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Olá pessoal,

 

Venho pedir ajuda rsrs estou com 3 dúvidas na minha primeira viagem a Europa, com a carta convite consigo sair e entrar no  tratados de schengen ?

Vou visitar 8 países em 26 dias 

Meu amigo Vai me mandar a carta de Portugal tenho que levar ela em inglês para entrar nos países?  E outra em Português para Portugal ?

Mesmo com  a carta convite tenho que mostrar os hotéis que vou ficar ? pois vou ficar na casa dele só durante 5 dias.

 

 

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A carta convite é um substituto de reserva de hotel de uma determinada cidade, não é uma "permissão de entrada". Se vai visitar 8 países, o seu amigo faz a carta dizendo que em Portugal você tem lugar pra ficar, mas nos outros países deve haver uma  reserva de hotel.

Se vai entrar por Portugal basta em Português mesmo.

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Como o Davi falou, a carta convite substitui somente a reserva de hotel daqueles 5 dias que você vai ficar na casa do seu amigo, para as demais cidades, apesar de geralmente eles não conferirem, continua a precisar de uma reserva de hotel, pois vai que resolvem conferir justamente as suas?

 

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    • Por ALIRIO GABRIEL
      OLÁ, MEU PASSAPORTE FORA CARIMBADO NO DIA 08-10-19 (MADRID), ATUALMENTE ESTOU EM PORTUGAL, PORÉM SURGIU UMA OPORTUNIDADE RELACIONADA A UMA VIAGEM PARA PARTICIPAR DE UM EVENTO EM MOÇAMBIQUE, EVENTE ESTE COM DURACAO DE 4 DIAS, NO ENTANTO PRETENDO VOLTAR PARA PORTUGAL. MEU VISTO É DE TURISMO (90 DIAS). ISTO É POSSÍVEL OU O CARIMBO É DE ENTRADA UNICA ?  

      (MEU CARIMBO TEM A DATA E EM SEGUIDA UM PEQUENO ESPACAMENTO COM UMA NUMERAÇÃO 07)
    • Por Mari D'Angelo
      A Alemanha nunca esteve nos meus planos principais, mas quando se vive (e viaja) a dois, você acaba multiplicando destinos, e às vezes isso pode ser uma ótima surpresa! Não vou dizer que Berlim esteja entre as cidades que mais gostei no mundo, mas com certeza superou minhas expectativas!
       
      Estávamos estudando em Paris, e encaixamos um fim de semana pra conhecer a terra do apfelstrudel! Logo ao chegar no aeroporto alemão, assim como em todo o trajeto do trem para o centro da cidade, já se via uma imensidão verde, Berlim apesar de um pouco cinzenta, é muito arborizada.
       
      Tudo por lá é bem moderno, o metrô é um exemplo a ser seguido, você chega até os trilhos do trem sem passar por nenhuma catraca, lá chegando há algumas máquinas onde você mesmo compra seu bilhete (caso algum fiscal te solicite e você não esteja com o bilhete, a multa é de 100 euros!). Foi ai que começamos a nos surpreender com a simpatia dos germânicos, depois de muitos minutos sem entender que tipo de bilhete deveríamos comprar, veio uma alemã gentilmente nos ajudar, ainda bem!
       
      Descemos na estação Friedrichstraße (aqui aceitei que não entenderia uma só palavra em alemão rs) e seguimos a pé para a pousada só para deixar as mochilas e começar a descobrir uma nova cidade, era outubro e já estava bem frio.
       
      Começamos pelo Checkpoint Charlie, a réplica de um posto militar que ficava na divisão entre as Alemanhas ocidental e oriental na época da guerra fria. Ao lado há uma grande placa com os dizeres “Você está deixando o setor americano”/”Você está entrando no setor americano” e alguns metros à frente um grande painel com explicações e mapas da época, assim como um pedaço do muro.
       

       
      Já tínhamos reparado nos simpáticos homenzinhos nos semáforos, e de repente trombamos com uma loja inteirinha de produtos do Ampelmann, irresistivel dar uma entradinha antes de passar para o próximo ponto.
       
      Seguimos em direção ao Portão de Brandemburgo, um dos lugares mais visitados de Berlim, já era noite e ele estava lindo todo iluminado. Sua história é bastante longa, palco de comemorações e de eventos para serem esquecidos como o nascimento do Terceiro Reich de Hitler. Em 1961, o Brandenburger Tor, foi fechado pelo Muro de Berlim, hoje é possível ver a demarcação do muro logo atrás dele.
       

       
      Procurando algo para comer, caímos em um lugar super tradicional e nada turístico. O Staendige Vertretung era uma mistura de bar e restaurante com mesas grandes onde todos acabam sentando juntos, e onde tivemos certeza da simpatia dos alemães. Um casal da mesa ao lado puxou conversa conosco e recomendou que tomássemos uma cerveja típica do lugar, era um lindo copinho pequeno e a cerveja era terrível rs, logo depois um grupo grande chegou nos pediram para pular uma cadeira para que coubessem todos, como agradecimento, um deles ofereceu ao meu namorado a tal cerveja típica, coitado, teve que aceitar rs! Recomendo, a comida era maravilhosa e a cerveja -não tradicional- também!
       

       
      No dia seguinte pegamos o metrô em direção à East Side Gallery, que é a parte do muro ainda preservada e transformada em galeria de arte a céu aberto, são vários kilometros de muro grafitado, é lindo e ao mesmo tempo triste, todas as obras tem temas relacionados aos sofrimentos pelos quais a Alemanha passou, ver aquelas imagens de pessoas sofrendo e depois imaginar que estamos tocando em algo que simplesmente acabou com a vida de muitas pessoas, separou famílias… é bem forte.
       

       
      Decidimos seguir a pé até a Alexandrerplatz, a principal praça do centro da cidade onde se encontra a enorme Torre de TV. Mais a frente fica a igreja de Santa Maria, a mais antiga de Berlim e a linda fonte de Netuno. Continuamos até a ilha dos museus, onde, além dos museus, claro, se encontra também a imponente catedral de Berlim, mas como o tempo era curto, só deu para tirar algumas fotinhos. (Cuidado com essa região, há muitas mulheres e crianças tentando golpes pega-turista).
       

       
      O próximo ponto foi a Neue Wache, que hoje é um memorial para as vítimas da guerra e da tirania. É um prédio vazio com uma pietá no centro e acima dela um buraco aberto no teto, exposta a chuva, a neve e ao frio, ela simboliza o sofrimento das pessoas na época da guerra.
       
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      Pra terminar o dia, fomos novamente até o Portão de Brandemburgo e seguimos pela avenida, passando pelo memorial de Guerra soviético até chegar à Coluna Vitória, uma enorme construção com a estátua da deusa Vitória no topo. Subir seus intermináveis degraus pode ser cansativo, mas garanto que a vista compensa, os parques que margeiam a avenida formam uma densa floresta multicolorida.
       

       
      Em nosso último dia na capital alemã, o sol finalmente apareceu! A temperatura continuava quase congelante, mas o céu azul limpinho se encarregou de deixar tudo mais agradável.
       
      Passamos novamente pelo metrô Friedrichstraße, e pela segunda vez notei a triste escultura em frente à estação. Uma família de um lado e duas crianças do outro, eles carregam malas e alguns pertences pessoais e todos tem expressões tristes. Não encontrei o significado dela, mas com toda a história que a Alemanha carrega, certamente é uma homenagem aos que já sofreram muito por ali.
       
      Seguimos para o Reichstag, o Parlamento alemão. Seu imponente prédio é lindo e bem preservado por fora (não é original da época, passou por uma reforma após ser incêndiado e destruído em diferentes épocas da história), mas a parte mais interessante é sua enorme e moderníssima cúpula de vidro (também reformada), onde se pode caminhar e ter uma bela vista da cidade. Para nós foi impossível pois teríamos que ficar em uma fila de 2h e não tínhamos esse tempo, infelizmente em uma viagem curta como essa é preciso deixar algumas coisas de lado.
       

       
      O muro de Berlim passava muito próximo ao Parlamento e é um dos lugares onde é possível ver suas marcas no chão.
       
      Ainda nesta região, encontramos sem querer o recente Memorial para os ciganos vítimas do holocausto. Inaugurado em 2012, a homenagem é um lago circular rodeado de placas no chão e um poema na entrada.
       

       
      Saindo de lá, seguimos para um dos lugares mais tristes que já visitei, o Memorial do holocausto. São 2.711 blocos de concreto que (pelo menos para mim) dão a impressão de serem caixões gigantes, cada um com uma altura diferente, formando um labirinto irregular por onde as pessoas circulam. O conjunto cinzento e triste com certeza alcança seu objetivo de reflexão sobre um período tão tenebroso.
       

       
      Ufa, pra sair dessa vibe triste nada melhor que um típico apfelstrudel! Bem em frente ao memorial tem alguns restaurantes e lojinhas de souvenirs (que aliás, não são nada baratos nesta cidade!).
       
      Finalizamos com uma visita ao parque Tiergarten, próximo ao Portão de Brandemburgo. Uma enorme área verde super limpa e bem cuidada, os parques por aqui são um pouco diferentes, há pouco cimento e nada de restaurantes ou lanchonetes, apenas árvores, muitas muitas árvores, lagos, esculturas e alguns banquinhos. Mesmo estando em uma área bem urbana, é um lugar que emana paz tranquilidade. O chão todo forrado de folhas de outono completa o visual incrível.
       

       
      Dentro do parque há uma exposição permanente chamada Global Stones, são 5 pedras, cada uma simbolizando um continente. Porém, a representante da América, vinda da Venezuela, vive há anos uma polêmica entre o artista Wolfgang von Schwarzenfeld e índios venezuelanos que lutam para ter sua pedra de volta. O caso está em negociação até hoje.
       

       
      Antes de pegar o trem de volta para o aeroporto não resistimos a tentação de comprar uns chocolatinhos, assim como os cosméticos, eles são muito baratos (e maravilhosos) na Alemanha, existem algumas lojas como a Rossmann onde se encontra de tudo com ótimos valores.
       
      A Alemanha me surpreendeu muito por sua modernidade, acolhimento e diversidade cultural, mas creio que as memórias deixadas por sua história tão triste e violenta ainda são as principais lembranças que os visitantes carregam de Berlim.
       
      Posts originais e mais fotos aqui: http://www.queroirla.com.br/fim-de-semana-em-berlim-parte-i/ e http://www.queroirla.com.br/fim-de-semana-em-berlim-parte-ii/
    • Por Mari D'Angelo
      Essa foi nossa segunda vez em terras holandesas, e já que da primeira conhecemos só a capital Amsterdam, dessa vez decidimos explorar as cidadezinhas próximas também. Fizemos tudo de trem, o melhor custo benefício em relação a transporte pois as passagens são baratas e as cidades são bem perto umas das outras. Foram 4 cidades em 3 dias e apesar de parecer corrido, deu pra aproveitar tudo com calma! Foi a primeira vez que viajei meio sem roteiro, com dias livres para simplesmente andar sem rumo e descobrir o que cada lugar tinha a oferecer.
       
      Para comprar as passagens pesquisamos tudo no site do sistema de transportes nacional, o http://www.ns.nl, dá pra simular os valores e ver os horários dos trens. Mas atenção! Algumas cidade tem nomes diferentes do que conhecemos, se não estiver escrito corretamente em holandês, você não vai encontrar. Decidimos comprar na hora em cada lugar pois os trens tem intervalos bem curtos e assim podíamos ficar mais flexíveis.
       
      O sistema funciona muito bem! A maioria das estações são super modernas, tem lockers para deixar as malas e você pode comprar os bilhetes em máquinas ou nos balcões de venda. As informações de horários e plataformas são bem indicado nos painéis. Os trens são extremamente pontuais e tem wi-fi grátis!
       
      Dia 1 – Utrecht e Gouda
       
      Chegamos no aeroporto de Schiphol em Amsterdam e já pegamos o trem direto de lá para Utrecht, o trajeto dura pouco mais de meia hora. Saindo do trem você já está no centro e para chegar no centro não demora mais do que 5 minutos. Tudo pode ser feito a pé.
       
      A cidade é daquelas pequenininhas e super fofas! Sua maior atração é a torre gótica Domtoren, que pode ser vista de quase toda a cidade e (dizem) oferece uma linda vista. Alguns passos depois fica a catedral gótica Domkerk e ao lado, o Jardim monástico Pandhof, um dos lugares mais lindos de lá! Entre os diversos canais, o Oudegracht é um dos principais e fica abaixo do nível da rua, com alguns restaurantes charmosos beirando suas águas. Se quiser um lanche rápido experimente as batatas fritas no cone, já é bom por ser batata frita e eles ainda colocam uns molhos deliciosos!
       
      A cidade tem uma atmosfera bem vibrante, suas ruas são cheia de cafés, restaurantes e lojas que atraem uma boa quantidade de turistas. Ficamos meio dia por lá antes de partir novamente para a estação de trem.
       
      A outra metade do dia foi em Gouda, que como o nome sugere, é o berço do delicioso queijo, produzido por fazendeiros nos arredores da cidade. Às quintas-feiras acontece um tradicional mercado de queijos e no sábado uma feira livre com diversas bancas onde é possível pedir por peso, assim já dá pra sair comendo na hora. Difícil é escolher só uma das opções!
       
      Ainda falando de comida, Gouda também é famosa pelo Stroopwafel, um delicioso waflle prensado com recheio de caramelo. Não deixe de experimentar um feito na hora, sério!
       
      O ponto central é a Praça Markt, onde fica o maravilhoso prédio da prefeitura em estilo gótico e encantadoras janelinhas vermelhas. Lá também fica um museu que conta a história do queijo e diversos restaurantes com preços não muito convidativos. Não deixe para jantar muito tarde, muitos lugares encerram as atividades por volta das 22h.
       
      Fazer uma pequena caminhada beirando o canal principal é super agradável e no fim você ainda descobre um dos moinhos da cidade (nada mais holandês, né?).
       
      Obs. O nome da cidade em holandês é pronunciado “rráuda”, caso não fale desta maneira provavelmente você não será entendido.
       
      Dia 2 – Haia
       
      Haia, diferente de Utrecht e Gouda, tem também seu lado mais moderno. Embora conserve a atmosfera de cidade pequena, seu skyline tem prédios novos e diferentões.
       
      É lá que fica a sede do governo e monarquia holandeses e alguns museus fantásticos! O Mauritshuis está repleto de obras de grandes mestres holandeses como Rembrandt e Vermeer, autor do quadro “Moça com brinco de pérola” lá exposto. Além disso a luxuosa “casa” pertencia a Maurício de Nassau, um dos responsáveis pela colonização holandesa no Brasil.
       
      Outra atração super interessante é o Escher in et paleis, um museu sobre o incrível trabalho de M. C. Escher, que mostra desde as obras iniciais até as gravuras mais conhecidas com imagens surrealistas e ilusões de ótica. Os lustres de cada sala tem formatos diferentes como caveiras, vasos, pássaros…
       
      Uma dica pra fugir dos restaurantes da praça central é o Le Cafe, um simpático bistrô que serve comidinhas deliciosas por um preço justo. Pode pedir o vinho da casa sem medo!
       
      Dia 3 – Amsterdam
       
      É claro que Amsterdam merece mais de um dia, eu diria uns 3 pra curtir tudo com calma, mas como já conhecíamos a capital holandesa, resolvemos ficar só um dia, ver alguns pontos que não vimos da outra vez, como o Rijksmuseum, admirar os prédinhos holandeses tão típicos e lindos e caminhar um pouco sem rumo pra sentir a cidade.
       
      Veja aqui um roteiro com as principais atrações de Amsterdam: http://www.queroirla.com.br/pelos-canais-de-amsterdam/
       
      ps. Em Haia e Amsterdam ficamos na rede de hostels StayOkay e com certeza recomendo! Tudo é bem limpo e organizado e o café da manhã incluso é bastante completo.
       
       
      Sobre os trens, aqui vai um resumo de valores (p/ 2 pessoas, com taxas) e durações aproximadas das viagens.
       
      Amterdam Schiphol – Utrecht: € 19,40 / 40 minutos
      Utrecht – Gouda: € 14,60 / 20 minutos
      Gouda – Haia (Den Haag): € 13,00 / 25 minutos
      Haia – Amsterdam Centraal: € 25,00 / 50 minutos
       
      *Valores de Junho/2016
       
      Post original com fotos e links: http://www.queroirla.com.br/holanda-trem-roteiro-3-dias/


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