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São Luís em Dezembro


FlávioMacedo

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  • 1 mês depois...
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Boa Noite pessoal. Tudo bem?

Sou nativa de Barreirinhas(cidade portal de entrada para o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses), lendo os comentários de vocês gostaria de informar que nossas chuvas começam a partir de Dezembro e que esse ano de 2019 choveu tanto como a 10 anos não havia chovido assim na região. Estamos com varias lagoas cheias sendo visitadas nessa época do ano. Para quem prática o trekking nos trechos das caminhadas ainda tem muitas lagoas cheias e grandes que não irão mais seca pois mês que vem começa as chuvas. Informo também que nossa cidade tem um lindo Rio chamado Preguiças que abrange a cidade de Barreirinhas aonde existe passeios de kaiak para conhecer e assimilar a cultura local.

Um abraço e espero ter ajudado de alguma forma.

 

 

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    • Por luiza.pinheiro
      Fui pra Chapada das Mesas de excursão, partindo de Belém/PA. Tive como benefício o preço muito baixo, mas em compensação não pude fazer o meu itinerário. A viagem durou um final de semana, mas consegui conhecer algumas coisas e trago dicas. 
       
      O grupo saiu às 17h de sexta feira (08/10/2021) e chegou lá por volta de 6:30h (09/10/2021). Como são cidades próximas, se você tem vontade e possibilidade de ir de carro, aconselho que vá, a estrada é boa. A Chapada das Mesas tem duas cidades de apoio principais: Riachão e Carolina. Meu grupo ficou em Riachão. Chegando lá, a excursão parou no Trevão, um local onde é servido um café da manhã, há banheiros externos para uso, lojinha, lanchonete e também uma pousada, tudo isto em Riachão. O café da manhã é buffet e você paga R$20,00 para se servir quantas vezes quiser. Particularmente, achei o valor alto para um buffet com opções simples (pães, frios, ovo frito e frutas). Já pensou pagar 20 reais para comer pão com ovo? Somado à isso, a fila estava enorme e tínhamos um tempo determinado para tomar café, apenas 30 minutos. Sendo assim, decidi tomar café na lanchonete, muito mais em conta. Paguei R$9,00 por um café e um salgado folhado. Nesta ocasião, também comprei umas rapaduras na lanchonete e uma bóia macarrão na lojinha. De lá seguimos para o Encanto Azul.
      Para chegar no Encanto Azul, foi necessário pegar outro ônibus, um bem velho e feio, conhecido como limusine do cerrado. A estrada que dá acesso ao Encanto e Poço Azul é de terra e há algumas pontes de madeira pelo caminho, por isso o ônibus de viagem não passa por lá. Paguei R$50,00 para esse transporte na limusine do cerrado 😅 O que não sei dizer é como conseguir contato desse ônibus se você estiver por conta própria ou se o valor é R$50,00 mesmo, a empresa da excursão pode ter tirado uma parte pra ela. Mas acredito que um carro sem tração nas 4 rodas consiga passar tranquilamente na estrada. Chegamos por volta de 10h no local. O Encanto Azul é uma nascente linda, totalmente azul, fazendo jus ao nome. Há uma gruta com um monte de morcegos dentro, mas eles não saem de lá, principalmente com as pessoas tomando banho. Os morcegos fazem seus dejetos por lá, claro. Logo, prepare-se para sentir o cheirinho. Não sei o que os morcegos comem, mas que cocô fedorento. Para chegar no poço, é preciso descer mais de 200 degraus. Vá com disposição, porque na volta tem que subir! Antes de chegar na nascente, podemos ver o rio correndo com suas águas totalmente transparentes e cheio de peixinhos. Dá pra tomar banho por lá também. O poço é bem fundo. Poucas partes dão pé, por isso usei muito o meu macarrão. Lá descobri que um senhor aluga macarrões por R$5,00 (e eu comprei o meu por 20 😑). Logo, se você não sabe nadar, providencie sua boia. É preciso pagar R$30 reais de taxa de entrada e estudante tem direito a meia-entrada, infelizmente não é o meu caso. Lá tem pouca estrutura, na entrada vende água, bebidas em lata e mais umas coisinhas, tipo bala. Meu grupo de excursão ficou lá por 1h, mas eu gostaria de ficar mais tempo. A temperatura da água é muito agradável, geladinha. Combina bem com o calor forte que estava fazendo no Maranhão, não é incômodo o mergulho, é refrescante. 
               Chegando no Encanto azul, temos este mirante florido.        O rio que se forma antes do poço.   O Encanto Azul. Aí eu já não dava pé, só o macarrão por mim.   Depois do Encanto Azul, seguimos para o Complexo Poço Azul. Lá é um local grande e MUITO estruturado, com várias cachoeiras e um poço de água azul-esverdeada. Tem muita coisa pra fazer lá. Paga-se R$70,00 para entrar e o estudante paga meia. Chegamos lá às 12h para almoçar, há um buffet bem diversificado e a comida é bem saborosa, quase R$70 reais o kg. As 13h o grupo seguiu para o Poço Azul, é preciso novamente descer muitos degraus. A decida é íngreme e exige atenção, porque a estrutura é toda de madeira e quando molha pode escorregar. Fui bem devagar e agarrada ao corrimão. Todo o esforço físico é recompensado, porque o poço é lindíssimo. Ainda mais bonito que o encanto, porque no poço incide diretamente o sol. Não se trata de uma nascente, então se chover no dia ou na véspera, a água fica barrenta, fique atento. Lá ao redor ficam salva-vidas, que organizam os grupos de visita e alugam boias, coletes, óculos de mergulho. Acredito que está havendo um limite de pessoas por horário, não sei se devido à pandemia ou à preservação do ambiente mesmo. O meu grupo ficou por lá durante 1h. Vale muito a pena alugar um óculos de mergulho ou comprar o seu e levar, porque é incrível ver o fundo do poço azul. Muito lindo mesmo, vou elogiar pra sempre.        Após a visita ao poço, o grupo ficou livre para seguir pelo Complexo do Poço Azul, então visitei a cachoeira Dona Luisa. Trata-se de uma quedinha, é possível se molhar um pouquinho, como um chuveiro. Estava uma fila pra fotos então eu tirei apenas nas adjacências. Segui para a cachoeira Santa Bárbara, é necessário subir muito para acessar, mas vale a pena, novamente. É uma cachoeira muito imponente de 76m de altura e de águas turvas. Esta sim é bem gelada, tem que ter coragem pra dar um mergulho. Há uma pedra no meio da queda que divide as águas. Para chegar lá, além das escadas, existe uma ponte suspensa que dá acesso. Quase morri de aflição para atravessar porque é bem comprida e balança demais.        Lá também fui na cachoeira dos namorados, que estava bem seca. Fica bem longe e não achei que vale muito a pena. Talvez seja melhor na época de chuvas. Lá no complexo também tem tirolesa e rapel, mas não sei os valores. Os banheiros são ótimos, o complexo é realmente muito bem estruturado. O grupo saiu de lá por volta de 17h e fomos nos hospedar em Riachão. É uma cidade pequena sem atrativos. Encontramos uma pracinha bem bonitinha, com uma igreja e uma fonte iluminada. Lá comi um vatapá, mas também tinha barracas vendendo pastel, caldos e salgados.   No segundo dia, tomamos café no hotel e partimos para o Complexo Pedra Caída. Lá é um clube com piscinas e tobogãs. Para ter acesso somente à essa parte, paga-se R$70,00 (uma fortuna) e estudante paga meia. Lá dentro existem muitas atrações - todas pagas à parte. Passeando por lá realmente nos sentimos na região de chapadas, porque é possível visualizar os morros característicos. Diferente do Poço azul, este complexo é muito desorganizado, funcionários desinformados, poucos banheiros, inclusive muitos estavam sujos, vasos sanitários entupidos, e uma coisa que achei muito estranha. Cada banheiro (feminino pelo menos) tinha um ou dois boxes normais e um com o vaso sanitário no chão 😳 Até agora não entendi o porquê disso e me arrependi de não ter fotografado. O grupo mais uma vez estava livre para escolher seus passeios ou apenas usufruir da área do clube. Eu escolhi conhecer a cachoeira do Santuário pela manhã e descer na tirolesa a tarde. A visita ao Santuário custa R$30,00. É organizado um grupo de pessoas pelos guias do próprio complexo e os passeios saem com horário marcado. É trilhado um percurso não muito comprido a pé. É preciso descer muitos degraus, mas é muito mais fácil que o Poço azul e o Encanto azul. No caminho, furaram as paredes de pedra com canos e fizeram bicas, infelizmente. Tem algumas paradas no caminho, como um poço bem pequeno e a bica da juventude (um aglomerado de canos), mas nada se compara a cachoeira. Antes dela há um deck, onde você pode deixar coisas que não podem molhar, porque é impossível sair de lá seco. Como sou pequena, a água deu no meu pescoço e as vezes não dava nem pra ficar em pé. Felizmente o percurso é acompanhado por cordas de apoio e os salva-vidas presentes no local sempre orientam para que todos segurem nas cordas. Estes mesmos salva-vidas organizam os horários de chegada e saída dos grupos por meio de apitos. As fotos não ficam tão boas lá, porque é meio escuro e voa muito vapor d'água, mas nada se compara com essa experiência. É um lugar de muita energia! Quando eu via fotos deste lugar eu pensava que as águas eram turvas, mas é cristalina.    O poço antes da cachoeira Na volta da cachoeira, há a ponte do Pedro. Uma ponte suspensa a mais de 40 m de altura. Ela não leva a lugar nenhum, serve apenas para apreciar a vista. Depois disso, almocei. O almoço também é buffet e o kg custa aproximadamente R$70,00. Depois do almoço, meu destino foi a tirolesa, mas antes de descer, é preciso subir. Há uma área suspensa com uma pirâmide exotérica e uma sacada para apreciar a vista. Para chegar lá você pode ir de teleférico: uma estrutura com duas cadeiras (custa R$70 reais). Eu achei a subida cara e fiquei com medo, então fui pra segunda opção: subir de trilha. Não me arrependo em nada, a trilha é muito fácil e grátis. A trilha é suspensa e toda em tablado de madeira, não tem erro. Tem 860 m de comprimento. Tirei cerca de 30 minutos na subida, sendo que parei para descansar e estava muito sol. Se for subir de trilha, não esqueça de levar água e é melhor ir umas 16h, quando o sol esfria. O caminho da trilha é totalmente lindo, incrível, apaixonante. Você sobe da altura dos outros morros e consegue enxergar toda a chapada. O final da subida tem mais de 300 m de altura. Quanto à tirolesa, lá existe duas, uma mais comprida chamada tirolesa do desespero, a segunda maior do Brasil, além de uma 200 m mais curta. As duas partem da mesma altura. A tirolesa maior custa R$90,00 e a menor R$70,00. Eu e minha amiga pagamos o valor para a tirolesa menor e quando chegamos em cima nos disseram que ela estava interditada. Deveriam ter nos informado no momento que contratamos o passeio, mas aparentemente os funcionários não sabiam. Fomos obrigadas então a descer na tirolesa maior. Se você está em dúvida ou com medo de descer na tirolesa, só te digo VAI. É muito maravilhoso, você visualiza tudo, como um pássaro. Eu amei! Esta é a vista lá de cima. Após a descida, aproveitei um pouco a piscina do clube e já chegou a hora de vir embora com a excursão. Saímos de lá por volta de 17h rumo à Belém e chegamos às 5:30h. A viagem foi ótima, mesmo sendo muito rápida. Não me arrependo em nada. Pretendo ainda retornar para conhecer os demais atrativos, me apaixonei pela região.   Dicas extras: - Compre uma capa de celular à prova d'água porque no santuário vai molhar! Com ela você também consegue tirar fotos embaixo da água. Outra dica é colocar o celular guardado de cabeça pra baixo, aí você só imerge a parte da câmera. - Todos os passeios da Pedra Caída são pagos com antecedência. Você pode ir até a sala dos guias e escolher os passeios, eles explicam todos com um power point e dizem os horários. Se você já souber os passeios que quer, pode ir direto à recepção e pagar. Assim você poupa tempo. - Na Pedra Caída tudo é pago com uma pulseira que funciona como comanda. Não perca a pulseira. Na saída é uma fila enorme para fechar a pulseira e pagar a conta, então quando você souber que não vai mais consumir, feche logo a pulseira, para evitar filas. - Há guarda volume no Poço azul e na Pedra caída. - Infelizmente, a acessibilidade para estes locais que fui é zero. Há muitos degraus. No Encanto azul até rimos de uma rampa que construiram muito inclinada, não apropriada nem pra pessoas com duas pernas funcionais. - É um passeio bom pra quem já está vacinado contra covid19, porque não dá pra usar máscaras nos lugares de banho e aos fins de semana é lotado. No Santuário eu escutei o salva-vidas falando para o outro que tinham 100 pessoas lá dentro e não é um espaço grande.    
    • Por camilandarilha
      Olá aventureiros! 
      Estou indo para o Maranhão por 6 dias, e nesse tempo, dormirei uma noite em Barreirinhas (02/08) e outra noite em Atins (03/08), junto a uma amiga. 
      Gostaria de sugestões de camping ou até hostels mais acessíveis obrigada desde já! 
    • Por Leandro Z
      Apesar de haver bons relatos no site, espero contribuir.
      Há 4 ônibus diários entre São Luís e Barreirinhas pela viação CISNE BRANCO, R$51, demora 5h (não procurei vans saindo do aeroporto direto pra Barreirinhas, mas existem). Dizem que é melhor fazer a travessia no sentido Barreirinhas - Santo Amaro, por causa da posição do sol e do vento. A estrada São Luís-Santo Amaro é relativamente nova, está boa e é mais perto que SLZ - Barreirinhas. Além disso, as lagoas de Santo Amaro são mais bonitas. ATENÇÃO com a volta de Santo Amaro para São Luís, acho que não tem ônibus (se tiver, são raros) e dependemos do guia em achar uma van que ia pra lá. Geralmente, o último dia termina 12:30h e o transporte até São Luís demora 4h30min. Grande parte da travessia é em areia firme e fria, então é melhor andar descalço ou com meia. Também tem inevitáveis passagens por lagoas menores, onde se molha, pelo menos, as pernas. Elas são boas para se refrescar (o tempo inteiro eu andei molhado ou úmido de propósito). Melhor época: junho e julho, alguns dizem agosto e até setembro, mas nestes muitas lagoas já estão secas. Preços: como junho e julho são os melhores meses, só diária do guia custa até R$250; hospedagem (café da manhã incluído), em redário, sai por R$35; jantar: R$30 a R$35; água de 2l: R$8. Converse com o guia para ver o que está incluído no preço dele (passeio pelo rio Preguiça, hospedagens e refeições, etc). Cansar vai, mas com certeza vale a pena. Acredito que uns treinos de caminhada de 8km sejam suficientes para preparação. Esta é a travessia mais tradicional do parque, mas tem outras de 6 até 10 dias! Levar: poucas roupas (inclusive com proteção UV), meias, chapéu (nessa época, não precisa levar nada para frio, nem tênis), chinelo, protetor solar, água (pode ser comprada em cada parada),  snacks (frutas desidratadas, amendoim e castanhas), dinheiro em espécie, lanterna (não é essencial, não precisa na caminhada, mas ajuda nas hospedagens), coisas de higiene pessoal (sabonete, escova, pasta, repelente). É recomendável levar aquelas baterias portáteis, power bank, mas dá pra usar a eletricidade em algumas hospedagens. Dia 28/jun - 1º dia: Pegamos um barco em Barreirinhas para fazer o passeio pelo rio Preguiça (R$80) por volta das 10h, o guia já nos acompanhava. O passeio é tranquilo, para em Mandacaru, onde tem um farol, também para em Caburé onde tem dunas e uma lagoa. Termina em Atins, banhamos em uma praia. Depois, final de tarde, caminhamos até Canto de Atins, cerca de 3,5h em ritmo tranquilo, sem paradas para banhos, o GPS marcou 12km de caminhada durante o dia todo (pareceu bem menos). Em Canto de Atins, tem dois restaurantes/pousada: do seu Antônio e da dona Luzia. A dona Luzia foi pioneira e é mais famosa, mas o guia disse que a fama subiu-lhe a cabeça, ficamos no seu Antônio. O camarão na chapa é o prato chefe de ambos, não é barato (com refri e água, saiu R$50 cada um o jantar), mas realmente estava muito gostoso. Dormimos em rede (R$35), local coberto com palha, com luz, mas sem paredes, até às 2:30h da manhã.
       
      Dia 29/jun - 2º dia: Prometia ser o mais pesado, cerca de 17km até Baixa Grande (o quarto dia que foi o mais cansativo). Começamos a travessia por volta das 3:15h, depois de um bom café da manhã, caminhamos sob a lua cheia iluminando tudo e temperatura amena. Andamos pela praia um bom tempo, cerca de 4h (com direito a cochilada no caminho) até chegar às dunas. Valeu a pena? Sempre, no entanto, tem gente que faz este trajeto de carro e isto economiza umas boas horas. Nas dunas, subida, descida, banho em algumas lagoas. Terminamos em Baixa Grande às 12:10h. Cansei muito! O GPS marcou, durante todo o dia, uns 27km. Eu digo "durante todo o dia", porque ainda caminhávamos pelos arredores do local da hospedagem para conhecer lagoas, rios, ver o pôr-do-sol. Baixa grande é um vilarejo no meio do deserto, mas com construção de alvenaria e vegetação por perto. Almoçamos galinha caipira por R$35 (preço padrão e não é você que escolhe o que comer). Descansamos e, à tarde, fomos para uma lagoa e ver o pôr-do-sol. Dormimos, como sempre, em rede (R$35 preço padrão), sem iluminação, mas coberto com palha e "paredes". O dia seguinte seria mais tranquilo.
       
      Dia 30/jun - 3º: Este terceiro dia foi tranquilo, acordamos por volta das 4:30h para sairmos às 5h, após café da manhã simples (tapioca e ovo). Caminhamos devagar, parando bastante em lagoas e terminamos antes do meio-dia em Queimada dos Britos, o GPS indicou 15km. Eu comecei a usar meia, pois vi que estava começando a formar bolha no meu pé. Almoço (R$35) era peixe (estava salgado), teve salada (artigo raro) e até sobremesa. Lagoas, pôr-do-sol, jantar e dormir cedo, porque não tem muito que fazer a noite.
       
      Dia 1º/jul - 4º: De novo, acordamos umas 2:15h, tomamos café e saímos para caminhar às 3h e alguma coisa. Só terminamos à 12:30h, exaustos, em Santo Amaro. Foi o dia mais longo e mais cansativo, cerca de 28km. Neste dia, mais uma vez, é possível pegar um transporte em Vassouras, economizando assim, uns 10km. Pergunta se pegamos? Não. Faltando uns 8km (talvez 6km), o guia novamente perguntou se queríamos pedir um carro e pagar R$50 cada um. Pegamos o carro? Não, só faltavam 8km... As lagoas perto de Santo Amaro são bem mais bonitas que as de Barreirinhas e, acredito eu, o turismo em Santo Amaro irá aumentar com a boa estrada já existente até São Luís (só falta transporte).
       

    • Por Mônica Ferreira Lima
      Gente, a região da Chapada das Mesas é surpreendente! Já conhecia o norte do Maranhão e não esperava encontrar cachoeiras deslumbrantes, fazer trekking com um visual inesquecível e pedalar em ótimas trilhas naquele estado. Como é um parque nacional relativamente novo, ainda está inexplorado, o que é bom para quem gosta de viajar e descobrir novos destinos. Hospedagens simples, comida típica e a generosidade do povo maranhense. Além disso, a Agência Ecotrilhas nos faz sentir especiais, com o profissionalismo e carinho da guia Nanda. Já fui 3 vezes, sempre com roteiros diferentes. Recomendo!



    • Por Daniela Alvares
      Pessoal, alguém tem indicação de guia que faz a travessia a pé nos Lençóis Maranhenses?
      Muito obrigada.
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