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michele.caetano

EUROTRIP LUA DE MEL: Paris, Praga, Viena, Budapeste, Costa Amalfitana e Roma - 23 dias de Primavera

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Em 30/05/2019 em 19:03, michele.caetano disse:

E pra finalizar uma foto da sacada do nosso apartamento com uma bela vista da Torre Eiffel. Era incrível acordar e dormir com essa vista!

Que show! Saudades de Paris! Só não dos preços das coisas. hehehehe

  • Obrigad@! 1

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Paris

Dia 4

Como não tinha previsão de chuva pra esse dia, aproveitamos pra ir na principal atração da cidade: subir a Torre Eiffel. Como não queríamos perder muito tempo em fila e pretendíamos subir na torre de elevador, acordamos bem cedo e chegamos antes mesmo da bilheteria abrir (por volta de 8:30). Já tinha uma fila, mas nada comparado ao horário de pico! Demoramos cerca de 30 min pra subirmos depois que a bilheteria abriu. A vista lá de cima é incrível! Uma dica: aproveite pra já subir até o topo da torre, porque conforme vai ficando mais tarde vai formando uma fila pro elevador. Nós fizemos isso e foi ótimo, porque além de não pegarmos nenhuma fila pra subir, ainda estava bem vazio lá em cima. Depois descemos de volta ao segundo andar e aproveitamos a vista e, claro, tiramos várias fotos. De fato, é uma atração única, com uma vista incrível da cidade. Vale muito a pena! 

Pra quem quer economizar ou chegou tarde e não está afim de perder horas na fila e tem uma boa dose de disposição, tem a opção de subir a pé até o andar principal. O preço é bem mais em conta (uns 10 euros mais barato). Neste ingresso também está incluída a subida até o topo da Torre de elevador. Da outra vez que fui à Paris subi de escadas por conta da fila, mas tinha lá meus 20 e poucos anos. Depois dos 30, subir 1.500 degraus fica um pouco mais puxado, rs.

Entrada: €25,50

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Saindo da Torre fomos num mercado (Carrefour) ali perto pra comprar comidinhas e vinho pra fazermos um piquenique no parque Champ de Mars, mais um dos presentes de ganhamos. Solzinho gostoso pra esquentar e uma vista privilegiada da Torre Eiffel, sucesso garantido! Ah, não esqueçam de levar uma canga ou toalha. 

Gasto mercado: 22,4 (compramos tudo que está na foto, incluindo abridor de vinho que esquecemos, patê de frois gras e creme de avelã =p ).

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Nesse dia experimentamos andar de patinete pela cidade. Foi super prático e divertido. Apesar do metrô de Paris ser excelente, perde-se tempo com o deslocamento a depender da distância e da necessidade de trocar de linha. Conseguimos otimizar bastante nosso tempo com o patinete. Só tem que ficar atento no app pra não perder a noção de quanto tá gastando em cada corrida, porque não é muito baratinho não.

Primeiro fomos até o Hôtel des Invalides, depois na Ponte Alexandre III e na Galeries Lafayete, com o objetivo de comer alguns doces típicos franceses que sabia que tinham por lá e beber um drink no rooftop (mais um presente de casamento que ganhamos). Infelizmente o terraço estava fechado, mas consegui experimentar o L'éclair e macarrons! Deliciosos, mas preço salgado.

L' éclair de Génie: €6 unidade

Macarron Pierre Hermé: €3 unidade

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Hôtel des Invalides

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Hôtel des Invalides

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Ponte Alexandre III

 

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Pra encerrar o dia com chave de ouro, fizemos um passeio de barco pelo rio Sena pela empresa Bateaux Mouche (€14 p/ pessoa), no horário do pôr-do-sol. Levamos uma garrafa de vinho pra bebermos durante o passeio (já que não tínhamos grana pra fazer o passeio com jantar - uma pequena fortuna!). O passeio foi uma delícia! Curtimos bastante e o horário foi perfeito porque passeamos pelo rio no fim da tarde, ainda claro, e também à noite, com tudo iluminado, inclusive a Torre Eiffel. 

 

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Gasto patinete pra 5 deslocamentos, desde o Champ de Mars até o Trocadero, onde pegamos o metrô: €17,15 (veio no cartão de crédito).

 

 

 

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Paris

Dia 5

Estávamos na dúvida se íamos no Palácio de Versailles ou não, mas como era a primeira vez do meu marido na França, eu achei um pecado ele não conhecer. O problema é que era uma terça-feira e como ele não abre às segundas esse costuma ser um dia bastante cheio por lá. E estava mesmo! Não conseguimos chegar cedo como havíamos planejado (o cansaço já estava batendo nessa altura), então pegamos uma fila gigantesca de mais de 3h pra entrar no palácio. Dica importante: caso tenha muita fila pra entrar no palácio vá direto pros jardins, curta o ambiente e mais tarde volte quando a fila já estiver menor. Como perdemos muito tempo na fila não curtimos o quanto gostaríamos tanto a visita no palácio quanto nos jardins. De todo modo é um passeio imperdível, e por isso mesmo vale um planejamento pra aproveitar melhor. Os jardins são incríveis e passar a tarde lá foi uma delícia. Como estávamos famintos comemos num restaurante que tinha lá pelos jardins. Não foi muito barato, mas era o que tínhamos. Uma possibilidade é comer um lanche no Mac Donald's que tem perto da estação de trem, antes de entrar no Palácio. Vi muita gente na fila fazendo isso.

Passagem trem p/ Versailles - ida e volta: 7,40 p/ pessoa

Entrada Versailles (palácio + jardins): €27 p/ pessoa

Almoço nos jadins: €45 casal

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Voltando pra Paris passei na Citypharma, uma loja de cosméticos que tem preços super atrativos. A dica é já fazer uma pesquisa antes do que gostaria de comprar porque chegando lá é muita informação! Eu não sou muito de usar cosméticos então fiquei meio perdida, confesso. Mas consegui comprar algumas coisinhas que valeram a pela. Gastei em torno de €40 comprando: sabonete esfoliante facial, água termal, creme antioxidante p/ rosto e lenços demaquilantes.

Pra encerrar nossa estada em Paris, bebemos a garrafa de espumante que ganhamos de cortesia na sacada do ap, curtindo a vista pra Torre Eiffel, que de hora em hora cintilava e ficava ainda mais bonita. Ahh que saudade que bateu! 😍

 

 

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No dia seguinte, saímos bem cedo (mas super atrasados!) pro aeroporto, rumo ao próximo destino. Depois de muita adrenalina por quase perdermos o vôo, só sobrou espaço pra ansiedade de chegar logo nesse pedacinho do mundo tão encantador e maravilhoso, chamado Praga! ❤️

Uber Montmartre-Aeroporto: €40

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Praga

Deslocamento Paris-Praga: avião (AirFrance) - €49 p/ pessoa

Saindo do aeroporto: Pegamos um ônibus (32 CK p/ pessoa) até um local onde tinha uma estação de metrô (se não me engano foi em Petriny) - no centro de informações do aeroporto você consegue se informar tranquilamente. De lá pegamos a linha A do metrô e descemos na estação Museu que ficava há 5 minutos da nossa hospedagem.

Câmbio: Trocamos €50 no aeroporto numa cotação ruim: 1€ = 18 CK. Troquem o menos possível lá! Na cidade a cotação foi bem melhor: 1€ = 25 CK. Vou tentar lembrar a casa de câmbio que troquei (indicação dos staffs) e coloco aqui.

Hospedagem: Ficamos no Vallentina Apartments, pelo Booking.  Quarto c/ suíte bem espaçoso e confortável. Tinha também uma cozinha compartilhada bem equipada. Os staffs, Valentina e Andrew, foram super simpáticos e atenciosos.  Nos deram um mapa da cidade e várias dicas sobre o que fazer e onde comer com bom custo-benefício e ainda nos deram umas cervejas tchecas de boas-vindas! 😃. A localização era ótima, perto da estação do metrô Museu, ou seja, fica bem próximo do Museu Nacional de Praga e da praça Venceslau. O apt é perto, mas fora da zona turística. Então tem boas opções de restaurantes com comidas locais boas e preços justos, além de ser uma área bem residencial e silenciosa. Dar pra ir caminhando tranquilamente até o centro histórico (10 min), inclusive à noite (é uma cidade bem movimentada e segura). Valor da diária c/ taxas: €75 (quarto casal).

Link: https://www.booking.com/hotel/cz/valentina-apartments.pt-br.html?aid=397600;label=gog235jc-1DCAEoggI46AdILVgDaCCIAQGYAS24AQbIAQzYAQPoAQH4AQKIAgGoAgO4ArGA_OkFwAIB;sid=246fddde2beff73d6ac1423c5ee987d1

Transporte na cidade: O melhor é andar à pé em Praga, mas a cidade é bem coberta com metrô e tram. Então quando as pernas já não aguentarem mais, é possível se deslocar bem pela cidade usando esses transportes.

 

Gastos casal - 3 dias:

Hospedagem: €220

Alimentação: €188 - média €63/dia, incluindo café-da-manhã que não tínhamos na nossa hospedagem.

Cervejas/bares (Praga merece um tópico só disso!): €47 - média de €16/dia, graças, eu ouso dizer, ao melhor preço de cerveja da Europa!

Atrações turísticas: €50

Transporte: €11 - andamos mais à pé porque estávamos bem localizados e porque é incrível caminhar pelas ruas de Praga!

Sem dúvida, essa foi a cidade mais barata do nosso roteiro! Comemos bem e bebemos maravilhosamente bem. As cervejas são incríveis e o preço mais ainda: €2-2.50 o pint (500mL)! Fujam dos lugares pega-turista, porque lá vocês não vão pagar esse preço camarada.

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Praga (continuação)

Se comunicando em Praga: respondendo a uma pergunta que recebi por aqui, se comunicar na cidade é tranquilo pra quem se vira no inglês porque praticamente toda a população de lá fala inglês fluente. Agora, ler placas, esquece! Rs. Ler cardápio também é um desafio. A dica pra não ficar preso em restaurantes que possuem cardápio em inglês é pesquisar antes os práticos típicos que gostaria de experimentar e anotar os nomes em tcheco. Foi basicamente o que fizemos.

Comidas típicas em Praga: no geral, as comidas de Praga se parecem bastante com as de seus países vizinhos, Alemanha, Áustria e Hungria. Alguns pratos que provamos foram o goulash (carne vermelha servida com um molho bem temperado e Knedlíky - um pão cozido no vapor), Schnitzel (carne de porco ou vitela empanada, super crocante e sequinha), joelho de porco (comemos um muito bom que mais a frente falarei o restaurante), e o famoso doce Trdelník, uma massa assada em forma de rolo, passada no açúcar e canela que tem em todo canto da cidade, em lojas e barraquinhas. Uma delícia. A dica é comprar em um lugar que esteja saindo fresquinho na hora. Também tem a opção de rechear com Nutella, sorvete etc.

 

DIA 6 (1º dia em Praga)

Assim que chegamos na cidade paramos rapidinho numa barraquinha pra comer um hot dos com refrigerante (210ck) e fomos pro Walking Free Tour que já tínhamos reservado (vou tentar achar o nome). Vale muito a pena começar a conhecer Praga pelo tour porque depois você já olha pra cidade pensando na história dela. Escolher fazer o tour com um guia que falava espanhol e foi bem tranquilo de entender. Ele era ótimo, daqueles que demonstram paixão em contar a história da cidade. Teve uma paradinha no meio num restaurante pra quem queria comer ou beber alguma coisa. Aproveitamos pra degustar nossa primeira (de muitas) cerveja em Praga. Logo de cara experimentei a Kozel, uma cerveja escura maravilhosa (e eu nem curto cerveja escura). Foi sem dúvida, umas das preferidas.

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Walking Free Tour

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Almoço (para quem estava com fome e pressa): McDonald's - 280ck

Tomamos um banho merecido e voltamos a caminhar pela cidade. Subimos a Torre da Pólvora, bebemos cervejas num terraço com vista pra cidade (presente de lua-de-mel que ganhamos) no T-Anker, passeamos pela praça da Cidade Velha, vimos o Relógio Astronômico tocar (toca sempre nas horas cheias) e no finzinho da tarde caminhamos pela famosa Ponte Carlos e ficamos lá até anoitecer e ver tudo iluminado.

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Torre da Pólvora

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Vista da Torre da Pólvora

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Rooftop T-Anker

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Praça da cidade velha

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Praça da cidade velha

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Relógio Astronômico

 

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Entrada Ponte Carlos

 

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Ponte Carlos

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Gastos do dia:

  • Hot dog: 210ck p/ 2 pessoas
  • Parada walking tour:  2 cervejas 161,70ck (caro para o padrão em Praga, mas ainda não sabíamos disso)
  • Gorjeta walking tour: 10 euros o casal (é opcional e o valor é livre)
  • Almoço Mc Donalds: 280ck p/ 2 pessoas
  • Entrada Torre da Pólvora: 100ck p/ pessoa
  • Rooftop T-Anker: 157ck (2 pints de cerveja)
  • Mercado: 90ck

DIA 7

Tomamos um café-da-manhã delicioso no Home Kitchen, um lugar aconchegante, ingredientes frescos, tudo preparado na hora, no estilo feito em casa mesmo. O preço é salgado, mas pra gente valeu cada centavo. Amei o iogurte natural caseiro! Também servem brunch lá. Alíás pra quem é vegano ou vegetariano, tem boas opções no cardápio (não é o nosso caso, mas amamos tudo).

Seguimos pro complexo do Castelo de Vyšehrad, um lugar pra fugir um pouco das multidões de turistas de Praga e conhecer uma outra perspectiva do rio Vltava. E o melhor, totalmente de graça! Vale reservar umas duas horas de caminhada pelo complexo. O Castelo infelizmente não existe mais, mas ainda tem as muralhas, a Basílica de São Pedro e São Paulo e um parque delicioso, além de vistas incríveis da cidade.

PS: Fizemos uma paradinha estratégica antes de entrarmos no complexo. Compramos umas cervejas geladas (na medida do possível pra uma cidade européia, rs) num mercadinho ali do lado e fomos caminhando e apreciando o lugar acompanhados de uma bela cerveja tcheca =;

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Muralhas de Vyšehrad

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Basílica de São Pedro e São Paulo

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Parque de Vyšehrad

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Rio Vltava

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Saímos do complexo por essa escadaria que vai em direção à beira do rio Vltava e que tem esea vista incrível. Assim que descemos vimos uma estação de bike da rekola (https://www.rekola.cz/). Baixamos o app na hora e alugamos as bikes pra andarmos pela beira do rio. É bem gostoso caminhar por ali, seja a pé ou de bike. Como queríamos ir até o final da orla, preferimos dar uma otimizada nas pernas e no tempo.

No caminho passamos pelo 'Dancing House' e mais a frente resolvemos parar num "barco-bar" que nos chamou atenção (não lembro o nome). Mas nessa época do ano ou no verão acho que é comum terem barcos desse estilo nessa região. O ambiente é todo aberto, com vista pro rio. Aproveitamos pra descansar um pouco e experimentar mais uma cerveja local (2 cervejas 500mL = 36ck = 2 euros).

 

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Dancing House

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"Barco-bar"

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Depois de almoçarmos (não lembro o lugar!) e comprarmos umas coisinhas no mercado, seguimos pra Colina de Petrin. É um ótimo lugar pra passar o fim de tarde, ver o pôr-do-sol e até fazer um piquenique. Não tivemos muita sorte com o tempo que estava nublado, mas ainda assim valeu a visita. Optamos por subir de furnicular até o topo da colina porque já estávamos bem cansados. Mas quem tiver gás acho válido encarar a subida à pé. Lá no topo tem a Torre de Petrin que lembra a Torre Eiffel em miniatura (rs). Lá de cima é possível dar uma volta de 360º pela cidade. Praga é tão linda que valeu o dinheiro e os 300 degraus de subida mesmo cansados.

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À noite, tínhamos mais uns presentes de casamento pra fazer valer. Esse era um dos mais legais que ganhamos: um tour pelas cervejarias/bares de Praga. Começamos pela cervejaria U Fleku que existe, pasmem, antes mesmo do Brasil ter sido invadido pelos portugueses, desde 1499! Lá a cerveja da casa é escura. Foi o lugar que mais gostei. Ambiente bem legal, mais descolado, muita gente jovem, com um quintal bem grande cheio de mesas e bancos compridos e muitas árvores em volta. As mesas são coletivas, então facilita a interação entre as pessoas. Aproveitamos pra comer alguma coisa porque a noite ia ser longa e a gente não queria cair antes da hora.

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Seguimos pra próxima parada, a cervejaria U Medvidku. Essa ainda é um pouco mais velhinha, inaugurada em 1466. Fizemos nossa degustação e já fomos pro próximo. Ela tinha uma cara mais de restaurante e estava vazia. Não achamos muito animado, mas a cerveja era boa.

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Andamos sem destino e encontramos um Jazz bar que nos chamou atenção pela música que estava bem legal. Sentamos, bebemos nossa cerveja e logo em seguida encerrou o show, rs. Já era mais tarde a essa altura.

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Como já era tarde e vários bares já estavam fechados, decidimos então encontrar um lugar que fosse ficar aberto até de madrugada e encontramos um Irish pub com música ao vivo. A banda era bem divertida e animada e rolou até um Michel Teló no meio do repertório, rs. Nessa hora chegou até bater uma fome, mas a cozinha já estava fechada =\

 

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Enfim, voltamos caminhando pro nosso ap (um tanto quanto alegres, rs) pela praça Venceslau, que aliás fica bélissima na madrugada, vazia e iluminada. E cerveja boa é cerveja boa, né, mores?! Nada de ressaca no dia seguinte.

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Dica: Como nosso dia foi bem cheio começamos o bartour mais tarde do que tínhamos imaginado. E daí, no meio do caminho, vários lugares já tinham fechado. Então, aos interessados, recomendo que começem mais cedo, lá pelas 18h, pra poderem aproveitar mais e terem mais opção.

Gastos do dia:

  • Café-da-manhã no Home Kitchen: 566ck p/ 2 pessoas
  • 4 Tickets de tram: 96ck
  • Almoço: 450ck p/ 2 pessoas
  • Total de banheiros pagos ao longo do dia: 43ck
  • Furnicular Petrin: 24ck p/ pessoa
  • Torre Petrin: 100ck p/ pessoa
  • Cervejaria U Fleku: 2 cervejas+comida - 300ck
  • Cervejaria U Medvidku: 2 cervejas - 200ck (pq erramos o troco! Sim, fizemos isso! Não lembro o valor real)
  • Jazz bar: 2 cervejas - 120ck
  • Irish pub: 210ck (nesse aí, parei de contar as cervejas, rs)

DIA 8

Nosso último dia em Praga e nossa primeira missão era lavar roupa! Já estávamos há 1 semana viajando então não tinha mais como adiarmos esse momento. Antes, é claro, tomamos um bom café-da-manha, dessa vez, no IF Cafe. Muito bom, com muitas opções, mas achei meio caro. Aproveitamos pra caminhar um pouco pelo bairro que estávamos hospedados e achamos uma praça gracinha que, claro, tinha uma igreja com uma bela arquitetura e um monte tulipas espalhadas pelo jardim 😍.

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Antes de seguirmos pra cidade velha aproveitamos pra almoçar num restaurante que o anfitrião havia nos indicado. E olha, foi a melhor que fomos em Praga: Restaurante Demínka. Pedimos uma costela de porco acompanhada de fritas e molhos, que estava divinamente deliciosa e inclusive servia 2 pessoas (mas a gente não sabia desse detalhe). Acabei pedindo outro prato pra mim e não conseguimos comer tudo. Um detalhe, esse restaurante aceitava pagamento em euro e tinha cardápio traduzido p/ inglês.

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Seguimos pro centro histórico pra subirmos a torre onde fica o relógio astronômico, que era antiga sede da Prefeitura. Sem dúvida, é a melhor vista da praça da Cidade Velha e a vista geral da cidade também é lindíssima! Uma das atrações "obrigatórias" da cidade.20190503_184755.thumb.jpg.85830b514d4a7b8c4e7af27052857c4f.jpg20190503_185215.thumb.jpg.3256778a21b66cfc13afc6771b69807a.jpg

 

Ficamos ali pelo centro um tempo ainda, comprando umas coisinhas, comendo um trdelnik e depois fomos pra uma outra atração imperdível de Praga: visita ao Castelo de Praga. Optamos em visitar apenas a área gratuita e num horário alternativo, com o Castelo quase vazio. É uma ótima opção pra quem quer economizar e fugir das filas e multidões. Era exatamente o que a gente queria! Uma dica é ir no final do dia pra pegar além do dia, a noite com o Castelo iluminado. É muito lindo! Nós fomos por voltas das 19h. Vale ressaltar que não é possível entrar em nenhum lugar nesse esquema, só mesmo andar pelas áreas externas e apreciar a arquitetura e a vista, além de tirar várias fotos sozinho (o que é impossível durante o dia!).

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Pra fechar nossa estadia em Praga, fomos nos despedir da cerveja tcheca e aproveitamos pra jantar (hehe). Ficamos, definitivamente, com gostinho de quero mais. Recomendo ficar pelo menos 5 dias em Praga pra apreciar com mais calma as belezas dessa cidade apaixonante! ❤️

Gastos do dia:

  • Café-da-manhã no IF Cafe: 800ck p/ 2 pessoas
  • Lavanderia: 335ck
  • Almoço no Deminka: 36 euros p/ 2 pessoas
  • Torre da Prefeitura: 250ck p/ pessoa
  • Trdelnik: 60ck cada um
  • Comprinhas: 487ck
  • Mercado: 225ck
  • Jantar: 510ck
  • Gostei! 3

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Viena

Deslocamento Praga-Viena: trem pela empresa OBB (https://tickets.oebb.at/en/ticket) - o trecho saiu por €14 p/ pessoa.

Dica importante: Se na hora da compra você não optar por reservar assento, você só poderá sentar nos lugares que não foram reservados. Como saber isso? Acima do acento tem um painel que, quando o assento está reservado, fica acesso e descreve a estação de partida e de chegada para qual a reserva foi feita. Então, se o painel estiver apagado e sem nada escrito você pode sentar sem medo! E também pode sentar nos outros no trecho em que não estão reservados (mas aí vai ter que ficar atento pra levantar quando chegar a estação da reserva). No nosso caso fomos expulsos do assento que escolhemos (aleatoriamente) pra sentar (rs). Precisei pesquisar no google no meio do trajeto, em pé, até descobrir esse pequeno detalhe. Passar vergonha faz parte da experiência, né?!

Outra coisa: se for em alta temporada e não reservar assento, corre o risco de ir em pé durante toda a viagem. Vale pesar o custo-benefício disso pra cada perfil de viajante. Nós arriscamos porque início de maio ainda é baixa temporada. 

Saindo da estação de trem: Chegamos na estação Wien Hauptbahnhof. A staff nos deu as informações necessárias pra chegarmos ao apto. Da própria estação pegamos o metrô e um ônibus pra chegar até o ponto Westbahnhof. De lá foram 5 minutinhos de caminhada até o apt. Foi bem tranquilo.

Câmbio: A moeda oficial em Viena é euro, então, não precisamos fazer câmbio

Hospedagem: Ficamos em um ótimo apartamento, bem equipado, com aquecedor (importantíssimo por conta do frio que passamos lá), bem limpo, cama confortável, staff bastante solícita e atenciosa. O único inconveniente é que o apto ficava há uns 10 minutos caminhando da estação de metrô. Isso só foi um problema pra nós, porque nos 2 dias que passamos lá estava muito frio e chovendo quase o dia todo. Se não fosse por isso, seria muito tranquila a caminhada. No entorno tem um bom mercado e ponto de ônibus também. Valor da diária: €76,50 casal

Transporte na cidade: Compramos um passe de 48h para nos deslocar pela cidade e andamos basicamente de metrô.

 

Gastos casal - 2 dias:

Hospedagem: €153

Alimentação: €221 - média €110/dia, incluindo café-da-manhã que não tínhamos na nossa hospedagem.

Atrações turísticas: €102 - média de €51/dia

Transporte: €28 - passe de 48h p/ 2 pessoas

Compras: €4 - apenas um souvinier mesmo, rs

Viena faz jus à fama: é uma cidade cara! Gastamos mais com comida lá porque, como já citei anteriormente, fomos recebidos com bastante chuva e frio. Então, a saída foi se enfiar nas mais variadas confeitarias/cafés que a cidade possui e desfrutar das famosas tortas. Confesso que saímos de lá um pouco frustrados, mas de fato o tempo não nos permitiu experimentar o potencial da cidade e isso influenciou muito na experiência.

 

DIA 9 (1º dia em Viena)

Assim que chegamos na cidade passamos rapidinho no mercado para comprar coisas pra comer de café-da-manhã, porque a anfitriã nos avisou que aos domingos os mercados não abriam e já era sábado pela tarde quando chegamos. Aliás, para os fãs de iogurt como nós, amamos um que compramos por acaso nesse mercado. Que delícia!

Logo depois fomos para o ponto de encontro do walking tour que havíamos reservado. O tour foi pelo centro, nos principais pontos da cidade. Sempre recomendo fazer um tour desse tipo no primeiro dia em cada cidade. Dá pra ter uma noção da cidade e ver quais os pontos que mais te despertam interesse. Além disso, o principal aspecto pra mim é conhecer um pouco da história da cidade logo de cara. Isso muda a nossa perspectiva conforme vamos explorando mais a cidade. 

Mas confesso que esse walking tour, especificamente, não foi dos melhores. O guia não era muito empolgante no contar da história, ficou um pouco no estilo de sala de aula, sabe? Além disso, o frio e alguns momentos de chuva também não ajudaram no passeio a pé pela cidade.

A fome apertou e seguimos pra mais um dos presentes de casamento que canhamos. Comer cachorro-quente com champagne em um "podrão"de Viena. Na verdade o podrão se chama Bitzinger Würstelstand. É um quiosque no meio da rua, na Albertinaplatz, que vende cachorro-quente de linguiça e umas garrafinhas pequenas de champagne. A linguiça é simplesmente maravilhosa! A melhor que já comi na vida, com certeza! Yem um recheio de queijo por dentro, enfim, recomendo fortemente experimentarem. Mas oc champagne deixamos passar porque era absurdamente caro. Então, ficamos na cerveja mesmo. Ah, sempre tem fila no quiosque, mas vale cada minuto de espera!

Em seguida, aproveitamos pra conhecer um dos principais cafés de Viena, Café Sacher, e experimentar a torta mais famosa que leva o mesmo nome. A torta Sacher é realmente deliciosa, mas o preço é bem puxadinho. Mas enfim, tá na chuva é pra se molhar, né?! No caso, nessa cidade literalmente nos molhamos diversas vezes., rs. Mas vão preparados porque sempre tem fila na porta do café. Pegamos uma bela fila e aguardando nossa vez num frio de rachar. O que turista não faz nessa vida, né?

Fizemos uma parada estratégica no apartamento, pra dar aquela descongelada e à noite fomos na roda gigante mais antiga do mundo, chamada Wiener Riesenrad, mesmo com o tempo ruim. Porque afinal, foi um presente que ganhamos de um dos nossos padrinhos e não teríamos outra oportunidade para irmos. A chuva atrapalhou um pouco a visão, mas ainda assim foi legal. Num dia com tempo bom, especialmente no pôr-do-sol, deve ser bem bonito.

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Iogurte delicioso comprado no mercado

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Bitzinger Würstelstand

 

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Torta Sacher

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Roda Gigante Wiener Riesenrad

 

Gastos do dia:

  • Mercado: €24
  • Walking tour: €10 (casal)
  • Bitzinger Würstelstand: €16,30 (2 hot dogs, porção de batata frita e cerveja)
  • Cafe Sacher: €17 (casal)
  • Roda gigante: €12 p/ pessoa

 

DIA 10

Compramos o Sisi Ticket que dá acesso ao Palácio de Schonbrunn, ao Palácio de Hofburg, incluindo o museu Sisi e à coleção de mobília imperial. O valor sai mais barato do que comprar o ticket para os dois palácios separado e ainda dá entrada preferencial em todas essas atrações, ou seja, é um ótimo "fura-filas" na alta temporada. Comprando pela internet você economiza o tempo na fila da bilheteria. Nós decidimos comprar o ticket na bilheteria do Palácio de Schonbrunn porque além de ainda não ser alta temporada, a previsão do tempo era ruim, então preferimos poupar o cartão de crédito nesse momento.

Escolhemos o Palácio de Schonbrunn para ser nossa primeira atração do dia, porque este é o mais disputado. Era domingo, o dia que o palácio recebe mais turistas, mas como o tempo estava bem ruim optamos por não madrugar (até porque estava muito frio!) porque sabíamos que iam ter poucos turistas se aventurando por lá. Nós não tínhamos a opção de adiar a visita porque era nosso último dia em Viena. Então, resolvemos encarar.

O Palácio e seus jardins são lindos, quase no nível do de Versalhes. Mas olha, foi muito perrengue caminhar pelos jardins no frio que estava fazendo nesse dia. Era frio, vento e aquela chuva fininha. Sem dúvida, foi o dia mais frio da viagem. Fez uns 4 graus, mas com sensação térmica de sei lá quanto. Pra uma carioca isso é frio pra caramba!

Mas enfim, vale muito o passeio. Tem uns labirintos pela parte externa que desembocam em umas construções muito antigas, belíssimas. Tem umas escadarias pra subir no final do jardim (foi até bom pra dar uma esquentada) e lá de cima tem uma vista panorâmica incrível do Palácio. Aconselho reservarem um turno inteiro pra conseguirem explorar toda a área. Nós exploramos boa parte, mas chegou uma hora que não aguentávamos mais o frio.

Esqueci de um detalhe, antes de começarmos a visita pelo Palácio, aproveitamos pra ir num café que tem na entrada, Café Residenz. Além da gente querer tomar algo pra dar aquela aquecida antes de encarar a área externa, meu objetivo era provar um Apple Strudel, uma sobremesa muito famosa também na cidade. Eu li num relato que nesse café tinha um dos melhores apple strudel de Viena. Não posso dizer se é o melhor porque não provei outros, mas é muito bom! Nós optamos por ir no café antes do passeio pra aproveitar que o lugar estava vazio. Como estava muito frio, era óbvio que as pessoas iam se refugiar por lá e ele ia ficar cheio em breve. Não deu outra, quando estávamos saindo do café já tinha fila na porta (do lado de fora, no frio congelante).

 

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Apple Strudel

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Palácio Schonbrunn

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Paramos pra almoçar em uma outra confeitaria também muito conhecida, a Demel, que também é um restaurante. Pedimos um sanduiche e um schinitzel (lombo à milanesa) e, claro, uma torta. Tinham várias opções o que dificulta bastante a hora de escolher (rs). Dessa vez optei por uma torta de chocolate com creme de avelã (Torta Ana). Gostosa, mas a preferida da viagem foi a Torta Sacher original (do Café Sacher). A confeitaria é linda e histórica, foi fundada no século XVIII. Como é bem badalada tem que ir preparado pra esperar se quiser sentar em uma mesa. Ao menos, da fila foi possível ver a cozinha que é toda de vidro e observar os doces sendo preparados. Se quiser apenas provar as tortas, tem um balcão na entrada que você pode comprar e levar pra viagem. Aliás, na saída parei no balcão pra comprar mais uma tortinha pra comer no apartamento mais tarde 😉.

 

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Vista da cozinha da Demel

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Schnitzel e sanduiche

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Torta Ana

Seguimos para visitar as outras atrações do ticket: Palácio de Hofburg e o museu Sisi. Não tenho nenhuma foto do complexo do Palácio. Por conta do tempo, não tiramos nenhuma foto da parte externa e na parte interna do museu não era permitido. O complexo fica no centro da cidade, perto da confeitaria Demel (por isso escolhemos almoçar lá).

O Palácio era a residência de inverno da família imperial, enquanto que o de Schonbrunn era a de verão. A visita pelo palácio é bem interessante e conta com um audioguia que você pega bem na entrada. O destaque é para o museu Sisi, que é por onde a visita começa. Ele conta a história da vida da Imperatriz Isabel (Sisi), que foi uma defensora do povo húngaro e importante articuladora política. Depois a visita seguiu para os apartamentos imperiais e por último, para a coleção de porcelanas e pratarias.

E pra fechar nossa estadia em Viena, fomos jantar num lugar bem quentinho, no restaurante 7 Stern Braeu, e apreciar mais uma linguiça, um schintzel (eu estava viciada nisso, rs) e uma bela costela de porco, e claro, uma boa cerveja.

Como já disse antes, nossa experiência em Viena não foi exatamente como planejamos. As ruas da cidade estavam desertas. Com certeza foi um momento atípico durante a primavera vianense.

Uma das atrações mais famosas em Viena é assistir uma ópera, de preferência na Ópera de Viena ou, ao menos, fazer um tour guiado. Como os ingressos para as óperas estavam muito caros deixamos pra comprar os tickets promocionais que vendem um pouco antes do espetáculo começar. Mas como as filas eram enormes e frio também, desistimos dessa missão. O mesmo aconteceu com o tour guiado. Mas a dica é: compre o ingresso pra ópera com bastante antecedência que consegue um bom preço! Pra gente, isso vai ficar pra próxima. Aliás, agora só volto pra Viena no verão! haha

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Restaurante 7 Stern Braeu

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Ruas desertas no centro da cidade de Viena.

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Gastos do dia:

  • Palácio Schonbrunn + Palácio Hofburg + museu Sisi: €34 p/ pessoa
  • Cafe Residenz: €23.80 (casal)
  • Almoço: €57 (casal)
  • Tortas: €8,20
  • Mercado: €17
  • Jantar no 7 Stern Braeu: €50

 

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    • Por João_M
      E aí galera, blz?
      Eu e a Manu vamos deixar um relato pra quem está pensando em fazer algo parecido, em países parecidos ou até mesmo um mochilão em outro lugar. Vamos contar o que deu certo e o que deu errado (e como faríamos diferente em uma próxima vez). Fizemos a viagem em Dezembro de 2019. Também vamos falar dos APPs que usamos, casas de câmbio baratas e algumas outras dicas de cada cidade 😀 . No final vamos deixar os custos aproximados.
      --
      A intenção era ficar 20 dias e conhecer 6 países. Alemanha, República Tcheca, Polônia (Auschwitz também), Áustria, Eslováquia e Hungria.
      Levamos apenas 1 mala de mão cada um com as dimensões da British (que é um pouco maior do que a maioria – 56cmx45cmx25cm).Optamos por viajar mais leve para poder conhecer mais lugares e também porque não queríamos comprar muita coisa. Com isso, decidimos fazer 3 viagens noturnas entre as cidades para economizar em hospedagem e, principalmente, não perder os dias em viagem.
      Roteiro:
      5 dias em Berlim;
      3 dias em Praga;
      3 dias em Cracóvia (1 para Auschwitz);
      2 dias em Viena;
      1 dia em Bratislava;
      4 dias em Budapeste;
      2 dias para viagem de avião.
       
      BERLIM

      A imigração em Berlim foi tranquila. Fizeram algumas perguntas e pediram alguns documentos (Passagem de volta, comprovante de hospedagem, cartões de crédito, etc).
      OBS: A gente quase esqueceu de pedir no guichê da British em Guarulhos para imprimir as passagens de volta também. É bom tê-las com você pois geralmente eles pedem na imigração e também comprova que você tem a intenção de voltar para o Brasil.
      O aeroporto de Berlim (Tegel) não é tão longe do centro. É bem fácil comprar ticket de ônibus nas máquinas do lado de fora do aeroporto. Tem até uns guardas que te ajudam e é possível usar cartão de crédito internacional.
      OBS: Até a Alexanderplatz, precisa do Single Trip Ticket. Pegamos o TXL (ônibus) e paramos na Hbf, daí pegamos o S3 (Trem).
      Em todas as cidades que passamos você fica responsável pelo tipo do ticket de transporte que compra porque não existem catracas. Você entra em qualquer ônibus, bonde, metrô e Trólebus que quiser e valida nas máquinas dentro deles (às vezes elas ficam nas estações). Existem guardas que aleatoriamente verificam os tickets dos passageiros. Nesse primeiro ônibus que entramos (TXL), depois de uns 10 minutos, pediram nossos tickets para ver se estavam corretos e com tempo ainda. Também pediram no metrô em Budapeste e só.
      Como a Alexanderplatz é bem central, aproveitamos para comprar roupas de frio. Uma dica de loja barata e com muita variedade é a Primark. Também fomos na drogaria Rossmann para comprar produtos de higiene e cosméticos. Lá você encontra produtos em tamanhos menores para carregar na viagem, com preços a partir de 1 euro.
      Deixamos para comprar algumas roupas de frio, cosméticos, etc. na chegada para economizar espaço e poder viajar só com 1 mochila cada um.
      Fomos para o hostel e, como estávamos cansados da viagem, fomos dormir cedo. Porém logo acordamos com percevejos caminhando na cama e na parede 🤯.
      É importante ter cuidado na hora de escolher o hostel e sempre ler os comentários RECENTES. Havíamos reservado o hostel com antecedência (8 meses antes) e na época haviam somente comentários bons, mas vimos (depois que estávamos no hostel já) que uma semana antes da nossa chegada existiam comentários falando sobre percevejos. Ficamos com medo de pegar alguma doença, sei lá, e também pensamos que se tinham percevejos por toda a cama, o hostel não era muito limpo. Então depois de uma rápida pesquisa no google por hotel, saímos de noite a pé com a nossa mochila procurar um disponível na cidade ☹️. Por sorte a cidade é bem segura e não houve problemas. Vários casais, inclusive com crianças, passeando à meia noite. Achamos um hotel à 1,5 km de distância, fizemos check-out no hostel explicando o porquê, e saímos. Por sorte pegamos o último quarto :P. No outro dia, fomos conversar com a gerência do hostel e nosso dinheiro foi devolvido.
      Ficamos 5 dias na cidade e foi suficiente pois não gostamos muito de museus de arte. Como Berlim é uma cidade grande e as atrações são distantes, usamos o transporte público com o ticket 24 horas. O transporte é muito eficiente e fácil de usar. Mais abaixo vamos indicar os App’s que usamos.
      Aproveitamos a época de fim de ano para conhecer as feirinhas de natal, famosas na Europa Central, e tinham várias espalhadas pela cidade. Fizemos questão de ir na maioria. 

      Tem muitas comidas típicas, bebidas quentes e muito clima natalino (Coral, apresentações, etc.). A que mais gostamos foi a Gendarmenmarkt. Você paga 1 Euro para entrar e é bem movimentada. Tinha um palco com várias apresentações e muita comidas diferentes nas barraquinhas. A galera estava bem animada mesmo com uma garoa caindo.
      Outra que gostamos foi a da Alexanderplatz. O pessoal fala nos blogs que ela é meio turística e mais cara, mas não achamos. Realmente ela é mais turística, mas compensa gastar um tempo ali.
      Algo que aprendemos em Berlim foi como era o muro. Lemos em vários locais mas só conseguimos ter a noção exata lá mesmo. No lado Ocidental as pessoas podiam chegar perto dele e tinha grafite, pinturas, etc. Já no lado Oriental do muro, existia a “faixa da morte” que era uma área constantemente vigiada com postes de iluminação, uma estrada para passagem de carros em alguns pontos e mais de 300 torres de observação (DDR Tower). Após essa área, existia mais um muro, o interno, que era mais baixo e mais irregular. Os Soldados da Alemanha Oriental tinha ordem para matar a todo custo quem passasse o muro interno em direção ao muro principal. A tentativa de passar o muro virou crime e muitas pessoas morreram tentando (mais de 1000). Mesmo assim, nos 28 anos em que o muro ficou de pé, tiveram mais de 5000 fugas, várias delas por túneis. O muro tinha 155 Km, dos quais 43 Km ficavam em Berlim e sua região metropolitana.
      Melhores lugares para ver o muro: Sem dúvidas o Memorial é o melhor lugar para ver o muro, a faixa da morte e também para entender melhor sua construção. O East Side Gallery (1,5 Km de muro - maior pedaço do muro) é imperdível também, com toda sua arte. O museu Topografia do Terror tem um pedaço grande com marcas de destruição. No chão em toda a cidade, no lugar onde passava o muro, existem marcações de pedra e algumas placas de metal. É bem legal, porque você está atravessando a rua e se depara com uma linha feita pedras no meio do asfalto.

      LUGARES EM BERLIM QUE VALEM A PENA CONHECER
      Torre de Berlim, imponente, que praticamente dá para enxergar de qualquer parte da cidade. É demorado para subir mas a vista é legal, desde que o tempo esteja bom.

      O Memorial do Muro de Berlim é imperdível. Muito detalhado, com fotos, marcações onde ficavam os túneis, torres, etc., fachadas de prédios com uma foto de como era aquele local na época do muro erguido. Sem dúvida, um dos melhores museus para ir em Berlim e conhecer sua história. Lá também tem um pedaço da faixa da morte, desde o muro de berlim até o muro interno, e pode ser visto de cima, bem completo. E ainda por cima tudo gratuito.

      Poucos blogs falam da Igreja Gedächtniskirche, que foi parcialmente destruída na segunda guerra mundial e não foi restaurada para servir de lembrança da destruição. Vale a pena passar ver. Ela fica perto do zoológico da cidade (que não fomos, mas lemos que é muito bom) e também, pra variar, tem feirinha de natal na frente da igreja.

      Outros: Berliner Dom, Alexanderplatz, Portão de Brandemburgo, Parlamento alemão (precisa reservar no site antes para poder entrar e conhecer), Memorial aos Judeus mortos na Europa, East Side Gallery, Aeroporto Tempelhof, Parque Tiergarten, Topografia do terror, Checkpoint Charlie.

      COMIDAS TÍPICAS QUE VALE A PENA EXPERIMENTAR EM BERLIM
      Currywurst, Bockwurst (salsichas típicas), Eisbein (joelho de porco), Doner Kebab, Sauerkraut (chucrute), cervejas, doces das feiras de natal e sopas variadas.
      Uma comida típica de Berlim, mas que não é de origem alemã, é o Kebab. Vários lugares na cidade vendem e deu para perceber que eles gostam, pois sempre tinha filas.
      Restaurantes que gostamos: Curry 36 ou Curry 61, Doner Kebab do Mustafa’s Gemüse Kebap, Schleusenkrug, Bürgermeister Schlesisches Tor, Kamps, Dunkin’ Donuts.
      O QUE ACHAMOS DA CIDADE
      Berlim é uma cidade grande, cosmopolita e com muitas coisas para fazer, além de muitas atrações gratuitas.
      Ficamos impressionados com a quantidade de bicicletas e ciclovias, sendo uma ótima cidade para quem gosta de bikes.
      A cidade (e o país também) já passou por muitas coisas recentes, como o nazismo, a destruição da 2ª G.M. e a divisão entre Alemanha Oriental e Ocidental na Guerra Fria. Com isso, a cidade é rica em história, museus, paisagens, etc.
      INFORMAÇÕES
      Hostel: Industriepalast Hostel (Percevejos )
      Hotel: Schulz Hotel Berlin Wall (Ótimo)
      APPs: BVG Fahrinfo Berlin, BERLIN City Guide
      Mercados baratos: Penny, Netto Marken-discount
       
      PRAGA

      Pegamos um ônibus pela RegioJet (ônibus muito bom). Cada banco tem uma tela de entretenimento e também há opções de cafés de graça 😬. Porém para dormir os bancos são meio apertados e desconfortáveis.
      Saímos de noite e chegamos de madrugada em Praga (3h30). A intenção era ficar na rodoviária até amanhecer, pois o hostel que reservamos não tem check-in 24 hrs, mas ela estava fechada. Vimos que havia um MC Donalds 24 hrs ali por perto, porém era somente a parte de cafés e não conseguimos ficar. Sem saber o que fazer, além do frio de 0°C, saímos em direção ao centro da cidade. Passamos por uma estação de trem que estava aberta e ficamos lá até amanhecer. A princípio ficamos com receio de sair com todas nossas coisas no meio da madrugada, tentando achar algo aberto para ficar. Mas assim como Berlim, a cidade é super segura.
      Dica: Percebemos que é importante ao chegar em uma cidade de madrugada, observar se o hostel/hotel é 24 hrs ou se a rodoviária/estação é 24 hrs.
      Aproveitamos o primeiro dia para conhecer o Ossuário de Sedlec, que fica em uma cidade vizinha a Praga, Kutná Hora. Como as casas de câmbio ainda estavam fechadas, trocamos uma quantidade de dinheiro na rodoviária, mas não recomendamos pois a conversão é muito alta. Deixamos as mochilas em lockers na rodoviária e compramos a passagem na hora mesmo. Na passagem não havia informação de qual plataforma ou trem teríamos que pegar. Perguntamos para um senhor e ele nos explicou qual era. Fica a dica de na hora de comprar a passagem perguntar no guichê a plataforma e o trem. Paramos na estação de Kutna Hora hl.n. e trocamos de trem em direção a Sedlec (atravessar na passagem subterrânea para outro lado).

      Muito estranho ver uma “igreja” decorada com ossos de mais de 40 mil pessoas 🤯. É uma experiência diferente, que faz a gente pensar bastante na vida kk. Você gasta meio dia ( desde que vá bem cedo) para ir, visitar e voltar.
      Para voltar, o próximo trem perto da “igreja” demoraria 1hr então decidimos ir caminhando no sentido da linha do trem até a estação de Kutna Hora hl.n. (cerca de 1km).
      Ao voltar em Praga paramos em uma barraquinha para comer o famoso Trdelník, uma massa enrolada assada na brasa. Pegamos uma recheada com nutella. Não tem como ir pra República Tcheca e não experimentar. Super recomendamos!!
      Ficamos 3 dias em Praga. A cidade é pequena e boa parte dela é possível conhecer a pé. 
      Antes de ir para Praga, lemos em blogs que era uma cidade barata. Porém ficamos surpresos com os preços, que estavam mais altos do que pensávamos. Para economizar compramos em supermercados e preparamos as comidas no hostel.
      A República Tcheca é conhecida por ter cerveja boa e barata (Foi lá que nasceu a Pilsen). Experimentamos algumas e realmente são muito boas, desde as baratas até as mais caras. Não é à toa que é o país onde mais se consome cerveja do mundo. Em um dos dias fomos tomar café às 10h num restaurante e um rapaz sentou na mesa próxima, pediu 2 canecas (gigantes) de cerveja, tomou e foi embora kkk.
      Os principais pontos turísticos geralmente tem muita gente, uma dica é ir no castelo mais pro fim de tarde/noite, horário que tem menos gente e a vista da cidade é muito bonita de noite.
      Outro lugar legal de ir é no Funicular de Petřín. É possível pegar o funicular com o ticket diário de transporte público. Infelizmente subimos em um dia que estava com bastante neblina e atrapalhou bastante a vista da cidade.
      Em Praga também tinham feiras de natal, mas as únicas que a gente achou legal (e cara ) foram a da praça da cidade velha e da praça Wenceslas.

      LUGARES EM PRAGA QUE VALEM A PENA CONHECER
      Castelo de Praga: Vale a pena a visita ao maior castelo não habitável do mundo. Em sua maior parte não tem custo, no entanto, há circuitos que são pagos. Escolhemos fazer o circuito B, que incluía: St. Vitus Cathedral, Old Royal Palace, St. George's Basilica, Golden Lane com Daliborka Tower. Ficamos mais interessados nesse porque incluía a Golden Lane, uma rua medieval que ainda preserva casas originais da época e também vários artefatos medievais, como armaduras, armas e instrumentos de tortura (Que m**** hein humanidade!!)

      Elevador na prefeitura. Existe lá um elevador que nunca para. Ele faz uma volta no primeiro e no último andar e você tem que entrar e sair nele em movimento mesmo. Ele é bem antigo, quase todo de madeira e como fica dentro do prédio da prefeitura, é só entrar e usar quantas vezes quiser kk.
      A Ponte Carlos é magnífica. O problema é que tem muita gente sempre. Não tentamos ir bem cedo pra ver se estava lotada também, mas dizem que não...tanto.

      A subida na Torre de pólvora é compensada pela vista do centro da cidade do alto.

      Praça Wenceslas, praça da Cidade Velha (Orloj e igreja gótica), esculturas espalhadas na cidade do artista David Černý, muro de john Lennon.
      COMIDAS TÍPICAS QUE VALE A PENA EXPERIMENTAR EM PRAGA
      Trdelník, Trdlo, Palačinky (Crepe recheado) e cervejas, muitas cervejas🍻.
      Restaurantes que gostamos: Good Food, Cafe Merkur New Limit.
      O QUE ACHAMOS DA CIDADE
      Praga é uma cidade linda e super segura, mesmo de madrugada. O pôr do sol com vista da Ponte Carlos e do Castelo é incrível. Achamos as pessoas locais um pouco rudes e sérias, não gostam de ajudar nem de dar informações. Os preços estavam altos (pela nossa expectativa).
      INFORMAÇÕES
      Hostel: Hostel SKLEP (Seifertova Street). Simples, confortável e ótimo café da manhã.
      APPs: PID Lítačka
      Mercados baratos: Lidl, Billa, Albert Supermarket
      Casa de Câmbio: Praha Exchange
       
      CRACÓVIA

      Pegamos o FlixBus para Cracóvia. Pagamos mais caro pra reservar os bancos e adivinha! Não existiam os bancos 3C e 3D!!! Tivemos que trocar 3x de bancos durante a viagem, pois em cada parada aparecia alguém com os tkts para os bancos que a gente estava sentado. Pessoal fala bem da FlixBus, mas a gente achou a RegioJet muito superior.
      Chegamos na estação de destino e gostamos de Cracóvia já de cara. A cidade é muito estruturada. Trocamos dinheiro (a casa de câmbio Kantor ao lado da estação é 24 hrs) e fomos de mochila mesmo para o centro antigo, pois o check-in no hostel era à 13:00 e a previsão do tempo para o dia seguinte era de chuva. Logo percebemos que as atrações são todas muito perto umas das outras. Antes do meio dia já tínhamos ido nos portões, Igreja de Santa Maria, Castelo, Salão do pano e várias coisas.
      Foi difícil de achar o hostel, pois ficava num prédio atrás de outro prédio. Esse hostel era diferente porque eram quartos alugados da casa de uma família. O café da manhã era ótimo e a mulher super receptiva.

       
      AUSCHWITZ
       

       
      No outro dia acordamos às 5:00 para ir pegar o ônibus para Auschwitz (6:20). PS: Oświęcim é Auschwitz em polonês. Usamos o app PID Lítačka (App de transportes da cidade) e pegamos 2 bondes para a estação (MDA). O ônibus para o museu estava lotado já nesse horário. 1 hora depois chegamos no portão de Auschwitz I. Estava chovendo mas a vontade de conhecer era tanto que nem incomodou.
      Fomos até o guichê para imprimir os ingressos que já havíamos reservado (1 mês antes). É de graça e é bom reservar antes, pois tem limite no número de pessoas por horário e por dia. Reservamos o primeiro horário (8:00 no inverno) para dar tempo de ver tudo, pois no inverno o horário de visitação é mais limitado. 
      Não pegamos visitação guiada. A gente não gosta de engessar a visita nas cidades e lugares mas sim aproveitar como a gente quiser. Ficar mais tempo em uma parte que a gente gosta e poder pular alguma que a gente achar chata.
      Uma dica: Se você escolher ir sem guia, tem um livro-guia em português que dá pra comprar logo depois da entrada (passar as catracas, passar a segurança e logo após sair da casa da segurança, tem uma casinha à esquerda que é uma livraria). Esse guia é super completo, conta as histórias e diz até um caminho sugerido.
      Acabamos a visita do Auschwitz I e fomos pegar o ônibus (free) para o Auschwitz II-Birkenau.

      Como o próximo ônibus era só em 40 min, decidimos ir a pé, mesmo com frio e uma chuva bem fina. A distância é de 2 km.
      Muito foi destruído do II, pois os nazistas queriam desaparecer com as evidências dos campos quando perderam a guerra. Mas como ele é absurdamente grande, ficou muita coisa ainda em pé. O segundo é muito maior e foi construído do Zero. O primeiro era a base do exército polonês e só depois da ocupação que virou um campo de concentração. O primeiro crematório (e único intacto) e câmara de gás era, antigamente, um depósito de munições do exército da Polônia, os outros crematórios foram demolidos sobrando apenas destroços. Não vamos falar muito da experiência nos campos de concentração. Acreditamos ser uma experiência única de cada. Só dizer que foi o melhor museu que já fomos e acho difícil algum outro superar!
      Saindo do Auschwitz II, pegamos o ônibus (free) para Auschwitz I e de lá voltamos com o mesmo ônibus para Cracóvia (Compramos Ida e Volta).

      À noite fomos na feira da praça, que mesmo com uma garoa estava bem agitada. Tomamos sopas, experimentamos algumas comidas e ficamos sentados num banco curtindo a vista da praça (uma das maiores praças medievais da Europa). Então fomos para o hostel dormir pois tínhamos acordado cedo 🥱.

      No outro dia de manhã, enquanto estávamos no quarto, começamos a ouvir muitos barulhos e pessoas falando alto. Abrimos a porta e 3 policiais estavam dentro do hostel . Na mesma hora, lembramos das cenas de filmes sobre a 2ª Guerra Mundial onde eles tiravam as pessoas dos apartamentos à força (inclusive em cracóvia) e deu um frio na barriga. A dona do hostel pediu mil desculpas e pediu para a gente esperar dentro do quarto. Meia hora depois os policiais saíram e até agora não sabemos o que aconteceu direito - Achamos que teve alguma denúncia, por parte da dona mesmo, de drogas ou algo assim. A mulher estava bem constrangida, pediu mais desculpas e para compensar fez um café da manhã incrível. Fizemos as malas, deixamos em lockers na estação e saímos rumo ao museu Oskar Schindler. Por sorte era segunda e não precisava pagar entrada 😀. Tem muita história lá, quem já assistiu A Lista de Schindler sabe do que estamos falando. Cracóvia tem alguns museus bem diferentes como Auschwitz, Oskar Schindler, Museu de máquinas antigas de Pinball, Museu das ilusões.
      Tiramos o restante do dia para Wanderlust. Passeamos por toda a cidade a pé de novo, indo nos lugares que a gente gostou. Quando escureceu, pegamos as malas e fomos para a estação esperar o trem para Viena (ÖBB).
      Primeira (e única) viagem de trem que fizemos entre países. Foi muito mais tranquilo que ônibus. Muitos blogs falam que na Europa Central, o melhor é ir de ônibus entre os países mas a gente achou muito mais calmo ir de trem mesmo. Menos barulho, menos paradas e balança menos.
      LUGARES EM CRACÓVIA QUE VALE A PENA CONHECER
      O Castelo de Wawel por si só já é lindo. A gente achou a arquitetura bem diferente de todos que já vimos. Existem algumas partes no exterior que estão intactas, como um dos portões e o piso super irregular de um dos pátios. No entorno do castelo, na parte de baixo, perto do rio tem uma escultura de um dragão (diz a lenda que ele protegia o castelo) que solta fogo a cada meia hora. Muito legal de ver, principalmente à noite.

      O museu de Oskar Schindler é muito completo. Tem muitos relatos, fotos e objetos referente à 2ª guerra mundial. A gente não pagou entrada, pois na segunda feira é grátis (exceto a primeira segunda do mês).

      Planty park, os 2 portões, Rynek główny, Basílica St. Mary, Collegium Maius, Rua Grodzka, Ghetto heroes square.
      Não fomos na mina de sal Wieliczka, mas se você tiver tempo, parece ser algo bem diferente, pois existem 2 apenas no mundo inteiro que estão abertas para visitação.
      COMIDAS TÍPICAS QUE VALE A PENA EXPERIMENTAR EM CRACÓVIA
      Pierogi (de vários sabores), os tipos diferentes de linguiça (Kielbasa), sopas (qualquer tipo kkk, mas principalmente a Zurek e a Bigos). Os doces, bolos e tortas são excelentes. Em praticamente todas as panificadoras tem muitas opções que além de saborosas são lindas.
      Restaurantes que gostamos: Smak, Pierogi MR Vincent, Awiteks.
      O QUE ACHAMOS DA CIDADE
      Uma das cidades que mais gostamos. As pessoas são legais, a cidade é pequena e dá para fazer quase tudo à pé, o centro histórico é lindo e tudo é barato, desde roupas até a comida e existem atrações legais perto da cidade que pode-se fazer como bate-e-volta.
      INFORMAÇÕES
      Hostel: Lemon Tree Hostel
      APPs: Jakdojade, MobileMPK, Rozklad-pkp
      Casa de Câmbio: Kantor CFS (ao lado da estação Krakow główny é 24 Hrs)
       
      VIENA

      Chegamos em Viena bem cedo e tomamos café na estação mesmo. A estação de trem (Hbf) é próxima do palácio Belvedere, então fomos até ele caminhando.

      Saímos para centro da cidade com a mochila nas costas (o check-in no hotel era só 14h00), e só depois fomos descobrir que era bem em conta deixar em lockers na estação, mais barato que nas outras cidades. 
      Deixamos apenas dois dias para Viena para economizar, pois lemos em blogs que Viena era uma cidade cara. Na tentativa de compensar o pouco tempo que passaríamos na cidade, compramos tickets diários de transporte público para tentar fazer mais coisas e não perder tanto tempo.
      Saindo do Belvedere, pegamos um bonde para o centro e fomos conhecendo todos os pontos turísticos por alí como a catedral de São Estêvão - que tem aquele telhado colorido, escultura da peste, palácio de Hofburg - que é gigante, e dali seguimos para Maria-Theresien-Platz e depois para o museumsquartier.

      Bateu a fome e queríamos experimentar 2 comidas típicas de lá: Apfelstrudel e torta Sacher. A intenção era comer no Naschmarkt, que é o mercado central cheio de restaurantes, barracas de frutas, produtos vintage, etc, mas não achamos as comidas típicas. Um pouco mais de caminhada e uma dose de serendipidade, acabamos entrando no Café Aida que é um dos mais antigos de Viena e achamos as comidas típicas lá 😬 . Recomendamos ir nele também!

      Como chegamos em Viena no dia 24 de dezembro e era véspera de Natal, a maior parte do comércio fechava 12h/13h. Fomos correndo a uma supermercado para garantir a nossa ceia de Natal e por poucos minutos não conseguimos. Tivemos que comprar as comidas na corrida kkk.
      Fizemos o check-in no Hotel, deixamos as malas e as compras e voltamos para o centro.
      Aproveitamos que quase tudo estava fechado nesses dois dias para ver as atrações turísticas ao ar livre e as feirinhas de Natal, que como nas outras cidades não decepcionaram. Viena é conhecida pelas ótimas feiras de natal. Cada feira tem um caneca de quentão feita especialmente para a mesma. Você compra a caneca e se não quiser ficar com ela, devolve em qualquer barraquinha e recebe o dinheiro de volta, assim não precisa usar copos de plásticos. Apesar das belas canecas, não achamos o quentão tão bom assim 😜.

      A próxima parada foi na Rathaus, que é a prefeitura de Viena. Sabíamos que tinha lá a feirinha mais famosa da cidade (todo blog mencionava) e realmente foi muito boa. Muitas comidas diferentes, pista de gelo, música natalina ambiente, e todo aquele clima de natal.
      Saímos da feira e passeamos novamente pelo centro para ver as decorações de Natal (muito lindas por sinal).

      No outro dia, nosso último, fizemos check-out e fomos até a estação para deixar as mochilas porque já estávamos cansados de visitar atrações com a mochila pra lá e pra cá.
      De manhã fomos ao Palácio de Schönbrunn. Enorme e tem até um zoológico dentro dele. Andamos muito e tiramos muitas fotos. 

      Voltamos ao parque Prater pra andar na roda gigante mais antiga do mundo, a Wiener Riesenrad. Tínhamos ido no dia anterior à noite para tirar umas fotos mas queríamos ver a cidade de cima de dia. Comemos um Schnitzel com cerveja nas barraquinhas do parque e, como vimos de cima da roda gigante que a chuva estava bem próxima, nos apressamos para voltar para a estação. Dito e feito, quando estávamos quase entrando na estação, começou a chover.
      LUGARES EM VIENA QUE VALE A PENA CONHECER
      Prater (praça, parque de diversões e Roda gigante): A entrada no parque é de graça, somente paga-se para ir nos brinquedos. É impossível ir para Viena e não dar uma volta nessa roda gigante, que é um dos cartões postais da cidade. Além de grande e charmosa, a vista da cidade é incrível.

      Hundertwasser House vale muito a pena conhecer. Sua arquitetura é incrível e muito diferente.

      Palácio Belvedere, Catedral de Santo Estêvão, Maria-Theresien-Platz (praça), Ópera de viena, Museumsquartier, Naschmarkt, Palácio de Schönbrunn.
      COMIDAS TÍPICAS QUE VALE A PENA EXPERIMENTAR EM VIENA
      Apfelstrudel, Torta Sacher, Wiener Schnitzel, Cerveja Gösser.
      Restaurantes que gostamos: Aida (entramos sem querer e depois soubemos que é um café super antigo - antes da 2ª Guerra Mundial e bem tradicional). Como era feriado, não achamos mais nenhum restaurante aberto.
      O QUE ACHAMOS DA CIDADE
      Viena é a cidade dos palácios e jardins. Como fomos no inverno os jardins não estavam tão bonitos. Vale a pena ir para lá na primavera/verão também. Achamos Viena a cidade mais linda de todas, limpa, segura e organizada. Pena que foram poucos dias e no fim das contas não achamos Viena uma cidade tão cara assim.
      INFORMAÇÕES
      Hotel: Ibis Wien Messe
      APPs: Vienna Tram Map, Viena Guia de Metrô e mapas
      CityBike Wien: Viena tem um programa gratuito de bikes públicas (se você ir trocando de bike a cada 1 hora). Ouvimos falar bem mas não tivemos tempo de usar.
       
      BRATISLAVA

      Chegamos em Bratislava de noite. Dentro do ônibus, de longe já era possível ver o castelo bem no alto do morro. Todo iluminado, branco, quadrado e imponente.

      Como nosso hostel ficava bem no centro da cidade, ao lado do Michael's Gate que é o ponto zero da cidade, pedimos para descer perto da Ponte UFO, pois a rodoviária era mais afastada. Fomos andando até o Hostel, e no caminho já foi possível ver vários pontos turísticos, pois a cidade é muito pequena e tudo é muito perto. Mesmo sendo noite a cidade estava bem movimentada, então a ida foi bem tranquila. 
      Separamos apenas um dia para Bratislava, dia 26 de dezembro de 2019. Logo cedo saímos caminhar e vimos que estava tudo fechado, encontramos apenas uma Starbucks aberta, perto da principal praça da cidade, a Hlavné Námestie. Fomos tomar café e aproveitamos ver o porquê estava tudo fechado. Descobrimos que no dia 26 de dezembro eles comemoram o segundo dia de Natal, sendo assim, era feriado. Vimos que é importante quando for ficar poucos dias em uma cidade ver se não tem nenhum feriado, pois muitas coisas fecham. Aproveitamos para fazer mais coisas ao ar livre.
      Fomos ver a Igreja Azul, e na volta caminhamos ao redor do rio Danúbio. A ponte UFO é linda e diferente, seu nome é justamente por ter a aparência de um disco voador.

      Caminhando por ali vimos que tinha uma pista de patinação no gelo. Já tínhamos visto em todas as outras cidades que fomos, mas em Bratislava foi o lugar mais barato, pois era cobrado somente o aluguel do patins e resolvemos aproveitar. Foi super divertido.
      Após isso fomos até o castelo e andamos ao seu redor. Ele tem uma aparência super nova, pois já foi destruído e reformado várias vezes. Além de uma bela vista da ponte e do rio.

      Fomos almoçar no Slovak pub, pois lemos em vários blogs sua recomendação. Estava bem cheio mas conseguimos um lugar rápido. Vimos que em todas as mesas ao nosso redor tinham brasileiros que estavam almoçando lá também, parece ser uma parada obrigatória de todos os brasileiros que viajam por lá hahaha. Pedimos os dois principais pratos típicos, o Bryndzove Halusky, um gnocchi de batatas com queijo de ovelha e bacon por cima e o Cesnaková Polievka, uma sopa de alho servida dentro de um pão, porém este segundo que estávamos mais entusiasmado para experimentar estava em falta. Pedimos uma sopa de couve no lugar. Procurando este prato em outros restaurantes, descobrimos que estava em falta o pão, pois como era feriado as panificadoras estavam fechadas . Bem ritmo de cidade pequena. Foi uma pena e vai ter que ficar para a próxima.
      Nosso ônibus saindo de Bratislava rumo a Budapeste era às 06h da manhã. Saímos do hostel às 05h para pegar um ônibus para a rodoviária que era meio afastada do centro (Compramos o tkt no dia anterior). Ficamos um pouco com medo de sair de madrugada, mas ao passar pelo Michael's Gate, vimos muita gente na rua, saindo das baladas. Foi bem tranquilo e o medo logo passou, pois deu para ver que é bem seguro. 
      O ônibus era da FlixBus, mas ao chegar na rodoviária não havia nenhuma plataforma com o número do nosso ônibus e nenhuma da empresa também. Começou a bater o desespero!  Não sabíamos se estávamos na rodoviária certa, pedimos informação, mas eles olharam a passagem e não souberam nos informar. Somente quando vimos o ônibus da Flix que pudemos nos acalmar. Novamente se decepcionamos com a falta de organização da FlixBus.
      LUGARES EM BRATISLAVA QUE VALE A PENA CONHECER
      Kostol svätej Alžbety (Igreja azul), Man at work, Schöne Náci (homem do chapéu), Hlavné Namestie, Ponte UFO, Castelo de Bratislava, Michael's Gate, Catedral de St. Martin.
      COMIDAS QUE VALE A PENA EXPERIMENTAR EM BRATISLAVA
      Bryndzove Halusky, Cesnaková Polievka, Kapustnica (sopa de couve).
      O QUE ACHAMOS DA CIDADE
      Bratislava é uma cidade super pequena, é possível fazer tudo a pé e somente precisamos do transporte público para ir até a rodoviária. 
      É uma cidade ótima para pedestres, pois em todo o centro as ruas são apenas para pessoas, achamos isso incrível.
      A vista do castelo e da ponte é muito linda, tanto de dia quanto de noite. 
      Aparenta ser uma cidade barata, mas como os mercados e lojas estavam fechados por ser feriado não pudemos confirmar.
      INFORMAÇÕES
      Hostel: Apart-Hostel ZERO (Hotel excelente, bem tranquilo, staff ótima)
       
      BUDAPESTE

      Chegamos lá pelas 09h00 na estação Budapest Népliget. Compramos tickets até o centro, metrô + ônibus. Nossa primeira impressão da cidade foi de meio suja, bagunçada, cheia de pedintes na rua. Um pouco diferente das cidades que tínhamos passado até então. Realmente Budapeste tem esse lado mais relaxado, parece que ninguém quer deixar as ruas e prédios limpos e bonitos. Mas por outro lado, fomos devagar nos surpreendendo com tudo que a cidade oferece. As pessoas são simpáticas e até nos ofereceram ajuda quando a gente estava com o mapa na mão olhando de um lado pro outro kkk. Parece uma cidade em transformação, pois vemos muita coisa sendo construída e também destruída para dar espaço a outras. Uma cidade bastante jovem, com muitos cafés descolados e restaurantes com ótimas comidas. O tempero de Budapeste é a páprica; ela é usada em vários pratos típicos.
      Tomamos um café rápido e fomos andar pela cidade. Foi um pouco cansativo, pois estávamos com as mochilas e com os pés cheios de calos de tanto caminhar nesses dias. Chegamos no Parlamento e o cansaço sumiu. Absolutamente lindo, ele é bem simétrico e foi baseado na arquitetura do parlamento de Londres. Sem querer (e sem saber disso também), chegamos bem na hora da troca da guarda. A cerimônia é bem simples e demora uns 10 minutos. Mas o legal mesmo é ver ele à noite, iluminado. Se tiver oportunidade pegue um passeio de barco à noite para ver não só o parlamento, mas o Castelo de Buda, as Pontes e o Bastião dos pescadores (compramos o Dock 8A - Blue River por causa do horário mas não gostamos muito. É barato e você ganha bebidas mas os vidros eram muito sujos e para tirar boas fotos, tivemos que ir para o lado de fora). Vá preparado para tirar muitas fotos. Budapeste se transforma à noite.


      Nesse mesmo dia fomos também em 2 feiras de natal (Christmas Fair and Winter Festival e Basílica de São Estêvão) e no monumento Sapato às Margens do Rio Danúbio que é muito emocionante e também uma lembrança de uma época triste. Acabamos a noite atravessando a Ponte das Correntes que de noite, pra variar, fica muito mais bonita.

      No outro dia percorremos a Avenida Andrássy até a praça dos Heróis. A praça é grande e linda. No inverno, atrás dela tem uma pista de gelo gigante, mas como patinamos em Bratislava acabamos não indo. Passeamos também na Deák Ferenc Tér que é a praça principal da cidade, região bem central onde saem os Walking Tours. Perto dela tem um café que achamos muito legal, o Cat Café. No dia em que fomos, ele abria às 10h00 mas chegamos antes e mesmo assim já tinha fila. São poucas as opções de cafés e comidas, mas você pode interagir com os muitos gatos que tem no Café. Para quem gosta de gatos é um lugar que vale a pena ir! 

      Aproveitamos esse dia para subir na Liberty Statue. A caminhada foi cansativa mas a vista e as fotos valeram a pena. Dá pra ver toda a cidade de cima, o pôr-do-sol sem prédios para atrapalhar e ainda por cima tinha uma feirinha lá em cima.

      No terceiro dia fomos nas águas termais. Escolhemos as Termas de Széchenyi pois queríamos ir bem cedo pra aproveitar mais o restante do dia, e do nosso AirBnb até ela era só pegar uma linha de metrô e pronto. Ela é um pouco mais cara que as outras mas a estrutura é bem grande com bastante piscinas internas e externas, tendo acesso a todas mesmo no inverno. A vontade era ficar o dia inteiro naquelas águas que estavam na temperatura de 28ºC e fora da água estava 1ºC❄️.
      LUGARES EM BUDAPESTE QUE VALE A PENA CONHECER
      Parlamento, o Castelo de Buda que é um dos maiores do mundo, Estátua da Liberdade, Praça dos Heróis, Váci Street, Basílica de São Estevão, Ponte das Correntes e as Termas.
      COMIDAS QUE VALE A PENA EXPERIMENTAR EM BUDAPESTE
      Goulash, Kürtõskalács.
      Restaurantes: Szimpla ruin bar, Cat Café, Cafe Brunch Budapest, 3 Pajamas Breakfast Club
      O QUE ACHAMOS DA CIDADE
      Maravilhosa à noite, muitas coisas para fazer, muitas atrações legais e divertidas, as pessoas que vivem lá são bem simpáticas e as coisas não são tão caras quanto as outras cidades da Europa Central que usam Euro. Uma das cidades que mais gostamos do mochilão. Tem muitos cafés e restaurantes legais por lá. Se você é um foodie igual a gente, não vai se arrepender!
      INFORMAÇÕES
      Apartamento AirBnb: City Center - Dessewffy St, Budapeste 1066
      APPs: BKK FUTÁR, SmartCity Budapest Transport, Budapest Rail & Tram Map
      Casa de Câmbio: Correct Change. Fomos no da rua Szent István krt. 23, 1055 mas ficamos assustados. O local parece aqueles becos cheios de entulhos que a gente vê nos filmes. Recomendamos o da rua Erzsébet krt. 41, 1073
      --
      APPs GERAIS
      Pesquisamos bastante e acabamos achando alguns Apps bem bons pra viagem que são grátis e muito úteis para qualquer viajante.
      Mapas: Maps ME e Here Maps. Os 2 funcionam offline (pode-se baixar as cidades na memória do celular). Em cada cidade um deles funcionou melhor que o outro, mas o MAPS.ME tem uma vantagem. É possível usar os locais salvos do seu maps (Google) e colocar dentro do App. Ele perde os ícones e as cores, mas como a gente sabe que é muito útil criar um mapa de cada cidade no google maps, quando você ficar sem internet, basta abrir o MAPS.ME. O Moovit também foi útil.
      Usamos bastante também o xCurrency para saber o quanto estávamos pagando pelas coisas.
      Como gostamos de ir em restaurantes onde as pessoas locais frequentam, muitas vezes o cardápio não era em inglês. Para ajudar usamos o Google Lens, que além de identificar o idioma, traduz na hora sem precisar tirar fotos ou digitar no Google translate. O ponto fraco é que ele precisa de internet.
      DICAS GERAIS
      Muito cuidado com alguns cartões internacionais. Tem alguns que não funcionam para compra de tickets e passagens mesmo sendo internacionais. A gente usou (e abusou kk) do Nubank e deu tudo certo. Teve um que só conseguimos usar em lojas e restaurantes, não sei bem o porquê.
      Deixamos para comprar um chip de celular com internet lá mesmo, mas com tantos locais com Wi-Fi grátis acabamos não comprando.
      Usamos sacos à vácuo para caber mais coisas na mochila e uma doleira cada um, com 2 zíperes. Em 1 a gente colocava o passaporte, no outro dinheiro e cartões. Com isso saíamos despreocupados.
      Compramos também, no Brasil, botas impermeáveis de inverno na Decatlhon, pois ficaríamos o dia inteiro caminhando e não queríamos nos preocupar com o frio nem com a chuva. A Decathlon tem uma opção que sai em torno de R$ 330,00, a SH-100.
      CUSTOS
      Como tivemos que passar por países com moedas diferentes e em pouco tempo, não ficamos anotando gasto por gasto. Por isso, os valores são aproximados. O valor é dos gastos gerais, ou seja, para nós dois. Na época, o Euro (Cartão e casas de câmbio) estava aproximadamente em R$ 4,80.
      Passagens Aéreas + transportes: R$ 5.520,00
      Ônibus: Guarapuava-GRU  +  Curitiba-Guarapuava
      Aéreo: GRU-TXL   +   BUD-GRU   +   GRU-CWB (dentro do Brasil)
      Obs: Compramos São Paulo até Berlim e a volta Budapeste até São Paulo (Open Jaw)
      Passagens dentro da Europa: R$ 1.130,00
      Ônibus: Berlim-Praga + Praga-Cracóvia + Cracóvia-Auschwitz-Cracóvia + Viena-Bratislava + Bratislava-Budapeste
      Trem: Cracóvia-Viena + Praga-Kutná Hora-Praga
      Seguro viagem: R$ 257,50 pela Allianz
      Hospedagem: R$ 2.943,00. Se tivéssemos escolhido melhor o hostel em Berlim, ficaria por volta de R$ 2.400,00.
      Comidas + Feiras de natal: R$ 3.539,50 
      Transporte nas cidades: R$ 770,00
      Atrações turísticas: R$ 720,00
      TOTAL APROXIMADO: R$ 14.900,00
       
      É isso gente. Qualquer dúvida estamos à disposição!
      Esperamos que consigam aproveitar bastante as informações do relato e que ele ajude quem está planejando o próximo mochilão!


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