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Praia do Sono

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É possível chegar a praia do sono navegando de barco a partir do pier de Paraty?

 

Alguém já fez este trajeto de barco ?

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Sim, é possivel conseguir barco saindo de Paraty até a Praia do Sono.

P/ vc ter uma idéia de preços, a viagem de barco até a Praia do Pouso chega a + - 20,00/pessoa, mas com barcos sempre saindo.

Já p/ a Praia do Sono o percurso é mais q o dobro do tempo. E a quantidade de pessoas q vao p/ essa praia de barco é muito pouca. Na minha opiniao o preço q vc ira pagar é impeditivo. Nao vale a pena.

 

 

Abcs.

 

 

Augusto

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Olá pessoal,

 

Entao, fui pra praia do sono no ultimo feriado (24/03) seguindo as dicas da galera aqui e foi perfeito. Lá é muito lindo. Obrigado a todos pelas infos e estamos aí p ajudar tb!

O lugar é mágico! As prais de antigos e antiguinhos são maravilhosas e com riozinho atrás.Partindo da praia de antigos vc pega uma trilha até a cachoeira. É muito perto mesmo. Dá pra fazer em questao de horas, passeando. Até Ponta Negra em 2h no max.

A galera só tem que preservar mais...

Recomendo: O camping do Joel no final da praia - nao tem luz nessa parte e é bem tranquilo- e um pao caseiro que os meninos circulam vendendo na praia.

Vlw,

Th4t1

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Fala ae galera. Vim para questionar e reforçar as dúvidas

 

To partindo sozinho com minha mochila e barraca pra praia do sono nesse ultimo fds do mês e pretendo, como o doido da última msg, me isolar. Talvez nem seja preciso, caso esteja bem vazia, mas de qualquer forma quero saber se rola acampar sem ser nos campings. Economizar esse din do camping. Tipo na areia ou onde der na telha mesmo. Sem grilos. Quem fiscaliza isso são os próprios caiçaras?

 

Saio do trabalho, no Rio, 12h e acredito q estarei comecando a trilha nos últimos fiapos de sol. Já li em inúmeras msgs que essa trilha é tranquila e só tem uma subida no início, justamente eu e os fiapos. Quero saber se é tranquilo fazer o resto de lanterna na mão. A lua vai estar minguante, pouca ajuda.

 

Mas enfim... pode parecer loucuras para alguns, mas entendam, a idéia de acordar sábado dentro de uma barraca (ou não) numa praia como essa... é passível de sacrifícios.

 

Abraços e valeu por qualquer ajuda.

Athos

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E aí Athos.

 

Pode ficar tranquilo.

 

A trilha de Laranjeiras até a Praia era uma antiga estrada. É muito facil. Só o trecho final q é a trilha mesmo.

 

Sobre acampar na areia, nunca fiz isso.

 

Sugiro vc caminhar um pouco mais e ir até P. Antigos. Lá a praia é deserta e não tem ninguém p/ te incomodar.

 

 

 

Abcs.

 

Augusto

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Ae Augusto, valeu pelo help. Esclareceu o que era dúvida pra mim.

 

Agora a última, só para fechar a mochila e partir:

 

Chegando no Sono, quanto tempo até Antigos ou Antiguinhos? Qual vem primeiro?

 

Abraços e pé na estrada

 

Atho

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Saindo de Laranjeiras vc passará primeiro pela Praia do Sono, Antigos, Antiguinhos, Ponta Negra até Martim de Sá, q está uns 2 dias de caminhada.

 

Da P. Sono até Antigos, vc vai levar + - 30 minutos.

Até Antiguinhos + 15 minutos

 

Abcs.

 

 

Augusto

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Pessoas,

 

Não tem luz eletrica no caminho...é mata....se for andar por lá a noite tome cuidado! Vc leva no mínimo uma hora e meia a pé para fazer a trilha de Laranjeiras pro Sono, então calcule uma margem de 2 horas para evitar trilha noturna. Não sei se dá pra chegar de carro hoje em dia...da última vez que eu fui tinha estrada de barro bem fudida, mas já faz anos...

 

A partir do sono você pode chegar em outras prais de Paraty, como a Antigos, Antiguinhos e Ponta Negra (Quem for no sono deve atravessar um morro no fim da praia - perto do rio, eh rapido e se conhece outra praia)

 

Não tem como ter muvuca no Sono, mas cada vez mais ela tá popular e pode acabar se esbarrando entre quem tá acampando por lá...agora muvuca mesmo creio que não.

 

Só pra deixar claro: pra chegar em Trindade, Sono, Laranjeiras é preciso pegar uma estrada que entra na BR-101 entre Paraty/RJ e Ubatuba/SP. Laranjeiras tem praias lindas, mas fechadas ao publico por terra pq eh um comdomio particular, Trindade tá cada vez mais balada e sofre as consequencias de estar lotada, mas eh linda...

 

Dá pra chegar no Sono de barco, mas se o mar tiver agitado eh melhor evitar...pode virar e eu já vi tubarão no Sono huahuhua. Que eu saiba não se tem passeios fáceis de barco por ali, pelo menos não tem um porto de turismo :wink:

 

Valeu!

PS: Ariel, vc tem que passar o reveilon em um lugar mais movimentado, vai pra trindade mesmo :wink: Do sono pra trindade dá pra ir a pé, mas leavria no minimo umas 3 horas andando...acho melhor evitar

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OPA.....

 

Bom,

 

Galera, sou de Belo horizonte/MG e to indo pra PRAIA DO SONO no dia 6 até dia 15 de JANEIRO. Lógico, devo rodar por la, (PARATY / TRINDADE).

 

Gostaria de saber mais dicas sobre o tempo, CHUVAS / SOL.

 

Quem tiver algum OUTRO PICO para indicar por la, seria de boa informação também.

 

Valeu.

 

Tiago Martins

[email protected]

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Cara, chuva/sol é muito relativo. Tempo em Paraty costuma ser constante, se tu der muito azar pega uns 5 dias de chuva no máximo.

 

Uma coisa necessária em Paraty é passear de barco. Basta ir no cais no centro da cidade e ou ir de escuna e pagar uns 15-30 reais ou freta uma balieira menor com um grupo.

 

valeu

t+

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    • Por Rafaela-Almeida
      Ola vim relatar um pouco da viagem que fiz sozinha pra Paraty. Esse é meu primeiro relato, então caso leia alguma coisa que não concorde, desconsidere.
      Estive em Paraty do dia 20/01/2020 a 26/01/2020
       
      Transporte:
      Ônibus São Paulo - Paraty - R$105,24
      Ônibus Paraty - São Paulo R$105,01
      Tempo de viagem: a ida durou 7hs e teve 2 paradas de 30min cada de lanche. A volta durou 9hs, por causa do transito, teve 2 paradas também. A empresa que faz o trajeto é a Reunidas.
       
      Hospedagem:
      Fiquei hospedada no Carpe Diem Hostel, que alias recomendo muito, o gerente Leonardo é muito atencioso, todos os funcionários alias são  simpáticos, prestativos, a localização é ótima, próximo à rodoviária, supermercado, farmácia, restaurantes, centro histórico, café da manha ótimo, cozinha bem equipada e o hostel tem a área comum bem gostosa e uma piscina maravilhosa! Foi minha primeira vez em hostel, e eu gostei bastante, fiz muuuuitas amizades.
      Fiquei no quarto compartilhado misto com 6 camas, banheiro dentro do quarto, total deu R$244,65, 6 dias.
       
      Passeios:
      Dia 20/01- Como cheguei tarde, fui dar uma volta ao centro histórico, fiquei apaixonada pela arquitetura de lá, as igrejas que são lindas.
      Dia 21/01 - Realizei o passeio de Jeep Tour + Alambiques, e eu amei. Fiz com a Paraty Experience, super recomendo. O guia te busca na hospedagem, leva pra visitar o Alambique Pedra Branca, no qual você pode experimentar e comprar as cachaças, logo após leva na cachoeira Pedra Branca, no qual você paga R$5 para entrar caso esteja com guia e R$8 sem guia. Tem um ótimo poço para banho. Depois o guia leva pro Alambique Paratiana, no qual você degusta a cachaça também e lá você conhece o processo de fabricação da cachaça, que é bem interessante, lá também tem o museu da cachaça, com mais de 3 mil cachaças expostas. Logo após eles levam para conhecer o poço do Tarzan e Cachoeira Tobogã que é bem legal, lá tem um restaurante para almoçar também. O passeio vai das 11hs até 16hs.
       
      Dia 22/01- Realizei o passeio de Escuna que pra mim foi o melhor que fiz, realizei também com a Paraty Experience, e a escuna que fomos foi a Ilha Rasa 1 que possui um diferencial. As escunas saem todas no mesmo horário de Paraty para o passeio, porem a Ilha Rasa 1 faz a primeira parada na Ilha do dono da escuna, que leva o mesmo nome, lá tem redes, lugares de descanso e um lugar bem tranquilo para nadar, fica 1hs parada lá, quando a escuna segue viagem, as outras escunas estão indo embora, o que torna os outros lugares bem vazio pra quem não gosta de muvuca é uma ótima opção. Logo depois a escuna seguiu viagem pra Praia Vermelha que é bem gostosa, mar bem tranquilo, seguiu viagem para Lagoa Azul, aonde eles servem almoço (pagos a parte) e  ultima parada é em Ilha comprida, onde dá pra nadar com os peixinhos (recomendo snorkel), e pra quem não sabe nadar, eles disponibilizam Macarrãos e coletes. O passeio dura das 11hs até 16hs.
       
      Dia 23/01 e 24/01- Trindade. Pensa numa cidade com a vibe muito boa. Não cheguei a ir à Pedra que engole, nas piscinas naturais, pois estava chuviscando nos dois dias e as trilhas estavam bem escorregadias. Dividi o tempo entre Praia do Rancho para almoço e Praia do Meio. Fui à praia do Cachadaço também, que para acessa-la tem uma trilha bem curtinha, de nível médio. Infelizmente nos dois dias o mar estava bem agitado, mesmo assim recomendo quando estiver com o sol, deve ser muito calma as águas.
       
      Dia 25/01- Praia do Sono.  Quando sai da minha cidade, essa praia era meu principal objetivo, porem deu tudo errado. Pra chegar à praia do sono tem duas opções, por trilha ou por barco. Para ir eu optei pela trilha, que eu achei de dificuldade média por causa das subidas bem íngremes, e ela estava um pouco escorregadia por causa das chuvas nos dias anteriores. A trilha em si é linda, natureza total, é muito bom escutar o barulho dos riachos, pássaros e até o barulho do mar.  Realizei a trilha em 1h e 20min. A praia do sono em si é linda, porem no dia que eu fui o mar estava bem agitado, porem dava pra entrar na água tomando bastante cuidado. Não tive sorte, pretendo voltar ainda pra essa praia pra ter outra impressão dela. A volta foi realizada por barco, que foi horrível, o mar estava muito agitado, a todo o momento pensei que o barco não ia aguentar e ia virar porem deu tudo certo. O barqueiro te deixa no cais do Condomínio das Laranjeiras (que por sinal é muito top) e logo após vem uma van do próprio condomínio pra te levar até a portaria (você não paga nada por isso)
       
      Dia 26/01- Foi o dia de ir embora, infelizmente.
       
      Impressões que tive: Eu particularmente amei a cidade, achei bem segura, tranquila, o centro histórico é um encanto, pretendo voltar pra ir a Praia do Sono novamente e realizar os passeios pra Ilha dos cocos e Ilha do pelado. 
       
      Alimentação: 
      Achei as coisas bem caras em Paraty, até mesmo no próprio supermercado. O pacote de macarrão é R$4,50 de 500g e o molho de tomate é R$2,05. A coca 2l é R$8,00. Bolacha R$3,00. A garrafinha de água eu achei barata, R$0,99, porem comprei uma só, pois no Hostel tinha filtro.
      - Em Paraty eu comi no Candeeiro Musica e Gastronomia, o prato pra uma pessoa é aproximadamente R$50 (penne com camarão) e o drink Jorge Amado (vocês não podem deixar de tomar, é uma delicia) é R$17,00. Foi o lugar mais barato do centro histórico que achei. Comemos lá para comemorar o aniversario da Poliana, que alias conheci aqui no Mochileiros.
      - Em Paraty também tem um restaurante chamado Bom Apetite, fica em frente a uma pracinha, ao lado da Caiçara Tours, 1 quadra do centro histórico, aonde o PF é R$15 á R$18, comida deliciosa, bem servido.
      - Em Trindade eu comi no Ardentia, fica na Praia do Rancho, o PF lá é salgado, R$40, suco R$10, refri R$8. O atendimento é excelente e a comida também.
      - Em Trindade, na rua principal também tem restaurantes que o PF é entre R$20 e R$25. Infelizmente eu só vi na hora de ir embora.
      - No passeio de Jeep Tour, comi no restaurante do Poço do Tarzan, comida com preço salgado R$49,00 o prato feito.
      - Na escuna, eles vendem o próprio almoço, R$45,00 no PF de strognoff de frango, não lembro o preço exatamente, mas as outras opções de PF e as porções eram bem caras. Refri R$8,00. Eu gostei do almoço, estava bem delicioso.
      - Em Paraty tomei sorvete na Miracolo Gellateria, R$16,00 duas bolas de sorvete, porem não me arrependo, foi um dos melhores sorvetes que tomei até hoje.
      - Na praia do sono eu não almocei, comi bolacha, salgadinho que comprei no mercado, pois fiquei na duvida se lá tinha restaurantes.
       
      Dicas
      - Para realizar a trilha da Praia do Sono, usem tênis, levem repelentes e no mínimo 1L de água.
      - Saem ônibus de hora em hora da rodoviária de Paraty para Trindade, custa R$5,00 a passagem e dura 1h em media. Porem ao lado da rodoviária saem vans que custam R$5,00 também e levam 40min e é bem mais confortável, mas as vagas esgotam muito rápido, tem que ser ligeiro kkk.
      - A agência que realizei os passeios foi a Paraty Experience (http://paratyexperience.com.br/), o atendimento deles é ótimo, tiraram todas minhas duvidas pelo whats.
      - Caso forem no passeio dos Alambiques, deixem pra comprar cachaça no Alambique Pedra Branca, que é mais barato que o Alambique Paratiana e Centro histórico. Porem eu achei a cachaça da Paratiana mais gostosa.
      - Não deixem de experimentar a cachaça Gabriela (contem cachaça, cravo e canela, melaço de cana), é uma delicia.
      - Não deixem de experimentar o drink Jorge Amado (contem cachaça Gabriela, limão, gelo e maracujá) é uma delicia também.
      - O preço do barco na Praia do Sono é alto, R$40 a ida ou à volta.
      - O passeio de escuna é R$80,00.
      - O passeio de Jeep tour + Alambiques é R$80,00
      - Os preços das agências é tabelado, porem se você negociar sai por R$70,00.
      - A Praça da Matriz no Centro Histórico é o point à noite, bem agitado, porem acaba cedo, às 23h30min o pessoal começa a ir embora.
      - Os preços das cervejas eu vou ficar devendo, pois não bebo kkkk, mas nas praias de Trindade a lata é R$8,00, long neck R$10 e o litrão de Brahma é R$20.
      Eu acho que é isso, qualquer coisa é só perguntar
       
      insta:@rafaeladealmeiida
       
       
    • Por nnaomi
      Fiz um apanhado de dicas e descrições das trilhas de Ilha Grande. Em 2008, percorri as trilhas que partem da Vila de Abraão, onde fiquei hospedada. Em 2015, voltei à ilha e percorri as trilhas que partem de Araçatiba e Bananal, ficando hospedadas nessas duas localidades. Todas as trilhas foram feitas no esquema bate e volta no mesmo dia.
      Há 16 trilhas mapeadas pela TurisANGRA com diferentes graus de dificuldade, mas geralmente dispensam o uso de equipamentos mais específicos e cada trilha tem duração de caminhada inferior a 1 dia. A maioria das trilhas está demarcada e passa por limpeza e manutenção, mas o mesmo não ocorre com a sinalização que é antiga e está apagada/avariada ou ausente em vários trechos. Algumas trilhas possuem bifurcações e/ou não estão demarcadas pela falta de uso, dificultando o seu percorrimento. Também há outras trilhas, não mapeadas pela TurisANGRA, que são usadas pelos moradores. Caso queira percorrer uma delas, informe-se nas vilas se as trilhas estão abertas e demarcadas.
      É bastante comum o Roteiro Volta da Ilha que faz o contorno completo da ilha, emendando uma trilha na outra e pernoitando em pousadas ou campings. Salienta-se que é necessário pegar um barco de Aventureiro a Parnaioca, pois é proibido entrar na Reserva Biológica Estadual da Praia do Sul que é fiscalizada pelo INEA. Porém há relatos de quem passou por esse trecho.
      Basicamente, a área da ilha está inserida em três Unidades de Conservação (UC) administradas pelo Instituto Estadual do Ambiente (INEA) que regulamenta as normas de visitação a essas UC.
      O Parque Estadual da Ilha Grande (PEIG) integra a Área de Proteção Ambiental de Tamoios e foi reconhecida pela UNESCO como Reserva da Biosfera da Mata Atlântica.
      Sede: Av. Nacib Monteiro de Queiroz, s/n, Vila do Abraão, 3361-5540. Administrativo: seg-sex de 8-17h. Visitação: ter-dom de 8-17h
      Fonte: site do INEA
      A Reserva Biológica Estadual da Praia do Sul é uma UC de Proteção Integral com sede na Vila do Aventureiro e são permitidas apenas visitas de cunho educacional e para a realização de pesquisas científicas, mediante prévia autorização.
      Fonte: site do INEA
      A Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Aventureiro (RDS) é uma UC de Uso Sustentável. Fazia parte da Reserva Biológica Estadual da Praia do Sul, que é uma UC de Proteção Integral, mas foi desmembrada e recategorizada. A nova classificação da área foi feita para conciliar a preservação dos ecossistemas locais com a cultura caiçara, valorizando os modos de vida tradicionais, assim como as práticas em bases sustentáveis desenvolvidas pela população tradicional beneficiária da unidade, incluindo a pesca de caráter artesanal, sob controle e gestão compartilhados entre o INEA e moradores da RDS do Aventureiro.
      Dicas:
      • Para as trilhas, é recomendado o acompanhamento de um guia ou alguém que conheça bem a região
      • Antes de iniciar uma trilha pegue informações no Centro de Informações Turísticas e/ou com algum morador que conheça o local e que, de preferência, tenha passado pela trilha recentemente. Condições da trilha podem mudar de um dia para outro
      • Há algumas dicas para fazer as trilhas no site http://ilhagrande.org/trilhas-da-ilha-grande
      • Informe-se previamente sobre as condições da trilha. Na maioria dos trechos, as trilhas não são caminhadas à beira da praia, e sim seguem dentro de mata fechada cortando morros, por isso costuma ter subidas e descidas, algumas bastante acentuadas. Outra consideração importante é que, embora as trilhas estejam, geralmente, limpas e bem demarcadas, a sinalização está deteriorada em vários pontos, onde sobrou apenas a placa, mas os dizeres estão apagados. Também há bifurcações não sinalizadas, embora sejam mais comuns nas proximidades das vilas
      • Consultando as anotações que peguei na internet e seguindo a intuição, procurei transitar pela trilha principal, a mais aberta e mais limpa, evitando os caminhos que pareciam levar às residências. Algumas bifurcações (do tipo Y de ponta cabeça) passam despercebidas na ida e nos confundem na volta, mas com um pouco de bom senso, sentido de orientação e ajuda dos moradores, que são muito prestativos, descobrimos o caminho certo. No meio da trilha a orientação geral é seguir a trilha mais aberta e acompanhar os postes de fiação de energia elétrica, pois estes vão dar sempre em algum local povoado
      • O inverno é uma ótima época para caminhar, pois a probabilidade de chuva é menor e as temperaturas são mais amenas, mas pode ser frio para entrar na água que fica bem gelada nessa época
      • Não faça trilha descalço, nem de chinelo; um calçado apropriado é essencial, pois não é caminhada na areia da praia na maioria dos trechos. Algumas partes da trilha têm inclinação acentuada e terreno acidentado com raízes, pedras e/ou terra batida, que devem ser escorregadias na época de chuva. Acredito que depois de uma chuva, deve demorar para secar, pois há várias partes de mata fechada, onde não bate sol.
      • Comece a trilha cedo, para ter tempo de folga para um imprevisto. Nesse ponto, ajuda quando a pousada começa a servir o café da manhã cedo. Em julho, lá pelas 5h já está escuro nas trilhas, pois a maior parte segue dentro de mata fechada. Complica por causa das raízes, pedras e obstáculos do meio do caminho. É bom se programar para voltar antes disso, mas de qualquer forma previna-se com uma lanterna
      • Leve água e lanche, mesmo que tenha fontes de água e comércio no destino, pois as fontes podem estar secas ou contaminadas e o comércio pode estar fechado ou desabastecido
      • Para não ficar repetitivo, registro aqui uma informação mais "técnica" da trilha. Descrições mais detalhadas do percurso encontram-se nos respectivos relatos
      • Lado direito ou lado esquerdo da praia? A indicação dada, considera que você está olhando o mar
      • Mapas, fotos e informações detalhadas de algumas trilhas: br.ilhagrande.com
      • Mapas e algumas informações da trilha: ilhagrande.com.br
      ****************************************
      Nanci Naomi
      http://nancinaomi.000webhostapp.com/
      Trilhas:
      Grupo CamEcol - Caminhadas Ecológicas Taubaté
      Relatos:
      15 dias em SC: - fev/2018 - Parte 1: Vale Europeu | Parte 2: Penha
      Paraty e Ilha Grande - jul/2015 - Parte 1: Paraty | Parte 2: Araçatiba e Bananal | Parte 3: Resumão das trilhas
      3 dias em Monte Verde - dez/2014
      21 dias na BA - fev/2014 - Parte 1: Arraial d'Ajuda | Parte 2: Caraíva | Parte 3: Trancoso | Parte 4: Porto Seguro
      11 dias na BA - dez/2013 - Parte 1 e 3: Salvador | Parte 2: Costa do Dendê - Ilha de Boipeba e Morro de São Paulo
      21 dias em SE e AL - fev-mar/2013 - Parte 1: Aracaju | Parte 2: Maceió | Parte 3: Maragogi
      21 dias em SC - jul/2012 - Parte 1: Floripa | Parte 2: Garopaba | Parte 3: Urubici | Parte 4: Balneário Camboriú
      8 dias em Foz do Iguaçu e vizinhanças - fev/2012 - Parte 1: Foz do Iguaçu | Parte 2: Puerto Iguazu | Parte 3: Ciudad del Est
      25 dias desbravando Maranhão e Piauí - jul/2011 - Parte 1: São Luis | Parte 2: Lençóis Maranhenses | Parte 3: Delta do Parnaíba | Parte 4: Sete Cidades | Parte 5: Serra da Capivara | Parte 6: Teresina
      Um final de semana prolongado em Caldas e Poços de Caldas - jul/2010
      Itatiaia - Um fds em Penedo e parte baixa do PNI - nov/2009
      Um fds prolongado em Trindade e Praia do Sono - out/2009
      19 dias no Ceará e Rio Grande do Norte - jan/2009 - Parte 1: Introdução | Parte 2: Fortaleza | Parte 3: Jericoacoara | Parte 4: Canoa Quebrada | Parte 5: Natal
      10 dias nas trilhas de Ilha Grande e passeios em Angra dos Reis - jul/2008
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    • Por nnaomi
      Período: 24 a 27/10/2008 , 05 a 06/07/2015 e 15/07/2015
      Cidades: Paraty - Centro Histórico
      Paraty é uma cidade charmosa, que lembra uma Tiradentes a beira-mar. O centro histórico bonito e preservado revela casarões, sobrados e igrejas interligados por ruas, onde o calçamento original, a iluminação de época e a proibição de trânsito de carros confere um charme adicional. A maioria das construções foi covertida em pousadas, retaurantes ou lojas, mas conservando a arquitetura original.
      Confira abaixo as dicas e informações gerais sobre a cidade.
      Obs.: "Outras opções" referem-se às indicações que não foram testadas. ATENÇÃO: não possuo nenhum vínculo com pousada, hotel, restaurante, agência, loja e qualquer outro tipo de estabelecimento divulgado nos meus relatos de viagem. Alguns dos pontos turísticos, bem como alguns estabelecimentos, não foram visitados por mim e as informações foram pesquisadas em guias. Portanto, recomendo que antes de utilizar qualquer serviço, verifique com a secretaria de turismo da cidade, se os dados são atualizados e/ou verossímeis.
      O texto na cor preta se refere ao primeiro relato de 2008 e o texto na cor verde, às informações atualizadas ou ao novo relato de 2015. Na verdade, o novo relato se refere apenas a uma passagem rápida pela cidade na ida e na volta da viagem a Ilha Grande.
      ****************************************
      Nanci Naomi
      http://nancinaomi.000webhostapp.com/
      Trilhas:
      Grupo CamEcol - Caminhadas Ecológicas Taubaté
      Relatos:
      15 dias em SC: - fev/2018 - Parte 1: Vale Europeu | Parte 2: Penha
      Paraty e Ilha Grande - jul/2015 - Parte 1: Paraty | Parte 2: Araçatiba e Bananal | Parte 3: Resumão das trilhas
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      21 dias na BA - fev/2014 - Parte 1: Arraial d'Ajuda | Parte 2: Caraíva | Parte 3: Trancoso | Parte 4: Porto Seguro
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    • Por Mari D'Angelo
      Post original com fotos e mapas aqui: http://www.queroirla.com.br/paraty-roteiro-pelo-centro/
       
      Fundada em 1667, a cidade de Paraty no Rio de Janeiro teve seus momentos de glória com os engenhos de cana-de-açucar, sendo grande produtora de aguardente (e até hoje sinônimo de boa cachaça) e principalmente como rota de transporte de ouro e pedras preciosas de Minas Gerais para Portugal. Porém com a construção de um caminho da Estrada Real direto para o Rio de Janeiro, a cidade perdeu sua importância econômica e caiu no esquecimento até a década de 70, quando foi “redescoberta” e começou a se tornar o importante centro turístico que é hoje.
       
      Comece o dia visitando o Forte Defensor Perpétuo, é necessário encarar uma subidinha, mas a mata acompanha e sombreia todo o caminho, o que deixa um ar fresquinho e agradável mesmo debaixo de muito sol. Além disso o percurso é premiado com algumas vistas da cidade e da Praia do Pontal. A construção onde antigamente abrigava o forte data de 1793, porém foi reconstruída e reformada após o período de declínio da cidade de Paraty. Hoje o lugar funciona como museu, mas é bom checar os horários para visitação das mostras. Do lado de fora há alguns canhões originais, projetados por ingleses e portugueses e um gostoso espaço verde com vista para o mar.
       
      Depois dessa caminhada aproveite para conhecer a Praia do Pontal. Se for da pegada mais esportista pode alugar caiaque ali mesmo na beira da água, senão escolha um dos quiosques pra relaxar um pouco e dar um mergulho. A praia não é ruim, mas se quiser algo muito mais aconchegante sugiro a Prainha da Praia grande, a aproximadamente 10 km do centro.
      Os próximos pontos já são dentro do labirinto de ruas de pedra chamadas “pé-de-moleque”. É impossível não se sentir em outra época com aquelas sequências de casinhas de portas e janelas coloridas em estilo colonial, com seus charmosos lampiões à moda antiga e toda uma atmosfera que a transforma em uma das cidades mais charmosas do Brasil!
       
      Atravesse a ponte principal sobre o Rio Perequê-Açu, separe um sapato confortável e vamos lá!
       
      A primeira dica é a Azulejos Eternos, como o nome sugere, eles são especializados em pintura artesanal em azulejos, desde os tradicionais números de casas até padronagens portuguesas, marroquinas, indianas… verdadeiras obras de arte! A loja é comandada pela brasileira Cris Pires e o francês Elie Audoux, ela também pinta quadros além de imprimir seu estilo urbano e feminino nos ladrilhos. Os valores não são exorbitantes, mas se quiser só uma lembrancinha eles vendem imãs de geladeira simulando azulejos também!
       
      A próxima parada é no Armazém Paraty, uma incrível loja especializada em artigos indígenas como adereços, peças de decoração e artesanato, feitos pelas próprias comunidades. Cada conjunto de produtos tem uma placa identificando de qual tribo eles provém, qual sua história, região e outras informações. Além disso eles contam com uma grande variedade de livros e DVDs sobre o assunto e são engajados nos problemas atuais dos povos indígenas.
       
      Um pouco mais para frente na mesma rua fica o Empório da Cachaça, um paraíso para os apreciadores do destilado brasileiro. As bebidas são expostas por região com destaque para as de Paraty, é claro! Algumas marcas aprovadas por quem gosta da bebida (não é meu caso rs) são a Maria Izabel e a Paratiana. A loja também agrada outros públicos vendendo cervejas especiais, doces em compota, pimentas e outras iguarias como a trufa de cachaça (dessa eu gostei!). Os preços não são tão convidativos, mas vale a pena entrar nem que seja só para conhecer.
       
      Saindo um pouco da rota das compras, temos a Casa da Cultura de Paraty, um espaço multi-cultural onde normalmente rolam exposições de graça como a “Mitos e Lendas”, com coloridas esculturas em papel machê e paineis contando algumas histórias populares que tem Paraty como cenário, em cartaz até dia 09/11. O lugar também recebe peças de teatro, sessões de cinema de graça para adultos e crianças, cursos, e outras atividades. Lá dentro o simpático Café Cultural oferece algumas opções para beliscar entre um evento e outro.
       
      Assim como em vários outros casarões da cidade, a fachada da Casa da Cultura foi decorada com símbolos geométricos que simbolizariam a presença de um proprietário maçônico. Existem diversas histórias como essa sobre a maçonaria em Paraty.
       
      Quer fazer uma pausa para um café? Sugiro o Café do Cais, um cantinho aconchegante comandado pela Tássia e o Rafael, super simpáticos e atenciosos. Segundo eles, a produção é 98% mineira, cafés, bolos e salgados são produzidos com ingredientes trazidos de lá. Experimente o bolo de pão de mel, é delicioso!
       
      Uma curiosidade, repare na casa em frente ao café, ela é toda de tijolos aparentes, a única no centro histórico que foge do padrão.
       
      A próxima parada é na rua mais fofa da cidade, a Rua do Fogo! É uma pequena viela entre a Rua Santa Rita e a Rua da Lapa, uma das únicas sem comércio nem restaurantes e que poucos turistas dão atenção. Há uma lenda de que a rua passou a ter esse nome (que não consta nos mapas) pois era onde as mulheres tinham seus encontros “fogosos”, mas uma placa em uma das casas desmente dizendo que era porque o pessoal da roça ia até lá com latões onde faziam fogo para cozinhar. De qualquer forma, é uma graça e vale a visita (especialmente a noite)!
       
      Bem ali ao lado fica a Igreja de Santa Rita, cartão postal de Paraty e hoje a mais antiga da cidade! Ela foi erguida em 1722, destinada aos pardos (naquela época havia distinção por cor da pele e classe social, cada igreja se destinava a um grupo diferente). A fachada foi construída no estilo da arquitetura jesuítica porém a parte interna é um misto mais simplificado de Barroco, com detalhes dourados e colunas retorcidas e Rococó, percebido pelo uso de cores em tons pastéis como verde e rosa e elementos decorativos em formatos de concha por exemplo.
       
      Depois de alguns anos fechado para reforma, o lugar reabriu recentemente e funciona como Museu de Arte Sacra. A entrada é gratuita e o funcionamento é de quarta a domingo, das 09h às 12h e das 14h às 17h.
       
      Paraty tem inúmeros restaurantes, a grande maioria oferecendo pratos de peixes e frutos do mar ou pizzarias. Mas tem um lugar escondidinho que quero apresentar à vocês, é o Le Castellet, uma creperie autenticamente francesa! (falou em França, já me apaixonei!). A decoração é perfeita, com referências a Marseille, cidade natal do Chef Yves Lepide, dono e cozinheiro, e a comida é uma delícia! O crepe não é no modelo brasileiro, ele vem aberto, quase como uma pizza, acompanhado de umas batatinhas fantásticas! É bem grande, se não estiver com muita fome dá até pra dividir. Eles também fazem uns azeites artesanais bem diferentes como de manga ou banana. Ah, só tem um ponto negativo, eles não aceitam cartão, então vá preparado!
       
      E pra sobremesa? O Finlandês Sorvetes é uma boa opção. O que mais me agrada ali na verdade é a decoração, com um ar meio retrô. O sorvete é bom, tem bastante opções mas não gosto muito de não poder pegar eu mesma o quanto quero, você tem que pedir para as funcionárias e elas colocam as bolas de sorvete no pote, depois pode arrematar com as coberturas.
       
      O Café Pingado também é uma boa saída, o ambiente é acolhedor e eles tem algumas sobremesas com sabores mais exóticos. Além disso há os tradicionais carrinhos de doces espalhados por algumas das esquinas mais movimentadas da cidade.
       
      Pra fechar a noite sugiro uma passadinha na Cervejaria Caborê, é um pouco afastada do centro histórico mas nada que não dê pra ir a pé. A cerveja é produção própria, e pra quem quer experimentar de tudo um pouco eles oferecem por R$20,00 um kit degustação com as três opções (cerveja de trigo, pilsen e escura) em copos de 200ml. Achei um bom custo-benefício e tirando a escura que eu pessoalmente não gosto do estilo, as outras são uma maravilhosas!
       
      A comida também é muito boa e o cardápio bem variado, com carnes, massas, sanduíches, porções e entradas como a deliciosa bruscheta. Mas os valores não são tão atrativos.
       
      Eles também fazem visitas guiadas na fábrica (ao lado do bar/restaurante) para conhecer o processo de fabricação da cerveja. As visitas acontecem de 4ª a sábado e é necessário reservar.
       
      Ah, e ali pertinho fica o Café do Canal, uma pizzaria deliciosa onde toca o melhor músico de Paraty! Claro que não digo isso só porque é meu pai rsrsrs!


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