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  1. Esse relato é dividido em duas partes: A primeira foram mais de 900 kms (da página 1 até a 6), trechos de picos, travessias e alguns trechos no entorno de cidades; A segunda parte, mais de 300kms, só teve uma travessia e muitos picos, começa na página n° 7. Vários amigos e familiares nos indagavam sobre nossas travessias, segundo eles, tudo era muito repetitivo(as fotos eram parecidas, repetimos várias vezes os mesmos caminhos, até pela falta de outros. Até tem, mas caminho particular, não faremos mais). De certa forma eles têm razão, visto que a visão do picos e montanhas não tem comparação com fotos de estradas e, tem um detalhe mais importante: as principais atrações das cidades(tirando algumas) não estão dentro delas, mas nos arredores (cachoeiras, picos, morros. ..). Nesses 2 meses, caminhamos mais de 900 quilômetros é quase 10.000 kms de carro. Conhecemos pessoas maravilhosas por onde passamos, experimentamos emoções que nunca tivemos, comidas deliciosas, não tivemos nenhum problema mais sério, tudo muito tranquilo. O BRASIL É SIMPLESMENTE SENSACIONAL! E mais bonito visto de cima. Diante disso e, até para comemorar meus 60 anos de vida (ingressei na melhor idade), neste verão resolvemos fazer algo um pouco diferente : fomos conhecer e rever alguns parques nacionais /estaduais /municipais e privados, subir alguns picos/montanhas e alguns circuitos desses locais, região de cachoeiras, e Brumadinho(Inhotim), poderíamos estar no dia do rompimento da barragem, para nossa sorte desistimos em cima da hora. LOCAIS VISITADOS: Extrema - Mg (subida as base dos pico do lopo e do lobo) Munhoz - Mg(subida ao pico da antenas, caminhos) São Bento do Sapucaí - Sp(pedra do baú e roteiro) Marmelopolis -Mg(subida ao morro do careca, mirantes, pedra montada, roteiros e subida ao pico Marinzinho) Aiuruoca - Mg(subida ao pico do papagaio, matutu, cachoeiras) Visconde de Mauá-Rj - (subida a Pedra Selada) PN Ibitipoca - Mg (Janela do céu, pico, circuito das águas e grutas) São Tomé das Letras - Mg (cachoeiras e roteiros) Carrancas - Mg(cachoeiras e circuito serra de carrancas) Ouro Preto - Mg (centro histórico e subida ao pico do Itacolomi) Mariana-Mg: Bento Rodrigues, local destruído por outro rompimento de barragem da Vale. Serra do Cipó - Mg(todos circuitos dentro do parque e travessão) Conceição do Mato Dentro - Mg: cachoeira do Tabuleiro (base e mirante) Lapinha da Serra - Mg(subida aos picos da Lapinha e Breu, cachoeira Bicame e Lajeado, parte travessia Lapinha x Tabuleiro) Brumadinho - Mg(Inhotim) PN de Itatiaia - parte alta - Mg(base do pico das agulhas Negras e prateleiras, cachoeira Aiuruoca, circuito 5 lagos, subida ao pico do couto) Piquete - Sp(subida ao pico dos Marins) Infelizmente, por excesso de chuvas, não fizemos os picos do Itaguaré e da Mina( motivação da viagem). Entrou uma frente fria na semana que antecedeu o carnaval, tivemos que abortar por questão de segurança, pois não utilizamos guias e fazemos somente Bate/volta - fica para a próxima. As surpresas da viagem: Inhotim, Lapinha da Serra e Serra do Cipó. Pois não conhecia nenhuma delas. Algumas fotos Subida ao pico dos Marins - SP Pico do Itacolomi - Ouro Preto - Mg Cachoeira Bigame - Lapinha da Serra-Mg Subida para pico do Breu e Lapinha - Lapinha da Serra-Mg Vista desde o pico da Lapinha Cachoeira do espelho - travessão - Serra do Cipó -Mg A incrível JANELA DO CÉU flora exuberante Cachoeira do Tabuleiro - Mg Pico da Bandeira - ES Pedra do Altar - Mg
  2. Turma Antes de termos nossos filhos acampamos muitas vezes em Aiuruoca e andamos por todas aquelas montanhas em caminhadas longas e fantasticas. Agora nossos filhos estao maiores e gostariamos de leva-los la, porem eles ainda nao aguentam a puxada. Alguem sabe me dizer se conseguimos chegar ao Retiro dos Pedros em Aiuruoca de carro/jipe? Obrigado!
  3. Já fazia um tempo que estava com a ideia de conhecer o município de Aiuruoca – MG; quando fiz o convite a meu amigo Rômulo, ele sem pensar muito topou. A ideia então foi de irmos na última semana das férias de Julho. O trajeto escolhido foi sem dúvida um dos melhores que já fizemos, rendeu aproximadamente 43 km percorridos em três dias, somando trilhas, montanha, cachoeiras e estradas. Na segunda feira (27/07/15) embarcamos bem cedo de Itajubá-MG para são Lourenço onde o pai do Rômulo aguardava para nos dar uma carona até a Pousada Casa Verde, situada no Caminho dos Anjos km 09 na cidade Aiuruoca. Chegando lá fomos recebidos pelo Juninho (dono da propriedade) que nos apresentou sua esposa Renilda (Reh), sua cunhada Graciane, seus amigos e também o local. O relógio já marcava 12h00min, após Montarmos nossa barraca na área de camping fomos conhecer a belíssima cachoeira dos Garcias que fica bem ao lado da pousada, onde fiquei fotografando enquanto o Rômulo entrava na Água gelada. Em seguida almoçamos e após almoçarmos, Juninho nos ofereceu sua égua Princesa e seu cavalo Retrato para conhecermos um pouco mais do Caminho dos Anjos, lugar de muitas belezas, percurso de 231 km para quem gosta de grandes travessias. No fim do dia, já entardecendo, resolvemos voltar para a pousada. Ao chegarmos, soltamos os cavalos e ficamos conversando na beira da cachoeira até o sol se por. Caiu a noite e fazia bastante frio, então entramos. Encontramos na pousada mais uma atração para nos desligarmos da rotina: a pousada não possui energia elétrica, o que evidência mais o céu noturno além de ressaltar a simplicidade da vida em sintonia com a natureza. Enquanto esperávamos a água atingir a temperatura ideal através da serpentina para tomarmos banho, ficamos conversando com nossos novos amigos a beira do fogão a lenha. Entre vários assuntos, surgiu o do Pico do Papagaio, que seria nossa próxima parada. Como poderíamos errar o caminho em várias partes, Juninho começou a desenhar um mapa explicando o trajeto que faríamos, logo já tínhamos as informações necessárias para buscar nosso objetivo do segundo dia. Após o banho, fomos chamados para nos juntarmos aos outros à mesa e saborear a deliciosa canjiquinha feita pela Reh, de barriga cheia, fomos então dormir pois, o segundo dia prometia muitas surpresas. Antes mesmo de amanhecer acordamos e percebemos que todos acordam muito cedo para se prepararem para o trabalho. Os moradores estavam acendendo o fogão a lenha para passar o café, o relógio marcava 5 horas, saímos então da barraca e ficamos conversando com a turma enquanto o sol não nascia. Aproximando do horário previsto do nascer do sol, ficamos atentos e logo ele começou a “apontar”, ia então pintando uma linda vista de nuvens, montanhas e aquela luz dos primeiros instantes de sol. A câmera já estava preparada para aquele momento. Curtimos aquele espetáculo que a Natureza nos proporcionou e começamos a desmontar e guardar nossas coisas, pois já chegava a hora de irmos. Aproximadamente 8:30 já tínhamos guardado tudo e como todo “bom mineiro” não recusamos quando a Reh nos ofereceu pão de queijo com café. Estava então na hora de partirmos, acertamos o valor do camping, agradecemos a recepção, nos despedimos de todos e seguimos adiante. Logo que começamos a trilha demos uma pequena errada de percurso (risos), mas nada que nos tirasse do caminho certo, Juninho de longe nos viu fora da trilha e avisou. A trilha é bem batida praticamente em toda sua extensão, passando por trechos em que é rodeada de mata fechada. Assim que atingimos a crista da montanha a trilha se tornou mais leve e mais aberta o que nos dava uma visão muito ampla da região, lá de cima era possível observar os veículos 4x4 que percorriam o Caminho dos Anjos. O ritmo de caminhada foi tranqüilo, afinal, havia tempo de sobra. A ideia era curtir o trajeto inteiro e não só o pico. Após paradas para comer, tomar água, conversar e interpretar os desenhos do mapa do Juninho chegamos ao pico por volta das 15h00min. Não estávamos sós no cume, um grupo que estava hospedado no Vale do Matutu havia chegado mais cedo e já ia descer. Preparamos nosso “almoço” e ficamos descansando numa sombra. A expectativa era de um por do sol incrível no fim do dia, enquanto não chegava esse momento armamos nossa barraca. Ao fim do dia começava a se delinear o por do sol tão esperado, típico de inverno e tempo mais seco, de cor avermelhada, não poderíamos perder esse click. Anoitecendo a lua tornava o lugar claro suficiente para permanecermos de lanternas apagadas. Do lado de fora da barraca ficamos conversando e observando as poucas residências localizadas em lugares “escondidos” que eram evidenciadas devido as suas luzes. Esperávamos um mar de nuvens ao amanhecer. No entanto, não foi o mar de nuvens que achamos que teria e sim nuvens entre montanhas e um nascer do sol fantástico. Bastante animados fomos preparar o café, que tomamos sentados numa pedra olhando onde íamos passar: o Vale o Matutu que possui ao fundo a famosa Cachoeira do Fundão, esta se destaca por seu tamanho (130 metros somando suas quedas) e volume de água. Para descemos ao Vale do Matutu voltamos parte da trilha que usamos para subir, chegando numa bifurcação, quebramos para esquerda. A partir desse lugar pegamos só descida em meio a mata fechada e alguns riachos, tornando a caminhada muito agradável. Algumas horas descendo e caímos na estrada do Vale, faltavam poucos quilômetros para chegarmos até o Casarão do Matutu, ponto onde se pede informações turísticas. No caminho passamos na cachoeira dos Macacos para refrescar, pois o sol estava “judiando”. Não demorou muito e chegamos ao casarão, onde perguntamos pelo camp do Casemiro, o camp estava perto dali e a ideia foi de chegar lá, comer e ir até a Cachoeira do Fundão. Assim foi feito. O caminho para a Cachoeira é tranqüilo e se feito em silêncio é possível ver algumas espécies de animais e pássaros. Ao nos depararmos com tantas quedas d’água percebemos que a Cachoeira do Fundão vista de longe parece uma enorme queda, mas na realidade são várias quedas em sequência. Fomos ao Máximo da trilha que segundo o Casemiro foi feita por índios que também deram nome ao vale Matutu que significa Cabeceiras Sagradas. Voltando ao camping localizado em uma “vila” conhecemos alguns moradores, uns que já residiam desde crianças lá e outros que, cansados de viver na cidade se mudaram para o vale, onde basicamente vivem do turismo, e que está a aproximadamente 20 km da cidade. Apesar da simplicidade da casa de Casemiro, ficamos surpresos com suas histórias, algumas nos renderam boas risadas. Horas depois de nos despedimos de Casemiro, resolvemos “puxar a paia”, pois no dia seguinte (30/07/15) sairíamos cedo para caminhar até a cidade a fim de pegarmos o ônibus em frente à igreja. Esse ônibus faz o caminho Aiuruoca-Caxambu. A princípio sairíamos ainda de madrugada, pois o único ônibus na parte da manhã é às 10 horas. Coloquei o celular para despertar 4h30min, porém o mesmo não despertou. Para nossa sorte o galo cantou do lado da barraca. Acordamos então com o “cantar do galo” como diz o ditado, já eram 5 horas. Até que tomamos nosso café e arrumamos tudo o dia clareava, 6 horas da manhã pegamos novamente a estrada, desta vez a caminho de casa. No caminho teve quem nos ofereceu carona que agradecemos e recusamos, pois, a intenção era completar a volta a pé. Andados aproximadamente 10 km passamos numa fazenda para que o Rômulo comprasse Queijo feito de modo artesanal. A coluna também agradeceu o alívio de tirar um pouco a cargueira. Pés na estrada novamente e era estrada que não acabava mais. Em nossas contas o tempo daria sobrando uns minutinhos. Chegando à cidade encontramos com a Renilda e sua irmã Graciane que nos receberam no primeiro dia, foi um “dedo de prosa” e tivemos que ir, pois, já era hora do ônibus. Chegamos à praça da cidade e avistamos o ônibus que também chegava. Compramos nossas passagens no guichê único e embarcamos. Nossa próxima parada foi em Caxambu, cidade onde fizemos um lanche e proseamos um pouco antes de seguir viajem de volta. Lá foi também o ponto onde demos um até logo ao outro, pois Rômulo devia seguir para Pouso Alegre, cidade onde mora sua família. E eu retornaria a Itajubá. A parceria foi ótima e sem dúvida o rolê teve tudo a favor! Como diria nosso novo amigo Juninho: CAMPEÃO!!! Valeu! Autoria: Jônatas Toledo Aiuruoca.pdf
  4. Meu povo, aqui volto eu pra compartilhar informações sobre mais uma viagem, dessa vez estive em Aiuruoca-MG. Cidade bem pequena, tranquila, naquele estilo de 1 rua pra ir e outra voltar, praça e igreja. A estrutura turística é bem básica, mas nada que atrapalhe a conhecer as belíssimas cachoeiras do local. Como ir Fomos de carro, saindo do Rio de Janeiro. Jogamos no google maps, ele ofereceu o caminho mais curto e fomos. NAO FAÇAM ISSO!!! (a não ser que vc tenha um carro off road, o que nao é meu caso) Chega um momento em que a estrada é de terra que, devido as chuvas de verão, virou lama. Passamos um super sufoco, e só encontramos passando por ali tratores e uma galera de motocross. Enfim.. depois desse sufoco, percebemos que a melhor maneira, mesmo nao sendo o caminho mais curto, é ir pela 040 até Juiz de Fora e depois pegar a Vital Brazil. Sobre ir sem carro. Acho bem complicado, pois as cachoeiras ficam bem afastadas, fora que nao há transporte público na cidade. Logo, vc ficaria obrigado a contratar o serviço de guia e translado ou pedir carona. Onde ficar Nao encontrei mt informação de hospedagem pela internet e fui na intenção de acampar no "O Panorâmico" http://www.opanoramico.com.br/ Mas depois do estresse da estrada e das chuvas diárias que cairam, acabamos optando pela Pousada Ajuru http://www.ajuru.com.br/ A pousada é simples, os funcionários são solícitos e o café da manhã é uma delícia. No local tb é oferecido o serviço de guia e translado Caxambu x Aiuruoca. Uma outra dúvida que surge é ficar na cidade ou ficar no Vale do Matutu. Eu fiquei na cidade, pois achei mais prático ficar no "meio", visto que eu queria conhecer o Matutu, mas tb o vale dos Garcias. Mas acho válido se hospedar no Vale do Matutu tb e aproveitar a paz local.
  5. Th4t1

    Aiuruoca

    Alguem tem informações sobre Airuoca ou será Aiuruoca? Não consigo saber nada e tava afim de ir pra lá na semana santa! Alguem pode me ajudar?!? Vlw a tds. Abs,T.
  6. e ai galera !! feriadão meio perdido resolvi voltar pra cidade de Aiuruoca , ja fui varias vezes para lá mas sempre fica "algo" para tras !! e desta vez a "missão " era fazer os picos da serra da serra do papagaio picos : papagaio/periquito/quadrada/via/tamandua/bandeira /canjica !! sempre passava pelos picos , mas sempre em outra "rota " deixava pra depois !! malas prontas e vm K vm !! resolvi entrar em Itamonte e depois seguir por estrada de terra ate Alagoa e depois Aiuruoca (64km) !! , devido as chuvas do carnaval de 2011 a estrada esta bem judiada com varios trechos que desceu encosta abaixo !! ja chegando em Auiruoca , o pico do papagaio se destaca !! resovi começar pelo "rabo" que fica na estradinha que leva a cachu dos garcias e a pousada do lado de lá , começamos a caminhar por volta das 16:30hs o destino "retiro dos pedros " sempre tive vontade de acampar por aqui , mas sempre "correndo " passava só para descanso mas desta vez deu certo , lugar super 10 , fizemos uma fogueirinha e ja preparamos a janta, "carne seca" acebolada com arroz e um viozinho para acompanhar! objetos voadores hehehe !!! nascer do sol !! visual alucinante !! no topo do tamanduá no topo da via quadrada vista da via !! a caminho do papagaio e piriquito uhuuu !! no topo do papagaio pico da via vista da quadrada a caminho do bandeira e canjica com tamanduá ao fundo !! sobe e desce na toca da onça no pé do bandeira , da pra bivakar tranquilo !! no topo do bandeira com visual do papagaio visu do retiro dos pedros visto do canjica !! hora de ir embora ! oia o carro la embaixo !! pra fechar a trip , um por do sol demaissss !! falow galera é isso ai mais um role nas montanhas !!
  7. Não é de hoje que trilhas, grutas, mirantes e cachoeiras me atraem. Tenho uma lista de lugares que pretendo conhecer e dessa vez o Parque Estadual do Ibitipoca e Carrancas foram os escolhidos. São lugares próximos, baratos e com atrativos que eu tinha certeza que ficaria muito satisfeito de ter a oportunidade de conhecer. A ideia inicial era ficar 3 dias em Aiuruoca também, mas resolvi deixar essa cidade para uma próxima oportunidade. Um dos pontos fortes desse passeio foi o planejamento, pois consegui gastar exatamente o que havia planejado...e foi um valor super bacana. No final do relato disponibilizarei a planilha de gastos para vocês entenderem o que estou dizendo. Bom, vamos aos fatos! Malas prontas, ops, tralhas né. Quando o assunto é camping entendo um pouquinho. De tanto perrengue que já passei, tenho quase todos itens necessários para acampar com conforto e diversão. Com o carro lotado de coisas (colchões infláveis, tenda, cadeiras, barraca, lona, comidas, roupas etc) partimos, Cris e Eu, para Conceição de Ibitipoca - MG. Aqui preciso fazer uma pausa. A Cris é amiga de todas as horas, e foi muito legal ter a companhia dela nessa viagem. Pessoa ímpar, alto astral, forte e muito companheira. São mais de 10 anos de amizade e muitas histórias para chorar de rir. A seguir relatarei como foi cada um dos dias e deixarei à disposição algumas fotos para vocês terem uma leve noção dos lugares que visitamos. Dia 1: 19/04/2016 - Roteiro das Águas - Parque Estadual do Ibitipoca Saímos de Brasópolis-MG por volta de 8h da manhã, passando por São Lourenço, Caxambu, entre outras cidades mineiras e nosso destino final foi o Parque Estadual do Ibitipoca. O Parque Estadual do Ibitipoca está localizado na Zona da Mata (sul de MG) nos municípios de Lima Duarte e Santa Rita do Ibitipoca. Ocupa o alto da Serra do Ibitipoca, uma extensão da Serra da Mantiqueira. Com uma área de 1.488 hectares, a unidade de conservação está no local onde se dividem as bacias do Rio Grande e do Rio Paraíba do Sul. Foi criado em 4 de julho de 1973, pela Lei nº 6.126. ‘Ibitipoca’, palavra tupi-guarani, que significa “Serra que estoura” ou “Serra estourada”, devido a grande incidência de descargas elétricas (raios) ou a grande quantidade de grutas. É um dos Parques mais visitados do Estado, um dos mais conhecidos do Brasil e uma das principais atrações turísticas da região. Para saber mais, clique em http://www.ibitipoca.tur.br/roteiros/ Passamos pela portaria por volta das 13h30, pagamos a taxa de entrada R$10,00 e a taxa de estacionamento R$20,00 (dias úteis). A distância da portaria até o restaurante é de 1300m. Como fomos de carro chegamos rapidamente ao restaurante e almoçamos (R$20,00 o PF - comida muito boa). O parque tem uma infraestrutura super boa, exemplar. Após o almoço decidimos não perder tempo e resolvemos fazer o circuito das águas, o mais curto e tranquilo do parque cujo percurso tem aproximadamente 5km entre ida e volta . O Parque Estadual de Ibitipoca têm três circuitos com placas indicativas, deixando as auto guiadas, o que torna desnecessário o uso de guias. Para conhecer os circuitos, clique em http://www.ibitipoca.tur.br/roteiros/. Os atrativos do circuito das águas são a Gruta dos Coelhos, Lago dos Espelhos, Ducha, Lago Negro, Prainha das Elfas, Prainha, Gruta dos Gnomos, Lagos das Miragens, Ponte de Pedra, Cachoeira dos Macacos e Rio do Salto. Como era o primeiro dia no parque aproveitamos para tirar inúmeras fotos e caminhar. Não foi possível conhecer todos atrativos. Como já estava no fim do dia optamos por não entrar na água. Confesso que deu uma dor no coração chegar na Cachoeira dos Macacos e não dar um mergulho, mas quem sabe numa próxima. A seguir as fotos do circuito das águas. Saímos do parque às 18h e fomos conhecer o Camping Reserva Canto da Vida (http://www.ibitipoca.tur.br/camping/cantodavida/). Horas antes tinha comentado com a Cris que tenho vontade de ter um camping, daqueles muito bem planejados e que pudesse oferecer uma boa experiência aos campistas. Chegamos ao camping e fiquei impressionado com a organização, disposição dos lugares para barracas, enfim era muito superior ao que eu tinha pensado ser um bom camping. Montamos a barraca, organizamos as bolsas, fizemos o registro e pagamento ao Nelson (dono), tomamos uma cerveja e fomos preparar a janta. E que janta! Um miojo ao molho de galinha caipira - nada diferente do que estamos acostumados a comer...hehehehe. Dia 2: 20/04/2016 - Roteiro Janela do Céu - Parque Estadual do Ibitipoca Combinamos de acordar às 6h, pois o parque abre às 7h. Assim começaríamos a trilha às 7h e seria mais fácil, afinal não teria aquele Sol escaldante em nossas cabeças. Mas o celular despertou às 6h, mudei para 7h e por fim mudei para 8h. Chega de enrolação, enfim levantamos, nos arrumamos, compramos um café na lanchonete que tem no camping e partimos de carro rumo ao parque. Pagamos a taxa e fomos pedir informação no Centro de Visitantes. Iniciamos a trilha sentido Janela do Céu às 9h15. O cirtuito da Janela do Céu tem 16km de extensão, entre ida e volta. Têm como atrativos o Cruzeiro, a Gruta da Cruz, o Pico da Lombada, a Gruta dos Três Arcos, a Gruta dos Fugitivos, a Gruta dos Moreiras, a Cachoeirinha e a Janela do Céu. No início você sobe por uma estrada que parece não ter fim. Depois de 1h de subida chegamos no primeiro atrativo do circuito: o cruzeiro. Em seguida continuamos subindo até chegar ao Pico da Lombada. Por volta de 12h30 chegamos ao destino mais cobiçado da trilha: a famosa Janela do Céu. Qualquer descrição aqui vai ser insignificante diante da beleza do lugar. É extremamente recompensador depois de tamanho esforço para chegar lá. É o tipo de lugar que você tem certeza que tem o dedo de Deus. Na trilha conhecemos o Carlos (São Lourenço), a Luana (Salvador), o Pedro (Viçosa) e a Bruna (Senador Firmino). Acabamos fazendo a trilha de volta juntos, cada um com sua impressão do lugar e com as motivações para chegar no ponto final, pois as subidas e descidas pareciam não ter fim. Combinamos de jantar todos juntos no restaurante Ibitilua, mas o Carlos estava tão cansado que não conseguiu ir. É bem provável que esse encontro tenha sido único, mas com certeza foi marcante. A seguir as fotos desse segundo dia. Dia 3: 21/04/2016 - Deslocamento Ibitipoca -> Carrancas Aqui faço questão de disponibilizar o roteiro planejado e o cumprido. A ideia era fazer o circuito do pico do pião na terça, o circuito da janela do céu na quarta e quinta no período da manhã encerrar com o circuito das águas. Quem disse que deu tempo? Na verdade o fato de ter chegado um pouco tarde na terça atrapalhou um pouco os planos. O fato mesmo é que na quinta eu mal tinha joelhos para parar em pé, depois da caminhada de terça e quarta (total de + 20km). Fiquei com os dois joelhos inchados e tive que ficar deitado até umas 10h. Vou ter que fazer um tratamento, afinal esse ano ainda tenho Chapada dos Veadeiros em julho e Machu Picchu em Setembro, e não vai ser legal ir de muletas...heheheh. Como o camping tinha uma boa piscina aproveitamos a quinta-feira pra descansar, dar um mergulho, desmontar acampamento e partir para Carrancas. Saímos de Ibitipoca por volta das 13h, pegamos a estrada de terra até Lima Duarte, entramos na BR 267 sentido Caxambu e viramos à direita sentido BR 494 até São Vicente de Minas. Seguimos até Minduri, onde entramos numa estrada de terra e seguimos por 45km até chegar em Carrancas, às 17h30. O carro sofreu um bocado….o dó!!! Tínhamos combinado de encontrar quatro amigas em Carrancas: Rosana (Brasópolis), Edna, Érica e Sayuri (de SJC). Somente a Rosana ficaria no camping conosco. As demais tiveram uma surpresa ruim quando chegaram a pousada. A página web da pousada reservada por elas (http://www.datoca.com.br/) havia sido hackeada e elas depositaram a grana para um estelionatário. Moral da história, perderam a grana, a reserva e tiveram que ficar em outra pousada. Um prejuízo que não tirou o ânimo das moças...hehehe. Cris, Rosana e eu fomos conhecer o camping Sossego do Jeca (https://campingsossegodojecacarrancas.wordpress.com/). Gostamos do ambiente, pagamos R$30,00 pela diária e montamos nossa barraca por alí mesmo. O camping fica bem localizado, as pessoas são muito simpáticas e é bem limpo. Recomendo. Carrancas reúne em um só lugar tudo que o amante da natureza e da história de nossa gente pode querer: um lugar bucólico, em que o antigo e novo se misturam, emoldurados por mais de 110 atrações naturais, entre serras, grutas, poços e cachoeiras. A cada trilha, uma paisagem nova deságua aos olhos dos turistas que são sempre bem recebidos pelos moradores. Eu, particularmente, pretendo voltar várias vezes. Fiquei com a sensação que a cidade tem um potencial enorme para o turismo, mas ainda tem muito o que avançar nesse sentido. Para saber mais sobre Carrancas: http://carrancas.com.br/index.shtml. Dia 4: 22/04/2016 - Complexo da Fumaça e da Vargem Grande - Carrancas Acordamos bem cedo na sexta-feira e fomos à padaria encontrar o pessoal. Tomamos um bom café da manhã por um preço super simbólico (gastei R$2,00, pode isso?) e partimos rumo ao Complexo da Fumaça. Optamos por conhecer somente a Cachoeira da Fumaça, a qual é muito bonita, mas não está liberada para banho. A placa informa que a água é poluída e a mesma tem alto índice de morte por afogamento. Saímos do Complexo da Fumaça e fomos conhecer o Complexo da Vargem Grande. Este complexo tem uma série de corredeiras e pequenas quedas formam um complexo de poços e piscinas naturais. O poço mais fascinante é o da Esmeralda, de águas verdes e cristalinas, formado pela cachoeira das Esmeraldas. Ficamos a tarde toda nadando e admirando esse poço. Como era uma sexta-feira pós feriado estava lotado. Recomendo a visita em dias de semana. Após passar o dia nas águas do complexo da Vargem Grande paramos no restaurante localizado na entrada do mesmo. Almoçamos, tomamos duas geladas e fomos para cidade descansar. Durante a noite ficamos no Recanto Bar. Um bar muito bacana, com ótima comida e um chopp artesanal muito bom. Bebi alguns e logo estava escrevendo um verso para a garçonete Gessica. Segundo a balconista, a melhor garçonete do local. Interessante que fiz um verso pra ela e todas as meninas da mesa riram de mim, achando que eu era um bocó. De fato, sou mesmo….hehehe. E advinha o resultado? No dia seguinte fui ao bar e o bilhete estava colado no vidro do balcão de atendimento, ou seja, a Gessica não só gostou do verso como estava ostentando para todos que por alí passavam. Confesso que nessa hora me senti um poeta, sqn….heheheh. Tenho certeza que vocês estão curiosos para saber o que escrevi, mas é segredo… Quando forem lá, falem com a Gessica e ela contará. Dia 5: 23/04/2016 - Complexo da Zilda I - Carrancas O sábado começou na mesma pegada que a sexta-feira. Fomos à padaria, tomamos aquele café caprichado, passamos numa agência de turismo e nos informamos sobre o Complexo da Zilda. Os olhos brilharam, que lugar fascinante. Mas o bolso não permitiu contratar um guia, pediram R$65,00 e minhas moedas estavam contadas. Optamos por não contratar o guia, e fazer o que fosse possível por contra própria, afinal a essa altura eu já me sentia um trilheiro... Depois de 12km de estrada de terra chegamos ao complexo. O mesmo é dividido em Zilda I, Zilda II e Escorregador da Zilda. Decidimos conhecemos no mínimo a Zilda I e o escorregador da Zilda. E assim foi. Para saber sobre o complexo da Zilda: http://carrancas.com.br/cachoeiras/zilda.shtml. No complexo da Zilda I aconteceu um fato muito interessante. Chegamos na Cachoeira da Zilda e ficamos impressionados com a beleza do lugar. Resolvemos ficar o dia todo por ali, descansando e curtindo aquele ambiente. E não é que uma borboleta resolveu me fazer companhia? Ficou cerca de 30 minutos em minha mão. Minha mãe diz que é sorte, espero que ela tenha razão...hehehe. Para encerrar o sábado, arriscamos conhecer o forró que rolava num bar próximo ao Recanto Bar,. Mas estava lotado e não entramos, então voltamos para casa, ops, camping e fomos descansar. Dia 6: 24/04/2016 - Complexo da Ponte - Carrancas O último dia chegou e acordamos um pouco mais tarde. Desmontamos a barraca, juntamos tudo e partimos para o Complexo da Ponte. Fica à apenas 2km da cidade. Lá conhecemos a Cachoeira do Salomão e a Cachoeira do Moinho. Por volta das 13h30 partimos rumo a nossa cidade - Brasópolis - MG. Chegamos em casa às 18h. Essa viagem foi mais uma daquelas que sentirei saudades e farei planos para retornar. Tanto Conceição de Ibitipoca quanto Carrancas encantam qualquer um que é apaixonado por trilhas e cachoeiras. Esse relato é para compartilhar as experiências e para relembrar (futuramente) desses momentos bacanas que passei ao lado de pessoas boas e em lugares especiais. Muito obrigado Cris, Carlos, Luana, Pedro, Bruna, Rosana, Edna, Érica e Sayuri. Um agradecimento especial à amiga Edna, que revisou o texto e me deu algumas dicas para torná-lo mais interessante. Mapa de Carrancas e Gastos: Até a próxima! Abraços!!!
  8. Salve Galera! Gostaria de postar algumas fotos do rolê que fizemos eu e a Dona Onça pra Aiuruoca/MG. Saímos de casa cedo, pouco depois do nascer do sol. Pra nós seria pouca distancia, coisa de 200Km. Partimos para Santa Rita do Sapucaí, depois São José do Alegre e uma paradinha em Pedralva: Depois em Carmo de Minas, terra do café e do gado Gir leiteiro. Um café com pão de queijo, claro. hehehehe Chegamos por volta das 10 horas. Ficamos na Pousada Ajuru. Muito simples e com o pessoal muito atencioso. Diária de R$140,00 o casal. Deixei a tralha da moto e partimos rumo ao Matutu. No caminho: Em Aiuruoca, pra onde você olha, vê cachoeiras: Mais uma fotinha pelo caminho: Procuramos a Cachoeira dos Macacos. Segundo o pessoal, é depois da ponte de concreto, entrando no "quebra costela". Deu o que fazer pra entender do que se tratava. Na minha terra é chamado de "passador". kkkk Deixei a moto na estrada e adentramos na trilha: Enfim a Cachoeira dos Macacos: E mais Cachoeiras pelo caminho: Chegando no Matutu, um vilarejo muito bacana, onde o pessoal ainda mantém uma serie de tradições. Muito maneiro o lugar. O casarão sede da comunidade: Casarão antigo que só! Segundo o pessoal, lá é tão silencioso, que dá pra escutar o capim crescendo! kkk A escola local: Partimos então para o almoço na dona Iraci. No começo ficamos meio perdidos, pois não há estradas. O pessoal usa muito pouco conduções motorizadas. A vista para a Cachoeira do Fundão. Muito bonita, porém não visitamos. Ali nos tomaria umas 3 horas de trilha. Ficou pra próxima. Eita sossego! A vista para o Pico do Papagaio: E o tal restaurante da Dona Iraci: Após quase 1 hora de espera (previamente avisada pelo pessoal do restaurante), serviram o banquete. Eita comidinha boa! Continua no próximo post!
  9. e ai galera vai ai mais rapido relatinho com algumas fotos !! nesta travessia foram eu /Carla de SJC e Cris e Diana de SP foram 45 km em 3 dias de pernada! nos encontramos em SJC e saimos as 4da matina rumo Aiuruoca ! depois de 3 horinhas chegamos em Aiuruoca , e ja fomos para uma padoca tomar um cafe da manhã e ja ir de encontro com nosso taxi resgate AJURU com o Marcos As 8:30hs tudo pronto e la vai nois rumo ao matutu onde ficariamos na metade do caminho na placa "camping do Saulo" !! uma fotinho do inicio da travessia e la fomos nos rumo ao 1º destino do dia pico do papagaio com seus 2100mts !! vencido a subida chegamos na bifurcação onde deixariamos a cargueira e fariamos o ataque ao pico do papagaio , mochilas entocadas e la vamos nois ate o cume e mais 40m chegamos no alto , com um visual alucinante de varias montanhas e cachoeiras , batemos algumas fotos , esticamos o esqueleto e descemos para pegar novamente a cargueira !! como a viagem da Cris e Diana foram cansativas vararam a madruga, resolvemos acampar na bifurcação e descansar o restante do dia !! Dia seguinte mais pernada rumo ao retiro dos pedros (antigo abrigo dos tropeiros), mochila nas costas e VM k VM , passamos pela pedra quadrada e ja começamos a subir rumo ao pico do tamandua com suas 3 pedras em destaque , vencido mas este morrinho fomos de encontro com o retiro dos pedros com seus muros de pedras , visualizando o pico do bandeira e o canjica !! chegando no retiro mais um descansinho com um lanche e encher de agua as garrafas fomos ate o mirante do vale do gamarra , aproveitando que foi quase tudo descendo !!curtimos aquele vale e "tem tem" vai nois ate encontrarmos o "totem " do seita santo daime que fica no meio do nada hehehe !! o proximo trecho seria um matinha fechada na crista , ai resolvemos corta-lo por uma estradinha de terra que foi bem puxadinho ( agora acho que era melhor ter varado o mato heheh) passado este trecho começamos a chegar nos trechos onde existe varias quedas de agua com varias cachus intocadas na mata este trecho vencido e mais uma pernada ate o proximo acampamento que fariamos ao lado do rio ,acampamento montado , meias do pantano penduradas e chegou a hora da janta , uns com calabresa acebolada com arroz , outros com peito de frango desfiado com macarrão e saladinha e um vinhozinho para relachar !!esta noite foi bem molhada pois ficamos num vale !! no outro dia tudo guardado e la vamos nois rumo a travessia do rio com sua linda cachoeira ai que chegamos na travessia do rio , na outra vez que estive por la o rio estava bem baixo , mas desta vez o bixo tava bombando e com correnteza ai la vai agente ensacar as cargueiras e atravessar o rio !! depois de vencido o trecho agora iriamos ate a cachoeira do juju , no caminho para o juju resolvemos que iriamos acabar por ali a pernada , pois queriamos comemorar e descansar no domingo pra não chegar acabado demais !! então toca pernada e chegamos no juju e la de cima ja vimos que não estariamos sozinho , ja tinha umas 5 barracas montadas no unico lugar para acampamento , como não acampariamos mais por ali , curtimos a cachu e demos uns bons mergulhos naquela linda cachu com seu visual aluciante !!! mergulhos e fotos e vamos nois tentar fazer o celular pegar algum sinal e e ....... nada de sinal , tivemos que dar uma boa pernada em estrada terra para conseguirmos sinal do celular e depois de uma pernada obaaaaa sinal , conseguimos falar com o Marcos regate AJURU , e o ponto combinado seria o bairro de PIracicaba ( que estaria a +4km de onde estavamos) , então mais pernada ate chegarmos num barzinho no bairro de Piracicaba !!!! uhuuu !!! chegamos e algumas brejas e pão com mortadela ate o nosso resgate chegar !! todos no resgate rumo a Aiuruoca , chegamos 21:00hs na city e ja fomos os 4 do pantano na pizzaria D.azeitona devorar uma super pizza e tomar mais algumas brejas geladas ! (foto do celular haihuhia) todos ja daquele jeito e fomos ate a cachoeira dos garcia fazer o ultimo dia de acampamento !! no dia seguimte cedo tinha um pessoal montando um rappel na cachu , descemos curtimos a cachu !! é isso ai mais uma pernadinha nas montanhas !! faloww !!! Kombi táxi e resgate do Marcos: http://www.ajuru.com.br/taxi/ mais fotinhos : https://picasaweb.google.com/bznbru/Tra ... _7hZmP1QE# falow mais inf./ mapas/ tracklog no guia do Sandrão : http://www.mochileiros.com/travessia-da-serra-do-papagaio-minas-gerais-t48353.html
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