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PN da Serra da Canastra e região


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Bom dia pessoal! Fiz um breve relato sobre a minha viagem na Serra da Canastra:   Gostei demais, alguns lugares são bem distantes, até porque a Serra da Canastra é muito grande. A

  • Membros

Pessoal, tô fechando o roteiro mas preciso de mais algumas informações. Como eu chego na cachoeira dos Rolinhos, por São Roque ou Glória? É passeio de um dia inteiro ou dá pra conjugar com outra coisa? E precisa de guia ou é tranquilo o caminho? Carro pequeno chega?

 

Outra coisa, dá pra chegar na lagoa azul de carro ou só com o passeio de barco mesmo?

 

Por enquanto meus dias estão assim, não necessariamente nessa ordem (e ainda tem 2 dias e meio sobrando):

 

1 - Capao forro (no dia de chegada a São roque)

 

2 - Fazenda de queijo + fundão

 

3 - Cerradão + Antonio Ricardo + vento (dá tempo?)

 

4 - Casca d’anta (alto e baixo, pela trilha) + nascente e curral

 

Ainda quero encaixar Rolinhos, Maria Augusta, lagoa azul, usina, morro VHF e cachoeira do Filo se der tempo. Só que a Maria Augusta tá parecendo contramão... Acho que se eu for lá tenho que dormir no Glória, né?

 

Obrigada mais uma vez!

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  • Membros de Honra

Si vas a Maria Augusta, la cachoeira està dentro del predio de la Pousada Mata do Engenio,

super buena excelente pao queijo, cafè +++++!!!!

Verifica si està funcionando, las pousadas rurales solo funcionan fines de semana o feriados (en ese viaje intentamos muchísimas pousadas desde Furnas a Babilonia (todas fechadas, salvo Babilonia, la ùltima del rutero!!!! )

1) Pousadas pròximas: Recanto do Cristo,(la màs barata)

2)Boa Vista,

3) hay un camping en Facao (que funciona siempre, pero debes llevar tu barraca), la cachoeira es bonita tambièn.

4) Babilonia (casi al final del valle), adoramos!!!

 

Cuando fuimos no conseguimos visitar Antonio Ricardo por causa de la lluvia,

y optamos por Fundao en lugar de Rolhino, Fundao es realmente maravillosa!!!

 

Ten presente que cada paseo lleva casi todo el dìa, los caminos son complicados y no estàn pròximos, no creo puedas visitar màs de un punto por dìa.

Nosotros preferimos las pousadas rurales, porque estàn en lugares super acogedores,

en Sao Roque ficamos en Fazendinha (ok, pero encontramos sao roque bastante triste) en el otro viaje ficamos en el camping Picareta, super amables.

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  • Membros
Cema, você vai atravessar o parque (Delfinópolis - São Roque) de carro?

 

Desculpa pela demora, mas normalmente recebo por email sobre o forum mas nao recebi... enfim...

 

To pretendendo sim, td vai depender do tempo já q esta dando chuva... aff ... alguma dica? caso eu vá... :D

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  • Membros

Olá amigos,

 

Depois de ler tantos relatos de várias pessoas aqui, principalmente dos colaboradores do Mochileiros.com confesso que fiquei apaixonado pela região da Serra...

 

Minha cidade escolhida foi São João Batista do Glória pq só la consegui vaga pra hospedagem pro feriadão em cima da hora

 

Chego na sexta por volta de 12h e queria aproveitar esse dia também

 

Mas vou ficar o sábado e domingo o dia inteiro...

 

Gostaria impreterivelmente de conhecer a região de Furnas, mas confesso que depois de tantos relatos queria encaixar Casca D'anta e Rio São Francisco.

 

Alguma idéia de roteiro?

 

Pelo que vi não é o ideal ir para lugares tão distantes da cidade escolhida como base, por isso a minha dúvida

 

Desde já agradeço pelo esclarecimento de todos

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  • Membros de Honra

Próximo tienes uno de los lugares màs bonitos de la Canastra: cachoeira María Augusta, y la entrada del valle de Babilonia, y el valle do Ceu, ese camino es una maravilla en sì.

al final de ese camino tienes serra branca (pero ahì sòlo si tienes un vehìculo apto), Babilonia ofrece un almuerzo delicia de arroz barranco y aqua cabalo, tambièn està la cachoeira do facao y otra próxima a la pousada recanto do cristo.

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  • 3 semanas depois...
  • Membros

Oi, pessoal! Voltei pra deixar um mini relato da nossa experiência na Canastra!

Na 5ª chegamos, decidimos ficar no Picareta e aí depois de arrumar tudo já tava meio tarde, então ficamos só no riozinho que circunda o camping mesmo. Sobre o camping, seu Chico e seu filho, José, são muito gente boa e o queijinho que eles sempre oferecem é uma delícia! Mas o camping em si deixa um pouco a desejar. A área das barracas na verdade é um pasto (com bosta pra todo lado, rs) e a grama estava muito alta. Os banheiros não dão vazão em um feriado, são 2 femininos e 2 masculinos (com privada, chuveiro quente e pia) e mais 2 chuveiros frios e 1 lavabo. Como as privadas são dentro da cabine com chuveiro (com exceção do lavabo), a logística é bem complicada... Se você estiver apertado quando todo mundo estiver tomando banho (o que era uma constante no feriadão), lascou... rs A pia de louça virou pia de escovar os dentes, porque entrar na fila do banho só pra escovar os dentes é dose... Enfim, acho que merecia pelo menos a construção de mais uns lavabos. No mais, a galera era bem tranqüila, nada de som alto até tarde ou farofada deixando sujeira pra todo lado... É bem fácil chegar lá, mas anda um pedaço de estrada de terra, depois que acaba a cidade, o que pode incomodar quem pretenda ir pra cidade à noite. (pra gente foi tranqüilo)

Na 6ª, fomos de carro pra parte alta e levamos TRÊS HORAS pra chegar na Casca D’anta!!!! A estrada está PÉSSIMA, intransitável para carros baixos! Meu March sofreu muito pra chegar lá, descíamos do carro várias vezes pra analisar o caminho, e uma hora ele ficou preso e só saiu porque o pessoal de uma caminhonete parou pra ajudar! Não recomendo que vão de carro pequeno até arrumarem a estrada de novo, no máximo se for alugado e um pouco mais alto, como o Uno! Fizemos a trilha pra parte baixa, 40 min. pra descer, num ritmo forte, e 1h45 pra subir, num ritmo bem mais lento do que o meu de costume (estava passando mal, mistura de 2 noites sem dormir e sol forte na cabeça). Na volta passamos no mirante da parte alta, tiramos umas fotos e só, foi o que deu tempo de fazer, pq ainda tínhamos q encarar a estrada na volta. (2h10, na fé e na coragem, enfiando o carro nos buracos e metendo o pé nas partes melhores, pra não pegar um trecho muito longo no escuro! rs) A parte baixa é linda, mas é complicado tirar foto, a nuvem de água é muito forte! Mais abaixo tem um trecho bem gostoso do rio pra se banhar! Recomendo ir de manhã, pra pegar com a luz do sol!

No sábado, fomos pro Cerradão, dá uma meia hora do camping até lá. É só perguntar no posto que indicam direitinho, e tem placa no asfalto indicando a entrada. São dois caminhos, um com chuva (beeem mais longo) e outro sem chuva (pegamos esse), porque a estrada fica escorregadia. Muito legal também, 3 quedas que em conjunto formam uma cachoeira enorme! As duas primeiras formam poços muito bons pra banho! Não deixem de subir até a última, tem uma plaquinha indicando a trilha, é só prestar atenção! Aliás, lá está muito bem cuidado, com várias pontes e placas de sinalização, vale os R$10 que cobram. De tarde estava ameaçando chuva na Antonio Ricardo, então fomos pro Capão Forro, que é pertinho do camping.

São 5 cachoeiras (uma delas bem pequena, mas com um poço legal). A mais legal é a de cima, anda 800m até chegar lá, bem tranqüilo. Tem um poção bem grande pra banho, vale a pena ir de manhã, quando o sol está batendo, deve ficar lindíssima! As outras quatro são em sequência, a Capão Forro é a mais bonita. Na última nem fomos, tem que atravessar o rio e descer por um caminho que pareceu meio ruinzinho, achamos que não valia a pena, até pela hora. (quem vem do Picareta faz o caminho inverso, tem que subir a partir dessa última cachoeira e atravessar o rio pra acessar as outras, a vantagem é que não paga os R$10 de entrada).

No domingo, pegamos o passeio do Zé Maria pra Casca D’anta parte alta, nascente e Fundão, pra não meter o March naquela estrada de novo. Na nascente não tem nada, é só pra tirar foto na plaquinha e pronto, mas é o tipo de programa que não se pode deixar de fazer... Fica na beira da estrada, então não gasta mais do que 5 minutos. Aproveitamos um pouco a parte alta, mas achei que podia ter ficado mais tempo, pena que um pessoal atrasou pra sair de manhã. Não deixem de descer até a queda, muito melhor do que ficar só na piscininha que se vê logo de cara! De lá fomos para o Fundão, a estrada estava ainda pior e vimos ao longe a chuva que desabava na região da cachoeira. O último trecho, que é um descidão, estava um sabão, muito bizarro!! E mais lá embaixo tinha uns pedaços de lama pura, impossível passar sem 4x4! Tinha um uno de uma pessoa louca lá embaixo, deslizou até bater na parede de pedra e barro e dali não saiu mais, só guinchado... Pra subir na volta foi mais bizarro ainda, até o carro do Zé Maria teve dificuldade! Tirando isso, pra chegar na cachoeira pega uma trilha rápida, primeira parte aberta, pelo pasto, atravessa um riozinho pelas pedras, depois dá de cara com umas pedras, tem que subir nelas pra acessar a trilha que agora fica estreitinha, mas é tranqüila. A cachu é linda, linda, linda, mas o tempo fechado não ajudou e eu não consegui aproveitar... Mas o pessoal nadou no poção e foi até a gruta que fica atrás da cachoeira, meu marido amou!! Só não é muito bom de ficar do lado de fora, as pedras não são grandes e meio ruins de sentar... Pra entrar tb é ruim, tem muito mato na borda, só em uns 2 pedaços estreitos dá pra pular da pedra pra água. (podem me chamar de fresquinha! rs)

Na 2ª, partimos cedo pra Antonio Ricardo, 1 hora até o povoado dos Leite, depois anda mais um tanto até a casa do seu Dorico, de onde parte a trilha. O caminho é o mesmo do Cerradão, mas em vez de entrar na placa pro Cerradão segue em frente até ver um lixão à esquerda, entra na rua à esquerda na esquina do lixão (depois dele). Vai embora até um mini povoado num cruzamento, segue em frente, aí a estrada vai dar nos Leite. Lá tem que entrar na rua entre duas igrejas (uma católica e outra evangélica), tem placa indicando a casa do seu Dorico, vai passar por uns 3 portões. O seu Dorico é um velhinho gente boa que te indica o início da trilha e cobra R$ 5, tem um espaço pra estacionar. Me senti na Ásia, com o banheiro fora da casa e... um buraco no chão! rsrs

A subida pra Antonio Ricardo não é mole não, um ladeirão debaixo de sol, seu Dorico disse que os mais lentos, criança e tal demoram 2 horas pra chegar. Depois tem que descer um pedaço que a trilha é bem ruinzinha, achei meio perigosa pra criança. Levamos 1 hora até lá e valeu muuuuito o esforço, pra mim foi a mais bonita! Talvez porque ela era só nossa! rs A cachu é bem alta e o poço é ótimo pra banho! Só cuidado com as aranhas, tem várias pelas pedras, das grandes! De lá seguimos pra Cachoeira dos Escravos (tem placa na trilha), tem uma gruta por trás da queda que quase não dá pra ver, dizem que os escravos fugidos se escondiam ali, mas parece que não sobrou nada pra contar história, saquearam tudo... A cachoeira é bem bonita, alta também, mas é uma droga pra ficar. Pra se molhar é bem complicado, porque a trilha acaba em umas pedras enormes, e não tem um poço, só uns pedaços com água meio parada, cheia daqueles bichinhos... Não curti não!

Partimos então pra Capitólio, nossa segunda parada. Dá pouco mais de 1h até lá (no meu 1.0). Ficamos na Pousada do Rio Turvo, tá sem placa indicando a entrada, mas é a 1ª entrada à direita depois da ponte do Rio Turvo (pra quem vem de Piumnhi). Obs: não tem nada a ver com o restaurante do Turvo, que fica antes da ponte!! O hotel é bem legal, o quarto é simples mas a área comum é caprichada. Pena que o lago tá muuuuuito baixo, aí a vista não fica tão legal... Parece que o lago invade a piscina quando tá normal!

Na 3ª fizemos o passeio de lancha do próprio hotel, R$ 50 por pessoa, mas tem um mínimo pra sair. Achei muito curto, 2h só, e passa por 4 pontos, incluindo a Lagoa Azul e os cânions. É lindo, não tem como deixar de fazer!! Só que queria ter passado mais tempo em cada ponto...

De tarde o tempo fechou e caiu um temporal pra lavar o carro, rs, aí fomos no Queijos Califórnia comer um pão de queijo recheado com requeijão, provolone e lingüiça (que nos deixou sem fome até a hora de dormir) e no Chalé dos Queijos (depois da entrada para Capitólio, tem um posto BR e logo depois a loja, à esquerda, sentido Piumnhi). Lá eles produzem os queijos, recomendo muito!!!! Compramos provolone, queijo canastra (que vem da Serra, não é feito lá), um biscoitinho de queijo maravilhoso, tipo Ruffles, e goiabada. E ainda tem um cafezinho de graça pra acompanhar as provas! Esses mineirinhos sabem tudo! rsrs

Na 4ª passamos na Usina, mas nem entramos, vimos só dos mirantes. Subimos o morro VHF, é a primeira entrada à esquerda depois de atravessar a barragem (pra quem vem de Capitólio), uma estradinha de terra. Não pare só na primeira antena, siga pela estrada à direita pra chegar no ponto mais alto! A vista é bem legal, mas infelizmente não teve por do sol...

Ainda passamos na cachoeira do Filó, mas duas pessoas falaram pra gente que estão roubando os carros estacionados na beira da estrada (fica um pouco depois da entrada pra Furnas, sentido Passos – tem um espaço grandinho pra estacionar, mas não tem placa). Como só tinha nosso carro e nem tinha sol, descemos rapidinho pra tirar uma foto e voltamos. O poço é grande, mas não tem pedras em volta pra ficar sentado e a cachoeira nem se compara com as da Canastra... Ainda apareceu um cara estranho no alto da trilha, vimos lá de baixo, aí voltamos correndo com medo de que estivesse observando pra roubar o carro!

Sobre comida. Em São Roque as coisas fecham cedo e não tem muita opção, é meio complicado. Comemos na churrascaria Malibu, demorou uma vida e achamos bem fraquinho. A pizza do Zagaia é mais ou menos, o recheio é até bonzinho, mas a massa é pronta e horrível, parece um biscoito! A boa lá é comer na dona Beija, fica bem pertinho do Malibu, mas não tem placa, é só perguntar. R$ 12 um bife bem grande (boi, porco ou frango) com ovo frito, além de arroz, feijão, legume e farofa à vontade! A comida é simples mas bem gostosa! E a dona Beija é uma velhinha bem velhinha, uma gracinha!!

Na Pousada do Rio Turvo, o jantar está incluído, mas o restaurante é terceirizado. A lasanha estava gostosinha, mas o filé de peixe foi um fiasco. Era na verdade isca de peixe, e a gente tava querendo uma coisa levinha... O feijão estava sem gosto e a farofa totalmente gelada. Enfim, tem que melhorar muito! O café da manhã é até bonzinho, mas no primeiro dia tinha suco de caixinha, uma vergonha! E só no segundo dia apareceu um queijo fresco, outra vergonha em um lugar onde logo ali se compra vários queijos maravilhosos por preço de banana!

Ah, pra quem fica em Capitólio, os hotéis com melhor localização são a Pousada do Rio Turvo, o Obba Coema e o Fecho da Serra. São os mais próximos das cachoeiras, trilhas, usina etc. A não ser pra quem quer ir pras festas na cidade, lógico...

Bom, é isso, o mini relato de mini não teve nada! rs Espero que ajude! ::otemo::

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  • Membros de Honra

El tiempo en Canastra hace la diferencia,

de todas formas y luego de haber paneado la zona: Sao Roque , Delfinopolis, Sacramento

 

es exacta la descripciòn, en la zona de Sao Roque todo es un enigma,

y cada paseo lleva mucho, mucho tiempo,

 

sao roque es mucho màs triste que Delfinopolis.

Realmente es mucho màs fàcil acceder a los lugares de interès desde Delfinopolis, o en el Valle do Ceu, Babilonia.

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  • 3 semanas depois...
  • Membros de Honra

Pessoal, alguém sabe como está a situação na região, com tanta seca?

Porque leio em todo lugar que furnas está praticamente 'inavegável' e nada bonita. Mas penso: "Ok, deixo furnas, mas posso aproveitar as cachoeiras e a vista"

 

Ai leio uma notícia que a represa de Delfinópolis também está muito baixa, a ponto de ter que ir via estrada de terra, não dando mais para chegar de balsa...

Leio que em Capitólio tem hotel quase fechando por falta de gente.

 

Pior: vou em Setembro e imagino que até lá fique tudo mais complicado - alguém sabe dizer como está realmente a situação? As noticias estão corretas ou é muito exagero? Porque por agora já estou deixando para outro ano...

 

Valeu,

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      Nossos relatos são DIÁRIOS das nossas viagens, ricos em detalhes das nossas EXPERIÊNCIAS pessoais, perrengues, momentos divertidos e também informações dos lugares que passamos e os CUSTOS da viagem.
      O relato de hoje vai ser sobre uma viagem que fizemos de FUSCA pela Serra da Canastra MG, nessa viagem conhecemos:
      - Paraíso perdido;
      - Capitólio;
      - Cachoeira Casca D'anta (parte alta e parte baixa);
      - Piscinas naturais da região;
      - Cachoeira do grotão.
      Ao todo percorremos 906km pela região, GASTAMOS UM TOTAL de R$ 844,20 (Sendo: $400 com gasolina, $78,2 com pedágios, $116 com mercado, $150 com camping, $80 no paraíso perdido e $20 na casca d'anta).
      Para garantir o melhor custo dormimos alguns dias em postos de gasolina e outros em um camping em São José do Barreiro MG, fizemos nossa comida todos os dias.
      Nessa playlist estão os 4 episódios dessa viagem: 
       
      DIA ZERO (19/07/19)
      Tivemos um dia cheio, Gabriel em seu último dia de trabalho pré férias e eu passei o dia organizando as coisas da viagem e o logo do canal "Los Estradeiros", até aí tudo correndo como planejado. Bom, vou começar a nossa história indo direto para o final do dia. Por volta de 19:30, fui para casa do Gabriel buscá-lo, na volta estávamos indo em direção ao posto de gasolina, ainda perto da casa do Gabriel eis que a gasolina do Billy (o fusca) acaba (isso porque na hora estávamos falando sobre gasolina, coincidência ou não, não sei). Bom, tivemos que dar um jeito de voltar pra trás, Gabriel pegou sua moto e foi até o posto buscar gasolina.
      Depois de muito esforço finalmente conseguimos abastecer. Fomos para casa, chegando lá, mais um perrengue, a gasolina vazou por cima do tanque, tivemos que tirar um pouco em um galão para parar o vazamento. Feito isso organizamos as coisas no carro, jantamos e por volta de 1 am finalmente dormimos.

      DIA 01 (20/07/19)
      Acordamos as 5:30 am, tomamos aquele café top e as 7h saímos de casa, nosso destino é Paraíso Perdido em MG, após longos 310 km finalmente chegamos, sem nenhum problema com o Billy.
      Ao chegar no paraíso, descobrimos que teríamos que pagar, $40 por pessoa (valor fora de temporada), acabei induzindo o Biel a aceitar, pelo lado financeiro não foi nada bom, vamos ter que apertar os cintos, mas por outro lado, que lugar incrível. Grandes cânions em volta, muitas pedras e água para todo lado, várias quedas d'água, um verdadeiro paraíso.


      No final do dia, por volta de 18h, tomamos um banho e saímos do local, viemos em direção ao posto sul de Alpinópolis MG, e por aqui ficamos, fizemos nossa comida em baixo da janela do banheiro e por aqui dormimos por volta das 22:30.



      DIA 02 (21/07/19)
      Acordamos por volta de 5:30 am, tivemos uma péssima noite, porém dormimos mais do que na noite anterior. O carro é muito apertado, mas conseguimos nos ajeitar. Levantamos, tomamos um café da manhã, usamos o banheiro e as 7h saímos em direção ao nosso camping em São José do barreiro, camping tio zezico.

      Fizemos uma parada no meio do caminho no cânion de Capitólio, mas não sabemos se paramos no lugar certo. Nossa segunda parada foi na cidade de Piumhi para sacar dinheiro, uma cidade pequena mas com uma boa estrutura, porém toda cidade coberta de paralelepípedos. Chegando lá, encontramos um Bradesco e conseguimos sacar. De lá partimos para nosso camping, mais alguns km de estrada asfaltada, após passar por Vargem bonita só terra, estrada toda desnivelada, 20km de terra, após 150km finalmente chegamos no nosso camping, bem próximo a cachoeira casca dantas, um lugar muito bonito.

      O camping é muito simples, diária de 25 reais por pessoa, 2 banheiros (um deles falta telha) e uma grande área para acampar. Paramos o Billy e acampamos ao lado do rio São Francisco. Montamos nossa barraca, fizemos uma cozinha com pedras, pedaços de árvore e um plástico para evitar vento (a ideia mais sem sentido de toda viagem). Depois disso fomos conhecer as piscinas naturais que tem ao lado do camping.

      Passamos o dia mais tranquilos, ao final da tarde tomamos banho, por volta de 20h jantamos um Miojo top, depois jogamos um pouco 21 e logo pelas 22h fomos dormir.

      DIA 03 (22/07/19)
      Planejávamos acordar às 7:30, porém perdemos a hora, acordamos por volta de 9:30. Fizemos um café rápido, tomamos e fomos em direção a cachoeira casca d'anta.

      A cachoeira fica a 2km do nosso camping, fomos de a pé, chegando lá mais uma parte do nosso suado orçamento ficou na portaria, $20 para entrar.
      Fomos em direção a parte baixa da cachoeira, caminhada tranquila, 700m da portaria, um lugar incrível, a cachoeira é muito alta, a mais alta que já vi.


      Saímos de lá após um tempo e fomos em direção a parte alta, e dale subida, 3km só subindo, muita terra, pedra, mato, barro e tudo que mais se pode imaginar.

      Cansamos muito, paramos algumas vezes, escorregando outras, mas após 1h30min chegamos lá, na parte alta um rio se forma antes das quedas, de lá se vê tudo, montanhas, até são José do barreiro se vê, bem pequena a cidade. Vimos até nosso camping, bem pequeno lá de cima.



      Ficamos um pouco por lá, gravamos algumas story no Instagram, para falar da história do nosso projeto (canal no YouTube Los Estradeiros), recarregamos as energias e voltamos.
      Demoramos cerca de 1h para descer, escorregamos algumas vezes, mas não caímos. Após chegar lá em baixo comemoramos muito, mas nossos pés estavam fritando.
      Saímos de lá, tentamos pegar sinal no celular, mas nada, seguimos e já a noite chegamos no camping. Tomamos um banho, jantamos, enquanto jantávamos um rato quase subiu na minha perna, foi tenso. Após isso ficamos um pouco no fusca e por volta das 23h dormimos. Hoje está mais frio.
       
      DIA 04 (23/07/19)
      Acordamos por volta de 9:50, tomamos um café da manhã e fomos andar um pouco pela estrada, pegamos um pouco de internet, publicamos as fotos no Instagram do canal e seguimos pela estrada, mais a frente paramos em uma espécie de mirante e lá ficamos por um tempo, só pensando na vida.
      Passado um tempo um carro parou por lá, eu achei que tinham me chamado e fui até eles, mas eles só estavam vendo a cachoeira, eles riram de mim, o Gabriel riu muito, logo voltamos para o camping.
      Logo depois fomos almoçar. Hoje o almoço demorou um pouco mais, terminamos por volta de 16h. Lá pelas 17h demos um pulo nas piscinas naturais.

      As 18h voltamos e fomos tomar banho, depois do banho ficamos no fusca trocando ideia, quando de repente apareceu um cachorro chorando aqui. Passado um tempo projetei a luz da lanterna pela janela para fora do carro para procurar o cachorro e ele estava bem perto da janela, tomei um baita susto, o Gabriel riu muito.
      Após isso fomos jantar, comemos um miojo e voltamos para o Billy, ficamos conversando um pouco, jogamos um 21 e por volta de 22:30 fomos dormir.
       
      DIA 05 (24/07/19)
      Acordamos as 9h, tomamos um café, depois do café fomos arrumar o telhado do banheiro do camping (negociamos com a Neusa, a dona do camping a diária do dia seguinte, pois não teríamos grana para pagar). Logo depois fomos para a estrada pegar um sinal de internet.

      Depois voltamos para o camping e fomos para as piscinas naturais (descobri que o rio que passa ao lado da nossa barraca é o da Lagoinha). Ficamos um tempo na piscina, nadamos um pouco, o Biel ficou peidando na água (fazendo bolinhas), depois de um tempo voltamos para o camping para almoçar.


      Após o almoço arrumamos as coisas no carro e saímos para ver o pôr do sol no mirante.

      Após isso voltamos, tomamos um banho, gravamos o vídeo de apresentação do canal e fomos fazer a janta. No meio da janta o Biel lutou contra dois mosquitos gigantes enquanto eu protegia o molho e as salsichas, após isso ficamos tirando algumas fotos do céu e por volta de 22:30 dormirmos.
       
      DIA 06 (25/07/19)
      Acordamos as 5:30 AM, hoje tivemos um dia cheio. Após acordar arrumamos as coisas, tomamos um café e saímos do camping.
      Fomos em direção a Capitólio, chegando na cidade ficamos um pouco na lagoa principal, logo fomos conhecer a Prainha artificial, porém não é um lugar muito legal, um pouco sujo. Após isso fomos atrás de um adesivo da cidade, mas sem sucesso. Paramos na matriz e procuramos algum lugar para passar o dia, até que encontramos a cachoeira do grotão, que se dizia ser gratuita em um site, fomos até lá, cerca de 18km da cidade, sendo 12 de terra, chegamos lá, a novidade, tinha que pagar $15 por pessoa, ficamos tristes pois não tinhamos a grana, como já estava perto do almoço ficamos na portaria e íamos fazer comida por lá.

      Até que de repente chega um senhor em uma Mobilete (o Pezinho), disse que era o dono, logo começando a conversar com ele, fizemos amizade, expliquei a situação que estávamos sem dinheiro, ele, por ter gostado de nós, liberou nossa entrada de graça.


      Almoçamos por lá, passamos o dia, logo a tarde pezinho voltou, ficou um tempão lá conversando com a gente, muita conversa boa, na despedida ele explicou um caminho melhor para nós e seguimos, no caminho tinham uns bois e vacas na estrada, mas conseguimos passar.
      Paramos no mirante dos canyons de Capitólio (não entramos porque tinha que pagar), de lá fomos até o posto sul (o mesmo que dormimos no primeiro dia). Após um tempo lá resolvemos ir até a loja que tem em frente ao posto, uma loja de doces, queijos, etc Experimentamos uns doces, e TODAS as cachaças q tinham lá, saímos meio bêbados e não gastamos nada. Ficamos no carro conversando até a noite, depois jantamos, comemos uns chocolate e dormimos por volta de umas 23h.

      DIA 07 (26/07/19)
      Acordamos no posto por volta de 5:20, tomamos café, ganhamos um café preto da galera do restaurante. Por volta de 7h saímos. Chegamos em Jaguariúna as 11h.
       
      E assim termina essa longa viagem, foram 7 dias muito intensos pela serra da canastra, dias de novas experiências, de explorar novos horizontes, de fazer novas amizades.
      E assim fica a lição, permita-se, de a você esse presente de viver novas experiências, viver coisas que nunca imaginou, a felicidade está nas pequenas coisas e é isso que levamos dessa vida.
      Até a próxima  






    • Por QUERUBA
      Prainhas do São Francisco
       
      O dia começou com um café da manhã daqueles! Tudo bem mineiro como o visitante espera encontrar. Nem dá pra descrever tudo que a família de dona Idelzuita, de 83 anos, tinha preparado para os hóspedes da Pousada. Mas logo me vem à memória e ao paladar o pão-de-queijo feito com ovo caipira e o tradicional queijo Canastra.
      Esse vale a pena trazer um. Você encontra tanto nas Pousadas, quanto nas fazendas e nos mercadinhos das cidades que ficam ao pé da Serra. Os preços que encontramos ficavam entre R$ 15 e R$ 25 o quilo de queijo. Comprei um por R$ 15 num mercadinho no centro do município de Vargem Bonita.
      Nosso café da manhã – estávamos em 5 pessoas – foi ainda mais especial porque da varanda era possível avistar o paredão de rocha da Canastra. Refeição observada por duas Siriemas que todos os dias aparecem no gramado perto do refeitório. Ali, uma coisa já ficou clara. A gente era a visita. Elas os primeiros moradores da Serra que iríamos conhecer. E naqueles três dias viriam outros animais, alguns ameaçados de extinção.

      Olho nas Siriemas e ouvidos atentos às histórias de dona Idelzuita, que cresceu ao pé da Serra. Ali ela soltou a primeira frase que fiz questão de anotar no bloquinho que eu carregava no bolso: “O garimpo não deixou ninguém rico. Valeu a ilusão”. A região da Serra da Canastra é uma das mais recentes zonas produtoras de diamantes de Minas Gerais. Foi descoberta na década de 1930.
      A Pousada de dona Idelzuita fica numa fazenda. São vários chalés. O nosso ficava bem perto de uma das curvas do São Francisco. Dali partimos para o primeiro encontro com o Velho Chico que – na parte baixa da Serra da Canastra - ainda parece ser uma criança perto do que ele se transformará adiante. O rio São Francisco nasce na Serra da Canastra e percorre 2.700 quilômetros em 5 estados brasileiros – Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Sergipe e Alagoas – até desembocar no Oceano Atlântico.
      Fomos a pé até uma prainha de água doce, claro. São várias espalhadas por todo o percurso do rio. Basta se aproximar de algum ponto da margem do São Francisco para você encontrar cenários como este:

      Como é comum com os mais antigos no interior de Minas pedimos a benção do Velho Chico tocando o leito do rio. Dali partimos de carro para a grande aventura do dia: conhecer a cachoeira Casca D’Anta.
       
       
      Cachoeira Casca D'Anta
       
       
      A explicação para o nome da cachoeira estaria numa árvore comum na região: a Casca D’Anta. A árvore ganhou esse nome porque tem propriedades medicinais cicatrizantes. Diz a lenda que quando a Anta está ferida ela vai até a árvore e se esfrega no tronco para curar ferimentos superficiais.
      Do município de Vargem Bonita até os pés da cachoeira Casca D’Anta são 23,5 quilômetros (22 Km de carro em estrada de terra + 1,5 Km de trilha a pé dentro da mata). Ainda no trecho de carro vale a pena ficar atento. De longe já é possível avistar a Casca D’Anta tamanha é a grandiosidade da queda d’água. Ela se forma 14 Km depois da nascente do São Francisco.

      Há placas indicando o caminho até a cachoeira, uma das principais atrações da Serra. Como é grande o trânsito de veículos 4x4 vale a pena fechar a janela do carro pra não ficar literalmente comendo poeira. Entre uma foto e outra vacilei e senti o gosto da terra na boca durante o percurso.
      A estrada termina numa casa de pedra. Está é uma das portarias do Parque Nacional da Serra da Canastra. É a Portaria 4. O visitante deixa o carro no estacionamento – um terreiro de terra bem em frente a casa. A partir deste ponto é preciso seguir a pé. Antes o visitante paga uma taxa de R$ 8 para ter acesso a trilha que leva até a Casca D’Anta.
      O pagamento é apenas em dinheiro. Estrangeiro paga R$ 16. A entrada é de graça para quem tem menos de 12 anos ou mais de 60 anos. Na portaria o visitante pode retirar um folheto com informações. O horário de entrada é das 8h às 16h horas. O visitante deve voltar e deixar o Parque até às 18h. No horário de verão, a entrada é estendida até às 17h e a saída até às 19h por conta da luz solar. É proibido entrar com bebida alcoólica e também com animais domésticos.
      O percurso da portaria até a cachoeira é de 1,5 quilômetros. A maior parte dele em estrada de terra. É bem tranquilo de fazer. Tanto que ao longo do caminho cruzamos com crianças e também idosos. Existe inclusive estrutura turística ao longo da estrada como área de camping, banheiro masculino e feminino e quiosques com mesas para o visitante descansar e fazer um piquenique.

      Mais próximo da cachoeira, a estrada dá lugar a uma trilha estreita em trecho de mata fechada. Vale a pena ficar atento porque alguns pontos são bastante altos. Esse percurso é às margens do rio São Francisco. Lá embaixo, as pedras formam piscinas naturais. Vimos grupos de pessoas se refrescando nas águas. Para chegar lá basta seguir por trilhas menores que levam até o leito do rio.
      Quem segue em frente pela trilha principal chega até um mirante com uma visão privilegiada da Casca D’Anta. O ponto é excelente para tirar umas fotos.

      Ali também construíram uma pequena arquibancada para o visitante descansar e já admirar a imensa queda d’água que vai encarar em instantes. E ela surge do nada em poucos minutos de caminhada.

      Interessante reparar na reação das pessoas nesta hora. Elas ficam mesmo de boca aberta e com a cabeça inclinada para o alto. A cachoeira impressiona. A Casca D’Anta é a primeira grande queda do São Francisco. O paredão de água tem 186 metros de altura. Cai com tanta força que o impacto no lago provoca uma chuva que é lançada em direção aos visitantes. Impossível não se molhar.
      Vale muito a pena levar uma capa de chuva para não ficar ensopado como eu fiquei. É tanta água que você tem a sensação de ter entrado na água com roupa e tudo. Vez ou outra é bom enxugar a lente da câmera. A água que acumula fica visível nas fotos...rs.
      Chegar até o lago lá embaixo é bem arriscado. A chuva que se forma deixa as pedras escorregadias. O risco de acidente é grande. Antes de chegar na cachoeira tem inclusive uma placa alertando para os riscos, entre eles o de afogamento. O folheto que entregam na portaria não recomenda o banho na parte baixa da Casca D’Anta. Eu até me arrisquei nas pedras mas não entrei na água.
      Importante usar uma calça comprida leve para não arranhar as pernas e um calçado com solado antiderrapante. Um repelente também é fundamental porque se você voltar no fim da tarde os mosquitos atacam mesmo. E funciona. Basta passar para eles se afastarem e dar sossêgo.

      As gotas d’água lançadas no ar formaram um belo arco-íris naquele fim de tarde. E pra quem acha que o espetáculo do dia termina ali vale a pena parar o carro na estrada durante o caminho de volta e observar o sol repousar atrás da Serra. É outra imagem que você não vai esquecer. O céu muda de cor. Fica laranja. Com o flash da câmera ativado, o céu fica avermelhado. Mas a maior surpresa da viagem aconteceria mesmo no dia seguinte, na parte alta da Serra da Canastra.

    • Por Marthon Luiz Garcia Livram
      INFORMAÇÕES DE: Fevereiro de 2017.
       
      HOSPEDAGEM: Airbnb – Aplicativo para hospedagem.
       
      ROTEIRO
       
      Planejamento
       

       
      Um feriado de Carnaval é preciso programar com pelo menos 2 ou 3 meses de antecedência devido a demanda e também para tentar correr dos preços exorbitantes que aparecem na época.
       
      Capitólio, como é turístico e anda na moda, não é diferente, e para reduzir o orçamento de uma viagem assim, uma das melhores alternativas que encontrei foi ficar em outra cidade nos arredores do lago de Furnas.
       
      Os hotéis e pousadas esta época do ano estavam com preços além do imaginável, por isso nesta viagem usei pela primeira vez o AirBnb, o aplicativo de alugueis de casas para férias e feriados, foi um teste, e agora virei cliente e recomendo.
       
      Eu e a turma pegamos um apartamento no centro de Piumhi para 5 noites e 4 dias por R$ 1.045 (com taxa de limpeza). Um imóvel de 3 quartos para até 8 pessoas, ou seja, o carnaval todo por R$ 130,63 / pessoa, bem em conta, não??
       
      O POST completo recheado de foto, contatos e demais informações esta no blog http://www.queromochilar.com.br.'>http://www.queromochilar.com.br.
       
      Sobre a hospedagem com AirBnb
       
      Foi a primeira experiência de muitas, após reservado o imóvel, entramos em contato com a proprietária, quem nos instruiu sobre passeios, recebeu os primeiros que chegaram no imóvel, apresentou o bairro e teve o cuidado de deixar um lanchinho para quando chegássemos. Não tivemos nenhum tipo de problema. Só tenho Elogios a Francisca.
       
      Sobre a escolha de Piumhi.
       
      A cidade fica a 20 km de Capitólio, é uma cidade bem estruturada e bem menos movimentada. Como os atrativos ficam afastados de Capitólio, você acabará andando 30 km a mais (ida e volta) para fazer os passeios, isso dará em torno de 10 reais a mais (R$ 2,50 por pessoa se dividir por todos do carro), e ira economizar até um terço do valor da hospedagem que pagaria na disputada Capitólio.
       
      Ah, outra coisa, tem um pedágio de R$ 5,50 de Piumhi à Capitólio, ida e volta, mas mesmo assim acaba compensando.
       
      Planejando os passeios
       
      Como saímos na sexta as 15h30 de Montes Claros e chegamos ás 00h40 – nove horas de viagem por causa do trânsito pesado – e acordamos no sábado cedo, tivemos o dia todo pela frente para curtir as atrações deste lugar.
       
      Como todos ainda estávamos cansados, fomos nos passeios mais “próximos” e planejamos Morro do Chapéu na parte da manhã e Cascata Ecopark na parte da tarde.
       
      Morro do Chapéu.
       
      Entrada: Gratuito.
       
      Horário: Sem horário de funcionamento.
       
      Duração do passeio: Umas 3 horas – Contando deslocamento e caminhada.
       


       
      O Morro do Chapéu é um mirante natural a 1.293 metros de altitude de onde podemos aproveitar um belo visual do”Mar de Minas”. A vista do lago de Furnas daqui é incrível.
       
      Como chegar:
       
      Para chegar ao Morro do Chapéu, peguei a MG-050, sentido Canyons e andei até a estrada do Dique. Você vai seguir as placas do Hotel Engenho da Serra.
       
      Após andar 24 km (de Piumhi), ou 12 km se sua referência for de Capitólio, você vai cruzar a pista e entrar sentido o hotel Engenho da Serra, esta entrada é em uma curva e péssima de visão, achei perigosa. Após entrar começa a estrada de terra de 10,1 km até o topo, você vai passar pela estrada do Dique, e vai seguindo. Há Placas, logo vai ver uma indicando a entrada para o Morro do Chapéu.
       
      Havia trechos muito ruins para o carro ainda mais por que havia chovido, não eram atoleiros, mas trechos com buracos e pedras, muito ruim mesmo. Achamos carros voltando, desistindo e nos alertando, mas teimosos que somos resolvemos seguir, fui de Uno, mas não indico carro baixo se não for habilidoso em estrada de terra.
       
      Uma hora de carro e chegamos a um ponto quase no mirante que preferimos não passar com o carro e seguimos a pé devido as mas condições da estrada.
       
      Mapas: Estão disponíveis no Blog: http://www.queromochilar.com.br
       
      Sobre o Trekking:
       
      Impossibilitados de subir o morro até o final com carro, resolvemos terminar a pé, pois estávamos bem próximos.
       
      Fomos cortar caminho, pois era mais curto que seguir a estrada e fomos por uma trilha bem íngreme no meio dos morros, andamos menos de 1 km, mas foi um pouco puxado devido a subida.
       
      Quando chegamos no topo o visual compensa tudo. Lá de cima temos uma visão privilegiada do lago de furnas com seu verde esmeralda incrível que rende excelentes foto.
       
      Cascata Ecopark.
       
      Entrada: R$ 35,00 – Preço do Carnaval; Preço normal R$ 30,00.
       
      Horário: 9h00 as 18h00.
       
      Duração do passeio: Recomendo 4 horas – Mas pode-se ficar lá o dia todo.
       
      Como Chegar:
       
      Após o Morro do Chapéu, voltamos para MG-050 sentido Passos andamos por mais 24 km (22 min) e chegamos na entrada do Ecopark. Aqui também temos que cruzar a pista, mas é mais tranquilo e a estrada de terra é bem curta, praticamente insignificante.
       
      Sobre a Cascata Ecopark
       
      No lugar há um restaurante que serve somente porções pequena a preços bem salgados (Ex: R$ 35,00 de filé de carne e R$25,00 de mandioca) e uma trilha curta de 1,2 km (ida e volta) com acesso ao mirante, cachoeiras e piscinas naturais.
       
      No Ecopark há uma trilha curta e de fácil acesso, onde começamos passando pela parte de cima das cachoeiras e chegamos a um mirante para os Canyons e depois vamos a duas quedas d´água onde é possível banho de cachoeira, o lado ruim é que não há poços com boa quantidade de água para banho.
       
      O começo da trilha é bem sinalizado, mas depois vamos seguindo a trilha rumo ao mirante e ficamos sem saber onde termina, então seguimos até ver que se andássemos mais não mudaria a paisagem.
       
      Depois dos Mirantes fomos rumo as cachoeiras, para chegar até lá temos algumas pedras escorregadias como obstáculos, mas nada perigoso, só ter cuidado. Em alguns trechos temos que passar por água, o que pode molhar o tênis. Como esta trilha é fácil, curta e com mais de três paradas, recomendo ir de chinelo.
       
      A primeira cachoeira é a melhor para banho, com uma queda d´água que termina no lago dos Canyons de furnas e é possível ver várias lanchas que fazem os tours chegando para apreciar a paisagem.
       
      Para finalizar a trilha temos uma pequena escaladas em pedras para passar por outro poço de banho e outra cachoeira, a da entrada do Ecopark, na primeira foto.
       
      Acabou que ficamos das 12h30min até as 17h curtindo este belo lugar até retornarmos para Piumhí.
       
      Acordamos cedo e às 9h00 fomos direto para o Paraíso Perdido.
       
      Paraíso Perdido.
       
      Entrada: R$ 40,00 (carnaval) – Normalmente R$ 35,00.
       
      Horário: 8h00 as 18h00.
       
      Duração do passeio: Um período (Manha ou tarde) é o recomendado.
       
      Como chegar:
       
      Para chegar no Paraíso Perdido, pegamos novamente a MG-O50 sentido Passos, e andamos por 53 km (vindo de Piumhi) até chegarmos a estrada de terra que está em boas condições e são somente mais 4,6 km até a portaria da propriedade.
       
      O acesso é fácil, não se preocupe, pois é bem sinalizado e daqui podemos ver a hidrelétrica de furnas.
       
      Quando chegamos a fila de carros para entrar estava enorme, e esperamos em torno de uns 30 min para conseguir chegar a portaria.
       
      Na portaria, recebemos as instruções de funcionamento do lugar e segurança e seguimos rumo as cachoeiras.
       
      Sobre o Paraíso Perdido
       
      O Paraíso perdido tem uma excelente estrutura, com um ótimo restaurante e instrutores para todo lado para alertarmos de perigo, só que juro, esperava mais.
       
      Havia lido que aqui havia 18 piscinas naturais e 8 quedas, eu paguei 40 reais e vi 3 quedas (eu considerei, não sei como contam 8 ). Pelo que eu vi, as quedas estão todas no mesmo percurso e não são grandes, é uma quase grudada na outra e também considerei só dois poços naturais, confesso que fiquei decepcionado com este lugar e pelo que lia achava que seria o melhor de todos, mas não foi.
       
      Nossa sorte foi ter chegado cedo e curtido a cachoeira e o poço, pois próximo ao meio dia os instrutores começaram a retirar todo mundo por risco de tromba d´água, e para sair foi bem chato, pois só tem um caminho e estava lotado.
       
      Sobre a trilha:
       
      Para fazer a trilha não é permitido levar comida, nem garrafas descartáveis, mas como não revistam a mochila todo mundo acaba levando. Só não deixar lá, né pessoal?? Acho que vocês não fariam isso…
       
      A trilha é bem curta, mas quase 100% sobre as pedras, o que pode deixá-la um pouco perigosa, principalmente em dias de chuvas. Há três quedas pelo caminho, onde podemos tomar banho, e também há travessia na água. Eu recomendo ir de chinelo nesta trilha ou sapatilha aquática.
       
      A trilha é bem sinalizada e por ser um caminho único de ida e volta se for temporada fica lotada e um caos para subir e descer, mesmo com a equipe do lugar orientando o povo.
       
      Acabamos almoçando por aqui, pois há um restaurante ótimo com comida a quilo (R$ 38,00 / kg).
       
      Saindo daqui fomos curtir a cachoeira do Filó que estava próxima e no caminho de volta para Capitólio.

       
      Cachoeira do Filó
       
      Entrada: Gratuita.
       
      Horário: Sem horário de funcionamento.
       
      Duração do passeio: Um período (Manha ou tarde) é o recomendado.
       
      Como chegar:
       
      A Cachoeira do Filó fica nas margens da MG-050, vindo de Capitólio está do lado direito, mas como estávamos voltando do paraíso perdido ela está ao lado esquerdo há 1,1 km.
       
      Não tem placa sinalizando o local, mas não tem erro, é cheio de carros parados no acostamento, ônibus, assim viu a muvuca fique sabendo que é lá.
       
      Sobre a Cachoeira do Filó
       
      A cachoeira do Filó é top!
       
      Uma bela queda d´água com um poço enorme excelente para banho. Como é gratuita e bonita está sempre lotada.
       
      Parando na rodovia é só andar 100 m. Há a possibilidade de subir até o mirante, só ir contornando a queda dá água e subir pela mata, mais uns 100 m e você estará no topo da cachu, além de ter acesso ao poço atrás da mesma.
       
      O lado ruim é que ninguém cuida deste lugar, uma pena. E por estar assim ao Deus dará o pessoal MAL EDUCADO deixa lixo, e ouvi dizer até que estava tendo assaltos lá, por isso, cuidado.
       
      Trilha do Sol.
       
      Entrada: R$ 40,00 (Carnaval) – Normalmente R$ 35,00.
       
      Horário: 8h00 as 18h00.
       
      Duração do passeio: Um período (Manha ou tarde) é o recomendado.
       
      Como chegar:
       
      Como quase todos passeios, a trilha do sol também fica na MG-050, no Km 304, há 38,1 km de Piumhi. Há sinalizações na estrada indicando a entrada da estrada de terra onde temos que entrar. A estrada de terra é ótima e somente 1 km.
       

      Sobre a Trilha do Sol
       
      Recomendo ir no primeiro horário, principalmente em véspera de feriado, pois a portaria estava lotada e uma bagunça no inicio da manhã.
       
      Neste dia fiquei feliz, pois realmente fiz uma trilha. E achei o melhor dos passeios pagos, sério, é imperdível este lugar.
       
      Há três atrativos principais na trilha do sol:
       
      1- Cachoeira no Limite.
       
      2- Cachoeira do Grito.
       
      3- Poço Dourado.
       
      Ah, e a parte naturista se não tiver acanhado…rs.
       
      Sobre a Trilha – Passando pelos 3 atrativos.
       
      Primeiro fomos em direção a Cachoeira no Limite e penso que é por onde devemos começar a trilha. Uma caminhada de apenas uns 25 minutos e estamos no lugar.
       
      A trilha é show, pelo cerrado florido e rodeado de paisagens incríveis, poucas subidas e descidas e a mais fácil das 3.
       
      Depois da cachoeira e do banho de chuva, voltamos o caminho até a bifurcação inicial com as placas e agora vamos rumo a cachoeira do Grito.
       
      A trilha para o grito também é bem tranquila, com subidas pouco íngremes e paisagens incríveis. Somente para descer até a cachoeira que os mais sedentários sofrem um pouco, pois tem uma escada com 69 degraus que na volta cansa um pouco as pernas rsrs….
       
      Após subir a escada para o retorno vamos seguindo as placas rumo ao poço dourado, que é o mais top de todos os atrativos na minha opinião. Como eu não tinha lido nada sobre este lugar, esse poço foi uma bela surpresa.
       
      Para chegar até lá temos uma descida íngreme, e chegamos em um poço, na hora não achei nada demais, mas então descobri que as pessoas estavam entrando em uma abertura na mata seguindo o córrego e descobrimos que o poço na verdade era lá dentro.
       
      Entrei no córrego e fui seguindo, tem horas que a água chega quase na cintura (minha cintura de uma pessoa de 1,67 m…rs), mas a maior parte do trajeto a água fica no joelho.
       
      O caminho dentro do córrego no meio da mata é espetacular, ainda mais que durante a trilha temos paredes com muitas pedrinhas empilhadas que deixam o lugar ainda mais interessante.
       
      No final da trilha temos uma cachu que é impossível resistir, ainda mais você estando todo suado da caminhada.
       
      Mesmo com travessia em água, recomendo na trilha do sol ir de tênis, pois são 4 km. O lugar tem estrutura com restaurante, que apesar de não ter comido por lá, parece ser bom.
       
      Daqui fomos direto para o lugar onde saem os passeios de lancha que já estava agendado. No local ficam dois restaurantes, entre eles, o do Turvo que estava saindo pessoas para fora. Então resolvemos almoçar no Águas Minas (R$ 40,00 / kg), fila menor e comida ótima.
       
      Passeio de Lancha nos Canyons.
       
      Entrada: R$ 100,00 (Carnaval) – Normalmente R$ 80,00.
       
      Horário: Agendado – das 8h00 as 16h00.
       
      Duração do passeio: 2 horas.
       
      Após o almoço fomos procurar o Furnas Aventura, a empresa que nos levaria para fazer o Canyon de lancha, o passeio foi incrível, mas a empresa uma decepção. Umas duas semanas antes do passeio liguei e reservei o mesmo para 6 pessoas, na data que liguei me informaram o preço de R$ 80,00 por pessoa, informei todos meus amigos e na hora que chegamos lá estavam cobrando R$ 100,00, ok, entendo que aumentam o preço do carnaval, mas deviam informar seus clientes, pois combinar uma coisa e fazer outra para mim é falta de respeito.
       
      Questionamos a situação e a única alternativa que nos deram foi desistir do passeio, disseram claramente que não precisavam da gente e que a fila de espera era grande, se quiséssemos desistir podíamos ficar à vontade. Sem outra opção e sem vontade de ficar sem fazer o principal de Capitólio, acabamos indo e curtindo muito, mas nunca mais uso esta empresa e nem recomendo.
       
      Nosso passeio de lancha saiu as 14h00 de frente ao restaurante do Turvo e teve duração de 2 horas. Pedem para não levar garrafas de vidros, destilados e caixas térmicas grandes, pois o espaço é pequeno.
       
      Mapa do passeio de lancha no Aplicativo Wikiloc.
      Fomos direto nos Canyons com as duas cachoeiras, cuada e de cuadinha, quando vamos chegando a paisagem é fantástica e ver aquelas duas quedas de água no meio daquele Canyon com águas verde esmeralda com certeza é uma cena para se gravar na mente para vida toda. Este lugar é o cartão postal de Capitólio e Lago de Furnas.
       
      O lugar estava lotado demais e não atrapalhou o bom banho no rio e as fotos.
       
      Depois daqui fomos conhecer o Vale dos Tucanos, onde nosso motorista explicou sobre a história do lago de furnas e esclareceu várias dúvidas. Este vale tem pontos de 80 até 190 metros de profundidade. Não paramos para nadar, pois o tráfego de lanchas e jets estava grande, sendo nadar perigoso.
       
      Fomos então na cachoeira do Ecopark pelo Canyon – onde fomos no nosso primeiro dia – e a vista deste angulo foi demais.
       
      Depois fomos para frente da Lagoa Azul, que estava bem cheia e ruim descer para nadar, penso que nem azul estaria….rs.
       
      Tinha que pagar R$ 20,00 para acessar e como é possível fazer por terra este passeio, o nosso piloto nos levou para finalizar o passeio em um lugar desconhecido, o Vale das esmeraldas, lá estava bem tranqüilo e finalizamos nosso passeio com um banho delicioso aqui.
       
      Mais paisagens incríveis na volta e ao som do Bob Marley tocando na lancha retornamos, foi um passeio incrível, com certeza imperdível.
       
      Aproveitando que ainda era 16h00 fomos conhecer outro lugar muito procurado – o Mirante do Canyon.
       
      Sobre o Mirante do Canyon
       
      Entrada: Gratuita.
       
      Horário: Aberto.
       
      Duração do passeio: Em torno de 40 min.
       
      Como Chegar:
       
      Após o restaurante do Turvo, andei sentido Passos mais 5,4 km e cheguei a entrada do mirante. Você irá ver muitos carros estacionados no acostamento. Neste dia, paramos um pouco mais afastado, uns 100 m, em uma entrada de estrada de terra, pois tínhamos escutado que a polícia estava multando os carros estacionados irregularmente no acostamento.
       
      O acesso ao mirante é supertranquilo, apenas 300 metros da rodovia e plano, lá temos uma visão incrível das duas cachoeiras que desaguam no Canyon. Por ser gratuito e de fácil acesso nem preciso dizer que lá está sempre lotado, né?
       
      Em frente ao mirante há uma outra cachoeira gratuita e bem bonita, a Diquadinha.
       
      E DAÍ, QUANTO FICOU A BRINCADEIRA??
       
      1- Orçamento minha viagem: R$ 249,75 / dia / pessoa.
       
      Considerado: Gastos com carro (14 km /l) e pedágio dividido por 4 passageiros + Passeios + Compras + Alimentação fora Hospedagem Airbnb + Viagem de Montes Claros a Piumhi.
       
      2- Orçamento sem hospedagem e combustível do deslocamento MOC – Piumhi: R$ 122,98/ dia / pessoa.
       
      Muito mais dicas e informações no http://www.queromochilar.com.br

    • Por casal100
      Resolvemos, dessa vez, fazer alguns roteiros distintos: beira-Mar, trilhas em montanhas e travessia.
      Começamos por Ubatuba, foram 10 dias de caminhada, por algumas das principais praias; depois pegamos nosso veículo e fomos fazer alguns roteiros em Extrema-MG e, por último,  a grata surpresa: TRAVESSIA DA SERRA DA CANASTRA-MG, que lugar maravilhoso: belas cachoeiras, trilhas fortes, flora e fauna exuberante, povo amigável, queijos deliciosos(alguns entre os melhores do mundo na sua categoria) sem contar a culinária mineira. Tudo de bom.
    • Por Guiherme Zaia
      Estou planejando uma viagem para a Serra da Canastra em Junho. Vocês acham que o saco de dormir Trek500 da Forclaz (marca da decathlon) de 5º da para aguentar o frio? Ou seria necessário o de 0º?

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