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PedroVentura

Paraguai - 7 dias - Julho de 2014

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Sempre utilizei os relatos deste site para organizar minhas andanças por ai...porém, confesso, nunca tinha feito um relato das minhas experiências. No ano passado (sim, demorei 1 ano para postar esse relato...rs), quando pensei no Paraguai como destino para minhas férias, logo fui procurar no mochileiros.com, dicas, informações e tal...mas vi são poucas e essa escassez de infos se repete por todo o google. Com essa falta de informações em português, me deu vontade de escrever o que vi nos 7 dias que passei no Paraguai.

1º Dia – ASU - Encarnação

Saí de Confins (BH) bem cedo, fiz uma rápida conexão em SP e ás 15hs já estava desembarcando no Aeroporto Silvio Pettirossi. Ao desembarcar passei pela imigração (rápida e tranquila) e ansioso como sou, caí na bobeira de trocar meus reais por guaranis logo na casa de câmbio dentro da sala de desembarque pois não sabia se teria outra no aeroporto. DICA: Não faça conversão na área do desembarque, há outras duas casas no aeroporto com cotações BEM melhores.

No saguão do aeroporto (próximo a saída), há um quiosque para taxi, contratei o serviço por 110.000 guaranis (+/- 60 reais) para que me levasse até a rodoviária de Assunção (20min do aeroporto). O taxista foi muito solicito em retirar minhas dúvidas e contar algumas coisas sobre o Paraguai. Quando cheguei a rodoviária, fui ao guichê de 3 empresas (NSA, Rysa e La encarnacera) que levam de Assunção a Encarnação, todas as três parecem ter bons ônibus. Escolhi a La encarnacera, pois o horário mais próximo era o dela, paguei G$ 80.000 (40 reais) pela passagem. Vi pessoas falando que de Assunção a Encarnacão eram 5hs de viagem, mas pelo visto tive azar, minha viagem durou inacreditáveis 7hs de viagem (das 17hs as 0hs). O ônibus parou para todos que davam sinal, e nas primeiras 2hs de viagem andava no máximo a 40km/h; minha sorte que o ônibus era semi-leito e com DVD, extremamente confortável.

Logo na saída do ônibus, em Encarnação, á 0h, haviam vários taxistas oferecendo para levar os passageiros; peguei um taxi e fui para o hotel, o taxista cobrou G$20.000 (10 reias). Ao chegar no hotel (Luxsur), levei um susto, o hotel era extremamente luxuoso levando em consideração, o preço que paguei, depois descobri que como era inverno o hotel estava fazendo uma promoção, pois Encarnação é uma cidade bem movimentada durante o verão. Fiz meu check-in e fui dormir.

2º Dia – Encarnação (Playa San Jose e Missões Jesuítas)

Acordei cedo, tomei o café da manhã, peguei umas informações no lobby do hotel e fui em direção a Playa San Jose. Embora o Paraguai não tenha mar, parece que há poucos anos, alguém resolveu colocar uma costaneira, calçadão e areia nas margens do Rio Paraguai. O resultado ficou bom, a Playa San José, é uma grande avenida com quiosques e restaurantes com uma bela vista para o rio Paraguai e para a cidade do outro lado da ponte (se não me engano, Posadas-Argentina). Depoiis do passeio, fui até um supermercado (SuperSeis) na avenida Irazabal, para almoçar. Lá dentro tem um BurguerKing com preços bem com conta, em relação ao Brasil. Ao lado deste supermercado há uma casa de cambio e na mesma avenida, logo após um hotel, há outra casa de cambio, troquei minha grana na primeira.

Proximo a esta casa de cambio, há dois pontos de taxi, dei uma pesquisada, e consequei um que me levasse as ruinas de Trinidad e Jesus de Tavarengue por G$ 250.000. Foi bem caro, há a opção de ir através de coletivo, mas como era sábado a tarde eu corria um grande risco de não conseguir um coletivo para me levar de volta a Encarnação e fazer o translado do trevo de Trinidad para Jesus de Tavarengue, preferi não arriscar.

O taxista, era bem simpático como boa parte dos paraguaios com que conversei, primeiramente ele me levou a Trinidad. As ruinas deste local, são bem grandes, LINDAS, bem conservadas e impressionantes. Lembrando que o ingresso custou G$ 25000 (+/- 12 reais) e me deu direito de conhecer a ruina de “Jesus” e Cosme e Damiao. Depois de sair de Trinidad, foram mais 10min de taxi até as ruinas de Jesuus de Tavarengue. Ao contrario de Trinidad, esta é bem pequena (praticamente só uma igreja), mas vale o passeio para conhecer.

3º Dia – Encarnacion – Assunção

Saí do hotel de manha e fui até o terminal de Encarnacion esperar um ônibus, tinha entrado no site das empresas (Rysa, NSA e La Encarnacera) e verifiquei os horários. Chegando na rodoviária, vi que o horário que eu queria não tinha no domingo (site desatualizado), acabei pegando o ônibus pra Asunção com a empresa (não me lembro o nome), porem o ônibus era bem mais simples do que o que eu fui antes, porem paguei apenas G$60.000 (+/- R$30). Assim como na ida a viagem demorou cerca de 7hs, porem fui presenteado com pelas paisagens de campos de trigo e arroz pelo caminho. Cheguei no terminal, peguei um taxi e fui para o hotel. Escolhi ficar no hotel Cecilia que também estava com diárias bem em conta, além disso o mesmo tem um bar ao lado e um restaurante dentro do hotel. Este hotel fica no bairro Catedral, na Mcal. Estigibarribia com Calle Estados Unidos, uma ótima localização, bem próximo do centro da cidade e pontos turísticos.

4º Dia – Assunção

Logo após o café da manha, comecei a andar para conhecer o centro de Assunção. Comecando pela Plaza Uruguaya (Calle 25 de Mayo), seguindo a 25 de Mayo encontra-se diversas casas de cambio (vale pesquisar bem, antes de trocar o dinheiro, pois a variação e alta). Logo há 4 praças lado a lado (Plaza da Democracia, Liberdade, De los Heroes e mais outra). Na praça de los Heroes, fica o Panteon de los Heroes (ao lado do Lido Bar), vale uma parada. Seguindo a Calle Palma, há bons restarurantes (xxxx, Fridays, Paris, Bolsi) para tomar uma cerveja e observar o movimento. Seguindo a Calle Alberdí, encontramos o Cabildo, Palacio Legislativo, Camara dos Deputados; tudo bem perto um do outro. Mais a frente (2 ou 3 quadras), há a Mansao dos Lopez (Casa do Governo), este é um prédio bem imponente e ao seu fundo há acesso a Costanera com uma bela vista do rio Paraguay e do Porto. Assunção me pareceu ser uma cidade muito tranquila, e muito bem policiada, embora o centro histórico seja pequeno se comparada com Santiago ou Buenos Aires, tem seu charme e na minha opinião muito se parece com uma Montivideo (um pouco menor e mais quente, mesmo no inverno).

5º Dia – Assunção

Fiz hora na cama, e só sai no incio da tarde, reservei este dia para comprar algumas muambas. Fui a uma galeria próxima a calle Oliva e Gral Diaz, não tinha muitas coisas apenas algumas lojas de informática e roupas com preços não muito baixos. Desci algumas ruas e fui até uma loja de departamento chamada Unicentro. É uma loja bem grande que vende roupas a moveis, tem uns 5 a 6 andares. Foi lá que comprei alguns souvenirs típicos do paraguay e uma mochila de camping nova (esta saiu bem mais barata do que no Brasil). Para quem se interessa, lá há também muitos perfumes, hidratantes de grife. Nas imediações da unicentro há o Mall Excelsior, porem este shopping é muito pequeno sem muitas opções de compra.

6º Dia – Assunção

Saí no final da manhã (por pura preguiça) para almocar, resolvi ir no Café Martinez que fica na Mcal Estigarribia (uma quadra após a Plaza Uruguaya) é um local agradável com muitas opções de café para degustação e um cardápio com saladas, sanduiches. Dica: Nesta mesma rua há um restaurante chamado Café Literario, não cheguei a ir lá, porem ele me foi muito recomendado. Andei mais um poucos pelas ruas próximas e fui até o Museu de Bellas Artes de Asuncion (Elygio Aylada, próximo ao Hospital Migone) . É um museu pequeno (cerca de 60 quadros), mas com obras belas, fui guiado por um senhorzinho muito gente fina, que me explicou a história do museu e me contou diversas curiosidades do Paraguay no passado. Saindo de lá fui até o Meseo del Barro, que na verdade, concentra mais dois outros (arte contemporânea e indígena). Vale a pena conhece-lo, porém fica distante do centro histórico, ficando bem próximo ao Shopping Del Sol e do Ibis.

Obs.: A entrada nos dois museus foram gratuitas. Vale a pena entrar no site antes para verificar os horários de funcionamento.

7º Dia – Assunção – BH

Neste dia caia uma tempestade imensa, não tive outra opção que não pegar um taxi até o aeroporto, que saiu por G$100.000 = +/- 50 reais. Fiz o check-in, troquei o restante dos meus guaranis em uma das casas de câmbio, passei pela imigração (mais uma vez bem tranquila e simpática) e fui até a Duty Free. O free shopping do aeroporto de Assunção é bem pequeno, sendo duas lojas dutyfree, uma da Lacoste e outras lojinhas que vendem produtos locais. O mais curioso que dentro da sala de embargue há vendedores ambulantes de artesanato.

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Hey Pedro!

Parabéns pelo relato.. O Paraguai é um país incrível que merece atenção dos viajantes..

Vc conseguiu passear mais em Asunción do que eu.. Se tiver fotos dos lugares que foi, poste aqui plis :D

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Olá amigo eu também sou de minas e pretendo fazer meu primeiro mochilão para o Paraguai o foco é ter carimbo no passaporte o destino são as missões jesuítas,seu relato assim como os demais foi bem informativo vai me ajudar bastante no planejamento do meu mochilão

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    • Por VidaSemParedes
      Visitei Foz do Iguaçu, na Tríplice Fronteira com o Paraguai e a Argentina e fiz um bate-volta rápido para fazer compras no Paraguai. Vale a pena comprar perfumes, roupas, cosméticos e eletrônicos, desde que em lojas confiáveis.
       
      Listei abaixo algumas dicas para quem também pretende fazer compras no Paraguai:
      1. Não troque dinheiro no Paraguai. Prefira as casas de câmbio da Av. das Cataratas em Foz do Iguaçu.
      2. Visite apenas as lojas renomadas e as dos grandes shoppings, evite as lojas de "calçada" e os ambulantes.
      3. Algumas lojas fecham cedo, então programe sua ida para a parte da manhã, por garantia.
      4. É possível pagar em reais, dólares, cartões de débito e crédito....
      5. Não manuseie dinheiro na rua.
      6. Existem várias formas de chegar em Ciudad del Este, mas recomendo pegar um ônibus até perto da Ponte da Amizade, e atravessá-la a pé. É legal, e durante o dia, não tem problema.
      Mais dicas eu escrevi nesse artigo sobre compras no Paraguai.
    • Por Jaaziel
      Alguém afim de cair numa trip pelo Mercosul (fazer roteiro ainda), de carona e sem grana?
      É a minha primeira vez e estou super ativo para sair o mais rápido possível. 
      Topam fazer grupo no WhatsApp?

      Meu contato pra quem tiver interesse
      55 11 979509059 
       
    • Por PriAbdias
      Período: 11 a 16/08/18
      Pessoas: 8 adultos e 3 crianças (2, 5 e 6 anos)
      Passagens: Latam – voo direto SDU a FOZ.
      Hotel: Tarobá – muito bom. Hotel com boa estrutura: área para crianças, piscina, guarda volumes, sala de repouso, sala de TV, agência de viagem, loja, cadeira de massagem, outros. Boa localização, limpeza e equipe muito atenciosa.
      Normalmente, compro tudo separado, mas comparando os preços, compensou fazer pela Decolar que trouxe voo direto e hotel de boa qualidade, podendo parcelar em 10x.
      Preços – maioria do Ticket Loko
      Roteiro dia a dia:
      Dia 1 (sábado) – pegamos ônibus 120 em direção ao Terminal de Transporte Urbano (TTU), valor R$ 3,55. É ônibus comum de linha, não daqueles rodoviários que têm bagageiro etc. Mas, entramos com nossas malas e foi tranquilo. Aproximadamente meia hora até o hotel.
      Fizemos o check in, almoçamos no mercado Mufato que fica perto do hotel. Aproveitamos para comprar itens como biscoitos, água, bolinhos, enfim, coisas essenciais para quem está com crianças. No mercado, há caixa 24h.
      Por volta de 17h30, saímos para o Marco das 3 fronteiras brasileiro. Lá no Marco, compramos o passaporte 3 fronteiras, custa R$ 89 para adultos e R$ 39 criança (a partir de 6 anos; se for menor de 6, não precisa comprar, pois a criança só vai pagar R$ 10 nas Cataratas). Dá direito à entrada no Marco, Cataratas e visita à Itaipu com Ecomuseu – além de alguns descontos que não usamos. Vale a pena!
      O Marco brasileiro é muito bonito, tem apresentações de dança, loja e locais para comer. Estava um frio absurdo. Se for à Foz no inverno, esteja sempre com agasalho na bolsa.
       
      Dia 2 (domingo) – em frente ao hotel, há um quiosque do Ticket Loko onde compramos os ingressos para todos os demais passeios que queríamos fazer. Eles trabalham com descontos e, passando de R$ 500, a compra pode ser parcelada em até 3x no cartão.
      Uma viagem à Foz, basicamente, inclui ficar saindo e entrando de atrações pagas. Não é aquele tipo de viagem de colocar a cadeira de sol na areia da praia e ficar o dia inteiro curtindo o vento. Então, separe um dinheirinho. Algumas agências (como a própria Decolar) vendem ingressos podendo parcelar em 10x, mas costuma sair mais caro que o Ticket Loko.
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      Saindo do parque, seguindo por uns 5 minutos, está o Parque Nacional das Cataratas \o/ (ingressos já inclusos no passaporte 3 fronteiras). Não sei se pela data (Dia dos Pais), o parque não estava tão cheio. Após entregar os tickets, você entra numa fila para apanhar um ônibus que para em alguns pontos dentro do parque. Conseguimos sentar na parte superior que é semiaberta, dali fomos curtindo o visual. Descemos no ponto a partir do qual se acessa uma trilha de cerca de 1,2 km para as Cataratas. Quem tiver dificuldades de locomoção, pode descer num ponto acima. A caminhada na trilha é muito tranquila, você vai adentrando e tendo a vista daquela maravilhosa obra de Deus. É fabuloso.
      Por volta de 16h, fomos até o ponto da trilha para fazer o passeio Macuco Safari (R$199). Primeiro, pegamos uma caminhonete até certo trecho, depois você pega um veículo elétrico que te deixa num ponto onde você pode guardar suas coisas (R$10, o armário). Leve roupa, chinelo e toalha. Como fomos no inverno, ao sair do passeio estava muito frio, felizmente, tínhamos levado casaco. Em seguida, pega-se um funicular que desce até o ponto do rio onde embarca-se num bote. O bote vai seguindo pelo rio e chega em um ponto onde se pode admirar as cataratas, depois ele segue para a parte mais emocionante que é o banho!!! O tempo total de passeio e deslocamentos é de cerca de 2 horas.
      O passeio é caro, mas vale muito. Nesse passeio, fomos meu marido, minha cunhada, minha filha de 5 anos (não pagou, acho que só cobram para crianças a partir de 8 anos) e eu. Eles dizem que o passeio é seguro e, me parece que crianças a partir de 2 anos já podem ir. Não recomendo para crianças tão pequenas, pois ele fica em baixo da queda d’água por uns segundos, parece que você vai se afogar, além daquele volume de água batendo no quengo rsrs. Minha filha curtiu a emoção do barco, mas não gostou da água gelada rsrs. Procurei protegê-la com meu corpo para que ela não tivesse essa sensação de perder o fôlego. No final, esse é um passeio que recomendo muito e que faria de novo!
      Na saída, há táxis e ponto de ônibus da linha 120.
      Dia 3 (segunda) – reservei esse dia para ir ao Paraguai, pois tinha lido que costuma ser mais vazio às segundas. Pegamos um ônibus perto do mercado (R$ 6). Demorou um pouco, pois a travessia da ponte é muito lenta.
      Antes da viagem, vi muitos vídeos sobre o Paraguai que me ajudaram a ter noção das coisas. É fundamental fazer uma lista, pois são muitas coisas para ver e o processo de compra nas lojas não costuma ser rápido (não é só escolher o produto e pagar no caixa; em geral, tem que fazer cadastro, se quiser testar, tem que entrar em outra fila etc etc.). Durante a viagem, acabamos voltando por mais 2 vezes. Percebemos que seria mais rápido ir de táxi e atravessar a pé. Os táxis ao lado do TTU cobram cerca de 18 reais, levam uns 10 minutos e, para atravessar a ponte, leva-se mais uns 10 minutos andando. Não nos pediram documentos para entrar e, para sair, em uma das vezes, um dos carros foi revistado. Tranquilo.
      Apesar de o dólar estar alto quando fomos (variando em R$3,96), ainda assim, compensa comprar. As lojas mais baratas que vimos foram: Mega e Mega Eletrônicos, Atacadão Games, Charme (Perfumes), uma loja logo na entrada do Shopping Del Este, lado direito, também tinha bons preços para produtos de cabelo.
      Recomendo levar somente bagagem de mão (até 10kg) e comprar, antes, um despacho de bagagem de volta (até 23kg). Daí, é só comprar uma mala no Paraguai para poder trazer as coisas sem preocupação com o peso. Com os índices de furto de bagagem, sugiro despachar roupas e itens de menor valor e levar as coisas mais caras na bagagem de mão.
       
      Dia 3 (terça-feira) – esse dia estava reservado para cataratas argentinas, mas alguns de nós não estávamos bem fisicamente e mudamos a programação. Fica para a próxima.
      À tarde, fomos no complexo Dreamland. Eu só tinha interesse no Vale dos Dinossauros e Bar de gelo. Porém, como o ingresso para fazer as 4 atrações era quase o mesmo preço de fazer só 2, acabamos comprando o pacote 4 em 1 que inclui Museu de Cera, Maravilhas do Mundo, Vale dos Dinossauros e Bar de gelo, já que alguns não conheciam (R$ 128, 86 adulto, para criança era em torno de 80 reais, não anotei). Minha dica é que se veja uns vídeos dos locais para se ter noção dos locais e avaliar se vale. Eu gostei muito do Vale, principalmente, por causa das crianças. O bar de gelo também é muito divertido, mas é muito difícil ficar até o final – os dedos congelam. Dica: apesar de eles oferecerem casaco e luva, leve agasalho pesado, principalmente, luvas, touca e meias. Nós levamos tudo, mas, ainda assim, alguns tiveram que sair antes, pois as crianças não aguentaram muito. Faz parte, mas, gostei kkk. Eles tiram várias fotos lá dentro. Ficam bem legais. Compramos o kit que eles mandam pelo WhatsApp por ser mais barato.
      No final, pegamos um táxi até o shopping onde jantamos.
      Dia 4 (quarta-feira) – pela manhã, pegamos um ônibus no TTU e fomos para Itaipu (ingressos já inclusos no passaporte 3 fronteiras). São as linhas 101 a 103; leva uns 30 minutos. Fizemos a visita panorâmica que é a permitida para crianças. O passeio é maravilhoso, é muito bonito ver uma empresa desse porte em nosso país, no trajeto, vê-se a integração da tecnologia com a natureza (muitas árvores e animais pelo caminho). Saindo de Itaipu, fomos ao Ecomuseu (ingressos já inclusos no passaporte 3 fronteiras).
      Ao lado do hotel Tarobá, há uma lanchonete/restaurante que serve pratos bons, com preço bacana. Almoçamos e descansamos um pouco.
      Às 16h, tínhamos agendado o citytour (R$ 60 adulto e R$30 criança) que vai para Argentina. Aqui, precisa apresentar documentos para entrar e sair e, se a criança estiver com apenas um dos pais, tem que ter a autorização autenticada em cartório daquele que está ausente. O roteiro inclui paradas na Aripuca (vale comprar a compota de madeira comestível), Marco das Três Fronteiras (vista bonita) e centro comercial (local simples onde se pode comprar doce de leite, azeite e outros).
      Dia 5 (quinta-feira) – fomos ao Paraguai pela manhã e depois arrumamos as malas para voltar. Como estávamos em um grupo grande, e agora com mais malas, optamos por um transfer.
      Essa viagem foi muito boa. Pegamos dias de sol e noites bem frias. O destino Foz, Ciudad Del Este e Puerto Iguazu tem muitas atrações e, como falei, a maioria é paga. Por outro lado, costuma se achar bons preços de passagens e hospedagem e o preço da alimentação é muito parecido com o que se paga no Rio de Janeiro, 25/30 reais numa refeição. Sobre a quantidade de dias, achei ideal o tempo que ficamos, pois conseguimos passear com calma. Ter disponível um carro alugado traz conforto e rapidez, mas, em geral, os deslocamentos podem ser feitos com os ônibus de linha ou táxi, sem grandes dificuldades. Algumas atividades como Cataratas Argentinas, Museu 3d, Templo Budista e Mesquita não foram feitas, pois tivemos contratempos de saúde. Ir a churrascarias e sair à noite não era nosso foco por conta das crianças.
      A viagem é super indicada para crianças e pessoas de todas as idades. Ver as cataratas é algo que todos deveriam fazer, pelo menos, uma vez na vida!
       
    • Por Jalinis
      Ola só haitiano eu precisa más informações sobre visto Paraguai porque eu tem um meu primo lá no chili ele quer colocar visto Paraguai passaporte dele ta comigo aqui no Brasil tem como eu colocar visto Paraguai para ele aqui no Brasil por favor [email protected]
    • Por delucarina
      Este é o relato de uma viagem de casal realizada em Outubro de 2015 por Foz do Iguaçu, Puerto Iguazú e Ciudad del Este. Não vamos colocar o roteiro do modo como fizemos, mas, sim, do modo que teríamos feito se tívessemos as informações necessárias para evitar várias idas e vindas. Apesar de ser um roteiro famoso, é difícil encontrar informações para passeios fora da rota tradicional (por exemplo, Ciudad del Este sem compras e Puerto Iguazú além das Cataratas).
       
      Para mais vídeos, relatos e fotos, curta nossa página no face (https://www.facebook.com/dandoumpulo/) e acompanhe nosso site (http://www.dandoumpulo.com).
       
      Comece por… Paraguai!
      Por que começar o roteiro das cataratas pelo Paraguai? Porque lá está o Salto del Monday, uma cachoeira linda, de fácil acesso e barata! Claro que é muito menor do que as Cataratas… mas é uma ótima opção para perder o medo de fazer turismo no Paraguai, que é sim um país com muita coisa a oferecer. E para quem está em família e sem grana para ver as Cataratas, é uma opção!
       
      Assim que atravessar a Ponte de Amizade (atravessamos sempre a pé, sem problemas,mas com as mochilas para frente do corpo, por precaução), passe na aduana. Lá há um stand de turismo do Paraguai, com vários mapas e com um pessoal muito receptivo, que dará informações detalhadas de como chegar aos destinos.
      Contudo, caso aproveite para carimbar o passaporte, não esqueça que, oficialmente, para entrar no país é preciso a vacina da febre amarela.
       
      Siga reto, depois da aduana, por toda a avenida de comércio (sem se deixar convencer pelos vendedores, porque há sim casos de gato vendido por lebre), até o supermercado Arco-Íris. Na rua deste mercado há um ponto em que passa o ônibus da empresa Matiauda, e na placa da frente está escrito “áreas 1, 2, 3, 4, 5”. O preço é 2500 guaranis (R$ 1,00). É só informar o cobrador/motorista que você descerá em Salto del Monday (pronuncie mondai). O ônibus irá parar próximo a uma escolinha de futebol. De lá até o Salto são uns 300 metros caminhando (é só perguntar que o pessoal na rua vai informando onde é).
       
      A entrada é 12000 guaranis (menos de R$ 10,00). Lá há um circuito de arvorismo pequeno, que talvez interesse às crianças. No parque há uma lanchonete e é um lugar propício para piquenique em família.
       
      Digamos que você tenha feito esse passeio pela manhã. Na volta, desça de novo no mercado Arco-Íris e vá para a pracinha atrás do mercado, onde passa o ônibus para Hernandarias. Na plaquinha do ônibus estará escrito Jacurupucú (na dúvida, pergunte se vai até Itaipu).
       
      O preço do busão é 3000 Gs (pouco mais de R$ 1) e ele te deixa a uma quadra da entrada de Itaipu. O circuito é feito de ônibus dentro da represa e é gratuito, ao contrário do lado brasileiro. Mesmo para quem não curte tanto esse tipo de roteiro, ver como o lugar funciona e suas estruturas gigantes impressiona. Mais uma vez acho um ótimo passeio para fazer com crianças, para que elas entendam de vez muitos dos conceitos das aulas de geografia.
       
      Um outro passeio possível no Paraguai, mas que acabamos não fazendo, são as missões. Há muita gente que trabalha em Ciudad del Este e mora na região das missões; por isso, para evitar trânsito, o ideal é pegar o ônibus (no terminal) lá pelas 8 da manhã. Em 3 ou 4 horas de viagem ele te deixará nas missões jesuíticas. Aí é curtir o dia inteiro e voltar à noite para Ciudad.






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