Ir para conteúdo
  • Faça parte da nossa comunidade! 

    Encontre companhia para viajar, compartilhe dicas e relatos, faça perguntas e ajude outros viajantes! 

Alcides

Huayna Potosí

Posts Recomendados

Uma das agencias mencionada em comentários, que fica na Calle Illampu, próximo a Sagarnaga, é de um cara que trata melhor os brasileiros, amigo do Niclevicz. Ele tem a concessão do abrigo no Huayna Potosi, agora não me lembro do nome dele nem da agencia. O curso fica por uns US$1.000, tudo incluido, duração de uma semana e a aula final é a ascenção do Huayna Potosi. Mas se vc conseguir entrar numa vaga extra em um grupo de europeus, por exemplo, pode sair muito mais barato. Como no Brasil, lá tudo se dá um jeito. Vou dar uma dica preciosa. Garimpando as coisas, vc pode conhecer um instrutor dessas agências, e contratá-lo por fora, assim como o equipamento, a condução, etc, tudo com a ajuda dele, formar um grupo (ou ir sozinho) e ter a mesma qualidade do curso por muito menos. Um bom guia custa cerca de US$30 por dia. Nos outros paises é de US$100 a US$300, dependendo de onde se vai. Lembre-se do ditado: "Quem tem boca vai a Roma". Outra dica: viaje fora da alta temporada (junho e julho, na Bolívia), melhor em agosto, as coisas estão mais baratas, mais disponíveis e tem menos gente procurando as coisas e tb nas montanhas. Montanha cheia de gente é roubada. Uma coisa: não faça nada pesado antes de uns 10 dias de aclimatação na altitude, dependendo do seu organismo, tem pessoas que aclimatam mais rápido, outras mais lentamente. E nada de tomar esses remédios loucos ou qq outro. Nada de dexametazona ! Corre risco de vida se tomar. Nem chá de coca, nem qq coisa que não esteja já habituado. Na altitude os remédios dão reações imprevistas, dependendo do organismo.

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Quando eu subi pensei em desistir e o guia disse que não arriscaria de me mandar voltar com outra empresa. Ou seja, abortariamos a expedição e a gringa que subiu comigo sairia no prejuízo.

 

No momento em que se está contratando o "passeio" as empresas já avisam sobre isso. De inicio achei que era papo furado pra ter isso como desculpa posteriormente. Pensei que no caso de algum contratempo conseguiria negociar com o guia para não voltarmos ambos, e o outro conseguir terminar a escalada.

 

Mas, foi exatamente isso que aconteceu com 2 duplas que subiram no mesmo dia que eu! Um casal de franceses voltou muito antes do cume, pois a mina estava exausta! Uma outra dupla de desconhecidos voltou na reta final... deu dó...

 

De inicio fiquei apreensivo com o cara que iria comigo, mas depois que conheci o cara, relaxei! O cara era um Irlandes jogador de futebol...rs... No final das contas, eu era a tartaruga da dupla.

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Pô cara, montanha é muito foda, principalmente pra quem é individualista.

 

Pra mim foi bem dificil, comecei com todo o gás, como só consigo caminhar rápido toda hora a gringa que tava comigo puxava a corda e eu tinha que parar, de tanto acontecer isso acabei perdendo todo o meu preparo físico e mental.

 

Foi aí que inverteu a coisa, eu que comecei a jogar contra, sem concentração e muito puto com ela meu rendimento caiu muito. Acabou que eu, ela e o guia brigamos uns com os outros.

 

No final não desisti unicamente por causa dela, tinha sido irresponsabilidade minha subir naquele dia, tinha acabado de chegar de uma noite mal dormirda no onibus Potosí - La Paz e estava exausto. Ela por outro lado estava treinando no glaciar há dois dias e pensava que iria subir sozinha (cheguei quando já estava pronta pra subir). Ou seja, se eu volto ia ser muita sacanagem com ela.

 

Terminou que isso me motivou e a muito custo cheguei no cume. Na volta as coisas se inverteram de novo, eu estava revigorado depois de fazer o cume e ela exausta. Tomou umas 3 quedas puxando todos nós pra baixo no paredão. Na volta do campo base depois que o guia tirou as cordas ainda caiu mais umas 10 vezes e andou muito devagar, mas como já tinhamos deixado as coisas claras no acampamento base eu levei na boa.

 

Terminou que em La Paz ainda demos uma saída pra terminar de comemorar meu aniversário.

 

Resumo da história: Na montanha somos um time e infelizmente a força de uma corrente é igual a de seu elo mais fraco. Por isso é muito importante estar com um bom guia, bom parceiro de escalada e principalmente bem preparado.

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Pelos comentários de quem teve a experiencia, vê-se que o buraco é mais embaixo ... Em relação ao Huayna Potosi, a primeira vez que fui não estava bem aclimatado. Insisti em carregar tudo, sem carregadores (aliás, sempre fiz assim), junto com minha esposa. Estávamos muito bem preparados fisicamente, mas sem aclimatação. Contratamos o melhor guia em La Paz, mas ele imprimiu um ritmo forte demais para nós, e não tivemos pausa para comer até o campo das rocas. Nessa época não havia abrigo por lá. Eu ainda cheguei bem, mas ela ficou mal e tivemos que voltar mais embaixo para pegar a sua mochila. Deveríamos descansar até a meia noite e sair de madrugada para o cume, chegando ao amanhecer. Aí as coisas inverteram e eu é que fiquei mal, com taquicardia e sem conseguir comer nem dormir. Às 3 da manhã desistimos de ir ao cume e decidimos com o guia ir até o Campo Argentino ou até a Palla Grande e voltar. Aí eu ja havia me recuperado, então fomos até lá e voltamos pro acampamento. Como o guia tinha compromisso em La Paz, desceu até o BC e ficou de mandar seu irmão, que era guia "junior" e nós ficamos sozinhos sem mais ninguem já que não havia mais nenhuma expedição naquele dia. Ficamos sem água, sem comida e sem fogareiro. O outro só chegou no dia seguinte. Mesmo assim decidimos ficar mais um dia na montanha e tentar o cume naquela noite. Fomos até a Palla Grande, já cansados, mas então fomos apanhados por uma nevasca muito forte. Nos perdemos, tivemos inicio de congelamento. Quase descemos por um precipício no "whiteout". Com muito custo chegamos no campo das rocas, as barracas arriadas com o peso da neve. Pensamos em ficar até a próxima noite, mas a nevasca aumentou e decidimos descer de qq jeito. Levamos algumas quedas, pq haviamos tirado os crampons, nos ferimos mas chegamos ao BC. A vontade era de nunca mais voltarmos à montanha, mas fomos prá Urmiri, proximo ao Ilimani, descansamos e achamos que era questão de honra voltarmos ao Huyana Potosi. Depois de muitas peripécias (que incluiu um resgate de uma alemã praticamente morta, abandonada entre o c. argentino e as rocas) finalmente chegamos ao cume, com direito a cair numa crevasse (fenda) na volta (ainda bem que encordados). Viram quanta roubada, quanta falta de estratégia e de equilibrio para tomar decisões ? E assim, todas as vezes houve uma história pra contar, meio dramática. Montanhismo é risco, mas precisa de haver preparo para dosar esse risco com inteligencia.

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Olá pessoal.

Estou me programando para fazer Peru(Salkantay) e Bolivia de 26/12/2009 a 28/01/2010.

Gostaria de saber se é possivel fazer a escalada do Huana Potosi nesse periodo.

Pelo que li, vejo que o que pega mais é a parte psicologica. Nunca fiz nenhum tipo de escalada, mas estou com o fisico em dia, e se der estou planejando meter a cara no Huana Potosi.

 

Obrigado.

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Cara eu fiz nessa época (10 de dezembro). Não é o ideal porque a chance de pegar mau tempo é maior e dizem que a qualidade do gelo não é das melhores, mas mesmo assim é possivel.

 

A aclimatação também é muito importante, se você for depois do Salkantay e ainda fizer em 3 dias sua chance de sucesso aumenta bastante.

 

Tenta dar uma lida no tópico que tem umas infos bem legais e depoimentos de quem foi.

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Pessoal, Voltei da bolivia em agosto e agora que esta surgindo um tempo para escrever algo aqui, antes queria agradecer o Forum mochileiros que foi um grande ortal de pesquisa, em especial ao Leo RJ por ser prestativo respondendo minhas duvidas etc...

 

Em relação a minha aclimatização não tive problemas na escalada, somente no 3 dia de viagem cheguei na ilha do sol, pasei mau, tudo pq carreguei minha mochilinha de 140 litros naquela desgraçada escadaria, uma dor de cabeça terrivel, fora isso tudo bem!... Subi o Tarija (5200m) Pequeno Alpamayo (5410m) Pico Austria, e Huayna Potossi e Travessia choro, todos os objetivos alcançados com sucesso... Em relação aos guias da Ag Huayna Potossi todos eram formidaveis, so tive um pequeno stress com o chefe dos guias da Ag. mas nada que prejudicaria minha empreitada... Em breve estarei divulgando meu relato basta um pouco de tempo...

 

abs

 

milton

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites
Caraca, so pode ser outro Felix. Essa de trabalhar so pra Alberth Tours ele até pode ter mentido (subi pela Huayna Potosi), mas ser paciente e passar confiança já é demais pro Felix que subiu comigo. ::tchann::

 

O cara era muito esquentadinho, reclamava de tudo e ainda ficou com clima ruim comigo e com a gringa que subiu junto. No final ele voltou atras e me deu parabens pelo meu aniversario e pelo cume (ambos no mesmo dia) e acabei pedindo desculpa reconhecendo que tinha me exaltado sem necessidade também.

 

Mas esse macarrão... Acho que denuncia que é o mesmo Felix ::lol4::

 

Ah, e quanto a holandesa dei uma procurada nos sites especializados e até agora nada de noticias.

 

 

Realmente Paulo , este Felix é muito nervosinho... quase mandei ele pra pqp... mas fui educado e mandei ele se fu. A mae não tem culpa...

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites
Cara eu fiz nessa época (10 de dezembro). Não é o ideal porque a chance de pegar mau tempo é maior e dizem que a qualidade do gelo não é das melhores, mas mesmo assim é possivel.

 

A aclimatação também é muito importante, se você for depois do Salkantay e ainda fizer em 3 dias sua chance de sucesso aumenta bastante.

 

Tenta dar uma lida no tópico que tem umas infos bem legais e depoimentos de quem foi.

 

 

Obrigado pela resposta Paulo.

Acredito que a aclimatação não vai ser problema, pois vou deixar a escalada do Huana Potosi para fazer por ultimo enquanto estiver na Bolivia.

 

Abraço a todos.

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Participe da conversa!

Você pode ajudar esse viajante agora e se cadastrar depois. Se você tem uma conta,clique aqui para fazer o login.

Visitante
Responder

×   Você colou conteúdo com formatação.   Remover formatação

  Apenas 75 emoticons no total são permitidos.

×   Seu link foi automaticamente incorporado.   Mostrar como link

×   Seu conteúdo anterior foi restaurado.   Limpar o editor

×   Não é possível colar imagens diretamente. Carregar ou inserir imagens do URL.


  • Conteúdo Similar

    • Por naiarasc
      Relatarei uma viagem de 11 dias pela Bolívia, incluindo o Trekking Condoriri (4 dias e 3 noites) conjugado com tentativa de subida ao Huayna Potosi (3 dias e 2 noites), resumida pelo roteiro a seguir:
      Dia 02/06: Vôo pra La Paz Dia 03/06: La Paz - passear pela cidade, visitar as agências e fechar o pacote do trekking Dia 04/06: La Paz - Subir o Chacaltaya e passeio do Valle de la Luna Dia 05/06: Viagem pra Copacabana e dormir na Isla del Sol Dia 06/06: Voltar pra La Paz e últimos preparativos pro trekking Dias 07 a 09/06: Trekking Condoriri, finalizando no Campo Base do Huayna  Dia 10/06: Huayna Potosi - Treinamento escalada no gelo Dia 11/06: Huayna Potosi - Subida ao Campo Alto Dia 12/06: Huayna Potosi - Ataque ao cume e volta pra La Paz Dia 13/06: Vôo de volta pro Brasil Minha primeira passagem pelo país tinha sido em 2012, em um roteiro típico de mochilão, no qual tive poucos dias em La Paz e depois segui para Cusco e Machu Picchu. Não ter conhecido o Salar de Uyuni nesta minha primeira ida à Bolívia era uma das minhas grandes frustrações e por isso eu estava decidida a voltar. A oportunidade surgiu em 2016,  em uma viagem para o Deserto do Atacama, a qual aproveitei para fazer o passeio do Salar (são geograficamente próximos e existem passeios saindo de San Pedro do Atacama). 
      Já tendo ido 2 vezes, completado os roteiros tradicionais (Uyuni, Downhill na Death Road, Lago Titicaca, etc) e considerando todos as dificuldades de uma viagem pela Bolívia, eu não imaginava voltar outra vez àquele país. Contudo, depois de muita indecisão quanto ao roteiro de férias do ano (Portugal? Eslovênia? Peru?), entrei em acordo com meu namorado, que ainda não conhecia a Bolívia, e decidimos ir até lá fazer um roteiro de trekking.
      Com um pouco de pesquisa eu tive certeza que o Condoriri seria uma das melhores escolhas em termos de belas paisagens, logística fácil e preços razoáveis. Assim, decidimos que faríamos o Trekking do Condoriri junto à tentativa de escalada ao Huayna Potosi. A logística dos dois é bem encaixada, visto que o local final do trekking coincide com o local de início da escalada (Campo Base). 
      Pelos diversos relatos que li, eu já estava ciente que o trekking e escalada não seriam fáceis. Além do frio, a altitude cobra um preço caro sobre nosso físico e psicológico e por isso tentei montar um roteiro que contemplasse tempo suficiente de aclimatação. Abaixo relatarei com mais detalhes cada um dos dias da viagem:
      1° Dia - Chegada em La Paz
      Saímos de Guarulhos em um vôo da BOA (Boliviana de Aviación) com escala em Santa Cruz de la Sierra e parada final em La Paz. Esta companhia aérea é uma empresa estatal boliviana e não muito conhecida entre nós brasileiros. Confesso que tive certo receio ao comprar as passagens, mas os vôos foram pontuais e serviram lanches muito bons, portanto só tenho elogios 😁
      Nossa chegada estava prevista para 17h30. Em geral sempre opto por utilizar o meio de transporte mais barato para sair do aeroporto, porém minhas recordações do transporte público caótico da cidade, dos taxis sem taxímetro e os alertas de que El Alto (cidade em que está o aeroporto) não é um lugar assim tão seguro ao anoitecer, me fizeram reservar um transfer ao preço de 90 bolivianos. Fiz a reserva com o proprietário do apartamento em que íamos nos hospedar (aluguei pelo Booking, o apto é este aqui).
      Chegamos à Bolívia portando somente dólares e reais. Além de difícil, comprar bolivianos estando no Brasil sai muito mais caro. No entanto, precisávamos de moeda boliviana para pagar pelo transfer e pelo apartamento, já que havíamos sido alertados que só aceitavam moeda local. Assim, durante a conexão em Santa Cruz de la Sierra, fui procurar na sala de embarque algum lugar para trocar dinheiro. A sala era pequena e não vi casas de câmbio lá dentro, por sorte o atendente de uma cafeteria se dispôs a fazer o câmbio. A cotação dele era pior que aquela que eu tinha visto no Google, por isso trocamos estritamente o necessário. Já sabíamos que encontraríamos cotações bem melhores no dia seguinte em La Paz.
      Chegando em La Paz o motorista do transfer já nos aguardava e nos levou ao apartamento, que ficava no bairro Miraflores, relativamente próximo ao centro. Aproveitamos a noite para dar uma volta pelo bairro e ir ao supermercado comprar comida. Não sentimos os piores sintomas do mal de altitude (dor de cabeça, enjôo, etc), mas notamos que a simples caminhada até o supermercado já tinha nos deixado sem fôlego. Durante a noite notei que demorei mais a dormir e acordei muitas vezes, o que não é habitual para mim.
      2° Dia - Passeio pela cidade
      O objetivo principal deste 2° dia era cambiar dinheiro, definir uma agência e comprar o pacote do trekking e escalada. Conforme as pesquisas que tinha feito pela internet, eu já estava praticamente convencida a ir com a agência Hiking Bolívia. Chegando à calle Sagarnaga até visitamos algumas outras empresas, mas decidimos ir com a Hiking Bolívia mesmo. Fechamos com eles o passeio do Chacaltaya + Valle de la Luna para o dia seguinte (80 bolivianos por pessoa + taxa) e o Trekking Condoriri + Huayna Potosi (2400 bolivianos por pessoa + taxas). O câmbio do dinheiro fizemos em uma casa de câmbio lá perto mesmo, as cotações eram 1,65 boliviano/real e 6,95 boliviano/dolar.
      Terminados os 'negócios', fomos almoçar em um restaurante indiano que eu tinha marcado como seguro, segundo minhas pesquisas. Aqui vale um parênteses: na minha primeira ida à Bolívia, um amigo teve infecção alimentar e precisou ficar 3 dias no hospital tomando soro. Além disso, as estatísticas de diarreias em turistas naquela região são alarmantes, dadas as condições precárias de higiene. Portanto, decidimos tomar MUITO cuidado com o que comíamos, pois alterações de saúde iriam comprometer todo nosso planejamento de viagem. 
      Depois do almoço, fomos conhecer o Teleferico. Caminhamos até a estação mais próxima da calle Sagarnaga, que pertencia à linha Morada (roxa) e decidimos que faríamos um "tour": Linha Roxa -> Linha Prateada -> Linha Vermelha, descendo no terminal central de ônibus, onde aproveitaríamos para já comprar as passagens para Copacabana. 

      Foto: Entrada da Estação da Linha Roxa

      Foto: Vista aérea de La Paz (as construções são todas assim, sem reboco. Dizem que desta forma pagam menos impostos)
       
      Chegando ao terminal central, compramos as passagens de ônibus para Copacabana por 30 bolivianos. O terminal é relativamente organizado, mas as empresas de ônibus pagam pessoas para fazerem propagandas no grito o tempo inteiro, então imaginem cerca de 10 pessoas, cada uma tentando gritar mais alto que a outra um nome de cidade diferente 😖
      Saindo do terminal, caminhamos até o Mirador Kilikili, que ficava próximo ao nosso apartamento. No caminho pra lá passamos por algumas ruelas que pareciam ruas de favela, mas deu tudo certo 😮

      Foto: Vista do Mirador Kilikili
       
      DICA: Todo o tempo utilizamos o aplicativo Maps Me para nos locomover. Ele funciona em modo offline e traça rotas como um Waze/Google Maps, basta baixar o mapa da região quando você tiver conexão à internet.


×
×
  • Criar Novo...