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Alcides

Huayna Potosí

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Caraca, so pode ser outro Felix. Essa de trabalhar so pra Alberth Tours ele até pode ter mentido (subi pela Huayna Potosi), mas ser paciente e passar confiança já é demais pro Felix que subiu comigo. ::tchann::

 

O cara era muito esquentadinho, reclamava de tudo e ainda ficou com clima ruim comigo e com a gringa que subiu junto. No final ele voltou atras e me deu parabens pelo meu aniversario e pelo cume (ambos no mesmo dia) e acabei pedindo desculpa reconhecendo que tinha me exaltado sem necessidade também.

 

Mas esse macarrão... Acho que denuncia que é o mesmo Felix ::lol4::

 

Ah, e quanto a holandesa dei uma procurada nos sites especializados e até agora nada de noticias.

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Não sei se foi o mesmo guia, mas este era bem tranquilo,

quanto a holandesa, também procurei, e segundo o amigo que disse que saiu na Tribuna de Minas,

um jornal de Juiz de Fora, no dia 18/07, no qual me cadastrei e pesquisei, e também não encontrei nada.

 

MAS FICA O ALERTA PRA QUEM VAI SUBIR O HUAYNA POTOSI : O ÚLTIMO TRECHO, ESTE DA FOTO ACIMA, É MUITO PERIGOSO, PRINCIPALMENTE

SE VC CHEGAR NESTA PARTE DEPOIS DAS 8 DA MANHÃ, QUANDO A NEVE COMEÇA A DERRETER, E FICA ESCORREGADIO !

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Ola a todos, estou em duvida... ja postei parte deste topico em outro topico, mas tem motivos diferentes...

Eu e minha naomrada iremos juntos, ambos possuimos uma alimentação e habitos saudaveis ( pouca gordura, vitaminas (shakes), nadamos regularmente, nso exercitamos diariamente (academia e caminhadas)) e temos 23 anos.

Estou montando meu roteiro, mas a bolivia sera o ultimo destino, pois moro em Porto Velho - Rondonia (ao lado da bolivia), entao por praticidade irei retornar pela bolivia, creio que ja estarei parcialmente ou totalmente aclimatado, pois irei muchilando ( buzao e carro ) pelo PERU, depois CHILE e Bolivia. Estou muito interessado em fazer uma escalada com neve, pois nunca nem sequer vimos neve, sei que devido ao meu roteiro ja terei provado altitudes boas como cuzco e chile, e quanto a questao fisica somos razoavelmente bem preparados. Porem nao possuimos experiencia em escalada, rapel e genero, apenas em trekking que praticamos regularmente 1 vez por mes e ate participamos de campeonatos ( ganhamos 2 anos consecutivos ), mas se tratando de escalada somos leigos, gostariamos muito de fazer uma escalada e Huayna Potosí me interessou... Gostaria de tentar a de 3 dais, o que me recomendam, a parte psicologica é boa, somos bem aventureiros, mas tenho medo qnt a detalhes tecnicos, o treinamento supre? o que me dizem....

 

Muuuito obrigado por qualquer ajuda!

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Ola a todos, estou em duvida... ja postei parte deste topico em outro topico, mas tem motivos diferentes...

Eu e minha naomrada iremos juntos, ambos possuimos uma alimentação e habitos saudaveis ( pouca gordura, vitaminas (shakes), nadamos regularmente, nso exercitamos diariamente (academia e caminhadas)) e temos 23 anos.

Estou montando meu roteiro, mas a bolivia sera o ultimo destino, pois moro em Porto Velho - Rondonia (ao lado da bolivia), entao por praticidade irei retornar pela bolivia, creio que ja estarei parcialmente ou totalmente aclimatado, pois irei muchilando ( buzao e carro ) pelo PERU, depois CHILE e Bolivia. Estou muito interessado em fazer uma escalada com neve, pois nunca nem sequer vimos neve, sei que devido ao meu roteiro ja terei provado altitudes boas como cuzco e chile, e quanto a questao fisica somos razoavelmente bem preparados. Porem nao possuimos experiencia em escalada, rapel e genero, apenas em trekking que praticamos regularmente 1 vez por mes e ate participamos de campeonatos ( ganhamos 2 anos consecutivos ), mas se tratando de escalada somos leigos, gostariamos muito de fazer uma escalada e Huayna Potosí me interessou... Gostaria de tentar a de 3 dais, o que me recomendam, a parte psicologica é boa, somos bem aventureiros, mas tenho medo qnt a detalhes tecnicos, o treinamento supre? o que me dizem....

 

Muuuito obrigado por qualquer ajuda!

 

Cara, se realmente for como você falou a chance de se dar bem é muito grande. Vai estar bem aclimatado (ainda mais se for pro Salar e Chalcataya), tem um bom preparo fisico, experiencia em trekking e o psicologico forte. Sendo assim preenche todos os pre-requisitos. Quanto a dificuldade tecninca pode ir tranquilo, não tem nenhum misterio, ainda mais se fizer com uma dia de treinamento no gelo.

 

Ah, e que bom ver cada vez mais brasileiros se interessando pela escalada em gelo e fazendo cume. Quando fui subir a mulher da agência não fez nenhuma questão de esconder o menosprezo pelos brasileiros, como se fossemos irresponsaveis e incapazes.

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Paulo, vc falou o que eu queria ouvir, kkkkkk, ainda mas na parte da mulher que nos menospreza! vou ate fazer uns rapels e um mini-curso dos bombeiros daqui para ter alguma pratica, pra quebrar o gelo vou fazer um salto de paraquedas! kkkkkkk, arranjei afinal uma otima maneira de realizar sonhos pra justificar outro! vlw e abraços

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Quando fui subir a mulher da agência não fez nenhuma questão de esconder o menosprezo pelos brasileiros, como se fossemos irresponsaveis e incapazes.

 

Isso é a pura realidade !!!

 

Brasileiro em montanha é decepção na certa. Ou o cara tem muita obstinação e preparo psicológico, ou não vai chegar ao cume mesmo.

 

Agora... A maioria de nós vive ao nível do mar, e isso já é um grande problema.

 

A falta de experiência, aliado ao cansaço + aclimatação insuficiente + frio + fator psicológico negativo pode levar qualquer um a derrota e até a morte.

 

Agora... Só de vc estar na montanha e ter contato com tudo aquilo, já faz vc um vitorioso, mesmo que não chegue ao cume.

 

Eu adoro alta montanha, mas nem por isso deixo que ficar exausto e sem ânimo de continuar subindo, mas traço objetivos e continuo a subida.

 

Olha como eu estava animado no dia seguinte de ter tido um edema cerebral:

 

Imagem027.jpg

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Se eu tivesse visto esse topico antes da viagem... tava esperando fazer as coisas em Huaraz... Quando vi o Huayna em La Paz não me aguentei e meti a cara. Estava no Peru há quase uma semana e no dia seguinte a chegada em La Paz já fui meter a cara no Huayna! Optei pela trip de 2 dias, pois não queria perder mais um dia da ja apertada agenda. O pessoal que fez em 3 falou que não valia a pena mesmo os 3 dias, uma vez que vc fica mais tempo enrolando no RockCamp do que treinando...

 

Na cara, na coragem, sem treinar, sem preparo fisico com pouca aclimatação!!! Não sei como consegui até agora!!! Foi algo fora do comum!!! Cheguei no CampRock com diarréia e as 11 da noite fui no banheiro pela ultima vez. Meu companheiro de subida era irlandes e me deu um remedio parecido com o Imosec, pra parar com a diarreia. A 1:30 saimos pra escalada e ja no glacial comecei a achar que não iria aguentar... rs... como é dificil!!!

 

Comia o tempo todo no Base Camp e tomava o cha de coca direto!!! Acho que isso ajudou muito. Não tive dor de cabeça nem nada, apenas ferrei os meus pes na descida, pois o pe escorregava na bota a cada passo. Fiquei com bolhas monstruosas!!! Durante a subida, pensava em desistir o tempo todo, mas alguma coisa me movia pra frente (ou pra cima)! O guia não dava quase instruçoes, era fechado e só fazia cara feia ...rs.. Mas nos passava muita segurança por ser bastante experiente.

 

Chegamos ao cume as 6:45 da manha, e a ultima hora foi mortifera!!! Quase não se progride mais... Certamente foi a coisa mais dificil que fiz na minha vida. Fiquei com o cu na mão varias vezes, quando não sentia que estava preparado (tecnicamente) pra escalada, alguns pontos eram realmente dificeis pra uma pessoa sem preparo como eu. Tomei quase 2 litros de agua e matei 3 sneakers! A fome é constante nesse frio...

 

De fato, ele comentou que são raros os brasileiros que conseguem chegar ao topo, a maioria desiste antes dos 5.800m. Foi o que a maioria dos guias disse.. Inclusive o meu achava que eu não iria conseguir...rs.. ainda mais com aquela diarreia...rs... Neste dia que eu fui, varias pessoas não conseguiram! Se não me engano umas 4 de umas 12 que estavam tentando.

 

Vcs tem razão quanto a volta!!! A gente está moido e ainda assim que tem que ficar alerta e firme pra voltar. Estava tão cansado que cai durante a caminhada simples na volta, 2 vezes!!! Tem razão também quanto a olhar pro pé!!! É a melhor dica de todas... Chegamos por volta das 10 da manha no RockCamp novamente, completamente ensopado e congelando. A sensação foi fantastica, na mesma medida do sacrificio feito para chegar o cume.

 

A descrição da viagem ta aqui: cusco-puno-copacab-lapaz-uyuni-sanpedro-arequip-paracas-lima-t35425-15.html

Depois coloco umas fotos do perrengue.

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Esse topico ta meio paradao mais ai vai a pergunta:

 

 

Estou pensando em ir pra La Paz em outubro e queria saber se ainda da pra escalar alguma montanha numa boa. Envie email para umas duas agencias (Alberth tours e uma outra q nao me lembro) e disseram que ainda rola em outubro.

 

Nunca fiz nada parecido e estava pensando em subir o Huayna Potosi em 3 dias (depois de varios dias de aclimatacao etc, como deve ser). Mas li recentemente sobre o Pequeño Alpamayo. Ele esta ate mais barato, talvez porque nao chega aos 6000 mts.

Nao vou ter $ para os dois entao queria saber qual deles seria diversao garantida?

 

E é necessario muita roupa de frio nessa epoca? O que seria fundamental alem de um bom anorak?

 

valeu

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O Pequeño Alpamayo é mais fácil. Mas desconheço ser mais barato que o Huayna Potosi.

 

Ambos são bons para iniciantes. O valor do Huayna Potosi de 3 dia vai variar de 130 a 170 dólares. O segundo preço, é com carregadores para sua tralha pessoal. Não pense que é besteira, pois se não estiver bem aclimatado, melhor contratar um.

 

A melhor e mais séria agencia em La Paz é a Andreans Expedition. Na Calle Illampu.

 

Pode ter certeza que nenhuma das montanhas são fáceis. Mas, se não estiver com boa disposição em La Paz (aclimatado), vai para o P. Alpamayo.

 

E é necessario muita roupa de frio nessa epoca? O que seria fundamental alem de um bom anorak?

 

É necessário sim. Dá uma olhada nesse tutorial, pois é assim que vai ter que se vestir lá. Comprando ou alugando roupas.

 

Tutorial:

 

http://www.mochileiros.com/tutorial-vestir-se-em-locais-frios-sistema-de-camadas-t32962.html

 

Abraço,

Leo

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Faz 20 dias que subi o Huyana Potossi, mas fiz o Full Day que vc faz em apenas 1 dia pela empresa Travel tracks, e outro amigo fez 3 dias.

No de 1 dia paguei 55 usd, nao precisei de roupas especiais, fiz escalada no glaciar, rapel e uma escalada com picaretas e grampos dos pes...

Fui a 4800 metros, ja estava aclimatado

 

Tem um pouco de perigo nisso tudo, meu amigo que foi ao topo sentiu falta de seguranca no passeio e disse que nao faria dinovo(ele fez 3 dias)

 

Ah....a saida atrasou, quem for fazer full day tem que cobrar o horario certo porque nao tem no contrato.

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    • Por naiarasc
      Relatarei uma viagem de 11 dias pela Bolívia, incluindo o Trekking Condoriri (4 dias e 3 noites) conjugado com tentativa de subida ao Huayna Potosi (3 dias e 2 noites), resumida pelo roteiro a seguir:
      Dia 02/06: Vôo pra La Paz Dia 03/06: La Paz - passear pela cidade, visitar as agências e fechar o pacote do trekking Dia 04/06: La Paz - Subir o Chacaltaya e passeio do Valle de la Luna Dia 05/06: Viagem pra Copacabana e dormir na Isla del Sol Dia 06/06: Voltar pra La Paz e últimos preparativos pro trekking Dias 07 a 09/06: Trekking Condoriri, finalizando no Campo Base do Huayna  Dia 10/06: Huayna Potosi - Treinamento escalada no gelo Dia 11/06: Huayna Potosi - Subida ao Campo Alto Dia 12/06: Huayna Potosi - Ataque ao cume e volta pra La Paz Dia 13/06: Vôo de volta pro Brasil Minha primeira passagem pelo país tinha sido em 2012, em um roteiro típico de mochilão, no qual tive poucos dias em La Paz e depois segui para Cusco e Machu Picchu. Não ter conhecido o Salar de Uyuni nesta minha primeira ida à Bolívia era uma das minhas grandes frustrações e por isso eu estava decidida a voltar. A oportunidade surgiu em 2016,  em uma viagem para o Deserto do Atacama, a qual aproveitei para fazer o passeio do Salar (são geograficamente próximos e existem passeios saindo de San Pedro do Atacama). 
      Já tendo ido 2 vezes, completado os roteiros tradicionais (Uyuni, Downhill na Death Road, Lago Titicaca, etc) e considerando todos as dificuldades de uma viagem pela Bolívia, eu não imaginava voltar outra vez àquele país. Contudo, depois de muita indecisão quanto ao roteiro de férias do ano (Portugal? Eslovênia? Peru?), entrei em acordo com meu namorado, que ainda não conhecia a Bolívia, e decidimos ir até lá fazer um roteiro de trekking.
      Com um pouco de pesquisa eu tive certeza que o Condoriri seria uma das melhores escolhas em termos de belas paisagens, logística fácil e preços razoáveis. Assim, decidimos que faríamos o Trekking do Condoriri junto à tentativa de escalada ao Huayna Potosi. A logística dos dois é bem encaixada, visto que o local final do trekking coincide com o local de início da escalada (Campo Base). 
      Pelos diversos relatos que li, eu já estava ciente que o trekking e escalada não seriam fáceis. Além do frio, a altitude cobra um preço caro sobre nosso físico e psicológico e por isso tentei montar um roteiro que contemplasse tempo suficiente de aclimatação. Abaixo relatarei com mais detalhes cada um dos dias da viagem:
      1° Dia - Chegada em La Paz
      Saímos de Guarulhos em um vôo da BOA (Boliviana de Aviación) com escala em Santa Cruz de la Sierra e parada final em La Paz. Esta companhia aérea é uma empresa estatal boliviana e não muito conhecida entre nós brasileiros. Confesso que tive certo receio ao comprar as passagens, mas os vôos foram pontuais e serviram lanches muito bons, portanto só tenho elogios 😁
      Nossa chegada estava prevista para 17h30. Em geral sempre opto por utilizar o meio de transporte mais barato para sair do aeroporto, porém minhas recordações do transporte público caótico da cidade, dos taxis sem taxímetro e os alertas de que El Alto (cidade em que está o aeroporto) não é um lugar assim tão seguro ao anoitecer, me fizeram reservar um transfer ao preço de 90 bolivianos. Fiz a reserva com o proprietário do apartamento em que íamos nos hospedar (aluguei pelo Booking, o apto é este aqui).
      Chegamos à Bolívia portando somente dólares e reais. Além de difícil, comprar bolivianos estando no Brasil sai muito mais caro. No entanto, precisávamos de moeda boliviana para pagar pelo transfer e pelo apartamento, já que havíamos sido alertados que só aceitavam moeda local. Assim, durante a conexão em Santa Cruz de la Sierra, fui procurar na sala de embarque algum lugar para trocar dinheiro. A sala era pequena e não vi casas de câmbio lá dentro, por sorte o atendente de uma cafeteria se dispôs a fazer o câmbio. A cotação dele era pior que aquela que eu tinha visto no Google, por isso trocamos estritamente o necessário. Já sabíamos que encontraríamos cotações bem melhores no dia seguinte em La Paz.
      Chegando em La Paz o motorista do transfer já nos aguardava e nos levou ao apartamento, que ficava no bairro Miraflores, relativamente próximo ao centro. Aproveitamos a noite para dar uma volta pelo bairro e ir ao supermercado comprar comida. Não sentimos os piores sintomas do mal de altitude (dor de cabeça, enjôo, etc), mas notamos que a simples caminhada até o supermercado já tinha nos deixado sem fôlego. Durante a noite notei que demorei mais a dormir e acordei muitas vezes, o que não é habitual para mim.
      2° Dia - Passeio pela cidade
      O objetivo principal deste 2° dia era cambiar dinheiro, definir uma agência e comprar o pacote do trekking e escalada. Conforme as pesquisas que tinha feito pela internet, eu já estava praticamente convencida a ir com a agência Hiking Bolívia. Chegando à calle Sagarnaga até visitamos algumas outras empresas, mas decidimos ir com a Hiking Bolívia mesmo. Fechamos com eles o passeio do Chacaltaya + Valle de la Luna para o dia seguinte (80 bolivianos por pessoa + taxa) e o Trekking Condoriri + Huayna Potosi (2400 bolivianos por pessoa + taxas). O câmbio do dinheiro fizemos em uma casa de câmbio lá perto mesmo, as cotações eram 1,65 boliviano/real e 6,95 boliviano/dolar.
      Terminados os 'negócios', fomos almoçar em um restaurante indiano que eu tinha marcado como seguro, segundo minhas pesquisas. Aqui vale um parênteses: na minha primeira ida à Bolívia, um amigo teve infecção alimentar e precisou ficar 3 dias no hospital tomando soro. Além disso, as estatísticas de diarreias em turistas naquela região são alarmantes, dadas as condições precárias de higiene. Portanto, decidimos tomar MUITO cuidado com o que comíamos, pois alterações de saúde iriam comprometer todo nosso planejamento de viagem. 
      Depois do almoço, fomos conhecer o Teleferico. Caminhamos até a estação mais próxima da calle Sagarnaga, que pertencia à linha Morada (roxa) e decidimos que faríamos um "tour": Linha Roxa -> Linha Prateada -> Linha Vermelha, descendo no terminal central de ônibus, onde aproveitaríamos para já comprar as passagens para Copacabana. 

      Foto: Entrada da Estação da Linha Roxa

      Foto: Vista aérea de La Paz (as construções são todas assim, sem reboco. Dizem que desta forma pagam menos impostos)
       
      Chegando ao terminal central, compramos as passagens de ônibus para Copacabana por 30 bolivianos. O terminal é relativamente organizado, mas as empresas de ônibus pagam pessoas para fazerem propagandas no grito o tempo inteiro, então imaginem cerca de 10 pessoas, cada uma tentando gritar mais alto que a outra um nome de cidade diferente 😖
      Saindo do terminal, caminhamos até o Mirador Kilikili, que ficava próximo ao nosso apartamento. No caminho pra lá passamos por algumas ruelas que pareciam ruas de favela, mas deu tudo certo 😮

      Foto: Vista do Mirador Kilikili
       
      DICA: Todo o tempo utilizamos o aplicativo Maps Me para nos locomover. Ele funciona em modo offline e traça rotas como um Waze/Google Maps, basta baixar o mapa da região quando você tiver conexão à internet.


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