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Alcides

Huayna Potosí

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Samuel!!

 

Muito legal o seu vídeo, vou divulgar o mesmo em meu blog.

 

http://www.vanderdissenha.wordpress.com

 

Fala Vander fico feliz em saber que meu singelo vídeo vai ser divulgado em teu blog.

Infelizmente brasileiro em sua grande maioria não tem muito sucesso com os guias bolivianos e isso é muito triste :( ... acredito que decorrente destas dificuldades tiramos ainda mais experiencias para futuras conquistas...

parabéns por tua conquista ::otemo::

 

Mais informação de minha aventura descrevo neste relato abaixo:

 

http://www.mochileiros.com/trip-ao-huayna-potosi-t85456.html

 

Att,

Samuel Oscar

.

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Fala Galera segue meu breve relato de minha TRIP ao Huayna Potosí:

 

Consegui realizar meu SONHO que demonstro no filme acima via empresa ALBERTH TOURS BOLIVIA (http://www.hikingbolivia.com/) com que por sinal foi indicação de muitos profissionais da área do montanhismo mas, vamos a realidade e aos fatos de minha trajetória:

Conversei com Juan Hinojosa proprietário da empresa e o mesmo foi muito prestativo e educado. Nesta conversa questionei o mesmo com relação aos guias, sendo que já tinha lido de muitos relatos o desrespeito e os despreparo de alguns guias com os montanhistas brasileiros(como LLLcastro2 relata acima). Decorrente deste dialogo requisitei que o mesmo (Juan) me indicasse o melhor guia para realizar meu sonho e adivinha quem era "Teo" , me dizendo que era o mais experiente e preparado para minha empreitada.

 

Terceiro Dia - Neste dia foi o TERROR e a maior frustração que tive com o Teu que foi apenas o meu guia por motivos de saúde a Pâmela :( que era para ser minha companheira já o Eliseu foi o guia dos dois bombeiros. Tudo preparado e explicado com poucos detalhes do ataque ao cume. O ataque estava marcada para 01h00 e os guias ficaram de chamar as 00h00 para preparar o equipamento e neste horário começou minha desavença com o Teu ::vapapu:: pois o mesmo, acredito, achou que eu iria desistir por minha namorada não estar passando bem mas, a Pâmela abdicou por acreditar que eu seria capaz ... conseqüentemente o guia não foi me chamar as 00h00 e comecei a me preparar sozinho e bem puto pois, o mesmo veio do nada as 00h45 me questionar c eu estava pronto afffffffffffffff. :evil::twisted:

Começamos o ataque por volta de 01h40 e o mesmo começou a resmungar (Dialeto) e andar num ritmo alucinante, passei os dois brasileiros e comecei a perceber que a todo o momento o meu guia olhava para baixo a procura de algo e, de repente do nada após 30 minutos ele para e me diz que é para esperar o Eliseu.

Quando Eliseu chega em nosso ponto ele vem e me diz:

- Amigo que tal irmos todos juntos e caso alguém venha a desistir, regressamos todos!!! ::dãã2::ãã2::'>

Logo em seguida eu rebato:

- De maneira alguma pois, não foi de bobeira que a Pâmela abdicou em acreditar que sozinho eu conseguiria ter sucesso! O fato não é que meus amigos não vão conseguir pois, também acredito neles mas, não quero ficar a mercê de algo que não caiba a mim!

Conseqüentemente os guias começaram a falar em dialetos e como eu não sou BOBO me liguei em todo esquema pois, os mesmos não acreditavam na conquista de todos!

A partir deste momento o Teu se virou e começou a andar em um ritmo ainda maior e não atender aos meus pedidos de parada para descansar e isso começou a me afetar psicologicamente e de repente por começar a sentir câimbra parei e olhei aos céus nas estrelas e começei a pensar nos esforços que os grandes montanhistas fazem para realizar seus sonhos e na expressão de minha namorada chorando ao dizer que não iria e que acreditava em mim. Neste momento o guia jogou teu piolet aos chão e começou a me chamar de mole, fraco e que eu não iria conseguir alcançar ao cume pois, não estava me alimentando direito e que ele nunca conseguiu chegar com um Brasileiro sozinho ao cume. Comecei a chorar ::mmm: de raiva e começamos a discutir nos 5.600m de altitude de um modo muito agressivo ::vapapu:: , expliquei que os brasileiros tem seus costumes e suas qualidades e não é por isso não temos as nossas. Expliquei em tons bem alto que eu estava deixando de comer as comidas que eles estavam fornecendo pois estava me fazendo mal (fazia mal, enjôo) o tempero que eles utilizam em comidas bolivianas e que isso não iria me impedir de realizar meu SONHO pois, sou brasileiro e mesmo que me arraste não vou DESISTIR. O mesmo se transformou ::Ksimno:: a partir da discussão e começou a me tratar de outra maneira, me explicando que iríamos ter que voltar rápido por causo do degelo. Concluímos o Ataque ao Cume em 04h30 (tradicional 06h00) e retornamos em 40 minutos ao Acampamento Alto. ::cool:::'>

 

Este é meu breve relato de uma trajetória rumo a um SONHO e que minha expressão sincera do final do vídeo demonstre minha conclusão desta CONQUISTA... "O vento corta um pouco do som do equipamento amador que usamos em nossas aventuras, afinal isso não é documentário armado da rede globo, é vida real. Ramon Quevedo"

 

 

Amigos,mais uma vez, lendo o relato acima chego no mesmo alerta: Não usem a Alberth Tours. Os donos da agencia são muito prestativos, mas o guias dessa agência ão uns babacas. Você só vai ter frustações.

Obs- O Teo(guia do relato acima) é irmão do Eliseu(o guia que frustou minha tentativa de subir..

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Olá. Sinto-me na obrigação de ajudar com algumas informações, já que o forum foi muito útil na minha aventura na Bolívia.

1- A empresa que contratei foi a Travel Track ( fica na Sagarnaga 213) e foi indicada por alguem aqui no site. Não tenho queixas, assistencia boa, os guias foram atenciosos ( em especial Felix 2 com quem subi no ataque ao cume). Os equipamentos e roupas eram bem mais ou menos. Assim, se não tiver os seus próprios (em especial roupa), aconselho a comprar ou exigir algo melhor.

2- Valor: 1000 Bol, mais 200 para o porteador (tenho problema em carregar peso nas costas e as condições de saúde não estavam boas. Não queria que nada me atrapalhasse para o cume).

3- Bem, cometi um erro tremendo: fui meio que achando que a coisa era facil, até amadora e isso contribuiu para meu insucesso. É muito difícil, muito mesmo, o esforço físico é enorme, embora tenha um preparo fisico ótimo, com uma meia-maratona completada menos de um mês antes do cume.

4- Não fiz a aclimatação devida e isso também foi um fator determinante. Cheguei em La Paz vindo de Santiago onde esquiei por vários dias acreditando que isso ajudaria. Como não tinha muitos dias e já estava com as passagens compradas para La Paz, resolvi arriscar.

5- Condições físicas devem estar 200%. Nada, absolutamente nada pode te atrapalhar (dor de barriga, dor muscular, muito enjoo etc). No meu caso, uma gripe violenta já me derrubou em Santiago. Mas a sede de esquiar me impediu de parar e me recuperar. Passava o dia todo nas montanhas, me alimentando mal e saindo para beber à noite.

6- Cheguei em La Paz numa sexta-feira e contratei o passeio com saída no domingo. Passei o sabado comprando coisas e tentando me recuperar da gripe.

7- No domingo partimos: eu, um suíço e um casal de belgas. Os dois primeiros dias foram normais, mas visivelmente eu era a mais fraca do grupo. Por mais que me alimentasse e descansasse a gripe não ia embora. E a cabeça te prega peças terríveis: o tempo inteiro eu me perguntava o que estava fazendo ali e porque não iria embora. No dia do cume, estava chateada pois havia discutido com o suiço, pois ele não queria ir comigo. O guia botou panos quentes mas foi categórico ao dizer que teríamos de ir juntos. Em momento algum me senti pressionada a abortar pelo guia, mas sim pelo parceiro. Bem, subimos os três e, no meio do caminho comecei a sentir muita dificuldade. O guia começou a tentar resolver o problema e tentou me deixar com um grupo mais lento (que no fim, acabou desistindo. mas eu ainda queria tentar). Depois de um tempo, ele deixou o suiço com um grupo e prosseguimos só nós dois. Só que em dado momento eu já não estava diferenciando mais sonho de realidade (uma hora sentia um calor do caramba, outra hora um frio extremo. Taí a razão da necessidade de roupas boas, técnicas). E foi então que conversei com Felix e falei que queria voltar (foi a decisão mais frustrante de todas as aventuras que fiz). Ele ainda avisou que estávamos a 5.800 e que era para tentar mais um pouco. Mas ao olhar a subida gigante que tinha de fazer e ainda havia um bom pedaço até a crista, pois dava pra ver as lanternas lá em cima, comecei a chorar. Felix pediu para que eu não chorasse, pois ele iria voltar. Não se tratava disso, mas sim da decepção de não ter conseguido. Voltei o tempo inteiro chorando e andei muito. Sei que cheguei no limite, não tinha mais de onde tirar forças.

8- Para mim ficou a lição: mais preparo da próxima vez. Ainda estou digerindo tudo isso, não foi fácil, afinal de contas fui à Bolívia somente para a montanha. Bem, mas no ano que vem estou de volta, mais preparada e sem gripe.

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Pois é..... o pessoal acha que é barbada.... mas o negocio é difícil mesmo...

 

eu contratei um guia só pra mim... paguei 1400bs e foi a coisa mais certa que fiz....

 

O guia super gente boa, se chama Davi, me incentivou varias vezes, sinceramente não tenho nada de ruim pra falar dele.

 

Levei comida liofilizada e foi muito bom... tinha gringo passando mal por causa da comida que eles servem nos abrigos.

 

O negocio é se preparar muito bem fisicamente, passar uns dias la pra aclimação e não querer poupar dinheiro com agencia, escolha uma boa com guia individual.

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Verner,

 

Com a empresa que citei acima consegui pelo valor de 1.040,00 BOB mas, pelas minhas pesquisas que realizei por La Paz os preços são meio tabelados o que tu pode fazer na minha opinião, ou seja o que eu fez foi negociar aluguel de um bom saco de dormir e de algum equipamento extra (Óculos)... nas agencias o pacote esta incluso os equipa (grampões, botas plásticas, piolet, capacete, cadeirinha e o macacão)

 

qualquer coisa estamos ai ::otemo::::otemo::

 

Att,

Samuel Oscar

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Olá Pessoal, tenho algumas duvidas, pretendo fazer uma viagem a La Paz em Agosto de 2014 e tenho algumas duvidas:

Tenho disponivel 20 dias de viagem aonde pretendo conhcer o Atacama e depois seguir para La Paz...Pretendo ficar uns 10 dias no atacama como início da minha aclimataçao e quando chegar em La Paz conhcer o lago Titicaca, fazer um pouco de trekking na região do condoriri (tentar subir o Cerro Austria ou o Pequeño Alpamayo) e também subir o chacaltaya como aclimataçao e também para verficar como meu corpo vai reagir a essa altitude. Se tudo for bem e me sentir bem fisicamente quero tentar o cume do Huayna Potosi.

Nao tenho experiencia em alta montanha e minha maior preocupaçao é a aclimataçao.

Esta bom esse roteiro que tenho? alguém sugere alguma alteraçao ou alguma outra atividade nao citada?

Outra duvida é se alguém sabe qual a melhor maneira de ir de Sao Pedro do Atacama para La Paz...

Desde ja agradeço aos amigos mochileiros!!!

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    • Por naiarasc
      Relatarei uma viagem de 11 dias pela Bolívia, incluindo o Trekking Condoriri (4 dias e 3 noites) conjugado com tentativa de subida ao Huayna Potosi (3 dias e 2 noites), resumida pelo roteiro a seguir:
      Dia 02/06: Vôo pra La Paz Dia 03/06: La Paz - passear pela cidade, visitar as agências e fechar o pacote do trekking Dia 04/06: La Paz - Subir o Chacaltaya e passeio do Valle de la Luna Dia 05/06: Viagem pra Copacabana e dormir na Isla del Sol Dia 06/06: Voltar pra La Paz e últimos preparativos pro trekking Dias 07 a 09/06: Trekking Condoriri, finalizando no Campo Base do Huayna  Dia 10/06: Huayna Potosi - Treinamento escalada no gelo Dia 11/06: Huayna Potosi - Subida ao Campo Alto Dia 12/06: Huayna Potosi - Ataque ao cume e volta pra La Paz Dia 13/06: Vôo de volta pro Brasil Minha primeira passagem pelo país tinha sido em 2012, em um roteiro típico de mochilão, no qual tive poucos dias em La Paz e depois segui para Cusco e Machu Picchu. Não ter conhecido o Salar de Uyuni nesta minha primeira ida à Bolívia era uma das minhas grandes frustrações e por isso eu estava decidida a voltar. A oportunidade surgiu em 2016,  em uma viagem para o Deserto do Atacama, a qual aproveitei para fazer o passeio do Salar (são geograficamente próximos e existem passeios saindo de San Pedro do Atacama). 
      Já tendo ido 2 vezes, completado os roteiros tradicionais (Uyuni, Downhill na Death Road, Lago Titicaca, etc) e considerando todos as dificuldades de uma viagem pela Bolívia, eu não imaginava voltar outra vez àquele país. Contudo, depois de muita indecisão quanto ao roteiro de férias do ano (Portugal? Eslovênia? Peru?), entrei em acordo com meu namorado, que ainda não conhecia a Bolívia, e decidimos ir até lá fazer um roteiro de trekking.
      Com um pouco de pesquisa eu tive certeza que o Condoriri seria uma das melhores escolhas em termos de belas paisagens, logística fácil e preços razoáveis. Assim, decidimos que faríamos o Trekking do Condoriri junto à tentativa de escalada ao Huayna Potosi. A logística dos dois é bem encaixada, visto que o local final do trekking coincide com o local de início da escalada (Campo Base). 
      Pelos diversos relatos que li, eu já estava ciente que o trekking e escalada não seriam fáceis. Além do frio, a altitude cobra um preço caro sobre nosso físico e psicológico e por isso tentei montar um roteiro que contemplasse tempo suficiente de aclimatação. Abaixo relatarei com mais detalhes cada um dos dias da viagem:
      1° Dia - Chegada em La Paz
      Saímos de Guarulhos em um vôo da BOA (Boliviana de Aviación) com escala em Santa Cruz de la Sierra e parada final em La Paz. Esta companhia aérea é uma empresa estatal boliviana e não muito conhecida entre nós brasileiros. Confesso que tive certo receio ao comprar as passagens, mas os vôos foram pontuais e serviram lanches muito bons, portanto só tenho elogios 😁
      Nossa chegada estava prevista para 17h30. Em geral sempre opto por utilizar o meio de transporte mais barato para sair do aeroporto, porém minhas recordações do transporte público caótico da cidade, dos taxis sem taxímetro e os alertas de que El Alto (cidade em que está o aeroporto) não é um lugar assim tão seguro ao anoitecer, me fizeram reservar um transfer ao preço de 90 bolivianos. Fiz a reserva com o proprietário do apartamento em que íamos nos hospedar (aluguei pelo Booking, o apto é este aqui).
      Chegamos à Bolívia portando somente dólares e reais. Além de difícil, comprar bolivianos estando no Brasil sai muito mais caro. No entanto, precisávamos de moeda boliviana para pagar pelo transfer e pelo apartamento, já que havíamos sido alertados que só aceitavam moeda local. Assim, durante a conexão em Santa Cruz de la Sierra, fui procurar na sala de embarque algum lugar para trocar dinheiro. A sala era pequena e não vi casas de câmbio lá dentro, por sorte o atendente de uma cafeteria se dispôs a fazer o câmbio. A cotação dele era pior que aquela que eu tinha visto no Google, por isso trocamos estritamente o necessário. Já sabíamos que encontraríamos cotações bem melhores no dia seguinte em La Paz.
      Chegando em La Paz o motorista do transfer já nos aguardava e nos levou ao apartamento, que ficava no bairro Miraflores, relativamente próximo ao centro. Aproveitamos a noite para dar uma volta pelo bairro e ir ao supermercado comprar comida. Não sentimos os piores sintomas do mal de altitude (dor de cabeça, enjôo, etc), mas notamos que a simples caminhada até o supermercado já tinha nos deixado sem fôlego. Durante a noite notei que demorei mais a dormir e acordei muitas vezes, o que não é habitual para mim.
      2° Dia - Passeio pela cidade
      O objetivo principal deste 2° dia era cambiar dinheiro, definir uma agência e comprar o pacote do trekking e escalada. Conforme as pesquisas que tinha feito pela internet, eu já estava praticamente convencida a ir com a agência Hiking Bolívia. Chegando à calle Sagarnaga até visitamos algumas outras empresas, mas decidimos ir com a Hiking Bolívia mesmo. Fechamos com eles o passeio do Chacaltaya + Valle de la Luna para o dia seguinte (80 bolivianos por pessoa + taxa) e o Trekking Condoriri + Huayna Potosi (2400 bolivianos por pessoa + taxas). O câmbio do dinheiro fizemos em uma casa de câmbio lá perto mesmo, as cotações eram 1,65 boliviano/real e 6,95 boliviano/dolar.
      Terminados os 'negócios', fomos almoçar em um restaurante indiano que eu tinha marcado como seguro, segundo minhas pesquisas. Aqui vale um parênteses: na minha primeira ida à Bolívia, um amigo teve infecção alimentar e precisou ficar 3 dias no hospital tomando soro. Além disso, as estatísticas de diarreias em turistas naquela região são alarmantes, dadas as condições precárias de higiene. Portanto, decidimos tomar MUITO cuidado com o que comíamos, pois alterações de saúde iriam comprometer todo nosso planejamento de viagem. 
      Depois do almoço, fomos conhecer o Teleferico. Caminhamos até a estação mais próxima da calle Sagarnaga, que pertencia à linha Morada (roxa) e decidimos que faríamos um "tour": Linha Roxa -> Linha Prateada -> Linha Vermelha, descendo no terminal central de ônibus, onde aproveitaríamos para já comprar as passagens para Copacabana. 

      Foto: Entrada da Estação da Linha Roxa

      Foto: Vista aérea de La Paz (as construções são todas assim, sem reboco. Dizem que desta forma pagam menos impostos)
       
      Chegando ao terminal central, compramos as passagens de ônibus para Copacabana por 30 bolivianos. O terminal é relativamente organizado, mas as empresas de ônibus pagam pessoas para fazerem propagandas no grito o tempo inteiro, então imaginem cerca de 10 pessoas, cada uma tentando gritar mais alto que a outra um nome de cidade diferente 😖
      Saindo do terminal, caminhamos até o Mirador Kilikili, que ficava próximo ao nosso apartamento. No caminho pra lá passamos por algumas ruelas que pareciam ruas de favela, mas deu tudo certo 😮

      Foto: Vista do Mirador Kilikili
       
      DICA: Todo o tempo utilizamos o aplicativo Maps Me para nos locomover. Ele funciona em modo offline e traça rotas como um Waze/Google Maps, basta baixar o mapa da região quando você tiver conexão à internet.


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