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Olá viajante!

Bora viajar?

O que ninguém conta sobre viajar com pouco dinheiro.

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Uma das perguntas que mais se repetem por aqui é como viajar sem grana? A maioria de nós não é filho de alguém rico e tampouco conseguiu fazer o tal pé-de-meia para realizar o sonho de viver na estrada. 

Em 2017 eu e minha companheira compramos uma kombi e a ideia era sair viajando e morando nela, mas como se sustentar? Como erguer dinheiro durante a viagem? Tive a oportunidade de fazer um curso de massoterapia e senti que seria possível trabalhar e viajar dessa forma.

A ideia era a gente juntar um dinheiro para poder sair e ficarmos tranquilos, mas como as coisas estão sempre mudando o relacionamento acabou e fiquei sem a mina e nem a Kombi kkkkk.. 

Bom resumindo em maio de 2019 eu entreguei as chaves da casa onde moravamos de aluguel e desde então estou vivendo na estrada.

Não saí com muito dinheiro, foi menos de mil reais mas a ideia era a de ir viajando e trabalhando e não simplesmente viajar fazendo turismo. Fiz uma assinatura dessas plataformas onde vc troca trabalho por hospedagem e alimentação como um plano b, tipo é minha base pra chegar na cidade, fazer contatos, erguer um pouco de dinheiro e depois seguir por conta própria.

Para me sustentar além da massoterapia fiz adesivos com o nome da cidade que estava e abordava as pessoas contando minha história, também vendi incensos, artesanato, trabalhei em diversas áreas diferentes por onde passei, sempre que uma oportunidade de trabalho aparece e seja vantajosa eu pego por pelo menos 1 mês, já trabalhei como ajudante de pedreiro no Rio, com bio construção numa ilha da Bahia, vidraçaria no Chile e por aí vai... 

Uma dica que eu dou: PLANEJAMENTO e COMUNICAÇÃO são essenciais, chegar num lugar ser simpático, conversar, conhecer as pessoas locais com respeito e confiança, confia que tudo vai dar certo, teve vezes como no início da pandemia que eu não tinha dinheiro nem pra pegar um ônibus e do nada aparecia uma oportunidade de trabalho. 

Passei por alguns momentos difíceis sim, mas eu sempre me lembrava que eu escolhi estar ali, e me dava conta que era muito melhor estar passando algum momento difícil na estrada do que desperdiçando minha vida num trabalho de m... com chefe chato, sendo mal remunerado, etc...

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  • Uma das perguntas que mais se repetem por aqui é como viajar sem grana? A maioria de nós não é filho de alguém rico e tampouco conseguiu fazer o tal pé-de-meia para realizar o sonho de viver na estrad

  • @Felypez Não sei se devo lamentar ou não a perda da ex e da Kombi, mas enfim, o que me chamou a atenção é um ponto anacrônico em seu relato/desabafo/whatever.  fazer o tal pé-de-meia para re

  • Ele falou que passou momentos difíceis.  E o que é bom pra você, não necessariamente será para ele.   Estamos em um fórum de MOCHILEIROS. É isso que deve ser contato.. PERRENGUES. 

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  • Este é um post popular.

@Felypez

Não sei se devo lamentar ou não a perda da ex e da Kombi, mas enfim, o que me chamou a atenção é um ponto anacrônico em seu relato/desabafo/whatever.

 fazer o tal pé-de-meia para realizar o sonho de viver na estrada

desperdiçando minha vida num trabalho de m... com chefe chato, sendo mal remunerado, etc...

Como é que a pessoa fará o tal "pé-de-meia" se ela acha que "desperdiça a vida num trabalho de m... com chefe chato, sendo mal remunerado, etc..?"

Seu relato é interessante, porém leio-o como uma romantização do "viver na estrada" o que poderia, de certa forma, induzir terceiros à erro. Como@Rafael_Salvador questionou, como é que fica o "depois"? Arruma uma outra moça (e outra kombi, claro) e acontece de ter um filho. Como faria? Como você pensa em sua velhice que chegará, queira você ou não? Como é pensar numa vida de viajar com pouco dinheiro certo de que o cenário futuro será mais cinza do que hoje é?

IMHO o "romantizar" assenta-se no ponto "eu não tinha dinheiro nem pra pegar um ônibus e do nada aparecia uma oportunidade de trabalho". Fico feliz por você, levando em consideração que existem mais de 26 milhões de desempregados na América Latina e destes, 13 milhões no Brasil, que é um cara de sorte ou seu santo é forte pacas. Isso não é para qualquer um pois se fosse, estes 26 milhões poderiam estar também na estrada vivendo como você.

Algo que você não contou, por qualquer motivo que seja e que certamente enriqueceria a conversa e ajudaria muitos a tomarem a decisão ou não de meter o pé na bunda do chefe chato é: em quê condições você vive na estrada? Confiar que "tudo vai dar certo" soa como deixar a vida à mercê de uma roleta. Você já teve que extrair algum dente em seu caminho? Pegou uma doença qualquer que precisou de antibióticos? Ficou no meio do nada, sem nada? Teve que andar dois dias sem água ou 5 sem comida? Foi assaltado? Como foram os perrengues que passou e como os resolveu?

Não escrevo para desmerecer seu relato, ao contrário. Acho legal para contar um pouco de sua experiência. Entretanto, existem alguns gaps que, como já dito, seriam interessantes de serem escritos para completá-lo e enriquecê-lo. O fato de passar perrengue não é nenhuma credencial, pois perrengue a maior parte da população brasileira passa diariamente.

Que tal enriquecer um pouco mais o texto?

Sds

Editado por pmichelazzo
correção de ortografia

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@pmichelazzoO problema é que não pensam assim,querem só o agora,não fazem como você diz e eu defendo.Viajar é supérfluo e como supérfluo há mais importante a pensar na vida.Ex: O sustento que é a base do que o Rafael disse.Para eles isso não importa, não interessa se vão cair em total miséria amanhã,pois não estão acostumados com ter de tudo. 

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14 horas atrás, _Umpdy disse:

Que bad brother kkk

Sucesso na sua jornada! 

Kkkk Valeu! O bad realmente depende do ponto de vista, tenho um irmão que trabalha num banco e isso pra mim é uma bad, mas eu pergunto pra ele: isso te faz feliz? Então acredita e segue em frente...

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4 horas atrás, _Umpdy disse:

Você se contradiz e cria histórias em sua cabeça com suposições do que pode ou não acontecer.

Tem gente que não tem o luxo de planejar o que vai acontecer na vida dela no dia seguinte.. ela simplesmente vai, porque sabe se não for, não terá outra oportunidade. 

Eu também sou a favor de ter uma renda para emergência.. mas se o cara não tiver, isso não pode impedir dele ir.

Direito eu tenho, até porque isso aqui não é uma ditadura. 

Repensaria no que falei se você tivesse razão.

Por mais relatos assim e menos relatos do perrengue da fila de museu na Europa. ²

Mano, exatamente por não ser uma ditadura é que você não pode cercear a opinião de ngm! Discordar do que você não concorde, você pode e deve. Pesquisa antes o significado das palavras antes de ficar cagando regra na cabeça dos coleguinhas 😉

E eu viajo de ônibus, fico em albergue, como shawarma barateza, porém odoro museus. Já vivi perrengues no Coliseu, no MASP, no Louvre e afins.. mas então pela sua lógica eu não sou mochileiros, pois não fico aqui me lamentando sobre coisas mais triviais

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45 minutos atrás, D FABIANO disse:

@pmichelazzoO problema é que não pensam assim,querem só o agora,não fazem como você diz e eu defendo.Viajar é supérfluo e como supérfluo há mais importante a pensar na vida.Ex: O sustento que é a base do que o Rafael disse.Para eles isso não importa, não interessa se vão cair em total miséria amanhã,pois não estão acostumados com ter de tudo. 

E que tem gente que prefere ir viver a vida do que ser funcionário público infeliz por 35 anos e viver a vida depois que não tem saúde!

Postado
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36 minutos atrás, victorprado disse:

Mano, exatamente por não ser uma ditadura é que você não pode cercear a opinião de ngm! Discordar do que você não concorde, você pode e deve. Pesquisa antes o significado das palavras antes de ficar cagando regra na cabeça dos coleguinhas 😉

E eu viajo de ônibus, fico em albergue, como shawarma barateza, porém odoro museus. Já vivi perrengues no Coliseu, no MASP, no Louvre e afins..

 

Cara, se tu postar um perrengue de uma viagem de ônibus e de um museu, certamente vou ler do ônibus. Foi sobre isso que falei!

Citar

mas então pela sua lógica eu não sou mochileiros, pois não fico aqui me lamentando sobre coisas mais triviais

Fonte: tua mente. 

Aonde eu falei isso cara? 

Postado
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2 horas atrás, pmichelazzo disse:

@Felypez

Não sei se devo lamentar ou não a perda da ex e da Kombi, mas enfim, o que me chamou a atenção é um ponto anacrônico em seu relato/desabafo/whatever.

 fazer o tal pé-de-meia para realizar o sonho de viver na estrada

desperdiçando minha vida num trabalho de m... com chefe chato, sendo mal remunerado, etc...

Como é que a pessoa fará o tal "pé-de-meia" se ela acha que "desperdiça a vida num trabalho de m... com chefe chato, sendo mal remunerado, etc..?"

Seu relato é interessante, porém leio-o como uma romantização do "viver na estrada" o que poderia, de certa forma, induzir terceiros à erro. Como@Rafael_Salvador questionou, como é que fica o "depois"? Arruma uma outra moça (e outra kombi, claro) e acontece de ter um filho. Como faria? Como você pensa em sua velhice que chegará, queira você ou não? Como é pensar numa vida de viajar com pouco dinheiro certo de que o cenário futuro será mais cinza do que hoje é?

IMHO o "romantizar" assenta-se no ponto "eu não tinha dinheiro nem pra pegar um ônibus e do nada aparecia uma oportunidade de trabalho". Fico feliz por você, levando em consideração que existem mais de 26 milhões de desempregados na América Latina e destes, 13 milhões no Brasil, que é um cara de sorte ou seu santo é forte pacas. Isso não é para qualquer um pois se fosse, estes 26 milhões poderiam estar também na estrada vivendo como você.

Algo que você não contou, por qualquer motivo que seja e que certamente enriqueceria a conversa e ajudaria muitos a tomarem a decisão ou não de meter o pé na bunda do chefe chato é: em quê condições você vive na estrada? Confiar que "tudo vai dar certo" soa como deixar a vida à mercê de uma roleta. Você já teve que extrair algum dente em seu caminho? Pegou uma doença qualquer que precisou de antibióticos? Ficou no meio do nada, sem nada? Teve que andar dois dias sem água ou 5 sem comida? Foi assaltado? Como foram os perrengues que passou e como os resolveu?

Não escrevo para desmerecer seu relato, ao contrário. Acho legal para contar um pouco de sua experiência. Entretanto, existem alguns gaps que, como já dito, seriam interessantes de serem escritos para completá-lo e enriquecê-lo. O fato de passar perrengue não é nenhuma credencial, pois perrengue a maior parte da população brasileira passa diariamente.

Que tal enriquecer um pouco mais o texto?

Sds

Que mensagem boa! Mto obrigado! 

Tenho planos de médio/longo prazo que seria montar um camping/pousada simples junto com minha mãe numa bela praia, brinco que tô procurando a praia onde quero criar meus filhos rsrs, ainda não achei a tal praia mas esse é meu sonho, sem apegos assim como a kombi, fico frequentemente me examinando se é algo genuíno o que realmente quero ou me "perdi"? Já tive momentos de bad na estrada justamente por não estar em conexão com o que queria, aí o apoio de amigos é fundamental pra gente voltar a equilibrar.. E fisicamente sou afortunado, nunca tive problemas físicos, cuido muito da minha alimentação como forma de manutenção preventiva da saúde, tenho bons hábitos como correr, nadar, praticar yoga... Infelizmente esses conhecimentos não estão disponíveis para todos e tampouco uma alimentação saudável. 

Minha ideia era trabalhar em cruzeiro para erguer esse dinheiro do camping, mas não falava inglês, então fui fazer voluntariado em hostel, aprendi espanhol e o básico do inglês, passei no processo seletivo do navio, mas como tudo tá sempre mudando veio a pandemia e recálculo de rota...

Agora to planejando algo mais sofisticado para vender durante a viagem no lugar dos adesivos como um fanzine ou algo do tipo.

Tenho plena consciência do grave momento que passamos, milhares e milhares de famílias estão passando por necessidades e sendo despejadas, estou sempre em contato com a minha família e se eles estiverem precisando de ajuda eu volto no exato momento e enfrento o chefe chato, mas enquanto quero e posso vou viajando...

A ideia do post inicial surgiu dps que vi um cara falando em sair para viajar com 300 reais, eu acho loucura, eu saí com pouco dinheiro mas me preparei MUITO, fiz dois cursos longos de 1 ano cada de massoterapia e diversas oficinas, me formei como professor de yoga, trabalhava de domingo a domingo (isso fez meu relacionamento ir pro espaço, mas valeu a pena) pra pagar a kombi, aluguel, e os cursos sempre com esse foco de realizar o sonho de viver na estrada. Por isso eu digo planejamento é tudo. E até hoje continuo estudando, agora estou estudando para começar a aplicar acupuntura, mas ainda tenho muito a aprender...

Tenho um projeto que é pegar todo esse conhecimento que adquiri em cursos caros que poucos podem pagar e realizar oficinas de capacitação a preços populares em lugares onde as pessoas possam utilizar a massoterapia como uma ferramenta para se sustentarem. 

Nunca me faltou comida nem água. Tive sim vários perrengues mas não gosto muito de falar pq parece que existe um certo fetiche em passar perrengue e pode incentivar as pessoas a acreditarem num "divino milagre", mas para sair deles: comunicação!!! Já saí andando de comércio em comércio atrás de um emprego e só parei quando consegui. Para isso é fundamental estar com boa aparência, roupas e tênis limpo, sempre tenho uma "troca" de roupa super limpa na mochila.

Eu não sou um turista, não tenho nada de marca, meu celular é bem simples, ando em alerta, observo comportamentos não verbais (tanto para abordar as pessoas qto para escapar de pessoas não sinceras) então não sou muito visado para assalto mas já estive em situação de risco e fui livrado pq outra pessoa percebeu. Fizeram uma isca, um homem "agredindo uma mulher" e eu caí, por sorte uma pessoa local me alertou a tempo de eu entrar na rua, mas cheguei a ver o cara com uma faca na mão já me esperando, voltei correndo pra avenida. Tento me misturar como se fosse uma pessoa local, faço amizades, confio muito na minha intuição e na das pessoas estão próximas, principalmente das mulheres.

Me dei conta que consigo "sobreviver" em qualquer lugar, agora quero subir um pouco de patamar e correr menos riscos desnecessários, como? Viajando de bicicleta kkkkkk... 

 

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Me questione nesse momento.. 

Aonde meu pai e minha mãe estariam hoje se fizesse todas essas questões antes de sair da roça na década de 70 pra vir pra São Paulo tentar a vida.

É muito "e se" e pouco "fazer acontecer". 

 

Seriam eles mochileiros raízes? Obvio que não.. afinal, antes de tornar pra sí uma palavra "mochileiros" vem a necessidade de cada um. 

 

Termino minhas postagens nesse tópico por aqui;

E fico a disposição para trocar mensagem no inbox.

Bom natal a todos. ❤️

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15 horas atrás, Rafael_Salvador disse:

Ate aí não vi nada que ninguém não tenha contado...

É fácil viver assim?É uma vida prazerosa? Tem facilidade para se alimentar? Se alimenta bem? Consegue relacionamentos de forma fácil? Dorme bem e tranquilo? Tem acesso a saúde preventiva?

Fala Rafael, infelizmente te respondi mas a internet caiu e perdi o texto... Vou escrever de novo...

Não é fácil mas é gostoso, to realizando um sonho que comecei a executar anos atrás. Toda vez que estou num dia letivo de frente pra uma praia maravilhosa eu me lembro que sim vale a pena o esforço. E estamos falando de um momento super complicado economicamente onde não está fácil para a grande maioria da população.

Sim é uma vida prazerosa, mas percebi que o principal é a saúde mental, não adianta nada você estar num lugar sensacional se não estiver bem internamente, eu percebi isso recentemente, por sorte tenho minhas ferramentas para me reequilibrar além do apoio de amigos e família, no momento estou já há uns 3 meses num centro de meditação e logo devo sair para mais uma jornada...

Sim me alimento bem, é minha prioridade, deixo de comprar qualquer coisa para estar bem alimentado. E nunca me faltou comida nem nada básico. 

Os relacionamentos são a melhor parte! São eles que mais me animam a continuar na estrada, conheci muita gente, tive parceiras que agregaram muito na minha vida e amigos de verdade. Tenhos portas abertas para voltar em várias cidades...

Abrigo é a parte mais difícil, me preocupo muito com isso é algo que me tira a tranquilidade e quero trabalhar mais, mas no geral tem dado certo, uso uma plataforma e redes sociais para ir me comunicando com pessoas que moram onde quero ir e articulando possibilidades. A ideia agora é me movimentar de bicicleta de uma forma mais autônoma, livre. 

A saúde preventiva infelizmente nunca foi parte da minha realidade assim como para a grande maioria das pessoas, quem depende da saúde pública sabe bem como é.

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4 horas atrás, StanlleySantos disse:

Isso é vdd.

Teria que ter mais detalhes sobre o que vc fez. Na vdd esse post faria mais sentido num "relatos de viagem" ou num "viajar sem dinheiro" do que num "perguntas e respostas", para começar.

 

Tenta converter isso num relato completo, dá uma analisada no que as pessoas escrevem aqui e tenta trazer algum diferencial, alguma informação ou forma de narrativa, para vermos, de fato, o que não contam sobre viajar nessa modalidade. 

Imortaliza sua experiência, afinal, parafraseando o atual prefeito de Curitiba, "o homem é eterno quando a memória permanece".

Eu não sou muito familiarizado aqui com o fórum, valeu pelas dicas, realmente saiu num tópico não mto apropriado...

Editado por Felypez

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