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Igor Bagnara

Mochilão Am. do Sul - BOL - CHI - PERU em 27 dias 'sozinho' JAN/2019

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DIA 2 - SUCRE E O PARQUE DOS DINOS

No café da manhã fui comer pela primeira vez o que me seguiria durante toda viagem: aquele pão redondo seco com chá (café só solúvel e intragável).
Depois do café o Cleverson e a Cintia encontraram mais duas brasileiras (Clau e Eli) indo para Uyuni no ônibus noturno. Nosso grupo BR tava se formando... combinamos de nos encontrar na rodoviária e saímos para resolver nossas pendências.

Decidimos ir logo cedo na rodoviária pra resolver a questão das passagens (ainda bem), chegando lá era tipo uma garagem com uma mesa e cadeira hahaha
Eu gastando todo meu portunhol pra convencer o cara que deveria trocar minha passagem, visto que mandei email dia 30/12 pedindo pra trocar a minha e do Kaique (migué a dele 👀). O cara ligou pro pessoal responsável pelo site e disse que eu teria que convencê-los!

Deu um puta frio na barriga precisar falar espanhol por telefone e ainda ter ganhar uma discussão, mas era desconto né?! . Briga vai, briga vem... Conseguimos que eles vendessem duas passagens pelo valor de uma. O valor no local físico já era metade do que no site e durante esse rolo havia pedido pro Kaique ir na fila das passagens e segurar duas, visto que tinha ouvido que haviam pouquíssimas. De um jeito ou outro iríamos ter que pegar as passagens e acabamos ficando com as duas últimas!

Depois decidimos fazer algo pela cidade e alguém falou que lá havia um parque de dinossauros, decidimos ir. Foi divertido? Sim. Eu voltaria se soubesse o valor + o que tem la? Não (eles cobram uma taxa maior pra turista e valor a mais pra foto) . Não que fosse ruim, mas achei bem voltado para as crianças, logo eu invoquei meu melhor lado e resolvi simplesmente me divertir ali com os dinos.

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Após o parque fomos ao mirante da cidade onde diziam ter uma vista completa de Sucre, só não imaginava que era uma subida até o céu hahahaha
Valeu a pena, a vista era bonita e passamos numa das muitas feirinhas, onde o pessoal comprou touca, luvas e lembranças, me contentei em barganhar (mas acabei comprando uma touca no fim do dia por 20 bols).

 

Sucre é uma cidade bonita, histórica, com belas arquiteturas, calçadas minúsculas, ótima pra fazer passeios a pé e sentir o clima.

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Lá pras 18h fomos tomar banho, pegar as coisas rumo Uyuni e o tão esperado deserto de sal! A rodoviária era um caos, demoramos pra nos acharmos, o ônibus atrasou, mas enfim embarcamos. Encontrei as meninas apenas dentro do ônibus.

Lembro de flashbacks da viagem noturna, eu acordando algumas vezes com o motô fazendo umas curvas fechadas, o ônibus quebrando (motô/mecânico arrumou), mais algumas curvas, ônibus quebrando novamente, o povo aproveitando pra usar o famoso 'banheiro inka' e finalmente a chegada de madrugada em Uyuni.

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DIA 3 - O ESPERADO E ESPETACULAR DESERTO DE SAL

O ônibus chega de madrugada numa rua deserta, geral estava lesado de sono, sem saber o que fazer... Maaaas eu estava preparado! Assim como havia lido no relato do @rodrigovix e da @Maryana Teles, um senhor nos abordou, já mandei com todo meu portunhol: Eres de lo Nonis café?
Quando o senhor concordou, já gritei pra geral me seguir que sabia exatamente onde ia, me sentindo o guia. 🤣😂

A felicidade de achar o Nonis(story)


Havia um pessoal tentando abordar em relação à passeios, mas ignorei todos com sucesso (melhor esperar as agências abrirem e vc estar mais consciente antes de fechar algo). Eu estava me sentindo em casa, pedi um chá com pão redondo e comecei a conversar com nossa turma BR (por enquanto era Eu, Kaique, Cleverson, Cintia, Clau e Eli, a quantidade exata de pessoas pro 4x4), eu estava bem aliviado por que curti geral e tinha lido muito relato de pessoas que não curtiram tanto a travessia do deserto por conta da companhia no carro.

O que se seguiu foi rápido e já não vem à mente com clareza, mas ouvimos mais da nossa amada língua e fomos trocando ideia, juntando o povo! Até aí já tínhamos mais cinco meninas (Gabi, Clarissa. Thayna, Vitória e Natália).

Eu dizia ter indicações de duas agências e batendo com do pessoal a agência em comum era a Esmeralda tours. Ficou decidido que ao dar 8h, iríamos num pequeno grupo negociar. Gostamos da proposta e de como fomos recebidos, estava por 800 bols (valor padrão). Ao voltar já havia crescido o grupo BR, tinha até uma gringa no meio (Ivy se não me falha a memória).

Fomos toda cambada de BR pra agência, deixamos os mochiloes, separamos as coisas pra mochila de ataque (importante pois o mochilao fica em cima do 4x4 e não pode ser acessado) e iríamos aguardar teoricamente até as 10h para a partida. Fomos comprar snacks e água (são 2 dias e meio, ponto de água somente nos alojamentos e almoço), dividimos um galão de 6l (se não me engano) em dois.

Ali passei meu primeiro 'perrengue' com inglês, a gringa estava no grupo porém nós já tínhamos comprado snacks antecipadamente e começamos a voltar antes. Ela era da Finlândia, mas o inglês era bem carregado e eu tava bem travado para falar, foi uma conversa bem mais ou menos sobre viagem, porém vi que ela não tava curtindo, tentei usar o tradutor e ela se mostrou menos disposta ainda, então larguei mão.

Fui trocar o dinheiro para pagar o passeio, havia trocado certo para pagar esse passeio, mas o dia a mais em Sucre me fez gastar os bols. Encontrei um grupinho BR na frente e já comecei a trocar ideia, ali estavam a Karla e mais dois. A cotação era HORRÍVEL pra Real e bem ruim pra dolar.
A Karla inclusive se ferrou por ter apenas Real, eu troquei dólares o suficiente pra pagar o passeio. (sempre façam câmbio antes em Santa Cruz ou Sucre)

Ao voltar, já havia outro grupo de brasileiros fechados com a Esmeralda. Estava aquele monte de BR desconhecido trocando ideia, foi mó bagunça na frente e dentro da agência! Ali conheci mais de cada um que iria conosco e a nova integrante, a blogueirinha (Tainá @fora_darotina).

Fomos avisados que haveria atraso na saída por falta de combustível, já estava todo mundo bem cansado da viagem de ônibus, um puta calor e ansiedade à mil, ou seja, geral bolado. Mas foi até de boa, uniu bem mais o grupo! Eu estava me sentindo em casa, como se conhecesse aquele povo louco desde pequeno.

Os carros começam a sair e nada dos da Esmeralda, pressionamos e um tempinho depois chegou a hora! Mochilao pra cima do 4x4 e o povo pra dentro. A disposição de lugares era: Um na frente ao lado do motô, três no banco de trás e dois no fundo que era meio apertado (decidimos ir revezando).

Duas coisas importantes que aprendi durante essa travessia: a segurar o xixi (não pode fazer no deserto de sal por risco de contaminar) e que um bom grupo no carro realmente faz TODA diferença! Passamos 90% do tempo dentro do 4x4 e se a companhia for ruim, as horas irão se arrastar, eu tive uma grande sorte. Ah, outra coisa é levar folha de coca e algo para quebrar sua amargura, dica da Eli que levou uma espécie de bola de menta. A gente "bolava" a folha de coca com uma bolinha de menta no meio, era ótimo e ajudou bastante na aclimatação (o corpo acostumar com a altitude elevada).

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A primeira parada é logo na saída de Uyuni, o cemitério de trens. Há quem ache zoado um bando de trem abandonado (se fosse em sampa vc iria ficar empolgado?) e há gente como nós que estávamos ali pra aproveitar tudo o que havia. Eram os antigos trens utilizados para atravessar o deserto, tiramos várias fotos engraçadas em grupo e nosso guia aproveitou para voltar na cidade para pegar algo que tinha esquecido (só faltou nos avisar 🙄), mas não demorou muito.

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A Esmeralda estava com três carros, os três com 17 brasileiros e uma gringa. Porém um deles não estava junto, só o vimos quando partimos do cemitério de trens e lá estava a blogueirinha tirando fotos com seu lenço esvoaçante 🤣

A próxima parada já foi o almoço, foi o tempo de servir a mesa, visto que estava pronto. Tinha carne (de lhama creio), legumes, arroz, salada... Estava fria, porém boa e acompanhava coca quente e água pra beber. Ali a estrutura já era toda de sal, desde às paredes até o banco (obviamente eu provei o sal da parede igual a @Maryana Teles KKK).

Após comer rapidinho e alguns irem no banheiro (2 ou 3 bols, Bolivia é sinal de banheiro pago) fomos para a parada seguinte, o monumento do Dakar e a praça das bandeiras. Como estávamos atrasados, seria uma parada rápida de 15/20 min, o pessoal se separou, alguns foram pegar fila pra tirar foto no monumento, outras na praça da bandeira procurar a bandeira do Brasil. Eu tirei uma foto só da parte de trás do monumento e juntei com um pessoal para começar as frustrantes tentativas de foto em perspectiva! Hahahaha é bem mais difícil do que parece.

Umas tentativas em vão e nos reunimos rapidinho pra foto e vídeo na praça da bandeira (rolou até cântico contra bolsonaro que havia acabado de assumir).

Nesse momento a ansiedade tomava conta do corpo, a viagem finalmente havia começado! Mais alguns minutos de carro e chegamos num ponto seco do grandioso deserto de sal. Aquela imensidão de branco sem fim, o óculos de sol é indispensável, pois o branco chega a cegar.

Descemos e fomos todos empolgados tirar fotos e mais fotos, apreciar aquela vista.
A dificuldade com fotos panoramicas permaneceu, o guia não ajudou, então sobrou disposição! Cheguei a deitar para tirar foto, péssima decisão... O sal grudou na roupa toda hahahaha Tive que lavar antes de dormir!

Meia horinha depois, volta todo mundo pro carro e partiu rumo ao Salar alagado, uma das coisas mais lindas que já vi na minha vida. O conselho é levar chinelo ou ficar descalço. O carro foi chegando e o fôlego foi sumindo, que visão era aquela... Parecia  um mundo de nuvens, no céu e no chão, algo  infinito.

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Ali eu perdi a noção do tempo, de onde estava, do que fazer. Tirava uma foto ou outra, ficava olhando, voltava a tirar fotos, apreciava... Não estava preparado praquela  paisagem, aquela imensidão de céu!

Dali rumamos para o primeiro abrigo, horas e horas de carro, segurando xixi. Mas era agradável na medida do possível, a companhia era boa, o papo fluía. Nesse caminho um dos carros ficou para trás, em determinado momento paramos num pedacinho de terra e foi uma correria louca quando o motô disse que poderíamos fazer xixi ali! Hahahaha

Vimos um carro atolar de longe e outro estava ajudando. Perrengues dos outros a parte, eu estava exausto. A viagem mal havia começado e eu tinha vivido taaaanta coisa em 3 dias. Depois de um tempo, o carro desatolou e seguimos viagem.

Ao chegar no 'hotel de sal', fui surpreendido novamente! Achei muito bem estruturado, bonito, um rústico com conforto. A fila do banho estava gigante, o banho gelado era free, 10 bols pra ser "quente".

Banho tomado, roupa suja lavada, bem agasalhado (estava frio pra k7), o jantar foi outra surpresa! Chegou uma panela gigante de sopa e me debulhei, até alguém da mesa avisar: gente, é só a entrada.

Do nada chega um prato imenso de lomo saltado com papas. Eu já estava cheio só com a sopa hahahhaha
Mas como minha mãe ensinou, bora limpar o prato né?! Falhamos na missão, era muita coisa, ainda havia um vinho pra cada mesa (carro). O guia inclusive achou meio ruim sobrar comida, mas não dava.

Geral bem comidos (rs) e de banho tomado, indo dormir com as 3 cobertas na cama de sal. Tinha um povo juntando os vinhos das mesas pra tomar. Obviamente me juntei a eles, conversamos um bocado, bebemos e rimos muito. E já tava mais que na hora de dormir, no outro dia sairíamos cedinho. Eu sabia que havia feito a escolha certa de traçar esse caminho "sozinho"!

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Olá Igor, estou gostando do relato, tá massa! Estou de viagem marcada para 23 de dezembro, eu e minha esposa. 

Já vou te perguntar de antecedência, pegou chuva algum dia? Em cusco por exemplo.

estamos aguardando o restante, abraços!

  • Obrigad@! 1

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16 horas atrás, eduardo.segatto disse:

Olá Igor, estou gostando do relato, tá massa! Estou de viagem marcada para 23 de dezembro, eu e minha esposa. 

Já vou te perguntar de antecedência, pegou chuva algum dia? Em cusco por exemplo.

estamos aguardando o restante, abraços!

Opa Eduardo, valeeu! 

Olha, peguei chuva diversas vezes durante a trip, porém eram chuvas passageiras, muitas vezes na volta do passeio, não sei se foi sorte ou Pacha Mama olhando por mim. 

Não atrapalhou NENHUM passeio que fiz, peguei alguns lugares nublados, porém é normal o ano todo. 

Cusco tem um tempo imprevisível hahaha

Meu conselho é ir sempre com troca de roupas e no estilo 'cebola', varias camadas pra ir tirando ou colocando conforme o tempo. 

Pode perguntar quando tiver qualquer dúvida! Postarei as continuações assim que possível :)

Ps: se eu não responder aqui, pode mandar no insta que vejo na hora: @igorbagnara

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    • Por Tadeu Pereira
      Salve Salve Mochileiros! 
      Segue o relato do mochilão realizado no Sudeste da Ásia em 2018 batizado de The Spice Boys and the Girl.
       
      1º Dia: Partida - 04/11/18 - 19h05min - São Paulo x Madrid - Empresa AirChina - R$3.680,00 Reais
           Partimos do Aeroporto de Guarulhos - GRU em São Paulo por volta das 19:30 do dia 04 de Novembro de 2018, fizemos um check-in tranquilo com a empresa AirChina e embarcamos para nossas primeiras 9 horas de vôo até Madrid na Espanha onde fizemos conexão. O vôo foi bem tranquilo, até conseguimos dormir, porém a comida do avião não é das melhores mas acabei comendo assim mesmo e já começava ali a sentir o cheiro e o gosto da Ásia hahahahah. Chegamos em Madrid na Espanha por volta das 5:00am e fizemos uma conexão de 3 horas, deu tempo de dar uma volta no Free Shop, banheiro, comer alguma coisa (caríssima), fazer os procedimentos burocráticos e embarcar novamente pois teríamos a China ainda pela frente.
       
       
      2º Dia: Partida - 04/11/18 - 8h15min - Madrid x Pequim - Empresa AirChina
           Chegamos em Pequim ainda de madrugada com uma temperatura de 7º, quem se deu bem foi quem ficou com as cobertinhas que a empresa AirChina empresta para as pessoas no avião, pois não esperávamos passar tanto frio no aeroporto da China como passamos naquela conexão rss. Assim que descemos do avião caminhamos um longo caminho até os terminais eletrônicos onde se inicia os procedimentos burocráticos de conexão da China. Finalizamos depois de alguns minutos os procedimentos e dormimos um pouco em bancos do aeroporto sendo acordados e presenteados por um lindo nascer do sol no Aeroporto de Beijing. Procedimentos concluídos no Aeroporto de Beijing partimos para o nosso tão desejado e esperado destino final daquela cansativa viagem de aproximadamente 23 horas, a capital da Tailândia, a grandiosa Banguecoque.  
       
      3º Dia: Chegada - 06/11/18 - 15h15min - Pequim x Banguecoque - Tailândia (Taxi ฿1.000 Baht, Chip ฿600,00 Baht, Hostel ฿340,00 Baht)
           Chegamos por volta das 15:00 pelo horário local, fizemos os procedimentos de imigração, primeiro o health control depois na fila de imigração, carimbamos nossos passaportes, pegamos nossas mochilas e pronto, lá estávamos livres para explorar Banguecoque. Trocamos $100,00 dólares  no aeroporto com um câmbio de $1,00 dólar = ฿31,60 baht, depois compramos um chip para o telefone por ฿600,00 baht com 6 Gigas por um período de 30 dias e chamamos um Graab, como se fosse o Uber no Brasil, onde pegamos na parte superior do Aeroporto Internacional Suvarnabhumi por ฿400,00 baht em torno de R$40,00 reais que nos levou em 30 minutos até o nosso hostel, o The Mixx Hostel. Ficamos hospedados na rua Ram Buttri que fica do lado da rua mais famosa de Banguecoque, a Kaoh San Road onde rola a grande noite da cidade, uma ótima opção para mochileiros. Muita comida típica e exótica boa e barata, cervejas baratas, diversos bares, baladas, artistas de rua, drogas, sexo e tudo que uma bela noite de Banguecoque pode te oferecer pra se divertir. Vale a pena conferir! Na hospedagem pagamos por dois dias ฿340,00 baht, ficamos em um quarto com quatro camas/beliche, ar condicionado, banheiro compartilhado e café da manhã incluso, o hostel é simples mas atende as necessidades com uma ótima localização.
       

           Conhecemos alguns templos na capital, alguns fomos a pé mesmo pois são muito próximos um do outro. Wat Pho (Buda reclinado), Wat Saket (Monte dourado) e Wat Arun (Templo do amanhecer). A cidade é bem frenética mas andar a pé pelas suas ruas foi uma bela escolha. caminhamos muito por essas ruas, muito das vezes sem um rumo certo, mas logo nos achávamos pelo google maps. A cada esquina que se vira na Tailândia você vê uma foto do rei. Embora o já tenha falecido, o povo Thai tem muito respeito pelo rei Bhumibol Adulyadej que morreu em Outubro de 2016 com 88 anos de idade após 70 anos no poder que hoje tem como rei o seu filho Maha Vajiralongkorn.       
            
           
           
        
       


       

           A culinária asiática é muito exótica, a cada comida que você experimenta é uma surpresa de sabores. Experimentei o famoso prato típico de rua tailandesa Pad Thai, uma espécie de macarrão de arroz frito com frutos do mar ou carne de porco ou de frango, acompanhado de castanhas com pimenta que custa em média ฿100,00 Baths e se encontra em todo lugar da Tailândia, experimentei também o Thai Mango Sticky Rice, uma sobremesa tradicional tailandesa feita de arroz glutinoso, manga fresca e leite de coco, ambos baratos e deliciosos, mas existem uma infinidades de comidas para serem saboreadas na Tailândia.   
       
        
           Ficamos 3 dias na capital Banguecoque e além de conhecer templos tentamos entrar na rotina das pessoas locais. No terceiro dia para chegar em um templo tivemos que pegar um transporte público BTS Skytrain no rio Chao Phraya. Passamos por alguns pontos e depois retornamos até chegar no templo Wat Arun. As passagens são muito baratas, pagamos por volta de ฿80,00 baths tanto ida quanto volta, então vale muito mais a pena o tour por conta e ainda tivemos uma vista maravilhosa totalmente diferente da cidade vista pelo rio.  

       
                Ficamos no templo Wat Arun até fechar por volta das 19:00pm, depois fomos de barco pelo rio Chao Phraya até o porto que da acesso ao grande mercado Asiatique, um maravilhoso complexo de lojas e restaurantes, um verdadeiro shopping ao céu aberto localizado às margens do rio Chao Phraya situado nas antigas docas de uma empresa que realizava comércio na região portuária no século passado. Em função da sua localização e história, seu layout é temático e apresenta uma decoração especial com tema inspirado no reinado do Rei Chulalongkorn (1868-1910) e na atividade marítima. Ficamos umas boas horas comendo, bebendo e curtindo o local, depois pegamos um táxi por ฿200,00 baht para o hostel pois no outro dia logo de manhã tínhamos o nosso vôo para as belas praias da Tailândia. 
       

            Assim que chegamos no hostel deixamos reservado nosso táxi para o aeroporto Don Mueang - DMK por ฿400,00 baht pois sairíamos bem cedo para o aeroporto. Acordamos por volta das 5:00am da manhã e o táxi já estava nos esperando na porta do hostel no horário combinado, após 30 minutos chegamos no aeroporto. Partiu praias... 

       
      6º Dia: Praia - 09/11/18 - 7h25min - Banguecoque x Krabi x Ao Nang - Empresa Air Asia - R$148,00 Reais
       
      (((((Continua no próximo post)))))
       
       
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    • Por Thiago e Priscila Blumenau
      Olá amigos da comunidade Mochileiros.com.
      Aqui é o Thiago e a Priscila. Nós moramos na cidade de Blumenau-SC.
      Em dezembro de 2018 fizemos nossa viagem de carro até San Pedro de Atacama no Chile.
      A comunidade mochileiros.com nos ajudou bastante, pois no site conseguimos várias dicas e conhecemos outras pessoas que também nos ajudaram com informações. Por esse motivo queremos compartilhar nossa experiência. E quem sabe poder ajudar ou até mesmo encorajar outras pessoas a saírem do sofá e encarar essa aventura.
      Já contamos a primeira parte do nosso passeio, onde você encontra informações como: documentos necessários, seguros obrigatórios, melhor roteiro, condição das estradas, hotéis, pontos turísticos, custo com passeios, custo com alimentação, custo com gasolina, custo com pedágios, melhor câmbio, o que levar na bagagem, etc. Se você não leu a primeira parte, então clique aqui.
      Nesta segunda e última parte vamos falar sobre: formas de chegar em San Pedro Atacama, aclimatação, hospedagem, casas de câmbio, agências de turismo, passeios, alimentação e compras.
      Então vamos ao que interessa [=
      → Formas de chegar até San Pedro de Atacama:
       • De avião: sim é possível!
      Mas quem vai de avião desembarca na cidade chamada Calama, que fica a aproximadamente 100 km de San Pedro. De lá é possível pegar um ônibus direto para San Pedro ou alugar um carro. Em San Pedro existe uma pequena rodoviária, bem no centro e que funciona praticamente o dia todo.
      • De carro: ir de carro é uma aventura incrível.
      • De moto: também uma forma muito bacana de pegar a estrada. Porém é mais limitado do que o carro, pois você não tem tanto espaço disponível, vai precisar fazer mais paradas para abastecer, etc., mas nada que tire o prazer do passeio.
      A maneira de ir vai depender da sua vontade e do quanto você está disposto a gastar.
      Por que vontade?
      Porque ir de carro por exemplo, cruzando o Brasil, a Argentina e Chile não é para qualquer um. É uma viagem longa, cansativa, demorada, que vai te exigir planejamento, paciência e atenção a todo momento. Ou seja, tem que ter muita VONTADE mesmo!
       E quanto você está disposto a gastar?
      Pegar um avião, desembarcar e chegar é muito rápido e fácil. Porém tem o seu preço.
       Quando nós resolvemos fazer a nossa viagem, fizemos uma comparação entre ir de carro e ir de avião. Sem dúvida ir de carro era mais barato. E sem contar que ir de carro você aproveita o passeio, pode parar quando quiser, pode tirar fotos pelo caminho, conhece outras cidades pelo caminho. Então tudo isso pesou na hora da decisão.
      Por isso eu digo: VÁ DE CARRO, VALE MUITO A PENA.
       *Mas lembre-se de revisar o seu carro antes. Preparar tudo que precisa com antecedência.
       Segue abaixo um resumo para quem vai de avião:
       Você embarca no Brasil e desembarca na cidade de Santiago (Chile).
      De Santiago você pega outro avião até a cidade de Calama.
      De Calama você pode pegar um ônibus (turismo) que te leva até a rodoviária de San Pedro de Atacama ou pode alugar um carro e dirigir até lá.
       Todos os ônibus que chegam em San Pedro de Atacama desembarcam no Terminal de Buses, que é uma pequena rodoviária, que fica bem próxima da Rua Caracoles, que é a principal rua de lá (aprox. 5 min caminhando).
       Distâncias:
       Santiago x Calama: 1530 Km
      Tempo de voo: 2h
       Calama x San Pedro de Atacama: 100 Km
      Tempo na estrada: 1:30h
       
       → Aclimatação:
       Você vai perceber que o ar em San Pedro é diferente.
      É normal você ter certa dificuldade para respirar, devido à altitude.
      Pelo caminho você já começa a notar a diferença. Quanto mais alto, mais difícil a respiração.
      Esteja preparado, pois seu nariz e sua boca irão ficar bastante secos.
      Nós sentimos dificuldade ao dormir, pois de madrugada o nariz trancava e a boca ficava seca demais.
      Algumas vezes nós levantávamos para tomar água e umedecer o nariz.
      Conversamos com alguns brasileiros, que relataram terem sentido dor de cabeça e enjoo.
      Mas é uma condição suportável.
      Entenda que é um clima totalmente diferente do nosso.
       Durante o dia era quente e seco.
      A noite a temperatura era agradável.
      Para não dizer que nesse lugar não chove, o guia nos contou que chove uma semana por ano.
       Curiosidades:
      San Pedro de Atacama está a 2.300 metros acima do nível do mar. E tem alguns passeios que nos levam a 5 mil metros.
       Dica:
      Beba muito líquido, evite álcool e prefira comidas leves.
        
      → Hospedagem
       Em San Pedro existem muitos Hostels.
      Nós escolhemos um hostel chamado Casa Lascar, que ficava ao lado da rodoviária de San Pedro. Muito próximo ao centro. Esse hostel nos atendeu muito bem, pois tinha dois quartos, uma cozinha, uma sala e um banheiro só para nós. A reserva foi feita na plataforma booking.com. O preço não era absurdo e valeu muito a pena.
       Dica:
      Quando você for procurar a sua hospedagem, você pode escolher por exemplo: quarto compartilhado ou não, banheiro compartilhado ou não, que tenha garagem, local para lavar a roupa, cozinha, etc. Tudo depende da sua necessidade e do quanto você quer gastar. Sites para reservar hotéis é só digitar no Google.
       
       → Casas de câmbio
      Em San Pedro existem algumas casas de câmbio, onde você pode fazer a troca do seu dinheiro de forma muito simples e fácil. A maioria delas fica aberta até tarde da noite, então é bem tranquilo.
      Nós trocamos todo o nosso dinheiro em San Pedro e valeu muito a pena, pois se tivesse trocado no Brasil teríamos perdido muita grana. Nós trocamos o nosso dinheiro na casa de câmbio RENT A BIKE EMILY, pois foi a casa de câmbio que nos ofereceu a melhor cotação. E esta casa de câmbio também aparece em outros blogs de viagem, por isso nós optamos.
       Dica:
      Pesquise em pelo menos três casas de câmbio, antes de trocar o seu dinheiro.
      Nós falamos com duas casas de câmbio antes, para saber a cotação. E por último fomos até a RENT A BIKE EMILY. Chegando lá nós falamos sobre o preço dos concorrentes, então ali conseguimos a melhor cotação.
       
       → Agências de turismo
      Em San Pedro existem muitas agências de turismo, oferecendo pacotes dos mais diversos.
      Existem alguns passeios que não são todas as agências que fazem, por exemplo subir na boca do vulcão. Neste caso só uma e outra fazem o passeio, pois é mais arriscado, demora mais, requer alguns equipamentos específicos, etc.
       Nós reservamos os passeios antes da viagem.
      Fechamos os passeios com a agência Volcano Aventura, que fez um preço muito interessante.
      Na ocasião pagamos uma parte adiantado e o restante quando chegamos. Foi bem tranquilo, nos atenderam super bem, não tivemos qualquer problema. E a negociação toda foi pelo whats.
       Dica:
      Pesquise bastante, pois só assim você consegue um preço bacana.
      Consulte as páginas de cada agência, no Facebook, Instagram, etc. Veja os comentários, a data da última atualização, etc. Assim você tira uma ideia se a agência é boa ou não.
      Mais passeios ou mais pessoas, geram bons descontos. Seja esperto e negocie.
       
       → Passeios
       A maioria dos passeios começa muito cedo, por isso você precisa se programar com horários.
      As agências te pegam na “porta de casa”, ou melhor, na porta do seu hostel.
      Junto ao motorista sempre tem um guia que fala espanhol ou inglês.
      Ao chegar no destino, eles também servem uma mesa de café, com doces, frutas, água, suco, etc.
      É muito divertido, vale muito a pena.
      Geralmente as agências realizam um passeio por dia, para não cansar seus clientes.
      Há também passeios noturnos, basta você pesquisar na internet, para saber mais.
      Outra forma de passear em San Pedro é alugando uma bike. São várias lojas que tem bike para alugar por dia, por hora, etc.
      Dica:
      É possível realizar a maioria dos passeios com seu próprio carro, porém algumas estradas não são boas, pois tem pedras, buracos, lama, etc. Se o seu carro não for preparado, melhor ir com a agência de turismo, pois elas têm carros preparados para esses lugares.
      Nós fizemos todos os nossos passeios com a agência.
       
      → Alimentação
      Os restaurantes servem de tudo e um pouco mais.
      Mas vale lembrar que as comidas de restaurante não são iguais a que você come em casa.
      Por isso, se você prefere aquela comidinha caseira ou aquele feijão, saiba que não vai encontrar.
      Nós optamos em fazer a nossa janta todos os dias. Então passava no mercado, comprava os ingredientes e preparava tudo no hostel.
       
      →Compras
      Em San Pedro você encontra de tudo para comprar, inclusive tem algumas marcas famosas que tem lojas nesse lugar. Não pense que é tudo baratinho não. Se você fazer a conversão para sua moeda, cuide para não cair pra trás.... (kkk);
       Vale a pena comprar uma lembrancinha ou outra, mas não dá para se empolgar.
       
       Acho que é isso pessoal.
      Espero que vocês tenham gostado.
      E tomara que esse relato possa ajudar vocês a planejarem sua próxima viagem.
      Um grande abraço.
       Contatos:
      47 988417695
      Instagram: thiagomarianobnu
    • Por Laryssa Teodósio
      Estarei no final do ano viajado para meu primeiro mochilão. Irei para Santiago, San Pedro de Atacama e Salar de Uyuni. Alguém pode me ajudar a escolher uma mochila que se adeque a meus 1,58 e orçamento de até R$ 400,00? Passarei mais ou menos de 15 a 20 dias. 
    • Por Adenilsonhipp
      Mochilao rootz, carona, desapego total ao q é  material. Sentido descendo pro Sul, Uruguai, Argentina e vai.
      Estou aberto a opções, roteiros, mindsets, só que temos de partir sem grana. Totalmente legalize. Temos de trocar ideia pra q tudo ocorra da forma mais natural e orgânica possível, demoro?
       
      VAMO ai
       
      11 958090689
       
      Eh isso Tmj rapaziada
    • Por Juds
      Olá!
      Estarei de férias na Tailândia de 21/01 a 07/02/2020.
      Procuro por dicas e companhias de viagem, pois algumas trilhas e festas são sempre mais seguras acompanhada.
      Estou finalizando meu roteiro interno. A princípio de Bangkok irei para o sul e depois subirei para o norte (publico assim que fechar, por enquanto estou com flexibilidade).
      Sou bem eclética, vou tirar uns dias para descansar em praias menos movimentadas, mas também vou dedicar alguns dias para festas e passeios noturnos.
       
      Alguém por lá nesse período?


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