Ir para conteúdo
  • Cadastre-se
  • Faça parte da nossa comunidade! 

    Peça ajuda, compartilhe informações, ajude outros viajantes e encontre companheiros de viagem!
    Faça parte da nossa comunidade! 

Augusto

Caminhadas na região de Paraty (Pedra da Macela, Pico do Cuscuzeiro, Saco do Mamanguá

Posts Recomendados

Oi pessoal.

 

Esse aqui é um relato de uma longa trip que eu e a Márcia fizemos na região de Paraty, do dia 02 de Janeiro até o dia 10. O Jorge Soto participou da subida à Pedra da Macela, Trilha dos 7 Degraus e o Pico do Cuscuzeiro. O Saco do Mamanguá eu fiz somente com a Márcia.

Pegamos dias de muito Sol, às vezes com uma pequena garoa no final da tarde.

 

 

Fotos da subida a Pedra da Macela:

 

Fotos da Trilha dos Sete Degraus:

 

Fotos da Trilha do Pico do Cuscuzeiro:

 

Fotos do Saco do Mamanguá:

 

Há muito tempo tentava arranjar uma forma de voltar à Paraty para subir o Pico do Cuscuzeiro (no final de 1998 fiz a Trilha do Corisco entrando por Ubatuba e terminando em Paraty e passando ao lado da trilha que acessa o topo do Pico).

Surgiu a oportunidade quando o Jorge também quis participar da empreitada.

Por estar de férias resolvi também fazer a trilha da subida da Pedra da Macela entrando por Cunha e em seguida fazer algumas explorações pelas trilhas da região do Saco do Mamanguá e para finalizar, conhecer uma pouco das praias da Enseada da Cajaíba onde se localiza a Praia do Pouso. O nosso roteiro seria o seguinte: seguir para Cunha e de lá subir a Pedra da Macela e depois descer a Trilha dos 7 Degraus até Paraty. Depois subir o Pico do Cuscuzeiro e fazer o Saco do Mamanguá. E para finalizar, ficar alguns dias na Enseada da Cajaíba curtindo as praias de lá.

 

598dd299d0ff2_003-Plataforma44-aqui.JPG.853767157bbfc18336e1be5f11b51c2f.JPG

Saímos de Sampa eu, a Márcia e o Jorge de ônibus em direção a Guaratinguetá no horário das 11:00 hrs do dia 02 de Janeiro a tempo de pegar o ônibus das 14:00 hrs que seguia para a cidade de Cunha.

Como o início da trilha para a Pedra da Macela está a + - 30 km da cidade, tínhamos que arranjar algum transporte quando chegássemos em Cunha, pois caminhar seria muito desgastante já que seriam aproximadamente 25 km de asfalto e + - 5 km de terra até chegar na porteira que dá acesso a Pedra da Macela.

 

598dd299dd207_005-ChegandoemCunha.JPG.34a41bfc8f85f61562d61f7b406b5eec.JPG

Chegamos em Cunha pouco depois das 15:00 hrs.

Próximo da Rodoviária procuramos alguns táxis e encontramos uma van que nos deixaria no início da estrada de terra por $40,00 reais o grupo. Nem fomos atrás de outro transporte porque o tempo que nos restava era curto e se demorássemos mais ainda poderíamos não chegar no topo da Pedra antes do anoitecer.

 

598dd299e9a05_007-PedradaMacelaesquerda.JPG.293ca9a0ac13fbd03051fe4777e6ce9a.JPG

598dd29a01efa_012-Moradorespedindocarona.JPG.e0be5983944aea09c37dac49ec3c4e70.JPG

A van fez o percurso rápido e as 16:00 hrs iniciamos a caminhada pela estrada de terra com algumas subidas passando por alguns sítios e chácaras.

 

598dd29a1d74c_017-Mochilasnascostasepnaestrada.JPG.73dea3ab0a21aaf4b4e2c1c277cad22a.JPG

598dd29a0fb76_016-Daquiparafrentesnacaminhada.JPG.0504cfca930c46576e22c94d1b868986.JPG

Até tentamos falar para o motorista nos levar pela estrada de terra, mas ele disse que a mesma estava muito ruim.

A caminhada segue por um vale sempre subindo com um rio à esquerda, passando ao lado de alguns sítios e chácaras.

 

598dd29a2a700_018-Estradabemarborizada.JPG.d003bae6aabb5f86de038c383a492800.JPG

598dd29a36a8f_020-Eretastambm.JPG.1a43431c47f65002740c53f31bbb567d.JPG

Passamos também ao lado de uma pequena cachoeira em forma de tobogã do lado direito.

 

598dd29a43402_026-Emais.JPG.77b66f8c4d3eb8b8616d149580c2958b.JPG

Quando a estrada segue no plano e uns 200 mts antes de chegar na porteira de acesso à Pedra da Macela encontramos uma pequena porteira à direita que marca o início da Trilha dos 7 Degraus, que iríamos fazer no dia seguinte.

 

598dd29a4edef_032-satravessaraporteira.JPG.fdeba24a13afbc579a0b2b1f273c676f.JPG

Essa trilha também é conhecida como Caminho do Café.

Mas nosso objetivo naquele dia era acampar no topo da Pedra da Macela.

 

598dd29a5bd85_034-IniciodaestradaparaPedradaMacela.JPG.78d1e1cbb397c37ee0f58278775aee2d.JPG

Caminhando por mais alguns minutos pela estrada, chegamos na porteira de metal que dá acesso ao topo da Pedra e ao cruzá-la, a estrada passa a ser de concreto com alguns trechos de asfalto e subida bastante íngreme.

Junto da porteira passa um pequeno riacho - pegue água aqui, pois daqui para frente não tem mais.

Agora estamos na propriedade de FURNAS que instalou as torres no alto da Pedra.

 

598dd29a690d7_036-Subidapelaestrada.JPG.4f1e013f0aebf2ec1e4f67cafa27ef33.JPG

A estrada segue em zigue-zagues com bastante inclinação e tivemos que ir parando em vários momentos para descansar, com o Jorge indo à frente e eu e a Márcia ficando para trás.

 

598dd29a755b8_037-Muitacurva.JPG.402cbf521f8b68f235482fb33d7cb7e9.JPG

Como tínhamos iniciado a subida às 17h20min, a neblina tomava conta de toda região e não conseguíamos ver muita coisa ao redor.

 

598dd29a8dff1_041-Neblina.JPG.a4de1814132423eb19a5974a1cdf002f.JPG

598dd29a818fd_040-AntenasdeFurnaslemcima.JPG.c9efa2f24f349828fa99268074fd099c.JPG

De vez em quando o tempo abria e já víamos as torres lá no alto e até ameaçou vir uma garoa que por sorte não veio.

E as 18h35min chegamos no final da estrada, marcada por uma porteira de arame que dá acesso às torres.

 

598dd29ac51b9_048-Trilhazinha.JPG.e56520bf1bb60c87e4e9fcb768ef3298.JPG

598dd29a9a617_046-Cercaemvoltadasantenas.JPG.86d2c707ecec827b22ad5ef416e15ce1.JPG

Aqui é proibida a entrada e existem algumas setas apontando para a direita, para contornar a área das torres e do outro lado e alguns metros abaixo encontramos um lugar plana para montar nossas barracas.

 

598dd29acfe03_050-Todomundomontandobarraca.JPG.f9a91821c446dfed65f4578180e20221.JPG

O local é bem aberto, mas protegido por algumas rochas.

 

598dd29adb31e_054-Penaquenodparavernada.JPG.62a16d0eb088b1fa988265c84ece95ce.JPG

A neblina cobria tudo ao redor e depois de montadas as barracas, fomos conhecer a área do topo, onde ficam as torres.

Nesse momento encontramos o Seu Lourival, que trabalha como vigia das torres, que nos pediu para que assinássemos o livro de visitas.

 

Ele disse que cuidava dos equipamentos para que não apresentassem problemas.

No livro percebemos que outras pessoas acampam por aqui regularmente e que éramos as primeiras três pessoas a acampar por aqui em 2008.

 

598dd29ae6a1e_056-Antenasaliemcima.JPG.692a293cbc25b757e00d7d72959e7ed2.JPG

598dd29af15f0_057-Neblinaaoredor.JPG.af6a99098f56b0f09ed0e2edd7c53d82.JPG

Depois disso voltamos para as barracas e fui fazer o jantar.

Coloquei o celular para despertar pouco depois das 5 horas da manhã para pegar o nascer do Sol.

 

598dd29b09b76_063-Paratyaindaasescuras.JPG.af5ad6bf2e52edd98d992527d8f61edd.JPG

Quando acordamos o tempo estava totalmente aberto, mas um pouco escuro ainda e já dava para visualizar facilmente as luzes de Paraty e alguns outros bairros ao longo da Rodovia Rio-Santos.

A temperatura não estava tão baixa, mesmo por estarmos no topo de um pico.

 

598dd29b156bb_065-Solaparecendo.JPG.a6ec0285f9acddffd25651b8ef8ee020.JPG

598dd29b21a2a_071-Belaimagem.JPG.b28dbb67c077f5452ba72bcbc2ba8e8b.JPG

As 06h10min os primeiros raios surgiram por entre as águas do mar e já se conseguia visualizar toda a serra em volta, com o Pico do Frade à esquerda onde nós três já estivemos em 2005 e à direita aparecia o Pico do Cuscuzeiro que seria nosso objetivo para o dia seguinte.

 

598dd29b5dc17_077-Barracas.JPG.31e326cee040e1e9869685868ac16e45.JPG

598dd29b2f968_072-Localdoacampamento.JPG.d265ae29631fe8eeb812a13b354fd80b.JPG

598dd29b691ba_081-Vistaparalitoral.JPG.ae3789a4c2ff05689f56aaa04d0c4f3e.JPG

Depois de desmontar as barracas, as 07h30min iniciamos a descida para a trilha que iríamos fazer nesse dia, chegando à porteira pouco depois das 08:00 hrs onde paramos para tomar o café da manhã.

 

598dd29b754dc_111-Aquiaporteira.JPG.3c5fdea5dfe60aa082de4b0a7b92a929.JPG

Ao cruzarmos a porteira, seguimos por uns 200 mts pela estrada até encontrar uma outra porteira de madeira à esquerda onde se inicia a Trilha dos Sete Degraus.

 

598dd29b89f99_115s-Panoramicadoinciodatrilha.jpg.143cb17c572d24424651f71347487b9c.jpg

598dd29b839cf_113-Iniciodatrilhado7Degraus.JPG.90c6c0bfd59ed521164caebaf1776f5f.JPG

Estávamos com um croqui da trilha, mas estava bem desatualizado, pois não encontramos algumas das porteiras descritas.

 

598dd29b968ef_117-Aspectodatrilha.JPG.9646e7cbcf2e0d63baa3bacfc8c52239.JPG

A trilha segue no plano até chegar na borda de um vale à esquerda e mais alguns minutos seguindo para a direita, passamos ao lado de uma casa abandonada.

 

598dd29ba4077_119-Segundaporteira.JPG.8922746b74e1837f39b78cc19ce620ee.JPG

598dd29bb24fc_121-Valesempreaesquerda.JPG.6f9e56ec95e4ebee08f63baf454cace4.JPG

598dd29bc09ca_122-Aindavamossubiressemorroemfrente.JPG.cf7720dcaf7378680a348c59e57d59ac.JPG

 

Depois de caminhar por cerca de 30 minutos desde a estrada, a trilha passa por uma área de brejo por alguns metros e logo chegamos a uma cerca de arame onde uma porteira de madeira dá acesso a um pasto onde estão plantados inúmeros eucaliptos.

Devido ao croqui estar desatualizado, passamos direto pelos eucaliptos e seguimos por um caminho de vacas até chegar à casa do Seu Tinho, a segunda casa que encontramos.

 

598dd29bce853_124-CasadoSeuTinhologoafrente.JPG.ad4fc8d382fbf2fdb3fc0a1709c2cc09.JPG

Depois de conversarmos com ele, nos disse para retornarmos até a porteira e de lá seguir morro acima.

 

Pegamos água de uma pequena nascente ao lado da casa e voltamos até os eucaliptos.

Aqui é só continuar subindo próximo à cerca de arame até o topo por cerca de 100 metros.

E a continuação da trilha esta lá no alto junto ao final do pasto quando a trilha entra na mata fechada.

 

598dd29bdd7f7_130-Comoatrilha.JPG.840cc786f3657d3c4fa27690eb5beda8.JPG

A partir daqui aparecem algumas bifurcações a direita e a esquerda, mas a trilha principal é bem demarcada e na direção do topo, lembrando muito uma antiga estrada que foi tomada pelo mato.

 

Depois de uns 10 minutos no plano, a trilha começa a tomar um rumo descendente seguindo em linha reta e daqui para frente começam a aparecer antigos vestígios do caminho como o calçamento de pedras e alguns muros de arrimo que ficaram intactos mesmo após 200 anos.

 

598dd29cc1881_140-Antigaestrada.JPG.2f3c831077473313417f2871da1874f2.JPG

Em alguns trechos a mata tomou conta, mas o antigo caminho está lá.

Passamos também por trechos em que a trilha está semelhante a uma estrada, de tão aberta que está.

 

598dd29cd434d_149-Outrotobog.JPG.3e08a7f4f01ac91bd18dcfcb2e26e44d.JPG

Depois de pouco mais de 2 horas desde o topo chegamos a um pequeno riacho do lado esquerdo junto da trilha e aqui paramos para comer alguma coisa e descansar um pouco.

A trilha continua descendo e cruza esse mesmo riacho, seguindo para a esquerda.

Daqui para frente aparecem algumas bifurcações, passa por um descampado e às 14h30min chegamos a uma pequena ponte de madeira, onde dois rios se encontram.

 

598dd29ce10e6_150-Aquidoisriosseencontram.JPG.cdb1f4249ffa4252a68dcc2b5424dbc1.JPG

A trilha termina aqui e se inicia a estrada que ainda segue descendo em direção ao bairro da Pedra Branca.

 

598dd29cee89e_154-Maistobog.JPG.29d63d3d9edde4ddd09d50a842914056.JPG

Ainda passamos pela cachoeira da Pedra Branca, alguns poções e por alguns carros, mas nada de carona.

 

598dd29d07f21_158-EntradadaFazenda.JPG.d2f30a8ecf7db2d342d450c8144acbce.JPG

Pouco antes das 17:00 hrs a Fazenda Murycana aparece do lado direito e uns 15 minutos depois chegamos na estrada que liga Paraty a Cunha onde existe um marco de concreto da Estrada Real.

 

598dd29d17222_160-EstradaCunhaaParaty.JPG.7ed2f96c8db98f7081dcaee9bbb8a164.JPG

Depois de atravessar o rio paramos em um bar e ficamos aguardando o ônibus que ia nos deixar na Rodoviária de Paraty e lá iríamos pegar outro que nos levaria para o Bairro do Corisco, onde se inicia a trilha para o Pico do Cuscuzeiro, nosso objetivo no dia seguinte.

 

 

 

Continua......

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Pico do Cuscuzeiro

 

O ônibus passou as 18h15min e na Rodoviária pegamos outro para o Bairro do Corisco que saiu por volta das 20:00 hrs, descendo no ponto final do Bairro do Corisquinho.

Junto com a gente desceu uma senhora que é moradora ali da região e que tomou o mesmo caminho que a gente.

Perguntamos sobre a trilha do Pico do Cuscuzeiro e a trilha para Ubatuba.

Ela nos disse que estávamos no caminho certo e era só se mantermos na estrada principal sempre subindo e com o Rio Corisquinho do lado direito.

Como já era noite e estávamos muito cansados resolvemos procurar um lugar para montar as barracas ao lado do Rio Corisquinho que estava do lado direito.

Depois de caminhar + - 15 min desde o ponto de ônibus encontramos uma trilha que sai da estrada e que leva até o rio onde existiam algumas clareiras. Com a ajuda de lanternas, achamos alguns lugares planos para montar as barracas e com o rio bem ao lado, aproveitamos para tomar um belo banho e relaxar da longa caminhada daquele dia.

 

598dd2f164847_04-Pausaparatomarbanho.JPG.899ff6bbd1d2c4838e7f6410554718d0.JPG

No dia seguinte, dia 4 de janeiro, o Jorge já veio bater na nossa barraca logo pela manhã para iniciarmos a caminhada o quanto antes.

 

598dd2f170deb_08-Trilhaparaolocaldocamping.JPG.d25b8b271ed4d00cac5a9833e667ae47.JPG

O dia prometia, pois seria somente de subida e tentaríamos pegar a trilha que poucos tinham feito.

Depois de desmontar as barracas voltamos para a estrada de terra e continuamos a subida e uns 5 min depois chegamos a uma bifurcação e seguimos para a direita.

A partir desse ponto um senhor - Seu João - nos acompanhou estrada acima e disse que era dono de um pequeno sítio que se localizava morro acima e no caminho foi contando sobre sua vida na cidade do Rio de Janeiro.

 

598dd2f17cd15_09-Primeiraporteiranaestrada.JPG.f7c293b433ff24b833bf1fa9a16e49b2.JPG

Chegamos na primeira porteira pouco antes das 09:00 hrs e aqui existem inúmeras placas com o nome dos sítios que estão localizados estrada acima.

 

598dd2f188b3a_11-Outraporteira.JPG.9395c08f7b338482025efd9df59a032a.JPG

Uns 10 min depois passamos por outra porteira onde existe uma pequena ponte de concreto a esquerda sobre um rio e logo a frente outros sítios aparecem e logo chegamos no sítio do Seu João (ele ficou aqui e nós continuamos a subida pela estrada).

Logo chegamos a um ponto da estrada onde ela vira bruscamente para a direita e continua subindo a serra para chegar a uma casa muitos minutos acima.

Nesse ponto existe uma trilha que entra na mata à esquerda e seguimos por ela.

A trilha é bem demarcada e não tem como errar.

 

598dd2f1a4271_18-Quintoriacho.JPG.4173df7a6d12b545f7681aed37419033.JPG

598dd2f1958a8_16-Terceiroriodatrilha.JPG.d4bc398b488dcdff4679021d29049345.JPG

Cerca de 100 metros e chegamos a um pequeno rio onde existe uma rústica ponte com corrimão de cabo de aço. Desde o início da trilha cruzamos com vários riachos sendo dois deles de pequeno volume.

Alguns minutos à frente seguimos por uma larga trilha rente a uma cerca de arame, terminando em uma pequena porteira de arame, junto a um pequeno riacho.

Cruzando a cerca de arame, a trilha termina em uma casa no meio da mata, mas nossa direção não é essa.

 

598dd2f1b3d36_20-Poucofechadanoinicio.JPG.00ae6d3970ffdaa0014d4e4ab76a582b.JPG

Antes de cruzar a cerca seguimos à esquerda rente à ela por uma trilha um pouco escondida pela vegetação que vai subindo até cruzar perpendicularmente com outra trilha que vem da casa e segue para esquerda.

A trilha continua subindo em frente, mas a partir desse ponto ela já começa a ficar fechada e só conseguimos avançar por alguns metros.

Chegamos a um ponto da trilha onde haviam inúmeras árvores caídas, com muita vegetação crescendo em volta delas dificultando totalmente a caminhada.

 

Aqui a trilha se perdia totalmente e eu e o Jorge tentamos várias vezes encontrar uma trilha pelo lado esquerdo, mas a dificuldade de avançar serra acima era muito grande. Pelo lado direito existiam as árvores caídas e com isso chegamos a conclusão que era melhor retornar outra vez com um facão porque abrir a trilha no peito era difícil.

A informação que tínhamos era que ao chegar no topo da serra encontraríamos um marco de concreto que é a divisa SP/RJ e junto dele haveria a bifurcação para o Pico do Cuscuzeiro à esquerda.

A continuação da trilha sairia na Casa da Farinha, já em Ubatuba, de um total de 8 horas de caminhada.

Tínhamos chegado na altitude de aproximadamente 550 mts e o pico está a 1277 mts, então não estávamos tão longe assim.

 

Essa tentativa frustrada serviu para pelo menos tirar uma conclusão: a travessia que eu tinha feito em 1998 de Ubatuba à Paraty pela trilha do Corisco era essa mesma que estávamos tentando fazer agora no sentido inverso.

Provavelmente eu fiz a trilha quando ela estava sendo muito usada por agências de ecoturismo e por pessoas da região.

O problema é que a trilha atualmente está bem mais difícil e tomada pelo mato, principalmente no início.

O pico está lá, outro dia a gente volta. Refeitos da frustração, ficamos por certo tempo em um dos rios para tomar um banho e logo descemos estrada abaixo.

 

598dd2f1ceffe_25-Descanso.JPG.58600930f955f7f1ace8bf162f0d80ef.JPG

598dd2f1c1dab_22-Tomandobanho.JPG.99deedef98f41c8aef1ad2f618cc2494.JPG

O Jorge não queria continuar com a gente para explorar trilhas pelo Saco do Mamanguá e naquele mesmo dia ele seguiu para Paraty e de lá para São Paulo.

 

598dd2f1dc0cb_26-BairrodoCoriscolembaixo.JPG.0062b85b72cbb4a0efd83c7d191d8458.JPG

Eu e a Márcia resolvemos voltar para o mesmo local onde tínhamos acampado na noite passada para somente no dia seguinte seguir para Paraty.

 

 

 

Continua............

598dd299d0ff2_003-Plataforma44-aqui.JPG.853767157bbfc18336e1be5f11b51c2f.JPG

598dd299dd207_005-ChegandoemCunha.JPG.34a41bfc8f85f61562d61f7b406b5eec.JPG

598dd299e9a05_007-PedradaMacelaesquerda.JPG.293ca9a0ac13fbd03051fe4777e6ce9a.JPG

598dd29a01efa_012-Moradorespedindocarona.JPG.e0be5983944aea09c37dac49ec3c4e70.JPG

598dd29a1d74c_017-Mochilasnascostasepnaestrada.JPG.73dea3ab0a21aaf4b4e2c1c277cad22a.JPG

598dd29a0fb76_016-Daquiparafrentesnacaminhada.JPG.0504cfca930c46576e22c94d1b868986.JPG

598dd29a2a700_018-Estradabemarborizada.JPG.d003bae6aabb5f86de038c383a492800.JPG

598dd29a36a8f_020-Eretastambm.JPG.1a43431c47f65002740c53f31bbb567d.JPG

598dd29a43402_026-Emais.JPG.77b66f8c4d3eb8b8616d149580c2958b.JPG

598dd29a4edef_032-satravessaraporteira.JPG.fdeba24a13afbc579a0b2b1f273c676f.JPG

598dd29a5bd85_034-IniciodaestradaparaPedradaMacela.JPG.78d1e1cbb397c37ee0f58278775aee2d.JPG

598dd29a690d7_036-Subidapelaestrada.JPG.4f1e013f0aebf2ec1e4f67cafa27ef33.JPG

598dd29a755b8_037-Muitacurva.JPG.402cbf521f8b68f235482fb33d7cb7e9.JPG

598dd29a8dff1_041-Neblina.JPG.a4de1814132423eb19a5974a1cdf002f.JPG

598dd29a818fd_040-AntenasdeFurnaslemcima.JPG.c9efa2f24f349828fa99268074fd099c.JPG

598dd29ac51b9_048-Trilhazinha.JPG.e56520bf1bb60c87e4e9fcb768ef3298.JPG

598dd29a9a617_046-Cercaemvoltadasantenas.JPG.86d2c707ecec827b22ad5ef416e15ce1.JPG

598dd29acfe03_050-Todomundomontandobarraca.JPG.f9a91821c446dfed65f4578180e20221.JPG

598dd29adb31e_054-Penaquenodparavernada.JPG.62a16d0eb088b1fa988265c84ece95ce.JPG

598dd29ae6a1e_056-Antenasaliemcima.JPG.692a293cbc25b757e00d7d72959e7ed2.JPG

598dd29af15f0_057-Neblinaaoredor.JPG.af6a99098f56b0f09ed0e2edd7c53d82.JPG

598dd29b09b76_063-Paratyaindaasescuras.JPG.af5ad6bf2e52edd98d992527d8f61edd.JPG

598dd29b156bb_065-Solaparecendo.JPG.a6ec0285f9acddffd25651b8ef8ee020.JPG

598dd29b21a2a_071-Belaimagem.JPG.b28dbb67c077f5452ba72bcbc2ba8e8b.JPG

598dd29b5dc17_077-Barracas.JPG.31e326cee040e1e9869685868ac16e45.JPG

598dd29b2f968_072-Localdoacampamento.JPG.d265ae29631fe8eeb812a13b354fd80b.JPG

598dd29b691ba_081-Vistaparalitoral.JPG.ae3789a4c2ff05689f56aaa04d0c4f3e.JPG

598dd29b754dc_111-Aquiaporteira.JPG.3c5fdea5dfe60aa082de4b0a7b92a929.JPG

598dd29b89f99_115s-Panoramicadoinciodatrilha.jpg.143cb17c572d24424651f71347487b9c.jpg

598dd29b839cf_113-Iniciodatrilhado7Degraus.JPG.90c6c0bfd59ed521164caebaf1776f5f.JPG

598dd29b968ef_117-Aspectodatrilha.JPG.9646e7cbcf2e0d63baa3bacfc8c52239.JPG

598dd29ba4077_119-Segundaporteira.JPG.8922746b74e1837f39b78cc19ce620ee.JPG

598dd29bb24fc_121-Valesempreaesquerda.JPG.6f9e56ec95e4ebee08f63baf454cace4.JPG

598dd29bc09ca_122-Aindavamossubiressemorroemfrente.JPG.cf7720dcaf7378680a348c59e57d59ac.JPG

598dd29bce853_124-CasadoSeuTinhologoafrente.JPG.ad4fc8d382fbf2fdb3fc0a1709c2cc09.JPG

598dd29bdd7f7_130-Comoatrilha.JPG.840cc786f3657d3c4fa27690eb5beda8.JPG

598dd29cc1881_140-Antigaestrada.JPG.2f3c831077473313417f2871da1874f2.JPG

598dd29cd434d_149-Outrotobog.JPG.3e08a7f4f01ac91bd18dcfcb2e26e44d.JPG

598dd29ce10e6_150-Aquidoisriosseencontram.JPG.cdb1f4249ffa4252a68dcc2b5424dbc1.JPG

598dd29cee89e_154-Maistobog.JPG.29d63d3d9edde4ddd09d50a842914056.JPG

598dd29d07f21_158-EntradadaFazenda.JPG.d2f30a8ecf7db2d342d450c8144acbce.JPG

598dd29d17222_160-EstradaCunhaaParaty.JPG.7ed2f96c8db98f7081dcaee9bbb8a164.JPG

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Saco do Mamanguá

 

598dd3170fcdb_30-EueaMarciaesperandoonibusparaParaty.JPG.978302b19d353a9e4abe2c7edb1baadf.JPG

Mais uma noite tranquila ao lado do rio e no dia seguinte (05/Jan) por volta das 10h30min seguimos para o ponto de ônibus onde pegamos o circular que nos deixou na Rodoviária e de lá pegamos um outro que nos deixasse na estrada que leva até Paraty Mirim.

Nossa pretensão naquele dia era chegar numa das últimas praias do Saco do Mamanguá – a Praia do Curupira e de lá tentar achar lugar para acampar, mesmo sabendo que no local não existia camping estruturado.

 

598dd3171e3a1_01-EstradaparaParaty-Mirim.JPG.ddc4601394635232db3cb81bc2b1d7ed.JPG

O início da trilha fica na estrada que leva até a Praia de Paraty Mirim, a cerca de 2 km da Rio-Santos, junto a um ponto de ônibus do lado direito.

 

598dd3172ecdb_02-Bifurcaoparatrilha.JPG.8f87da5520dac004f62c9c53f748b888.JPG

O lugar é bem fácil encontrar e junto dele sai a trilha que segue morro acima.

Ao lado do ponto de ônibus existe uma casa com garagem e algumas outras um pouco mais acima.

 

598dd3173d195_05-Pausaparadescansoaoladodeumpau-brasil.JPG.e5a8f9f056a9018e6b6078b97b1c0370.JPG

Às 14:00 hrs iniciamos a trilha, mas paramos várias vezes para descansar e uns 40 minutos depois chegamos no topo. Seguimos agora pela crista até chegarmos a uma pequena casa uns 10 minutos depois.

 

598dd3174c768_07-Evamosemfrente.JPG.bb192210220e07458a34142debcfe9b3.JPG

A trilha continua na direção sudeste até passarmos ao lado de outra casa.

 

598dd3175a276_14-Casabemhumilde.JPG.81ae1c08b13fd57ce968b3d0b1e2d593.JPG

Voltamos a subir novamente por trecho íngreme até entrarmos na mata fechada e cruzar uma pequena nascente onde pegamos água.

 

598dd31768214_19-Primeirabicadeagua.JPG.482cb860026c1189d2da90bd51db65fe.JPG

Alguns metros à frente surge um enorme descampado onde já visualizávamos o fundo do Saco do Mamanguá.

 

598dd31774702_21-Mamanguadenovo.JPG.71d152cf53a798c5c0fbe754a3009411.JPG

598dd31784cbb_23-FinaldoSacodoMamangua.JPG.dedd2db17279f4257e5ef60764b7533f.JPG

Conforme íamos descendo outras bicas de água iam aparecendo, mas surgiu um pequeno problema.

O Sol forte tinha ido embora e nuvens negras começaram a tomar conta da região e não demorou muito, começou a chover forte.

Chegamos às primeiras casas da praia pouco antes da 17:00 hrs sob chuva intensa e acampar na trilha estava fora de questão, pois não achamos lugares planos.

O jeito era pedir para algum morador ou tentar acampar na areia da praia às escondidas mesmo.

 

598dd317917d0_24-ChegadanaPraiadaCurupira.JPG.2e9843509c24ad6461cc056fe240b685.JPG

598dd3179dee1_25-PraiadaCurupira.JPG.47123a7021f5ef0ec13f8477f6de37de.JPG

Quando chegamos na Praia do Curupira um garoto de nome Ezequiel ficou assustado com a gente, dando a impressão que mochileiros por aqui eram uma coisa rara e disse que a praia era particular e quem cuidava era o Charles e não demorou muito para ele aparecer.

 

598dd317a9ee2_28-Praiacomchuva.JPG.af5dcfcb2fbfcfeec8afcbd002b3da97.JPG

598dd317b452f_26-Chovendomuito.JPG.37198d2a88ace763595dbdbde6ed71c4.JPG

O Charles disse que tinha como função cuidar da casa de seu patrão que ocupava todo o terreno da praia.

Conversando com ele conseguimos com que autorizasse que acampássemos naquela noite aqui, nos deixando até ficar na varanda da casa.

Porém a chuva não parava de cair e surgiu outro problema: os borrachudos que infestavam o lugar.

Éramos a atração do dia, pois alguns garotos e outro morador vieram conversam com a gente para saber o que um casal de mochilas nas costas estava fazendo por ali.

A conversa com o Charles e o outro morador foi produtiva, pois ficamos sabendo de outras trilhas pela região que em outra oportunidade voltaremos para fazer.

 

Lá pelas 19:00 hrs, depois da barraca montada na varanda da casa, tivemos que entrar porque os borrachudos não nos deixavam em paz e a chuva caia intensamente do lado de fora.

Achávamos que dentro da barraca estávamos livres deles.

Ledo engano, pois eles conseguiam atravessar os furinhos da tela de tão minúsculos que eram.

A noite não foi das melhores tanto pelos borrachudos quanto pelo piso de concreto da varanda e chegamos a conclusão que deveríamos ter acampado no gramado ou na areia mesmo.

Levantamos por volta das 07:00 hrs de Domingo (06/Jan) e fui encher o bote inflável para usarmos na travessia do Saco do Mamanguá, pois queríamos conhecer uma praia do outro lado – a Praia do Espinheiro.

 

598dd317befe4_32-Amanhecendonapraia.JPG.2b645222db3e64d6e6af95fb291ecac7.JPG

598dd317cb557_35-Praiasemondas.JPG.63e964f24d99959142188dd021746ad8.JPG

Levamos pouco mais de 30 minutos para atravessar junto com as mochilas cargueiras que ficaram um pouco apertadas dentro do bote.

 

598dd317e497f_51-Algumbarcopassando.JPG.b4edd3f687feb4a54f125d32f37eaba0.JPG

598dd317d78f3_43-Ecommochilasnascostas.JPG.38a9da2ea028e1d3c9af9d927bdf8b27.JPG

O Sol já tinha aparecido e a Praia do Espinheiro não tinha borrachudo, por isso deu para tomar um banho de mar tranquilo.

É uma praia deserta com algumas árvores frutíferas (mexerica, banana, manga e coco) na areia.

 

598dd317f2946_56-PraiadoEspinheiro.JPG.4306ffdfd6199479fcc98cfc3e581511.JPG

598dd3180c68e_57-Algumchegandonapraia.JPG.8044b11b8bd2c9f03aaad43f51a4850c.JPG

Logo apareceu um senhor de barco dizendo que cuidava da praia e que era proibido acampar no local e por volta das 11h30min começou a chover e com isso acabaram as esperanças de fazer alguma trilha em direção a entrada do Mamanguá ou tentar chegar a alguma outra praia.

Nossa intenção agora era seguir para Laranjeiras e de lá para Paraty e no dia seguinte seguir para a Enseada da Cajaíba.

 

Na praia onde estávamos a chuva ia e voltava e com o vento muito forte era até arriscado nós chegarmos na Ponta da Foice (local onde termina a estrada que vem de Laranjeiras), por isso em vez de irmos direto para o início da estrada para Laranjeiras, resolvemos voltar para a Praia do Curupira e lá pegar a trilha que contornava o mangue no fundo do Saco do Mamanguá.

A travessia de volta no bote foi um pouco mais difícil, pois o vento estava contra e sempre havia a possibilidade da chuva retornar e quando chegamos na Praia pedimos ao Charles para nos levar de barco até o início da estrada para Laranjeiras, pois ir pela trilha seria bem mais demorado.

 

 

598dd3181911d_66-TravessiadoSaco.JPG.8bfff6172efe344906ca3dd597c8b0f0.JPG

598dd31823992_67-BarqueiroCharlesquenoslevou.JPG.afb9044926ee1bebe0ed5bb13d34051f.JPG

598dd3182f760_68-Eleretornando.JPG.fbd079271aeff9a71f0add657cd3b9ad.JPG

Pagamos $10,00 reais e lá fomos nós.

 

598dd3183b390_70-Minisculapraia.JPG.c5a55435c8c69cedf9aa6546cf3985ba.JPG

Assim que descemos do barco na Ponta da Foice já iniciamos a caminhada pela antiga estrada, que no passado era para ter servido como acesso dos moradores do Condomínio Laranjeiras até o fundo do Saco do Mamanguá, onde haveria uma marina.

 

598dd318475c1_77-TrilhaparaLaranjeiras.JPG.2721b99812b4f9e318c368b8f9a4cedf.JPG

A obra toda foi embargada pela justiça e hoje só restou a estrada, que atualmente está sendo tomada pelo mato em alguns trechos.

Iniciamos a caminhada na estrada por volta das 17:00 hrs e chegamos na Vila Oratório (vizinha ao Condomínio Laranjeiras) as 18h30min.

 

598dd31852fdc_79-Pontodeonibus.JPG.45ba346d8d25fc5f06f3141b6bdc3bfe.JPG

Depois de tomar o circular para Paraty vimos que não daria tempo para pegar um barco para Cajaiba e por isso resolvemos ficar no Camping Beira Rio em Paraty, onde passamos a noite.

 

 

Continua................

598dd299d0ff2_003-Plataforma44-aqui.JPG.853767157bbfc18336e1be5f11b51c2f.JPG

598dd299dd207_005-ChegandoemCunha.JPG.34a41bfc8f85f61562d61f7b406b5eec.JPG

598dd299e9a05_007-PedradaMacelaesquerda.JPG.293ca9a0ac13fbd03051fe4777e6ce9a.JPG

598dd29a01efa_012-Moradorespedindocarona.JPG.e0be5983944aea09c37dac49ec3c4e70.JPG

598dd29a1d74c_017-Mochilasnascostasepnaestrada.JPG.73dea3ab0a21aaf4b4e2c1c277cad22a.JPG

598dd29a0fb76_016-Daquiparafrentesnacaminhada.JPG.0504cfca930c46576e22c94d1b868986.JPG

598dd29a2a700_018-Estradabemarborizada.JPG.d003bae6aabb5f86de038c383a492800.JPG

598dd29a36a8f_020-Eretastambm.JPG.1a43431c47f65002740c53f31bbb567d.JPG

598dd29a43402_026-Emais.JPG.77b66f8c4d3eb8b8616d149580c2958b.JPG

598dd29a4edef_032-satravessaraporteira.JPG.fdeba24a13afbc579a0b2b1f273c676f.JPG

598dd29a5bd85_034-IniciodaestradaparaPedradaMacela.JPG.78d1e1cbb397c37ee0f58278775aee2d.JPG

598dd29a690d7_036-Subidapelaestrada.JPG.4f1e013f0aebf2ec1e4f67cafa27ef33.JPG

598dd29a755b8_037-Muitacurva.JPG.402cbf521f8b68f235482fb33d7cb7e9.JPG

598dd29a8dff1_041-Neblina.JPG.a4de1814132423eb19a5974a1cdf002f.JPG

598dd29a818fd_040-AntenasdeFurnaslemcima.JPG.c9efa2f24f349828fa99268074fd099c.JPG

598dd29ac51b9_048-Trilhazinha.JPG.e56520bf1bb60c87e4e9fcb768ef3298.JPG

598dd29a9a617_046-Cercaemvoltadasantenas.JPG.86d2c707ecec827b22ad5ef416e15ce1.JPG

598dd29acfe03_050-Todomundomontandobarraca.JPG.f9a91821c446dfed65f4578180e20221.JPG

598dd29adb31e_054-Penaquenodparavernada.JPG.62a16d0eb088b1fa988265c84ece95ce.JPG

598dd29ae6a1e_056-Antenasaliemcima.JPG.692a293cbc25b757e00d7d72959e7ed2.JPG

598dd29af15f0_057-Neblinaaoredor.JPG.af6a99098f56b0f09ed0e2edd7c53d82.JPG

598dd29b09b76_063-Paratyaindaasescuras.JPG.af5ad6bf2e52edd98d992527d8f61edd.JPG

598dd29b156bb_065-Solaparecendo.JPG.a6ec0285f9acddffd25651b8ef8ee020.JPG

598dd29b21a2a_071-Belaimagem.JPG.b28dbb67c077f5452ba72bcbc2ba8e8b.JPG

598dd29b5dc17_077-Barracas.JPG.31e326cee040e1e9869685868ac16e45.JPG

598dd29b2f968_072-Localdoacampamento.JPG.d265ae29631fe8eeb812a13b354fd80b.JPG

598dd29b691ba_081-Vistaparalitoral.JPG.ae3789a4c2ff05689f56aaa04d0c4f3e.JPG

598dd29b754dc_111-Aquiaporteira.JPG.3c5fdea5dfe60aa082de4b0a7b92a929.JPG

598dd29b89f99_115s-Panoramicadoinciodatrilha.jpg.143cb17c572d24424651f71347487b9c.jpg

598dd29b839cf_113-Iniciodatrilhado7Degraus.JPG.90c6c0bfd59ed521164caebaf1776f5f.JPG

598dd29b968ef_117-Aspectodatrilha.JPG.9646e7cbcf2e0d63baa3bacfc8c52239.JPG

598dd29ba4077_119-Segundaporteira.JPG.8922746b74e1837f39b78cc19ce620ee.JPG

598dd29bb24fc_121-Valesempreaesquerda.JPG.6f9e56ec95e4ebee08f63baf454cace4.JPG

598dd29bc09ca_122-Aindavamossubiressemorroemfrente.JPG.cf7720dcaf7378680a348c59e57d59ac.JPG

598dd29bce853_124-CasadoSeuTinhologoafrente.JPG.ad4fc8d382fbf2fdb3fc0a1709c2cc09.JPG

598dd29bdd7f7_130-Comoatrilha.JPG.840cc786f3657d3c4fa27690eb5beda8.JPG

598dd29cc1881_140-Antigaestrada.JPG.2f3c831077473313417f2871da1874f2.JPG

598dd29cd434d_149-Outrotobog.JPG.3e08a7f4f01ac91bd18dcfcb2e26e44d.JPG

598dd29ce10e6_150-Aquidoisriosseencontram.JPG.cdb1f4249ffa4252a68dcc2b5424dbc1.JPG

598dd29cee89e_154-Maistobog.JPG.29d63d3d9edde4ddd09d50a842914056.JPG

598dd29d07f21_158-EntradadaFazenda.JPG.d2f30a8ecf7db2d342d450c8144acbce.JPG

598dd29d17222_160-EstradaCunhaaParaty.JPG.7ed2f96c8db98f7081dcaee9bbb8a164.JPG

598dd2f164847_04-Pausaparatomarbanho.JPG.899ff6bbd1d2c4838e7f6410554718d0.JPG

598dd2f170deb_08-Trilhaparaolocaldocamping.JPG.d25b8b271ed4d00cac5a9833e667ae47.JPG

598dd2f17cd15_09-Primeiraporteiranaestrada.JPG.f7c293b433ff24b833bf1fa9a16e49b2.JPG

598dd2f188b3a_11-Outraporteira.JPG.9395c08f7b338482025efd9df59a032a.JPG

598dd2f1a4271_18-Quintoriacho.JPG.4173df7a6d12b545f7681aed37419033.JPG

598dd2f1958a8_16-Terceiroriodatrilha.JPG.d4bc398b488dcdff4679021d29049345.JPG

598dd2f1b3d36_20-Poucofechadanoinicio.JPG.00ae6d3970ffdaa0014d4e4ab76a582b.JPG

598dd2f1ceffe_25-Descanso.JPG.58600930f955f7f1ace8bf162f0d80ef.JPG

598dd2f1c1dab_22-Tomandobanho.JPG.99deedef98f41c8aef1ad2f618cc2494.JPG

598dd2f1dc0cb_26-BairrodoCoriscolembaixo.JPG.0062b85b72cbb4a0efd83c7d191d8458.JPG

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

20090920051714.jpg

 

No dia seguinte fomos para a Enseada da Cajaíba conhecer as praias próximas.

 

Aqui vou colocar algumas dicas e informações úteis sobre essas praias, que estão localizadas na Enseada da Cajaíba.

Eu e a Márcia ficamos aqui por 4 dias (do dia 07 ao dia 10/Jan) no Camping Trilha do Peixe. Pegamos dias de muito Sol, mas não demos sorte no Camping que ficamos, já que toda noite era uma algazarra só.

 

598dd3185f67f_01-EstatuasemParaty.JPG.66de0cd459a84bbe75a2028e24600e1f.JPG

598dd319ecfd0_03-RuasdeParaty.JPG.46eebecbfad200fa8bacae6789bb7a14.JPG

Na verdade essa trip era uma continuação de outras que eu tinha feito com a Márcia e o Jorge Soto alguns dias antes.

 

Fotos que tiramos dessas praias:

 

598dd31a05fc3_88-CartopostaldeParaty.JPG.fea2391357dde23ce34d43e731dbd9a0.JPG

Como a maioria do pessoal conhece a Praia do Pouso, vou colocar somente um pequeno relato com algumas dicas importantes para quem quiser conhecer as praias próximas, que estão dentro da enseada da Cajaíba.

Algumas dicas atualizadas Abril/2013

 

# A enseada está distante cerca de 2 horas de barco de Paraty. Outra opção é embarcar em Paraty Mirim, mas tem a desvantagem de não ter barco a todo o momento.

Se combinar com algum barqueiro sai mais vantajoso, pois o percurso se reduz pela metade, mas o preço é quase o mesmo.

598dd31a12e88_10-ChegadanaPraiadoPouso.JPG.1bc6d3209d5502195d0fa312d06cf726.JPG

598dd31a2177c_11-PraiadoPouso.JPG.49956b8824838adc104bd09e9f473ad6.JPG

 

# O preço do barco saindo do cais de Paraty vai sair em torno de $30,00/pessoa.

Talvez um pouco mais alto na alta temporada.

598dd31a31bdd_14-Prainhadeserta.JPG.a3ab65e633c09d7a05f6207c8203e030.JPG

598dd31a3fbe8_58-Marjsubindo.JPG.2faeacd0a0a7dd62003c2b0f0a2754a2.JPG

 

# A Enseada da Cajaíba possui 5 praias bem movimentadas (Pouso, Itanema, Calhaus, Itaoca e Grande) e mais 2 praias desertas e pequenas (uma ao lado de Itaoca e a Toca do Carro, entre a Praia do Pouso e Itanema).

598dd31a4eea5_17-PraiaGrandelaofundo.JPG.f705ad0287f8867ba442182c678e269e.JPG

598dd31a5cf8c_19-PraiadeItanema.JPG.65b73ee448e037cbf79e43d2ac34795b.JPG

 

# A trilha da Praia do Pouso até a Praia Grande leva em média 2 horas com as paradas e ao longo da trilha existem algumas bicas de água.

598dd31a6c2d3_18-VistadaPraiadeItanema.JPG.7cc10b2ea29e62484ee0d9350c078920.JPG

 

# Essa trilha se inicia bem no canto esquerdo da Praia do Pouso e segue bem demarcada, não muito longe do costão. Na maioria das praias sempre tem pescador, que pode indicar a continuação da trilha (que está sempre no final da praia).

598dd31a7bec8_21-ChegandonaPraiadoCalhaus.JPG.2f1fc466ee43015a9c9c2dd1fb848cc6.JPG

598dd31a8c1eb_24-PraiadaItaocaeGrande.JPG.fcc5d8a21cefa5edc8211cd2e02db3db.JPG

 

# Leve sempre um snorkel e uma máscara, pois nos costões de várias praias o mergulho vale a pena.

598dd31a9bca7_25-PraiadaItaocavistadatrilha.JPG.cc4872eadcd2e15feea5297c1f341de7.JPG

598dd31aa9fad_31-Chegadanapraiagrandedacajaiba.JPG.7fd67b355dc74ea31fe212ba270eccb5.JPG

 

# Como as praias estão em uma enseada, elas não possuem ondas fortes.

 

# Outras praias que também valem a pena conhecer são: Martim de Sá e a Sumaca (que também é chamada de Joatinga). A trilha sai da Praia do Pouso próximo do orelhão e segue subindo o morro.

 

# A bifurcação para a Praia da Sumaca está no alto do morro, em uma trilha que sai à esquerda da trilha principal. Leva-se em média 2 horas depois da bifurcação. Para chegar na Martim de Sá depois dessa bifurcação, cerca de 40 minutos de caminhada.

 

# Outra opção é pagar um barco para te levar lá, saindo da Praia do Pouso. Só não sei o valor.

 

# As melhores cachoeiras estão na Praia Grande. É só perguntar para um dos moradores dessa praia. São 2 cachoeiras e que se localizam uma em cada lateral da praia.

 

 

Hospedagem

# Ficamos no Camping Trilha do Peixe, mas não gostamos.

Apesar de ter inúmeras áreas de sombra e lugares planos, em 3 dias por volta das 02:00 ou 03:00 da madrugada um pessoal que estava em bares da praia chegou para dormir, causando a maior confusão e falando muito alto. Desrespeito total.

Não recomendo esse camping se alguém for para lá em feriados prolongados.

Talvez por ser um camping muito grande, eu tenha dado azar em vir para esse lugar na alta temporada.

O camping possui gerador (se o proprietário estiver no local, ele liga) e uma pequena cozinha com fogão a gás.

 

# Outras opções de Camping na Praia do Pouso:

- Camping do Sr. Lorival - (24) 9909-4257

- Camping da Vaninha - (24) 9228-4128

- Camping da Zinha - (24) 9828-5912

- Camping do Naninho - (24) 9906-5129

 

# Na Praia do Pouso algumas famílias disponibilizam casas e quartos para locação, que podem ser até melhores opções que os campings.

- Ana (do bar ao lado da Igreja) - (24) 9911-2579

- Kino e Olga - (24) 3371-5774 e (24) 9838-6794

 

 

# Em outras praias próximas também existem campings:

- Camping da Dona Santinha e Seu Cecílio – Praia de Itanema – (24) 9272-5165

- Camping da Dona Iracema - Praia de Calhaus – (24) 9973-7748

 

 

Alimentação

# O PFs da Praia do Pouso estão na faixa de $15,00 ou mais dependendo da época do ano.

 

# Não encontrei restaurantes nas outras praias que vendem PFs.

 

# Existe um orelhão nos fundos da Igrejinha na Praia do Pouso e sempre está funcionando.

 

 

Abcs

598dd299d0ff2_003-Plataforma44-aqui.JPG.853767157bbfc18336e1be5f11b51c2f.JPG

598dd299dd207_005-ChegandoemCunha.JPG.34a41bfc8f85f61562d61f7b406b5eec.JPG

598dd299e9a05_007-PedradaMacelaesquerda.JPG.293ca9a0ac13fbd03051fe4777e6ce9a.JPG

598dd29a01efa_012-Moradorespedindocarona.JPG.e0be5983944aea09c37dac49ec3c4e70.JPG

598dd29a1d74c_017-Mochilasnascostasepnaestrada.JPG.73dea3ab0a21aaf4b4e2c1c277cad22a.JPG

598dd29a0fb76_016-Daquiparafrentesnacaminhada.JPG.0504cfca930c46576e22c94d1b868986.JPG

598dd29a2a700_018-Estradabemarborizada.JPG.d003bae6aabb5f86de038c383a492800.JPG

598dd29a36a8f_020-Eretastambm.JPG.1a43431c47f65002740c53f31bbb567d.JPG

598dd29a43402_026-Emais.JPG.77b66f8c4d3eb8b8616d149580c2958b.JPG

598dd29a4edef_032-satravessaraporteira.JPG.fdeba24a13afbc579a0b2b1f273c676f.JPG

598dd29a5bd85_034-IniciodaestradaparaPedradaMacela.JPG.78d1e1cbb397c37ee0f58278775aee2d.JPG

598dd29a690d7_036-Subidapelaestrada.JPG.4f1e013f0aebf2ec1e4f67cafa27ef33.JPG

598dd29a755b8_037-Muitacurva.JPG.402cbf521f8b68f235482fb33d7cb7e9.JPG

598dd29a8dff1_041-Neblina.JPG.a4de1814132423eb19a5974a1cdf002f.JPG

598dd29a818fd_040-AntenasdeFurnaslemcima.JPG.c9efa2f24f349828fa99268074fd099c.JPG

598dd29ac51b9_048-Trilhazinha.JPG.e56520bf1bb60c87e4e9fcb768ef3298.JPG

598dd29a9a617_046-Cercaemvoltadasantenas.JPG.86d2c707ecec827b22ad5ef416e15ce1.JPG

598dd29acfe03_050-Todomundomontandobarraca.JPG.f9a91821c446dfed65f4578180e20221.JPG

598dd29adb31e_054-Penaquenodparavernada.JPG.62a16d0eb088b1fa988265c84ece95ce.JPG

598dd29ae6a1e_056-Antenasaliemcima.JPG.692a293cbc25b757e00d7d72959e7ed2.JPG

598dd29af15f0_057-Neblinaaoredor.JPG.af6a99098f56b0f09ed0e2edd7c53d82.JPG

598dd29b09b76_063-Paratyaindaasescuras.JPG.af5ad6bf2e52edd98d992527d8f61edd.JPG

598dd29b156bb_065-Solaparecendo.JPG.a6ec0285f9acddffd25651b8ef8ee020.JPG

598dd29b21a2a_071-Belaimagem.JPG.b28dbb67c077f5452ba72bcbc2ba8e8b.JPG

598dd29b5dc17_077-Barracas.JPG.31e326cee040e1e9869685868ac16e45.JPG

598dd29b2f968_072-Localdoacampamento.JPG.d265ae29631fe8eeb812a13b354fd80b.JPG

598dd29b691ba_081-Vistaparalitoral.JPG.ae3789a4c2ff05689f56aaa04d0c4f3e.JPG

598dd29b754dc_111-Aquiaporteira.JPG.3c5fdea5dfe60aa082de4b0a7b92a929.JPG

598dd29b89f99_115s-Panoramicadoinciodatrilha.jpg.143cb17c572d24424651f71347487b9c.jpg

598dd29b839cf_113-Iniciodatrilhado7Degraus.JPG.90c6c0bfd59ed521164caebaf1776f5f.JPG

598dd29b968ef_117-Aspectodatrilha.JPG.9646e7cbcf2e0d63baa3bacfc8c52239.JPG

598dd29ba4077_119-Segundaporteira.JPG.8922746b74e1837f39b78cc19ce620ee.JPG

598dd29bb24fc_121-Valesempreaesquerda.JPG.6f9e56ec95e4ebee08f63baf454cace4.JPG

598dd29bc09ca_122-Aindavamossubiressemorroemfrente.JPG.cf7720dcaf7378680a348c59e57d59ac.JPG

598dd29bce853_124-CasadoSeuTinhologoafrente.JPG.ad4fc8d382fbf2fdb3fc0a1709c2cc09.JPG

598dd29bdd7f7_130-Comoatrilha.JPG.840cc786f3657d3c4fa27690eb5beda8.JPG

598dd29cc1881_140-Antigaestrada.JPG.2f3c831077473313417f2871da1874f2.JPG

598dd29cd434d_149-Outrotobog.JPG.3e08a7f4f01ac91bd18dcfcb2e26e44d.JPG

598dd29ce10e6_150-Aquidoisriosseencontram.JPG.cdb1f4249ffa4252a68dcc2b5424dbc1.JPG

598dd29cee89e_154-Maistobog.JPG.29d63d3d9edde4ddd09d50a842914056.JPG

598dd29d07f21_158-EntradadaFazenda.JPG.d2f30a8ecf7db2d342d450c8144acbce.JPG

598dd29d17222_160-EstradaCunhaaParaty.JPG.7ed2f96c8db98f7081dcaee9bbb8a164.JPG

598dd2f164847_04-Pausaparatomarbanho.JPG.899ff6bbd1d2c4838e7f6410554718d0.JPG

598dd2f170deb_08-Trilhaparaolocaldocamping.JPG.d25b8b271ed4d00cac5a9833e667ae47.JPG

598dd2f17cd15_09-Primeiraporteiranaestrada.JPG.f7c293b433ff24b833bf1fa9a16e49b2.JPG

598dd2f188b3a_11-Outraporteira.JPG.9395c08f7b338482025efd9df59a032a.JPG

598dd2f1a4271_18-Quintoriacho.JPG.4173df7a6d12b545f7681aed37419033.JPG

598dd2f1958a8_16-Terceiroriodatrilha.JPG.d4bc398b488dcdff4679021d29049345.JPG

598dd2f1b3d36_20-Poucofechadanoinicio.JPG.00ae6d3970ffdaa0014d4e4ab76a582b.JPG

598dd2f1ceffe_25-Descanso.JPG.58600930f955f7f1ace8bf162f0d80ef.JPG

598dd2f1c1dab_22-Tomandobanho.JPG.99deedef98f41c8aef1ad2f618cc2494.JPG

598dd2f1dc0cb_26-BairrodoCoriscolembaixo.JPG.0062b85b72cbb4a0efd83c7d191d8458.JPG

598dd3170fcdb_30-EueaMarciaesperandoonibusparaParaty.JPG.978302b19d353a9e4abe2c7edb1baadf.JPG

598dd3171e3a1_01-EstradaparaParaty-Mirim.JPG.ddc4601394635232db3cb81bc2b1d7ed.JPG

598dd3172ecdb_02-Bifurcaoparatrilha.JPG.8f87da5520dac004f62c9c53f748b888.JPG

598dd3173d195_05-Pausaparadescansoaoladodeumpau-brasil.JPG.e5a8f9f056a9018e6b6078b97b1c0370.JPG

598dd3174c768_07-Evamosemfrente.JPG.bb192210220e07458a34142debcfe9b3.JPG

598dd3175a276_14-Casabemhumilde.JPG.81ae1c08b13fd57ce968b3d0b1e2d593.JPG

598dd31768214_19-Primeirabicadeagua.JPG.482cb860026c1189d2da90bd51db65fe.JPG

598dd31774702_21-Mamanguadenovo.JPG.71d152cf53a798c5c0fbe754a3009411.JPG

598dd31784cbb_23-FinaldoSacodoMamangua.JPG.dedd2db17279f4257e5ef60764b7533f.JPG

598dd317917d0_24-ChegadanaPraiadaCurupira.JPG.2e9843509c24ad6461cc056fe240b685.JPG

598dd3179dee1_25-PraiadaCurupira.JPG.47123a7021f5ef0ec13f8477f6de37de.JPG

598dd317a9ee2_28-Praiacomchuva.JPG.af5dcfcb2fbfcfeec8afcbd002b3da97.JPG

598dd317b452f_26-Chovendomuito.JPG.37198d2a88ace763595dbdbde6ed71c4.JPG

598dd317befe4_32-Amanhecendonapraia.JPG.2b645222db3e64d6e6af95fb291ecac7.JPG

598dd317cb557_35-Praiasemondas.JPG.63e964f24d99959142188dd021746ad8.JPG

598dd317e497f_51-Algumbarcopassando.JPG.b4edd3f687feb4a54f125d32f37eaba0.JPG

598dd317d78f3_43-Ecommochilasnascostas.JPG.38a9da2ea028e1d3c9af9d927bdf8b27.JPG

598dd317f2946_56-PraiadoEspinheiro.JPG.4306ffdfd6199479fcc98cfc3e581511.JPG

598dd3180c68e_57-Algumchegandonapraia.JPG.8044b11b8bd2c9f03aaad43f51a4850c.JPG

598dd3181911d_66-TravessiadoSaco.JPG.8bfff6172efe344906ca3dd597c8b0f0.JPG

598dd31823992_67-BarqueiroCharlesquenoslevou.JPG.afb9044926ee1bebe0ed5bb13d34051f.JPG

598dd3182f760_68-Eleretornando.JPG.fbd079271aeff9a71f0add657cd3b9ad.JPG

598dd3183b390_70-Minisculapraia.JPG.c5a55435c8c69cedf9aa6546cf3985ba.JPG

598dd318475c1_77-TrilhaparaLaranjeiras.JPG.2721b99812b4f9e318c368b8f9a4cedf.JPG

598dd31852fdc_79-Pontodeonibus.JPG.45ba346d8d25fc5f06f3141b6bdc3bfe.JPG

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Dicas e Informações úteis

 

 

# No wikiloc postei o tracklog da Trilha dos 7 Degraus:

http://pt.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=1633572

 

# Em uma rua acima da Rodoviária de Cunha existe um ponto de táxi, onde vários ficam estacionados. Ali é o melhor lugar para contratar um transporte até a Pedra da Macela.

 

# Se quiser ir de carro, saindo de Cunha é só seguir até o Km 65 da Estrada Cunha-Paraty e depois pegar uma estrada de terra à esquerda que segue para o bairro da Grama - no final dessa estrada se chega a porteira que dá acesso a Pedra da Macela.

 

# Dizem que a Pedra da Macela tem altitude de 1850 mts, mas na carta topográfica do IBGE está com altitude de 1740 metros.

No meu altímetro chegou somente a pouco mais de 1700 metros.

 

# São cerca de 5 Km pela estrada de terra desde a Estrada Cunha-Paraty até a porteira de ferro, de acesso ao topo da Pedra da Macela.

 

# A Trilha dos 7 Degraus possui outros 2 nomes: Caminho do Café ou Estrada Nova da Serra, pois foi construída depois do Caminho do Ouro.

 

# Ao longo dessa trilha se passa por antigos trechos com piso de pedras construído por escravos durante o ciclo do café no Vale do Paraíba.

 

# Essa trilha dos 7 Degraus é bem extensa e passa por antigos caminhos de sítios.

O trecho em mata fechada corresponde a maior parte da trilha. Normalmente se faz essa trilha em cerca de 6 a 7 horas.

 

# Depois que se termina a trilha dos 7 Degraus, se inicia uma estrada de terra que passa por várias cachoeiras (uma delas é a da Pedra Branca) e poções e que valem a pena dar uma parada.

 

# Quem não quiser descer toda a Trilha dos 7 Degraus até o fim, tem a opção de pegar uma estrada de terra que leva até Rio-Santos. Chegando na Casa do Seu Tinho, é só falar com ele e conseguir informações mais detalhadas desse caminho alternativo.

Abrindo o tracklog no Google Earth dá para visualizar facilmente essa estrada e onde ela termina.

 

# A trilha do Pico do Cuscuzeiro tá fechada no início e quem for fazê-la tem de tomar muito cuidado. Passando o trecho das árvores caídas, dali para cima a trilha é tranquila.

 

# O início da trilha para o fundo do Saco do Mamanguá se localiza em frente ao primeiro ponto de ônibus na estrada para Paraty Mirim - é só pedir para o motorista.

 

# Na região do Saco do Mamanguá existem inúmeras trilhas, tanto de um lado do Saco quanto do outro.

 

# Existe uma trilha que sai à direita da Praia de Paraty Mirim (ao lado do Posto da Polícia Militar) e atravessa um morro, saindo no Saco do Mamanguá e seguindo próximo a margem até os fundos do Mamanguá.

 

# Existe um Camping estruturado no Saco do Mamanguá. É o Camping do Sr. Orlando na Praia do Cruzeiro. Ali é uma boa opção de quem quiser contornar o Saco do Mamanguá e depois seguir para a Praia do Pouso.

 

 

Abcs

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

salve galera mochileira!!

to querendo fazer a trilha do cafe (ou sete degraus) mas to com uma duvida gostaria de saber : chegando ate o final da trilha ,encontra -se com a estrada que leva ao bairro pedra branca certo! ,quanto tempo seria do final da trilha ate o começo do asfalto do bairro ?

pois como trabalho sabado sempre faço umas trips meio louca e só com domingão pra fazer ,gostaria de sair no final da trilha e retornar pela estrada de volta a pedra da macela!eu sei que estrada de terra são 10km ,mas a trilha sai mais o menos aonde? agradeço :mrgreen:

bruno

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Todo esse tempos aí e onde termina a trilha eu coloquei lá no relato Bruno.

Que parte do relato vc tá na duvida?

 

O problema de voltar para a pedra da macela é conseguir algum tipo de transporte.

Não é tão facil não.

Eu coloquei no relato algumas dicas de transporte. Pode ser util.

 

Abcs

 

 

salve galera mochileira!!

to querendo fazer a trilha do cafe (ou sete degraus) mas to com uma duvida gostaria de saber : chegando ate o final da trilha ,encontra -se com a estrada que leva ao bairro pedra branca certo! ,quanto tempo seria do final da trilha ate o começo do asfalto do bairro ?

pois como trabalho sabado sempre faço umas trips meio louca e só com domingão pra fazer ,gostaria de sair no final da trilha e retornar pela estrada de volta a pedra da macela!eu sei que estrada de terra são 10km ,mas a trilha sai mais o menos aonde? agradeço :mrgreen:

bruno

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

fala augusto !! vc e a pessoa certa

eu to na duvida e realmente onde termina a trilha e cruza na estrada ,vc disse que mais um pouco passa pelos poços ,esse final da trilha (pela foto e a pontinha)ela saia na terra (que seriam esses 10km de terra la de cima ate o asfalto do bairro pedra branca) pois eu irei voltar pela estrada ate a macela pois vou deixar o carro la (a estrda esta intrasitavel devidos as chuvas anteruores so passa moto bike e a pe desceu a serra em varios trechos)

eu queria descer a trilha e voltar pela estrda na caminhada mas a duvida é se a volta pela estrdaate a macela vai ter quantos km + -

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Essa estrada que vc fala é a que liga Cunha a Paraty? Onde tem o marco da Estrada Real?

Se for essa mesma desde que terminamos a trilha e caimos em uma estrada de terra levamos cerca de 3 horas em ritmo bem lento, passando por cachoeiras.

Talvez seja 10 Km.

Creio que dê para fazer em até metade do tempo.

Ao longo dessa estrada de terra aparecem alguns trechos de asfalto, mas só nos mais dificeis, onde se chover ninguém passa.

Então o asfalto permite passar sem problemas nesses trechos.

O trecho de asfalto mesmo se inicia lá na Fazenda Murycana.

 

Qto a subida de Paraty a Cunha, sei que a entre essas 2 cidades deve ter pouco menos de 50 Km.

Mas aí vc deve tirar o total entre a Macela e Cunha.

E depende muito também do horario que vc chegar lá embaixo para iniciar a subida. Ou vc fara a subida a noite?

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Participe da conversa!

Você pode ajudar esse viajante agora e se cadastrar depois. Se você tem uma conta,clique aqui para fazer o login.

Visitante
Responder

×   Você colou conteúdo com formatação.   Remover formatação

  Apenas 75 emoticons no total são permitidos.

×   Seu link foi automaticamente incorporado.   Mostrar como link

×   Seu conteúdo anterior foi restaurado.   Limpar o editor

×   Não é possível colar imagens diretamente. Carregar ou inserir imagens do URL.


  • Conteúdo Similar

    • Por eitagu
      Fala, galera!
       
      Esse é meu primeiro post aqui no site e eu quis escrevê-lo como forma de retribuir tudo o que li aqui que me foi MUITO útil pra montar esse roteiro. Inicialmente seríamos dois amigos fazendo essa viagem, mas chamamos mais umas pessoas e acabamos viajando em quatro. Nossa meta era gastar em torno de R$1k cada e ficar dez dias de rolê pela costa verde - região do RJ que engloba Paraty, Angra e suas particularidades.
       
      Se alguém tiver lendo isso e tiver meio perdidão sobre como montar um roteiro, assim como eu tava no início, vou deixar aqui mais ou menos como a gente começou a planejar. Antes de mais nada: o Excel (ou, no meu caso, o Google Sheets) é seu melhor amigo! Lá tu pode lançar todos os links úteis de relatos de outras pessoas, dicas, lugares pra ficar, visitar, etc. A gente fez uma planilha que tinha uma relação de transportes e hospedagens e os preços. Aí ficava até mais fácil comparar. Botamos lá uma coluna de observações também que era bem útil. A gente deixava já na ordem dos dias também pra ficar mais fácil pra gente se guiar. 
       
      Se alguém quiser ver como a planilha ficou no final, só dar uma ideia aí que eu mando o link!
      No mais, bora lá! Viagem feita dos dias 15/07 ao dia 24/07 (de 2019).
       
      Dia 1. Paraty
      Viajamos de BH pro RJ de Buser e como a gente tinha distribuído nosso código, conseguimos salvar essa ida e volta. Chegamos no RJ por volta de 5h30 e pegamos o primeiro ônibus direto pra Paraty. O busão sai da rodoviária Novo Rio mesmo, às 7hs (mas costuma atrasar muito!), e custa R$83 pela Costa Verde. Ficamos hospedados no Chill Inn Hostel e, sinceramente, recomendo demais! Staff muito atencioso e café da manhã na praia. Almoçamos por lá mesmo, paramos pra tomar umas brejas e fazer umas compras pros próximos dias. Não sei se era pq a cidade ainda tava cheia de gringos pós-flip, mas tava rolando um forró na praça em frente à Matriz pela noite e o comércio ficou aberto até bem tarde no centro histórico. Ficamos apaixonados pelo lugar e pegamos nosso carimbo do passaporte da Estrada Real. O preço das coisas é normal fora do centro histórico (almoço em torno de R$20,00) e bem alto dentro do centro histórico.
      R$83 busão
      R$18 lanches pra viagem e café da manhã
      R$34 almoço e brejas
      R$20 de rolezin a noite durante o forró
      R$44 a diária
      R$28 compras pros dias seguintes

       
      Dias 2 - 3. Ponta Negra (comunidade tradicional caiçara)
      Tínhamos planejado ir pra Cachoeira do Saco Bravo pegando uma trilha de dois dias saindo de Paraty, mas o tempo não colaborou. Além disso, tava rolando uma manifestação na estrada, o que fez a gente sair de Paraty só por volta de 14hs. Pegamos o busão que vai até a Vila Oratório, descemos no ponto final e começamos a caminhada. É bem sinalizada e tranquila, mas tem muitas descidas e subidas. Se cê tiver na dúvida, só usar o Wikiloc que lá tem aos montes. Por volta de 16hs chegamos na Praia do Sono e pretendíamos seguir caminhada até a Ponta Negra pra acampar lá, mas o tempo tava muito fechado e a gente teria que passar correndo pelas praias e cachoeiras no caminho, então acampamos nessa mesmo. Encontramos um caiçara gente finíssima - salve Abraão! - que deixou a gente acampar no quintal dele por R$15 e deu umas dicas pra gente de como seguir. Aproveitamos pra conhecer a comunidade tbm, recomendo esse passeio e trocar ideia com os nativos da região. Na manhã seguinte partimos assim que acordamos rumo à cachoeira, mas o tempo tava MUITO fechado e o mar muito bravo, então acabamos parando em Ponta Negra pra curtir a praia nos minutinhos de sol que abriram (a cachoeira do Saco Bravo é na beira do mar, então é perigoso de se ficar em dias de ressaca). No caminho paramos na praia dos Antigos e na cachoeira da Galheta, os dois lugares MUITO BONITOS! Chegamos de volta na vila do Oratório de volta umas 16h e pegamos o primeiro busão de volta pra Paraty.
      R$10 busão (ida e volta, saindo da rodoviária de Paraty)
      R$15 camping do Abraão
      R$4 miojo que compramos na vila pra dar um gás a noite, pq a comida acabou rápido kkkkk

       
      Dias 3 - 4. Paraty
      De volta a Paraty no fim da tarde do terceiro dia, comemos num restaurante perto da rodoviária e compramos uns vinhos e pães pra fazer uma social à noite no hostel. A galera da recepção ficou trocando ideia com a gente e uma das hóspedes apresentou pra gente a Gabriela, cachaça típica de Paraty. Gostamos tanto que fomos no centro histórico no dia seguinte comprar algumas. Dia seguinte, na hora do almoço, comemos o resto do rango que tínhamos e partimos pra Trindade.
      R$44 a diária
      R$20 rango no restaurante
      R$16 vinhos + paradas de fazer hotdog
      R$45 cachaças (compramos Gabriela e umas outras também)
       
       
      Dias 4 - 6. Trindade
      Chegamos em Trindade na tarde de quinta-feira, largamos as paradas no hostel sem nem explorar direito e fomos direto conhecer as praias mais próximas - praia do Forte e praia do Meio. Pegamos o sol se pondo nas pedras, lugar maneirasso e de energia incrível! No início da noite comemos no Laranja's Bar por indicação da gerente do Hostel - salve, Heidi! - e ficamos APAIXONADOS no lugar. Achamos os rangos em Trindade muito mais baratos que em Paraty e nesse lugar, além de rolar umas cachaças pra degustação, a ambientação faz tudo ficar mais gostoso. E é open feijão e open pirão! Fizemos umas compras e voltamos pro Hostel Kaissara à noite. Lugar simplesmente maravilhoso! É um pouco mais afastado da rua principal e fica no meio das árvores, com um riacho percorrendo por baixo. Fizemos amizade com um argentino que trabalhava por lá - grande Matias - e ficamos trocando ideia até o fim da noite. Dia seguinte fomos pras piscinas naturais do Caxadaço e visitamos algumas praias ali pela região, mas quando a gente decidiu ir na Pedra Que Engole eu me machuquei feio e precisei voltar pra Paraty pra ir na UPA. Voltei pra Trindade só à noite, bati um rango e no dia seguinte a gente já ia partir pra Ilha Grande.
      R$70 duas diárias no Hostel Kaissara
      R$46 rangos no Laranja's (dos dois dias)
      R$7,50 lanches e frutas pra comer na praia
      R$20 busão Paraty x Trindade (duas idas e duas voltas)

       
      Dias 6 - 10. Ilha Grande
      Saímos de Trindade às 10h, fomos pra Paraty e fizemos compras pra levar pra Ilha Grande. Tinha lido aqui no fórum que lá quase não existiam mercados e os poucos que tinham eram muito caros e não aceitavam cartão - balela! kkkk TODOS os lugares que passamos aceitam cartão e os preços eram um pouco mais altos que em Paraty, mas nada que tivesse valido a pena levar as sacolas de macarrão e legumes que levamos. Esperávamos chegar em Angra a tempo de pegar a barca que saía as 13h30 (é uma ao dia e custa $17, saindo nesse horário por ser um sábado), mas com as compras e o trânsito acabamos atrasando e chegando às 15h. Pegamos um flex boat até Ilha Grande, que sai de hora em hora, e chegamos lá antes das 17h. Ficamos hospedados no Biergarten, na rua principal. O hostel é bonito e bem cuidado, mas tem uma vibe muito diferente dos últimos que ficamos - que eram bem menores e menos "comerciais". O Biergarten tem um restaurante e um bar que ficam abertos até tarde e tem várias opções, porém todas bem caras.
       
      No dia em que chegamos tava rolando uma festa junina na ilha, então compramos um vinho e ficamos lá dançando um forrózinho à beira-mar até o fim da noite. No dia seguinte, de manhã, fomos empolgados atrás de um passeio de barco e tivemos a triste notícia: os passeios estavam interrompidos até o mar voltar a ficar calmo. Tivemos que optar pelas trilhas, mas eu tava meio ferido ainda então fizemos só as mais próximas (fizemos a T01, que é o circuito do Abraão, e fomos até a praia do Abraãozinho). Todas as trilhas em ilha grande são enumeradas e as que fizemos eram bem sinalizadas também. A T01 passa pela Praia Preta, pelas ruínas do Lazareto e por um aqueduto. Se você faz nessa ordem, quando você sai do poço e começa a volta tem uma pedra que dá pra tomar um sol e ficar curtindo a vista. Muito foda! A trilha até o Abraãozinho é um pouco mais puxada, a volta foi meio tensa porque a maré ja tava meio alta no horário (~16h30) e tem que passar por umas faixas de areia com pedra, mas vale a pena. À noite tomamos uma caipirinha no bar do Hostel e ficamos conversando por lá mesmo.

       
      No dia seguinte, oitavo dia de viagem, conseguimos fazer o passeio da meia-volta! Foram os R$80 mais bem gastos da viagem. Fomos de flex boat e visitamos a lagoa azul, lagoa verde, umas praias e o saco do céu. Maravilhoso, rola até de nadar com os peixinhos com o macarrão e o óculos de mergulho que a agência oferece. Entretanto, os almoços são muito caros e tivemos que nos saciar com os lanches que havíamos comprado e deixar pra comer direito na vila, mais à noite. A gente tava na onda do crepe, mas todas as creperias estavam fechadas exceto a da rua da praia (que era MUITO cara!), então comemos umas iscas de peixe e um macarrão. No dia seguinte, último dia na ilha, estávamos determinados a caminhar até Lopes Mendes ou Dois Rios, mas o passeio de Ilhas Paradisíacas estava disponível (e de lancha!). Tiramos onda demais e visitamos umas ilhas de Angra que são do caralho! Sem dúvidas o lugar mais bonito que já vi. Os dois passeios duraram o dia inteiro, o da meia volta terminando umas 17hs e o de Ilhas Paradisíacas até umas 18hs. Nesse dia, comemos uns Shawarmas lá na ruazinha principal e arrumamos as malas pra voltar no dia seguinte.
      R$166 as quatro diárias no Biergarten Hostel
      R$77 pra chegar na ilha (17 paraty x angra, 60 angra x ilha grande)
      R$60 álcool nos passeios (de barco e pela vila)
      R$170 os dois passeios (80 meia volta, 90 ilhas paradisiacas)
      R$130 comidas p/ todos os dias (comer em restaurantes na ilha é bem caro, mas se cê procurar consegue achar uns pratos entre R$20 e R$30)
      R$76 pra chegar no Rio (17 ilha grande x angra, 3.50 do cais até a rodoviária, 56 angra x rj)

       
      Dia 10. Rio de Janeiro
      Nosso busão saía às 22h30 do centro do RJ e a barca saía de Ilha Grande rumo à Angra às 10hs (uma por dia), então ficamos um bom tempo de bobeira na Cidade Maravilhosa. Aproveitamos pra comer e tomar uma cervejinha ali na Rua do Ouvidor. Deixamos as mochilas no guarda-volumes da rodoviária, pra não ficar muito incômodo pra dar rolê, mas nem andamos muito porque em Ilha Grande quase todos saímos com algum machucado no corpo... histórias pra se contar hehe
      R$7,00 lanche pra viagem
      R$12,50 guarda-volumes da rodoviária (tínhamos 1 mochila por pessoa e 1 sacola compartilhada com as paradas que compramos)
      R$15 fast food da massa
      R$8 transporte rodoviária - centro, centro - rodoviária
      R$13 cerveja pré-busão

       
      No mais, achei que valeu muito a pena o role! Gastamos um pouco mais que o previsto, por volta de R$1.2k, mas a gente já esperava por não ter muitas informações sobre quanto gastaríamos em Ilha Grande e tudo lá depende muito de como o mar vai estar. Achei o role em Trindade melhor pra quem gosta mais de natureza, então se eu fosse repetir teria ficado mais tempo lá e menos tempo na ilha. Achei IG turístico demais pra mim (juro que cê quase não encontra brasileiros por lá) e por conta disso não consegui me conectar direito com a galera que mora ou trabalha por lá. Já Paraty é linda e boa pra todos os gostos - quem quer curtir praia, quem quer caminhar, quem quer ver passeio histórico. Ponto indispensável. Não é à toa que recebeu título de Patrimônio Mundial da UNESCO. 
       
      Espero que curtam o relato e que ele possa ser útil pra alguém aí!
      Qualquer dúvida, só mandar msgs!


    • Por Diogo Rodrigues
      Fiz um bate e volta em Cunha, no interior de São Paulo.
      Levei quase 4 horas para chegar, e fui direto pra Pedra da Macela, na madrugada mesmo. Fiz a trilha bem rápido, pois não queria chegar lá em cima com o Sol já nascendo. 
      A trilha é fácil, sem obstáculos, somente tem uma subida bem puxada, que faz qualquer um ter dor na panturrilha, mas nada que um tempinho parado não resolva. Dá entre quase 3km de subida!
      Chegando lá em cima, encontrei um lugar lotadíssimo, praticamente sem lugar para assistir o por do sol. Barracas, violões, cachorros passando frio, e pessoas tentando achar um lugar pra tirar uma foto e ver o nascer do Sol.
      Vídeo da viagem:
      A vista de lá é linda, e vale totalmente a subida. Além de que a noite as estrelas são um espetáculo a parte.
      Dá pra ver Angra dos Reis, Paraty, etc.
      Sofri a semana toda com medo do tempo não estar bom, mas estava perfeito para um nascer do Sol.
      Fiquei até 7:20 e desci. 
      Fui tomar um café na cidade, e parti pra Cachoeira do Pimenta. A estrada é tranquila, e o carro chega até a cachoeira, que por sinal é linda! tem 3 quedas, e fazendo uma pequeno trilha de 1 minuto, você chega na mais bonita delas.
      Estava bem vazia, e deu pra aproveitar bem.
      Voltei pra cidade, almocei, e fui para o Lavandário de Cunha, uma plantação de Lavanda, Alecrim e outras coisas. Entrada: 10 reais por pessoa.
      A vista de lá é linda! O céu estava muito azul, e fiquei dando uma volta por lá, vendo as abelhas, as plantinhas, e pensando que moraria fácil num lugar como aquele.
      É um pouco corrido e cansativo, mas vale a pena fazer as 3 atrações no mesmo dia!
       
       









    • Por Vgn Vagner
      “Minha cabeça estava a mil, ou melhor, a milhão; com o coração partido e uma angustia dominante. Preocupação e sofrimento, choros e abatimento emocional faziam parte de uma fase ruim que me fez desanimar por completo depois do ocorrido misterioso. Eu não tinha o menor pique para fazer qualquer atividade na área que tanto me fascina: trilhas. Mas, ciente de que nas trilhas estava minha injeção de ânimo, minha motivação, minha retomada, me propus a derrotar os meus demônios e vencer essa batalha. Fui na busca de alimentar minha alma com as energias da natureza.”
       
       
      O Destino
       
      A princípio seria algo simples, um bate/volta dominical à 80 km de São Paulo rumo às Gerais, ver o pôr do sol e jogar conversa fora com os amigos, me distrair. Mas aquilo que duraria algumas horas, logo ganhou a soma de um pernoite. Tudo por que pude visualizar uma foto fantástica de um Pico que eu ainda não conhecia na Serra da Bocaina, porém, em sentido totalmente contrário (RJ), e bem mais distante, 225 km de Sampa. Mas a distância não era problema. Com a foto em mãos, os “caras” nem pensaram duas vezes...
      #PartiuCunha-SP, acampar na Pedra da Macela e se energizar com a beleza daquele lugar, vista a 1.840 metros de altitude.
       

       
      Relato
       
      O combinado foi nos encontrarmos ao meio dia na estação do Metrô Itaquera, e assim foi feito. Coloquei o “Fiesta Guerreiro” na direção da Rodovia Ayrton Senna, SP-070, e seguimos nela por algumas horas, até que ela se encontrasse com a Dutra, onde rodamos mais alguns-vários quilômetros e pagando pedágios até Guaratinguetá, onde pegamos a deserta Rod. SP-171, que através da sequência de vários sobe/desce, leva à micro cidade de área rural, Cunha. Onde aproveitamos para procurar um lugar pra almoçar.
      Bem no centro da cidade, há um mirante que leva seu olhar a vagar sobre a região montanhosa e verdejante. Local ideal para uma sessãozinha de fotos, passear de mãos dados com a namorada e contemplar a beleza. Existe também uma igreja muito bonita na praça central, onde se vê vários senhores, veteranos, papeando e fumando seus cigarros de fumo de corda e vendo a vida passar. Restaurante é o que não falta por lá, e depois de comer avontê por $15, seguimos novamente pela SP-171 até o km 66.
       
      Muita gente indica em seus relatos, que a entrada que leva até a Pedra da Macela está no km 65 (o que não é verdade). Rodamos toda sua extensão a procura da tal entrada, e pouco depois de perguntar para uma senhorinha local, no início do 66, vimos a estrada de terra que vai em direção à Cervejaria Wolkenburg, e ali, onde a estradinha de bifurca, pegamos a direita e chegamos rapidinho na área onde se deixa os carros.
      Ajeitamos nossas cargueiras e seguimos obrigatoriamente pela continuação da estrada, que pós portão se torna uma subidinha exigente e cansativa, dá até pra deixar a língua de fora kkk. São 2,3 km de subida, num desnível de 300 metros até o topo. Não tem como se perder, é uma estrada sem bifurcações, nem estreitamentos. Ela segue sempre bem aberta com algumas picadas à direita de quem sobe, e essas curtas picadas levam à mirantes que já permitem um pouco da visão litorânea.
      Nossa expectativa era conseguir chegar a tempo de ver o sol se pôr, mas como tivemos paradas para comer e uma perca de tempo à procura de leite (rsrs)... O sol não espera. Chegamos ao topo com apenas a tonalidade alaranjada colorindo céu de forma sem igual, e precedendo o crepúsculo. Formidável.
       
       
       
      Pouco depois, já no ponto mais alto, a cena que se abriu à nossos olhos foi de tirar o fôlego. Toda imensidão da Baía de Angra dos Reis à nossa frente sendo abraçada pelos paredões da Serra do Mar, ao fundo, planando na linha do horizonte, a Ilha Grande, e mais à direita, a cidade de Paraty acendendo suas luzes aos milhares para receber a noite. Tudo muito lindo!!
       
      Com a chegada da noite, veio o frio arrastado por um vento fooorte que parecia querer rasgar a pele. As barracas já foram montadas em pontos estratégicos entre as rochas e árvores que serviram de proteção contra a friaca que o vento traria na madruga. Na hora em que fui colocar meu isolante térmico dentro da barraca... Cadê ele ?
      Resposta interna imediata: PUUUTZ, FICOU LÁ NO CARRO!!!
       
      Essa afirmação soou como canção para os ouvidos do Valério, que automaticamente já disse: a gente desce lá pra buscar (ele gosta de andar), hehe. O Edu e o Léo preferiram ficar lá encima mesmo, enquanto iríamos fazer “o resgate do esquecido.”
      Como estávamos sem mochilas, foi uma descida rápida e tranquila. A não ser pelos morcegos que davam seus rasantes em nossa direção, o ponto de acertarem nossas cabeças numa colisão frontal. Mas, como a gente manja dos Paranauê, as esquivas foram suficientes rs.
      Logo mais a frente, na metade da caminhada, nosso facho de luz refletiu em um par de olhos à beira da estrada, próximo ao chão.
       
      - o que será ?
      - não sei. Vamos avançando.
       
      Quando chegamos perto, tive a certeza: é uma cobra, e das grandes, enrolada, pronta pra dar o bote. Ficamos um tempo ensaiando de passar, ou na espera de que “ela" fosse embora com a nossa presença,” mas não foi.
       
      - e agora, Vagner ?
      - Ah, vamos ter que passar. Vai na frente, que eu fico iluminando ela.
       
      De repente... o bicho dá um salto, bate as asas e voa, kkkkkkkkkkk ERA UM PASSARINHO!!! Seus abestadôôô . E nós dois morrendo de medo kkkk.
       
      Depois dessa comédia, chegamos rápido ao carro, pegamos o isolante e voltamos. No caminho de volta encontramos com um quarteto indo embora, eles estavam fotografando no topo quando chegamos, e agora deixavam o pico só pra nós hehe. Encontramos em seguida, o guardinha que fica cuidando do perímetro das torres de transmissão durante a noite para evitar invasores. Detalhes a parte, voltamos ao encontro dos camaradas que estavam a registrando a beleza noturna.
       
      Agora sim! todos acomodados, era hora de começar a brincadeira. O céu, que a partir daquele momento se mostrava num tom negro intenso, oferecendo estrelas, constelações e cometas rasgando o céu, estava propício pra uma longa sessão. O bate papo ia longe entre as tremidas e os queixos que se batiam, risada era o que não faltava, e pra completar, o Edu portava um “Estúdio Móvel” na mochila. Minuciosamente ele sacou os equipos, armou o tripé na direção em que podíamos registrar as melhores fotos daquela noite, e da forma mais criativa que tínhamos no momento, inventando rs. As nuvens se dissiparam e permitiram uma exposição noturna maravilhosa, com zilhões de estrelas formando nosso teto (um prato cheio para Astrônomos). O Cruzeiro e As Três Marias eram fácil de identificar, outras constelações que nem imagino o nome, compunham aquela beleza impar, que em horas depois, com o tempo mais aberto ainda, nos permitiu assistir o rastro da Via Láctea seguindo à nordeste. FANTÁSTICO!!!
       
      “lembro de quando, por duas vezes, vi estrelas cadentes cortarem o céu, e naquela fantasia utópica que trazemos da infância, eu fiz meu pedido: Que “Ele” seja encontrado logo, para por fim em todo mistério todo.”
       
       
       

       
      Outra certeza naquela noite, seria o frio da madrugada. Mesmo estando na barraca, com isolante térmico, saco de dormir, meias, calças, blusa fleece, touca e infinidades, eu passei frio. Tinha hora que dava pra perceber a temperatura despencar do nada, oscilava muito, e era aí que vinha a friaca que não me deixava dormir. Um adjetivo pra me manter acordado era o ronco do meu companheiro de barraca (eu mereço kkk). Dava pra ouvir “os caras” lá na outra barraca dando risada disso rs.
      A noite até que não demorou muito a passar, acredito que às 4h da madruga eu consegui pegar no sono. Mas para minha infelicidade, às 04:40 a.m. chega um grupo gritando e fazendo arruaça por terem alcançado o pico antes do sol nascer. Daí pra frente, quem dorme? Ainda ficamos um tempo “dentro de casa” pra manter o corpo quente. Cinco e quarenta começamos a sair, e mais pessoas iam chegando, o frio diminuindo e a claridade se apresentando na linha do horizonte.
       
      O espetáculo começou, mas, por trás das poucas nuvens que pairavam além das montanhas. O que não permitiu que ele se mostrasse como esperávamos: singular e soberano, uma esfera de fogo e sem ornamentos a emergir de seu descanso. Mas não foi possível. Quando ele se mostrou por completo, toda escuridão do céu já havia sumido, e o presente que nos foi dado, também, foi um show do qual adoramos ver. Reverências ao sol, sempre.
       
       
      Tempos depois, os que chegaram para ver o sol iluminar o dia, partiam. Outros demoraram mais um pouco, até que restassem só nós quatro novamente. Começamos a recolher acampamento, tira a “foto saideira” e seguir nosso rumo. A intenção era chegar cedo em Sampa, pois era o dia do níver da mãe do Léo, e ele não queria estar ausente a essa data tão importante S2. Mas antes de partirmos, se aproximava um “guardinha de coturno,” com sua calça preta, boné e livro negro na mão. Pensei: pronto! vai embaçar!
       
      Chegou quieto, sem falar nada, e com a pose de autoridade só olhava a gente tirar nossa última foto.
       
      Virei, olhei e disse:
      - bom dia! Você é guardinha ?
      - não! sou controlador de acesso - respondeu.
      - Aahhh...
      - preciso que vocês assinem o livro.
      - por quê ? tem algum problema ?
      - é por quê vocês acamparam aqui, e temos esse controle. Mas não tem problema nenhum.
      - Atah, menos mal.
       
      Enquanto assinávamos o tal livro, puxamos papo com ele, que foi super atencioso e cordial com as infos dos picos da região. Bem diferente da postura aparente que trouxe na primeira impressão. Depois de terminar a conversa, partimos em direção ao início da trilha, deixando para trás uma história prazerosa, construída em algumas horas de permanência em um Pico de um visual incrível.
      Ainda encontramos pelo caminho muitas pessoas subindo e perguntando detalhes de como estava a vista lá de cima, quanto tempo ainda restava, se estava longe e etc... O pior foi perceber que teve dois deles que estavam subindo sem nada em mãos, nenhuma garrafinha dágua. Com o sol que estava fazendo, era certeza de que iriam sofrer com a sede, pois no caminho não há pontos para pegar água.
      Bom... cada qual sabe onde pisa (eu acho). E eu pisei no acelerador às 10:30h em direção a capital. Saí de lá com novos ares, renovado. A maravilha natural e a presença/diversão com os amigos foi essencial para minha reconstrução emocional.
       
      “Tô de volta no jogo!! hehe”. Foi essa expressão que eu carregava internamente, depois de viver o que vivi naquele final de semana abençoado (23 e 24/05/2015).

      -fim-
       
       
      DETALHES:
       
      Onde: Cunha-SP
      Dificuldade de navegação: zero
      Percurso: 2,5 km ida + 2,5 km volta
      Terreno: só subida (desnível de 300 mts)
      Altitude: 1.840 metros
      Pontos de água: apenas no início da trilha (leve o suficiente)
      Vista: panorâmica (Cadeia de montanhas da Serra do Mar, Baía de Angra dos Reis, Paraty e Ubatuba, e ao fundo: Ilha Grande)
      Estrutura: Não há. Traga todo lixo que produzir
    • Por Evelyn Atanasio
      Olá, 
      É possível conhecer as cachoeiras e alambiques de carro ou o trajeto é ruim podendo ser feito apenas no passeio de 4x4 ?
      Também estou com dúvidas em relação a Trindade, quero passar um dia na vila e queria saber se as trilhas são bem dermacadas e de fácil acesso ?


×
×
  • Criar Novo...