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Alcides

Huayna Potosí

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putz é que pra mim em setembro não vai rola...tiro férias agora em agosto...

To querendo fazer o curso lá...vi pela agência Elma Tours...fica assim:

 

dia 1 La Paz - Campo Base Condoriri

dia 2 Practica en Hielo

dia 3 Practica en hielo avanzado (posible cumbre cerro Ilusion)

dia 4 Alpamayo Chico

dia 5 Retorno a La Paz

dia 6 Descanso

dia 7 La Paz - Campo Base - Campo Alto Huayna Potosi

dia 8 Campo Alto - Cumbre - La Paz

 

e vi um outro pela agência Azimut do dia 10 de agosto a 17...

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Já tens data de partida ou ainda não tem isso decidido?

Eu tenho um amigo que está embarcando na Sexta (19) e volta no próximo Domingo. Então estou esperando ele retornar para ver o qq ele me diz a respeito da aclimatação, dica de hospedagem, da agência pela qual ele vai ( http://huayna-potosi.com/index.html ) e se uma viagem nesse espaço de tempo é suficiente. Também irei pra buscar equipamento de montanha, justo por isso estava me organizando pro mês de Setembro ($$), mas talvez existe uma possibilidade em adiantar as coisas, mas só poderei ter certeza nos primeiros dias de Agosto.

Vais com mais gente?

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E ai galera! Estarei na Bolívia entre 18 e 24/09 e estou me programando para escalar o Sajama ou o Trekking até o Condoriri com escalada no Pequeño Alpamayo. Alguém topa alguma dessas aventuras? Estou com uma certa dificuldade de encontrar uma saída já programada e fazendo só os custos ficam bem altos! Já tenho os contatos com uma ótima agência de lá.

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Olá Pessoal,

 

Eu pretendo ir para a Bolívia ano que vem no para tentar a subida do Huyana Potosi.

Qual melhor época pra subir? Me informaram entre junho a agosto é verdade?

Contratar qual empresa lá ?

Com 4 dias da pra subir com folga?

 

Meu email: [email protected]

 

Obrigado

 

Leo Rocha

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herrera

Chegar à base do Huyana não é complicado. Em uma agência eles podem vender um passeio até lá. Neste caso o transporte vai sair caro se for só para vc, e é o que vão te vender.

Mas se vc aproveitar a saída de um grupo vai sair mais barato, mas eles não vão te oferecer isso. Neste caso vale a pena conhecer alguém que vai fazer a montanha e vc entra no grupo para pegar o transporte.

Como vc não tem expectativa de escalar, recomendo ir a chacaltaya. O cume é muito fácil de chegar, uma subida menor do que 100 metros e a vista é animal. Dá para contratar um taxista para levar.

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Fala Galera!!! ::otemo:: ::otemo::

 

Acabei de voltar de uma TRIP na Bolivia (JULHO 2013)e começei a editar meus videos dos locais que consegui visitar.

Assim que terminar de editar os videos, vou postar os relatos com as dicas atuais de toda a trip por consideração de tanta informação que obtive de um site como este.

Segue mais um video de minha TRIP:

 

 

VISITE MEU CANAL

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ATENÇÃO - NÃO USEM A AGÊNCIA ALBERTH TOURS BOLIVIA (http://www.hikingbolivia.com/) - ELA ME ARRUINOU SEIS MESES DE PREPARAÇÃO QUE ESTAVA FAZENDO PARA SUBIR O HUANA POR CAUSA DO COMPORTAMENTO AGRESSIVO DO GUIA!

 

A história é longa. Mas resumidamente é o seguinte. Eu estava a seis meses me preparando para subir essa montanha. Comecei a me empenhar, tentando correr 3x ou 4xpor semana(mesmo que tivesse que brigar com minha esposa para isso). Fiquei 45 dias antes sem beber. Estava ótimo fisicamente, como nunca estive antes.

 

Contratei essa agência por email(já havia feito um treinamento básico com eles, sem problemas antes). Seis meses antes havia pedido porteadores. Chegou na data, o guia ELISEO, não sabia que a gente tinha contratado porteador e não havia chamado eles. Ele chamou em cima da hora. Até aí tudo bem.

 

Esse guia(Eliseo) era muito folgado. Como a gente era principiante, nos tratava como babacas. Até aí tudo bem.

 

No dia que fomos subir do campo base para o campo alto, perdi meu capacete durante o caminho(que era alugado dessa agência). Ele me pergunteu onde estava. Respondi que tinha perdido, e pagava por ele. Ele surtou, começou a gritar e me tratou muito mal, mesmo afirmando várias vezes que pagaria pelo capacete qualquer que fosse o preço. Ele me largou para subir sem ele até o campo alto (apenas com meu companheiro de subida), e disse que iria procurar meu capacete. Cheguei sozinho até o campo alto, com bastante energia e muito disposto fisicamente para tentar o cume. Mas não iria subir até o cume com um guia desequilibrado, que poderia ser negligente comigo durante o resto da subida, do qual minha vida dependia, que estava bravo comigo e que me tratou mal por causa de uma Merd* de um capacete. Tenho certeza que chegaria ao cume se não fosse isso.

 

Houve outros problemas menores com o guia, mas não vou reportar aqui para não alongar. O que me deixeou enfurecido é que os donos da agência, apesar de serem muito informativos e prestativos, não me disseram um só palavra depois do ocorrido. Falei com eles pessoalmente na volta, eles me pediram para escrever com detalhes, e faz 15 dias só me ignoram.

 

Não vão com essa agência. Se vão, peçam para não ir com esse guia Eliseo. Fiz o treinamento básico de montanha com o irmão dele, que chama Teo, havia uns nove meses antes. O Teo era bem mais profissional. Não cheguei no topo do Huayna Potosi por causa desse guia (Eliseo).

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Fala Galera segue meu breve relato de minha TRIP ao Huayna Potosí:

 

Consegui realizar meu SONHO que demonstro no filme acima via empresa ALBERTH TOURS BOLIVIA (http://www.hikingbolivia.com/) com que por sinal foi indicação de muitos profissionais da área do montanhismo mas, vamos a realidade e aos fatos de minha trajetória:

Conversei com Juan Hinojosa proprietário da empresa e o mesmo foi muito prestativo e educado. Nesta conversa questionei o mesmo com relação aos guias, sendo que já tinha lido de muitos relatos o desrespeito e os despreparo de alguns guias com os montanhistas brasileiros(como LLLcastro2 relata acima). Decorrente deste dialogo requisitei que o mesmo (Juan) me indicasse o melhor guia para realizar meu sonho e adivinha quem era "Teo" , me dizendo que era o mais experiente e preparado para minha empreitada.

O grupo foi formado por quatro brasileiros(eu, minha namorada Pâmela, Josemar, Renilson) e também por mais 3 gringos com mais quatro guias (Eliseu/Teo/Cilicio/Rodrigo).

 

Primeiro dia - Iniciamos no acampamento base com algumas instruções dos guias e logo neste inicio começou a insatisfação com os guias, sendo que os mesmos ficavam dando risada e falando no dialeto numa gozação tremenda em direção a quem não estava conseguindo preparar os equipamentos para partir... conseqüentemente fiquei puto ::grr:: pois, eles acham que somos idiotas e não percebemos o deboche mesmo em outras línguas.

Seguimos ao Glaciar para as instruçoes de escalada em gelo e meus amigos brasileiros que por sinal são bombeiros de profissão passaram muito mal neste dia(demonstro no vídeo) decorrente disto também achei uma puta sacanagem a falta de suporte com mais ênfase aos amigos brasileiros.

 

Segundo Dia - Partimos em direção ao Acampamento Alto com meus amigos e namorada (VERDADEIROS GUERREIROS), e neste trajeto quem nos acompanha é o RODRIGO que na minha opinião e na também da Pâmela o melhor e mais preparado guia pois, o mesmo explicou as dores que minha namorada estava sentindo e coordenou as paradas, sempre questionando nossa saúde... então já digo de bate e pronto, RODRIGO pode ser o mais novo entre os guias desta agencia mas, é o mais paciente e sabe lidar com situações adversas. ::otemo::

 

Terceiro Dia - Neste dia foi o TERROR e a maior frustração que tive com o Teu que foi apenas o meu guia por motivos de saúde a Pâmela :( que era para ser minha companheira já o Eliseu foi o guia dos dois bombeiros. Tudo preparado e explicado com poucos detalhes do ataque ao cume. O ataque estava marcada para 01h00 e os guias ficaram de chamar as 00h00 para preparar o equipamento e neste horário começou minha desavença com o Teu ::vapapu:: pois o mesmo, acredito, achou que eu iria desistir por minha namorada não estar passando bem mas, a Pâmela abdicou por acreditar que eu seria capaz ... conseqüentemente o guia não foi me chamar as 00h00 e comecei a me preparar sozinho e bem puto pois, o mesmo veio do nada as 00h45 me questionar c eu estava pronto afffffffffffffff. :evil::twisted:

Começamos o ataque por volta de 01h40 e o mesmo começou a resmungar (Dialeto) e andar num ritmo alucinante, passei os dois brasileiros e comecei a perceber que a todo o momento o meu guia olhava para baixo a procura de algo e, de repente do nada após 30 minutos ele para e me diz que é para esperar o Eliseu.

Quando Eliseu chega em nosso ponto ele vem e me diz:

- Amigo que tal irmos todos juntos e caso alguém venha a desistir, regressamos todos!!! ::dãã2::ãã2::'>

Logo em seguida eu rebato:

- De maneira alguma pois, não foi de bobeira que a Pâmela abdicou em acreditar que sozinho eu conseguiria ter sucesso! O fato não é que meus amigos não vão conseguir pois, também acredito neles mas, não quero ficar a mercê de algo que não caiba a mim!

Conseqüentemente os guias começaram a falar em dialetos e como eu não sou BOBO me liguei em todo esquema pois, os mesmos não acreditavam na conquista de todos!

A partir deste momento o Teu se virou e começou a andar em um ritmo ainda maior e não atender aos meus pedidos de parada para descansar e isso começou a me afetar psicologicamente e de repente por começar a sentir câimbra parei e olhei aos céus nas estrelas e começei a pensar nos esforços que os grandes montanhistas fazem para realizar seus sonhos e na expressão de minha namorada chorando ao dizer que não iria e que acreditava em mim. Neste momento o guia jogou teu piolet aos chão e começou a me chamar de mole, fraco e que eu não iria conseguir alcançar ao cume pois, não estava me alimentando direito e que ele nunca conseguiu chegar com um Brasileiro sozinho ao cume. Comecei a chorar ::mmm: de raiva e começamos a discutir nos 5.600m de altitude de um modo muito agressivo ::vapapu:: , expliquei que os brasileiros tem seus costumes e suas qualidades e não é por isso não temos as nossas. Expliquei em tons bem alto que eu estava deixando de comer as comidas que eles estavam fornecendo pois estava me fazendo mal (fazia mal, enjôo) o tempero que eles utilizam em comidas bolivianas e que isso não iria me impedir de realizar meu SONHO pois, sou brasileiro e mesmo que me arraste não vou DESISTIR. O mesmo se transformou ::Ksimno:: a partir da discussão e começou a me tratar de outra maneira, me explicando que iríamos ter que voltar rápido por causo do degelo. Concluímos o Ataque ao Cume em 04h30 (tradicional 06h00) e retornamos em 40 minutos ao Acampamento Alto. ::cool:::'>

 

Este é meu breve relato de uma trajetória rumo a um SONHO e que minha expressão sincera do final do vídeo demonstre minha conclusão desta CONQUISTA... "O vento corta um pouco do som do equipamento amador que usamos em nossas aventuras, afinal isso não é documentário armado da rede globo, é vida real. Ramon Quevedo"

 

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Samuel!!

 

Muito legal o seu vídeo, vou divulgar o mesmo em meu blog.

 

Sobre seu problema com o guia, passei algo parecido, mas não tão problemático.

O que percebi foi que os guias recebem o mesmo pagamento, se os clientes chegarem ao cume ou não, então eles dão uma forçada de barra para ver se o cliente desiste e assim eles podem voltar para o saco de dormir quentinho no abrigo. Na tarde anterior ao ataque ao cume, o guia do meu grupo (eu e dois suíços) me chamou num canto e falou que outro guia chegaria a noite, mas que ele subiria junto comigo. De madrugada, na hora do ataque ao cume ele mandou o outro guia comigo e foi junto com o casal de suíços. Aí percebi a jogada dele, pois a moça era lenta e com certeza logo ia desistir, e no final foi o que aconteceu. Ela e o namorado desistiram após uma hora de caminhada. O meu guia era mal humorado e forçou o ritmo ao máximo, fazendo poucas paradas. Quase chegando ao cume, numa parada para descanso, perguntei quanto tempo ainda faltava até o cume. Ele respondeu que faltavam umas duas horas ainda e perguntou se eu queria desistir dali. Achei estranho a resposta, pois o dia estava quase amanhecendo. Voltamos a caminhar e 20 minutos depois chegamos ao cume. Já na descida eu estava exausto e daí fui fazendo paradas conforme me sentia cansado. Ele ficava puto com isso e teve um momento em que eu estava sentado e ele puxou a corda me arrastando. Levantei bravo e falei que se ele fizesse aquilo de novo eu dava um porrada nele. Daí o cara acalmou e chegamos sem problema ao abrigo.

 

Os guias lá são sempre os mesmos e são cheio de manhas. O jeito é tentar não se estressar, principalmente na subida e não ceder a pressão que fazem discretamente para você desistir.

 

Abraço,

 

Vander

 

www.vanderdissenha.wordpress.com

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    • Por naiarasc
      Relatarei uma viagem de 11 dias pela Bolívia, incluindo o Trekking Condoriri (4 dias e 3 noites) conjugado com tentativa de subida ao Huayna Potosi (3 dias e 2 noites), resumida pelo roteiro a seguir:
      Dia 02/06: Vôo pra La Paz Dia 03/06: La Paz - passear pela cidade, visitar as agências e fechar o pacote do trekking Dia 04/06: La Paz - Subir o Chacaltaya e passeio do Valle de la Luna Dia 05/06: Viagem pra Copacabana e dormir na Isla del Sol Dia 06/06: Voltar pra La Paz e últimos preparativos pro trekking Dias 07 a 09/06: Trekking Condoriri, finalizando no Campo Base do Huayna  Dia 10/06: Huayna Potosi - Treinamento escalada no gelo Dia 11/06: Huayna Potosi - Subida ao Campo Alto Dia 12/06: Huayna Potosi - Ataque ao cume e volta pra La Paz Dia 13/06: Vôo de volta pro Brasil Minha primeira passagem pelo país tinha sido em 2012, em um roteiro típico de mochilão, no qual tive poucos dias em La Paz e depois segui para Cusco e Machu Picchu. Não ter conhecido o Salar de Uyuni nesta minha primeira ida à Bolívia era uma das minhas grandes frustrações e por isso eu estava decidida a voltar. A oportunidade surgiu em 2016,  em uma viagem para o Deserto do Atacama, a qual aproveitei para fazer o passeio do Salar (são geograficamente próximos e existem passeios saindo de San Pedro do Atacama). 
      Já tendo ido 2 vezes, completado os roteiros tradicionais (Uyuni, Downhill na Death Road, Lago Titicaca, etc) e considerando todos as dificuldades de uma viagem pela Bolívia, eu não imaginava voltar outra vez àquele país. Contudo, depois de muita indecisão quanto ao roteiro de férias do ano (Portugal? Eslovênia? Peru?), entrei em acordo com meu namorado, que ainda não conhecia a Bolívia, e decidimos ir até lá fazer um roteiro de trekking.
      Com um pouco de pesquisa eu tive certeza que o Condoriri seria uma das melhores escolhas em termos de belas paisagens, logística fácil e preços razoáveis. Assim, decidimos que faríamos o Trekking do Condoriri junto à tentativa de escalada ao Huayna Potosi. A logística dos dois é bem encaixada, visto que o local final do trekking coincide com o local de início da escalada (Campo Base). 
      Pelos diversos relatos que li, eu já estava ciente que o trekking e escalada não seriam fáceis. Além do frio, a altitude cobra um preço caro sobre nosso físico e psicológico e por isso tentei montar um roteiro que contemplasse tempo suficiente de aclimatação. Abaixo relatarei com mais detalhes cada um dos dias da viagem:
      1° Dia - Chegada em La Paz
      Saímos de Guarulhos em um vôo da BOA (Boliviana de Aviación) com escala em Santa Cruz de la Sierra e parada final em La Paz. Esta companhia aérea é uma empresa estatal boliviana e não muito conhecida entre nós brasileiros. Confesso que tive certo receio ao comprar as passagens, mas os vôos foram pontuais e serviram lanches muito bons, portanto só tenho elogios 😁
      Nossa chegada estava prevista para 17h30. Em geral sempre opto por utilizar o meio de transporte mais barato para sair do aeroporto, porém minhas recordações do transporte público caótico da cidade, dos taxis sem taxímetro e os alertas de que El Alto (cidade em que está o aeroporto) não é um lugar assim tão seguro ao anoitecer, me fizeram reservar um transfer ao preço de 90 bolivianos. Fiz a reserva com o proprietário do apartamento em que íamos nos hospedar (aluguei pelo Booking, o apto é este aqui).
      Chegamos à Bolívia portando somente dólares e reais. Além de difícil, comprar bolivianos estando no Brasil sai muito mais caro. No entanto, precisávamos de moeda boliviana para pagar pelo transfer e pelo apartamento, já que havíamos sido alertados que só aceitavam moeda local. Assim, durante a conexão em Santa Cruz de la Sierra, fui procurar na sala de embarque algum lugar para trocar dinheiro. A sala era pequena e não vi casas de câmbio lá dentro, por sorte o atendente de uma cafeteria se dispôs a fazer o câmbio. A cotação dele era pior que aquela que eu tinha visto no Google, por isso trocamos estritamente o necessário. Já sabíamos que encontraríamos cotações bem melhores no dia seguinte em La Paz.
      Chegando em La Paz o motorista do transfer já nos aguardava e nos levou ao apartamento, que ficava no bairro Miraflores, relativamente próximo ao centro. Aproveitamos a noite para dar uma volta pelo bairro e ir ao supermercado comprar comida. Não sentimos os piores sintomas do mal de altitude (dor de cabeça, enjôo, etc), mas notamos que a simples caminhada até o supermercado já tinha nos deixado sem fôlego. Durante a noite notei que demorei mais a dormir e acordei muitas vezes, o que não é habitual para mim.
      2° Dia - Passeio pela cidade
      O objetivo principal deste 2° dia era cambiar dinheiro, definir uma agência e comprar o pacote do trekking e escalada. Conforme as pesquisas que tinha feito pela internet, eu já estava praticamente convencida a ir com a agência Hiking Bolívia. Chegando à calle Sagarnaga até visitamos algumas outras empresas, mas decidimos ir com a Hiking Bolívia mesmo. Fechamos com eles o passeio do Chacaltaya + Valle de la Luna para o dia seguinte (80 bolivianos por pessoa + taxa) e o Trekking Condoriri + Huayna Potosi (2400 bolivianos por pessoa + taxas). O câmbio do dinheiro fizemos em uma casa de câmbio lá perto mesmo, as cotações eram 1,65 boliviano/real e 6,95 boliviano/dolar.
      Terminados os 'negócios', fomos almoçar em um restaurante indiano que eu tinha marcado como seguro, segundo minhas pesquisas. Aqui vale um parênteses: na minha primeira ida à Bolívia, um amigo teve infecção alimentar e precisou ficar 3 dias no hospital tomando soro. Além disso, as estatísticas de diarreias em turistas naquela região são alarmantes, dadas as condições precárias de higiene. Portanto, decidimos tomar MUITO cuidado com o que comíamos, pois alterações de saúde iriam comprometer todo nosso planejamento de viagem. 
      Depois do almoço, fomos conhecer o Teleferico. Caminhamos até a estação mais próxima da calle Sagarnaga, que pertencia à linha Morada (roxa) e decidimos que faríamos um "tour": Linha Roxa -> Linha Prateada -> Linha Vermelha, descendo no terminal central de ônibus, onde aproveitaríamos para já comprar as passagens para Copacabana. 

      Foto: Entrada da Estação da Linha Roxa

      Foto: Vista aérea de La Paz (as construções são todas assim, sem reboco. Dizem que desta forma pagam menos impostos)
       
      Chegando ao terminal central, compramos as passagens de ônibus para Copacabana por 30 bolivianos. O terminal é relativamente organizado, mas as empresas de ônibus pagam pessoas para fazerem propagandas no grito o tempo inteiro, então imaginem cerca de 10 pessoas, cada uma tentando gritar mais alto que a outra um nome de cidade diferente 😖
      Saindo do terminal, caminhamos até o Mirador Kilikili, que ficava próximo ao nosso apartamento. No caminho pra lá passamos por algumas ruelas que pareciam ruas de favela, mas deu tudo certo 😮

      Foto: Vista do Mirador Kilikili
       
      DICA: Todo o tempo utilizamos o aplicativo Maps Me para nos locomover. Ele funciona em modo offline e traça rotas como um Waze/Google Maps, basta baixar o mapa da região quando você tiver conexão à internet.


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