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Oi menina,

 

nunca fui em janeiro mas é bem provavel que chova mais até porque em no meu Goias querido essa é a época das chuvas, que são fortes mas não costumam durar muito tempo nem se prolongam por muitos dias. Sobre os valores, acredito que não deva haver grandes alterações em campings, isso é mais comum em hoteis. Um camping bem legal é o do Tatoo, no começo da cidade (acho que o nome é quarto crescente...), todo mundo conhece ele por lá. Fui em julho agora e paguei 8 reais por dia.

 

E isso, até logo

 

Thiago de Sa

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Fala galera, beleza?

 

Estive por lá tb, e banco só em em Alto PAraíso.

Na reserva do Parque mesmo existem apenas dois roteiros liberados para visitação, as demaias atrações são fora da vila e devem ser feitas de busão ou carona, que não é tão facil qto parece para quem tem poucos dias... vcs deve conhecer o Vale da Lua com certeza, depois tem Almécegas, Raizama, Morada do Sol; para o lado de Alto Paraíso tb tem muita coisa. Mais além está Terra Ronca...

 

A vila de São Jorge é pequena, 500 habitantes e vc num vê metade deles na rua. Sobre o tempo, fiquei lá de 4 de JAneiro até 19 de janeiro, com um dia de chuva fina apenas. Mas várias trombas d´água!

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Bem lembrado Aquaman, em Sao Jorge ainda não há um unico banco, é preciso ir ate Alto Paraiso, Colinas ou Cavalcante, por isso vá preparado! Não precisa nem dizer nada sobre cartoes de credito, né?

 

Cuidado com as trombas d'agua, principalmente no Raizama, o estrago pode ser feio e vira e mexe um perdido vai conhecer Jesus pessoalmente.

 

Thiago de Sa

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Topic author: galvão

Subject: Alto Paraíso Machu Picchu do Brasl?

Posted on: 17/03/2004 18:59:13

Message:

 

 

Por que a regiaõ de Alto Paraíso é consideredo a Machu Picho do Brasil?

 

 

 

Replies:

 

 

 

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Reply author: Talles

Replied on: 18/03/2004 14:31:49

Message:

 

Refere-se a Alto Paraíso em Goiás? Estive por lá e trata-se de questões metafísicas, espirituais, imateriais. A cidade teve um "boom" new age a alguns anos, até hoje ainda há comunidades alternativas, novas religiões, muito misticismo. Não é só sobre Machu Pichu a conversa... Pelos lados da Chapada dos Veadeiros, há quem acredite existir uma base de ovnis e um centro de operações do Quarto Reich, numa nova tentativa alemã. Relatos de contatos com ET´s, cetros mágicos, luzes inexplicáveis, toda aquela região é um poço de misticismo. Ela fica sobre uma imensa placa de quartzo, o que justificaria os enormes poderes ali concentrados. Machu Pichu também é considerado um lugar místico, sobretudo por ter sido habitada pelos misterios Incas, ainda pouco conhecidos.

Dê um pulo à Chapada e Alto Paraíso. O melhor programa é bater papo com a população e os turistas "místicos" que vivem por ali. É cada história mais surreal que a outra...

 

Abraços,

Talles.

 

AOS CALOS!!!

 

 

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Reply author: medieval

Replied on: 31/03/2004 04:44:51

Message:

 

Alto Paraíso é realmente um lugar muito místico. A maioria das pousadas tem espaço para terapias alternativas e as estórias de como os respectivos donos forma parar lá são muito legais de se ouvir.

É um lugar muito bom pra relaxar, curtir natureza, alimentação saudável, e aprender com esses detalhes peculiares da cidade.

 

[]s

 

Dea

 

 

 

 

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Reply author: Midori

Replied on: 20/04/2004 03:52:33

Message:

 

Me interesso muito por esses assuntos, porem nao conheço muito. Entao, o que vcs tem a dizer sobre Pirenopolis?

 

 

 

 

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Reply author: Dete

Replied on: 23/04/2004 04:09:30

Message:

 

Bastante Misticismo há também em São Lourenço. Inclusive existe a construção do templo principal da Nova Era. Segundo eles é ali que descerá Saint Germaim ou Lord Maitreya.

 

Sobre a cidade de Pirinópolis propriamente dita, que foi tombada pelo Patrimônio Histórico Nacional.

 

1 - Dizem ser uma cidade muito bonita e preservada.

 

2 - Dentre as festas populares, destaca-se a Festa do Divino Espírito Santo, que acontece 45 dias após a Semana Santa. A festa, com suas cavalhadas, é considerada uma das maiores atrações folclóricas da América do Sul. Há também a Romaria à Serra dos Pireneus, na 1ª semana de julho.

 

3 - As cachoeiras, em número de mais de vinte, localizam-se num raio de 15 km da cidade.

 

4 - Duas cachoeiras são imperdíveis : a do Lázaro e a de Santa Maria (também conhecida como Cachoeira do Inferno), ambas localizadas na Reserva Ecológica Vargem Grande.

 

5 - O Santuário Vaga Fogo, a 6 km da cidade, é um local que abriga grande variedade de pássaros e animais silvestres. Vale a pena ser visitado.

 

6 - A maior queda d'água tem 80 metros

 

Há necessidade de guia turistico

 

 

 

Dete

 

 

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Reply author: medieval

Replied on: 24/04/2004 04:54:54

Message:

 

Ola Midori,

 

Opinião pessoal: são cidades bem diferentes.. Alto Paraíso é intrinsecamente mística.. muito voltada para o turismo místico e de cachoeiras, trilhas... Tem a Vila de São Jorge ali perto que também tem boas opções de hospedagem e é um pouco mais rústico que Alto Paraíso.

Pirenópolis tem muito de cidadezinha histórica.. é bem aprazivel e tem tambem suas cachoeiras, como a Dete falou. O Vaga fogo é bem interessante. Tem uma trilha pequena e um restaurante com coisas que eles produzem lá mesmo. Um chutney de manga imbatível

Tem algo de místico, sim, cristais, alimentação.. mas (opinião minha) não chega nem a metade de Alto Paraiso.

 

Opinião final: Conheça os dois =) (pra quem mora em Bsb isso é praticamente mandatório )

[]s

Dea

 

 

 

 

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Reply author: Zep´s

Replied on: 08/05/2004 05:51:03

Message:

 

Boas dicas galera! To querendo fazer um mochilao em janeiro passando por boa parte de Goias (Estado) e estas duas cidade estao no projeto (claro!).... q inclui ainda cidade de Goias e se der tempo Parque das Emas... mas no minimo as tres cidades estao dentro! Mais dicas saum sempre (mto) bem vindas para um mochileiro de primeira viagem neh!

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Olha so, pessoal

 

nada confirmado mas a principio eu, minha namorada e um casal amigo vamos para a Chapada durante o carnaval, aproveitar as aguas maravilhosas daquele santuario. Partiremos de São Paulo. Se voce fabricio ou qualquer outra pessoa que estiver com os mesmo planos quiser nos encontrar deixe um recado ok?

 

Até logo

 

Thiago de Sá

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Topic author: schwertner

Subject: Chapada Veadeiros no Carnaval

Posted on: 10/01/2005 13:40:56

Message:

 

 

Ai galera estamos juntando uma turma de mochileiros (as) de todo o Brasil para irmos a Brasilia no carnaval para um churasco para Mochileiros. Estamos querendo imendar alguns dias para a Chapada dos Veaderios. Alguem afim de ir?

 

Mais algumas duvidas:

Quantos dias é presciso para conhecer a Chapada? Digo o principal?

Tem algum mapa na net que mostra oque visitar na Chapada e oque é imperdivel?

 

Replies:

 

 

 

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Reply author: cguzzo

Replied on: 10/01/2005 13:56:52

Message:

 

Jonas

Devo ir para Bonito no carnaval.. e se tudo der certo ficar ate o final da semana na chapada.. se pá encontro vcs por lá :wink:

 

 

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Reply author: schwertner

Replied on: 10/01/2005 14:11:46

Message:

 

ótimo, estamos reunindo um grupo grande para ir. vai ser otimo.

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Bom, Jonas, vamos as perguntas:

 

Logo acima parece que o Fabricio e a Danielle estão indo para lá no Carnaval também, tente uma PM para eles. No meu caso, eu também estou indo junto com um casal amigo e minha namorada, mais pessoas são sempre bem-vindas.

Na página dois há um link interessante sobre a Chapada mas aí vão outros

www.chapada.com

www.infobrasilia.com.br/altoparaiso.htm

 

Basicamente voce pode optar por ficar em uma dessa tres cidades: Alto Paraiso, São Jorge e Cavalcante. sobre essa última, há um texto logo aí em cima com dicas sobre o lugar.

 

Alto Paraiso é mais estruturada mas fica um pouco longe das principais atrações, talvez valha a pena ficar por lá um ou dois dias e aproveitar algumas cachoeiras em fazendas proximas como ALMECEGAS, por exemplo.

 

São Jorge é o lugar ideal para ficar, a 30 Km de Alto, a vila é muito aconchegante e repleta de campings (entre 6 e 12 reais/dia). Não se esqueça de levar dinheiro e remédios, não há bancos nem farmácias ali.

 

O que é imperdivel: Os passeios dos SALTOS e dos CANYONS, dentro do parque (é necessário guia, entre 6 e 15 por pessoa) reserve um dia para cada um;

RAIZAMA, um santuario de rara beleza. Cuidado com as trombas dágua nesse periodo e fique atento, muitas atrações são fechadas em caso de chuva forte. o Raizama é uma delas;

VALE DA LUA, formações rochosas surreais, vale um dia quase todo para ele;

MORRO DA BALEIA, no caminho entre Alto e são Jorge;

MORADA DO SOL, com várias quedas e locais para serem desbravados rio acima e rio abaixo;

LAGEADO E LAGEADINHO, são poços pequenos mas divertidos, otimos para um fim de tarde;

ENCONTRO DAS AGUAS, um tanto mais longe, o encontro entre o Rio dos Couros e um afluente dão uma beleza rara ao local;

 

Para mais dicas, ligue (0xx62) 446-1159, é a Central de Atendimento ao turista do Municipio. Vale lembrar que todas as atrações são pagas e os valores variam de acordo com o proprietario da fazenda onde elas se encontram.

 

O tempo necessário para usufruir de tudo isso fica entre 5 dias e a eternidade, nada mais nada menos do que isso. E aí galera, esqueci alguma coisa???

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Obrigado pelas inf. Thiago mas tenho mais duvidas:

 

Mas se é um parque nacional como a cobrança de entrada por parte de Fazendeiros?

Como é a infra estrutura dos pontos turisticos?

E as estradas de asceso como são?

E como é o preço das pousadas?

Nesta época esta tem muitos turistas lá?

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Nem todas as atrações ficam no Parque, Jonas, os unicos passeios possiveis dentro do parque são o dos Saltos e o dos Canyons. No primeiro, voce tem vistas animais, bom pra tirar foto! No segundo voce vai fundo nos Canyons e para em várias cachoeiras pra dar um mergulho, com destaque para as Carioquinhas. O resto dos passeios ficam em propriedades privadas.

 

A infra-estrutura dos pontos turisticos é basicamente - e graças a Deus - apenas o caminho para se chegar, muitas vezes com passarelas de madeira, alguem pra cobrar a entrada e de vez em quando um mané vendendo caldo de cana, isso no caso de São Jorge. A Cachoeira de Almecegas, proximo de Alto Paraiso, fica dentro de uma fazenda com todas as facilidades, de hotel a restaurante.

 

A estrada de acesso de Brasilia a Alto é muito boa, toda asfaltada e praticamente sem buracos embora seja bom evitar viajar ali a noite porque a marcação na pista está gasta. De Alto a Sao Jorge, está em processo de asfaltamento, por isso ela é plana, sem muitos buracos mas cheia de costelinhas quando chove, não exagere da velocidade ali, há muitas curvas traiçoeiras, daquelas que tem a inclinação contraria à tangente e tendem a jogar o carro pra fora da pista. De São Jorge a Cavalcante, piora consideravelmente mas dá pra ir também direto por Alto. Há um mapa num dos links que te dei, confira lá.

O preço das pousadas eu não sei, lá vale muito a pena ficar acampado, há uma boa estrutura pra isso e muita gente que faz o mesmo. Geralmente só casais com filhos não acampam por ali.

 

Como nunca fui lá no Carnaval também gostaria de saber se há muitos turistas nessa epoca, será que alguem poderia nos ajudar?

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E alguem sabe diser se tem alguma empresa de onibus de Brasilia que organiza alguma escursão para a Chapada? É que estamos juntando um bom grupo que vai no churasco para mochileiros e queremos aproveitar e conhecer mais a região. Eu pessoalmente não terei muito tempo pois tenho que trabalhar mas estarei em Brasilia e na Chapada.

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    • Por Carlosfuca
      1. Chapada dos Veadeiros: Cachoeira dos Cristais + chegada em Goiás

      (Foto: Cachoeira Véu de Noiva - Fazenda dos Cristais)
      Mapa: https://goo.gl/maps/B6fUo5G4PnNs5Snh6
      Acordei um pouco antes das 6h da manhã, dormi bem, estava cansado da viagem de ônibus de São Paulo até Alto Paraíso- Goias. Hoje é dia 06 de dezembro de 2019, o dia amanheceu nublado e o sol aparecia vez em quando bem tímido. Assim, apenas preparei o que eu iria levar, pois o destino do dia prometia: Cachoeiras dos Cristais. Dar inicio de vez às visitas pras cachoeiras da Chapada dos Veadeiros.
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      Como cheguei em Alto Paraíso - Goiás (Chapada dos Veadeiros)
      No terminal Rodoviário Tietê em São Paulo, embarquei  (as 18h - 04/12) num busão pra Brasilia pela viação Real Expresso, preço R$159,00. Cheguei na Rodoviaria Interestadual de Brasilia as 10h30 (05/12), portanto perdi o ônibus das 10h que opera de Brasilia até Alto Paraíso, o próximo só viria as 19h (R$45,00). Bom, pensei em procurar carona e também pensei em pegar metrô e conhecer a cidade, mas no caminho do metro, que é logo do lado a rodoviária, uma quentinha me chamou por R$09,00, então almocei ali mesmo e depois voltei pra esperar no espaço VIP da Real Expresso, daí já aproveitei pra entrar em contato com familiares e amigos, além de avisar a dona do Camping que eu estava a caminho e iria chegar umas 23h00. 
      Fui recebido na rodoviária de Alto Paraíso que está bem próxima do Camping dos Girassóis, armei a barraca e fui dormir...
      Estou em paz, depois eu volto por aqui. E com fotos.
      Pédenatureza!!!
      Página facebook: https://m.facebook.com/campingecachoeiradoscristais/?locale2=pt_BR
       
        
        
        
    • Por Anderson Paz
      Período: 15 a 19/11/2017 (período chuvoso)
      Cidade-Base: Caiapônia/GO, a 550 km de Brasília e 335 km de Goiânia.
       
      Relato escrito pela companheira de viagem Maria Fernanda. Fiz só algumas pequenas adaptações. Dessa forma muitas vezes vai estar se referindo a mim na 3ª pessoa...hehehe

      Além dela o Raphael também integrou o grupo, na verdade foi ele o mentor da viagem em seu Uninho Mille.

      Dia 15/11, quarta:
       - Saída DF: 05h30
      - Chegada Caiapônia: 13h30
      - Estrada via Iporá em ótimo estado de conservação ao longo de todo o trajeto
       
      - Fomos direto às Cachoeiras Jalapa e Tobogã.
      No caminho de terra à direita avista-se ao longe o "Morro do Gigante Adormecido". Lindão!
      Nível dificuldade das cachús: Zero!
      Segundo nossa avaliação, são as mais "simples", de menor beleza cênica e sujeitas a estarem lotadas nos feriados e finais de semana. Entretanto, quando lá chegamos só havia mais 3 pessoas.

      Depois de ficarmos ali um tempinho, seguimos rumo a Cachoeira Três Tombos
       
      Como chegar: 5 km antes de Caiapônia na GO-221 no sentido Iporá-Caiapônia

      Cachoeira Três Tombos
      Chega-se por cima, onde o Rio São Domingos encontrava-se raso, (na altura de minhas canelas, se tanto!). Do alto, aprecia-se um lindo desfiladeiro e a bela Três Tombos (nome autodescritivo). Próximo ao local do estacionamento à direita há uma trilha para a descida com mais segurança, com cordas para apoio. Não é preciso fazer como nosso audaz e intrépido Anderson Paz que - não encontrando a "descida oficial" - bancou o "Indiana Jones" numa descida arriscada pirambeira abaixo, ok?! O poço dessa cachú é DE-LI-CI-O-SO!! Todos concordamos que suas águas são as mais deliciosas em que tivemos a experiência de nadar / mergulhar. NÃO DEIXEM DE VIVENCIAR ISSO, certo?!
       
      Como chegar: BR 158, 46km em direção a Piranhas a partir do trevo que sai de Caiapônia + 16km de estrada de chão. Tem algumas placas. Confie nelas. (Digitar “Cachoeira 3 Tombos” no Google Maps)
       
      À noite: Restaurante do Ernesto, frente do Hospital Municipal. Fernanda e Rapha foram de "jantinha" (PF reforçado!) e Anderson foi de sanduba sem carne (com ovo, tomate, milho, alface e maionese).
       
      Dia 16/11, quinta feira.

      Cachoeiras Samambaia e Abóbora
      Chega-se por cima da Samambaia, literalmente! Inclusive, cruzamos o riacho q a origina sem que déssemos fé disso. Um pouco mais a frente percebemos que havíamos passado do ponto - ela estava logo à direita do riacho. Ao fazermos o retorno, tivemos a sorte de avistarmos 2-3 catetos ariscos.

      A de scida da Samambaia é tranquila e sinalizada. Queda d'água bonita. Há um poço pequeno .

      Para chegarmos a Abóbora, voltamos ao ponto de início da descida à Samambaia e pegamos uma trilha em frente, curta (talvez 250 m) e discretíssima! É provável q exista outra trilha por baixo, mas não vimos! A queda e o poço da Abóbora são maiores do que a Samambaia. No entanto, ao chegarmos, deparamo-nos com um fedor forte e nauseante de algum bicho morto nas proximidades.  Não permanecemos mais do que alguns poucos minutos por ali. Peninha...
       


      Nota Importante: das que visitamos, estas duas cachoeiras ficam muuuito próximas de pastagens e plantações imensas.
       
      Como chegar: BR 158, 10km em direção a Piranhas a partir do trevo que sai de Caiapônia + 30km de estrada de chão. Na BR entrar na placa escrita "Vivas Samambaia". O carro para em um estacionamento ao lado do córrego que desemboca na Samambaia. A primeira cachoeira é a Samambaia. Uns 300m de trilha a direita fica a Abóbora (digitar “Cachoeira Abobora” no Google Maps)
       
      Após, retornamos ao carro e seguimos nossa aventura em busca à Cachoeira São Domingos...

      Nessa tarde, fomos agraciados com um original e generoso "Safari no Cerrado".

      Além dos catetos que avistamos mais cedo conseguimos ver: 10 ou 12 emas, vários tucanos, dezenas de periquitos, muuuuitas corujas, alguns carcarás, seriemas aos montes, curicacas às dezenas, muuuuuitas Araras. Em especial, passamos por um grande pequizeiro e, logo atrás dele, uma fascinante "Árvore de Araras" com 12 exemplares delas, algumas com pequis nos respectivos bicos!

      Muitos bichos depois, chegamos ao mirante natural da cachú São Domingos...
       
      Cachoeira São Domingos
      Respirações suspensas, expressões estupefatas... Até agora, não encontramos a palavra exata para descrevê-la... BELÍSSIMA! EXUBERANTE! ENCANTADORA!*
      Para quem conheceu o *"Buraco das Araras" em Formosa... 3 ou 4x o diâmetro dela x 96 m de altura. Para quem conheceu o "Véu de Noiva da Chapada dos Gimarães...mais bela na nossa opião!

       

      Após muitas fotos e contemplações, ficamos por uns 40 min procurando a trilha para descer até seu poço.
      Já estávamos desistindo da descida, quando um som de esperança inundou o ar... uma moto estacionou: era uma das moradoras da casa logo na entrada do terreno de acesso à cachoeira. Apontou-nos o início da trilha ao lado da cerca da propriedade. Após uns 15 min de percurso no sentido contrário à cachoeira, em um caminho plano, a trilha inicia uma descida relativamente inclinada rumo ao vale; por baixo, retorna-se por cerca de 1 km em direção à cachoeira e VOILÁ: a queda belíssima e o poço magnífico!! Dá pra chegar bem embaixo da cachoeira, como é possível ver na foto abaixo.


      Após uns 40 min, vimo-nos obrigados a abandonar o paraíso recém-encontrado e retornar: já eram 17h40h. Não queríamos correr o risco de retomar a trilha, em geral bem marcada, mas com alguns trechos que requeriam um pouco mais de atenção, e realizar a subida no escuro.

      Ao chegarmos no topo, não pudemos apreciar o pôr do sol... dia nublado. Mas, fomos premiados com um belo passarinho azul da cara preta e mais 2 casais de curicacas.
       
      Como chegar: a partir da Abóbora, há uma estrada de chão de aproximadamente 40 km (digitar Cachoeira de São no Google Maps)
       
      Início da noite. Já na estradinha deserta em direção à Caiapônia avistamos 3 belíssimos veados (um deles galhado), pastando serenos até que o Anderson tentou tirar uma foto deles e... saíram em disparada!
       
      Chegamos famintos na cidade e fomos jantar no Varandas: restaurante e lanchonete do Daniel, próximo à Universidade Rio Verde. Recomendamos o delicioso macarrão ao molho branco.
       
       Dia 17/11, sexta feira

      Cachoeira e Corredeiras Santa Helena
      Local de acesso facílimo, extenso, prazeroso, com variados poços e cascatas. À direita da estrada, sobe-se para um dos seus melhores e maiores poços. Contaram-nos depois que em algum ponto mais acima há um encontro de águas quentes e frias, com uns ótimos poços de banho seguindo pela esquerda.
       



      De volta ao carro e a caminho das Três Barras, em dois momentos distintos, avistamos tatus próximos à estrada.
       
      Como chegar: seguir 45 km pela GO-221 em direção a Doverlândia, seguir 13 km na GO-188 e entrar a esquerda onde há placa indicativa da Cachoeira Paraíso (acesso 2 km depois da Cachoeira Lageado), seguir por mais 11 km

      Cachoeira Três Barras
      Outro local que nos deixou estupefatos, boquiabertos e sem palavras...talvez DESLUMBRANTE! seja uma boa palavra para descrevê-lo. Ainda pouquíssimo conhecida pelos próprios nativos. Seguindo uma trilha bastante discreta após a segunda ponte, conseguimos chegar na cabeceira da que fica mais no alto (nível da estrada) e tomamos um banho nela. Pela lateral à sua esquerda, "achamos"(?!) uma trilha (discretíssima, cheia de folhas e plantas) que desembocou numa pirambeira perigosa. Retornamos, não sem antes perder o rumo de onde estava o nosso valente Fiat Uno Mille, embrenhados que estávamos literalmente num mato sem cachorro, porém pleno de carrapatos e micuins.
       


      No que pese a deslumbrante paisagem, não recomendamos esta aventura para turistas incautos ou iniciantes no trekking. Por enquanto e pelo que pudemos avaliar in loco, temos a firme convicção de que apenas pessoas com ampla experiência em trilhas, com os equipamentos necessário, possam fazer esse desfiladeiro magnífico!
       
      Como chegar: seguir 12 km pela GO-118 após o acesso para a Cachoeira Santa Helena e depois entrar a esquerda onde há placa indicativa da cachoeira e andar mais 13 km
       
      À noite, voltamos ao restaurante Varandas. O Rapha comeu e recomenda o Burritos de Frango. Fernanda não gostou do contra-filé com mandioca: estavam duros! E Anderson manteve-se na aposta segura e apetitosa do macarrão com molho branco!
       
      Dia 18/11, sábado chuvoso

      Mais um dia de aventuras, descobertas e encantos na Serra do Caiapó/GO.

      Excepcionalmente, fomos acompanhados do Guia Valdivino "Jacaré".

      Cachoeiras Salomão e Índio
      O estacionamento fica logo acima e à direita da cabeceira da Salomão. A descida foi tranquila, ainda que escorregadia (há cabo de aço para apoio). Queda de 26 m e um poço pequeno.


      Ao subirmos e nos dirigirmos à cachú do Índio, tivemos a enorme felicidade e emoção de ver bem próximo um belíssimo exemplar do Tamanduá Bandeira. Chegando em sua cabeceira, o Guia e o Raphael avistaram um Cangambá.

      A descida era muito inclinada, fechada e, por conta das chuvas, estava um pouco escorregadia. Mas mesmo assim o Anderson quis descer até o poço da cachoeira. Não teve jeito: lá foi o pobre do Jacaré acompanha-lo!  

      Fernanda e o Rapha aguardaram na cabeceira. Minutos depois, eles retornaram da empreitada sãos, salvos e felizes (desconfio que o guia mais ainda que o Anderson! ) Retornamos todos ao Valente Fiat Mille.

      Cachoeiras Rio Verdão e do Coqueiro
      Para chegar nelas, paramos o carro próximo à sede de uma fazenda e atravessamos a pé 1 km d'uma estrada barrenta, escorregadia e mais uns 600m d'um pasto verdejante, sob uma chuva fina.
      A descida foi tranquila. "Rio Verdão" consiste num paredão em formato de meia-lua com uma queda d'água abundante e um grande poço, mas o fundo estava com muitos troncos e (não sei se porque chovia?) a água estava escura. Quando saíamos dela, a chuva engrossou!
       

       
      A "Cachoeira do Coqueiro" é uma "irmã-menor" da Rio Verdão. Foi a nossa quarta e a mais difícil do dia, pois a fizemos varando o mato, SEM TRILHA, meio que às cegas e com chuva forte!
       


      Quando retornávamos absolutamente encharcados e com frio ao carro, o guia Jacaré informou que poucas vezes viera até ali, uma vez q os turistas preferiam ir nas atrações mais conhecidas e badaladas.
       
      Após um reconfortante banho quente no Hotel e deliciosas roupas secas, fomos no "Jantinha Ki Delícia", bem ao lado da Igreja Matriz. Um local simples, mas surpreendeu-nos com UM SHOW de DELÍCIAS e SABORES!!
      Tudo o que comemos estava DE-LI-CI-O-SO: a jantinha, os bolinhos de arroz, o caldo de galinha, o pudim de leite... PUTZ!! Afirmamos: quem ainda não provou as gostosuras feitas pela Dona Elma e sua filha, não sabe o que está perdendo.

      19/11/2017, domingo nublado

      Anderson e Raphael saíram cedo para uma aventura "exploratória" à Cachoeira Pantano. Fernanda que já estava cansadinha, com dores nos joelhos das aventuras dos últimos e intensos 4 dias, descansou até às 10h e depois foi bater pernas pela simpática e limpa Caiapônia. Tentei visitar a Igreja Matriz, mas estava fechada. A imensa Assembléia de Deus (logo em frente) estava em pleno funcionamento. Fui até a feirinha local, onde comprei alguns hortifrutigranjeiros a bom preço. E descobri que há mais hotéis e pousadas no Centro do que supõe nossa vã internet.
       
      *** [Agora é a parte que eu entro na escrita do relato... hehehe]

      Cachoeira Pantano
      A cachoeira é uma das mais próximas da cidade, a apenas 10 km dela. O dono da fazenda não permite o acesso de grupos ou pessoas que não estão acompanhadas por guia. Como não queríamos pagar um apenas para ir nessa cachoeira. Paramos o carro na estrada, pouco depois da ponte que passa sobre o rio da cachoeira, e seguimos andando pela beira da mata de galera/ciliar, acompanhando um tracklog. Há trilhas abertas na mata, tanto de um lado quanto do outro do rio. Atravessamos o rio e seguimos pela sua margem direita, acompanhando o tracklog. Chegamos ao ponto final e não achamos a cachoeira. Voltamos, acreditando que poderíamos ter passado ela, mas não a encontramos. Depois de algumas idas e voltas e de muita perda de tempo, consideramos que o tracklog estava errado e resolvemos seguir a nossa intuição.
      Seguimos então acompanhando a mata da margem direita do rio e depois de uma caminhada de aprox. 30 min a partir da ponte, avistamos a cachoeira deslumbrante do alto. Vista maravilhosa e uma grande satisfação de termos encontrado a cachoeira seguindo a nossa intuição.

      Infelizmente, como estávamos com o tempo um pouco apertado e também como não conseguimos ver facilmente uma trilha para descer até a parte de baixo da cachoeira, tivemos que deixar a vontade de conhecer a cachoeira por baixo para uma próxima viagem.
      Como chegar: GO - 221, 10km em direção a Doverlândia. Deixamos o carro na estrada logo após a ponte.
       
      Depois da cachoeira, voltamos ao hotel, tomamos banho, terminamos de arrumar nossas coisas e pegamos a estrada. Na saída da cidade, paramos para abastecer e percebemos que o restaurante do posto estava aberto. Era o único aberto no domingo. Comemos ali uma boa comida goiana no self-service com precinho camarada.
       
      Depois do almoço,  nos despedimos de Caiapônia, já pensando em um retorno para conhecermos a Pantano por baixo, a maravilhosa Cachoeira Alvorada (que segundo relatos estava com pouca água) e outras cachoeiras como a bela Campo Belo.
       
      Hospedagem: Hotel Palace Avenida. Limpo, organizado e observei que todos os dias a camareira promovia o arejamento e limpeza dos quartos - ainda que desocupados. Ótimo café da manhã. Apreciei, em especial, o capricho da cozinheira Márcia que procurava enfeitar as bandejas, fazendo esculturas com os alimentos. Apreciei também sua higiene e cuidado com os utensílios e ambiente de trabalho. Funcionários simpáticos.
    • Por luiiizsoares
      Bom dia, gostaria de montar um grupo de moto de Goiânia para compartilhar conhecimentos, amizades, rolês. Quem tiver interessado chama aí. 


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