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Paula Yassuda

FILIPINAS (Abril/2017) - Boracay > El Nido > Coron > Cebu > Bohol + Cingapura

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Olá, Mochileiros!!!

Este é meu quarto ou quinto relato, e estou aqui para dividir com vocês a nossa (minha e do Felipe) viagem para as Filipinas.

Ano passado fiz parte das férias sozinha (relato Camboja, Vietnã e Laos), e como era o ano do Felipe escolher o destino, quando voltei seguimos para 15 dias na Colômbia. Este ano, minha vez de novo (o/ aeeee) e obviamente completei meu terceiro ano seguido desbravando terras asiáticas! 😊 Pensamos juntos em alguns lugares, e o foco da pesquisa acabou seguindo para as Filipinas: um país composto por mais de 7.000 ilhas, com 70% da população católica e de paisagens de tirar o fôlego!

Em Novembro de 2016 compramos nossas passagens, e começamos a trabalhar no roteiro. Ao contrário do que muitos consideram, eu não recomendo combinar a viagem para Filipinas com outros destinos (isso serve para os viajantes com tempo limitado, como nós, que temos 20 dias de férias por ano). Tem MUITA coisa para conhecer por lá, em muitas ilhas diferentes – deslocamento é um tanto complexo e cansativo. Tentamos combinar Filipinas com Indonésia, mas além de ficar caro, limitou muito os lugares que conheceríamos em ambos países.

A região é bem conhecida também pelas monções, tufões e terremotos – os dois últimos são muito difíceis de evitar, mas a época mais recomendada pelos sites que eu passei é de Dezembro a Maio: melhor período para conhecer este paraíso e evitar as chuvas. Aqui vocês vão encontrar um resumo da nossa viagem, mas todos os posts já estão no blog caso precisem de mais detalhes para planejar a viagem de vocês  (clique aqui para conferir).

 

30/03 a 01/04 – Guarulhos > Etiópia > Bangcoc > Kuala Lumpur

Mochilão do FelipeMochilão da Paula

Viramos mestres do desapego, colocamos nossos mochilões de 6 quilos nas costas e embarcamos no vôo da Ethiopian, que saiu de Guarulhos 01:00 AM. Chegamos na Etiópia próximo a meia-noite, e desembarcamos para esperar o vôo que seguia para Bangcoc. Com as malas nas costas, seguimos para o portão de embarque pois o vôo saía 01:35AM – pois é, saía...

<Sou meio supersticiosa, então nunca falei em voz alta...mas nos meus pensamentos, sempre me gabei por nunca ter passado por nenhum problema nos meus vôos de longa distância...até eu comprar essa passagem da Ethiopian ☹>

O vôo começou a atrasar mais meia hora a cada anúncio que era feito pela Cia. Aérea. “Bom, mas enquanto não derem água e comida, significa que logo embarcamos” – não deu 2 minutos dessa frase para começarem a distribuir água e um bolinho muito ruim. Enquanto as pessoas foram direcionadas para a sala VIP para jantar, descemos para uma cabine onde eles estavam dando suporte para aqueles que perderiam o vôo de conexão, já que o vôo não sairia mais 01:35AM, e sim às 07:00AM. A gente tinha uma passagem de Bangcoc para Kuala Lumpur da Air Asia às 10:30AM e devido ao atraso não conseguiríamos pegar o vôo. Eles não reembolsaram a nossa passagem, alegando que o que tínhamos em mãos era uma reserva, e não o ticket do vôo – uma tremenda palhaçada. Cansados de tentar resolver um problema que não geramos, desistimos de discutir e decidimos que tentaríamos resolver a hora que desembarcássemos em Bangcoc. No fim das contas, resolvemos sozinhos o problema e o melhor: sem custos adicionais \o/

Aeroporto da Etiópia - 8hs de atrasoTurma que se deu mal com o atraso rs

<Não vou entrar em detalhes aqui no relato – mas quem sabe se nos encontrarmos por aí, a gente não toma uma cerveja e eu conto como a gente se virou?!>

 

01/04/2017 – Kuala Lumpur (Malásia) > Boracay (Filipinas)

 Chegamos meia-noite no aeroporto, foi o tempo de pegar um Uber, tomar banho no hostel, tirar um cochilo de 3 horas, e voltar para pegar o vôo com destino a Boracay. Normalmente a porta de entrada nas Filipinas mais frequente é Manila – vimos muitos relatos sobre o caos desse aeroporto, e optamos por descer direto em Boracay. São dois aeroportos: Caticlan e Kalibo. O Caticlan é muito próximo do porto que leva até Boracay, enquanto Kalibo fica a 1 hora e meia deste mesmo porto. Nós optamos pelo Kalibo, pois os vôos que chegavam no Caticlan tinham escala obrigatória em Manila – compramos essa passagem na Cebu Pacific, uma das low costs das Filipinas.

<Eu tinha esquecido como os vôos da Air Asia são um freezer – sempre carregue uma blusa na bagagem de mão>

Durante a imigração ninguém deu bola para o nosso certificado da febre amarela – li em vários lugares que é obrigatório. Trocamos dinheiro logo na saída do aeroporto (do lado direito tem 2 cabines de casa de câmbio) e acertamos na hora a van até o porto. Uma hora e meia depois, chegamos no porto. O barco estava incluso no valor da van, mas é obrigatório o pagamento das taxas de meio-ambiente e do terminal – eles recolhem os comprovantes no caminho até o barco.

Atravessamos o canal e chegamos em Boracay por volta das 06:00PM; pegamos um triciclo até o hotel Greenyard Inn, nos trocamos e saímos para caminhar. A beira da praia é bastante animada, cheia de bares, restaurantes e barraquinhas de souvenir; jantamos e voltamos para o hotel para dormir.

White beach em BoracayBarco para Boracay

 

02/04/2017 – Boracay (Filipinas)

 

Nos hospedamos na White beach – ela é dividida nas Stations 1, 2 e 3. A Station 1 é próxima do D’mall, onde estão os restaurantes, bares e lojinhas mais badalados; A Station 3 é a mais afastada, com menos agito mas ainda assim com bastante vida noturna – você consegue ir de ponta a ponta em uma caminhada de meia hora. E finalmente, a Station 2 que conecta as demais foi onde nos hospedamos.

Acordamos e estava chovendo bastante. Tomamos o café-da-manhã incluso na diária, e diferente de muitos lugares, nas Filipinas o café-da-manhã não é servido em buffet; eles preparam o prato na hora, em porção individual (mas muito bem servida). Assim que a chuva deu trégua saímos para procurar o hotel que ficaríamos nos demais dias (Villa Sunset Boracay). Se quiser saber mais detalhes desses hotéis, confere lá no blog 😊

Beira da praia de White beachWhite beach

Neste dia, nós almoçamos barbecue no Azurro seafood – muito caro, não vale a pena – e curtimos um pouco a praia. Ela não é muito bonita, é bem cheia de gente e barco para todos os lados. A noite existem bares com música ao vivo, e descobrimos o Sugba de Boracay: tomamos cerveja, comemos porção e curtimos uma banda de reggae bem legal que estava tocando lá.

03/04/2017 – Boracay (Filipinas)

Neste dia alugamos uma moto para rodar um pouco a ilha. O triciclo fica mais caro pois eles cobram pelo tempo que ficam aguardando nos locais que você quer parar. Vale muito a pena conhecer as praias mais afastadas: ficamos na Llig-Lligan e Puka beach. As praias são bem limpinhas e tem bem menos gente que a White beach. Ficamos o dia todo por lá; eles disponibilizam esteiras e guarda-sol se você consome no bar/restaurante deles.

Llig-LliganPuka beachPuka beach

Devolvemos a moto no final da tarde, e descobrimos que era um cara meio clandestino mas não tivemos nenhum problema.

A noite compramos alguns souvenirs e ficamos no mesmo bar na beira da praia curtindo a banda de reggae.

Sobre Boracay...

É possível encontrar de tudo em Boracay: muita gente e agito em White Beach, com muitas atividades no mar (Island hopping e vários esportes radicais) e um pouco mais de sossego nas praias mais afastadas. Confesso que não achei White Beach muito bonita, mas é uma praia cheia de energia e repleta de opções que atendem a todos os gostos. A noite é bem animada, e talvez o número de pessoas acaba ofuscando a beleza natural da ilha. Existem algumas casas de câmbio, e se você se hospedar em White Beach é possível fazer praticamente tudo a pé.

 

04/04/2017 – Boracay (Filipinas) > Coron (Filipinas)

No nosso último dia em Boracay, tomamos o café-da-manhã do hotel e caminhamos pela praia. Arrumamos a mala e logo já era hora de partir.

No check-out do hotel, pedimos na recepção por um triciclo, que nos levou até o porto. Lá pagamos novamente a taxa do terminal antes de pegar o barco. Do outro lado é possível ir caminhando do porto até o aeroporto, que é super pequeno. Almoçamos em um restaurante bem simples, e passamos por uma experiência bem esquisita – pedimos um prato chamado Boneless Crispy Pata...era carne de porco e parecia bem gostosa, até que tivemos uma bela surpresa...dentes!!!

Enquanto a gente pesquisava sobre a nossa viagem, encontramos somente 2 maneiras de chegar a Coron: com o navio da 2Go Travel (viagem de 15hs) ou um vôo da Cebu Pacific com escala em Manila – ambos tornariam a logística da nossa viagem muito mais complexa. Descobrimos meio que ao acaso a Air Juan: uma cia. aérea particular que tem vôos diretos para algumas localidades. O avião tinha assento para oito pessoas, e foi uma experiência muito legal. Antes de embarcar foi necessário pagar a taxa do aeroporto. O vôo durou 40 minutos e foi muito tranquilo.

Saindo do aeroporto você já vê várias vans; não deu tempo de procurar outro meio de transporte, pois um rapaz disse que o próprio hotel oferece esse serviço de transfer – ele só esqueceu de avisar que era pago (descobrimos isso no check-out do hotel). Então antes de embarcar em vans, acho que devem ter triciclos que fazem a viagem por um preço mais camarada. Em meia hora ou até menos, estávamos no hotel. Ficamos hospedados no Coron Bancuang Mansion.

Cidade de Coron

Saímos para caminhar e conhecer o centro da ilha. Tudo lembrava um pouco Luang Prabang no Laos. Tomamos cerveja em um lugar bem gostoso, depois jantamos e voltamos no hotel pra fechar o island hopping do dia seguinte. Resolvemos dormir...

 

05/04/2017 – Coron (Filipinas)

Tomamos o café e esperamos a van nos buscar para levar até o barco do tour. A van nos buscou super atrasada, e quando chegamos no porto ainda ficamos mais de 1 hora esperando pois eles ainda buscariam um grupo que se juntaria no barco com a gente. Já passamos por coisas parecidas em todas as nossas viagens para a Ásia, e o segredo é permanecer calmo pois hora ou outra as coisas vão dar certo. Enquanto a gente esperava, um rapaz nos abordou oferecendo um tour privado pelo mesmo preço que o barco que pegaríamos em grupo, só não tinha o almoço incluso. Neste meio tempo conhecemos um casal de Argentinos, a Vicky e o Julio, que a partir dali se tornaram nossa companhia de viagem 😊 – então decidimos seguir com o barco privado e cancelamos com a agência que nos fez esperar. O tour foi sensacional, só nós quatro no barco e o fato de termos saído bem depois de todos os outros, fez com que todos os pontos de parada estivessem vazios e fossem exclusivos pra gente! O barqueiro deixou a gente escolher 4 paradas, entre 10 – mais por causa do horário – então passamos pela Twin Lagoon, Barracuda Lake, Reef Garden e Atwayan Beach.

Esperando pelo barcoTour de barco particularReef GardenAtwayan Beach

No retorno, paramos em uma agência e fechamos junto com a Vicky e o Julio o tour para o dia seguinte – o roteiro tinha o nome de Tour Escapade.

 

06/04/2017 – Coron (Filipinas)

Tomamos o café-da-manhã, que não estava incluso na diária, e esperamos pela van – e claro, ela nunca chegou. Fomos a pé até a agência, e eles correram atrás para nos colocar logo em um barco. Nós avisamos sobre a Vicky e o Julio, para garantir que eles não fossem esquecidos; minutos depois eles apareceram pois também foram esquecidos rs. A viagem de ida é de 2 horas no barco, mas compensa demais! Primeira parada foi na Bulog Island, depois almoçamos na Banana Island, e seguimos enfim para a Macapuya Island.

Bulog IslandBulog Island

Banana IslandMacapuya Island

Voltamos para Coron, e combinamos de jantar com nossos amigos argentinos. Eles descobriram um restaurante um pouco acima do nosso hotel muito bom, chamado Kawayanan Grill – tomamos muita cerveja e comemos uns pratos sensacionais lá.

 

07/04/2017 – Coron (Filipinas)

Os tours são sensacionais, mas confesso que a gente estava bem cansado neste dia, então resolvemos ficar na piscina no hotel e explorar a cidadela.

Tentamos negociar com um triciclo pra ir até Kabo Beach, mas o melhor valor que conseguimos foi de PHP 400 porque o triciclo fica no local esperando para trazer os passageiros de volta. Só que encontramos um lugar onde o aluguel da moto por 2 horas era de PHP 250 então alugamos e seguimos até a praia. São 7km do centro e parte da estrada é de terra mas é bem tranquilo de chegar lá; Kabo Beach é uma praia simples, eles cobram uma taxa de entrada de 50 pesos e tem pouca gente – conversamos bastante com alguns filipinos que estavam passando as férias em Coron...foi uma ótima experiência.

Kabo beach

Devolvemos a moto e depois nos encontramos com nossos grandes amigos Vicky e Julio para jantar. Eles também ficaram pela cidade pois o Julio estava praticamente com insolação coitado, de tão queimado que ficou do tour do dia anterior. Eles iam ficar um dia a mais em Coron, mas nos encontraríamos em El Nido em seguida; então esse foi nosso jantar de despedida, e como sempre estava tudo muito gostoso.

 

08/04/2017 – Coron (Filipinas) > Puerto Princesa (Filipinas)

Nós lemos muito sobre o “barco da morte” que faz o percurso de Coron > El Nido e vice-versa. São 5 horas de barco, e praticamente todos os relatos diziam que muita gente passa mal a viagem toda. Eu enfrento qualquer parada, mas o Felipe passa mal com qualquer coisa...então encontramos um navio da 2Go Travel, que nos levou até Puerto Princesa, e de lá seguimos de van até El Nido.

O esquema do navio também não é para qualquer um...são 15 horas de viagem; os quartos compartilhados são muito baratos (USD 35/pessoa) mas é esquema super desapego porque são vários beliches para várias pessoas, não é muito confortável e os banheiro são compartilhados e não são muito limpos não. Já os quartos privativos são bem legais, mas custam praticamente o mesmo preço de uma passagem de avião, então é válido avaliar o custo/benefício.

Chegamos de noite em Puerto Princesa, e a saída do porto é uma confusão – aquelas bagunças da Ásia, que no final dá tudo certo. Os caras dos triciclos disputavam a gente como um pedaço de carne...depois de negociar um pouquinho, subimos no triciclo e seguimos para o hotel Prima Residence. Escolhemos esse hotel pois teoricamente ele é perto da rodoviária, de onde saem todas as vans para El Nido. Como li em alguns relatos que é mais seguro fechar a van com antecedência, o próprio cara do triciclo arranjou uma caroninha pra gente (o amigo, do amigo, daquele outro amigo rs).

 

09/04/2017 – Puerto Princesa (Filipinas) > El Nido (Filipinas)

O cara do triciclo chegou pontualmente, pouco tempo depois de tomarmos o café-da-manhã. Ele nos levou até a agência de onde sairia a van, e foi bom ir cedo porque pudemos escolher onde a gente ia sentar. Ficamos rodando um pouco antes de iniciar a viagem, buscando outros passageiros – por um lado foi legal porque conhecemos um pouquinho de Puerto Princesa, que nos pareceu uma cidade bastante aconchegante.

Como sempre essas viagens de van são loucura total (não tem como não lembrar da nossa experiência em Machu Picchu...a van da morte!). Depois de 2 horas o motorista fez uma parada – como comem esses Filipinos! No meio da viagem o motorista quase atropelou um triciclo com um casal de senhorzinhos...quando eu falo van da morte, pode considerar o real significado das palavras.

A chegada em El Nido é impressionante – a cidade fica no pé de uma montanha enorme, muito peculiar. Descemos na rodoviária e rachamos o triciclo com um brasileiro que conhecemos na van – nosso hotel era próximo, mas não tinha como chegar a pé.

Depois que fechamos o roteiro, descobri que estaríamos em El Nido bem na semana santa das Filipinas – ou seja, a cidade estava lotada de gente...o que dificultou um pouco pra gente achar um lugar bom pra nos hospedarmos. Consegui 2 diárias no Spin Designer (um dos hostels mais bem avaliados do mundo), e as outras 2 diárias tivemos que fechar no Ricgem Place (um hotelzinho bem mais ou menos).

Almoçamos na beira da praia, e caminhamos um pouco para conhecer as redondezas e fechar o tour do dia seguinte. No final, descobrimos que no nosso hotel eles ofereciam os tours em barco próprio, e saía bem mais em conta...para ter uma idéia, o tour A variava de 1.000 a 1.200 pesos, e no hotel fechamos por 800 pesos. Então definimos que o dia seguinte seria dedicado ao tour A.

 

10/04/2017 – El Nido (Filipinas)

Dia de Tour A!

A Big Lagoon é linda, mas não pudemos nadar nela...só navegar e tirar algumas fotos. A Secret Lagoon não é nem um pouco interessante; talvez porque chegamos em horário de pico, estava lotada e a água toda remexida. Paramos para almoçar em uma prainha, e como sempre a comida estava uma delícia.

Big LagoonSmall LagoonSeven Commando

Seguimos para a Small Lagoon e fizemos 1 hora de kayak. A última parada foi na praia Seven Commando e estava bem vazia pois chegamos antes dos demais barcos. Foi bem diferente pegar esse barco somente com filipinos, porque eles sempre voltavam para o barco muito antes do horário combinado – nos outros barcos que dividimos com outros estrangeiros, o pessoal enrola demais para voltar...muitas vezes até atrasa a partida do barco.

A noite caminhamos um pouco pelo centro, e jantamos em um dos restaurantes pé na areia que ficam lotados de gente. Ficamos no Big Mamma´s, um dos únicos com meda disponível...mas confesso que não gostamos muito não.

 

11/04/2017 – El Nido (Filipinas)

Como nós fechamos o tour C e ficamos o dia todo fora, tivemos que fazer o check-out antes de sair pela manhã. Um guia veio nos buscar e demoramos para sair pois pegamos um barco que não era do hotel. Quando finalmente conseguimos sair, o barco quebrou.

Começamos o tour bem depois dos demais barcos, que no final foi bom pois não tinha aquele monte de gente nas paradas que fizemos – quando a gente chegava, todos já estavam saindo. Paramos na Helicopter Island e fizemos um pouco de snorkel. Depois seguimos para almoçar na Talisay Beach – comida novamente sensacional.

Seguimos para a Hidden Beach, e depois para a Mantiloc Shrine, onde pudemos desfrutar de uma das vistas mais linda da viagem. Retornamos do tour, pegamos nossas malas e seguimos para o Spin Designer.

Talisay BeachAlmoço na Talisay BeachMantiloc ShrineHidden beach

Neste dia a noite, nossos amigos argentinos foram nos encontrar no hostel para jantarmos juntos! Escolhemos um restaurante na beira da praia, e depois de muita risada combinamos de alugar uma motoca no dia seguinte e conhecer Nacpan.

 

12/04/2017 – El Nido (Filipinas)

Tomamos o café-da-manhã estilo buffet, e comemos o omelete feito na hora. Saímos com nossos amigos para alugar a motoca, abastecemos e seguimos para Nacpan – uma viagem de 40 minutos em estrada asfaltada. Aqui vai a dica: abasteçam a moto com 1,5 litros pois não vai gastar mais do que isso para ir e voltar. A praia é linda demais, de águas transparentes e areia quente de queimar a alma.

Nacpan beach

Por volta das 16hs retornamos e decidimos assistir o pôr-do-sol em Las Cabañas – um ritual bastante comum na região; todo mundo vai pra lá!

Las Cabañas beach

Devolvemos as motos a noite, e já fechamos a van para o dia seguinte, que nos levaria de volta para Puerto Princesa para seguir viagem. Dali pra frente não encontraríamos mais nossos amigos argentinos, então foi hora de nos despedirmos.

Nesta noite decidimos comer o churrasco do hotel – quando digo churrasco, entenda frutos do mar, frango e porco na brasa. Foi meio caro, mas foi ótimo não ter que caçar um restaurante vazio no centro para conseguir comer.

 

13/04/2017 – El Nido (Filipinas) > Puerto Princesa (Filipinas)

A van nos buscou no hotel pouco depois de tomarmos café-da-manhã, e ao contrário da ida, essa van era bem zuadinha. Tivemos que viajar com o ar condicionado desligado, e mesmo assim a van quebrou duas vezes. Algumas pessoas perderam (ou quase perderam) o vôo, mas o nosso era mais tarde então esse imprevisto somente reduziu o tempo que ficaríamos esperando no aeroporto. Fazia muito calor, então ao invés de procurar um lugar para comer com os mochilões nas costas, ficamos em um restaurante bem simples do lado do aeroporto – pelo menos tinha ar condicionado. É engraçado porque a gente falava que era brasileiro, e todo mundo começava a falar em espanhol com a gente.

Nas Filipinas você paga as taxas de terminal a parte. Todo aeroporto ou porto que você for, vai cobrar uma taxa antes de você embarcar.

Chegamos no aeroporto de Cebu, e de lá pegamos um taxi até o terminal de onde saem os ônibus que circulam pela ilha. Quando fechei a rota, descobri que o meio mais barato de chegar nas praias de Cebu são os ônibus amarelos da Ceres. Só que eu achei que era tudo bem mais próximo; pegamos o ônibus às 18h10 e chegamos em Moalboal às 21h20 (o Felipe queria me matar hahaha) – detalhe: pergunte pelo ônibus com ar condicionado! A gente viajou em um ônibus sem ar, e foi tenso.

Ficamos na beira da estrada, e pegamos um triciclo até o Marcosas Cottage Resort.

 

14/04/2017 – Moaboal (Filipinas)

Acordamos para o café-da-manhã, que estava incluído na diária – e era bem gostoso! Do lado do hotel tinha um mercadinho, e lá eles alugavam moto. Diferente dos outros lugares, o capacete estava incluído no valor do aluguel.

Seguimos na estradinha de Cebu, que é linda de morrer! A viagem até a Kawasan Falls durou por volta de 30 a 40 minutos; precisa pagar a entrada, mas a trilha é muito bem estruturada e fácil de se localizar. Infelizmente era feriado, e a cachoeira estava cheia de gente, mas ficamos por lá por um tempo, mergulhamos, subimos até a parte de cima e rendeu boas fotos.

Estrada de CebuKawasan Falls

Retornamos para Moalboal para conhecer as praias. A Panagsama tem pouquíssima areia e optamos por seguir até a White Beach. A praia estava abarrotada de gente, mas caminhamos pela areia para conhecer um pouquinho do que tinha lá, almoçamos no restaurante de um hotel, que é pé na areia. Eles têm o costume de armar algumas barracas na areia e alugam para quem quer passar o dia ali – como se fosse nossos guarda-sóis e cadeiras de praia. Como tinha muita gente, saímos para comprar uns snacks e aproveitar um pouco a piscina do hotel, que era gigante.

White beach em MoalboalWhite beach em Moalboal

Também usamos o tempo para replanejar nossos próximos passos. A idéia era no dia seguinte irmos para Dumaguete, mas fazer o Tubarão-baleia de lá seria muito puxado...então decidimos mudar o roteiro e ir direto para Oslob. Encontramos um hotel que ainda tinha vaga e era bem barato, e a boa notícia é que não tivemos que pagar o hotel que cancelamos.

Jantamos no próprio hotel, e foi uma das melhores comidas que experimentamos durante toda a viagem.

 

15/04/2017 – Moaboal (Filipinas) > Oslob (Filipinas)

Quando acordamos, vimos que tinha chovido pela manhã. Tomamos o café-da-manhã, arrumamos nossas malas e fizemos o check-out. O triciclo nos levou até a beira da estradinha, e esperamos pelo ônibus que nos levaria até Oslob. A gente achava que seria o mesmo ônibus que pegamos até Moalboal, mas depois de 10 minutos de espera chegou um ônibus amarelo da Ceres bem mais espaçoso e com ar condicionado (uhuuu). Depois de uma hora e meia, paramos na rodoviária a céu aberto de Bato, onde pegamos o ônibus para Oslob. Em 20 ou 30 minutos chegamos no Lantawan Resort.

Um cara do hotel nos deu carona de moto a noite até o centro da cidade – sim, estávamos em 3 na moto rs. O centro de Oslob é bem simples mas é bem legal; tem alguns restaurantes, casa de câmbio, mercadinho e muita comida de rua.

Depois de jantar, combinamos com o pessoal do hotel de alugar a moto para o dia seguinte. Compensava mais tanto pelo que pagaríamos, quanto pela liberdade de ir de voltar de onde quiséssemos.

 

16/04/2017 – Oslob (Filipinas)

Acordamos super cedo para ir até o Tubarão-baleia; chegamos lá ainda não era 5 horas da manhã – e já estava cheio de gente. O Whale Shark Watch fica aberto das 6 horas da manhã até o meio-dia, e a gente decidiu ir até a feira da manhã que acontece no centro de Oslob, e tentar voltar mais tarde para ver os tubarões.

A feira é bem rústica e tem de tudo – carne, frutas, vegetais, várias coisas dissecadas. Tomamos café-da-manhã ali, e era extremamente barato e gostoso (confesso que não era o lugar mais limpo do mundo, mas a gente gosta de se misturar com os locais e vivenciar um pouco do dia-a-dia deles).

Feira da manhã em Oslob

Trocamos dólar na casa de câmbio, e debaixo de uma chuvinha chata voltamos no tubarão. Estava bem menos caótico, e foi uma das coisas mais impressionantes que já fiz na minha vida. Ver estes animais em alto mar, fora de cativeiro, foi sensacional. Para ir e ficar no barco você paga 500 pesos, com snorkeling 1.000 pesos e o mergulho com cilindro é 1.500 por pessoa – esse é o preço para turistas, pois os filipinos pagam metade do preço. São 30 minutos de interação.

Whale shark watchingWhale shark watching

Seguimos para a Tumalog Falls; não precisa pagar para entrar, mas não pode descer a estradinha com a sua moto. Descemos a pé porém a subida é bem pesada, então pegamos carona com uns motoqueiros que fazem o percurso por 30 pesos. A cachoeira é super diferente, mergulhamos um pouco mas o chão dela é meio de lama.

Tumalog Falls

Quando saímos de lá, um minitruck quase pegou a gente de moto na estrada; passou muito rápido e tinha muita gente em cima da caçamba. Na velocidade que estavam dava para perceber que não seria possível frear até a beira da estrada e eles acabaram capotando e bateram em uma casinha na beira da rodovia – o acidente foi muito feio, e foi muita sorte não caírem no barranco à beira mar.

Voltamos ao hotel, e almoçamos em um restaurante muito legal perto do local onde nadamos com os tubarões. Lá eles tinham contato com os barqueiros que fazem o percurso de Oslob até Bohol, e pagamos até mais barato do que o preço normal (800 pesos por pessoa) – não tivemos que pagar nada na hora. Ficou combinado de um triciclo nos buscar no hotel no dia seguinte; saímos de lá e seguimos até o centro histórico de Oslob para caminharmos e conhecermos as redondezas.

 

17/04/2017 – Oslob (Filipinas) > Bohol (Filipinas)

Nós devolvemos a motinho que alugamos na noite anterior, então tomamos café-da-manhã no hotel mesmo e fizemos o check-out. Para não fugir da rotina, nossa carona até o porto não chegou rs mas a gente já tinha super se acostumado. O pessoal do hotel foi muito gentil, e correram atrás de um triciclo pra gente – uns fofos, pois eles não tinham obrigação nenhuma de fazer isso.

O barco é grande e não balança tanto; a travessia dura de 1:30 a 2 horas e é bastante tranquila – pagamos 800 pesos por pessoa (o preço normal é 1.000 pesos), além do triciclo que nos levou até o barco.

Chegamos em Bohol na hora do almoço. Desembarcamos na ilha de Panglao na praia, e um caminhãozinho levou a gente até o centrinho de White Beach, próximo do nosso hotel. Fizemos o check-in e saímos para almoçar. Já era bem tarde, mas conseguimos encontrar um lugarzinho bem bacana para comer. Caminhamos um pouco pela praia...ela é bem ok, mas depois de El Nido e Coron, fica difícil de se impressionar.

Aproveitamos a piscina, apesar de a água estar bem quente, e mais tarde jantamos em um restaurante com música ao vivo na beira da praia.

 

18/04/2017 – Bohol (Filipinas)

Além de conhecer as praias, fomos até Bohol com um objetivo principal: os Tarsiers!!! Os pontos principais de Bohol ficam um pouco distantes da praia, o que super vale curtir uma viagem de moto nas estradinhas filipinas.

Alugamos uma moto bem cedo – 350 pesos por 24 horas (muito barato!). Rodamos 40 km até chegar na Mahogany Forest, e depois mais 5 minutos até o Santuário dos Tarsiers. Que criaturas mais impressionantes! Eles são muito pequenos e parecem viver em uma paz sem igual...foi uma experiência muito curiosa, mas ao mesmo tempo existem algumas controvérsias neste “santuário”...os Tarsiers são tão pequenos que é necessário sempre ter alguém indicando para os turistas onde eles estão, apesar de todo o local ser cercado. Como em todo lugar no mundo, tem muita gente sem noção que desrespeita a distância mínima e enfia a câmera na carinha desses seres tão impressionantes.

Santuário dos Tarsiers

Saindo de lá seguimos por mais uns 15 km até Chocolate Hills. Se prepare para subir alguns vários degraus, mas que a vista compensa infinito.

Chocolate Hills

Na volta, almoçamos no restaurante que fica na frente dos Tarsiers, e paramos para tirar algumas fotos na Mahogany Forest. A estrada é muito bonita, e só a viagem de moto já valeria a pena.

Mahogany Forest

A noite fechamos o barco que nos levaria até Cebu no dia seguinte, e jantamos em um restaurante muito fofo chamado Guinit Bar – rústico, e pagamos 10 dólares em uma porção de frutos do mar fenomenal, que alimentaria umas 4 pessoas tranquilamente! Um dos melhores pratos de toda a viagem.

Guinit Bar

 

19/04/2017 – Bohol (Filipinas) > Cebu (Filipinas) > Cingapura

Fizemos o check-out bem cedo e devolvemos a motoca na rua onde ficam os triciclos. Na noite anterior combinamos com um motorista de nos levar até o porto, em Tagbilaran – pagamos 300 pesos. Foram 40 minutos, na mesma estradinha que nos levou até os Tarsiers.

O barco é simples, e tem 3 classes. Nós pagamos a classe intermediária: banco um pouco mais espaçoso e ar condicionado; foi 1:50 de viagem, e do porto em Cebu pegamos um taxi até o aeroporto. Como eu mencionei antes, em todo aeroporto e porto você paga uma taxa antes do embarque. O embarque para Cingapura nos custou 750 pesos por pessoa – bem cara!

Barco de Bohol para Cebu

Nós chegamos em Cingapura já era noite, então trocamos um pouco de dinheiro no aeroporto, e ao invés de ir de metrô, desta vez optamos em ir de Uber para chegar mais rápido no Wink hostel; era bem ok, com aquelas camas meio cabines. Jantamos em um restaurante chinês na esquina do hostel, e saímos correndo para conseguir ver o Gardens by the Bay de noite. Valeu muito a pena a correria, ele é lindo demais! A entrada é gratuita, você só paga se quiser entrar em algumas atrações dentro do parque que funcionam somente de dia.

Gardens by the Bay

 

20/04/2017 – Cingapura > Bangcoc (Tailândia)

Tinha bed bugs na nossa cama ☹. Acordamos bem cedinho porque tínhamos horas contadas para explorar Cingapura. Tomamos café-da-manhã em Chinatown, e seguimos de novo para o Gardens by the Bay para explorar de dia. As atrações pagas abrem a partir das 9hs, então chegamos meio cedo demais rs mas subimos na ponte suspensa – que é alta pra caramba! De lá caminhamos pelo shopping e seguimos até o Merlion Park (mais ou menos 1,3 km – 20 minutos andando), e não tivemos tempo de subir no topo do Marina Bay Sands.

Merlion ParkGardens by the Bay

A gente voltou para o hostel e fez o check-out. Aproveitamos as últimas horas para conhecer Chinatown, e descobrimos um mercadão local, cheio de restaurantes bem simples e recheados de comidas típicas. A comida era muito boa, e enquanto a gente almoçava conversamos bastante com um casal chinês que mora faz anos em Cingapura. Foi uma experiência muito rica, e ficamos muito felizes de ter descoberto esse lugar!

ChinatownAlmoço em Chinatown

Buscamos nossos mochilões no hostel, e pegamos o metrô até o aeroporto para fechar nossa viagem com chave de ouro: em Bangcoc!

 

21/04/2017 – Bangcoc (Tailândia)

De Tailândia a gente já está super expert, então passamos por lá mais pra matar saudade 😊. Ficamos hospedados no Lebua at state hotel, e ele é sensacional! O quarto é enorme, tem piscina, e o café-da-manhã é ridículo de bom. A gente se deu esse presente, aproveitando uma promoção e para descansar bem antes do retorno.

Pad ThaiBuckets

A tarde nós fomos até o Chatuchak Market – ele abre somente de final de semana, mas na sexta-feira funciona parcialmente. Compramos bastante coisinhas pra casa e algumas roupas, voltamos para o hotel para tomar um banho e iniciamos nosso retorno pra casa.

<Como de costume, fizemos uma planilha com todos os gastos; se quiserem receber é só deixar o e-mail nos comentários que eu retorno o quanto antes :) >

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    • Por mrlaalm
      Relato Tailândia e Filipinas (16 dias) 
       E-mail para dúvidas: [email protected] 
      Ou no instagram: @mrlaalm / @luizion__ 
       
      Olá!  
      Do dia 20/12/19 a 05/01/20, eu e meu noivo fizemos uma viagem pela Tailândia e Filipinas. 
      Antes de detalhar, vou resumir em tópicos algumas informações que julgo importantes de início: 
       
      GASTOS 
      A maioria vou passar em dólar e moeda local (THB e Peso Filipino), exceto as passagens principais de ida e volta (saindo de SP), essas passarei em real.  
      Nosso estilo de viagem não é low cost, mas também não temos luxo. Então já adianto que pode ser uma viagem mais barata ou muito mais cara do que fizemos. Outra coisa é que gostamos de fazer passeios com mais calma, tirando dias ou períodos de descanso. Mesmo que isso nos custe abrir mão de alguns locais, preferimos ver menos e aproveitar onde estamos. 
      Total gasto para 2 pessoas (contando com lembrancinhas e demais gastos que não serão relevantes para todo mundo): 
      US$ 2050,00 (hospedagem, alimentação , transportes, passeios, presentes, lavanderia, gorjetas...) 
      R$ 9000,00 (SP-BANGKOK / MANILA-SP) com bagagem e taxas 
      R$ 631,70 (JOINVILLE / SP) ida e volta com 1 bagagem despachada 
      R$ 342,00 (seguro viagem pela AssistMed) 
      US$ 1126 (passagens internas) itinerário e empresas serão detalhados 
      Aproximadamente R$ 11.600 por adulto (contando dólar a 4,20) 
       
      Trocamos dólares no Brasil, pois a maioria dos estabelecimentos nos dois destinos não aceitam cartão. Pegamos a alta da moeda, nossa média foi R$4,34. 
      As passagens para transitar pelo Sudeste Asiático compramos no site 12goasia.com pelo cartão de crédito. 
       
      DOCUMENTAÇÃO  
      Além do passaporte, brasileiros precisam apenas do Certificado Internacional de Vacinação contra febre amarela (lembrar de tomar a vacina pelo menos 10 dias antes da viagem).  Emitimos na hora num posto de saúde de nossa cidade, mas tem como imprimi-lo pelo site. Mais informações sobre: http://portal.anvisa.gov.br/certificado-internacional-de-vacinacao-ou-profilaxia 
      É a única exigida, mas é bom estar com tudo em dia e ter conhecimento que nas Filipinas há muitos casos de sarampo também. 
       
      OUTRAS DICAS 
      Leve um bom repelente contra mosquitos da malária, febre amarela/dengue... Compramos o Exposis Extreme gastando uns 50 reais. Usamos todos os dias nos horários mais críticos e ainda sobrou 1/3. 
      Levamos remédios básicos para estômago, intestino, rinite...não há dificuldades em compra-los, mas se precisar com certa urgência ou se está mais acostumado com algum específico, é melhor já te-lo. Se usar algum remédio controlado, tem algumas regras quanto a tradução de receita e armazenamento. É bom pesquisar sobre. 
      A comida na Tailândia é MUITO apimentada. Então uma boa palavra para se aprender é MAI PHED. Ainda terá pimenta hehe, mas beeem menos. 
      Muito importante ter a sapatilha de mergulho! Quase todas as praias tem muitas pedras. As agências dos passeios oferecem o aluguel, mas se tiver que pagar todo dia não compensa, é melhor comprar.  
      Outra coisa que vai precisar é de uma dry bag para levar tuas coisas nos passeios de praia. Dependendo da hora do dia ou da velocidade do barco, molha bastante. Além de que, na maior parte das vezes, o barco ancora bem antes da areia e você tem que nadar ou andar com água na cintura até chegar na praia. Compramos duas la e pagamos algo em torno de US$10 a US$15 cada. 
      Em todos os lugares que ficamos na Tailândia tinha 7Eleven. É uma rede de mercados onde você encontra muitas opções de comida, bebida, produtos de higiene e beleza. É uma ótima opção pra comprar snacks ou até mesmo pra uma refeição mais econômica e rápida. 
      Enquanto estávamos na Tailandia, 3 dias antes de embarcar para Manila, o segundo tufão de dezembro se formou no mar de lá. Isso é bastante comum ali, então o melhor jeito de se informar sobre é acompanhando a meteorologia oficial pelo site http://www.pagasa.dost.gov.ph  
       
      VOO DE IDA 
      Embarcamos em Guarulhos a 1 da manhã do dia 20/12 pela Ethiopian Airlines. Foram 11h até Addis Ababa com conexão de pouco mais de 3h lá, e depois mais 8h de voo para Bangkok. Na Etiópia a diferença de fuso para o Brasil são de +6h e na Tailândia +10h. Portanto, chegamos dia 21/12 as 13:30 horário de Bangkok. 
      Durante o planejamento lemos comentários ruins sobre o Aeroporto de Addis Ababa, mas sinceramente, achei um aeroporto comum, bem sinalizado com placas e limpo. A comida lá é cara por ter só 1 grande restaurante. Mas se você está afim de gastar no Dutyfree, lá é o lugar rs. Diferença bem grande de preço se comparado com demais aeroportos que passamos. 
       
       DIA 1 (21/12) – Bangkok 
      Hospedagem: Chingcha Hotel - US$ 99,40 por 3 noites 
       
      Pouco antes da descida, é entregue no avião o Arrival Card para preencher com dados pessoais, renda anual, motivo da viagem, etc. Ele é frente e verso e deve ser entregue junto com seu passaporte na Imigração. Antes disso, ao chegar no Aeroporto Internacional de Suvarnabhumi, você precisa seguir as placas até o Health Control. Pegue um formulário no balcão, preencha frente e verso (aqui é importante ter sua própria caneta) e entre na fila. Aqui serão conferidos passaporte, certificado de vacinação e esse formulário. 
      Só depois você segue para a Imigração. Lá precisa entregar seu passaporte e aquele Arrival Card preenchido no avião. Há uma lateral destacável desse cartão que eles devolverão a você. Guarde-o porque quando sair da Tailândia precisa entrega-lo. A perda do mesmo tem multa. 
      Para ajudar no preenchimento, deem uma lida nesse blog: https://www.eduardo-monica.com/new-blog/aeroporto-bangkok-imigracao 
      Aqui os detalhes estão bem explicados! 
      Na área de desembarque há um grande painel onde você pode procurar seu voo e descobrir em qual esteira retirar sua bagagem despachada. Saímos do desembarque e descemos 2 andares para trocar dinheiro na SuperRich, onde tinha a melhor cotação (US$1 = 30 baht). Depois só voltamos 1 andar para comprar o chip. Escolhemos a AIS com 9GB de internet + 100baht para ligações por US$10. Eles configuram tudo pra você já sair usando.  
      Como nosso hotel ficava próximo a Khao San Road, pegamos  o ShuttleBus S1 a US$2 por pessoa. Você tem acesso à ele saindo do aeroporto pelo mesmo andar das casas de câmbio. Fica junto com taxis e demais ônibus/vans.  
      No terraço do hotel funciona um bar a noite (de manhã o café é servido lá também). Como já era final do dia e estávamos muitos cansados, só subimos para jantar e tomar uma cerveja por US$15,60 
       
       
       
      DIA 2 (22/12) – Bangkok 
      De manhã fomos ao Grand Palace. Compramos o ticket na hora mesmo, mas você pode comprar antecipadamente pelo site. Pagamos 1000 baht (US$33) e, apesar de MUITO cheio, não ficamos nem 5 minutos na fila. Não é uma atração baratinha, mas te dá direito aos templos, uma exibição teatral e acesso a um museu interno. Reserve no mínimo 2:30 para a visitação só dos templos, pois o local é grande. 


      Atenção para um “golpe” bem comum e que tentaram conosco. Algumas pessoas te abordam nas ruas ao redor do Grand Palace dizendo que o mesmo está fechado, que é melhor você pegar um tuk tuk e ir até outro templo, etc. Assim ganham uma grana com a corrida ou com a venda de algum produto no caminho. A questão é que o Grand Palace fecha em pouquíssimos dias no ano (talvez uns 3), e você pode se informar no calendário oficial deles no site. Mesmo sabendo que essas pessoas não te farão mal, é uma enganação e é importante estar atento para não perder tempo e dinheiro indo em lugares que não queria ou não tinha planejado. 
      No quarteirão seguinte ao nosso hotel, tinha um restaurante de esquina muito frequentado por locais: Kope Hya Tai Kee. E foi lá que almoçamos para experimentar pratos mais tradicionais. 

      Você faz o pedido, pagamento e também a retirada dos pratos no balcão. Na mesa eles só te servem o Menu. Nossos pratos com bebida deu 318 baht (US$10,60) 
      Final do dia fomos conhecer a famosa Khao San Road! E que loucura é aquela rua; uma mistura de cheiros, barulhos, pessoas...muito legal! Não estávamos com muita fome, então só sentamos num dos barzinhos com mesa na calçada, tomamos duas cervejas e comemos uma porção de bruschettas com espinafre, queijo e um molho agridoce. Depois experimentamos escorpião, larva e grilo. Tudo deu US$18. 
       
       
      DIA 3 (23/12) – Ayutthaya  
      Quando chegamos no hotel, fechamos com uma agência que eles recomendavam o passeio até Ayutthaya (capital do antigo Reino de Sião). O tour custou para nós 1500 baht (US$50), saindo as 7h e voltando as 15h (1hora o trajeto de van). Incluía a visitação dos principais templos, com guia em inglês e almoço. 




      Existe a possibilidade de fazer por conta, pegar um trem, se hospedar lá, fazer o trajeto de bicicleta, enfim, muitas opções. O que importa é conhecer o lugar! Vale muito a pena e é algo essencial no roteiro. 
       
      DIA 4 (24/12) – Ao Nang 
      Passagens Bangkok – Krabi pela Thai Lion Air: 1995,00 baht ou US$66,50 (aproximadamente). Com 1 bagagem despachada  
      Hospedagem: Rooms Republic Hotel – US$ 127 por 3 noites 
      Tour 7 islands com empresa Lucky (encaminhado pela Franci do blogvoa): 2600 baht (US$ 86,60) - incluso transfer, taxas ambientais, frutas, água, jantar, snorkel e colete salva-vidas. As taxas variam de 200 a 400 baht por pessoa (tabelado). 
      Como nosso voo era muito cedo para Krabi, pegamos ainda de madrugada um GRAB do hotel em Bangkok até o Aeroporto Don Mueang. O trajeto levou uns 35 minutos (sem trânsito) e custou 355 baht. Foi o único momento que usamos o app de transporte, porque fizemos tudo a pé na cidade, mas é bom já ir com ele instalado no celular caso precise.  
      Ao chegar em Krabi, logo que sai do desembarque tem opções de shuttle para várias regiões.  Como nos hospedamos em Ao Nang, pegamos uma van coletiva que custou US$10 para os dois. Eles organizam as saídas por hotel, então te deixam na porta.  
      Como chegamos muito cedo, ainda não tinham um quarto livre. Mas pudemos deixar nossas bagagens lá e sair pra tomar um café da manhã no S&D Restaurant. Tínhamos o tour 7 Islands agendado para o mesmo dia. Esse agendamento foi feito com a Franci do @blogvoa. Ela é brasileira e oferece passeios coletivos e privados, além de serviços como transfer aeroporto/hotel. Ela tem uma parceria com o PhiphiBrazuca, outra empresa de brasileiros, mas que atende quem se hospeda em Phi Phi. No caso dos passeios saindo de Ao Nang, você faz com pessoas de diversas nacionalidades, o que eu acho até mais interessante. Fechamos dois passeios com ela, mas direcionados à duas empresas diferentes. 
      Para esse dia, a empresa Lucky foi nos buscar no hotel e levar até o pier de onde saía o longtail. De início houve bastante confusão, tinha mais gente do que o possível. Nosso longtail tinha 26 pessoas! Conclusão: mal saía do lugar, o motor tinha fumaça demais deixando todos meio preocupados. É uma prática até comum num lugar TÃO turístico, mas já adianto que depende exclusivamente da empresa. Vimos vários longtails em nossas paradas com menos gente, com o número correto de pessoas. No decorrer do passeio (la pela terceira parada), redistribuíram algumas pessoas com outro barco e ficou melhor (e mais seguro).  
      Sobre o passeio: vale muito a pena, pois para em lugares lindos! É das 14h as 20h e as paradas são: 
      Poda Island 
      Chicken island 
      Tup 
      Mor 
      Ma 
      Phra Nang 
      Ponto para nado com plânctons (a noite) 


       

       
      DIA 5 (25/12) – Railay Beach
      O dia anterior foi bastante cansativo, então tivemos uma programação mais light. Após o café da manhã pegamos um longtail para Railay Beach. Você pode adquirir o ticket de ida e volta na Cooperativa de Serviços e Barcos (mapa). Custou 400 baht para nós dois e o último horário pra volta é 17h. Porém, há quem fique até mais tarde pra ver o por do sol de lá, mas pra isso é melhor já deixar combinado com algum barqueiro (custa um pouco mais, só não sei informar o quanto). 

        
      A praia é mesmo linda! Bastante sombra natural e, pela manhã, fica melhor de nadar (e de observar) pois ao meio-dia a maré é baixa, ficando com muitas pedras a mostra e mudando bastante o cenário. O centrinho é muito legal, com muitas opções de bares, restaurantes e lojas. Se tivéssemos mais tempo disponível pra viagem, teríamos nos hospedado pelo menos 1 noite por lá.  

      Almoçamos no Flame Tree Restaurant pad thai e cerveja, custando 480 baht (US$16). 
       A noite, já de volta às proximidades do hotel, jantamos no King Kitchen. É um restaurante que serve tanto comida tailandesa quanto indiana. Existem cardápios separados. Ficamos na thai food mesmo e, nossos pratos com cerveja deram 390 baht (US$13). A cerveja que tomávamos era a Chang. Experimentamos a Leo também, mas não curtimos muito. Para os brasileiros é importante saber que não tomará cerveja trincando de gelada como aqui, rs.  
       
       
      DIA 6 (26/12) – Ao Nang 
      Passeio Phi Phi Islands com empresa Nang An (encaminhado pela Franci): 3600 baht (US$120) - incluso transfer, taxas ambientais, frutas, água, jantar, snorkel e colete salva-vidas. 
       
      Para realizar esse passeio saindo de Ao Nang, é preciso ser de speedboat por causa da distância. A empresa foi nos buscar no hotel e nos levou até um pier deles mesmo. Foi o passeio mais organizado e lindo que fizemos! Durou um pouco mais de 6 horas e as paradas foram: 
      Maya Bay (ainda está fechada e a informação que tivemos lá é que permanecerá assim pelo menos nos próximos 2 anos). 
      Loh Samah Bay 
      Pileh Lagoon (paramos para nadar) 
      Monkey Bay (não descemos do barco. Não entendi se a empresa não compactuava com o contato direto com os macacos, ou se recentemente foi proibido descer) 
      Viking Cave 
      Phi Phi Don (parada para almoço)
      Bamboo Island (1 hora) 
      Não recomendamos fazer esses passeios (principalmente em grupo) no dia que você tem um deslocamento para outra cidade em seguida, porque sempre há atrasos. 





       
      Não comentei antes mas, por todos os lugares que passamos conseguimos lavar roupas em lavanderias. Todas elas tinham a opção de pegar no dia seguinte ou express (mesmo dia). Não pedíamos para passar (custo adicional), então o valor da lavagem/secagem variava entre 40 e 70 baht/kg. Nos hoteis é um pouco mais, algo em torno de 100 baht. 
      Estávamos bastante enjoados da comida e até das opções salgadas da 7Eleven, ai fomos procurar um lanche, uma massa...as opções em Ao Nang para comida italiana, por exemplo, são muito caras. Mas fast food lá também é! Gastamos neste dia US$20 em dois combos do Burger King.
        
      DIA 7 (27/12) – Phuket 
      Transfer particular de Ao Nang p/ Phuket: 2700 baht (US$90 – pela empresa KrabiShuttle) 
      Visita ao Santuário de Elefantes: 5000 baht (US$166 – Elephant Jungle Sanctuary) – doação, transfer e almoço inclusos. 
      Hospedagem: Baan Sailom Hotel – 2935 baht ou US$97 por 1 noite 
       
      Esse foi o dia que mais gastamos, de fato. Queríamos muito ir nesse santuário de elefantes por ser um dos primeiros no país (é o mesmo que muitos vão em Chang Mai). Como só teríamos a tarde do dia 27 antes de ir para Filipinas e os ferrys saindo de Ao Nang não chegariam a tempo, decidimos contratar um transfer particular até nosso hotel que ficava na praia de Karon. Fizemos isso pelo próprio site da empresa https://krabishuttle.com 
      Saímos 6:30 de Ao Nang e fizemos a viagem de 3h. O hotel já tinha quarto disponível, então conseguimos dar entrada. Como o transfer para o santuário seria entre 11:30 e 12h, apenas comemos um croissant com chá gelado (cada) no Doi Chaang Coffee. Custou US$11. 
      O trajeto até o santuário (contando com o tempo de pegar as demais pessoas) durou uns 40 minutos. Ao chegar, nos reunimos para receber explicações sobre a história do lugar, do compromisso deles para com os elefantes, como funciona o dia-a-dia e quais eram as regras sobre como, onde e a frequência que poderíamos tocar nos animais. Acho que isso durou cerca de 1 hora. A primeira atividade foi alimenta-los com melancia e bananas, mas antes, é preciso lavar as mãos para não ter resíduos de protetor solar, senão eles não comem por causa do cheiro. Obs: levamos a GoPro para registros nossos, mas eles tem um fotógrafo que publica no facebook deles as fotos do dia. 


       
      aí fomos para a lama com eles! As vezes um cansava no meio do caminho e resolvia ficar deitado por lá mesmo haha mas depois podíamos lava-los com água limpa (e nos limpar também). Mesmo depois dessa etapa, fomos tomar uma ducha, então é bom levar sua toalha e uma troca de roupa (além da de banho). Eles nos mostraram o trabalho que fazem com as fibras expelidas nas fezes dos elefantes; elas são tratadas e prensadas a ponto de virarem papel. E há lojas que compram deles envelopes feitos lá mesmo! Final do dia, todo mundo com fome, e enquanto nossa comida não ficava pronta, tivemos uma breve aula de culinária: ensinaram a fazer a papaya salad e o pad thai!  

       Nossa interação com eles foi rápida, menos demorada do que as demais atividades e conversas sobre o local. Por um lado achei isso muito interessante, pois ao longo do dia, não interferimos tanto na rotina deles (existem dois horários de visitação). Afinal, o objetivo ali não é estressar o elefante. Achei que valeu muito a pena. Nossa curiosidade sobre esses animais com os quais não temos muito contato é natural, mas ela tem que ser suprida de forma saudável. Há uma forte conscientização ali sobre não fazer passeios de montaria ou que você veja que o animal claramente foi treinado para fazer determinada coisa. Para que isso aconteça eles apanham e sofrem muito!  
      Voltamos a tempo de ver o pôr-do-sol em Karon Beach. A praia é muito bonita, com muitas opções de bares, restaurantes e lojinhas em volta.  


       
      Nossa janta foi 1 burger, 1 Chang 600ml e 1 porção de batata fritas por US$11 no Paradise The Espresso Bar. Ali há opções para todos os gostos e bolsos, mas mais uma vez estávamos enjoados de thai food e cansados demais para procurar outras opções. 
       
      DIA 8 (28/12) – em trânsito  
      Passagens Phuket – Bangkok pela Bangkok Airways: US$ 95,20. 
      Taxi para aeroporto de Phuket: 900 baht (US$30). OBS: é muito longe! Conseguimos o taxi do hotel pelo mesmo valor do GRAB. 
      Passagens Bangkok – Manila (Filipinas) pela AirAsia: 10.860 baht (US$362) 
       
      Nosso voo para Phuket era as 14h, então pudemos dormir bem, arrumar tudo no dia e aproveitar o café da manhã do hotel. O trajeto para o aeroporto é longo: levamos 1h de taxi. Há um ônibus publico que faz o trajeto, porém, ele leva de 2 a 2:15h. Então se for pegá-lo é bom se planejar com antecedência. Esse voo chegava pelo aeroporto Suvarnabhumi em Bangkok, mas o que pegaríamos para Manila saía do Don Mueang. O transporte entre aeroportos é gratuito, você só precisa ir à saída 3 (a mesma onde ficam os taxis e vans), apresentar sua passagem no guichê de nome ShuttleBus e eles já te colocam no ônibus. Ele sai a cada meia hora, e o trajeto leva 1h (dependendo do trânsito pode levar mais). 
      Fomos para Manila as 21:30 e a viagem tem duração de 3:30h. O Aeroporto de Manila possui 4 terminais. Nós desembarcamos no 3 e precisávamos ir até o 4 para o voo de El Nido. Mas antes: trocar dinheiro, comprar chip de dados, etc. Tudo estava funcionando no terminal quando chegamos, apenas os bancos estavam fechados (caixas eletrônicos funcionam normalmente). A cotação que conseguimos era US$1 = 50,30 pesos. Como tínhamos informação de que nas cidades a cotação era mais baixa, e como no aeroporto de El Nido não tem casa de câmbio, resolvemos trocar grande quantidade (o que planejávamos para os próximos dias) lá mesmo. E depois vimos que foi a melhor coisa que fizemos (falarei mais na parte de Coron). 
      O chip compramos da empresa smart philippines e pagamos US$10. A internet era ruinzinha, meio lenta e tinham pontos das cidades que não pegava (diferente do que foi na Tailândia). Tem a empresa Globe também, não sei se ela é melhor ou se o problema é geral. 
      Voltando ao transfer entre terminais, ele é feito gratuitamente também, porém, de madrugada não há. Ele volta a funcionar as 6h e vai até 23h ou meia-noite, não me recordo. Os terminais não são tão perto e não há ligação direta entre eles, por isso precisamos pegar um taxi. Essa alternativa é cara para um percurso de 10 minutos: 640 pesos (US$12,70). O terminal 4 é só de voos domésticos e por isso bem menor. 
       
      DIA 9 (29/12) – El Nido 
      Passagens Manila – El Nido pela AirSwift: 12.332,00 pesos (a compra só pode ser feita diretamente pelo site da companhia) 
      Hospedagem: Rosanna’s Pension – 10.677 pesos por 3 noites (pagos 1 semana antes no cartão de crédito; política do hotel) 
       
      Bom, nosso voo para El Nido saiu na hora prevista, as 5:15, com duração de 1:20h. A aeronave é bem pequena, não há serviço de bordo, mas foi um voo confortável. O aeroporto de El Nido é bem simples e pequeno. As malas são entregues pessoalmente (não há esteira) e também não há casa de câmbio. Muitos hotéis disponibilizam o serviço de transfer, mas nós preferimos ir de triciclo, o que nos custou 300 pesos (US$6). Eles ficam parados lá na frente e tinha um rapaz organizando uma pequena fila. 
      Como era muito cedo e não tinha quarto vago, apenas deixamos as malas no hotel e fomos tomar café da manhã no Giovanz. Pedimos café, suco, pork silog (arroz, carne de porco em cubos e ovo frito) e omelete de legumes com torradas. Tudo saiu por 515 pesos (US$10,25). Fomos caminhar, conhecer as lojinhas, restaurantes e pesquisar preço dos tours. É tudo tabelado na verdade. Em El Nido você paga 200 pesos de taxa ambiental no primeiro passeio que fizer e não precisa pagar mais enquanto estiver lá. É só guardar o papel e apresentar nos tours dos outros dias.  
      Fechamos o tour A pela agência Emma’s para fazer no dia seguinte (30/12 – falarei mais sobre o tour em seguida). Voltamos para dar entrada no hotel e tiramos esse dia pra descansar. A partir das 17h muitos lugares tem o happy hour (50% de desconto nos drinks ou dois do mesmo). Escolhemos sentar na área externa do Sava, que tem uma vista bem legal da praia. Tomamos 4 drinks (pagando 2) e 1 cerveja por 900 pesos (US$17,90).  
       

       Para jantar preferimos sair dali e procurar algo no caminho do hotel. Confesso que não anotei o nome do lugar que paramos e nem o achei no google maps, mas era um lugar pequeno, só com dois balcões pra sentar e você faz/retira seu pedido no caixa. Perto do SAVA. Há um vidro na cozinha onde você consegue acompanhar o preparo. Comemos 1 burger, 1 burrito e um refrigerante por 300 pesos (US$6). Valeu muito a pena, tava tudo uma delícia.Pra quem gosta de cerveja, tem o The Pub. Eles servem artesanais feitas lá mesmo e tem um cardápio de lanches e porções. O lugar é bem legal e cada IPA saiu por 185 pesos (US$ 3,50). 

       
      DIA 10 (30/12) – El Nido 
      Tour A: 3.170 pesos (com taxa de 200/cada inclusa).  
       Tomamos café da manhã no hotel e fomos até a agência. De lá eles te levam até o ponto de encontro na praia, onde estará a equipe e os demais turistas. Por isso pedem para chegar uns 15 minutos antes da saída (que geralmente marcam para as 9h em passeios em grupo). Para encontrar o barco você tem que entrar na água, então já esteja com a roupa de banho e a drybag para não molhar o que for importante (água na cintura, geralmente). Os pontos de parada foram: 
      Big Lagoon 
      Small Lagoon 
      Secret Lagoon 
      7 commandos beach 
       
      Importante dizer que, apesar dos preços serem tabelados, pode haver pequena variação entre uma agência e outra devido as paradas. Por exemplo, pode ter uma praia ou ilha que eles trocam por outra que pode ser mais interessante (isso nos aconteceu no tour C e em Coron também).  


      Na Big Lagoon alugamos um caiaque por 250 pesos (US$5), mas você também pode ir nadando, se preferir.  
      Ao chegar na Secret Lagoon você vai nadando até a passagem pela rocha. A passagem em si é rasa, mas tem fila! Do outro lado você anda até uma praia, que eu acho que vale bem mais a pena do que ficar na fila, pois lá dentro não é muito bonito e a água é meio estranha. Já tínhamos lido isso antes, mesmo assim fomos rs. Mas também deu tempo de irmos até a praia. 


       
      Na 7 Commandos beach há banheiro, venda de bebidas, local para jogar basquete e vôlei, além de muita sombra feita pelos coqueiros. O mar lá é bem gostoso para nadar. 

       
      Ao voltar para El Nido, escolhemos jantar na Altrové. Já tínhamos ouvido falar de lá (tem em Coron também) e ficamos curiosos. Sempre tem fila! Principalmente após as 18h que é quando o pessoal que fez tour o dia todo começa a sair para comer. Mas a fila é bem rápida, ficamos esperando uns 10 minutos só. A especialidade é culinária italiana, e a pizza, apesar de ser individual, é bem grande. Naquele dia optamos por dividir uma de pepperoni. Pizza, suco, refrigerante e uma San Miguel beer saíram por 600 pesos (US$11,90).  
       
      DIA 11 (31/12) – El Nido 
      Tour C: 2800 pesos (US$ 55,60) 
      Fechamos o tour C também na agência Emma’s. Mesmo esquema e horário de saída do dia anterior. As paradas foram: 
      Helicopter Island 
      Hidden beach 
      Talisay beach 
      Snorkeling spot (pertinho de Talisay) 
      Secret beach 
       A Helicopter foi a primeira. A praia tem muitas pedras tanto na areia quanto na água. É um lugar que você aproveita mais para sentar e observar do que para nadar, mesmo assim há um ponto legal para snorkeling.

      Para esse passeio nosso grupo foi menor, o que tornou a experiência muito legal! Pelo o que soubemos, Talisay beach não é uma parada muito comum nesse tour, e é maravilhosa!! Quando chegamos na praia estávamos só nós e pudemos ficar mais tempo nela. 





       
      Em Hidden beach o barco também para um pouco mais longe, por isso tem que ir nadando até a praia. Conforme fica raso, torna-se difícil caminhar por causa das pedras e corais. Aqui a melhor alternativa é ir de colete pra garantir que consegue boiar, senão fica fácil machucar as pernas.  


       
      Nossa última parada foi na Secret Beach. Novamente você tem que ir nadando, mas aqui ao invés de ir direto pra areia, você vai até um buraco que existe na própria rocha e passa nadando por ele. Só lá dentro é possível ficar num lugar raso. Como no horário que fomos o mar já estava bastante agitado e mais difícil de nadar, optamos por não levar nada, nem a GoPro. Por isso não há fotos dela, mas garantimos que vale muito a pena!  
      Na volta tivemos um pequeno perrengue: um hélice do motor do barco quebrou! Ficamos parados um bom tempo até fazerem uma gambiarra rs. Andamos um pouco e logo parou novamente, até que da segunda vez deu certo e conseguimos chegar numa boa. 
       Por ser réveillon, muitos restaurantes iriam fechar mais cedo e outro fariam festas da virada (ai você pagava também um valor a mais). Como nosso quarto do hotel tinha sacada direto pra praia onde teria a queima de fogos, preferimos apenas garantir a janta e ver de lá mesmo. Fomos novamente no Altrové rs. Dessa vez pedimos 1 pizza, 1 fettuccine de camarão, taça de vinho, refrigerante e 1 cerveja; tudo por 1000 pesos.  
      Obs.: não há pagamento de 10% pelo atendimento, então a gorjeta (ou tips) fica por conta do cliente. Nas Filipinas procurávamos sempre deixar 100 pesos. Inclusive nos passeios.  
      Depois dos fogos já fomos dormir pois as 6h sairia nosso ferry boat. 
       
      DIA 12 (01/01) – Coron 
      Ferry boat para Coron pela empresa Montenegro: 3520 pesos (US$70) pagos pelo cartão de crédito no site da 12goasia + taxa de 20 pesos por pessoa paga no embarque. 
      Hospedagem: Aquilah Homestay – 10.160 pesos (US$202) por 4 noites. O café da manhã é pago a parte e por dia (reserva um dia antes), 150 pesos por pessoa.  
       Para ir ao pier, pegamos um triciclo por 50 pesos. Ao chegar lá você tem que trocar teu voucher pelo ticket (tem uma fila pra isso na área externa). Depois você entra na fila para pagar a taxa de embarque e receber um comprovante. Após isso nossas malas foram deixadas numa parede para que um cão farejasse. Só assim você entrega o que pretende despachar. Mochilas pequenas pode ir contigo (o espaço entre sua poltrona e a da frente é bom). No voucher e no e-mail de confirmação vem o aviso de que dentro do ferry é bem gelado. Então o ideal é levar uma coberta ou já ir de calça e casaco, pois são 4h de viagem. 
      Ao chegar em Coron tem vários triciclos disponíveis, então já pegamos um até nosso hotel (por 100 pesos ou US$2). A hospedagem foi perfeita desde o início: a família nos recebeu muito bem, o hotel é todo novo, limpo, tranquilo e confortável. Já aproveitamos o momento do check-in para darmos uma olhada nos tours que eles indicavam (tinham panfletos de algumas agências com as quais eles mesmos combinavam). Tínhamos visto que até 5000 pesos por um tour privado era aceitável (baseado em outros relatos). Fechamos o Ultimate por esse valor, mas para o dia seguinte, então falarei mais sobre ele depois. 
      Escolhemos tomar um café da manhã mais reforçado que valesse pelo almoço, então fomos no Tea and Shake. O lugar tem poucas mesas, você faz o pedido no balcão e já paga por lá mesmo; depois eles te servem na mesa. Importante dizer que no 1º dia do ano muitas coisas estavam fechadas lá, mas você encontrava alguns mercados e cafés abertos; à noite a cidade ganhou um pouco mais de vida. Pedimos 2 American breakfast por 400 pesos (US$8). Voltamos ao hotel para descansar durante a tarde já que não dormimos muito na noite passada. 
      A noite saímos pra dar uma volta e jantar no Blue Moon. Os pratos lá são individuais, mas beeem servidos. Pedimos um fish and chips, um burger, Mai Tai (drink) e 2 cervejas. Tudo por 1100 pesos.  
       
      DIA 13 (02/01) – Coron 
      Tour Ultimate  – PRIVADO: 5000 pesos (US$99,40) – transfer, taxas, almoço, snorkel, água e frutas inclusos. 
       O transfer que veio nos buscar era uma van com outras pessoas que fariam outros tour da mesma agência (desculpem, eu não anotei o nome dela). Nos levaram as 8h até o pier e nos indicaram qual seria nosso barco. Em Coron você não vai pela água como em El Nido, mas sim passando barco por barco (sempre tem alguém pra te ajudar). Além do guia, foram mais 3 rapazes para cozinhar, navegar e auxiliar nas atividades.  
      As paradas foram: 
      kayangan lake 
      Twin lagoon 
      Green lagoon 
      Coral garden 
      Cyc beach 
      Siete pecados (para snorkeling) 
       
      Primeira parada foi no Coral Garden, que é um ponto no mar para snorkeling. É mais fundo e os corais são enormes, é muito lindo! O guia mergulhou conosco e nos acompanhou. Em seguida, fizemos mais uma parada (não muito longe dali) para outro snorkeling lindo, em Siete Pecados. A visibilidade ali foi melhor ainda e com muita diversidade de corais e peixes.  



      Em seguida ficamos um tempo na Cyc beach. É uma praia de areia bem branca, com muita sombra natural. Alguns barcos param ali para preparar o almoço, mas tinha pouca gente. Aliás, todos as paradas foram muito tranquilas, demoramos pra sair de Coron (depois das 9:30) e acho que foi uma boa tática.  
      Nosso almoço foi na Green Lagoon. Pra mim, o lugar mais lindo! Comemos com calma, descansamos um pouco e nadamos.  


      De lá entramos na Twin Lagoon. O lugar é muito lindo, mas mesmo de colete eu fiquei com um pouco de medo hehe, talvez por não curtir muito águas tão profundas. Mas aproveitamos o lugar, vale a pena por ser maravilhoso, mesmo já tendo mais gente que as demais paradas. 
      Nos despedimos do passeio na Kayangan Lake. Depois de um tempo subindo, tem uma entrada à esquerda para o mirante. Vale muito a pena parar ali para admirar e tirar fotos. Na ida só tinha mais um casal ali, mas quando voltamos do lago tinha uma baita fila para a foto! 
      Depois você volta para a escadaria de onde veio e continua o caminho, agora descendo para de fato ver e nadar no lago Kayangan. Tem uma passarela de madeira por onde pode andar, ou sentar parar observar. Para entrar é obrigatório o uso do colete salva-vidas (tem várias placas já na entrada, para você não correr o risco de chegar lá sem o seu e não poder entrar). Tem alguns peixinhos lá, o que mais vimos foi o peixe-agulha; e o lugar é maravilhoso! 



      A noite, quando retornamos à Coron, saímos para jantar no Rosa’s Cantina. É um restaurante de comida mexicana e tem happy hour a partir das 17h (metade do preço nos drinks e em algumas cervejas). Pedimos tacos e quesadillas (são pratos separados, mas o tanto de comida que veio daria para 3 pessoas, tranquilamente), um drink e uma cerveja. A conta deu 1380 pesos (US$ 27,50).  
      Nessa noite precisávamos trocar mais um pouco de dinheiro para garantir os outros dias que tínhamos pela frente com tour, alimentação, etc. Achamos 3 casas de cambio, todas na rua do Blue Moon (onde jantamos na primeira noite), mas somente 1 tinha dinheiro. Fizemos bem em trocar quase tudo o que planejamos no aeroporto, porque se precisássemos de mais dinheiro em El Nido ou em Coron , ficaríamos na mão ou pegaríamos uma cotação ruim. Eu não me recordo o nome do lugar, na verdade era uma pequena venda com placa de EXCHANGE MONEY na frente (lá é assim, você faz cambio em mercados, farmácias e hoteis com o aviso). Para cada dólar conseguimos 48 pesos, lembrando que no aeroporto pegamos por 50,30.   
       
      DIA 14 (03/01) – Coron 
      Tour D (em grupo): 3400 pesos (US$67,60) – transfer, taxas, almoço, snorkel, água e frutas inclusos. Fechamos no hotel pela agência Calamian. 
       Antes de fechar, percebemos ao ver os panfletos que o tour D muda de empresa para empresa. Como a Malcapuya beach é a principal parada e é longe da cidade, eles compensam com mais 2 paradas em ilhas próximas. Nós escolhemos o seguinte itinerário: 
      Bulog dos Island 
      Banana island 
      Malcapuya beach 
       
      A primeira praia foi a Bulog dos island. Ela tem um “mirante” que é em cima de uma rocha, onde você sobe uma escadinha e tem uma vista linda, com algumas redes para deitar. Também tem uma segunda parte da praia que vale a pena visitar se quiser fazer snorkeling. E também porque é um lado mais sossegado. De toda forma, o tour D não me pareceu muito procurado, pois todas as nossas paradas estavam tranquilas. E vale muito a pena, pois as 3 praias que vimos são uma mais linda que a outra!  



       
      O segundo local foi já para nosso almoço, Banana island (ficamos entre 1 e 2 horas em cada praia). Essa acho que foi uma das praias mais “good vibes” que ficamos: cheia de coqueiros com rede, só tinha o pessoal do nosso barco, um cachorro bem lindo que era do dono do quiosque e AQUELE mar. Todo mundo aproveitou para tirar um cochilo ali hehe 


       
      E a última parada foi na famosa Malcapuya beach. Ali já tinha mais gente, mas como a praia é bem extensa, não fica a sensação de cheia. Tínhamos lido que é uma das praias mais lindas de Coron. Eu sinceramente não consegui, até agora, classificar alguma como tal. É uma decisão difícil haha. O mar ali tinha mais ondas do que as demais praias, mas não com aquela arrebentação; ainda assim era um mar tranquilo pra curtir. 

       

      De volta para Coron, fomos conhecer o Altrové de lá hahah sim, o lugar é bom. Mas lugar bom é o que não falta para comer em Coron, eu garanto. Pizza, fettuccine, vinho e cerveja: 1200 pesos (US$ 24).  De sobremesa comemos um gelato cada no Pedro’s: 2 sabores por 160 pesos. 

       
      DIA 15 (04/01) – Coron 
       Esse foi nosso último dia inteiro lá e, como sabíamos que a volta ao Brasil seria trash, resolvemos não fazer nenhum tour. Fomos andar melhor pela cidade, comprar lembrancinhas e descansar no hotel (a média da temperatura naqueles dias estava em 35 graus).  
      Como tomamos café da manhã mais tarde, só “almoçamos” um gelato hehe. Andamos bastante, compramos o que queríamos e voltamos ao hotel. 
       Saimos de novo no final do dia. Tomamos um drink cada no Coco bar. Nossa ideia era jantar por lá, mas quando pedimos o menu fomos informados que “talvez tivesse comida mais tardel”. Vai entender hehe. Uma pena, porque o lugar era bem legal, aconchegante e tocava reggae. Pagamos os 560 pesos (US$11,20) e saímos. Na esquina daquela mesma rua tem o Get Real. Um lugar bem legal também com muitas opções de comida: burgers, comida filipina, mexicana, porções... pedimos um trio de mini burger (vinham 3), uma margarita de tamarindo, cerveja e porção de nachos com chilli. Tudo por 1000 pesos (US$ 20).  
       
      DIA 16 (05/01) 
      Passagens Coron – Manila pela Cebu Pacific: 225 euros (compramos também no cartão pelo site da 12goasia, mas por algum motivo foi a única cobrada em euro). 
      A despedida
      Como nosso voo era as 14:40 e sabíamos que o aeroporto não era muito perto, pedimos um transfer em nosso hotel (agendamos na noite anterior). Saiu por 300 pesos (US$6) e uma van foi nos buscar. Tinham outras pessoas junto, de outros hoteis. Saímos 12:15 e deu tempo tranquilo, até porque nosso voo atrasou em 1 hora.  
      O aeroporto é bem pequeno, não tem muito o que explicar e nem como se perder. Tem 2 lugares dentro do embarque com opções de comida e bebida. Comemos 2 burgers, um refri e chocolate por 550 pesos (US$11).  
       A vista é linda la de cima, é um lugar que você curte até o fim mesmo. 

       
      Dessa vez chegamos no aeroporto de Manila num horário que tinha transfer gratuito entre os terminais. Depois que desembarcamos e pegamos nossa bagagem, nos dirigimos a uma salinha com a placa TERMINAL TRANSFER. Lá você apresenta sua passagem, fala o terminal que precisa ir e aguarda. Esperamos uns 45 minutos (mas pode levar até 1hora ou um pouco mais). Vieram nos chamar quando o ônibus chegou e nos acompanharam até ele lá fora: mas já adianto que é um loucura! Hehe encontramos o ônibus literalmente no meio de uma avenida, entre os carros. Nossa sorte era que só tínhamos mochilas nas costas. Mesmo os terminais não sendo muito distantes, há muito trânsito na cidade. Ainda mais final do dia. Então o mesmo trajeto que o taxi levou 10 minutos de madrugada, aqui levamos pelo menos meia hora. Por isso veja bem se tem todo esse tempo até seu próximo voo, pois nem estou contabilizando aqui o tempão que ficamos na fila do check-in e despache seguinte. O aeroporto lá costuma ser bem cheio sempre, principalmente os terminais internacionais. Se estiver com o tempo apertado, melhor opção ainda é o taxi. 
       
       Nosso voo estava marcado para 20:55 e além da conexão na Etiópia, tivemos uma escala de 1hora em Hong Kong.  
       Chegamos na Etiópia de manhã e com fome, pois não conseguimos comer no horário que foi servida a comida do avião. Agora lembram que no início do relato eu disse que só tem 1 restaurante (dividido em 2 ambientes, por isso parece dois, mas é o mesmo) e ele é caro? Pois bem, nesse dia descobrimos o QUÃO CARO. Vou resumir: 1 American breakfast com suco + um omelete com torradas e suco = 35 DÓLARES sim! Em nossa conversão pagamos cerca de 150 reais num fucking café da manhã. Podíamos ter comprado chocolate no duty free pra economizar? Sim, mas estávamos famintos e não vimos outra saída por lá, tínhamos uma longa jornada com comida de avião que já estava nos enjoando
       
      É isso! Obrigada pela paciência de quem leu até o fim, espero ter ajudado em algo. Seja pelo o que fizemos ou pelo o que poderíamos ter feito diferente. Uma coisa é certa: valeu a pena cada segundo e temos muita vontade em voltar! 
      Dúvidas, podem nos procurar pelos contatos que deixei no início. Ou pelos comentários aqui também! 
    • Por Aline Coutinho
      Boa noite,
      Estou planejando uma viagem de 30 dias para Tailândia, Filipinas e Indonésia. Porem estou sem roteiro algum. Alguém por gentileza que ja fez a mesma viagem poderia me ajudar com um roteiro??. Provavelmente irei viajar sozinha. Isso seria arriscado nesses países?
      Obrigada desde já.
    • Por nunes.rpa
      Mochileirxs, bom dia. Como estão?
      Estou começando a desenhar "a viagem dos sonhos" pela Ásia de 6 meses (ou um pouco mais) a partir de outubro/2020. Tirei algumas dúvidas em tópicos aqui no fórum, mas quanto mais leio mais questionamentos surgem. Pode me ajudar com algumas dicas?
      A propósito, já olhei em alguns lugares a época de monções de cada país e tô construindo o caminho com base nisso.
      Também vi os países e locais de meu interesse (a princípio nessa ordem por questões geográficas), mas não fiz a distribuição de dias pois comecei a organizar isso há menos de uma semana. O que acham? Alguma sugestão em relação aos lugares que já inclui? E sobre Butão, Filipinas e Indonésia... Acham que dá para incluir nessa vez ou o tempo vai ficar curto? Vocês têm sugestões de trekking em algum desses países?
      Nepal: Kathmandu, Everest Base Camp Trek, Bakhtapur, Pokhara, Chitwan e Lumbini (aprox. 30 dias);
      Índia: Varanasi, Khajuraho, Agra, Jaipur, Udaipur, Jodhpur, Jaisalmer, Bikamer, Amritsar, Dharamshala, Haridwar, Rishikesh, Nova Delhi, Kerala, Goa e Ajanta Caves (aprox. 45/50 dias);
      Butão: ainda pensando sobre a ida, sobretudo em razão do custo pela obrigatoriedade de guia;
      Myanmar: Mandalay, Bagan, Pindaya, Ngapali Beach e Yangon;
      Tailândia: Bangkok, Koh Lipe, Railey Beach, Koh Yao Noi, Koh Phi Phi, Chiang Mai e Pai;
      Laos: Luang Prabang, Nong Khiaw, Muang Khua, Vientiane e Thakhek;
      Camboja: Siem Reap, Battambang, Phnom Pehn, Koh Rong, Koh Rong Samloen e Sianoukville;
      Filipinas: ainda pensando pelo tempo que terei disponível e custos;
      Indonésia: ainda pensando pelo tempo que terei disponível e custos;
      Vietnã: Ho Chi Minh, Mui Ne, Da Lat, Nha Trang, Hoi An, Hanoi, Halong Bay, Sa Pa e Ha Giang.
      Grande abraço a todos e muito obrigado.
    • Por abc121212
      bom depois de muito pesquisar nesse site para me programar com meu mochilão no sudeste asiático, nada mais justo que deixar minha contribuição! Segue meu insta @uaiguimg até mesmo para contatos mais rápidos caso precise..
      Vamos lá, tudo começou em janeiro de 2017 quando teve um bug pela Turkish Airline com passagens de ida e volta a 670 reais ida e volta de sp a Bangcoc! Se acham que peguei esse bug? Não, fiquei com medo e esses valores eram apenas para os meses de junho e julho onde é temporada de chuva por lá, além do mais em fevereiro iria para Cancun, viagem que já estava deixando um Rim...
      Pois bem, fui pra Cancun em minha primeira viagem internacional com uma amiga, tudo perfeito dispensa comentários.... depois que cheguei de lá fiquei já imaginando a próxima viagem para onde seria, então fui pesquisar a Tailândia.
      Quando comecei a pesquisar vi um vídeo do festival das lanternas que acontecia sempre em novembro em uma cidade ao norte da Tailândia, Chiang Mai, logo que vi, já não deixou duvidas que a Tailândia seria meu próximo destino! Mas não ficaria por ai, já que quando vc começa pesquisar sobre o sudeste asiático vc vê que é possível colocar outros países que estão ali próximos e são incríveis tb!
      Dai comecei a pesquisar pesquisar e pesquisar, e descobrir o Full moon party, que é uma festa que sempre acontece na Lua cheia em uma das ilhas da Tailândia Ko Phagan, fiquei tentando ao ver um vídeo da festa do réveillon, foi então foi ai que mudei os planos e decidir que lá que eu queria passar o fim de ano.
      Ai que ta, quem vai comigo? Bem, meus amigos não animariam muito um destino tão exótico ou teria disponibilidade na época, logo comecei a matutar como faria, já que nem inglês eu tenho, mal mal o básico!
      Com muita pesquisa, vi que muitas pessoas se aventuravam sozinhas e deus, pra falar a verdade bem  mais do que eu imaginava. Pensei: se eles podem, eu tb posso. Depois de finalmente convencido, hora de comprar as passagens, foi o primeiro baque! preços altíssimos! coloquei alerta em todos buscadores Googleflights, Kaiak, skyscanner e nada de promoções tudo acima de 3 mil reais. Nessa altura já era julho e eu estava começando a ficar com medo de subirem ainda mais os preços. bem, depois de muita procura vi o menor valor indo de SP a Singapura por 3.100,00 só que a data para esse valor era para dia 10/12 a 17/01/2018 quase 40 dias!!! Meu deus 40 dias na Ásia sozinho e sem inglês, será se dou conta? Bom, depois de muito pesquisar sobre a Ásia eu já não me via viajando para outro lugar, logo então acabei comprando. Comprei no próprio site da Air China. Aí começou outro medo, gente vou viajar com um avião chinês??? Um chinguiling? Será se chego inteiro? Puro preconceito, pois era um dos aviões mais modernos que há, comida boa, bom atendimento sem reclamações... (comprei a 3.100, porém tem o bendito iof, e o cambio flutuante, que fecha o valor na data de fechamento da fatura, dois dias depois de comprar teve o escândalo do Temer com os áudios lá que fez o dólar disparar que quebrou minhas penas, de 3.100 para 3.550!!! começando bem a viagem...)
      Bom, o preço estava sendo um dos melhores, mas em contrapartida a viagem em si uma das mais demoradas! Quase 40 horas, pois faria escala em Madri e depois em Pequim e só depois Singapura.
      -Vamos lá então, tentarei postar tudo que eu lembrar pois minha memória não é das melhores 
      Pequim – Grande muralha
      1º dia - Bom, de toda a viagem para Ásia, sem dúvida Pequim foi minha maior frustração! Como faria escala por lá, procurei a escala mais demorada possível em Pequim para aproveitar a cidade, chegaria por lá 5:50 e voaria para Singapura as 00:10, ou seja, um dia inteiro para aproveitar a cidade. E nas pesquisas descubro que era possível ir na grande muralha da china um antigo sonho que jamais imaginei realizar!
      Quando comecei as pesquisas descubro que não seria nada fácil, ou nem tanto, descubro que todas redes sociais e apps da Google eram bloqueadas na china!! Ai que começa meu desespero pois eu uso muito o google maps off-line e oq iria fazer agora?
      -Depois de muita pesquisa acabei achando um site de turs que faria o percurso aeroporto – muralha, só que bem caro cerca de uns 110 US. Por mais que estava bem relutante em ir assim, acabei mandando um e-mail para a empresa para saber como funcionava. Porém, eles responderam falando que sairia um carro as 8 da manhã, mas que provavelmente eu n teria tempo,pois os tramites do visto no aeroporto não seria tão rápido e talvez eu não conseguiria sair antes da van partir. Bom depois de ver que não seria possível ir de taxi privado mas se não me engano seria mais de 200 dólares e não estava disposto a gastar tanto assim! Comecei a pesquisar se era possível ir de transporte público, e para minha felicidade tinha como ir sim. Parecia não ser complicado, mas ai vc para e  pensa vou usar transporte público em uma cidade com uma das maior populações do planeta??? Loucura mas já que está na chuva é pra se molhar...
      -Mais uma vez começa meu medo, e se eu me perder? Não vou ter como pedir ajuda a ninguém, não sei inglês não tem googlemaps e aí? Ai a gente pesquisa tudo para não se perder no caminho..rsrsrs
       
      -Bom lembram que falei que essa era a maior frustação de toda viagem? Então, depois de muito me programar, ver vídeos no youtube, prints de tela do maps e tudo mais.. meu mundo acabou no desembarque remoto, quando abriu as portas do avião começou a fazer frio, muito frio, bem eu havia viajado com uma mochila apenas, um moleton ( minha cidade é muito quente 35º graus aqui é fichinha, logo não tenho tantas roupas de frio, já que iria pra praia) tava com uma toca e um cachecol, estava frio mas suportável, mas quando cheguei na porta começou a sair fumaça da minha boca e comecei a tremer involuntariamente, fui descendo até entrar no ônibus para o aeroporto... serio nunca tinha passado tanto frio na minha vida! Quando fui checar a temperatura estava -7 Graus!!!! -7 Gente! Isso que a sensação térmica deveria estar uns -15 sério! Como eu nunca havia pego temperaturas negativas, acho q a menor temperatura que havia passado seria uns 12 graus. Dentro do ônibus já bateu um desespero, passando todo um filme na cabeça, pois havia visto que estaria frio, mas achei q seria suportável. Já no aeroporto, depois de passar por todos tramites, comecei a procurar por roupas de frio, mas só tinham roupas de marcas ( tommy, calvin Klein..) e eu não iria pagar 400 dólares em um casaco para depois descarta-lo. Pensei muito em desistir, mas cara, estou do outro lado mundo, cheguei muito longe para poder desistir aqui! Troquei um pouco de US p moeda chinesa e fui comprar o cartão de transporte público (serve para metro e ônibus), pensei que no centro acharia algo perto do metro para comprar roupas de frio! Pois bem, no caminho estava suportável o frio, cheguei na bendita estação. Cara, sou muito burro ou não sei oq, mas fiquei horas tentando sair dos inferno da estação! Rodava rodava e não achava a saída, depois de muito custo consegui sair e para minha alegria batia aquele vento gostoso que que fazia arrepiar até os cabelos que não tenho hahahha. Ao sair vi prédios gigantescos pra todo lado e não sabia para onde ir, estava fazendo muitooooo frio, parei em um lugar que tinha um solzinho pra tentar me esquentar um pouco e pensar no que fazer. Havia baixado o mapsme (offilne) mas como sempre usei o google mps n sabia muito me orientar por ele... vi uma galeria perto da estação, mas era mais uma praça de alimentação, cheio de comidas estranhas

       
      Bom, com muito pesar, depois de ter rodado um pouco perto da estação e não ter visto lugar algum para comprar roupas decidir voltar para o aeroporto arrasado, mas se no centro estava frio assim, faço ideia na muralha onde tudo era aberto... triste fim na china....voltei para o aeroporto, como tinha acesso a sala vip fiquei lá comendo e bebendo era oq tinha pra fazer....rsrs


      Depois de minha frustação com a china embarco para Singapura em ponto as 00:10 e chegando em Singapura as 6:30 da manhã... bom para definir o roteiro fiquei muito na duvida de como faria, mas como pesquisei e vi que Singapura era o pais mais caro da Ásia, resolvi deixa-la por último, já que teria mais noção de quanto iria gastar ou melhor, não gastar hahahah. Pensando assim, peguei outro voo as 13:00 para Phuket, minha entrada na Tailândia, voo pouco mais de 40 minutos tudo tranquilo pela Air Ásia.
      OBS: muitos devem achar que meu roteiro deu muitas voltas, e de fato realmente fiz muitas voltas como vcs irão perceber. Mas tudo isso foi devido minha intenção de gastar o mínimo possível nessa viagem para compensar o baque das passagens pela airchina... foi aí que encontrei um negócio chamado AsenPass. É uma espécie de programa de viagem da Air Ásia, nele vc compra 10 ou 20 créditos para viajar nos países pre-determinados descontando os créditos que vc comprou e pagando posteriormente as taxas de embarque. Dessa forma comprei 10 créditos por 116 US, (coloque na moeda da malasia ao comprar, sai mais barato que em próprio dólar) fui para Singapura – Pkuket (Tailândia) por 1 credito. Quanto mais longe a viagem, mais créditos....
      2º dia –SINGAPURA -TAILÂNDIA
      Chegando em Phuket a imigração foi super tranquila, exigiram o certificado de vacinação de febre amarela e mais nada...na hora de passar pelo scanners de malas os agentes simplimentes mandaram passar e já estava livre pra ir para onde quiser.... tão ta né..rsrs
      Saindo do aeroporto: já fora, vc vai encontrar varias pessoas oferecendo transfer... praticamente tudo tabelado, não lembro ao certo, mas acho que foi entre 150/300bath o transfer até o hotel..fiquei no hotel Poppa Palace (R$138),como chegaria morto de viagem, queria pegar um hotelzinho melhor, achei esse bem legal, perto de tudo e da praia... cheguei dei uma volta curta e apaguei não era nem 6 da tarde e acordei 5h da manhã hahaha... mas ai sem mais jatlag....
      No outro dia fechei um transfer no próprio hotel para Ko Phi Phi, (pronuncia com som de P mesmo ok) foi uns 700bath van( hotel píer +- 1:00h) + farry a viagem ( acho que 2h).
      3º dia – Ko phi phi
      Bom, optei por ficar apenas um dia na ilha, acredito que foi pouco, pois nesse dias ficaria só para curtir a ilha e não faria passeios algum... fiquei no Ibiza hostel mas em quarto privado (R$189) pois havia lido que o hostel era de muita farra e festa na piscina, que por sinal as pscinas são tops.. abertas para o público até das 14 às 22:00h.. na orla da praia todos os barzinhos tem festa tb com atrações de pular corda de fogo, malabarismo e coisas do tipo, bem legal...como sou chato pra comer sempre procurava algo mais abrasileirado rsrs... então minha dieta por lá foi muito fastfood hahah... comida barata e na praia tem um tal de bucket que são uns combos de bebidas( vodkcas, wisk, energéticos) uma espécie de baldinho q vc mistura tudo e chapa os cocos....rsrs.. nesse dia ainda estava meio grog por conta da viagem...então curti de leve a noite
      - no centrinho de phi phi tem tudo... restaurantes, lojas, estúdio de tatoo em todo canto.. cheio de ruelas que pra variar sempre me perdia...kkkk.. foi lá que comprei o transfer para ao nang por 250bt.
      4º dia - AO NANG
      -No outro dia fui para Ao Nanga, resolvi ficar lá, por nas pesquisas mostrarem que a praia teria mais estrututas de barzinhos, hospedagens, restaurantes e principalmente pelos passeios serem mais baratos
      - fiquei no hostel Moment (R$88 para 4 noites), achei ótimo, minha primeira experiência em hostel, curti muito... peguei um quarto de 4 camas, cheguei tinha um cara parecendo europeu, um vozinho q parecia morar lá cheio de livros e um oriental louco...
      - nesse mesmo dia já fechei um passeio de 7 ilhas no próprio hostel que sairia as 13:00 por 700bt
      O passeio percorreu várias essas ilhas famosas n lembro nome de nenhuma kkk, com várias paradas para mergulho com snorkel em áreas de coral com milhares de peixes coloridos, isso foi sensacional e na última ilha jantamos por lá... começou a chover nessa hora... o mar ficou agitado pensa no medo que fiquei. Mas logo ficou de boa e chegamos todos bem!
      -depois que cheguei fui dar uma volta a noite... muitas lojas e restaurantes, estruturas melhores que em phi phi
       
      5º dia – Ao nang
      -No outro dia, acordei cedo e fui tomar café que era incluído no hostel, torrada + café + banana..bem simples... mas acabei indo na 7/11 uma loja de conveniência que tem de tudo, acredite, vcs vão amar essa loja e vão querer sempre ficar perto dela! Os lanches lá são super baratos, então volta e meia estava lá comendo... eles preparam na hora lá no micro-ondas.
      -Nesse dia fechei o passeio de 4 ilhas, nesse que tinha a ilha de Maya Bay, cartão da Tailândia onde foi filmado o filme a praia com leornado de caprio... bom, pra ser sincero esperava mais dessa ilha pois todas as pesquisas sempre falam dela, e fui com grandes expectativas. De fato, é uma vista incrível com mar incrivelmente bonito, mas a ilha é bem pequena, os barcos chegam e podem ficar só 30m. e acredite todo canto tem um chinês! Brotam da profundeza dos infernos para atrapalhar suas fotos.... Me senti até celebridade lá com alguns me pedindo p tirar fotos.kkkk.. Nesse mesmo passeio fomos na bamboo island, nossa essa sim me surpreendeu com o mar! PERFEITO! No final do tour ainda podia nadar com os planctos, só q n quis pois já estava mais tarde e meio frio e eu sabia que iria fazer mais frio ainda...rsrs povo entrou e n ficaram nem 5m dentro d’água... mas o guia puxou um balde d’água e jogou no chão do barco e deu pra ver os planctos fluorescentes ....nada de extraordinário mas bacana.

      - de volta para o hostel, sai a noite com um brasileiro q conheci no passeio e q tb estava no mesmo hostel que tb estava viajando sozinho, morava na espanha e estava por lá.
      6º dia Ao nang – Railay Beach
      Nesse dia resolvi ir para Railay beach, considerada uma das praias mais bonita de toda Tailândia! Não achei a mais bonita mas estava sem dúvidas nas primeiras..rsr peguei o barco no porto não muito longe do hostel 200bt ida e volta... o ultimo barco de volta sai as 17:00
      -iria passar o dia todo por lá, é uma praia mais tranquila, muito calsalzinhos rsrs...mas tem muita coisa pra fazer...tem rapel pra quem gosta, trilhas, snorkel, caiaque.
      -aluguei um kaik por 300bt para 2/3h n lembro ao certo... nunca havia andado de caiaque antes hahah..passei uns micos mas logo dominei, super fácil... e foi incrível! Passar por aqueles cenários únicos daqueles paredões submergindo dentro d’água. Foi incrível!
      -nessa mesma praia que tem uma caverna com um tanto de piroca por lá, todos tamanhos..rsrs símbolo da fertilidade para os tailandeses.
      - como disse, Railay tem muita coisa a se fazer, mas acho que somente passar o dia por lá deve ser suficiente, visto que lá é mais um ambiente família e tranquilo, muitos casais e não vi muita opção noturna.
      - depois voltei para o hostel e iria sair novamente com o cleiton brasileiro que havia conhecido no dia anterior...

      7º dia –Ao Nang - Puket
      -Nesse dia iria voltar para dormir em phuket, já que pegaria o avião de lá para o próximo destino. Nesse dia conheci duas brasileiras lindas que tb estavam no hostel e estavam indo para Railay beach, como não iria fazer nada toquei ir com elas para voltar ao meio dia e foi ótimo. Almocei por lá não lembro oq, mas eu gostei..rsrs

      -indo para Railay já havia comprado o ferry + van para o aeroporto de phuket por 700bt... iria passar a noite em um hostel perto do aeroporto pois no outro dia iria viajar cedo para o Camboja.
      - a van deixou no aeroporto mesmo e fui andando de lá p hostel no maps parecia mais perto..rsrs mas fui andando a noite já, super tranquilo por sinal...passei em frente de uma espécie de quartel ai tinha um soldado na porta conversando no cel por vídeo ai ele mirou o celular pra mim e falou gringo com quem ele estava conversando eu sorri e ascenei...rs
      -o hostel em que fiquei foi o The luna (R$58 ) gostei muito dele, limpo e bem privativo.. jantei perto do hostel em um restaurante bem bonitinho primeira vez que comi o tal do Fried Rice  e comi dois cornetos depois... tudo bem barato...para minha felicidade não me caíram bem... vomitei e tive uma dor de barriga...hhaha
       
       continua...
       



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