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FAZENDA BOM JESUS
Essa é outra fazenda que também vale a visita. Nesta não tem passeio de búfalo, só caminhada, mas é possível ver diversos animais em seu habitat, aves e plantas. Paisagens majestosas. E no final tem um café da tarde. Não tenho certeza do preço, mas deve ter sido por volta de R$ 100 também.

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SALVATERRA
Salvaterra é a outra cidade, do lado de lá do rio. Passei uma tarde visitando as praias. Almocei em Joanes, depois fui pra Água Boa e terminei na Praia Grande. Cada uma com sua beleza. E a água sempre naquela temperatura ótima do norte. Combinei o valor com um mototáxi e em uma tarde percorremos tudo. Um casal de franceses que estava no hostel, fez isso também, mas de bicicleta, durante o dia todo. 

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BELÉM (3 dias inteiros)
Belém é uma cidade muito interessante, super colorida e musical. Sou de São Paulo, e há muitas diferenças culturais entre essas longas distâncias no país. E adorei conhecer um pouquinho. 
A cidade não me pareceu nada segura. Mas até que andei bastante a pé e de Uber também. 
O que ver em Belém: cidade velha, forte do Presépio, Mercado Ver o Peso. Casa das Onze Janelas, Estação das Docas, Mangal das Garças, Portal da Amazônia, bar Palafitas, Teatro, as igrejas (de onde sai o Círio de Nazaré e as outras tb) Ilha do Combu (Chalé da Ilha). O restaurante do Mangal das Garças, além de ser uma construção bem bonita, tem uma vista ótima.
A comida é uma riqueza paraense que julgo imperdível. São muito sabores diferentes. Eu adoro taperebá (que é cajá!) e cupuaçu. Mas além disso tem também o bacuri, o buriti, ...
Não deixe de provar: o verdadeiro açaí, com peixe, no Point do Açaí; a comida deliciosa, com alimentos orgânicos e comprada de pequenos produtores do Iacitatá Centro de Cultura Alimentar (os preços são meio salgados, mas vale o investimento); o sorvete da Cairu; as maravilhosas cervejas da Amazon Beer.
E tem o JAMBU! E a cachaça de jambu. O boteco Meu Garoto serve bons pratos e petiscos e tem uma lojinha muito boa de cachaças.
Na ilha do Combu, tem o chocolate e os doces das Filhas do Combu.
Faltou o tacacá. Qualquer hora volto lá pra provar. Faltou também o polo joalheiro. Mas sempre bom ter motivos pra voltar.  
 
Veja mais fotos no instagram: @[email protected] 

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TUCUPI HOSTEL
Quando cheguei ao hostel, não tinha ninguém. Troquei mensagens com o Sérgio, o dono do hostel, e ele foi lá me receber. Todos estavam no carimbó de Ronaldo Guedes, um ceramista da região. Foi só o tempo de deixar a bagagem e tomar um banho rápido, seguimos pro carimbó também. Enfim, eu estava no Marajó!!!
Não tinha nada pra comer lá no carimbó, além de bombons de cupuaçu, e foi disso e de cerveja que me alimentei naquela noite. Foi um começo e tanto. Conheci o pessoal que estava no hostel também, fomos os últimos a sair do carimbó, e ainda chegamos e fizemos umas caipirinhas de caju quando voltamos.
Esse hostel mais parecia uma casa de amigos. Conheci muita gente legal lá. Uma casa simples, com uma varanda acolhedora, onde tudo funcionava muito bem. Teve até um tocador de carimbó no hostel, fazendo som e contando histórias. 
O Sérgio, o dono, é uma figura divertida, que dá dicas sobre tudo na região, além de ser boa companhia. 
Tenho saudades daquele café da manhã de lá, com queijo do Marajó, doce de leite e manteiga de búfala, e aquele pãozinho estranho, meio duro, meio borrachudo, mas delicioso, que só vi em Soure.

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    • Por Adriana Gar Mi
      Olá, pessoal!
      Em outubro irei passar 14 dias no Amazonas com meu marido, dos quais, 5 dias em Presidente Figueiredo. Estaremos com um carro alugado e gostaria de estender até o Pará ou Roraima, já que não são tão distantes. Alguma dica do que posso fazer em algum desses lugares? Dá pra chegar de carro até lá, alguém já se aventurou?? Obrigada!
    • Por Jairus Lopes
      No dia 01 de Março de 2016,  eu e minha esposa iniciamos a nossa viagem ao estado do Pará, mas precisamente à cidade de Sta Izabel do Pará, partimos de São Gonçalo no estado do Rio de Janeiro, foi um planejamento de alguns meses e também pedindo a Deus que nos abençoasse nesta viagem. Como era a nossa primeira viagem de carro deste porte em torno de 3100 km. Consultamos aqui no mochileiros.com algumas pessoas que já tinham feito viagens longas. Fizemos o planejamento e quando foi no dia 01 de Março de 2016, partimos às 6:00 hs para o estado do Pará.
      O nosso carro é um Gol 1.0 (8v) ano 2003/2004 com GNV. A minha preocupação era justamente viajar num gol 1.0 .  Mas este gol que esta conosco até hoje nos levou e nos trouxe tranquilamente, graças a Deus. Foram 4 dias para ir, pois tivemos que passar ainda em Goiânia na casa do meu cunhado. o nosso trajeto foi bem conhecido, pegamos a BR 040 até Brasília, ou melhor até Luziânia-GO. Depois pegamos a BR-153 ( Anápolis - Belém). Essa estrada precisa de um certo cuidado, pois tinha alguns trechos com buracos. Mas deu para ir tranquilo. Agora, para dormir a noite, dormíamos no carro, em postos de Gasolina de bandeira. Gente valeu a pena !!!
      Como o meu carro tem GNV, então até BH, eu fui utilizando o GNV para dar um certa economia.
      Esperamos que este relato, sirva de incentivo para você que tem vontade de viajar.
      Um grande abraço, fiquem com Deus.
      Casal : Jairus e Rosa Maria




    • Por Abextado
      Pessoal, se eu for de São Paulo para Montevideo de ônibus, em algum momento meu passaporte será carimbado, ou isso só ocorrerá se eu for de avião? Obrigado!
    • Por NatalieM
      Olás,
      Alguém tem dicas de hospedagem no esquema bom e barato em Belém do Pará? 
      As informações que encontrei por aqui são um pouco antigas. 
      Obrigada 😃
       
    • Por Diego Minatel
      Para mim é algo realmente complicado traduzir em palavras os momentos vividos nos dias da minha viagem. Viagem esta que não se traduz num simples mochilão ou turismo de longa duração. Foi o encontro de uma pessoa comum com seu sonho de andar por terras que tanto o inspiraram, terras mãe da esperança, terras de homens e mulheres feitos de histórias e de coração, corações gigantescos. O sentimento que fica depois de quase seis meses na estrada é o de gratidão, do agradecimento as infinitas pessoas que ajudaram esse pobre viajante das mil e uma maneiras possíveis, para vocês meu muito obrigado.

      Foto 1 - A companheira de viagem
      Tinha uma vida igual a tantas outras, era bem razoável por sinal, mas a vontade de caminhar e estar frente a frente com o novo me atormentava todos os dias. Queria conhecer com meus olhos as diferenças, os sotaques, as comidas, as belezas. Desejava não ter pressa, fazer tudo no seu tempo necessário, não estar preso a rotina dos dias e principalmente aprender. Sim, aprender, não com fórmulas prontas e nem sentado dentro de uma sala de aula. Queria aprender com experiências. Queria conhecer pessoas. De alguma forma queria fugir da minha vida cotidiana, não por ela ser ruim, mas pelo desejo de se conhecer e assim, quem sabe, voltar uma pessoa melhor. Quando esse sentimento passou a ser insuportável decidi que tinha que partir.
      Por um ano ajuntei algum dinheiro, queria ficar seis meses na estrada. A grana não era o suficiente, mas suficiente era a minha vontade. Dei um ponto final no trabalho. Abri o mapa e não tinha ideia por onde começar. Decidi não ter um roteiro, apesar de ter muitos lugares em que eu queria estar.
      Assim começa a minha história (poderia ser de qualquer um). O relato está dividido da seguinte forma:
      Parte 1: de Rio Claro ao Vale do Itajaí
      Parte 2: Cânions do Sul
      Parte 3: de Torres a Chuí
      Parte 4: Uruguai
      Parte 5: da região das Missões a Chapecó
      Parte 6: Chapada dos Veadeiros e Brasília
      Parte 7: Chapada dos Guimarães
      Parte 8: Rondônia
      Parte 9: Pelas terras de Chico Mendes, Acre
      Parte 10: Viajando pelo rio Madeira
      Parte 11: de Manaus a Roraima
      Parte 12: Monte Roraima y un poquito de Venezuela
      Parte 13: Viajando pelo rio Amazonas
      Parte 14: Ilha de Marajó e Belém
      Parte 15: São Luis, Lençóis Maranhenses e o delta do Parnaíba
      Parte 16: Serra da Capivara
      Parte 17: Sertão Nordestino
      Parte 18: Jampa, Olinda e São Miguel dos Milagres
      Parte 19: Piranhas, Cânion do Xingó e uma viagem de carro
      Parte 20: Pelourinho
      Parte 21: Chapada Diamantina
      Parte 22: Ouro Preto e São Thomé das Letras
      Parte 23: O retorno e os aprendizados
      O período da viagem é de 01/10/2015 a 20/03/2016. De resto não ficarei apegado nas datas exatas em que ocorreram os relatos que irão vir a seguir, tampouco preocupado em valorar tudo. Espero contribuir com a comunidade que tanto me ajudou e sanar algumas dúvidas dos novos/velhos mochileiros.


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