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Vagner Machado

Las Vegas, San Francisco, Los Angeles e San Diego 17 dias(Abril-2019) tudo por $ 2.469,13 cada

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Salve mochileiros,

Gostaria de começar meu relato agradecendo a todos os mochileiros que já fizeram alguma parte desse trajeto ou todo ele e deixaram aqui seus relatos, ajudou muito na preparação do nosso roteiro. Após extrair o máximo de informação não poderia deixar de vir até aqui e escrever um pouco da nossa experiência nesses 17 dias incríveis.

Abaixo um vídeo que mostra um pouco da viagem:

gráfico não ficou dos melhores kkk mas está valendo.

Vou colocando as informações aqui caso não entendam alguma coisa me perguntem pois sou contador e tenho uma certa dificuldade em escrever::lol4::::lol4::::lol4::::lol4::  apesar que quem escreveu o meu relato todo foi a minha esposa então dificilmente precisaram kkkkkkkk, dessa vez nosso relato está pronto e postarei até o fim, provavelmente  1 dia ou 2 dias por semana :) 🤩

ROTEIRO:

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07/04 – Chegada em Las Vegas e a estrada até Page

08/04 - Horsebend Shoe, Antelope Canyon e Monument Valley

09/04 - Grand Canyon e a estrada até Las Vegas

10/04 - Dia de estrada de Las Vegas a North Fork

11/04 - O incrível parque Yosemite com frio e chuva

12/04 - Parque Yosemite com sol e a estrada até San Francisco

13/04 - Passeio por San Francisco e jogo de basquete

14/04 – Passeio de bicicleta pela Golden Gate

15/04 - Vale do Silício e o início da descida pela Highway 1 até Monterey

16/04 – O aquário de Monterey e a incrível 17 Miles Drive

17/04 - As lindas paisagens do Big Sur

18/04 - O divertido tour pelos Studios Warner

19/04 - Passeios por Los Angeles

20/04 - Estrada entre Los Angeles e San Diego

21/04 - Estrada entre San Diego e Las Vegas

22/04 – Passeios por Las Vegas

23/04 – Dia de ir embora

Não contei nos dias de viagem a ida de avião  e a volta, porque se não meu mochilão seria de 20 dias kkkkkkkkkkkkk e também acredito que essa parte já é bem particular de cada um.

 

GASTOS

Essa foi a parte do preparativo que mais me tirou o sono e que me tira em todo o mochilão, as perguntas que assombravam minha cabeça, quanto levar? Será que vai dar? E se faltar? realmente me deixavam quase louco, organizamos nosso mochilão em 6 meses, levamos pouco mais de  4.000 dólares para duas pessoas (eu e minha esposa) e gastamos 1.500,00 cada que é TRANSPORTE + ALIMENTAÇÃO + HOSPEDAGENS + PASSEIOS, sobrou uma quantia boa até, não levamos nem 1 real se quer, mas levei 2 cartões de crédito um Mastercard Black SICREDI (me ajudou muito no aeroporto com as salas VIP) e Platinum do NUBANK para alguma emergência. A aqui vale lembrar que o aluguel do carro e as passagens de ida e volta foram pagas parceladas no cartão kkkkk, 

SEGURO DE VIAGEM

Contratamos o seguro viagem pela Assist CARD, fiquei pesquisando algumas semanas até fechar por R$ 250 reais por pessoa. É bem importante ter, porque nunca se sabe o que pode acontecer. E sempre tem descontos, os blogueiros de viagem sempre tem cupom de desconto de seguro viagem. E ouvi dizer que algumas vezes na imigração eles pedem sobre o seguro viagem, então é melhor não arriscar mesmo!

RESERVAS

Um mês e meio antes da viagem concluímos o planejamento do nosso roteiro. O próximo passo foi fazer as reservas.

Fizemos a reserva do carro pelo site da “Rent Cars”. Achei que facilitou bastante já sair do Brasil com o carro reservado, muito mais prático, sem contar que é possível parcelar o valor. Escolhemos um SUV da locadora Álamo, pois queríamos um carro confortável, já que ficaríamos muitas horas dentro dele. Pagamos R$ 2.479,70, já incluso: Proteção do Veículo, Proteção Contra Roubo e Condutor Adicional. Achamos necessário incluir essas proteções, pois nunca se sabe o que pode acontecer. Achamos que foi uma ótima escolha, não tivemos queixa da locadora e o carro nos atendeu super bem.

Os hotéis/hostels foram reservados pelo “Booking”, também com antecedência. E foi necessário, porque como estávamos de carro, precisávamos de vaga de estacionamento, e, principalmente nas cidades maiores, não era tão fácil assim encontrar um lugar bom e com estacionamento por um preço bacana. Reservando antes, conseguimos.

Também pedimos um chip da Easy4U ainda do Brasil. Foi ótimo porque, chegando lá, já conseguimos avisar a família, e também, como já íamos pegar a estrada, não perdemos tempo procurando e comprando chip. Boa parte dos lugares tem Wi-Fi, porém como íamos ficar boa parte do tempo nas estradas, decidimos que era necessário ter internet. Compramos só um, que ficou no meu celular, aí quando o Vagner precisava eu compartilhava minha internet com ele, deu super certo. Pagamos $ 49, num plano com internet ilimitada, sem ligações, para os 16 dias que ficamos lá.

Alguns passeios também foram agendados antes: Antelope Canyon, Jogo de Basquete e Studios Warner.

Dicas: Em trajetos muito longos de carro, procure por algumas atrações no meio do caminho, por mais bobas que sejam. Isso ajuda a tornar o trajeto menos cansativo, você dá uma esticada nas pernas e ainda se distrai. Pelo menos para a gente, ajudou muito.

Carteira de Motorista:

O Vagner tirou a PID – Permissão Internacional para Dirigir. Não fomos parados por guardas em nenhum momento, mas achamos melhor garantir.

 

 

Os preparativos foram praticamente isso, começo a contar a história dessa aventura no próximo capitulo.

 

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07/04/2019 – Chegada em Las Vegas e a estrada até Page

Chegamos ansiosos no aeroporto de Las Vegas por volta do meio-dia e fomos direto para a fila de imigração. Eu vim o voo todo tentando não pensar nisso, mas quando entrei na fila, bateu o desespero! O Vagner não fala inglês e eu sei o básico (ela é fluente kkkk), meu medo era que eu não conseguisse entender as perguntas, ficasse nervosa e eles achassem que eu não estava sendo sincera. Nem falei nada para o Vagner para ele não ficar nervoso também (verdade porque eu estava bem tranquilo acompanhando ela kkkk).

A fila estava gigante, mas achei que não demorou muito. Quando consegui ter visão dos atendentes, comecei a prestar atenção nas expressões das pessoas que saiam de lá, acho que ninguém teve problemas. Enfim, quando chegou nossa vez, fomos juntos e o atendente era um homem bem sério. Ele perguntou qual era o objetivo da viagem, respondi que era turismo. Aí ele pediu quantos dias íamos ficar e se íamos viajar de carro pelo país, já que no papel de imigração nós colocamos o hotel da cidade de Page, que era nossa primeira estadia. Respondi que íamos ficar 17 dias e que íamos ficar viajando pelo país. Ele falou ok, e mandou a gente colocar a digital e depois tirar foto e pronto. Fiquei feliz porque consegui responder tudo tranquila, o atendente fez as perguntas com calma, então não tive problemas para entender.

Passaportes carimbados, fomos atrás da nossa bagagem. Nesse momento eu já coloquei o chip no celular para avisar a família que tínhamos chego bem.  Como tínhamos escolhido retirar o carro no aeroporto, saímos seguindo as placas de “Rent Car”. Acabamos chegando numa fila dos ônibus que levavam até as empresas de aluguel de carro. A fila foi bem rápida, pois tinham dois ônibus pegando e levando o pessoal. Quando chegou nossa vez uma mulher desceu e começou a pegar as malas de todos para colocar todas juntas dentro do ônibus. Não sei se o trajeto até lá durou 10 minutos, foi super rápido. Descemos do ônibus e a mulher ia alcançando as malas para todos.

Todas as agências de aluguel de carro estavam ali. Fomos direto para o balcão de atendimento da Álamo. O atendente pegou os documentos do Vagner e fez todo o procedimento, até tentou vender um seguro, que não aceitamos, pois já tínhamos contratado com os seguros que queríamos. Com o contrato em mãos, descemos uma escada, ao lado da Álamo, que era onde os carros estavam.

Nós nunca tínhamos reservado um carro antes, então não sabíamos como funcionava. Chegamos lá, uma moça olhou o nosso papel, que estava escrito SUV, e nos indicou em que fila estava o nosso carro. Chegamos onde ela indicou e ficamos esperando, achando que alguém viria dizer qual carro era o nosso hahahaha Eu não estava entendendo o processo, porque achava que lá no atendimento já teria sido vinculado um carro ao documento do Vagner. Nisso veio mais dois senhores e também ficaram andando de um lado para o outro tentando entender o que era pra fazer. Voltei lá e pedi novamente para a mulher, ela olhou meu papel e falou que era lá onde eu estava, não entendi bem e voltei, nisso tinha um funcionário conferindo um carro e perguntei para ele, aí ele me explicou que eu podia escolher qualquer carro daquela fileira hahhahah Escolhemos um Nissan Rogue novinho, até sem placas, saímos dali bem felizes com nosso carro novinho, chegamos num guichê (que era onde seria vinculado o carro ao documento do Vagner! Hahahah) e o atendente falou que teríamos que voltar e escolher outro carro, porque a autorização daquele carro andar sem placas ia vencer antes do término da nossa viagem O papel com a data estava colado no vidro do carro e nós não enxergamos! Voltamos e escolhemos outro carro do mesmo modelo, porém com placas. Voltamos lá, o rapaz do guichê fez a vistoria do carro e nos liberou.

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Começou de fato a viagem tão sonhada! Colocamos no Google Maps a placa de “Welcome to Las Vegas”, para tirarmos a foto de início da viagem. Lá tem estacionamento grátis para o povo que quer tirar foto, e todo mundo quer! Chegamos lá e tinha uma fila razoável para tirar foto exatamente na frente da placa, como eu e o Vagner estávamos com um pouco de pressa, pois tínhamos 4 horas de estrada pela frente até nosso hotel em Page, resolvemos tirar na lateral mesmo, e deu bem certo, apareceu bem a placa, e não precisamos aguardar aquela fila.

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Voltamos para o carro, colocamos o endereço do hotel de Page no Google Maps e partimos, estávamos bem cansados, mas a euforia de estar ali ajudou a aguentar as horas de estrada.

O trajeto até Page foi tranquilo e lindo, as estradas são ótimas. Na metade do caminho resolvemos parar no meio da estrada para esticar as pernas, quando voltamos para o carro não conseguimos ligar ele, comecei a me preocupar achando que o carro estava com problema e nós dois no meio do nada, nós nunca tínhamos dirigindo um carro com cambio automático, mas meu marido dizia que sabia kkk (cara eu jurava que sabia klkkkkkkkk). Depois de muitas tentativas pedi para ele tirar a chave e inverter o lado, e nisso o carro ligou! Não entendemos direito, mas fomos felizes por estar tudo bem.

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Uma hora depois resolvemos esticar as pernas de novo, e paramos novamente no meio do nada, atrás de um carro que tinha dado problema, descemos e fomos esticar as pernas atrás do nosso carro, quando voltamos para o carro, adivinha? Não ligou de novo! O Vagner tirou e virou a chave um monte de vezes e nada. Resolvemos descer e pedir ajuda para a mulher do outro carro. Fomos conversar com ela (ela era idêntica a atriz Ashley Williams, devia ser parente de tão igual), o pneu do carro dela estava com problema, mas ela já tinha chamado um policial rodoviário para ajudar e estava esperando ele chegar. Tentamos ajudar a soltar o estepe do carro dela, mas sem sucesso. Quando o policial chegou, ela perguntou se estávamos com problemas com o nosso carro também, e expliquei que nunca tínhamos dirigido um carro com cambio automático e que não estávamos conseguindo ligar, ai ela se ofereceu para ajudar, foi lá ver o Vagner tentando ligar o carro e percebeu que ele não estava pisando no freio! Hahahha (ai que burro da zero para ele kkkkkkkkkkkkk). Agradecemos muito a ajuda dela, ela não se aguentou e saiu rindo, e o policial também. Depois disso não tivemos mais problemas com o carro! Kkk

Chegamos em Page por volta das 19h30, resolvemos comer algo e ir no mercado antes de ir para o hotel. Eu já tinha pesquisado antes e visto que perto do hotel tinha um Burguer King e um Walmart. Fomos primeiro comer, estávamos morrendo de fome, Vagner pediu um combo do BaconKing e eu pedi um combo do Whopper e deu $ 14,99. Depois fomos para o Walmart comprar água e coisas para comer durante os trajetos de carro, gastamos $11,97 em um fardo com 24 garrafas de água de 500ml, uma batata Lays tamanho família, bolacha, tic-tac e barra chocolate. Nem acreditei que comprei 24 garrafas de água de 500ml por $ 2,68.

 

Depois disso, fomos para o Motel 6 Page, que eu já tinha reservado pelo Booking ($ 57,53 o casal), descansar, pois o próximo dia seria um dia cheio.

 

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08/04/2019 - Horsebend Shoe, Antelope Canyon e Monument Valley

Na noite anterior eu tinha colocado o despertador para às 07h30, pois pretendíamos sair do hotel às 8h, e como o hotel não disponibilizava café da manhã ia ser mais rápido. Porém como ainda não tínhamos acostumado com o fuso horário, 4h a menos que o Brasil, acabamos acordando antes.

Nos arrumamos com muita calma, pegamos um cafezinho na recepção para comer com a nossa bolacha e saímos rumo a Horsebend Shoe às 07h40. O estacionamento estava em obras, então tínhamos que estacionar o carro num lugar determinado, que era uns 2,5km antes (tinha placas avisando, mas é claro que nos perdemos e tivemos que pedir informação kkk) e pagar $5 cada pra ir de ônibus até lá. Chegamos, estacionamos o carro, pagamos e ficamos aguardando o nosso ônibus. 8h15 já estávamos dentro do ônibus, foi super rápido. O ônibus nos deixou no início da trilha para Horsebend Shoe. Não pagamos nada para conhecer o lugar, mas ouvi dizer que, assim que terminarem as obras, vai ser cobrado valor de entrada.

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Fomos o trajeto todo tirando fotos, tudo a gente achava lindo, acho que deu uns 20 minutos a pé, ou nem isso. O lugar é realmente incrível! Como era cedo, tinha bem pouca gente, então deu para aproveitar mais. Tiramos muitas fotos, curtimos a paisagem e começamos o caminho de volta. Quando voltamos para onde o ônibus nos deixou, já tinha algumas pessoas esperando. Logo o ônibus chegou trazendo a nova leva de turistas, como já era 9h, já tinha muito mais gente, o ônibus veio cheio, fizemos uma boa escolha ao começar mais cedo!

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O ônibus nos deixou onde ficaram os carros, entramos no nosso e partimos para Antelope Canyon. Tínhamos reservado o passeio do Lower Antelope Canyon (escolhemos esse por dizerem que é menos tumultuado) pela Ken’s Tour, o valor foi descontado do nosso cartão de crédito em reais e deu R$ 212,30 cada um. Entrei no site deles na semana antes da viagem e a maioria dos horários da manhã já estavam esgotados. Como é preciso chegar lá meia hora antes, e fiquei com medo de demorarmos no Horsebend Shoe, reservei o horário das 11h. Por fim, acabou que chegamos lá às 9h30, ou seja, podíamos ter reservado o passeio das 10h, para ter mais tempo de curtir o passeio que faríamos a tarde, mas ok, não dá para prever tudo.

Ficamos por lá aguardando, 10h30 entramos na fila para o check-in, e 11h os guias começaram a chamar. Ficamos um tempo aguardando todos se aproximarem e fomos, cada guia com seu grupo.

Esse canyon é mais estreito que o Upper, então cada grupo tem que aguardar o outro. O lugar é fantástico! Como a beleza está em ir olhando para cima, o fato de ter bastante gente não atrapalhava, mas nas fotos sim, porque sempre aparecia alguém no fundo, não sei como é nos outros horários, mas nesse tinha bastante gente. Mas deu para babar no lugar, é realmente lindo, e super valeu a pena!

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O passeio durou um pouco mais de uma hora e fomos correndo para o carro, pois pretendíamos conhecer o Monument Valley ainda nesse dia, e eram duas horas de estrada até lá. O problema era que lá fechava às 17h, mas do horário de Utah, que é uma hora a menos do Arizona.

Tocamos direto até lá, só parando para abastecer num posto em Kaibeto, um vilarejo que passamos no caminho, e deu $28,40 (não lembro quanto custava o galão). Chegamos lá, pagamos os $20 da entrada (a taxa é $20 por carro), ganhamos um mapa do trajeto das 17 milhas que queríamos fazer e estacionamos no Centro de Visitantes para admirar a vista, a vista dali é linda! Aproveitamos e compramos um imã de geladeira por $ 4,19.

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Todos os relatos que li, diziam que levava 2 horas para fazer o trajeto das 17 milhas, porém nós só tínhamos uma hora (aquela uma hora que ficamos esperando pelo passeio de Antelope Canyon estava fazendo falta aqui). Então voltamos para o carro e começamos, pois não tínhamos tempo a perder. Acabou que não paramos em todos os mirantes, só nos que mais gostamos, quando chegamos na saída já era 17h10 e tinha uma mulher cuidando para que ninguém mais começasse a trilha naquele horário. Nossa visita foi super rápida, mas valeu! Da próxima vez quero ir com mais calma e dormir no hotel que tem lá dentro.

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Depois dali iríamos dirigir mais 2h30 em direção ao nosso hotel em Flagstaff, porém fomos na direção contrária, porque queríamos contemplar a visão (e tirar uma foto) no ponto em que o Forrest Gump parou de correr no filme, tem até uma placa indicando o lugar, e muita gente para tirar fotos lá.

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Depois disso iniciamos nosso trajeto rumo a Flagstaff. Acabamos parando antes, numa cidade chamada Cameron, para comer, pois não tivemos nem café da manhã descente nesse dia, avistamos um Burguer King da rodovia (sim, nossas refeições foram quase que Burguer King a viagem toda) e paramos lá. O Vagner pediu um combo Cheese&Bacon e eu um sanduíche Whopper, nossa conta deu $ 14,99. De barriga cheia, paramos ainda para abastecer num posto que tinha perto, deu $26,50 ($ 2,95 o galão).

Logo chegamos ao nosso destino, hotel Travelodge by Wyndham Flagstaff, pagamos $ 45,43 no quarto de casal. Esse hotel é bem no estilo motel americano, daqueles que você estaciona na frente da porta do seu quarto, igual nos filmes. Precisávamos descansar bem, pois no próximo dia conheceríamos o Grand Canyon e ainda iríamos para Las Vegas.

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09/04/2019 – Grand Canyon e a estrada até Las Vegas

Acordamos antes do despertador novamente. Essa nossa dificuldade em nos acostumar com o fuso horário nos primeiros dias foram ótimos, porque justamente os primeiros dias da viagem eram os mais corridos, então era bom começar antes.

Fomos tomar café da manhã, que era junto na recepção, não tinha ninguém lá aquele horário, então comemos bem à vontade. Achei o máximo uma máquina de fazer panquecas (acabei encontrando em outros hotéis, mas até ali, era novidade).

Terminamos o café e partimos às 07h40, tínhamos 1h30 de estrada até o Grand Canyon. Mas, antes de começar o trajeto, paramos num posto tirar uma dúvida sobre o óleo do carro, achamos que estava acabando, mas estava tudo certo.

O caminho até lá era bem bonito, mas bem diferente do que eu imaginava, eram campos abertos e arvores para todos os lados, e eu imaginava que seriam as mesmas paisagens dos dois primeiros dias: rochas e deserto.

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Chegamos lá umas 09h30, pagamos a taxa de entrada ($35 por carro), ganhamos o mapa com todos os mirantes e as linhas de ônibus que temos que pegar para chegar neles. O parque estava bem vazio, mais uma vez a vantagem de ir cedo. Fomos direto no Centro de Visitantes carimbar nosso passaporte com o carimbo do parque.

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Como só tínhamos algumas horas para a visita, decidimos pelos mirantes da linha vermelha, Hermits Rest Route, que dizem ser os mirantes mais bonitos, são 11 km e, segundo o mapa, levaria 80 minutos sem descer do ônibus. Mas para pegar o ônibus da linha vermelha, primeiro era preciso pegar o ônibus da linha azul, que fica no Centro de Visitantes, e ir até o ponto final, e de lá pegar o ônibus da linha vermelha. Pegamos o ônibus da linha azul, não tinha fila nenhuma, bem tranquilo. Chegando no ponto de pegar o da linha vermelha tinha uma fila, mas foi bem rápido, porque são vários ônibus fazendo o trajeto.

Como não tínhamos muito tempo, resolvemos fazer a ida toda dentro do ônibus, ele vai parando em todos os mirantes, então dá pra ver todos, e na volta, descermos no mirante Mohave Point e caminharmos até o mirante Powell Point, o que dava menos de 2km, e se estivéssemos dispostos, poderíamos voltar a pé até a Village, o que seriam mais 3km, para pegar o ônibus azul para voltar ao Centro de Visitantes e de lá caminhar pelo trecho entre o Mather Point e o Yavapai Point.

No fim das contas o que aconteceu é que estava um vento que não dava nem para abrir o olho, principalmente eu que estava de lente, era abrir o olho que começava a lacrimejar, era muito vento mesmo! Na ida, descemos nas últimas 3 paradas, tiramos fotos, curtimos e esperamos os próximos ônibus. Na volta descemos no mirante Mohave Point e caminhamos só até o próximo ponto, tentando admirar a paisagem, mas era impossível curtir com aquele vento, tanto que tinha bem pouca gente caminhando, e de lá subimos no ônibus novamente para o Centro de Visitantes e acabamos indo embora.

Acabamos não curtindo o parque da forma que queríamos, eu gosto de ir caminhando para curtir mesmo o lugar, mas deu para ter uma boa noção da grandiosidade daquele lugar. Acabou que agora temos motivos para voltar!

 

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Tínhamos 4h de viagem pela frente, mas, como saímos do parque antes do previsto, fizemos o caminho até Las Vegas com calma e parando em tudo, esse trajeto passa por muitas cidades da rota 66, e são bem legais de conhecer.

A primeira parada foi a cidade de Willians, super fofa. Na entrada da cidade já tinha uma placa sinalizando ser a rota 66, e é claro que paramos tirar fotos! Depois paramos no Centro de Visitantes da cidade comprar um imã de geladeira, pagamos $ 3,30 (fazemos coleção de imãs de viagem). Aproveitamos e fomos no mercado, nosso estoque de comida no carro tinha acabado, gastamos $ 17,75.

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ainda vou comprar um tripé para tirar fotos legais nossas kkkkkkk

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A próxima parada foi na cidade de Seligman, essa cidade foi inspiração de muitos cenários e personagens do filme Carros, é bem legal, cheia de carros antigos.

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Depois dessa cidade, paramos em Kingmans, que também faz parte da rota 66, na lanchonete Mr. D’z, que é bem decorada, cheia de peças antigas. O Vagner pediu um cachorro-quente, que eu não prestei atenção se estava descrito no cardápio, acredito que sim, mas veio com macarrão dentro do pão junto com a salsicha, bem estranho, mas o Vagner disse que estava bom. Eu pedi um sanduíche de frango, e também estava bom. O total, com dois copos enormes de Coca-Cola e mais a gorjeta, deu $ 26. Em Kingmans também abastecemos o carro e pagamos $ 29.

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Depois dali ainda passamos por Chloride (precisa fazer um desvio de 5 minutos da rodovia), que é uma cidade de 1860, e é onde está o correio mais antigo do Arizona em funcionamento. A cidade era bem pequena, e meio fantasma, vimos 4 pessoas ao passarmos por lá apenas.

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Saindo dali, logo chegamos em Las Vegas, ficamos hospedados no hotel Travelodge by Wyndham Las Vegas Airport No/Near The Strip, pagamos $ 55,99 no quarto de casal. Como o nome já diz, esse hotel não fica na Strip, pois como ficaríamos dois dias em Las Vegas no fim da viagem, optamos por ficar num hotel mais barato nesse dia. Antes de ir para o hotel passamos no Walmart, comprar um adaptador de tomada e mais algumas coisas para comer, porque o próximo dia da viagem ia ser todo na estrada, gastamos $18,65. Do lado do Walmart tinha uma 99¢ Only, aproveitamos para conhecer, e acabamos comprando umas coisas.

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Depois fomos para o nosso hotel, que também tinha aquela vibe de motel de filme, até ficamos no segundo piso, pra curtir a vibe, o problema foi subir as escadas com as malas hahahah

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agora era só descansar para mais um dia o/

 

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10/04/2019 – Dia de estrada de Las Vegas a North Fork

Acordamos e nos arrumamos sem pressa (foto que coloquei do hotel era do dia de hoje tá  kkkkkkk), afinal de contas, esse ia ser um dia só de estrada. Descemos tomar café e estava bem cheio, acho que todos foram tomar café ao mesmo tempo. Terminando o café, colocamos as coisas no carro, colocamos o trajeto no Google Maps e partimos para as 7h de viagem até nosso hostel em North Fork. Saímos umas 8h do hotel.

No meio do trajeto paramos em dois lugares na cidade de Yermo, para dar uma esticada nas pernas. No EddieWorld (36017 Calico Rd, Yermo), que é uma loja de doces. Na frente tem um cupcake gigante, que dá pra ver de longe da rodovia.

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Mas a ideia de passar lá foi porque o dono é um super fã do time de basquete Lakers, e dentro da loja de doces tem um espaço com algumas recordações do time, inclusive tem um pedaço da quadra em que o Lakers venceu alguns titulos da NBA . O Vagner que é super fã de basquete curtiu a parada (treinei basquete dos 8 aos 17 anos, não tem como não ser fã kkkkk).

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Também demos uma parada para conhecer a Lanchonete Peggy Sue, ela é toda decorada por dentro ao estilo anos 80, e na parte de trás tem um jardim com dinossauros de metal, o povo americano é muito criativo kkk.

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Essas paradas parecem aleatórias, mas são ótimas para dar uma quebrada na monotonia de tantas horas dentro do carro. Depois disso, paramos apenas em Bakersfild para abastecer, $45 ($ 3,45 o galão, segundo o Google Maps estava mais barato do que em Fresno), e em Fresno para comer no In-N-Out, $14,36 (um combo Dbl -Dbl + 2 sanduíches).

Chegamos em North Fork por volta das 19h, ainda abastecemos $7 (não lembro quanto estava o galão, mas era mais caro), por medo de faltar nos dois dias que íamos para Yosemite. North Fork é uma cidade bem pequena, acho que a única rua era a rodovia mesmo. Ficamos no Jackass Hostel, pagamos $ 71,04 nós dois, mas dormimos numa cama de casal em um quarto compartilhado. Nós gostamos do hotel, parecia casa de vó, bem aconchegante, acho que estávamos em 7 na casa, contando com o cara que nos recepcionou. Ele estava fazendo nachos para o pessoal e nos convidou, mas eu e o Vagner tínhamos acabado de comer.

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Nessa noite tinha liberado para comprar os ingressos dos playoffs da NBA, e o cara da recepção foi super gente boa e emprestou o notebook dele para comprarmos. Pagamos com o cartão de crédito em reais e deu R$ 493,16 cada ingresso. É caro, mas já imaginávamos. E o Vagner é tão fã, que estava fora de cogitação não ir.

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sabe quando acontece algo que você nunca imaginou que um dia poderia acontecer, então você me entende quando eu recebi esse e-mail, assistir um jogo da NBA e ainda Playoffs e do time que iria a final de 2019 a meu amigo, meu coração não ia aguentar não kkkkkkkkkkkkkkkkk

Fomos dormir cedo nesse dia para darmos conta de acordar cedo no dia seguinte.

 

 

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11/04 – O incrível parque Yosemite com frio e chuva

Acordamos cedo, recolhemos nossas coisas e descemos. Na noite passada o cara do hostel falou que podíamos fazer café e comer umas barras de cereal que estavam em cima da bancada (o hostel não disponibilizava café da manhã), porém não tinha ninguém no hostel (acho que estavam todos dormindo), e nós não conseguimos descobrir como ligava o fogão, que era antigo e bem diferente dos do Brasil, e não tinha micro-ondas, então acabamos pegando a barra de cereal e comendo com agua no carro mesmo kkk

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Saímos do hostel às 07h30. O dia estava lindo e o caminho até o parque era bem bonito, quando nos demos conta já estávamos na entrada. Pagamos os $35 e ganhamos um mapa, como no Grand Canyon. Logo avistamos a placa sinalizando Mariposa Grove, acredito que levamos uns 40 minutos do hostel até lá.

Chegando lá, estacionamos o carro, e a recepção estava fechada. Ficamos bem perdidos, pois, eu sabia que os ônibus não estariam funcionando por conta da neve, e que teríamos que ir a pé, mas não sabia exatamente para que direção ir. Não tinha ninguém lá, além de uns homens fazendo a limpeza do lugar. A gente até tentou se comunicar com eles, mas eles estavam com uns aparelhos barulhentos e com abafador nos ouvidos. Nisso vimos uns caras que estacionaram mais para cima de onde estávamos e sumiram a pé por trás da recepção, sei lá pra que direção. Então voltamos para o carro e estacionamos próximo do deles e pra tentar descobrir para onde eles tinham ido kkk. Nisso um dos caras da limpeza finalmente nos enxergou perdidos por lá e explicou por onde deveríamos ir.

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Iniciamos nossa caminhada depois das 8h30 da manhã, dá umas 4 milhas até lá. Era por uma estrada, que estava totalmente limpa, na hora eu nem entendi o porquê de não podermos ir de carro até lá, mas chegando lá eu entendi, se tivesse muita gente, não teria onde estacionar, e eles estavam fazendo a limpeza do lugar lá, então não queriam muitos visitantes pra não atrapalhar. Enfim, fizemos o trajeto em uns 40 minutos, tirando muitas fotos. A medida que subíamos a neve nas laterais da rua aumentava.

 

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Chegando lá nos deparamos com aquelas arvores gigantes, lindas! Eu sabia que elas eram grandes, mas não imaginava que fossem daquele tamanho. Enfim, começamos a andar por uma trilha, um caminho bem bonito. Tinha um casal de senhores andando na nossa frente (acho que nesse momento só estava nós quatro nessa área do parque), logo eles avistaram dois esquilos e começaram a tirar fotos e nos chamaram para ver. Foram os primeiros esquilos da viagem, achamos o máximo, tiramos fotos deles e depois descobrimos que eles aparecem em todos os lugares kkk.

 

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detalhe que eu tenho 1,81 kkkkk fiquei anão kkkkkk

Andamos um bom pouco por ali, admirando a beleza das arvores, até que resolvemos fazer o caminho de volta, não queríamos cansar muito, pois tínhamos o dia todo pela frente. No caminho de volta tinha uma galera indo pra lá, novamente tivemos sorte em ir antes, porque tiramos milhares de fotos sem ninguém aparecendo no fundo kkk.

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Chegamos de volta no carro às 10h40, e o tempo já não estava mais bonito como antes e estava ficando mais frio. Dirigimos uns 40 minutos até Tunnel View, quando chegamos no túnel eu já preparei o celular para filmar. É surreal a visão quando você sai do túnel. Estacionamos o carro e fomos curtir o lugar, já tinha bem mais pessoas ali (acho que poucas pessoas queriam encarar o trajeto a pé até Mariposa Grove).

 

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Saindo dali, dirigimos mais uns 5 minutos até a Bridalveil Fall, aqui já estava bem lotado de gente. Estacionamos e fomos conferir a cachoeira, uma caminhada curta, ela é linda, mas não conseguimos ficar admirando muito, porque estava chuviscando demais e muito frio, voltamos correndo para o carro.

Mais a frente tinha um lugar aberto, chamado Sentinel, que dava pra ver bem a cachoeira (não sei qual delas), estacionamos ali e resolvemos caminhar, isso era quase 12h30. Apesar do frio tinha bastante gente caminhando por ali, tinha excursão de escola com muitas crianças fazendo piquenique e umas brincando ao redor de um lago. Caminhamos um monte até chegar numa área do parque com casas para o povo alugar, e mais a frente tinha um restaurante e um Starbucks, pegamos um café, $9 cada, e voltamos fazendo o mesmo trajeto, o lugar era lindo, pena que o tempo não colaborou.

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Dali fomos direto para Yosemite Valley, chegamos às 13h45. Aproveitamos para carimbar nosso passaporte com o carimbo do parque no Centro de Visitantes, comprar nosso imã de geladeira ($7, foi o imã mais caro da viagem!) e descansar um pouco por lá.

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Descansados, fomos fazer a trilha Lower Yosemite Fall Vista Point, que fica bem pertinho do Centro de Visitantes, e bem fácil de encontrar, cheio de placas indicando o caminho. A trilha é bem curta e bem bonita. Chegamos lá e estava lotado de gente, e muuuito frio! Mas ainda conseguimos tirar umas fotos e curtir, a cachoeira é linda! Pena que o tempo não colaborou.

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No caminho de volta começou a chuviscar. Aí acabamos resolvendo ir embora, já era 16h30 e estávamos cansados e com frio. Resolvemos ir pro hostel, dormir cedo e voltar no outro dia, se o tempo estivesse melhor.

Nosso hostel era o Yosemite Internacional Hostel, em Groveland, pagamos $84. Chegamos lá às 18h e era umas 3 casas no mesmo pátio. Tínhamos reservado um quarto compartilhado com 10 camas, quando fui pagar percebi que estava um pouco mais do que quando reservei, mas achei que era pela cotação do dólar. Quando fomos para o quarto entendi que, não sei porque, o rapaz colocou a gente em um quarto com apenas 3 camas, e a terceira estava desocupada, então ficamos só nós dois no quarto, inclusive ele nos deu a chave do quarto para trancarmos quando fossemos sair. Nós estávamos tão cansados que nem reclamamos de ficarmos sozinhos. Nessa parte do hostel que ficamos tinha dois quartos, cozinha e banheiro.

Largamos nossas coisas e fomos atrás de algo para comer, encontramos uma pizzaria quase ao lado do hostel. Quando entramos vimos uma porta cheia de Arcade, e acabamos ficando por lá um tempo antes de pedir o que comer, era $0,25 para jogar. Depois de gastar nossas moedinhas com os jogos, pedimos uma pizza com 6 fatias e um copo de refrigerante, que deu $ 20,60. Não era super boa, mas deu bem pra encher a barriga.

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Depois voltamos para o hostel, tomamos banho e fomos dormir, na expectativa de que o dia seguinte tivesse sol.

 

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12/04/19 – Parque Yosemite com sol e a estrada até San Francisco

Acordamos cedo e o dia estava lindo!! Pegamos a estrada um pouco depois das 8h da manhã. Esse hostel não tinha café da manhã, então fomos comendo nossas coisinhas no caminho para o parque.

Quando montei o roteiro, a ideia era fazer a trilha do Mirror Lake no primeiro dia (teria dado tempo, se não fosse pelo clima) e um trecho da trilha Mist Trail no segundo dia. Porém, acabei não me informando no Centro de Visitantes como funcionava para chegar até o início da trilha Mist Trail. Então resolvemos deixa-la para uma próxima oportunidade, já que ela é bem comprida e teríamos tempo para fazer só um trecho dela, e fazer a trilha do Mirror Lake, que não tínhamos feito no dia anterior.

Chegamos no parque, estacionamos próximo do início da trilha (nos baseamos no mapa que recebemos do parque). Era cedo ainda, estava bem frio e tinha bem pouca gente. Como o tempo estava ensolarado, o lago estava refletindo bem. A paisagem é linda e a trilha super tranquila, gastamos um bom tempo admirando o lugar e tirando fotos. O engraçado é que a trilha não acaba no lago, ela continua, e claro que continuamos caminhando, até chegar num desvio que dava para a areia, pegamos o desvio e continuamos um bom trecho até resolvermos voltar (na verdade o Vagner já queria voltar fazia tempo, mas eu estava muito curiosa para saber até onde a trilha ia). Teve um casal que não pegou o desvio, continuou, sinceramente não sei onde dava aquela trilha. No caminho de volta, já não era mais tão cedo, então nos deparamos com muitas famílias com crianças fazendo a trilha, é bem tranquila.

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Saindo dali, resolvemos parar no Centro de Visitantes e refazer a trilha da Lower Yosemite Fall Vista Point, dessa vez com sol. E foi uma ótima escolha, porque no dia anterior, por conta do frio, acabamos não admirando muito o trajeto, que é lindo! Logo no começo, nos deparamos com alguns cervos que estavam bem próximos do cercado, todo mundo ficou em silêncio para não assustá-los, enquanto tirávamos fotos e filmávamos. Nisso três deles resolveram pular o cercado para ir para o outro lado, passando bem pertinho da gente, foi demais!

 

 

Depois disso, continuamos a trilha e encontramos um desvio que dava pra um banquinho, e do banco dava pra ver certinho as duas cachoeiras, lindas, gastamos mais um tempinho ali até que resolvemos continuar. Chegando na Yosemite Fall Vista Point, ela estava ainda mais linda, mas estava bem mais cheio de gente, e não conseguimos tirar fotos sem que aparecesse alguém atrás, mas enfim, valeu igual! Depois dali íamos encarar 4h de estrada até San Francisco, então aproveitamos bem os últimos minutos no parque, deu até tristeza ao ir embora. Numa próxima oportunidade pretendemos voltar com mais tempo.

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Saímos às 13h30 rumo a San Francisco. O Vagner estava super animado, pois íamos passar ao lado da Arena do Golden State Warriors no caminho, e ele já teria uma ideia do que nos esperaria no dia seguinte, que era o dia do jogo. No caminho só paramos para abastecer, não lembro em que cidade foi, mas pagamos $30 ($ 3,69 o galão). Acho que já estávamos acostumados com as horas de carro que nem percebemos o tempo que levamos, quando nos demos conta já estávamos passando pela lateral da Arena, que fica na cidade de Oakland, vizinha de San Francisco.

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para quem não gosta muito de basquete não deve estar entendo nada, cara mais para mim, era emocionante kkkkkkk, pedi para minha esposas tirar o máximo de fotos possíveis (cara nessa hora eu não queria nem saber se eu estaria ali alguns dias depois kkkkkkkk)

Logo que fomos chegando perto da ponte que passaríamos para chegar no nosso destino, começou um engarrafamento gigante. Aí que fomos nos dar conta que eram quase 6h da tarde, ou seja, justamente a hora de maior trânsito. Mas quando vocês estão viajando, ainda mais para fora do país, até o engarrafamento fica interessante hahahah Era uma fila gigantesca de carros, daquela que não dá pra enxergar o fim, levamos uma hora para andar 9 milhas, mas para o tanto de carros que tinha achei que foi super rápido. Era umas cinco filas, os caminhões eram obrigados a ficar na primeira fila da direita. Logo chegamos no pedágio, o único da viagem toda, pagamos $7. Achei interessante porque não tinha chancela. Logo que passamos percebemos que os carros pararam, aí que fomos enxergar que tinha um semáforo para cada fila, ia liberando um de cada fila por vez. Depois dali acabou o engarrafamento.

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Seguimos para o nosso hostel, HI San Francisco Fisherman's Wharf Hostel (240 Fort Mason), pagamos $47,50 cada por dia. Chegamos perto das 19h. Esse foi um dos hostels que mais gostamos, é enorme, bem aconchegante, a localização é ótima, e quando reservamos dizia não ter café da manhã, mas tinha! E era um café da manhã muito bom. Paramos o carro próximo do hostel e fomos fazer check-in para pedir onde era o estacionamento. O rapaz da recepção nos deu um mapa do estacionamento, sinalizando onde podíamos deixar o carro. Na frente das casas era proibido. Deixamos um tanto longe, mas era bem seguro o local, então não nos preocupamos.

 

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Enfim, largamos nossas coisas e fomos a pé comer no In-N-Out Burger, que era pertinho, pedimos um combo Dbl -Dbl + 2 sanduíches por $ 18,07. Tinha bastante opção para comer por perto, mas como nosso orçamento era curto, nem procurávamos outra coisa que não um lanche.  Saindo dali dava para curtir o por-do-sol junto ao mar tivemos que aproveitar um pouquinho kkkk

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Voltamos para o hostel, e logo fomos dormir, pois o próximo dia seria o dia memorável da viagem para o Vagner.

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13/04/2019 – Passeio por San Francisco e jogo de basquete

Acordamos, arrumamos nossas coisas e fomos tomar café da manhã. Como era o dia do jogo e queríamos sair cedo para lá, resolvemos gastar a manhã conhecendo os píeres, que seria um passeio mais rápido.

Saímos a pé, nos guiando pelo Google Maps às 9h da manhã. Primeiro fomos conhecer a Lombard Street, chegando pelo topo dela. Lá foi o primeiro lugar da viagem que encontrei brasileiros, o Vagner diz que ouviu alguém falando em português no hotel de Las Vegas, mas eu não ouvi. Conversamos um pouco com eles, descemos a rua pelas escadas da lateral, tiramos algumas fotos e subimos a rua pelas escadas do outro lado. A rua é bem bonita, o Vagner queria ter descido de carro, mas deixamos pra passar por lá quando fossemos embora da cidade e acabamos esquecendo.

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Do topo da rua pegamos o Cable Car, $7 por pessoa, não deu certo de irmos sentados do lado de fora, o que pegamos era meio fechado e estava meio cheio, mas valeu a experiência igual, a ideia era ir até a Union Square, mas ele fez uma parada no Museu do Cable Car e nós acabamos descendo de curiosos.

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A visita ao museu é grátis e é bem interessante, tem alguns Cable Car antigos. O sistema de funcionamento do Cable Car fica dentro do museu. Aproveitamos para comprar um imã de geladeira por $ 4,30.

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Dali começamos nossa caminhada em direção ao Ferry Building. No caminho passamos, sem querer, pelo Chinatown, mas foi legal.

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Chegamos no Ferry Building e seguimos caminhando pelos píeres, parando para visitar e tirar fotos dos mais interessantes. Acredito que levamos uma hora para conhecer tudo. No píer 39, além das diversas lojinhas, tem os leões marinhos que chamam a atenção, ficamos um tempo observando-os. No píer 45 fica o Museé Mechanique, que é um museu de Arcade, super legal, eles funcionam com moedas de $ 0,25. Conseguimos ver todas as máquinas e observar algumas pessoas jogando, mas não conseguimos ficar mais, porque não tínhamos tempo.

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Saímos dali e fomos almoçar. O In-N-Out Burger estava lotado, e como estávamos sem tempo, resolvemos comer ao lado, no Crepe Cafe SF. Pedimos 2 crepes salgados + 1 crepe doce + 1 copo de refrigerante e gastamos $ 40,12. O valor foi bem mais salgado do que estávamos acostumados a gastar, mas estava bem gostoso.

Depois de almoçar, fomos para o hostel nos arrumar e pedir um Uber para ir até o Oracle Arena. Decidimos ir de Uber porque não tínhamos muita noção de como seria para estacionar lá, e também para evitar o tumulto na volta. O Uber nos deixou no estacionamento, de lá tinha um trechinho a pé. Estávamos indo tranquilos até que um rapaz com um carrinho daqueles de golfe veio até nós e nos ofereceu carona até lá. Nós não aceitamos na hora, porque não entendíamos direito o que ele estava falando, mas ele insistiu e acabamos indo hahahah foi bem legal! Ele nos deixou bem na frente da entrada, descemos e agradecemos. Depois que fomos parar e pensar que ele devia estar querendo gorjeta, mas aí ele já estava longe.

Enfim, mostramos nosso ingresso e entramos. Logo na entrada tinha uma loja das camisetas do Golden State Warrions, e já compramos a nossa. Achamos bem em conta, era $ 20,00 cada, de uma loja oficial.

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eu não conseguia esconder a minha alegria em estar indo em um jogo da NBA kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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as camisetas são muito boas, comprei também um casaco azul que vocês vão ver em muitas fotos daqui para frente kkkkkkkkkkkkkkkkkkk era quente kkkkkkkkkkkkkkk paguei $ 35,00 em um casaco na loja oficial do Golden State Warrions, praticamente de graça kkkkkkkkkkkkkk

Depois dali saímos procurando por onde ir para os nossos lugares. Achamos super organizado o evento, muita gente auxiliando nos corredores. A única decepção do dia foi descobrir que nossos lugares eram em pé! Não sei se na hora da compra apareceu essa informação, e nós não nos atentamos, porque no ingresso aparecia o número do assento, ficamos sem entender na hora, questionamos o cara que estava auxiliando ali próximo, mas era ali mesmo. Enfim, foi cansativo, mas nossa visão era muito melhor do que muitas fileiras que estavam sentados para trás de nós. Digamos que a divisão lá dentro é assim: muitas fileiras de cadeiras bem próximas da quadra (dos privilegiados que tem condições de pagar caro pelo ingresso), uma fileira em pé (que foi onde ficamos), e muitas fileiras de cadeiras longe da quadra (dos ingressos mais baratos). Ou seja, nós pagamos bem menos por uma visão bem mais privilegiada, porém não tínhamos cadeira. Como chegamos bem antes, sentamos no chão mesmo para ficarmos bem descansados para quando começasse hahahaha e depois que começou, ficamos tão empolgados que nem percebemos mais as pernas cansadas.

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O evento realmente é um espetáculo! Tem apresentações antes e durante os intervalos, interação com a torcida, realmente vale a pena. O jogo era do Golden State Warrions contra Los Angeles Clippers, e acabou com o resultado de 121 a 104 . Como o time da casa abriu a serie, no final foi aquela festa, tudo muito bonito.

 

 

cara agora você imagina que o primeiro jogo que eu vou assistir na minha vida da NBA o Curry me bate um recorde 😃  ai eu quase morri de vez kkkkkkkkkkkkkk vou colocar a matéria abaixo e o que apareceu para nós no ginásio:

https://sportv.globo.com/site/nba/noticia/marca-historica-e-cestas-incriveis-curry-tem-noite-monstruosa-e-warriors-fazem-1-a-0-nos-clippers.ghtml 

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Pra sair da Arena foi bem tranquilo. Como imaginamos que estaria um super trânsito na ponte, resolvemos ir comer antes de chamar o Uber, já que vimos que tinha um Burguer King ali pertinho, era só atravessar a avenida. Nesse momento nos sentimos muito importantes kkk Ia ser difícil atravessar com aquele transito todo, mas nisso tinha uma viatura da policia cuidando do transito, e quando eles nos viram tentando atravessar, de prontidão o guarda fez todos os carros pararem e nós atravessamos tranquilamente.

Comemos nossa habitual refeição, Vagner pediu um combo Whopper e eu só o sanduíche Whopper, por $ 15,88. Comemos tranquilamente e pedimos o Uber ($21, pago com cartão), quando o trânsito do jogo já tinha acabado. Acabou que nosso Uber era um brasileiro. Ele morava próximo de San Francisco e já estava lá há um ano e meio. Vagner ficou feliz de encontrar com ele, acho que ele não aguentava mais conversar só comigo hahaha (mentira isso kkkkkk). Chegamos no hostel e fomos dormir, o outro dia seria o dia de pedalar pela Golden Gate.

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      E-mail: [email protected]
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       Chip de celular: Primeiramente, vale lembrar que chip de celular nos EUA se chama SIM card. Ao chegar em Nova York você pode visitar uma das inúmeras lojas de operadoras de celular como a T-Mobile ou a AT&T, escolher um plano “prepaid” e sair dali usando. Vocês podem comprar ainda no aeroporto ou mesmo na cidade. Existe uma loja da T-Mobile bem pertinho do hotel, endereço: 914 3rd Av. Para chegar até lá, ao sair do hotel, siga a 51st St (rua do hotel) para a esquerda e vire a primeira à direita, na 3rd Ave. Siga direto por 4 quarteirões. A loja fica na esquina da 3rd Ave com a 55th St.
       
       
      Dia 1 – 22/10/18 segunda-feira
      CHELSEA MARKET – HIGH LINE – EMPIRE STATE BUILDING
      CHEGANDO... Horário previsto: 6:40am
      TAXI:
      Chegando no aeroporto seguir as placas para o ground transportation/taxi. A taxa do taxi é fixa para Manhattan. Quando chegar sua vez, o funcionário perguntará quantas pessoas são e para onde você vai. Basta dizer o número de pessoas e “Manhattan”. Quando entrar no táxi, dê as coordenadas para o seu hotel (230 East 51st street).
      Custo aproximado: $52 (tarifa fixa) + $0.50 (tarifa) + pedágio (uns $6) + 18% de gorjeta = $70. Alguns motoristas -- olha a simpatia! -- pedem o dinheiro para o pedágio no momento de ser pago; outros deixam para cobrar no final.
      Tempo: 30-50min, porém depende do trânsito.

       
      No hotel perguntar sobre “early check-in”. Se for possível, ir para o quarto, deixar as malas e depois seguir para tomar café da manhã no Ess-a-bagel, que fica a 2min de caminhada do hotel (831 3rd Ave). O “bagel” é um pãozinho redondo que é cara de Nova York e tem que fazer parte da viagem. Na hora escolha o tipo de bagel (por exemplo, com gergelim, alho, grãos etc) e escolha o recheio (se quiser algo bem americano escolha o recheio de cream cheese e salmão). Se for escolher café para beber não se esqueça que o café americano é muito aguado!
      Depois do café voltar para o hotel e descansar um pouco pois a viagem foi longa.
      Depois de descansar vamos conhecer o Chelsea Market e o High Line.
      Esse vai ser o primeiro contato de vcs com o metrô. Como se locomover e como comprar o ticket?
      Para andar de metrô é preciso ter o “metro card”. Com ele você poderá, por exemplo, usar o transporte público da cidade para viagens ilimitadas (Unlimited Ride) nas opções semanal (US$ 30) ou mensal (US$ 112) ou carregá-lo com um valor específico (Pay Per Ride) — mínimo de US$ de 5 e máximo de US$ 100 — e vai descontando US$ 2,50 a cada viagem viagem feita (confirmar o valor atual das passagens). Para quem vai passar mais de 3 dias na cidade o ideal é escolher a opção Unlimited Ride.
      Como Comprar? Toda estação de metrô tem uma máquina de autoatendimento com touchscreen. 1- Clique no botão Start que fica no canto superior direito
      2- Selecione o idioma
      3- Vão aparecer três opções... selecione MetroCard 
      4- Após selecionar o MetroCard novamente aparecem três opções: Refill your card (para recarregar um MetroCard), Get card info (para saber quanto dinheiro ainda existe no seu passe) e Get new card (para comprar um novo cartão). Selecione Get New Card. Observe que será cobrado US$ 1 pelo cartão, valor que não é convertido em passagem
      5- Em seguida a máquina pergunta qual o tipo de MetroCard você vai querer: Regular MetroCard ou Unlimited Ride. Selecione Unlimited Ride.
      6- Como selecionamos o Unlimited Ride aparecem três opções fixas: 7 days – US$ 30, 30 days – US$ 122 e 7 days XBussPass – US$ 55 (que dá acesso aos ônibus expressos que não são cobertos pelo MetroCard normal). A opção escolhida deve estar de acordo com suas necessidades.
      7- Como você quer pagar? Dinheiro (Cash), ATM Card (cartões de débito com conta nos EUA) ou Cartão de Crédito (Credit Card)? São aceitos cartões brasileiros internacionais com autorização de compra no estrangeiro. Em algum momento da compra com cartão o sistema pede o CEP (Zip Code) digite 00000 (ou qualquer outro número cinco vezes) e tudo certo! Quando o cartão não é americano eles não verificam o CEP. Se você selecionar cash tenha em mãos dinheiro trocado porque as máquinas devolvem, no máximo, US$ 8 de troco. Insira o dinheiro e espere a emissão do seu MetroCard. Prontinho!
      Para chegar ao metrô e ir ao Chelsea Market caminhe dois quarteirões ao norte do hotel (5min de caminhada) onde há a estação “Lexington Av-53St” (na 53rd St com a 3rd Ave). Pegue a Linha E de cor azul, sentido World Trade Center. O metrô é bem sinalizado. Saltem na estação “14 St / 8 Av” (demora uns 6min, 7 paradas até lá). Ao sair do metrô caminhe uns 300m no sentido da 10th Ave. O Chelsea Market fica nesse sentido, ocupando um espaço grande estre as ruas 15th e 16th.
       
      O Chelsea Market é um mercado que fica no bairro Chelsea (horário de funcionamento: Segunda a sábado de 7am a 9pm e domingos de 8am a 7pm). O prédio antigo tem uma arquitetura bastante rica e ainda conserva detalhes de quando abrigava a fábrica de biscoitos Nabisco – National Biscoit Company, que produz o famoso biscoito Oreo. Em 1958, o prédio foi abandonado, com a mudança da fábrica para o Estado de New Jersey. Nos anos 90, o complexo foi revitalizado, sendo criado no andar térreo o Chelsea Market. Basta caminhar pelos longos corredores para apreciar as guloseimas nas vitrines. E opções não faltam. Para pães, recomendo o Amy’s Bread, uma lojinha simples, mas que possui variados tipos de pães. Para acompanhar, nada melhor que os queijos artesanais da Lucy Whey. Para tomar café da manhã, vá ao Friedman’s Lunch.
      Dali vamos conhecer o High Line? Bem em frente ao Chelsea Market tem uma escadinha de acesso (16 St).
      O High Line é um parque público elevado super descolado em NY. Aproveite para caminhar por ele e aprecia-lo, sem pressa... Esse passeio é uma boa pedida para uma manhã ou tarde de sol, sentar em um dos banquinhos, descansar, ler um livro ou simplesmente ver o tempo passar em um ritmo diferente. Durante as caminhadas não deixe de reparar os grafites e artes de rua.
      Um pouquinho de história do High Line: no início do século passado, a 10ª Avenida era conhecida como a “Avenida da Morte” devido aos inúmeros acidentes causados pelos trens que ali circulavam. No começo da década de 30, foi construída a linha férrea elevada (high line) de transporte de carga que conectava os trens diretamente às fábricas e aos armazéns com o intuito de desafogar o tráfego da área e diminuir os acidentes. A ferrovia funcionou até 1980, quando encerrou suas atividades e ficou abandonada, entregue a mendigos, prostitutas e usuários de drogas por anos. O local estava prestes a ser demolido, mas a ONG “Amigos da High Line” se mobilizou e, não apenas impediu que isso acontecesse, como também conseguiu arrecadar fundos para a fundação do Parque, que ocorreu em 2009. Fica aberto diariamente de7 às 23h.
      Quem não quiser percorrer toda a extensão do parque pode acessar ou sair dali através de escadas localizadas nos seguintes locais:
      Gansevoort Street / 14th Street West / 16th Street / West 18th Street / West 20th Street / 23rd Street / West 26th Street / West 28th Street / West 30th Street
       
      Ao terminar o passeio pela High Line, se estiverem muito cansados sugiro voltar para o hotel e descansar, continuando os passeios no dia seguinte. Uma outra opção, caso tenham disposição, é seguir até o Empire State Building para ter uma vista noturna de Nova York inesquecível.
      Opção 1 – se forem voltar direto para o hotel a melhor opção é descer a escada da High Line na West 30th St (um dos acessos/saídas). Andar na 30th St, virar à esquerda na 8th Ave e pegar o metrô na estação que fica na esquina com a 34th St, a estação “34 St-Penn Station”. Pegue a linha E, cor azul, sentido “Jamaica Center-Parsons/Archer” e desça na estação “Lexington Av-53 St” (9min, 5 paradas). Ao descer vc estará a 200m do hotel, é só seguir até lá.
      Opção 2 – se forem para o Empire State a melhor opção é descer a escada da High Line na West 30th St (um dos acessos/saídas). Andar na 30th St e virar à esquerda na 5th Ave. O Empire State Building fica a 3 quarteirões depois de virar na 5th Ave. Não tem erro, o prédio é facilmente visível. Chegando lá compre as entradas e suba. Se ainda estiver de dia, aguarde anoitecer, é maravilhoso. Para voltar ao hotel pegue o metrô na estação “34 St-Herald Sq” que fica na esquina da 6th Ave com a 34th St. Pegue o metrô linha M, cor laranja, sentido “Forest Hills-71 Av” e desça na estação “Lexington Av-53 St” (7min, 4 paradas). Ao descer vc estará a 200m do hotel, é só seguir até lá.
       FOMOS EM ÉPOCA DO DIA DAS BRUXAS, ESTAVA TUDO DECORADO COM MONSTROS. NO CAMINHO ENCONTRAMOS VÁRIAS COISAS LEGAIS, FEIRAS DE COMIDA AO AR LIVRE, MERCADOS, LOJAS ETC.
       
      Dia 2 – 23/10/18 terça-feira
      MIDTOWN MANHATTAN (QUINTA AVENIDA, ROCKFELLER CENTER, TIMES SQUARE ETC)
      Aproveite o dia para caminhar, se habituar com a cidade e conhecer o centrão de Manhattan. Não precisa se prender tanto ao roteiro. Caso não consiga fazer tudo hoje, volte outro dia.
      Comece o dia caminhando até a St Patrick’s Cathedral (9min de caminhada a partir do hotel). Essa igreja é um marco da cidade e, ao chegar até ela, vc já estará na 5ª avenida e no Rockfeller Center, um dos quadriláteros mais imponentes da cidade. O complexo compreende a região da W 48th St à W 51st St, entre a 5th Ave e 6th Ave e abriga 14 prédios comerciais. Uma das principais atrações, a Ice-Skating Rink (pista de patinação) fica aberta de outubro a abril.
      Ali ao lado, o teatro Radio City Music Hall (esquina 50th com 6th) foi o maior do mundo quando inaugurado em 1932. Os estúdios da rede NBC de televisão e a célebre casa de leilões Christie’s também ficam aqui. Mas o prédio mais assediado é o G.E. Building, onde está o Top of The Rock, com três observatórios que permitem uma vista de 360º de Nova York, além de favorecer uma belíssima foto do Central Park.
      Dali siga em direção à Broadway St (+ - 5min a pé) e desça a partir daí, conhecendo a Times Square durante a luz do dia. A “Times Square” é uma espécie de largo composto por vários cruzamentos. O principal entroncamento está na Broadway com a 7th Ave. Além dos outdoors, a região está cheia de telões das empresas jornalísticas transmitindo notícias o tempo todo. A região abriga também o Museu de Cera Madame Tussauds (nº 234 na 42nd St, entre a 7 e 8th), e a deliciosa loja M&M (1600 Broadway, entre a 48 e 49th).
      Opção para almoço na Times Square: Margon Restaurant (restaurante cubano) 136 W 46th St (entre a 6 e 7th Ave).
      Ali na região da Times Square fica a famosa loja Carlo’s Bakery (Cake Boss): 625 8th Avenue. Entre as ruas 41 e 42. --- próximo ao teatro da Broadway. Funcionamento 7am to midnight. Aproveitem para conhecer.
      Ao sair da Carlo’s bakery, na 42nd St volte em direção à 5th avenue (para a esquerda - leste) e você chegará à New York Public Library (5th Ave e 42nd St), um magnífico exemplo do Beaux-Arts, um estilo arquitetônico rebuscado que mistura influências gregas, romanas e renascentistas. O edifício, todo em mármore, é de 1911. Dentro, possui uma gigantesca sala de leitura. Acesso livre.
      Atrás da biblioteca fica o Bryant Park. O parque também tem uma pista de patinação no gelo, bem menor que a do Rockfeller Center, mas com uma diferença gritante: é grátis! Pague apenas o aluguel dos patins.
      Após, continue na mesma rua, pela 42nd Street mantendo a direção leste até chegar ao Grand Central Terminal (42nd St com a Park Avenue), o maior terminal ferroviário do mundo em número de plataformas e umas das construções mais incríveis da cidade. Observe o teto do Salão Principal (Main Concourse) com uma agradável pintura do céu e suas constelações e astros do universo, além dos três enormes janelões para entrada de luz natural de 23 metros de altura. A obra é do artista francês Paul César Helleu. Ao sair da estação — que também conecta Manhattan a outros destinos do estado de Nova York e Connecticut — examine a fachada da 42nd Street. O relógio é a maior peça de vidro Tiffany do mundo e está rodeado por esculturas de deuses gregos como Hércules, Minerva e Mercúrio. Dentro da estação há uma loja da Apple e uma Magnolia Bakery e seus cupcakes consagrados na série Sexy and the City (mais fama do que sabor). Vale para matar a curiosidade, mas há outras unidades em Nova York.
      OBS: No caminho do Bryant Park para o Grand Central Terminal, pela 42nd St você observará o Chrysler Building ao fundo (405 Lexington Ave esquina com a 42nd St). Quando o prédio de 77 andares — 319 metros de altura — foi inaugurado em 1930 era o mais alto de Nova York. A torre no estilo art-déco feita em aço inoxidável tem janelas triangulares vazadas e lembra o radiador de um automóvel. Não à toa o prédio reflete o poderio econômico das indústrias automobilísticas da época.
      Ao fim do dia: voltar para o hotel, +-15min de caminhada. Descanso.

       
      Dia 3 - 24/10/18, quarta-feira
      CENTRAL PARK – SHOW JUSTIN TIMBERLAKE
      Hoje o dia é dedicado ao Central Park. Acorde mais tarde, saia sem hora pois o dia ontem foi cansativo. No caminho até o Central Park passe no famoso cubo de vidro da Apple Store (17min de caminhada).
      O Central Park envolve mais de 50 quarteirões — limitada entre a W 59th Street (ao sul) e W 110th. É formado por lagos (o Reservoir é o maior deles), quase 40 pontes, muitos playgrounds e mais de 90 quilômetros de calçadas para pedestres. Vai ser impossível conhecer todos eles, mas separei algumas das principais atrações e as primeiras da lista estão mais ao sul do parque e são fáceis de se visitar.
      Algumas atrações:
      - Wollman Rink (East Side entre 62nd e 63rd St): além de patinar no gelo no inverno, é possível tirar fotos lindas durante o ano todo da skyline da cidade
      - Zoo (East Side entre 63rd e 66th Street): Ele foi cenário da animação Madagascar. Destaque para a área gelada com urso polar, leões marinhos, leopardo da neve e pinguins;
      - The Mall (região central do parque, da 66th até 72nd Street): um grande corredor arborizado, que muito provavelmente você já viu em algum filme. Caminhe por ele e tire ótimas fotos;
      - Bethesda Fountain (região central do parque, na 72nd Street): um belo chafariz que é um dos grandes símbolos do parque;
      - Strawberry Fields (West Side, 72nd Street): Trata-se de um tributo que Yoko Ono fez à memória de John Lennon.  Seu nome tem origem na música da famosa música dos Beatles ”Strawberry Fields Forever”.  Está localizado à frente do edifício Dakota, o local onde John Lennon viveu desde 1973 e onde faleceu. No piso há um mosaico com a palavra Imagine;
      - Bow Bridge (região central do parque, na 74th  Street): Uma das  pontes de ferro fundido do parque, dá uma visão ampla dele e dos prédios ao seu redor.
      - Belvedere Castle (região central do parque, na 79th  Street): seu mirante proporciona uma das melhoras vistas para o parque;
      - Delacorte Theatre (região central do parque, na 80th Street 😞 no coração do parque, é conhecido pelas produções de verão das peças de Shakesperare.
      - The Great Lawn, ou o grande gramado (da 79th  até  a 85th Street): uma das mais famosas áreas verdes do mundo, é o lugar onde os novaiorquinos se divertem no verão, fazem picnic, jogam futebol americano, basebol, e levam seus filhos para brincar;
      - Conservatory Garden (East Side da 104th até 106th Street, entrada pela 5th Ave com 105th Street): uma espécia de labirinto de jardins, repleto de fontes e estátuas.
       
      Após o passeio voltem para o hotel à tarde e se arrumem para o show do Justin. Local: Madison Square Garden (endereço: 4 Pennsylvania Plaza).
      Como ir de metrô: dois quarteirões ao norte (5min de caminhada) há uma estação (na 53rd St com a 3rd Ave). Pegar a Linha E, azul, sentido World Trade Center. Saltar na estação “34 St – Penn Station” (demora uns 9min, 5 paradas até lá).
      Saindo do metrô caminhe 2 minutos até o Madison Square Garden e aproveitem o show!
      Na volta pegue o metrô no mesmo local, linha E, azul, sentido “Jamaica Center-Parsons/Archer” e desça na “Lexington Av – 53 St”, a estação mais próxima ao hotel.
       
       
      Dia 4 - 25/10/18 quinta-feira
      LOWER MANHATTAN (LIBERTY STATUE – FINANCIAL DISTRICT)
      Comecemos o dia bem cedo com um passeio mais tradicional ao sul da ilha.
      Como ir de metrô: dois quarteirões ao norte (5min de caminhada) há a estação “Lexington Av-53St” (na 53rd St com a 3rd Ave). Pegar a Linha E, azul, sentido World Trade Center. Saltar na estação final “World Trade center” (demora uns 22min, 11 paradas até lá).
      Ao sair do metrô desça a Church St (sentido sul) até o Battery Park local de onde saem as balsas (ferry boat) para a Liberty Island, onde fica a Estátua da Liberdade. A caminhada até o Battery Park dura uns 15min (700m).
      As balsas operam diariamente, das 9h30 às 15h30, com o último retorno às 18h. Antes de pegar o ferry boat você irá passar por um processo de segurança, que é semelhante ao utilizado nos aeroportos norte-americanos. Há detectores de metal, raios-x e outros procedimentos que todos os visitantes precisam passar. O ingresso custa aproximadamente $17. Aproveite o passeio para tirar fotos e, depois de dar umas voltinhas ao redor da Estátua pegue a balsa de volta.
      Na volta a balsa faz uma parada extra na Ellis Island. Essa parada está inclusa no preço do ingresso e se você não quiser descer lá é só aguardar que o barco continua o trajeto de volta para Manhattan. A Ellis Island foi por muitos anos um importante ponto de entrada de imigrantes e por isso lá está o Museu da Imigração, que conta a história dessas pessoas que arriscaram suas vidas para conseguir uma nova chance em Nova York. O museu é um prédio enorme, com arquitetura francesa, e foi construído em 1900. A entrada é gratuita e um tour guiado é disponível por cerca de 10 dólares. 
       
      Na volta, como você já vai estar bem lá embaixo da ilha, aproveite para passear pelo Financial District. Caminhando cinco minutinhos você chega ao Bowling Green Park onde está o Charging Bull, o touro de bronze — escultura famosa do artista ítalo-americano Arturo di Modica. Tirar uma foto com o touro símbolo de lá faz parte do programa e reza a tradição que passar a mão nos testículos do cidadão atrai prosperidade e fortuna. Ainda pela Broadway, duas quadras acima, está a Wall Street, o centro financeiro de Nova York. Observe a arquitetura histórica da região onde nasceu a cidade. Por aqui temos edifícios lendários como a Bolsa de Valores e o Federal Hall National Memorial, onde George Washington tomou posse como primeiro presidente dos Estados Unidos em 1789.
      Subindo um pouco mais a Broadway você passará pelo Zucotti Park (pequena praça bastante danificada durante os ataques do 11 de setembro) e sua gigante escultura vermelha Joie de Vivre do escultor Mark di Suvero. Na praça, vire à esquerda na Liberty Street e dois quarteirões mais você está no Ground Zero, a área onde ficavam as Torres Gêmeas. O Memorial construído é lindo, silencioso, sereno e, sim, triste. Aqui fica o National September 11 Memorial & Museum construído no subsolo das torres. A visita completa ao museu — o que inclui alguns filmes — pode levar de 3 a 4 horas. Analise se cabe no seu roteiro e se está de acordo com seus interesses da viagem.
      Para os que não conseguem ficar um dia sequer sem umas comprinhas, ali bem em frente ao memorial fica um dos melhores locais para compras da cidade, o Century 21 (se a programação estiver apertada, não se preocupe, pois agora tem uma Century 21 mais perto de tudo, na Broadway, entre a 66 e a 67).
      Daqui suba mais três quadras até o City Hall, sede da prefeitura de Nova York. Aprecie o local e, após isso, provavelmente estarão exaustos. A melhor pedida é pegar o metrô, voltar para o hotel, tomar um banho e jantar.
      Como voltar para o hotel: Bem na praça onde fica o City Hall há a estação de metrô “Brooklyn Bridge City Hall Station” (na esquina das ruas Chambers St e Centre St). Pegue a linha 6, verde, sentido Pelham Bay Park. Desça na estação 51 St Station (17min, 9 paradas). Essa estação fica a 300m do hotel.

       
      Dia 5 - 26/10/18, sexta-feira
      MUSEU DE HISTÓRIA NATURAL
      Que tal um café da manhã com os melhores cookies do mundo? Saia do hotel direto para a Levain Bakery, uma pequena padaria que ficará para sempre nas suas lembranças. Peça um cookie e leite/café e se delicie antes de prosseguir com suas atividades.
      Como chegar à Levain Bakery: Saindo do hotel pegue o metrô dois quarteirões ao norte (5min de caminhada) na estação “Lexington Av-53St” (na 53rd St com a 3rd Ave). Pegar a Linha E, azul, sentido World Trade Center e desça na estação “ 42 St-Port Authority Bus Terminal”. Saia da estação e caminhe na rua cerca de 5 min pois será necessário pegar outra linha de metrô. Entre na estação “Times Sq-42 St” que fica na esquina das ruas 8th Ave e 42nd St. Pegue a linha 3, cor laranja, sentido “Harlem-148 St” (5min, sem paradas) e desça na estação “72 St Broadway”. Essa estação fica a 100m da padaria, é só seguir sentido norte até a 74th St.
       
      Pertinho, uns 400m dali, está o American Museum of Natural History. O museu ocupa quatro quarteirões e tem acervo gigante que vai de meteoritos, vasta coleção de fósseis, animais empalhados a esqueletos de dinossauros, incluindo o do Tiranossaurus rex. Separe pelo menos umas 4h do seu dia para conseguir ver um pouco das exposições. A entrada tem o valor sugerido de US$ 22 como colaboração — sendo que você pode pagar o quanto quiser para visitar o museu. Para tanto, é só ir ao balcão de compras dos ingressos e já entregar a quantia que pretende pagar, dizendo “one admission, please”. Isso, aliás, é bem comum, não precisar ter vergonha. Caso também queira assistir a alguma das exposições como IMAX, Rose Center e Planetário, é necessário pagar o preço integral do ingresso.
      Anexo ao museu, está localizado o Hayden Planetarium. Este planetário possui um dos projetores mais avançados do mundo sendo capaz de recriar o espaço, os planetas e as estrelas com um realismo impressionante. O “space show” é uma animação que dura cerca de meia-hora e conta a história do universo desde o Big Bang até hoje. Uma dica: assim que comprar o seu ingresso, já reserve o horário para fazer a visita ao globo, pois é uma atração bem concorrida.
      Horário de funcionamento: diariamente de 10:00 às 17:45h.
      Ao saírem do museu temos duas opções: ir comer algo ou então voltar direto para o hotel.
      OPÇÃO 1: Caso saiam do Museu com vontade de comer alguma coisa recomendo ir ao Sacco Pizza, uma pizzaria minúscula mas que vende pedaços de pizza maravilhosos. Para ir até lá saia do Museu e entre na estação de metrô “81 Street – Museum of Natural History Station” que fica na parte de trás do museu, grudado com o Central Park. Pegue a linha C, azul, sentido Euclid Av (3min, 2 paradas) e desça na estação “59 St Columbus Circle”. Dali caminhe no sentido contrário ao central park, sentido sul, e vire à direita na 54th St. A Pizzaria fica na esquina da 54th St com a 9th Ave. Lá eles vendem apenas fatias e não pizzas inteiras. Dê preferência para sabores simples como pepperoni, uma delícia! Saindo da pizzaria vá andando para o hotel (1,3km) passando pela Times Square e arredores.
       
      OPÇÃO 2: Para voltar ao hotel a partir do museu: Pegue o metrô na estação “81 Street-Museum of Natural History” que fica na parte de trás do museu, grudado com o Central Park. Pegue a linha B, laranja, sentido Brighton Beach e desça na estação “7 Avenue Station” (5min, 3 paradas). Pegue a outra linha, a linha E, azul, sentido “Jamaica Center-Parsons/Arche” e desça na “Lexington Av-53 St” (3min, 2 paradas).
       
       
      Dia 6 - 27/10/18, sábado
      BROOKLYN
      Depois de tomar café comece o dia pegando o metrô até a Brooklyn Bridge. Para ir caminhe do hotel até a estação “51 St Station” (esquina da 51 com a Lexington Ave) e pegue a linha 6, verde, sentido “Brooklyn Bridge-City Hall” e desça na estação “Brooklyn Bridge City Hall Station” (19min, 9 paradas).
      Ao descer da estação vc logo localizará a ponte. Siga as placas até lá. O passeio pela manhã será apenas caminhar pela Brooklyn Bridge. Dá para alugar bicicleta, mas as pessoas recomendam fazer o passeio a pé. A dica principal é fazer essa travessia com calma para curtir o cenário. Essa é uma das programações que não te custam nada e onde resultará lindas fotos e memórias.
      Não se preocupe com os carros pois eles passam embaixo da ponte, mas fique atento à faixa de bicicletas para não atrapalhar a ciclovia.
      Chegando ao final da travessia (2km) você chegará ao Brooklyn Bridge Park, parada obrigatória de quem visita NY. Ali é possível ter uma das melhores vistas de Manhattan. Existe até um lindo Carrossel liberado para todas as idades além de locais para um lanche/almoço. Se bater a fome peça uma pizza na Grimaldi’s, ou um hambúrguer na Shake Shack. Ou então aprecie um sorvete por ali na Brooklyn Ice Cream Factory (fica quase ao lado da ponte, uma casinha branca com janelas azuis - 1 Water St, Brooklyn).
       
      À tarde a sugestão é ir até o extremo sul do Brooklyn, em Coney Island, conhecer o Luna Park, um famoso parque que abre apenas em alguns períodos do ano. Em outubro seu funcionamento só acontece aos fins de semana de 11am-7pm. Verifique detalhes no site https://lunaparknyc.com/plan/park-hours/
       
      Para chegar ao Luka Park, saindo do Brooklyn Bridge Park, caminhe uns 500m até a estação de metrô “York Street Subway Station: F” (fica na esquina da York St com a Jay St) e pegue a linha F, laranja, sentido “Coney Island-Stillwell Av” (38min, 20 paradas) e desça na estação “West 8 Street-New York Aquarium”. Essa estação fica a 200m do parque.
      A entrada no Luna Park é totalmente gratuita, mas para andar e usar seus brinquedos e serviços é preciso pagar. Isso é bem legal pois você pode experimentar só um brinquedo ou, se pretender ir em vários brinquedos, eles vendem ingressos fixos para o dia.
      Pertinho do Luna Park fica o Aquário de Nova York e, aos sábados de outubro, funciona de 10am-4:30pm. Caso dê tempo incluam no roteiro antes ou depois do Luna Park. A entrada custa aproximadamente $30.
      Para voltar ao hotel: caminhe até a estação “West 8 Street-New York Aquarium” e pegue a linha F, laranja, sentido Jamaica-179 St. Desça na estação “Broadway-Lafayette St F” (45min, 24 paradas) e troque de metrô. Pegue a linha M, laranja, sentido Forest Hills- Av e desça na estação “Lexington Av-53 St” (16min, 7 paradas).
       
       
      Dia 7 – 28/10/18, domingo
      COMPRAS
      Hoje o dia é reservado para compras. A melhor opção é ir até o Jersey Gardens Outlet, que fica localizado em Elizabeth, New Jersey. O horário de funcionamento aos domingos é de 11am-7pm.
      Existem várias formas de chegar até o outlet, mas a forma mais barata é indo de ônibus. Você deve ir até a estação Port Authority Bus Terminal que fica na 40th/42th em Manhattan ao lado do Carlo’s Bakery.
      OBS: Para chegar até esse terminal de ônibus pegue o metrô do hotel até lá da seguinte forma: Estação “Lexington Av-53 St” linha E, azul, sentido World Trade Center. Descer na estação “42 St-Port Authority Bus terminal” (9min, 4 paradas).
      Depois de chegar na estação, procure as máquinas da NJ Transit espalhadas. Clique na tela e escolha a opção “Round Trip Adult”. Depois disso digite o número do ônibus para o Jersey Gardens que é 111. Em seguida, escolha o destino final do ônibus que é “Jersey Garden Mall”. A tela a seguir será de pagamento, escolha entre “Cash” (dinheiro) ou Credit (cartão de crédito). O bilhete de ida e volta custa $14 dólares por pessoa.
      Depois de ter comprado os bilhetes, dirija-se até o portão indicado: 223 é muito fácil localizar os portões (gate), só seguir as placas espalhadas pela estação. No ônibus não é por lugar marcado e sim por ordem de chegada, então dependendo do horário vá preparado para esperar por um bom tempo. Depois é bem simples, só esperar chegar até na porta do Outlet (duração da viagem: +-40min)
      Na volta o processo é o mesmo, sem lugares marcados, por ordem de chegada, por isso é sempre bom evitar horários cheios e o último horário. No mesmo local onde o ônibus deixar, será onde ele irá passar para levar novamente para Manhattan, é muito tranquilo e fácil.
       
      Saindo da estação de ônibus pegue o metrô no sentido inverso da ida para voltar ao hotel. Estação “42 St-Port Authority Bus terminal” linha E, azul, sentido Jamaica Center-Parsons/Archer e descer na “Lexington Av-53 St” (7min, 4 paradas).
       
      Dia 8 – 29/10/18, segunda-feira
      NESSE DIA VOLTAMOS E FIZEMOS MAIS COMPRAS KKKKK 
       
      Dia 9 – 30/10/18, terça-feira
      METROPOLITAM MUSEUM OF ART (MET)
      Pegue o metrô na estação “51 St Station” (esquina da 51 com a Lexington Ave) linha 6, verde, sentido Parkchester. Desça na estação “77 St” (5min, 3 paradas) e caminhe cerca de 500m até o museu, que fica dentro do Central Park.
      O Metropolitan, ou Met, é o equivalente nova-iorquino do Louvre ou do British Museum. É aquele tipo de museu que vale por uma enciclopédia ao vivo, onde você passeia por civilizações antigas (Egito, Grécia, Roma), revisita clássicos europeus, descobre tesouros islâmicos, asiáticos e africanos e aprende a história da arte americana. O prédio do Metropolitan Museu, seu jardim e ainda algumas surpresas ao longo do museu fazem com que a visita aqui seja muito mais longa do que você tinha planejado. Por isso, reserve meio dia para curtir tranquilamente a sua visita ao MET.
      Na entrada do Museu, você recebe um mapa que te ajudar a visitar as diversas coleções do Metropolitan Museum e assim visitar diversas épocas, países, continentes e culturas.
      Às terças-feiras 12:00h acontece uma visita guiada em português. Para isso você não precisa pagar mais nada, você precisa somente comparecer numa terça-feira, ao meio dia, no great hall (entrada principal do MET) e dali parte um tour em português que conta a história das obras mais famosas do Metropolitan Museum of Art em Nova York.
      Após explorar o Metropolitan Museum of Art em Nova York é hora de se apaixonar com a vista que o Rooftop Bar no topo desse Museu oferece. Este jardim no terraço do Metropolitan Museum of Art está aberto de maio à outubro e visitá-lo é uma experiência imperdível por causa da vista espetacular do Central Park e do horizonte de Midtown Manhattan. Tome um drink durante a sua visita, garanto que vai tirar lindas fotos. Para subir no Roof Garden Café and Martini Bar basta pegar o elevador na sala “European Sculpture and Decorative Arts-Galerie” até o 2° andar e depois subir uma escadinha que vai diretamente para o bar do terraço do Metropolitan Museum of Art em Nova York. Aqui menores de 21 anos de idade podem entrar e a entrada no Rooftop é gratuita.
      O Metropolitan Museum of Art em Nova York fica num dos bairros mais nobre da cidade, o chamado Upper East Side. Essa é a região com prédios novas, lojas de marcas e também cenários de inúmeros filmes e séries.
      Saindo do Museu que tal comer um hambúrguer icônico? Vá à uma das lojas Shake Shack que fica pertinho do museu, a 500m, (154 East 86th St) e bom apetite.
      O metrô para voltar ao hotel fica quase ao lado do Shake Shack, na esquina com a Lexington Av, estação “86 St Lexington Av”. Pegue a linha 6, verde, sentido Brooklyn Brigde-City Hall e desça na estação “51 St Station” (8min, 4 paradas).
       
       
      Dia 10 – 31/10/18, quarta-feira
      ZOOLÓGICO DO BRONX (MARAVILHOSO)
      O FANTASMA DA ÓPERA - BROADWAY

       
       Dia 11 – 01/11/18
      CENTRAL PARK
      PASSEIO PELA CIDADE 
       
      Dia 12 – 02/11/18
      MAIS ALGUMAS VOLTAS - CAFÉ DA MANHÃ AMERICANO ETC 
      Programar para voltar para casa. Para ir até o aeroporto de LaGuardia pegue um taxi (+-$40), fica a 14Km da Times Square mas considere que o trânsito para sair ou chegar ao aeroporto pode não ser dos melhores e, apesar da curta distância de Manhattan, pode-se gastar cerca de 40 minutos nesse deslocamento. Saia com antecedência para não perder

    • Por Débora Ferreira da Costa
      Alguém indo para San Diego, Los Angeles e Las Vegas no início de Outubro?


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