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Carol Cony Seródio

15 dias na Espanha - Barcelona, Madrid, Toledo, Tenerife, Salamanca, Sevilla

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Olá, ainda estou em recuperação da minha Depressão Pós Espanha .. ô país maravilhoso!!!

O mochileiros.com me ajudou MUITO e eu queria retribuir um pouquinho contando a minha experiência ...

 

Hostels:

Barcelona: Alberguinn (primeira experiência com hostel, gostei bastante, pessoal atencioso, limpinho, café bom) e Alberg Pere Tarré (só passei a noite, muito organizado)

Madrid: Barbieri (gostei muito, pessoal atencioso, café bom, limpinho) e Mad4You (melhor Hostel da viagem, mt bom!!)

Sevilla: Nuevo Suizo (gostei)

 

1º Dia: chegada em Barcelona e Camp Nou - priemiro problema: comprei a entrada no hostel, que não tinha se atualizado, me cobraram no hostel e quando cheguei no Camp Nou me cobraram de novo. Depois o hostel me devolveu o dinheiro e ficou tudo bem!

2º Dia: Parque Guell, Sagrada Família, Casa Milla, Casa Batló e Plaça Catalunia - DIA PERFEITO!

Dica: compre tudo com antecedência!! Fiquei esperando 2h para entrar no Parque! Também esperei 2h para a Sagrada Família, aproveitei para ir na Casa Mila nesse meio tempo.

3º Dia: Teleférico Montjuic, Castelo Montjuic, Museo Olimpico, Estadio Olimpico, Anella Olimpica, Fundação Miro, Museu Nacional de Artes da Catalunya, Arena de Barcelona - Dia Incrível, mt bom!!

4º Dia: Arco do Triunfo, Catedral de Barcelona, Mirador de Colom, Museu D’Historia de Catalunya, Barceloneta - Esse dia foi mt bom e diferente!! Saindo da estação tinha um Batuka Fest, não resisti e fiquei para assistir, o que me limitou a outros passeios programados para o dia, mas foi ótimo! No final, assiti a um concerto de música Japonesa, na praia, incrível!!

 

5º Dia: Viajar Barcelona - Madrid, fui de Renfe, ótima opção! Comprei um dia antes. Cheguei em Madrid e consegui ir no Museo Nacional Centro de Artes de Reina Sofia, gigaaaaante e lindo! No caminho passei pela Puerta de Acalá e Fuente Cibeles

 

6º Dia:Puerta Del Sol, Plaza de Mayor, Catedral de Almudena, Palacio Real de Madrid, Real Basílica de São francisco eTemplo Debod - Dia Perfeito e Emocionante, meu coração ainda está no Palácio Real de Madrid ...

 

7º Dia: TOLEDO (AVE - Renfe) - Por favor, vá a Toledo!!! Lugar incrível, maravilhoso, histórico, emocionante, perfeito ... Se perca pelas ruelas dessa cidade! Eu fui: Puerta Bisagra, Alcazar de Toledo, Plaza Mayor, Santa Iglesia de Catedral Primada, Iglesia de Santo Tome, Sinagoga Del Transito, Sinagoga de Santa Maria, Bajada de San Martin.

 

8º, 9º e 10º Dias: Tenerife, nas Ilhas Canárias - fui para casas de amigos, que rodaram a ilha inteira comigo.

 

11º Dia: Volta de Tenerife e ainda consegui ir no Museo Nacional Del Prado, outro lugar gigante e maravilhoso!

 

12° Dia: SALAMANCA (ônibus): Cidade Mágica! Linda! Plaza Mayor, Casa de Las Conchas, Casa Lis, Catedral Velha e Catedral Nova, Convento de San Estebán, Palacio de La Salina.

 

13º Dia: Viajar de Madrid para Sevilla (AVE, Renfe). Quando cheguei dei uma volta pela cidade .. Sevilla é uma gracinha!! Assisti um espetáculo Flamenco, VC TEM QUE IR!!

14º Dia: Plaza España, Catedral de Svilla, Giralda, Real Alcázar, Torre Del Oro, Costurero de La Reina, Plaza de Toros, Metropol Parasol - Dia Incrível! Lugares maravilhosos .. a Plaza de España é de tirar o ar!

 

15° Dia: Viajar de Sevilla para Barcelona, tomei um chá de Estação, fiquei três horas esperando o trem para Madrid! E mais uma hora em MAdrid esperando o trem para Barcelona ...

 

 

Balanço geral! A Espanha é um lugar incrível!! Eu me apaixonei por cada cidade!

As viagens entre cidades fiz de RENFE, muito bom!! Só Salamanca que fui de ônibus, bom também!

Em Barcelona e Madrid, usei metro, ótimo! Te leva para qualquer lugar!! As outras cidade fiz tudo a pé mesmo, é tranquilo ..

Consiga um mapa da cidade (fácil, qualquer hostel ou centro de informações de dão) e se aventure!

PS: fui na primavera, era Sol até as 21h!! Foi tranquilo fazer todos esses passeios ...

 

No mais, terei um enoooorme prazer em te contar cada detalhe da minha viagem, cada emoção, cada perdida, as aventuras gastronômicas, quanto gastei em média .. e te dar mil idéias ... TUDO!! Pode me adicionar no face: Caroline Cony Seródio.

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Olá, vou para Espanha-Málaga em maio, e quero conher Sevilha Toledo( vc me convenceu) Salamanca... E várias outras cidades. Irei por 30 dias mas será intercâmbio. Queria saber se voce ouviu falar do bilhete cercania e se ele serve para cidades no interior ou somente para Madrid e Barcelona? Saí muito caro comprar bilhete por dia ou melhor fechar um mensal (cercania)?

Essa será minha primeira viagem e estou tentando me organizar antecipadamente para evitar gastos a mais ou ser surpreendida.

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    • Por Mari D'Angelo
      Visitar Barcelona é, entre outras coisas, imergir profundamente no mundo colorido e orgânico de Gaudí. O arquiteto catalão nasceu em Reus e passou a maior parte de sua vida em Barcelona, onde deixou um grande legado de obras modernistas, sempre inspiradas em elementos encontrados na natureza. Suas técnicas normalmente fugiam do convencional para época, como por exemplo o uso da maquete invertida em que ele utilizava correntes e cordas com pesos nas pontas e através de um espelho via a imagem invertida. Além é claro, dos mosaicos coloridos feitos com fragmentos de cerâmica ou vidro, sua marca registrada.
       
      A casa Batlló, patrimônio mundial da UNESCO, foi algo que me deixou perplexa, nem com toda pesquisa feita antes de ir pra lá imaginava que pudesse ser algo tão incrível! É caro, muito caro (21,50€) e talvez isso faça muita gente desistir, mas sinceramente recomendo guardar uns eurinhos a mais e ter essa experiência.
       
      PS. A casa é tão incrível que serviu de inspiração para os cenários do Castelo Rá-tim-bum!
       

       
      O edifício construído em 1877 fica no bairro modernista de Barcelona, no Passeo de Grácia, uma das avenidas mais famosas da cidade. Foi reformado por Gaudí entre 1904 e 1906 a pedido do proprietário, Don José Battló Casanovas. A princípio a ideia era demolir todo o prédio e recomeçar do zero, mas no fim acabou sendo “apenas” uma reforma. Há vários mistérios em relação aos simbolismos utilizados pelo arquiteto, a teoria mais famosa é de que o telhado, com suas escamas coloridas representa um dragão, que ao lado da cruz, homenageia São Jorge. Os balcões da fachada tem formatos que se assemelham à crânios, e por isso o conjunto ganhou o apelido de “casa dos ossos”.
       
      Fomos em uma chuvosa e fria noite de novembro e tivemos que encarar uma pequena fila (mas é possível comprar pela internet, o que não fizemos!). Ao entrar você recebe um áudio-guia que faz toda a diferença na visita, dê o play e viaje com as explicações e ambientações de cada cantinho da casa.
       
      A visita começa no térreo, onde já é possível perceber que Gaudí se inspirou totalmente nos elementos marítimos e nas características de diversos animais. Não há um elemento reto na casa, desde os objetos até as paredes cuja textura lembra escamas de peixe. O corrimão da escada de carvalho que leva ao andar nobre sugere a espinha dorsal de um grande animal. Os vasos são peças de Pujol I Bausis ceramista.
       

       
      As portas e janelas, todas com formatos orgânicos, são feitas de madeira e vidro, sendo a parte de cima ornamentada com vitrais coloridos que dão um efeito incrível. Gaudí se preocupou muito para que a casa recebesse bastante iluminação natural, para isso fez aberturas estratégicas em alguns locais e trabalhou as portas com vidros foscos, para que a luz passasse de um ambiente para outro sem perder a privacidade.
       
      No andar principal há uma curiosa lareira em cerâmica com formato de cogumelo que foi contruída onde antes era o escritório. José Battló pediu que ela tivesse bancos confortáveis para que a família desfrutasse do espaço em dias frios.
       

       
      O salão principal é uma das partes mais interessantes, o teto, todo retorcido, sugere o movimento da água e o lustre central simboliza uma água-viva. A enorme janela tem vista para a badalada avenida. Pensando na questão do arejamento, Gaudí criou um esquema simples e genial de abertura de ventosas localizadas abaixo das portas para entrada regulada do ar (quase que como um ar condicionado da época).
       

       
      No pátio externo há uma fonte e um colorido jardim de cerâmica, feito com as sobras da fachada. Mas como estava chovendo bastante, não conseguimos aproveitar muito as partes externas da casa.
       
      O pátio interno é todo coberto por azulejos em diferentes tonalidades de azul, com tons mais claros nos andares baixos, onde há menos entrada da luz e tons mais escuros nos andares altos, além disso as janelas também seguem esse conceito, sendo maiores nos andares inferiores e menores nos superiores. Neste local é possível perceber totalmente a inspiração de Gaudí nos ambientes marinhos, vidros irregulares dão a sensação de estar embaixo d’água.
       

       
      No último andar, chamado de águas furtadas, todas as paredes tem uma coloração verde água, os arcos parabólicos catenários que sustentam o terraço tem o formato de costelas e projeções representam o que funcionava nos locais. No fim, um vídeo bastante lúdico mostra todo o encanto da casa que acabamos de visitar.
       

       
      No terraço há um conjunto de chaminés decoradas com mosaicos de cerâmica e o suposto dragão.
       
      Além de todo o trabalho estético e arquitetônico, Gaudí também desenhou a fonte usada nos números das portas, projetou detalhes como as maçanetas (que eram feitas para encaixar anatomicamente na mão) e criou diversos móveis, como estas cadeiras expostas no fim da visita.
       

       
      Dicas úteis:
       
      Site oficial: http://www.casabatllo.es
       
      Valor: Adulto 21,50€ | Estudante 18,50€ | Crianças -7 anos não pagam (outros valores no site)
       
      Horário: Todos os dias, das 09:00 às 21:00 (Entrada até as 20:00)
       
      Relato original e mais fotos aqui: http://www.queroirla.com.br/por-dentro-da-surreal-casa-battlo-de-gaudi/
    • Por Mari D'Angelo
      Post original com fotos e mapas aqui: http://www.queroirla.com.br/3diasembarcelona/
       
      Três dias é pouco para conhecer tudo que a jovem e cultural Barcelona tem a oferecer, mas quando não há escolha, o jeito é fazer caber! É possível conhecer as obras clássicas de Gaudí (na minha opinião, a melhor parte), ver uma apresentação de flamenco, experimentar a culinária local, visitar museus fantásticos e até pegar uma prainha!
       
      Barcelona é a capital da Catalunha, região da Espanha com cultura e identidade próprias e até um idioma diferente do espanhol, o catalão (que aliás, se parece muito mais com o francês). Os catalães buscam insistentemente a independência total da região, fale com um deles e você perceberá isso em frases como “não sou espanhol, sou catalão”.
       
      A cidade não tem um custo tão elevado se comparado a outras grandes cidades européias, como Londres e Paris, e conta com um eficiente sistema de transporte público. Como é comum na Europa, o principal perigo por lá são os pickpockets, fique bem esperto com bolsas e carteiras!
       
      Dia 1
       
      Começamos pelo Park Guell, na parte alta da cidade (não se preocupe, tem escadas rolantes pra chegar até lá!), um complexo construído por Gaudí que originalmente seria um condomínio em meio a natureza, mas por falta de interessados acabou virando atração turística, inclusive declarada patrimônio da humanidade pela UNESCO. Uma das casas terminadas tornou-se moradia do arquiteto no período de construção, hoje é um museu com alguns móveis usados -e criados- por ele. Essa atração é paga a parte.
       
      O lugar é totalmente orgânico e colorido, marcas registradas das obras de Gaudí. Muitas áreas, incluindo a famosa escultura da salamandra, são revestida por mosaicos coloridos, uma técnica chamada trencadís. Tudo ali tem uma inteligentíssima razão funcional, sem deixar de encantar pela beleza! Como se não bastasse tanta coisa linda pra ver lá dentro, a vista nas partes mais altas, voltada para o mar, também é espetacular!
       
      Endereço: Carrer d’Olot, s/n, 08024 Barcelona / Metrôs Vallcarca ou Lesseps, linha 3 – verde
      Horários: Variam de acordo com as estações.
      http://www.parkguell.cat
       
      A próxima parada foi o Museu Picasso, uma coleção incrível, que vai muito além do cubismo, em sua maior parte doada por Jaime Sabertés, amigo do artista. Alguns pontos altos são a série Las Meninas e as telas dos períodos azul e rosa. O prédio gótico onde fica o museu é uma atração a parte! Infelizmente estávamos com pouco tempo e não era permitido fotografar, então não tenho muitos registros, mas vale demais a visita!
       
      Endereço: Montcada 15-23, 08003 Barcelona / Metrô Jaume I, linha 4 – amarela
      Horários: De terça a domingo das 09:00 as 19:00 / Quintas das 09:00 as 21:30 / Fechado as segundas.
      http://www.museupicasso.bcn.cat
       
      Pra encerrar a noite fomos ver um show de flamenco, simplesmente fantástico!!! Entre tantas opções, escolhemos o Restaurante Nervion, ali mesmo pertinho do museu, o lugar é simples mas acolhedor e o valor pago inclui além do show, um jantar com entrada, prato principal e sobremesa.
       
      Dia 2
       
      Visitamos a Fondació Joan Miró, um enorme museu com quadros, esculturas, tapeçaria entre outras obras compondo a maior coleção do artista catalão. O lugar fica no Parc de Montjuïc, uma montanha com diversas outras atrações, mas como não parou de chover, ficamos só pelo museu mesmo! Também não tenho muitos registros pois não era permitido fotografar.
       
      Fundação Joan Miró
      Endereço: Parc de Montjuic, 08038 Barcelona
      Horários: Variam de acordo com os dias da semana / Fechado as segundas.
      http://www.fmirobcn.org
       
      Seguimos para a Casa Milà, também conhecida como La Pedrera, outra magnífica obra arquitetônica de Gaudí encomendada por Pere Milà e fortemente criticada na época. O prédio fica localizado no famoso Passeig de Gràcia, a fachada sinuosa com varandas em ferro forjado se destaca em meio as outras construções mais convencionais. Dentro do prédio é possível visitar um dos andares com os cômodos mobiliados como uma casa da época de sua construção, 1906. O último andar é uma exposição permanente com obejtos, desenhos, maquetes e audiovisuais que mostram algumas das obras de Gaudí e suas técnicas. O terraço é a parte mais esperada, mas infelizmente por causa da chuva não pudemos subir.
       
      Casa Milà / La Pedrera
      Endereço: Passeig de Gràcia, 92. 08008 Barcelona
      Horários: Segunda a Sexta das 09:00 as 18:00 / Sábados, domingos e feriados das 10:00 as 14:00.
      http://www.lapedrera.com
       
      Ainda do espírito Gaudí, fomos conhecer a Casa Batlló, uma verdadeira obra de arte em forma de prédio, não dá pra não sair de lá maravilhada com a genialidade do arquiteto! Conto sobre ela em detalhes aqui neste post!
       
      Fomos num bar de tapas ali pertinho experimentar a famosa iguaria nacional, que é na verdade uma entradinha ou comidinhas em pequenas porções. A variedade é imensa, quentes ou frios, com queijos, presuntos ou conservas… combinam direitinho com uma cerveja ou uma cava, o vinho espumante espanhol. Não me lembro o nome do lugar, mas certamente não vai ser difícil encontrar um desses onde você estiver!
       
      Dia 3
       
      Começamos o dia pela parte mais esperada da viagem, o Templo Expiatório da Sagrada Família, obra-prima ainda inacabada de Gaudí e cartão postal de Barcelona. A basílica que começou a ser construída em 1882 teve seu projeto modificado algumas vezes, passando do neogótico ao modernismo catalão, movimento da qual Gaudí fazia parte. Ele a construiu inspirado em uma floresta, o que é visível nos detalhes de seu interior todo branco, ladeado por vitrais que inundam o espaço com cor e vida. O projeto conta com 3 fachadas, a da Glória, a da Paixão e a da Natividade, sendo que as duas últimas já estão terminadas e são fantásticas, com estilos bem diferentes.
       
      Se tiver tempo (não foi nosso caso), ainda é possível subir em uma das torres e ter uma vista linda da cidade. No subsolo há uma área que conta um pouco da história do lugar.
       
      Eu não sou católica e preciso dizer que foi a primeira vez que entrei em uma igreja e senti paz, me senti realmente bem em estar ali, acho que o objetivo foi cumprido!
       
      O plano é que a obra fique pronta em 2026, no ano do centenário de seu criador, mal posso esperar para visitá-la outra vez!
       
      Sagrada Família
      Carrer de Mallorca, 401, 08013 Barcelona / Metrô Sagrada Família, linha 5 – azul ou 2 – lilás
      Horários: Variam de acordo com as estações.
      http://www.sagradafamilia.org
       
      O próximo ponto foi Barceloneta, o bairro de pescadores junto a praia. O tempo estava bem feio então foi só uma parada rápida e uma caminhadinha na orla. Alguns pontos marcantes são a escultura da artista alemã Rebecca Horn, conhecida como Los Cubos, mas que originalmente se chama L’Estel Ferit e o Hotel W Barcelona, uma construção moderníssima que se destaca na paisagem.
       
      Seguimos para Las Ramblas, a avenida mais famosa de Barcelona, que divide os bairros El Raval e Barri Gòtic, bonita e lotada de turistas! Em sua extensão ficam lojas, bares, restaurantes e ícones turísticos como o Mercat de La Boqueria, o mercado municipal, queríamos conhecê-lo mas estava fechado. O mosaico Pla de l’Os, de Miró também é um destaque no passeio.
       
      Entramos no Bairro Gótico, uma das regiões mais antigas da cidade, com diversas construções arquitetônicas no estilo gótico, é claro! A janta foi no Les Quinze Nits, na Plaza Real, não se assuste com o aspecto fino do restaurante, os valores são super acessíveis, e a comida é ótima!
       
      Lá por perto encontramos o Milk, um bar/restaurante super diferente, com uma decoração meio retrô, uns sofás, bem agradável… por lá terminamos a noite (e a viagem) tomando uma cava pra nos despedir em grande estilo de Barcelona.
       
      Para ir até o aeroporto usamos o Aerobus, como estávamos perto de um dos pontos por onde ele passa e não tínhamos muitas malas foi a opção ideal e mais econômica, o valor hoje é de 5,90 €.
       
      Como estávamos em 5 pessoas, alugamos um apartamento ótimo e baratíssimo pelo Airbnb, entre a Plaza de España e a Avenida Diagonal, uma boa localização para conhecer a cidade usando o metrô.
       
      *Valores e outras informações atualizados em Fev/2016
       
      Post original com fotos e mapas aqui: http://www.queroirla.com.br/3diasembarcelona/
    • Por raquelmorgado
      A cidade andaluz celebra em 2019 o V Centenário da 1ª Volta ao Mundo. A 10 de agosto desse ano 329 marinheiros da cidade saíram para Sanlúcar de Barrameda, de onde a expedição partiria a 20 de setembro do mesmo ano. Tinham o objetivo de encontrar uma nova rota para a India que respeitasse o Tratado de Tordesilhas com Portugal. Não é por isso que visitámos Sevilha. Escolhemos a cidade porque fica a caminho do Caminito del Rey e, apesar de ser um destino repetido para ambos, já nenhum se recordava bem da cidade.
      Outrora foi uma cidade algo perigosa, suja, mas soube lavar-se da má fama e tornar-se uma atração para além da Feria de Abril, onde mulheres vestidas a rigor não faltam. A Raquel lembra-se do espaço abandonado onde foi a Expo’92 e do calor abrasador de julho. O Tiago lembra-se da vista do topo da Giralda e do parque de diversões Isla Mágica.
      A influência árabe é evidente, principalmente na arquitetura. Fernando III pode ter conquistado a cidade, mas felizmente não lhe conseguiu retirar o que os árabes construíram. Dessa época encontra-se a Giralda, o Alcazar e a igreja de são Marcos. Tem grandes influências na cidade de outros impérios e culturas, como a romana, visigoda, moura e judia.
      Torna-se uma grande cidade quando Colombo chega à américa, passando a ser o centro do comércio do império. Era aqui que se controlava o que vinha do novo continente e que se dirigiam as viagens. Mais tarde, quando os barcos deixam de navegar no rio Guadalquivir, começa a queda de Sevilha, perdendo estatuto para Cadiz.
      A cidade cheira a laranjas e flores de laranjeiras, cheira a sol e a bom tempo. Mas não vamos mentir, também cheira a cavalo, já que uma das atrações turísticas principais é o passeio de charrete. No entanto, todas as madrugadas entram em ação equipas que lavam as ruas da cidade para que Sevilha amanheça limpa e agradável.
           
      O que visitar:
      Bairro de Santa Cruz: os pátios e as ruas estreitas atraem turistas. Também é chamado de Judiaria, de onde noutros tempos os judeus foram expulsos e o bairro abandonado. Está cheio de casas com pátios interiores.
      Catedral de santa Maria da Sede: de influência árabe, é “só” a maior igreja gótica do mundo. Muitos vão-vos dizer que é a terceira maior catedral do mundo, pondo como 1º São Pedro de Roma e 2° São Paulo de Londres. Se todas as igrejas fossem reconhecidas pelo Vaticano como catedrais, a maior seria na Costa do Marfim e a basílica do Rio de Janeiro também entraria na lista, confundindo este podium. Fica aqui a Torre Giralda, a segunda torre mais alta da cidade, atrás da Torre de Sevilha, construída em 2015.
      Dica: visitar de manhã, assim que abre, e subir logo à Giralda para conseguir uns 10 minutos (mais) sozinhos no miradouro.
      Preço: 9€ e funciona das 11h às 17h de segunda-feira a sábado e das 14:30h às 18h aos domingos. Há visitas guiadas pela cobertura a 15€.

      La Giralda, antigo minarete da mesquita que deu origem à catedral. Vejam o Giraldillo (deusa Nike), no topo da torre, ou, mais próximo, a réplica que está na entrada da catedral. Tem 24 sinos e 110m de altura, percorridos numa subida em rampa com 17% de inclinação equivalente a 35 andares (mais 17 degraus) para chegar a uma das melhores vistas da cidade.
                                
      Túmulo de Cristovão Colombo: veio de Cuba quando esta se tornou independente e é um dos pontos altos da visita à catedral. Temos pena de não se poder ver também de cima (fica a sugestão de umas escadinhas).


      Pátio de los Naranjos: não dissemos que a cidade cheirava a flor de laranjeira?
      Puerta del Perdon: a vistosa porta permite sair da catedral pelo pátio das laranjeiras.

      Real Alcázar: de estética mourisca, está construído sobre ruínas romanas. Os seus jardins foram cenário para Dorne na Guerra dos Tronos. A família real espanhola ainda fica aqui quando visita a cidade, sendo por isso o palácio mais antigo do mundo ainda em utilização. Para celebrar o V Centenário estão disponíveis visitas noturnas teatralizadas. Estas decorrem até 31 de outubro, às quintas e sextas, e também aos sábados, em julho e agosto. Os quartos da família real fazem parte de um bilhete à parte. Comprámos os bilhetes antes, por planearmos visitar num feriado (custaram mais 2€ por serem comprados online, o que achamos injusto).
      Dica: visitar à tarde (a partir das 16h tem menos fila).
      Preço: 11,50€ / visitas noturnas – 14€ / Quartos reais – 4,5€
                     

      Archivo General de Indias: se gostam de história e principalmente da época dos descobrimentos, guardam-se ali alguns documentos originais, como o Tratado de Tordesillas, assinado a 7 de junho de 1494. Comemoram-se os 525 anos da sua assinatura e esteve também exposto em Tordesillas, temporariamente.
      Entrada grátis, fecha às segundas-feiras.
      Real Fábrica de Tabacos: Sevilha caiu perante Cádis, mas manteve o comércio do tabaco durante muitos anos. Foi a primeira fábrica de tabaco da Europa, o aumento da procura fez com que se introduzisse a mulher na produção. Descobriu-se que eram menos exigentes no salário, e mais produtivas. As mãos mais pequenas enrolavam o tabaco mais rápido. A figura da cigarreira nasce assim, imortalizada na ópera Carmen. Na fachada a escultura de topo representa Fama. Existem alguns mitos urbanos associados à escultura. Hoje a antiga fábrica é a reitoria da universidade.
      Entrada grátis. Abre à sexta e sábado, para visitas guiadas, marcadas.
      Palacio San Telmo: vistoso, distingue-se bem ao chegar à Praça de Espanha. Começou por ser o Seminário e foi residência oficial dos Duques Montpensier. Tinha embarcadouro direto para o rio e chegava até ao que é hoje o Parque de María Luisa. Desde 1992 é a sede da Presidencia de la Junta de Andalucía.
      Entrada grátis. Abre às quintas, sábados e domingos, com reserva prévia.
      Parque de María Luisa: o verão é tórrido na cidade, então 34 hectares de parque verde ajudam a refrescar e a descansar à sombra. O parque, até ser doado, pertencia ao palácio San Telmo.

      Plaza de España: quando, em 1929, acontece a Exposição Ibero-americana, constrói-se esta praça emblemática. Gonzalez queria representar a metrópole a abraçar as ex-colónias. As quatro pontes sobre os canais onde é possível navegar de barco representam o reino. As bancadas em painéis de azulejo simbolizam as províncias espanholas e dão cor à praça. Todas as 46 províncias estão representadas (excepto Sevilha). Para os amantes de Star Wars, já foi cenário de um dos filmes. Formando uma praça em formato semi-circular, o edifício central une-se aos laterais, terminando em duas torres. Podem subir até ao primeiro andar de alguns dos edifícios e apreciar a vista das janelas. É imponente e um dos mais visitados pontos da cidade. Foi construído para ser o pavilhão de Espanha e hoje alberga os serviços de migração e mais alguns serviços públicos. Pertinho temos o Consulado Português, assustadoramente vazio quando ousámos entrar pelos portões. Passeios de barco: 6€ de barco a remo / 12€ a motor – 35 minutos



      Bairro Encarnácion
      Metropol Parasol: é a maior estrutura de madeira do mundo e forma algo que apenas conseguimos descrever como uma espécie de mega-cogumelo. Jürgen Mayer renovou a Plaza de la Encarnación com este projeto em 2011. O miradouro é visitável das 9:30 às 23h e custa 3€.  Comprámos com antecedência, com direito a uma bebida, e escolhemos a horas da visita pelo pôr do sol. No bar de cima o vale de bebida só direito a 1€ de desconto, enquanto no bar do piso 0 passa a oferta. Fecha às 23h, por isso aconselhamos visitar durante a golden hour (subam perto das 20:30h no verão). Mas cuidado, pode ter fila. Também têm em baixo o Antiquarium, umas ruínas visitáveis até as 20:30h, por 2,10€ .


      Bairro Museo
      Museo de Bellas Artes de Sevilla: dos maiores do país, a seguir ao Prado, de Madrid. Fica num antigo convento, o Convento de la Merced Calzada.
      Custa 1,5€, mas é grátis para cidadãos da UE.
      Bairro Arenal
      Plaza del Cabildo: uma praça interior pouco conhecida, em formato semi-circular. Ao domingo de manhã forma-se o mercado dos selos, onde vagueiam e conversam os amantes da filatelia e da numismática. O edifício que dá forma à praça foi construído sobre as ruínas do Colégio de S. Miguel.

      Postigo del Aceite ou Arco del Postigo: acesso à cidade através das antigas muralhas da cidade.
      Rio Guadalquivir e Torre del Oro: a Torre del Oro foi construída em 1220 para proteger a cidade. Atualmente Museo da Armada, as visitas têm a duração de 20 minutos e custam 3€.

      Plaza Nueva: na praça localizava-se o antigo convento franciscano que estava em ruínas. Foi destruído em 1811 na época da ocupação francesa. Apesar de ter sido reconstruído acabou por ser desmantelado anos mais tarde.
      Ayuntamento: começa a ser habitual estarmos em Espanha nos feriados religiosos, desta vez foi o Corpus Christy, uma tradição belga importada que tivemos oportunidade de assistir no feriado. O edifício é renascentista, dos primeiros em Espanha, onde, tal como em Portugal, tudo chegava tarde. Com a chegada de D. Carlos I ao trono, educado em Flandres, atual Bélgica e Países Baixos, veio o estilo da época na europa. Depois, D. Carlos I, primeiro rei de espanha, casa-se em Sevilha com Isabel de Portugal, filha de D. Manuel. Então, temos um edifício neoclássico do lado da Plaza Nueva, renascentista na Plaza San Francisco e, para terminar, também moderno, como símbolo de que ficou por acabar devido à crise económica. Este rei D. Carlos é o mesmo do Mosteiro de Yuste, de que falámos aqui.

      Teatro Coliseu: construído em 1928 para a exposição Ibero-americana, serviu como teatro até 1955, passou a cinema, e agora é o Ministério da Economia. Tanto este edifício como o hotel Alfonso XIII recriam a arquitetura típica sevilhana antiga.

      Bairro de Triana e Puente de Triana: a casa mãe do flamenco. É um bairro na outra margem da cidade, a zona ideal para jantar, comer tapas ou beber um copo. Grandes casas de flamenco, menos turísticas, são aqui. Falamos de um bairro tipo Lapa no Brasil ou Alfama em Portugal. Saímos às 2h do bairro para regressarmos ao Airbnb, com máquina fotográfica em punho, e foi seguro (escondemos só o cartão de memória por precaução).

      Corral Herrera: Não sabemos se é visitável, ou seja, se as visitas são bem-vindas, porque continuam a ser casas privadas, mas em Triana há uns pátios de vizinhos. O edifício de vários apartamentos dava para um pátio central. Ali, vizinhos ficavam na palheta (jogar conversa fora) pela noite dentro, eram ajudados e celebravam juntos. Vive-se aqui um ambiente muito familiar, com festas, batismos e casamentos celebrados em comunidade. Este corral tem mais de 100 anos e foi todo renovado em 1994. Não haverá mais de 30 em Sevilha. Dizem que fazem grandes festas durante a Feria de Abril. Faz lembrar o que se conta dos bairros típicos de Lisboa e do Porto, e também aqui a população jovem quis recuperar o espírito e quer morar nestes locais, fazendo disparar os preços dos arrendamentos. Mais uma vez, uma coisa criada por vizinhos que viviam com dificuldades, agora tornou-se a moda, e a moda encarece as coisas.
      Bairro La Cartuja
      Isla Mágica: Para quem adora um bom  parque de diversões, tem de ir aqui. A temática do parque é a história da cidade, dos descobrimentos espanhóis, o Novo Mundo e as lendas do El Dorado e da Fonte da Juventude. Tem graça, porque as atrações têm nome de locais que conhecemos na américa.
      Preço: Custa entre 14 e 32€ por adulto, dependendo do dia.
      Centro Andaluz de Arte Contemporáneo: fica no edifício do Monasteiro de la Cartuja de Santa Maria de las Cuevas. Aqui encontrou-se a imagem de uma virgem de 1248 e nasce o mosteiro. Cristovão Colombo esteve aqui “sepultado” durante 30 anos, depois do corpo ser trazido de Cuba, porque era assíduo frequentador do mosteiro. D. Filipe II também usou as instalações para retiro espiritual. Napoleão quando chega invade o mosteiro e utiliza-o como quartel. Os monges fogem para Portugal. De 1841 a 1982 foi uma fábrica de porcelana chinesa. Fecha às segundas. Não fomos por falta de tempo.
      Preço: Custa 1,8€ para ver o monumento e 3€ a visita total. Sábados das 11-21h e terças a sextas é grátis das 19 às 21h.
      Torre Sevilha: a torre de 180,5m destronou Giralda e é a torre mais alta de Sevilha, mas também da Andalucia. Vê-se bem junto às margens do rio ou de qualquer ponto mais alto, como Giralda ou Metropol. É um shopping e um hotel.

      Enclave Monumental San Isidoro del Campo: fica mais afastado da cidade. O mosteiro foi construído onde se pensa que foi sepultado o santo.
      Entrada grátis. Fecha à segunda-feira.
       
      Onde dormir:
      Hotel EME Catedral Hotel: se querem uma estadia central e especial é aqui. Tem piscina, rooftop, vista para a catedral e é vistoso por dentro.
      Preços variam entre 240 e 664€ nas datas em que procurámos.
      Vista de Giralda sobre o Hotel Eme
      Hotel Alfonso XIII: o hotel é provavelmente o mais bonito da cidade, é luxuoso e foi construído para a Exposição Ibero-americana. Agora pertence à cadeira Marriott. Foi neste hotel que se hospedaram embaixadores e os atores para as filmagens dos diversos filmes.
      Preços variam entre os 360 e os 1017€ nas mesmas datas que acima.
      Eurostars Torre Sevilla: ocupa os últimos 19 andares da torre, por isso tem uma vista previlegiada sobre a cidade.
      Preços variam entre os 268 e os 2298€ nas mesmas datas.

      Nós escolhemos um airbnb. Uma casa típica andaluza, com portões antigos de madeira. Um pátio interior. O pequeno-almoço apesar de ser industrializado é servido em loiça inglesa e talheres de prata. Marieta, descobrimos mais tarde, é uma estilista conhecida de trajes sevilhanos e já nos prometeu que nos prepara a rigor se quisermos voltar na altura da Feria de Abril. O problema destas casas é que não há suites e ouve-se quando alguém conversa perto dos quartos.
       
      Onde comer:
      Gelados: Bolas, há várias. Nós comprámos no mais perto da catedral. Aconselhamos la Medina (laranja, gengibre e canela) e o kitkat, que tem pedaços. Uma taça com dois sabores são 3,80€. Viemos comer o gelado na Plaza del Salvador, na escadaria da igreja, a apreciar o ambiente de rua.
      No centro histórico encontram várias opções:
      Mercado Lonja del Barranco: procurem por tapas e sangria. Senza: pareceu-nos o sítio da moda. O espaço é giríssimo, estava quase todo reservado, os funcionários são eficientes e dão-vos um shot no fim. Gastámos, com sobremesa partilhada, 40€. A sala interior é mais interessante.

      Taberna Manolo Cateca. Passámos à porta e pareceu-nos muito apelativo. António Romero Bodeguitas. Peçam nos montaditos piripi, peçam bochecha de porco, a mini hambúrguesa. Gastámos 20€.
      Atravessando a ponte de Triana, para irem atrás do flamenco encontram vários espaços como:
      Las Golondrinas. Aqui bebemos uma cerveja enquanto fazíamos tempo antes da abertura da Casa Anselma, as tapas têm bom ar. Cerveceria La Grande. Fica na rua principal de Triana (Calle San Jacinto), seguindo a ponte. Não tem um ar fancy ou fotografável, mas só tinha espanhóis na esplanada. A montra de marisco também nos pareceu bem. Devem comer tapas, nós não somos um bom exemplo porque nem sempre vamos para a comida típica. Cuidado com a rua junto à universidade. Come-se relativamente barato, mas vão ter sempre gente a tentar pedir-vos gorjeta em troca de performances. Não são obrigados a dar, mas a pressão é enorme e incomoda o almoço.
       
      Onde ver flamenco
      Várias sugestões surgem na internet, ir ao Museo del Baile Flamenco com os seus espetáculos pagos a 25€. Também surgem opções mais naturais, como La Carboneria, Academia de Baile Tronío e a Casa Anselma, em que só pagam o consumo.

      Sair à noite
      Junto à margem do rio encontram vários bares onde não faltam despedidas de solteiro e gente a desfrutar da noite amena sevilhana. O que estava mais cheio era o Pinzon. Atenção que a sexta feira é uma noite animada. Os espanhóis gostam de beber cerveja, tinto de verano ou sangria a porta dos bares, cervejarias mesmo em pé. Às vezes picam umas tapas, mas nem sempre. As espanholas levam o sair à noite como uma oportunidade para saírem produzidas. Saírem vestidos como backpackers vai-vos fazer destoar.
       

      https://365diasnomundo.com/2019/07/24/sevilha-espanha/
    • Por dan_vieira
      Olá galera,
      Fiz uma viagem para Europa em Feveiro de 2018 e fiquei 60 dias por la. Dividi a viagem em 2 partes, uma com a família e outra sozinho. Estou compartilhando aqui algumas informações uma vez que o grupo me ajudou muito nessa jornada. Vou publicar em duas partes para não ficar muito longo.
       
      TRANSPORTE
      VOO SALVADOR – BARCELONA c/ stopover em Lisboa (TAP) – R$1.124,00 VOO MILÃO – Salvador com Stopover em Porto (TAP) – R$824,00 VOO BARCELONA – NAPOLES  (RYANAIR) - R82,00 TREM NAPOLES– ROMA (TRENITALIA) – R$60,00 TREM ROMA – MILÃO (TRENITALIA) – R$148,00 VOO MILÃO – PARIS (RYANAIR) – R$90,00 BUS PARIS – BASEL (FLIXBUS) – R$81,00 TOTAL = R$2.409 + R$400,00 ( Transfer p/ Hotel)  = R$2.809,00
       
      HOSPEDAGEM – apartamento c/ cozinha em todas as cidades (exceto Nápoles) – Valor da diária/pessoa.
      LISBOA – R$61,50 BARCELONA – R$ 77,00 NAPOLES -  R$80,00 ROMA - R$81,00 MILÃO – R$88,00 PARIS – R$95,00 SUIÇA – Casa da Familia =p TOTAL = R$1.356,00
      TOTAL TRANSPORTE + HOSPEDAGEM = 4.165,00
       
      OUTROS GASTOS:
      Lisboa Card/72h– R$190,00 bilhete T10 Barça – R$ 44,49 Camp Nou Experience – R$104,42 Sagrada Familia - R$86,26 Parque Güell – R$31,78 (tem opção gratuita) Tour Napoles-Pompeia R$152,00 Roma Pass – R$131,00 Paris Visite 3 dias -  108,96 Boat Station Thun-Interlaken - R$230,00 Top of Europe-Kleine Scheidegg-Grindenwald – R$850,00 (Não Fiz)  
      O QUE MAIS GOSTEI?
      Barcelona é incrível demais, voltaria no verão para ficar no mínimo uma semana. Lisboa eu adorei pois me lembrou muito minha cidade (Salvador) e os preços bem em conta. Paris o que mais gostei foram os brechós com peças de 1 euro, no mais a cidade é encantadora, mas não voltaria, apesar de saber que tem muita coisa a oferecer.
       
      O QUE NÃO GOSTEI?
      A Itália em geral, principalmente na caótica napoles, tinha até tanque de guerra na rua. Eu achei a galera meio trambiqueira, queriam me subornar no aeroporto e etc. Mas foi onde comi mais, melhor, gostoso e barato. Claro! Suiça é muito cara, é linda demais, acabei gastando pouco porque tenho família lá, mas é muito caro, muito! Achei muito pega turista a maioria dos museus na Europa, é preciso selecionar bem onde quer ir, qualquer coisa que você visita é 15/25 euros e as vezes a sensação que tive era de muito custo para pouca coisa, tirando a muvuca de gente em alguns locais, como o Louvre.
       
      OBS 1:Da Suíça continuei sozinho a viagem que vou escrever em breve.
      OBS 2: Recomendo muito os voos da TAP com stopover, que é um tipo de conexão “voluntária”, uma parada numa determinada cidade de alguns dias. Escolhi Lisboa na ida e Porto na volta.
      OBS 3: Encontrei preços ótimos de voos com a Ryanair, mas se atente para as bagagens, os valores promocionais não dão direito a despachar bagagem. Eu consegui viajar europa apenas com bagagem de mão (1 mochila de 45L + uma bolsa de 15L). Quem viajar em grupo uma dica que dou é a cada 2 ou 3 pessoas tentar despachar so uma bagagem e levar o restante nas bagagens de mão. Outro detalhe é que as vezes o aeroporto fica muito longe da cidade (no caso de Paris) e acabamos pagando o mesmo preço praticamente de um transfer, que ainda assim compensou.
      OBS 4: Não fiquei na paranoia de visitar todos os moseus e etc. nem é minha vibe, gosto de circular pela cidade. Os city pass das cidades eu comprei por causa da comodidade que estava com a família e usamos muito o transporte público. Mas faça os cálculos para saber se compensa mesmo.
      OBS 5: Senti muito não ter feito a região da Florença, mas no consenso familiar Paris e Suiça eram prioridades. Além disso, o voo de Milão para Paris estava super barato, compensava ir pra lá.  
      OBS 6: Bons valores eu achei por ser na baixa temporada, inverno. Tem os pros e contras. Por exemplo, não tomei banho de mar, nem em Portugal, nem em Barcelona. 80% dos dias na viagem estavam nublados.
      OBS 7: Na Suiça queria ter rodado o país de trem, mas como estava em Família, foi mais um trecho da viagem de curtir outra vibe mesmo. Quem estiver indo por la, pesquise sobre o Swiss Pass.
      OBS 8: Sobre as hospedagens, acabei gastando pouco pois dividir o apartamento com outras pessoas. Achei bons preços por causa da época, baixa estação. Pesquisei muito e é preciso se ligar na localização das ofertas. Geralmente por sorte eu achei boas hospedagens com boas localizações, com exceção de Roma e Paris.
      OBS 9: Para hospedagem utilizei o booking.com e o airbnb.com .  Já para as passagens utilizei o skyscanner. Alguns blogs que recomendo e que aproveitei muito as informações:
      https://www.mochileiros.com
      https://www.viajenaviagem.com
      https://www.360meridianos.com
      https://mochilaobarato.com.br
      https://ilovetrip.com.br
       
      Quem quiser visitar, minha pagina no instagram, lá tem outras fotos dessa viagem e outros rolês que fiz.  https://www.instagram.com/xdan.trips
       
      Próxima parte tem: Amsterdam, Berlim, Praga, Cracovia, Budapeste, Sarajevo, Zagreb e Porto.
    • Por Carlos FD
      E aí companheiros e companheiras mochileiros, tudo em cima?

      Depois de mais de 08 anos cadastrado nesse fórum, lendo e aprendendo com um monte de relato, finalmente chegou a hora de dar minha contribuição por aqui. Depois de planejar várias vezes uma eurotrip (achei, inclusive, um post meu de 2013 já com esse planejamento aqui), a mais recente agora no início de 2019 em que cheguei a comprar as passagens mas acabou não rolando por burrice minha, finalmente essa viagem vai sair.
      Na terça feira que vem (24/09) eu pego a pista rumo à Barcelona. Pretendo fazer um relato de viagem em tempo real, como o nome do tópico sugere. Eu acho que não teria paciência pra fazer tudo de uma vez no pós viagem e também não quero aperto de mente de ter que me preocupar de lembrar de tudo. Então pretendo escrever o que de relevante aconteceu no dia, conforme a viagem for progredindo.

      Não sou fã de textão nem de coisas muito elaboradas, tampouco fotos perfeitas, então não esperem padrão de qualidade blogueirinhos e blogueirinhas rycos e phynos. Minha principal preocupação vai ser com a parte financeira. Cada centavo gasto será colocado aqui.

      Feitas as apresentações, vamos falar um pouco do roteiro que, já adianto, não é fixo.

      A entrada e a saída será por Barcelona. Comprei ida (24/09) e volta (05/11) saindo de Salvador por R$ 1.866 com taxas (AirEuropa). O seguro da viagem (42 dias) ficou por R$ 386,00 pela TravelAce. De BSN vou para Munique pela Vueling (R$ 212.76, cartão de crédito direto no site da companhia) já que a Ryanair tá com uma política de bagagem que não atende ao que eu quero. Assim que chegar em Munique, sigo para Nuremberg, que será minha hospedagem durante a Oktoberfest.

      A ideia pós oktober é fazer Praga-Berlim-Amsterdam-Antuérpia-Bruxelas-Londres. No entanto, ainda estou em dúvida sobre os locais da Bélgica. Vou deixar pra decidir na hora e com a ajuda de quem estiver acompanhando. Em Londres, tenho basicamente 8 noites. Mais pra frente pedirei ajuda sobre o que fazer, pra onde ir.

      No próximo post eu vou trazer alguns custos que integram a pré-viagem.



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