Ir para conteúdo
  • Faça parte da nossa comunidade! 

    Encontre companhia para viajar, compartilhe dicas e relatos, faça perguntas e ajude outros viajantes! 

Alcides

Huayna Potosí

Posts Recomendados

Leo e Paulo,

Agradeço a ambos pelas respostas. Realmente os relatos que ouvi foram de que está montanha é tecnicamente fácil, mas que não tinha nada de fácil. Alguns amigos montanhistas comentaram que os maiores erros são realmente quando a gana de chegar ao cume é bem maior que a responsabilidade consigo. Enfim eu to indo com a intenção de ir até onde der, quando não der mais eu deço. hehe

Leo, quanto ao medicamento acho que vou deixar pra próxima mesmo não vou ter muito tempo para conhecer essa medicação e poderia ser mais perigoso a medicação do que a própria subida. Enfim, vou manter a prudência e respeitar meu limite.

 

Agradeço novamente!

Abraço,

Alex Duarte.

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Alex, o Rubranova15000 é um medicamento preventivo e não oferece efeitos colaterais, que alem de ajudar com a aclimatação reforça o sistema imunologico. Talvez seja bom voce dar uma lida sobre ele no topico sobre o mal da montanha ou entao consultar algum medico. Mas se não quiser tambem não precisa. Os outros nem precisa muito se informar, porque são pra situações extremas.

 

Prudencia realmente é muito importantemas é bom que dose tambem, quando fui pro Huayna Potosi estava muuuito cansado no final, dava 2 passos e parava (sem exagero) e só nao desisti do cume porque a gringa que tava comigo ia ter que voltar tambem, e não achei justo ela perder a oportunidade de chegar ao cume e a grana por irreponsabilidade minha. Por isso é bom ser prudente, mas não é porque ta muito cansado ou com dor de cabeça que está com edema e não pode continuar.

 

Boa sorte e aproveite que a montanha e principalmente o cume são sensacionais ::otemo::

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites
mas não é porque ta muito cansado ou com dor de cabeça que está com edema e não pode continuar.

 

Isso foi pra mim ?? :?::lol4::::lol4::

 

Pior que tem um monte de gente que fica achando que está morrendo e não passa de mal da montanha comum. Quando chega a edema cerebral vc começa a ver raios, dor de cabeça incontrolável que não passa com nenhum medicamento, e depois vem a confusão mental.

 

Edema pulmonar só levo a sério se tiver tosse seca e com espuma com sangue, fora isso é tranquilo e tem como tratar no local.

 

OBS: Não sou hipocondríaco !! ::lol4::::lol4::::lol4::

 

Tanto o Rubranova 15000 como o Citoneurin 5000 são ótimos pra altitude. Melhor começar a tomar 15 dias antes da viagem (comprimidos) e 5 dias antes se for injetável.

 

Abraço,

Leo

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Essa do cansaço e dor de cabeça eu sei como é hehe

Teve um campo que fiz uns 6 anos atrás que estava com -4 C e eu estava molhado, daí começou a dar aquele cansaço vontade de dormir e de repente não sabia mais quanto era 2 + 2 e de repente só vi um companheiro deitar do meu lado e começar a tremer feito um doido hehe. Bom, foi excelente a ajuda de vocês vou procurar o Citoneurin 5000 para começar a tomar essa semana, dia 03 estou partindo para fazer salkantay e depois vou pra la paz.

Abraço,

E nos falamos!

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Leo, bem que poderia ser, mas nao foi ::lol4::

 

Brincadeiras a parte, tem gente que é hipocondriaca mesmo e qualquer coisinha acha que esta pra morrer (não acho que seja o seu caso), isso muitas vezes pode impedir de ir mais alem e conhecer os limites. Não sao raras as historias de pessoas que fazem besteira por precipitação e diagnosticos errados.

 

Com tantas possibildiades de remedio a serem usados na montanha ela deve ser o inferno pros hipocondriacos (ou o paraiso? ::tchann:: )

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

::lol4::::lol4::::lol4::

 

Pior que tem gente assim mesmo. A grande moda dos europeus, é aplicar Dexametasona antes de subir a montanha e se entupir de Diamox.

 

Pior que vc nunca vai saber seus limites fazendo uma coisa dessas. Além de que a Dexametasona arrebenta com o sistema imunológico.

 

Bem... Vou tomar uma aspirina, pois posso ter dor de cabeça mais tarde. ::tchann::::lol4::::lol4::

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Galera,

Conseguimos furar os bloqueios dos campesinos,(estou com um amigo) e chegamos hoje em La Paz...contarei os detales no depoimento posteriormente.

Consegui contratar uma agência por $ 120 dolares, 240 para os dois, com equipamentos excelentes...albert bolivia tours (fica ao lado do hostel Copacabana)

depois digo se a assistência foi boa.

Vamos fazer Huaina Potosi em 3 dias, para evitar do mal da altitude, apesar de já ter passado uns perrengues em salkantay.

Abraços.

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Oi Washington

 

O clima político aí na Bolivia está quente ?

 

Vou dia 29 de Junho agora e espero não pegar nenhum bloqueio nas estradas.

 

abraços

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Oi Galera.

Cheguei hoje da escalada da Huana Potosi...resumo: foi a coisa mais difícil que ja fiz na minha vida, e também a mais emocionante.(e olha que já fiz muita corrida de aventura na minha vida)

Mas para algumas pessoas que vão desafiar a Huana Potosi vai algumas dicas peciosas, que me ajudaram e também ficaram faltando para amenizar o perrengue:

1. Se prepare fisicamente, pois é muito difícil escalar(ou caminhar), pois nao é só caminhada no gelo, tem uma parte técnica n final, e sem oxigênio tudo fica muiiiiiiiito difícil;

2. Se infome sobre o mal das montanhas, nao seja amador, mesmo sendo sua pimeira vez;

3. Tome Citonurim 5000, me ajudou bastante, não sofremos nada na subida por falta de ar, e sim pelo frio, (escalei com um amigo)tipo dor de cabeça etc, mas quase congelei os dedos do pé e da mão; tome muito chá de coca, minha cabeça na doeu nnhuma vez.

4. Se não tem conhecimento de escalada no gelo, faça o treinamento do primeiro dia, e aproveite para aclimatar.(apesar de ter vhegado na noite anterior em La Paz, e no outro dia começar a saga).

5. Aclimataçao, o mais importante, muitos guias falaram que os brasileiros não conseguem subir por se aclimatar mal, e acaba sofrendo os efeitos da altitude; meu amigo queria subir em dois dias, nao deixei ainda o obriguei a tomar o citoneurim desde salkantay ::lol4::

6. Quanto a agências não tenho nada a reclamar da minha e do meu guia,(o guia foi super atencioso e passol muita tranquilidade) mas saiba que no acampamento do segundo dia, a alimntaçao é muito importante, e todas as agências (tinha umas 5, com -ou -10 pessoas ) seviram macarrao feito com agua de gelo derretido....quem conseguiu comer ::essa:: , deixou na subida no dia seguinte, e a alimentaçao é combustível...e eu fiquei só no pão com geléia, quase nao consegui descer.( leve um plus de rango)

7. Fator psicológico. ( tive de ouvir um guia de outra agência flando que poucos brasilieros conseguiam, pois não estamos acostumados com tanto frio, e também por falta de aclimatação) suba preparado para voltar, a descida também faz parte, e é osso, saiba seu limite. (sugestão, olhe para o seu pé, não olha pra cima, se não da vontade desistir.

8. Mas no final, saiba, que vai ter o provilégio de deslumbrar de uma vista que vai ficar marcada na sua vida.

"Parabéns a todos que conseguiram alcançar o topo, e boa sorte para os que irão tentar". :mrgreen:

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Entao lendo esses posts fiquei com uma duvida:

 

se eu chegar em La Paz e ficar uns 4 dias me aclimatando na boa, no quinto dia subir o Chalcantaya (5.500metros) sera que da pra encarar o Huayna Potosi?

OU realmente tenho que tomar o Citoneurin?

 

Ano passado estive em La Paz e subi o Chalcantaya no terceiro dia e fiquei numa boa, tomei o soroche pills, e deu mesmo uma dor de cabeca mas nada demais.

 

agradeco informacoes

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Participe da conversa!

Você pode ajudar esse viajante agora e se cadastrar depois. Se você tem uma conta,clique aqui para fazer o login.

Visitante
Responder

×   Você colou conteúdo com formatação.   Remover formatação

  Apenas 75 emoticons no total são permitidos.

×   Seu link foi automaticamente incorporado.   Mostrar como link

×   Seu conteúdo anterior foi restaurado.   Limpar o editor

×   Não é possível colar imagens diretamente. Carregar ou inserir imagens do URL.


  • Conteúdo Similar

    • Por naiarasc
      Relatarei uma viagem de 11 dias pela Bolívia, incluindo o Trekking Condoriri (4 dias e 3 noites) conjugado com tentativa de subida ao Huayna Potosi (3 dias e 2 noites), resumida pelo roteiro a seguir:
      Dia 02/06: Vôo pra La Paz Dia 03/06: La Paz - passear pela cidade, visitar as agências e fechar o pacote do trekking Dia 04/06: La Paz - Subir o Chacaltaya e passeio do Valle de la Luna Dia 05/06: Viagem pra Copacabana e dormir na Isla del Sol Dia 06/06: Voltar pra La Paz e últimos preparativos pro trekking Dias 07 a 09/06: Trekking Condoriri, finalizando no Campo Base do Huayna  Dia 10/06: Huayna Potosi - Treinamento escalada no gelo Dia 11/06: Huayna Potosi - Subida ao Campo Alto Dia 12/06: Huayna Potosi - Ataque ao cume e volta pra La Paz Dia 13/06: Vôo de volta pro Brasil Minha primeira passagem pelo país tinha sido em 2012, em um roteiro típico de mochilão, no qual tive poucos dias em La Paz e depois segui para Cusco e Machu Picchu. Não ter conhecido o Salar de Uyuni nesta minha primeira ida à Bolívia era uma das minhas grandes frustrações e por isso eu estava decidida a voltar. A oportunidade surgiu em 2016,  em uma viagem para o Deserto do Atacama, a qual aproveitei para fazer o passeio do Salar (são geograficamente próximos e existem passeios saindo de San Pedro do Atacama). 
      Já tendo ido 2 vezes, completado os roteiros tradicionais (Uyuni, Downhill na Death Road, Lago Titicaca, etc) e considerando todos as dificuldades de uma viagem pela Bolívia, eu não imaginava voltar outra vez àquele país. Contudo, depois de muita indecisão quanto ao roteiro de férias do ano (Portugal? Eslovênia? Peru?), entrei em acordo com meu namorado, que ainda não conhecia a Bolívia, e decidimos ir até lá fazer um roteiro de trekking.
      Com um pouco de pesquisa eu tive certeza que o Condoriri seria uma das melhores escolhas em termos de belas paisagens, logística fácil e preços razoáveis. Assim, decidimos que faríamos o Trekking do Condoriri junto à tentativa de escalada ao Huayna Potosi. A logística dos dois é bem encaixada, visto que o local final do trekking coincide com o local de início da escalada (Campo Base). 
      Pelos diversos relatos que li, eu já estava ciente que o trekking e escalada não seriam fáceis. Além do frio, a altitude cobra um preço caro sobre nosso físico e psicológico e por isso tentei montar um roteiro que contemplasse tempo suficiente de aclimatação. Abaixo relatarei com mais detalhes cada um dos dias da viagem:
      1° Dia - Chegada em La Paz
      Saímos de Guarulhos em um vôo da BOA (Boliviana de Aviación) com escala em Santa Cruz de la Sierra e parada final em La Paz. Esta companhia aérea é uma empresa estatal boliviana e não muito conhecida entre nós brasileiros. Confesso que tive certo receio ao comprar as passagens, mas os vôos foram pontuais e serviram lanches muito bons, portanto só tenho elogios 😁
      Nossa chegada estava prevista para 17h30. Em geral sempre opto por utilizar o meio de transporte mais barato para sair do aeroporto, porém minhas recordações do transporte público caótico da cidade, dos taxis sem taxímetro e os alertas de que El Alto (cidade em que está o aeroporto) não é um lugar assim tão seguro ao anoitecer, me fizeram reservar um transfer ao preço de 90 bolivianos. Fiz a reserva com o proprietário do apartamento em que íamos nos hospedar (aluguei pelo Booking, o apto é este aqui).
      Chegamos à Bolívia portando somente dólares e reais. Além de difícil, comprar bolivianos estando no Brasil sai muito mais caro. No entanto, precisávamos de moeda boliviana para pagar pelo transfer e pelo apartamento, já que havíamos sido alertados que só aceitavam moeda local. Assim, durante a conexão em Santa Cruz de la Sierra, fui procurar na sala de embarque algum lugar para trocar dinheiro. A sala era pequena e não vi casas de câmbio lá dentro, por sorte o atendente de uma cafeteria se dispôs a fazer o câmbio. A cotação dele era pior que aquela que eu tinha visto no Google, por isso trocamos estritamente o necessário. Já sabíamos que encontraríamos cotações bem melhores no dia seguinte em La Paz.
      Chegando em La Paz o motorista do transfer já nos aguardava e nos levou ao apartamento, que ficava no bairro Miraflores, relativamente próximo ao centro. Aproveitamos a noite para dar uma volta pelo bairro e ir ao supermercado comprar comida. Não sentimos os piores sintomas do mal de altitude (dor de cabeça, enjôo, etc), mas notamos que a simples caminhada até o supermercado já tinha nos deixado sem fôlego. Durante a noite notei que demorei mais a dormir e acordei muitas vezes, o que não é habitual para mim.
      2° Dia - Passeio pela cidade
      O objetivo principal deste 2° dia era cambiar dinheiro, definir uma agência e comprar o pacote do trekking e escalada. Conforme as pesquisas que tinha feito pela internet, eu já estava praticamente convencida a ir com a agência Hiking Bolívia. Chegando à calle Sagarnaga até visitamos algumas outras empresas, mas decidimos ir com a Hiking Bolívia mesmo. Fechamos com eles o passeio do Chacaltaya + Valle de la Luna para o dia seguinte (80 bolivianos por pessoa + taxa) e o Trekking Condoriri + Huayna Potosi (2400 bolivianos por pessoa + taxas). O câmbio do dinheiro fizemos em uma casa de câmbio lá perto mesmo, as cotações eram 1,65 boliviano/real e 6,95 boliviano/dolar.
      Terminados os 'negócios', fomos almoçar em um restaurante indiano que eu tinha marcado como seguro, segundo minhas pesquisas. Aqui vale um parênteses: na minha primeira ida à Bolívia, um amigo teve infecção alimentar e precisou ficar 3 dias no hospital tomando soro. Além disso, as estatísticas de diarreias em turistas naquela região são alarmantes, dadas as condições precárias de higiene. Portanto, decidimos tomar MUITO cuidado com o que comíamos, pois alterações de saúde iriam comprometer todo nosso planejamento de viagem. 
      Depois do almoço, fomos conhecer o Teleferico. Caminhamos até a estação mais próxima da calle Sagarnaga, que pertencia à linha Morada (roxa) e decidimos que faríamos um "tour": Linha Roxa -> Linha Prateada -> Linha Vermelha, descendo no terminal central de ônibus, onde aproveitaríamos para já comprar as passagens para Copacabana. 

      Foto: Entrada da Estação da Linha Roxa

      Foto: Vista aérea de La Paz (as construções são todas assim, sem reboco. Dizem que desta forma pagam menos impostos)
       
      Chegando ao terminal central, compramos as passagens de ônibus para Copacabana por 30 bolivianos. O terminal é relativamente organizado, mas as empresas de ônibus pagam pessoas para fazerem propagandas no grito o tempo inteiro, então imaginem cerca de 10 pessoas, cada uma tentando gritar mais alto que a outra um nome de cidade diferente 😖
      Saindo do terminal, caminhamos até o Mirador Kilikili, que ficava próximo ao nosso apartamento. No caminho pra lá passamos por algumas ruelas que pareciam ruas de favela, mas deu tudo certo 😮

      Foto: Vista do Mirador Kilikili
       
      DICA: Todo o tempo utilizamos o aplicativo Maps Me para nos locomover. Ele funciona em modo offline e traça rotas como um Waze/Google Maps, basta baixar o mapa da região quando você tiver conexão à internet.


×
×
  • Criar Novo...