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Visto Working Holiday - Alemanha ou França


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Boa tarde! Sou brasileira e estou me planejando para uma viagem à Europa em 2021.

Para meu sustento na viagem, eu precisaria trabalhar, e não possuo cidadania europeia. Portanto, vi que é possível adquirir o visto Férias-Trabalho na Alemanha ou na França, porém possuo algumas dúvidas sobre ele.

Primeiramente, sobre ambos os vistos (francês e alemão), sei que é necessária a  comprovação de meios financeiros suficientes para subsistência e acomodação, no caso da Alemanha, 2.400 euros, e da França 2500 euros. Todavia, eu não possuo todo esse dinheiro, e queria saber quais as maneiras encontradas por viajantes para lidar com isso.

Ademais, no caso alemão (somente), existe a possibilidade de usar um termo de compromisso financeiro, assinado por um cidadão alemão, em que, pelo o que entendi, essa pessoa, se responsabilizaria por qualquer despesa que puder vir a ser necessária. Gostaria de saber se alguém aqui já viajou usando esse termo de compromisso financeiro e quais são as informações sobre ele.

Obrigada!

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Em 04/06/2020 em 13:17, luizanavarrodea disse:

Primeiramente, sobre ambos os vistos (francês e alemão), sei que é necessária a  comprovação de meios financeiros suficientes para subsistência e acomodação, no caso da Alemanha, 2.400 euros, e da França 2500 euros. Todavia, eu não possuo todo esse dinheiro, e queria saber quais as maneiras encontradas por viajantes para lidar com isso.

Não existe como "contornar" isto, a única coisa que eles querem saber de verdade na hora de conceder o visto, é se você tem dinheiro, para não acabar virando outro imigrante ilegal.

A realidade é cruel, sem dinheiro suficiente você não faz nada, e não vai ser aceito em lugar nenhum do mundo "desenvolvido".

 

Em 04/06/2020 em 13:17, luizanavarrodea disse:

Ademais, no caso alemão (somente), existe a possibilidade de usar um termo de compromisso financeiro, assinado por um cidadão alemão, em que, pelo o que entendi, essa pessoa, se responsabilizaria por qualquer despesa que puder vir a ser necessária. Gostaria de saber se alguém aqui já viajou usando esse termo de compromisso financeiro e quais são as informações sobre ele.

Este é um documento legal emitido pelo governo local, onde um cidadão alemão ou alguém com visto permanente assume total responsabilidade financeira e civil sobre você durante o período da sua estadia, geralmente significa que você vai ficar residindo na casa desta pessoa durante a sua estadia.

É um documento meio burocrático para se fazer, pois tem que ser feito presencialmente no escritório do serviço de estrangeiros na cidade da pessoa que vai lhe receber, e que custa mais de 100 Euros se for contar o tempo e dinheiro gasto nas várias idas e vindas para fazer, retirar o documento, e o custo de enviar ele por correio para o Brasil.

Para que o termo de compromisso financeiro seja aprovado, o seu "patrocinador" precisa comprovar que mora legalmente lá, e que tem recursos financeiros suficientes para lhe sustentar, eles verificam até mesmo o tamanho e condições da casa onde você vai ficar, para verificar se o local tem condições de lhe receber, e que você não ser explorado e submetido a condições degradantes, ou que não seja parte de um esquema de trabalhadores ilegais.

Sendo sincero, conseguir um destes "termos de compromisso" de um total desconhecido é virtualmente impossível, dificilmente você vai achar alguém disposto a investir tanto dinheiro e tempo correndo atrás de burocracia para lhe receber.

Este tipo de "termos de compromisso" é algo que normalmente só se consegue com parentes ou amigos muito próximos, e olhe lá!!

Conseguir isto de um completo desconhecido, é bem complicado.

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Então o que eu sugeriria, é que você faça como a maioria do pessoal daqui que não tem pai rico ou disposto a bancar a sua viagem:

Arrumar um trabalho no Brasil, juntar dinheiro suficiente, e só viajar quando tiver juntado dinheiro suficiente para a viagem.

Tem muitos exemplos de pessoas daqui do site, que trabalharam por 2 ou 3, ou mesmo 5 anos antes de viajar, guardando cada centavo que conseguiram juntar, e quando finalmente tinham dinheiro suficiente para 6 ou 12 meses de viagem, pediram demissão do emprego e passaram 6 ou 12 meses viajando.

Não conheço a sua realidade, se você já trabalha, se precisa ajudar nas despesas da família, etc, mas se você realmente estiver disposto e focado em conseguir juntar o dinheiro necessário, não é algo tão complicado assim de se conseguir fazer.

Por exemplo, somando os 2.400 euros, mais os custos das passagens, mais seguro, mais custos do visto, mais alguma reserva para emergência e imprevistos, etc, hoje daria algo próximo a 17 ou 18 mil Reais.

Se você arrumar um trabalho no Brasil que pague um salário mínimo, e conseguir guardar metade do seu salário todo mês, em 1 ano (2021) você terá juntado 6 mil, e em 2 anos (2022) terá 12 mil, ai se você juntar mais o dinheiro do 13º salário, mais o 1/3 das férias, e em alguns meses conseguir guardar um pouco mais que a metade do salário, em 2 anos ou até menos, você conseguiu juntar dinheiro suficiente... 

 

 Uma outra alternativa, e que foi a que eu usei para ir morar na Alemanha, é conseguir uma bolsa de estudo, há várias entidades que concedem bolsas de estudo.

Mas esta não é uma alternativa que serve para todos, pois você tem que estar estudando em uma boa universidade brasileira, ter notas boas, já saber falar alemão, e principalmente ser aprovado por uma universidade alemã para um programa de intercâmbio.

Durante a minha graduação, eu participei de um programa de intercâmbio da universidade onde estudava, e passei 6 meses estudando na Alemanha. Nesta ocasião eu não consegui bolsa, só isenção da taxa de matricula. Paguei os custos com o dinheiro que tinha guardado nos 3 anos de estágio que tinha feito antes de viajar.  

Depois de formado, tentei entrar num programa de mestrado na Alemanha, na primeira vez que eu me candidatei, eu fui aprovado pela universidade, também consegui a bolsa da universidade que dava isenção da taxa de matricula de 10.000 euros, mas não consegui a bolsa para pagar alimentação e estadia. Como seriam 2 anos de curso em tempo integral, que me impediriam de trabalhar durante o curso, tive que desistir por que não teria condições de me sustentar tanto tempo sem trabalhar.

No ano seguinte, me candidatei novamente, desta vez deu certo, fui aprovado novamente pela universidade, e desta vez consegui também uma bolsa do DAAD de 600 Euros por mês, o suficiente para eu conseguir sobreviver lá durante o período do curso.

 

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1 hora atrás, poiuy disse:

Não existe como "contornar" isto, a única coisa que eles querem saber de verdade na hora de conceder o visto, é se você tem dinheiro, para não acabar virando outro imigrante ilegal.

A realidade é cruel, sem dinheiro suficiente você não faz nada, e não vai ser aceito em lugar nenhum do mundo "desenvolvido".

 

Este é um documento legal emitido pelo governo local, onde um cidadão alemão ou alguém com visto permanente assume total responsabilidade financeira e civil sobre você durante o período da sua estadia, geralmente significa que você vai ficar residindo na casa desta pessoa durante a sua estadia.

É um documento meio burocrático para se fazer, pois tem que ser feito presencialmente no escritório do serviço de estrangeiros na cidade da pessoa que vai lhe receber, e que custa mais de 100 Euros se for contar o tempo e dinheiro gasto nas várias idas e vindas para fazer, retirar o documento, e o custo de enviar ele por correio para o Brasil.

Para que o termo de compromisso financeiro seja aprovado, o seu "patrocinador" precisa comprovar que mora legalmente lá, e que tem recursos financeiros suficientes para lhe sustentar, eles verificam até mesmo o tamanho e condições da casa onde você vai ficar, para verificar se o local tem condições de lhe receber, e que você não ser explorado e submetido a condições degradantes, ou que não seja parte de um esquema de trabalhadores ilegais.

Sendo sincero, conseguir um destes "termos de compromisso" de um total desconhecido é virtualmente impossível, dificilmente você vai achar alguém disposto a investir tanto dinheiro e tempo correndo atrás de burocracia para lhe receber.

Este tipo de "termos de compromisso" é algo que normalmente só se consegue com parentes ou amigos muito próximos, e olhe lá!!

Conseguir isto de um completo desconhecido, é bem complicado.

 

1 hora atrás, poiuy disse:

Não existe como "contornar" isto, a única coisa que eles querem saber de verdade na hora de conceder o visto, é se você tem dinheiro, para não acabar virando outro imigrante ilegal.

A realidade é cruel, sem dinheiro suficiente você não faz nada, e não vai ser aceito em lugar nenhum do mundo "desenvolvido".

 

Este é um documento legal emitido pelo governo local, onde um cidadão alemão ou alguém com visto permanente assume total responsabilidade financeira e civil sobre você durante o período da sua estadia, geralmente significa que você vai ficar residindo na casa desta pessoa durante a sua estadia.

É um documento meio burocrático para se fazer, pois tem que ser feito presencialmente no escritório do serviço de estrangeiros na cidade da pessoa que vai lhe receber, e que custa mais de 100 Euros se for contar o tempo e dinheiro gasto nas várias idas e vindas para fazer, retirar o documento, e o custo de enviar ele por correio para o Brasil.

Para que o termo de compromisso financeiro seja aprovado, o seu "patrocinador" precisa comprovar que mora legalmente lá, e que tem recursos financeiros suficientes para lhe sustentar, eles verificam até mesmo o tamanho e condições da casa onde você vai ficar, para verificar se o local tem condições de lhe receber, e que você não ser explorado e submetido a condições degradantes, ou que não seja parte de um esquema de trabalhadores ilegais.

Sendo sincero, conseguir um destes "termos de compromisso" de um total desconhecido é virtualmente impossível, dificilmente você vai achar alguém disposto a investir tanto dinheiro e tempo correndo atrás de burocracia para lhe receber.

Este tipo de "termos de compromisso" é algo que normalmente só se consegue com parentes ou amigos muito próximos, e olhe lá!!

Conseguir isto de um completo desconhecido, é bem complicado.

Bom dia, obrigada por detalhar melhor esse processo, esclarece muita coisa. No caso, caso eu venha a tentar conseguir o visto por meio deste termo de compromisso financeiro, seria através de uma pessoa próxima, sem dúvidas. Obrigada novamente pelas informações!

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47 minutos atrás, poiuy disse:

Então o que eu sugeriria, é que você faça como a maioria do pessoal daqui que não tem pai rico ou disposto a bancar a sua viagem:

Arrumar um trabalho no Brasil, juntar dinheiro suficiente, e só viajar quando tiver juntado dinheiro suficiente para a viagem.

Tem muitos exemplos de pessoas daqui do site, que trabalharam por 2 ou 3, ou mesmo 5 anos antes de viajar, guardando cada centavo que conseguiram juntar, e quando finalmente tinham dinheiro suficiente para 6 ou 12 meses de viagem, pediram demissão do emprego e passaram 6 ou 12 meses viajando.

Não conheço a sua realidade, se você já trabalha, se precisa ajudar nas despesas da família, etc, mas se você realmente estiver disposto e focado em conseguir juntar o dinheiro necessário, não é algo tão complicado assim de se conseguir fazer.

Por exemplo, somando os 2.400 euros, mais os custos das passagens, mais seguro, mais custos do visto, mais alguma reserva para emergência e imprevistos, etc, hoje daria algo próximo a 17 ou 18 mil Reais.

Se você arrumar um trabalho no Brasil que pague um salário mínimo, e conseguir guardar metade do seu salário todo mês, em 1 ano (2021) você terá juntado 6 mil, e em 2 anos (2022) terá 12 mil, ai se você juntar mais o dinheiro do 13º salário, mais o 1/3 das férias, e em alguns meses conseguir guardar um pouco mais que a metade do salário, em 2 anos ou até menos, você conseguiu juntar dinheiro suficiente... 

 

 Uma outra alternativa, e que foi a que eu usei para ir morar na Alemanha, é conseguir uma bolsa de estudo, há várias entidades que concedem bolsas de estudo.

Mas esta não é uma alternativa que serve para todos, pois você tem que estar estudando em uma boa universidade brasileira, ter notas boas, já saber falar alemão, e principalmente ser aprovado por uma universidade alemã para um programa de intercâmbio.

Durante a minha graduação, eu participei de um programa de intercâmbio da universidade onde estudava, e passei 6 meses estudando na Alemanha. Nesta ocasião eu não consegui bolsa, só isenção da taxa de matricula. Paguei os custos com o dinheiro que tinha guardado nos 3 anos de estágio que tinha feito antes de viajar.  

Depois de formado, tentei entrar num programa de mestrado na Alemanha, na primeira vez que eu me candidatei, eu fui aprovado pela universidade, também consegui a bolsa da universidade que dava isenção da taxa de matricula de 10.000 euros, mas não consegui a bolsa para pagar alimentação e estadia. Como seriam 2 anos de curso em tempo integral, que me impediriam de trabalhar durante o curso, tive que desistir por que não teria condições de me sustentar tanto tempo sem trabalhar.

No ano seguinte, me candidatei novamente, desta vez deu certo, fui aprovado novamente pela universidade, e desta vez consegui também uma bolsa do DAAD de 600 Euros por mês, o suficiente para eu conseguir sobreviver lá durante o período do curso.

 

Bom dia, realmente, para quem não faz parte da minoria da população brasileira que consegue adquirir todo este dinheiro facilmente, os caminhos para a viagem são mais difíceis... De qualquer forma, obrigada pela atenção por compartilhar suas experiências, é de grande ajuda!

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1 hora atrás, poiuy disse:

Não existe como "contornar" isto, a única coisa que eles querem saber de verdade na hora de conceder o visto, é se você tem dinheiro, para não acabar virando outro imigrante ilegal.

A realidade é cruel, sem dinheiro suficiente você não faz nada, e não vai ser aceito em lugar nenhum do mundo "desenvolvido".

 

Este é um documento legal emitido pelo governo local, onde um cidadão alemão ou alguém com visto permanente assume total responsabilidade financeira e civil sobre você durante o período da sua estadia, geralmente significa que você vai ficar residindo na casa desta pessoa durante a sua estadia.

É um documento meio burocrático para se fazer, pois tem que ser feito presencialmente no escritório do serviço de estrangeiros na cidade da pessoa que vai lhe receber, e que custa mais de 100 Euros se for contar o tempo e dinheiro gasto nas várias idas e vindas para fazer, retirar o documento, e o custo de enviar ele por correio para o Brasil.

Para que o termo de compromisso financeiro seja aprovado, o seu "patrocinador" precisa comprovar que mora legalmente lá, e que tem recursos financeiros suficientes para lhe sustentar, eles verificam até mesmo o tamanho e condições da casa onde você vai ficar, para verificar se o local tem condições de lhe receber, e que você não ser explorado e submetido a condições degradantes, ou que não seja parte de um esquema de trabalhadores ilegais.

Sendo sincero, conseguir um destes "termos de compromisso" de um total desconhecido é virtualmente impossível, dificilmente você vai achar alguém disposto a investir tanto dinheiro e tempo correndo atrás de burocracia para lhe receber.

Este tipo de "termos de compromisso" é algo que normalmente só se consegue com parentes ou amigos muito próximos, e olhe lá!!

Conseguir isto de um completo desconhecido, é bem complicado.

Ah, mais uma pergunta.... Caso eu consiga esses 2400 euros referentes ao visto Working Holiday e não os use, eu consigo após a viagem, ter o dinheiro de volta? 

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1 hora atrás, luizanavarrodea disse:

Ah, mais uma pergunta.... Caso eu consiga esses 2400 euros referentes ao visto Working Holiday e não os use, eu consigo após a viagem, ter o dinheiro de volta? 

Os 2.400 são para você usar para pagar o seu sustento lá, você não perde eles.

De forma resumida, funciona assim:

Você abre uma conta-corrente num banco alemão (existem agências de intercâmbio e consultorias que abrem a conta para você ainda no Brasil, sem a necessidade de ir pessoalmente na agência lá na Alemanha abrir a conta).

Depois de aberta a conta-corrente, você deposita os 2.400 Euros via remessa internacional e dá entrada no pedido do visto. 

É um tipo de conta-corrente especial, onde o limite de saque por mês é limitado, eu não lembro os valores exatos, mas você só consegue sacar próximo a 700 euros desta conta por mês.

É garantir que o seu dinheiro vai durar pelo menos pelos 4 meses, e que se você precisar do dinheiro, terá de onde conseguir dinheiro.

Ou seja você pode usar este dinheiro para pagar as suas despesas no dia-a-dia, eles pedem para você depositar antecipado para provar que você tem um mínimo de dinheiro para se sustentar caso não consiga trabalho logo.

O limite de saque mensal é para garantir que você não está trapaceando, ou seja, pegou o dinheiro emprestado de alguém só para conseguir o visto, e depois devolve o dinheiro para o verdadeiro dono dele, ou para evitar que você torre todo o dinheiro no primeiro mês, e depois não tenha dinheiro nem para comer...

Ou seja, você deposita o dinheiro na conta, e vai sacando 700 euros por mês para pagar as suas despesas no dia-a-dia, se no final da sua viagem tiver sobrado dinheiro na conta, você vai no banco, fecha a conta e saca o que tiver restado lá.

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Uma observação, já que você comentou em outro tópico que pretendia ficar 30 dias em um lugar, depois trocar de país e cidade...

Os vistos Working Holiday são bem recentes, e eu não estou muito familiarizado com as regras deles, mas acho que não é um tipo de visto para você ficar pulando de país em país a cada 30 dias, acho que é mais indicado para você escolher um local, e sossegar lá.

Acho que nada impede você de fazer algumas viagens de bate-volta para outros países nos finais de semana ou feriados, mas acho que é necessário que você tenha uma residência e ocupação mais "fixa" durante a sua viagem, ou ao menos esteja prevendo uma residência/ocupação "fixa".

Mas teria que pesquisar melhor a respeito, pois estes vistos são bem recentes, existem somente a 2 ou 3 anos no máximo, e pouca gente está familiarizada com eles. 

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    • Por Camila Rubira
      Colecionando bandeirinhas: gaúchos na Europa 🇵🇹 🇪🇸 🇫🇷 🇧🇪 🇱🇺 🇨🇭 🇩🇪   
      Foram 24 dias de roadtrip pela Europa, passando por sete países: Portugal, Espanha, França, Bélgica, Holanda, Alemanha e Suíça. De quebra tivemos mais dois dias de conexão no Marrocos. Foi uma “baita curtida”, neste relato trazemos detalhes da trip e alguns passeios que fizemos.
      RESUMO DA VIAGEM
      Data
      Local
      Data
      Local
      25/11
      Rio Grande, Porto Alegre - Brasil 
      10/12
      Colônia – Alemanha
      26/11
      São Paulo – Brasil
      11/12
      Colônia – Alemanha
      27/11
      Casablanca – Marrocos
      12/12
      Frankfurt – Alemanha
      28/11
      Lisboa – Portugal
      13/12
      Frankfurt – Alemanha
      29/11
      Sintra, Coimbra, Aveiro – Portugal
      14/12
      Genebra – Suíça
      30/11
      Porto – Portugal
      15/12
      Genebra – Suíça
      01/12
      Burgos – Espanha
      16/12
      Barcelona – Espanha
      02/12
      Bordéus – França
      17/12
      Barcelona – Espanha
      03/12
      Paris – França
      18/12
      Madri – Espanha
      04/12
      Paris – França
      19/12
      Madri – Espanha
      05/12
      Paris – França
      20/12
      Serra da Estrela, Covilhã – Portugal
      06/12
      Bruxelas – Bélgica
      21/12
      Lisboa – Portugal
      07/12
      Bruges – Bélgica
      22/12
      Casablanca – Marrocos
      08/12
      Roterdã, Amsterdã – Holanda
      23/12
      São Paulo – Brasil
      09/12
      Amsterdã – Holanda
      24/12
      Porto Alegre, Rio Grande – Brasil
       
      SAINDO DO RIO GRANDE DO SUL 🇧🇷
      Iniciamos nossa trip no dia 25 de novembro saindo da cidade do Rio Grande, no extremo Sul do Rio Grande do Sul, em direção a Porto Alegre. Percorremos 369 Km de ônibus, para embarcarmos em Porto Alegre rumo a São Paulo, sobrevoando a distância de 866 Km.
      Em São Paulo, de fato demos início a nossa trip internacional, embarcando no voo da companhia área Royal Air Maroc com destino a Lisboa, Portugal. Nesse voo sobrevoamos 7544 Km, com duração de 12 horas e 35 minutos, até chegarmos em Casablanca no Marrocos, local onde tivemos uma conexão de 24 horas. O que nos possibilitou conhecermos um pouco dessa cidade que foi cenário de um clássico dos cinemas nos anos de 1942, Casablanca. No dia seguinte, voamos cerca de 642 Km ruma a Lisboa.
      CONHECENDO CASABLANCA 🇲🇦
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      Se Portugal foi o país que mais gostamos, a França foi o que menos gostamos. Além de ser um país caro, também é atribuído muito status a cidades como Paris. Fora a parte central desta cidade, os bairros mais periféricos são sujos, com um trânsito caótico. Há uma discrepância entre o luxo da Champs Élysées e o restante da cidade. Mas como turistas, achamos linda a vista da Torre Eiffel, principalmente a noite quando começa a brilhar, o Museu do Louvre e a Catedral de Notre Dame. Em Paris também nos deliciamos com os famosos croissants, com os macarons e com a legítima champagne francesa (bem gaseificada), diga-se de passagem, uma fortuna mas valeu o investimento.
        
       
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      A Bélgica foi outro país que gostamos muito. As cervejas e os chocolates são os melhores do mundo, ganham até mesmo dos chocolates suíços. Em Bruxelas o tamanho do Manneken pis decepciona um a pouco, mas as luzes Grand Place superam qualquer expectativa. Uma parada obrigatória para quem vai a Bruxelas, e assim como nós ama cerveja, é ir no Delirium Café. Lá tomamos muitas cervejas (Delirium, Waterloo, Trappistes, La chouffe e Westvleteren), com tantos estilos diferentes de cervejas deu até para ficarmos levemente alterados. Outra parada, deve ser para comer fritas com molho samurai em algum mercadinho de natal. Em Bruges, depois de um passeio pelas construções medievais e os canais, comer waffles de creme de avelã transformam a cidade em um verdadeiro doce cenário romântico. Os idiomas falados na Bélgica variam bastante, sendo o francês, o alemão e o holandês (neerlandês).
          
       
      Holanda 🇱🇺 
      A Holanda é uma loucura. Roterdã tem edifícios fantásticos como as Casas Cubo e o Market Hall. Famosa pelas bicicletas e pelos canais, com seus coffeeshops e as vitrines com as profissionais do sexo, Amsterdã de forma organizada vem quebrando tabus. O Brasil ainda tem muito que aprender. Na Red Light District vale a pena fazer uma parada para tomar as cervejas típicas de Amsterdã, Heineken e Amstel. O idioma falado lá é o holandês (neerlandês).
         
       
      Alemanha 🇩🇪 
      Na Alemanha visitamos os melhores mercados natal, tomamos muito chopp e cervejas (Munchener, Dunkel, Vienna, Pils, Marzen, Kolsch), também comemos muito nürnberger würstchen (pão com linguiça alemã). Em Colônia nos encantamos com a Kölner Dom e com a sua história na Segunda Guerra Mundial. Já em Frankfurt vimos o entardecer tomando um chimarrão a margem do Rio Reno e quase comemos mett (carne crua de porco com temperos e pão), mas fomos salvos por uns senhores alemães que sensibilizaram com a nossa dificuldade com o idioma alemão. Em nossa roadtrip pela Alemanha foi bem difícil compreender este idioma, parecia que estávamos sempre sendo xingados.
         
       
      Suíça 🇨🇭 
      Na Suíça visitamos a cidade de Genebra. Assim como Paris esta cidade tem o custo de vida alto e o idioma falado é o francês. Os chocolates suíços são deliciosos, mas o destaque fica por conta do famoso queijo suíço, gruyère. A vista do Jet d”Eau, contemplada com um arco íris e o L’horloge fleurie formado com flores da época tornam a paisagem ainda mais bonita.
         
       
      Sobre a companhia aérea Royal Air Maroc
      Antes de comprarmos as passagens aéreas para Europa, realizamos pesquisas na internet para saber o país de entrada e a companhia aérea que ofereciam os melhores valores. Compramos as passagens pela companhia Royal Air Maroc, pela metade do preço que pagaríamos em outras companhias, pagamos R$ 2736,45 (ida e volta por pessoa). Nas nossas pesquisas encontramos diversas críticas sobre esta companhia, mas para nossa felicidade todas foram desmistificadas. Os serviços de voo foram de primeira classe. As refeições foram compostas por iogurte, pão, cookies, bolinhos, chocolates, carne, arroz, sopa, água, refrigerante, café, chá, vinho, cerveja, e muito mais. “Tchê tá louco”, o que mais fizemos neste voo foi comer, a todo momento os comissários de bordo se apresentavam nos corredores, carregando trolleys repletos de comidas gostosas.
         
      Durante o voo ainda podemos desfrutar de uma playlist com músicas marroquinas e assistir alguns filmes. Para os que preferem passar o tempo dormindo, foram distribuídos kits contendo: meias, vendas para os olhos, mantas e travesseiros. Um luxo só!  Esta companhia também oferece para voos com conexão de 4 horas ou mais no Marrocos, alimentação e hospedagem gratuita nos hotéis da própria companhia. Após efetuar o desembarque no Marrocos, é preciso procurar o guichê da companhia Royal Air Maroc, que fica situado do lado de fora da área de embarque e realizar a reserva do hotel. Na área externa do aeroporto ficam as vans que fazem o translado do aeroporto Mohammed V ao hotel e vice-versa.

       
      Sobre a viagem de carro
      O carro que alugamos deu conta dos 7237 Km rodados, consumindo em média 19 Km/L de diesel. As estradas eram com pista no mínimo dupla, com trajetos com pedágios entre 3 e 13 euros, com exceção da França que pagamos os pedágios mais caros, com valores de 32 e 35 euros. Para compensar na Alemanha andamos em autobahn (vias sem limite de velocidade), sem precisar pagar nenhum pedágio. É isso mesmo, a Alemanha tem estradas maravilhosas e sem possuir nenhum pedágio.

       
      Documentação
      Além dos passaportes, da carteira internacional de vacinação, da carteira Nacional de Habilitação e da Permissão Internacional para Dirigir, ainda montamos um dossiê com a cópia de todos documentos: seguro viagem contratado com a empresa Real Seguro Viagem (R$ 476,88), hospedagens reservadas no airbnb e no booking, comprovantes financeiros, cópia da reserva da passagem de volta para Brasil e comprovantes de residência no Brasil. Acreditem vocês, que com exceção da apresentação dos passaportes nos embarques e desembarques nos aeroportos do Brasil, Marrocos e Portugal, não precisamos apresentar mais nenhum documento. Nem a Permissão Internacional para Dirigir foi exigida para alugar o carro. Nas fronteiras entre os países, só fomos parados na Suíça, mas era para adquirirmos o vignettes (espécie de adesivo fixado no vidro do carro, que permite trafegar nas estradas da Suíça), uma vez que a Suíça não faz parte do acordo entre países da União Européia. O vignettes tem o valor de 37 euros e são válidos por 1 ano. Foi melhor prevenir levando toda esta documentação do que passar por algum “entrevero”.
       
      Partiu próximo destino?
    • Por tulioboy123
      Bom dia, gente! o meu trisavô é alemão (trisavô-bisavó-avô-pai-eu). Nesse grau de parentesco, tenho direito à cidadania alemã?
    • Por Jonatas Elias
      Relato da viagem pela França
       
      Relato da viagem pela Itália
       
    • Por Jonatas Elias
      Relato da viagem pela França
       
      Relato da viagem pela Holanda
       
    • Por michele.caetano
      Utilizo há anos esse site para pesquisar roteiros de viagens, dicas, custos e, finalmente, venho aqui dar minha contribuição. Trata-se de um relato de uma viagem de um jovem casal apaixonado, em lua de mel, que teve de enfrentar uma cotação de R$ 4,50 a R$ 5,00. Que fase! Com muito planejamento e foco conseguimos fazer uma bela viagem de 23 dias na primavera européia ❤️. 
      Fizemos uma lista virtual de presentes, então boa parte dos passeios que fizemos ganhamos de presente dos nossos queridos amigos e familiares 🥰.
      Roteiro:
      Paris - 5 dias (26/04 - 01/05)
      Praga - 3 dias (01 - 04/05)
      Viena - 2 dias (04 - 06/05)
      Budapeste - 3 dias (06 - 09/05)
      Nápoles - 1 dia (09 - 10/05)
      Sorrento - 2 dias (10 - 12/05)
      Ilha de Capri - 1 dia (12 - 13/05)
      Maiori - 1 dia (13 - 14/05)
      Roma - 5 dias (14 - 19/05)
      Primeira dica: Sempre que pensar no número de dias que quer ficar num lugar acrescente mais 1, porque o dia que você chega e sai da cidade fica bastante comprometido com os deslocamentos. E às vezes algum imprevisto também pode "atrasar" seu roteiro, como um dia inteiro de chuva no dia que tinha planejado várias coisas ao ar livre. Nesse roteiro recomendaria acrescentar pelo menos mais 1 dia em Paris, Praga e Budapeste. E mais 1 em Capri se você estiver com dinheiro sobrando ou pegar um câmbio melhor, rs. 
      Segunda dica: A primavera européia nada tem a ver com a nossa! Pegamos bastante frio, especialmente em Paris e no Leste Europeu. Importante colocar na mala uma blusa e calça térmicas e um casaco mais quentinho. Nesse lugares eu saía normalmente com uma camisa de manga curta, blusa térmica (manga comprida), uma blusa mais grossa de manga comprida, casaco e cachecol. Ah, e calça térmica por baixo da calça jeans.
      Paris
      Hospedagem: Ficamos num apartamento ótimo em Montmartre pelo Airbnb, bem equipado, com uma vista incrível da Torre Eiffel e metrô em frente (estação Pigalle). Única ressalva é pro banheiro que era beeem petite. Mas pra gente isso não incomodou. Foi um bom custo-benefício.
      Apesar de ouvir muita gente dizer que este é um bairro mais perigoso em Paris, tenho que discordar. Havia bastante movimento na rua até tarde, bem iluminado, farto comércio e restaurantes na região. Nos sentimos super seguros lá, inclusive à noite. Adorei! Valor da diária c/ taxas: € 114 (casal).
      Link: https://www.airbnb.com.br/rooms/882192?guests=1&adults=1&sl_alternate_dates_exclusion=true&source_impression_id=p3_1559085549_zGi%2BIA2ncnTDvdEE&check_in=&check_out=&children=0&infants=0
       
      Saindo do aeroporto Charles de Gaulle: Pegamos um trem (€ 10,30 p/ pessoa) até a estação Gare du Nord e de lá pegamos o metrô até a estação Pigalle.
      Transporte: Compramos o combo de 10 tickets de metrô por R$ 14,90. Vale a pena porque paga mais barato no valor unitário da passagem. No total compramos 30 tickets para os 5 dias.
       
      Gastos casal - 5 dias:
      Hospedagem: €572
      Alimentação: €425 - média de €85/dia (contando mercado, restaurante, lanches etc)
      Atrações turísticas: €233 - média de €47/dia
      Transporte: €147 - média de €30/dia
      Paris é uma cidade bem cara. A gente comia no máximo 1 vez por dia em restaurante, almoço ou janta, e ainda assim gastamos bastante com alimentação. Pra economizar, vale a pena ir ao mercado caso tenha cozinha no seu ap. Queijos e vinhos são uma boa pedida. Compramos um ótimo vinho por menos de €5!
       
      Dia 1
      Chegamos antes do horário de check-in. Então, deixamos as malas no apartamento e fomos explorar as principais atrações do bairro:
      Muro Je t'aime, Sacré-Coeur e Place du Tertre
      Muro J t'aime

      Sacre Croeur

      Vista da Sacre Croeur
      Almoço: Na verdade foi um lanche. Comemos baguetes num quiosque que tinha no caminho pra Sacre Croeur: 2 baguetes e 1 coca - €12,30
      Seguimos para o Trocadero pra aproveitar que o dia ainda estava claro e bonito e ver a torre mais de pertinho. Lá comemos nosso primeiro crepe de rua parisiense (eu amo!) - €3,50 cada. Depois de curtirmos um pouco, caminhamos beirando o rio Sena e fomos até a Champs-Élysées e o Arco do Triunfo. Depois dessa bela caminhada voltamos pro ap pra tomar um  banho quentinho e sairmos para o nosso primeiro jantar romântico da viagem.

      Tracadero

      Trocadero

      Champs-Élysées


      Arco do Triunfo
       
      Jantar romântico (um dos presentes de casamento): Restaurante Bouillon pigalle - foi um achado porque jantar em Paris sem gastar uma fortuna é uma missão difícil e o restaurante ficava praticamente do lado do nosso apartamento. 2 entradas, 2 pratos principais, 1 sobremesa e uma jarra de vinho da casa saíram por 50 euros, incluindo uma pequena gorjeta. E não é um menu não, você escolhe seus pratos individualmente. Foi um ótimo custo-benefício! Recomendo a sopa de cebola de entrada e o profiterole de sobremesa. Os pratos principais estavam bons, mas nada que chamasse a atenção. Os parisienses também curtem o local, então é bom chegar cedo porque já começa a ter fila antes das 20h e eles não fazem reserva. 
      E pra finalizar uma foto da sacada do nosso apartamento com uma bela vista da Torre Eiffel. Era incrível acordar e dormir com essa vista!

       
       
       
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