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Alcides

Huayna Potosí

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Pedro

 

La tem um refúgio bem legal. É simples, mas é limpo, tem banheiros e dá pra cozinhar numa boa. Não sei como funciona os preços, mas se tratando de Bolívia, deve ser bem barato.

 

2695890866_953b934671.jpg

 

ps.: Vi diversas postagens nesse tópico discutindo sobre o uso do Citoneurim 5000 para a prevençaõ do mal de altitude. Essa vitamina é um importante substrato para a produção dos eritrócitos (hemácias). No entanto, ela NÃO ESTIMULA a produção destas células. Os dois estímulos para a síntese das hemácias são: HIPÓXIA (baixa pressão de oxigênio) e ERITROPOETINA (hormônio produzido pelos rins e usado em casos de dopping - apesar dos imensos riscos).

 

Mas isso é muito claro. Não se vai ter ganho algum se não ocorrer a hipóxia. Citoneurin 5000 não é pra prevenção, mas pra ajudar na aclimatação e aclimatação, neste caso, só ocorre quando se está em altitude.

 

Abraço,

Leo

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Obrigado Leo.

 

Vou passar a noite lá durante minha estadia por la paz.

Preciso avaliar como vou me comportar em altitude antes de me decidir por qual caminhho pegar.

 

abraços

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Vou a La Paz no final de Maio com o objetivo de subir o Huaya Potosí, e se for bem sucedido tentar o Ilimani também.

 

Fiz um plano de aclimatação de 7 dias (figura abaixo), que começa em La Paz (~3.700m), passa pela Isla del Sol (~4.100) e termina no Chacaltaya (~5.000). Após cumprir este plano pretendo fazer uma tentativa de subida no Huayna Potosí, caso seja bem sucedida tento o Ilimani em seguida, o plano B é se falhar a primeira tentativa no Huayna Potosí eu tento mais uma vez no lugar de tentar o Ilimani.

 

Gostaria de saber se o plano está bom ou o tempo está muito apertado?

 

aclimatacao.png

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Voltei ontem do Huayna Potosi. Fiz nos 3 dias. Ja estive em Cusco por dias, Isla do Sol e por ai vai. Realmente é fantástico e Ñ achei muito facil como dizem. Primeiro que a subida na neve em pontos ingrimes é punk, mesmo com os grampos rola uma patinada e o uso da piqueta é constante para sentir o grau de compactacao da neve, seja para estabelecer mais um ponto de apoio. Existem algumas pequenas gretas pelo caminho, que exigem um pouco de atencao, e a aproximacao ao cume e feita atraves de cristas de montanhas, o que, na minha opiniao, exige o encordoamento a alguem. Digo isso porque cheguei ao meu limite fisico nessa subida. Acho mque nunca, na minha vida, tinha atingido esse meu limite. Nao sei se pela altitude ou particularidade de um dia mesmo, mas há uma grande possibilidade de voce nao estar 100% para subir/descer por essas cristas. No topo estava aproximadamente 15 graus negativos com vento. Dedos congelando, nariz congelando, cameras congeladas, lanternas congeladas.... e por ai vai.

 

O objetivo desse post e apenas para que as pessoas que vao fazer e escutem o FACIL, o buraco e um pouco mais embaixo. TAlvez seja uma montanha que nao exija muitos conhecimentos tecnicos de neve e gelo, mas a subida e puxada. E nao digo apenas por mim, ja li varios relatos dizendo isso e tambem atraves de quem fez por aqui.

 

Segue a foto da crista no cume...

20120304113201.jpg

 

 

Abraco!

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Ola pessoal,

 

Também voltei de Huayna Potosi nesse domingo e não achei nem um pouco facil.

 

Realmente é fantastico o passeio todo, mas nem cheguei a sair do acampamento (sempre confundo o acampamento base com o refugio, enfim, é lá no alto), assim que cheguei só consegui tomar um chá quente, tirar a roupa molhada e entrar no saco de dormir...no meio da noite os guias nos chamaram para alcançarmos o topo mas eu nem sai do saco de dormir.

 

Um dos dois japoneses que estavam conosco voltou 10 minutos depois. Uma americana que tb estava conosco parece que passou mal e voltou direto para a base, nem parou no refugio. Pouco depous o outro japones voltou e permaneceu só um argentino gente boa que vivia ouvindo musica no cel e dançando enquanto subiamos, rsrs mesmo assim faltou cerca de 50 metros, ele disse que viu avalanche e o frio estava demais, ficou com medo e achou melhor voltar.

 

Eu não recrimino ninguem, afinal estavamos todos lá para nos divertir e não para sofrer, o passeio valeu muitoa pena, mas não sei se faria de novo.

 

Fui com a agencia Huayna Potosi "alguma-coisa" que fica na Calle Sagarnaga com a Illampu, mas nao gostei dos equips que eles deram...as calças, as luvas e as botas tinham FUROS!!!!! Outra coisa que achei mancada, é que um dia antes, o guia disse que almoçaríamos e esperaríamos 2 horas para descansar e fazer a digestão...no dia, mal terminamos de comer e ja estavam nos apressando para vestir o equipamento e subirmos rapido!!!! Subir a mais de 4000 metros com ar rarefeito e comida chacoalhando na barriga não é bom pra ninguem!...

 

Mesma coisa no retorno...mal terminamos a descida, nos trocamos, eles nem deixaram a gente entrar nos quartos...comemos e eles ja estavam nos apressando para estarmos prontos pois o proximo grupo chegaria em 10 minutos e teriamos que ir embora na van que estava trazendo o grupo...ficavam repetindo "listo! Listo!" rsrs...pensei, (desculpem a expressão) "que se foda! Vou comer e me arrumar tranquilamente! Nao estou em uma corrida!"

 

enfim, essas foram minhas impressões, dizem q Huayna Potosi é a montanha mais facil da Bolivia, mas não quer dizer que seja para qualquer um.

 

Abraços

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Oi pessoal, estou indo para a Bolivia em setembro, e pretendo fazer uma escalada em neve para iniciantes.

Andei pesquisando e vi a escalada de um dia pelo Cerro Mankilisani. Procurei aqui no site, mas não encontrei informações.

Pretendo fazer depois de já estar uns 8 dias em La Paz, ou seja, creio que estarei bem aclimatada.

 

Alguém já fez? Sabem me dizer se é muito difícil?

 

Existe mais alguma escalada em neve por lá para iniciantes?

Vi sobre o pico Áustria também, mas não chega a ser uma escalada, mas um trekking com trechos de neve, é isso né?

 

Obrigada, bjs!

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Oi pessoal, estou indo para a Bolivia em setembro, e pretendo fazer uma escalada em neve para iniciantes.

Andei pesquisando e vi a escalada de um dia pelo Cerro Mankilisani. Procurei aqui no site, mas não encontrei informações.

Pretendo fazer depois de já estar uns 8 dias em La Paz, ou seja, creio que estarei bem aclimatada.

...

 

Oi Karen,

 

Em minha estadia em La Paz não ouvi falar desse cerro em nenhuma das agências em que fiz minhas pesquisas. Pelo visto o forte deles é explorar a escalada em Huayna Potosi, que dizem ser a mais fácil da Cordilheira Real. O que eu te aconselho é aproveitar um dos seus dias em La Paz e percorrer todas as agências q tem na Calle Sagarnaga e perguntar desse passeio, pois apesar de não ter cartazes nem anúncios grandes, eles podem oferecer.

 

No meu caso estou interessado no trekking pela cordilheira Apolobamba, parece que também há trilhas incas por lá só que é tudo mais selvagem, com mais natureza. Nas agencias eu não ví nenhum anuncio mas todas em que perguntei ofereciam o passeio, só não fui pois não estava em uma época boa, fora que o trekking dura em média 5 a 7 dias e não encontrei agencia que oferecesse em 5 ou 6 dias, isso complicaria muito o meu roteiro.

 

Recomendo entrar em contato com a Travel Tracks (http://www.travel-tracks.com / [email protected]) e perguntar pra eles, pois a moça q me atendeu tinha uma apostila ENORME com um moooooooonte de passeios, fora que me atendeu super bem e tirou todas as duvidas. Talvez lá tenha o q vc procura.

 

Ah sim, 8 dias de aclimatação tb acho q seja o suficiente. Quanto à sua pergunta do Pico Áustria, não sei responder...rs desculpe

 

é isso...boa sorte, boa trip e se tiver qualquer outra dúvida é só perguntar

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Olá!

 

Também estou indo pra lá em Julho, e vou principalmente pra tentar o Huayna Potosi. Mandei um e-mail até pra alguns hostels e agencias pra ter uma idéia dos pacotes que o pessoal costuma fechar, e o pessoal do hostal Loki me respondeu dessa agencia Kanoo Tours que fica dentro do proprio hostal, e tem também a opção do Mankilisani (mas é o único que não aparece o preço, não sei porque - mandei um email perguntando, assim que responderem eu respondo aqui).

(http://www.kanootours.com/ws/index.php/tours-in-bolivia-tours-booking/climbing-in-bolivia/climbing-bolivia-cerro-mankilisani-1-day-climb.html)

Estou pensando em ficar uns 7 dias a principio pra aclimatação, então ir uma ou duas vezes ao Chacaltaya, dependendo de como for o esquema ir também uma para esse Cerro Mankilisani, e finalmente então fazer o Huayna naquele de 3 dias pra não ficar muito puxado.

Se a grana permitir eu queria tentar depois o Sajama ou o Illimani, mas não sei como é a procura pra essas escaladas (alguém sabe?), e como eu estou indo solo fica dificil depender disso então estou contando só com o HP a principio mesmo.

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Karen M,

 

 

O Cerro Mankilisani não está catalogado nem mesmo no Guia do Alain Mesili. Deve ser algum cerro próximo à La Paz que alguma agência está explorando para turismo. Particularmente não recomendaria sem ter maior segurança. Tem muita agência picareta em La Paz.

 

Não estou afirmando que seja isso, mas é um risco.

 

O Pequeno Alpamayo no Condoriri é uma boa indicação para inicar atividades no gelo.

 

 

Abraços,

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Veenstra e Karen, estou indo para a Bolívia também em julho e, também, principalmente para fazer o Huayna.

 

Vi esta mesma página sobre o Cerro Mankilisani da Kanoo Tours alguns meses atrás, me chamou muito a atenção por ser um pico de 5892m e que pode ser feito em um dia.

Além disso, segundo a descrição, é mais para os 'escaladores' inexperientes e uma boa alternativa para aclimatação para picos mais difíceis... Muito bonito na descrição ::otemo:: mas fico com um pé atrás, claro.

Incluí esse pico no meu roteiro, mas estou em dúvida se farei realmente...

Veenstra, dependendo, podemos combinar de fazer na mesma data (tem guia pra 2 pessoas no mínimo, se for fazer sozinho tem que pagar o valor de 2 pessoas, pelo que entendi)

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    • Por naiarasc
      Relatarei uma viagem de 11 dias pela Bolívia, incluindo o Trekking Condoriri (4 dias e 3 noites) conjugado com tentativa de subida ao Huayna Potosi (3 dias e 2 noites), resumida pelo roteiro a seguir:
      Dia 02/06: Vôo pra La Paz Dia 03/06: La Paz - passear pela cidade, visitar as agências e fechar o pacote do trekking Dia 04/06: La Paz - Subir o Chacaltaya e passeio do Valle de la Luna Dia 05/06: Viagem pra Copacabana e dormir na Isla del Sol Dia 06/06: Voltar pra La Paz e últimos preparativos pro trekking Dias 07 a 09/06: Trekking Condoriri, finalizando no Campo Base do Huayna  Dia 10/06: Huayna Potosi - Treinamento escalada no gelo Dia 11/06: Huayna Potosi - Subida ao Campo Alto Dia 12/06: Huayna Potosi - Ataque ao cume e volta pra La Paz Dia 13/06: Vôo de volta pro Brasil Minha primeira passagem pelo país tinha sido em 2012, em um roteiro típico de mochilão, no qual tive poucos dias em La Paz e depois segui para Cusco e Machu Picchu. Não ter conhecido o Salar de Uyuni nesta minha primeira ida à Bolívia era uma das minhas grandes frustrações e por isso eu estava decidida a voltar. A oportunidade surgiu em 2016,  em uma viagem para o Deserto do Atacama, a qual aproveitei para fazer o passeio do Salar (são geograficamente próximos e existem passeios saindo de San Pedro do Atacama). 
      Já tendo ido 2 vezes, completado os roteiros tradicionais (Uyuni, Downhill na Death Road, Lago Titicaca, etc) e considerando todos as dificuldades de uma viagem pela Bolívia, eu não imaginava voltar outra vez àquele país. Contudo, depois de muita indecisão quanto ao roteiro de férias do ano (Portugal? Eslovênia? Peru?), entrei em acordo com meu namorado, que ainda não conhecia a Bolívia, e decidimos ir até lá fazer um roteiro de trekking.
      Com um pouco de pesquisa eu tive certeza que o Condoriri seria uma das melhores escolhas em termos de belas paisagens, logística fácil e preços razoáveis. Assim, decidimos que faríamos o Trekking do Condoriri junto à tentativa de escalada ao Huayna Potosi. A logística dos dois é bem encaixada, visto que o local final do trekking coincide com o local de início da escalada (Campo Base). 
      Pelos diversos relatos que li, eu já estava ciente que o trekking e escalada não seriam fáceis. Além do frio, a altitude cobra um preço caro sobre nosso físico e psicológico e por isso tentei montar um roteiro que contemplasse tempo suficiente de aclimatação. Abaixo relatarei com mais detalhes cada um dos dias da viagem:
      1° Dia - Chegada em La Paz
      Saímos de Guarulhos em um vôo da BOA (Boliviana de Aviación) com escala em Santa Cruz de la Sierra e parada final em La Paz. Esta companhia aérea é uma empresa estatal boliviana e não muito conhecida entre nós brasileiros. Confesso que tive certo receio ao comprar as passagens, mas os vôos foram pontuais e serviram lanches muito bons, portanto só tenho elogios 😁
      Nossa chegada estava prevista para 17h30. Em geral sempre opto por utilizar o meio de transporte mais barato para sair do aeroporto, porém minhas recordações do transporte público caótico da cidade, dos taxis sem taxímetro e os alertas de que El Alto (cidade em que está o aeroporto) não é um lugar assim tão seguro ao anoitecer, me fizeram reservar um transfer ao preço de 90 bolivianos. Fiz a reserva com o proprietário do apartamento em que íamos nos hospedar (aluguei pelo Booking, o apto é este aqui).
      Chegamos à Bolívia portando somente dólares e reais. Além de difícil, comprar bolivianos estando no Brasil sai muito mais caro. No entanto, precisávamos de moeda boliviana para pagar pelo transfer e pelo apartamento, já que havíamos sido alertados que só aceitavam moeda local. Assim, durante a conexão em Santa Cruz de la Sierra, fui procurar na sala de embarque algum lugar para trocar dinheiro. A sala era pequena e não vi casas de câmbio lá dentro, por sorte o atendente de uma cafeteria se dispôs a fazer o câmbio. A cotação dele era pior que aquela que eu tinha visto no Google, por isso trocamos estritamente o necessário. Já sabíamos que encontraríamos cotações bem melhores no dia seguinte em La Paz.
      Chegando em La Paz o motorista do transfer já nos aguardava e nos levou ao apartamento, que ficava no bairro Miraflores, relativamente próximo ao centro. Aproveitamos a noite para dar uma volta pelo bairro e ir ao supermercado comprar comida. Não sentimos os piores sintomas do mal de altitude (dor de cabeça, enjôo, etc), mas notamos que a simples caminhada até o supermercado já tinha nos deixado sem fôlego. Durante a noite notei que demorei mais a dormir e acordei muitas vezes, o que não é habitual para mim.
      2° Dia - Passeio pela cidade
      O objetivo principal deste 2° dia era cambiar dinheiro, definir uma agência e comprar o pacote do trekking e escalada. Conforme as pesquisas que tinha feito pela internet, eu já estava praticamente convencida a ir com a agência Hiking Bolívia. Chegando à calle Sagarnaga até visitamos algumas outras empresas, mas decidimos ir com a Hiking Bolívia mesmo. Fechamos com eles o passeio do Chacaltaya + Valle de la Luna para o dia seguinte (80 bolivianos por pessoa + taxa) e o Trekking Condoriri + Huayna Potosi (2400 bolivianos por pessoa + taxas). O câmbio do dinheiro fizemos em uma casa de câmbio lá perto mesmo, as cotações eram 1,65 boliviano/real e 6,95 boliviano/dolar.
      Terminados os 'negócios', fomos almoçar em um restaurante indiano que eu tinha marcado como seguro, segundo minhas pesquisas. Aqui vale um parênteses: na minha primeira ida à Bolívia, um amigo teve infecção alimentar e precisou ficar 3 dias no hospital tomando soro. Além disso, as estatísticas de diarreias em turistas naquela região são alarmantes, dadas as condições precárias de higiene. Portanto, decidimos tomar MUITO cuidado com o que comíamos, pois alterações de saúde iriam comprometer todo nosso planejamento de viagem. 
      Depois do almoço, fomos conhecer o Teleferico. Caminhamos até a estação mais próxima da calle Sagarnaga, que pertencia à linha Morada (roxa) e decidimos que faríamos um "tour": Linha Roxa -> Linha Prateada -> Linha Vermelha, descendo no terminal central de ônibus, onde aproveitaríamos para já comprar as passagens para Copacabana. 

      Foto: Entrada da Estação da Linha Roxa

      Foto: Vista aérea de La Paz (as construções são todas assim, sem reboco. Dizem que desta forma pagam menos impostos)
       
      Chegando ao terminal central, compramos as passagens de ônibus para Copacabana por 30 bolivianos. O terminal é relativamente organizado, mas as empresas de ônibus pagam pessoas para fazerem propagandas no grito o tempo inteiro, então imaginem cerca de 10 pessoas, cada uma tentando gritar mais alto que a outra um nome de cidade diferente 😖
      Saindo do terminal, caminhamos até o Mirador Kilikili, que ficava próximo ao nosso apartamento. No caminho pra lá passamos por algumas ruelas que pareciam ruas de favela, mas deu tudo certo 😮

      Foto: Vista do Mirador Kilikili
       
      DICA: Todo o tempo utilizamos o aplicativo Maps Me para nos locomover. Ele funciona em modo offline e traça rotas como um Waze/Google Maps, basta baixar o mapa da região quando você tiver conexão à internet.


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