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Alcides

Huayna Potosí

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Plocaftahh

 

Eu nao iria. No mínimo um semana para uma aclimataçao segura.

 

O uso do Citoneurin anda meio controverso aqui no fórum. Eu tomo e vejo grande diferença. Outros usuários também, além de terem sido receitados por médicos especialistas em medicina esportiva.

 

Existem alguns membros que sao médicos e nao corcordam com o uso.

 

Melhor dar uma lida na discussao:

 

http://www.mochileiros.com/mal-da-altitude-orientacoes-t24338-105.html

 

Abraço,

Leo

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Olha cara, como sua duvida é mais sobre aclimatação e menos sobre a motanha sugiro que de uma olhada nesse topico mal-da-altitude-orientacoes-t24338-120.html que tem um debate alto nivel sobre o assunto e com opniões bem divergentes.

 

Mas antecipando um pouco do que voce vai ver la nada garante o sua boa aclimatação, tem gente que não segue nenhumas das recomendaçoes e se dá bem, tem gente que faz tudo certinho e não consegue passar de altitudes relativamente baixas. Tem gente que apresenta otima adaptação a altitude mas em que determinado momento não se adapta legal. Ou seja, as possibilidades são inumeras mas é obvio que se voce seguir algo que pareça razoável sua chances são muito boas.

 

Sendo assim esses 5 dias, sendo que um deles em Chalcataya (se possivel durma la como ja sugeriu o Leo) e fazer a ascençao da montanha em 3 dias me parece um planejamento razoavel.

 

Quanto ao remédio é questão pessoal, ele foi receitado pra mim e pro Léo por medicos esportivos conceituados, mas o pessoal diz no topico que o feito é placebo, mas é consenso que tambem não atrapalha. Indispensavel não é e talvez não seja nem necessário, ai como te falei é uma escolha pessoal e o ideal é voce procurar um médico que entenda do assunto.

 

Consenso também é a importancia de estar bem hidratado e comer as coisas certas.

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se eu chegar em La Paz e ficar uns 4 dias me aclimatando na boa, no quinto dia subir o Chalcantaya (5.500metros) sera que da pra encarar o Huayna Potosi?

 

Desculpe-me confundi com os 3 dias que falou da vez passada.

 

Dá pra subi sim, mas vc vai ter que prestar atençao em como seu organismo irá reagir aos 5400m do Chacaltaya.

 

Se tiver legal, pode ir numa boa para o Huayna Potosí.

 

OBS: Nao tome nenhum medicamento antes de subir o Chacaltaya, pois se nao, nao terá como saber como seu oganismo realmente estará se comportando.

 

Abraço,

Leo

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se eu chegar em La Paz e ficar uns 4 dias me aclimatando na boa, no quinto dia subir o Chalcantaya (5.500metros) sera que da pra encarar o Huayna Potosi?

 

Desculpe-me confundi com os 3 dias que falou da vez passada.

 

Dá pra subi sim, mas vc vai ter que prestar atençao em como seu organismo irá reagir aos 5400m do Chacaltaya.

 

Se tiver legal, pode ir numa boa para o Huayna Potosí.

 

OBS: Nao tome nenhum medicamento antes de subir o Chacaltaya, pois se nao, nao terá como saber como seu oganismo realmente estará se comportando.

 

Abraço,

Leo

 

Ae Leo, o eco rolou de novo :mrgreen:

 

Acho que o segredo é realmente ver como o corpo reage ao Chalcataya, se não sentir grandes efeitos não tem porque nao tentar a Huayna Potosi.

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Maravilha valeu pelos conselhos..

 

Como falei, no ano passado subi o Chalcantaya depois de 2 dias em La Paz e acho que aguentei bem. O grupo tinha umas 20 pessoas e cheguei em 2 lugar (Medalha de prata pro Brasil ate que ta bom ehehehhe)!

Mas como os doidos das agencias incluem o Vale de la Luna no mesmo dia fiquei com um dor de cabeca das boas aquele dia (Sobe-se a 5400 metros e depois se vai num lugar mais baixo que La Paz em questao de 1 ou 2horas ai ta explicada a dor de cabeca)

 

Mas vou tentar dar uma boa aclimatada mesmo. Nunca subi uma montanha com gelo e espero ir ate o fim . Deve ser o maximo..

 

valeu

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Olá galera Mochilerios! talvez alguém possa me ajudar a tirar algumas duvidas, estou fazendo um planejamento de uma viagen que pretendo fazer, é para a Huayna Potosi (Bolivia), e como os planejamentos de viagen é fundamental, gostaria de saber sobre valores gastos apartir da fronteira do Brasil com a Bolivia, quais os primeiros passos até pegar o trem da morte e chegar em Santa Cruz? depois de chegar em Santa Cruz? que devo chegar até o destino? qual o valor de gasto por dia? agradeço se algém possa me ajudar nestas infrormações.

grato!!!

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::sos::

Galera,

Fiquei sabendo que morreu uma Holandesa semana passada na parte final da subida

do Huayna Potosi, dizem que escorregou na parte final do pico, teva várias fraturas e não sobreviveu,

Esta parte da subida é muito escorregadia, e com certeza foi a parte mais perigosa que achei.

Se alguém souber de alguma coisa, e confirmar se é verdade,

vou deixar a foto da parte final do pico, pra quem não conhece ter uma noção.

20090720192145.JPG

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Po cara, lamentavel isso mas faz parte, é importante lembrar que se não tem risco não é esporte de aventura. O que pira é o fato de muitas vezes a morte ser estupida.

 

Quando fiz o cume ainda desciamos por volta das 11 da manhã e na pior epoca que é o verão, pra piorar o guia ainda inventou de tirar os crmapons. Não deu em outra, caimos duas vezes de um paredão de gelo bem inclinado (praticamente o unico momento que escalamos de verdade foi pra voltar). Felizmente não aconteceu nada.

 

Mas o ponto que achei critico realmente foi a descida nessa parte ai da foto, desci escorregando com a bunda mesmo com todos o gritos do guia que eu estava "malogrando la pantalon".

 

PS: esse guia da foto é o Feliz da Huayna Potosi?

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Sim é o Félix,

Um excelente guia, muito pasciente, e passa confiança.

Segunde ele, esta trabalhando somente para a agência Albert Bolivia Tours,

na qual eu fiz a expedição mais um amigo.

Tirando o macarrão feito com àgua de gelo derretido no segundo acampamento... ::dãã2::ãã2::'>

que ninguém conseguiu comer....o restante foi bom.

claro que não tivemos carregadores pra subir... ::lol4::

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    • Por naiarasc
      Relatarei uma viagem de 11 dias pela Bolívia, incluindo o Trekking Condoriri (4 dias e 3 noites) conjugado com tentativa de subida ao Huayna Potosi (3 dias e 2 noites), resumida pelo roteiro a seguir:
      Dia 02/06: Vôo pra La Paz Dia 03/06: La Paz - passear pela cidade, visitar as agências e fechar o pacote do trekking Dia 04/06: La Paz - Subir o Chacaltaya e passeio do Valle de la Luna Dia 05/06: Viagem pra Copacabana e dormir na Isla del Sol Dia 06/06: Voltar pra La Paz e últimos preparativos pro trekking Dias 07 a 09/06: Trekking Condoriri, finalizando no Campo Base do Huayna  Dia 10/06: Huayna Potosi - Treinamento escalada no gelo Dia 11/06: Huayna Potosi - Subida ao Campo Alto Dia 12/06: Huayna Potosi - Ataque ao cume e volta pra La Paz Dia 13/06: Vôo de volta pro Brasil Minha primeira passagem pelo país tinha sido em 2012, em um roteiro típico de mochilão, no qual tive poucos dias em La Paz e depois segui para Cusco e Machu Picchu. Não ter conhecido o Salar de Uyuni nesta minha primeira ida à Bolívia era uma das minhas grandes frustrações e por isso eu estava decidida a voltar. A oportunidade surgiu em 2016,  em uma viagem para o Deserto do Atacama, a qual aproveitei para fazer o passeio do Salar (são geograficamente próximos e existem passeios saindo de San Pedro do Atacama). 
      Já tendo ido 2 vezes, completado os roteiros tradicionais (Uyuni, Downhill na Death Road, Lago Titicaca, etc) e considerando todos as dificuldades de uma viagem pela Bolívia, eu não imaginava voltar outra vez àquele país. Contudo, depois de muita indecisão quanto ao roteiro de férias do ano (Portugal? Eslovênia? Peru?), entrei em acordo com meu namorado, que ainda não conhecia a Bolívia, e decidimos ir até lá fazer um roteiro de trekking.
      Com um pouco de pesquisa eu tive certeza que o Condoriri seria uma das melhores escolhas em termos de belas paisagens, logística fácil e preços razoáveis. Assim, decidimos que faríamos o Trekking do Condoriri junto à tentativa de escalada ao Huayna Potosi. A logística dos dois é bem encaixada, visto que o local final do trekking coincide com o local de início da escalada (Campo Base). 
      Pelos diversos relatos que li, eu já estava ciente que o trekking e escalada não seriam fáceis. Além do frio, a altitude cobra um preço caro sobre nosso físico e psicológico e por isso tentei montar um roteiro que contemplasse tempo suficiente de aclimatação. Abaixo relatarei com mais detalhes cada um dos dias da viagem:
      1° Dia - Chegada em La Paz
      Saímos de Guarulhos em um vôo da BOA (Boliviana de Aviación) com escala em Santa Cruz de la Sierra e parada final em La Paz. Esta companhia aérea é uma empresa estatal boliviana e não muito conhecida entre nós brasileiros. Confesso que tive certo receio ao comprar as passagens, mas os vôos foram pontuais e serviram lanches muito bons, portanto só tenho elogios 😁
      Nossa chegada estava prevista para 17h30. Em geral sempre opto por utilizar o meio de transporte mais barato para sair do aeroporto, porém minhas recordações do transporte público caótico da cidade, dos taxis sem taxímetro e os alertas de que El Alto (cidade em que está o aeroporto) não é um lugar assim tão seguro ao anoitecer, me fizeram reservar um transfer ao preço de 90 bolivianos. Fiz a reserva com o proprietário do apartamento em que íamos nos hospedar (aluguei pelo Booking, o apto é este aqui).
      Chegamos à Bolívia portando somente dólares e reais. Além de difícil, comprar bolivianos estando no Brasil sai muito mais caro. No entanto, precisávamos de moeda boliviana para pagar pelo transfer e pelo apartamento, já que havíamos sido alertados que só aceitavam moeda local. Assim, durante a conexão em Santa Cruz de la Sierra, fui procurar na sala de embarque algum lugar para trocar dinheiro. A sala era pequena e não vi casas de câmbio lá dentro, por sorte o atendente de uma cafeteria se dispôs a fazer o câmbio. A cotação dele era pior que aquela que eu tinha visto no Google, por isso trocamos estritamente o necessário. Já sabíamos que encontraríamos cotações bem melhores no dia seguinte em La Paz.
      Chegando em La Paz o motorista do transfer já nos aguardava e nos levou ao apartamento, que ficava no bairro Miraflores, relativamente próximo ao centro. Aproveitamos a noite para dar uma volta pelo bairro e ir ao supermercado comprar comida. Não sentimos os piores sintomas do mal de altitude (dor de cabeça, enjôo, etc), mas notamos que a simples caminhada até o supermercado já tinha nos deixado sem fôlego. Durante a noite notei que demorei mais a dormir e acordei muitas vezes, o que não é habitual para mim.
      2° Dia - Passeio pela cidade
      O objetivo principal deste 2° dia era cambiar dinheiro, definir uma agência e comprar o pacote do trekking e escalada. Conforme as pesquisas que tinha feito pela internet, eu já estava praticamente convencida a ir com a agência Hiking Bolívia. Chegando à calle Sagarnaga até visitamos algumas outras empresas, mas decidimos ir com a Hiking Bolívia mesmo. Fechamos com eles o passeio do Chacaltaya + Valle de la Luna para o dia seguinte (80 bolivianos por pessoa + taxa) e o Trekking Condoriri + Huayna Potosi (2400 bolivianos por pessoa + taxas). O câmbio do dinheiro fizemos em uma casa de câmbio lá perto mesmo, as cotações eram 1,65 boliviano/real e 6,95 boliviano/dolar.
      Terminados os 'negócios', fomos almoçar em um restaurante indiano que eu tinha marcado como seguro, segundo minhas pesquisas. Aqui vale um parênteses: na minha primeira ida à Bolívia, um amigo teve infecção alimentar e precisou ficar 3 dias no hospital tomando soro. Além disso, as estatísticas de diarreias em turistas naquela região são alarmantes, dadas as condições precárias de higiene. Portanto, decidimos tomar MUITO cuidado com o que comíamos, pois alterações de saúde iriam comprometer todo nosso planejamento de viagem. 
      Depois do almoço, fomos conhecer o Teleferico. Caminhamos até a estação mais próxima da calle Sagarnaga, que pertencia à linha Morada (roxa) e decidimos que faríamos um "tour": Linha Roxa -> Linha Prateada -> Linha Vermelha, descendo no terminal central de ônibus, onde aproveitaríamos para já comprar as passagens para Copacabana. 

      Foto: Entrada da Estação da Linha Roxa

      Foto: Vista aérea de La Paz (as construções são todas assim, sem reboco. Dizem que desta forma pagam menos impostos)
       
      Chegando ao terminal central, compramos as passagens de ônibus para Copacabana por 30 bolivianos. O terminal é relativamente organizado, mas as empresas de ônibus pagam pessoas para fazerem propagandas no grito o tempo inteiro, então imaginem cerca de 10 pessoas, cada uma tentando gritar mais alto que a outra um nome de cidade diferente 😖
      Saindo do terminal, caminhamos até o Mirador Kilikili, que ficava próximo ao nosso apartamento. No caminho pra lá passamos por algumas ruelas que pareciam ruas de favela, mas deu tudo certo 😮

      Foto: Vista do Mirador Kilikili
       
      DICA: Todo o tempo utilizamos o aplicativo Maps Me para nos locomover. Ele funciona em modo offline e traça rotas como um Waze/Google Maps, basta baixar o mapa da região quando você tiver conexão à internet.


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