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Ilha do Mel

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A cidade base pra quem vem de fora do Paraná conhecer a Ilha do Mel é Curitiba. Chegando por onibus ou avião até Curitiba, pode-se ir até o litoral para pegar o barco e desfrutar as maravilhas da Ilha.

 

Existem 2 cidades em que se pode pegar o barco e seguir para a ilha:

 

Pontal do Sul - 130 Km de Curitiba:

 

Pode-se pegar um ônibus na Rodoferroviária e pegar o barco em pontal do sul que sai de hora em hora. De Pontal até a ilha são 30 minutos de barco.

 

Paranaguá - 90 km de Curitiba

 

Pode pegar o onibus na rodoferroviária ou ir de trem, descendo a serra da graciosa que o passeio é belissimo. São 2 horas de barco de paranaguá.

 

Outra opção, pra quem quer ir de trem e pegar um trajeto menor de barco é ir de trem até morretes e de lá pegar um onibus até Pontal do Sul.

 

 

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No trapiche em Pontal do Sul, no momento de pegar o barco, já começa a dúvida... Onde ficar?? encantadas ou brasília??? Encantadas tem os melhores forrós. Brasilia fica em uma posição privilegiada, se tem acesso a varias trilhas e várias praias... Já fiquei acampado em ambas e preferi Brasilia pela facilidade de ir para outros lugares:

 

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Em brasilia, eu recomendaria pra quem gosta de acampar o Camping Farol das Conchas. Para casais que desejam maior conforto, recomendaria a Pousadinha - http://www.pousadinha.com.br/

 

Inclusive a comida da pousadinha é muito boa!!!!

 

Considerando a estadia em Brasilia, podemos conhecer diversas praias e atrativos da ilha, através das trilhas:

 

Fortaleza Nossa Senhora dos Prazeres - Caminhada de 6 Km.

 

 

Da fortaleza pode-se subir a um mirante, que fica em cima da fortaleza, que tem tipo uma continuação da fortaleza com uns corredores e uns canhões escondidos:

 

 

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farol das conchas - 1Km + 1 Km de subida

 

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De brasilia, pode-se ir para encantadas de barco ou por trilha. A trilha tem aproximadamente 6 Km e passa por algumas praias:

 

Praia de Fora

 

 

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Praia Grande... Depois tem que atravessar umas pedras...

 

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Praia do Miguel

 

 

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Chegando na Praia de Encantadas, que é o outro ponto habitado da ilha, além de Brasilia.

 

Em encantadas, pode-se pegar a passarela:

 

 

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e conhecer a gruta de encantadas.

 

 

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As trilhas são bem fáceis e bem sinalizadas:

 

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Existem restaurantes, bares e pousadas de todos os gostos e preços.

 

As melhores praias são as Praias do FAROL, DE FORA, GRANDE e ENCANTADAS.

 

enfim... A ilha do mel é um lugar mágico, que vale a visita!!!

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A Ilha do Mel tem duas praias. Praia do Farol preferida pelos surfistas por ter melhores ondas na praia do Farol. É uma praia mais tranqüila onde estão localizados os melhores pontos turísticos, como o Farol e o Forte. Tem ótimos restaurantes pousadas e hotéis.

A encantadas não fica para traz com campings, muitos bares e restaurantes, e bem mais agitada.

Como chegar. pegar o barco em Pontal do Sul a travessia é rápida.

Em frente do embarque tem vários estacionamentos.

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Olá galera, algumas dicas e informações sobre a Ilha do Mel que postei em meu blog que quero dividir com vocês...

 

segue:

 

Amigos, hoje vou iniciar uma nova fase aqui no Loco Mundo, tenho notado que muita gente está visitando o blog e procurando informações sobre turismo, então eu como uma pessoa que ama viajar e paranaense nato, a partir de hoje vou compartilhar algumas informações sobre lugares que temos aqui no meu estado.

 

Para começar muito bem, vou falar sobre um lugar que fazia bastante tempo que não visitava e estive lá na semana passada, sem dúvidas um dos locais mais lindos que temos no Paraná e no Brasil, um lugar que amo de paixão, a ILHA DO MEL.

 

 

 

 

A Ilha do Mel é um lugar incrível, um orgulho para o litoral do Paraná, um verdadeiro paraíso e um lugar inesquecível sem sombra de dúvidas.

A Ilha possuí 2.762 hectares de mata preservada, sendo 2.585 hectares constituídos por reservas ecológicas. Não é permitido na ilha veículos de tração motor ou animal, assim como desde 1983 não se pode construir ou reformar as casas sem autorização do IAP – Instituto Ambiental do Paraná – o que torna a ilha um lugar rústico e mais mágico...

Por ser uma reserva ambiental não é permitido que se leve animais de estimação também, somente os animais nativos podem usufruir da Ilha, rs...

Para se locomover na ilha o contato com a natureza é total e isto é um de seus charmes. Existem trilhas, todas bem sinalizadas, que levam o visitante a todos os lados da ilha. Ainda existem locais em áreas de reservas ambientais onde não é permitida a presença de visitantes, mesmo porque o acesso é muito difícil.

Basicamente a Ilha está dividida em três partes principais, ao norte esta a Fortaleza, ao centro esta Nova Brasília e ao sul esta Encantadas.

 

 

Existem algumas maneiras diferentes para chegar até a Ilha do Mel.

 

A principal e mais rápida é pela BR-277 – partindo de Curitiba são cerca de 130 km por uma estrada duplicada e bem sinalizada, é pedagiada pela empresa Ecovia (0800-410-277) que mete a faca – (12,70 ida e +12,70 volta , acho um absurdo, pagar isso em um trecho de pouco mais de 100 km), é a maneira mais rápida de chegar, porem tirando a bela vista que se tem na serra do mar, não possui mais nenhum atrativo. Pode-se chegar até Paranaguá (sempre pela BR-277) ou até Pontal do Sul (através da PR-407, depois pela PR-412).

 

Para quem vem do Norte ou para quem dispõe de mais tempo e quer conhecer outros lugares vale a descida pela PR-410 à tradicional ESTRADA DA GRACIOSA, por este caminho o visitante tem a oportunidade de viajar por entre a mata atlântica, rodeado pela natureza abundante. O caminho é feito entre montanhas, picos, flores, cachoeiras, rios e visões espetaculares, vale citar que este caminho exige baixa velocidade tanto pelas lindas paisagens a serem observadas, também por se tratar de uma estrada bastante sinuosa e bastante estreita, é normal apresentar nevoeiro o que deixa a estradinha bastante escorregadia, pois em alguns trechos a estrada é feita de paralelepípedos. Pela estrada da Graciosa você pode conhecer a simpática cidade de MORRETES, que fica aos pés do Conjunto de montanhas Marumby, e se tiver um pouquinho mais de tempo pode ir até a cidade histórica de ANTONINA, que é bastante próxima de Morretes. Para ter acesso a estrada da Graciosa é preciso pegar a BR-116 sentido Curitiba – São Paulo e entrar no Km 61, no portal que dá inicio a estrada histórica, são cerca de 40 km até a saída na BR-277, lembrando que por este caminho da pra “escapar” do pedágio. Após estar na BR-277 o caminho restante é o mesmo do descrito anteriormente, também pode chegar até Paranaguá (sempre pela BR-277) ou até Pontal do Sul (através da PR-407, depois pela PR-412).

 

 

 

Outra opção principalmente para quem vem do Sul do Brasil é pela BR-376, por este caminho é preciso que se entre na cidade de Garuva em Santa Catarina e se siga pela PR-412, neste trajeto viajante vai passar pelas principais praias do litoral paranaense a começar com Guaratuba. Passando por “Guará” é necessário que se pegue um Ferry – Boat em uma travessia de aproximadamente 20 minutos que é bastante interessante, logo se chega a Caiobá e Matinhos, passando por praticamente todos os balneários até o destino final Pontal do Sul, onde está o embarque para Ilha. (Também é possível ir até Paranaguá, caso alguém deseje conhecer a cidade de Paranaguá ou o porto e depois partir para Ilha por Paranaguá).

 

Uma quarta opção, é fazendo o belíssimo trajeto de trem partindo de Curitiba até Paranaguá pela empresa Serra verde Express (41- 3888-3488), é uma vergonha que eu nunca tenha feito esse passeio, pois sei que é deslumbrante, mas ta na lista, quem sabe logo relato pra vocês...

 

 

Para quem está indo de ônibus, quem faz este trajeto é a empresa Viação Graciosa (41- 3223-0873) que disponibiliza durante todos os dias em muitos horários, ônibus para Pontal do Sul e para Paranaguá. Na temporada ônibus extras são colocados a disposição dos veranistas.

 

Então, após escolher uma destas vias de acesso até Paranaguá ou até Pontal do Sul, que são os dois locais de onde se é possível pegar a famosa “Barca para Ilha” (que já foi inclusive tema de sucesso de uma banda paranaense chamada Djambi). Deve-se escolher o destino a seguir, já que tanto de Paranaguá como de Pontal as barcas seguem para Nova Brasília ou para Encantadas. Chegando à Ilha existem barcas fazendo o trajeto Encantadas – Nova Brasília e vice versa.

 

 

 

 

Partindo de Pontal do Sul, que é a maneira mais utilizada e mais comum para seguir até a Ilha (e de onde eu sempre fui) existem barcas desde as 8:00 até as 18:00hrs, partindo de uma em uma hora conforme a lotação, no período da alta temporada partem barcas até as 21:00 hrs, o tempo de travessia é de aproximadamente 30 minutos, no caminho pode-se ter a companhia de grandes navios que chegam e saem do porto de Paranaguá e com mais sorte pode-se ter a companhia de botos.

O valor da travessia é de 23,00 reais (ida e volta) e já está incluso o valor de todas as taxas inclusive da taxa de visitação (valor este que teoricamente é revertido para melhorias na Ilha).

 

Partindo de Paranaguá existe a barca saindo as 9:30 e as 15:00 hrs, custo de 27,00 reais (ida e volta e taxas) com duração de quase 2:00 horas de travessia. Na temporada existem mais horários.

 

Deve-se ainda prestar atenção ao fato que por medida para evitar a degradação ambiental, somente 5000 pessoas podem entrar na Ilha, portanto na alta temporada fique esperto com este detalhe. Informe-se antes... 41-3455-2616.

 

Fico por aqui nesta primeira parte sobre a Ilha do Mel, ainda esta semana continuo relatando um pouquinho mais... Até breve.

 

 

retirado na integra : http://locomundojapa.blogspot.com/2010/08/informacao-viagens-ilha-do-mel-1-parte.html

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segue a segunda parte...

 

Continuando meus relatos sobre a maravilhosa Ilha do Mel, hoje vou postar um pouquinho sobre as características da Ilha, lembrando que o primeiro post foi basicamente como chegar até a Ilha.

 

 

 

Repetindo o que foi dito no primeiro post, primeiro você deve escolher entre os dois lados da ilha, em qual deles vai ficar, ou pelo menos pra que lado você vai primeiro. Vou tentar passar um pouco das “coordenadas” que estão ao meu humilde alcance, pra tentar facilitar um pouquinho pra vocês...

 

Posso dizer que em todas as vezes que fui pra Ilha do Mel, quase sempre fui para Nova Brasília, exceto em uma única vez que fui junto com meu pai, desta vez fui pra Encantadas.

Do lado de Nova Brasília, que é o lado que mais conheço, estão localizados os principais pontos turísticos da Ilha, ou melhor, a maior parte dos pontos turísticos.

 

Ao chegar à Nova Brasília você desembarca em um trapiche de embarque e desembarque (quando fui pela primeira vez tinha que pular na água mesmo), dalí é bom estar pelo menos sabendo pra que lado seguir, em Nova Brasília você tem diversas opções para ir...

 

 

Logo você se depara com diversas lanchonetes e restaurantes espalhados na “borda” do trapiche, adentrando pelas trilhas da Ilha, vão aparecendo pousadas para todos os lados.

 

Você pode optar em ficar logo por ali no começo de Nova Brasília, próximo ao trapiche, onde estão à maioria dos restaurantes, lanchonetes, campings e pousadas, ou então seguir por entre as trilhas para algum lado da Ilha.

 

Para a esquerda depois de uma caminhada de cerca de 1 hora, passando pela parte da ilha conhecida como Istmo ou “passa-passa” (atente-se a maré que quando está alta pode atingir esta parte do caminho), chega-se a região do Forte Nossa Senhora dos Prazeres, região menos povoada onde existem algumas pousadas, restaurantes e um hotel. Para ir até esta região existe ainda o serviço de “taxi-náutico” que partem do terminal do trapiche.

 

 

 

Seguindo a trilha para direita logo se está na região “central” da Ilha, ou a região do Farol, onde existem muitas pousadas, campings, lanchonetes, algumas lojas, mercadinhos e restaurantes, se você preferir ficar por ali, estará bem próximo da praia de fora e do farol das conchas. Ali também existe Posto de Saúde, Posto Policial e Agência dos Correios. Pro pessoal do surfe, é bem acessível para os picos que quebram as melhores, tanto na Praia de Fora, na Praia Grande e se estiver “funfando” as lendárias paralelas...

 

 

 

Caminhando um pouco mais você chegará a Praia Grande e seguindo pela praia você chegará a um lugar conhecido como “Canto da Vó”, onde encontrará pousados, campings e restaurantes também...

 

 

 

 

Em Nova Brasília existem carregadores de bagagem que podem levar suas coisas até a porta da pousada onde você for hospedar-se, o valor vária dependendo da distância, existem algumas pousadas que disponibilizam este serviço para seus hospedes.

 

 

Já em Encantadas o visitante também terá diversas opções de hospedagens, existem bastantes pousadas e alguns hotéis, existe em encantadas inclusive uma “praça de alimentação”, além de algumas lojas e mercearias. Também em Encantadas o estão disponíveis Posto de Saúde, Posto Policial e Agência dos Correios.

 

Você pode ir tanto para Nova Brasília como pra Encantadas, mas depois pode se desejar ir para o outro lado, ou seja, se foi pra Nova Brasília pode ir pra Encantadas e vice versa. Existem barcas fazendo estes trajetos

 

 

Uma dica importante é que nas épocas da alta temporada, talvez a melhor opção seja reservar uma pousada, porque muitas vezes a Ilha ta bombando e fica difícil achar algo... Já nas demais épocas a melhor opção e procurar e pesquisar preços, não se instalar na primeira pousada porque às vezes por preços menores você pode ficar em pousadas melhores, tudo depende lógico... Mas são só dicas...

Os preços das pousadas variam desde 25,00 reais até 250,00 por pessoa... A maioria das pousadas e hotéis aceitam cartões, porém algumas não aceitam, portanto informe-se...

 

É bom lembrar que na Ilha NÃO existem bancos, portanto leve uma reserva de dinheiro que você ache suficiente para os dias que deseja ficar na Ilha.

No continente existem alguns bancos:

Em Paranaguá – Bradesco, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, HSBC, Itaú, Real, Santander-Banespa, Unibanco.

Em Pontal do Paraná – Banco do Brasil (Praia de Leste), Itaú (Ipanema), HSBC- caixa eletrônico (Ipanema).

 

 

 

 

O que você não pode esquecer-se de levar para Ilha:

 

• Lanterna (As trilhas não têm iluminação e a noite você vai precisar muito de lanterna);

• Protetor Solar, boné e guarda-sol (no verão é indispensável);

• Repelente (dependendo a época existem alguns insetos chatos);

• Capa de Chuva e Agasalhos (no inverno);

• Calçados confortáveis (lembre-se que na ilha se caminha bastante);

• Seus próprios remédios (Na Ilha não existem farmácias);

• Maquina Fotográfica (indispensável registrar este lugar lindo).

 

 

O que você não deve levar para Ilha:

• Animais domésticos. (Não são permitidos)

• Espécies de plantas que não sejam nativas.

• Salto alto e afins. (De forma alguma combina com Ilha do Mel, lembrando que mesmo na “night” a galera sai de chinelão, a pé, ou até mesmo descalço.

 

 

Isso aí galera, encerro por aqui, mas logo volto postando sobre as características dos principais pontos turísticos da Ilha do Mel.

 

 

retirado na integra de: http://locomundojapa.blogspot.com/2010/08/informacao-viagens-ilha-do-mel-2-parte.html

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Olá meus amigos, hoje vou finalmente mostrar pra vocês um pouquinho mais das lindas atrações existentes na querida Ilha do Mel, vou postar hoje sobre os principais pontos turísticos da Ilha...

 

Difícil dizer qual o lugar mais legal, mas talvez o que tenha mais a cara da Ilha é o FAROL DAS CONCHAS, localizado em cima do morro de mesmo nome (morro das conchas), o Farol já é avistado de longe, logo que se parte de Pontal do Sul em direção a Ilha, já é possível visualizar o farol, já na Ilha é possível avistá-lo de diversas partes. Construído em 1872, por ordem de Dom Pedro II, para orientar os navegadores da Baía de Paranaguá. Foi feito de ferro fundido, com uma altura de 18 metros, vindo de Glasgow – Escócia orienta os navegantes através de o seu piscar, desde 1º de abril de 1872. Atualmente é alimentado por energia solar.

 

Morro/Farol das Conchas

 

Originalmente havia uma edificação de alvenaria com espessas paredes brancas, assoalho de cedro e o forro de imbuia. Acima da porta havia uma placa de bronze comemorativa. Lamentavelmente, a casa do faroleiro (monumento histórico) foi demolida sem que se saiba por que.

Para chegar ao farol, é necessário subir uma escada com quase 140 degraus em uma linda visão da Ilha, que vai ficando cada vez mais bonita na medida em que se sobe. Lá de cima é possível visualizar quase por completa a Ilha do Mel e região.

 

Escadaria no Morro das Conchas

 

 

A FORTALEZA DE NOSSA SENHORA DOS PRAZERES ou Fortaleza da Barra é outro lugar de visitação obrigatória ao visitante na Ilha, sem dúvida imperdível.

Construído com paredes de um metro e meio de espessura, entre os anos de 1766 e 1769 por determinação do Rei de Portugal Dom José, para proteger a Baía de Paranaguá contra o avanço das tropas espanholas que já haviam invadido a ilha de Santa Catarina (hoje Florianópolis, SC). A Fortaleza foi tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional em 1972.

 

Canhões da Fortaleza

 

A Fortaleza está localizada aos pés do MORRO DAS BALEIAS e se alguém vai até o Farol, não pode deixar de subir o morro das baleias, seu acesso é feito por uma trilha em meio à mata atlântica e pleno contato com a natureza, ao chegar ao alto do morro prepare-se para ter uma das mais bonitas vistas da Ilha, existe um mirante que possibilita uma vista panorâmica espetacular. Além do bonito visual no alto do morro estão os canhões remanescentes da segunda guerra mundial (também existem diversos canhões sobre o forte, lá em baixo), eu pessoalmente acho muito interessante estes canhões, ainda no alto do morro outro ponto legal é a trincheira de pedras, uma espécie de labirinto construído em pedras.

Vista de cima do Morro das Baleias

 

 

Partindo de Nova Brasília até a Fortaleza você obrigatoriamente (desde que esteja caminhando) passa por uma das atrações da Ilha o ISTMO, ou como é chamado pelos locais, o “passa-passa”... Está é a parte mais estreita da Ilha do Mel e vem sofrendo com a erosão desde 1930, chegou a ameaçar a divisão da Ilha principalmente na década de 90, mais especificamente em 95, mas atualmente a água só atravessa a Ilha em épocas de forte ressaca, a largura da facha de areia hoje chega a 30 metros.

Istmo

 

 

Já no lado de encantadas o principal atrativo é a GRUTA DE ENCANTADAS, esta gruta é repleta de lendas e histórias, o que a torna mais apreciada, a lenda mais famosa é que ali existiam sereias que atraiam aos pescadores para seu interior fazendo com que estes desaparecessem, de fato, o lugar é fascinante e sem dúvida apresenta um misticismo envolvente, além disso, segundo dizem, sua composição mineral concentra espetacular energia salutar aos visitantes. Há alguns anos foi construída uma passarela que facilita o acesso até a gruta.

Gruta de Encantadas

 

 

Outro atrativo em Encantadas é o FAROL DO CARAGUATÁ, construído em local com um visual espetacular, muito bonito, permite que o visitante possa admirar os navios que passam bastante próximos a Ilha, no canal, chegando ou saindo do Porto de Paranaguá.

 

Não posso deixar de citar as PRAIAS da Ilha que são naturalmente lindíssimas, são 30 belas praias espalhadas pela Ilha, sem dúvida praias paradisíacas.

Destaque para as praias de Fora e Grande em Nova Brasília, Praia da Fortaleza na região da Fortaleza e para a Prainha em Encantadas, está última a mais procurada da Ilha do Mel.

 

Vista da Praia De Fora e aos fundos, a Praia Grande

 

 

Pra finalizar este post vou citar algumas das hipóteses de como surgiu o nome da Ilha...

Várias hipóteses (folclóricas) são conhecidas para a origem do nome:

• A extração de mel silvestre, anterior a 1950, quando os alimentos eram adoçados com o mel ou com o açúcar extraído da cana da própria ilha, devido à dificuldade de obter o açúcar industrializado;

• A existência de uma família de origem alemã que habitava a região da Fortaleza, e onde havia um engenho para produção de farinha de mandioca. Farinha em alemão escreve-se “mehl”;

• A cor da água do mar vista do alto do Morro das Conchas – Farol, principalmente no início da Praia do Farol (Paralelas);

• O formato da Ilha, cuja parte oeste lembra mel saindo da boca (istmo) de um recipiente (parte sul);

• A lua-de-mel que os escravos mais fortes desfrutavam com várias negras, onde os mesmos eram deixados na Ilha por vários dias, para a reprodução, no século passado.

• Entre tantas outras.

 

Ainda bastante curioso é como surgiu o nome de “Nova Brasília”

Contam os mais antigos que os primeiros moradores que vieram habitar o local, oriundos da Ponta Oeste, na Ilha, o fizeram na época em que estava sendo construída a capital federal, Brasília. Daí a homenagem.

Contam outros, que o nome se deve ao fato de a localidade abrigar em suas areias, uma espécie de isca para pesca, cujo nome é “corrupto”...

 

 

Texto retirado na integra do meu blog em: http://locomundojapa.blogspot.com/2010/08/informacao-viagens-ilha-do-mel-3-parte.html

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Realmente, as botucas não atacam em todos os lugares. Na praia é difícil elas chegarem, mas nas trilhas tem que passar correndo...

Já os "porvinhas" atacam em qualquer lugar, e como são pequeninos você não percebe o ataque, diferente das botucas, que na ilha dá pra confundir com um beija-flor... tá bom, menos, beeem menos... ::tchann::

 

Hahahahahaha!

 

Bem sinceramente, depende da época q vc vai para lá...

Em meados de novembro/dezembro é terrível, em dias de sol, esqueça leve tubos de repelente pq é complicado...

Fui em meados de novembro do ano passado, eu e minha namorada tomamos sorte pq nosso repelente surtiu efeito, mas era insuportável, enxames de botucas nos rondavam...caminhamos pela praia desde Brasília até a Fortaleza. Alguns turistas que passaram por nós falaram que passaram repelente mas não surtiu efeito! Pegaram galhos para ficarem se batendo e espantando as botucas e suas picadas terríveis, deu dó de ver. Emprestamos o nosso repelente, mas era preciso passar de 20 em 20 minutos pq se não já era! As botucas estavam com fome mesmo! hahahaha!

 

Bem segue a dica para quem for, repelente e roupas brancas. As botucas são atraídas por cores escuras (Segue estudo da unicamp que comprovou que a influencia da cor da roupa é mínima frente ao odor e outras coisas, mas foi constatado que as cores escuras atraiam com maior frequencia os mosquitos http://www2.ib.unicamp.br/profs/eco_aplicada/arquivos/artigos_tecnicos/REPEL%20MOSQUITOS%20Base%20T%e9cnica%20fim%20fim.pdf).

 

Outra dica: Se vc for caminhar pela praia, vai por sobre a água, afasta um pouco as botucas. Foi o que fizemos.

 

Quanto ao repelente compramos e usamos 1 tubo de Super REPELEX - spray não oleoso fabricado pela RECKITT BENCKISER, custa por volta de R$ 5,00.

 

Abraços...

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Salve Mochileiros...

estive na ilha do mel agora em Jan/2011 e fique 5 dias lá. Segui as dicas encontradas aqui no fórum e fiquei na encantadas e segue minha impressão:

 

A encantadas realmente é mais badalada, tem 3 bares legais no caminho pra praia de fora sendo que o último é forró e não é todo dia. Imperdível a toca do Raul, lugar altamente rock roll.... com enfase em Raul claro...rsrs mas não é nada que atrapalhe o sussego...

 

Além disso, o bar pousada alternativa se gaba de ser o único que fica aberto até 06 da manhã... e vende uma pizza média, que da pra laricar até umas 3 pessoas por R$10,00.. definitivamente o lugar mais barato da ilha...

 

Encantadas, sobra a gruta da encantadas.. e o mar de dentro da encantadas é ótima pro fim da tarde....

 

Mas em vários dias fui pra nova brasilia, pois lá que estão as grandes atrações mesmo da ilha.... Da gruta de encantadas até o farol dá aproximadamente 1:30 de caminhada em ritmo lento... e depois mais 1h até a fortaleza...

O barco custa 6$... e tem em vários horários...

 

Na prática, tive a impressão que as praias da nova brasilia tem mais gente. Além de nessa parte ter mais opções de restaurante... para a noite, vi somente um bar com música ao vivo, que por sinal é um restaurante caro...

 

Visitei pra ir conhecer a tal pousadinha, muito indicada aqui... e realmente é muito boa e tem um restaurante muito bom e relativamente barato.....

 

Na encantandas, encontrei pousadas para casal variando de 70$ a 150$/dia... as poucas que procurei em Brasilia tb tavam nessa média...

 

Na vila da fortaleza, as coisas são bem mais roots e escassas.. até mesmo para chegar lá é 1h de caminhas ou os poucos hotéis que oferecem barco... não vi barcos regulares indo para lá.... alguns me falaram q era por conta de ter q dar a volta na ilha praticamente pra poder chegar la.... tem a opção de se negociar com alguns "barco-taxis".. mas nem vi o preço disso... com canela e disposição.. vai e volta em qq lugar la....

 

Mais uma vez.. obrigado pelas dicas que tive aqui.. e espero poder ajudar próximos que estejam indo pra lá!!!!

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OI, acabei de voltar da Ilha do Mel!

Lugar mágico!

 

As refeições por lá giram em média de 20 reais o prato feito (bem servido, dá pra dividir em 2 mulheres) ou pratos para 2 a 4 pessoas em torno de 50 a 60 reais.

Em encantadas em um restaurante chamado Toca da Ilha que serve almoço para 2 pessoas por 25 reais (arroz, feijão, salada, camarão e peixe).

No vilarejo do farol ( bem perto da praia de Fora) tem um restaurante muito bom, chamado Astral da Ilha. Ele é indicado pelo 4 rodas... mais caro, mas o prato também é super caprichado (um peixe divino), paguei 40 reais para 1 pessoa, mas também nem jantei no dia.

Outro restaurante muito bom é o Mar e Sol; os garçons são bem simpáticos e a comida é bem gostosa.

Na Pousadinha tem um feijão divino, o preço gira em torno de 20 reais por pessoa, porém o prato é um pouco menor.

 

Como a maioria das praias, a Ilha gira em torno de frutos do mar, principalmente camarão e peixe.

Um dia pedi um prato de contra filé e não tava muito bom!

 

Bem, é isso... se precisar de mais ajuda só falar!

 

Beijos

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      Passei o resto da tarde ali nas redondezas do Largo da Ordem, sem nada pra fazer e tomando um chopp no Bar do Alemão. Só curtir Curitiba com bastante tempo...coisa que não tive da outra vez.
       
      Domingo, 19 de outubro de 2014
      Fui fazer a Linha Turismo. Da outra vez que passei em Curitiba não deu tempo. Acho que se eu quisesse ir nos pontos que fui usando transporte público conseguiria fazer da mesma forma e gastando bem menos, mas eu queria muito andar naquele onibus grandao com 2º andar panorâmico. A Linha Turismo custa 29 reais com direito a 4 reembarques. Peguei o onibus no ponto inicial na Praça Tiradentes às 9:20. Da outra vez que fui em Curitiba já tinha ido no Jardim Botânico e no Museu Niemeyer então dessa vez passei direto e fui descer só na Ópera de Arame já quase 11 horas. A parada na Ópera de Arame é bem rápida, só mesmo pra tirar umas fotos do lugar pois o palco fica fechado e a visitação vai só pela ponte até a entrada da ópera. Não fiquei ali nem 5 minutos. Depois fui a pé pro Parque Tanguá. Tranquilo de ir andando, só subir o morrinho à direita da ópera e entrar na primeira rua a direita ali em cima, seguir pelo plano até passar pelo cruzamento com outra rua e mais um pouquinho à frente entrar à esquerda e pronto! Chegou o Parque Tanguá! Eu não levei nem 15 minutos andando e fui devagar pois tava quente. Não desperdice um reembarque da Linha Turismo, vá andando da Ópera ao Parque Tanguá! :'> :'>
      Aaahhhhhhh o Parque Tanguáááááá
      Pare lá, pare lá, pare lá!!!

      Parque Tanguá é lindo demais, achei o lugar mais bonito de Curitiba!!! Jardim Botânico perde muito pro Parque Tanguá, aquela pedreira, as fontes, a cachoeira, o túnel lá em baixo, tudo muito bonito, show, show, show. Saí de lá 13 horas depois de trocentas fotos. :'> :'> :'>


      Passamos pelo Parque Tingui, bonito também mas achei desnecessário descer já que a linha vai passando pela lateral do parque e dá pra ir tirando boas fotos pelo caminho. O parque não vai muito lá pra trás então a maior parte dele vai margeando a rua por onde a linha passa e dá pra ir tirando boas fotos enquanto isso.
      Desci pra almoçar em Santa Felicidade. Entrei num rodízio de massas delicioso no restaurante Portal. Opção de restaurante em Santa Felicidade não falta, mas são meio caros. Peguei a Linha Turismo de novo quase 15 horas e já tava armando o temporal. Desci no Parque Barigui e saí pra esconder da chuva numa casa amarela perto do ponto de onibus. E desceu a chuva e até granizo. E o calor de 30 graus virou friozinho de 16 graus. Depois de um tempinho a chuva parou e dei uma volta pelo Parque Barigui, mas não vi nada demais. O lago é bonito. Pra terminar, fui pra Torre Panorâmica. Entrada custa 3,50. Cheguei lá em cima quase 17 horas, a chuvinha voltou mas bem fina. Como não tinha nevoeiro, a chuva não atrapalhou de ver o visual lá de cima. E enquanto chovia para um lado, para o outro o tempo era mais claro e com o tempo a chuva ia virando e para onde estava escuro dava pra ver com mais clareza. Como não tem tempo limite de permanência lá, fiquei até 18 horas e tirei fotos até das serras bem pra lá da cidade.

      Fechei a Linha Turismo descendo no mesmo ponto que entrei e fechei o dia também.
      Percebi durante todo o trecho que Curitiba tem muitos fios baixos, o onibus é alto e em vários lugares passamos muito perto da fiação. Totalmente desaconselhável ficar em pé com o onibus em movimento pois a qualquer momento um fio pode atingir a sua cabeça! Teve um ponto perto do Bosque Alemão que o onibus arrancou um fio, não sei se de telefone, luz ou outra coisa, mas pode ser perigoso. Alguns onibus tem um ganchinho na frente pra defender dos fios, mas mesmo assim é bom ter muita atenção com eles e os responsáveis pelas fiações da cidade deveriam fazer alguma coisa para segurança de todos. Fica o alerta! :'>
       
       
      Segunda-feira, 20 de outubro de 2014
      Saindo cedo do hostel, peguei a linha 304 Pinhais-Campo Comprido às 7:40 e 7 minutos depois descia na rodoferroviária de Curitiba. O horário do trem é às 8:15 mas atrasou, dizem que por causa de 3 onibus de Paranaguá que chegaram bem em cima da hora. O trem saiu às 8:30. Ele vai beeeeeeem devagar. Primeiro passando por áreas urbanas de Curitiba e Pinhais, depois algumas áreas rurais entre Pinhais e Piraquara. Esse trecho é bem monótono, o trem continua beeeeem devagar e não tem nenhuma paisagem assim espetacular. São pastos, campos, plantações, gado, araucárias e tal... lá pelo meio do passeio é que vem a parte mais interessante com túneis, viadutos, cachoeiras e rios. Infelizmente o nevoeiro pegou bem nesse trecho e deu uma prejudicada justamente onde a paisagem seria mais deslumbrante. Pouco mais abaixo teve um defeito no trem, soltou ar do sistema de freio e o trem parou. E ficou parado alguns minutos, uns 15 talvez. A chegada na estação de Morretes foi 12:30. chegou 1:15 depois do previsto. O trem vai realmente beeeeem devagar. Eu fiquei um pouco decepcionado com esse passeio pois boa parte dele é bem monótona. A parte mais bonita ficou prejudicada com o nevoeiro. O preço do trem é meio salgado, eu comprei a mais barata do vagão econômico por 72 reais e já fiz o trem de Vitória a BH que durou mais de 13 horas e é mais barato. Não é tão turístico, é mais de passageiros, viaja a 70 por hora, não tem tantas paisagens deslumbrantes, só mais ali perto de BH, mas mesmo assim não achei tão monótono quanto esse, acho que mais pela velocidade muito baixa e mesmo que o tempo tivesse bom, o trecho onde estão os principais atrativos passam em 15 minutos, o resto é basicamente passar no meio da mata, então vai mais do gosto individual de cada um. Mas tenho vontade de repeti-lo num dia de tempo firme.

      Na saída do trem, encontrei mais gente que, como eu, estavam indo pra Ilha do Mel. Fomos andando pra rodoviária. Saindo da estação em Morretes, indo para a direita mais 3 quarteirões chega na rodoviária. O próximo onibus para Paranaguá era 13:20. Enquanto esperávamos fomos fazendo amizades, éramos eu e mais 6: O Marcos de Apucarana e a namorada dele que esqueci o nome, as amigas Vivian e Paula de São Paulo e um casal francês que mora em São Paulo ha algum tempo. Tinha também um casal mais velho de Mato Grosso do Sul que pegaram um táxi na estação pra ir pra rodoviária, mas por causa das malas, sem malas pesadas não precisa, dá pra ir a pé mesmo. E fomos todos pra Paranaguá às 13:20 num onibus urbano lotadão mas que pelo menos me deixava feliz porque tinha mais velocidade que o trem . Chegamos em Paranaguá 14:30. O barco pra Ilha do Mel é 15:30. pra ir da rodoviária pra onde pega o barco é só ir andando pra esquerda, atravessar a rua em frente a entrada pra Ilha dos Valadares e seguir beirando a orla até onde vende as passagens do barco, que é num prédio laranja numa esquina onde do outro lado tem um hostel da rede HI e fica em frente onde se embarca para a ilha.

      Sobre o barco pra ilha do Mel: Em Paranaguá só tem dois barcos por dia, um pela manhã e outro à tarde. A maioria dos barcos parte de Pontal do Sul, onde tem barco de hora em hora das 8 às 17 horas e claro que em altas temporadas e finais de semana tem barcos com mais frequência. Mas então por onde ir? Depende de onde você vem e em qual horário. Eu cheguei em Paranaguá às 14:30 e o barco é 15:30. O preço do barco é 34 reais, incluída a taxa de visitação da Ilha que acho são 10 reais. Os barcos de Pontal do Sul custam 29 reais. Esses valores são de ida e volta. Se for de Paranaguá pra Pontal do Sul o onibus custa 4,70, ida e volta dá 9,40 mais 29 reais são 38,40 então, pra quem chega por Paranaguá é mais econômico ir direto de Paranaguá, isso se você tiver sorte de chegar perto do horário de um dos barcos, pois de Paranaguá são poucos barcos pra lá. O tempo de barco de Pontal do Sul é cerca de meia hora. De Paranaguá dá mais de uma hora ou quase duas. A maré interfere nisso também pois com maré baixa ou maré contrária pode demorar mais.
      O barco saiu 15:30 e chegou em Encantadas 16:50. Tranquilinho demais, o mar nem tem onda forte por ali.
      Pisei no trapiche de Encantadas, olhei pro que tinha na minha frente e pensei...sério que vou ficar aqui só 2 dias??!
      Porquê fiquei em Encantadas? Vamos a algumas objeções: Os principais pontos turísticos da ilha estão mais próximos de Nova Brasília do que de Encantadas, mas se você, assim como eu, gosta de andar, não ha problemas!!! Encantadas tem uma orla com pousadas, restaurantes e mercados em frente. Brasília fica toda pra dentro da ilha, não tem pousadas e restaurantes com pé na orla. Brasília parece mais tranquila e Encantadas mais agitada. Até durante a semana, fora de temporada com pouca gente na ilha você vê mais gente circulando em Encantadas do que em Brasília. Como eu queria algum lugar um pouquinho mais animado fui pra Encantadas e também achei Encantadas mais bonita que Brasília.
      fiquei na Pousada Marimar, que trabalha também com quartos coletivos e até já foi filiada da rede HI. Fiquei num quarto coletivo, diária 50 reais, a pousada é muuuito boa, o staff é muito legal e receptivo, tem um deck muito bom, com uma ótima vista pro por do sol e pra pegar um sol no deck de tarde, de frente pra praia, muito, muito boa mesmo. :'> ::Já passava de 17 horas, deixei minhas coisas no quarto e fui procurar comida, nem tinha almoçado ainda. A turma toda que veio no barco comigo tava comendo no restaurante Toca da Ilha que fica ali na orla mesmo um pouco mais adiante. Lá tem PF por 15 reais. Depois de almojantar, fiquei tomando cerveja com as meninas de Sampa. Me assustei com a conta pois a garrafa de cerveja lá custa módicos 10 reais!!! ainda bem que foram só duas garrafas!! Lembre-se que não foi só você que pagou um barco pra chegar lá, as comidas e bebidas também não foram parar lá sozinhas.......
       
       
      Terça, 21 de outubro de 2014
      Dia de andar, andar, andar...Vai pra Ilha do Mel? Tem disposição pra andar e quer ficar num lugar legal? Fique em Encantadas então!! Saí da pousada antes das 9 horas porque o café lá é servido tarde, só a partir de 8 horas, mas poderia ter ido mais cedo pois nesse dia um grupo grande de pessoas iam pegar o primeiro barco e serviram o café 7 horas. Se você for embora no primeiro barco, peça o café mais cedo! A equipe lá é nota 10 e vai fazer servir o café mais cedo pra você!!
      Então, o dia tava nublado, uns 21 graus, ótimo pra andar. E como andei!! A trilha de Encantadas pra Brasília sai do lado da Marimar, mas eu entrei noutra trilha perto do trapiche, dei várias voltas perdidas até encontrar a trilha certa . A trilha é muito bem visível, sinalizada em alguns lugares, dá pra fazer tranquilo e sozinho. Primeiro você vai passando por casas e pousadas que ficam ainda em Encantadas e logo depois chega na Praia de Fora. A Praia de Fora é oceânica enquanto a de Encantadas é praia de baía, então, Encantadas é mais movimentada por causa da vila mas a praia de fora é mais deserta e mais limpa. Nao parei nela pois não tinha sol e meu destino estava looonge. Passando pela trilha vi ao longe o casal francês que veio comigo no trem e no barco andando pela praia. São facilmente identificados porque o cara é um rastafari que parece o Toni Garrido e ela uma francesa típica, então de longe dá pra conhecer. No fim dessa trilha tem um morro com degraus de pedras e lá no alto você tem uma boa visão do que já andou e do que ainda vai andar, pois avista o farol láááá longe!!



      Descendo do outro lado tem a Praia do Miguel, essa sim absolutamente deserta, pois pra ir por Encantadas tem esse morro pra passar e pra ir por Brasília tem um terrível obstáculo de pedras, então só os mais animados vão pra lá.
      No fim da Praia do Miguel, momento aventura do dia, pois pra passar naquelas pedras exige estratégia eu fui pelas pedras até no ponto mais alto, tinha uma fenda no meio das pedras e pensei “por aqui não passo!!”, desisti e voltei. Pensei em ir beirando as pedras com as ondas batendo em mim. Fui até o meio, pensei que ia cair e morrer ali (momento exagero ) e ninguém ia me salvar pois tava deserto. Voltei. E agora? Volto pra Encantadas e pego um barco pra Brasília? Ali perto tinha uma placa indicando que Brasília era por ali mesmo, pelas pedras. Peguei o celular, entrei no GPS e vi que a trilha passava ali beirando a praia mesmo, então pensei “só pode ser pelas pedras mesmo”. Bora pra mais uma tentativa!! Fui de novo até o ponto mais alto, vi aquela fenda no meio das pedras mas tava um trilho meio batido lá pra baixo e pensei que outras pessoas sempre passam por ali. Então aqui entra o pulo do gato!! pulo mesmo!! a parada agora é sentar na pedra e ir escorregando, pulando, descendo, segurando, vendo como dá e passar lá pra baixo e dali é só alegria!! Venci o obstáculo e agora estou na Praia Grande, onde tem muito surfista. No fim dessa praia, outra trilha que vai pra Brasília. A gente chega no final de Brasília, já bem perto da entrada pro farol. Ali encontrei o casal francês que estava indo pro farol e agora tinha companhia. Fui andando com eles. O alto do farol é muito bonito, o MELHOR lugar da ilha pra tirar altas fotos.


      Dali fomos pra Fortaleza. Boooooaaaaa caminhada. Fomos pela praia, dá mais ou menos uma hora, mas fomos andando muito rápido pois o casal frances já ia embora da ilha naquela tarde. No caminho, pela praia, vi alguns golfinhos mortos, alguns eram só esqueleto mas tinha um que ainda tava morto recente e o frances rastafari foi tirar foto dele. A francesa ficou indignada com aquela atitude mórbida , mas ele disse que já que não tinha visto nenhum vivo o morto servia . A maré ali varia muito e esses golfinhos devem ser trazidos por ela. Eu tive sorte de ver golfinhos vivos bem perto do barco quando tava indo pra ilha do mel. Os franceses também estavam no barco, mas dormindo.. chegando na fortaleza tem uma vila e ali dá pra ver contençoes pra maré e perceber que a variação da maré ali é enorme. Cheguei na fortaleza 13 horas. Mas fui andando e parando pra fotos e tal, não fui direto. Uma placa diz que são 9 km de Encantadas até a fortaleza.
      A fortaleza é legal, histórica, tem um mirante lá em cima. Os franceses iam voltar por causa do horário, me despedi deles e fiquei mais um pouco ali aproveitando o local. Quando saí eram quase 14 horas e a maré tava bem alta, por isso voltei pela trilha e não pela praia.

      Almocei em Brasília, PF por 15 reais. Depois ainda voltei no farol com mais calma pois o tempo tinha aberto um pouco e não tinha intenção de voltar no outro dia. Peguei o ultimo barco e voltei pra Encantadas 17 horas. Fora de temporada são poucos barcos entre as duas vilas, mais ou menos de 2 em 2 horas. Custa 10 reais só ida e 18 reais ida e volta. Já tinha andado bastante mas o principal motivo pra voltar de barco é que passar de novo naquelas pedras com maré alta acho que não seria boa ideia. Andei mais de 15 km nesse dia de certeza. Quando cheguei na Marimar tinha um chegado um colega de quarto, o Alan de Curitiba, que apesar de tão perto nunca tinha ido na ilha do mel. Tinha uma holandesa também, a Patricia, que tá no Brasil ha algumas semanas fazendo trabalhos voluntários em Curitiba e tava numa passagem relampago pela ilha do mel. Jogamos umas partidas de sinuca e depois fui encontrar as meninas de SP pra tomar umas cervejas e conversar sobre o dia, a vida, filosofar e tal...

       
      Quarta, 22 de outubro de 2014
      hoje o sol deu o ar da graça. Minha intenção pra hoje era nada. Já tinha conhecido a ilha e tava de bobeira. Como o Alan ainda não conhecia e queria ir em Brasília, fui de novo com ele. Parei na Praia do Miguel, tão vazia, tão limpa, tão boa... as pedras hoje já não foram obstáculo pois já sabia como passava. Fomos no farol de novo, com sol fica bem mais bonito. Almoçamos em Brasília e voltamos no barco das 15 horas. Depois fui na gruta de Encantadas, que ainda não tinha ido, mas não achei nada demais. A gruta é pequena. Mas o visual daquela parte da ilha é bem legal. Voltei já de tardinha e fiquei no deck da Marimar, curtindo o visual e os últimos momentos na Ilha do Mel. Tinha conhecido a ilha toda, feito tudo que queria fazer mas dava vontade de ficar mais. A ilha do Mel vicia!! ficar num lugar onde não tem mais barco depois das 17 horas, onde não tem ruas, não tem carros, você dorme ouvindo o barulho das ondas, tem trilhas, natureza...perfeito!!
       
      Na quinta de manhã precisava, infelizmente, ir embora. Serviram o café mais cedo por minha causa :'> :'> e 07:30 peguei o barco pra Paranaguá. A maré tava baixíssima essa hora, o barco entrou duas vezes num banco de areia. De encantadas ele vai pra Brasília e sai de lá 8 horas. Na volta passou um navio grandão perto e deixou um mini tsunami pra gente. Tinha uma tia doidona parecendo a Doris Giesse que gritava tacalhe pau, tacalhe pau!! o barco subia e descia, tombava e destombava, frio na barriga, coração na boca e rindo da tia!! um pequeno momento pra dar um pouquinho de emoção na volta hehehe.

      Cheguei em Paranaguá 09:45, dali você vai a pé mesmo pra rodoviária e peguei o onibus pra Curitiba 10:15, de onde você vai para o resto do Brasil e o mundo!!
       
      isso é o que temos para hoje. Ilha do Mel ficou marcada pra mim, adorei aquele lugar e pretendo indicar pra todos vocês e voltar lá um dia, levando mais gente pra conhecer aquela maravilha da natureza.
    • Por Juliana Champi
      Olá pessoal, tudo bem?
      Tirando um seleto e sortudo grupo de nômades digitais, a maioria de nós sofre litros quando volta de um período de férias já em depressão à espera do próximo!
      Uma boa pedida para aguentar o sofrimento da espera, hahaha, é encaixar mini aventuras nos fds ou pequenos feriados.
      Eu já escrevi dois outros tópicos sobre estas pequenas aventuras de fins de semana pelo estado do Paraná (Pico Agudo e Morro do Gavião), e vou deixar mais duas registradas aqui hoje. Também pretendo utilizar este mesmo tópico para relatar outras ao invés de ficar criando tópicos novos!
      Bora lá!
       
      MORRO DA PEDRA BRANCA
      Este passeio é bem light, pode ser feito em esquema bate-e-volta de alguma cidade próxima ou mesmo se vc estiver passando pela estrada e tiver um tempinho sobrando.
      O acesso ao Morro da Pedra Branca se dá pela PR 376, (Rodovia do Café, liga o norte do estado à capital) entre Mauá da Serra e Ortigueira. Não tem placa nem indicação nenhuma do morro. No sentido Londrina > Curitiba lá pelo km 308 já dá pra avistar o morro, que tb é conhecido como “morro das antenas” por abrigar ali antenas de telefonia da Oi.
      Depois do km 310 vá reparando bem, à esquerda vai ter um comércio chamado “Restaurante e Lanchonete da Bica”. A entrada para o morro é cerca de 1km depois (dá pra ver melhor no print abaixo). Um portão tb à esquerda dá acesso à estrada que leva até o topo do morro. Este portão poderá estar fechado, mas é só bater palma que sai um senhorzinho que fica numa casinha ali na entrada cuidando. Foi cobrado 10 reais para cada um, João (filho, 11 anos) não pagou.

      Localização do Morro da Pedra Branca
      Dali daquele ponto começa uma estrada de terra. O senhorzinho indicou que a gente poderia subir de carro ou a pé. Optamos por ir a pé, afinal essa era a ideia. Quando fomos a estradinha estava bem boa, dava pra subir com qualquer tipo de carro, inclusive tem gente que vai lá tirar aquelas fotos pré-casamento... mas parece que tem ocasiões em que carro baixo não sobe.
      São 3km de estradinha numa subida bem tranquila, em que a gente vai observando bichinhos e plantinhas!
      Fomos bem cedo pq queríamos ver a neblina baixa, no vale abaixo de nós. As 8h30 estávamos no “cume”, mas a neblina estava em toda parte, hahahahauah! A gente não via nada, e tava bem frio (9 graus) pra pouca roupa que a gente tava usando.
      Mesmo assim ficamos perambulando pelas formações rochosas lá de cima e a espera valeu a pena, o tempo abriu uns 30 minutos depois da nossa chegada!

      Caminho pela estrada!

      Era tudo névoa!

      Minhas amadas plantas! Tem tanta beleza, tanta foto, mas prometo me conter!

      Só mais essa linda, rs!

      A torre de telefonia perdida na névoa!
       

      A imensidão verde ainda tímida!
       

      Abrindo!
       

      Descortinando!!

      Vento e descabelo!
       

      Vista bem bonita!
       

      Meu mini trilheiro!
       

      Fotinha da vista!
       

      Parece mais perigoso do que era ok? rs

      Céu azul!
       
      Depois de mais andar e admirar, descemos e ainda fomos uns 2km pra frente na estrada espiar uma linha férrea que passa por ali. Bonitinha.


      Linha férrea estilosa!
       
      Não é nada mega exuberante, mas vale a caminhadinha num fds que podia ter sido só de netflix, rs! Chegamos de volta em casa pouco depois das 14h. 
      FIM
    • Por Jonas Silva ForadaTribo
      O município de Faxinal no estado do Paraná, terra de várias belezas naturais que ainda não entraram no radar do ecoturismo nacional. À 100 km de Londrina, 145 km de Maringá e 330 km de Curitiba, geograficamente posicionado na transição do segundo para o terceiro planalto do Estado, é terra de aventuras apaixonantes, e gente receptiva.
      Muitas, ainda inacessíveis ao público comum. Para acessá-las é preciso de guias ou bom poder de convencimento para ganhar autorização de acesso dos proprietários e conhecimento de relevo para se locomover na região.
      Na cidade, interiorana, a infraestrutura turística é deficitária. Poucos hotéis e restaurantes, todos simples. Menos ainda são as informações acerca dos lugares, muitos dos moradores com que conversamos não sabiam e/ou não conhecem as cachoeiras e cânions.
      Vamos compartilhar um pouco da nossa visita a Faxinal e quem sabe encantá-lo para marcar sua próxima aventura no mapa.
      O Planejamento
      Faxinal já estava no radar a pelo menos uns 5 meses, mas como fica razoavelmente próximo da nossa casa, sempre que tínhamos um fim de semana prolongado íamos para locais um pouco mais distantes, Sapopema, PontaGrossa, Prudentópolis, entre outros.
      Ao ver que o ano de 2019 terá o calendário enxuto, não tive dúvidas “vamos para Faxinal logo no começo”, pensando, ingenuamente, que em um final de semana faria tudo o que já ouvira sobre Faxinal.
      Logo que comecei a organizar o roteiro percebi que teria deixar lugares para ver numa próxima oportunidade. Primeiro que em 20 dias só consegui informações sobre 5 cachoeiras, o nome de mais 6 quedas, de um cânion e de uma rota pelos túneis dos trilhos de ferro na região. Lá em Faxinal fui descobrir que as informações que levantei ainda eram poucas e que o município tem muito mais a oferecer.
      O roteiro
      Comecei com uma busca em blogs aqui na web de informações sobre os locais onde visitar. Apareceram logo dicas como cachoeira Chicão I e II, Hotel Fazenda Luar de Agosto, Cachoeira da Pedreira e da Fonte.
      A viagem
      Decidi começarmos pela Cachoeira da Fonte. Consegui o contato dos donos do Sítio Santo Antônio que é onde a cachoeira fica localizada, logo fiquei sabendo que os anfitriões forneciam um café de sítio aos visitantes.
      Chegamos às 10:00 no sítio e já fomos recebidos pela Silvana e o Edivaldo que nos trataram como velhos amigos, ela nos serviu  pão, doce e geléia de morango, um café de coador daqueles que cheiram a quilômetros e um queijo colonial furadinho, temperado e bem curado que conquistou nosso coração. Depois de uma hora de prosa, com sotaque bem paranaense, seguimos para a cachoeira nos fundos da propriedade. Uns 600 m de caminhada desde a sede do sítio, a trilha é toda bem demarcada possui degraus construídos e até guarda-corpo em algumas partes. Se divide em duas, uma leva até o topo da queda e a outra leva até a queda. Fomos primeiro para cima, afinal não teria problema com a preguiça de subir na volta.
      Lá de cima a vista é maravilhosa. O pequeno córrego salta sobre vazio por 54 m de altura. No leito, antes de cair da pedra o rio forma pequenas piscinas de água limpa convidando para o banho.

       
      Então descemos para a base, não é possível chegar bem no pé da queda, ou ao menos eu não recomendaria assim como não recomendo entrar no piscinão que se forma da queda - a turbulência da água é perigosa. Mas só de se aproximar já dá para tomar um belo banho com a névoa que se forma.
      Retornando ao o sítio e fomos colher morangos na estufa que havia no quintal, colhemos belas frutas vermelhas que se desmanchavam nas mãos e derretiam na boca. O casal trabalha com morangos sem agrotóxicos no estilo colha e pague. Na varanda tem um conjunto de redes esperando o viajante para uma soneca.

      Saindo da Fonte seguimos para a cachoeira do Chicão III, uma queda que ainda não está aberta para a visitação, mas fomos autorizados pelo proprietário, a visitá-la. Deu trabalho para encontrá-lo no telefone, mas só pudemos descer para lá depois que conseguimos contatá-lo, a porteira de acesso fica chaveada é preciso pegar a chave com o proprietário.

      Chegamos no terreno e com a chave entramos, mas não vimos o Sr. Paulo onde imaginávamos que estaria, em dúvida conferi no mapa e a cachoeira era por aqueles lados, deixei o carro no pasto e seguimos a pé pela estradinha de chão batido. Deixamos um bilhete no vidro do carro, vai que o dono chamasse a polícia. Uns 600 m abaixo encontramos uma casa em construção, uma palhoça e um senhor bem simpático abastecendo o bebedouro dos beija-flores, logo descobriríamos que era o Sr. Paulo. Fomos super bem recebidos o simpático senhor nos contou várias histórias do local inclusive seu planos para a propriedade. Quando descemos para ver o Cânion Cruzeiro do beiral, meu deus! um paredão de rochas cortadas 90º de uns 300 m de altura, é possível ver lá embaixo a cachoeira que mais parece um bica diante da imensidão dos seus vizinhos: Cânion Cruzeiro e Serra do Arreio no lado oposto.
      Pegamos a trilha pela direita e descemos, apesar de não ser tão longa a trilha é muito pesada devido a declividade, desce os 300 m em uns 700 m de trilha.

      Após uns 400 m chegamos na parte de cima da cachoeira. A queda impressiona, mas o Cânion e o rio chamam toda a atenção, é indescritível a sensação de estar imerso na natureza, cercado de verde e água. Descendo mais um pouco chegamos à frente da queda, numa coluna de pedra que serve como um banco para sentar e admirar, a Gaia Terra.
      Depois de um fôlego merecido partimos para a trilha dentro do Cruzeiro, rio acima subimos por 30 minutos serpenteando com oa água, saímos em uma pequena queda onde fizemos mais uma pausa antes de retornar a trilha para sair daquele buraco.

      Sair não foi fácil, já estávamos cansados e precisamos subir toda a ladeira e mais os 600 m até o carro, enfim saímos, e depois de beber uma água da bica que o Sr. Paulo nos ofereceu e agradecer pela oportunidade de conhecer uma paisagem tão singular, seguimos para o carro. Afinal ainda iríamos acampar a uns 17 km dali.

      Já eram 19 h quando chegamos. Rapidinho montamos a barraca e fomos para a Cachoeira Três Barras que fica nos fundos da propriedade. A Três Barras é uma sequência de pequenos saltos das águas mais limpas da região apenas terceira queda é maior tendo uns 5 m de altura.

      A parte que mais gostamos foi poder sentar debaixo das quedas e ficar ali curtindo a massagem natural feita pelas águas,Pra mim foi o banho do dia.

      No escuro, já, voltamos para a barraca tomar um bom café e ouvir uma boa música antes de cair no sono.
      No dia seguinte acordamos antes de amanhecer ainda, fizemos nosso desjejum café, pão, linguiça e claro queijo do Sítio Santo Antônio. Levantamos acampamento e as 07:30 estávamos na estrada para a cachoeira Chicão I e II onde faríamos um rapel.
      Nos encontramos com o instrutor no Centro de Atendimento ao Turista (CAT), e seguimos no nosso carro até a cachoeira. Mais um casal foi junto, achamos que iriam fazer rapel também, mas parece que o instrutor estava sendo somente guia deles para a cachoeira. Demos uma breve parada no salto Chicão I que fica do lado da estrada na mesma trilha que leva até a segunda queda, paramos mais para o casal conhecer a primeira queda.
       

      Adrenalina lá em cima, descemos até Chicão II com seus 52 m de queda. Lá fomos, aproximando do penhasco e depois soltando o corpo na corda e deixando a gravidade fazer o trabalho. São 48 m de pura adrenalina, alguns escorregões e um belo banho de névoa da queda.

      A cachoeira é muito bonita e tem um volume grande de água. Na base forma-se um grande panelão de águas turbulentas. Porém, logo depois do poço tem uma faixa de areia formada pela água, e um canal raso por onde a água corre, aqui sim, ideal para um banho. Conhecemos um grupo de Bombeiros Civis que estavam fazendo treinamento, muito simpáticos eles, tanto que ficamos lá até o meio dia, mesmo depois que o nosso instrutor já tinha ido embora, posso dizer que fizemos amizade.
      Voltamos para o carro e almoçamos nossas saladas temperadas apenas com sal, junto com algumas conservas e biscoitos, rápido pois ainda queríamos curtir um pouco Chicão I. Chicão I é mais modesta que sua irmã mais velha, tem 15 m de queda divididos em dois saltos; uma queda livre, noutro as águas bailam sobre as pedra em vários filetes dando-lhe um gracejo único.

      Essa cachoeira geralmente está cheia de famílias com crianças tomando banho nas quedas ou onde a água se acumula. Queríamos ir para a Cachoeira Véu de Noiva mas nosso tempo estava se esgotando, então decidimos deixá-la para um próxima e fomos passar na Pedreira. Esta fica praticamente na cidade, é uma bela queda, quem passa da estrada nem imagina que ali tem algo tão maravilhoso. Deu trabalho para achar a entrada, tem um portão com uma placa bem grande dizendo “entrada proibida”, mais a frente uma trilha no pasto leva até o topo da queda, mas queríamos chegar na base. Perguntamos na estrada para duas pessoas que passavam como chegar na trilha que levava para a cachoeira, ela nos disse que poderíamos entrar no portão que lá dentro tinha a trilha, ainda desconfiados, lá fomos nós - imagina tivessem mentido só para  nos ver tomar uma corrida.

      Mas tudo bem achamos a trilha, é bem curta e chegamos no objetivo. A água é bem limpa, porém não se pode dizer o mesmo do entorno, tem bastante lixo jogado. É uma pena as pessoas não terem consciência ecológica, e às vezes nos faz pensar que é melhor que seja fechado mesmo o acesso ao público e cobrado taxa para entrar, quem sabe assim poluem menos. Tarde já, mas vamos ainda para o Hotel Luar de Agosto conhecer o Badalado Salto São Pedro.
      O Hotel Fazenda é bem estruturado, compete de igual com os grandes hotéis do ramo. Recebemos na entrada um folder (mapa) demonstrativo da propriedade, como não tínhamos tanto tempo para explorar toda a estrutura, escolhemos fazer a trilha mais longa que levaria até o Salto. Pegamos a trilha da Serra, logo se perdemos, o mapa é bem confuso, kkkk. Deixamos o mapa de lado e seguimos o faro mesmo. Encontramos de novo a trilha certa quando achamos o Mirante da Serra. Seguindo a trilha depois de bastante procura descobrimos o Mirante da Árvore, que foi construído sobre uma figueira e dá de vistas para o Salto São Pedro ao longe.

      De volta na trilha chegamos a Rio São Pedro e depois seguimos ele até o Salto. De tirar o fôlego, com 125 m de cortina de água caindo sobre pedras gigantescas, é possível avistá-lo de longe, bem antes de chegar na base. Para completar o charme uma ponte de madeira coberta de musgo sobre o rio completa o cenário de uma viagem incrível.

      Mas antes foi preciso voltar para o carro à 1800 m na sede, e ainda ficar com os olhos aguando de vontade de fazer a tirolesa de 500 m que sobrevoa o vale. Na próxima viagem à Faxinal já temos muita coisa em mente, com mais cachoeiras, tirolesa e trilhas.
      Dicas Extras
      Em todos os locais que estivemos nessa viagem é possível chegar com carro baixo, e para se localizar um bom faro de estrada e um GPS resolvem. É importante levar dinheiro em espécie, em muitos lugares não pega sinal de celular ou internet então você não encontrará maquininhas. Se tiver dúvidas poste aí nos comentários que ajudaremos com se puder.
    • Por Juliana Champi
      Olás!
      Segue um relato brevíssimo e fotos do “Morro do Gavião”, localizado na cidade de Ribeirão Claro, Paraná, divisa do Estado com São Paulo (Chavantes).
      O “tb cabe no seu fds” do título do tópico faz alusão ao primeiro post que fiz com este tema:
       
      Viagens curtinhas (bate-e-volta ou 2 dias) e acessíveis pra quem curte muito natureza mas as vezes não tem disponibilidade, seja de grana ou de tempo, para grandes aventuras.
      Bora lá. Saímos de Londrina, norte do Paraná, as 7h da manhã de uma sexta-feira, feriado municipal. Londrina dista 200km da Fazenda São João, onde fica o Morro do Gavião. Fomos em 4 famílias, sendo 3 casais com 1 filho cada (3, 5 e 11 anos) e um casal sem filhos, em 3 carros pra otimizar custos. Tem 2 pedágios na nossa rota, de 22 REAIS CADA, um abuso. Então gastamos 88 reais de pedágio por carro. Só pra ilustrar, o meu carro gastou 95 reais de combustível... quase igual ao valor do pedágio.
      Assim que a gente paga o segundo pedágio a gente sai da rodovia e pega uma estrada bem bosta, pista simples com vários trechos esburacados. Por isso os 200km são percorridos em 3 horas. O acesso a Fazenda é por um curto trecho em estrada de chão.

      A pedra bonitona que aparecia na estrada. Poucos kms em estrada de chão.
      Chegamos lá as 10h e fizemos um lanche antes de subir. Paga-se 3 reais para entrar. A Fazenda São João tem estrutura super turística e várias atividades além da contemplação, como tirolesa, parapente, parque infantil, restaurante e etc., mas eles só abrem estas atividades aos fds e feriados nacionais. Até avisei que iríamos em grupo e tals mas estava mesmo tudo fechado. E detalhe, era feriado lá tb! 🤦‍♀️
      A “trilha” pra subir nem pode ser chamado de trilha. É um caminho em campo aberto (acho que podiam plantar umas árvores) com calçamento de pedra, dá pra subir com bb de colo, com muleta, enfim, dificuldade zero. Tb é bem curto, parando bastante demora uns 30 minutos.

      Subindo!

      "Caminho" de pedra.
      A vista do alto é a represa de Chavantes, e é de fato bem bonita. Tanto que rolam uns ensaios fotográficos pré-wedding e estas coisas. Lá em cima tb tem umas rochas bem cênicas onde o povo finge estar caindo ou flutuando, mas é perigo quase zero.

      Gui pendurado.

      Meu pequeno mochileiro.

      Meu quase "Asana de Vrakasana" pq tava ventando. kkk
      Ficamos cerca de uma hora andando em cima do morro, fizemos um lanche, mas o calor tava MUITO forte e tinha apenas uma árvore. Tentamos ficar na sombra desta árvore, mas tinha um amontoado de vespas numa rocha próxima que começou a se incomodar com nossa presença, resolvemos descer. Então ponto negativo: preocupação com a natureza não tem não. Super podiam plantar umas árvores nativas alí em cima, pelo menos no interior do platô (que é pequeno) se a preocupação é não prejudicar a vista. Seguem fotos do visual!

      Natureza e mochila!

      Um dos lados da vista!

       

       

       

       

       

      A trupe reunida!

       

       
      No caminho que dá acesso a Fazenda tem placa indicativa de outras atrações. Perguntamos, antes de partir, se as atrações estariam abertas... e moça da Fazenda disse que não pq era feriado! Poxa, mas aí que tinham que abrir né? Haha. Uma das indicações da estrada era uma tal de “Pedra do Índio”, e a gente avistava uma rocha alta com formato bem legal, achamos que era essa. Resolvemos ignorar a indicação da moça da Fazenda São João de que tudo estaria fechado e fomos ver essa tal “Pedra do Índio”.
      Era uma restaurante, rs. BEM BONITO, ABERTO, com uma vista linda da represa de Chavantes tb. Preços super tranquilos. Pelo jeito eles fazem eventos no local (casamento, festas) e está em construção um belo camping, fica a dica pro futuro próximo. Mas a Pedra do Índio era nada a ver, e a bonitona que a gente via da estrada tinha outro nome, rs, que não lembro.
      Lá vimos um garçom indicar uma cachoeira por perto, mas já estava tarde pra nós e ainda tínhamos planos, mas pelo jeito tem mais coisas na região que não conhecemos.
      Partimos em direção a ponte pênsil (Ponte Alves Lima) que liga as cidades de Ribeirão Claro a Chavantes por cima do Rio Paranapanema, divisa dos estados (PRxSP). Esta ponte é tomaba pelo Patrimônio Histórico Estadual e é bem importante do ponto de vista arquitetônico. É uma raridade.
      No caminho se observa a cachoeira “Véu da Noiva” (afffe essa criatividade pra nome de cachoeira) da estrada, mas estava bem mirradinha por conta da nossa estação seca.
      Adoramos o cenário da ponte. Hoje é acessível somente a pedestres, a ponte para automóveis funciona ao lado. As águas do Rio Paranapanema estavam tão clarinhas e transparentes, estava tão calor, que só não pulamos pq não tínhamos absolutamente nada pra nos secar antes de irmos embora, kkkkk!

      Ponte lindona! A foto não mostra o tanto que ela é bonita!

      A ponte nova!

       

      Time completo!
      Saímos de lá cerca de 16h e chegamos em Londrina as 19h.
      Estas foram as atividades em um dia. Se houver possibilidade de pernoite, tem outras coisas pra explorar.  
       
    • Por Juliana Champi
      Olás!
      Segue abaixo um breve relato sobre a subida do Pico Agudo, norte do Paraná, no Vale do Rio Tibagi. Já tem algumas informações aqui no site sobre este destino, mas são mais antigas, e este é um ótimo lugar pra quem quer começar a se aventurar em trilhas e montanhas. Fomos pra lá dia 23 de dezembro de 2018.
      DADOS SOBRE O LOCAL
      O Pico Agudo é a segunda elevação mais alta do norte do Paraná, perdendo de Pedra Branca, na Serra do Cadeado. Tem cerca de 1100 metros de altura. Seu acesso é pela cidade de Sapopema, Fazenda Zamarian, e por enquanto o funcionamento é das 7h às 19h aos sábados, domingos e feriados. Contato com a administração: 43 98462-5977
      O Pico Agudo fica em uma propriedade particular (RPPN: reserva particular do patrimônio natural) e como o passar do tempo tem trazido cada vez mais gente ao local, o impacto ambiental já é visível. As trilhas estão alargadas, tem lixo espalhado e babaca escrevendo nome em pedra e árvore.
      Por estas razões ouvi dizer que acampar no local não será mais possível a partir de 2019, terá cobrança de entrada e estão construindo um pequeno centro de visitantes na entrada da Fazenda, pois hoje não há nenhuma estrutura.
      QUEM FOI
      O Antônio, amigo e guia de alta montanha, seu irmão e amigo (de 18 anos cada, sem experiência em trilhas), eu (enferrujada), marido (acostumado a correr), meu filho de 10 anos (iniciado em trilhas na mata) e nosso primo, de tb 10 anos, que nunca tinha feito trilha.
      A ESTRADA
      Quando se deixa a estrada de asfalto tem uns 20km de estrada de chão até chegar na entrada da Fazenda. Fomos de carro sedan (o Antonio de Jipe), mas apesar da estrada estar boa, em época de chuva não se recomenda nem a montanha* nem a estrada. Nessa estrada tem duas pequenas vilas, aproveite pra ir ao banheiro em alguma lanchonete do caminho, pois como já relatado, na Fazenda não tem banheiro (ainda). Tem kilos de dicas sobre o caminho exato na internet!
      *Geologicamente não é montanha, mas vamos chamar assim pra ficar mais fácil!
      Pois bem, como moramos relativamente perto do local (140km), saímos de Londrina às 5h30 e chegamos ao local cerca de 7h30. Paramos pra ir ao banheiro e comer lanches que tínhamos trazido de casa. Tb trouxemos água e suco. É muito importante começar a subir a montanha com pelo menos 1,5L de água por pessoa pq faz MUITO calor, a subida é íngreme e nem sempre uma bica que tem na trilha tem água, e as vezes está barrenta.
      A TRILHA
      A subida começa por mata aberta, depois fecha e no fim abre novamente. A subida de fato é de uns 350m (altura) por uns 2km. Tem um caminho que vai direto ao cume, mas é só pros montanistas mais experientes, pois é difícil. Os demais seguem pela trilha que contorna a subida. Mesmo assim há trechos bastante íngremes e 3 locais que a subida tem auxílio de cordas.
      Eu tinha bastante prática em trilha na mata quando era mais nova, mas faz algum tempo que estou enferrujada e fora de forma. E a inclinação do terreno ajuda a cansar, e muito. Pelo fato de ter conseguido subir mesmo estando fora de forma e com tênis de corrida (nem um pouco indicado), digo que a trilha é fácil, acessível, e dependendo do ritmo de quem sobe o tempo de caminhada pode variar de 30 minutos à 1h30. Mas não é um passeio no shopping! Na volta tinha uma senhora de mais idade e acima do peso esperando uma maca buscá-la no meio do morro pq tinha torcido o pé. Um tênis de trilha e fôlego suficiente são fundamentais!
      As crianças e o Antônio, que trabalha guiando em alta montanha, subiram sem nenhum esforço. O resto cansou bastante, hahaha!
      PRECISA IR COM GUIA?
      Não. A maioria vai por conta, o Antônio tava com a gente na amizade! Mas tem que prestar atenção na descida pq tem algumas “pseudo-entradas” na trilha que não dão em lugar nenhum, e é MUITO comum gente se perder por lá. Inclusive tem um local pra pouso de helicóptero no cume para possíveis resgates. Então mais uma vez: não é difícil mas não é super fácil tb! Estar com o Antônio foi ótimo, pq ele obviamente tem muito conhecimento do local, da melhor forma de subir pelas cordas, da trilha e tudo o mais. Como ele trabalha com isso super indico o site dele pra quem quiser se aventurar pelas montanhas da Argentina, Brasil e Bolívia principalmente:
      http://www.gaiamontanhismo.com.br/
      E A VISTA?
      As fotos falam por si!

      Chegando na Fazenda Zamarian, café da manhã com vista!
       
       
      Começo da trilha, os bastões ajudam bem na descida!
       

      Os bastões ajudam na descida!
       
       
      Começo da trilha aberta...
       

      Depois mata adentro!
       

      Trilha na mata!
       

      O caminho vai subindo e a vista vai ficando linda!
       

      Paradinha pra descanso!
       

      Começa o trecho com cordas...

      São 3 trechos com cordas na parte final...
       

      E subindo...

      Mais e mais cordas...
       

      E a recompensa!
       

      Antonio solitário!
       

       Gui estilo Karate Kid!
       

      Escrevendo o nome do livro da montanha que é pra continuar sempre subindo!
       

      Os meninos e contemplação.
       

      Descanso com vista, ventava bastante.
       

      Tudo meu!
       

      Tibagi ao fundo, vista linda!
       

      A família!
       
      Descemos o Pico cerca de 15hs pq o tempo começou a fechar e é bem perigoso pegar chuva na montanha. Trocamos de roupa pq as nossas estavam molhadas e seguimos viagem de volta, chegando em Londrina 17h30. Na própria estrada que dá acesso à Fazenda do Pico Agudo tem acesso a várias cachoeiras (pelo menos duas) e a região de Sapopema tá recheada delas... Lageado Liso ou Salto das Orquídeas é das mais famosas. Então fica a dica de uma aventurina de fim de semana pra quem estiver por perto. Nós não fomos em cachoeiras pq tínhamos compromissos a noite e precisávamos estar vivos!
       

      Eles sobem correndo mas depois desmontam, hahahaha!
       
      Que o ano novo (2019) daqui uns dias nos traga desertos, cachoeiras, trilhas e montanhas!
      Abraços!


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