Ir para conteúdo

Posts Recomendados

  • 3 semanas depois...
  • 4 semanas depois...
  • Membros

PARTE 2: QUERIA UM TITULO TÃO LEGAL QUANTO SUCRE É, MAS NÃO PENSEI EM NADA.

 

NÃO DESISTAM DE MIM NEM DO TÓPICO, QUANDO AS COISAS ACALMAREM NO TRAMPO TEREI MAIS TEMPO PRA ATUALIZAR MAIS RÁPIDO.

Particularmente falando, odeio acordar cedo. Sempre travo uma batalha de proporções medievais com minha cama quando tenho que acordar com despertador. Mas no dia 14/12/2018 isso foi beeem diferente, mesmo acordando as 03:00 da manhã.

Como disse na parte 1, nós optamos por ir de avião (R$1053,00 ida e volta pela GOL, pesquisei todo dia por diferentes sites e apps e esta foi a melhor oferta em que achei desde fevereiro para época que eu precisava. Se eu não fosse em dezembro, poderia ter pago bem menos, achei passagens por até R$618,00 ida e volta) porém ir de avião não implica que tínhamos ou temos dinheiro, muito pelo contrário. Assim sendo, fomos da maneira mais econômica que existe até o aeroporto de guarulhos: Trenzão.
Há 3 maneiras de chegar no aeroporto de Guarulhos de trem:

  • Você vai até a estação da Luz, onde há um trem expresso até Cumbica, cujo qual custava R$8,00 (descartado por nós pelo preço e horários limitados).
  • Você vai até o Brás e de lá pega um trem até Cumbica (também descartado por conta dos horários de partida dele que não encaixavam com o que precisávamos).
  • Você vai até o Brás, pega um trem na Linha 12 Safira e desce na estação Engenheiro Goulart. De lá, sai o trem da Linha 13, Jade, que irá até Cumbica.

Como nosso voo tinha saída programada para as 10:15, pegamos o primeiro trem sentido Jundiaí - Luz, as 04:10 da manhã e gastando apenas R$4,00, chegamos no aeroporto as 07:30 da manhã \o/

Um dos segredos de uma boa viagem para a Bolívia é saber que perrengues podem sim acontecer. Sabíamos e esperávamos por isso, mas não esperávamos perrengue ainda no Brasil.

Acontece que um dia antes de nossa partida, uma chuva digna de filmes apocalípticos caiu em São Paulo e isso afetou muito os aeroportos, muitos voos cancelados, atrasados, pessoas dormindo no aeroporto e filas quilométricas para despachar bagagens. Isso causou um efeito dominó que chegou em nosso voo, que partiu com mais de 2 horas de atraso, e isso afetou diretamente nosso planejamento.

Se tivéssemos decolados na hora prevista, teríamos chegados em Santa Cruz de La Sierra as 11:20 (horário local), porém chegamos praticamente as 14 horas e tivemos que cortar Santa Cruz do primeiro dia (sem problemas, pois voltaríamos no ultimo dia).

Deixando isso de lado, o voo foi bem tranquilo, preenchemos no avião mesmo o formulário de entrada na Bolívia, tivemos uma fila de 10 minutos para sermos atendidos (ler: ter seu passaporte carimbado para que entre no país) e pronto: estávamos na Bolívia. A cotação no aeroporto estava muito abaixo (na época que fomos o real tava em baixa, não pegamos boas cotações), sendo trocado 1,60 BOBs por R$1,00, ainda sim, troquei uma Garoupa lá.

Primeira coisa que fiz com os 160 BOBs: comprar um chip da Entel. No aeroporto mesmo vendem, paguei 10 BOBs no chip e coloquei 10 BOBs de crédito. A própria funcionária da Entel configura o chip no seu celular e te ensina a comprar pacotes. Comprei só pacote de dados e como fiz a recarga em data promocional, ganhei mais 10 BOBs de crédito, que foram o suficiente para toda a viagem. A Entel é a melhor operadora de celular na Bolívia (gostaria que fosse propaganda e eu estivesse recebendo por isso, mas não é :c) e tem torre dela em praticamente todo lugar, até no meio do deserto do Uyuni tinha sinal, então se você estava na duvida, não esteja mais: compre um chip deles.

Segundo passo era chegar no centro de Santa cruz para trocar mais dinheiro numa cotação melhor e de lá, irmos para a rodoviária pega o busão para Sucre.

Para isso, normalmente se pega táxi, mas não precisa: ônibus na Bolívia (vans e micros, na verdade) funcionam muito bem e o ônibus que sai do aeroporto te deixa na Av. Ayacucho, que dá mais ou menos 5 minutos de caminhada para a Plaza central. Foi esse meio de transporte que escolhemos, e pagamos 4 BOBs cada (se não me engano) no trajeto, que de táxi seria 40 BOBs no mínimo, com muito choro ainda para ter esse desconto.

Assim sendo, poucos minutos depois, estávamos na plaza 24 de Septiembre, uma belíssima praça com vários presépios espalhados, decorada com muitas luzes de natal, cheia de pessoas e pombas (mais pombas que pessoas, proporção de gols da Alemanha para gol do Brasil), com uma linda igreja de fundo e  a gente sem tempo para aprecia-la  💔

Caçamos uma casa de cambio, e a escolhida após a equação confiança transmitida x melhor cotação foi a Dubai, onde trocamos R$1,00 por impressionantes 1,75 BOBs, e essa foi a melhor cotação que encontramos na viagem (como eu disse, real tava uma porcaria quando fomos). De lá, fomos ao mercado Tia comprar água, e pegamos um ônibus até o terminal rodoviário bimodal (como disse, essas vans e micros funcionam muito bem na Bolívia).

 

Viram que não disse almoçamos em tal lugar? Pois é, não almoçamos. O atraso do voo deu uma quebradinha no planejamento, mas estávamos com lanches provindos do Brasil para suprir a falta do almoço. Chegando no bimodal tivemos o primeiro contato com as inesquecíveis rodoviárias bolivianas. Ah, o que dizer sobre aquele caos de pessoas andando pra lá e pra cá, umas gritando por destinos (vendendo passagens) outras vendendo seus quitutes e sucos de sacola (seria o verdadeiro sacolé?), crianças e cachorros rolando no chão, com pombas e o que mais tivesse, uma garotinha fazendo seu xixi da tarde no chão mesmo, e ainda raspando no chão pra limpar o fazedor de xixi... Que saudades desse caos organizado e divertido, de verdade.

 

Namorada pra um lado, eu pro outro, partimos em busca de passagens boas e baratas para Sucre (pra quem ja foi, ressalto aqui um chamado: SUCRÊ, SUCRÊ, SUCRÊÊÊ), já tínhamos umas empresas em mente mas resolvemos procurar por mais em conta, sempre pedindo para ver o ônibus antes, e achamos uma a 70 BOBs, com banco cama, 100% limpa, sem perrengue nenhum, um espetáculo, tirando o fato de que mostraram um ônibus dizendo que ele sairia as 18 horas, deu o horário e nada dele aparecer e o pessoal sumiu do guichê onde compramos as passagens, ficamos uma hora procurando eles e o ônibus, achamos o benditos que estavam tentando nos evitar a qualquer custo, só foram querer resolver a situação quando dissemos que ia a policia, nos levaram a um ônibus que não era o que foi nos mostrado e esse mesmo tinha algumas janelas faltando (1º perrengue em solo boliviano sobrevivido com sucesso).

 

Não me lembro o nome da empresa, minha mente apagou eles da viagem, mas tirando a confusão de cima, foi tudo de boas, o ônibus era cama sim, dormi igual uma princesa com meus dois bancos (o ônibus foi enchendo mas graças a Deus alguns bancos ficaram livres e pude aproveitar um espacinho a mais, bem como minha namorada, apesar de eu ter passado um pouco de frio por não ter janela onde sentei, protegido apenas pela cortina), dizem que a estrada de Santa Cruz para Sucre é perigosa e cheia de curvas, mas eu vi foi é nada, dormi super bem. Momentos que acordei antes de chegar a Sucre:

 

Momento 1: ônibus parou e entrou uma galera num ponto que acredito que seja do forte Samaipata, ai como já tinha dormido "muito" achei que já era de madrugada (lembrando que o busão saiu as 19:20 de Santa Cruz) e estava chegando, mas eram 23 horas ainda, entraram uns austríacos (mãe,filha e filho) e a mãe pediu ajuda para fechar a janela, coisa que não conseguimos, mas isso foi o suficiente para puxarmos papo todo mundo (mozão até acordou com a conversa kkk), e ai descobrimos que pessoal cobrou a passagem deles bem mais caro que a nossa, só porque eles vieram da Europa, mas que eles já sabiam disso e fizeram um pequeno barraco para ter o dinheiro a mais devolvido, coisa que aconteceu.Essa foi a primeira vez que conversei em inglês com alguém que não é brasileiro, então foi uma tremenda vitória pra mim e pra minha primeira dama, que também conversou com eles. 

Momento 2: dessa vez era sim de manhã e estávamos bem pertinho da cidade branca, o motorista parou para o glorioso banho inca. Percebi que a família do motorista entrou no ônibus em algum momento da viagem e foram deitados no chão mesmo (lembrando que ainda tinham bancos disponíveis). Fiquei muito na duvida sobre usar ou não o banho, porque faltavam menos de duas horas para chegar (DICA DO MAPS OFFLINE, DA PARA ACOMPANHAR O TRAJETO ATÉ), mas no fim fui vencido pela vontade matinal, escolhi um lugar isolado, a beira de um barranco, tirei o instrumento e comecei a aliviar. Tava tão tranquilo e all by myself que nem tava usando as mãos, e essa informação estou dando pois é muito importante para o momento a seguir: ouvi um pequeno barulho na minha frente e sabe Deus da onde foi que levantaram umas bolivianas que provavelmente estavam usando o banho inca também, mas muito escondidas, porque eu não tinha visto ninguém no local que escolhi. Ai não tinha o que fazer, não dava mais pra esconder, tudo que pude fazer é dizer "Hola", que elas educadamente responderam (olhando para meu rosto, quero acreditar), e virar para o lado para que minhas partes mais intimas saísse do campo de visão delas. Dica do tio: se não quiser que ninguém veja suas intimidades durante o uso do banho inca, não basta só olhar e não ver ninguém, melhor achar uma pedra e se esconder mesmo.

Passado minha primeira experiencia com o banho inca, chegamos em Sucre e uma coisa é você ver por foto, outra coisa é estar lá. Mesmo com o tempo nublado, era uma coisa magnifica de linda, prédio branco pra onde olhava, praça central muito linda, igrejas com estilos de séculos passados, prédio do governo... uma pena que isso se restringe ao centro apenas, pois nos outros lugares é tudo simples como é em toda a Bolívia.

Como não tínhamos almoçado nem jantado, apenas comido lanchinhos e bolachas (é bolacha, não biscoito, mude minha opinião), decidimos pegar um táxi para o centro afim de escolhermos logo um hostel e comermos algo no desayuno, sendo essa uma das únicas vezes que usamos táxi na Bolivia (usamos 3 vezes, na verdade), a corrida ficou em 10 BOBs (lembrem-se sempre de combinar o valor antes amiguinho, e ficarem espertos quanto a isso, como verão um tico mais pra frente) e descemos na praça central. 

Tinhamos uma lista de hostels para vermos, e o primeiro que fomos foi o SPANISH FRIENDS. Nosso limite de estadia era R$90,00 para os dois (157,50 BOBs) e queríamos um lugar limpo e com cama, mas lá encontramos muito mais. Pegamos um quarto com duas camas de solteiro, desayuno incluso, por 117 BOBs o dia, banheiro compartilhado. O negócio desse hostel não é nem luxo (até porque não é um hotel 5 estrelas) mas tudo o que ele nos trouxe. De funcionárias mais simpáticas que tudo, hospedes todos igualmente simpáticos e as atividades extras que o hostel oferece diariamente, recomendo do fundo do meu coração, foi maravilhoso o final de semana que passamos lá.

 

Agora vamos ao que interessa, o que fizemos lá:

 

Foi difícil ter só dois dias lá, se pudesse refazer e reviver o roteiro, com certeza aumentaria isso, nem que tirasse Potosi (não gostei muito não), até porque gostaria de conhecer a cidade, o Parque Cretáceo e ir na feira de Tarabuco, que é só de domingo.

 

Sábado, após nos acomodarmos, conversamos com a Gabi, a dona do local, perguntando sobre as atrações, descobrimos que o melhor jeito de ver as pegadas do Parque cretáceo é estar lá as 12 hrs e com Sol, coisa que não estava acontecendo (estava até chovendo um tico) então acabou que não conheci o parque :c

 

Sendo assim, saímos de lá e fomos ao mercado central, confesso que fui esperando um mercado mesmo kk mas os mercadões lá são bem típicos, me lembram muito o mercadão de SP e o mercado Modelo de Salvador (cidade que tanto amo, diga-se de passagem), tem de tudo: carne (é rapaz, açougue não é algo comum não. Imagine uma barraca onde você compraria banana? As que vendem carnes são bem por ai), quitutes, doces, feijão, arroz, flores... Lá comprei uma capa de chuva, 5 BOBs e tenho até hoje ela (até porque mal usei), e um bolo que estava lindão, mas não gostei muito (foi cincão também), além de frutas, que achei relativamente baratas. Saindo de lá, fomos á igrejas, almoçamos num restaurante em frente a praça (45 BOBs mas não foi a culinária tipica ainda, era massa) e subimos ao mirador la recoleta, onde conheci Thomaz, um Golden que viaja a América com seus tutores e é a simpatia em cachorro. 

 

O mirador fornece uma vista incrível, depois de você subir uma ladeira. A arquitetura do local enriquece ainda mais a vista de Sucre, e ele tem ainda lojinhas (primeiras compras \o/) e um barzinho com a melhor vista da cidade.

 

Ao descer, já com a noite chegando, lembramos do convite da Gabi quanto a uma aula de cozinha boliviana que teria no hostel, ao custo de 8 BOBs cada, onde aprenderíamos/ajudaríamos a fazer um prato tipico e ainda poderíamos janta-lo, e fomos lá. E foi ai que começou nosso caso de amor com o Hostel. Muitas pessoas toparam participar e isso proporcionou uma bela socialização. Imagina pra mim, que nunca nem tinha saído do Brasil, estar cortando batatas com pessoas da Inglaterra, Canadá, França, Alemanha, Bolívia... e ainda jogamos um dos jogos que levei, the resistance, e cidade dorme, que incrivelmente parece ser um jogo universal, pois todos sabiam jogar (na versão lobisomem). Após as jogatinas e a preparações dos ingrediente, comemos nosso primeiro prato tipico boliviano, cujo nome não consegui pronunciar no dia e por isso não me lembro (vou descreve-lo para ver se alguém sabe o nome: batatas cozidas, molho picante, molho não picante, ovo cozido, tomate, cebola, queijo e alface) Por somente 8 BOBs tivemos esse jantão, sem um pingo de carne para alegria da minha namorada, e com toda uma alegria que não da para descrever. Não bastasse isso, pessoal do hostel ainda nos convidou a ir a praça de noite, pois haveriam várias apresentações navideñas, nós fomos e vimos a praça cheia de pessoas, famílias, crianças brincando, uma cena que nunca vi por onde moro e que realmente encheu meu coração de alegria. Quanto as apresentações, fiquei encantado pelo empenho e alegria dos jovens nas danças (musica da viagem: Niño Manuelito), se não me engano o estilo de dança se chama chuntunquis. Essa foi a primeira noite em solo boliviano (não vamos contar dentro do ônibus, né?) e não poderia ser melhor.

 

Antes de voltarmos ao hostel, passamos na Farmacop, farmacia 24 horas que vende de tudo e tem um jingle que vai grudar na sua mente o resto da vida , e compramos nossa agua e lanchinhos, pois no dia seguinte, iriamos para Tarabuco.

 

 

A parte 2 se encerra por aqui, vou me esforçar para fazer a parte 3 mais rapidamente que fiz essa, onde contarei sobre a feira de Tarabuco, Potosí e Uyuni. For now, that's all, folks (mentira, tem as fotos ainda). 

 

PRIMEIRO CONTATO COM O THE WALKING DOG (EXPLICAÇÕES NA FOTO 10)

ESSE DOGUINHO FICOU HORAS ASSIM, JURAVA QUE TINHA BATIDO AS PATAS, ATÉ QUE UMA HORA ELE ACORDOU E FOI ANDAR

 

PESSOAL LÁ É IMORTAL, AQUI SE A GENTE PEGAR UM RATO QUE AVUA NA MÃO A GENTE VIRA UM TAMBÉM.

1724005129_WhatsAppImage2018-12-16at18_48_56.thumb.jpeg.278777214d19bd2e8812e1a936bb33c8.jpeg

 

AS IGREJAS ❤️

1377329817_WhatsAppImage2019-02-06at10_02_58.thumb.jpeg.442d3220a263f06f2afcc0a59b978d50.jpeg

A PLAZA 25 DE MAYO ❤️

201990538_WhatsAppImage2019-02-06at10_02_57.thumb.jpeg.f352c7f8963e0fa1ee1d5d69f9c882b0.jpeg

ESSA CRIANÇA NOS VIU E VEIO DAR UM BEIJINHO A TROCO DE SIMPLESMENTE SER FOFA MESMO

1177491413_WhatsAppImage2019-02-06at10_02.57(1).thumb.jpeg.898ab3117150c40da05cc2367e2a805a.jpeg

PRAÇA CENTRAL (25 DE MAYO) A NOITE ❤️ 

1130958622_WhatsAppImage2019-02-06at10_02.57(2).thumb.jpeg.ae9e828458fc107e97e04678bfa16633.jpeg

 

THEY SEE ME ROOLIN' THEY HATIN'

1352683517_WhatsAppImage2019-02-06at10_01_27.thumb.jpeg.c9bc0d32fa30f5894344575bce13d844.jpeg

TEM VÁRIOS POEMAS ESPALHADOS NOS PRÉDIOS DE SUCRE.

2064084504_WhatsAppImage2019-02-06at10_01.27(1).thumb.jpeg.e630a4d9875721d0097a5800992e340f.jpeg1574493594_WhatsAppImage2019-02-06at10_01_26.thumb.jpeg.206575a095e6599d1101ab53dd82fa5b.jpeg

 

ENNNNTÃO, O DOGUINHO DA FOTO DE BAIXO TÁ MUITO MORTO, SÓ QUE DE SONO KKK FICOU HORAS ASSIM, NO MÁXIMO RECLAMAVA SE VOCE TOCASSE NELE, MAS NÃO SAIA DAI NÃO. ATÉ QUE UMA HORA CANSOU DE DORMIR E FOI ANDAR

445070660_WhatsAppImage2019-02-06at10_01.26(1).thumb.jpeg.73b29fca92ec4538fe26a56f1c175a89.jpeg574824547_WhatsAppImage2019-02-06at10_01.26(2).thumb.jpeg.8b871f8edce06ade0a973079e38d97d2.jpeg1539073204_WhatsAppImage2019-02-06at10_01.26(3).thumb.jpeg.666e60f0238b82ed9e89e6f0e3ba9617.jpeg220793796_WhatsAppImage2019-02-06at10_01_25.thumb.jpeg.1668620c1a673187fc3bbca46c84db83.jpeg981975900_WhatsAppImage2019-02-06at10_01.25(1).thumb.jpeg.89a9601eb96b936b23da5399ccf58c54.jpeg

 

E AS CALLES DE SUCRE?

1814733266_WhatsAppImage2019-02-06at10_01_24.thumb.jpeg.dfd5a48c31930c041761c402de9b8ba3.jpeg1392711499_WhatsAppImage2019-02-06at10_01.24(1).thumb.jpeg.85fbc421937af70195df5c1cbcf5a712.jpeg1847329977_WhatsAppImage2019-02-06at10_01_23.thumb.jpeg.439bb57cdfe8f3658d929cc64f29ea78.jpeg

 

REGIÃO DO MIRADOR RECOLETA

1370358764_WhatsAppImage2019-02-06at10_01_20.thumb.jpeg.53a8d3450ab8aa1b464b1e1a7542da9c.jpeg

CENTRO TA LÁÁÁÁÁ EMBAIXO, TEM QUE SUBIR ATÉ AQUI PRA CHEGAR NO RECOLETA

1648206198_WhatsAppImage2019-02-06at10_01_18.thumb.jpeg.c9f31353356fcb4102e6b350aae478d5.jpeg1789374673_WhatsAppImage2019-02-06at10_01.18(1).thumb.jpeg.c62e385ba0f0190f47d1911a382ec389.jpeg

 

MAIS DA REGIÃO DO RECOLETA

1436856549_WhatsAppImage2019-02-06at10_01_17.thumb.jpeg.1ccc5bf58c91b50d76468a0b93124c88.jpeg

 

 

69420270_WhatsAppImage2019-02-06at10_01_15.thumb.jpeg.cd389dd780dae2ab3dd1307308ecddec.jpeg

 

THOMAZ, O DOG VIAJANTE

296537458_WhatsAppImage2018-12-16at18_48_59.thumb.jpeg.50c622ecd2a75f9ad8a4d508d648f339.jpeg1635882112_WhatsAppImage2018-12-16at18_48_58.thumb.jpeg.5e6de58d3e7ee2a7c9afbf2065251672.jpeg

 

OS POUCOS CHARMOSOS ÔNIBUS DA CIDADE

363549446_WhatsAppImage2018-12-16at18_48_57.thumb.jpeg.e0e3e1304dd30486a5fab13838d9cab8.jpeg

 

 

UM POUCO DA VISTA DO RECOLETA

952962844_WhatsAppImage2019-03-26at15_21_40.thumb.jpeg.4753485661715a88dff1c8e76026381f.jpeg

 

O PRATO DELICIA QUE NÃO LEMBRO O NOME

1488978119_WhatsAppImage2019-03-26at15_21.41(1).thumb.jpeg.e441c7be81bdd4302c4110767b59e542.jpeg

 

 

2100374618_WhatsAppImage2019-03-26at15_21.41(2).thumb.jpeg.a506cdd049f45ed09a9d54b497fbdd6f.jpeg

 

1610560870_WhatsAppImage2019-03-26at15_21.41(3).thumb.jpeg.7417e98d2330ed2fb9fb3e9b4d60befb.jpeg

 

340675354_WhatsAppImage2019-03-26at15_21.41(5).thumb.jpeg.c89253722bb04e21e7a7ee08c7168b29.jpeg

 

461617335_WhatsAppImage2019-03-26at15_21.41(4).thumb.jpeg.889a4894579148be80060abdc73e49f8.jpeg

 

OSTENTAÇÃO FORA DO NORMAL

843009987_WhatsAppImage2019-03-26at15_21_41.thumb.jpeg.42e819151ec632331a2a595ea5f62410.jpeg

  • Gostei! 3
Link para o comentário
Compartilhar em outros sites

  • Membros
Em 06/02/2019 em 19:01, João Paulo Falanque disse:

Rapaz eu só comia nos mercadões , na rua , e comia muito kkkkk , não deu nada , mas mesmo assim levei remédios , mas ninguém é igual a ninguém , aguardando continuação...

Taí algo que faltou coragem, mas sobrou desejo kkk quando voltar e escalar o Huayna vou comemorar nos mercadões

  • Gostei! 1
Link para o comentário
Compartilhar em outros sites

  • 2 semanas depois...
  • Membros

Markos, que maravilha de relato!

Por coincidência, farei uma viagem quase igual que nem a sua, só incluí Atacama e Santiago e inverti um pouco a ordem, super ansiosa para que esse relato acabe até 30 de abril, pois parto dia 1 de maio kkkkkk

#PELAMORDEDEUSACABALOGOESSERELATOPRECISODASSUASDICAS KKKKKKKKK

  • Gostei! 1
Link para o comentário
Compartilhar em outros sites

Participe da conversa

Você pode postar agora e se cadastrar mais tarde. Se você tem uma conta, faça o login para postar com sua conta.

Visitante
Responder

×   Você colou conteúdo com formatação.   Remover formatação

  Apenas 75 emojis são permitidos.

×   Seu link foi automaticamente incorporado.   Mostrar como link

×   Seu conteúdo anterior foi restaurado.   Limpar o editor

×   Não é possível colar imagens diretamente. Carregar ou inserir imagens do URL.

  • Conteúdo Similar

    • Por Fernando Giroto
      Estou nesse momento em La Paz na Bolívia e estou querendo ir daqui para o Peru. 
      - As fronteiras continuam fechadas? Se não, quais as restrições para entrar?
      - Qual a melhor fronteira para entrar?
    • Por samir.oliveira
      Olá, pessoal. Acompanho o fórum há muitos anos, mas nunca havia feito nenhuma contribuição. Recentemente, em fevereiro e março deste ano, fiz um mochilão de 30 dias por Bolívia, Peru e Colômbia e gostaria de compartilhar com vocês um episódio bem lamentável que ocorreu comigo. Sei que a intenção aqui também é compartilhar as experiências positivas e relatos de viagem, algo que também pretendo fazer. Essa viagem foi incrível e a Bolívia é maravilhosa. Não quero com este post desestimular ninguém, muito menos generalizar todo um país. Apenas compartilho o que aconteceu comigo, para que outras pessoas possam se prevenir e encarar uma situação dessas com mais preparo e informação. Aliás, essa é a primeira vez que falo "publicamente" sobre isso, algo que apenas amigos próximos e familiares sabem.
      Pois bem, eu entrei na Bolívia em um voo, por Santa Cruz de la Sierra, onde fiquei apenas algumas horas até tomar um avião para Sucre. Prestem atenção nas informações que darei agora, elas serão importantes mais adiante. Quando desembarquei e fui passar pela imigração, entreguei meu passaporte à funcionária e informei quantos dias permaneceria no país, conforme ela me perguntou. Ela me entregou o passaporte carimbado e foi isso. No avião preenchi um cartão a Receita Federal boliviana, com informações básicas para entrar no país. Este papel eu tive que entregar na Aduana e lá ficou. Lembro de ter perguntado se eu deveria ficar com alguma cópia ou algo assim, mas me disseram que era aquilo mesmo e que eu poderia seguir.
      Bom, fui para Sucre e lá permaneci duas noites. É uma cidade incrível, muito segura e tranquila, com a possibilidade única de conhecer mais sobre a história da Bolívia através da visita guiada na Casa Libertad. De Sucre segui para Uyuni, onde passei duas noites: uma quando cheguei, para no dia seguinte partir ao tour de 3 dias pelo Salar e redondezas, e outra quando regressei, para descansar antes de seguir viagem até La Paz. O tour pelo Salar foi maravilhoso, uma experiência única e inesquecível. Nem mesmo os perrengues e as precariedades abalaram a sensação de estar diante de algo totalmente inspirador e novo. Pelo contrário, acho que perrengues e precariedades já eram esperados e até fazem parte deste tipo de roteiro. 
      Fiz o tour com a Quéchua Connection, que prestou um serviço de primeira. O guia José foi atencioso do início ao fim. O grupo, composto por mim, 5 colombianos e um casal de búlgaros, também estabeleceu uma ótima relação. Viajávamos em dois carros: um transportava os colombianos e no outro iam eu, José, o motorista e o casal de búlgaros, Alex e Borianna. Estávamos retornando a Uyuni pela rodovia principal após três dias intensos de tour. Eis que a Polícia Nacional monta um bloqueio na estrada e para o nosso carro. Um policial nada simpático se apresenta e pergunta quem está no veículo, para onde íamos e o que estávamos fazendo. Enquanto isso outros policiais cercam o carro e observam atentamente o interior. Todos estavam com cara de poucos amigos e armas bem grandes nas mãos, tipo aquelas utilizadas pelos seguranças de carro-forte que abastecem os caixas eletrônicos.
      O motorista então informa que no veículo há dois bolivianos, dois búlgaros e um brasileiro. O policial encarregado pede a identidade dos bolivianos, observa e devolve a eles. Em seguida pede para verificar o passaporte e o visto dos búlgaros (sim, búlgaros precisam de visto para entrar na Bolívia). Os vistos foram examinados sem problemas. Quando chegou na minha vez, o policial me pediu passaporte, tarjeta andina e certificado de antecedentes criminais. Imediatamente gelei. Eu tinha apenas meu passaporte, com o qual tinha entrado no país. Não sou uma pessoa descuidada, tampouco essa era minha primeira viagem. Eu obviamente havia pesquisado muito antes de viajar e sabia quais documentos eram necessários para ingressar na Bolívia. Poderia sequer ter ingressado com meu passaporte, usando apenas a identidade. Enfim, estava com o passaporte e o certificado internacional de vacinação. Nunca, em momento algum, eu havia topado com qualquer informação sobre necessidade de uma tarjeta andina, muito menos de certificado de antecedentes criminais. Por isso, quando o policial fez aquele pedido eu sabia que algo ruim iria acontecer.
      Informei ao policial que possuía apenas o meu passaporte, mais do que o necessário para um brasileiro ingressar no país. Relatei exatamente como eu havia entrado na Bolívia e o processo na imigração do aeroporto de Santa Cruz e na aduana. O policial, que já não estava alegre, ficou furioso. Disse que brasileiros precisam de certificado de antecedentes criminais na Bolívia, que ele não tinha como saber se eu não era um criminoso, um traficante ou um terrorista. E disse que era inaceitável ter apenas um carimbo de entrada no país no meu passaporte, sem que fosse informado quantos dias eu poderia permanecer, pois assim eu poderia ficar morando ilegalmente na Bolívia se quisesse. Foi então que ele me mostrou que no carimbo de ingresso havia um campo onde estava escrito: "Admitido hasta ____ " e um espaço em branco, onde supostamente a funcionária da imigração deveria ter escrito até quando eu permaneceria no país. Ela não escreveu, apesar de ter feito essa pergunta e de eu ter lhe dado a resposta. Na hora, cercado por policiais irritados e fortemente armados, pareceu que eu havia cometido um crime gravíssimo. Mas depois percebi que foi uma imensa bobagem e explico isso em seguida.
      O policial também disse que eu deveria ter recebido a tarjeta andina em meu voo. Relatei a ele que tinham me dado apenas o documento que ficou com a aduana, o mesmo que eu havia perguntado se deveria levar comigo e que me disseram para deixar lá com eles. Por fim ele resolveu me aterrorizar (ainda mais). Disse que eu não voltaria a Uyuni, que eu deveria descer do carro e permanecer detido ali, no meio da estrada, e que eu sequer poderia retirar minha mochila do veículo. Disse ainda que eu seria levado a uma delegacia em Uyuni e então deportado ao Brasil. E me ameaçou ainda mais, falando que eu não iria gostar nada do que iria acontecer comigo. Fiquei apavorado, em pânico, mas procurei demonstrar o mínimo possível. Não chorei, não me desesperei e não gaguejei. Segui argumentando educadamente com ele, embora minha vontade fosse dizer o quão absurdo era o que ele estava fazendo.. Felizmente falo espanhol fluentemente, então me fiz entender sem dificuldade. O guia José, ao ouvir as ameaças do policial, saiu do veículo e foi falar com ele, colocando-se entre mim e o policial. Apresentou sua carteira de guia profissional e explicou que eu era apenas um turista. O policial então perguntou: "O senhor é advogado?", ao que José respondeu que não. Então o policial disse: "Então volte para o veículo e permaneça lá. Se o senhor me dirigir mais uma vez a palavra, será preso por obstrução do trabalho policial". Foi horrível, José ficou muito nervoso e voltou para o carro absolutamente calado. Nesse momento eu tive certeza que minha viagem de 30 dias encerraria ali, sem sequer ter completado uma semana. Pior ainda: imaginei que fossem me bater e me roubar, afinal eu estava com toda a grana na minha mochila. 
      Foi então que o policial disse que iria falar com um superior pelo telefone. Após alguns minutos ele voltou e disse que "por hoje" iria deixar passar, mas ressaltou que a Polícia Nacional faz barreiras em todas as estradas e que se me visse novamente no país, eu seria imediatamente deportado. Foi horrível, seguimos a viagem atônitos, todos. José estava constrangido por seus compatriotas e explicou que infelizmente a Polícia Nacional costuma agir desta forma. Os búlgaros também relataram uma série de episódios de abuso policial em seu país. E eu estava apavorado, planejando chegar em La Paz no dia seguinte e ir direto para a Embaixada brasileira. Eis que alguns quilômetros depois havia uma NOVA barreira policial. Foi a cereja que faltava no bolo. Agora sim eu tinha total certeza de que seria deportado.
      O roteiro foi o mesmo. O policial pediu a identificação de todos, meu passaporte, meu certificado de antecedentes criminais e minha tarjeta andina. Repeti todas as explicações, esperando ser retirado do carro, mas incrivelmente este policial apenas concordou comigo e disse que eu deveria providenciar os documentos. Ele tinha outro alvo no veículo: o motorista. O motorista dirigia com segurança, mas o policial lhe passou um sermão totalmente desnecessário. Enfim, seguimos viagem.
      Quando cheguei em La Paz, fui até a Embaixada brasileira e relatei o que aconteceu. A funcionária que me atendeu sequer ficou surpresa. Disse que provavelmente o policial queria dinheiro. Mas em nenhum momento ele sequer mencionou algo parecido. Frases como "como podemos resolver isso?" ou indiretas semelhantes não foram ditas. Na hora obviamente eu pensei que iriam me cobrar algo, mas não o fizeram e eu é que não iria oferecer. A Embaixada reforçou que minha situação na Bolívia era absolutamente legal. Que tudo que eu precisava era do carimbo de entrada em meu passaporte, com isso poderia ficar até 90 dias no país (se não me engano era 90, mas já faz tempo e posso estar enganado, poderia ser 30 ou 60, tava tão nervoso que não lembro direito dessa informação). A funcionária disse que certificado de antecedentes criminais é algo exigido apenas para brasileiros que desejam residir na Bolívia, nunca para turistas. Ela recomendou que eu fosse à oficina de migraciones, no Centro de La Paz, para relatar o que houve e solicitar que escrevessem em meu passaporte a quantidade de dias que eu ficaria no país, lá onde dizia "Admitido hasta", no carimbo.
      Fui até o escritório de imigração, que estava absurdamente lotado e caótico. A muito custo consegui falar com um funcionário, que me atendeu muito mal, ouviu meu relato com uma cara de bunda e disse que não tinha nada de errado com minha situação no país e se recusou a escrever qualquer coisa no meu passaporte. Voltei à Embaixada e contei como havia sido atendido em migraciones, então me deram um número de emergência da embaixada e me orientaram que retornasse a migraciones e, caso se recusassem a atender meu pedido, eu deveria ligar para o número da Embaixada e passar o telefone ao funcionário. Esse número, aliás, é um plantão que estaria à disposição para o meu atendimento 24 horas por dia.
      Pois bem, voltei a migraciones e fui mais enfático no pedido. O funcionário ficou putaço e me encaminhou a um oficial, que ouviu meu relato com mais atenção e disse para eu ficar tranquilo, pois a Polícia Nacional sequer tem poder para deportar estrangeiros, algo que apenas eles poderiam fazer. E por fim, para coroar essa novela kafkiana, ele escreveu "30 días" no meu passaporte, ali no espaço em que dizia "Admitido hasta" e disse que caso eu fosse importunado pela polícia novamente, deveria dizer que falassem com o "Inspector Gonzalo Murillo" em migraciones. Eu não sabia se deveria rir ou permanecer sério. Se o problema todo era escrever "30 días" no meu passaporte, eu mesmo poderia ter escrito isso com uma caneta, já que o inspetor sequer assinou alguma coisa. (Aliás, no Peru escreveram 30 dias no carimbo de entrada e na Colômbia me deram 60 dias). Aproveitei também para perguntar sobre a tal tarjeta andina e me foi informado que quem ingressa na Bolívia de avião geralmente não recebe esse cartão, apenas quem vem de ônibus, mas que não seria um problema na hora de deixar o país.
      No fim, quando atravessei a fronteira da Bolívia para o Peru, o oficial de imigração pediu minha tarjeta andina. Eu disse que não tinha e ele me deu uma para preencher na hora, carimbou meu passaporte com o carimbo de saída e foi isso. 
      Eu gostaria de poder dizer a todos os brasileiros que não levem seus certificados de antecedentes criminais ao entrar na Bolívia. Mas eu certamente levarei o meu a partir de agora. Mesmo sabendo, como eu já sabia naquele episódio, que não é algo necessário. Mesmo com toda a garantia dada pela Embaixada e pelo setor de imigração do país. A realidade concreta parece importar pouco diante da vontade de um grupo de policiais fortemente armados em uma estrada no meio do deserto. Nunca vou esquecer aqueles momentos de pânico. Me senti impotente, sem saber como denunciar tudo que aconteceu às autoridades competentes. Não havia identificação no uniforme dos policiais, eu sequer saberia apontar nomes. Também fiquei com muito medo de denunciar e acabei optando por seguir a viagem normalmente. Tudo que eu queria era distância de uma delegacia.
      Desculpem se este relato mais alarma do que ajuda efetivamente alguém. Mas se isso aconteceu comigo, sabe-se lá com quantos mais pode ter acontecido ou ainda pode vir a ocorrer. A única dica concreta que eu tenho para dar é: andem sempre com o número do plantão da Embaixada. Aqui neste link tem as informações sobre o contato de emergência consular para brasileiros na Bolívia: http://lapaz.itamaraty.gov.br/pt-br/emergencias.xml
      Agradeço a quem leu até aqui e reforço: a Bolívia é um destino de viagem incrível e insuperável. Mesmo este episódio terrível não estragou a satisfação que tive em conhecer o país e passar vários dias lá. Prometo em breve fazer um relato detalhado de toda a viagem. Abraços!
    • Por Mateusaraujoo
      Planejando uma viagem para Bolívia agora no final de agosto, alguém sabe como está a situação da fronteira terrestre? 
    • Por Fernanda Freitas
      [Trip Deserto – Atacama, Uyuni e Santiago]
      A Trip que estava no topo da minha lista de desejos foi realizada com muito sucesso em junho de 2019. Foram 13 dias, sendo 4 dias no Atacama, 4 dias para fazer a travessia para o Deserto do Uyuni e 5 dias em Santiago. San Pedro é daquelas cidadezinhas pacatas, chão de terra, paz e amor que rouba o coração da gente, as paisagens, os lugares são tão incríveis que parece que você está em outro mundo, SURREAL, minha alma transbordou de tanta emoção, vi a Via Láctea inteira bem em cima da minha cabeça, ouvi histórias ancestrais de Atacamenho raiz e o lugar menos esperado que eu não consegui segurar minhas lágrimas foram os Gêiseres Del Tatio, não sei explicar o que eu senti naquele lugar, só sei que foi incrível, apesar do frio de - 9° (alguns falaram que era de - 13°), fiquei hospedada no Hostel Hultur e foi incrível, porque tem área de fogueira e todo mundo se reunia em volta da fogueira toda noite. A travessia do Uyuni, não foi fácil, mas tbm não foi muito difícil, as hospedagens eram boas, disponibilizavam sacos de dormir, a comida era muito boa e tomei banho quente todos os dias. O mais complicado é o vento gelado em alguns lugares e a altitude, eu passei muito mal na laguna colorada, altitude de 4600 mts, tive que andar mais ou menos por uma hora e deu muito ruim. Fiquei 5 dias em Santiago tbm, vi neve, nevasca na montanha, não aproveitei tanto a cidade como gostaria, porque a Trip do Uyuni roubou minhas energias, me hospedei no Hostel Providência e um dos melhores Hostels que já passei, festa diariamente, e rodadas grátis de Pisco Sour. Uma dica para Santiago, fujam dos taxistas, eles são muito filhos da puta. No fim das contas foi tudo incrível. Como sempre digo "Tudo Vale a pena, quando a alma não é pequena"
      Viagem toda feita por conta, exceto os passeios que contratei agência local. Melhor agência para os passeios do Atacama é a Flamingo, melhor preço e atendimento excelente. Mais dúvidas, estou a disposição
      Sigam meu grupo no Facebook 
      https://www.facebook.com/groups/221597662984942/?ref=share














    • Por Priscila Barbosa
      Boa tarde pessoal! Estou indo para La Paz em maio e estou querendo economizar um pouco na alimentação dos passeios. Por isso gostaria de indicações de locais para comprar comida, supermercados e algo do tipo com preços bons kkkk vlw
×
×
  • Criar Novo...