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Nossas dicas de viagem para se jogar em um roteiro maravilhoso pela Garden Route, o trecho da costa sul africana que se estende entre as cidades de Mossel Bay e o Parque Nacional de Tsitsikama. 

Principais cidades da Garden Route

Mossel Bay

Ótimo lugar pra fazer a primeira pausa pela Garden Route. Uma cidade com boa infra estrutura e 60km de costa para curtir uma boa praia. Lá também é possível ver baleias e golfinhos na temporada.

Garden_Route

Knysna

Knysna é uma cidade ao redor de uma grande lagoa. Ela está protegida do mar por duas montanhas chamadas de “The Heads”. Essa cidade fica bem no meio da Garden Route e é uma ótima parada. Conheça as praias de  Buffalo Bay e Brenton on Sea, caminhe na Reserva de Featherbed e vá até a cidade vizinha Wilderness.

Garden_Route

Tsitsikama

Destino certo pra quem curte natureza e aventura. Rio, mar e floresta, a natureza caprichou aqui. Aproveite as trilhas de caminhada, além de atividades como arvorismo, rapel, surfe e mergulho. Destaque para o maior bungee jump de ponte do mundo, com 216 metros de altura.

Garden_Route
Bungee Jump da Bloukrans Bridge, em Tsitsikama

Plettenberg

Um dos principais destinos da Garden Route. Praias maravilhosas, gente jovem e um bom agito. Se quiser se aventurar no paraquedas, é aqui mesmo.Não deixe de ir até Robberg Nature Reserve, uma reserva cheia de trilhas que levam às praias mais belas da região.

Garden_Route

Veja mais: outras cidades a caminho da Garden Route

Dá pra acrescentar boas paradas em outras cidades no caminho ou próximas à Garden Route. Alguns exemplos são Jeffreys Bay, Hermanus, Gansbaai e Port Elizabeth.

Para mais dicas de cidades, onde se hospedar e quantos dias ficar, confira as informações completas no post: https://emalgumlugardomundo.com.br/roteiro-garden-route/

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    • Por ÁquilaChv
      Olá pessoal,
      Esse é meu primeiro relato de viagem aqui no mochileiros. Mais já tenho outros que estou acabando de escrever. Vou postar um resumido e tentar ir respondendo eventuais dúvidas conforme for aparecendo.
      Vamos lá!
      Primeiramente tenho que dizer que a África do Sul é um país muito grande. E que há roteiros para vários gostos, bolsos e climas. É difícil conhecer tudo numa só viagem. Tentamos conhecer o máximo possível numa mesma viagem, mas isso tem prós e contras. Falarei mais a seguir.
      Desde já, recomendo fortemente um estudo prévio sobre a história da África do Sul antes de ir. Há diversos livros sobre o assunto, principalmente se pesquisar em inglês. A própria wikipedia (em inglês) contém uma boa introdução sobre o assunto.
      O Apartheid, período que vigorou o sistema de segregação racial por mais de 4 décadas, foi complexo e gerou consequências que ainda hoje podem ser percebidas. A África do Sul também tem uma história bastante multicultural, com povos de origens e culturas diferentes. Assim como chineses, japoneses e coreanos são diferentes, o mesmo acontece com os povos africanos. Há inclusive diferenças físicas entre eles. Uma demonstração dessa diversidade, por exemplo, são os 11 idiomas oficiais existentes no país.
      O clima é bastante variado também, depende muito da localização. O viajante pode encontrar um clima mediterrâneo, típico de países da Europa (inclusive com vinícolas mundialmente famosas), semidesértico, savana, florestas tropicais úmidas e até neve (perto de Lesoto), etc.
      Na África do Sul come-se muito bem, em grandes quantidades e de tudo, há restaurantes de todo tipo. Em geral, é mais barato do que São Paulo para comer num restaurante bom. O vinho costuma ser mais barato que sucos e refrigerantes. O que nos chamou atenção é que no geral eles usam bastante pimenta, rs. Em relação à hospedagem, foi quase toda em Airbnb ou hospedagens encontradas no Booking que eles chamam de self-catering ou bed and breakfast, foi muito mais barato que hotéis. Aí depende da cidade, por isso recomendo sempre consultar nos dois.
      Enfim, nosso roteiro foi o seguinte:
      1ª parte: Cape Town
      13/10/2017 – 18/10/2017 2ª parte: Garden Route
      18/10/2017 – 19/10/2017: Stellenbosh 19/10/2017 – 21/10/2017: Hermanus 21/10/2017 – 22/10/2017: Oudtshoorn 22/10/2017 – 23/10/2017: Knysna 23/10/2017 – 24/10/2017: Pletterberg Bay 24/10/2017 – 26/10/2017: Tsitsikamma Park (Stormriver) 26/10/2017 – 28/10/2017: Jeffreys Bays 28/10/2017 – 29/10/2017: Port Elizabeth 3ª parte: Johannesburgo + Safari (Kruger National Park)
      29/10/2017 – 31/10/2017: Johannerburgo 31/10/2017 – 04/11/2017: Kruger Park (Safari) 04/11/2017 – 05/11/2017: Johannesburgo  
      Tentarei dividir o post em 4 partes (essa introdução + as 3 partes da viagem que postarei a seguir).
       
      Dicas gerais:
      O clima em Cape Town é bastante instável, pelo menos estava instável no período que ficamos lá. Não sei se é assim o ano todo, mas conversando com os locais eles confirmaram a instabilidade da cidade. Para quem vai para a África do Sul para conhecer apenas Cape Town e fazer a Rota Jardim, recomendo ir no verão. Também dá para apostar na meia estação, mas é preciso contar com um pouco de sorte e é bom lembrar que Cape Town está na mesma latitude que Buenos Aires – Argentina. No Kruger (mas vale para o Safari em geral), não é bom ir no verão, pois é muito quente e chove mais. O clima mais quente, além de tornar o Safari mais desgastante, deixa os animais mais escondidos. Além disso, com chuva mais abundante, faz com que os animais se movimentem menos, pois há mais pastagens e mais água para beber. Só dá para trocar dinheiro nos bancos, que não funcionam a qualquer hora e dia. Fim de semana e feriados eles estão fechados. Mas quase todo lugar aceita cartão de crédito. Os bancos cobram uma taxa para trocar dinheiro, o que achei um absurdo, pois levamos dinheiro para não pagar IOF de 6,38% e chagando lá descobrimos que há a taxa do banco. Mesmo assim compensa levar dólar e trocar lá. Fomos abordados muitas vezes por pessoas pedindo dinheiro. Tem que saber lidar com isso. Em Stellenbosh um cara tentou nos aplicar um golpe: paramos o carro no estacionamento de um shopping e um cara passou falando que tinha que validar o ticket na máquina. Seguimos o caminho apontado por ele e ele nos apontou uma ATM onde já tinha outro cara, que, ao ver nossa cara de interrogação, disse que poderia nos ajudar. Eu questionei-o dizendo que aquilo era uma ATM (para sacar dinheiro), percebi que eles estavam mal intencionados e saí andando. A guia que nos levou para a vinícola também nos contou uma história de um golpe que estavam aplicando em Cape Town. Um homem de terno que se passava por funcionário do governo estava abordando turistas e pedindo para ver a licença para transitar ali. As pessoas desconheciam a licença e, é claro, não a possuíam. Então o homem cobrava para tirar a licença ali na hora. Nossa guia disse que não havia relatos de violência e que se um cara desses (ou qualquer outro pedinte) nos abordasse era só desconversar e sair andando. Lemos alguns relatos a respeito de guardas exigindo carteira internacional para dirigir, mesmo havendo acordo internacional entre Brasil e África do Sul. Alguns viajantes relataram suspeita de haver uma tentativa de cobrar “caixinha”. No entanto, fomos parados 3 vezes por policiais e, no geral, saí com uma boa impressão da polícia Sul Africana (não deixei de ler a 3ª parte, na qual detalharei). Então, lembre-se de andar com a carteira de motorista internacional e jamais dirija depois de beber. Leia sobre a África do Sul antes de ir e, se possível, aprenda algumas palavras ou frases em algum dos 10 idiomas além do inglês. Ouvi de uma mulher sul-africana que algumas pessoas se sentem muito orgulhosas quando vêem que um turista sabe um pouco da sua língua. O idioma Xhosa é bastante interessante A hospedagem dentro do Kruger Park tem que ser reservada com bastante tempo de antecedência. Reservamos a nossa hospedagem 2 meses antes e já tinha poucas opções e ainda não estávamos na alta da temporada. A alta temporada no Kruger é no inverno.  
    • Por Marianne_mdc
      Acabei de voltar da Arica do Sul e achei incrível....segue ai meu roteiro:
       
      As fotos estão no face....fiquem a vontade para olhar e perguntar!!!!
       
      https://www.facebook.com/marianne.d.santos.5/media_set?set=a.1399233473421955.1073741863.100000059472009&type=3&hc_location=ufi
       
       
      Comprei a passagem aérea SP - Joanesburgo pela LATAM (1600 reais ida e volta por pessoa).
      Reservei um carro econômico com a Avis rent a car (cerca de 50 reais a diária).
      Hospedagens foram reservadas no Booking
      No Kruger reservamos a hospedagem e os game drivers no site oficial: sanparks
       
      Chegando em Joanesburgo pegamos o carro no aeroporto. Tudo muuuuito organizado e simples. Era umas 15 h e saímos em direção a Middelburg, uma cidade onde iríamos apenas dormir ( fica bem no meio do caminho entre joanesburgo e o kruger). Hospedagem: Punpkin guest house.
       
      saímos cedo em direção ao Kruger, no portão de acesso Crocodile Bridge, bem ao sul do parque.
      Ficamos num bagalow bem legal de frente pro rio, logo na chegada já tinha um hipopotamo e um monte de elefantes bem de frente da nossa sacada
       
      No parque paga-se uma taxa diária de 280 rands. O preço do bangalow foi uns 300 e poucos reais, mas lá, existem opções de barraca bem mais baratos.
       
      Depois de descarregar as malas, saímos de carro pelas ruazinhas do krueger e vimos muitos bichos, não imaginava que tinha tanto.
       
      Voltamos e partimos para um game drive noturno, organizado pelo rest camp naqueles carros de safári mesmo (cerca de 60 reais) . Foi legal, vimos hienas, elefantes, bufalos, girafa...etc...
       
      No outro dia partimos por uma outra rota em direção a Lower sabie, um dos melhores locais para avistar animais, e de fato vimos uns 5 leões, muitos elefantes juntos bebendo água......natureza linda!
       
      Ainda era cedo e partimos para skukuza, é um rest camp e um centro de visitantes com bastante estrutura, como restaurante, lanchonete...tudo com um preço bem justo.
       
      Neste dia íamos dormir fora do parque pois não conseguimos vaga em skukuza. Ficamos no Sabie river bush lodge. ficamos por lá descansando, tomando cerveja, apreciando os elefantes....
       
      Era o 3° dia de safári e ainda não tinhamos visto todos os big five (faltava leopardo e rinoceronte). Decidimos pegar uma rota alternativa e foi muita sorte....vários rinocerontes e mais um pouco a frente um leopardo em cima de uma árvore devorando uma impala.
       
      Chegamos no Satara Rest camp e fomos direoto para o Sunset Drive que tinhamos reservado.....foi legal, mas o dia estava nublado e não vimos aquele famoso por do sol na savana.
       
      Na manhã seguinte saímos em direção a Rota Panorâmica (Blyde River canyon). na saída do Parque (orpen gate) tinha 2 leoas na estrada, bem perto onde os guardas estavam....omos os únicos a ver! Elas ficaram intimidadas com a nossa presença e sairam....
       
      A rota panorâmica e linda ( fica na cidade de Grastrop) e tem vários pontos legais para tirar foto e apreciar a vista.
       
      Dormimos em Emalaheni no hotel Protea....
       
      Acordamos cedo e fomos em direção a Pretória, queríamos conhecer o vilarejo cultural Nbedele que fica ao noroeste de Pretória. Foi interessante, mas pra turista ver, eles não mantiveram as tradições. Porém, tem uma arquitetura legal e antigas tradições interessantes.
       
      Depois do Vilarejo descemos para Joanesburgo para visitar o berço da Humanidade, local onde tem um museu sobre a história do surgimento da humanidade e perto tem várias cavernas onde foram encontrados fósseis humanóides abertas a visitação.
       
      Neste dia íamos pegar o voo de madrugada para Capetown, então decidimos dormir próximo aos aeroporto (Europrime).
       
      O voo entre Joanesburgo e Capetown, que dura cerca de 2 h, foi operado pela Fly Safair (avião beeeem antigo, apertado, sem reclinação na poltrona...ruinzinho kkkkk, mas, barato).
       
      No aeroporto pegamos novamente um carro pela Avis e fomos direto para Stellenbosh, um vale com mais de 400 vinícolas, lindo, lindo!!!! paguei 100 rands para degustar 8 vinhos e ganhar uma taça da Vinicola Tokara, lá tb tem um restaurante muito bom. Ficamos no vale apenas uma manhã e fomos para Hermanus. A rota, que faz parte da rota jardim, é bem bonita, com montanhas, prais....
       
       
      Dormimos 2 dias em Hermanus, cidade super aconchegante, onde se pode ver baleias da praia.
      Também fizemos aquele passeio do tubarão, onde ficamos em uma gaiola (foi caro 1600 rands), mas é legal, vimos vários tubarões enormes. Pontos negativos: água gelada demais....e o enjoo....geral vomita, balança muito..e olha que pegamos um dia bom.
       
      Na manhã seguinte saímos cedo para tentar ver as baleias, pois em dois dias ali elas não apareceram. E não é que tivemos sorte....um pouco longe mas deu pra ver.
       
      Já em Cape town fomos a Boulders Beach (prais dos pinguins), Cape Point ( Cabo da Boa esperança) e Waterfront para jantar (quay for - restaurante que recomento, mas fica embaixo pq lá em cima é beeem mais caro).
       
      Dormimos no Hotel MOJO.
       
      Último dia em CapeTown fomos na Table Montain ( nunca ví tanta fila na vida kkkkk) mas valeu! A vista é top!
       
      Saindo da Table montain fomos no aquário. Achei legal, mas, nem tanto kkkk, mais pra criança.
       
      Nosso voo de retorno a Joanesburgo saiu final de tarde e chegamos a noite em Joanesburgo. Dormimos em Melville, Guest House super caprichosa (Saffron).
       
      No último dia na Africa fomos a Soweto, Museu do Apartheid e Mandela Square.
       
      Adoramos a viagem, a comida...tudo. O país surpreeende muito. As estradas são bem melhores q o Brasil (tudo via rápida-freeway), tudo muito limpo....
       
      Qualquer dúvida só entrar em contato.


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