Ir para conteúdo
  • Faça parte da nossa comunidade! 

    Encontre companhia para viajar, compartilhe dicas e relatos, faça perguntas e ajude outros viajantes! 

Posts Recomendados

Fala galera mochileira!!

Este tópico foi criado para que todos possam postar dicas sobre roteiros, dicas, preços de transpote, comida, hospedagem, e outras na Chapada do Veadeiros e Região.

Alguém se habilita??

Quem não conhece e está afim ou que já foi é quer voltar, seja bem vindo e junte-se à nossa turma!!!!

Abraços,

Sergio

  • Gostei! 2

Compartilhar este post


Link para o post

Olá Galera,

Uma dica: comprar o "Guia por onde andar no nordeste Goiano" do Bismarque Villa Real, que custa R$12,00 e mostra todas as atrações do nordeste goiano, dividido em roteiros que passam pela Vila de São Jorge, Alto Paraiso e Cavalcante entre outras.

O guia 4 rodas também tem alguma coisa sobre Alto Paraíso.

 

Sobre a hospedagem, existem desde camping com diarias de R$8,00 por pessoa até pousadas com diárias de mais de R$80,00 o quarto.

 

Julho é uma das melhores épocas para se viajar por lá.

  • Gostei! 1

Compartilhar este post


Link para o post

Carnaval na Chapada.

 

Se for ficar em Camping em São Jorge, é bom se prevenir, pois algumas pessoas se excedem, mas nada que não aconteca em outros locais.

 

Se vc quiser ter um pouco mais de paz é interessante ficar mais afastado do centrinho de São Jorge que na alta temporada fica lotado.

 

Dica: se for para o passeio no Parque Nacional, chegue cedo, pois com o movimento muito grande na cidade, logo a quantidade de guias acaba e quem fica do lado de fora só tem a oportunidade de fazer o passeio no dia seguinte. Talvez seja ate interessante procurar um guia no dia anterior e já chegar no local com ele. Esse passeio é o único da chapada que nao pode ser visto sem a presenca de um guia credenciado do parque. Normalmente é cobrado uma taxa de R$ 50,00 a 60,00 para um grupo de 10 pessoas. A caminhada é puxada e dura o dia inteiro.

 

Bom passeio !!

Compartilhar este post


Link para o post

São Jorge é uma old-búzios. A vila é super simpatica, tem bares, restaurantes e pousadas super charmosas e para todos os bolsos. Tem muitos campings e fica na "porta" da chapada. A noite tem os forrós e o pessoal da vila entrosa sempre com os turistas. É bom d+.

  • Gostei! 1

Compartilhar este post


Link para o post

O povoado de São Jorge fica a 35 km de Alto Paraiso, a maior parte já asfaltada. Lá está a entrada do parque nacional, os habitantes são ótimos anfitrioes, muito hospitaleiros, a coisa mais fácil é arrumar lugar pra ficar lá, isso nao parece problema, nem precisa de reserva, exceto em altíssima temporada.

Compartilhar este post


Link para o post

A chapada não tem segredo. É fácil achar serviços de guias e pousadinhas na cidade. A única coisa difícil é escolher entre um passeio e outro, já que são todos lindos. Mas não deixe de ir no vale da lua (fundamental), ao jardim de maitréia e à cachoeira almecegas.

 

Só uma observação: São Jorge é uma cidade minúscula, bem pequenina mesmo.

 

JJR - Postado - 06/08/2004 : 21:33:23

Realmente São Jorge é um barato ! Vale a pena ficar por lá . É simples, mas muito bom.

Algumas trilhas dá para fazer de lá, mas a maioria te que ir de carro.

Dicas para visitação : Vale da Lua, Raizama, Termas (águas quentes) e o Parque Nacional.

JJ

Compartilhar este post


Link para o post

Olá amigos!

 

Deixando aquela deixa.

Recomendo a Pousada do Eden. Fica 01s 14Km depois d São Jorge. Assim, é 01 lugar d água quente,piscinas naturais, sauna indiana, cháles(detaalhe, sem energia), trilhas, donos são gente boa, assim tudo muito natural. Me parece q o site é o próprio nome da pousada. Sou d Goiânia e aamo ir p ficar por lá. Ainda + se tiver com aquela gata. Daquelas q topa fazer os 14Km a pé, entendeu. rerere lembrando q vcs vão T q voltar, viu!

 

Recomendo tb: Raizama, Vale da Lua, o Parque. E agora Cavaalcante, q ñ tá tão comercial como São Jorge.

 

"01 dia agente se veee, vc vaai veee"

 

Skowa

Compartilhar este post


Link para o post

Eu fui pra Chapada em 2000, foi uma das melhores viagens da minha vida!! Só estou surpresa de alguém ter falado de São Jorge como "comercial"... Será que em 4 anos, aquilo mudou tanto? A gente via araras livres andando pelas ruas de terra enquanto tomávamos a cerveja pós trilha no bar do Pelé... Os passeios próximos a São Jorge são realmente imperdíveis. Eu fiquei no camping Parada Obrigatória que é muito perto da entrada do Parque. Mas eu acho que vale a pena ficar uns dois dias em Alto Paraíso, pq as cachoeiras de Almécegas e São Bento que são muito lindas são mais próximas de lá. Os lugares são distantes uns dos outros. Um carro é muito bem vindo. Eu fiquei dependendo de carona. Peguei várias caronas com desconhecidos, sem medo nenhum, e fiz até amizade um vovô que dirigia um caminhão velho que era amigo de vários donos de terra e por isso fui alguns lugares sem pagar a entrada. Me lembro que tinha um ônibus por dia, de manhã, que ia de Alto Paraíso pra São Jorge. Eu fui no Vale da Lua, mas papei mosca, depois que voltei é q soube que tinha até escorrega de pedra e eu não vi... As águas termais são uma delícia, mas os passeios mais bonitos estão dentro do parque mesmo. Não percam o pôr do sol visto do "aeroporto de disco voador". As fotos que eu tirei, não acreditaram que eram de verdade, ficaram falando, ou vc botou um filtro na lente ou vc mexeu no photoshop, e eu não fiz nada ...

Compartilhar este post


Link para o post

Pessoal, deem uma olhada nas dicas e historia de Cavalcante, postados há muito tempo aqui no mochileiros pelo Bulha. Uma boa opção pra fugir dos destinos obvios de Sao jorge e Alto Paraiso:

 

Quem vai á Chapada dos Veadeiros costuma se limitar a visitar Alto Paraíso e São Jorge, às vezes indo até Colinas contornando o Parque.

No entanto, as pessoas ainda não descobriram (na verdade muitos estão descobrindo) a cidade de Cavalcante.

A partir de Alto Paraíso, chega-se à Cavalvante seguindo a estrada para Terezina de Goiás. Chegando em Terezina, após uns 70 Km, vira-se à esquerda pegando uma estrada asfaltada de uns 25 Km que termina na cidade.

A partir de São Jorge, pela estrada de terra, é só seguir em direção a Colinas e logo depois chegar em Cavalcante.

Cavalcante está localizada entre as Serras das Araras, de Santana e da Boa Vista. De dentro da cidade, para onde se olha, só se vê serra. Os moradores mais antigos da região chamam o local de "Buracão de Cavalcante", pois é um região mais baixa, entre estas três serras, a apenas 730 m de altitude (a cidade).

Cavalcante é a cidade mais perto dos povoados Kalunga, antigos qilombos. Até os anos 80 pouco se conhecia sobre eles. Hoje em dia são bem conhecidos. Os índios avá-canoeiros também ocupavam a área, mas hoje em dia só restam sete indivíduos em uma reserva em Tocantins.

Nos séculos 18 e 19, Cavalcante era uma cidade muito próspera, em virtude da extração aurífera. Exemplo disso é que em São Félix, antigo distrito de Cavalcante, hoje inundado pela lagoa da hidrelétrica de Serra da Mesa, havia uma casa de fundição. Uma casa de fundição naqueles tempos significava uma grande movimentação econômica.

A cidade, portanto, sempre teve uma riqueza material em virtude do ouro, com uma consequente riqueza cultural, com exibições teatrais e até de operetas, e uma arte barroca não tão desenvolvida como a mineira, mas nem por isso menos importante. A Coluna Prestes passou por Cavalcante.

Ainda hoje é possível encontrar muros de pedra feitos por escravos (Ex: Fazenda Novo Mundo), assim como chiqueiros, aquedutos e fornos construídos com a mesma tecnologia e mão-de-obra.

A produção mineral de Cavalcante era escoada por uma trilha cavaleira que seguia até Veadeiros (antiga Alto Paraíso), seguindo de lá para MG até Parati, onde era embarcada.

No entanto, no começo dos anos 1960, as reservas auríferas diminuíram drasticamente. Com isso, a economia da cidade ruiu. Moradores mais velhos comentam que caminhões saíam carregados de obras de arte em direção aos antiquários do Rio e São Paulo. Até a cúpula de ouro da Igreja de Sant'Anna levou sumiço na ocasião da mudança do local do templo.

Muitos garimpeiros continuaram a procurar ouro. No entanto, hoje em dia, pouco se acha. Muitos condutores de turismo (guias)da cidade eram antigos garimpeiros e podem contar boas estórias.

Há dezenas de maravilhosas cachoeiras da região, com bons locais para aprática de técnicas verticais. Um dos cânions mais radicais para se descer no Centro Oeste utilizando-se as técnicas verticais e de canionismo é o formado pelo Rio São Bartolomeu no local conhecido como Ponte de Pedra.

Hoje em dia a cidade tem uma tendência crescente para o ecoturismo e para o turismo de aventura. Tem duas pousadas, um hotel, duas pousadas campestres, alguns campings e muitos moradores alugam suas casas para os turistas. Festas populares, como a Caçada da Rainha, também estão sendo retomadas com mais força e apoio em virtude do turismo.

Cavalcante passou a ter uma economia baseada na pecuária, agricultura familiar, e extração dos minérios que sobraram. Ainda hoje é possível encontrar dragas no Rio das Almas retirando areia para a construção civil, dano ambiental já denunciado mas pouco apurado. O muro de contenção da barragem de resíduos químicos da mineradora que ainda atua na região quebrou e contaminou o Rio das Almas por algumas semanas. Entendo que o incentivo ao turismo na região poderá incentivar o abandono de tais práticas.

Na entrada da cidade há um pequeno centro de apoio ao turismo onde pode-se encontrar os guias. Eu recomendo o Pedrão, o Daniel ou seu João da Vagem (o que tem as melhores estórias de garimpo).

Quem for, eu recomendo que vá à Cachoeira de Santa Bárbara, que fica dentro do povoado kalunga Engenho II. Na volta, pode-se comer um almoço Kalunga na casa do seu Cirilo. Outros locais legais são o Vale das Araras (onde há uma pousada) e as cachoeiras da Fazenda Veredas.

A ONG Berço das Águas tem um projeto que propõe o incentivo ao ecoturismo e tursimo de aventura como estratégia para o desenvolvimento sustentável da região e está mapeando uma trilha que segue o caminho que os bandeirantes faziam quando carregavam o ouro, desde Cavalcante até Alto Paraíso, e por trilhas menos antigas de Alto Paraíso até São João d'Aliança.

 

 

VISITE CAVALCANTE!

 

  • Gostei! 2

Compartilhar este post


Link para o post

Participe da conversa!

Você pode ajudar esse viajante agora e se cadastrar depois. Se você tem uma conta,clique aqui para fazer o login.

Visitante
Responder

×   Você colou conteúdo com formatação.   Remover formatação

  Apenas 75 emoticons no total são permitidos.

×   Seu link foi automaticamente incorporado.   Mostrar como link

×   Seu conteúdo anterior foi restaurado.   Limpar o editor

×   Não é possível colar imagens diretamente. Carregar ou inserir imagens do URL.

  • Conteúdo Similar

    • Por Rogpan
      Nossa Trip foi bem louca galera!
      Primeira vez que resolvemos fazer o Mirante, confesso que foi uma das melhores e mais sinistras...rs
      No dia 30SET resolvemos comemorar meu niver fazendo uma bela trilha, um bate e volta dos bons... Como estava recebendo uma grande amiga em BSB Ariadne Rodrigues ( amiga de velhas cervejas )... fechamos a equipe convidando nosso grande amigo Reis ( conhecido nas redes sociais das trilhas).
      Partimos então para a Vila de São Jorge - GO e claro direto para a trilha!
      O acesso dar-se ao final da Vila de São Jorge no caminho para a antena de telefonia e seguindo um caminho não muito demarcado, como trata-se uma área particular apenas se chega de carro até uma área onde deixamos os carros e seguimos a pé por uns 1500m até a entrada onde fica o Sr Graciliano, senhor simples e de boa prosa... a trilha não tem mapa, é demarcada em partes ( talvez por conta dos guias e dos aventureiros que não curtem pagar ) então as orientações são de total conhecimento de quem já foi pelo menos uma vez e do Sr Graciliano.

       

      Início da trilha
       

      Chegando próx a Cachoeira do Abismo
       

       

      Cachoeira do Abismo
       
       

       
       
      Platô antes da Janela
       

      Reis fazendo um registro
       
       
      Registro no Mirante da Janela
       
       
       
      Após um café com Sr Graciliano
       
      Paga-se em média um valor de R$15,00 a R$20,00 por pessoa (em espécie) para visitação ao local dando direito a visitação na Cachoeira do Abismo ( fácil acesso ) e no Mirante da Janela ( médio a difícil). Neste último é comum muitos visitantes voltarem sem achar o mirante pois na parte final da trilha as demarcações foram retiradas, e acabam muitos se perdendo, o que muitas vezes é acionado o Corpo de Bombeiros local...
      Assim é importante ter em mente as orientações do Sr Graciliano ou ir com alguém que já foi.
      Dica: na última parte, ao achar uma espécie de circulo de rochas, mantenha a sua direita contornando este círculo, descendo um pequeno trecho onde tem como marcação um aste de madeira fincada e contornando pela direita novamente chega-se ao Mirante. Recomenda-se também voltar antes de escurecer ou levar lanternas para não perder o caminho de volta. Já fiz esse trecho a noite e é um pouco ruim o acesso.  
      Boa Trilha!

    • Por Carlosfuca
      1. Chapada dos Veadeiros: Cachoeira dos Cristais + chegada em Goiás

      (Foto: Cachoeira Véu de Noiva - Fazenda dos Cristais)
      Mapa: https://goo.gl/maps/B6fUo5G4PnNs5Snh6
      Acordei um pouco antes das 6h da manhã, dormi bem, estava cansado da viagem de ônibus de São Paulo até Alto Paraíso- Goias. Hoje é dia 06 de dezembro de 2019, o dia amanheceu nublado e o sol aparecia vez em quando bem tímido. Assim, apenas preparei o que eu iria levar, pois o destino do dia prometia: Cachoeiras dos Cristais. Dar inicio de vez às visitas pras cachoeiras da Chapada dos Veadeiros.
      Com a carteira, câmera fotográfica, celular e chave numa sacolinha, eis que as 06h40 comecei minha caminhada rumo a GO-110. Saí a rua do Camping Girassóis, dobrei à esquerda na Av Ary Valadão Filho pra, já no portal da cidade, tomar à direita na rodovia GO-110. A partir de então me pus a fazer uma corrida de leve num trajeto de 5km por essa rodovia, na maioria do trecho a estrada permanece reta, mas não plana. Também nada de aclives e declives acentuados.
      Com uma paisagem bem bonita do cerrado brasileiro, as 07h30 me deparo com a placa indicando Fazenda Cachoeira dos Cristais, só seguir mais 3km à direita, numa estrada de terra, daí então volto a caminhar, bem suave e reparando cada detalhe que posso pelos meus sentidos. Devagar também porque o local abre as 08h00 ainda.
      Observando os besouros, as abelhas, os lagartinhos, as folhas, as flores, as árvores, os pássaros, as formigas, a terra, os morros, eis que as 08h10 apresentei na portaria, um senhor me atendeu, seu Chiquinho, e como a lanchonete ainda não estava aberta fui direto pras cachoeiras.
      São varias, muitas de verdade, porém segui direto até a última que é a Véu de Noiva e na volta fui parando nas outras. A trilha até a Véu de Noiva é de 400 metros e essa queda é simplesmente encantadora, o sol ainda meio tímido ajudava a reluzir a beleza contida nessa parte do paraíso. Após muito descansar e curtir numa boa, comecei a subir para as outras quedas, são lindas também, uma perto da outra. Realmente aqui tem muitas opções para todos os gostos e disposições.
      As 10h30 a chuva veio nos acompanhar e então foi a deixa pra eu comer os deliciosos pasteis da lanchonete (pedi Frango com pequi e de Marguerita) e tomar uma saudável jarra de suco de laranja. 
      Agora estou escrevendo num papel, os pingos caem leve na grama e na terra, minha cobertura é um quiosque de palha, o apoio para o papel é uma mesa de madeira envernizada, do meu lado um redeiro. Alguns trovões anunciam chuvas para as próximas horas.
      Como cheguei em Alto Paraíso - Goiás (Chapada dos Veadeiros)
      No terminal Rodoviário Tietê em São Paulo, embarquei  (as 18h - 04/12) num busão pra Brasilia pela viação Real Expresso, preço R$159,00. Cheguei na Rodoviaria Interestadual de Brasilia as 10h30 (05/12), portanto perdi o ônibus das 10h que opera de Brasilia até Alto Paraíso, o próximo só viria as 19h (R$45,00). Bom, pensei em procurar carona e também pensei em pegar metrô e conhecer a cidade, mas no caminho do metro, que é logo do lado a rodoviária, uma quentinha me chamou por R$09,00, então almocei ali mesmo e depois voltei pra esperar no espaço VIP da Real Expresso, daí já aproveitei pra entrar em contato com familiares e amigos, além de avisar a dona do Camping que eu estava a caminho e iria chegar umas 23h00. 
      Fui recebido na rodoviária de Alto Paraíso que está bem próxima do Camping dos Girassóis, armei a barraca e fui dormir...
      Estou em paz, depois eu volto por aqui. E com fotos.
      Pédenatureza!!!
      Página facebook: https://m.facebook.com/campingecachoeiradoscristais/?locale2=pt_BR
       
        
        
        
    • Por Anderson Paz
      Período: 15 a 19/11/2017 (período chuvoso)
      Cidade-Base: Caiapônia/GO, a 550 km de Brasília e 335 km de Goiânia.
       
      Relato escrito pela companheira de viagem Maria Fernanda. Fiz só algumas pequenas adaptações. Dessa forma muitas vezes vai estar se referindo a mim na 3ª pessoa...hehehe

      Além dela o Raphael também integrou o grupo, na verdade foi ele o mentor da viagem em seu Uninho Mille.

      Dia 15/11, quarta:
       - Saída DF: 05h30
      - Chegada Caiapônia: 13h30
      - Estrada via Iporá em ótimo estado de conservação ao longo de todo o trajeto
       
      - Fomos direto às Cachoeiras Jalapa e Tobogã.
      No caminho de terra à direita avista-se ao longe o "Morro do Gigante Adormecido". Lindão!
      Nível dificuldade das cachús: Zero!
      Segundo nossa avaliação, são as mais "simples", de menor beleza cênica e sujeitas a estarem lotadas nos feriados e finais de semana. Entretanto, quando lá chegamos só havia mais 3 pessoas.

      Depois de ficarmos ali um tempinho, seguimos rumo a Cachoeira Três Tombos
       
      Como chegar: 5 km antes de Caiapônia na GO-221 no sentido Iporá-Caiapônia

      Cachoeira Três Tombos
      Chega-se por cima, onde o Rio São Domingos encontrava-se raso, (na altura de minhas canelas, se tanto!). Do alto, aprecia-se um lindo desfiladeiro e a bela Três Tombos (nome autodescritivo). Próximo ao local do estacionamento à direita há uma trilha para a descida com mais segurança, com cordas para apoio. Não é preciso fazer como nosso audaz e intrépido Anderson Paz que - não encontrando a "descida oficial" - bancou o "Indiana Jones" numa descida arriscada pirambeira abaixo, ok?! O poço dessa cachú é DE-LI-CI-O-SO!! Todos concordamos que suas águas são as mais deliciosas em que tivemos a experiência de nadar / mergulhar. NÃO DEIXEM DE VIVENCIAR ISSO, certo?!
       
      Como chegar: BR 158, 46km em direção a Piranhas a partir do trevo que sai de Caiapônia + 16km de estrada de chão. Tem algumas placas. Confie nelas. (Digitar “Cachoeira 3 Tombos” no Google Maps)
       
      À noite: Restaurante do Ernesto, frente do Hospital Municipal. Fernanda e Rapha foram de "jantinha" (PF reforçado!) e Anderson foi de sanduba sem carne (com ovo, tomate, milho, alface e maionese).
       
      Dia 16/11, quinta feira.

      Cachoeiras Samambaia e Abóbora
      Chega-se por cima da Samambaia, literalmente! Inclusive, cruzamos o riacho q a origina sem que déssemos fé disso. Um pouco mais a frente percebemos que havíamos passado do ponto - ela estava logo à direita do riacho. Ao fazermos o retorno, tivemos a sorte de avistarmos 2-3 catetos ariscos.

      A de scida da Samambaia é tranquila e sinalizada. Queda d'água bonita. Há um poço pequeno .

      Para chegarmos a Abóbora, voltamos ao ponto de início da descida à Samambaia e pegamos uma trilha em frente, curta (talvez 250 m) e discretíssima! É provável q exista outra trilha por baixo, mas não vimos! A queda e o poço da Abóbora são maiores do que a Samambaia. No entanto, ao chegarmos, deparamo-nos com um fedor forte e nauseante de algum bicho morto nas proximidades.  Não permanecemos mais do que alguns poucos minutos por ali. Peninha...
       


      Nota Importante: das que visitamos, estas duas cachoeiras ficam muuuito próximas de pastagens e plantações imensas.
       
      Como chegar: BR 158, 10km em direção a Piranhas a partir do trevo que sai de Caiapônia + 30km de estrada de chão. Na BR entrar na placa escrita "Vivas Samambaia". O carro para em um estacionamento ao lado do córrego que desemboca na Samambaia. A primeira cachoeira é a Samambaia. Uns 300m de trilha a direita fica a Abóbora (digitar “Cachoeira Abobora” no Google Maps)
       
      Após, retornamos ao carro e seguimos nossa aventura em busca à Cachoeira São Domingos...

      Nessa tarde, fomos agraciados com um original e generoso "Safari no Cerrado".

      Além dos catetos que avistamos mais cedo conseguimos ver: 10 ou 12 emas, vários tucanos, dezenas de periquitos, muuuuitas corujas, alguns carcarás, seriemas aos montes, curicacas às dezenas, muuuuuitas Araras. Em especial, passamos por um grande pequizeiro e, logo atrás dele, uma fascinante "Árvore de Araras" com 12 exemplares delas, algumas com pequis nos respectivos bicos!

      Muitos bichos depois, chegamos ao mirante natural da cachú São Domingos...
       
      Cachoeira São Domingos
      Respirações suspensas, expressões estupefatas... Até agora, não encontramos a palavra exata para descrevê-la... BELÍSSIMA! EXUBERANTE! ENCANTADORA!*
      Para quem conheceu o *"Buraco das Araras" em Formosa... 3 ou 4x o diâmetro dela x 96 m de altura. Para quem conheceu o "Véu de Noiva da Chapada dos Gimarães...mais bela na nossa opião!

       

      Após muitas fotos e contemplações, ficamos por uns 40 min procurando a trilha para descer até seu poço.
      Já estávamos desistindo da descida, quando um som de esperança inundou o ar... uma moto estacionou: era uma das moradoras da casa logo na entrada do terreno de acesso à cachoeira. Apontou-nos o início da trilha ao lado da cerca da propriedade. Após uns 15 min de percurso no sentido contrário à cachoeira, em um caminho plano, a trilha inicia uma descida relativamente inclinada rumo ao vale; por baixo, retorna-se por cerca de 1 km em direção à cachoeira e VOILÁ: a queda belíssima e o poço magnífico!! Dá pra chegar bem embaixo da cachoeira, como é possível ver na foto abaixo.


      Após uns 40 min, vimo-nos obrigados a abandonar o paraíso recém-encontrado e retornar: já eram 17h40h. Não queríamos correr o risco de retomar a trilha, em geral bem marcada, mas com alguns trechos que requeriam um pouco mais de atenção, e realizar a subida no escuro.

      Ao chegarmos no topo, não pudemos apreciar o pôr do sol... dia nublado. Mas, fomos premiados com um belo passarinho azul da cara preta e mais 2 casais de curicacas.
       
      Como chegar: a partir da Abóbora, há uma estrada de chão de aproximadamente 40 km (digitar Cachoeira de São no Google Maps)
       
      Início da noite. Já na estradinha deserta em direção à Caiapônia avistamos 3 belíssimos veados (um deles galhado), pastando serenos até que o Anderson tentou tirar uma foto deles e... saíram em disparada!
       
      Chegamos famintos na cidade e fomos jantar no Varandas: restaurante e lanchonete do Daniel, próximo à Universidade Rio Verde. Recomendamos o delicioso macarrão ao molho branco.
       
       Dia 17/11, sexta feira

      Cachoeira e Corredeiras Santa Helena
      Local de acesso facílimo, extenso, prazeroso, com variados poços e cascatas. À direita da estrada, sobe-se para um dos seus melhores e maiores poços. Contaram-nos depois que em algum ponto mais acima há um encontro de águas quentes e frias, com uns ótimos poços de banho seguindo pela esquerda.
       



      De volta ao carro e a caminho das Três Barras, em dois momentos distintos, avistamos tatus próximos à estrada.
       
      Como chegar: seguir 45 km pela GO-221 em direção a Doverlândia, seguir 13 km na GO-188 e entrar a esquerda onde há placa indicativa da Cachoeira Paraíso (acesso 2 km depois da Cachoeira Lageado), seguir por mais 11 km

      Cachoeira Três Barras
      Outro local que nos deixou estupefatos, boquiabertos e sem palavras...talvez DESLUMBRANTE! seja uma boa palavra para descrevê-lo. Ainda pouquíssimo conhecida pelos próprios nativos. Seguindo uma trilha bastante discreta após a segunda ponte, conseguimos chegar na cabeceira da que fica mais no alto (nível da estrada) e tomamos um banho nela. Pela lateral à sua esquerda, "achamos"(?!) uma trilha (discretíssima, cheia de folhas e plantas) que desembocou numa pirambeira perigosa. Retornamos, não sem antes perder o rumo de onde estava o nosso valente Fiat Uno Mille, embrenhados que estávamos literalmente num mato sem cachorro, porém pleno de carrapatos e micuins.
       


      No que pese a deslumbrante paisagem, não recomendamos esta aventura para turistas incautos ou iniciantes no trekking. Por enquanto e pelo que pudemos avaliar in loco, temos a firme convicção de que apenas pessoas com ampla experiência em trilhas, com os equipamentos necessário, possam fazer esse desfiladeiro magnífico!
       
      Como chegar: seguir 12 km pela GO-118 após o acesso para a Cachoeira Santa Helena e depois entrar a esquerda onde há placa indicativa da cachoeira e andar mais 13 km
       
      À noite, voltamos ao restaurante Varandas. O Rapha comeu e recomenda o Burritos de Frango. Fernanda não gostou do contra-filé com mandioca: estavam duros! E Anderson manteve-se na aposta segura e apetitosa do macarrão com molho branco!
       
      Dia 18/11, sábado chuvoso

      Mais um dia de aventuras, descobertas e encantos na Serra do Caiapó/GO.

      Excepcionalmente, fomos acompanhados do Guia Valdivino "Jacaré".

      Cachoeiras Salomão e Índio
      O estacionamento fica logo acima e à direita da cabeceira da Salomão. A descida foi tranquila, ainda que escorregadia (há cabo de aço para apoio). Queda de 26 m e um poço pequeno.


      Ao subirmos e nos dirigirmos à cachú do Índio, tivemos a enorme felicidade e emoção de ver bem próximo um belíssimo exemplar do Tamanduá Bandeira. Chegando em sua cabeceira, o Guia e o Raphael avistaram um Cangambá.

      A descida era muito inclinada, fechada e, por conta das chuvas, estava um pouco escorregadia. Mas mesmo assim o Anderson quis descer até o poço da cachoeira. Não teve jeito: lá foi o pobre do Jacaré acompanha-lo!  

      Fernanda e o Rapha aguardaram na cabeceira. Minutos depois, eles retornaram da empreitada sãos, salvos e felizes (desconfio que o guia mais ainda que o Anderson! ) Retornamos todos ao Valente Fiat Mille.

      Cachoeiras Rio Verdão e do Coqueiro
      Para chegar nelas, paramos o carro próximo à sede de uma fazenda e atravessamos a pé 1 km d'uma estrada barrenta, escorregadia e mais uns 600m d'um pasto verdejante, sob uma chuva fina.
      A descida foi tranquila. "Rio Verdão" consiste num paredão em formato de meia-lua com uma queda d'água abundante e um grande poço, mas o fundo estava com muitos troncos e (não sei se porque chovia?) a água estava escura. Quando saíamos dela, a chuva engrossou!
       

       
      A "Cachoeira do Coqueiro" é uma "irmã-menor" da Rio Verdão. Foi a nossa quarta e a mais difícil do dia, pois a fizemos varando o mato, SEM TRILHA, meio que às cegas e com chuva forte!
       


      Quando retornávamos absolutamente encharcados e com frio ao carro, o guia Jacaré informou que poucas vezes viera até ali, uma vez q os turistas preferiam ir nas atrações mais conhecidas e badaladas.
       
      Após um reconfortante banho quente no Hotel e deliciosas roupas secas, fomos no "Jantinha Ki Delícia", bem ao lado da Igreja Matriz. Um local simples, mas surpreendeu-nos com UM SHOW de DELÍCIAS e SABORES!!
      Tudo o que comemos estava DE-LI-CI-O-SO: a jantinha, os bolinhos de arroz, o caldo de galinha, o pudim de leite... PUTZ!! Afirmamos: quem ainda não provou as gostosuras feitas pela Dona Elma e sua filha, não sabe o que está perdendo.

      19/11/2017, domingo nublado

      Anderson e Raphael saíram cedo para uma aventura "exploratória" à Cachoeira Pantano. Fernanda que já estava cansadinha, com dores nos joelhos das aventuras dos últimos e intensos 4 dias, descansou até às 10h e depois foi bater pernas pela simpática e limpa Caiapônia. Tentei visitar a Igreja Matriz, mas estava fechada. A imensa Assembléia de Deus (logo em frente) estava em pleno funcionamento. Fui até a feirinha local, onde comprei alguns hortifrutigranjeiros a bom preço. E descobri que há mais hotéis e pousadas no Centro do que supõe nossa vã internet.
       
      *** [Agora é a parte que eu entro na escrita do relato... hehehe]

      Cachoeira Pantano
      A cachoeira é uma das mais próximas da cidade, a apenas 10 km dela. O dono da fazenda não permite o acesso de grupos ou pessoas que não estão acompanhadas por guia. Como não queríamos pagar um apenas para ir nessa cachoeira. Paramos o carro na estrada, pouco depois da ponte que passa sobre o rio da cachoeira, e seguimos andando pela beira da mata de galera/ciliar, acompanhando um tracklog. Há trilhas abertas na mata, tanto de um lado quanto do outro do rio. Atravessamos o rio e seguimos pela sua margem direita, acompanhando o tracklog. Chegamos ao ponto final e não achamos a cachoeira. Voltamos, acreditando que poderíamos ter passado ela, mas não a encontramos. Depois de algumas idas e voltas e de muita perda de tempo, consideramos que o tracklog estava errado e resolvemos seguir a nossa intuição.
      Seguimos então acompanhando a mata da margem direita do rio e depois de uma caminhada de aprox. 30 min a partir da ponte, avistamos a cachoeira deslumbrante do alto. Vista maravilhosa e uma grande satisfação de termos encontrado a cachoeira seguindo a nossa intuição.

      Infelizmente, como estávamos com o tempo um pouco apertado e também como não conseguimos ver facilmente uma trilha para descer até a parte de baixo da cachoeira, tivemos que deixar a vontade de conhecer a cachoeira por baixo para uma próxima viagem.
      Como chegar: GO - 221, 10km em direção a Doverlândia. Deixamos o carro na estrada logo após a ponte.
       
      Depois da cachoeira, voltamos ao hotel, tomamos banho, terminamos de arrumar nossas coisas e pegamos a estrada. Na saída da cidade, paramos para abastecer e percebemos que o restaurante do posto estava aberto. Era o único aberto no domingo. Comemos ali uma boa comida goiana no self-service com precinho camarada.
       
      Depois do almoço,  nos despedimos de Caiapônia, já pensando em um retorno para conhecermos a Pantano por baixo, a maravilhosa Cachoeira Alvorada (que segundo relatos estava com pouca água) e outras cachoeiras como a bela Campo Belo.
       
      Hospedagem: Hotel Palace Avenida. Limpo, organizado e observei que todos os dias a camareira promovia o arejamento e limpeza dos quartos - ainda que desocupados. Ótimo café da manhã. Apreciei, em especial, o capricho da cozinheira Márcia que procurava enfeitar as bandejas, fazendo esculturas com os alimentos. Apreciei também sua higiene e cuidado com os utensílios e ambiente de trabalho. Funcionários simpáticos.
    • Por luiiizsoares
      Bom dia, gostaria de montar um grupo de moto de Goiânia para compartilhar conhecimentos, amizades, rolês. Quem tiver interessado chama aí. 


×
×
  • Criar Novo...