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Parabéns pela coragem, se voltar um dia para a Bolivia eu recomendo que conheça o parque nacional Sajama. 30 dias da para aproveitar bem um país como a Bolívia ou Peru. Outro lugares interessantes é o México (mas é caro, uma volta pelo estado de Chiapas) e da para dividir o mês com a Guatemala.

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Muito boa sua viagem, mas foram muitos deslocamentos, normal essa vontade de querer conhecer tudo de uma vez, mas é muito bom uma slow travel

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Muito legal, tava mesmo precisando de um relato assim, vou partir em março e tinha algumas dúvidas sobre o deslocamento até a a colombia..

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    • Por RodrigoTilly
      Em Setembro de 2019 fui conhecer a terra sagrada dos Incas, Cusco no Peru. Levei um pé na bunda do meu ex- namorado e decidi fazer essa viagem para encerrar um ciclo e abrir um outro e assim o fiz e aproveitei também para comemorar meu aniversário que foi no dia 21. 
      A melhor época para viajar para lá é entre os meses de Junho à Setembro, pois a partir de Novembro já começa a época das fortes chuvas, no período que fiquei choveu apenas uma única vez durante a noite/madrugada.
      Cheguei em Cusco já era 17h30 do dia 12, a conexão entre Lima/Cusco durou 12h horas, só pela misericórdia divina!
      Fiquei hospedado no Hostel Milhause, cerca de 3 quadras da praça de armas, recomendo muito, super limpo , organizado, café da manha incrível e com pessoas interessantes e lhe dão todo o suporte necessário e segurança também, as festas do bar foram as melhores servem almoço e janta também à parte.
      Fiz o chekin , tomei um banho e fui em um restaurante , a comida de lá são muito gordurosas e não são boas, quem tem problema de estômago deve levar omeprazol ou algo do tipo para não terem um desconforto durante a trip, perdi a conta de quantas vezes fui ao banheiro. Comecei a sentir tontura devido o mal de altitude, decidi voltar para o hostel e descansar, dormi e acordei só no dia seguinte. 
      https://www.brazilian.hostelworld.com/hosteldetails.php/Milhouse-Hostel-Cusco/Cusco/62915
       
      Dia - 1) City Tour + Meio dia livre.
      Tomei um super café da manhã no hostel e sai para procurar uma agência, tem varias por lá e precisamos pechinchar para encontrar uma que dê um desconto legal. Mas os valores são extremamente parecidos, Eu indico a Sakura Tours, falem com a Alice, super gentil e prestativa. Decidi fechar com ela os passeio que ficou em torno de 670/ 700 solos incluindo Machu Pichu. As 13h saímos em uma van para conhecer a cidade e seus arredores passando pela Catedral de Cusco, Qoriconcha/ Templo de Santo Domingo, Sacsayhuaman, Qengo, Puca Pucara e tambomachay. A city tour dura 6 horas e é bom levar agua e lanchinhos. , passe no mercado antecipadamente. Eu dei sorte pois conheci o Daniel um venezuelano lindo na da fila o mercado e ficamos durante toda minha estadia por lá. 
      https://sakuraexpedition.com/en/
      Alice da agência Sakura Expedition.

       
      Catedral de Cusco.

      Plaza de armas.

      Entrada de Tambomachay

       
      Dia 2) Maras – Moray y Salineras
      Este é um passeio que acordamos bem cedo para irmos, porém chegamos no meio da tarde por volta das 15h. É incrivel como é grande Maras - Moray e as Salinas. Nesse passeio conheci uma senhor que veio do Japão 70 anos de idade e disse que só vai parar de viajar quando sua existência findar. Os guias são bem atenciosos e praticamente é uma aula de historia ao ar livre. Em todos os passeios praticamente eles param em lojinhas para fazer compras, minha dica é não comprem nada pois o preço triplica nessas lojas, o certo mesmo é comprar no mercado São Pedro que fica no cento de Cusco  a praça de Armas.  Em Salinas , podemos tirar fotos incríveis e comprar chocolate de sal, é um passeio que faria novamente , mas não foi um dos meu preferidos. Depende muito do grupo que vai com você na van, entretanto toda a explicação do guia vala a pena para entender a historia e cultura do local. 
      Entrada Moras - Morays

       

       
       
      Salinas e toda sua beleza.

       

      3 DIA ) Laguna Humantay
      Esse foi o segundo passeio que mais gostei da lista dos tours que fiz, minha turma era bem animada e tinham  brasileiros incríveis que estavam mochilando também, o caminho até lá é um pouco cansativo, mas o visual da laguna vale a pena o esforço, são exatamente 2 horas de subida até o topo da montanha, fomos ouvindo musicas inspiradoras e compartilhando historias de vida, junto a nós tinham um Irlandês e um argentino, fizemos piada, tiramos foto no meio do percurso e deslumbramos toda aquela paisagem, nesse passeio tem direito a café da manhã e almoço e digo que foi de arrasar, pois o local onde fizemos nossas refeições tinha uma vista incrível dos vales. Água é necessário e não se esqueça de aproveitar o caminho, chegando lá aproveite para tirar fotos e apreciar aquela belezura. é um passeio de um dia inteiro. 
      Laguna Humantay

      Arco - Iris - se

      4 Dia ) Valle Sagrado - Pisac e Ollantaytambo e Chinchero 
      Esse passeio também é de um dia inteiro , saímos bem de cedo com a Van e o guia , prepare a bateria da câmera para não ficar sem, pois passamos por muitos locais e conhecemos a cidadezinha de Ollantaytambo. Prepare-se para subir e descer escadas gigantescas e subir colinas, Nesse passeio também é servido almoço e café da manha. Como sempre o guia nos proporciona uma aula de historia e teologia a respeito das crenças dos antigos Incas. O que mais me impressionou foi ver que os andinos realmente sabem aproveitar as áreas montanhosas para cultivar e fazer de moradia. Você ficará deslumbrado a cada passo que der e como sempre fuja dos vendedores locais, levem agua e lanche para fazer durante todo o percurso. No final do tour te levaram para um Chinchero onde as mulheres de trajes típicos ensinam e nos mostram como tingir pelos de Ilhamas/Alpacas , vale a apresentação mas no final eles sempre iram te empurrar alguma coisa pra você comprar, não é necessário comprar nada e nem dar gorgetas (obs: Podem te levar mais de uma vez , pois existem varios por lá). Quem entende sobre Xamanismo vai se identificar muito no Vale sagrado, pois mostra muito da crença antiga dos Incas e toda a forma de conexão com o mundo espiritual. 
      Vista da cidade de Pisac

       

      Evangelina , peruana com traje típico no Chinchero 

      Vista do alto de Ollantaytambo

       
      5 Dia) Aguas Calientes e Machu Pichu. 
      Para mim, Machu Pichu é o mais legal, pois o caminho até lá é incrível de se fazer. Pegamos a van na frente da agência e fomos até a hidroeléctrica numa viagem que durou 7 horas com uma parada de + ou - 40 minutos para o almoço. Chegando na hidroeléctrica fomos caminhando até a cidade de aguas calientes , conheci um grupo de franceses e pude praticar o meu francês, essa caminhada durou em exatamente 3 horas, para mim o melhor é essa trilha, não compensa ir de trem pois pagamos um valor absurdo em dólares, o bom é que você vê paisagens incríveis e vai beirando o Rio junto com os trilhos do trem, muita gente faz esse percurso e aproveitamos para conhecer pessoas e fazer paradas em lanchonetes bem huts no meio do caminho. Chegando em Aguas Calientes nos encontramos com o nosso guia as 18h da tarde , ele nos indica o hostel e posteriormente vamos todos jantar juntos, o pacote para Machu Pichu inclui almoço, jantar,  café da manha + hospedagem em hostel. Eu indico que fique pelo menos um dia em aguas calientes para sentir a energia e a vib boa do lugar.  O hostel que fiquei era maravilhoso e pude assistir as novelas do Peru, depois da janta o guia nos dá as instruções para o dia seguinte subirmos para a tão esperada montanha Machu Pichu. Aconselho vocês a comprarem a tichet de ónibus para subir e descerem a pé pois economizamos mais alguns dólares. E quem vai para lá procurem ir pela manha pois o visual é magnifico e fugimos do sol quente. Não subam a pé, pois a duração é de 1 hora de caminhada e chegando lá dentro caminhamos um bocado por todo o local. Se fecharem os tours na agência Sakura peça pra Alice reservar o guia Percy, pois ele foi incrível em todo o tour dentro das ruínas, aproveito para tirar fotos a vontade e peça pra ele também tirar as fotos tipicas de turista, deixando uma gorgeta generosa, pois ele foi/é muito atencioso e mais uma vez aquele aulão de historia. Feito todo o passeio seguimos novamente para a trilha de 3 horas de volta a hidroeléctrica para pegar a van de vonta para Cusco, aconselho a ficar 1 dia a mais em aguas calientes para aproveitar a cidade que é super bohemia e tem uma vibe super xamanica.  Não esqueçam do repelente e protetor solar, pois o sol queima com força e os mosquitos tem dentes por lá.  

       

       

      Não se pode tirar fotos com nenhum tipo de bandeira em Machu Pichu, Como essa bandeira é a bandeira de Cusco eu pude tirar tranquilamente sorte a minha que é a mesma bandeira GLBT.
      Não se esqueça de carimbar seu passaporte na saída . 
       
      6 Dia )  Montanha de Colores. 
      Para mim foi o passeio mais chato, porém com uma paisagem de tirar o fôlego literalmente, meu grupo não estava a fim de conversas ou fazer amizades e cada um ficou na sua, é uma caminha de 3 horas e uma subidinha filha da puta, para cada três passos que damos descansamos um pouco porque esse local já é bem alto e o ar é quase rarefeito, vale o passeio pela foto , mas eu não o faria novamente. Chegando no topo você pode carimbar seu passaporte e digo que terá muitos turistas num espaço pequeno, dividindo com vendedores e guias. Verifique também o tempo, pois quando comecei a descer começou a nevar e tive amigos que quando chegou lá a montanha estava coberta pela neve. Também leva um dia inteiro com direito a café da manha e almoço. E lá conseguimos ter contato com os povos andinos que são descendentes dos Incas. Outra cultura, outra Vibe.  
       

       
      Considerações finais....
      Ao todo fiquei 14 dias em Cusco, aproveitei para ir aos restaurantes e barzinhos e fazer caminhadas nos bairros de lá , é incrivel esse lugar e quero voltar para fazer voluntariado, indico para todos os meus amigos. Me senti dentro de uma Telenovela e muito acolhido por todos, principalmente pelo hostel que fiquei e a agência de tours. Comemorei meu aniversario junto a pessoas que nunca vi na vida , fizeram uma festa surpresa pra mim, com dinheiro a bolo na cara e conheci um namoradinho maravilhoso o Daniel, sempre os levarei para a vida toda. Aproveite para ir ao Mercado São Pedro (Não comam lá , a higiene do local e 0), Conhecer as igrejas, os mirantes da cidade, as baladinhas e comer as comidas diferentes de lá sem exagero é claro. Gostei muito de um restaurante que serve uma comida deliciosa tipo o churrasco grego só que Top das galáxias, se chama A casa de Kebab, fica ali do lado da praça de armas e super em conta.
      Voluntários do hostel Milhause Cris brasileiro e Macarena da Argentina, meus irmãos de coração.

       
      Daniel, vivi quase uma lua de mel com ele. Gratidão. 

       
      GASTOS
      City Tour - 35 soles
      Valle Sagrado  - 55 soles, inclui almoço. 
      Maras moray y Salineras - 35 soles
      ou voce pode escoler fazer um combinado de Valle Vip ( Valle Sagrado tradicional com Maras Moray com almoço ) 90 soles
      Laguna Humantay 85 soles 
      Montanha de Colores 85 soles
      Puente Queswachaka dia inteiro 140 soles com almoço e cafe da manha + 20 soles ingresso.
      Boleto turístico geral para 10 dias ( Recomendo) 130 soles ( Serve para Valle Sagrado, Maras y moray, city tour e museos  da cidade)
      Machu Picchu by car = 130 dolares Com cafe da manha, almoço e janta ou Machu Picchu By Train = 260 dolares alimentação não inclusa)
      Ao todo gastei 5 mil reais nessa viagem de praticamente 14 dias. Poderia ter gastado menos , mas quis fazer alguns outros passeios e comprei umas coisinhas e outras é claro,  o que saiu mais caro mesmo foi o aéreo como sempre. Porém não deixem de viajar e conhecer esse lugar incrível que para mim sempre terá um lugar especial nas minhas recordações. 
      Dúvidas estou a disposição. Segue meu Instagram @RodrigoTilly
      Namastê e boa viajem meus irmãos. 
       
    • Por Thiago e Priscila Blumenau
      Olá amigos da comunidade Mochileiros.com.
      Aqui é o Thiago e a Priscila. Nós moramos na cidade de Blumenau-SC.
      Em dezembro de 2018 fizemos nossa viagem de carro até San Pedro de Atacama no Chile.
      A comunidade mochileiros.com nos ajudou bastante, pois no site conseguimos várias dicas e conhecemos outras pessoas que também nos ajudaram com informações. Por esse motivo queremos compartilhar nossa experiência. E quem sabe poder ajudar ou até mesmo encorajar outras pessoas a saírem do sofá e encarar essa aventura.
      Já contamos a primeira parte do nosso passeio, onde você encontra informações como: documentos necessários, seguros obrigatórios, melhor roteiro, condição das estradas, hotéis, pontos turísticos, custo com passeios, custo com alimentação, custo com gasolina, custo com pedágios, melhor câmbio, o que levar na bagagem, etc. Se você não leu a primeira parte, então clique aqui.
      Nesta segunda e última parte vamos falar sobre: formas de chegar em San Pedro Atacama, aclimatação, hospedagem, casas de câmbio, agências de turismo, passeios, alimentação e compras.
      Então vamos ao que interessa [=
      → Formas de chegar até San Pedro de Atacama:
       • De avião: sim é possível!
      Mas quem vai de avião desembarca na cidade chamada Calama, que fica a aproximadamente 100 km de San Pedro. De lá é possível pegar um ônibus direto para San Pedro ou alugar um carro. Em San Pedro existe uma pequena rodoviária, bem no centro e que funciona praticamente o dia todo.
      • De carro: ir de carro é uma aventura incrível.
      • De moto: também uma forma muito bacana de pegar a estrada. Porém é mais limitado do que o carro, pois você não tem tanto espaço disponível, vai precisar fazer mais paradas para abastecer, etc., mas nada que tire o prazer do passeio.
      A maneira de ir vai depender da sua vontade e do quanto você está disposto a gastar.
      Por que vontade?
      Porque ir de carro por exemplo, cruzando o Brasil, a Argentina e Chile não é para qualquer um. É uma viagem longa, cansativa, demorada, que vai te exigir planejamento, paciência e atenção a todo momento. Ou seja, tem que ter muita VONTADE mesmo!
       E quanto você está disposto a gastar?
      Pegar um avião, desembarcar e chegar é muito rápido e fácil. Porém tem o seu preço.
       Quando nós resolvemos fazer a nossa viagem, fizemos uma comparação entre ir de carro e ir de avião. Sem dúvida ir de carro era mais barato. E sem contar que ir de carro você aproveita o passeio, pode parar quando quiser, pode tirar fotos pelo caminho, conhece outras cidades pelo caminho. Então tudo isso pesou na hora da decisão.
      Por isso eu digo: VÁ DE CARRO, VALE MUITO A PENA.
       *Mas lembre-se de revisar o seu carro antes. Preparar tudo que precisa com antecedência.
       Segue abaixo um resumo para quem vai de avião:
       Você embarca no Brasil e desembarca na cidade de Santiago (Chile).
      De Santiago você pega outro avião até a cidade de Calama.
      De Calama você pode pegar um ônibus (turismo) que te leva até a rodoviária de San Pedro de Atacama ou pode alugar um carro e dirigir até lá.
       Todos os ônibus que chegam em San Pedro de Atacama desembarcam no Terminal de Buses, que é uma pequena rodoviária, que fica bem próxima da Rua Caracoles, que é a principal rua de lá (aprox. 5 min caminhando).
       Distâncias:
       Santiago x Calama: 1530 Km
      Tempo de voo: 2h
       Calama x San Pedro de Atacama: 100 Km
      Tempo na estrada: 1:30h
       
       → Aclimatação:
       Você vai perceber que o ar em San Pedro é diferente.
      É normal você ter certa dificuldade para respirar, devido à altitude.
      Pelo caminho você já começa a notar a diferença. Quanto mais alto, mais difícil a respiração.
      Esteja preparado, pois seu nariz e sua boca irão ficar bastante secos.
      Nós sentimos dificuldade ao dormir, pois de madrugada o nariz trancava e a boca ficava seca demais.
      Algumas vezes nós levantávamos para tomar água e umedecer o nariz.
      Conversamos com alguns brasileiros, que relataram terem sentido dor de cabeça e enjoo.
      Mas é uma condição suportável.
      Entenda que é um clima totalmente diferente do nosso.
       Durante o dia era quente e seco.
      A noite a temperatura era agradável.
      Para não dizer que nesse lugar não chove, o guia nos contou que chove uma semana por ano.
       Curiosidades:
      San Pedro de Atacama está a 2.300 metros acima do nível do mar. E tem alguns passeios que nos levam a 5 mil metros.
       Dica:
      Beba muito líquido, evite álcool e prefira comidas leves.
        
      → Hospedagem
       Em San Pedro existem muitos Hostels.
      Nós escolhemos um hostel chamado Casa Lascar, que ficava ao lado da rodoviária de San Pedro. Muito próximo ao centro. Esse hostel nos atendeu muito bem, pois tinha dois quartos, uma cozinha, uma sala e um banheiro só para nós. A reserva foi feita na plataforma booking.com. O preço não era absurdo e valeu muito a pena.
       Dica:
      Quando você for procurar a sua hospedagem, você pode escolher por exemplo: quarto compartilhado ou não, banheiro compartilhado ou não, que tenha garagem, local para lavar a roupa, cozinha, etc. Tudo depende da sua necessidade e do quanto você quer gastar. Sites para reservar hotéis é só digitar no Google.
       
       → Casas de câmbio
      Em San Pedro existem algumas casas de câmbio, onde você pode fazer a troca do seu dinheiro de forma muito simples e fácil. A maioria delas fica aberta até tarde da noite, então é bem tranquilo.
      Nós trocamos todo o nosso dinheiro em San Pedro e valeu muito a pena, pois se tivesse trocado no Brasil teríamos perdido muita grana. Nós trocamos o nosso dinheiro na casa de câmbio RENT A BIKE EMILY, pois foi a casa de câmbio que nos ofereceu a melhor cotação. E esta casa de câmbio também aparece em outros blogs de viagem, por isso nós optamos.
       Dica:
      Pesquise em pelo menos três casas de câmbio, antes de trocar o seu dinheiro.
      Nós falamos com duas casas de câmbio antes, para saber a cotação. E por último fomos até a RENT A BIKE EMILY. Chegando lá nós falamos sobre o preço dos concorrentes, então ali conseguimos a melhor cotação.
       
       → Agências de turismo
      Em San Pedro existem muitas agências de turismo, oferecendo pacotes dos mais diversos.
      Existem alguns passeios que não são todas as agências que fazem, por exemplo subir na boca do vulcão. Neste caso só uma e outra fazem o passeio, pois é mais arriscado, demora mais, requer alguns equipamentos específicos, etc.
       Nós reservamos os passeios antes da viagem.
      Fechamos os passeios com a agência Volcano Aventura, que fez um preço muito interessante.
      Na ocasião pagamos uma parte adiantado e o restante quando chegamos. Foi bem tranquilo, nos atenderam super bem, não tivemos qualquer problema. E a negociação toda foi pelo whats.
       Dica:
      Pesquise bastante, pois só assim você consegue um preço bacana.
      Consulte as páginas de cada agência, no Facebook, Instagram, etc. Veja os comentários, a data da última atualização, etc. Assim você tira uma ideia se a agência é boa ou não.
      Mais passeios ou mais pessoas, geram bons descontos. Seja esperto e negocie.
       
       → Passeios
       A maioria dos passeios começa muito cedo, por isso você precisa se programar com horários.
      As agências te pegam na “porta de casa”, ou melhor, na porta do seu hostel.
      Junto ao motorista sempre tem um guia que fala espanhol ou inglês.
      Ao chegar no destino, eles também servem uma mesa de café, com doces, frutas, água, suco, etc.
      É muito divertido, vale muito a pena.
      Geralmente as agências realizam um passeio por dia, para não cansar seus clientes.
      Há também passeios noturnos, basta você pesquisar na internet, para saber mais.
      Outra forma de passear em San Pedro é alugando uma bike. São várias lojas que tem bike para alugar por dia, por hora, etc.
      Dica:
      É possível realizar a maioria dos passeios com seu próprio carro, porém algumas estradas não são boas, pois tem pedras, buracos, lama, etc. Se o seu carro não for preparado, melhor ir com a agência de turismo, pois elas têm carros preparados para esses lugares.
      Nós fizemos todos os nossos passeios com a agência.
       
      → Alimentação
      Os restaurantes servem de tudo e um pouco mais.
      Mas vale lembrar que as comidas de restaurante não são iguais a que você come em casa.
      Por isso, se você prefere aquela comidinha caseira ou aquele feijão, saiba que não vai encontrar.
      Nós optamos em fazer a nossa janta todos os dias. Então passava no mercado, comprava os ingredientes e preparava tudo no hostel.
       
      →Compras
      Em San Pedro você encontra de tudo para comprar, inclusive tem algumas marcas famosas que tem lojas nesse lugar. Não pense que é tudo baratinho não. Se você fazer a conversão para sua moeda, cuide para não cair pra trás.... (kkk);
       Vale a pena comprar uma lembrancinha ou outra, mas não dá para se empolgar.
       
       Acho que é isso pessoal.
      Espero que vocês tenham gostado.
      E tomara que esse relato possa ajudar vocês a planejarem sua próxima viagem.
      Um grande abraço.
       Contatos:
      47 988417695
      Instagram: thiagomarianobnu
    • Por divanei
      HUACACHINA - PERU
       
                Pela janela do ônibus vão nos saltando aos olhos uma paisagem desoladora, como se uma guerra nuclear tivesse destruído e acabado com tudo. Minha esposa já havia me interpelado uma dezena de vezes o porquê de estarmos nos dirigindo para o sul do Peru, numa paisagem feia de dar dó , ainda mais depois de termos passado uma dezena de dias espetaculares, com paisagens de sonhos, junto à Cordilheira Branca , na região de Huaraz.

               
                Me mantive firme no meu propósito e ao invés de deixar que o desânimo tomasse conta de mim, me concentrei no outro lado do ônibus , onde o Oceano Pacífico insistia em nos dizer que o deserto não era tão feio quanto parecia. Mas não era a paisagem natural que nos assolava a alma e sim as construções e habitações dos povoados e pequenas cidades, casas cobertas de palha ou sem uma cobertura de telhado, apenas uma laje apinhada de tranqueiras e ferros espostos, coisa feia de se ver, toda empoeirada, numa sujeira desgostosa, praticamente sem nenhuma árvore.

       
                A falta de telhado era mais do que justificável, muito porque estávamos em meio ao deserto, onde praticamente não chove e mesmo na capital do país não há telhados, não como temos no Brasil. O ônibus que pegamos custou uma ninharia, não mais que 25 reais para 6 horas de viagem, mas foi pegando gente a laço pelo caminho, num sobe e desce interminável e mesmo no outono, fazia um calor dos infernos, sem ar condicionado ou qualquer outra mordomia, mas era o preço pela economia. Vendedores entravam a todo momento, vendendo de tudo que se possa imaginar, principalmente comida e petiscos, alguns com uma cara muito boa, outros nem tanto.

                Já era começo de tarde quando desembarcamos em ICA, uma cidade até grande se comparada ao porte dos vilarejos que passamos, mas o trânsito caótico, com carros barulheiros e tuk-tuk espalhados para todos os lados. Com as cargueiras gigantes nas costas, fruto das bugigangas compradas na Cordilheira, saímos à procura de um restaurante para almoçar, mas se tem uma coisa que peruano gosta, é comer, e achar algo vazio que conseguisse nos atender foi quase impossível. Minha mulher já estava emputecida pela situação, pela viagem extremamente cansativa, mas muito mais pela paisagem, do qual ainda não compreendia porque havíamos andado tanto para ver coisa alguma que prestasse.
                Por fim, resolvi logo abandonar Ica e me dirigir para o nosso destino, o objetivo daquela viagem, e embarcamos no primeiro taxi que nos abordou, uma lata velha caindo aos pedaços, que por uns 8 reais, chacoalhou por 5 km até nos desovar no meio do Deserto, num vilarejo cercado de Dunas Gigantes e com uma lagoa no meio e as caras carrancudas, deram lugar a um sorriso de orelha a orelha em meio à uma das mais belas paisagens do mundo, HUACACHINA era nossa.

       
                 O Oásis é um lugar turístico e como tal, também pratica preços muito acima de outros lugares no Peru, ainda mais por ser fim de semana, mas foi só dar uma volta no minúsculo lugar para conseguir algo que coubesse no nosso bolso. O problema é que as coisas são tão baratas no Peru, que já havíamos nos acostumados com um padrão de preço e os 80 reais pagos na hospedagem nos pareceu uma fortuna, mas quando entramos no hotel e nos deparamos com uma acomodação chic , com banheira e até uma cozinha, minha esposa se alegrou de uma tal maneira que acabei achando que foi barato e comparado as hospedagem no Brasil, foi mesmo uma pechincha.

       
       
       
       
                Tomamos banho e fomos conhecer o vilarejo. As dunas são as mais altas do nosso continente e é quase impossível tirar os olhos delas, numa paisagem surpreendentemente diferente de tudo que vimos na vida. O lago e suas palmeiras dão um charme especial, ainda que hoje digam que ele é abastecido artificialmente. Como é um lugar turístico, é todo cercado de lojas, bares, hotéis, agências de turismo e todo tipo de comércio. Como é final de tarde, todo mundo se dirige para o alto de alguma duna para apreciar o pôr do sol, mas nós estávamos bem cansados e deixamos isso para o dia seguinte. Outra coisa que é um sucesso por ali é o passeio de bug, mas não são esses bugs mequetrefes que temos no litoral do Brasil não, são monstros construídos para destruir as dunas, mas nós mesmo não estávamos a fim de chacoalhar pelo deserto, já estávamos acostumados com nosso modesto 4 x 4 e em se tratando de emoção, nosso NIVA não ficava devendo nada para aqueles transformes peruanos.
                Depois que jantamos eu já deslumbrei dar a volta nas dunas no dia seguinte, coisa que minha mulher caiu fora, não passava pela cabeça dela levantar às 6 da manhã para escalar dunas de areia. Então no outro dia bem cedinho, apanhei minha mochilinha, coloquei uma garrafa d’água, uma máquina fotográfica, um lanche e assim que ganhei a rua, já enfiei os pés na areia e fui ganhando altitude. Mas era um passo para cima e dois passos para trás e mesmo ainda sendo nas primeiras horas da manhã, a areia fervia de tão quente e me senti um beduíno no meio do deserto.
                Aquela era a primeira experiência minha escalando uma duna e não demorou nadica para perceber que acabei subestimando aquele monumento natural. A areia quente começou a fritar meus pés e como estava apenas de sandálias, comecei a ficar desesperado. Parava às vezes e cavava um buraco na areia, tentando buscar um terreno menos quente, mas isso pouco resolvia, então a única coisa que consegui pensar foi a de colocar nos pés numa capa de saco de dormir que acabou ficando dentro da mochilinha e um saco de batatas fritas aluminado, aí eu já estava no desespero, meus miolos já haviam fritado também ou eu chegava logo no topo da duna ou tava morto.
       
       
                Do alto da grande muralha de areia o mundo se modificou. Lá embaixo o Oásis de Huacachina parecia uma pintura de um quadro e ao meu redor, o deserto parecia ter me introduzido dentro de um romance passado no Saara. O vento levantava uma areia fina e mesmo o sol queimando meus pés, ainda assim o encanto era maior que aquele sofrimento momentâneo. Cavei um buraco ainda maior e nele me enfiei, dando alívio aos meus pés e assim tive um maior conforto para apreciar aquela paisagem que talvez eu jamais veja novamente, talvez não com aquela proporção. Mas a minha intenção era a de dar a volta no oásis, então peguei minha mochilinha, tomei um gole d’água e parti, agora caminhando em nível, galgando as lombadas do terreno até que ser obrigado a abandonar a duna e quebrar à direita em direção aos bugs estacionados perto de um outro pequeno oásis.

                Perco altura lentamente, mas logo sou obrigado a despencar barranco à baixo porque a areia quente volta a fritar meus pés. O sofrimento recomeça e me vejo em desespero novamente, mas dessa vez o negócio ficou sério, então corro feito um calango do deserto até que chego à sobra de um dos bugs gigantes. Poderia muito bem abandonar aquela caminhada e a partir dali, voltar novamente para o hotel seguindo a trilha de areia que desce ao vilarejo, mas não vou arregar tão cedo.
                Continuo subindo até que passo pela caixa d’água instalada nesse selado de dunas, tomo um fôlego, ajeito a proteção tosca que havia colocado nos pés e sigo subindo até que alcanço de vez o cume mais alto daquele mostro de areia. São impressionantes o tamanho e a altura dessas dunas, de onde posso avistar povoados distantes, perdido num mundo árido e seco, sem árvores e totalmente desolados. Mas é justamente isso que torna esse oásis tão espetacularmente belo, é um sopro de vida no meio do caus. 

                Minha água acabou, o sol já destrói minha pele, mas mesmo assim continuo caminhando, agora em nível sobre o cume da duna, quase completando os 360 graus ao redor de Huacachina, mas antes que esse ciclo se feche, resolvo fazer algo inusitado: despencar da duna mais alta do nosso continente, ao invés de ir perdendo altura lentamente em direção ao vilarejo. Aos saltos e aos pulos, vou escorregando rapidamente, quase sem controle e quando a força da gravidade resolve fazer troça da minha pessoa, perco o controle totalmente e saio rolando desgovernadamente. Uma hora vejo o céu, outra hora vejo areia, outra hora o topo da duna, outra hora já não vejo mais nada. Meus olhos, meu nariz, minha boca foi tomada pela areia fina. Minha mochila e minhas sandálias se perderam nas dunas e eu virei passageiro do além e do acaso. Miséria dos infernos!!!! Sou um homem humilhado. Me levanto da surra e procuro saber onde estou e quem sou eu e logo  um monte de turistas, que estão passando nos pés das dunas me fazem recobrar a memória. Os japoneses ficam rindo e apontando para mim e eu apenas faço cara de paisagem, viro as costas e volto a subir a duna atrás dos meus pertences, só não encontrei minha dignidade. Recolho tudo e volto a descer até chegar a um chafariz no vilarejo, onde aproveito para lavar meus olhos, enquanto eu próprio não me contenho e caio na gargalhada com o ocorrido.
                Quando chego de volta ao hotel, sou obrigado a me jogar dentro de uma banheira de águas frias e por lá ficar até que meus pés se acalmem das queimaduras e eu consiga me livrar de toda areia que foi entrando em cada orifício. Resolvido o problema, saímos para um passeio mais demorado. É possível nadar no lago ou mesmo andar com umas canoas ou pedalinhos, mas eu queria mesmo era experimentar uma descida de sandboard, uma espécie de surf na areia, onde você pode alugar uma prancha pagando míseros 5 reais por 1 hora. Eu já havia feito isso uns 20 anos atrás nas praias da Joaquina em Florianópolis, mas havia me esquecido que não era tão fácil parar em pé como eu pensava e só fiz cair naquela desgraça, rolar sem rumo e encher meus olhos e meu nariz novamente de areia. Mas já que havia fracassado no surf de areia, ficamos por lá para assistir ao pôr do sol, isso sim era sucesso garantido.
                Huacachina é mesmo especial, um lugarzinho legal para descansar , experimentar umas comidinhas diferente ou simplesmente não fazer nada e como não fazer nada já começa a me irritar, tratamos logo de pegar nossas tralhar e picar a mula para outras paragens, fomos rumo ao Oceanos Pacífico, lá para as bandas de Paracás, outro lugarzinho lindo, com caminhadas e pedaladas para belas praias de águas geladas, onde pelicanos fazem sua morada, mas essa é outra história, o certo é que uma viagem ao Peru tem a capacidade de mudar sua visão de mundo para sempre, ninguém vai ao Peru e volta a mesma pessoa.

       
       



               
               
       
    • Por Onika Winchester
      Olá, após planejar inúmeros roteiros, hoje resolvi tentar modificar o último que tinha feito. Pretendo incluir Arequipa, mas pra isso precisarei "arrumar" 3 dias pra conseguir fazer tudo. O que tinha ficado definido é que eu faria Vale sagrado, Maras e Moray,  e teria que decidir entre a rainbow mountain ou a Laguna Humantay. Porém como irei para Huaraz, descartei a Laguna, ficando com a Rainbow Mountain.... Em Arequipa eu tiraria o primera dia pra fazer o city tour e conhecer a cidade, e depois faria um tour pelo vale del Colca 2D1N. Mas essa logística acaba comprometendo o meu roteiro totalmente. Apesar de terem suas particularidades, vi que passeios como o Vale e as salinas devem ser feitos antes do Machu Picchu pq depois '"""não tem graça""". Visto que farei MP, seria aceitável sacrificá-los pra conhecer Arequipa? Logicamente, a Rainbow vai ser sacrificada junto com isso
       
      Obs: o problema em si não é nem a questão dos dias, teoricamente eles dariam, mas o horário de saída do ônibus cusco->Arequipa me impede de fazer o deslocamento no dia que voltarei do MP via hidrelétrica e van, uma vez que os ônibus saem umas 20h e pelo que pesquisei chegarei bem próximo desse horário lá em cusco. Isso me força a ficar em cusco mais um dia para pegar o próximo ônibus para a Arequipa, que só sai de noite.


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