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Tailândia: Bangcoc > Chiang Mai > Railay > Ko Phi Phi > Bangcoc


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Pessoal,

 

Meu nome é Paula, e antes de começar, estou aqui pra agradecer a todas as pessoas que publicaram suas experiências aqui no Mochileiros; todas elas e os demais blogs que eu li antes de viajar me ajudaram MUITO a planejar a viagem, e também a saber lidar com uma cultura tão diferente quanto a da Tailandia.

 

O fato de você pesquisar bastante antes dessa viagem vai te poupar de vários apuros. Mas uma coisa você pode ter certeza; vai ser tudo muito diferente do que você imaginar. Diferente no sentido de como as coisas funcionam, como as pessoas te tratam e também como elas se comportam.

 

De forma geral, tem algumas coisas que são básicas pra essa viagem:

 

- Nunca compre nada sem negociar; a regra geral é no mínimo tentar fechar na metade do valor inicial – com certeza terão vendedores que vão te expulsar da loja, mas não se abale e parta pra próxima.

 

- Nunca pegue um taxi ou tuk-tuk sem fechar o valor primeiro ou combinar com o motorista para que ligue o taxímetro.

 

- Repita quantas vezes forem necessárias para a pessoa te entender – assim você evita mal entendidos.

 

- Não beba muito antes dos tours de barco – não mesmo!

 

- Leve todos os remédios possíveis (analgésico, dor de garganta, diarréia, estomago, enjôo, anti-alérgico, etc). Hora ou outra você vai precisar de algum deles.

 

- As pessoas lá na maioria são muito gentis, mas tenha em mente que sempre tem os espertinhos esperando pra aplicar golpes. Cuidado com tours oferecidos pelos tuk-tuks, hotéis que somem com itens do quarto, pessoas na rua que falam que os templos estão fechados.

 

- É tudo uma grande bagunça. A bagunça mais confusa que eu já vi na minha vida, mas que no final da tudo certo. Nos tours, você vai pra um lugar, espera 10 minutos em outro, colam uma etiqueta em você, te mudam pra outro lugar; mas no fim das contas, você chega onde tinha que chegar. Então, é uma zona mesmo, não se preocupe.

 

Uma coisa que percebemos e não li em lugar nenhum, é que eles só podem vender bebida alcoólica nos mercados (inclusive 7 Eleven) a partir de determinado horário. Em Bangcoc a partir das 11hs da manhã, em Chiang Mai às 17hs e somente nas praias não tivemos nenhum problema com horário. Então, aos bebedores de cerveja como nós, se quiserem beber mais barato antes desses horários, comprem no dia anterior. Os bares e restaurantes vendem normalmente, mas o preço é o dobro dos mercados.

 

Para aqueles que têm dificuldade com o calor como eu, viajar entre os meses de Fevereiro e Maio é loucura – são os meses mais quentes na Tailandia. Não escolhemos Outubro; na verdade foi o mês que conseguimos negociar nossas férias. A época de chuva vai de Junho a Outubro, o que me deixou um pouco preocupada a princípio. No fim das contas, a chuva não estragou nenhum dia da nossa viagem – até ajudou a refrescar o calor escaldante! Mas 99% das vezes choveu somente a noite, ou por 1 hora ao longo do dia. Não sei nos demais meses, mas nós aprovamos o clima em Outubro.

 

Outra coisa importante, é ter o maior desapego do mundo quando você for fazer a sua mala. As nossas malas tinham 7kgs cada uma. Lembre-se que lá é calor, e que tem muito lugar barato pra lavar as roupas. Você passará 99% do seu tempo de chinelo, e o melhor de tudo: não vai precisar despachar as malas, e ficar no meio daquela multidão maluca esperando sua mala chegar – tanto no vôo internacional, como nos vôos internos.

 

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Pesquise bastante as passagens aéreas para os vôos internos. Tem muito vôo que compensa muito mais do que trem e/ou Ferry. Você ganha tempo e gasta a mesma coisa, se não gastar menos! Nós pegamos 3 vôos internos:

1) Bangcoc (DMK) > Chiang Mai (CNX) – Air Asia R$ 222,05 (2 passagens, já com taxa de IOF do cartão)

2) Chiang Mai (CNX) > Krabi (KBV) – Air Asia R$ 698,57 (2 passagens, já com taxa de IOF do cartão)

3) Krabi (KBV) > Bangcoc (DMK) – Thai Lion Air R$ 72,28 (2 passagens, já com taxa de IOF do cartão)

 

Somente uma delas pagamos mais caro, as outras duas conseguimos promoções muito boas pesquisando no Skyscanner. Compre com antecedência, vale muito a pena!

 

Esses são os comentários gerais, bora pro relato?

 

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04/10/2015 – São Paulo > Bangcoc

 

Saímos de São Paulo no vôo das 00h05 do dia 03/10 com destino a Dubai. Foram 14h45 que eu capotei no avião, mas o Felipe assistiu uns 1.999 filmes já que não consegue dormir de jeito nenhum. A escala em Dubai era de 6hs, e por causa disso, a Emirates da um voucher para jantar no aeroporto lá. O vôo de conexão saiu às 03h00 da manhã de Dubai com destino a Bangcoc. Nosso vôo chegou no Aeroporto de Suvarnabhumi às 12h30 da tarde (6h30 de vôo).

 

Como não despachamos as malas, já saímos e seguimos a placa do Metro que sai de dentro do aeroporto (Airport Link Rail). A passagem custou 45 bahts/pessoa, e fomos até a estação final, que ainda é longe da Khao San Road – aqui vale citar que ficar próximo à Khao San Road facilitou bastante quando tínhamos que negociar taxi e Tuk-tuk, pois os motoristas tinham maior facilidade para entender para onde queríamos ir.

 

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Chegando na estação Phaya Thai (que é a última), pegamos um taxi por 100 bahts até a Rua Rambuttri (essa rua fica paralela à Khao San Road). Estava chovendo e o transito estava péssimo. Logo estávamos no Rambuttri Village para fazer o check-in. Vale mencionar que alguns hotéis (este é um deles) pedem um depósito de um caução, que você retira quando faz o check-out. Neste hotel não pagamos pelo café-da-manhã.

O calor estava intenso, e apesar de o jetlag não ter nos afetado, resolvemos tirar um cochilo antes de sair andarilhando por aí.

 

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Saímos do hotel por volta das 19hs e fomos para a Khao San Road. Que loucura é aquela rua! Som alto, muita gente, barraca de tudo quanto é coisa, comida, enfim...sentamos em umas mesinhas na rua, e já pedimos um bucket cada um. Vale muito mais a pena do que tomar cerveja, afinal, é um balde de bebida!

 

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Para finalizar, bebemos uma cerveja pra matar o calor, saímos e comemos nosso primeiro Pad Thai com Spring Roll na rua – tudo por 120 bahts. E estava uma delícia!

 

Na volta pro hotel, paramos em uma agência para fechar nosso tour em Ayutthaya.

 

 

05/10/2015 – Bangcoc (Ayutthaya)

 

Existem 2 opções de ir para Ayutthaya: sem agência de trem ou de van através de alguma agência. Li muitos relatos onde as pessoas foram de trem sem agência (que é bem mais barato por sinal), e fizeram o tour de bike. Eu sinceramente sempre opto pela praticidade. Às 7 e pouco da manhã a van passou no hotel para nos buscar.

 

Depois de 1 hora de viagem chegamos na antiga capital da Tailandia. Não sei se todos os guias são assim ou se demos azar, mas eu não entendia uma palavra do que ele falava. Lá, fizemos 5 paradas em pontos de visitação, e o tour é bem legal e vale a pena.

 

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Voltamos no final da tarde para Bangcoc (chegamos por volta das 17hs), e a noite fomos para Siam conhecer os shoppings.

 

O Siam Center e o Siam Paragon são muito bonitos, mas para pessoas que querem fazer compras em lojas de marca. O preço é até razoável, mas não ficamos muitos tempo por lá. Em seguida fomos para o MBK – este shopping tem 7 andares, e cada um deles é focado em algum tipo de produto (sapato, roupa, souvenir, etc). Ao invés de lojas, são barraquinhas e os preços dos souvenirs são ótimos! Como estávamos no início da viagem, não compramos nada – já que tínhamos limite de peso de bagagem nos vôos internos. Só jantamos e voltamos para o hotel.

 

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Entre hoje e amanhã continuo com o relato da nossa ida para Chiang Mai!

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06/10/2015 – Bangcoc > Chiang Mai

 

Acordamos cedo e fomos a pé até os templos, que estavam bem próximos de onde estávamos hospedados. É uma boa caminhada, o tempo estava nublado e ajudou a dar uma quebrada no sol. Um homem na rua começou a conversar com a gente, disse que era professor e que hoje os templos estavam fechados pela manhã. Pegou nosso mapa e deu umas dicas de outros lugares para conhecer. Li muito sobre golpes dizendo que os templos fecham, mas para o nosso azar, de manhã os templos realmente estavam fechados para visitação. Era feriado de Buda e só podia entrar para fazer meditação. Foi uma longa caminhada em vão, mas que nos ajudou a planejar a visita no nosso retorno para Bangcoc.

 

Voltamos para o hotel fazer o check-out, almoçamos e fomos negociar o taxi para o Aeroporto Don Mueang. Este é o segundo aeroporto de Bangcoc, mais antigo e tão longe quanto o Suvarnabhumi. Ainda era 14hs e nosso vôo era somente às 18h10. Isso ajudou na hora de negociar o taxi – pagamos 320 bahts, para um preço inicial de 500 bahts.

Voamos pela Air Asia (1 hora de vôo), e foi bem tranquilo.

 

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Chegando em Chiang Mai já era noite, pegamos o taxi do aeroporto mesmo (160 bahts) para o hotel. Ficamos no Baan Montien, que eu super recomendo! Neste hotel não tivemos que deixar nenhum depósito caução. Deixamos as malas no quarto, e já saímos para conhecer os arredores e jantar.

 

O nosso hotel ficava bem próximo da muralha que divide o centro da cidade dos demais bairros, e em uma caminhada de 10 minutos encontramos um restaurante para jantar. A noite em Chiang Mai é uma delícia, bastante gente nas ruas, mas um clima bem mais calmo do que Bangcoc.

 

Logo voltamos para o hotel pois no dia seguinte eu já tinha agendado por e-mail a visita ao Patara Elephant Farm.

 

 

07/10/2015 – Chiang Mai (Patara Elephant Farm)

 

Tomamos café-da-manhã bem rapidinho, e a área do café ficava no último andar do hotel. Que vista maravilhosa!

Logo a van do Patara chegou no hotel, então tivemos que descer no meio do café para sair.

 

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Peguei a indicação deste santuário aqui no Mochileiros e em alguns blogs que encontrei na internet. Ele é bem mais caro que os passeios usuais de elefante, pois na realidade você vive um dia como um cuidador de elefante.

 

A reserva precisa ser feita com antecedência através do site (http://www.pataraelephantfarm.com/) e o pagamento é feito somente no dia que você fizer o passeio. O valor que pagamos por pessoa foi de 5.800 bahts, onde está inclusa a van de ida e volta, o almoço e o dvd com fotos e vídeos que eles mesmos fazem.

 

Resumidamente, você chega, interage um pouco com alguns elefantes e recebe algumas instruções basicas. Depois aprende alguns comandos, alimenta ele e limpa as costas. Eu fiquei com uma elefante que estava prenha, e seu filhote de 2 anos. Acabei na verdade cuidando de 3 elefantes!

 

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O dia estava uma delícia, até montarmos nos elefantes. O legal é que não colocam nenhuma cadeira ou estrutura para você sentar, vai no pêlo mesmo! Apesar disso, a trilha que os elefantes fazem é super pesada. É uma hora no meio da floresta, com vários barrancos, uma caminhada bem pesada e que não achei tranquilo de fazer. O elefante quer comer a todo momento e os cuidadores que nos acompanham não deixam, e para nós mesmo, é bastante esforço físico para ficar na nuca dele.

 

Depois de 1 hora de trilha, paramos para o almoço. E que almoço! Muito bom, bem variado e na folha de bananeira! Descansamos mais uns 10 minutinhos, e já nos chamaram para dar banho nos elefantes no rio.

Depois disso voltamos mais 10 minutos para o ponto de apoio e o passeio acabou.

O dia foi uma delícia, e apesar de caro achei que vale a pena e recomendo. Só não achei legal a trilha pois na minha opinião, ela é muito extensa e cansativa para os elefantes.

 

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A van nos deixou no hotel, e depois de um bom banho e uma esticada na cama, saímos para jantar. Encontramos a Rua Loi Kroh Road, super agitada cheia de barzinhos e restaurantes. Jantamos um hamburguer e voltamos para o hotel descansar.

 

 

08/10/2015 – Chiang Mai

 

Acordar neste dia foi muito difícil! Eu tinha dor pelo meu corpo todo, por causa da trilha dos elefantes. Levantamos e fomos tomar café-da-manhã; e resolvemos caminhar e conhecer os inúmeros templos de Chiang Mai. É bem diferente de Bangcoc – os templos são bem vazios, e não precisa pagar para entrar. Estava um sol de rachar, mas passamos a manhã toda caminhando pela cidade.

 

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A tarde fechamos o tour para Chiang Rai, para finalmente conhecer o White Temple! Nós queríamos somente conhecer o White Temple, mas nenhuma agência tinha esta opção, então pegamos um tour com 5 paradas.

 

A noite, extendemos a nossa caminhada na Rua Loi Kroh Road, em mais uns 15 minutos chegamos no night market. E que night market! Existem milhares de barraquinhas na rua, e mais algumas dentro do estabelecimento do night market. Precisa negociar bastante, mas tem preços muito bons para souvernirs, roupas e até comida. Ele acontece todos os dias, não somente nos finais de semana como em Bangcoc ou Krabi.

 

 

09/10/2015 – Chiang Mai > Chiang Rai

 

Como saíriamos muito cedo, o pessoal do hotel providenciou um café-da-manhã para viagem (lanche de presunto e salada, e um suco). Com saída às 7hs e retorno às 21hs, a ida até que foi tranquila. Primeiro paramos no Hot Spring, uma espécie de termas com água quente.

 

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Depois seguimos viagem para Chiang Rai. Chegamos no White Temple (Wat Rong Khun) e tivemos 1 hora para ficar andando por lá. Que impressionante! Diferente dos demais templos da Tailandia, este templo é contemporâneo, e tem muitos detalhes. Ele inclusive não está terminado – a previsão é para que seja finalizado em 60 anos. Maiores detalhes sobre a história é só pesquisar no Trip Advisor ou até no google mesmo, que você acha muita informação.

 

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Saindo do White Temple, visitamos uma tribo, onde era possível visitar as Long Neck Women se pagasse um valor adicional. Eu e o Felipe não tínhamos interesse em conhecer, então ficamos aguardando na feirinha, comendo frutas da barraquinha.

 

Em seguida, paramos para almoçar (incluso no tour), e fomos para o Golden Triangle. É um rio que faz divisa com a Tailandia, Myanmar e Laos. E a história é a mesma do Pablo Escobar com a cocaína, porém com o ópio/heroína. É bem interessante, e lá tem a opção de fazer um passeio de barco neste rio, pagando um valor adicional. Também não fizemos pois não achamos atrativo ver o rio e um monte de arvores e tudo mais. Estava muito quente, então decidimos comprar uma cerveja no 7 Eleven. Não conseguimos, pois o mercado só podia vender bebida alcoólica a partir das 17hs.

 

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Depois do Golden Triangle, fomos para um view point, de onde podíamos ver toda a cidade. Lá também tinha alguns templos e estátuas bem bonitas.

 

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Esta foi a última parada, e o retorno foi bem tenso. Pegamos um super congestionamento em Chiang Rai, estava chovendo e o motorista da van correndo a 150km/hr na estrada escura e sinuosa (Van da morte parte 2; me lembrou muito a van que pegamos no Peru - vide relato que fiz no início desse ano).

 

Chegamos bem tarde em Chiang Mai, e como nosso vôo no dia seguinte era 6hs da manhã, eu comi um lanche no 7 Eleven e o Felipe comeu uns espetinhos esquisitos na rua mesmo, para dormimos e sair cedo.

 

 

Pretendo finalizar o relato no próximo post =)

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10/10/2015 – Chiang Mai > Railay Beach

 

Saímos de madrugada para o aeroporto em Chiang Mai, e pegamos o primeiro vôo da Air Asia para Krabi às 06h35. Foram 2hs de vôo e neste dia iniciamos a viagem para as praias maravilhosas do Sul da Tailandia.

Dentro do aeroporto você já compra o bilhete do ônibus que leva até o pier.

 

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No pier você também paga pelo Long Tail Boat que te leva para Railay Beach (não existe outro meio de transporte para chegar lá). Em menos de 10 minutos você chega a Railay East, o lado de Railay onde ficam os restaurantes e barzinhos mais em conta, mas não tem praia (é meio que um mangue). Fomos caminhando para Railay West, e em 5 minutos estávamos no nosso hotel, o Sand Sea Resort. Ele fica na beira da praia, tem piscina de borda infinita e o café-da-manhã estava incluso no valor da diária.

 

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Fizemos o check-in, e neste caso não tivemos que deixar nenhum caução, somente uma cópia do cartão de crédito; eles oferecem um chá gelado de boas vindas no local – eu não tomei, mas o Felipe adorou. O quarto era muito legal! Todo de vidro, espaçoso...o único problema é que o quarto cheira mofo. Saímos para caminhar, e acabamos conhecendo Pranang Cave Beach, onde fica a Pranang Cave! Com todo aquele calor, voltamos para a piscina e passamos o resto da tarde lá.

 

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O estranho de Railay é a água do chuveiro. Ela é meio salgada, então quando você sai do banho fica meio grudando.

A noite fomos para Railay East para jantar. Paramos em uma agência, e fechamos o tour para Hong Island. Depois ficamos no The Last Bar, musica ao vivo, cerveja e petiscos, e todo dia tem show de pirofagia!

 

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11/10/2015 – Railay Beach (Hong Island)

 

Acordamos para tomar o café-da-manhã do hotel, que tinha um buffet bem completo e omelete; além da vista para aquele mar lindíssimo.

Tínhamos 2 opções de transporte para este tour de Hong Island: speed boat (saía de Railay West, e chega mais rapido no destino) ou long tail boat (vai para Krabi, pega transfer para o outro pier e aí sim pega o long tail boat para o destino). Optamos pelo long tail boat, mas se pudéssemos voltar atrás teríamos ido de speed boat. Perdemos muito tempo nessa ida para o outro pier (1h30), e tínhamos menos tempo no destino já que demorava mais para chegar.

 

Todas as paradas desse tour são demais! Desde a lagoa, até a praia e finalmente a parte principal da ilha! Recomendo demais este tour, vale muito a pena – se possível, de speed boat!

 

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Chegamos em Railay e ficamos na varanda do nosso quarto tomando uma Chang depois do banho, e só saímos pra jantar.

 

 

12/10/2015 – Railay Beach

 

Neste dia, tínhamos a opção de fazer o tour das 4 e/ou 7 ilhas. Mas li em alguns blogs e relatos que não vale muito a pena. Eu mesma passo a vez de ficar subindo e descendo do barco milhares de vezes, só faço questão se realmente valer a pena.

 

Então decidimos ficar na praia e na piscina o dia inteiro! E que idéia ótima. Tomamos o café-da-manhã; o dia estava uma delícia e ficamos tomando banho de sol, piscina e mar sem limites – o mar lá não tem ondas e dependendo do horário, da pra ir caminhando até o fundo. A água é cristalina, Muito bom pra ficar relaxando. Foi ótimo para descansar e aproveitar aquele lugar maravilhoso – como gostamos de Railay!

 

No almoço, fomos para Railay East e aproveitamos para comprar o bilhete do Ferry para Phi Phi.

 

A noite tínhamos planejado jantar e ficar de novo no The Last Bar, pois neste dia tinha luta de Muay Thai, mas caiu a maior chuva do mundo e o bar é todo descoberto. Jantamos no Mom’s Kitchen, e voltamos para o quarto.

 

Chegamos enxarcados! Mas naquele calor...até que não foi ruim no fim das contas.

 

 

13/10/2015 – Railay Beach > Ko Phi Phi

 

Tomamos nosso ultimo café-da-manhã, e arrumamos nossas malas para o check-out. O Ferry saía de Railay East, então fomos até lá para esperar o horário de embarcar.

 

O Ferry tem ar condicionado, e uma área externa para aqueles que queriam ir no sol torrando. Claro que fomos no ar condicionado rs e a viagem durou 1h45. Chegamos em Ko Phi Phi! Lá, nos hospedamos no PP Charlie (mesma área comum do PP Princess, mas é a parte mais antiga). Este hotel fica a 5 minutos do pier e à beira-mar, tem piscina de borda infinita e neste tivemos que deixar o caução de 1.000 bahts. Nosso quarto era bem simples e precisa passar por uma repaginada, mas o ar condicionado funcionava tranquilamente e o chuveiro era muito bom. Ele é bem próximo da rua, e pela praia fica bem perto dos shows de pirofagia. A localização é ótima! Nesse hotel tinha canais de filme em inglês (HBO, Cinemax) que assistíamos nas horas de descanso; já que conseguíamos entender algo que falavam rs.

 

Li muitos relatos sobre este hotel sumir com as toalhas de rosto do quarto, e depois cobrar dos hóspedes, ou cobranças em duplicidade no cartão de crédito. Mais para frente, conto a minha experiência neste sentido.

Logo ficamos na praia, pra aproveitar aquela paisagem linda de morrer e aquele clima maravilhoso. Almoçamos e ficamos um pouco na piscina – detalhe para a água que estava quente, por causa da quantidade de pessoas na piscina, e o calor que fazia.

 

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A noite, compramos 2 buckets e fomos assistir o show de pirofagia. Muito top! Os caras são realmente bons, deu uma garoada de leve, mas que não abalou em nada a festa. Estava bem divertido.

 

Conhecemos um brasileiro que mora lá a 4 meses e trabalha fazendo alguns bicos para se sustentar. Parece uma vida sem preocupações, mas imagino que não seja tão simples assim. A noite em Phi Phi é bem agitada, festa e bares para todos os lados, shots de bebidas grátis, beer pong, etc; pra quem procura diversão é o lugar ideal!

 

 

14/10/2015 – Ko Phi Phi

 

Pela manhã tomamos o café no hotel, e ficamos um pouco na praia que neste horário ainda estava mais vazia. Saímos para caminhar nas vielas da ilha, e compramos o tour para Maya Bay (half day). Começava às 13hs e voltávamos às 18hs.

 

Fomos até o ponto de encontro e ficamos aguardando o barqueiro. Nos juntamos com um grupo de mais 11 pessoas e iniciamos o tour.

 

Primeira parada em Monkey Beach. Achei bem desnecessário, um monte de macacos agressivos; querendo roubar bolsas e comidas a todo custo. Apesar de uma placa gigante dizer “não alimente os macacos”, todo mundo fica dando comida e até cerveja para os macacos. Enfim, péssimo, não via a hora de sair dali. Depois passamos pela Viking Cave, e em seguida tivemos tempo para fazer snorkeling. De novo, tinha um casal jogando milhares de pedaços de pão no mar pra atrair os peixes. Esquisito. Depois do snorkeling, fomos enfim para Maya Bay. O barqueiro recolhe a taxa para entrada na praia antes de descermos do barco (200 bahts por pessoa). A entrada não é muito facil; primeiro você precisa andar sobre pedras e corais que machucam o pé – graças a dica de um amigo meu, compramos umas botinhas de neoprene que servem para andar nestas pedras, e éramos os únicos a andar com mais facilidade. Depois, ou você escala uma rede ou entra pelo buraco embaixo da ponte dependendo da maré.

 

A praia é linda. Aconchegante. Mas confesso que deveria ter feito Maya Bay no private boat (estava na faixa de 1.000 a 1.200 bahts para 2 pessoas). Teríamos ido direto para Maya Bay, e em horário alternativo, sem muita gente pra competir com a paisagem. Neste dia choveu então o tempo estava meio nebuloso – o que não tirou a beleza e peculiaridade de Maya Bay!

 

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Saindo de Maya Bay, contornamos a ilha e fizemos uma última parada para snorkeling na entrada da praia. Muitos peixes, tudo muito lindo. A volta no barco foi torturante pra mim. Comecei a passar muito mal do estomago (talvez porque bebi um pouco da agua do mar durante o snorkeling ou pelo arroz que deram de lanche durante o tour; e para ajudar, o cara que estava sentado atras de mim, ficou catarrando a vida inteira dele e cuspindo no mar. Quando chegamos no pier, saí correndo para o hotel. Fiquei um pouco mal por algumas horas, mas mais tarde conseguimos sair para comer alguma coisa; mas voltamos cedo para o quarto pois não estava 100%.

 

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15/10/2015 – Ko Phi Phi

 

Tiramos este dia para ficar totalmente sossegados no hotel. Tomamos o café e fomos na recepção para pagar 2 diárias extras. O fato é que eu tinha planejado ir para Ko Lanta, mas Phi Phi estava bom demais e resolvemos passar mais 2 dias lá.

 

Passamos a manhã toda no quarto pois eu ainda não estava 100% e o Felipe também não estava muito bem, acabou tendo um desarranjo intestinal, então ficamos os dois meio podres se recuperando.

 

Neste dia, saímos para almoçar tarde e ficamos andando pelas vielas da ilha. Olhamos alguns preços de tatuagem (evitem fazer as tattoos nas ilhas, são bem mais caras – fizemos as nossas em Bangcoc e pagamos metade do preço; mais pra frente conto como foi).

 

A noite ficamos um pouco no show de pirofagia (que todas as noites são iguais), comemos uma pizza e mais tarde dormimos para aproveitar o dia seguinte.

 

 

16/10/2015 – Ko Phi Phi

 

Como toda manhã, descemos para tomar café, e conhecemos uma brasileira que mora em Cingapura e estava a semana em Phi Phi de férias. Neste dia tinha Pool Party na piscina do nosso hotel, aberta para toda a ilha e entrada gratuita. Então, logo depois do café nós 3 já ficamos por lá esperando a farra começar. A partir das 13hs tinha DJ, venda de bebidas e beer pong na beira da piscina. Ficamos lá até umas 16hs, então eu e o Felipe saímos para almoçar.

 

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O dia deu uma nublada, então resolvemos dar uma caminhada até o View point. Meu deus que role é aquele??? Uma escadaria sem fim até a entrada, tinha que pagar 30 bahts por pessoa para entrar, e ainda subir mais algumas rampas super íngremes até o topo. A gente quase morreu, mesmo porque não somos nem um pouco atletas. Mas quando chegamos lá, compensou todo o esforço. A vista era animal, dava para ver os dois lados da ilha (o pier e a praia).

 

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Voltamos para o quarto, tomamos um banho e saímos para jantar com a brasileira de Cingapura. Demos uma voltinha até as festas na praia, depois subimos para dormir.

 

 

17/10/2015 - Ko Phi Phi

 

Depois do café-da-manhã, ficamos na praia tomando um sol, mas depois pedimos um arrego e fomos pro ar condicionado do quarto.

 

Quando saímos do quarto na hora do almoço, as moças que arrumam o quarto perguntaram se queríamos que elas limpassem. Dissemos que sim, saímos e elas ficaram lá. Compramos o bilhete do Ferry para Krabi e demos mais uma andada pelas vielas. Voltamos mais tarde para o quarto; o Felipe abriu o frigobar e viu que as cervejas estavam todas bagunçadas. Contou e viu que estava faltando uma lata de Singha. Acontece que a cerveja era bem mais barata no mercado, e não tinha porque consumirmos do frigobar. Descemos na recepção no final da tarde para informar o ocorrido e avisar que não pagaríamos por aquela lata que sumiu. A moça disse para ficar despreocupada pois na manhã seguinte eles iam checar no check-out.

 

Saímos para caminhar, e tomamos o sorvete mais diferente de todos. O líquido é jogado em uma base gelada, e os componentes que você escolhe (chocolate, frutas, etc) são picados no meio do líquido, que vira um sorvete. É muito bom!

 

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Ficamos nas festas na praia, despedida na última noite em Phi Phi.

 

 

18/10/2015 – Ko Phi Phi > Krabi

 

Pedimos para fazerem o check-out, e enquanto isso tomamos o café-da-manhã. Quando voltamos na recepção, a mulher nos devolveu o caução descontando 50 bahts da cerveja que sumiu. Foram longos 15 minutos de discussão, até que ela bem contrariada nos devolveu o dinheiro. Então, já sabem! O hotel é muito bem localizado, mas existem outras opções próximas. Se optarem por ficar no PP Charlie, ou no PP Princess, fiquem muito atentos pois eles adoram aplicar golpes!!!

 

Fomos para o pier, e logo estávamos no Ferry que seguia para Krabi.

 

Pegamos mototaxi para ir do pier até o hotel – era bem próximo, e esta era a forma mais barata de chegar lá. Pesquisando, descobrimos que de final de semana existe um night market em Krabi, então procuramos um hotel próximo a este local. Ficamos no Lada Krabi Residence. Por fora, achei que tinha nos metido numa enrascada. Mas por dentro, o hotel é super novinho e os quartos super espaçosos e bem conservados; sem falar na atendente super atenciosa e simpatica.

 

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Saímos para almoçar, e demos uma caminhada pelas ruas próximas. Encontramos algumas estátuas, e lojinhas. Mais tarde, fomos até o night market. É bem pequeno, comparado ao de Chiang Mai. Mas mesmo assim vale a visita. Muita comida pra experimentar, e bastante barraquinhas de souvenir até que em conta.

 

Jantamos e compramos alguns souvenirs, depois voltamos para o hotel para dormir.

 

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19/10/2015 – Krabi > Bangcoc

 

Saímos de manhã e tomamos café no 7 Eleven mesmo. Demos uma caminhada até o semáforo bem diferente que ficava perto do nosso hotel, e fomos negociar um taxi para o aeroporto pois nosso vôo era 13hs. Conseguimos na rua um taxi bem mais barato, então subimos para arrumar nossas coisas. Krabi Town tem um templo branco, mas ficamos com medo de andar até lá e depois ter que voltar correndo para pegar o taxi às 11hs. Fizemos uma horinha no quarto, e logo deu o horário para seguirmos viagem para Bangcoc.

 

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Pegamos o vôo da Thai Lion Air, e a tarde já estávamos em Bangcoc.

Aqui tentamos pegar um ônibus que sai do aeroporto e vai até a Khao San Road. Ele custa 30 bahts por pessoa, super barato! Acontece que acabamos pegando o ônibus errado (perguntei sobre a Khao San Road para o motorista mas pelo visto ele não entendeu), e tivemos que descer no meio do caminho. Isso nos obrigou a pegar um tuk-tuk (nosso primeiro tuk-tuk!!!) para chegar até o hotel. Até conseguimos um preço bom – 160 bahts.

 

Ficamos de novo no Rambuttri Village – como disse, o hotel é razoável e a localização fala muito a favor dele. Andamos bastante na Khao San Road e arredores para tentar comprar uns souvenirs, mas achamos muita coisa cara perto do que vimos em Krabi. Almoçamos um pad thai na rua mesmo e mais tarde decidimos ir para o MBK, o paraíso dos souvenirs!

 

Compramos muita coisa lá e gastamos bem pouco. Também compramos nossa mala, para despachar as roupas e líquidos, e levar nos mochilões somente as coisas que quebram e que não podiam extraviar.

 

A noite decidimos dar uma vasculhada nos estúdios de tatuagem! Eu queria muito fazer uma sak yant desde que começamos a pesquisar essa viagem, então fomos em busca do lugar. São muuuuitos estúdios, e no fim das contas muitos deles chamam os mesmos tatuadores para fazer a arte. Fomos super bem atendidos no Eak Tattoo da Rua Rambuttri; foi lá mesmo que fizemos a tattoo! Optamos pelo bamboo, ao invés da máquina. Primeiro pois ela é menos agressiva (mal saiu sangue) e depois que esta técnica só existe na Tailandia. Eu queria mesmo fazer o ritual com um monge, mas eles não tatuam mulheres (são raros que tatuam), então foi no estúdio mesmo.

 

E dói, meu deus como dói! Dói muito mais do que a tatuagem com máquina, pode ter certeza! O Felipe disse que eu me contorcia a todo momento, e na minha cabeça eu não ia aguentar as 2hs que ele disse que demorariam. Eu também não escolhi um lugar muito favorável (nas costas, na altura das costelas). Mas valeu a pena! Ficou linda demais, e para aqueles que gostam de tatuagem, recomendo. No fim das contas a minha demorou 1 hora, e a do Felipe uns 50 minutos.

 

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Depois de toda essa dor, saímos para tomar uma cerveja e jantar, porque a gente super merecia!

 

 

20/10/2015 – Bangcoc

 

Acordamos no dia seguinte meio de ressaca...de bebida, e da dor da tattoo! Tomamos café-da-manhã no hotel e fomos finalmente conhecer os templos de Bangcoc. Entramos primeiro no Grand Palace; o Felipe não quis colocar a calça jeans, então alugou uma calça lá mesmo. É bem tranquilo, eles te devolvem o dinheiro quando você entrega a calça, saindo de lá. Eu estava de regata e calça, mas levei um casaquinho para não ter problema; tinha muita gente neste dia, recomendo ir bem cedo.

 

Começamos a andarilhar por lá, e quanta coisa pra ver! São muitos edifícios, templos, estátuas; todos cheio de detalhes e impressionantes.

 

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Saindo de lá, logo ao lado fica o Wat Pho, onde está o Buda Reclinado. A entrada lá é mais barata, e na nossa opinião é muito mais legal do que o Grand Palace. Além do mais, você ganha uma garrafinha de água por ticket, super válido!

Durante a visita começou a chover, mas não nos abalou muito porque deu uma quebrada no calor. Conseguimos ver tudo nos mínimos detalhes, e a chuva ajudou a esvaziar um pouco o local, o que facilitou pra gente conhecer tudo com menos multidões malucas.

 

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Depois do Wat Pho, a idéia era conhecer o Wat Arun que fica do outro lado do rio. Mas ele está em manutenção, então decidimos não fazer a travessia. Dizem que do outro lado tem um calçadão bem legal com alguns restaurantes, mas acabamos não conhecendo.

 

Voltamos a pé para a Rua Rambuttri para almoçar. Parece tranquilo, mas essa caminhada é meio longa de mais ou menos meia hora. Demos sorte de estar nublado, porque embaixo do sol acho que ia dificultar bastante. Antes paramos em uma agência próxima e fechamos o tour para o Floating Market no dia seguinte.

 

Almoçamos um peixe no Green House, e estava uma delícia. Nós dividimos em 2 pois o peixe é bem grande.

No final da tarde resolvemos ir até o MBK para fazer nossas últimas compras de souvenir da viagem, e também comprar a mala de rodinha para despachar os líquidos e roupas.

 

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Gente, com certeza planejem para fazer as compras de vocês lá (se estiverem em Bangcoc no final de semana, tem também o Chatuchak Market – nós acabamos perdendo).

 

 

21/10/2015 – Bangcoc (Floating Market)

 

Saímos bem cedo após o café-da-manhã. A viagem até lá é de mais de uma hora, meio demorado e no fim das contas não achamos que valeu a pena. É aquele típico tour pra turista ocupar tempo no roteiro. O mercado só funciona por causa das visitas dos turistas, o rio é sujo e as barraquinhas não são tão baratas como em Bangcoc.

 

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Você da uma volta com o barco nos arredores, mas para andar de barco no mercado mesmo precisa pagar um adicional de 150 bahts que definitivamente não fazíamos questão de gastar. Tivemos que esperar por volta de 1h30 até o horário de ir embora. O tour ocupou a manhã toda, e chegamos em Bangcoc por volta dar 13hs. Passamos em uma agência que oferecia o transfer para o aeroporto em van. Para ter uma idéia, os taxis estavam cobrando 500 bahts, e essa van saiu 130 bahts/pessoa.

 

Almoçamos na Rua Rambuttri de novo, mas em um restaurante mais simples, o Magic Thaifood. A comida é muito boa e vem bem servido.

 

Voltamos para o quarto para organizar as malas, já que sairíamos para o aeroporto às 22hs.

 

Saímos para uma última caminhada nas redondezas, mais a noite jantamos próximo do nosso hotel em uma barraquinha de rua mesmo. Acho que as melhores comidas da Tailandia são feitas na rua (até porque a cozinha dos restaurantes é tão suja quanto a rua). Estava muito bom!

 

Check-out feito, a van nos buscou às 22hs em ponto para iniciarmos o retorno para casa.

 

 

22/10/2015 – Bangcoc > Dubai > Sao Paulo

 

Despachamos a mala de roupas, e esperamos pelo nosso vôo, que saiu às 02h40 de Bangcoc. Também ganhamos um voucher da Emirates, e aproveitamos para comer um Burguer King pra variar a comida Thai rs. O vôo chegou em São Paulo às 19h30.

 

 

 

Tenho a planilha com todos os gastos, quem tiver interesse me avise que eu envio por e-mail, ok?

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Muito bom relato.

Obrigado por compartilhar.

Estive em Bank Kok esse ano, mas somente em voo de conexão.

Espero fazer uma trip pra esses lados qualquer dia desses.

::otemo::

 

Tiago,

Super recomendo!

A Ásia é apaixonante, e na Tailandia você consegue passar por 3 regiões extremamente diferentes.

Fica difícil de ir embora.

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  • Silnei changed the title to Tailândia: Bangcoc > Chiang Mai > Railay > Ko Phi Phi > Bangcoc

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      Sim, esse é o melhor guia de Bangkok que você irá encontrar.
       
      Viajamos para a Tailândia em 2018, conhecemos diversas cidades, casamos em Phi Phi, e muitas coisas legais.
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      O link é https://alemdafronteira.com.br/guia-bangkok-tailandia/
       
      E mais, se quiser contribuir, sugerir alterações, ou qualquer coisa, pode utilizar os comentários no site ou até mesmo formulário de contato disponível no site que respondo com o maior prazer.
       
      Só pra ter uma idéia, vou colocar uma foto de Bangkok para conferirem.

    • Por rodrigovix
      Índice do Relato (clique na página para ir direto ao capítulo)
      Capítulo 1: Preparativos [Pag. 1] 
      Capítulo 2: Do sonho até lá. [Pag. 5]
      Capítulo 3: Bangkok, tempestade e a corrida contra o tempo. [Pag. 5]
      Capítulo 4: Roby, o motorista mais gente boa de Bali. [Pag. 7]
      Capítulo 5: Templos e praias de Bali, a ilha mágica. [Pag. 7]
      Capítulo 6: Os templos de Ubud, o coração cultural da ilha. [Pag. 8]
      Capítulo 7: Da Floresta dos Macacos aos belos campos de arroz. [Pag. 9]
      Capítulo 8: Os encantos de Nusa Lembongan. [Pag. 9]
      Capítulo 9: Nusa Penida, o melhor lugar do planeta! [Pag. 9]
      Capítulo 10: Angel Billabong, Broken Beach e Crystal Bay. [Pag. 10]
      Capítulo 11: Goa Giri Putri, Atuh Beach e uma casa na árvore. [Pag. 11]
      Capítulo 12: O espetáculo do sol: adeus Nusa Penida! [Pag. 11]
      Capítulo 13: Olá, Singapura! Um dia no lendário Marina Bay Sands. [Pag. 13]
      Capítulo 14: Chinatown, Gardens by the Bay e Singapore Flyer. [Pag. 13]
      Capítulo 15:
      (continua...)
      Quer conferir algumas fotos da viagem e ainda ser informado quando tiver capítulo novo?
      Então segue lá no instagram @queridopassaporte
      Faaala, meu povo!
      Cá estou eu novamente retribuindo tudo o que esse fórum sempre me proporciona. É com prazer que dou início a mais um relato buscando compartilhar o máximo possível de informações e de experiência de viagem com a comunidade mochileira.
      Há três anos, fiz meu primeiro mochilão, percorrendo o clássico roteiro da América do Sul (Bolívia, Chile e Peru), e postei o relato aqui no fórum. Confesso que não tinha noção da proporção que esse relato viria a tomar, e de como ele me apresentou tanta gente do bem e inspirou tantas outras histórias bonitas por aí.
      Para quem ainda não viu, vou deixar o link aqui, ó: 
       
      Agradecimentos
      Eu não poderia dar sequência sem antes agradecer a todo mundo que me ajudou com as informações que me permitiram fazer o roteiro do jeito que eu sempre quis. São muitos nomes:
      Meu parceiro @Tanaguchi que, com seus dois incríveis relatos pelo Sudeste Asiático (veja aqui e aqui), em muito me ajudou nesse planejamento. Aliás, ele também me ajudou com o relato pela América do Sul. Vai seguindo tuas viagens que eu vou te acompanhando, jovem! Hahaha
      Outro grande agradecimento vai pra minha parceirona @Maryana Teles, dona do Vida Mochileira (clica aqui pra conferir o Blog dela, aproveita pra segui-la no Instagram, no YouTube e participar do grupo no Facebook). A Mary sempre foi uma pessoa alto-astral, generosa, autêntica, e que me ajudou muito com as postagens dela sobre a Tailândia. E também me deu aquela força na divulgação do @queridopassaporte durante minha viagem haha. Valeu, Mary! #tamojunto sempre.
      Foi a Mary que me indicou outro cara que também tenho que agradecer, meu xará Rodrigo Siqueira, do TravelerBR, principalmente por indicar o melhor barqueiro de Koh Phi Phi (mais detalhes nos capítulos finais do relato haha). Rodrigo também é referência em mergulho de cilindro por lá, e o barco da empresa dele tá sempre lotado de brasileiros. Não deixe de conferir o site e o instagram dele. 
      E, por fim, agradecer a dois estrangeiros camaradas: o Jackson Groves, do Journey Era, e a Justine, do Travel Lush. Seja pelas matérias nos blogs ou respondendo os meus directs, me ajudaram muito com informações principalmente a respeito de Nusa Penida, em Bali, pois quase não se achava site brasileiro com informação detalhada sobre esse lugar na época em que eu estava pesquisando.
      Ufa! É isso. Claro que mais pessoas me ajudaram, direta ou indiretamente, mas fica aqui meu agradecimento de forma geral.
       
      A viagem
      Essa viagem seria feita originalmente em novembro de 2016. Mas meu namorado e fiel parceiro de boletos, aventuras e repete-essa-foto-até-ficar-do-jeito-que-eu-quero Antenor recebeu uma proposta de emprego e mudou de empresa e, com isso, lá se foram as férias planejadas. Tivemos que esperar o ano seguinte, mas o sacrifício valeu a pena. Daí vocês já imaginam a expectativa que foi quando finalmente embarcamos nessa viagem no final de 2017, né? Spoiler: foi a viagem dos SONHOS!
       
      O Roteiro
       

      O roteiro mudou muitas vezes desde quando comecei a pesquisar essa viagem, há dois anos. No começo, ficava ali por Tailândia, Myanmar, Laos, Camboja, Vietnã… Mas aí depois veio Bali... Aí depois veio Singapura… Aí depois veio Filipinas... A TENTAÇÃO NÃO TINHA FIM! Era uma descoberta atrás da outra. Não havia tempo pra tudo, infelizmente.
      Fechamos, então, Indonésia (Bali), Singapura e Tailândia. Talvez não fosse o roteiro mais prático, mas também nada difícil de ser feito, principalmente considerando os voos low-cost dessa região e a época propícia em que estávamos viajando (mais detalhes logo abaixo na parte “Quando ir?”).
      O roteiro ficou assim:
      11/10/17: Vitória (VIX) x São Paulo (GRU) 
      12/10/17: São Paulo (GRU) x Addis Ababa (ADD)
      13/10/17: Addis Ababa (ADD) x Bangkok (BKK)
      14/10/17: Bangkok (DMK) x Bali (DPS)
      Indonésia (Bali)
      15/10/17: Uluwatu
      16/10/17: Ubud
      17/10/17: Ubud
      18/10/17: Ubud x Nusa Lembongan
      19/10/17: Nusa Penida
      20/10/17: Nusa Penida
      21/10/17: Nusa Penida
      22/10/17: Nusa Penida x Kuta
      23/10/17: Bali (DPS) x Singapura (SIN)
      Singapura
      24/10/17: Singapura
      25/10/17: Singapura
      26/10/17: Singapura
      27/10/17: Singapura (SIN) x Bangkok (DMK)
      Tailândia
      28/10/17: Bangkok
      29/10/17: Bangkok
      30/10/17: Bangkok
      31/10/17: Bangkok (DMK) x Chiang Mai (CNX)
      01/11/17: Chiang Mai
      02/11/17: Chiang Mai
      03/11/17: Chiang Mai
      04/11/17: Chiang Mai
      05/11/17: Chiang Mai x Bangkok, Bangkok (DMK) x Krabi (KBV)
      06/11/17: Railay Beach
      07/11/17: Railay Beach
      08/11/17: Railay Beach x Koh Phi Phi
      09/11/17: Koh Phi Phi
      10/11/17: Koh Phi Phi
      11/11/17: Koh Phi Phi
      12/11/17: Koh Phi Phi
      13/11/17: Koh Phi Phi x Krabi, Krabi (KBV) x Bangkok (DMK)
      14/11/17: Bangkok
      15/11/17: Bangkok (BKK) x Addis Ababa (ADD) x São Paulo (GRU) x Vitória (VIX)
       
      Quando ir?
      Essa pergunta é muito importante. Planejar uma viagem ao Sudeste Asiático sem levar em consideração a época do ano é bem arriscado. As estações se resumem basicamente em Seca e Molhada. Quando eu digo seca, é quente pra burro. E quando eu digo molhada, é daquelas chuvas torrenciais cinematográficas (as famosas monções).
      Bom, eu poderia gastar alguns parágrafos aqui descrevendo as probabilidades climáticas de cada mês em cada um dos três países que eu visitei, mas, como eu sou um cara muito gente boa, montei uma tabelinha mais lúdica pra facilitar a pesquisa.
      Lembrando que essas informações são PROBABILIDADES. Sabemos bem como o clima pode nos surpreender. Você pode ir num mês cuja probabilidade é de chuva e pegar um belo dia de sol, como pode ir numa época típica de sol e pegar dias de chuva. Não é uma ciência exata.
      Indonésia (Bali)

      De maio a outubro é a “estação seca”, bons meses pra se visitar Bali. Abril e novembro também são boas opções, mas ainda são meses de transição entre as estações. Se puder evitar dezembro, janeiro e fevereiro, evite, pois tende a chover mais. Mas nada que vá atrapalhar sua experiência de viagem caso esses sejam os únicos meses disponíveis.
       
      Singapura

      Singapura já possui um clima mais equilibrado, com chuvas bem distribuídas ao longo do ano. Costuma-se ter mais dias de chuva em novembro, dezembro e janeiro. O mês com menos chuva é fevereiro. Mas não é nada que seja uma diferença absurda. Apenas tenha em mente que qualquer dia pode chover, mas que isso não vai estragar o seu passeio.
       
      Tailândia

      Tailândia é o país que mais respondemos “depende” quando a pergunta é “quando ir?”. Isso porque cada parte do país (região central, como Bangkok; região norte, como Chiang Mai; região da costa oeste, banhada pelo Mar de Andamão, como Phuket, Krabi e Koh Phi Phi; e região da costa leste, banhada pelo Golfo da Tailândia, como Koh Sami e Koh Tao) possuem calendários climáticos específicos. De uma forma geral, costuma-se dizer que os melhores meses são janeiro e fevereiro (dezembro, também, dependendo das praias que você queira ir), e os piores meses são de maio a outubro.
       
      O que levar?
      O Sudeste Asiático é quente, muito quente. Mesmo em época de chuva, são raros os momentos em que você precisará de roupa de frio. Em 99% do tempo você vai desejar ser invisível pra poder andar sem roupa e entrar nos estabelecimentos só pra ficar no ar condicionado. Pra não dizer que não levei roupa de “frio”, eu levei uma camisa segunda pele só porque no meu roteiro estava previsto uma visita a uma região bem alta no norte da Tailândia, e lá costuma fazer um “friozinho”. Morreria se não tivesse levado? Não, daria pra aguentar. Mas vai de cada um.
      Meu vestuário foi, na maior parte da viagem, camiseta, bermuda e chinelo. Levei um tênis pra usar nos locais em que se exige sapatos fechados, e também para andar em Singapura, que é uma cidade mais “arrumadinha” e eu ia bater muita perna. Calça eu levei só para os voos internacionais e para entrar em estabelecimentos que pediam esse tipo de vestuário. Na região das praias, era sunga, bermuda e chinelo o tempo todo. Resumindo: FÉRIAS, em maiúsculo.

       
      Equipamentos
      Eu sou um apaixonado por fotografia. Gosto de estudar, praticar e considero quase uma segunda profissão. Mas uma das perguntas que mais recebo é “adorei suas fotos, qual é sua máquina?” hahaha. Poxa vida. Não vou ser hipócrita em dizer que equipamento não faz diferença, porque ajuda. Mas a maior parte do resultado das fotos vem do olhar, do estudo de luz e sombra, composição, pós-edição, etc. Fora os perrengues que a gente passa pra conseguir uma foto. Mas sempre vale a pena.
      De toda forma, deixo aqui a lista dos equipamentos que levei. Foi uma mochila só com eles. Algumas das fotos foram feitas com o próprio celular (na época da viagem, um Samsung Galaxy S7).
      Câmera Nikon Dx D5300
      Lente Nikkor 18-55mm f/3.5-5.6
      Lente Nikkor 35mm f/1.8
      Lente Sigma 10-20mm f/4-5.6
      Tripé 60-170cm
      GoPro HERO5 Black
      GoPro Dome 6’’
      Spray repelente de água
      Bastão GoPro 3 Way
      Bastão Flutuador GoPro
      Carregador triplo + 2 baterias extras GoPro
      Maleta de acessórios GoPro
      Filtro de linha com 6 tomadas e 2 entradas USB
      Adaptador de tomadas
      Quem sabe na próxima eu já arrumei um drone? haha
       
      Precisa de visto?
      Para todos os casos dos três países visitados (e basicamente para a maioria dos países), é necessário passaporte com pelo menos 6 meses de validade restante e apresentação do Certificado Internacional de Vacina contra a Febre Amarela. 
      Abaixo, alguns dos requisitos que eu obtive dos sites da Embaixada do Brasil em cada país.
      Indonésia
      O visto de turismo não é necessário para visitas de até 30 dias. Já o visto de negócios é exigido, e pode ser obtido na chegada ao país, válido por 30 dias e prorrogado por mais 30 dias.
      Singapura
      Singapura não exige visto para entrada de brasileiros no país, caso permaneçam até 30 dias. Nesse caso, é concedido um “visitor pass”.
      Tailândia
      Não é necessário visto para os brasileiros ingressando na Tailândia para turismo ou negócios, com permanência limitada a 90 dias.
      Atenção! O porte e o tráfico de drogas são severamente punidos pelas legislações desses países, até com pena de morte. Mesmo o porte de quantidades mínimas pode ser punido com muitos anos de prisão.
       
      Documentos
      Sempre levo uma pastinha dessas transparentes e maleáveis com todos os principais papéis que preciso carregar, tais como:
      Cartões de embarque:
      Estão sempre salvos no e-mail e no celular, mas não custa nada ter um back-up impresso guardado com você. Sou do time #menospapel, mas, estando do outro lado do mundo, precaução extra nunca é demais.
      Comprovantes, ingressos, reservas, etc:
      Todas as reservas, compras e ingressos que eu tenha comprado previamente (o que se faço caso não me represente nenhum aumento de custo, ou caso seja necessário, pois prefiro comprar e reservar tudo na hora).
      Certificado do Seguro Viagem:
      Nunca, eu hipótese alguma, viagem sem um Seguro Viagem. É como andar de carro sem seguro. Um risco constante de adoecer ou precisar de assistência médica e ter que gastar centenas ou milhares de dólares do próprio bolso. Acreditem, eu precisei usar nas últimas duas viagens internacionais que fiz. Então, faça sua cotação, sua pesquisa, entre em contato com a operadora do seu cartão de crédito, ou o seu banco, qualquer coisa, mas não viagem sem.
      Cartão Internacional de Vacina (ANVISA):
      É importante ter o seu Cartão Internacional de Vacina para comprovar que foi vacinado contra a Febre Amarela. Se em países como a Bolívia, onde é obrigatório, eles quase nunca te pedem, na Tailândia, por exemplo, é obrigatório apresentar antes mesmo de sair do aeroporto. Não esqueça o seu. Para fazer o seu Cartão Internacional, basta entrar no site da ANVISA, fazer o cadastro prévio, depois ir até uma agência deles, levar seu cartão de vacina em que comprova que foi vacinado contra a febre amarela e pronto, eles emitem o seu Cartão Internacional.
      Nota fiscal dos equipamentos fotográficos:
      Eu sempre procuro levar, ainda que meus equipamentos sejam considerados de “uso turístico” e não precisam ser declarados. Entretanto, nunca se sabe quando você será confrontado por um agente policial questionando a procedência daqueles itens. Então, por precaução, eu levo. Mas nunca me pediram.
      Todo e qualquer papel que você receber durante a viagem:
      Vá guardando tudo o que você receber, principalmente em aeroportos, hotéis, agências, etc. Nunca se sabe quando você irá precisar daquele comprovante. É muito comum ter que apresentá-los nos trâmites de entrada e saída de alguns países.
       
      Como levar o dinheiro?
      Há muitos que optam por levar o cartão para saques nos ATMs, ou então só usar o cartão de crédito, por uma questão de segurança. Eu levo tudo em dinheiro (dólares, geralmente) e deixo as notas num money belt, aquelas doleiras em forma de cinto que a gente usa por dentro da roupa. É ali também que eu guardo o meu passaporte, sempre comigo. Não tiro o money belt para nada. Os únicos momentos que tirava era quando ia entrar no mar, mas ou eu estava num barco privado e minhas coisas ficavam em segurança, ou então eu deixava tudo no cofre do hotel e só saia com o dinheiro necessário para o dia. Nesses países é bem raro ser assaltado, mas o furto é algo comum. Então fique sempre muito atento aos seus pertences para não dar o azar de ser furtado.
      Obviamente, também levo um cartão de crédito para emergências. Mas nunca o deixo junto de onde guardo o dinheiro, justamente para não correr o risco de perder tudo de uma vez só. O mesmo vale para as chaves reservas dos cadeados, se este for o seu caso (eu uso mais o cadeado de código). Sempre guarde a chave reserva num lugar separado.
       
      Finalizando...
      Bom, acho que é isso. No próximo capítulo eu darei início à saga do voo internacional, falo das passagens, de como e por quanto comprei, questões de fuso horário, jet lag, etc.
      Então, até breve!
       
      Próximo capítulo: Do sonho até lá.
    • Por arielbrothers
      Depois de muitos pedidos e muita procrastinação, eu e minha esposa resolvemos começar a publicar os relatos das nossas viagens. Para isso criamos um blog num formato meio que de diário, contando o dia-a-dia das nossas viagens pelo mundo sempre só com uma mochila nas costas e pouca grana.
      Para quem quiser acessar nosso blog, vai aqui o link: http://arielbrothers.wixsite.com/osmochilinhas
      De qualquer forma, pretendemos publicar nossas histórias aqui também no site dos mochileiros, site este que sempre nos ajudou nos nossos planejamentos. Dessa forma, queremos dar também nossa retribuição para ajudar outros viajantes e incentivar as pessoas a viajar, mostrando que é possível sim conhecer outros países gastando pouco e até menos do que gastaríamos se ficássemos este mesmo período no Brasil.
      Nosso primeiro relato é de uma viagem que fizemos de 35 dias pelo sudeste asiático, nossa primeira viagem para fora do continente. A viagem foi em 2016, sendo assim, há muitas informações que devem ser atualizadas por quem quiser se inspirar em nosso roteiro. Ainda estamos em processo de montagem do blog, por isso, vamos ir postando aos poucos o nosso itinerário, inclusive, no fim de cada cidade/país, pretendo fazer um resumão com mapas e dicas mais práticas dos locais e meios de transporte utilizados.
      SUDESTE ASIÁTICO 1º Dia - Chegando em Bangkok (04/11/2016)
       
      Chegamos em Bangkok por volta das 3h da tarde. Entre imigração, banheiro e trocar um pouco de dinheiro no aeroporto, fomos sair de lá umas 16h30. Aqui já vai uma dica: Antes de passar na imigração é necessário preencher uma outra ficha que não a de imigração e passar no "Health Control" para apresentar a carteira de vacinação contra a febre amarela. No dia que chegamos tinha uma filinha ali, principalmente porque tinha um suíço que não sabia falar inglês (e muito menos tailandês), e a tiazinha no guichê tentava achar alguém que falasse a língua dele para ajudar enquanto gritava para o mesmo: "complete! complete!". O aeroporto Suvarnabhumi é imenso e lindo, todo coberto com uma cobertura (dã) abobadada que lembra muito o Estádio Beira-Rio aqui em Porto Alegre.
        Aeroporto Suvarnabhumi, o principal aeroporto de Bangkok e um dos maiores da Ásia Fomos para o hostel de metrô, é claro, a forma mais barata de sair do aeroporto rumo a cidade. Depois de uma baldeação, chegamos a estação Hua Lamphong por voltas das 17h. Estação esta que dá de frente para a Estação de trens de mesmo nome: Hua Lamphong, a principal estação de Bangkok e onde depois pegaríamos nosso trem em direção à Ayutthaya e Chiang Mai.
      Primeira coisa a fazer, passamos no prédio em frente a estação retirar nossos tíquetes de trem de Ayutthaya para Chiang Mai, comprados com antecedência junto a uma agência de turismo pela internet por garantia devido à época que estávamos visitando, o Festival das Lanternas de Chiang Mai. Depois, antes de seguirmos para nosso hostel, a Juju estava morrendo de fome, por isso fomos logo provar nossa primeira comida de rua na Tailândia. Na primeira venda que enxergamos, ao lado da saída da estação de metrô, pedimos para uma tiazinha, com a ajuda de outra que estava na fila que falava inglês, o mesmo que um outro casal estava comendo (já que não tínhamos ideia do que a tia servia ou o nome das comidas). Para nossa surpresa era uma sopa que mais tarde descobriríamos ser o famoso Tom Yum (muito bom por sinal). A tiazinha nos cobrou ali, aleatoriamente 50 baths (o equivalente a 5 reais), ainda disse que o normal era 40 mas que o nosso era "especial" (será?), por isso mais caro. Desde cedo então descobrimos a gentileza e o carisma dos tailandeses, tanto da tia vendendo o lanche, quanto a tia da fila que nos ajudou, quanto aos demais na mesa improvisada que perguntaram se estávamos gostando da comida, todos muito simpáticos! Ainda improvisei um aroi (gostoso em tailandês) para responde-los, o que os desarmou ainda mais conosco.
      Devidamente alimentados, seguimos para o hostel, a pouco mais de 800 metros dali, costeando um afluente do rio Chao Phraya, o principal rio que cruza a cidade e que é utilizado pela população entre outros, como meio de locomoção. No caminho diversos templos budistas muito bonitos, tuk-tuks e 7elevens (para quem não sabe, 7eleven é uma franquia de lojas de conveniências muito presente mundo afora, sendo que a Tailândia e o Japão são os países que mais possuem lojas desta franquia).
        Espalhados pelas ruas há vários cartazes informando como se deve respeitar o budismo e a figura do Buda. Acha que os turistas respeitam isso? Chegamos no hostel Oldtown e de cara seria um dos melhores hostels, se não o melhor, que ficamos em toda a viagem pela Ásia. Quartos limpos, camas extremamente confortáveis, área comum enorme com jogos, geladeiras, banheiros gigantes também, entrada nos andares com cartão, tudo perfeito, e ainda por cima, pelo preço de 12 reais por pessoa por dia (hoje deve estar mais caro), um dos mais baratos que já ficamos.
        Quarto de 8 pessoas do Oldtown hostel Nos acomodamos num quarto com 8 pessoas e, como sempre, com a adrenalina a mil por recém chegar num lugar diferente, já saímos pela rua para explorar, sem dar a mínima para as mais de 30 horas de voo nas costas ou para o fuso-horário (o que se revelaria uma tremenda burrice mais tarde...).
      Saímos já a noite, em direção a China Town de Bangkok, que fica pertinho do hostel. Aliás, a escolha do mesmo foi justamente por isso. Além de estar perto da estação de trem, onde teríamos que pegar o trem dias depois cedo da manhã, a noite na China Town é uma das melhores da cidade, menos turística que a famosa Khao San Road. Além disso o hostel fica praticamente do lado de uma estação de barco, o que permitiria também ir facilmente (e barato) até o bairro antigo da cidade, onde fica o Grand Palace e o Wat Pho, principais atrações da Tailândia.
      No caminho para a China Town, entramos pela primeira vez num 7 eleven, e foi nosso primeiro choque econômico da viagem. Tudo muito barato! Protetor solar, shampoo, água, comidas, salgadinhos, cervejas... um absurdo! Se já estávamos animados com tudo que vivenciávamos até o momento, ficamos mais ainda. Compramos nossa primeira cerveja Singha (a melhor de todas junto com a Chang) e seguimos, passando pelo  arco chinês e adentrando a rua Yaowarat, a principal da China Town.



      Salgadinhos exóticos e baratos do 7eleven; Cerveja Singha, a melhor da Tailândia, Arco Chinês que dá acesso à China Town.
      Com aquela adrenalina e vontade de desbravar já mencionada, seguimos através das ruas lotadas de barraquinhas de rua e gente, letreiros chineses em neon e enfeites bem característicos de uma China Town. Paramos então para comer o que mais de exótico achássemos e pedimos um espetinho de polvo, o qual foi servido mergulhado numa sacola com um tempero que nós né, tipo: "estou na Tailândia quero provar tudo" pedimos para incluir. Não preciso dizer que aquele tempero era apimentado que é um diabo, e nos fez sofrer para comer aquilo ali (mas comemos tudo!).



      Saboreando um espetinho de polvo de nome impronunciável, conforme se vê no cartaz
      Demos mais uma volta pela rua e fomos parados por um grupo de adolescentes que, ou queriam treinar seu inglês, ou estavam fazendo um trabalho para o colégio, pois fizeram umas perguntas para nós sobre o que achávamos da Tailândia e anotavam as respostas num caderno. Muito simpáticos também (como todos tailandeses que conhecemos). Depois entramos num restaurante/lancheria e pedimos mais uma comida exótica, uma massa tipo yakissoba com bolinhos de frutos do mar, porém essa, mais apimentada ainda que a comida anterior, não conseguimos comer toda.
      Fomos conhecer então as ruas transversais, que também possuem um comércio vasto. Numa delas, vimos uma grande (e estranha) movimentação próxima de um caminhão que descarregava alguma coisa para algumas lojas. Fomos conferir e era um caminhão vendendo calçados muito baratos! A Juju achou uma pantufa do Totoro que custava algo em torno de 90 baths se não me engano (9 reais) e comprou-se então o primeiro souvenir da viagem.
        China Town de Bangkok Antes de voltar para o hostel, ainda ficamos ali observando mais um pouco a vida noturna da região e tivemos mais um choque cultural (que se tornaria natural ao decorrer da viagem). Descobrimos que as louças das barraquinhas de rua não são descartáveis, são todos lavados em uns baldes de higiene duvidosa, sem água corrente. Além disso, descobrimos a convivência pacífica entre os vendedores de rua e os ratos (que pareciam gatos de tão grandes). Um dos vendedores inclusive observava um rato se mexer perto dele e ria. Descobriríamos mais tarde que o Brasil é um dos países "mais higiênicos" do mundo.
      Já de volta ao hostel, esperando a Juju tomar banho, acabei conhecendo na área comum um canadense que estava no nosso quarto e que queria se enturmar a qualquer preço. Me contou que estava nas praias, curtindo muito: "So much party" (frase que depois virou um meme interno) mas teve que vir para a capital para tomar remédios anti rábica por um mês pois levou uma mordida de um macaco na Monkey Island (imagino como deve ter importunado o bichinho). Depois ele tentou puxar papo com um russo que também estava no nosso quarto (o que não deu muito certo), e depois saiu tentando conversar com qualquer coisa que esbarrasse no seu caminho.
      Depois que a Juju voltou para o quarto é que paguei o preço de não ter respeitado o tal de "Jet Lag". Vomitei as tripas, dentro do quarto mesmo, inclusive pingando um pouco nas coisas de um suíço que estava no beliche ao lado (por sorte não tinha ninguém no quarto naquele momento). A Juju rapidamente pegou um pano num armário que tinha no corredor e limpou tudo, mas continuei vomitando até altas horas da madrugada. Com enjoo, dor de cabeça e náuseas, comecei a tomar tudo que é remédio: Dramim, plasil, paracetamol, etc. Enquanto a Juju tranquilona, ficou mais um tempinho lá na área comum apreciando umas Singhas. Continuei vomitando até que consegui dormir, porém no meio da madrugada acordei com uma dor insuportável na barriga, tentei dormir de novo mas não conseguia, até que resolvi tomar um remédio para gases e fui no banheiro onde fiquei por algumas horas, até que, enfim, aliviou as dores e consegui dormir. Fica a lição, respeitar o corpo e não comer nada pesado nem se agitar muito recém chegando depois de 30 horas de voo num fuso horário de 10 horas de diferença.
       
    • Por Lele Rech
      Oi pessoal!! 
      Vou fazer aqui meu relato de 20 dias na Tailândia 🤗🤗 
      Estou fazendo esse "diário" durante a viagem… pois se deixo pro final acabo não fazendo…
       
      Vim sozinha e organizei tudo por conta…
       
      Nao sei se vou conseguir anexar fotos aqui mas estou postando tudo no instagram @aleleviajando 
       
      Sobre os gastos, não sou uma pessoa faz as contas da viagem direitinho, mas vou tentar ir relatando mais ou menos o quanto gastei 😊
       
      Data: Saída do Brasil 12/02, retorno programado para 03/03! Na Tailândia efetivamente terei 17 dias inteiros! 
       
      Passagem: peguei uma promoção pela air china por 690 dólares uns 2 meses antes da viagem… pesquisei pela Skyscanner e comprei diteto no site deles...10 dias antes da viagem minha passagem foi cancelada em função do corona vírus! 😫😫😫 pensei em desistir de tudo pois achei q seria impossível encontrar uma nova passagem… mas encontrei de última hora na Etihad por R$ 4,200 … pesquisei pela skyscanner e comprei pela submarino viagens ( que estava vendendo por menos que a própria empresa aerea) 🤷… foi bem mais cara que a da Air China, mas ainda considerei "sorte" por ter sido comprada em cima da hora! 
       
      Seguro Viagem: faço sempre naquele site "segurospromo" usando cupom de desconto das blogueiras! Gastei 189 reais pros meus 20 dias !
       
      Dinheiro: importante levar dólares ou euros! Difícil trocar reais aqui! Dei esse azar também que na semana anterior a viagem o dólares deu uma disparada… chegou a 4,56… trouxe comigo 700 dólares e cartão de crédito! 
       
      Mala: vim só com uma mochila de 34 litros! Fui bem econômica na bagagem… biquinis, vestidos, shorts e blusas… uma calça comprida e uma jaqueta que vim usando no voo... de calçado só uma havaiana, uma sandália dessas de trilha ( pra mim substitui o tenis), e uma Melissa mais bonitinha... Uma saia longa e umas camisetas com manga pois vou precisar para os templos! Trouxe liquidos em frasquinhos!! Minha mochila ficou com 8 kg! Como sou meio compradeira talvez na volta eu comprei mais uma mochila e despache a maior! 
       
      Roteiro: Bom… Tailândia e proximidades tem muuuuuita coisa… com certeza merece uns 3 meses de viagem! Como eu gosto de ficar bastante tempo em cada lugar e fazer as coisas bem com calma resolvi fazer só Tailândia e focar mais em Bangkok e nas praias! Vou deixar o norte da Tailândia pra uma próxima… acabei deixando o meu roteiro mais ou menos pronto antes de ir com alguns dias livres pra decidir aqui! Conheci vaarios gringos aqui que deixar pra reservar tudo de ultima hora… não sabem pra onde vão no dia seguinte… eu já prefiro sair do Brasil com as coisas mais ou menos planejadas! Fiz as reservas de hoteis/hostel pelo booking.com… acabei fazendo uma pelo hostel world e me arrependi… booking por enquanto não me deu problemas! 
       
      Bom… agora vamos à viagem… no próximo post! 
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