que é a versão mais em conta do Astrid y Gastón, também do famoso chef Gastón. Tínhamos visto esse Tanta no shopping Larcomar no dia anterior também, mas não comemos lá, achamos tudo bem caro.

Entrando no Tanta próximo a Plaza de Armas, confirmamos que era caro mesmo, cada prato em torno de 40 soles! Mas resolvemos experimentar. Perguntamos ao garçom se os pratos eram para duas pessoas. Não eram, mas eles poderiam “dividir” um prato em duas porções menores. Aceitamos e pagamos pra ver. Pedimos Lomo Saltado. Cada prato nosso veio uma porção menor do que o prato geralmente vem (comparei olhando o prato dos outros clientes), mas como as porções são normalmente bem servidas, acabamos comendo bem, ficamos satisfeitos! E estava muito bom, apesar do molho que acompanha a carne ser bem temperado! Pedimos Inca kola para experimentar e ainda pedi um suspiro limeño para experimentar também e gostei bastante (apesar da consistência ser diferente do que eu achava que seria). Gastamos 78 Soles no total.

 Estávamos alimentados e a minha idéia era visitar o Museo Larco à tarde. Pedimos um Uber e rumamos para o museu, que parece ser um tanto distante da parte mais turística da cidade. Passamos em locais que pareciam bem humildes e ficamos comparando com alguns bairros do Rio de Janeiro. Gastamos em torno de 12 soles no uber. Chegando ao Museu, tem uma rampa bem grandinha para acessá-lo e em seguida, a casa lá em cima. Eles têm um bebedouro com água com rodelinhas de laranja para os visitantes e adorei a ideia. O ingresso foi bem caro, 30 soles cada um, mas o Museu é muito interessante e fiquei encantada com a visita! Como bebi bastante água de graça, achei que economizei na água e gastei no ingresso (hehehe, que vergonha isso, não?!). Esse museu me lembrou bastante o Museo Del Oro em Bogotá, e conta toda a história dos Incas e as regiões onde habitaram. Achei que iríamos visitar tudo rápido, mas como sempre, demoramos um bocado olhando tudo e ficamos cansados. Em uma parte “anexa”, cruzando um jardim central da casa que é o museu, fica a exposição das peças que são representações sexuais... e essas são um tanto divertidas!

Nessa hora meu celular deu pane e começou a cair a bateria vertiginosamente. Resolvemos voltar para o hotel de uber novamente (custou 18 soles pra voltar), pra ligar o celular na tomada e recarregar. Encontramos um Pizza Hut grande próximo ao Shopping Larcomar e fomos lá lanchar e desfazer a impressão ruim que ficamos da pizza minúscula que Rodrigo comeu no shopping. Pedimos uma grande para dividir e dessa vez contávamos com mais sabores para escolher! E foi lá que tivemos uma ótima surpresa! O garçom falava espanhol muito rápido, mas conseguimos conversar com ele e responder coerentemente às perguntas.  Brinquei com ele que falava rápido e ele brincou com a gente algo do tipo que ele não entendia o português quando falávamos rápido também. Deu um orgulho por estarmos treinando bem o espanhol da gente, sabe?!

À noite novamente fazia muuuito frio lá, mas dessa vez estávamos melhor agasalhados! Depois da pizza descansamos porque o dia foi intenso e no dia seguinte tinha mais visitas!

No dia seguinte acordamos e pegamos um uber (em torno de 8 soles) e fomos para um sítio arqueológico chamado Huaca Pucllana. São ruínas pré-incas, as visitas são guiadas em espanhol ou inglês e custa 12 soles a entrada. Existe a Huaca Pucllana e a Huaca Huallamarca. Alguns dizem que as duas se complementam e outros dizem que é mais do mesmo. Resolvemos visitar só a que era mais "perto" de onde estávamos hospedados e gostei bastante! A fila para comprar a entrada estava bem grande e achei que iria demorar bastante, mas foi rápido, a próxima visita em espanhol estava começando assim que entramos e foi tudo bem dinâmico e interessante.  Ficamos encantados com a visita, achamos tudo muito interessante e bem organizado! Só uma coisa que não tinham falado com a gente antes é que ficamos muito empoeirados. Nossos tênis e barra das calças era só areia no final do passeio! Vão preparados!

Foi lá também que compramos a água mais barata de toda a viagem, que custou somente 1,50 Soles na máquina!

Ao terminar a visita, fomos procurar um restaurante próximo para comer, mas todos que encontrávamos eram bem caros. Vimos um italiano que era caro... Andamos mais um pouco até um que era a mistura de restaurante chinês e peruano (as famosas Chifás) que tinha visto recomendado em blogs de viagem (não lembro o nome do restaurante agora), mas chegando lá demos uma olhada geral no cardápio e vimos que os preços de cada prato eram mais de 50 soles... desistimos. Pegamos um outro uber até o shopping Larcomar (7,50 soles) e resolvemos almoçar em uma chifá no shopping mesmo, só que essa chifá era uma cadeia de fast food... mas estava gostosinho também e foi mais barato, gastamos em torno de 30 soles nós dois.

Após comer, fomos passear mais um pouco. Nossa ideia era ir passeando tranquilo à “beira mar” (só que o beira mar deles é em cima da falésia, o mar fica lá embaixo), e visitar a série de parques que ficam um atrás do outro nesse caminho, que se chama Malecón de Miraflores. Eu tinha separado algumas coisas que queria conhecer: O Parque Del Amor, o Farol, o parque Maria Reiche... Saímos do shopping e fomos andando tranquilos. Os parques são todos muito bem arrumadinhos e limpinhos. As pessoas levam suas crianças e seus cachorros para passear. O Parque Del Amor é um dos primeiros e é bem movimentado de turistas e de vendedores. Seguimos adiante e passamos por áreas arborizadas e lindinhas, quadras de tênis, pelo farol, por mais parques com brinquedos para as crianças, pela pista de parapente... bem, agora só faltava o parque Maria Reiche, que tem a decoração com as flores que lembra as linhas de Nasca... mas onde está?!

De onde estávamos, olhávamos mais adiante e parecia que os parques tinham menos gente circulando... tinha umas obras acontecendo próximo e ficamos com um certo receio de continuar e nos darmos mal. O Google apontava que era ali (depois descobrimos que tinha um colégio chamado Maria Reiche ali)... como já estávamos cansados, resolvemos voltar. Por mim voltaríamos à pé novamente, mas Rodrigo reclamava muito que seus pés doíam e queria voltar de uber. Pegamos um uber de volta para o hotel e custou em torno de 7,50 soles.

Chegando no hotel fomos descansar um pouco e acabamos pegando no sono. A ideia era conhecer o Circuito Magico del água no Parque de La Reserva. Acabamos rumando para lá um pouco depois do que imaginávamos, para depois comer alguma coisa. Ficamos com medo de deixar para outro dia e acabar perdendo a visita. O uber custou em torno de 13 Soles para lá e o caminho foi bem comprido. O ingresso acho que foi 10 soles para cada.

Chegando lá, achamos que era pequeno, mas qual não foi nossa surpresa com o tamanho das fontes e a quantidade de água! E são várias fontes, cada uma com  design diferente e cores e músicas, tudo bem legal. Muitas crianças brincando, tem até um parque de diversões lá dentro também.

Visitamos todas as fontes que víamos e tiramos fotos com todas. Algumas fontes são interativas. Existe uma que é um túnel que podemos entrar e não nos molhamos. E outra, que quando a água abaixa, conseguimos andar até o meio e ficar lá dentro assistindo o show das águas sem nos molharmos (teoricamente) e quando a água abaixa de novo, saímos de lá.

Bem, eu fiquei um tempo ganhando coragem para entrar nessa fonte, pois não preciso nem dizer que estava muito frio e eu não queria me molhar pra ter que passar mais frio depois, né ?!  Quando ganhei coragem e entrei, descobri que nessa fonte a água que vem de cima não molha a gente, mas quando ela bate no chão (que tem uma grade de ralo), ela respinga e molha a barra da calça e o sapato da gente todo. Concluindo: fiquei com os pés todos molhados e passando frio! O Rodrigo ia depois de mim e acabou desistindo, para não passar frio também. 😟 Depois disso, resolvemos ir embora e nesse momento foi um pouco difícil de pegar o uber, pois tinha muitos táxis em volta da saída do parque, mas conseguimos e o uber custou 12,50 soles.

Fomos para a La lucha Sanguchería Criolla novamente comer os gostosos sanduíches com o maior prazer, de novo.

Esse dia também foi intenso: nos empoeiramos de manhã e nos molhamos de noite... Mas descansamos para no dia seguinte passear mais.

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Nós em Moray

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O grupo descendo e subindo morro

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Mais de Moray

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Nós e as Salineras de Maras

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Maras -  quando você olha as fotos e acha que não tem quase nenhum turista...

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Na entrada de Ollantaytambo

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Ollantaytambo

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Subindo atrás do guia (de boné e mochila)

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Vista lá de cima (estão vendo uma "casinha" no meio da montanha que está bem de frente?! Nos explicaram que é como se fosse um refrigerador deles, pra guardar comida e ficar fresquinha

 

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Rodrigo tirando a foto

 

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Subimos mais...

 

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Lá em cima, pedras imensas e de formatos cheios de significado...

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Mais da parte de baixo do sítio arqueológico

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E mais da parte de baixo de Ollantaytambo, como eram as casinhas na época dos Incas.

 

  • 1 mês depois...
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E finalmente estamos chegando ao fim do relato! Desculpem a demora, estávamos passando por alguns problemas com familiares, mas agora tudo está mais tranquilo e posso continuar!

No dia seguinte acordamos muito, mas muito cedo, pois a van da Condor travel iria passar por volta de 5h da manhã no nosso hotel para nos levar a Machu Picchu. No café da manhã do hotel parecia que só tínhamos nós comendo, nos aprontamos na maior velocidade que conseguimos, tendo em vista que estávamos bem cansados, e assim que terminamos de comer, a guia (que falava português) apareceu para nos levar (e mais um outro casal que estava no nosso hotel também) para a van. Fazia um frio daqueles, com direito a usar cachecol, gorro e luvas! Seguimos com a van até outro hotel para pegar um outro casal mais velho que nós e depois seguimos para Ollantaytambo, de onde saía o trem para Machu Picchu. Foram umas 2 horas de viagem até lá. Quando chegamos, a guia pediu para ficarmos com os bilhetes na mão, nos levou até a estação, entramos, seguimos para uma sala de espera e ficamos esperando, sentados em um banco, o horário do nosso trem. No meio do caminho passamos pelo grupo de hispanohablantes dos dias anteriores e cumprimentamos eles, um cumprimento muito alegre, ficamos felizes!

Na sala de espera tinha banheiro e a guia falou que poderíamos ir, mas eu estava um pouco ansiosa, com medo de perder o trem e o Rodrigo não estava ainda com vontade, não fomos. Notamos que tinha uma tela com os horários de saída e os números dos trens. A toda hora vinha alguém da Condor Travel conferir o horário dos nossos tickets, foram acho que uns 3 guias diferentes. Eles orientaram o outro casal que estava conosco a pegar o  trem que estava saindo naquele momento e nós continuamos com o outro casal, que tinha já um pouco de idade, na sala de espera, cheia de gente.

Foi quando percebemos que chegou um novo trem, e era o nosso trem, e ele já ia sair e chegou uma moça da empresa do trem segurando uma placa com o número e falando para todos acompanharem ela. O casal que tinha mais idade não percebeu e já ia ficando para trás, porque nessa hora todo mundo da Condor Travel sumiu e ninguém nos orientou! Sorte que o Rodrigo foi lá falar com eles, para eles irem também, já que o trem deles era o mesmo que o nosso. Seguimos a moça, mostramos o ticket do trem, entramos no trem, procuramos nossos lugares e graças a Deus deu tudo certo. Fiquei meio tensa e chateada com a falta de assistência nesse momento.

A viagem de trem foi muito bonita, não conseguia desgrudar os olhos da janela! A uma certa hora, serviram lanche, que era uma bebida que poderíamos escolher (ou suco, ou chá ou café) e um pedaço de bolo que era bem gordinho.

Chegamos de trem na cidade de Águas Calientes (também conhecida como Machu Picchu Pueblo) e quando saímos do portão, encontramos a nossa guia (Wilma, também muito apaixonada pela história de seu povo) procurando pela gente. Parece que só faltava a gente para completar o nosso grupo. A guia falava português e o nosso grupo todo era de brasileiros. Encontramos nossos amigos hispanohablantes no meio do caminho com um guia falando em espanhol e o Rodrigo ficou chateado, porque queria um guia falando Espanhol também, mas eu fiquei bem tranquila, porque por um momento não teria que fazer tanto esforço pra entender o que era dito!

A guia nos perguntou se queríamos ir ao banheiro e estávamos apertados e acabamos indo ao banheiro e atrasando um pouquinho o grupo, pois a fila estava grande. Depois de atrasar um pouquinho o grupo, este seguiu com a guia explicando como era essa pequena cidade e onde iríamos almoçar, (o almoço já estava incluído no preço). Seguimos por umas ruelas e fomos parar em uma rua mais larga onde tinha o ponto do ônibus para subir para Machu Picchu. Mostramos o ticket do ônibus, pegamos o ônibus (que diga-se de passagem achei que estava bem quente lá dentro e suei, toda encasacada que estava, e arranquei fora o casaco... todo esse passeio foi um tira-e-põe de casaco infinito, pois a gente fazia esforço para subir os degraus e eu ficava com calor e tirava o casaco, ficava parado, eu ficava com frio e colocava o casaco!) e o ônibus seguiu em zigue-zague bem rapidinho até a porta do parque. Vista bem bonita pela janela também. E finalmente chegamos!

Descemos do ônibus e enquanto algumas pessoas foram comprar água e ir ao banheiro, a guia foi carimbar nossos passaportes com o carimbo do Machu Picchu. Nós que não fomos ao banheiro ficamos conversando com umas senhorinhas do grupo que viajaram com o sobrinho e que estavam bem animadas. Confesso que a princípio, muito antes da viagem, achei meio bobo carimbar o passaporte, um documento, com o carimbo do Machu Picchu... mas depois gostei da ideia e fiquei bem feliz em tê-lo no meu passaporte, ele é lindinho! Hehehe

Seguimos para uma pequena porta de entrada e depois de passar pela roleta com os tickets do parque, a guia já seguiu nos explicando a história de Machu Picchu. No início tem uma vista bonita das montanhas ao redor, uma casinha, uns degraus de pedra, uma lhama comendo graminha ao longe e a guia nos levou mais adiante, quando todo mundo subiu os degraus de pedra e aí todos fizeram “uau!” Foi nossa primeira vista panorâmica (e primeira foto da vista) da cidade. E aí a gente pensa de tudo: em como valeu a pena todo o esforço para estar ali, em como a civilização antiga nos surpreende, em como Deus é grandioso... em tudo!

Seguimos o caminho subindo degraus de pedra e a cada momento era um “uau” diferente. E a guia explicando toda a história do lugar. Foi um tanto cansativo todo o trajeto de sobe e desce de escada de pedra, mas valeu a pena! Em outros momentos tivemos mais surpresas com a vista novamente... A vista é magnífica, a história do povo é espetacular e todo o legado é grandioso! Só vimos (e tiramos fotos) das lhamas de longe... eu queria fazer um selfie (sem a lhama cuspir em mim) mas não consegui! Não levei cusparada, mas também não fiz a selfie! O melhor momento é aquele que a gente chega onde tem a vista do tipo “cartão postal”... é sem palavras pra descrever a grandiosidade do lugar! É simplesmente magnífico! Existem milhares de turistas poluindo a foto que você está tirando, do local magnífico, mas afinal de contas, você também não é turista e também não está poluindo a foto dos outros?! Ficamos brincando que iríamos substituir os turistas das fotos por lhamas.

Engraçado foi que eu achei que o sobe e desce iria ser pior... mas não tivemos nenhuma reação com  a altitude, porque Machu Picchu é mais baixo que Cusco, então estávamos no lucro!

Depois de nos maravilhar com a vista da cidade por fora, foi a hora de explorar por dentro. Passamos pela porta e a guia foi nos levando pelo labirinto que é aquilo tudo e nos explicando cada canto que dava pra visitar. Muito legal! Existem alguns lugares que dizem ter energia, por terem sido locais de culto aos deuses, e a gente aproveitava para ficar com as mãos postas, "pegando" a energia do lugar... já que estávamos lá, vamos aproveitar!

Não dá pra descrever tudo o que foi explicado e visto lá, tem que ir para experimentar. Não sei se senti uma energia de outro mundo, só sei que fiquei muito feliz por estar vivendo e conhecendo de perto tudo aquilo!

Eu gostaria de ressaltar também a parte que eu achei incrível como tinha tanto turista da terceira idade lá e todos subindo e descendo aqueles degraus de pedra todos lá na maior disposição... será que é mesmo a energia do lugar que revigora as pessoas?!

Quando terminou a visita, não queria sair... saí com o coração na mão... Pegamos a fila para o ônibus de volta, cansados e com fome... Acho que era perto de 13h... Ah! Levamos alguns biscoitinhos do café da manhã para o caminho e também levei uma garrafa d’água de 700ml (que levei do Brasil e fiquei carregando para cima e para baixo nessa viagem) que enchemos com as garrafinhas menores no hotel, porque li que eles não deixavam entrar com garrafas pet... Mas não se estressem com isso! Eles deixam entrar sim! Não vi lixeiras dentro do parque (só do lado de fora) mas as pessoas respeitam e não vi ninguém jogando lixo pelos cantos, as pessoas guardavam e jogavam nas lixeiras do lado de fora. Também não tem vendas do lado de dentro, então quem estava sem água comprou antes da entrada do parque, no lugar onde é o “ponto final” dos ônibus.

Bem, seguimos de novo em zigue-zague no ônibus até Águas Calientes (que acho o nome mais bonitinho que Machu Picchu Pueblo) e seguimos conversando com o outro casal que estava no mesmo hotel que a gente e no mesmo grupo com a guia que falava português, até o restaurante. O restaurante era self-service e tinha umas comidas muito bonitas e boas. Não lembro agora o nome... Acho que era El Mapi.

O grupo dos hispanohablantes estava lá também, em uma mesa no fundo, mas como já estávamos conversando com o outro casal simpático de brasileiros, de Rondônia, seguimos naquela mesma mesa. Depois do almoço deu uma lombeira, mas nos despedimos e fomos a feirinha que tinha perto, ficar olhando lembrancinhas até a hora do nosso trem partir. Próximo da hora do trem partir, entramos na estação e perguntamos para um funcionário em qual porta tínhamos que entrar e este indicou 4-5. Ficamos em frente ao local indicado, esperando a porta abrir e vimos que a 6-7, que era na lateral esquerda, já estava aberta, com muita gente passando. Vi o casal de mais idade que veio no mesmo trem que a gente nesse mesmo salão sentado em umas cadeiras. O Rodrigo viu que tinha duas moças que não falavam espanhol tentando se comunicar em português com as pessoas mas ninguém entendia elas e fomos ajudar. Era o mesmo trem que o nosso e falamos para elas aguardarem ali também. Até que chegou uma funcionária da Condor Travel, riscou nossos nomes em um papel na prancheta, perguntei pelo nosso trem e ela falou para aguardarmos ali e sumiu. Achamos estranho que a hora estava passando e nada do portão 4-5 abrir. E foi então que passou uma outra funcionária da empresa de trem, conferindo os tickets das pessoas no meio do caminho e falou para seguirmos pelo portão 6-7, pois era aquele mesmo e o trem já ia partir! Falamos correndo com as moças que também estavam perdidas e saímos correndo desembestados para o trem. Quando subimos no trem, dei graças a Deus que deu tempo... Mas o trem ainda demorou quase 1h pra sair em direção a Ollantaytambo! Nem precisava tanta correria!

E ficamos novamente chateados com a Condortravel que nos deixou na mão na orientação quanto à saída do nosso trem!

A vista da volta foi igualmente espetacular! Teve apresentação de dança dentro do trem e também teve lanche. Chegamos em Ollantaytambo mais tarde que o previsto, com o céu já escuro, procuramos e não encontramos ninguém da Condor Travel. Fomos no banheiro, estávamos apertados, e na saída do banheiro, o Rodrigo encontrou um dos guias da Condor Travel., que nos levou até o lado de fora e nos deixou junto com aquele mesmo outro casal simpático do nosso hotel, que ficamos conversando. Ele perguntou se estávamos junto com uma outra pessoa de nome Rogério, se não me engano... Não sabíamos dessa pessoa, mas ficamos imaginando se não era o casal de mais idade que estava com a gente! Coitados! Será que perderam o trem da volta?! E agora?! Na hora de correr, eu nem lembrei que tinha visto eles sentados esperando também! O guia ainda esperou mais um pouco, mas depois resolveu nos levar de van para Cusco e deixou um outro guia, amigo dele, lá esperando mais um pouco. Seguimos de van de volta de Ollantaytambo para Cusco, com o caminho escuro e nós cochilando, por umas 2h. Ao chegar no hotel o tempo já estava frio e nós muito mais cansados!

Procuramos um lugar para comer que ainda estivesse aberto, pois já estava um pouco tarde, pra voltar para o hotel de novo e descansar, pois o dia seguinte seria o da volta. Comemos massa na Trattoria Adriano e reencontramos lá as senhorinhas do passeio, que estavam com o sobrinho, de novo.

No dia seguinte, tinham acabado os passeios e era só nos aprontar para voltar. O problema é que a Avianca mudou o horário do nosso voo e os voos que eram um após o outro ficaram com um tempo grande de conexão e nós iríamos ficar sem fazer nada, uma incrível perda de tempo.  O Check out do hotel era de manhã, tomamos café, arrumamos a mala, saímos e ficamos fazendo hora dando um último passeio na cidade. Depois compramos um lanche e voltamos para o hotel. No hotel, o transfer da Condor Travel nos levou para o aeroporto, pegamos o voo para Lima (que como eu disse, a Avianca fez o favor de mudar o horário e nos deixar mofando no aeroporto de Lima) e no aeroporto de Lima ficamos esperando de 15h até 21h, quando pudemos finalmente voltar para o Brasil, pra chegar só pela manhã aqui, mortinhos! Reencontramos no aeroporto as senhorinhas com o sobrinho de novo e o casal de espanhóis, todo mundo voltando para suas cidades. Foi uma longa espera, mas a viagem toda valeu a pena, voltamos muito mais ricos de conhecimento e experiências fascinantes!  

Nós gastamos em média, por dia, para o casal, em torno de 150 soles (contando deslocamentos, comida, água e souvenirs), em alguns dias gastamos um pouco mais e em outros, um pouco menos. O câmbio estava mais ou menos 1 Sol = 1,22 Reais.

Espero que tenham gostado do meu relato e que eu possa ter ajudado em algum planejamento de viagem! Se quiserem perguntar alguma coisa, é só falar! Então por hoje é só e até a próxima viagem!

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No trem indo a Machu Picchu

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Um pouco da vista do caminho

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Entrada (depois que desce do ônibus)

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Não sabia o que nos esperava

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A vista, no início, era assim

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Subimos um pouco e...

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Uaaaauuu

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Andamos mais um pouco e  mais Uau! A vista tipo cartão Postal! A guia que tirou essa foto legal!

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Mais uma foto tirada pela guia que sabe quais são os "hot spots"

DSCN5767.thumb.JPG.4c3dff4d0db0b3d78e3a31fc8d80663b.JPG

Mais uma da série expectativa (vazio) X realidade (cheio de turistas)

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Entrada para a cidade... e a lhama fofa fazendo pose!

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Entrada para a cidade

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Passeando...

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Passeando...

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Passeando...

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Passeando...

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Passeando...

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Conseguimos uma selfie com a lhama láááá longe

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Não existem só as lhamas passeando por lá, vimos também chinchilas!

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É hora de dar tchau...

  • 2 meses depois...

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