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rjquel

Petrópolis

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O LNCC é perto do centro?

fica na Av. Getúlio Vargas, 333, no bairro da Quitandinha...

 

qual o melhor lugar pra ficar?

abs.

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To procurando hospedagem em Petropolis e/ou terezopolis, alguem pode indicar algum lugar barato? pode ser camping tambem!!!

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Morei em Petrópolis muitos anos, estou fora de lá há quatro anos. Gostaria de fazer um alerta em relação aos passeios de charrete. Não sei se mudou alguma coisa, mas durante todo o tempo em que vivi lá vi brigas de sociedades protetoras de animais contra os charreteiros. Os animais eram muito maltratados. Assim, faço um apelo para que não façam o passeio de charrete. Todo o centro histórico pode ser percorrido a pé. A cidade é bonita, gostosa de caminhar.

Não vamos incentivar para que estes animais continuem sendo maltratados.

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Olá Pessoal!

 

Eu vou sempre a Petrópolis e fico no Hotel do Comércio é o mais em conta que tem por lá, a diária está 35,00 solteiro, casal R$ 50,00 com café da manhã, pão manteiga, geléia e café com leite. Se você não é muito exigente é uma boa pedida. O Hotel é num prédio antigo e suas instalações também, e é bem limpinho e aconchegante; ele fica em frente ao Terminal rodoviário no Centro de Petrópolis.

Outra dica bacana é o Hotel Casa Blanca Palace, diária a partir de R$ 60,00 solteiro e casal acho que custa R$ 80,00 com café da manhã de Rei, muito bom! Fica bem no Centro da cidade onde tudo acontece, e na Rua aonde existe um comércio excelente! Para fazer compra, você sai andando e esbarrar ali por perto com lojas de varejão e outros magazines com preços de roupas de malha, moleton e jeans bem legais. Outra coisa é na hora de comer: em frente ao Terminal tem vários barzinhos e um restaurantes self service, anexo a uma padaria, com preço ótimo de R$ 6,00 o pf. você escolhe no bifet a salada o arroz, feijão e legumes, e eles só colocam a carne, e ainda acompanha um copo de refresco, é muito gostoso! E o custo-benefício muito bom para a cidade de Petrópolis que tem padrão de qualidade e poder aquisitivo alto.

À noite o legal é encontra um Pub ou outras opções para jantar ou um drink que a cidade ofereça; no mais é curti fotografando e admirando os museus, mansões dos barões, praças, e toda parte histórica Imperial do Brasil que ali está para nossos olhos usufruírem do belo!!!

Ok,

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Valeu pelas dicas Vladimir, vou de hotel do comercio msm!!!

Só quero msm é uma cama e um chuveiro, contando q o local seja limpinho ta otimo, o resto é frescura!!!!

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Ôi, Gusta.

 

Em Teresópolis vôce pode acampar em dois lugares. No camping Gato Maracajá, dentro do Parque Nacional da Serra dos Orgãos ou no Camping da Barra (http://www.campingquintadabarra.com.br). O camping da Barra fica praticamente no lado oposto ao Parque Nacional (que é a grande atração) mas tem mais "conforto", banheiros maiores, pscina e sauna. Em compensação acampar no Parque Nacional é sempre uma experiência maravilhosa mas não tem nenhum comércio por perto, por isso toda a comida tem de ser levada.

 

Vibrações positivas,

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Oi gente, gostaria de fazer um apelo a todos os membros dessa incrível comunidade, afinal, adoramos viajar. O apelo é para que continuem vindo para Petrópolis, as chuvas agora de janeiro não atingiram nosso centro e nem o comércio central de Itaipava, a grande maioria está funcionando normalmente, inclusive ontem almoçamos em Itaipava no restaurante Vagão, uma delícia, fica no shopping Estação, lindinho, a pena é que está tudo muito vazio, nos abondonaram... A mídia está destruindo mais a cidade do que as chuvas. A área mais afetada foi o Vale do Cuiabá e Madame Machado, lá sim, nem as pousadas e restaurantes resistiram. Mas nossa preocupação é que as pessoas que perderam suas casas percam também seus empregos, aí a coisa ficará muito mais complicada. Por favor, nos ajudem a divulgar essa informação.

 

Abraços a todos e Petrópolis espera vocês de braços abertos. ::otemo::

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tudo começa no

 

1ºPasseio de charrete pelo Centro Histórico

0800-24-1516

Horário: 8h/17h

O mais charmoso city tour da serra fluminense começa em frente ao Museu Imperial. As charretes, réplicas de carruagens vitorianas do século 19, percorrem as alamedas centrais, cheias de construções históricas. Há passeios de 30 minutos sem paradas (R$ 40 para até 5 pessoas) e de 45 minutos com visita rápida às atrações (R$ 50).

 

2ºCatedral de São Pedro de Alcântara

Visitação à Catedral: diariamente, das 8h às 18h

Visitação à Torre: Terça a Sábado de 11h às 17h. Domingo de 13h às 15h

 

3ºMuseu Casa de Santos Dumont - "A Encantada"

Visitação: terça a domingo de 9h30m às 17h. Visita guiada.

Ingresso: R$5,00 - Crianças de 7 anos, estudantes e maiores de 60 anos a 64 anos: R$2,50

 

4ºPraça 14-Bis e o Relógio das Flores

 

 

5ºMuseu Imperial

Visitação: terça a domingo das 11h às 18h (bilheteria até às 17h30)

Ingresso: R$ 8,00 - Estudantes e pessoas acima de 60 anos: R$ 4,00. Acima de 80 anos e crianças até 6 anos: acesso livre

Pacote familiar: R$ 20,00 (2 adultos +2 estudantes)

 

6ºPalácio de Cristal

Visitação guiada: terça a domingo de 09h às 18h

Ingresso: R$5,00 - Crianças de 7 a 10 anos, estudantes e maiores de 60 anos a 64 anos: R$ 2,50.

 

7ºPalácio Rio Negro

Visitação: Externa

 

8ºCasa da Ipiranga

Horário de Visitação Guiada: Quinta à Terça-Feira- 12:00 às 18:00

Ingresso: R$ 6,00 - Estudantes e visitantes acima de 65 anos pagam meia, crianças até 7 anos não pagam

 

9ºCasa do Barão de Mauá, Petrópolis

Horários de funcionamento:

Segunda a sábado, 9h às 18h, Domingos e feriados, 9h às 17h.

 

 

E depois disso a noite pra relaxar

 

Som e Luz

 

Um espetáculo como você nunca viu nem ouviu.

 

Apresentações: De quinta-feira a sábado às 20h.

Adultos:R$20,00

Estudantes e professores - R$ 10,00

 

 

E pra quem quiser como eu ficar lá

no Hotel do Comércio é o mais em conta que tem por lá, a diária está 35,00 solteiro, casal R$ 50,00 com café da manhã, pão manteiga, geléia e café com leite. Se você não é muito exigente é uma boa pedida.

 

 

 

obs: a ordem naum exatamente será essa, pq tem q adequa os horarios com a proximidade do local!!

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Minha experiencia em Petropólis foi bem rápida e também já faz algum tempinho. Foi em fevereiro do ano de 2006 e de somente 1 dia.

 

Comecei o tour bem cedinho pela Catedral São Pedro de Alcantara, e o ponto alto desta visita é, além da bela estrutura da catedral, em estilo neogótico francês, a lápide de mármore de Carrara, pesando quase três toneladas, com as estátuas jacentes do Imperador D. Pedro II e Dona Teresa Cristina.

 

Em seguida um passeio pelas praças da cidade...

 

Segui então para o Museu Imperial, não cheguei a entrar, mas dizem que o passeio é bacana. Eu preferi ficar apenas tirando fotos no jardim.

 

Dei um pulinho no Trono de Fátima, que se trata de um Mirante, onde é possivel ver toda a cidade de cima.

 

Para fechar o passeio, uma passadinha no palácio de cristal. Ainda era dia, não deu para ver aceso. Alguns contam que e bem mais bonito a noite, quando está ilumidado. Achei dispensável a visita durante o dia, pois é apenas uma estrutura de vidro, e dentro é um salão de eventos, ou seja, nada de mais para ver.

 

Antes de voltar ao Rio, claro uma paradinha na Rua Teresa para compras, pois ninguém é de ferro. As lojas tem preços ótimos para roupas e são de boa qualidade.

 

Não tive a oportunidade de ver o Palacio Quitandinha, o Palacio amarelo, o Palácio Mauá, a casa da Princesa Isabel, a casa de Santos Dumond, a casa dos 7 erros e a casa do Colono.

 

Mas quem sabe um dia eu nao volto pra ver o que ficou faltando, né??

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      Preparação
      Mais uma vez começamos um planejamento para uma trip em grupo, e acabamos terminando em dois só, kkkk.
      Levantamos muita informação, dados, e dicas. Não é segredo algum que minhas viagens geralmente não contam com guia contratado, eu mesmo navego e planejo tudo. De posse das informações, havíamos levado dois meses aprendendo sobre a Serra dos Órgãos, talvez por isso as pessoas desistiram. Tiveram tempo de pensar no que fariam. Encarar uma grande aventura exige mesmo espírito livre.
      A Grande Jornada
      Em 19/07/19 saímos de Campo Mourão às 00:00, foram 1.100 km de estrada, cerca de 17h de viagem. Ainda bem que um dos passageiros que me acompanhou (BlaBlaBla Car) se dispôs a dirigir entre São Paulo e o Nova Iguaçú. Foi um dia todo na estrada. Chegamos em Terezópolis já se passavam das 17:50; o primeiro furo da viagem. Eu havia estimado chegar em Tere dia 20/07 antes das 17h e conseguir viajar até Petrópolis no mesmo dia ainda, dormindo próximo da portaria lá. Doce ilusão, já era noite e tive de procurar um camping ainda, mas tudo certo os Óreas (deuses da montanha) sempre fazem certo.
      Paciência ... tenha paciência.
      Levantamos acampamento ás 06:00, que é a hora que abre (deveria abrir) o Parque em Tere. Chegamos na portaria para guardar o carro e lá estava um aglomero de gente, logo fiquei sabendo que a recepcionista não tinha chegado. Foram 45min de espera, enquanto isso ia aumentando a fila. Quando a mulher chegou já armou-se um fuzuê danado, o povo queria brigar ao invés de me deixar fazer checkin. Com muito trabalho consegui fazer o meu checkin e deixei o povo lá batendo boca.
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      Às 10:15 começamos a trilha, foram 7h de subidas sem fim, mas com um visual de tirar o fôlego, até o desgaste físico passa desapercebido diante da exuberância da mão verde.
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      Dia 2, sobe e desce, sobe e desce...
      O segundo dia é o mais intenso de toda a travessia, e provavelmente um dos mais belos dias que você pode passar na vida. Toda a cadeia da montanhas da Pedra do Sino ficam de frente para nós. A navegação também é mais complicada, presenciamos alguns grupos perdidos (geralmente pessoas sem experiencia ou fanfarrões).
      A cada descida uma subida maior esperava do outro lado, mas tinha-mos a certeza que o visual depois da ascensão e durante a próxima descida seriam ainda mais incríveis. Foram cerca de 8 km, caminhamos por 6 morros (Morro do Açú, Morro do Marco, Morro da Luva, Morro do Dinossauro, Pedra da Baleia e Pedra do Sino), é nesse trecho também que ficam os obstáculos mais difíceis (Elevador, Lajão, Grotão e Cavalinho). Eu particularmente me apaixonei pela pedra conhecida como Garrafão, talvez seja a lembrança que ela me traz que tenha me conquistado. Foi um dia realmente incrível e às 17h novamente chegamos no Abrigo. Ainda tive tempo de tomar um banho frio numa tarde de 4º C. Leia mais aqui



       
      Dia 3, uma corridinha para encerrar a travessia.🏃‍♂️
      Levantei com o escuro e subi novamente na Pedra do Sino contemplar a sinfonia de Apolo ao empurrar seu Astro sobre as montanhas.
      Saímos do abrigo às 07:15, a partir daí só descida praticamente uma trilha bem relax, com a oportunidade de avistar Teresópolis de cima, o Morro da Caledônia e os Três Picos no horizonte. De brinde uma vista por entre as montanhas da Granja Comari, onde um dia já treinou uma seleção de dar medo. Chegamos na barragem às 11:00 fizemos a trilha suspensa e conhecemos o encanto (Cachoeira Peri e Ceci) onde nasceu uma obra prima nacional: "O Guarani". Deixei a tralha no carro e tomei a trilha para o mirante do cartão postal, logo na entrada li que tinha 1.200 m, e eu com pressa; ainda tinha 1.110 km de rodovia até a casa. Não deixei me abalar, liguei a Go Pro e saí em disparada, em 15 min estava de frente para a formação que encantou os portugueses. Mais 15 min estava novamente no carro, exausto agora.




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    • Por maizanara
      Na Patagônia fizemos o nosso primeiro trekking sozinhos, o Circuito W no Parque Nacional de Torres del Paine,  e voltamos ao Brasil energizados para fazer o nosso primeiro em terras brasileñas.
      Só tinhamos um problema: qual? Qual trekking nós, mortais sem GPS,  faríamos?
      Foi aí que nossos amigos Ádria e Hugo, também mortais sem GPS em busca do primeiro trekking no Brasil,  lançaram o convite para fazermos a travessia de Petrópolis Teresópolis no feriado da Páscoa. E quer saber? Por que não? 
      Demos uma olhada nas fotos do Google,  Ádria fez as reservas das 2 noites de acampamento e as entradas do parque, e estava decidido, nossa aventura seria no Rio de Janeiro, dali 40 dias. 
      Quer ver fotos desta travessia para se inspirar? Clique AQUI
      E então, o perrengue a emoção começou
      O primeiro item do check list que apareceu foi o danado do GPS. Parecia noticiário "...no segundo dia em caso de mal tempo (neblina), o risco de se perder é grande. Utilize o GPS ou contrate um guia".
      Não queríamos contratar um guia,  opção nossa, e não tínhamos um GPS,  opção do nosso bolso.
      O segundo item era uma corda de 10 metros (eu aconselho 15 m) e essa nós tínhamos.
      Para todo restante acreditávamos estar preparados: comida, preparo físico,  primeiros socorros, equipamentos (exceto o GPS) e navegação por carta.
      Chegando ao Parque Partimos de São Paulo às 22h e chegamos à rodoviária de Petrópolis às 6h da manhã seguinte em um ônibus repleto de aventureiros com o mesmo destino, a travessia. Neste ônibus haviam 15 pessoas de um grupo guiado e 5 de outro, também guiado. Todos aqui têm guia? Sim, menos nós 3. É verdade, não éramos mais 4 e sim 3, já que o Hugo se machucou escalando. Ele até viajou conosco, mas teve que ficar em Petrópolis conhecendo todos os restaurantes, cervejarias e museus, enquanto sua esposa, Ádria, nos aturava por 3 dias. Que pena dela...
      Da rodoviária é preciso pegar 2 ônibus municipais para chegar até a sede do parque de Petrópolis (Bonfim), um até o Terminal Corrêas e outro (número 616 - Pinheiral) até a Escola Rural do Bonfim. 
      DICA: em feriados corra para as filas destes ônibus, pois lotam e você pode acabar tendo que esperar próximo.
      Na sede, às 9h assinamos os termos, checaram as nossas entradas e acampamentos (leve impresso!) e pronto.  Pé na trilha!

      DIA 1
      O primeiro trecho até a bifurcação para a cachoeira Véu de Noiva (ponto de água) foi bem tranquilo, cachoeira para esquerda e Castelos do Açu para direita. Para chegar até a cachoeira, é preciso atravessar um rio de pedras escorregadias e a trilha continua até ela, que é linda e vale a pena. Sou daqueles que entra na cachoeira por mais gelada que esteja, mas não entra em um chuveiro gelado nem com reza brava.
      Aquele dia de céu azul ainda estava começando. Voltamos até a bifurcação e tocamos para Pedra do Queijo, nossa parada para almoço e um lugar para sentar estava concorrido. Então, continuamos até o Ajax (ponto de água). No primeiro dia são mais de 1.100 metros de altimetria conquistados em 7km. Puxado! O trecho final de subida, conhecido por Isabeloca, foi desviado da rota original, portanto se você está com GPS, cuide para estar com seu tracklog atualizado. A rota original está preservada para restauração da vegetação.
      O final da Isabeloca, marcou o começo das vistas de tirar o fôlego. A caminhada neste trecho estava tranquila, mas durante o caminho para o Morro do Açu, o sol já estava se pondo, e agora? Corremos para aproveitar a luz do dia ou ficamos para ver o sol se pôr? Pessoas experientes diriam para aproveitar a luz solar e apertar o passo. Nós aproveitamos a luz solar, acompanhamos cada raio de sol se escondendo em um pôr do sol maravilhoso, e depois apertamos o passo.  No primeiro dia não tem segredo! A trilha é muito bem marcada em meio à vegetação.
      A noite, chegamos ao Morro do Açu e lá, era possível acampar próximo ao abrigo ou à cabeça da tartaruga.

      DIA 2
      Este era o dia! Navegar sem GPS, passar pelo "elevador", "mergulho", "cavalinho" e chegar até o Abrigo 4, da Pedra do Sino.
      5h da matina, é hora de ver o sol nascer! Como um ritual, todos vão ao Castelos do Açu para este momento. 
      Fez um bocado de frio a noite, mas não deve ter chegado a 0° C. Levantamos acampamento, enchemos nossas garrafas de água e partimos. Geralmente, o tempo que se leva no primeiro dia é parecido com o tempo do segundo.
      Neste dia, existem pelo menos 2 trechos que são por laje de pedra que em caso de neblina, só um guia ou GPS poderão te salvar. Tome cuidado!

      A travessia começou ao lado do abrigo, sentido Pedra do Sino. Depois de pouco tempo encontramos uma descida íngreme e então uma laje de pedra. Como o tempo estava  bom, foi possível ver a continuação da trilha ao lado do vale.
      Continuamos e começamos a subir o Morro do Marco, na subida tivemos alguns trechos de trepa pedra e os primeiros escorregões e no final d a trilha (no topo) viramos para direita, caminhamos pela crista e a descemos pela laje de pedra em direção ao Dedo de Deus.
      Chegamos a um riacho na base do Morro da Luva onde tem sombra e água fresca, (estávamos precisando!). Conosco, haviam umas 10 pessoas e outras estavam chegando, então resolvemos sair para diminuir a fila da água.  Sim, havia fila. Tocamos para cima, agora subindo o Morro da Luva. O começo é pela mata, mas a sombra durou pouco, seguimos com um sol do agreste de tostar a moleira. Quando chegamos a crista, transmitindo uma paz e maior do que as fotos podem representar, surgiu a Pedra do Garrafão. Que vista!

      A trilha continua pela crista, atravessando o morro. Terá um vale e o sentido é para direita,  continuando entre lajes de pedra, trilha e atravessando outro riacho (ponto de água). Depois de um bom tempo atravessamos uma ponte de madeira e chegamos ao Elevador. Havia chovido nos dias anteriores e boa parte da trilha tinha lama e a Ádria que tomou todo cuidado para não molhar a bota a fim de escalar o "Elevador" sem o risco de escorregar, descobriu que ele inteiro estava molhado. Antes da subida, parada para almoço. E aí, grupos estavam chegando, a fila aumentando e o tempo passando.  Vamos. A subida não foi tranquila, teve muita atenção e tensão. Ferros da escada soltos e outros faltando, todo cuidado era pouco (sem falar no peso da mochila te empurrando). Um pé de cada vez, sem pressa. Pronto, passamos.

      Como recompensa um cubinho de doce de leite doado pelo amigo da trilha, a Maiza (com a mão bem limpinha) não pensou duas vezes. Obrigado amigo!
      Após o elevador, seguimos até encontrar mais um trecho de laje, agora mais íngreme, onde era possível ver 2 pês cravados na rocha que podem ser muito úteis em dias de chuva forte. Por todos estes trechos onde caminhamos pelas rochas foi possível encontrar os totens (foto abaixo). Já as setas indicando a direção (amarela para Teresópolis e branca para Petrópolis) eram raras. Subimos a crista do Dinossauro, passamos pelo Vale das Antas (ponto de água), continuamos pela Pedra da Baleia, depois zizagueando pelas lajes de pedra chegamos ao Mergulho.
      O Mergulho é uma depressão (buraco) no final das lajes de pedra com uns 5 metros de altura. Quando chagemaos, um casal com corda, ajudava outros dois trilheiros, que não tinham. Então, começamos a nos preparar enquanto a fila se formava atrás de nós. Optamos por fazer um pequeno rapel pois achamos que era o mais seguro para aquela pedra úmida e escorregadia (imagine em dias de chuva!). No meio do rapel da Ádria, chegou um quarteto de cabras da peste, metidos a Indiana Jones, querendo passar rapidinho e ao mesmo tempo que a Ádria. 
           - Amigo,  quer passar, passa, mas não segura na corda que ela está pendurada né?
      Pois é, esses Indiana Jones estavam sem o chicote para lançar na árvore e usar feito cipó.
      Pronto, mergulho superado,  então vamos para o próximo,  o Cavalinho.
      Quando chegamos lá,  adivinha quem estava travado com medo de altura e não conseguia passar pelo cavalinho?  Um dos Indiana Jones.
           - É amigo,  no filme era mais fácil, né?
      Assim como no Mergulho, tiramos as mochilas e passei primeiro para içá-las. No Cavalinho existe um "pê" para proteção que usei para içar um Indiana Jones, dois Crocodilos Dundee, a Ádria, a Maiza, quatro pessoas que não tinham corda, tampouco guia e onze mochilas, até que chegou o grupo guiado pelo Janio,  que me perguntou:
      - Você é guia?
      - Não, estou mais para bom samaritano de trilha mesmo.
      - Eita, então pode continuar que ali em cima tem uma passagem pior que essa, e o pessoal deve estar te esperando .
      Dito e feito, dali 10 metros, a turma estava lá me esperando. Mais um trecho bem complicado com necessidade do uso da corda. Acredito que levamos mais de 1 hora, entre o Mergulho, Cavalinho e o último trepa pedra, pois foram trechos técnicos, com fila e ajuda aos desavisados.
      Dali em diante, a trilha foi tranquila e rápida até o Abrigo 4. 

      Dica: chegando ao abrigo, a primeira coisa a se fazer é colocar o nome na fila do banho quente, caso você tenha comprado, pois a espera pode ser bem longa. Armamos a barraca, a Maiza fez um jantar sinistro, comemos e esperamos, esperamos, até que eu comecei a dormir em pé esperando a minha vez no banho. Quer saber? Já tomei um banho de cachoeira antes de ontem, vou dormir. A Maiza conseguiu revender o meu banho e o lugar na fila.
      DIA 3
      5h da manhã, hora de acordar para ir ver o sol nascer na Pedra do Sino. Chegamos em 30 minutos, com tempo para andar pelo pico e escolher o melhor lugar para dar bom dia ao sol.

      Descemos, levantamos acampamento e seguimos morro abaixo. O caminho foi óbvio e tranquilo, com vários pontos de água. Chegamos à portaria da sede em Teresópolis realizados! Satisfeitos com cada minuto desta travessia e famintos.
      Andamos até o ponto de ônibus indicado pelos funcionários do parque, e próximo à rodoviária comemos um PF de respeito. Entramos no ônibus para Petrópolis, depois para o hostel e finalmente tomei banho.
       Quer ver mais fotos desta travessia para se inspirar? Clique AQUI
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    • Por maizanara
      Cinco motivos para você fazer a incrível travessia de Petrópolis Teresópolis
      1) O pôr do sol do Castelos do Açu é incrível;
      2) A vista para Serra dos Órgãos é incrível;    
      3) O nascer do sol da Pedra do Sino é incrível; 
      4) A realização ao completar essa travessia difícil é incrível;
      5) A história que você contará para o seus netos sobre ela, será incrível (esta foto ainda não temos).
      Quer ver TODAS as fotos desta travessia para se inspirar? Clique AQUI
      Quanto tempo leva? A travessia da maneira tradicional é feita em 3 dias, sendo: DIA 1: da portaria do Bonfim até os Castelos do Açu. Duração: 7 a 8 horas;
      DIA 2: dos Castelos do Açu até o Abrigo 4 (próximo à Pedra do Sino). Duração: 7 a 8 horas;
      DIA 3: do Abrigo 4 até a portaria em Teresópolis. Duração: 4 a 5 horas.
      Qual a melhor época?
      Época com menor ocorrência de chuvas, maio a setembro. As chuvas podem tornar a travessia bem perigosa.
      Preciso contratar um guia?
      Se você está na dúvida, a resposta com certeza é sim! Se você está pensando em ir sem, saiba que a trilha exige experiência em navegação, muito preparo físico e técnicas com corda. 
      Nós fomos sem guia, mas aconselhamos você a não fazer o mesmo. ☺
      Nossas indicações: 
      Janio de Oliveira -  (24) 98812-5782 - [email protected];
      Daniel Miller (Sherpa Adventure) - (21) 97222-7745 www.sherpaadventure.com.br
      Lista dos condutores cadastrados no PARNASO (Parque Nacional da Serra dos Órgãos);
      Quanto custa?
      Custos do Parque: consulte o site do Parque, pois os preços costumam variar de acordo com a data. 
      Guia: os custos podem variar entre R$ 200,00 e R$ 400,00 por pessoa, variando de acordo com o guia e a quantidade de pessoas. Atente-se para a quantidade de pessoas por guia, não é indicado mais do que 10 por guia.
      Alimentação: é preciso levar toda a comida para os 3 dias. São 3 cafés da manhã, 3 almoços, 2 jantares e lanche de trilha para 3 dias, tudo ao gosto do freguês.
      Transporte:
           Ida (Petrópolis):
              -  A partir da sua cidade até Petrópolis - RJ. Em nosso caso, saímos de SP (rodoviária do Tietê) de ônibus e custou R$ 125,00 por pessoa; 
              - Rodoviária  até a sede em Bonfim (Petrópolis): ônibus para o terminal Corrêas + ônibus até a Escola Rural do Bonfim (número 616 - Pinheiral), R$ 4,00  
            Volta (Teresópolis):
             -  Nós voltamos para Petrópolis, para aproveitar o restante do feriado. Ônibus coletivo até a rodoviária R$ 4,00 e ônibus da Viação Teresópolis saiu da rodoviária e custou R$ 20,37. 
             - De Petrópolis - RJ para SP (rodoviária Tietê), R$ 125,00.
      Nossos gastos (por pessoa):
         • Entrada do parque + taxa + camping no Açu + Camping no Abrigo 4 + 1 Banho Quente + Taxa de Conveniência = R$ 80,96
         • Alimentação = R$ 80,00
         • Transporte =  R$ 278,37
         ► Total = R$ 439,33
      O que levar?
      Aqui, você pode encontrar a nossa checklist. Caso você contrate algum guia, confirme quais itens você não precisa levar.
      ! Leve os comprovantes dos pagamentos e reservas  do Parque impressos.
       Quanta água é preciso carregar? 
      Durante a trilha existem vários pontos de água, com um reservatório de 2 a 3 litros por pessoa foi o suficiente. Para todos os pontos de água precisamos purificá-la (Clorin, Água Sanitária, Hidrosteril, etc).
      Quer ver mais fotos desta travessia para se inspirar? Clique AQUI
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