Ir para conteúdo
  • Faça parte da nossa comunidade! 

    Encontre companhia para viajar, compartilhe dicas e relatos, faça perguntas e ajude outros viajantes! 

FlávioMacedo

São Luís em Dezembro

Posts Recomendados

Olá! Vou passar 3 dias em São Luís do Maranhão no inicio de Dezembro e gostaria de sugestões dos melhores passeios a atrações na região.  😀

Compartilhar este post


Link para o post

Boa Noite pessoal. Tudo bem?

Sou nativa de Barreirinhas(cidade portal de entrada para o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses), lendo os comentários de vocês gostaria de informar que nossas chuvas começam a partir de Dezembro e que esse ano de 2019 choveu tanto como a 10 anos não havia chovido assim na região. Estamos com varias lagoas cheias sendo visitadas nessa época do ano. Para quem prática o trekking nos trechos das caminhadas ainda tem muitas lagoas cheias e grandes que não irão mais seca pois mês que vem começa as chuvas. Informo também que nossa cidade tem um lindo Rio chamado Preguiças que abrange a cidade de Barreirinhas aonde existe passeios de kaiak para conhecer e assimilar a cultura local.

Um abraço e espero ter ajudado de alguma forma.

 

 

Compartilhar este post


Link para o post

Participe da conversa!

Você pode ajudar esse viajante agora e se cadastrar depois. Se você tem uma conta,clique aqui para fazer o login.

Visitante
Responder

×   Você colou conteúdo com formatação.   Remover formatação

  Apenas 75 emoticons no total são permitidos.

×   Seu link foi automaticamente incorporado.   Mostrar como link

×   Seu conteúdo anterior foi restaurado.   Limpar o editor

×   Não é possível colar imagens diretamente. Carregar ou inserir imagens do URL.

  • Conteúdo Similar

    • Por rafael02silva
      Localização: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ilha_dos_Lençóis
       
      Fala pessoal, tudo bem? 
      Vou descrever um pouco sobre a minha aventura até a ilha dos lençóis que fiz agora em julho de 2019.
      A ilha pertente ao município de Cururupu-MA, porém seu acesso se dar pelo municio de Apicum Açu- MA.
      Eu moro em São Luís -MA, e já tinha um tempo que queria conhecer a ilha, estava recebendo um rapaz do couch surfing na minha casa ele tinha planos de ir até a ilha, então aproveitei a oportunidade.
      Dia 01
      Saímos de São Luís  as 05:00 até anel viário ( local que tem várias vans para o interior do estado) e pegamos uma van fomos para o ferry boat e atravessamos a baia de são marcos depois fomo para o município de Pinheiro- Ma, chegando no terminal rodoviário pegamos uma outra van até o município de Cururupu- Ma, por volta das 09:00 e fui procurar transporte para Apicum açu, fui informado que só teria o ônibus da viação Araújo que passaria por volta das 10:00, então resolvi pegar um transporte alternativo( um carro) até o município de Baruri- Ma depois mais um carro até a tão sonhada cidade de Apicum açu.
      O objetivo de fazer o trajeto picado, foi simplesmente na esperança de chegar cedo para pegar um barco para ilha, coisa que não aconteceu. kkkk. Eu sugiro pegar o ônibus da viação Araújo que parte do terminal rodoviário de SLZ todos os dias as 20:30, a passagem custa R$ 89,00 horário de chegada é por volta das 11:00.
      Ao chegar na cidade eu fui direto para o cais onde os barcos partem e é a parada final do ônibus que vem de SLZ, lá tem vários restaurante e bares, aproveitei para almoçar um PF de R$ 10, 00.
      Os barcos para ilha dos lençóis partem pela manhã, então vai ser preciso reservar um dia para dormir em Apicum Açu, fiquei na pousada zero grau em um quarto duplo com ar condicionado, TV e Café da manhã, pagando R$80,00.
      Na cidade tem três pousadas:
      1 fica no cais
      2 na entrada da cidade
      Eu optei pela entrada da cidade pois era mais moderna, e ficava mais perto do monumento que tem os guaras, a cidade é bem pequena, então dá para fazer tudo caminhando, ou você pode chamar um moto taxi.
      A noite fomos procurar um lugar para jantar e encontramos uma senhora que vendia lanche em uma praça, pagamos R$5,00 em um espetinho (carne, arroz e farofa), lá conhecemos um cara que ganhou apelido de Japa, pelo fato da descendência japonesa.  Ele comentou que também iria para a ilha dos lençóis.
      DIA 2
      Acordamos cedo tomamos café e fomos direto para o cais, procurar um barco, o senhor Hélio (dono da pousada) me falou que o Nango (dono de um barco) iria fazer viagem, então fomos procurar ele e encontramos também o japa.
      Aproveitamos para comprar umas frutas água e biscoitos para comer durante esses dias. O barco demorou sair então aproveitamos para almoçar  as 11:30 o barco saiu com destino a ilha dos lençóis, no início a viagem e tranquila, porem ao chegar em alto mar as ondas são maiores balança muito, o barco do Nango tem um local coberto, esse não molha, porém tem esta fora chega lá completamente molhado.
      Por volta das 15:30 chegamos à ilha e já fomos logo para a casa do seu Hélio deixar as mochilas e bater perna. A ilha possui energia elétrica, o sinal de telefone só funciona para quem possui uma antena, ´porem se você for na duna mais alta é possível fazer ligações ou acessar a internet se sua operadora for a Claro.  
      As casas são todas de madeira as ruas de areia, estão boa parte do tempo você vai andar descalço, entra as 12:00 e as 15:00 faz muito calor, muito calor então sugiro compra uma água de coco em um senhor que mora ao lado do restaurante da dona Laura, E sentar embaixo de uma das arvores por lá.
      A noite as ruas são iluminadas até as 23:00 depois tudo é apagado, lá eles tem vários painéis solares e umas duas turbinas eólicas, A dona Laura, possui um restaurante, então você pode ir la e pedir com antecedência para ela preparar a sua refeição, ou você pode negociar com o dono da pousada que você vai ficar. 
      Refeição com frango custou R$15,00 e uma refeição com camarão R$20,00, ela também possui internet via satélite e vende o acesso a R$10,00 a hora, eu preferi subir a duna e usar gratuitamente, só não pode se mexer depois de encontrar o sinal kkkk, ah 4G tá, kkkk.
      A dona Laura possui um comercio e o seu marido tem um barco que faz viagens para a cidade de Apicum Açu.
      O Nango possui uma pousada na ilha, além disso também tem a pousada do senhor Hélio que foi onde eu fiquei, um cara super gente boa, muito gentil e simpático.
      Detalhe não esperem luxo, pois não encontrarão, lá é uma ilha de pescadores um pessoal super humilde e muito acolhedor, vocês irão se apaixonar por esse povo. Lá a noite e possível ver as crianças brincado na rua, a tarde tem uns rapazes jogando futebol em um campo de areia.
      A cidade não possui água encanada, a água usada para tomar banho vem de um poço no quintal de algumas casas que é retirada através de uma bomba que enche a caixa da água.
      A água usada para beber vem de uns poços cavado nas dunas, que tem uma profundidade de um metro, tipo a água mina, segundo eles a água é quase mineral, eu bebi desta água é muito boa, mais se você tiver frescura com isso sugiro compra sua água na cidade de Apicum e levar.
      É possível dá uma volta na ilha, as praias são lidas tem várias dunas de areias e lagoas de água doce. tem outras ilhas lá próximo, que é a ilha de bate vento, dá pra ir até lá, só precisa falar com alguém que tenha um barco.
      A tarde tem a revoada dos guaras, não cheguei a ver, pois perdi o horário. Ah sabe o japa que falei?
      ele levou uma barraca e ficou acampado no meio das dunas, embaixo de um pé de caju que estava quase coberto de areia. kkkk
      Ele virou notícia na ilha, as pessoas comentavam tem um japonês morando no meio das dunas, as crianças comentavam que ele comia carne de cachorro. foi hilário e durante todos os dias eu e meu amigo iriamos pra o local onde ele estava juntávamos lenha e fazíamos uma fogueira a noite colocávamos uma canga no chão e nos deitávamos para ver as estrelas ouvindo o barulho das ondas do mar e sentindo a brisa.
      E la ficávamos até umas 23:00, na volta o medo era grande de topar com o touro encantando, uma lenda local, rsrsr.
       
       
      Dia 03
      Por volta de umas 10 da manhã pegamos o barco com o filho do seu Hélio e voltamos para Apicum chegamos por volta das 13:00, fomos almoçar nos restaurantes próximos do cais e depois compra passagem de volta para SLZ. 
      Eu aproveitei e fui comprar um cobertor pois faria muito frio a noite devido ao ar condicionado do ônibus.
      Saímos de Apicum Açu as 16:00 e chegamos em SLZ as 06:00.
       
      Pousada do Nango
      Telefone:98 98407-4256 / 8460-7579 (WhatsApp)
      Barco R$ 25, 00 por pessoa (ida para ilha)
      A pousada do seu Hélio.
      Pousada do Hélio
      Telefone:  98 98481-4249 (WhatsApp)
      R$ 40,00 por pessoa (quarto duplo, com café da manhã)
      Barco: R$15,00, por pessoa. (volta para Apicum)
      Restaurante da Laura
      Telefone: 98 98416-0312 (WhatsApp)
       
       













































    • Por Bruno GNR
      Fala galera blz?
      Após muito planejamento, leituras, consultas (inclusive muitas aqui e a todo mundo que me ajudou, meu muito obrigado!) e uma pitada de coragem, fiz uma viagem de carro saindo de Limeira (interior de SP) e fui até Jericoacoara (CE).
      Na viagem fiz uma parada nos Lençóis Maranhenses e vou compartilhar com vocês os passeios que fiz e também algumas dicas. Caso alguém queira tirar alguma dúvida, fique à vontade.
      Vou postando separadamente os dias dos passeios, se alguém quiser dar uma conferida na minha viagem completa é só acessar meu blog:
      https://maladaminhamae.blogspot.com/
      Segue o relato:
      Atualmente, o trecho até Santo Amaro está totalmente asfaltado (porém em estado de conservação MUITO ruim), e existe até a mesmo a construção de uma ponte cruzando o Rio Alegre, o que fará em breve, qualquer veículo chegar direito na cidade de Santo Amaro. Hoje, ao chegar na cidade é obrigatório deixar o carro no estacionamento municipal, ele fica do lado esquerdo, logo após um posto Ipiranga na entrada da cidade. Ele é amplo e gratuito e de lá mesmo já é possível pegar um transporte em direção ao “centro” de Santo Amaro, que é onde ficam a maioria das pousadas, restaurantes e de onde saem todos os passeios. Dica: Se você for de carro e for ficar alguns dias, leve algum tipo de capa protetora para por sobre o painel do carro, no estacionamento não tem sombra, o sol é muito forte e pode danificar seu veículo. Assim que você para seu veículo no estacionamento já chega algum guia oferecendo o transporte até o centrinho, o valor é padronizado de R$ 10,00. O transporte é feito em caminhonetes adaptadas com bancos na caçamba, que são chamadas de jardineiras, esse é o veículo “oficial” de Santo Amaro do Maranhão e você as verá por toda a cidade. Quem nos recebeu foi o guia Misael (98 84991741), muito simpático e educado, ofereceu o serviço de transporte até nossa pousada, o trajeto da entrada de Santo Amaro até o centrinho já é uma pequena aventura, pois o carro atravessa o Rio Alegre e literalmente passa por dentro dele, com a água chegando muito próxima de entrar dentro do veículo. O trajeto entre a entrada e o centrinho é rápido, chega-se em cerca de 15 minutos. Ficamos hospedados na Pousada Paraíso (98 984895598), fica bem localizada, apenas 2 quadras da praça central, possui quartos amplos, com ar-condicionado, chuveiro elétrico (é bom conferir se sua pousada oferece, pois nem todas disponibilizam) e um ótimo café da manhã, ela é simples, sem luxos, o wi-fi funciona mais na área externa do que nos quartos, porém nos atendeu perfeitamente, o valor da diária é cerca de R$110,00 por pessoa. Dica: verifique se sua pousada está localizada próxima a praça central, pois algumas ficam um pouco longe e em Santo Amaro tudo se faz a pé, existe inclusive um rio que corta a cidade e algumas pousadas ficam do outro lado desse rio, sendo necessário atravessá-lo para se chegar até o centro, ele não é fundo, mas a água pode chegar na altura da cintura, dependendo do tamanho da pessoa. Antes mesmo de fazer o check-in combinamos com o guia Misael de já fazer um passeio no período da tarde, é o passeio mais famoso de Santo Amaro, que são as lagoas Gaivota e Andorinha, com parada para ver o pôr do sol. O passeio sai às 15:00 com retorno por volta das 18:30. No centro de Santo Amaro existem inúmeras agências de turismo, você pode contratar o passeio diretamente com elas, ou então pela cooperativa de turismo de Santo Amaro, que fica num prédio ao lado da praça central. O preço é meio tabelado, mas vale a pena dar uma pesquisada, principalmente se for optar por passeios privativos, ou seja, no carro irá apenas o seu grupo (que é mais caro, porém te dá muito mais privacidade e liberdade) ou nos passeios coletivos (que são mais baratos, porém sem nenhuma privacidade ou liberdade). Você também pode reservar os passeios direto com a pousada, pois a maioria delas faz o agendamento direto com a Cooperativa. Após nos instalarmos no quarto, fomos atrás do almoço, uma dica importante é que Santo Amaro ainda está se desenvolvendo para o turismo, por isso existem poucos restaurantes, grande parte fechar a partir das 14:00, como a maioria dos comércios na cidade e de modo geral são simples e nem todos aceitam cartão de crédito/débito, levar dinheiro é importante e na praça central existe uma agência do Bradesco. Como o calor estava muito forte e o passeio não demoraria a sair, resolvemos almoçar próximo a pousada no restaurante Água Doce. Comemos uma moqueca de pescada amarela, comida simples, nada de mais, prato para duas pessoas R$ 75,00. Após o almoço voltamos para a pousada e fomos arrumar as coisas para o passeio, é importantíssimo levar filtro solar, óculos escuros, chapéu/boné e água. Os passeios acontecem no meio do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, ou seja, no meio do nada, onde não há nenhum tipo de comércio, nem muito menos banheiros. Uma dica: bebidas alcoólicas não são permitidas. Às 15:00 em ponto o Misael passou na pousada, parada na cooperativa para preenchimento de papelada (isso ocorre antes de todos os passeios), aproveitamos para passar no mercado e compramos água e coisinhas para comer, é importante lembrar que o comércio geral fecha por volta das 19:00, então, se organize para comprar as coisas antes dos passeios. Neste primeiro passeio optamos por fazer o coletivo e demos sorte pois estávamos apenas nós quatro e um pai com sua filha, que por sinal foram muito simpáticos e ótimas companhias. O valor desse passeio foi de R$ 60,00 por pessoa, sempre pagamento em dinheiro. Antes de entrar no parque há uma guarita onde se faz uma conferência de papéis e também do veículo, inclusive olhando o cooler onde ficam as bebidas, como disse anteriormente, bebidas alcoólicas não são permitidas. Tudo conferido, hora de começar o passeio. É importante lembrar que o Lençóis Maranhenses são uma área de grandes dunas, onde os lençóis freáticos afloram após o período de chuvas (que ocorre entre novembro a maio), criando as lagoas de águas doces, que são o grande atrativo do passeio, sendo assim, vale sempre destacar que é um passeio sem muito luxo ou conforto, o que para nós não foi nenhum problema. Após passar pela guarita o Misael já parou o carro e nos mostrou o local onde ficava uma casa que foi completamente tomada pela areia das dunas, segundo o guia, elas movem-se até 6 metros por ano. Feita a explicação, era hora de começar o passeio propriamente dito, a jardineira anda rápido para conseguir subir e descer as dunas, por isso é aconselhado deixar todas as coisas soltas guardadas dentro de bolsas e mochilas, inclusive chapéus e bonés, que acabam voando com facilidade, como aconteceu comigo. Os óculos escuros são indispensáveis, uma vez que o vento sopra constantemente no parque e mais o movimento do carro, a areia bate com força mesmo. A primeira vista que se tem dos Lençóis é algo realmente inacreditável, um mar de dunas que se estende por uma área a perder de vista, é realmente muito impactante, por mais que eu tenha visto inúmeras fotos, vídeos e lido depoimentos, nada se compara à estar realmente lá, é um visual deslumbrante. Logo após subir algumas dunas é feito uma parada no alto de uma delas para contemplar a paisagem e também fazer algumas fotos, parada rápida, como uma espécie de “boas-vindas” que o parque te dá. Nossa primeira parada foi na Lagoa Andorinha, uma lagoa grande e perene (não seca, independente da época do ano, no período de secas, que vai de julho a outubro, as lagoas vão secando conforme o tempo passa, por isso, o melhor período para conhece-las é de junho a setembro). A primeira vez que você aquela lagoa, de água doce e transparente no meio de uma monte de dunas, que te lembra um deserto, é muito marcante, e é realmente um visual único, que não se tem em mais nenhum outro lugar do nosso país. Em Santo Amaro os carros param do lado das lagoas, facilitando demais o acesso, além disso normalmente os carros que levam os turistas são equipados com cadeiras e guarda-sol, para deixar tudo ainda melhor. A água não é muito quente, porém, é ótima para o banho e por ser doce, não deixa aquela sensação “grudenta” da água do mar. Quando você está dentro da lagoa, com um tom de azul marcante, de águas transparentes e olha ao redor, aquelas dunas enormes, se tem uma sensação que é realmente indescritível e eu certamente não acharei palavras para descrever. Ficamos por ali aproveitando a lagoa que estava apenas para nós e mais pequeno grupo de outro passeio, para nadar e relaxar com aquele visual inacreditável ao nosso redor. Tiramos muitas fotos e subimos em algumas dunas para apreciar melhor a paisagem. Depois de ficar ali por cerca de 1 hora, fomos para a outra lagoa do passeio, a da Gaivota, que é basicamente a mesma coisa, só que com um tom de água mais esverdeado e com um formato diferente, as lagoas são sempre diferentes umas das outras, trazendo sempre uma nova surpresa. Isso já era por volta das 17:00 e como venta bastante, por mais que esteja calor, a sensação térmica é de mais frio, por isso optamos por ficar mais contemplando a paisagem do que propriamente dentro da água. Por volta das 18:00 o guia nos chamou e disse que a última parada é para ver o pôr do Sol, veja pelo menos uma vez o pôr do Sol no alto das dunas, não existem palavras para descrever o quão maravilhoso é esse momento. Nosso guia nos levou no alto de uma duna onde se pode ter uma linda visão do parque e o Sol se pondo na linha do horizonte, a maneira como os raios solares batem nas dunas formam um jogo de luz e sombras, dão um ar dourado a areia que é simplesmente deslumbrante, realmente não deixe de fazer isso pelo menos em um dos passeios, é emocionante. Terminado o pôr do Sol, voltamos para nossa pousada e já fechamos o passeio do dia seguinte, para Betânia. Se você estiver num pequeno grupo, como nós estávamos, de 4 pessoas, eu aconselho MUITO fazer os passeios privativos, eles sairão cerca de R$ 20,00 a R$ 30,00 a mais por pessoa, o que pode parecer muito, mas somente o fato de você estar com a liberdade e a privacidade de poder chegar e ir embora a hora que você quiser, sem depender de ninguém e sem ter nenhum tipo de aborrecimento por causa de pessoas que muitas vezes são “sem noção”, opte pelo privativo. É um tipo de gasto que vale MUITO a pena, ainda mais se forem passeios que duram o dia inteiro, imagine passar 8 horas junto à um grupo desagradável, isso estragaria sua viagem com certeza. Chegando na pousada, nos arrumamos e fomos jantar, normalmente os restaurantes fecham por volta das 21:00 (exceto nos finais de semana e férias), então, nada de deixar para comer muito tarde. Nessa noite comemos no Restaurante do Gordo, que fica numa rua atrás da praça central, paralelo ao Banco Bradesco, é só perguntar que todo mundo sabe onde é. O restaurante é simples, mas a comida é maravilhosa, porções fartas e bem servidas. Comemos camarão e peixe frio, cada porção serve bem duas pessoas e sai por volta de aproximadamente R$ 70,00. Recomendo demais! Para finalizar a noite, passeamos um pouco pela praça central e tomamos um sorvete na única sorveteria que fica na praça (não é dos melhores, mas para sobremesa estava ótimo, a casquinha com uma bola é R$ 4,00) Hora de voltar para a Pousada e descansar, amanhã tem muito mais.  
       
       
       
       
       
       
         
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
         
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
         
         
       
       
       
       
       
       
       
       
       
    • Por Taciana Soares
      Oi, gente!
      Vou para São Luís/Lençóis e queria umas dicas sobre qual o melhor percurso para ir de lá até Fortaleza, passando por Parnaíba, preferencialmente. 
      Alguém já fez esse destino e pode me ajudar?  
    • Por rafa_con
      Então pessoal, já agradeço desde já se uma boa alma conseguir dar uma luz. 
      Estou ensaiando montar um roteiro de 15 dias que saia do Jalapão e vá até os Lençóis Maranhenses passando (ou não) pela Chapada das Mesas. Seria uma passagem de São Paulo > Palmas e volta São Luís > São Paulo. O obstáculo: não dirijo. 
      A vasta maioria dos roteiros que vejo aqui por essa região envolve locar um carro ao menos para ir de Palmas até Carolina. Gostaria de saber se é tão fim do mundo assim usar transporte público entre Palmas x Carolina e depois Carolina x São Luís. Alguém da região sabe dar informações atuais sobre isso? Por favor, tudo no preço mochileiro de ser, estou pulando fora de transfers VIP (mas também não estou na aventura de pedir carona). Na verdade acho que é mais ajuda pra ver se é possível concretizar esse roteiro sem carro sem perder tanto tempo. 
      Valeu! 
    • Por Daniela Alvarez
      Pessoal, alguém tem indicação de guia que faz a travessia a pé nos Lençóis Maranhenses?
      Muito obrigada.


×
×
  • Criar Novo...