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Ola pessoal, bem, estarei viajando a recife, como mochileiro e la vender docinhos e balas para pegar dinheiro e assim, so levarei a mochila de ataque. Mesmo assim minha pergunta é, quais lugares em recife me recomendam ir e quais não, por serem perigosos, ja que estarei com minha mochila o dia todo e na noite procurarei montar a minha barraquinha perto de algum posto ou assim.

So levo roupa, mas mesmo assim andarei de noite pra procurar um lugar onde armar a barraquinha, so não quero terminar me metendo em favela ou lugares muito perigoso para não perder minha mochila

Obrigado

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@Rogerio K C obrigado, terei em conta. Como não tenho data de ida nem nada, posso passar por esses locais, depois conto aqui. Ja esta quase todo pronto, em parte graças ao forum. O único que me preocupa é a questão de ser assaltado ja que pretendo estar sempre com a mochila. Ouvi algumas dicas de usar roupa velha e não chamar muito a atenção. Procurarei também parques municipais e postos de gasolina para montar minha barraquinha

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Melhor para vc ir paraa recife é hostel fiquei dois dias em um em boa viagem. E depois fui pra porto de galinhas. La é  bom e nao é violento. Acampei na boa la. Na praia.

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      Segue o relato do mochilão realizado na Bolívia no final de 2018, se liga na vibe do nossos visinhos bolivianos...
       
      1º Dia: Partida - 26/12/2018 - 15h00 - São Paulo x Porto Quijarro - Empresa La Preferida R$315,00
           Partimos de São Paulo dia 26 de Dezembro de 2018 as 15:00pm da tarde do Terminal Rodoviário da Barra Funda. O ônibus teve um atraso de 30 minutos para que todos os passageiros guardassem suas bagagens no ônibus. A viagem é tranquila e o ônibus muito bom com banheiro e água da empresa La Preferida. Este primeiro trecho da viagem foi entre São Paulo à Porto Quijarro já na Bolívia. A viagem foi tranquila com duração de quase 23 horas e com paradas de 3 em 3 horas. 

       
      2º Dia: Partida - 27/12/2018 - 13h00 - Porto Quijarro x Santa Cruz de la Sierra - Empresa 2 de Mayo Bs$100,00 - Moto Táxi Bs$6,00 - Taxa terminal Bs$3,00 
           Depois de horas na estrada estávamos próximos ao serviço aduaneiro de fonteira terrestre - ADUANA - na fronteira com a Bolívia. Pensamos que o ônibus iria parar para que fizéssemos a saída do Brasil e depois a entrada na Bolívia, mas o ônibus passou direto na fronteira e só parou no Terminal Rodoviário de Porto Quijarro, já em território Boliviano. No terminal rodoviário trocamos um pouco de real em pesos bolivianos e guardamos nossas mochilas na sala vip da empresa La Preferida que foi gentilmente cedida aos passageiros, logo depois pegamos um moto táxi por Bs$3,00 bolivianos para retornar à fronteira para darmos a saída do Brasil na ADUANA Brasileira e firmar a entrada na ADUANA Boliviana. O trecho do terminal rodoviário até a fronteira leva menos de dez minutos. Chegamos na fronteira e atravessamos para o lado brasileiro novamente para fazer a saída do Brasil. A fila estava grande para quem fosse dar entrada no país mas para quem era brasileiro e estava dando a saída do país, no caso do Brasil, estava sendo atendido mais rápido. Fomos atendidos depois de uns 40 minutos e corremos para a fila da ADUANA Boliviana que esta um pouco menor. Carimbamos nossos passaportes e firmamos a entrada na Bolívia. Agora estávamos em dia com o controle de imigração rsss. Após todo trâmite da fronteira retornamos para o terminal rodoviário para almoçar e comprar nossa passagem para a nossa próxima parada, a cidade de Santa Cruz de la Sierra. Compramos em um dos diversos guichês na rodoviário pela empresa 2 de Mayo por Bs$100,00 bolivianos mais a taxa do terminal de Bs$3,00 bolivianos para as 13:00pm com aproximadamente 16 horas de duração. Poderíamos pegar o famoso Trem da Morte pelo mesmo valor e que também sai de Porto Quijarro mas leva um pouco mais de tempo para chegar em Santa Cruz e como estávamos com pouco tempo preferimos ir de ônibus mesmo. 
                       
           A viagem foi tranquila passando por diversas florestas e rios nos mostrando paisagens lindas do território boliviano. Fizemos algumas paradas durante o caminho para comer e ir ao banheiro pois no banheiro deste ônibus só podia mijar. Logo no começo da viagem o cobrador pediu para que quem precisasse cagar era pra pedir pra ele que eles paravam o ônibus para a pessoa fazer na estrada, pois como a viagem seria longa, se fosse fazer no ônibus mesmo ninguém aguentaria o cheiro. Mas ninguém precisou rsss. 
       
      3º Dia: Partida - 28/12/2018 - 11h30 - Santa Cruz de la Sierra x La Paz - Empresa Concórdia Bs$220,00 - Banheiro Bs$4,00 - Taxa Terminal Bs$5,00
           Chegamos em Santa Cruz por volta das 4:00am da madrugada. Ficamos aguardando o Terminal Bimodal de Santa Cruz abrir as 6:00am para poder fazer o cambio da moeda e comprar nossas passagens para nosso próximo destino, La Paz. Ficamos aguardando em alguns bancos que tem do lado de fora do terminal, quando um policial da INTERPOL abordou um de nós pedindo o documento de entrada na Bolívia. Documentos conferidos e fomos liberados rapidamente. Se não tivéssemos feito a entrada no país seríamos multados por estarmos ilegais no país pagando uma multa por este delito. 
           O terminal começou a abrir e logo vimos uma mulher vendendo as passagens para La Paz pela empresa chamada Concórdia pelo valor de Bs220,00 bolivianos, já adiantamos e compramos.  Depois entramos no terminal para aguardar nossa partida que seria somente às 11:30am, então tínhamos um bom tempo para comer, trocar dinheiro, tomar banho e dar uma volta pelos arredores do Terminal Bimodal de ônibus de Santa Cruz de la Sierra. Pagamos Bs1,00 boliviano para banheiro e Bs3,00 bolivianos para banho no terminal, isso acontece em toda a Bolívia, todo banheiro será cobrado, seja para necessidades ou seja para banho. Então separem suas moedinhas, pois elas serão muito úteis para isso. Outra utilidade para as moedas, são as taxas de embarque que todo terminal de ônibus cobra. Depois que compramos nossa passagem tivemos que ir em outro guichê para pagar a taxa de embarque do terminal que nos custou Bs$5,00 bolivianos. Dentro do ônibus antes de sair do terminal, um fiscal entra conferindo pessoa por pessoa o pagamento da taxa. 
        
        
           Andamos nas ruas ao redor do terminal e encontramos diversas barracas com comidas de rua. Tinha bastante comida típica, muitas sopas e caldos, sucos e escolhemos para começar as famosas salteñas e empanadas boliviana. São maravilhosamente deliciosas e valeu muito a pena experimentar. Comemos também o famoso cuñapé, que seria o pão de queijo boliviano. Outra delicia boliviana mas confesso que os pães de queijo da minha avó são infinitamente melhores que os cuñapé boliviano ahuahuahuahu. Desculpa aew Bolívia rs. 
           Retornamos ao terminal e embarcamos rumo a La Paz em uma viagem aparentemente tranquila mas assim que íamos distanciando de Santa Cruz o trajeto começou a ficar um pouco tenso. O trecho que passamos estava em obras e tivemos que passar por diversos desvios ao lado de desfiladeiros e enormes rios que cruzávamos a todo momento. Mais a noite o tempo mudou e começou a chover forte e o trânsito ficou bastante lento em alguns lugares. Com a noite chegando, a escuridão dominava e não tínhamos noção de onde estávamos passando, mas quando um relâmpago clareava tudo r nos dava a visão  do quão perigoso estava o trecho que estávamos passando. 
           Após o transtorno do trecho em obras fizemos mais uma parada para esticar as pernas, ir ao banheiro, comer alguma coisa, comprar água pois seria a ultima parada até La Paz. Como estava um calor de quase 30º graus desde Porto Quijarro, não nos importamos em colocar roupas de frio e seguimos em frente. Assim que o ônibus começou a chegar próximo da cidade de El Alto por volta das 5:00am da manhã sentimos o verdadeiro frio da Bolívia.

       
      4º Dia: Partida - 29/12/2018 - La Paz - Banheiro Bs$1,00 - Hostel Bs$153,00 - Van Bs$5,00 - Teleférico Bs$3,00 - Empresa Diana Tour Bs$40,00    
           Pela janela do ônibus só se via um descampado sem árvores, sem vegetação, coberto somente por uma grama curta e alguns arbustos e muito frio. Tinham diversas casas feitas de barro no meio do nada. Meu coração começou a bater mais forte e a falta de ar também começou levemente. Estava com os esfeitos da altitude, o soroche. Notei que estávamos próximos de El Alto, a última cidade antes de La Paz. O ônibus fez uma parada e mais da metade dos passageiros ficaram por ali mesmo. Perguntamos se ali seria o ponto final do ônibus. Algumas pessoas e o cobrador responderam que sim. Que teríamos que descer ali e pegar o teleférico até La Paz. Quando pegamos nossas mochilas do bagageiro do ônibus, perguntei para o motorista se ali seria o ponto final. Ele respondeu que não, que ali era ponto final pra quem era de El Alto. Subimos novamente no ônibus e ai sim seguimos rumo ao Terminal de Buses de La Paz.
           Chegamos por volta das 7:00am da manhã no terminal e bem na hora do rush. Havia muito congestionamento e resolvemos saltar do ônibus antes de chegar no terminal e continuarmos a pé o trajeto. No terminal de buses de La Paz usamos o banheiro por Bs$1,00 boliviano, compramos nossas passagens para Copacabana por Bs$40,00 bolivianos pela Diana Tour e usamos o wi-fi gratuitamente para podermos acessar o mapa no telefone para  poder seguir a pé para a Rua Sagarnaga. Esta rua esta concentrado a maioria das agências de câmbio, das agências de turismo, hotéis, pousadas e hostel. Fica bem próximo do Mercado Lanza, do famoso Mercado de las Brujas, da Igreja e Convento São Francisco, da Av. Illampu que contém diversas agências de turismo também. Ficamos hospedados no Hostel York B&B na rua Sagarnaga mesmo por Bs$153,00 bolivianos a diária por um quarto duplo, café da manhã e com banheiro privado. Como chegamos muito cedo no hostel e o check-in seria um pouco mais tarde, guardamos nossas mochilas na recepção do hostel e tomamos algumas xícaras de chá de coca para amenizar os efeitos da altitude que já estavam dando seus sinais. Ficamos por alguns bons minutos na cozinha do hostel tentando acostumar com aqueles sintomas e assim que o chá de coca fez efeito resolvemos sair pra rua para encontrar agências de câmbio para trocar nosso dinheiro e aproveitamos para dar uma volta na rua do Mercado de las Bruxas que estava começando a abrir.   
        


         


           Retornamos para o hostel para fazer o check-in, pois já estava no horário, nos acomodamos no quarto que reservamos, tomamos um belo e merecido banho, arrumamos as mochilas menores e bora pra rua novamente almoçar e aproveitar o dia que por incrível que pareça estava fazendo sol com todo aquele frio. Então não podíamos perder tempo e saímos logo em direção à Praça Murillo, um dos cartões postais de La Paz. 
       
       

           Ficamos um tempo nesta praça até que resolvemos perguntar para um guarda como se chega no Mirador Kili Kili. Ele nos orientou a pegar um tipo de van por ali mesmo em uma esquina da Praça Murillo pagando Bs$5,00 bolivianos que conseguiríamos chegar na entrada do mirador. Achamos a van e aguardamos por alguns minutos até que lotasse a van de passageiros. O percurso até o mirador durou apenas 10 minutos. A van percorre alguns lugares da cidade parando em alguns e seguiu rápido em direção ao mirador. Transporte barato, rápido e eficaz.  










           O Mirador Kili Kili nos da a visão da grandeza de La Paz. Tem uma vista impressionante da cidade. Ficamos por horas neste local, até que o tempo que estava aberto se fechou de uma hora pra outra e começou a chover até granizo. Ficamos por quase uma hora em um abrigo no mirador aguardando a chuva passar. Foi impressionante ver aquela tempestade do mirador com seus raios cortando toda a cidade de La Paz.
           Assim que a chuva deu uma trégua conseguimos ir até o ponto e pegamos a van que nos deixou na Praça Murillo novamente. De lá fomos ao mercado Camacho comer uma típica comida boliviana. Estava frio e chuvoso e nossos estômagos estavam roncando de fome. Andamos por cerca de 10 minutos e já estávamos no Mercado Camacho. Pedimos dois pratos tipicamente bolivianos porem esquecemos de perguntar quantas pessoas eles serviam ahuauhaua. Vieram dois pratos enormes, um chamado Picana Navideña e outro chamado Planchitas que juntos serviam 4 pessoas facilmente ahuahuhauhau. Fiquei pensando depois que o garçom poderia ter nos avisado rsss mas tudo bem, comemos até o cu fazer bico! kkkkkkkkkk 

       
           Barriga cheia, pé na areia! Saímos do Mercado Camacho e fomos nos aventurar nos famosos teleféricos da cidade. Foi sensacional andar por cima da cidade naquelas cabines. Parecia que estávamos flutuando sobre La Paz. O sistema teleférico em La Paz foi inaugurado no ano de 2014 ligando as cidades de El Alto e La Paz. Hoje em dia La Paz contém 9 linhas integradas levando 18.000 pessoas por hora, facilitando o trânsito caótico gerado pela geografia caprichosa do lugar. As linhas são interligadas, porém cada uma delas será cobrado uma tarifa de Bs$3,00 bolivianos caso tenha que trocar de linha. 
         


       
       

            Retornamos ao hostel para descansar um pouco e aclimatar pois o soroche estava acabando com nosso fôlego e o coração disparava a toda hora. Como íamos subir mais ainda resolvemos ficar de booooa no hostel pois logo de manhã iriamos sair em direção ao Terminal de Buses de La Paz para tomar o ônibus para o nosso próximo destino, a cidade de  Copacabana às margens do lago mais alto do mundo, o Lago Titicaca.
       
      5º Dia: Isla Del Sol - 30/12/2018 - La Paz x Copacabana x Isla Del Sol
       
      (((((Continua no próximo post))))
       
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       (...)
    • Por Victor Prates
      Este post mostrará as melhores opções pra você aproveitar as Galápagos e suas praias sem gastar uma fortuna. Mas já adianto que se você está sem nada de grana, este não é o destino pra você.
      O arquipélago é conhecido principalmente pela variedade de fauna entre cada uma das ilhas, que foi crucial para Charles Darwin formular a Teoria da Evolução. Este relato também apresentará os animais mais interessantes que vimos e onde você poderá encontrá-los.
      As Galápagos pertencem ao Equador e estão situadas a cerca de 950 km a oeste do litoral do país. As ilhas estão situadas no Oceaco Pacífico e sua formação está atrelada a um hotspot vulcânico numa junção tripla entre 3 placas tectônicas: Pacífica, de Nazca e de Cocos. O arquipélago é formado por 13 ilhas principais e outras centenas de ilhotes e ainda possui 21 vulcões, sendo 13 ativos.
      O mapa abaixo, retirado do Google Earth, mostra o arquipélago das Galápagos, seus portos, aeroportos e o nome das 13 maiores ilhas. Nossa trip teve foco nas 3 principais ilhas: Isabela, Santa Cruz e San Cristóbal.

      Dividi este post em duas partes, sendo a primeira com resumo das atrações visitadas e detalhes de programação e a segunda com a descrição de cada uma das ilhas que visitamos.
       
      ROTEIRO RESUMIDO
      Dia 1: Vôo de São Paulo/SP à Guayaquil no Equador, onde passamos a primeira noite da viagem.
      Dia 2: Vôo de Guayaquil à Ilha Baltra em Galápagos. Deslocamento até a cidade de Puerto Ayora, a maior do arquipélago. Chegada no hostel e passeio no Darwin Center, um centro de criação de tartarugas gigantes. Pela noite passeamos pelo calçadão à beira-mar.
      Dia 3: Táxi até o povoado de Santa Rosa, de onde caminhamos até a Reserva El Chato. Aqui, conhecemos muitas incríveis tartarugas gigantes e os Túneis de Lava. Voltamos andando à Santa Rosa e subimos a pé pela rodovia por 1h30min até Los Gemeles, duas imensas crateras.
      Dia 4: Ida à Baía Tortuga, onde visitamos as praias Brava e Mansa. Vimos uma infinidade de iguanas marinhas pretas neste dia.
      Dia 5: Pela manhã fomos a Las Grietas, um mini-cânion de paredes de rocha vulcânica. Na sequência pegamos um barco de 2 horas até a cidade de Puerto Baquerizo Moreno, na ilha de San Cristóbal, onde há uma infinidade de leões marinhos. Ida a Playa Mann ver o pôr-do-sol.
      Dia 6: Caminhada até a linda Praia La Loberia, cheia de leões marinhos, e até o penhasco El Acantilado, onde tivemos uma observação intensa de aves marinhas. Regresso a Puerto Baquerizo, ida até o Centro de Visitantes e subida ao Cerro Tijeretas, onde fizemos observação de fragatas, pelicanos e da bela Baía Tijeretas. Caminhada até a Playa Ochoa e contemplação de um booby, icônico pássaro de patas azuis das Galápagos.
      Dia 7: Tour para a parte alta da ilha de San Cristóbal, onde visitamos a Laguna El Junco e caminhamos ao redor da lagoa. O passeio também incluiu visitação ao centro de criação de tartarugas gigantes e à Praia de Puerto Chino.
      Dia 8: Snorkel com leões marinhos na Baía Tijeretas e com uma infinidade de tartarugas marinhas na Playa Carola.
      Dia 9: Regresso à Ilha de Santa Cruz pela manhã. De tarde fizemos um trekking de 4 horas (ida e volta) para subir o Cerro Puntudo, a segunda montanha mais alta da ilha.
      Dia 10: Duas horas de barco até Puerto Villamil na Ilha Isabela, a maior das Galápagos. Ao chegar fizemos uma caminhada de 7h30min (ida e volta) até o Muro de las Lágrimas.
      Dia 11: Tour para o cume do Volcán Sierra Negra. O passeio durou 5h20min, com 16 km caminhados. Visitamos a linda cratera do Sierra Negra e fomos a um mirante com vista pra muitos vulcões da Isabela. Ao voltarmos para Puerto Villamil fomos a outro centro de criação de tartarugas gigantes. Pra finalizar o dia, caminhamos por mangues e lagoas com muitos flamingos.
      Dia 12: Tour de caiaque e snorkel pela Baía Las Tintoreras, onde vimos uma infinidade de espécies animais, incluindo raias, tubarões e um pinguim. Depois fizemos snorkel na Concha Perla com mais leões marinhos. Barco de regresso à ilha de Santa Cruz.
      Dia 13: Visitação ao centro Charles Darwin novamente e dia tranquilo na cidade.
      Dia 14: Retorno de Puerto Ayora a Guayaquil. Avistamento de iguanas terrestres próximo ao aeroporto de Baltra. Uma vez em Guayaquil, caminhamos por Las Peñas até o farol no topo da montanha Cerro Santa Ana.
       
      PROGRAMAÇÃO
      Onde Ficar
      Nas Galápagos existem três vilas em cada uma das três maiores ilhas, as quais você pode ver a localização no mapa do item “INTRO”:
      ·         Puerto Ayora, na ilha de Santa Cruz, com uma população de 12.000 habitantes;
      ·         Puerto Baquerizo Moreno, na ilha de San Cristóbal, com cerca de 7.000 habitantes; e
      ·         Puerto Villamil, na ilha Isabela, a menor com aproximadamente 2.000 moradores.
      Qualquer uma das três têm boas opções de alimentação e hospedagem.
      Puerto Ayora é a maior cidade do arquipélago e a com mais estrutura, mas é também a mais desorganizada. Possui a vantagem de estar situada no centro das Galápagos e, por isso, é de onde saem a grande maioria dos passeios para as outras ilhas. Ficamos em dois bons hosteis em Ayora, o Gloria e o Sir Francis Drake.
      A vila de Baquerizo foi a que eu mais gostei por ter bastante infraestrutura e ser mais organizada que Puerto Ayora. Além do que, adorei o fato de haver uma infinidade de leões marinhos no porto e na praia da cidade. Em Baquerizo, dormimos no hostal León Dormido.
      Villamil, com suas ruazinhas de areia, é a mais pacata e aconchegante das três, porém é a com menos estrutura e atrações para visitar. É a única das três ilhas que não possui um aeroporto nem caixas automáticos. Passamos nossa estadia em Isabela no hostel Villamil.
       
      Como Chegar
      Seguem informações sobre como ir às Galápagos:
      ·         Somente é possível chegar nas ilhas através de transporte aéreo;
      ·         Os vôos para o arquipélago saem apenas de duas cidades: Quito e Guayaquil, ambas no Equador;
      ·         Existem dois aeroportos que recebem vôos do continente: um na Ilha de San Cristóbal e outro na Ilha de Baltra, que dá acesso à Santa Cruz;
      ·         As companhias TAME e Avianca Ecuador possuem vôos diários e frequentes para os destinos de saída e partida acima mencionados (e caros!);
      ·         Os vôos saindo de Guayaquil levam 1h30min e de Quito 2 horas.
       
      Para locomover-se entre as ilhas de barco, é importante considerar:
      ·         Somente existem dois trechos de traslados fixos entre as ilhas: um entre Santa Cruz e Isabela e outro entre Santa Cruz e San Cristóbal;
      ·         O serviço não é oferecido por empresas públicas, sendo necessário comprar o ticket nas agências das vilas;
      ·         Ambos os trechos são realizados duas vezes ao dia para cada sentido, sendo que um barco sai no início da manhã e outro pela tarde. Os horários não são fixos por não serem barcos oficiais;
      ·         Compre seus boletos de barco com ao menos um dia de antecedência;
      ·         Cada trajeto de barco leva cerca de 2 a 3 horas;
      ·         A viagem pode ser bem mareante a depender das condições do mar.
      Por serem as únicas 3 ilhas com povoados com estrutura para turismo, se você quiser ir para as outras é preciso contratar tours, que serão bem caros.
      Para o regresso de Puerto Ayora à Ilha de Baltra, os horários de ônibus até o ferry são: 07:00, 07:40 e 08:30.
       
      Quando Ir
      Não há uma temporada de preferência para visitar as Galápagos. O clima é ameno durante todo o ano e suas atrações podem ser visitadas a qualquer época.
      A única recomendação que faço é evitar os meses de alta temporada: janeiro, julho, agosto e dezembro. Deste modo, não haverá riscos de os passeios e/ou barcos entre as ilhas estarem lotados.
       
      O Que Levar Para Trekking
      Fizemos algumas trilhas de um dia nas ilhas e todas apresentam grau baixo de dificuldade. Portanto, leve apenas o básico:
      ·         Bermuda ou calça
      ·         Camiseta
      ·         Bota ou tênis de trilha
      ·         Mochila (30-45L)
      ·         Boné/chapéu
      ·         Capa de chuva ou poncho impermeável
      ·         Traje de banho
      ·         2-3 L de água
      ·         Snacks para trilha
      ·         Protetor solar
      ·         Repelente
      ·         Câmera fotográfica
       
      RANKING DAS ATRAÇÕES
      Segue abaixo as opções de roteiro considerando o número de dias que você terá nas ilhas, de mais imperdível para menos imperdível:
      1 Dia: Puerto Baquerizo, Punta Carola e Baía Tijeretas. Sei que ninguém vai pras Galápagos pra passar só um dia, mas se você for esta pessoa, vá para a Ilha de San Cristóbal. Em um dia você pode ver uma infinidade de leões marinhos dentro e fora d’água e fazer snorkel com dezenas de tartarugas marinhas gigantes na Punta Carola. Ainda é possível avistar fragatas e boobies na Baía Tijeretas.
      2 Dias: Tour Puerto Chino. Ainda na Ilha de San Cristóbal, recomendo que encontre um motorista que te leve para a linda Praia de Puerto Chino. No caminho você passará pela Laguna El Junco, um lago dentro de uma cratera vulcânica, e pelo Galapaguera, um centro de criação de tartarugas gigantes terrestres.
      3 Dias: Baía Tortuga e Darwin Center. Pegue um barco até a Ilha de Santa Cruz e passe um dia nas lindas Praias Brava e Mansa. Veja dezenas de iguanas marinhas e depois vá até o Darwin Center, o principal centro de criação de tartarugas gigantes do arquipélago.
      4 Dias: El Chato e Los Gemelos. A Reserva El Chato é o melhor lugar para interação com as famosas tartarugas gigantes das Galápagos. Nele você ainda pode ver os lindos Túneis de Lava. Na sequência é possível visitar as impressionantes crateras Los Gemelos.
      5 Dias: Vulcão Sierra Negra. Se você tiver um quinto dia (por favor tenha), pegue um barco para a Isabela no dia anterior e reserve o tour para o Vulcão Sierra Negra. Você terá o panorama mais lindo das Galápagos. Na volta para Puerto Villamil, você pode passar na Lagoa de Flamingos e no Centro de Criação de Tartarugas da Isabela.
      6 Dias: Las Tintoreras e Concha Perla. Ainda na Isabela, recomendo que faça o tour de snorkel e caiaque nas Tintoreras. Você verá animais não antes vistos como tubarões, raias e pinguins. No final, aproveite o aluguel do snorkel e vá nadar com leões marinhos na Concha Perla.
      7 ou mais Dias: Agora que você já conheceu lugares bem representativos das Galápagos, sugiro as seguintes opções caso você tenha mais tempo nas ilhas:
        Fazer mergulho. Deverá ser uma de suas prioridades se você for certificado. Infelizmente, só tirei meu certificado após esta viagem;   Fazer tours de 1 dia para as ilhas Bartolomé, Seymour Norte, Pinzón, Santa Fé, ou qualquer uma próxima a Santa Cruz;   Dia extra em uma das 3 maiores ilhas: em Santa Cruz para conhecer Las Grietas; na Isabela para visitar o Muro das Lágrimas; ou em San Cristóbal para ir à Playa Ochoa ou ao El Acantilado;   Tenha dias de descanso nas lindas praias das ilhas. Como se pode ver, é possível elaborar uma infinidade de roteiros nas Galápagos. Se você tiver tempo e dinheiro vale a pena conhecer o máximo número de ilhas possível, o que possibilitará que conheça mais fauna endêmica e mais paisagens lindas. Se você estiver com pouca grana e com bastante tempo, recomendo que fique somente nas 3 ilhas principais, como nós fizemos.
       
      ANIMAIS AVISTADOS
      Segue abaixo uma relação dos principais animais que vimos nas ilhas que visitamos:
      Baltra: Iguanas terrestres amareladas.
      Santa Cruz: blue-footed booby (piquero de patas azules), caranguejos chama, coruja das Galápagos, fragatas, iguanas terrestres amareladas, iguanas marinhas (MUITAS), lava lizards, leões marinhos, pelicanos, raia, tartarugas terrestres gigantes, diversos tentilhões (finches, pinzones)
      San Cristóbal: blue-footed booby (MUITOS), fragatas (MUITAS), iguanas marinhas, lava lizards, Leões marinhos (MUITOS), pelicanos, tartarugas marinhas verdes (MUITAS), tartarugas terrestres gigantes, diversos tentilhões.
      Isabela: blue-footed booby, caranguejos chama, fragatas, flamingos, iguanas marinhas, lava lizards, leões marinhos, mocking bird, pelicanos, pinguim das Galápagos, raias, tartarugas marinhas verdes, tartarugas terrestres gigantes, diversos tentilhões, tubarões.
      Lista dos não avistados que queríamos ver: albatroz das Galápagos, cormorão das Galápagos (flightless cormorant), iguanas terrestres rosadas, nazca booby, red-footed booby (piquero de patas rojas), tubarão martelo, raia manta e outros só pra quem faz tour de mergulho.
       
      GASTOS TOTAIS
      Os gastos da viagem se deram em dólares americanos, que é a moeda oficial do Equador. Os valores em negrito são para 3 pessoas:
      ·         Avião Guayaquil -> Galápagos* = US$ 400 por pessoa = US$ 1.200
      ·         Taxa Aeroporto = US$ 20 por pessoa = US$ 60
      ·         Entrada Parque Nacional Galápagos Mercosul = US$ 50 por pessoa (US$ 100 p/ fora Mercosul) = US$ 150
      ·         Balsa + Bus Baltra -> Santa Cruz = US$ 9
      ·         Barcos de Santa Cruz para San Cristobal e Isabela = US$ 30 por pessoa por trajeto (4 viagens) = US$ 360
      ·         Hospedagem em Santa Cruz (6 noites) = US$ 405
      ·         Hospedagem em São Cristobal (4 noites) = US$ 240
      ·         Hospedagem em Isabela (2 noites) = US$ 110
      ·         Passeios em Santa Cruz (El Chato, Las Grietas, Cerro Crocker) = US$ 34,6
      ·         Passeios em São Cristobal (Puerto Chino, El Junco e Snorkel Punta Carola) = US$ 80
      ·         Passeios em Isabela (Volcán Sierra Negra e Tintoreras) = US$ 225
      ·         Refeições em Galápagos = US$ 405
      ·         Mercado em Galápagos = US$ 90
      ·         Lavanderia = US$ 20
      Total para 3 Pessoas = US$ 3.389
      TOTAL POR PESSOA (2017) = US$ 1.130
      * Não inclui passagens aéreas para chegar ao Equador
       
      AS ILHAS
      Nosso acesso para as Galápagos se deu pela cidade de Guayaquil, situada no litoral do Equador. Passamos uma noite no Hostel Nucapacha e no dia seguinte pela manhã fomos ao aeroporto pegar o vôo para a Ilha de Baltra.
      Pagamos 20 dólares de taxa aeroportuária antes de tomar o vôo, o qual durou 1h30min de duração. Ao chegar no arquipélago, pagamos mais 50 dólares para entrar no Parque Nacional Galápagos (salgado!).
      Se você quiser acompanhar a descrição detalhada sobre as 3 ilhas principais que visitei nas Galápagos, basta acessar o link abaixo.
      Continuar lendo: 
      http://trekmundi.com/galapagos/
      Abaixo algumas imagens deste fantástico arquipélago:

      Ivan e iguanas marinhas

      Praia Brava

      Ivan, eu e tartarugas gigantes das Galápagos

      Anna, eu e tartarugonas

      Anna e uma das dolinas Los Gemelos

      Leões marinhos brincalhões

      Anna snorkelando com a tartaruga marinha

      Ivan e Leões Marinhos

      Anna e Blue-footed booby

      Volcán Sierra Negra
       
      Um abraço!
       
       
       
       
    • Por renanlouzada
      Boa tarde, mochileiros. Decidi tentar compartilhar com os senhores um pouco da minha experiência nesse segundo "mochilão". 
      Tinha 15 dias de férias para tirar e estava muito em dúvida sobre qual roteiro traçar. Estava quase decidido a ir para a Costa Rica e Panamá, quando no dia da compra, decidi por ir para a Patagônia. Já tinha ido à Argentina, mas não ao sul. Conhecia apenas Buenos Aires. Pois bem, iniciou-se, então, em novembro/2017, o planejamento para essa viagem de fevereiro/2018.
      Fui com, à época, minha namorada, então algumas coisas saíram mais caras do que era esperado - optamos por quartos individuais e com banheiros privativos em todos os casos. Tive dificuldade em colher algumas informações, mas vou tentar repassar tudo da melhor forma aqui pra quem, por ocasião, quiser fazer um roteiro similar e tiver as mesmas dúvidas.
      Nossa viagem começou dia 10/02, saindo de Vitória/ES para São Paulo.
      PS.: MUITAS FOTOS. 

      Nosso roteiro foi: 
      - Vitória x São Paulo (aéreo)
      - São Paulo x Buenos Aires x El Calafate (aéreo)
      - El Calafate x Puerto Natales (ônibus)
      - Puerto Natales x Punta Arenas (ônibus)
      - Punta Arenas x Ushuaia (ônibus)
      - Ushuaia x Buenos Aires x São Paulo (aéreo)
      - São Paulo x Vitória. (aéreo)
      Custos de passagem: R$ 3100,00 para duas pessoas, aproximadamente. Saindo de Vitória, tomei uma decisão que não havia seguido nas viagens anteriores: preocupado com a minha namorada, fiz seguro de viagem para nós dois. R$ 125,00 cada.
      Detalharei a seguir.
      Chegamos em São Paulo, após voar pela AVIANCA, por volta das 21h. Pelo Booking, localizei um motel/hotel relativamente perto do aeroporto. Só não sabia que, apesar de perto, era mal localizado. O nome do estabelecimento era: VISON MOTEL. Para a proposta, pernoitar apenas uma vez até que não tive problema. Lugar relativamente tranquilo PRA DORMIR. Se não me engano, custou R$ 50,00 a pernoite para nós 02. Chegamos tranquilamente com Uber no local. Apesar de "próximo", estávamos cerca de 20 minutos do aeroporto. 


      Acima, umas fotos do quarto em si.
      11/02
      A luta, porém, foi para, na manhã do dia seguinte, conseguir ir para o aeroporto. Tentei por 05x chamar um Uber e todos cancelavam a corrida. O tempo passando e eu, como não conhecia nada ali, ja estava ficando desesperado com medo de perder o voo. Quando, na sexta tentativa, assim que o motorista aceitou eu liguei e expliquei que queria ir para o Aeroporto pegar um voo internacional. Assim, com 5 minutos ele chegou. E então me explicou a razão de ninguém aceitar a corrida: o local era periferia e, geralmente, dali as pessoas iam para o interior de favelas. Perigo de não conhecer a cidade onde vai se hospedar.. mas enfim. Tudo certo, embarcamos em voo pela LATAM para Buenos Aires, chegando por la aproximadamente as 10h. Descemos no Aeroparque. 
      Como eu já havia comprado o chip de internet EasySim4u, procuramos uma loja da Personal para comprar um chip para minha namorada, apenas para se comunicar via whatsapp, já que fotos e videos seriam enviados tudo pelo meu chip. Encontramos um por cerca de R$ 60,00. Funcionou por toda a viagem. Ps.: todos os valores serão informados ao final, com uma planilha detalhada que fiz.
      Por fim, após algumas poucas horas de espera, embarcamos em outra aeronave da LATAM para, agora, com destino a El Calafate, nosso primeiro ponto de parada. 
      Chegamos nessa bela cidadezinha por volta das 16h local e dividimos um transfer com dois chineses (nunca vi tantos!!!!) até o centro da cidade, ficando mais precisamente no hotel TERRAZA COIRONES. Uma bela vista. Mas falo dele a seguir.
      Nao perdemos tempo: deixamos as coisas no quarto e partimos para o centro da cidade, onde conseguimos um transporte (gratuito. A cidade oferece!! Não paguem por isso!) até o Glaciarium.  Apesar de já um pouco tarde, conseguimos chegar a tempo. Não me interessou muito o museu, então fui apenas para o Bar de Gelo. Algo extraordinário e inimaginável, até então - como muitas outras coisas vistas. 



      Todo o bar é feito de gelo, como puderam ver nas fotos. Temperatura varia entre -5 a -7ºc e, para permanecer pelos 30 minutos que permitem, é necessária a utilização dessa roupa estranha que parece de astronauta.  É possível desfrutar de alguns drinks feitos na hora, já inclusos no valor da entrada do bar.
      Finalizada a experiência, esperei por alguns minutos o transfer chegar para retornarmos à cidade. O Glaciarium fica uns 20 minutos do centrinho. E a vista, pelo lado de fora, já estava me empolgando. Muito bonito o visual.



      Finalizada a ida ao Glaciarium, voltamos ao centro e conseguimos dar uma caminhada pela cidade, visitando alguns rápidos pontos. Demos uma volta (sem comprar nada) no “Paseo de Artesanos” e “La Aldea de los Gnomos”. Há algumas coisas legais, até vale a pena comprar. Mas como tinha acabado de chegar, não estava disposto a comprar nada até então.


      Por fim, fui para uma cervejaria artesanal que pesquisei antes, a fim de comer e, claro, tomar um gelo. O nome do local é LA ZORRA TAPROOM. Recomendo. O preço não é dos mais baratos, mas não espanta. Um lanche foi suficiente para cada um, além de uns dois chopps. Na foto, inclusive, o relógio já marcava 21h40. E o sol tava ali, firme e forte

       
      Dia 12/02
      No segundo dia, acordamos cedo e tomamos café no próprio hotel, partindo em seguida junto ao transfer para o passeio no Perito Moreno. Antes de andar na geleira, contudo, foi feita a visita ao Parque Nacional Los Glaciares, onde, a partir das passarelas existentes, se vê e observa a geleira, que em alguns momentos se rompe e te permite ter uma das vistas mais belas possíveis. O barulho, quando acontece, parece um trovão. Difícil explicar. Hehe.




      Dali, partimos para um porto onde entramos numa embarcação rumo à base do Perito Moreno, onde começaríamos a caminhada pelas geleiras. Aqui vai uma observação: existem dois tipos de passeios que se podem fazer: o Mini Trekking, que tem duração aproximada de 1h30min, e o Big Ice, que dura pouco mais e “entra” nas cavernas de gelo. Porém, isso também depende do dia, pois a geleira se modifica sempre e, às vezes, pagarão mais pra fazer o Big Ice e não terá tanta coisa diferente. Eu fiz o Mini Trekking e, pessoalmente, saí bem satisfeito. As empresas de turismo, pelo que me constou, revendem o pacote da empresa “Hielo y Aventura”. Eu comprei direto dela, o preço é tabelado então é tudo a mesma coisa.






      Por fim, após o passeio de dia todo (necessário um dia somente pra isso), retornamos à cidade. Fomos ao hotel, tomamos um banho e, depois, fomos jantar. Ainda tinha sol: escurecia em quase todos os pontos da patagônia próximo das 22h. 
      Lembra que falei lá no começo do seguro de viagem pra minha namorada? Então.. saindo do hotel, consegui a proeza de torcer o pé na escada. O pior não foi nem a torção, foi o barulho como se tivesse quebrando algo. Com sangue quente, fui mesmo assim pra rua e fomos jantar num restaurante chamado El Ovejero. Comi, bebi, andei mais e, por volta das 22h30m, retornamos pro hotel. Aí, sim: DOR. Tomei banho, deitei na cama e começou uma dor intensa no pé. Inchou demais, quase dobrou de tamanho.
      Tentei aguentar por uma hora a base de uns remédios que levamos e gelo, mas estava impossível. Fomos até o hospital local e, graças ao seguro de viagem (!!), fomos atendidos e liberados (cerca de 1h20m entre atendimento, medicação e liberação). Compensou um pouco, pois a consulta e os medicamentos ficariam em cerca de R$ 180 reais. Economizei R$ 55,00, no caso.. enfim. Fui pro hotel já com a dor tranquilizada e o inchaço diminuindo. O desespero seria pelo que viria mais à frente.


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