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Alcides

Huayna Potosí

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Léo,

Tomei a liberdade de copiar um trecho da mensagem que você postou no início desse tópico para postar aqui.

Espero que não se importe!

 

AGÊNCIA!

 

Dicas: A agencia Andreans Expeditions é a melhor agencia de todas. Eles possuem todos os equipamentos, todos mesmo. E a maioria em ótimo estado e de grandes marcas. Com eles, vc não precisa comprar quase nenhum equipamento, pois eles tem até óculos escuros da Julbo. E não cobram nada a mais por isso !!!

 

Fica na Calle Illampu. Como chegar: Suba a Calle Sagarnaga até chegar a Illampu, depois vira a direita. Acho que é a terceira loja nessa mesma calçada.

 

O preço é 170 dólares incluindo alimentação, guia, refúgios, carregadores de equipamento pessoal (muito importante, pois subir a Morrena com mochila pesada nas costas é um saco).

 

Existem agencias, como a Huayna Potosi, que são uma porcaria e cobram mais barato. 130 dólares (sem carregador pessoal), mas os equipamentos são muito velhos e não atendem nada bem em nenhum quesito. Pague 170 e seja feliz !!!

 

Principiante não vá nunca no de dois dias, pois a maioria não consegue passar da Morrena (falta de aclimatação pela pressa na subida) !!!!

 

[creditos]LeoRJ[/creditos]

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Po pessoal, vamos ajudar o fórum a ficar melhor pra nós mesmos, várias dúvidas podem ser tiradas apenas lendo as páginas anteriores (ou até mesmo essa). Ficar perguntando coisas que já foram respondidas sem ao menos se dar o trabalho de ler o que foi escrito é jogar fora tudo que já foi dito por pessoas que tiveram a generosidade de ajudar com as suas informações.

 

Isso so desvaloriza e desestimula as pessoas a ajudarem, assim como é injusto com os mochileiros que gastam um tempo enorme pesquisando, além de criar várias e varias paginas de perguntas repetidas e tornar o fórum pior para todos nós.

 

Vamos colaborar e começar a pensar mais no todo e não sair por aí querendo que todos tirem nossas dúvidas sem mostrarmos interesse em ler o que já foi escrito.

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Gostaria de deixar minhas impressoes aqui tb.

ha um mes estive na bolivia e estava louco para fazer essa subida ao Huayna Potosi. Procurei essa agencia citada igual a um maluco e nao encontrei. No lugar que é citado ( Subindo a Sagarnaga, virando a direita na Illampu, 3 agencia) tem uma com o nome parecido: Andeans base camp.

Ja que nao achei a Andreans Expedition fui com essa mesmo.

os equipos eram meia boca viu, mas na hora de provar, se tinha alguma coisa velha pedia pra trocar na boa.

No dia de comecar a aventura a agencia nos levou a outra, agora que li que era a mais porcaria descrita aqui no site heheheh, a Huayna Potosi, ainda bem que so li isso agora. ::lol4::

 

Mas tirando os equipos meia boca, curti muito os guias, bem maneiros e responsaveis.

realmente os porteadores sao por fora, 10 dolares para subir ate o acampamento alto e mais 10 pra voltar.

Eu estava com mais 6 gringos, dois israelitas, 2 franceses e um cara e uma mina da Alemanha. Ninguem quis um carregador e o guia ainda deu uma zoada dizendo que ninguem ia precisar mesmo.

Isso foi no primeiro refugio depois de treinarmos no glaciar. Mas como meu ego ja tinha ficado la embaixo antes de chegarmos aos 4.000 mts, nao me importei e ja contratei o meu. Que se dane, nao ia querer dar uma de bom e subir a Morena, que eh uma subida com cascalho bem forte, carregado igual a uma mula e depois nao ter pernas pra subir ao pico do Huayna, que afinal era o que eu tinha ido fazer.

Quem pode e esta bem preparado, mande ver. Na duvida nao arrisquei.

Eu nao estava bem preparado fisicamente e perdi feio da Mina da Alemanha que subiu com mais peso que o namorado, mas tem que ser macho nessas horas e reconhecer seu limite. Pelo menos pensar assim me fez sentir melhor naquela hora.

 

Fiquei pensando que os caras eram uns mercenarios mesmo, poxa 10 dolares por trecho...

Mas quando comecei a subir e senti o nivel do negocio, pensei: pagava ate 20 por trecho na boa. Foi o melhor investimento que eu fiz na viagem hehehe

 

La em cima no acampamento alto, acampamento nao, era um caixa pintada de laranja, um conteiner no meio do gelo ( que alias parece ser exclusividade dessa agencia) mas pelo menos ficava uns 40 minutos mais encima do que o refugio de pedras das outras agencias. Valeu a pena. Entao, la no conteiner, o guia me disse que eu e os israelitas iamos sair uma hora mais cedo do que os outros. Mano, se ele quisesse que eu saisse um dia antes eu saia. Fiquei meio chateado dele praticamente me chamar de Mole, mas ta valendo, infelismente brasileiros tem a fama nao subir ate o fim. E eu tinha ido ali pra isso caramba!

 

Mas ja estava bem aclimatado pois assim que cheguei na Boliva fui direto pro Salar e isso a quase duas semanas e nao senti nada durante toda a viagem.

 

Como estavamos em 7, tinha um guia so pra mim. Ou seja se eu quizesse voltar nao acabaria com a festa de ninguem.

Mas entao duas horas depois um dos caras de Israel, nao consegui mais,e ai fui encordado com o que sobrou.

 

Puxa se eu desistisse acabaria com a festa do camarada pois os dois teriamos que voltar. Pensar nisso ajudou a nao desistir.

 

Eu realmente nao deveria ter matado aquelas varias semanas ( ta bom foram meses) de academia e a cada 20 minutos pedia um descanco. Mas como ja tinha ido no ano passado na trilha Salkantay pensei que tava bem.

A turma que saiu depois nos alcancou e passou por nós. Maior sentimento de mane nessa hora!

 

Na parte final tem um paredao um poucoo tecnico muito legal, finalmente uma diversao. Pena que eu ja tava meio detonado.

 

Mas depois de muito caminhar, chegamos ao pico um pouquinho depois de amanhecer. Powerful !!!

 

Foi a coisa mais incrivel que ja fiz em minha vida, muiiiiito legal. Nao sentia mais meus pés, e tava com 4 meias ::Cold::

mas foi demais.

na volta como quase nao paramos o pé esquentou e fiquei mais tranquilo, estava meio preocupado de tirar as botas e ver as pontas dos pés pretas sei la. Andei lendo muita coisa de montanhismo e vendo fotos demais de pés gangrenados heheheh

 

A volta nao é tao facil como pensei, varias vezes simplesmente cai no chao, de maduro, tropecava e dava com a cara na neve. De cansado mesmo, exausto.

 

Subi forcando um pouquinho. Da proxima vou me preparar melhor. Mas compensa, muito. Mesmo tendo ido, sem querer, pela agencia mais podre. Mas eu procurei a melhor agencia ela eh que nao estava la.

 

Recomendo essa subida com certeza, mas eh melhor se preparar bem, pois a altitude eh fogo.

 

Sem duvida voce sofrera menos e se divertira mais. E como citado tem seu risco e ele eh real. Va por uma boa agencia com bons equipos.

Voce vai ficar completamente louco pra voltar no proximo ano.

 

abraco

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Cara, pelo que vi por la a informação bate com a sua, a única agencia que parecesse com a que o leo indicou era a Adean Expedition, exatamente duas ou 3 casas depois da Huayna Potosi que fica na esquina da Sagarnaga com a Illampu.

 

Fui nela mas fiquei com a impressão de que tinham dificuldades em formar grupo, talvez por não ser temporada de montanha, ele disse que era possível subir mas que provavelmente teria que ir sozinho.

 

Acabei indo parar na Huayna Potosi que tinha saida imediata (foi so o tempo de ir no Hotel pegar a mochila) e ainda tinha uma parceira que ja estava no refugio 1. A idéia de comemorar meu aniversário no cume acabou sendo um fator determinante na escolha.

 

Ah cara, e que furada fazer com 6 pessoas...

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Pessoal, falei hoje com o Genaro da Elma Tours Adventure.

Abaixo a conversa que tive com ele. Não reparem no meu espanhol meia boca,rssss.

Se acharem que o post pode poluir o forum por ser grande podem dizer q eu apago na boa.

 

 

joao diz:

ola jenaro

Jenaro diz:

Hola buenas tardes

joao diz:

es de qual agencia?

Jenaro diz:

SI SOMOS DE BOLIVIA

ELMA TOURS ADVENTURES

www.elmatoursbolivia.com

joao diz:

Es possible subir huayana potosi en janero?

Jenaro diz:

El huayna potosi es una montaña que ya se puede subir todo el año

joao diz:

es possible para iniciantes ?

Jenaro diz:

si es posible pero la recomendacion es que :

estes bien aclimatado y fisicamente preparado

yo soy Guia de alta montaña profesional de la UIAGM internacional

quien te dio mi correo o msn

joao diz:

vi en el sitio

quanto custa?

Jenaro diz:

ok

cuantas personas son?

el precio es de 3 dias 165.- $us y 2 dias 110.- $us p/p

tienen que ser minimo 2 personas y precio por persona

joao diz:

voy a viajar solo

pero podemos obtener otra pessoa

Jenaro diz:

ok para una persona es 3 dias 260.- $us y de 2 dias 190.- $us

si podemos ver otra persona interezada en las fechas que tu quieres subir

joao diz:

jenaro me puedes hablar sobre el agencia equipo

o que tengo que levar?

Jenaro diz:

nosotros aqui en la agencia tenemos todo el equipo de alta montaña tecnico como ser y lo que va incluido

Botas , crampones, piolet, arnes, pantalon, chamarra,

y lo que tienes que traer es solo tu equipo personal como ser

Bolsa de dormir, mochila, poleras, chamarra polar, pantalon polar o ligra.

Tambien nosotros te damos Guia de montaña, transporte, alimentacion, refugio

joao diz:

estas incluido dormir no abrigo e alimentacion?

Jenaro diz:

refugio y alimentacion estan incluidos

el sleeping no esta incluido

joao diz:

el sleeoing?

sleeping?

o que es isto?

Jenaro diz:

bolsa de dormir

saco pelo

joao diz:

ok

oído dizer que los brasileños tienen problemas con la montaña

es verdadeiro?

Jenaro diz:

no yo tengo muchos amigos de brasil que subieron sin problemas

joao diz:

el ascenco en janero es mas peligroso?

ascenso

Jenaro diz:

Por la ruta normal no es peligroso

como te dije el huayna `potosi se escala todo el año

joao diz:

ok jenaro

Jenaro diz:

Cualquier pregunta esoy para informarte

joao diz:

has possibilidad de un descuent para el brasileños?

rsssss

Jenaro diz:

seguro pues

cuando llegarias para la paz

joao diz:

ok...estarei en La paz por vuelta de 20/01

Jenaro diz:

buenisimo

pero como te lo dije tienes que estar bien aclimatado

como soy guia de montaña y mi agencia no me gusta engañar a los clientes como lo hacen otras agencias

joao diz:

no problema...estarei a vir do Peru

Cuzco,Huaraz,salkantay

Jenaro diz:

muy bien

Joao

joao diz:

grande abrazo

vemos en janero

Jenaro diz:

ok no hay de que

CHAU

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Eu estive no Huayna Potosí de 17 até 19 de fevereiro de 2010 e, como contribuiçao, deixo aqui algumas sugestoes pessoais:

 

Para chegar a La Paz peguem o aviao da gol até Santa Cruz e depois um aviao da BOA até Cochabamba ou La Paz mesmo, è uma das maneiras mais baratas. Evitem ao máximo o trecho rodoviário de SCRZ até CBBA que está horrível! Pior viagem que já fiz na vida!

 

SUBAM O HUAYNA POTOSÍ NO INVERNO! Fui no verao, tive que subir a meia noite, subimos correndo e descemos correndo por que durante o dia a neve fica mais solta. Mesmo assim a neve estava muito solta, praticamente subi uma montanha e meia, porque escorregava direto. E também no inverno é possível subir de dia e sem pressa. Eu nao pude curtir a beleza da montanha porque só ficava olhando pro chao para onde ia pisar e antes do amanhecer nao dava pra ver nada.

 

Eu fui com a Travel Tracks. O guia e o pessoal da agencia eram muito responsáveis e atenciosos, mas os equipamentos eram fuleiros. Vi um alemao e um grupo de brasileiros pela agência Huayna Potosí e seus equipamentos eram bem melhores.

 

Nao esqueçam que montanhismo, ainda mais em neve, possui riscos, eu só fui ver os imensos buracos e rachaduras que passavamos rentes só depois que o sol nasceu. Cair em qualquer um dos que vi era, no mínimo, quebrar uma perna.

 

Sempre que acordava mesmo depois de dormir por poucos minutos, acordava com uma dor de cabeça monstruosa. Entao levem aspirinas.

 

No refúgio alto é possível escrever nas paredes, para deixar qualquer mensagem ou registro, por isto levem canetas que pegam em madeira de compensado.

 

A montanha é subível. Nao sou atleta muito menos montanhista, sou advogado e passo boa parte do meu dia de frente para um computador. Mas quem tem mais disposiçao vai sofrer muito menos e e se divertir muito mais, além de nao ter crises de hiperventilaçao como eu tive.

 

Por enquanto é isto.

 

André Moura Ferro.

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    • Por naiarasc
      Relatarei uma viagem de 11 dias pela Bolívia, incluindo o Trekking Condoriri (4 dias e 3 noites) conjugado com tentativa de subida ao Huayna Potosi (3 dias e 2 noites), resumida pelo roteiro a seguir:
      Dia 02/06: Vôo pra La Paz Dia 03/06: La Paz - passear pela cidade, visitar as agências e fechar o pacote do trekking Dia 04/06: La Paz - Subir o Chacaltaya e passeio do Valle de la Luna Dia 05/06: Viagem pra Copacabana e dormir na Isla del Sol Dia 06/06: Voltar pra La Paz e últimos preparativos pro trekking Dias 07 a 09/06: Trekking Condoriri, finalizando no Campo Base do Huayna  Dia 10/06: Huayna Potosi - Treinamento escalada no gelo Dia 11/06: Huayna Potosi - Subida ao Campo Alto Dia 12/06: Huayna Potosi - Ataque ao cume e volta pra La Paz Dia 13/06: Vôo de volta pro Brasil Minha primeira passagem pelo país tinha sido em 2012, em um roteiro típico de mochilão, no qual tive poucos dias em La Paz e depois segui para Cusco e Machu Picchu. Não ter conhecido o Salar de Uyuni nesta minha primeira ida à Bolívia era uma das minhas grandes frustrações e por isso eu estava decidida a voltar. A oportunidade surgiu em 2016,  em uma viagem para o Deserto do Atacama, a qual aproveitei para fazer o passeio do Salar (são geograficamente próximos e existem passeios saindo de San Pedro do Atacama). 
      Já tendo ido 2 vezes, completado os roteiros tradicionais (Uyuni, Downhill na Death Road, Lago Titicaca, etc) e considerando todos as dificuldades de uma viagem pela Bolívia, eu não imaginava voltar outra vez àquele país. Contudo, depois de muita indecisão quanto ao roteiro de férias do ano (Portugal? Eslovênia? Peru?), entrei em acordo com meu namorado, que ainda não conhecia a Bolívia, e decidimos ir até lá fazer um roteiro de trekking.
      Com um pouco de pesquisa eu tive certeza que o Condoriri seria uma das melhores escolhas em termos de belas paisagens, logística fácil e preços razoáveis. Assim, decidimos que faríamos o Trekking do Condoriri junto à tentativa de escalada ao Huayna Potosi. A logística dos dois é bem encaixada, visto que o local final do trekking coincide com o local de início da escalada (Campo Base). 
      Pelos diversos relatos que li, eu já estava ciente que o trekking e escalada não seriam fáceis. Além do frio, a altitude cobra um preço caro sobre nosso físico e psicológico e por isso tentei montar um roteiro que contemplasse tempo suficiente de aclimatação. Abaixo relatarei com mais detalhes cada um dos dias da viagem:
      1° Dia - Chegada em La Paz
      Saímos de Guarulhos em um vôo da BOA (Boliviana de Aviación) com escala em Santa Cruz de la Sierra e parada final em La Paz. Esta companhia aérea é uma empresa estatal boliviana e não muito conhecida entre nós brasileiros. Confesso que tive certo receio ao comprar as passagens, mas os vôos foram pontuais e serviram lanches muito bons, portanto só tenho elogios 😁
      Nossa chegada estava prevista para 17h30. Em geral sempre opto por utilizar o meio de transporte mais barato para sair do aeroporto, porém minhas recordações do transporte público caótico da cidade, dos taxis sem taxímetro e os alertas de que El Alto (cidade em que está o aeroporto) não é um lugar assim tão seguro ao anoitecer, me fizeram reservar um transfer ao preço de 90 bolivianos. Fiz a reserva com o proprietário do apartamento em que íamos nos hospedar (aluguei pelo Booking, o apto é este aqui).
      Chegamos à Bolívia portando somente dólares e reais. Além de difícil, comprar bolivianos estando no Brasil sai muito mais caro. No entanto, precisávamos de moeda boliviana para pagar pelo transfer e pelo apartamento, já que havíamos sido alertados que só aceitavam moeda local. Assim, durante a conexão em Santa Cruz de la Sierra, fui procurar na sala de embarque algum lugar para trocar dinheiro. A sala era pequena e não vi casas de câmbio lá dentro, por sorte o atendente de uma cafeteria se dispôs a fazer o câmbio. A cotação dele era pior que aquela que eu tinha visto no Google, por isso trocamos estritamente o necessário. Já sabíamos que encontraríamos cotações bem melhores no dia seguinte em La Paz.
      Chegando em La Paz o motorista do transfer já nos aguardava e nos levou ao apartamento, que ficava no bairro Miraflores, relativamente próximo ao centro. Aproveitamos a noite para dar uma volta pelo bairro e ir ao supermercado comprar comida. Não sentimos os piores sintomas do mal de altitude (dor de cabeça, enjôo, etc), mas notamos que a simples caminhada até o supermercado já tinha nos deixado sem fôlego. Durante a noite notei que demorei mais a dormir e acordei muitas vezes, o que não é habitual para mim.
      2° Dia - Passeio pela cidade
      O objetivo principal deste 2° dia era cambiar dinheiro, definir uma agência e comprar o pacote do trekking e escalada. Conforme as pesquisas que tinha feito pela internet, eu já estava praticamente convencida a ir com a agência Hiking Bolívia. Chegando à calle Sagarnaga até visitamos algumas outras empresas, mas decidimos ir com a Hiking Bolívia mesmo. Fechamos com eles o passeio do Chacaltaya + Valle de la Luna para o dia seguinte (80 bolivianos por pessoa + taxa) e o Trekking Condoriri + Huayna Potosi (2400 bolivianos por pessoa + taxas). O câmbio do dinheiro fizemos em uma casa de câmbio lá perto mesmo, as cotações eram 1,65 boliviano/real e 6,95 boliviano/dolar.
      Terminados os 'negócios', fomos almoçar em um restaurante indiano que eu tinha marcado como seguro, segundo minhas pesquisas. Aqui vale um parênteses: na minha primeira ida à Bolívia, um amigo teve infecção alimentar e precisou ficar 3 dias no hospital tomando soro. Além disso, as estatísticas de diarreias em turistas naquela região são alarmantes, dadas as condições precárias de higiene. Portanto, decidimos tomar MUITO cuidado com o que comíamos, pois alterações de saúde iriam comprometer todo nosso planejamento de viagem. 
      Depois do almoço, fomos conhecer o Teleferico. Caminhamos até a estação mais próxima da calle Sagarnaga, que pertencia à linha Morada (roxa) e decidimos que faríamos um "tour": Linha Roxa -> Linha Prateada -> Linha Vermelha, descendo no terminal central de ônibus, onde aproveitaríamos para já comprar as passagens para Copacabana. 

      Foto: Entrada da Estação da Linha Roxa

      Foto: Vista aérea de La Paz (as construções são todas assim, sem reboco. Dizem que desta forma pagam menos impostos)
       
      Chegando ao terminal central, compramos as passagens de ônibus para Copacabana por 30 bolivianos. O terminal é relativamente organizado, mas as empresas de ônibus pagam pessoas para fazerem propagandas no grito o tempo inteiro, então imaginem cerca de 10 pessoas, cada uma tentando gritar mais alto que a outra um nome de cidade diferente 😖
      Saindo do terminal, caminhamos até o Mirador Kilikili, que ficava próximo ao nosso apartamento. No caminho pra lá passamos por algumas ruelas que pareciam ruas de favela, mas deu tudo certo 😮

      Foto: Vista do Mirador Kilikili
       
      DICA: Todo o tempo utilizamos o aplicativo Maps Me para nos locomover. Ele funciona em modo offline e traça rotas como um Waze/Google Maps, basta baixar o mapa da região quando você tiver conexão à internet.


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