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Estrada Real a pé - Perguntas e Respostas - 2013 a 2015

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15º DIA 11/02/2013 - Segunda-feira

 

De Carrancas a Casa do Roberto próximo a fazenda Traituba - aprox. 28 kms em +- 06 horas.

 

Acordamos cedo, mas não podíamos sair, sem a resposta do Dutra, tivemos que esperar até 08 horas pra saber... as 08 em ponto, batemos na porta da pousada do Dutra, ele afirmou que tudo estava certo, que o Roberto estava nos esperando ...ufa...até que enfim resolvemos da melhor maneira possível...não vão sem antes confirmar se o Roberto pode recebê-los, pois ele costuma viajar, e a casa fica fechada, e não tem outra opção na redondeza....

 

Como ficamos esperando a resposta até as 08, saimos tarde, ai enfrentamos outro problema: O FORTÍSSIMO SOL.. quase dissolvemos novamente...calor para caramba... mas seguimos viagem bem devagar, como levamos mais de 4 litros d'água cada, não precisamos colher água no caminho....o Trecho não é muito forte, as subidas/descidas não são íngremes, mas são muitas.....alguns kms antes da casa do Roberto nossa água acabou, um motorista parou e nos ofereceu água geladinha, quebrou um grande galho.....no final deu tudo certo.

Assim que chegamos, caiu um dilúvio, com relâmpagos e raios, demos muita sorte!

 

HOSPEDAGEM: Casa do Roberto, fica defrente ao marco 1052 da estrada real(sobe uns 50 metros a esquerda do marco), km +-27,34 de Carrancas. A casa é bem simples, mas tem TV a cabo, banho quente, comida no fogão a lenha, pomar com muitaaas frutas(quase todo tipo), além da ótima prosa do Roberto, uma excelente pessoa e bom papo... passamos momentos fantásticos com ele... valeu cada segundo!

Pra terem idéia: a hospedagem foi negociada a R$80 o casal com almoço/café da manhã incluído......ele estava fazendo frango de granja + arroz + salada + canjiquinha + feijão + batata...completo.....

Minha esposa viu as galinhas comendo na porta da cozinha, e disse: "Roberto, que tal comermos um frango caipira agora"... ele, imediatamente pegou um monte de milho e jogou para elas, pegou um frango bem grande e matou na hora para atender a vontade de minha esposa....poxa quanta generosidade! É claro que pagamos mais caro, contra a vontade dele...gente finíssima!

 

O café da manhã teve: pão, café, leite, bolo e biscoito.

 

Obs.: a casa dele comporta no máximo 4 pessoas por dia, até dezembro o Roberto garatiu que vai melhorar as acomodações. por isso é importante ligar antes e reservar.

 

CONTATOS DO ROBERTO:

Pousada Carrancas, falar com o Dutra: fone (035)3327-1040

Fone do Roberto, direto com ele.....: fone (035)9974-8161 (ligar das 11 às 12 horas e depois da 17 horas, pois ele trabalha na chácara, e o celular não pega)

 

Segundo informação, tem um local perto da casa do roberto que vende pão e mais algumas coisas.....fico devendo essa, pois não me informei com ele.....

 

Obs.: Não façam esse trecho sem antes avisar ao Roberto que estão seguindo para lá....reservem antes...pois ele costuma viajar e a casa fica fechada.....

A casa fica ao lado da linha da estrada de ferro, a uns 30 metros fica a estação ferroviária.

 

Algumas fotos:

Subidas/descidas muitasss...lá no horizonte, do lado esquerdo da foto, serra de traituba, e lá que devemos chegar.

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Fazenda centenária, com plantações de milho......descida e mais descida,....depois subidas e mais subidas

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Olhem a chuva que estava para cair, sorte nossa que a casa do Roberto estava bem próxima, choveu muito...assim que chegamos.

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Esse é o Roberto, gente finíssima.....e sua alquimia de sabores.....o cara cozinha muitooooo, comemos um frango caipirada, que vai ficar na nossa memória para o resto das nossas vidas.....deliciosssssoooo - show de bola....a melhor comida de toda viagem.

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16º DIA - 12/02/2013 - Terça-feira

Da CAsa do Roberto(marco 1052) a Cruzilia foram aprox. 40,50 kms - em aprox. 09 horas

Acordamos bem cedo, o Roberto preparou um café pra nós, batemos um papo até o dia clarear, saímos com o tempo frio, alguma neblina, chegamos na fazenda Traituba, tiramos algumas fotos, dali para frente o sol começou a pegar, não tinha sombra...algumas cachoeiras no caminho.....esse trecho tem muita reta, mas algumas subidas/descidas íngremes.

Muitas fazendas de gado de corte e de leite, plantações de milho/soja/café.....no final pegá-se um pequeno trecho em asfalto.....chegamos cansadíssimos e, era o último dia de carnaval, e não sabíamos se conseguiríamos hospedagem com facilidade, para nossa surpresa, os hotéis tinham vagas sobrando. O carnaval foi realizado na praça principal, por pouco íamos ficar num hotel bem próximo a bagunça...por sorte, ficamos em outro mais longe da muvuca!!

Comemos um self-service numa lanchonete próximo ao hotel(R$19,80 o kg)

Novamente, assim que chegamos a cidade, caiu outro dilúvio na cidade...credo!

HOSPEDAGEM: Hotel Real, rua paralela a praça principal, camas ótimas, banheiro limpissimo, tv a cabo, wi-fi, café da manhã +-, camas ótimas, ventilador, preço: R$140,00 o casal

CRUZÍLIA: cidade com boa estrutura hoteleira, tem opções de lanchonetes, restaurantes, farmácias..... a cidade é conhecida nacionalmente com a terra do cavalo mangalarga marcador

 

Algumas fotos:

Começando a caminha bem no amanhecer, próximo a fazenda Traituba:

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Chegando a fazenda Traituba...

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O gado nelore costuma a acompanhar quem passa no pasto.... foi assim, tinha esses num plano mais alto(a estrada ficava abaixo) do lado direito, do lado esquerdo tinha um cerca e outra fazenda, com mais bois nelores..... nós no meio dos dois gados...... quando passamos, eles vieram atrás...mas um monte de boi...uns 1.000, já pensou eles viessem pra cima de nós...foi tenso, mas ao mesmo tempo divertido, depois que acabou ..

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Mais uma subidinha para arrepiar os músculos....umas árvores floridas....esse trecho tinha pouca sombra

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Chegada em Cruzília, capital do cavalo mangalarga marchador

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17º DIA - 13/02/2013 - Quarta-feira

 

De Cruzília a Caxambú - fizemos em +- 06 horas de caminhada

 

Trecho com algumas subidas/descidas íngremes, passamos dentro de várias fazendas de gado leiteiro, plantações de café..... em alguns lugares passamos por verdadeiros túneis(ver foto), como estava chovendo muito na região, esses trechos tinham muitas poças, barro o que dificultava caminhar com tranquilidade....No topo, linda vista geral de Baependi e Caxambú.... depois pega-se um descida forte, 3 kms, até chegar em baependi, atravessa toda a cidade(não entre na cidade, acompanhe a avenida que circula a cidade), depois trecho tranquilo.

 

HOSPEDAGEM: Pousada águas Caxambú, bem no centro, esquina, 2 quadras do parque das águas, tudo perto, camas boas, banheiro/acomodações limpas, tv a cabo, wi-fi, frigobar, ventilador, café da manhã bom... preço:R$100,00 o casal

 

CAXAMBÚ: Cidade turística, circuito das águas de minas gerais, o grande destaque é o parque das águas(R$10 por pessoa, chegando depois das 17 horas paga-se a metade), muito bem conservado e limpo, lugar tranquilo, com águas, que segundo o pessoal, cura várias doenças, lago grande e um bom parque para crianças....cidade com ótima estrutura hoteleira/restaurante/comércio...... bons doces e queijos.....muito artesanato próximo ao parque das águas... gostei muito da cidade.

 

Algumas fotos:

Atravessando o cafezal

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Túnel de árvores, lindo aquilo lá....

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Baenpedi

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Parque das águas de Caxambú-MG:

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Parque das águas de Caxambú-MG:

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18º DIA - 14/02/2013 - Quinta-feira

 

De Caxambú a São Lourenço - fizemos em +- 06 horas caminhando

 

No ínicio trecho com muita sombra, e em reta(uns 15 kms), o que facilita muito a caminhada, depois subidas/descidas fortes, o sol é fortíssimo, e não tem sombra, por isso é importante levar boné/óculos escuros/protetor solar.... senão vai sofrer muito....

no caminho vimos muita criação de gado de leite, alguns haras, com belos cavalos.

Passamos em do lado de alguns hotéis fazendas, com ótimas estruturas...

O marco final, fica próximo a estação ferroviária...

Almoçamos num self service no centro a R$26,00 o kg; a noite comemos um lanche de pernil(R$10 cada) na rua do comércio.

 

HOSPEDAGEM: Pousada Casagrande, rua cel. ferraz nº 157, bem no centro, próximo a igreja matriz, fone(035) 3331-3178, quarto limpo com camas boas, banheiro compartilhado, mas limpo, tv, wi-fi, café da manhã simples, funciona como restaurante para o almoço...preço R$60,00 o casal...vale a pena - muito barato

 

SÃO LOURENÇO: cidade bem estruturada para o turismo, melhor que caxambu, vários hotéis grandes, restaurantes/comércio pujante. Mas o grande destaque da cidade, é o parque das águas, limpo, bem cuidado, tudo pintado e reformado, tem água que ajuda no tratamento de várias doenças....R$6,00 por pessoa, pode levar 5 litros de água.

Como toda cidade turística, tem várias lojas de artesanatos, doces e queijos....tudo muito bonito.

 

Algumas fotos:

Estrada com sombras...

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Descida para São Lourenço, descida forte..

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Parque das águas de São Lourenço-MG

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19º DIA - 15/02/2013 - Sexta-feira

 

De São Lourenço a Pouso Alto aprox. 16 kms em aprox. 03:30 horas

 

No ínicio, o asfalto não tem acostamento e é estreito, por isso cuidado em caminhar(esse trecho de asfalto é bem curto), depois pegá-se uma estrada de terra sem grandes problemas.

Trecho curto e bem fácil, somente uma subida/descida forte, lá pelo km 11;

Ficar atento antes do marco 1140, na virada seguinte à esquerda, cuidado que tem vários cachorros numa casa, e vão querer lhe atacar, por sorte a dona apareceu uma acalmada nos ânimos deles, mas eu já estava preparado com umas pedras na mão....cuidado mesmo....

Comemos um self-service no restaurante do gaúcho, na rodovia, R$12 por pessoa, come a vontade....comi pra caramba - ótima comida.

 

HOSPEDAGEM: Pousada Estrada Real, na praça principal, em cima de um supermercado, mas não faz barulho, tv a cabo, wi-fi, camas boas, limpo e novo, café da manhã, preço: R$80,00 o casal

 

POUSO ALTO: cidade bem pequena, mas tem alguma estrutura turística, comércio diversificado......

Obs.: Nossa intenção inicial, era tocar mais uns kms, adiantar a viagem, mas o sol forte, a possibilidade de chuva forte mais a frente, aliado ao cansaço dos dias anteriores, decidimos dormir em pouso alto, até para repor as energias gastas anteriormente.

 

Algumas fotos:

No início, depois das curvas do asfalto,pegamos esse trecho em terra, com muita neblina

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Alguns trechos com sombra

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Pouso alto, praça principal

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20º DIA - 16/02/2013 - Sábado

 

Pouso Alto a Itamonte aprox. 23 kms fizemos em +- 05 horas

 

No início subidas/descidas fortes, mas fortes mesmo;

Entre SS Rio Verde x capivari, grande fazenda de criação de gado leiteiro(1.000 vacas), segundo os peões, retiram mais de 10.000 litros de leito por dia;

Conhecemos uma grande granja de galinhas poedeiras, são 1.000.000 de cabeças, que produzem juntas mais de 800.000 ovos por dia.....mas a coisa é muito triste, ficam em cubículos comendo o dia inteiro....veja a foto abaixo;

Entre o 14º e 16º kms, subida forte e, após, descida idem;

No trecho próximo a granja, não tem marco, mas use o bom senso;

O trecho final, na chegada de Itamonte, é no asfalto, mas cuidado, não tem acostamento, e o mato é alto, o movimento de carros é grande, o que pode provocar acidentes.

 

HOSPEDAGEM: Hotel Tomaz, do lado direito da estrada(corta a cidade), próximo a igreja matriz, quartos bons, camas idem, banheiro bom, ventilador, tv a cabo, wi-fi, restaurante, frigobar(pode comprar produto na cidade e colar para gelar), preço: R$100,00 o casal.

 

ITAMONTE: Cidade pequena, mas tem boa estrutura hoteleira, supermercado, farmácias......

 

Algumas fotos:

Nascer do sol entre Pouso alto x Itamonte. Grande fazenda com criação de gado leiteiro, galpão para ordenha das vacas(tudo mecanizado)....

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Uma cidade no caminho

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Asfalto na chegada de Itamonte, sem acostamento, mato alto e muito movimento de veículos, lugar perigoso

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Apa Serra da Mantiqueira

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21° DIA - 17/02/2013 - DOMINGO

 

Itamonte a Posto alto da Serra(depois de Passa quatro) aprox. 35 kms em +- 07:30 horas

 

1º trecho: Itamonte x Itanhandu - 12,68 kms em aprox. 02:05 horas;

Linda vista na subida da serra, antes de Itanhandu, trecho com somente uma subida/descida forte, mas com muita sombra. paramos na praça principal para comer algo, e descansar um pouco e seguimos viagem;

 

2º trecho: Itanhandu x Passa Quatro: 10,80 kms em aprox. 02:35 horas

Esse trecho é praticamente em reta, mas não tem sombra, e o sol é fortíssimo; chegamos cedo em PQ, almoçamos perto da rodoviária num self-service(até leitoa tinha, deliciosa), ficamos naquela, dormimos aqui, ou vamos pra frente.... resolvemos seguir viagem, nossa intenção era dormir num motel na descida da serra da mantiqueira;

 

3º trecho: Passa Quadro x Posto alto da serra(marco 1221): aprox. 11:53 kms em +- 02:45 horas

O trecho mais complicado, saimos do primeiro marco, perto da matriz de PQ, seguimos por uma avenida, até a saída da cidade, atravessamos os trilhos e pegamos estrada de terra, depois de uma subida fortíssima, chegamos na rodovia asfaltada mas estreita demais, outro problema pra nós, estrada com muitas curvas fechadas... fomos bem devagar...... entramos novamente numa estrada de terra, numa outra subida fortíssima, o tempo fechou, tudo preto, começou a ventar, até parecia o vento patagônico... relâmpagos e raios....ficamos molhados, sorte que estava bem próximo do posto alto da serra.... a chuva parou, mas já estava ficando tarde, e íamos passar numa trilha de 3 kms, que segundo informações, estava com mato alto....diante da situação, resolvemos voltar para Passa Quatro para dormir, e no outro dia, retornar de onde paramos.....mas adiantamos um bom pedaço......esperamos no ponto de ônibus em frente ao posto, o busão que no levaria até PQ, demorou 2 horas para passar,Viação cidade do aço, R$2 por pessoa...rapidamente chegamos a rodoviária, dali fomos atrás de hospedagem, como estávamos molhados e cansadíssimos, entramos no primeiro...azar nosso!!!

 

HOSPEDAGEM: Hotel Serra Azul Plaza, nome bonito né!! estão reformando, os quartos são novos, a cama é nova, o banheiro é novo...tudo novo.....mas não funciona nda.........fica defronte a estação ferroviária, é antigo, por isso estão reformando... a tv na pega, o chuveiro não esquenta direito, o pessoal da recepção não são prestativo, e não estão preocupados contigo....e, o pior, tinha um grilo dentro do quarto, não consegui dormir á noite,......tenso viu..... o pior foi o café....parece que tudo estava estragado......

Então fica a dica, se forem a PQ, procure certificar se resolveram os problemas, senão fique longe desse "hotel"....tem outras opções de hospedagem na cidade. Preço: R$100,00 o casal.

 

ITAMONTE, ITANHADU E PASSA QUATRO: Cidades com boa estrutura de apoio...

 

Algumas fotos:

Início bem cedo, estrada de terra com uma subida bem forte, no topo, linda vista do vale abaixo......

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Muita sombra até Itanhandu

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Já pensaram, 1.000.000 de galinhas piando ao mesmo tempo....barulho forte.....uma pena de como são tratadas, comem o dia inteiro e ficam nuns cubículos

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Chegada a Itanhandu

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Estrada Itanhadu x passa quatro, sem sombra e com o sol fortíssimo

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Matriz de Passa Quatro

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Um pouco antes, uma cobra quase atropelou minha esposa, literalmente trombaram, não sabia quem socorria primeiro..

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No alto da serra, gado leiteiro pastando.

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Pegamos uma parte de chuva toda, muito vento, chuva forte e relâmpagos, foi tenso

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22º DIA - 18/02/2013 - Segunda-feira

 

Passa Quatro ao Posto Alto da Serra de busão(R$2,00 p.p) de lá até Cachoeira Paulista a pé - em aprox. 08 horas de caminhada.

 

OUTRO DIA COMPLICADÍSSIMO!

Não consegui dormi, com aquele grilo dentro do quarto, faz parte!

Descemos para tomar café, qual....nem pão tinha...um bolo todo mofado....e café ralo....resolvemos não comer nada....na bica na porta do hotel enchemos nossas garrafas, paramos na padaria em frente da rodoviária e comemos os quitutes mineiros..que delícia...hoje segundona e nós aqui.....beleza...pegamos o ônibus as 07:05(R$2,00 até ao posto)...

Como terminamos o trecho no posto, começamos ali....no início até o mirante, em asfalto, depois pegamos estrada de terra, detrás da lanchonete....seguimos os marcos e chegamos numa chácara, o morador nos orientou sobre o caminho certo...até ali caminho largo e tranquilo, depois da boca do túnel da serra mantiqueira seguimos os trilhos mas com mato muito alto e perigoso, nosso temor era cobras, segundo os moradores, esssa região tem muitasss....mais a frente, tem um entrocamento, do lado esquerdo tem uma porteira, do lado direito é o caminho que desce até o planalto(não tem marco aqui), pode descer...não siga os trilhos depois da porteira.Essa trilha estava, também, como mato alto, muito escorregadio e com valas.

Depois das casas, pegamos uma estrada de terra larga, logo a seguir entramos novamente no asfalto.....mais a frente entramos em outra estrada de asfalto, essa estreita e sem acostamento, mas sem grande movimento....

Passamos em passa vinte.....no marco 1236 tem hospedagem, no rancho guilhermino(R$40 pp) e servem refeições(R$10 pp)....

 

OUTRO PROBLEMA: Na planilha constava que tinha uma ponte caída antes da vila do embaú(FINAL DO TRECHO), mas segundo ela, dava para atravessar... mas chegando lá, constatamos que o rio estava bem alto,devido as fortes chuvas dos dias anteriores....o sol derrentendo nossa cabeça, tivemos que voltar uns 5 kms e pegar um busão até Cachoeira Paulista e dormir lá.....

 

HOSPEDAGEM: Hotel Lido, rua central de cachoeira paulista, tivemos que vir dormir nessa cidade, pois em villa embaú, não tem. Hotel bem simples, camas ruins, roupas de cama sujas, sem ventilador, R$100 o casal, muito ruim, não recomendo...o pior da viagem.

 

CACHOEIRA PAULISTA: Cidade com boa estrutura hoteleira, somente nos finais de semanas, a maioria das pousadas que procuramos não abrem durante a semana..... tivemos dificuldade em jantar, tudo fechado..somente padaria....caótico!!

 

VILLA EMBAÚ - distrito de CP, sem estrutura alguma, tem somente um hotel fazenda entre ela e CP......mas tem ônibus urbano a todo momento!

 

Algumas fotos:

Descemos do busão e pegamos uma pequena parte em asfalto, depois do posto até o mirante.....

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Vista do vale, aquela casinha branca logo abaixo, era o local onde deveríamos chegar....foi tenso

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Boca do túnel abaixo da serra da mantiqueira, até aqui a caminhada é tranquila, mas depois, pegamos mato alto ao lado dos trilhos..foi tenso!!!

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Início da trilha, com mato, ainda, baixo

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Nesse trecho(linha do trem), não tem marco da estrada real, portando fiquem ligado nessa árvores, assim que visualizar ela, à sua esquerda, vc terá que virar à direita, início da trilha para baixo, terminando naquela casinha branca da foto anterior

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Trilha com muitas valas, buracos, mas o mato não estava tão alto

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Ponte antes da villa de embaú, rio estava cheio, mas o grande problema era a quantidade de ferros soltos no leito do rio

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23º DIA - 19/02/2013 - Terça-feira

 

Vila do Embaú a Guaratinguetá - aprox. 38,50 kms em +- 09:15 horas

 

Acordamos 05:30 horas, e tomamos café na padaria próxima a rodoviária, pegamos o busão(R$3,05) que no deixou na vila embaú. O primeiro marco fica no trevo, subimos até uma escola, pegamos uma pequena mas complicada trilha, pois choveu muito, e tinha barro e poças d'água.... chegamos novamente no asfalto, dali linda vista da serra da mantiqueira....ela nos acompanhou por muitas horas..... depois do marco 1250 tem uma pousada rural, para quem vem de PQ pode ser legal dormir ali....pois na vila não tem hospedagem.

pegamos novamente estrada de terra, com grande movimentação de caminhões.... mais a frente outra estrada asfaltada....mas estreita e sem acostamento....muito perigoso....

Ponte caída depois do marco 1267, mas tem pinguela para quem vai a pé...

Antes de Guará, região de grandes plantações, utilizando irrigação, são colonos italianos..

Tivemos que parar numa empresa,na estrada, para pedir água.....foi complicado achar água limpa nesse trecho.

A chegada a Guará é complicado, tem uma forte subida e depois uma forte descida....vc morto, pois andamos quase 40 kms, com um sol fortíssimo em cima....tenso!

Para não perder o costume, caiu um dilúvio à noite....

 

HOSPEDAGEM: Hostel Guaratingueta, na praça da prefeitura(1º marco do próximo trecho), camas boas, ventilador, banheiro privado, tv de plasma pequena, wi-fi, tanque, varal, cozinha, novo...preço: R$100,00 o casal com café da manhã bom.

 

GUARATINGUETA: cidade grande, com ótima estrutura.... tem tudo.... fica a 6 kms da cidade de Aparecida, se não conseguir hospedagem, Aparecida tem mais opções.....

 

Algumas fotos:

Início da trilha na villa embaú, primeiro marco fica no trevo

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Trilha pequena mas choveu muito nos dias anteriores e estava com muito barro e escorregadio, mas foi tranquilo

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Vista da serra, assim que terminamos a trilha

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Uma casa rústica no meio do caminho

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Estrada de terra sem fim, mas com alguma sombra, grande transito de caminhões

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Atravessando um pinguela, tenso viu!

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Área de plantação de arroz irrigado, feitas por imigrantes italianos

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Igreja matriz de Guaratinguetá-SP

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      R$28 compras pros dias seguintes

       
      Dias 2 - 3. Ponta Negra (comunidade tradicional caiçara)
      Tínhamos planejado ir pra Cachoeira do Saco Bravo pegando uma trilha de dois dias saindo de Paraty, mas o tempo não colaborou. Além disso, tava rolando uma manifestação na estrada, o que fez a gente sair de Paraty só por volta de 14hs. Pegamos o busão que vai até a Vila Oratório, descemos no ponto final e começamos a caminhada. É bem sinalizada e tranquila, mas tem muitas descidas e subidas. Se cê tiver na dúvida, só usar o Wikiloc que lá tem aos montes. Por volta de 16hs chegamos na Praia do Sono e pretendíamos seguir caminhada até a Ponta Negra pra acampar lá, mas o tempo tava muito fechado e a gente teria que passar correndo pelas praias e cachoeiras no caminho, então acampamos nessa mesmo. Encontramos um caiçara gente finíssima - salve Abraão! - que deixou a gente acampar no quintal dele por R$15 e deu umas dicas pra gente de como seguir. Aproveitamos pra conhecer a comunidade tbm, recomendo esse passeio e trocar ideia com os nativos da região. Na manhã seguinte partimos assim que acordamos rumo à cachoeira, mas o tempo tava MUITO fechado e o mar muito bravo, então acabamos parando em Ponta Negra pra curtir a praia nos minutinhos de sol que abriram (a cachoeira do Saco Bravo é na beira do mar, então é perigoso de se ficar em dias de ressaca). No caminho paramos na praia dos Antigos e na cachoeira da Galheta, os dois lugares MUITO BONITOS! Chegamos de volta na vila do Oratório de volta umas 16h e pegamos o primeiro busão de volta pra Paraty.
      R$10 busão (ida e volta, saindo da rodoviária de Paraty)
      R$15 camping do Abraão
      R$4 miojo que compramos na vila pra dar um gás a noite, pq a comida acabou rápido kkkkk

       
      Dias 3 - 4. Paraty
      De volta a Paraty no fim da tarde do terceiro dia, comemos num restaurante perto da rodoviária e compramos uns vinhos e pães pra fazer uma social à noite no hostel. A galera da recepção ficou trocando ideia com a gente e uma das hóspedes apresentou pra gente a Gabriela, cachaça típica de Paraty. Gostamos tanto que fomos no centro histórico no dia seguinte comprar algumas. Dia seguinte, na hora do almoço, comemos o resto do rango que tínhamos e partimos pra Trindade.
      R$44 a diária
      R$20 rango no restaurante
      R$16 vinhos + paradas de fazer hotdog
      R$45 cachaças (compramos Gabriela e umas outras também)
       
       
      Dias 4 - 6. Trindade
      Chegamos em Trindade na tarde de quinta-feira, largamos as paradas no hostel sem nem explorar direito e fomos direto conhecer as praias mais próximas - praia do Forte e praia do Meio. Pegamos o sol se pondo nas pedras, lugar maneirasso e de energia incrível! No início da noite comemos no Laranja's Bar por indicação da gerente do Hostel - salve, Heidi! - e ficamos APAIXONADOS no lugar. Achamos os rangos em Trindade muito mais baratos que em Paraty e nesse lugar, além de rolar umas cachaças pra degustação, a ambientação faz tudo ficar mais gostoso. E é open feijão e open pirão! Fizemos umas compras e voltamos pro Hostel Kaissara à noite. Lugar simplesmente maravilhoso! É um pouco mais afastado da rua principal e fica no meio das árvores, com um riacho percorrendo por baixo. Fizemos amizade com um argentino que trabalhava por lá - grande Matias - e ficamos trocando ideia até o fim da noite. Dia seguinte fomos pras piscinas naturais do Caxadaço e visitamos algumas praias ali pela região, mas quando a gente decidiu ir na Pedra Que Engole eu me machuquei feio e precisei voltar pra Paraty pra ir na UPA. Voltei pra Trindade só à noite, bati um rango e no dia seguinte a gente já ia partir pra Ilha Grande.
      R$70 duas diárias no Hostel Kaissara
      R$46 rangos no Laranja's (dos dois dias)
      R$7,50 lanches e frutas pra comer na praia
      R$20 busão Paraty x Trindade (duas idas e duas voltas)

       
      Dias 6 - 10. Ilha Grande
      Saímos de Trindade às 10h, fomos pra Paraty e fizemos compras pra levar pra Ilha Grande. Tinha lido aqui no fórum que lá quase não existiam mercados e os poucos que tinham eram muito caros e não aceitavam cartão - balela! kkkk TODOS os lugares que passamos aceitam cartão e os preços eram um pouco mais altos que em Paraty, mas nada que tivesse valido a pena levar as sacolas de macarrão e legumes que levamos. Esperávamos chegar em Angra a tempo de pegar a barca que saía as 13h30 (é uma ao dia e custa $17, saindo nesse horário por ser um sábado), mas com as compras e o trânsito acabamos atrasando e chegando às 15h. Pegamos um flex boat até Ilha Grande, que sai de hora em hora, e chegamos lá antes das 17h. Ficamos hospedados no Biergarten, na rua principal. O hostel é bonito e bem cuidado, mas tem uma vibe muito diferente dos últimos que ficamos - que eram bem menores e menos "comerciais". O Biergarten tem um restaurante e um bar que ficam abertos até tarde e tem várias opções, porém todas bem caras.
       
      No dia em que chegamos tava rolando uma festa junina na ilha, então compramos um vinho e ficamos lá dançando um forrózinho à beira-mar até o fim da noite. No dia seguinte, de manhã, fomos empolgados atrás de um passeio de barco e tivemos a triste notícia: os passeios estavam interrompidos até o mar voltar a ficar calmo. Tivemos que optar pelas trilhas, mas eu tava meio ferido ainda então fizemos só as mais próximas (fizemos a T01, que é o circuito do Abraão, e fomos até a praia do Abraãozinho). Todas as trilhas em ilha grande são enumeradas e as que fizemos eram bem sinalizadas também. A T01 passa pela Praia Preta, pelas ruínas do Lazareto e por um aqueduto. Se você faz nessa ordem, quando você sai do poço e começa a volta tem uma pedra que dá pra tomar um sol e ficar curtindo a vista. Muito foda! A trilha até o Abraãozinho é um pouco mais puxada, a volta foi meio tensa porque a maré ja tava meio alta no horário (~16h30) e tem que passar por umas faixas de areia com pedra, mas vale a pena. À noite tomamos uma caipirinha no bar do Hostel e ficamos conversando por lá mesmo.

       
      No dia seguinte, oitavo dia de viagem, conseguimos fazer o passeio da meia-volta! Foram os R$80 mais bem gastos da viagem. Fomos de flex boat e visitamos a lagoa azul, lagoa verde, umas praias e o saco do céu. Maravilhoso, rola até de nadar com os peixinhos com o macarrão e o óculos de mergulho que a agência oferece. Entretanto, os almoços são muito caros e tivemos que nos saciar com os lanches que havíamos comprado e deixar pra comer direito na vila, mais à noite. A gente tava na onda do crepe, mas todas as creperias estavam fechadas exceto a da rua da praia (que era MUITO cara!), então comemos umas iscas de peixe e um macarrão. No dia seguinte, último dia na ilha, estávamos determinados a caminhar até Lopes Mendes ou Dois Rios, mas o passeio de Ilhas Paradisíacas estava disponível (e de lancha!). Tiramos onda demais e visitamos umas ilhas de Angra que são do caralho! Sem dúvidas o lugar mais bonito que já vi. Os dois passeios duraram o dia inteiro, o da meia volta terminando umas 17hs e o de Ilhas Paradisíacas até umas 18hs. Nesse dia, comemos uns Shawarmas lá na ruazinha principal e arrumamos as malas pra voltar no dia seguinte.
      R$166 as quatro diárias no Biergarten Hostel
      R$77 pra chegar na ilha (17 paraty x angra, 60 angra x ilha grande)
      R$60 álcool nos passeios (de barco e pela vila)
      R$170 os dois passeios (80 meia volta, 90 ilhas paradisiacas)
      R$130 comidas p/ todos os dias (comer em restaurantes na ilha é bem caro, mas se cê procurar consegue achar uns pratos entre R$20 e R$30)
      R$76 pra chegar no Rio (17 ilha grande x angra, 3.50 do cais até a rodoviária, 56 angra x rj)

       
      Dia 10. Rio de Janeiro
      Nosso busão saía às 22h30 do centro do RJ e a barca saía de Ilha Grande rumo à Angra às 10hs (uma por dia), então ficamos um bom tempo de bobeira na Cidade Maravilhosa. Aproveitamos pra comer e tomar uma cervejinha ali na Rua do Ouvidor. Deixamos as mochilas no guarda-volumes da rodoviária, pra não ficar muito incômodo pra dar rolê, mas nem andamos muito porque em Ilha Grande quase todos saímos com algum machucado no corpo... histórias pra se contar hehe
      R$7,00 lanche pra viagem
      R$12,50 guarda-volumes da rodoviária (tínhamos 1 mochila por pessoa e 1 sacola compartilhada com as paradas que compramos)
      R$15 fast food da massa
      R$8 transporte rodoviária - centro, centro - rodoviária
      R$13 cerveja pré-busão

       
      No mais, achei que valeu muito a pena o role! Gastamos um pouco mais que o previsto, por volta de R$1.2k, mas a gente já esperava por não ter muitas informações sobre quanto gastaríamos em Ilha Grande e tudo lá depende muito de como o mar vai estar. Achei o role em Trindade melhor pra quem gosta mais de natureza, então se eu fosse repetir teria ficado mais tempo lá e menos tempo na ilha. Achei IG turístico demais pra mim (juro que cê quase não encontra brasileiros por lá) e por conta disso não consegui me conectar direito com a galera que mora ou trabalha por lá. Já Paraty é linda e boa pra todos os gostos - quem quer curtir praia, quem quer caminhar, quem quer ver passeio histórico. Ponto indispensável. Não é à toa que recebeu título de Patrimônio Mundial da UNESCO. 
       
      Espero que curtam o relato e que ele possa ser útil pra alguém aí!
      Qualquer dúvida, só mandar msgs!


    • Por casal100
      Resolvemos, dessa vez, fazer alguns roteiros distintos: beira-Mar, trilhas em montanhas e travessia.
      Começamos por Ubatuba, foram 10 dias de caminhada, por algumas das principais praias; depois pegamos nosso veículo e fomos fazer alguns roteiros em Extrema-MG e, por último,  a grata surpresa: TRAVESSIA DA SERRA DA CANASTRA-MG, que lugar maravilhoso: belas cachoeiras, trilhas fortes, flora e fauna exuberante, povo amigável, queijos deliciosos(alguns entre os melhores do mundo na sua categoria) sem contar a culinária mineira. Tudo de bom.
    • Por casal100
      Fizemos a maioria dos caminhos que passam pela Serra da Mantiqueira(Estrada Real, Caminho da Fé, Crer....), alguns mais de 1 vez.
      É quase unanimidade entre os caminhantes que, indiscutivelmente, a Serra da Mantiqueira têm as mais bonitas paisagens e, nós concordamos integralmente. São caminhos que proporcionam lindas fotos,  clima agradabilíssimo, povo acolhedor e simpático, ingredientes que definiram esse roteiro.
      Foram quase 50 dias e mais de 1.100 quilômetros de muitas alegrias, felicidade e paz,  poucas tristezas e decepções.
      Começamos e terminamos na MAGNÍFICA cidade de Campos do Jordão-SP, depois de rever vários lugares (passei alguns invernos nesta bela cidade, quando eu era "bacana"). A cidade se transformou,  criaram vários roteiros turísticos, belas e caras casas dos novos e velhos "bacanas", ótimos restaurantes, atrações mil,  pousadas e hotéis de todo tipo e preço, tem até o refúgio do peregrino, comércio bom, povo hospitaleiro, clima perfeito e, ainda por cima fomos no verão,  baixa temporada,  onde com facilidade encontramos boa hospedagem com preços menores que muitas hospedagem em cidades pequenas.

      Outra coisa que pesou em escolher fazer essa travessia é que a região se assemelha muito com um projeto que temos em mente, que é a travessia entre Punta Arenas x Arica no Chile,  então serviu como treinamento.
    • Por casal100
      ROTEIRO À PÉ:
       
      RIO GRANDE DO SUL:
      Portão
      Bom Princípio
      Carlos Barbosa
      Garibaldi
      Bento Gonçalves - Vale dos vinhedos
      Bento Gonçalves - Pinto Bandeira
      Bento Gonçalves - pela cidade
      Bento Gonçalves - caminho de Pedras
      Caxias do Sul - flores da Cunha
      Caxias do Sul - estrada dos imigrantes
      Nova Petropolis
      Gramado - Natal de Luz
      Canela - Cachoeira do Caracol
      Gramado - pela cidade (parques, centro)
      Santa Maria Herval
      Picada Café
      Ivoti
      Sapiranga
      Três Coroas
      São Francisco de Paula
      São Francisco de Paula  (parques, lagos e pela cidade)
      Tainhas
      Cambará do Sul
      Cambará do Sul - Canyon Itambezinho
      Cambará do sul - canyon Fortaleza
      Torres - praia
       
      SANTA CATARINA:
      Praia Grande - descida Serra do faxinal
      Balneário Gaivota - Praia
      Balneário arroio do Silva - Praia
      Balneário Rincão - Praia
      Balneário corrente - Praia
      Farol de Santa Marta - Praia
      Laguna - cidade histórica + Praia
      Orleans
      Guatá  (distrito de Lauro Muller) pé da serra do Rio do Rastro
      Bom Jardim da Serra
      ROTEIRO DE ÔNIBUS :
      São Joaquim
      Urubici
      Bom Retiro
      Lages
      Fraiburgo
      CONTINUAÇÃO À PÉ SANTA CATARINA:
      Videira
      Treze Tílias
      Água Doce
      Jaborá
      Concórdia
      Seara
      Chapecó
       
      PARANÁ (ÔNIBUS):
      Curitiba
      Paranagua
      Morretes
       
      QUILÔMETROS /DIAS: +- 1.300 kms em 53 dias
       
      PESSOAS:
      No planejamento da viagem nossa preocupação era de como seríamos recebidos nas pequenas cidades, visto que algumas delas não tinham vocação turística, e "mochileiros"poderiam ser "novidade". Mas, essa preocupação foi rapidamente deixada de lado.
      Fomos recebidos muito bem em todos os lugares (exceto dois episódios, que não afetou em nada nossa caminhada).
      Ficamos impressionados com a educação e o acolhimento da população do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, sempre solícitos às nossas demandas.
      Poxa, que saudade de tudo aquilo, em breve voltaremos.
       
      CIDADES:
      Praticamente todas as cidades desse roteiro tinham pousada ou hotel, somente o distrito de tainhas-SC não tem, somente restaurante (mas esse trecho tem serviço de ônibus intermunicipal).
       
      ESTRADAS:
      Optamos em fazer pelas estradas asfaltadas(alguns trechos fizemos em estrada de terra), pois não conseguimos informações sobre estradas secundárias nesta região.
       
      COBRAS:
      Nunca vimos tantas cobras como na serra Gaúcha, teve dia que vimos umas 5, quase minha esposa pisou numa em uma rodovia asfaltada.
      Elas ficam enroladas na pista de rolamento, é normal vê-las todas esmagadas por veículos, ficam parecendo um desenho no chão (pois vários veículos passam por cima).
       
      ANIMAIS SELVAGENS:
      Outra coisa que nos chamou atenção, vimos muitas espécies(raposa, cobras, tatu, macacos, roedores, porco espinho etc) passando lentamente perto de nós.
       
      PRECONCEITO:
      Tivemos um fato lamentável num hotel fazenda.
      O gerente nos recebeu num descaso tremendo, nem respondia nossas perguntas, foi preciso a intervenção de uma funcionária para resolver a situação (quase mandei o cara a pqp), o infeliz está no lugar errado.
      O outro caso foi mais leve, mas fiquei puto.
      Tirando isso, foi muito tranquilo ser mochileiro naquela região, muito tranquilo mesmo.
       
      PREÇOS HOTÉIS:
      Variou de $25 a 95 por pessoa (mas a crise pegou todo mundo ), em alguns lugares priorizamos ficar em lugares melhores,
      Sempre pechinchamos os preços, na maioria dos casos conseguimos descontos, principalmente à vista.
      Não fizemos nenhuma reserva, foi muito tranquilo.
       
      PREÇOS REFEIÇÕES:
      variou de $10 a $35 por pessoa à vontade.
      Peso : de $20 a $44 o quilo.
      Obs.: em média coloque $22 por refeição sem bebidas.
       
      ABUSO CONTRA TURISTA:
      Só tivemos alguns casos de abuso, mas nada gritante:
      Você chega em duas pessoas e pede somente um cafezinho pequeno, o cara trás dois grandes (claro, mais caro) e na maior cara de pau diz que pedimos dois.
      Isso aconteceu nuns 5 lugares na serra gaúcha, lamentável!
      Obs.: para nos proteger disso, fazíamos assim: chegávamos nos caixas do estabelecimento e pagava antecipadamente, acabou o problema.
       
      CARONA: precisamos pegar carona em algumas oportunidades, e foi até tranquilo conseguir.
      .fomos ao canyon Itambezinho e no Fortaleza à pé, e voltamos de carona, foi tranquilo.
      .quando visitamos uma cachoeira em Cambará do sul, fomos à pé e voltamos de carona ( neste dia pegamos três, cada um nos levou num pequeno trecho).
      .dividimos o trecho entre Seara e Chapecó-SC em dois, como o ônibus demoraria muito, resolvemos ir de carona, demorou uns 40 minutos para aparecer.
       
      SEGURANÇA:
      Em momento algum tivemos problema, somente em Porto Alegre (visita ao mercado central que nos orientaram a ter cuidado), mas os moradores de PA estão preocupados.
      .na saída de Caxias do Sul, saída para estrada dos imigrantes tem um lugar que me pareceu inseguro, mas nada complicado.
       
      NEGOCIAÇÃO HOSPEDAGEM:
      Sempre negocie, em alguns casos conseguimos descontos de 10% abaixo dos sites de hospedagem. Principmente nesta crise, em alguns casos somente nós dois estavam hospedados no hotel.
    • Por casal100
      Realizamos no período de 19 a 28 de julho de 2015, o circuito completo do Vale europeu em Santa Catarina. Foram 10 dias contemplando e vivienciando lugares, pessoas maravilhosas.
      Destaco alguns locais incriveis: Pomerode, blumemau, fazenda campo do zinco e sua maravilhosa cachoeira, lindos mirantes, estradas encantadoras, pessoas hospitaleiras e cordiais. Nāo tivemos nenhum incidente.
       
      Começamos antes do circuito, fazendo o caminho entre blumenau e pomerode a pé, e no final fizemos do mesmo modo a rota enxaimel em Pomerode, por isso o roteiro foi concluido em 10 dias.
       
      Brevemente relato completo.


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