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5º Dia: Isla Del Sol - 30/12/2018 - La Paz x Copacabana x Isla Del Sol - Empresa Diana Tour Bs$40,00 - Travessia Bs$2,00 - Barco Bs$25,00 - Entrada Isla del Sol Bs$10,00 - Hostel Bs$630,00     

     Acordamos por volta das 7:00am, fizemos nosso check-out e não tomamos café no hostel porque o café é servido somente após as 8:00am e não dava tempo. Fomos do hostel até o Terminal de Buses em 20 minutos caminhando em uma temperatura de 8º graus, era a temperatura mais baixa até agora. Chegamos no terminal, tomamos um belo café da manhã e embarcamos às 8:00am pela empresa Diana Tour para Copacabana. A viagem é tranquila e levou aproximadamente quatro horas, seguimos pela Ruta Nacional 2 passando por belas paisagens ao lado do majestoso Lago Titicaca até que chegamos na travessia do Estreito de Tiquina onde todos os ônibus entram vazios em balsas, e os passageiros seguem até uma bilheteria e compram o bilhete da travessia por Bs$2,00 bolivianos e vão em barcos menores para fazerem a travessia de San Pablo de Tiquina à San Pedro de Tiquina que são pequenos povoados que antecedem a cidade de Copacabana. Como o barco com os passageiros chega primeiro no pier de São Pedro de Tiquina, aproveitamos e fomos ao banheiro, compramos alguns petiscos e comemos algumas belas empanadas de legumes que algumas Cholitas estavam vendendo na rua. Tudo isso demorou uns 30 minutos, até que o ônibus chega no pier, desembarca e os passageiros embarcam novamente para seguir mais alguns bons minutos até Copacabana.  

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     Chegamos em Copacabana por volta de 11:40am e fomos logo procurar passagens de barco para Isla del Sol. Não foi muito difícil encontrar pois em Copacabana existem diversas agências e pessoas que vendem o trecho Copacabana à Isla del Sol. Conseguimos um barco para às 13:30pm por Bs$25,00 bolivianos pra cada. Aproveitamos e fizemos um lanche e logo embarcamos com mais 15 pessoas e partimos depois de alguns minutos de atraso rumo ao nosso destino final, a Isla del Sol.  

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     Depois de duas horas navegando o Lago Titicaca chegamos finalmente na parte sul da Isla del Sol. Assim que desembarcamos pagamos a taxa de entrada cobrada no pier mesmo de Bs$10,00 bolivianos e fomos orientados a guardar os canhotos pois em alguns locais da ilha eles pedem o comprovante de pagamento. Chegamos na comunidade dos Yumani e logo nos ofereceram o serviço para carregar as mochilas por mulas. Negamos o serviço e seguimos a pé até o nosso hostel que ficava um pouco mais acima subindo a grande escadaria pré-colombiana de quase 500 degraus passando pela famosa Fonte da Juventude que tem três jorros e cada um deles se refere a uma das três máximas Incas. Ama K’ella: não seja preguiçoso. AmaLlulla: não seja mentiroso. Ama Sua: não seja ladrão. 

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     O povoado do lado norte, os Challapampa e o lado sul onde existe o povoado dos Yumani não estão com uma relação muito amigável e somente a parte sul, os Yumani estavam aceitando a presença de turistas. Li alguns relatos na internet quando pesquisei sobre este desentendimento dos povos norte e sul porém alguns escritos a muito tempo.  Então quando chegamos na ilha tratamos logo de nos informar sobre o fato. Os locais nos informaram que realmente era verdade a "treta" e que uma turista asiática não acreditou ou não entendeu a gravidade da situação e ao fazer a trilha que se chama Ruta Sagrada de la Eternidad del Sol que liga os dois lados da ilha, foi assassinada pelos locais do lado norte. Sabendo deste fato infelizmente ficamos somente na parte sul da ilha. Infelizmente, pois as praias mais bonitas da ilha estavam do lado norte.

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     Seguimos subimos ainda após ter subido todos aqueles degraus e após mais alguns minutos chegamos no hostel que reservamos pelo aplicativo Booking.com. Ficamos hospedados no Hostal Tawri por 3 noites em um quarto para duas pessoas, com café da manhã incluso e banheiro compartilhado e pagamos Bs$630,00 bolivianos. O hostel é bem simples mas muito aconchegante, tem uma ótima localidade com uma bela vista do Lago Titicaca e as Cordilheiras dos Andes. Fizemos o check-in, nos acomodamos, colocamos uma roupa mais quente e fomos para o Mirador Cerro Queñuani ver a vista quase 360º graus da ilha. O dia não estava muito aberto mas o visual é espetacular!

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     Depois de ver a beleza da ilha vista do Mirador Cerro Queñuani, seguimos para a vila Yumani onde existem vários restaurantes e artesanatos comercializados pelos locais. Jantamos no Restaurante Andino localizado no começo da rua da vila. Lugar super aconchegante, luz de velas, artesatos e histórias do local, preços bons pra mochileiros e ótima comida. comemos a deliciosa Truta ou trucha, famoso prato da ilha. Recomendo! Tomamos a cerveja boliviana Paceña, muito boa por sinal e pedimos uma deliciosa sopa de quinoa. Pronto! A larica estava morta rs!

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     Fomos paparicados o tempo todo por um dos filhos do casal dono do restaurante. O bolivianinho era só sorrisos quando olha pra gente. Corria pra la, corria pra cá. E quando fui perguntar seu nome, sua mãe respondeu: Neymar Junior. Auauahuahauha q fofura... Conhecemos um Neymarzinho boliviano ahuahauhaua... foi só alegria depois dessa descoberta hauhauhauauh

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     Capotamos no hostel após essa fartura de comida e bebidas bolivianas e o dia fantástico que foi! O cansaço chegou rápido e o descanso foi merecido. ZZZZzzZZzzzZZzzz

 

6º Dia: Isla Del Sol - 31/12/2018 - Isla Del Sol "Réveillon 2018-2019" 

 

(((((Continua no próximo post))))

 

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6º Dia: Isla Del Sol - 31/12/2018 - Isla Del Sol - Réveillon 

     Acordamos por volta das 10:00am da manhã com um dia sensacional, sol regalado no céu, iluminando o grande Titicaca e a Isla de la Luna a nossa frente, nos mostrando a verdadeira beleza do lugar, tomamos um café reforçado e partimos junto com o pessoal de Campinas que conhecemos no hostel para conhecer o Mirador Palla Khasa que fica no ponto mais alto da ilha dando uma vista fantástica de 360º. Para chegar ao mirador caminhamos do hostel sentido a Vila dos Yumani e dali já dava pra ver o mirador e ai foi só caminhar em sua direção. 

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     No caminho passamos por diversos restaurantes e pousadas com vista do Lago Titicaca e passamos também pelas inúmeras plantações de batata vendo o dia a dia dos moradores no cultivo, até que chegamos no lado mais alto da ilha, onde existe uma casa de pedra que se tem a visão mais alta e ampla da Isla del Sol e é onde fica o mirador Palla Khasa. 

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     Retornamos à vila e entramos em um dos restaurantes para almoçar com uma bela vista do Lago Titicaca. Almoço barato e muito farto. Valeu muito a pena! Após o banquete descemos sentido a uma das praias do lago Titicaca para tentar entrar nas suas águas geladas hauahauhau. Fizemos uma caminhada de aproximadamente 20 minutos e chegamos nas águas geladas do Titicaca. 

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      Ficamos por algumas horas contemplando e nos encorajando a entrar no ago. Quando finalmente encontrei coragem para entrar nas águas geladas do Titicaca, um senhor saiu de uma das casas à beira do lago e começou a retirar muito bravamente todas as pessoas de dentro d'água afirmando motivos religiosos. Não entendemos muito bem o motivo, mas o senhor ficou muito bravo com todos que estavam nas águas do Titicaca e mandou que todos se retirassem de dentro da água imediatamente. Não havendo outra saída, nos retiramos das águas e ficamos sentados na beira do lago. 

     Retornamos ao hostel e descansamos um pouco pois o dia tinha sido um pouco corrido e o mau da altitude nos pegou de jeito. Saímos um pouco mais tarde para jantar e compramos uma garrafa de vinho para assistir a queima de fogos da virada do ano. 

     O réveillon na Isla del Sol quase todos os restaurantes oferecem pacotes com ceia e bebidas á vontade por preços variados. Em torno de R$50,00 reais por pessoa. Quando fomos fazer a trilha do Mirador Palla Khasa passamos por alguns restaurantes e encontramos diversos valores mas não fechamos nenhum. Já á noite ficamos sabendo que pelo baixo número de turistas os preços caíram ainda mais, porém resolvemos ficar no próprio hostel contemplando a queima de fogos tanto do lado boliviano quanto do lado peruano visto da ilha. Feliz Ano Novo, feliz 2019! 

 

7º Dia: Isla Del Sol - 01/01/2019 - Isla Del Sol - Templo do Sol

 

 

(((((Continua no próximo post))))

 

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7º Dia: Isla Del Sol - 01/01/2019 - Isla Del Sol - Templo do Sol

     Acordamos tarde, afinal era o primeiro dia do ano de 2019, merecíamos uma boa noite de sono ahuahauha. Tiramos o dia para conhecer o Templo do Sol e o lado la ilha que ainda não tínhamos ido. Fizemos uma trilha de poucos minutos até um pico alto que tem um grande espantalho. Ficamos um tempo contemplando este lado da ilha. 

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     Bem abaixo conseguimos ver o Templo do Sol, saímos cortando as trilhas e chegamos na entrada que dava acesso ao templo. O lugar é considerado muito sagrado mesmo antes dos Incas. Muito antes também o Lago Titicaca era considerado sagrado pelos povos pré-colombianos. As lendas incas, por sinal, dizem que a civilização surgiu na ilha. Inti, o deus Sol, ficou decepcionado ao olhar para a terra e ver que os homens viviam de forma selvagem, sem organização. Assim, deu vida a Manco Capac e Mama Ocllo, os dois primeiros incas, cuja responsabilidade foi ensinar aos homens os princípios da agricultura, artesanato e da religião. Se é verdade ou não, parte da história deu origem da civilização e está contada na Roca Sagrada, no Templo del Sol e vários outros sítios preservados ao longo Do Willka Thaki, a estrada construída pelos incas que une o norte ao sul da ilha.

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      Seguimos a trilha de volta pela parte de baixo passando por alguns restaurantes e muitos locais vendendo seus artesanatos. Almoçamos e logo depois fomos em uma outra praia fazendo a mesma trilha da primeira porém seguindo pela esquerda na bifurcação que tem antes de chegar nelas.  

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      Como ainda não tínhamos conseguido pegar um dia legal pra ver o famoso por do sol visto da ilha, neste dia o sol deu o ar da graça e nos presenteou com um belo entardecer visto do Mirador Cerro Queñuani. Chegando no mirador tivemos a oportunidade de participar da Cerimônia do Condor para retirar as más energias do ano que se passou. Foi muito interessante. 

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     Fechamos nosso dia com chave de ouro. Um belo por do sol iniciou nossa última noite na Isla del Sol. Na manhã seguinte retornaremos a La Paz para conhecer alguns lugares que não tivemos tempo de conhecer quando passamos pela capital boliviana pois estávamos com pouco tempo. 

 

8º Dia: La Paz - 02/01/2019 - Isla Del Sol x Copacabana x La Paz - Pub

(((((Continua no próximo post))))

 

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(...)

 

 

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@Jucelio Paez Landim Ohhhh Jucelio... Subimos juntos uma parte do Chacaltaya... me recordo sim de você! Lembro que vocÊ voltou e nós continuamos. A guia era sim uma mulher e passava uma espécie de protetor no rosto que mais parecia uma massa corrida huahauhuahu

Satisfação te encontrar aqui no relato...acompanhe os próximos posts que estou chegando na parte do Chacaltaya logo logo... forte abraço!

Gratidão.

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    • Por Tadeu Pereira
      Salve Salve Mochileiros! 
      Segue o relato do mochilão realizado no Sudeste da Ásia em 2018 batizado de The Spice Boys and the Girl.
       
      1º Dia: Partida - 04/11/18 - 19h05min - São Paulo x Madrid - Empresa AirChina - R$3.680,00 Reais
           Partimos do Aeroporto de Guarulhos - GRU em São Paulo por volta das 19:30 do dia 04 de Novembro de 2018, fizemos um check-in tranquilo com a empresa AirChina e embarcamos para nossas primeiras 9 horas de vôo até Madrid na Espanha onde fizemos conexão. O vôo foi bem tranquilo, até conseguimos dormir, porém a comida do avião não é das melhores mas acabei comendo assim mesmo e já começava ali a sentir o cheiro e o gosto da Ásia hahahahah. Chegamos em Madrid na Espanha por volta das 5:00am e fizemos uma conexão de 3 horas, deu tempo de dar uma volta no Free Shop, banheiro, comer alguma coisa (caríssima), fazer os procedimentos burocráticos e embarcar novamente pois teríamos a China ainda pela frente.
       
       
      2º Dia: Partida - 04/11/18 - 8h15min - Madrid x Pequim - Empresa AirChina
           Chegamos em Pequim ainda de madrugada com uma temperatura de 7º, quem se deu bem foi quem ficou com as cobertinhas que a empresa AirChina empresta para as pessoas no avião, pois não esperávamos passar tanto frio no aeroporto da China como passamos naquela conexão rss. Assim que descemos do avião caminhamos um longo caminho até os terminais eletrônicos onde se inicia os procedimentos burocráticos de conexão da China. Finalizamos depois de alguns minutos os procedimentos e dormimos um pouco em bancos do aeroporto sendo acordados e presenteados por um lindo nascer do sol no Aeroporto de Beijing. Procedimentos concluídos no Aeroporto de Beijing partimos para o nosso tão desejado e esperado destino final daquela cansativa viagem de aproximadamente 23 horas, a capital da Tailândia, a grandiosa Banguecoque.  
       
      3º Dia: Chegada - 06/11/18 - 15h15min - Pequim x Banguecoque - Tailândia (Taxi ฿1.000 Baht, Chip ฿600,00 Baht, Hostel ฿340,00 Baht)
           Chegamos por volta das 15:00 pelo horário local, fizemos os procedimentos de imigração, primeiro o health control depois na fila de imigração, carimbamos nossos passaportes, pegamos nossas mochilas e pronto, lá estávamos livres para explorar Banguecoque. Trocamos $100,00 dólares  no aeroporto com um câmbio de $1,00 dólar = ฿31,60 baht, depois compramos um chip para o telefone por ฿600,00 baht com 6 Gigas por um período de 30 dias e chamamos um Graab, como se fosse o Uber no Brasil, onde pegamos na parte superior do Aeroporto Internacional Suvarnabhumi por ฿400,00 baht em torno de R$40,00 reais que nos levou em 30 minutos até o nosso hostel, o The Mixx Hostel. Ficamos hospedados na rua Ram Buttri que fica do lado da rua mais famosa de Banguecoque, a Kaoh San Road onde rola a grande noite da cidade, uma ótima opção para mochileiros. Muita comida típica e exótica boa e barata, cervejas baratas, diversos bares, baladas, artistas de rua, drogas, sexo e tudo que uma bela noite de Banguecoque pode te oferecer pra se divertir. Vale a pena conferir! Na hospedagem pagamos por dois dias ฿340,00 baht, ficamos em um quarto com quatro camas/beliche, ar condicionado, banheiro compartilhado e café da manhã incluso, o hostel é simples mas atende as necessidades com uma ótima localização.
       

           Conhecemos alguns templos na capital, alguns fomos a pé mesmo pois são muito próximos um do outro. Wat Pho (Buda reclinado), Wat Saket (Monte dourado) e Wat Arun (Templo do amanhecer). A cidade é bem frenética mas andar a pé pelas suas ruas foi uma bela escolha. caminhamos muito por essas ruas, muito das vezes sem um rumo certo, mas logo nos achávamos pelo google maps. A cada esquina que se vira na Tailândia você vê uma foto do rei. Embora o já tenha falecido, o povo Thai tem muito respeito pelo rei Bhumibol Adulyadej que morreu em Outubro de 2016 com 88 anos de idade após 70 anos no poder que hoje tem como rei o seu filho Maha Vajiralongkorn.       
            
           
           
        
       


       

           A culinária asiática é muito exótica, a cada comida que você experimenta é uma surpresa de sabores. Experimentei o famoso prato típico de rua tailandesa Pad Thai, uma espécie de macarrão de arroz frito com frutos do mar ou carne de porco ou de frango, acompanhado de castanhas com pimenta que custa em média ฿100,00 Baths e se encontra em todo lugar da Tailândia, experimentei também o Thai Mango Sticky Rice, uma sobremesa tradicional tailandesa feita de arroz glutinoso, manga fresca e leite de coco, ambos baratos e deliciosos, mas existem uma infinidades de comidas para serem saboreadas na Tailândia.   
       
        
           Ficamos 3 dias na capital Banguecoque e além de conhecer templos tentamos entrar na rotina das pessoas locais. No terceiro dia para chegar em um templo tivemos que pegar um transporte público BTS Skytrain no rio Chao Phraya. Passamos por alguns pontos e depois retornamos até chegar no templo Wat Arun. As passagens são muito baratas, pagamos por volta de ฿80,00 baths tanto ida quanto volta, então vale muito mais a pena o tour por conta e ainda tivemos uma vista maravilhosa totalmente diferente da cidade vista pelo rio.  

       
                Ficamos no templo Wat Arun até fechar por volta das 19:00pm, depois fomos de barco pelo rio Chao Phraya até o porto que da acesso ao grande mercado Asiatique, um maravilhoso complexo de lojas e restaurantes, um verdadeiro shopping ao céu aberto localizado às margens do rio Chao Phraya situado nas antigas docas de uma empresa que realizava comércio na região portuária no século passado. Em função da sua localização e história, seu layout é temático e apresenta uma decoração especial com tema inspirado no reinado do Rei Chulalongkorn (1868-1910) e na atividade marítima. Ficamos umas boas horas comendo, bebendo e curtindo o local, depois pegamos um táxi por ฿200,00 baht para o hostel pois no outro dia logo de manhã tínhamos o nosso vôo para as belas praias da Tailândia. 
       

            Assim que chegamos no hostel deixamos reservado nosso táxi para o aeroporto Don Mueang - DMK por ฿400,00 baht pois sairíamos bem cedo para o aeroporto. Acordamos por volta das 5:00am da manhã e o táxi já estava nos esperando na porta do hostel no horário combinado, após 30 minutos chegamos no aeroporto. Partiu praias... 

       
      6º Dia: Praia - 09/11/18 - 7h25min - Banguecoque x Krabi x Ao Nang - Empresa Air Asia - R$148,00 Reais
       
      (((((Continua no próximo post)))))
       
       
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    • Por Thiago e Priscila Blumenau
      Olá amigos da comunidade Mochileiros.com.
      Aqui é o Thiago e a Priscila. Nós moramos na cidade de Blumenau-SC.
      Em dezembro de 2018 fizemos nossa viagem de carro até San Pedro de Atacama no Chile.
      A comunidade mochileiros.com nos ajudou bastante, pois no site conseguimos várias dicas e conhecemos outras pessoas que também nos ajudaram com informações. Por esse motivo queremos compartilhar nossa experiência. E quem sabe poder ajudar ou até mesmo encorajar outras pessoas a saírem do sofá e encarar essa aventura.
      Já contamos a primeira parte do nosso passeio, onde você encontra informações como: documentos necessários, seguros obrigatórios, melhor roteiro, condição das estradas, hotéis, pontos turísticos, custo com passeios, custo com alimentação, custo com gasolina, custo com pedágios, melhor câmbio, o que levar na bagagem, etc. Se você não leu a primeira parte, então clique aqui.
      Nesta segunda e última parte vamos falar sobre: formas de chegar em San Pedro Atacama, aclimatação, hospedagem, casas de câmbio, agências de turismo, passeios, alimentação e compras.
      Então vamos ao que interessa [=
      → Formas de chegar até San Pedro de Atacama:
       • De avião: sim é possível!
      Mas quem vai de avião desembarca na cidade chamada Calama, que fica a aproximadamente 100 km de San Pedro. De lá é possível pegar um ônibus direto para San Pedro ou alugar um carro. Em San Pedro existe uma pequena rodoviária, bem no centro e que funciona praticamente o dia todo.
      • De carro: ir de carro é uma aventura incrível.
      • De moto: também uma forma muito bacana de pegar a estrada. Porém é mais limitado do que o carro, pois você não tem tanto espaço disponível, vai precisar fazer mais paradas para abastecer, etc., mas nada que tire o prazer do passeio.
      A maneira de ir vai depender da sua vontade e do quanto você está disposto a gastar.
      Por que vontade?
      Porque ir de carro por exemplo, cruzando o Brasil, a Argentina e Chile não é para qualquer um. É uma viagem longa, cansativa, demorada, que vai te exigir planejamento, paciência e atenção a todo momento. Ou seja, tem que ter muita VONTADE mesmo!
       E quanto você está disposto a gastar?
      Pegar um avião, desembarcar e chegar é muito rápido e fácil. Porém tem o seu preço.
       Quando nós resolvemos fazer a nossa viagem, fizemos uma comparação entre ir de carro e ir de avião. Sem dúvida ir de carro era mais barato. E sem contar que ir de carro você aproveita o passeio, pode parar quando quiser, pode tirar fotos pelo caminho, conhece outras cidades pelo caminho. Então tudo isso pesou na hora da decisão.
      Por isso eu digo: VÁ DE CARRO, VALE MUITO A PENA.
       *Mas lembre-se de revisar o seu carro antes. Preparar tudo que precisa com antecedência.
       Segue abaixo um resumo para quem vai de avião:
       Você embarca no Brasil e desembarca na cidade de Santiago (Chile).
      De Santiago você pega outro avião até a cidade de Calama.
      De Calama você pode pegar um ônibus (turismo) que te leva até a rodoviária de San Pedro de Atacama ou pode alugar um carro e dirigir até lá.
       Todos os ônibus que chegam em San Pedro de Atacama desembarcam no Terminal de Buses, que é uma pequena rodoviária, que fica bem próxima da Rua Caracoles, que é a principal rua de lá (aprox. 5 min caminhando).
       Distâncias:
       Santiago x Calama: 1530 Km
      Tempo de voo: 2h
       Calama x San Pedro de Atacama: 100 Km
      Tempo na estrada: 1:30h
       
       → Aclimatação:
       Você vai perceber que o ar em San Pedro é diferente.
      É normal você ter certa dificuldade para respirar, devido à altitude.
      Pelo caminho você já começa a notar a diferença. Quanto mais alto, mais difícil a respiração.
      Esteja preparado, pois seu nariz e sua boca irão ficar bastante secos.
      Nós sentimos dificuldade ao dormir, pois de madrugada o nariz trancava e a boca ficava seca demais.
      Algumas vezes nós levantávamos para tomar água e umedecer o nariz.
      Conversamos com alguns brasileiros, que relataram terem sentido dor de cabeça e enjoo.
      Mas é uma condição suportável.
      Entenda que é um clima totalmente diferente do nosso.
       Durante o dia era quente e seco.
      A noite a temperatura era agradável.
      Para não dizer que nesse lugar não chove, o guia nos contou que chove uma semana por ano.
       Curiosidades:
      San Pedro de Atacama está a 2.300 metros acima do nível do mar. E tem alguns passeios que nos levam a 5 mil metros.
       Dica:
      Beba muito líquido, evite álcool e prefira comidas leves.
        
      → Hospedagem
       Em San Pedro existem muitos Hostels.
      Nós escolhemos um hostel chamado Casa Lascar, que ficava ao lado da rodoviária de San Pedro. Muito próximo ao centro. Esse hostel nos atendeu muito bem, pois tinha dois quartos, uma cozinha, uma sala e um banheiro só para nós. A reserva foi feita na plataforma booking.com. O preço não era absurdo e valeu muito a pena.
       Dica:
      Quando você for procurar a sua hospedagem, você pode escolher por exemplo: quarto compartilhado ou não, banheiro compartilhado ou não, que tenha garagem, local para lavar a roupa, cozinha, etc. Tudo depende da sua necessidade e do quanto você quer gastar. Sites para reservar hotéis é só digitar no Google.
       
       → Casas de câmbio
      Em San Pedro existem algumas casas de câmbio, onde você pode fazer a troca do seu dinheiro de forma muito simples e fácil. A maioria delas fica aberta até tarde da noite, então é bem tranquilo.
      Nós trocamos todo o nosso dinheiro em San Pedro e valeu muito a pena, pois se tivesse trocado no Brasil teríamos perdido muita grana. Nós trocamos o nosso dinheiro na casa de câmbio RENT A BIKE EMILY, pois foi a casa de câmbio que nos ofereceu a melhor cotação. E esta casa de câmbio também aparece em outros blogs de viagem, por isso nós optamos.
       Dica:
      Pesquise em pelo menos três casas de câmbio, antes de trocar o seu dinheiro.
      Nós falamos com duas casas de câmbio antes, para saber a cotação. E por último fomos até a RENT A BIKE EMILY. Chegando lá nós falamos sobre o preço dos concorrentes, então ali conseguimos a melhor cotação.
       
       → Agências de turismo
      Em San Pedro existem muitas agências de turismo, oferecendo pacotes dos mais diversos.
      Existem alguns passeios que não são todas as agências que fazem, por exemplo subir na boca do vulcão. Neste caso só uma e outra fazem o passeio, pois é mais arriscado, demora mais, requer alguns equipamentos específicos, etc.
       Nós reservamos os passeios antes da viagem.
      Fechamos os passeios com a agência Volcano Aventura, que fez um preço muito interessante.
      Na ocasião pagamos uma parte adiantado e o restante quando chegamos. Foi bem tranquilo, nos atenderam super bem, não tivemos qualquer problema. E a negociação toda foi pelo whats.
       Dica:
      Pesquise bastante, pois só assim você consegue um preço bacana.
      Consulte as páginas de cada agência, no Facebook, Instagram, etc. Veja os comentários, a data da última atualização, etc. Assim você tira uma ideia se a agência é boa ou não.
      Mais passeios ou mais pessoas, geram bons descontos. Seja esperto e negocie.
       
       → Passeios
       A maioria dos passeios começa muito cedo, por isso você precisa se programar com horários.
      As agências te pegam na “porta de casa”, ou melhor, na porta do seu hostel.
      Junto ao motorista sempre tem um guia que fala espanhol ou inglês.
      Ao chegar no destino, eles também servem uma mesa de café, com doces, frutas, água, suco, etc.
      É muito divertido, vale muito a pena.
      Geralmente as agências realizam um passeio por dia, para não cansar seus clientes.
      Há também passeios noturnos, basta você pesquisar na internet, para saber mais.
      Outra forma de passear em San Pedro é alugando uma bike. São várias lojas que tem bike para alugar por dia, por hora, etc.
      Dica:
      É possível realizar a maioria dos passeios com seu próprio carro, porém algumas estradas não são boas, pois tem pedras, buracos, lama, etc. Se o seu carro não for preparado, melhor ir com a agência de turismo, pois elas têm carros preparados para esses lugares.
      Nós fizemos todos os nossos passeios com a agência.
       
      → Alimentação
      Os restaurantes servem de tudo e um pouco mais.
      Mas vale lembrar que as comidas de restaurante não são iguais a que você come em casa.
      Por isso, se você prefere aquela comidinha caseira ou aquele feijão, saiba que não vai encontrar.
      Nós optamos em fazer a nossa janta todos os dias. Então passava no mercado, comprava os ingredientes e preparava tudo no hostel.
       
      →Compras
      Em San Pedro você encontra de tudo para comprar, inclusive tem algumas marcas famosas que tem lojas nesse lugar. Não pense que é tudo baratinho não. Se você fazer a conversão para sua moeda, cuide para não cair pra trás.... (kkk);
       Vale a pena comprar uma lembrancinha ou outra, mas não dá para se empolgar.
       
       Acho que é isso pessoal.
      Espero que vocês tenham gostado.
      E tomara que esse relato possa ajudar vocês a planejarem sua próxima viagem.
      Um grande abraço.
       Contatos:
      47 988417695
      Instagram: thiagomarianobnu
    • Por Laryssa Teodósio
      Estarei no final do ano viajado para meu primeiro mochilão. Irei para Santiago, San Pedro de Atacama e Salar de Uyuni. Alguém pode me ajudar a escolher uma mochila que se adeque a meus 1,58 e orçamento de até R$ 400,00? Passarei mais ou menos de 15 a 20 dias. 
    • Por Cláudia Toscano
      Bolívia não é um destino muito procurado.  Países onde há bastante pobreza infelizmente assusta e perdemos o que há de melhor nesses lugares, gente humilde e simpática e natureza ainda belíssima! 
      Fomos para Bolívia para pedalar no Salar do Uyuni e fazer um down hill na Estrada da Morte.  Juntamos um grupo de 9 pessoas, traçamos os custos, fizemos contato com empresas locais para dar estrutura ao pedal (sem isso não dá pra fazer) e seguimos viagem.  Escolher passagem aérea mais barata, nem preciso dizer, mas a que faz o melhor roteiro e o menor custo e tempo é a estatal Boliviana.  Saímos de Recife-São Paulo- Santa Cruz de La Sierra-La Paz.  Ficamos 3 dias em La Paz para conhecer, turistar e também se adaptar à altitude; são 3600 metros a 4200 metros de altitude.  O tempo todo temos que tomar chá de coca para aliviar o cansaço. E funciona mesmo!
      Depois de conhecer a cidade, o Vale da Lua (belíssimo), andar de teleférico é o ponto alto de La Paz.  Para mim, foi o melhor sistema de transporte em centros urbanos caóticos e de montanha como La Paz.  Não poderiam ter melhor ideia!. Além de ser um belo passeio.
      As comidas em La Paz não são muito confiáveis.  Refiro-me à higiene. Por isso é bom escolher bons restaurantes.  Nada de lanchonetes ou comida chinesa! Pão... todo ele é feito pelos indígenas.  É lei! Padaria não vende pão de fabricação própria. Apenas vendem o que os indígenas fabricam. Embora no país, a maioria da população seja mestiça, o Governo incentiva bastante as 36 nações indígenas existentes no país, para terem algum tipo de atividade econômica rentável! Mas, apesar de não ser muito higiênico o fabrico, eu comi e gostei. Uma delícia! rsrsrsrsrs.
      Seguimos numa van de aluguel para Santa Cruz de La Sierra e de lá para o Uyuni.  É um vilarejo que vive principalmente do turismo e artesanatos.  Contratamos no Uyuni a empresa www.nomadaexperience.com, cujos serviços são excelentes! Foram dois carros 4x4 , abastecidos de suprimentos, bicicletas de trilha alugadas por eles, com equipamentos.  Chegando no ponto de partida no deserto de sal, seguimos de bike até uma ilha no meio do Salar, também deserta e cheia de cactus.  No meio do caminho fizemos uma parada para almoçar.  A empresa Nomada Experience, preparou todo nosso almoço, armou uma tenda no deserto e ali matamos a fome e o cansaço.  Na volta, com o vento contra, ficou quase impossível pedalar.  O deserto de Sal, não é plano, parece que você está pedalando sobre pedras, mas de sal!  Foi uma experiência incrível!
      Voltamos para o Hotel de Sal no Uyuni, muito confortável, mas com as camas de sal... tudo de sal.  Muito legal!  À noite, jantamos numa pizzaria e no dia seguinte, seguimos para o cemitério de trens e seguimos para a mina de prata (hoje desativada). Subir a montanha pedalando na altitude é pesado mas conseguimos bem.  Melhor a volta pra cidade, 4200 metros de só descida! Bom demais! 
      No quarto dia voltamos para La Paz e de lá contratamos outra empresa para fazer a Estrada da Morte.  Eles nos pegaram no hotel num micro ônibus, junto com outros aventureiros.  Ao chegar no ponto de partida no pico da montanha a 4700 metros de altitude, confesso que me perguntei, porque escolher morrer agora? A adrenalina vai a mil!  A empresa nos deu todo equipamento, capacete, luvas, macacão e a bike de down hill. Começa a descida, inicialmente no asfalto, no acostamento da rodovia. São 20 km de asfalto até chegar à estrada de terra e muiiiiiiiiitas pedras.  A Estrada da Morte mata, mas é linda, maravilhosa! A paisagem de montanha e floresta é belíssima.  Tem algumas paradas para fotos fantásticas, mas na descida, nem pensar em olhar alguma borboleta no caminho.  Concentre-se na estrada.  Não dá pra frear o tempo todo.  Tem que reduzir nas curvas e seguir na descida.  Valeu muito! Amei a Bolívia e seus perigos! Não dá pra voltar, porque o mundo é grande e a natureza me espera!
       








    • Por Adenilsonhipp
      Mochilao rootz, carona, desapego total ao q é  material. Sentido descendo pro Sul, Uruguai, Argentina e vai.
      Estou aberto a opções, roteiros, mindsets, só que temos de partir sem grana. Totalmente legalize. Temos de trocar ideia pra q tudo ocorra da forma mais natural e orgânica possível, demoro?
       
      VAMO ai
       
      11 958090689
       
      Eh isso Tmj rapaziada


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