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Nossas dicas de viagem para se jogar em um roteiro maravilhoso pela Garden Route, o trecho da costa sul africana que se estende entre as cidades de Mossel Bay e o Parque Nacional de Tsitsikama. 

Principais cidades da Garden Route

Mossel Bay

Ótimo lugar pra fazer a primeira pausa pela Garden Route. Uma cidade com boa infra estrutura e 60km de costa para curtir uma boa praia. Lá também é possível ver baleias e golfinhos na temporada.

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Knysna

Knysna é uma cidade ao redor de uma grande lagoa. Ela está protegida do mar por duas montanhas chamadas de “The Heads”. Essa cidade fica bem no meio da Garden Route e é uma ótima parada. Conheça as praias de  Buffalo Bay e Brenton on Sea, caminhe na Reserva de Featherbed e vá até a cidade vizinha Wilderness.

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Tsitsikama

Destino certo pra quem curte natureza e aventura. Rio, mar e floresta, a natureza caprichou aqui. Aproveite as trilhas de caminhada, além de atividades como arvorismo, rapel, surfe e mergulho. Destaque para o maior bungee jump de ponte do mundo, com 216 metros de altura.

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Bungee Jump da Bloukrans Bridge, em Tsitsikama

Plettenberg

Um dos principais destinos da Garden Route. Praias maravilhosas, gente jovem e um bom agito. Se quiser se aventurar no paraquedas, é aqui mesmo.Não deixe de ir até Robberg Nature Reserve, uma reserva cheia de trilhas que levam às praias mais belas da região.

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Veja mais: outras cidades a caminho da Garden Route

Dá pra acrescentar boas paradas em outras cidades no caminho ou próximas à Garden Route. Alguns exemplos são Jeffreys Bay, Hermanus, Gansbaai e Port Elizabeth.

Para mais dicas de cidades, onde se hospedar e quantos dias ficar, confira as informações completas no post: https://emalgumlugardomundo.com.br/roteiro-garden-route/

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    • Por Fora da Zona de Conforto
      Confira destinos incríveis na Garden Route na África do Sul (além da Cidade do Cabo): The Crags, Franschhoek, Storms River e Oudtshoorn. Tudo que você precisa saber sobre esses lugares como atrações, acomodação, onde comer, como chegar lá, etc….imperdível se você está explorando a costa da África do Sul!
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    • Por Marina Soares
      Olá galera mochileira, quando resolvemos (eu e meu companheiro de vida Junior), ir para Africa do Sul, logo pensei na Suazilândia e Botswana, por estarem próximos, porém diferente dos demais, pensei nesse roteiro de carro, e tive dificuldade em encontrar informações. Depois de muita cabeçada e alguns perrengues, ter conseguido conhecer esses 3 países foi algo sensacional... e vou contar um pouco dessa história para vcs. Os preços vou colocar em reais para ajudar, mas tudo foi pago em Rands (Africa do Sul e Suazilândia) ou Pula (moeda de Botswana).
      Passagem de BH x Joanesburgo R$ 2300,00 (ida com a Latam e volta com a South Africa)
      Embarcamos no dia 16 de maio e chegamos em Joanesburgo no dia 17, duas horas depois do esperado devido a um atraso de mais de duas horas em São Paulo. Chegamos por volta das 11:00 da manhã. Trocamos alguns dólares no aeroporto depois do desembarque, há algumas casas de câmbio... o dólar havia dado uma disparada nessa época, então as cotações não eram tão legais como havia lido em alguns relatos aqui. Na Africa do Sul, eles cobram taxas para realizarem o câmbio, então o valor nunca é aquele anunciado... 1 dólar nos rendeu quase 11 rands.
      Fizemos a reserva do carro aqui do Brasil para ser retirado no próprio aeroporto de Joanesburgo pela Europcar. Alugamos um carro manual, visto que os automáticos são bem mais caros, mesmo sabendo da mão inglesa resolvemos arriscar e deu tudo certo. Em questões de horas já estávamos dirigindo normalmente. O valor em reais foi cerca de R$ 800,00 por 9 dias de aluguel, porém ai vai a primeira dica: PARA CRUZAR FRONTEIRAS COM O CARRO ALUGADO ELES COBRAM UMA TAXA E NÃO NOS COMUNICARAM, ESSA TAXA CHEGA A SER MAIOR QUE O VALOR DO ALUGUEL. Como em toda locadora de veículos, é feito uma cobrança (calção) no cartão de crédito, só vimos esse ROMBO, após alguns dias da devolução do mesmo. Então esse detalhe merece cuidado. Não deixe de mencionar que irá sair do país se realmente o for, pois sem uma autorização por escrito da locadora vc não cruza nenhuma fronteira. 
      Papeis na mão e chave do carro, saímos de Joanesburgo por volta de 13:00 e já rodamos cerca de 500 km até Phalaborwa, onde havia feito uma reserva pelo booking em uma Guesthouse (seria como nossas pousadas). Porque escolhemos Phalaborwa? Porque nessa cidade tem uma portaria do Kruger Park e queríamos fazer nosso proprio safari até o camping que havíamos reservado dentro do Kruger. Chegamos em Phalaborwa já de noite e bem esgotados. O carro arriou a bateria no meio da estrada e por sorte contamos com a ajuda de algumas pessoas que estavam trabalhando em uma reforma na estrada. Ficamos no Lalamo Guesthouse e super indico. O preço foi cerca de 150,00 reais quarto privado com banheiro para duas pessoas com café da manhã ou 540 rands, quarto simples mas completinho, inclusive com uma garrafa de vinho como cortesia de boas vindas e alguns snacks tbm de cortesia. Tomamos um banho e fomos comer em um restaurante próximo. No dia seguinte cedo, o café da manhã me surpreendeu, o mais gostoso de toda a viagem, além da simpatia dos funcionários com seu belos sorrisos. Por volta das 08:30 estavamos entrando no Kruger... agora falo um pouco desse parque.
      Depois de uma boa pesquisada sobre o Kruger National Park (aqui no mochileiros vcs encontram muita info), optamos por ficar duas noites em dois diferentes acampamentos, o Pretoriuskop e Lower Sabien. As reservas foram feitas com cerca de 3 meses de antecedência, por ser alta temporada (inverno) e para não arriscar de chegar e ter apenas acomodações caras (reservas diretamente no site www.sanparks.org). Optamos em ficar em um Hut, uma casinha com duas camas de solteiro, ar condicionado e geladeira, com banho compartilhado, onde pagamos cerca de 50 dólares a diária. Tbm se paga uma taxa por dia por pessoa, para estar no kruger, que chega a ser quase 100,00 reais. O parque é bem organizado e logo na entrada mostramos as reservas. Recebemos tipo um folder com um recibo da nossa entrada. A tal taxa por dia é paga diretamente nos acampamentos. Existem outros tipos de acomodações nos acampamentos, mais baratos e mais caros, aí vai do gosto e bolso de cada um.
      Da portaria de Phalaborwa até nosso primeiro acampamento, rodamos cerca de 280 km dentro do parque, daí dá para imaginar como ele é grande. Vc começa fazendo seu próprio Safari e confesso que tivemos muita sorte, porque de cara nesse primeiro dia já vimos 3 dos Big Fives, elefante, búfalo e leão. Big Five se refere aos cinco mamíferos selvagens de grande porte mais difíceis de serem caçados pelo homem. Chegamos no Pretoriuskop já no final da tarde, pois além da velocidade permitida dentro do Kruger ser 50 km, toda hora se para para admirar uma imensidão de animais e aves. Os acampamentos são bem estruturados, com mini supermercado, restaurante e até posto de gasolina. Optamos por fazer um game drive pago que saía as 05:00 da manhã e foi graças a ele que vimos nosso quarto big five, o leopardo, um dos mais difíceis de serem vistos. Alguns preços: gasolina cerca de 5,00 reais, café da amanhã cerca de 35,00 reais para 2 pessoas, uma coca cola de um litro cerca de 7 reais. Existe tbm suvenirs para comprar, mas o preço é bem salgado e a maioria das coisas que tem dentro do Kruger, vc encontra em lojas em Cape Town e Joanesburgo. Mas é claro que se vc quiser algo com o nome do Kruger, vc deve comprar lá.

      Depois de dois dias incríveis e inesquecíveis dentro do Kruger, partimos para Suazilândia, aqui vai mais uma dica importante: baixe no celular o aplicativo Here, foi ele que nos ajudou com GPS off line e foi nosso salvador.
      Saímos do Kruger pela portaria do Crocodile Bridge e fomos em direção a Jeppe's Reef - Matsamo fronteira na Suazilândia. A imigração foi tranquila, documentação ok e fomos para a região Ezulwini Valley. Agora algumas considerações sobre a Suazilândia: o rand é bem aceito em todo o país e não foi necessário câmbio para a moeda deles. O país é pequeno e bem acolhedor, com as pessoas sempre alegres. Ficamos em um hostel de nome Sondzela Backpackers que fica dentro de uma reserva natural a Mlilwane Wildlife Sanctuary. Foi bem difícil conseguir chegar devido a obras na estrada de acesso. O lugar é incrível, mas só indico para quem estiver de carro, pois é longe de tudo e não dá para fazer nada a pé. O jantar do hostel (pago a parte) é imperdível, cerca de 23,00 reais por pessoa. A diária do hostel foi cerca de 130,00 reais sem café da manhã, quarto privativo com banheiro compartilhado. Vc já acorda nesse lugar vendo animais envolta da cerca e dentro da área do hostel, até javalís rsrsrs. Acordamos e fomos conhecer um pouco da região e tomamos um café da manhã no Malandelas Tourist Information e Internet Café, uma parada meio obrigatória para pegar mapas e tirar dúvidas em relação a passeios. Internet na Suazilândia não é algo fácil, nesse lugar por exemplo, mesmo tendo internet no nome, não estava funcionando esse dia. No hostel era vendido 200mb por 50 rands, cerca de 15,00 reais e não dava pra nada rsrs. Como ficaríamos apenas duas noites nesse país incrível, optamos por visitar uma aldeia Suázi no Mantenga Nature Reserve .

      Foi emocionante ver de perto um pouco da cultura e costumes desse povo tão hospitaleiro.
      No outro dia cedo, partimos rumo ao Soweto. Foram cerca de 5 horas de viagem e chegamos por volta das 13:00. Soweto é a sigla para South Western Townships, um dos bairros no subúrbio de Joanesburgo, cenário de importantes lutas políticas durante o regime do apartheid. O bairro nasceu sob a base do regime de segregação racial, onde os negros deveriam, por lei, viver em regiões afastadas dos brancos. O local é sinônimo de resistência e luta contra o regime opressor que os negros sofreram na Africa do Sul nesse período. Existe várias coisas para se ver e ouvir nessa região... a rua Vilakazi, a única do mundo onde dois ganhadores do Prêmio Nobel moraram. Nelson Mandela e o arcebispo Desmond Tutu dividiram muito mais do que a mesma vizinhança, eles compartilharam o sonho de viver em um país mais tolerante e com mais oportunidades para todos.

      Esse dia dormimos em Melville, bairro em Joanesburgo onde existe um bom comércio e restaurantes próximos. Ficamos no Grand View B&B , cerca de 160,00 reais a diária em quarto privado com banheiro com uma linda vista da cidade, com um delicioso café da manhã.
      No dia seguinte, fomos rumo a Botswana. O trajeto até a fronteira foi um pouco tenso, pois faltando cerca de 100 km para chegar, passamos em uma região que havia algum tipo de conflito. Não ficamos sabendo ao certo do que se tratava, apenas encontramos estradas bloqueadas com pneus pegando fogo e muita brasa no chão, e o pior é que estávamos sozinhos, não tinha mais ninguém transitando nessa estrada. Foi o único momento nessa viagem que ficamos com medo, maaaaaaas tudo deu certo e chegamos na fronteira Pionner. De Joanesburgo até a fronteira, foram uns 370 km. Para atravessar para Botswana tivemos que pagar 120 pulas, mas no local tem como fazer câmbio. Um dólar equivale a mais ou menos 10 pulas. Eles ficaram surpresos em ver nossos passaportes brasucas, não se vê brasileiros nessa região de Botswana, por isso tive dificuldade em achar mais infos. Os brasileiros quando vão para "Bots" acabam ficando no norte do país, principalmente quando vão a Zimbábue ou Zambia. Ficamos em um hostel a cerca de 10 km da capital Gaborone, no Mokolodi Backpackers. Gostamos muito do lugar, super indico. Pagamos cerca de 200,00 reais a diária... simmmm, Botswana é mais caro, como dizem, é um destino exclusivo rsrsrs mas valeu cada centavo. Esse hostel fica perto do Mokolodi Nature Reserve, onde fizemos um safári incrível por 150 pulas por pessoa, que seria mais ou menos 60,00 reais por pessoa. É claro que nem dá para comparar com o Kruger Park, pois são bem diferentes em tamanho e estrutura, mas ver aqueles animais em seu habitat natural, é sempre uma aventura. Como estávamos de carro, era fácil ir até Gaborone comprar comida e artesanatos (meu fraco rs). O hostel tinha cozinha completa e fizemos nossa própria comida... Ficamos duas noites naquele lugar e amamos, queremos voltar para conhecer as outras regiões.
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      Saímos de Botswana em direção a Pretória. A estrada tem muitos pedágios, mas na hora de alugar o carro fomos informados que o veículo possui um equipamento que passa pelos pedágios e depois na hora da devolução eles calculam quantos pedágios foram e vc paga juntamente com o valor do aluguel. Pretória realmente não tem nada demais, e se vc estiver com o tempo contado pode abrir mão desse destino facilmente. Mas já dentro da cidade fomos parados pela polícia que alegou que havíamos passado em cima de uma faixa amarela que era proibido... oi ??? isso mesmo, ai rolou aquela treta que li em vários relatos aqui no site, propina era o que queriam... masssss resistimos bravamente e acabamos saindo sem pagar os 500 rands que pediram. A dica é a seguinte: sempre diga que não tem dinheiro, só cartão de crédito, assim fica mais difícil deles levarem seus Rands. Durante nossa viagem fomos parados várias vezes por policiais, principalmente em Botswana, mas a única vez que pediram propina foi essa. 
      Novamente dormimos em Joanesburgo no 84 on 4th Guest House tbm em Melville, quarto privado com banheiro e café da manhã, por 200,00 reais a diária. Excelente localização e atendimento. Gostamos muito do lugar. No dia seguinte deixamos o carro no aeroporto e pegamos um voo da Kulula para Cape Town (compramos no Brasil pela Decolar) e ficou 1.000,00 reais ida e volta para duas pessoas. Em Cape Town ficamos no The Verge Aparthotel em Sea Point, onde pagamos cerca de 830,00 reais por 5 diárias pelo booking. Atenção, esse lugar é perfeito... Um apart hotel mega bem localizado, pertinho da praia, com muitos bares e restaurantes próximos, supermercados... além do apartamento ser completo e bem decorado (é só entrar no booking e dá uma olhada), amamos o lugar e tbm super indicamos. Fizemos um passeio pelas vinículas que vale muito a pena... foi caro, cerca de 300,00 reais por pessoa, mas o passeio dura o dia todo e foram 4 degustações em diferentes vinícolas com vinhos e queijos, com direito a passeio de trem tbm degustando vinho. Dica: os vinhos na África do Sul são muito bons e baratos, custa praticamente o preço de um imã de geladeira rsrsr paguei em um bom vinho premiado cerca de 20,00 reais.

      Do Brasil tínhamos comprado o passeio para Robben Island, mas no dia programado o tempo não tava legal e foi cancelado, algo bem comum de acontecer por lá, vc pode trocar por outro dia ou pedir a devolução do dinheiro. Aproveitamos esse dia e fomos até a Green Market Square onde rola uma feirinha livre de artesanatos onde compramos algumas lembrancinhas. Depois passamos no supermercado e compramos comida. Não se vende bebidas alcoolicas nos supermercados, apenas em lojas próprias e por sorte havia uma bem perto do apart.
      No dia seguinte pegamos o Bus vermelho (City Sightseeing Cape Town), tbm perto do apart, na avenida da praia para o Cabo da Boa Esperança (cerca de 70 km de Cape Town), com o custo de mais ou menos 170,00 reais por pessoa, o passeio dura o dia todo. Primeiro eles param em Boulders Beach, praia cheia de pinguins, mas a entrada é paga separadamente, custou cerca de 15,00 reais mais ou menos, não lembro direito mas não era caro, a praia é linda e vale o preço.

      De lá fomos para Cape Point, onde fica o Cabo da Boa Esperança. A entrada do parque está incluida no preço do passeio. Vc pode subir a pé ou de bondinho e é claaaaro que fomos a pé, uma subida bem interessante com uma vista incrível do mar.

      Nesse passeio vc tbm faz uma trilha com uma vista de deixar qualquer um de queixo caído... voltamos no final do dia e aproveitamos para dar um rolezinho no Water Front , onde tem inúmeros restaurantes e lojas, se vc garimpar, consegue comprar lembrancinhas por um bom preço no local.
      No dia seguinte fomos rumo a Table Montain fazer a trilha tradicional a Plattew Klip Gorge, cerca de 3 horas de subida para pessoas como nós rsrsrs longe de sermos atletas... pegamos um Uber até o Cable Way onde na mesma rua se inicia a trilha... não se paga nada para subir, só se vc for de teleférico. O frio tava de lascar e o tempo ameaçava chuva a todo o momento, mas é algo que não dá para perder.

      Cape Town é uma cidade muito bonita e com vários atrativos. Andar de Uber por lá é uma boa pedida. É bem econômico e foi nosso principal modo de transporte.
      Depois de Cape Town, voltamos para Joanesburgo onde ficamos no Saffron Guest House, quarto privado com banheiro e café da manhã por cerca de 200,00 reais o casal. Tbm foi um excelente lugar e super indico, perto de tudo e bem seguro. Fomos conhecer o museu do Apartheid e despedir desse lugar tão fabuloso pois no dia seguinte íamos voltar para o Brasil. Foram 16 dias no total, bem aproveitados...
      E foi isso galera, até a próxima!!!!
       
    • Por Isabella Neves
      Essa viagem foi antes de tudo, um sonho realizado, desde muito tempo queria visitar a África do Sul e esse país não deixou a desejar, foi tudo que esperava e mais um pouco. A opção de trabalho voluntário veio porque sou apaixonada por esse tipo de viagem, logo de cara procurei uma ONG em que a maior parte do dinheiro fosse revertida para o projeto e encontrei a Iko Poran, que também teve a vantagem de ser bem mais em conta que as empresas de turismo que oferecem esse tipo de viagem, escolhi um projeto com crianças em uma township, e logo, com as passagens compradas ( 1800 reais ida e volta pela TAAG airlines) parti para o que seria a melhor e maior aventura da minha vida.
        Os primeiros dias foram calmos, fui apresentada aos outros moradores da casa ( que mais tarde se tornariam bons amigos) e então no dia seguinte conheci a turma de crianças de quem seria professora voluntária, fui recebida aos gritos e comemorações, "teachá" era como eles me chamavam todos os dias, é impossível não se apaixonar. A Township em que eu trabalhava se chamava Masiphumelele, mas chamada carinhosamente de Masi, não era o lugar hostil e perigoso que pintavam, por isso a importância de se inserir numa cultura antes de julgá-la, assim que eu cheguei, a própria moça da empresa de transfer disse que era muitíssimo perigoso pegar as vans que partiam das townships, esse foi o transporte que peguei todos os dias e nunca tive nenhum tipo de problema, as pessoas das townships são alegres, simpáticas e muito prestativas e as crianças são muito bem cuidadas apesar de toda a pobreza que não se pode negar que existe ali.




       
        Eu trabalhava cerca de 3 horas por dia pela manhã e tinha a tarde e os fins de semana livre, geralmente ficava com os outros voluntários em casa durante a semana e no final de semana faziamos passeios em grupo pra explorar a região.  Em constraste com a pobreza de Masi, estava o  lugar em que ficava a residência dos voluntários, Fish Hoek, , é uma região rica e não sofri nenhum tipo de assédio ou insegurança durante toda a estadia lá, definitivamente é um lugar que recomendo, principalmente para quem vá ficar mais tempo, além de ter uma das praias mais lindas que já vi na vida. Fish Hoek fica a um hora de trem de Cape Town e fica a 20 minutos de Muizenberg, uma das praias mais famosas de lá e onde estão as maiores escolas de surfe, inclusive me arrisquei e peguei umas ondas, consegui ficar em pé na prancha por 20 segundos, o que pra mim é uma vitória hahaha 


       
          Devido a distância,dos pontos turísticos de Cape Town, só consegui conhecer dois ( sim, não subi a Table Mountain, nem fui em Robben Island e nem no Cabo da Boa Esperança) mas pretendo voltar pra conseguir fazer tudo, conheci o V&A Waterfront e a Boulder's Beach, a famosa praia dos pinguins, gostei muito de Cape Town e apesar dos relatos de assédio e insegurança consegui passear tranquilamente sem nada disso, minha dica é : faça tudo em grupo, se possível e tente ficar próximo das áreas turísticas.


       
       Na minha penúltima semana fizemos uma viagem para Jacobs Bay que foi incrível, começando pelo hostel que se chamava Jacobs Bay Backpackers e tinha toda uma temática de fadas , um dos lugares mais lindos que já me hospedei, sem dúvidas.




       
      As praias eram indescritíveis e a sensação de paz era algo presente em qualquer canto, pouquissímos turistas e muito pra se admirar.
       




       
       A viagem custou 600 rand(cerca de 200 reais)por pessoa, incluindo aluguel de carro, gasolina, hostel e alimentação, estávamos em um grupo de 9 pessoas.
       
      A minha dica pra quem tem vontade de fazer qualquer tipo de trabalho voluntário, principalmente na África do Sul é : SÓ VAI ! espero que mude a sua vida, assim como mudou a minha.
       
       
       

    • Por ÁquilaChv
      Olá pessoal,
      Esse é meu primeiro relato de viagem aqui no mochileiros. Mais já tenho outros que estou acabando de escrever. Vou postar um resumido e tentar ir respondendo eventuais dúvidas conforme for aparecendo.
      Vamos lá!
      Primeiramente tenho que dizer que a África do Sul é um país muito grande. E que há roteiros para vários gostos, bolsos e climas. É difícil conhecer tudo numa só viagem. Tentamos conhecer o máximo possível numa mesma viagem, mas isso tem prós e contras. Falarei mais a seguir.
      Desde já, recomendo fortemente um estudo prévio sobre a história da África do Sul antes de ir. Há diversos livros sobre o assunto, principalmente se pesquisar em inglês. A própria wikipedia (em inglês) contém uma boa introdução sobre o assunto.
      O Apartheid, período que vigorou o sistema de segregação racial por mais de 4 décadas, foi complexo e gerou consequências que ainda hoje podem ser percebidas. A África do Sul também tem uma história bastante multicultural, com povos de origens e culturas diferentes. Assim como chineses, japoneses e coreanos são diferentes, o mesmo acontece com os povos africanos. Há inclusive diferenças físicas entre eles. Uma demonstração dessa diversidade, por exemplo, são os 11 idiomas oficiais existentes no país.
      O clima é bastante variado também, depende muito da localização. O viajante pode encontrar um clima mediterrâneo, típico de países da Europa (inclusive com vinícolas mundialmente famosas), semidesértico, savana, florestas tropicais úmidas e até neve (perto de Lesoto), etc.
      Na África do Sul come-se muito bem, em grandes quantidades e de tudo, há restaurantes de todo tipo. Em geral, é mais barato do que São Paulo para comer num restaurante bom. O vinho costuma ser mais barato que sucos e refrigerantes. O que nos chamou atenção é que no geral eles usam bastante pimenta, rs. Em relação à hospedagem, foi quase toda em Airbnb ou hospedagens encontradas no Booking que eles chamam de self-catering ou bed and breakfast, foi muito mais barato que hotéis. Aí depende da cidade, por isso recomendo sempre consultar nos dois.
      Enfim, nosso roteiro foi o seguinte:
      1ª parte: Cape Town
      13/10/2017 – 18/10/2017 2ª parte: Garden Route
      18/10/2017 – 19/10/2017: Stellenbosh 19/10/2017 – 21/10/2017: Hermanus 21/10/2017 – 22/10/2017: Oudtshoorn 22/10/2017 – 23/10/2017: Knysna 23/10/2017 – 24/10/2017: Pletterberg Bay 24/10/2017 – 26/10/2017: Tsitsikamma Park (Stormriver) 26/10/2017 – 28/10/2017: Jeffreys Bays 28/10/2017 – 29/10/2017: Port Elizabeth 3ª parte: Johannesburgo + Safari (Kruger National Park)
      29/10/2017 – 31/10/2017: Johannerburgo 31/10/2017 – 04/11/2017: Kruger Park (Safari) 04/11/2017 – 05/11/2017: Johannesburgo  
      Tentarei dividir o post em 4 partes (essa introdução + as 3 partes da viagem que postarei a seguir).
       
      Dicas gerais:
      O clima em Cape Town é bastante instável, pelo menos estava instável no período que ficamos lá. Não sei se é assim o ano todo, mas conversando com os locais eles confirmaram a instabilidade da cidade. Para quem vai para a África do Sul para conhecer apenas Cape Town e fazer a Rota Jardim, recomendo ir no verão. Também dá para apostar na meia estação, mas é preciso contar com um pouco de sorte e é bom lembrar que Cape Town está na mesma latitude que Buenos Aires – Argentina. No Kruger (mas vale para o Safari em geral), não é bom ir no verão, pois é muito quente e chove mais. O clima mais quente, além de tornar o Safari mais desgastante, deixa os animais mais escondidos. Além disso, com chuva mais abundante, faz com que os animais se movimentem menos, pois há mais pastagens e mais água para beber. Só dá para trocar dinheiro nos bancos, que não funcionam a qualquer hora e dia. Fim de semana e feriados eles estão fechados. Mas quase todo lugar aceita cartão de crédito. Os bancos cobram uma taxa para trocar dinheiro, o que achei um absurdo, pois levamos dinheiro para não pagar IOF de 6,38% e chagando lá descobrimos que há a taxa do banco. Mesmo assim compensa levar dólar e trocar lá. Fomos abordados muitas vezes por pessoas pedindo dinheiro. Tem que saber lidar com isso. Em Stellenbosh um cara tentou nos aplicar um golpe: paramos o carro no estacionamento de um shopping e um cara passou falando que tinha que validar o ticket na máquina. Seguimos o caminho apontado por ele e ele nos apontou uma ATM onde já tinha outro cara, que, ao ver nossa cara de interrogação, disse que poderia nos ajudar. Eu questionei-o dizendo que aquilo era uma ATM (para sacar dinheiro), percebi que eles estavam mal intencionados e saí andando. A guia que nos levou para a vinícola também nos contou uma história de um golpe que estavam aplicando em Cape Town. Um homem de terno que se passava por funcionário do governo estava abordando turistas e pedindo para ver a licença para transitar ali. As pessoas desconheciam a licença e, é claro, não a possuíam. Então o homem cobrava para tirar a licença ali na hora. Nossa guia disse que não havia relatos de violência e que se um cara desses (ou qualquer outro pedinte) nos abordasse era só desconversar e sair andando. Lemos alguns relatos a respeito de guardas exigindo carteira internacional para dirigir, mesmo havendo acordo internacional entre Brasil e África do Sul. Alguns viajantes relataram suspeita de haver uma tentativa de cobrar “caixinha”. No entanto, fomos parados 3 vezes por policiais e, no geral, saí com uma boa impressão da polícia Sul Africana (não deixei de ler a 3ª parte, na qual detalharei). Então, lembre-se de andar com a carteira de motorista internacional e jamais dirija depois de beber. Leia sobre a África do Sul antes de ir e, se possível, aprenda algumas palavras ou frases em algum dos 10 idiomas além do inglês. Ouvi de uma mulher sul-africana que algumas pessoas se sentem muito orgulhosas quando vêem que um turista sabe um pouco da sua língua. O idioma Xhosa é bastante interessante A hospedagem dentro do Kruger Park tem que ser reservada com bastante tempo de antecedência. Reservamos a nossa hospedagem 2 meses antes e já tinha poucas opções e ainda não estávamos na alta da temporada. A alta temporada no Kruger é no inverno.  
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