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Belém - PA nov2017


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Belém – PA 18 a 22 de novembro de 2017

Chegar de avião em Belém já é bem interessante: imensidão de rios!!!

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Deixei a bagagem no hostel (Grand Hostel Belem) e fui caminhando até a estação das Docas ver o pôr do sol. Foram uns 10min de caminhada pela avenida do hostel, mas é um lugar perigoso para caminhar à noite, à tarde ainda tinha movimento do comércio, mas precisa caminhar como quem vai ao centro de São Paulo, sem dar bobeira. Tomei sorvete carimbó: sorvete de castanha do Pará com doce de cupuaçu!!! Amei!!! Comi no Amazon cervejaria (queijo marajó) e cerveja cupulate. Os pratos eram caros e não estava com fome...por isso comi só o queijo que também era muito para quem vai sozinha. Voltei para o hostel de taxi.

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19/11/17:  Dormi muito mal no hostel, toda hora chegava alguém, uma pessoa roncava e o ar condicionado estava forte...senti frio ...

Acordei às 8h cansada...tomei café e fui andando em direção à praça princesa Isabel. Passei pela feirinha da praça da república, fiz a visita no Teatro da paz. Peguei começado, mas valeu! Começava às 9h, perdi uns 10 min... O piso na entrada tem formato da cruz suástica que significa paz, acredita! Infelizmente está mais associada ao nazismo que à paz...

As classes mais ricas ficavam embaixo. No último andar ficavam os servos, nem tinha cadeira para eles...

 

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Tirei fotos da praça da república e fui andando em direção à praça princesa Isabel...parei no caminho pois era uma região esquisita, sem calçada... fiquei com medo...perguntei numa barraca de tapioca e indicaram pegar ônibus... No mapa parecia fácil chegar caminhando, mas nada como quem conhece para falar...

Peguei o barco até Ilha de Combu (R$:5,00). Parei no Saldosa maloca (o restaurante sobre o qual havia lido) a ilha em si não tem muita coisa, você precisa ir já sabendo onde quer descer...o legal foi ver pé de cacau e de cupuaçu. Suco de taperebá..(=cajá). No Saldosa, tem algumas atividades como tiro ao alvo, rapel na árvore gigante...escalada...tudo bem simples e caro.

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Almocei arroz com jambu (verdura) e camarão, pirarucu fresco e purê de pupunha (pupunha parece uma castanha portuguesa mas tem gosto de milho

Depois de voltar de barco para a Praça Princesa Isabel, peguei uber para Mangal das Garças que é um lugar bonitinho, tem um restaurante e um mirante para o rio que para mim foi o lugar mais gostoso do parque. As garças são muito bonitas, parecem esculturas...

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O chato é em todo lugar falarem...é deserto, melhor não ir andando... então esta foi a viagem em que menos caminhei....

20/11/17: dia da consciência negra. Não é feriado aqui em Belém.

Caminhada do hostel até rodoviária valeu a pena. É um lugar movimentado, bem diferente de ontem. Caminhei pela Av Nazaré até o final, depois ela muda de nome e logo chega na rodoviária. Total de 1h com parada no supermercado e fotos na basílica. Parei na basílica de Nazaré e como estava começando uma missa fiquei. Comprei uma fitinha e fiz 3 desejos.

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Onibus para mosqueiro: empresa condor ou coopetran 11,00. Fui de coopetran 10:15 (é a que saiu primeiro). Tem para voltar a cada 30 min e a viagem dura 2 h. Me indicaram descer na praia do chapéu virado que é onde tem mais movimento.

 

Demorou 2h até chapeu virado. O cobrador que ia me avisar desceu antes!!!! Ainda bem que eu tinha celular e deu para ver no maps quando cheguei. Tem vários quiosques, parei no Lambretta 62 que tinha cara boa e toca mpb. Pratos são para 2 pessoas, mas faz 1/2. Comi o tal filhote grelhado. Gostei desse peixe e o dono é muito atencioso, é de Curitiba.

Fiquei encantada com a praia de rio!!! Tem ondas, areia, mas é rio! Do outro lado está a Ilha de Marajó.

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Caminhei 1 h até a vila, onde fica a rodoviária...pensei que poderia ter algo interessante...mas só passei calor. Tem uma praça mas nada q valesse tanto o esforço... peguei ônibus de volta pela mesma companhia que sairia antes. Depois vi um blog que dizia uma linha que leva para Mosqueiro e que era mais barata, mas se é o que eu vi passando não compensa, sem ar condicionado, ônibus urbano que pega estrada...

21/11/17: depois do café caminhei até o ver o peso (um cheiro horrível, loucura... Caminhei até catedral que fica em frente ao forte do presépio e casa das 11 janelas. Os palácios Lauro Sodré e antonio lemos ficam um ao lado do outro. No Lauro Sodré tem o museu de história do Pará, que eu queria conhecer, mas está fechado para reforma. No Antônio Lemos tem o museu de arte, mas não quis ver.

Passei pela rua Siqueira Mendes, onde tem saídas de barco para lugares que eu nunca ouvi falar...a única q eu já ouvi mas não lembro direito por que chama Barcarena. Os barcos para Marajó saem de perto das Docas...

Terça é dia de museu grátis!!! Dei sorte. Visitei a casa das 11 janelas (já abrigou um hospital, restaurante) que tem um acervo permanente e exposição temporária. Depois fui ao Forte do Presépio. Havia formandos tirando fotos por ali!

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Depois fui ao museu de arte sacra (funciona onde já foi igreja de São Francisco, só entrei porque era grátis) e museu do Círio (gostei, bem pequeno). Voltei para o Ver o peso e comprei bombom de carimbo. Almocei no Point do açaí (em frente estação das docas).

Filhote grelhado na manteiga, arroz, farofa e açaí. O garçom foi muito atencioso, mostrou que o açaí tenho que deixar na cumbuca, não é para colocar como molho "ele mistura com o peixe na boca" kkkk. Comi como ele falou, mas não gostei. O peixe e a farofa eram uma delícia, o açaí comi com açúcar no fim, como sobremesa, uma delícia tb... voltei para o hostel e deixei os chocolates para não derreter. Deitei para fazer a siesta porque depois daquele açaí e com o calor ficou difícil de andar...

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Depois caminhei até a rua onde tem a loja do Bombom do Pará. Comprei mais alguns chocolates, doce de cupuaçu e casadinho de cupuaçu...esses são realmente melhores que aqueles do Ver o peso

Tomei sorvete de Muruci  na Cairu do shopping Patio belem.

Caminhei até a av Nazaré e comprei o tacacá da d. Maria. Achei um bom atendimento, ninguém foi grosso, não tinha fila, tinha cadeiras pra sentar....(eu havia lido sobre opiniões bem contraditórias). Pedi o meu para viagem Tomei no hostel, sentada na mesa. O cheiro é estranho, tem tucupi, goma de tapioca, jambu e camarão. O jambu deixa a boca dormente. Experimentar foi bom, mas não gostei como gostei do sorvete de carimbó ou do filhote....

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Ia ver o preço do barco para Marajó mas uma senhora me botou medo "vc vai por ali sozinha!" Voltei na hora, ... fiquei sem saber...vi um senhor oferecendo barco para Manaus (300,00 dura 5 dias) pra Santarém dura 2 dias!!! E com risco de ser atacado por piratas. No centro de turistas no aeroporto pedi informação: empresa Arapari leva para Ilha do Marajó. Tem dois horários: 6h e 14h. Saida do terminal hidroviário. Há também uma lancha que sai às 8:30 e custa 50,00...segundo ele, não vendem por internet.

Essa viagem foi bem diferente.  Hostel estava lotado de estudantes e professores que tinham ido para seminário de museologia!!!. Sobre o hostel: banheiro fica em cima ou embaixo, armário fica nos halls...mas tem tomada em cada cabeceira, café é bom, staff atencioso (Neuma e Rafael) e café da manhã ok! Localização muito boa, já que pelo visto qualquer lugar aqui é perigoso...

O Manga hostel do qual ouvi falarem também, fica perto da rodoviária.... achei o meu melhor.

22/11/17: Tomei café e já peguei uber pro aeroporto. O motorista comentou sobre o restaurante chalé da İlha (em Cumbu) que tem umas piscinas e redes ( não cobram como o saldosa..) É mais novo, deve ser menos caro.

Não achei tão fácil ter informações sobre os passeios em Belém...no aeroporto o guiche de informações turísticas estava fechado na chegada.

No aeroporto, enquanto aguardava o embarque meu nome foi chamado. A Gol teve problemas em Congonhas, teve que retirar alguns passageiros do voo, eu fui uma delas. Teria que voar pela latam num voo para Guarulhos! Muito pior, pois Congonhas é muito mais perto de casa...mas a gol ia pagar o taxi até em casa...

O pior foi ter que sair da área de embarque e fazer novo check in na latam, passar no rx e implicarem com minha tesourinha! Sendo que eu já havia passado pelo mesmo rx. Com o tempo extra de espera fiz pesquisa no site da anac e descobri o significado da “preterição” que foi o que a gol fez comigo ao me impedir de embarcar...na verdade eles não me deram opção, eu aceitei o que me foi imposto, já que não havia pelo jeito opção muito melhor...

O lado bom foi fazer amizade com um casal que foi ao meu lado no vôo. Trabalham com turismo rodoviário, excursões para o nordeste e sul do país. Iam ficar uma semana em São Paulo, dei várias dicas. O marido morria de medo de avião...  Conversando, o avião pousou e eles nem sofreram tanto!

 

  • Gostei! 3
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    • Por Felipao86
      Olá pessoal,
       
      Venho aqui rapidamente contribuir com mais um relato de final de semana (na verdade 2 dias e meio). O destino dessa vez foi Belém do Pará! Uma cidade incrível, vibrante com uma cultura única e muitas belezas naturais.
      Vamos aos detalhes:
      1-Passagens: promoção da TAM de final de semana – 500,00 ida e volta por pessoa (já com as taxas, saindo de Belo Horizonte)
      2-Hospedagem: Hotel Soft Inn no bairro Batista Campos – 368,00 para três dias. Hotel padrão Ibis, muito bonito, confortável, com bom café de manhã e ótima localização. Chega-se À estação das docas e Ver-o-Peso com 15 min de caminhada. O Theatro da Paz está há 5 min de caminhada.
      3 – Deslocamento: mais uma vez, como já virou rotina, utilizamos o Uber. Lá em Belém o Uber funciona há apenas 3 meses então é tudo muito novo ainda para os próprios motoristas. Somente 1 corrida ultrapassou os 20,00: a volta para o aeroporto. É muito tranquilo de se utilizar e com 2 ou mais pessoas compensa mais que o ônibus.
      4 – Deslocamento Ilha do Mosqueiro: é uma ilha localizada há cerca de 70km de Belém onde os locais passam finais de semana e férias pelas suas praias de água doce. De carro gasta-se pouco mais de 1 hora, mas de ônibus (coletivo ou executivo) gasta-se em torno de 2h e meia. A diferença entre os ônibus é a presença de ar condicionado no ônibus executivo (custa 9,00 a passagem). O coletivo comum custa 5,00 se não me engano.
      5 – Usem e abusem do protetor solar e do ar condicionado nos diversos estabelecimentos, pois o calor que faz é de matar! Rs
       
      Dia 1 (20/05/17) – Theatro da Paz, Forte do Presépio, Casa das Onze Janelas, Museu do Círio, Museu de Arte Sacra, Mangal das Garças e Estação das Docas
       
      Havíamos chegado de madrugada no hotel. Acordamos um pouco mais tarde e só conseguimos iniciar o dia com a visita guiada às 10:00hs no Theatro da Paz (6,00 por pessoa). Visita muito boa, o teatro é muito bonito, tanto por dentro quanto por fora e o monitor explica cada detalhe da construção e da história do lugar. Vale muito a pena.
      De lá fomos até o Forte do Presépio, que é onde se iniciou a cidade. Diferentemente do Forte de Cabedelo, esse está muito bem cuidado e organizado. De lá se tem uma bela vista do Rio Guamá, que banha Belém, do Ver-o-Peso e da Estação das Docas.
      Dentro do Forte tem o Museu do Encontro, que apesar de pequeno tem muitas informações interessantes sobre a cultura indígena pré-existente e da colonização portuguesa.
      Ao lado do Forte fica a casa das onze janelas (tem onze mesmo, rs) que atualmente funciona como um espaço de exposições de arte (mas já funcionou como hospital e quartel). Tinha uma exposição fotográfica bem interessante quando passamos.
      Uma rápida passada no Museu de Arte Sacra e em seguida fomos ao Museu do Círio, que conta um pouco da história do Círio de Nazaré, que é bem interessante! O povo belenense é muito devoto à Nossa Senhora de Nazaré, padroeira da cidade.
      (Obs: todos esses pontos visitados pagam ingresso, porém como estávamos na semana dos Museus todos tiveram entrada gratuita!)
      Almoçamos no Point do Acaí, próximo à estação das Docas. O local é referência na cidade para comer o tradicional peixe com Acaí. Estava bem cheio quando fomos.
      Não curti muito o Acaí como eles fazem não. Prefiro com açúcar mesmo. É diferente também, bem mais cremoso.
      Na parte da tarde fomos passear no Mangal das Garças, que é um parque muito bonito da cidade com algumas atrações legais. O parque não paga entrada, mas algumas atrações tem o valor de 5,00 cada. As mais legais para mim é o Farol, de onde se tem uma bela vista do parque da cidade e o Museu da Navegação, que é uma homenagem à Marinha Brasileira.
      Exaustos de tanto andar, voltamos ao hotel para descansar um pouco. À noite fomos conhecer a tão falada estação das docas, que é realmente um lugar revitalizado da cidade (lembra muito Puerto Madero) muito bacana. Jantamos um menu paraense no restaurante Lá em Casa (72,00 e serve muito bem 2 pessoas).
       
      Dia 2 – Parque/Museu Emílio Goeldi e Ilha do Mosqueiro
      Quando planejei a viagem não tinha intenção de ir a outro local fora da cidade devido ao tempo. Mas no dia anterior tínhamos conseguido ver praticamente todos os principais pontos da cidade. Então pensamos em um bate-volta. A princípio seria a Ilha de Marajó, mas achamos por bem deixar para uma outra oportunidade, pois é um lugar que precisa de mais tempo para ser melhor apreciado. Foi então que ouvimos falar da Ilha do Mosqueiro: uma ilha próxima de Belém que daria um bate-volta certeiro.
      Antes da ilha fomos ao Parque Emílio Goeldi, que é um misto de parque, jardim botânico, zoológico e museu. Quando chegamos tinha muitas famílias com crianças e é um lugar bem legal para passar o dia. A exposição sobre a Amazônia que tinha no prédio do museu também foi muito interessante. A entrada custa R$3,00;
      De lá fomos até a rodoviária da cidade e pegamos o ônibus “Amarelinho” para Mosqueiro. O ônibus é confortável, tem ar condicionado, mas, meu Deus, como demora. Ele pára em todos os pontos possíveis e imagináveis até chegar no lugar! Depois de umas 2 horas e meia chegamos na praia do Farol, que é a mais movimentada de Mosqueiro.
      É exatamente como qualquer praia, exceto que a água é doce. Muito bacana, porém tem muita sujeira na praia por conta de algumas pessoas sem educação. Triste!
      Ficamos lá curtindo a praia até umas 17:00, quando pegamos o ônibus de volta a Belém. Mais 2 horas e meia...
      Chegando em Belém ainda deu tempo de provar o Tacacá e Pato no Tucupi no Tacacá do Renato. (O mais famoso de Belém é o da Dona Maria, no bairro de Nazaré , mas já estaria fechado pelo horário que chegamos).
       
      Dia 3 – Mercado Ver-O-Peso, Estação das Docas e Basílica de Nazaré
      Último dia na cidade e ainda faltando a atração mais famosa para conhecer. O incrível Ver-o_Peso. Li muita gente falando mal desse lugar por ser sujo, desorganizado, etc. É verdade, mas qual mercado popular não é um pouco assim? Rs
      Eu achei muito bacana, vende-se de tudo, de peixes a chás e remédios para todo tipo de males, artesanatos diferentes e comida. Provei um filé de dourado fantástico por R$10,00. Minha esposa comprou umas sementes de Jambu para tentar plantar em casa.
      Demos uma passadinha rápida na estação das Docas para tomar um sorvete na Cairu (sorveteria mais famosa da cidade) e fomos conhecer a Basílica de Nazaré: eu já conheci algumas igrejas muito bacanas em MG e Salvador, mas acho que nunca vi nada igual. É uma basílica extremamente requintada, com muitos detalhes em toda a sua parede e é enorme! Ficamos realmente muito impressionados com a fineza e elegância.
       
      De lá seguimos ao hotel para fazr o Check-out e rumar de volta para casa.
       
      Considerações finais:
      1- Belém tem um povo muito hospitaleiro e educado e a cidade tem muita coisa boa para se fazer;
      2 -O legal é viajar com mais calma (fizemos tudo muito corrido, principalmente no primeiro dia) e reservar um tempo para ir a A Ilha de Marajó (pretendo voltar justamente por isso).
      3 – Como toda cidade grande tem os seus problemas, mas não me senti inseguro em momento algum. Caminhamos bastante com muita tranquilidade em vários pontos da cidade.
       
      É isso pessoal, qualquer dúvida estamos à disposição!


















    • Por Rogpan
      Fomos passar o Reveillon  2020/2021 em Salinas ou o Sal para os mais íntimos, aproveitamos para conhecer uma Praia que é bastante visitada, porém alguns de casa ainda não conhecem.
      Resolvi registrar...
      A travessia parte da Praça do Pescador, no início da Orla do Maçarico. Chegamos de carro no local onde estacionamos no acostamento (sem custos) e logo visível fica um trapiche da associação de barqueiros.
      O Ccusto foi de travessia foi de R$ 10,00 (dando direito a ida e volta por pessoa).
       

       

       


      Estacionamos sem custo e sem problemas com locais proibidos(fiscalização), muitas pessoas levam suas bebidas nas caixas térmicas, o bares no outro lado não geram problemas, para o consumo de comidas costumam cobrar os 10%, ficamos na primeira barraca onde tem umas casas de palhas recém construídas.
      O custo médio de um prato para 3 pessoas sai por R$ 75,00. O lugar é bem procurado por família e casais. Poucos carros aventuram-se a atravessar a extensa praia do Farol até essa ponta (final da praia do Farol).

      Os barcos atravessam de 4 até 15 pessoas, uma travessia de 5 minutos.
      o Local rende excelentes fotos!

       


      O Local conta com 3 barracas (bares), serve uma boa comida, não possui rede elétrica o que fica melhor por não ter som em grande volume.
      O local aceita pagamento em cartão ou transferência bancária. Não vimos pacotes divulgando o local nem outros tipos mas acreditamos que o local tenha outro atrativos turísticos, pois vimos muitos Guarás indo para seus locais de descanso. Em breve voltamo a explorar.
       

    • Por Iana Briaca
      Vou falar aqui no meu relato sobre formas de transporte que usei, hospedagem, duração da viagem e valores. Porque eu acho que é isso que uma pessoa procura quando busca informações sobre Mochilão. Sendo que na maioria das vezes é a primeira experiência da pessoa com um; 
      Resumo: 
      Tipo de transporte: ID JOVEM e carona pelas br da vida.  
      Hospedagem: Couchsurfing e voluntariado em hostel.
      Alimentação: Fazia compras para preparar minha própria comida ou às vezes eu comprava PF (mas comprar PF sai mais caro)
      Valor em dinheiro que levei: R$ 550,00.
      Duração da viagem: 54 dias.
      Quantidade de estados: 3 Estados e uma pequena parada em Brasília.
       
      SOBRE HOSPEDAGEM, TRANSPORTE PARA SAIR DO MEU ESTADO E ALIMENTAÇÃO NO PRIMEIRO DESTINO; PERNAMBUCO: Então, meu mochilão começou quando eu saí de Belém, que é a cidade que eu moro, no dia 04/07/2019, ruma à Pernambuco. Fui de ônibus usando o ID jovem, de passagem de Belém para Recife eu paguei 3,50. Isso, três reais e 50 centavos. Esse valor corresponde à taxa de pedágio que é cobrado pela empresa de ônibus, apenas. Quando eu cheguei em Recife fiquei hospedada na casa de um casal que consegui estadia pelo Couchsurfing. O tempo que passei na casa deles foi incrível, pessoas super legais. Com o mesmo aplicativo consegui estadia para passar um final de semana em Olinda, em uma pousada localizada bem no centro histórico. Também não paguei nada para ficar hospedada, apenas tinha que ajudar a moça que trabalhava na cozinha com serviços bem simples pela parte da manhã. Ah, e sobre alimentação, essa era por minha conta. (Talvez o seu anfitrião não tenha problema em ajudar nesse quesito com algumas coisas, mas também ninguém gosta de gente folgada né, se tu tiver condições de comprar a tua comida é muito melhor, caso contrário é bom você avisar à pessoa que vai te receber que vais precisar de alimentação também).
      OBS: Couchsurfing é uma plataforma que possibilita a troca de hospedagem em qualquer lugar do mundo. Na época era totalmente gratuita quando usei, agora o app tá cobrando uma contribuição de R$ 4,99 mensal ou R$ 29,99 anual por conta da crise do corona vírus.
      ROTEIRO: Quando estive em Pernambuco conheci Recife, Olinda, Porto de Galinhas, Praias do litoral de Cabo de Santo agostinho: Calhetas e Gaibu (caara, as praias mais lindas que conheci até hoje, e por não serem tão famosas quanto Porto de Galinhas, elas não são taão movimentadas, o que eu acho ótimo) e vila de Nazaré. Isso em uma semana, que foi o tempo que passei em Pernambuco. 
      TRANSPORTE PÚBLICO: Como eu fui com um amigo que sabia tocar banjo e eu enrolava no Maracá, optamos por não pagar passagens em transporte público e sim pedir para os motoristas deixarem a gente subir e tocar Carimbó nos ônibus. E assim, essa ideia deu super certo, tanto que a galera até ajudava com uns trocados, o que ajudou muito a gente na viagem. Sobre o valor de passagem de ônibus urbano não vou saber falar do custo, pois não tive essa experiência. Porém, fica a dica: Toquem nos ônibus ou subam pra vender algo. 
      SAÍDA DE PERNAMBUCO RUMO À BAHIA:  Saí de Pernambuco de carona, com a intenção de descer até a Bahia. Porém, no primeiro dia consegui carona com um caminhoneiro que tinha como destino Maceió, aceitei porque isso ia me deixar mais próxima do meu destino, né. Tive que ficar uma noite em Maceió para poder partir no outro dia. 
      Fiquei em uma Pousada de beira de estrada que custou R$ 40,00 no total pra dormir eu e meu amigo em um quarto com duas camas. 
      Jantei em um Restaurante que o PF custava R$ 10,00.
      No outro dia peguei mais duas caronas Alagoas-Sergipe Sergipe-Bahia e cheguei na Bahia, finalmente.  Passei uma semana em Salvador, consegui hospedagem no Couchsurfing, alimentação por minha conta, fazendo compras e preparando minha própria comida, de transporte usei o mangueio kk pedindo pra subir e tocar. Depois de uma semana, saí da bahia e voltei à br para pegar carona. Consegui diversas caronas no mesmo dia e cheguei na Chapada Diamantinaa. 
      NA CHAPADA DIAMANTINA:  Não consegui estadia com o couchsurfing na Chapada, tive que pagar uma semana de Hostel. 
      VALOR DO HOSTEL: 15 Reais a diária (pedindo desconto)
      ALIMENTAÇÃO: Comprava minha comida e preparava. 
      GUIA: É necessário guia apenas em algumas trilhas em outras tem como fazer de boas usando o gps. 
      DICA DE APP: MAPS ME Nele tem como usar o gps da localidade que tu se encontra sem internet. 
      SAINDO DA BAHIA RUMO GOIÂNIA: Saí da Chapada Diamantina de carona com inumeráveis pessoas, carona com caminhoneiro e carro particular, e passei perrengues, porque a Bahia é imensa. Levei 4 dias pra chegar em Goiânia.
      Nesse percurso nem sei quantas caronas peguei, foram muitas. Em nenhum momento precisei pagar pousada, até porquê nem tinha como, pois a grana já tava curta. Na primeira noite dormi na casa da família de um rapaz que me deu carona quando ainda estava indo para Chapada, Na segunda passei a noite em um posto de gasolina, Na terceira noite dormi na casa de um amigo que conheci com a experiência de carona também, isso em Brasília. (aproveitei pra comprar logo minha passagem de volta pra belém quando eu estava em Brasília) E por fim, no quarto dia consegui a carona para Goiânia. Em Goiânia passei quase algumas semanas, fiquei na casa de um amigo, apenas ajudando com a alimentação, no trasporte também não gastei nada.
      GOIÂNIA ATÉ A CHAPADA DOS VEADEIROS: De Goiânia até a Chapada dos Veadeiros, por muita sorte, tive só uma carona. Consegui carona com um fazendeiro que tinha uma propriedade próximo da cidade que eu ia ficar. Ele me deixou até a cidade que era meu destino, lá eu fiquei hospedada em um hostel onde trabalhei como voluntária em troca de estadia. Nos dias eu que trabalhava as minhas refeições eram por conta do hostel. A dinâmica de trabalho era a seguinte, eu trabalhava um dia e folgava dois. Passei uma semana na Chapada do Veadeiros, conheci a cidade de Cavalcante e Alto Paraíso. 
      FINAL DA VIAGEM: Saí da chapada dos Veadeiros de carona também, e fui até Brasilia. Lá eu passei apenas uma noite e no outro dia embarquei de volta pra Belém. A passagem que eu comprei foi com o ID Jovem, paguei apenas R$ 5,00. Ah, eu comprei com antecedência, sempre tens que comprar a passagem com usando o id com antecedência, não deixa pra comprar na hora senão vais te ferrar. 
      Enfim, minha experiência foi essa, espero ajudar em alguma coisa, é nooós!

    • Por Ricson Silva
      Caros amigos mochileiros, tudo bem?
      Estou indo para Belém para um fim de semana, porém meus horários são bem apertados, chego no dia 05/09 (12:00pm) e meu voo de volta é no dia 07/09 (16:00pm). Gostaria de saber se da pra eu aproveitar um bate-volta no mesmo dia (06/09) até a Ilha de Marajó? Se sim, vocês poderiam me dar dicas? Será minha primeira viagem sozinho e estou com muita vontade de conhecer essa ilha cheia de encantos!!! Um abraço!!!
    • Por Jairus Lopes
      No dia 01 de Março de 2016,  eu e minha esposa iniciamos a nossa viagem ao estado do Pará, mas precisamente à cidade de Sta Izabel do Pará, partimos de São Gonçalo no estado do Rio de Janeiro, foi um planejamento de alguns meses e também pedindo a Deus que nos abençoasse nesta viagem. Como era a nossa primeira viagem de carro deste porte em torno de 3100 km. Consultamos aqui no mochileiros.com algumas pessoas que já tinham feito viagens longas. Fizemos o planejamento e quando foi no dia 01 de Março de 2016, partimos às 6:00 hs para o estado do Pará.
      O nosso carro é um Gol 1.0 (8v) ano 2003/2004 com GNV. A minha preocupação era justamente viajar num gol 1.0 .  Mas este gol que esta conosco até hoje nos levou e nos trouxe tranquilamente, graças a Deus. Foram 4 dias para ir, pois tivemos que passar ainda em Goiânia na casa do meu cunhado. o nosso trajeto foi bem conhecido, pegamos a BR 040 até Brasília, ou melhor até Luziânia-GO. Depois pegamos a BR-153 ( Anápolis - Belém). Essa estrada precisa de um certo cuidado, pois tinha alguns trechos com buracos. Mas deu para ir tranquilo. Agora, para dormir a noite, dormíamos no carro, em postos de Gasolina de bandeira. Gente valeu a pena !!!
      Como o meu carro tem GNV, então até BH, eu fui utilizando o GNV para dar um certa economia.
      Esperamos que este relato, sirva de incentivo para você que tem vontade de viajar.
      Um grande abraço, fiquem com Deus.
      Casal : Jairus e Rosa Maria




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