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Olá viajante!

Bora viajar?

Expedição Andes por aí - Curitiba a Machu Picchu -10200 km de carro.

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Pessoal,

Me chamo Marcelo e eu, junto com mais 3 amigos(as), Edmar, Renata e Isabel,  vamos de Curitiba a Machu Picchu seguindo pela Argentina, Chile, Bolívia e Peru.

Serão 30 dias de viagem com o meu Renault Symbol 1.6 2013. Vamos partir no dia 26/12/2017 e devemos voltar dia 24/01/2018.

Estou me preparando para a viagem desde junho com manutenções, melhorias e equipamentos extras.

Também já paguei os seguros de saúde, carta verde e Soapex (Chile).

Nesta etapa os custos foram estes:

Seguro Carta Verde= R$ 60,00 para 30 dias (só Argentina) pela Seguros Proteges, de São Borja-RS.

Seguro Soapex do Chile= R$ 34,00 para 12 dias pela internet.

Seguro de saúde= R$ 252,00 para cada, pela Assist Card por intermédio do site SegurosPromo . com . br.

Troca de óleo, filtro do óleo, filtro de combustível, filtro do ar condicionado e filtro de ar = R$ 205,00

Então o custo inicial (fora a troca de peças na revisão) é de R$ 551,00

A seguir vou detalhar o roteiro pretendido.

 

 

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  • Marcelo Manente
    Marcelo Manente

    1° dia  De Curitiba a Ita Ibaté, Argentina. 1080 km. Dia de deslocamento apenas, sem muito a relatar. De Curitiba a Ponta Grossa pista dupla em ótimo estado. De Ponta Grossa a Guarapuava pis

  • Marcelo Manente
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  • Marcelo Manente
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    3°  Dia  - 28/12/2017 de Salta a San Pedro De Atacama- 515 km Depois de uma noite bem dormida no hotel de Salta acordamos e fomos tomar o café da manhã. Depois disso carregamos as tralhas a mal

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Dia 8 – 02/01/2018
Puno, Ilhas de Uros a Arequipa – 292 km
Acordamos cedo e logo após o café da manhã uma van veio nos buscar para irmos para as ilhas. O pessoal atrasou uns 5 minutinhos, porém logo partimos para o porto pegar um barco para fazermos o tour das ilhas de Uros no lago Titicaca.

Para quem não sabe as ilhas de Uros são ilhas flutuantes feitas de uma planta chamada totora, nelas vive um povo descendente dos índios Aymaras que fugiu da perseguição dos Incas a centenas de anos atrás.

Após uma curta navegação de 30 minutos descemos em uma das ilhas onde nos esperavam o chefe dela e as mulheres que ali habitavam. Depois de uma apresentação bem “pra turista ver” os nativos nos levaram a uma de suas cabanas e nos explicaram seu modo de vida e é claro que nos ofereceram muitas lembranças do lugar para comprarmos.

Após isso nos foi explicado como se constroem as ilhas. Em seguida fomos levados a um passeio que custava 10 soles (só avisaram depois) num dos barcos de totora deles que eles chamam de Mercedez Benz ou outro nome, não lembro bem.

No caminho, duas crianças da aldeia foram cantando várias canções em diversas línguas e na vez do português elas cantaram “Ai se eu te pego”, foi uma gargalhada só de todos do grupo.

A ilha seguinte era a principal, algo como a capital das ilhas, onde ficava o chefe geral (prefeito). Ali pudemos comprar mais artesanato, vimos um viveiro de trutas deles, tomamos uma cerveja gelada etc.

O custo do passeio foi de 40 soles, mais 10 soles para a comunidade e mais 10 para o passeio na Mercedes-Benz.

Mais tarde fomos chamados para voltar ao barco e retornar a Puno. No caminho decidimos que não iríamos ficar e dormir mais uma noite na cidade pois todos acharam a cidade muito feia e sem outras atrações. Assim pegamos nossas coisas no hotel e seguimos viagem para Arequipa.

O tempo estava nublado e choveu em alguns momentos. A estrada é ótima, porém a descida da cordilheira até a cidade é muito travada. Descemos de 3.800 m em Puno para 2.335 m. Em descidas de serra já viu né? Sempre tem caminhões e andando lentamente por causa do peso de sua carga. Então foi um caminho lento e cansativo.

Chegamos no fim da tarde na hora do transito pesado. Passamos por uma periferia bem feia, tinha inclusive um bairro chamado “Ciudad de Dios” que não ficava a dever nada para o do Brasil.

Pegamos o endereço de um hotel pelo Booking e colocamos no GPS de ambos os carros, porém eu que estava na frente, errei uma indicação e acabei me perdendo do André e seu filho que estavam no outro carro apesar de estarmos com rádio. Dei várias voltas no centro da cidade sem encontrá-los e por fim resolvemos parar e esperar para ver se nos localizávamos. Por fim depois de muito tempo conseguimos contato pelo rádio e nos encontramos. Achamos um hotel barato no centro com garagem, mas sem café da manhã. Quer dizer, tinha café solúvel e chá de coca.

Depois de nos acomodarmos fomos comer e dar uma volta na praça central da cidade. Mais tarde voltamos para o hotel dormir.

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Dia 9 – 03/01/2018

Arequipa – 0 km

Neste dia não acordamos cedo. Levantamos todos e fomos para a cidade ver se achávamos um café da manhã a bom preço. Encontramos o La Empanadita, na rua General Moran, 126, colado na Plaza de armas. Agora, empanadita é só o nome, pq as empanadas eram enormes.

Primeira parada na cidade foi no museu Santuários Andinos, que fica na rua La Merced 110, tbm colado na Plaza de Armas. O preço foi de 20 soles mais o valor que vc quiser dar para o guia lá dentro. Nós demos mais 5 soles cada um no total de 30 soles.

O museu tem uma grande coleção de artefatos incas e o ponto alto é a pequena múmia de Juanita, la niña de los hielos, que foi retirada perto do topo do Ampato, vulcão de 6288 m. A chamada Juanita  é uma múmia humana pertencente à cultura Inca . Acredita-se que foi parte de uma cerimônia de capac cocha , uma oferenda humana freqüente no Império Inca e possivelmente morreu durante o reinado do inca Pachacutec Inca Yupanqui Sapa . O passeio dura cerca de uma hora e termina com a sala da múmia que está realmente muito bem conservada. Não se pode tirar fotos lá dentro.

Depois disso fomos a Igreja matriz que tbm tem em seu interior um museu de artigos sacros. Em alguns lugares não se pode tirar fotos tbm. A igreja é lindíssima, ricamente adornada com o ouro e a prata que os espanhóis roubaram dos incas. Subimos também no teto da igreja e passamos por um dos campanários reformado e seus respectivos sinos. O campanário foi reformado em virtude de um terremoto que houve por lá há anos atrás. Lá em cima, apesar de sermos advertidos a não bater o sino, um turista italiano idiota bateu um dos sinos menores depois de passarmos com a guia. Não lembro os valores da entrada e guia.

Ainda era cedo e resolvemos, depois de muita pechincha, fazer o city tour de ônibus. Pagamos 20 soles cada. Não é uma maravilha, porém é muito interessante, principalmente porque você não precisa andar com seu carro naquele trânsito caótico e naquelas ruas estreitinhas.

Para não me estender no relato, vou postar um link de um relato de outra pessoa  que conta as atrações que passamos no city tour: https://www.viajesim.com/mochilao-peru-city-tour-arequipa.html . Alguns lugares nós não entramos, como na mansão do fundador e o museu do touro (o André e o Isaac foram). A diferença do passeio acima relatado é que no meio do roteiro paramos em um restaurante para o almoço. O restaurante é bem grande e deve ter um esquema com as operadoras turísticas da cidade pois dezenas de ônibus param lá para o almoço.

Terminado o tour fomos direto ao Monastério de Santa Catalina. Chegamos tarde, eram 17:30 h, entretanto o Monastério neste dia fecharia somente as 20 h. O Edmar não quis ir e foi para o hotel. Pagamos a entrada, 40 soles, e pegamos uma guia a 10 por pessoa. É muito interessante a história do lugar, a guia ia nos contando tudo de como era a vida no lugar desde o início. O Monastério é imenso, parece uma cidade dentro de uma cidade. E como estava anoitecendo ficou tudo muito mais sinistro e assustador, eu adorei. Outra coisa interessante é que eles acendiam os fornos das cozinhas das casas o que deixava tudo mais autêntico.  Ao terminar já era tarde, umas 20 h. A Renata, a Isabel, o André e o Isaac foram ainda ao centro jantar, eu voltei ao hotel pois estava com umas dores de barriga e não quis arriscar.

Fui dormir cedo e nem vi os outros chegarem a noite.

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Dia10 – 04/01/2018
Arequipa a Chivay, vale do Colca 162 km

Neste dia não fizemos questão de acordar cedo. Teríamos só estrada e só uma atração no caminho. Então levantamos lá pelas 8 pegamos as coisas no hotel e saímos lá pelas 9 h eu acredito, antes de sair da cidade tomamos café em uma cafeteria.

Na saída da cidade o GPS deu uma errada e nos mandou por uma via que estava sendo reformada com um novo viaduto. Porém logo depois achamos o caminho.

A estrada até um pedaço é a mesma que tínhamos pego na vinda e só a partir dos 120 km era caminho novo. Após esses kms já estávamos a 3500 m de altitude, todavia o restante da estrada tinha trechos ainda mais altos.

Começamos a subir e logo estávamos aos 4910 m de altitude no lugar chamado Mirador dos vulcões. Ali tem um lugar para vc parar o seu carro, van, ônibus e admirar o entorno onde se destacam diversos vulcões da região. Tem placas mostrando onde ficam e como são cada um dos vulcões dali. Tivemos a sorte que o tempo ao redor estava aberto e deu para ver quase todos os vulcões aquele dia. E tinha uma nuvem em cima da gente que despejou um tiquinho de neve enquanto estávamos lá, uma surpresa.

Depois fomos baixando numa estrada belíssima até Chivay com seus 3650 m. Logo na entrada de Chivay tem um posto de cobrança de entradas para aqueles que desejam ir ao Mirador de los Condores. O valor para entrar lá ficava em 40 soles por pessoa. Como pelas minhas pesquisas não era uma época boa para se avistar os majestosos pássaros e o pessoal não estava querendo passear pelo vale acabamos desistindo da ideia. Eu bem que queria, mas fui voto vencido.
Logo após entramos na cidade e buscamos um hotel para ficarmos. Achamos o Hostal Estrela de David, a duas quadras da praça central a um bom preço, 30 soles e com estacionamento.

No resto do dia fomos conhecer um pouco a cidade, seu mercado, sua praça central que parecia novinha em folha e descansamos. A noite fomos comer no Mc Elroy Irish Pub, o pub mais alto do mundo, kkkkk.

O grupo decidiu então que iríamos no dia seguinte apenas descansar da viagem, afinal foram 10 dias quase só de estrada. Decidimos passar o dia nas termas de La Calera.

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Dia 11 – 05/01/2018
Chivay – Vale do Colca – 0 Km

Como acertado na noite anterior lá pelas 9:30 h fomos para a praça para fretarmos uma van ou um tuc-tuc para irmos às termas. Achamos uma van que cobrou 5 soles cada para nos levar até lá.

Chegando lá pagamos mais 15 soles para entrar e nos foi dito que teríamos 3 das 5 piletas (piscinas) que poderíamos entrar: a 1, a 2 e a 5. A 3 e 4 eram para idosos e para moradores da região.

Fomos direto na piscina 1 que era a mais quente: 45° graus... Coloquei os pés e não quis entrar, mas ai a Renata entrou e eu não quis ficar para trás. PELAMORDEDEUS que troço quente. Só dava vontade de ficar parado pois ao se movimentar a sensação térmica parece que aumentava. Fiquei alguns minutinhos ali e já sai para ir para a piscina 5. Lá sim o calor era agradável e suportável uns 30 e poucos graus apenas.

Não tem muito a relatar deste dia a não ser que ficamos lagarteando e nadando por ali até umas 16 h mais ou menos. Um aviso a quem for nesta piscinas térmicas: cuidado ao sair delas depois de ficar muito tempo dentro, parece que a pressão baixa. Eu quase cai no chão ao sair rapidamente. Não sei se só pelo calor ou isso associado ao fato de que estávamos a 3.600 m de altitude.

Voltamos na mesma van, jantamos e dormimos pois o dia seguinte seria longo até Cusco.

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