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Fala galera mochileira!!

Este tópico foi criado para que todos possam postar dicas sobre roteiros, dicas, preços de transpote, comida, hospedagem, e outras na Chapada do Veadeiros e Região.

Alguém se habilita??

Quem não conhece e está afim ou que já foi é quer voltar, seja bem vindo e junte-se à nossa turma!!!!

Abraços,

Sergio

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Olá Galera,

Uma dica: comprar o "Guia por onde andar no nordeste Goiano" do Bismarque Villa Real, que custa R$12,00 e mostra todas as atrações do nordeste goiano, dividido em roteiros que passam pela Vila de São Jorge, Alto Paraiso e Cavalcante entre outras.

O guia 4 rodas também tem alguma coisa sobre Alto Paraíso.

 

Sobre a hospedagem, existem desde camping com diarias de R$8,00 por pessoa até pousadas com diárias de mais de R$80,00 o quarto.

 

Julho é uma das melhores épocas para se viajar por lá.

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Carnaval na Chapada.

 

Se for ficar em Camping em São Jorge, é bom se prevenir, pois algumas pessoas se excedem, mas nada que não aconteca em outros locais.

 

Se vc quiser ter um pouco mais de paz é interessante ficar mais afastado do centrinho de São Jorge que na alta temporada fica lotado.

 

Dica: se for para o passeio no Parque Nacional, chegue cedo, pois com o movimento muito grande na cidade, logo a quantidade de guias acaba e quem fica do lado de fora só tem a oportunidade de fazer o passeio no dia seguinte. Talvez seja ate interessante procurar um guia no dia anterior e já chegar no local com ele. Esse passeio é o único da chapada que nao pode ser visto sem a presenca de um guia credenciado do parque. Normalmente é cobrado uma taxa de R$ 50,00 a 60,00 para um grupo de 10 pessoas. A caminhada é puxada e dura o dia inteiro.

 

Bom passeio !!

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São Jorge é uma old-búzios. A vila é super simpatica, tem bares, restaurantes e pousadas super charmosas e para todos os bolsos. Tem muitos campings e fica na "porta" da chapada. A noite tem os forrós e o pessoal da vila entrosa sempre com os turistas. É bom d+.

  • Curti 1

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O povoado de São Jorge fica a 35 km de Alto Paraiso, a maior parte já asfaltada. Lá está a entrada do parque nacional, os habitantes são ótimos anfitrioes, muito hospitaleiros, a coisa mais fácil é arrumar lugar pra ficar lá, isso nao parece problema, nem precisa de reserva, exceto em altíssima temporada.

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A chapada não tem segredo. É fácil achar serviços de guias e pousadinhas na cidade. A única coisa difícil é escolher entre um passeio e outro, já que são todos lindos. Mas não deixe de ir no vale da lua (fundamental), ao jardim de maitréia e à cachoeira almecegas.

 

Só uma observação: São Jorge é uma cidade minúscula, bem pequenina mesmo.

 

JJR - Postado - 06/08/2004 : 21:33:23

Realmente São Jorge é um barato ! Vale a pena ficar por lá . É simples, mas muito bom.

Algumas trilhas dá para fazer de lá, mas a maioria te que ir de carro.

Dicas para visitação : Vale da Lua, Raizama, Termas (águas quentes) e o Parque Nacional.

JJ

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Olá amigos!

 

Deixando aquela deixa.

Recomendo a Pousada do Eden. Fica 01s 14Km depois d São Jorge. Assim, é 01 lugar d água quente,piscinas naturais, sauna indiana, cháles(detaalhe, sem energia), trilhas, donos são gente boa, assim tudo muito natural. Me parece q o site é o próprio nome da pousada. Sou d Goiânia e aamo ir p ficar por lá. Ainda + se tiver com aquela gata. Daquelas q topa fazer os 14Km a pé, entendeu. rerere lembrando q vcs vão T q voltar, viu!

 

Recomendo tb: Raizama, Vale da Lua, o Parque. E agora Cavaalcante, q ñ tá tão comercial como São Jorge.

 

"01 dia agente se veee, vc vaai veee"

 

Skowa

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Eu fui pra Chapada em 2000, foi uma das melhores viagens da minha vida!! Só estou surpresa de alguém ter falado de São Jorge como "comercial"... Será que em 4 anos, aquilo mudou tanto? A gente via araras livres andando pelas ruas de terra enquanto tomávamos a cerveja pós trilha no bar do Pelé... Os passeios próximos a São Jorge são realmente imperdíveis. Eu fiquei no camping Parada Obrigatória que é muito perto da entrada do Parque. Mas eu acho que vale a pena ficar uns dois dias em Alto Paraíso, pq as cachoeiras de Almécegas e São Bento que são muito lindas são mais próximas de lá. Os lugares são distantes uns dos outros. Um carro é muito bem vindo. Eu fiquei dependendo de carona. Peguei várias caronas com desconhecidos, sem medo nenhum, e fiz até amizade um vovô que dirigia um caminhão velho que era amigo de vários donos de terra e por isso fui alguns lugares sem pagar a entrada. Me lembro que tinha um ônibus por dia, de manhã, que ia de Alto Paraíso pra São Jorge. Eu fui no Vale da Lua, mas papei mosca, depois que voltei é q soube que tinha até escorrega de pedra e eu não vi... As águas termais são uma delícia, mas os passeios mais bonitos estão dentro do parque mesmo. Não percam o pôr do sol visto do "aeroporto de disco voador". As fotos que eu tirei, não acreditaram que eram de verdade, ficaram falando, ou vc botou um filtro na lente ou vc mexeu no photoshop, e eu não fiz nada ...

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Pessoal, deem uma olhada nas dicas e historia de Cavalcante, postados há muito tempo aqui no mochileiros pelo Bulha. Uma boa opção pra fugir dos destinos obvios de Sao jorge e Alto Paraiso:

 

Quem vai á Chapada dos Veadeiros costuma se limitar a visitar Alto Paraíso e São Jorge, às vezes indo até Colinas contornando o Parque.

No entanto, as pessoas ainda não descobriram (na verdade muitos estão descobrindo) a cidade de Cavalcante.

A partir de Alto Paraíso, chega-se à Cavalvante seguindo a estrada para Terezina de Goiás. Chegando em Terezina, após uns 70 Km, vira-se à esquerda pegando uma estrada asfaltada de uns 25 Km que termina na cidade.

A partir de São Jorge, pela estrada de terra, é só seguir em direção a Colinas e logo depois chegar em Cavalcante.

Cavalcante está localizada entre as Serras das Araras, de Santana e da Boa Vista. De dentro da cidade, para onde se olha, só se vê serra. Os moradores mais antigos da região chamam o local de "Buracão de Cavalcante", pois é um região mais baixa, entre estas três serras, a apenas 730 m de altitude (a cidade).

Cavalcante é a cidade mais perto dos povoados Kalunga, antigos qilombos. Até os anos 80 pouco se conhecia sobre eles. Hoje em dia são bem conhecidos. Os índios avá-canoeiros também ocupavam a área, mas hoje em dia só restam sete indivíduos em uma reserva em Tocantins.

Nos séculos 18 e 19, Cavalcante era uma cidade muito próspera, em virtude da extração aurífera. Exemplo disso é que em São Félix, antigo distrito de Cavalcante, hoje inundado pela lagoa da hidrelétrica de Serra da Mesa, havia uma casa de fundição. Uma casa de fundição naqueles tempos significava uma grande movimentação econômica.

A cidade, portanto, sempre teve uma riqueza material em virtude do ouro, com uma consequente riqueza cultural, com exibições teatrais e até de operetas, e uma arte barroca não tão desenvolvida como a mineira, mas nem por isso menos importante. A Coluna Prestes passou por Cavalcante.

Ainda hoje é possível encontrar muros de pedra feitos por escravos (Ex: Fazenda Novo Mundo), assim como chiqueiros, aquedutos e fornos construídos com a mesma tecnologia e mão-de-obra.

A produção mineral de Cavalcante era escoada por uma trilha cavaleira que seguia até Veadeiros (antiga Alto Paraíso), seguindo de lá para MG até Parati, onde era embarcada.

No entanto, no começo dos anos 1960, as reservas auríferas diminuíram drasticamente. Com isso, a economia da cidade ruiu. Moradores mais velhos comentam que caminhões saíam carregados de obras de arte em direção aos antiquários do Rio e São Paulo. Até a cúpula de ouro da Igreja de Sant'Anna levou sumiço na ocasião da mudança do local do templo.

Muitos garimpeiros continuaram a procurar ouro. No entanto, hoje em dia, pouco se acha. Muitos condutores de turismo (guias)da cidade eram antigos garimpeiros e podem contar boas estórias.

Há dezenas de maravilhosas cachoeiras da região, com bons locais para aprática de técnicas verticais. Um dos cânions mais radicais para se descer no Centro Oeste utilizando-se as técnicas verticais e de canionismo é o formado pelo Rio São Bartolomeu no local conhecido como Ponte de Pedra.

Hoje em dia a cidade tem uma tendência crescente para o ecoturismo e para o turismo de aventura. Tem duas pousadas, um hotel, duas pousadas campestres, alguns campings e muitos moradores alugam suas casas para os turistas. Festas populares, como a Caçada da Rainha, também estão sendo retomadas com mais força e apoio em virtude do turismo.

Cavalcante passou a ter uma economia baseada na pecuária, agricultura familiar, e extração dos minérios que sobraram. Ainda hoje é possível encontrar dragas no Rio das Almas retirando areia para a construção civil, dano ambiental já denunciado mas pouco apurado. O muro de contenção da barragem de resíduos químicos da mineradora que ainda atua na região quebrou e contaminou o Rio das Almas por algumas semanas. Entendo que o incentivo ao turismo na região poderá incentivar o abandono de tais práticas.

Na entrada da cidade há um pequeno centro de apoio ao turismo onde pode-se encontrar os guias. Eu recomendo o Pedrão, o Daniel ou seu João da Vagem (o que tem as melhores estórias de garimpo).

Quem for, eu recomendo que vá à Cachoeira de Santa Bárbara, que fica dentro do povoado kalunga Engenho II. Na volta, pode-se comer um almoço Kalunga na casa do seu Cirilo. Outros locais legais são o Vale das Araras (onde há uma pousada) e as cachoeiras da Fazenda Veredas.

A ONG Berço das Águas tem um projeto que propõe o incentivo ao ecoturismo e tursimo de aventura como estratégia para o desenvolvimento sustentável da região e está mapeando uma trilha que segue o caminho que os bandeirantes faziam quando carregavam o ouro, desde Cavalcante até Alto Paraíso, e por trilhas menos antigas de Alto Paraíso até São João d'Aliança.

 

 

VISITE CAVALCANTE!

 

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Oi menina,

 

nunca fui em janeiro mas é bem provavel que chova mais até porque em no meu Goias querido essa é a época das chuvas, que são fortes mas não costumam durar muito tempo nem se prolongam por muitos dias. Sobre os valores, acredito que não deva haver grandes alterações em campings, isso é mais comum em hoteis. Um camping bem legal é o do Tatoo, no começo da cidade (acho que o nome é quarto crescente...), todo mundo conhece ele por lá. Fui em julho agora e paguei 8 reais por dia.

 

E isso, até logo

 

Thiago de Sa

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Fala galera, beleza?

 

Estive por lá tb, e banco só em em Alto PAraíso.

Na reserva do Parque mesmo existem apenas dois roteiros liberados para visitação, as demaias atrações são fora da vila e devem ser feitas de busão ou carona, que não é tão facil qto parece para quem tem poucos dias... vcs deve conhecer o Vale da Lua com certeza, depois tem Almécegas, Raizama, Morada do Sol; para o lado de Alto Paraíso tb tem muita coisa. Mais além está Terra Ronca...

 

A vila de São Jorge é pequena, 500 habitantes e vc num vê metade deles na rua. Sobre o tempo, fiquei lá de 4 de JAneiro até 19 de janeiro, com um dia de chuva fina apenas. Mas várias trombas d´água!

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Bem lembrado Aquaman, em Sao Jorge ainda não há um unico banco, é preciso ir ate Alto Paraiso, Colinas ou Cavalcante, por isso vá preparado! Não precisa nem dizer nada sobre cartoes de credito, né?

 

Cuidado com as trombas d'agua, principalmente no Raizama, o estrago pode ser feio e vira e mexe um perdido vai conhecer Jesus pessoalmente.

 

Thiago de Sa

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Topic author: galvão

Subject: Alto Paraíso Machu Picchu do Brasl?

Posted on: 17/03/2004 18:59:13

Message:

 

 

Por que a regiaõ de Alto Paraíso é consideredo a Machu Picho do Brasil?

 

 

 

Replies:

 

 

 

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Reply author: Talles

Replied on: 18/03/2004 14:31:49

Message:

 

Refere-se a Alto Paraíso em Goiás? Estive por lá e trata-se de questões metafísicas, espirituais, imateriais. A cidade teve um "boom" new age a alguns anos, até hoje ainda há comunidades alternativas, novas religiões, muito misticismo. Não é só sobre Machu Pichu a conversa... Pelos lados da Chapada dos Veadeiros, há quem acredite existir uma base de ovnis e um centro de operações do Quarto Reich, numa nova tentativa alemã. Relatos de contatos com ET´s, cetros mágicos, luzes inexplicáveis, toda aquela região é um poço de misticismo. Ela fica sobre uma imensa placa de quartzo, o que justificaria os enormes poderes ali concentrados. Machu Pichu também é considerado um lugar místico, sobretudo por ter sido habitada pelos misterios Incas, ainda pouco conhecidos.

Dê um pulo à Chapada e Alto Paraíso. O melhor programa é bater papo com a população e os turistas "místicos" que vivem por ali. É cada história mais surreal que a outra...

 

Abraços,

Talles.

 

AOS CALOS!!!

 

 

--------------------------------------------------------------------------------

 

 

Reply author: medieval

Replied on: 31/03/2004 04:44:51

Message:

 

Alto Paraíso é realmente um lugar muito místico. A maioria das pousadas tem espaço para terapias alternativas e as estórias de como os respectivos donos forma parar lá são muito legais de se ouvir.

É um lugar muito bom pra relaxar, curtir natureza, alimentação saudável, e aprender com esses detalhes peculiares da cidade.

 

[]s

 

Dea

 

 

 

 

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Reply author: Midori

Replied on: 20/04/2004 03:52:33

Message:

 

Me interesso muito por esses assuntos, porem nao conheço muito. Entao, o que vcs tem a dizer sobre Pirenopolis?

 

 

 

 

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Reply author: Dete

Replied on: 23/04/2004 04:09:30

Message:

 

Bastante Misticismo há também em São Lourenço. Inclusive existe a construção do templo principal da Nova Era. Segundo eles é ali que descerá Saint Germaim ou Lord Maitreya.

 

Sobre a cidade de Pirinópolis propriamente dita, que foi tombada pelo Patrimônio Histórico Nacional.

 

1 - Dizem ser uma cidade muito bonita e preservada.

 

2 - Dentre as festas populares, destaca-se a Festa do Divino Espírito Santo, que acontece 45 dias após a Semana Santa. A festa, com suas cavalhadas, é considerada uma das maiores atrações folclóricas da América do Sul. Há também a Romaria à Serra dos Pireneus, na 1ª semana de julho.

 

3 - As cachoeiras, em número de mais de vinte, localizam-se num raio de 15 km da cidade.

 

4 - Duas cachoeiras são imperdíveis : a do Lázaro e a de Santa Maria (também conhecida como Cachoeira do Inferno), ambas localizadas na Reserva Ecológica Vargem Grande.

 

5 - O Santuário Vaga Fogo, a 6 km da cidade, é um local que abriga grande variedade de pássaros e animais silvestres. Vale a pena ser visitado.

 

6 - A maior queda d'água tem 80 metros

 

Há necessidade de guia turistico

 

 

 

Dete

 

 

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Reply author: medieval

Replied on: 24/04/2004 04:54:54

Message:

 

Ola Midori,

 

Opinião pessoal: são cidades bem diferentes.. Alto Paraíso é intrinsecamente mística.. muito voltada para o turismo místico e de cachoeiras, trilhas... Tem a Vila de São Jorge ali perto que também tem boas opções de hospedagem e é um pouco mais rústico que Alto Paraíso.

Pirenópolis tem muito de cidadezinha histórica.. é bem aprazivel e tem tambem suas cachoeiras, como a Dete falou. O Vaga fogo é bem interessante. Tem uma trilha pequena e um restaurante com coisas que eles produzem lá mesmo. Um chutney de manga imbatível

Tem algo de místico, sim, cristais, alimentação.. mas (opinião minha) não chega nem a metade de Alto Paraiso.

 

Opinião final: Conheça os dois =) (pra quem mora em Bsb isso é praticamente mandatório )

[]s

Dea

 

 

 

 

--------------------------------------------------------------------------------

 

 

Reply author: Zep´s

Replied on: 08/05/2004 05:51:03

Message:

 

Boas dicas galera! To querendo fazer um mochilao em janeiro passando por boa parte de Goias (Estado) e estas duas cidade estao no projeto (claro!).... q inclui ainda cidade de Goias e se der tempo Parque das Emas... mas no minimo as tres cidades estao dentro! Mais dicas saum sempre (mto) bem vindas para um mochileiro de primeira viagem neh!

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Olha so, pessoal

 

nada confirmado mas a principio eu, minha namorada e um casal amigo vamos para a Chapada durante o carnaval, aproveitar as aguas maravilhosas daquele santuario. Partiremos de São Paulo. Se voce fabricio ou qualquer outra pessoa que estiver com os mesmo planos quiser nos encontrar deixe um recado ok?

 

Até logo

 

Thiago de Sá

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Topic author: schwertner

Subject: Chapada Veadeiros no Carnaval

Posted on: 10/01/2005 13:40:56

Message:

 

 

Ai galera estamos juntando uma turma de mochileiros (as) de todo o Brasil para irmos a Brasilia no carnaval para um churasco para Mochileiros. Estamos querendo imendar alguns dias para a Chapada dos Veaderios. Alguem afim de ir?

 

Mais algumas duvidas:

Quantos dias é presciso para conhecer a Chapada? Digo o principal?

Tem algum mapa na net que mostra oque visitar na Chapada e oque é imperdivel?

 

Replies:

 

 

 

--------------------------------------------------------------------------------

 

 

Reply author: cguzzo

Replied on: 10/01/2005 13:56:52

Message:

 

Jonas

Devo ir para Bonito no carnaval.. e se tudo der certo ficar ate o final da semana na chapada.. se pá encontro vcs por lá :wink:

 

 

--------------------------------------------------------------------------------

 

 

Reply author: schwertner

Replied on: 10/01/2005 14:11:46

Message:

 

ótimo, estamos reunindo um grupo grande para ir. vai ser otimo.

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Bom, Jonas, vamos as perguntas:

 

Logo acima parece que o Fabricio e a Danielle estão indo para lá no Carnaval também, tente uma PM para eles. No meu caso, eu também estou indo junto com um casal amigo e minha namorada, mais pessoas são sempre bem-vindas.

Na página dois há um link interessante sobre a Chapada mas aí vão outros

www.chapada.com

www.infobrasilia.com.br/altoparaiso.htm

 

Basicamente voce pode optar por ficar em uma dessa tres cidades: Alto Paraiso, São Jorge e Cavalcante. sobre essa última, há um texto logo aí em cima com dicas sobre o lugar.

 

Alto Paraiso é mais estruturada mas fica um pouco longe das principais atrações, talvez valha a pena ficar por lá um ou dois dias e aproveitar algumas cachoeiras em fazendas proximas como ALMECEGAS, por exemplo.

 

São Jorge é o lugar ideal para ficar, a 30 Km de Alto, a vila é muito aconchegante e repleta de campings (entre 6 e 12 reais/dia). Não se esqueça de levar dinheiro e remédios, não há bancos nem farmácias ali.

 

O que é imperdivel: Os passeios dos SALTOS e dos CANYONS, dentro do parque (é necessário guia, entre 6 e 15 por pessoa) reserve um dia para cada um;

RAIZAMA, um santuario de rara beleza. Cuidado com as trombas dágua nesse periodo e fique atento, muitas atrações são fechadas em caso de chuva forte. o Raizama é uma delas;

VALE DA LUA, formações rochosas surreais, vale um dia quase todo para ele;

MORRO DA BALEIA, no caminho entre Alto e são Jorge;

MORADA DO SOL, com várias quedas e locais para serem desbravados rio acima e rio abaixo;

LAGEADO E LAGEADINHO, são poços pequenos mas divertidos, otimos para um fim de tarde;

ENCONTRO DAS AGUAS, um tanto mais longe, o encontro entre o Rio dos Couros e um afluente dão uma beleza rara ao local;

 

Para mais dicas, ligue (0xx62) 446-1159, é a Central de Atendimento ao turista do Municipio. Vale lembrar que todas as atrações são pagas e os valores variam de acordo com o proprietario da fazenda onde elas se encontram.

 

O tempo necessário para usufruir de tudo isso fica entre 5 dias e a eternidade, nada mais nada menos do que isso. E aí galera, esqueci alguma coisa???

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Obrigado pelas inf. Thiago mas tenho mais duvidas:

 

Mas se é um parque nacional como a cobrança de entrada por parte de Fazendeiros?

Como é a infra estrutura dos pontos turisticos?

E as estradas de asceso como são?

E como é o preço das pousadas?

Nesta época esta tem muitos turistas lá?

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Nem todas as atrações ficam no Parque, Jonas, os unicos passeios possiveis dentro do parque são o dos Saltos e o dos Canyons. No primeiro, voce tem vistas animais, bom pra tirar foto! No segundo voce vai fundo nos Canyons e para em várias cachoeiras pra dar um mergulho, com destaque para as Carioquinhas. O resto dos passeios ficam em propriedades privadas.

 

A infra-estrutura dos pontos turisticos é basicamente - e graças a Deus - apenas o caminho para se chegar, muitas vezes com passarelas de madeira, alguem pra cobrar a entrada e de vez em quando um mané vendendo caldo de cana, isso no caso de São Jorge. A Cachoeira de Almecegas, proximo de Alto Paraiso, fica dentro de uma fazenda com todas as facilidades, de hotel a restaurante.

 

A estrada de acesso de Brasilia a Alto é muito boa, toda asfaltada e praticamente sem buracos embora seja bom evitar viajar ali a noite porque a marcação na pista está gasta. De Alto a Sao Jorge, está em processo de asfaltamento, por isso ela é plana, sem muitos buracos mas cheia de costelinhas quando chove, não exagere da velocidade ali, há muitas curvas traiçoeiras, daquelas que tem a inclinação contraria à tangente e tendem a jogar o carro pra fora da pista. De São Jorge a Cavalcante, piora consideravelmente mas dá pra ir também direto por Alto. Há um mapa num dos links que te dei, confira lá.

O preço das pousadas eu não sei, lá vale muito a pena ficar acampado, há uma boa estrutura pra isso e muita gente que faz o mesmo. Geralmente só casais com filhos não acampam por ali.

 

Como nunca fui lá no Carnaval também gostaria de saber se há muitos turistas nessa epoca, será que alguem poderia nos ajudar?

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E alguem sabe diser se tem alguma empresa de onibus de Brasilia que organiza alguma escursão para a Chapada? É que estamos juntando um bom grupo que vai no churasco para mochileiros e queremos aproveitar e conhecer mais a região. Eu pessoalmente não terei muito tempo pois tenho que trabalhar mas estarei em Brasilia e na Chapada.

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      Sexta-feira à noite. Éramos 19 pessoas, reunimos o povo e fomos rumo a São Jorge. Tivemos um leve atraso e acabamos chegando perto das 23h, indo direto a pousada. Ficamos no Casa da Sucupira. Como éramos um grupo grande, o pessoal conseguiu fechar em 35 reais a diária, sem café, em quartos coletivos. O lugar lá é bem bacana e limpo, disponibiliza a cozinha e utensílios, fomos muito bem atendidos. Alguns saíram para um bar, esse que vos escreve foi dormir rs
       
      27/09/14
      No sábado levantamos cedo para tomar café, arrumar as coisas e esperar o transfer. O Transfer (levar até o PARNA Chapada dos Veadeiros e trazer de volta no dia seguinte) ficou em 20 reais. Todos prontos, van na porta, partimos ao PARNA.
       
      Chegamos para abrir o parque com os funcionários da segurança, creio que era entre 8:30 e 9 horas. Passaram uma lista para deixar os dados individuais, e feito isso, nos conduziram para assistir um vídeo sobre o Parque, Trilhas e regras. Protocolo cumprido, demos uma olhada no material do centro de visitantes e iniciamos a caminhada, seguinto pelas setas - e tubos eventualmente - laranja, sempre.
       
      Caminhamos um bom pedaço e chegamos no Canion 1, se não me engano por volta das 10:30, ficando lá por mais de uma hora. O lugar é realmente belo. Infelizmente eu fui explorar sem a câmera.
      De lá, continuamos. Ai foi caminhada e mais caminhada. Essa foi a minha segunda experiência de trekking no cerrado, confesso que o calor e sol intensos tornam a situação mais difícil, mas no fim o corpo sempre aguenta mais do que você pensa, e a paisagem, compensa.

       

       
      Uma coisa que me chama muito a atenção, é que as cores no cerrado são extremamente vivas, não existe meio termo. Belo é o tom de verde das folhas que rebrotam após o fogo, e o azul do céu. De vez em quando, alguma nuvem gentil passava por sobre nossas cabeças, fornecendo uma sombra para amenizar a temperatura. Infelizmente elas não nos seguiam.
       
      Depois de uma boa caminhada, chegamos ao ponto de travessia do Rio Preto. Optei por encontrar uma caminho entre as pedras que não precisasse tirar as botas, e deu certo e rápido, mas a maioria preferiu atravessar com os pés descalços. Fica a seu critério, só registro pra informar que há as duas possibilidades (dependendo do nível do rio). Lá matamos mais um bom tempo no rio sendo atacados incessantemente pelas piabinhas. Fizemos o almoço e continuamos.
       

       

       

       
      Era cerca de 15:30 quando avistamos no horizonte algo que parecia ser um rio, e no plano anterior, um tipo de cabana. Eu e um do colegas que estava ao meu lado comentamos que deveria ser lá o local do acampamento, por conta do relevo do local, como se estivessemos em fundo de vale e pelo tempo de caminhada. No fim era mesmo. Pouco tempo depois encontramos a placa da área de camping e do banheiro seco - a tal cabana mencionada. Chegamos enfim, ao ponto do merecido descanso, do refrescante e relaxante banho.
      Mochila tirada, acampamento montado, pés liberados, fomos aproveitar as Sete Quedas.
       
      Aqui entra um mistério que nenhum de nós conseguiu solucionar: uns viram quatro, outros cinco, outros seis, mas ninguém contabilizou Sete Quedas. Já conseguimos pousar uma sonda em um meteoro, e eu ainda não tenho a resposta. Se alguém aí conseguiu, por favor comente e esclareça. Mistérios numéricos a parte, o local é realmente bonito. Confesso que a altura das quedas não impressiona, nem o volume de água ou o som, mas o local como um todo é belo. Olhar o curso do rio, longe no horizonte, com uma bela combinação de laranjas, vermelhos e roxos no céu de fim de tarde ao som das corredeiras vale muito a caminhada.
       

       

       

       

       

       
      Sol posto, hora de voltar ao acampamento e iniciar os preparativos para a janta, aquele bom e velho miojo, mas na versão talharim, com um saboroso molho 100% industrial, complementando com pão, salame, frutas, chá. Verifiquei in loco que com uma espiriteira improvisada com lata de atum, abastecida completa com etanol 3 pessoas puderam preparar seus miojos e ainda sobrou fogo para outra começar a esquentar um risoto. Importante: não deixe de levar a tampa da panela, não só para otimizar o preparo dos alimentos, mas também para evitar que uma quantidade imensa de insetos caia na panela atraída pelo fogo e pela luz da headlamp, mas caso você não se importe de acrescentar um pouco mais de proteína à refeição, sinta-se à vontade.
       
      Infelizmente minha expectativa de contemplar o céu estrelado na Chapada foi frustrada. O céu estava com muitas nuvens, uma escuridão densa. Não restava muito mais o que fazer, e o corpo pedia o repouso.
      Ao deitar, o ambiente estava quente, diria até um pouco abafado, mas era cerca de 4 horas da manhã, começou a ventar forte, e a temperatura caiu bastante, obrigando-me a usar o saco de dormir. Alguns disseram que houve uma chuva leve, eu mesmo só ouvi o vento forte e senti a queda brusca de temperatura, mas nada que obrigaria alguém a colocar uma calça, blusa e meias.
       
      28/09/14
      No domingo acordei cedo para contemplar o nascer do sol. Acabei não conseguindo levantar no horário previsto, mas a tempo de ver metade do sol ainda a nascer. Após, foi tomar café, desmontar a barraca e arrumar a mochila, processo interrompido por um porivinha kamikaze que se chocou com meu olho e não saiu. Esfregar o olho, jogar água, nada. Um bicho tão pequeno, mas a sensação é increvelmente incômoda. No fim, umas das gurias do grupo colocou soro no meu olho, e depois de uns minutos, finalmente o infeliz parou no canto do olho e foi retirado e sepultado. Imagino que a sensação de uma lente de contato perdida no olho deva ser semelhante.
       

       

       

       

       
      Finalizada a operação e a arrumação da mochila, fomos às quedas, dar aquele último mergulho. Uma parte do grupo, eu incluído, saiu às 10:30, os demais, pouco depois das 11. O segundo dia possui menos kilômetros, mas há mais subidas, mas de qualquer forma, é muito mais tranquilo que o primeiro dia. Quanto ao o visual, o descampado é extremamente belo, com os morros ao fundo. Que as fotos falem.
       

       

       

       

       

       
      Depois de no máximo umas três horas caminhando, passamos pela caixa para depositar a ficha de controle do parque, o fim da trilha estava próximo. Saimos do parque, estrada vazia, não havia sombra para se refugiar até o transfer chegar. Até tentamos nos esconder embaixo de umas árvores mirradas, mas não demorou muito e a van apareceu.
       

       

       
      De volta a São Jorge, combinamos de, na volta, parar no Valdomiro para almoçar. Voltando de São Jorge rumo a Brasília, fica no lado esquerdo da estrada, numa baixada, pouco depois do Morro da Baleia, se não estou enganado. Vale muito a pena, a comida é boa, o prato é bem servido e o preço é justo!
       
      Considero que a Trilha das Sete Quedas é uma trilha muito bela. Uma aula prática perfeita pra se conhecer o Cerrado, passando por vários tipos de vegetação diferentes. A sinalização é excelente, a área de camping muito boa, com o banheiro seco. Exige certo preparo físico e o calor pode ser um fator dificultador, mas quem já tem uma certa experiência faz fácil!
       
      Termino o relato por aqui.
      Abraços
       
      PS:
      Aqui tem um vídeo produzido por um dos membros do Trekking Brasília, sobre a trilha! Quem for de Brasília e quiser entrar, só procurar lá no facebook!
       

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