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Alcides

Huayna Potosí

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Fala Pessoal....

estou indo pra lá aproximadamente dia 09-12 de junho de 2011.....

alguém vai estar nessa mesma época e anima aventurar nessa altitude?

Abraços

Outra pergunta.... consigo comprar esses pacotes na hora?

tipo com poucos dias de antecedencia?

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e ai Bruno blz !! com certeza vc consegue marcar com alguma agencia alguns dias antes , eu marquei o meu um dia antes , no dia fomos experimentar as roupas e botas e no outro logo cedo o taxi passou no hostel para pegar a gente !!

só procura com calma , e se vc procurava a agencia indicada pelo Leo ele que teve por la algumas varias vezes !!

PS: eu tambem contrataria um porteador pq carregar a mochila com equipos na altitude ninguem mereçe ::mmm: !!!

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ola galera !!

 

gostaria de obter o e-mail ou site da agencia Andreans Expeditions na qual o leorj sempre sita !!

eu ja caçei um monte na net e nda !!

se tiver recomendações de outras empresas de la paz que se tenha um contato por e-mail que realizam expedições p\ o huayna potosí favor exibir !!

 

valeu T+

 

 

Uma agencia que conheco o dono faz mais de 10 anos é a Albert Tours (http://www.hikingbolivia.com/). O dono se chama Juan e é muito honesto e gente boa.

Muitas vezes ele mesmo leva as pessoas até o Huayna. Há varias boas agencias. As ofertas sao muitas.

 

Sugiro que antes de ir ao Huayna que compre um pacote para o Charkini, por exemplo. O acampamento base é o mesmo do Huayna e é uma excelente opcao pra quem quer ter uma primeira experiencia em alta montanha. O Huayna nao é fácil pra quem nao é do meio e nao tem experiencia. O Charkini é mais fácil e poderá dar uma idéia de ir ou nao ao Huayna.

 

Abraco

::carai::

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Uma agencia que conheco o dono faz mais de 10 anos é a Albert Tours (http://www.hikingbolivia.com/). O dono se chama Juan e é muito honesto e gente boa.

Muitas vezes ele mesmo leva as pessoas até o Huayna. Há varias boas agencias. As ofertas sao muitas.

 

Sugiro que antes de ir ao Huayna que compre um pacote para o Charkini, por exemplo. O acampamento base é o mesmo do Huayna e é uma excelente opcao pra quem quer ter uma primeira experiencia em alta montanha. O Huayna nao é fácil pra quem nao é do meio e nao tem experiencia. O Charkini é mais fácil e poderá dar uma idéia de ir ou nao ao Huayna.

 

Abraco

::carai::

 

 

 

Conheci tal agencia em La Paz e gostei também. Acabei contratando outra, mas senti firmeza na Albert. Tinha um grupo voltando e tinham gostado, sendo que um era francês e já tinha contratado serviços de outras agencias em anos anteriores.

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valeu galera pelos toques ai !!

em dezembro passado tive no cordon del plata na AR, valecitos, plata, ricon, porem chegamos num dia bonito , mas depois foi sohh neve !!

depois de 3 dias esperando uma janela , tivemos que descer do acampamento avançado com neve ate a canela.

este ano quero ih a bolívia com minha namorada q ja esteve lá, porem nunca subiu alta montanha, sei que em janeiro não é muito favorável a montanha, porem se tiver uma brecha nos lançaremos p\ cima !!

 

valeu T+

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Olá!!!

 

 

Alguém sabe me dizer se em dezembro é possível e seguro "fazer" Huayna Potosi?

 

Tenho umas semanas livres e gostaria de ir agora para a Bolivia. Mas sendo verão, fiquei na dúvida sobre ser possível ou não subir Huayna Potosi.

 

Obrigado,

 

Vander

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Pessoal,

 

estarei em La Paz na primeira semana de Março 2012 , é possivel fazer o huayna potosi com segurança ? (claru q vou buscar uma boa agencia com um bom guia).

 

Abs

 

Rodolfo AC

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Rodolfo.

 

É possivel sim. Essa montanha é possível escalar o ano todo. Mas em março a incidência de neve é grande. O ataque ao cume pode ter que ser abortado ou adiado dependendo das condições climáticas.

 

Abraços

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Rodolfo!

Apesar de ter dois anos que subi ao cume, me lembro bem de todos os detalhes que faltaram para amenizar o

meu sofrimento. Contudo se vc não seguir a risca os diversos conselhos deste link, ( dentre eles 10 dicas que coloquei também), dificilmente

vc chegará a La Paz e consiguirá subir, pois, por melhor que seja a agência, será vc que ira sentir os efeitos da altitude.

Dentro as diversas recomendações, sugiro melhorar seu condicionamento físico e também fazer uma boa aclimatação, juntamente com o Citoneurim 5000, uma vitamina que vai aumentar a produção de seus glóbulos vermelhos e te ajudar na respiração. Sugiro subir em 3 dias.

A todos que querem subir, faça um estudo detalhado do "MAL DA ALTITUDE'", pois apesar da montanha não ser técnica, não achei nada fácil subir. ::Cold::

No mais boa sorte a todos que tentarem, e Parabéns aos que conseguirem!

::otemo::

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LeoRJ,

 

Você comentou sobre passar a noite no Chacaltaya. Como funciona? Tem abrigo ou área de campping?

 

abraços

 

ps.: Vi diversas postagens nesse tópico discutindo sobre o uso do Citoneurim 5000 para a prevençaõ do mal de altitude. Essa vitamina é um importante substrato para a produção dos eritrócitos (hemácias). No entanto, ela NÃO ESTIMULA a produção destas células. Os dois estímulos para a síntese das hemácias são: HIPÓXIA (baixa pressão de oxigênio) e ERITROPOETINA (hormônio produzido pelos rins e usado em casos de dopping - apesar dos imensos riscos).

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    • Por naiarasc
      Relatarei uma viagem de 11 dias pela Bolívia, incluindo o Trekking Condoriri (4 dias e 3 noites) conjugado com tentativa de subida ao Huayna Potosi (3 dias e 2 noites), resumida pelo roteiro a seguir:
      Dia 02/06: Vôo pra La Paz Dia 03/06: La Paz - passear pela cidade, visitar as agências e fechar o pacote do trekking Dia 04/06: La Paz - Subir o Chacaltaya e passeio do Valle de la Luna Dia 05/06: Viagem pra Copacabana e dormir na Isla del Sol Dia 06/06: Voltar pra La Paz e últimos preparativos pro trekking Dias 07 a 09/06: Trekking Condoriri, finalizando no Campo Base do Huayna  Dia 10/06: Huayna Potosi - Treinamento escalada no gelo Dia 11/06: Huayna Potosi - Subida ao Campo Alto Dia 12/06: Huayna Potosi - Ataque ao cume e volta pra La Paz Dia 13/06: Vôo de volta pro Brasil Minha primeira passagem pelo país tinha sido em 2012, em um roteiro típico de mochilão, no qual tive poucos dias em La Paz e depois segui para Cusco e Machu Picchu. Não ter conhecido o Salar de Uyuni nesta minha primeira ida à Bolívia era uma das minhas grandes frustrações e por isso eu estava decidida a voltar. A oportunidade surgiu em 2016,  em uma viagem para o Deserto do Atacama, a qual aproveitei para fazer o passeio do Salar (são geograficamente próximos e existem passeios saindo de San Pedro do Atacama). 
      Já tendo ido 2 vezes, completado os roteiros tradicionais (Uyuni, Downhill na Death Road, Lago Titicaca, etc) e considerando todos as dificuldades de uma viagem pela Bolívia, eu não imaginava voltar outra vez àquele país. Contudo, depois de muita indecisão quanto ao roteiro de férias do ano (Portugal? Eslovênia? Peru?), entrei em acordo com meu namorado, que ainda não conhecia a Bolívia, e decidimos ir até lá fazer um roteiro de trekking.
      Com um pouco de pesquisa eu tive certeza que o Condoriri seria uma das melhores escolhas em termos de belas paisagens, logística fácil e preços razoáveis. Assim, decidimos que faríamos o Trekking do Condoriri junto à tentativa de escalada ao Huayna Potosi. A logística dos dois é bem encaixada, visto que o local final do trekking coincide com o local de início da escalada (Campo Base). 
      Pelos diversos relatos que li, eu já estava ciente que o trekking e escalada não seriam fáceis. Além do frio, a altitude cobra um preço caro sobre nosso físico e psicológico e por isso tentei montar um roteiro que contemplasse tempo suficiente de aclimatação. Abaixo relatarei com mais detalhes cada um dos dias da viagem:
      1° Dia - Chegada em La Paz
      Saímos de Guarulhos em um vôo da BOA (Boliviana de Aviación) com escala em Santa Cruz de la Sierra e parada final em La Paz. Esta companhia aérea é uma empresa estatal boliviana e não muito conhecida entre nós brasileiros. Confesso que tive certo receio ao comprar as passagens, mas os vôos foram pontuais e serviram lanches muito bons, portanto só tenho elogios 😁
      Nossa chegada estava prevista para 17h30. Em geral sempre opto por utilizar o meio de transporte mais barato para sair do aeroporto, porém minhas recordações do transporte público caótico da cidade, dos taxis sem taxímetro e os alertas de que El Alto (cidade em que está o aeroporto) não é um lugar assim tão seguro ao anoitecer, me fizeram reservar um transfer ao preço de 90 bolivianos. Fiz a reserva com o proprietário do apartamento em que íamos nos hospedar (aluguei pelo Booking, o apto é este aqui).
      Chegamos à Bolívia portando somente dólares e reais. Além de difícil, comprar bolivianos estando no Brasil sai muito mais caro. No entanto, precisávamos de moeda boliviana para pagar pelo transfer e pelo apartamento, já que havíamos sido alertados que só aceitavam moeda local. Assim, durante a conexão em Santa Cruz de la Sierra, fui procurar na sala de embarque algum lugar para trocar dinheiro. A sala era pequena e não vi casas de câmbio lá dentro, por sorte o atendente de uma cafeteria se dispôs a fazer o câmbio. A cotação dele era pior que aquela que eu tinha visto no Google, por isso trocamos estritamente o necessário. Já sabíamos que encontraríamos cotações bem melhores no dia seguinte em La Paz.
      Chegando em La Paz o motorista do transfer já nos aguardava e nos levou ao apartamento, que ficava no bairro Miraflores, relativamente próximo ao centro. Aproveitamos a noite para dar uma volta pelo bairro e ir ao supermercado comprar comida. Não sentimos os piores sintomas do mal de altitude (dor de cabeça, enjôo, etc), mas notamos que a simples caminhada até o supermercado já tinha nos deixado sem fôlego. Durante a noite notei que demorei mais a dormir e acordei muitas vezes, o que não é habitual para mim.
      2° Dia - Passeio pela cidade
      O objetivo principal deste 2° dia era cambiar dinheiro, definir uma agência e comprar o pacote do trekking e escalada. Conforme as pesquisas que tinha feito pela internet, eu já estava praticamente convencida a ir com a agência Hiking Bolívia. Chegando à calle Sagarnaga até visitamos algumas outras empresas, mas decidimos ir com a Hiking Bolívia mesmo. Fechamos com eles o passeio do Chacaltaya + Valle de la Luna para o dia seguinte (80 bolivianos por pessoa + taxa) e o Trekking Condoriri + Huayna Potosi (2400 bolivianos por pessoa + taxas). O câmbio do dinheiro fizemos em uma casa de câmbio lá perto mesmo, as cotações eram 1,65 boliviano/real e 6,95 boliviano/dolar.
      Terminados os 'negócios', fomos almoçar em um restaurante indiano que eu tinha marcado como seguro, segundo minhas pesquisas. Aqui vale um parênteses: na minha primeira ida à Bolívia, um amigo teve infecção alimentar e precisou ficar 3 dias no hospital tomando soro. Além disso, as estatísticas de diarreias em turistas naquela região são alarmantes, dadas as condições precárias de higiene. Portanto, decidimos tomar MUITO cuidado com o que comíamos, pois alterações de saúde iriam comprometer todo nosso planejamento de viagem. 
      Depois do almoço, fomos conhecer o Teleferico. Caminhamos até a estação mais próxima da calle Sagarnaga, que pertencia à linha Morada (roxa) e decidimos que faríamos um "tour": Linha Roxa -> Linha Prateada -> Linha Vermelha, descendo no terminal central de ônibus, onde aproveitaríamos para já comprar as passagens para Copacabana. 

      Foto: Entrada da Estação da Linha Roxa

      Foto: Vista aérea de La Paz (as construções são todas assim, sem reboco. Dizem que desta forma pagam menos impostos)
       
      Chegando ao terminal central, compramos as passagens de ônibus para Copacabana por 30 bolivianos. O terminal é relativamente organizado, mas as empresas de ônibus pagam pessoas para fazerem propagandas no grito o tempo inteiro, então imaginem cerca de 10 pessoas, cada uma tentando gritar mais alto que a outra um nome de cidade diferente 😖
      Saindo do terminal, caminhamos até o Mirador Kilikili, que ficava próximo ao nosso apartamento. No caminho pra lá passamos por algumas ruelas que pareciam ruas de favela, mas deu tudo certo 😮

      Foto: Vista do Mirador Kilikili
       
      DICA: Todo o tempo utilizamos o aplicativo Maps Me para nos locomover. Ele funciona em modo offline e traça rotas como um Waze/Google Maps, basta baixar o mapa da região quando você tiver conexão à internet.


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