Ir para conteúdo
  • Faça parte da nossa comunidade! 

    Encontre companhia para viajar, compartilhe dicas e relatos, faça perguntas e ajude outros viajantes! 

Alcides

Huayna Potosí

Posts Recomendados

Complexo B não ajuda em nada !!!

 

O Citoneurin 5000 possui Vitamina B12 (cianocobalamina) 5000mcg

 

Dela que vc precisa. E não adianta comprar Complexo B comum, pois a dosagem de vitamina seria quase nula, perto da capacidade desse medicamento (suplemento).

 

Abraço,

Leo

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Léo!

Gostaria de saber a temperatura média depois do segundo acampamento de Huayna Potosi,

pois vi em alguns depoimentos que pode chegar a -20 ::Cold:: ; pois estarei escalando no final de junho,

e se as agências estão preparadas para uma eventual emergência, como ex: oxigênio, ou medicamentos,

ou devo levar alguns medicamentos, além do Citoneurin 5000.

Existe outra fontes de informação sobre a escalada de Huyana Potosi, que poderia busca, pois apesar das excelentes informações

que obtive no mochileiros sobre diversos assuntos,

e também sobre Huyana Potosi, gostaria obter mais informações, para que não possa ter surpresas desagradáveis.

 

obrigado.

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Léo

 

Tb existe um medicamento, chamado Rubranova (cianocobalamina)5000 ou 15000, injetável.

 

Se eu tomar uma dose dessas 1 mês antes e continuar tomando via oral o citoneurim será que seria legal ?

 

abraços

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Tanto faz...

 

A injetada a absorção é bem maior que em comprimidos, mas não precisa chegar a esse extremo.

 

Compra em comprimidos e vai tomando 15 dias antes da viajem.

 

Citoneurin 5000 tem injetável também, mas eu acabo tomando comprimidos, pois teria que tomar uma injeção ao dia. Iria acabar virando peneira !! ::tchann::

 

Abraço,

Leo

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Em termos de preparo físico, o que mais pega ao escalar uma montanha com o Huayna Potosí? Seria fôlego, perna ou resistência (para o caso de ficar 6-7h subindo sem parar)?

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Com certeza aclimatação, fator psicológico e só depois vem o preparo físico.

 

O mistura da má aclimatação ao mau condicionamento físico, pode levar a exaustão. E quando se chega a esse ponto, ou vc arruma forças pra descer, ou até morre (no caso de estar sozinho).

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Pra mim o maior sucesso em uma montanha não é fazer cume e sim voltar vivo, sendo assim acho que o principal é estar mentalmente preparado, porque mesmo sem o preparo e a aclimatação ideais uma pessoa com bom senso sabe ate onde deve ir, mas uma pessoa bem aclimatada e preparada fisicamente se nao tiver bom senso corre serios risco de não voltar.

Mas respondendo a pergunta acho que o principal é o folego, que está diretamente ligado à aclimatação e que quanto menor a capacidade respiratoria menor sera o desempenho dos membros do corpo. Portanto o principal é respirar bem e pra respirar bem tem que estar bem aclimatado (isso pra nao citar o mal da motanha).

Fazendo uma comparação meio nada haver penso que é mais ou menos comparar um carro 1.0 com boa gasolina com um 2.0 com gasolina adulterada, de nada adianta potencia se não tiver combustivel pra botar a maquina pra funcionar.

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Boa tarde galera,

Eu estou indo para uma viagem agora em julho passando por peru (salkantay e outras trilhas), bolivia(chacaltaya, potosi e outras..) e chile (outras.. hehe).

Um dos meus pontos de verificação será o huayana potosí, o plano de 3 dias com o treinamento no primeiro e o cume no terceiro dia, nunca escalei montanha de gelo, mas já tive alguma experiência com rapel, escalada em pedra e trekking em geral. Sou militar a 6 anos e tenho alguma experiência em sobrevivência também e passar por perrengue! hehehe

Enfim, minha pergunta é básicamente a dificuldade que vou ter em escalar no gelo? E

Vi que o equipamento consigo alugar na agência, mas agora minha duvida é quanto a alimentação e relação à primeiros socorros, o que vocês recomendariam?

No mais fica meu agradecimento e um abraço.

 

Se acharem que devo saber de alguma outra coisa fico no aguardo de suas sugestões.

Alex Duarte, brasileiro.

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Alex, é aquilo, o Huayna Potosi não é uma montanha tecnica, portanto é praticamente um trekking no gelo, mas nem por isso pense que vai ser facil.

1o o mental, não é facil pular uma greta e caminhar com um penhasco ao seu lado, felizmente a adrenalina ajudou muito no meu caso e so quando voltei da montanha que caiu a ficha dos riscos.

e 2o o fisico, uma boa aclimatção é indispensavel, mas um bom preparo ajuda bastante. Se voce tiver com o corpo e a mente bem preparados e bem aclimatado é quase certeza de sucesso.

Todas as outras coisas como alimentação, riscos, primeiros socorros, euquipamentos e etc contrata uma agencia confiavel e vai tranquilo.

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

AlexBD

 

Quem não tem experiência e equipamento, melhor procurar uma boa agencia mesmo. Eles vão te orientar bem sobre alimentos, equipamentos e tudo mais.

 

O certo seria levar Duo-Decadron e Diamox pra qualquer emergência, mas se não tiver alguém capacitado a aplicar e distinguir quando realmente se necessita desse medicamento altamente emergencial... Fica difícil !! Eu tive edema cerebral e nenhum dos guias sabia o que era Dexametasona. Por fim, queriam me aplicar intravenoso, o que com certeza me mataria. A sorte é que eu tinha alguns lapsos de consciência e não deixei rolar.

 

Quanto a montanha ser fácil... Não é mesmo !! Tenha muito respeito e prudência do Campo Rocas (campo avançado) pra cima.

 

Se não estiver entendendo o que eu estou falando, dá uma pesquisada no google, pois eu falo meio enrolado pra que não conhece a área mesmo.

 

No mais, pelo histórico que descreveu de si mesmo, vale a pena tentar subir a montanha. Só não fique de olho grande no cume, pois o cume é só um pequeno pedaço da montanha. Ninguém deixa de ser vencedor, por não ter chegado até lá.

 

Abraço,

Leo

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Participe da conversa!

Você pode ajudar esse viajante agora e se cadastrar depois. Se você tem uma conta,clique aqui para fazer o login.

Visitante
Responder

×   Você colou conteúdo com formatação.   Remover formatação

  Apenas 75 emoticons no total são permitidos.

×   Seu link foi automaticamente incorporado.   Mostrar como link

×   Seu conteúdo anterior foi restaurado.   Limpar o editor

×   Não é possível colar imagens diretamente. Carregar ou inserir imagens do URL.


  • Conteúdo Similar

    • Por naiarasc
      Relatarei uma viagem de 11 dias pela Bolívia, incluindo o Trekking Condoriri (4 dias e 3 noites) conjugado com tentativa de subida ao Huayna Potosi (3 dias e 2 noites), resumida pelo roteiro a seguir:
      Dia 02/06: Vôo pra La Paz Dia 03/06: La Paz - passear pela cidade, visitar as agências e fechar o pacote do trekking Dia 04/06: La Paz - Subir o Chacaltaya e passeio do Valle de la Luna Dia 05/06: Viagem pra Copacabana e dormir na Isla del Sol Dia 06/06: Voltar pra La Paz e últimos preparativos pro trekking Dias 07 a 09/06: Trekking Condoriri, finalizando no Campo Base do Huayna  Dia 10/06: Huayna Potosi - Treinamento escalada no gelo Dia 11/06: Huayna Potosi - Subida ao Campo Alto Dia 12/06: Huayna Potosi - Ataque ao cume e volta pra La Paz Dia 13/06: Vôo de volta pro Brasil Minha primeira passagem pelo país tinha sido em 2012, em um roteiro típico de mochilão, no qual tive poucos dias em La Paz e depois segui para Cusco e Machu Picchu. Não ter conhecido o Salar de Uyuni nesta minha primeira ida à Bolívia era uma das minhas grandes frustrações e por isso eu estava decidida a voltar. A oportunidade surgiu em 2016,  em uma viagem para o Deserto do Atacama, a qual aproveitei para fazer o passeio do Salar (são geograficamente próximos e existem passeios saindo de San Pedro do Atacama). 
      Já tendo ido 2 vezes, completado os roteiros tradicionais (Uyuni, Downhill na Death Road, Lago Titicaca, etc) e considerando todos as dificuldades de uma viagem pela Bolívia, eu não imaginava voltar outra vez àquele país. Contudo, depois de muita indecisão quanto ao roteiro de férias do ano (Portugal? Eslovênia? Peru?), entrei em acordo com meu namorado, que ainda não conhecia a Bolívia, e decidimos ir até lá fazer um roteiro de trekking.
      Com um pouco de pesquisa eu tive certeza que o Condoriri seria uma das melhores escolhas em termos de belas paisagens, logística fácil e preços razoáveis. Assim, decidimos que faríamos o Trekking do Condoriri junto à tentativa de escalada ao Huayna Potosi. A logística dos dois é bem encaixada, visto que o local final do trekking coincide com o local de início da escalada (Campo Base). 
      Pelos diversos relatos que li, eu já estava ciente que o trekking e escalada não seriam fáceis. Além do frio, a altitude cobra um preço caro sobre nosso físico e psicológico e por isso tentei montar um roteiro que contemplasse tempo suficiente de aclimatação. Abaixo relatarei com mais detalhes cada um dos dias da viagem:
      1° Dia - Chegada em La Paz
      Saímos de Guarulhos em um vôo da BOA (Boliviana de Aviación) com escala em Santa Cruz de la Sierra e parada final em La Paz. Esta companhia aérea é uma empresa estatal boliviana e não muito conhecida entre nós brasileiros. Confesso que tive certo receio ao comprar as passagens, mas os vôos foram pontuais e serviram lanches muito bons, portanto só tenho elogios 😁
      Nossa chegada estava prevista para 17h30. Em geral sempre opto por utilizar o meio de transporte mais barato para sair do aeroporto, porém minhas recordações do transporte público caótico da cidade, dos taxis sem taxímetro e os alertas de que El Alto (cidade em que está o aeroporto) não é um lugar assim tão seguro ao anoitecer, me fizeram reservar um transfer ao preço de 90 bolivianos. Fiz a reserva com o proprietário do apartamento em que íamos nos hospedar (aluguei pelo Booking, o apto é este aqui).
      Chegamos à Bolívia portando somente dólares e reais. Além de difícil, comprar bolivianos estando no Brasil sai muito mais caro. No entanto, precisávamos de moeda boliviana para pagar pelo transfer e pelo apartamento, já que havíamos sido alertados que só aceitavam moeda local. Assim, durante a conexão em Santa Cruz de la Sierra, fui procurar na sala de embarque algum lugar para trocar dinheiro. A sala era pequena e não vi casas de câmbio lá dentro, por sorte o atendente de uma cafeteria se dispôs a fazer o câmbio. A cotação dele era pior que aquela que eu tinha visto no Google, por isso trocamos estritamente o necessário. Já sabíamos que encontraríamos cotações bem melhores no dia seguinte em La Paz.
      Chegando em La Paz o motorista do transfer já nos aguardava e nos levou ao apartamento, que ficava no bairro Miraflores, relativamente próximo ao centro. Aproveitamos a noite para dar uma volta pelo bairro e ir ao supermercado comprar comida. Não sentimos os piores sintomas do mal de altitude (dor de cabeça, enjôo, etc), mas notamos que a simples caminhada até o supermercado já tinha nos deixado sem fôlego. Durante a noite notei que demorei mais a dormir e acordei muitas vezes, o que não é habitual para mim.
      2° Dia - Passeio pela cidade
      O objetivo principal deste 2° dia era cambiar dinheiro, definir uma agência e comprar o pacote do trekking e escalada. Conforme as pesquisas que tinha feito pela internet, eu já estava praticamente convencida a ir com a agência Hiking Bolívia. Chegando à calle Sagarnaga até visitamos algumas outras empresas, mas decidimos ir com a Hiking Bolívia mesmo. Fechamos com eles o passeio do Chacaltaya + Valle de la Luna para o dia seguinte (80 bolivianos por pessoa + taxa) e o Trekking Condoriri + Huayna Potosi (2400 bolivianos por pessoa + taxas). O câmbio do dinheiro fizemos em uma casa de câmbio lá perto mesmo, as cotações eram 1,65 boliviano/real e 6,95 boliviano/dolar.
      Terminados os 'negócios', fomos almoçar em um restaurante indiano que eu tinha marcado como seguro, segundo minhas pesquisas. Aqui vale um parênteses: na minha primeira ida à Bolívia, um amigo teve infecção alimentar e precisou ficar 3 dias no hospital tomando soro. Além disso, as estatísticas de diarreias em turistas naquela região são alarmantes, dadas as condições precárias de higiene. Portanto, decidimos tomar MUITO cuidado com o que comíamos, pois alterações de saúde iriam comprometer todo nosso planejamento de viagem. 
      Depois do almoço, fomos conhecer o Teleferico. Caminhamos até a estação mais próxima da calle Sagarnaga, que pertencia à linha Morada (roxa) e decidimos que faríamos um "tour": Linha Roxa -> Linha Prateada -> Linha Vermelha, descendo no terminal central de ônibus, onde aproveitaríamos para já comprar as passagens para Copacabana. 

      Foto: Entrada da Estação da Linha Roxa

      Foto: Vista aérea de La Paz (as construções são todas assim, sem reboco. Dizem que desta forma pagam menos impostos)
       
      Chegando ao terminal central, compramos as passagens de ônibus para Copacabana por 30 bolivianos. O terminal é relativamente organizado, mas as empresas de ônibus pagam pessoas para fazerem propagandas no grito o tempo inteiro, então imaginem cerca de 10 pessoas, cada uma tentando gritar mais alto que a outra um nome de cidade diferente 😖
      Saindo do terminal, caminhamos até o Mirador Kilikili, que ficava próximo ao nosso apartamento. No caminho pra lá passamos por algumas ruelas que pareciam ruas de favela, mas deu tudo certo 😮

      Foto: Vista do Mirador Kilikili
       
      DICA: Todo o tempo utilizamos o aplicativo Maps Me para nos locomover. Ele funciona em modo offline e traça rotas como um Waze/Google Maps, basta baixar o mapa da região quando você tiver conexão à internet.


×
×
  • Criar Novo...