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Agenor de Lima Bento

Vôo TAAG para Joanesburgo com conexão em Luanda Angola

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Olá pessoal,

Comprei um vôo da TAAG para Joanesburgo com conexão em Luanda. Vai ser rápida, duas ou três horas e não pretendo sair do aeroporto. As informações que encontrei na internet são desencontradas sobre a necessidade de visto angolano para a conexão.

Alguém sabe dizer sobre a necessidade de visto apenas para a conexão, sem sair do aeroporto?

Obrigado.

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Olá pessoal,

Comprei um vôo da TAAG para Joanesburgo com conexão em Luanda. Vai ser rápida, duas ou três horas e não pretendo sair do aeroporto. As informações que encontrei na internet são desencontradas sobre a necessidade de visto angolano para a conexão.

Alguém sabe dizer sobre a necessidade de visto apenas para a conexão, sem sair do aeroporto?

Obrigado.

 

A informação que tenho é que não é necessário o visto desde que você não saia do aeroporto. Possivelmente ao desembarcar, já será direcionado para o embarque. O visto de trânsito só será solicitado se tiver que ficar por um tempo maior e se hospedar em Angola. Nesse caso, eles lhe cobrariam um visto de trânsito que tem validade por 5 dias.

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Olá Agenor... eu estou com a mesma dúvida! Existem poucas informações na internet... conseguiu confirmar se realmente é necessário o visto de trânsito?

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Olá,

Tinha dúvidas idênticas. Fiz um Post com as respostas obtidas viewtopic.php?t=135758.

 

Em resumo, até 12 horas dentro da sala de embarque para conexão não necessita visto de trânsito.

TAAG redireciona bagagem e encaminha passageiro para o vôo seguinte.

 

Fiz a escala em Luanda no dia 11. Foi muito rapido, assim que desembarquei, fui direcionado para a sala de embarque para Maputo. O aeroporto e pequeno e tranquilo.

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Olá Agenor... eu estou com a mesma dúvida! Existem poucas informações na internet... conseguiu confirmar se realmente é necessário o visto de trânsito?

Oi Bruno. Mandei email para a TAAG e para o consulado. Ambos responderam que não é necessário visto de trânsito se não sair da área internacional do aeroporto. Abraços.

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Olá Agenor... eu estou com a mesma dúvida! Existem poucas informações na internet... conseguiu confirmar se realmente é necessário o visto de trânsito?

Oi Bruno. Mandei email para a TAAG e para o consulado. Ambos responderam que não é necessário visto de trânsito se não sair da área internacional do aeroporto. Abraços.

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Olá pessoal,

Comprei um vôo da TAAG para Joanesburgo com conexão em Luanda. Vai ser rápida, duas ou três horas e não pretendo sair do aeroporto. As informações que encontrei na internet são desencontradas sobre a necessidade de visto angolano para a conexão.

Alguém sabe dizer sobre a necessidade de visto apenas para a conexão, sem sair do aeroporto?

Obrigado.

 

Olá estou indo agora em julho para Joanesburgo, como foi voar com a TAAG e como foi a conexão em luanda tenho lido muita coisa ruim

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Olá pessoal,

Comprei um vôo da TAAG para Joanesburgo com conexão em Luanda. Vai ser rápida, duas ou três horas e não pretendo sair do aeroporto. As informações que encontrei na internet são desencontradas sobre a necessidade de visto angolano para a conexão.

Alguém sabe dizer sobre a necessidade de visto apenas para a conexão, sem sair do aeroporto?

Obrigado.

 

Olá estou indo agora em julho para Joanesburgo, como foi voar com a TAAG e como foi a conexão em luanda tenho lido muita coisa ruim

 

É tranquilo. Não há necessidade de visto e o aeroporto é pequeno. Vão lhe direcionar pro setor de embarque. O pessoal da TAAG foi bem atencioso. Só preste atenção com o certificado internacional de vacinação contra febre amarela. Tenha ele em mãos.

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A internet às vezes é cruel mesmo, rsrs.

 

Olha, fiz escala em Luanda para ir para Namíbia e não precisei de visto.

Se quiser, você pode entrar em contato via telefone ou e-mail com a Taag. Eles são bastante solícitos.

Abraços

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    • Por ederfortunato
      Em dezembro de 2017, passei 3 dias no Zimbábue e 15 dias na África do Sul, e devo agradecer a galera daqui do fórum que me ajudou muito através dos relatos,
      por isso, resolvi fazer um também!
       
      Eu vou focar nas dicas de passeios e trajetos para chegar nos lugares, e menos nos detalhes do que eu fiz no dia-a-dia(até porque tenho péssima memória).
       
      Pra quem gostou das fotos, eu posto muito mais no meu instagran, segue lá: http://instagram.com/ederfortunato/
       
      África do sul

      Roteiro: Foram 8 dias na Cidade do cabo, 2 dias em Joanesburgo e 4 dias no Kruger.
      Ficou boa essa quantidade de dias para cada lugar, não mudaria, mas caso dispusesse de mais tempo, ficaria uns 14 dias na Cidade do Cabo(queria morar lá pra falar a verdade rs).
      Uma coisa que compensou fazer, foi passar 4 dias no bairro de WaterFront e 4 dias na Long Street, fiz isso pra conhecer bem cada canto da Cidade do Cabo.
      E porque não conseguia me decidir onde ficar rs.
      Depois passei 2 dias em Joanesburgo, e acredito que foram suficientes(me lembrou muito São Paulo, e como sou daqui, não curtir rs).
      Finalmente, fui para o kruger, de van, caso você também vá via terrestre, reserve 3 dias no mínimo, pois de Joanesburgo pra lá, são umas 6 horas na estrada,
      por isso os dias de ida/volta acabam sendo quase perdidos. Tem um aeroporto mais próximo do parque, o Nelspruit, mas a passagem estava cara.
      Tirei a Garden Route do roteiro, pelo que vi precisa no mínimo uns 5 dias pra aproveitar bem.
       
      Passagens: Voei com a South African Airways, que é muito boa. Já que a ideia era conhecer mais um lugar além da África do Sul, escolhi ir para o Zimbábue.
      Pesquisando, percebi que se comprasse 3 trechos de uma fez, 1º São Paulo > Victoria Fall, 2º Victoria Fall > Cape Town e 3º Joanesburgo > São Paulo,
      acabou ficando mais barato do que se comprasse a ida/volta da África do Sul para o Zimbábue, recomendo usar a ferramenta do google para fazer essas
      pesquisa de preço por várias cidades.
      O trecho Cape Town > Joanesburgo, comprei pela FlySafair, só $250 Reais a passagem, tem muitas outras companhias de low-cost por lá, valeu a pena.
       
      Gastos: Com hospedagem, passeios, comida e transporte gastei $1.600 dólares pelos 15 dias(fora a passagem ida/volta do Brasil).
      Vou separar por cidade, assim ajuda a ter uma ideia melhor:
      8 dias na Cidade do Cabo: $850 dólares.
      2 dias em Joanesburgo: $100 dólares.
      4 dias no Kruger: $620 dólares.
      O lugar onde gastei mais do que deveria, foi o safári no Kruger, como eu estava sozinho, acabei tendo que apelar para uma agência,
      que cobrou $600 dólares o pacote de 4 dias, o valor compensou, pois estava tudo incluso, mas tenho certeza que se fizesse por conta,
      ou se estivesse com mais pessoas, gastaria bem menos.    
      No geral, o custo lá não é alto, é possível encontrar hospedagem a menos de R$50 Reais(em hostel) e refeições de R$15 a R$50 Reais,
      mas os passeios acabam sendo bem caros. Fiz vários day-tour que custavam em média R$200 Reais. Um dica que posso dar é fazer os
      passeios por conta própria, alugando carro e tentar ir em mais pessoas.
       
      Dinheiro: A moeda usada na África do sul, é o Rand, ele vale mais ou menos ¼ de 1 real, então 4 Rand = 1 Real, fiz esse calculo na hora de fazer as contas.
       
      Dólar/Rand/Real, o que levar? O melhor é comprar dólar aqui e trocar lá por Rand, talvez você tenha lido que não vale a pena, pois vai fazer
      o cambio duas vezes, e perde nas duas, bem... a verdade é que depende. Depende o quanto você perde, é possível perder mais fazendo apenas um câmbio,
      o que determina isso é se a moeda trocada é forte ou fraca.
      Nesse caso, você vai perder bem mais trocando diretamente Reais por Rand, do que se fizer Real > Dólar > Rand. Isso porque o Real é considerado
      uma moeda fraca por lá, quer dizer que ninguém, na áfrica, quer comprar Reais, isso faz com que o cambio dele seja baixo, diferente do dólar,
      que é uma moeda forte, e faz com que as casas de câmbio queiram comprá-la(mais do que real).
      Além disso, tenha em mente que levando dólares, você consegue um cambio melhor, mas tem o inconveniente de ter que andar com muito dinheiro,
      então leve uma doleira pra carregar a grana embaixo da roupa, e não ande com tudo, deixe uma quantia no cofre do hostel/hotel.
       
      Câmbio: Use sites como Melhor Câmbio para achar a melhor cotação, um outro que recomendo pra quem é de SP, é o Câmbio Store(é onde geralmente compro).
      Chegando na África do Sul, troque uma pequena quantia no aeroporto, que normalmente têm taxas ruins, e deixe pra trocar o resto do dinheiro num lugar que faça
      "câmbio alternativo"(casas de câmbio clandestinas, onde pagam melhor e não cobram taxas), tem um que achei por indicação, que fica na 39 Strand Street,
      o lugar parece meio "suspeito", tem portões com grade, o pessoal parece mafioso, mas vai sossegado que é de boas lá rs.
       
      Cartão de crédito: Você pode optar por usar apenas cartão, é aceito na maioria dos lugares em Cape Town e Johannesburg, de várias bandeiras,
      seja cartão de credito ou debito, inclusive você pode sacar Rand no caixa automático, e é bem fácil achar um caixa 24.
      Além desse ser o modo mais seguro, já que não precisará andar com muito dinheiro, mas é o pior pelas taxas do banco, como IOF por transação,
      além da cotação de dólar que o banco usa ser bem desfavorável.
       
      Idioma: A África do Sul tem 11 línguas oficiais. Quase todo mundo fala inglês, alguns com um sotaque que eu achei bem difícil no começo(sério,
      no primeiro dia eu fiquei perdidão, não entendia nada).
       
      Insetos: Era uma preocupação minha antes de viajar, acho que de muita gente também, até pesquisei um repelente bem forte, mas quando cheguei lá, não usei.
      Durante o safári, que foi o lugar onde mais estive em áreas selvagens, dormi num chalé que tinha aquelas mosquiteira na cama, então não foi problema,
      e durante as saídas, fiquei o tempo todo dentro do carro, e em momento algum vi mosquitos nele.
      Sobre o medo de malária, o perigo existem em algumas regiões do país, mas nenhuma das que eu passei, então não me preocupei em correr atrás de vacina,
      mas o que pesquisei é que é bem cara é não tão eficaz.
       
      Segurança: Na Cidade do Cabo, era bem tranquilo andar durante o dia, mas a noite a recomendação era de sempre pegar táxi e não caminhar,
      embora eu tenha achado que não parecia tão perigoso(e olha que eu sou de São Paulo).
      Já em Joanesburgo, até de dia é complicado andar por lá, e era recomendado nunca andar sozinho.
       
      Transporte: Vale muito a pena alugar um carro, pelo que pesquisei é bem barato. Porém não tão barato que compensasse pra mim que estava sozinho,
      o que fez a viagem ficar um pouco mais cara, já que para chegar em muitos lugares, tive que recorrer às agências turísticas.
      Outra coisa a se levar em conta, é que muitos lugares, como Cape Point, são bem melhor aproveitados de carro próprio do que passeios de agências.
       
      Uber: boa alternativa caso não alugue um carro, em alguns casos, deve compensar bem mais. O custo é realmente muito baixo(pude perceber
      que a maioria dos motoristas de Uber, são de outros países vizinhos, mais pobres que a África do Sul, e que foram pra lá conseguir um trabalho melhor).
      Recomendo que compre um CHIP de celular quando chegar, para poder chamá-los de qualquer lugar, eu não comprei pois sempre conseguia Wi-FI free,
      mas nem sempre era garantido, e as vezes tive que apelar para o táxi.
       
      Cidade do cabo
      Ponto importante para quem pretende ir esse ano, a Cidade do Cabo está com um problema sério de falta de água, existem avisos em todos os lugares para economizar,
      nos hostel que fiquei, pedia para tomar banho de menos de 2 minutos! o problema só deve se agravar pelo resto do ano.
       
      Do aeroporto para o centro da cidade, teve ter uns 25 km de distância, eu usei o My City Bus, é o sistema de transporte público da cidade,
      funciona como o bilhete único aqui de SP, você precisa comprar um cartão e colocar credito nele, os ônibus são ótimos.
      No aeroporto me deram um mapa com todos os pontos de parada, por isso foi fácil chegar ao meu destino, o ônibus foi direto até
      um terminal no centro da cidade, e de lá eu peguei outro para o meu hostel, custou $100 Rand. Caso fosse de Uber ficaria uns $300 Rand,
      então preferi ir de ônibus, pra já ir sentindo a vibe da cidade.
       
      Hospedagem
      Fiquei em 2 hostel nessa cidade, no Atlantic Point Backpackers, ele é muito topzera, tem ótima estrutura, quarto espaçoso(coisa rara em hostel),
      um banheiro por quarto, ar-condicionado, locker grande no quarto, o café da manhã é bem completo, e eles organizam muitas atividades entre os hospedes,
      todo dia havia algo pra fazer, além de estar bem localizado, uns 10 minutos á pé do WaterFront, preço um pouco acima da média, mas vale totalmente.
      O outro hostel foi o Cape Town Backpackers(cuidado pra não confundir com outro bem próximo chamado The Backpackers), a equipe é bem solícita e
      me ajudaram muito. O hostel é OK, tem um estrutura bem mais simples, como um banheiro para vários quartos, apesar de ser mais barato que o outro,
      acabou ficando caro, por ele não oferece café da manhã. A localização, até que é boa, mas fica distante demais da Long Street,  tipo uns 15 minutos
      de caminhada. Os quartos não eram limpos todos os dias. O ponto positivo era o bar dentro dele, bom lugar pra socializar, mas acho que não voltaria lá,
      tem outras opções melhores
       
      O ônibus vermelho
      Você vai vê-los em todos lugar em Cape Town, são os ônibus turísticos de dois andares, que tem a parte de cima aberta, o site oficial é o City Sightseeing.
      Vale a pena dar uma olhada no site, seja para planejar e comprar o ingresso, ou para ver os pontos turísticos mais famosos e ir para lá por conta própria.
      Eu usei esse ônibus por uns 4 dias seguidos, e me quebrou muito o galho, pra ir de um canto para o outro da cidade, recomendo bastante.
      Um bom roteiro de um dia, nesse ônibus, é pegar o ingresso de $400 Rand, que inclui a entrada pra Montanha da Mesa. Então passar pela Long Street,
      depois a Montanha da Mesa, almoçar na Camps Bay e final do dia no WaterFront.
      Outra dica, eu fui comprar o ingresso no ponto 5, que fica na Long Street, um vendedor de lá me fez uma promoção muito boa, eu paguei $1120 Rand,
      pelo day-tour em Cape Point + o pacote Deluxe(3 dias pra andar no ônibus) + O Attractions City Pass(que dá uma entrada gratuita na maioria
      das atrações de Cape Town, veja aqui no site o preço de cada uma delas, e calcule se vale a pena pra você comprar).
      No final, compensou bastante, se eu somar as entradas das atrações que fui, davam bem mais do que paguei, mas só por causa do pacote
      que o vendedor me fez, então vá lá, e se não tiver cara de pobre sem grana igual eu, tente dar uma chorada no preço rs.
       
      Lions Head
      O melhor horário para ir é no final do dia, para ver o pôr-do-sol lá de cima, pois é muito bonito. Para chegar, chamei um Uber, que me deixou no portão,
      não precisa pagar nada para entrar.
      A subida leva apenas 1 hora, não chega a ser difícil, apenas algumas partes mais complicadas, onde existem umas escadas e correntes pra te ajudar a subir,
      tirando isso é bem tranquilo. Se for mesmo no final da tarde, lembre-se de descer logo, ou pelo menos tenha uma lanterna(do celular mesmo),
      o caminho fica bem escuro na volta. Também vale a pena procurar pela Wally's Cave, é um caminho alternativo e um pouco mais difícil,
      onde se tem uma vista pra Montanha da Mesa, recomendo buscar algum vídeo no YouTube mostrando como chegar lá, não vou explicar aqui porque
      fica complicado(e também porque eu não lembro rs).

      Montanha da Mesa
      Uma dica importante sobre lá: É possível vê-la de várias partes da cidade, e se você perceber que o tempo está aberto, suba!
      O clima lá é muito imprevisível e muda muito rápido, tem este site que você pode ver a condição do tempo, e se o teleférico está aberto ou
      fechado por causa do vento(me fudi 2 vezes indo lá a toa até descobri o site).
       
      Signal Hill
      Passeio padrão e muito bom, o ideal é ir para ver o pôr-do-sol, vale muito a pena, tem a opção de ir com ônibus vermelho, táxi, ou Uber.
      E não esqueça uma blusa pois faz bastante frio lá em cima, e leve vinho e um pouco de comida para um piquenique(ou muita pra uma farofada mesmo,
      ninguém vai te julgar por isso rs)
       
       
      Cape Point
      Ou Península do Cabo, passeio quase que obrigatório, fica a 70km da Cidade do Cabo, recomendo ir de carro para poder parar onde quiser,
      principalmente se fizer a rota pela costa oeste, tem muitos pontos cuja paisagem é muito bonita. Caso esteja sem carro, a maioria das agências/hostel/hotel
      e até o ônibus vermelho vendem esse passeio, a média de preço é a mesma, $800 Rand, incluindo uma parada em Boulders Beach,
      onde você pode conhecer a praia de pinguins(eu não esperava ver pinguins! na África, foi surreal), por $80 Rand a entrada. Já em Cape Point,
      é possível subir/descer pelo bondinho($50 Rand), ou a pé, só 20 minutos no máximo. A vista lá de cima é bem legal, além de ter uma trilha que
      circula por baixo pra chegar mais perto do final da rocha.
      Depois disso, é possível ir andando até o Cape of Good Hope(Cabo da Boa Esperança), deve levar uns 40 minutos numa trilha bem tranquila
      (caso esteja de carro, talvez seja melhor ir até lá pela estrada), para chegar lá, vá andando até uma praia que você com certeza viu lá de cima,
      que está à esquerda, ela se chama Dias Beach, e não é própria para banho, pois as ondas ali são bem fortes, mas dá pra andar pelo rochedo por cima dela.
      O final da trilha, no Cabo da Boa Esperança, é outro lugar obrigatório para visitar.
       
      Vinícolas
      Outro tour bem famoso, é o da rota de vinhos, é possível conseguir em qualquer agência/hostel e também no ônibus vermelho, não sei se todas fazem as
      paradas nas mesmas vinícolas, mas não deve ser muito diferente. O passeio é um bate e volta no mesmo dia, passando por várias vinícolas, e fazendo
      degustação de vinho em todas, além disso, a paisagem é muito bonita. Também é possível fazer por conta própria, indo diretamente nas cidades.
      A melhor e mais conhecida é Stellenbosch.
       
      Free walking tour
      Eu fiz o free walking tour deste site, eu gosto de fazer esses passeios, sempre que visito uma cidade nova, já procuro se tem algum,
      é a melhor forma pra conhecer a história da cidade e ainda ter algumas dicas de lugares pra visitar. Nesse em específico, as caminhas eram mais curtas,
      umas 2 horas, e havia 3 diferentes para escolher. Fiz o do centro histórico, e um outro chamado Apartheid to Freedom, valeu muito a pena esse segundo,
      é uma aula de história, mostrando sobre como era a vida das pessoas em Cape Town no período do Apartheid, e ver alguns objetos daquela época que
      ainda estão na cidade, mantidos como registro histórico(como um banco de praça escrito "apenas para brancos", é impactante).
      Não fiz o tour para o Bo-Kaap, que é o antigo bairro apenas para muçulmanos, onde as casas são coloridas, eu apenas dei uma passada por lá num outro dia,
      mas acredito que vale a pena conhecer mais detalhes históricos dali.
       
       
      Outros passeios e lugares que gostei:
       
      Two Oceans Aquarium: Fica do WaterFront, o melhor é ir às 14h00, que é quando eles alimentam os peixes, e tem um pequena palestra.
      Às 14h30 vá para parte de cima, para ver a alimentação dos pinguins.

      Museo do Rugby(The Springbok Experience Rugby Museum): Fica no WaterFront, ali dá pra ter uma ideia do porque o rugby é tão importante
      para os sul africanos, e como ele foi usado para unir a nação, fiquei com vontade de ir num jogo, mas não achei nenhum que iria acontecer enquanto estivesse lá.

      Mama Africa: Restaurante muito bom, voltado para turistas, fica na 178 Long Street, tem banda ao vivo, que toca músicas típicas.
      Se você quiser experimentar carnes exóticas, tem um prato chamado Wild Game, nele vem carne de Kudu(a melhor que comi), avestruz, javali,
      crocodilo e outros, custa $320 Rand, um pouco caro mas valeu muito a pena.

      Galbi Restaurant: Fica numa galeria na 210 Long Street, outro lugar com carnes exóticas, só que mais barato, o legal aqui é que você pode escolher
      a carne e cozinhar você mesmo! tem uma grelha em cada mesa, achei bem legal esse esquema.

      African Tradin Port: Fica no WaterFront, é uma loja gigante, uns 3 andares, vale a visita só pra ver os itens a venda, o preço é um pouco salgado,
      se gostar de algo, procure o mesmo item em outra lojinha, como as várias da Long Street, onde você pode negociar o preço.
       
       
       
       





       

       





      Hout bay

      Uma cidade costeira, próxima de Cape Town, com vários passeios interessantes,  é tranquilo ir de carro ou ir com o ônibus vermelho(a rota Mini Peninsula):

      Parque Kirstenbosch Botanical Garden, é um parque bem grande e bonito, caso você tenha vários dias disponíveis,
      vale fazer a visita e ficar um pouco por ali, talvez fazer um piquenique, pois é bem tranquilo e seguro pelo que percebi, no mais, é só um parque.
       
      World of Birds/Monkey Park, é um zoológico, que possui muitas aves, muitas mesmo! é quase um labirinto, e você vai passando de uma jaula pra outra,
      podendo chegar bem perto deles, é um ótimo lugar pra fotografar por causa disso. O único ponto ruim, é que dá uma certa dó de vê-los presos,
      eu li que as aves ali são resgatadas, e não poderiam ser re-inseridas na natureza, porque não sobreviveriam, mas ainda assim, dá uma dó deles.
      Existe também uma parte dedicada aos macaquinho, e é bem legal pois é possível chegar perto deles.
       
      Imizamo Yethu, é um tipo de povoado, bem pobre, e oferece visitas guiadas para conhecer aquela comunidade, a história dela,
      e ajudar com as instituições de caridade dali.
       
      Mariner's Wharf, é um cais, ótimo lugar para almoçar, muitos pratos de frutos do mar, e depois dá pra fazer o passeio de barco para a Seal Island,
      uma ilha cheia de lobos marinhos.







      Joanesburgo e Soweto

      Fiz o tour do Soweto, com uma agência chamada MoAfrika, mas acho que não foi tão bom, pelo que ouvi de outras pessoas, que fizeram outros tours,
      eles visitaram algumas instituições/ONG de ajuda aos moradores da região, no tour que eu fiz, não passamos por uma, e eu gostaria muito de ter conhecido.
      O passeio foi por algumas vielas de uma parte do Soweto, e entramos em uma das casas, no final teve uma apresentação de uma dança típica local,
      com alguns jovens, muito legal. Fizemos outras paradas, uma no museu do Hector Pieterson, que conta a história de uma revolta da população
      contra o governo, e da importância dos movimentos que nasceram do Soweto na luta contra o Apartheid, e a última parada foi no museu do Apartheid/museu
      do Nelson Mandela, os dois ficam juntos, e vale muito a visita, o tanto de informação que tem ali, é impossível ver apenas em uma dia, a maioria do
      material são vídeos, jornais e fotos da época, algumas partes são bem impactantes, mas sem duvida vale a visita.
       
      Minha opinião sobre esses tours do Soweto.(sinta-se livre pra pular essa parte se quiser rs). Sobre o tour em si, acho que ele é mais impactante pra
      quem mora em países desenvolvidos(europeus, americanos), pra quem mora aqui na América Latina, e mesmo em grandes cidades do Brasil,
      é possível achar pessoas em situações bem parecidas(ok, provavelmente não tão precárias como lá, devo dizer), não que deixe de ser uma boa experiência,
      conheço muitas pessoas que precisam de um "choque de realidade" daqueles, principalmente para lembrar que aquela é a realidade de boa parte do mundo,
      incluindo talvez o bairro onde elas moram. Ao mesmo tempo, me incomodou um pouco fazer esse tipo de "tour de miséria", perguntei para o guia,
      que era morador dali, o que os outros moradores achavam de ver vários turistas visitando o lugar, e tirando fotos deles.
      Ele explicou que, desde que as coisas por ali melhorarem, os moradores não se importariam, desde que aquela movimentação de turistas,
      também trouxesse uma melhora na vida deles, mesmo que pequena, eles aceitariam. Por isso, achei que faltou a visita em alguma instituição beneficente,
      no tour que fiz. E caso você vá visitar o lugar, não deixe de ajudar, da forma que conseguir, você vai sair levando algo dali, seja uma alegria pelas crianças
      que correm e pulam pra te abraçar, seja uma inquietação pela situação que aquelas pessoas vivem. E por levar essa lembrança,
      nada mais justo que deixar alguma ajuda em troca para eles.

       




      Safári
      Essa parte me deixou bem confuso antes da viagem, vários nomes e termos, vários parques, onde ir, como ir.
      Vou colocar aqui o que eu aprendi pra te ajudar a decidir.
      Existem muitas opções de safári para fazer em vários lugares da África do Sul, a maioria dos parques você pode chegar por conta, e dirigir por eles,
      ou contratando agência para te levar.
      Se você estiver em Cape Town, tem poucas opções, o mais perto o é Aquila Private Game Reserve, que mais parece um zoológico aberto.
      Entre os parques que merecem destaque, pelo tamanho e quantidade de animais, estão o Addo Elephant National Park,
      bem próximo de Port Elizabeth. O outro, e pode-se dizer o maior e melhor, é o Kruger National Park, fica a 6 horas de carro de Joanesburgo,
      ou pegando um voo para a cidade Nelspruit.
       
      Game drive: Você deve ter lido isso se já pesquisou, esse é o nome que as agências dão aos passeios de carro 4X4 para ver os animais
      dentro do parque. Esses game drive duram umas 4 horas, e são feitas ou bem no inicio ou no final do dia, num carro alto e aberto, para que os
      passageiros possam ver os animais e fotografar.
       
      Walk game: é uma caminhada dentro da área selvagem, juntos com dois guias armados para te acompanhar, um deles vai mostrando o lugar,
      ensinando sobre algumas plantas, animais que passagem por ali, muitas pegadas ou cocôs(no que eu fiz aprendi muito sobre isso rs).
      É possível ver alguns bichos, mas sempre mantendo distância, gostei mais desse passeio do que o de carro, isso porque eu gosto de andar na natureza,
      é mais empolgante do que andar de carro.
       
      Hospedagem: Existem várias opções, camping, tendas grandes, chalés e até casas.
      Caso você resolva ficar numa Private Reserve, algumas delas tem acomodações bem luxuosa-topzera(como a  Sabi Sand Game Reserve
      que eu queria ter ido, mas não deu por motivos de:$$$) e outras mais humildes que oferecem tendas em áreas mais afastadas,
      com banheiro compartilhado, uma espécie de camping, para quem quer uma experiência mais root's.
       
      Private Reserve ou Game Reserve: Em volta do Kruger, existem algumas áreas que são privadas, porém não possuem cercas de separação,
      então os animais acabam transitando para lá, e é possível ver nelas, a maioria dos animais que estão no Kruger. A vantagem aqui, é que os carros
      podem entrar em áreas mais difíceis, além de ter menos veículos circulando.
      Dentro dessas reservas, existem os Lodge, que são os lugares que oferecem pacotes com hospedagem/game drive/refeições.
      Da mesma forma que o Kruger, existem pra todos os bolsos.
       
      Dica de fotografia: Esqueça Go-Pro ou similares, com celular até que dá pra tirar dos animais que estejam mais próximos.
      O ideal é ter uma câmera com um bom zoom, prefira uma lente Teleobjetivas com no mínimo 200mm, pois muitos animais ficam distantes da estradas.








      Safári no Kruger
      Se o objetivo é economizar, o melhor é alugar um carro e ir por conta, reservando sua hospedagem pela internet(esse é o site oficial para escolher).
      A outra opção é fechar com uma agência, que vende pacotes all-inclusive, podendo escolher o tipo de acomodação(chalé, tenda, cabana),
      e o preço varia pra cada tipo.
      Eu escolhi a Viva Safaris, na ocasião ficou em $600 dólares o pacote de 4 dias, o que inclui: Transporte ida/volta de Johannesburgo para o Kruger;
      uma parada para os cânions Blyde River na volta; 3 noites num tipo de chalé bem confortável(eu escolhi tenda, mas deu "overbooking"
      e acabei ficando em chalé!); 3 jantares, 3 cafés da manhã; e um almoço(os outros almoços foram na estrada ou dentro do Kruger,
      mas que não ficaram caros); além dos passeios: e 1 Walk Game, 3 Game Drive de 4 horas na reserva privada, e mais 1 de dia inteiro dentro do Kruger.
      Até que compensou pois foi tudo organizados por eles, recomendo pra quem não quiser pesquisar muito pra fechar cada coisa em separado,
      dentre as agências que pesquisei, acho que foi a de melhor custo/benefício.

      Hospedagem: Quando reservar acomodação no Kruger, jogue no google o lugar, e veja no mapa, pois algumas dizer ser dentro do Kruger,
      mas não são. Não que isso seja ruim, muitas dessas reservas são ótimas, eu fiquei numa delas, mas só pra você ter certeza do que tá comprando.

      Game drive: Um conselho importante: tenha paciência quando fizer os safáris! pois é possível que você fique até uma hora inteira sem ver
      muitos animais, o parque é muito grande mesmo. Caso você esteja dirigindo por si, se vir muitos carros parados,
      chegue perto pois teve ter algum animal interessante alia

      Rota: Caso resolva dirigir por conta própria, no caminho para lá, faça uma parada no cânions Blyde River, tem uma vista belíssima.










       
       
       
    • Por Adren-Aline
      kkkk sensacionalista esse título heim? Mas é a pura verdade conforme vocês verão mais a frente .
      Vamos lá...
      Diferente de todas as outras viagens, essa não foi planejada por mim, e sim por um amigo que amo odiar, Fernando Luiz. Então não esperem celeridade da escrita, afinal dependerei da memória dele, bem como da nossa terceira companheira de viagem, a Ana Paula. Ambos eram marinheiros de primeira viagem, nunca haviam pisado fora do território tupiniquim e confiaram na minha "vasta" experiência para realizar essa viagem , tadinhos.
      Definimos o mês de novembro para viagem, início da alta estação. Ou seja, clima bom, preços ainda acessíveis e sem aquela invasão de corpos pálidos desfilando pelas praias rs. De modo geral a previsão esteve ao nosso favor, tirando o fato de ter pegado chuva em Moçambique com direito a tornadinho na Praia do Tofo.
      Ficamos um total de 20 dias, divididos da seguinte forma:
      14/11- Embarque Salvador x Guarulhos x Luanda
      15/11- Embarque Luanda x Cidade do Cabo - Cidade do Cabo
      16/11- Cidade do Cabo
      17/11- Cidade do Cabo
      18/11- Gangsbai - Embarque Cidade do Cabo x Joanesburgo
      ... a partir daqui foi onde a porra começou a desandar e o nosso roteiro cuidadosamente planejado foi lançado nas asas do destino. Então se eu fiquei sem saber o meu futuro, pq deveria adiantar isso pra vcs???? kkkkkkkk
      PREPARATIVOS
      - PASSAGENS AÉREAS
      Compramos os voos de Guarulhos até a Cidade do Cabo, retornando por Joanesburgo, pela TAAG, empresa aérea angolana. Analisamos por um longo período os preços das passagens e percebemos que o valor só variava de acordo com o dólar.
      3 meses antes da viagem batemos o martelo e a compra foi feita através do whatsapp fornecido no site da TAAG, muito seguro, afinal de contas a reserva era feita por esse meio mas o pagamento foi via PAYPAL. 
      *Informação importante: no site da TAAG vc só consegue comprar à vista, para parcelar em até 4 vezes com juros de 5% é necessário fazer a reserva por telefone ou whatsapp.
       
      Logo em seguida foi a vez do voo interno, Cidade do Cabo x Joanesburgo. A companhia escolhida foi a FLYSAFAIR (ou ônibus de asas como foi carinhosamente apelidada por nós), companhia low cost sul-africana com base em Joanesburgo. Apenas uma mala de 7 Kg e dimensões de até 56x36x23 cm^3 está inclusa no valor da passagem. Paga-se mais para comer, para despachar mala, para marcar assento, para respirar ar limpo rs...
      Como vcs podem observar, não fizemos a famosa Garden Route, ao nosso ver seria muito chão pra pouca atração, mas isso é uma decisão muito pessoal. Não digo que foi a melhor nem a pior decisão, foi apenas uma escolha.
       
      Por último mas não menos importante vem a passagem de Salvador para Guarulhos. Essa foi comprada pela LATAM.
       
      Custos:
      Passagem aérea GRU x Cidade do Cabo / Joanesburgo x GRU: R$1.792,64
      Passagem aérea Cidade do Cabo x Joanesburgo: 936,00 rands
      Passagem aérea SSA x GRU: R$269,80
      Passagem aérea GRU x SSA: R$209,58 (mais 2200 pontos multiplus)
       
      CURIOSIDADES (OU NÃO )
      - Money (que é good nós não have)
      Levamos a grana toda em dólar. Cerca de 1800 doletas para cada, escondidas por todos os lugares. Esse valor foi o suficiente para toda a viagem com sobra pra perder ou ser furtada (não sei ao certo o que aconteceu no meu caso). Ainda retornei com 500 dólares no bolso.
      Dos 1800 levados, 1100 dólares foram trocados por rands, moeda usada tanto na África do Sul quanto na Suazilândia. E 200 dólares foram trocados por metical, moeda oficial de Moçambique. 
      Cartão de crédito usei pouquíssimas vezes para tentar  fujir do IOF e da  flutuação  do dólar. Porém observei que é uma forma de pagamento amplamente aceito, pelo menos na África do  Sul.
      Durante o planejamento da viagem criei um grupo no whatsapp de mochileiros que fui coletando o telefone por aqui. Através desse grupo conhecemos o famoso OMAR. Genteeee OMAR é tudo de bom e merece um parêntese aqui
      (
      Quem é OMAR ou o que é OMAR? 
      Não sei bem responder...  Mas diria que trata-se de uma lenda rs. 
      De tanto ouvir as vantagens de fazer negócio com ele resolvemos procurá-lo. O engraçado ou desesperador foi a forma com que fomos recepcionados. Claro que foi mais coisa da nossa cabeça de tanto assitir filme de gângster. 
      A loja do OMAR, fica nos fundos de uma loja de celulares. Chegamos na loja e já mandamos um "we need to talk to Omar". O balconista nos apontou uma grade aos fundos da loja. Mas não era apenas uma simples grade e sim uma dupla. Daquelas que alguém aciona a primeira vc entra, fica enjaulado, e logo em seguida a segunda é acionada. Adrenalina já a mil! Encontramos Omar sentado com mais 4 homens sério em volta dele. Nos apresentamos e fomos conduzidos para a sala do chefão, mais grade. Lá sentamos e começamos a fazer o câmbio. Tudo muito tranquilo. Omar fala português. O câmbio com ele é extremamente vantajoso, creio que economizei cerca de 300 reais.
      Caso alguém queira o contato só avisar que passo no privado.
      )
      Então... Nosso câmbio ficou de 14,5 rands para cada dólar americano. E 1 real equivalia a aproximadamente 4 rands.
      A moeda da Suazilândia é equivalente ao rands. Não precisa fazer a conversão por lá. Todos os lugares aceitam rands. As vezes o troco é dado em Suazi. 
      A moeda de Moçambique é o metical. 1 dólar equivale a 60 meticais. E cada real equivalia a aproximadamente 18 metical.
      Resumo:
      1 USD = 14,5 rands = 14,5 suazi = 60 metical
      1BRL = 4 rands = 4 suazi = 18 metical
      - Idioma
      Dessa vez não tive problemas com o idioma . Não pq aprendi inglês de uma hora pro outra e sim pq durante a estadia na África do Sul e Suazilândia tinha meu Friend Translator (Fernando). Já em Moçambique pude gastar todo o meu português, era compreendida perfeitamente. 
       
      - Documentos
      Passaporte e o Certificado internacional de Febre amarela são obrigatórios.
      A PID - Permissão Internacional para Dirigir é meio polêmica. Pq? Bem...
       
    • Por Marianne_mdc
      Acabei de voltar da Arica do Sul e achei incrível....segue ai meu roteiro:
       
      As fotos estão no face....fiquem a vontade para olhar e perguntar!!!!
       
      https://www.facebook.com/marianne.d.santos.5/media_set?set=a.1399233473421955.1073741863.100000059472009&type=3&hc_location=ufi
       
       
      Comprei a passagem aérea SP - Joanesburgo pela LATAM (1600 reais ida e volta por pessoa).
      Reservei um carro econômico com a Avis rent a car (cerca de 50 reais a diária).
      Hospedagens foram reservadas no Booking
      No Kruger reservamos a hospedagem e os game drivers no site oficial: sanparks
       
      Chegando em Joanesburgo pegamos o carro no aeroporto. Tudo muuuuito organizado e simples. Era umas 15 h e saímos em direção a Middelburg, uma cidade onde iríamos apenas dormir ( fica bem no meio do caminho entre joanesburgo e o kruger). Hospedagem: Punpkin guest house.
       
      saímos cedo em direção ao Kruger, no portão de acesso Crocodile Bridge, bem ao sul do parque.
      Ficamos num bagalow bem legal de frente pro rio, logo na chegada já tinha um hipopotamo e um monte de elefantes bem de frente da nossa sacada
       
      No parque paga-se uma taxa diária de 280 rands. O preço do bangalow foi uns 300 e poucos reais, mas lá, existem opções de barraca bem mais baratos.
       
      Depois de descarregar as malas, saímos de carro pelas ruazinhas do krueger e vimos muitos bichos, não imaginava que tinha tanto.
       
      Voltamos e partimos para um game drive noturno, organizado pelo rest camp naqueles carros de safári mesmo (cerca de 60 reais) . Foi legal, vimos hienas, elefantes, bufalos, girafa...etc...
       
      No outro dia partimos por uma outra rota em direção a Lower sabie, um dos melhores locais para avistar animais, e de fato vimos uns 5 leões, muitos elefantes juntos bebendo água......natureza linda!
       
      Ainda era cedo e partimos para skukuza, é um rest camp e um centro de visitantes com bastante estrutura, como restaurante, lanchonete...tudo com um preço bem justo.
       
      Neste dia íamos dormir fora do parque pois não conseguimos vaga em skukuza. Ficamos no Sabie river bush lodge. ficamos por lá descansando, tomando cerveja, apreciando os elefantes....
       
      Era o 3° dia de safári e ainda não tinhamos visto todos os big five (faltava leopardo e rinoceronte). Decidimos pegar uma rota alternativa e foi muita sorte....vários rinocerontes e mais um pouco a frente um leopardo em cima de uma árvore devorando uma impala.
       
      Chegamos no Satara Rest camp e fomos direoto para o Sunset Drive que tinhamos reservado.....foi legal, mas o dia estava nublado e não vimos aquele famoso por do sol na savana.
       
      Na manhã seguinte saímos em direção a Rota Panorâmica (Blyde River canyon). na saída do Parque (orpen gate) tinha 2 leoas na estrada, bem perto onde os guardas estavam....omos os únicos a ver! Elas ficaram intimidadas com a nossa presença e sairam....
       
      A rota panorâmica e linda ( fica na cidade de Grastrop) e tem vários pontos legais para tirar foto e apreciar a vista.
       
      Dormimos em Emalaheni no hotel Protea....
       
      Acordamos cedo e fomos em direção a Pretória, queríamos conhecer o vilarejo cultural Nbedele que fica ao noroeste de Pretória. Foi interessante, mas pra turista ver, eles não mantiveram as tradições. Porém, tem uma arquitetura legal e antigas tradições interessantes.
       
      Depois do Vilarejo descemos para Joanesburgo para visitar o berço da Humanidade, local onde tem um museu sobre a história do surgimento da humanidade e perto tem várias cavernas onde foram encontrados fósseis humanóides abertas a visitação.
       
      Neste dia íamos pegar o voo de madrugada para Capetown, então decidimos dormir próximo aos aeroporto (Europrime).
       
      O voo entre Joanesburgo e Capetown, que dura cerca de 2 h, foi operado pela Fly Safair (avião beeeem antigo, apertado, sem reclinação na poltrona...ruinzinho kkkkk, mas, barato).
       
      No aeroporto pegamos novamente um carro pela Avis e fomos direto para Stellenbosh, um vale com mais de 400 vinícolas, lindo, lindo!!!! paguei 100 rands para degustar 8 vinhos e ganhar uma taça da Vinicola Tokara, lá tb tem um restaurante muito bom. Ficamos no vale apenas uma manhã e fomos para Hermanus. A rota, que faz parte da rota jardim, é bem bonita, com montanhas, prais....
       
       
      Dormimos 2 dias em Hermanus, cidade super aconchegante, onde se pode ver baleias da praia.
      Também fizemos aquele passeio do tubarão, onde ficamos em uma gaiola (foi caro 1600 rands), mas é legal, vimos vários tubarões enormes. Pontos negativos: água gelada demais....e o enjoo....geral vomita, balança muito..e olha que pegamos um dia bom.
       
      Na manhã seguinte saímos cedo para tentar ver as baleias, pois em dois dias ali elas não apareceram. E não é que tivemos sorte....um pouco longe mas deu pra ver.
       
      Já em Cape town fomos a Boulders Beach (prais dos pinguins), Cape Point ( Cabo da Boa esperança) e Waterfront para jantar (quay for - restaurante que recomento, mas fica embaixo pq lá em cima é beeem mais caro).
       
      Dormimos no Hotel MOJO.
       
      Último dia em CapeTown fomos na Table Montain ( nunca ví tanta fila na vida kkkkk) mas valeu! A vista é top!
       
      Saindo da Table montain fomos no aquário. Achei legal, mas, nem tanto kkkk, mais pra criança.
       
      Nosso voo de retorno a Joanesburgo saiu final de tarde e chegamos a noite em Joanesburgo. Dormimos em Melville, Guest House super caprichosa (Saffron).
       
      No último dia na Africa fomos a Soweto, Museu do Apartheid e Mandela Square.
       
      Adoramos a viagem, a comida...tudo. O país surpreeende muito. As estradas são bem melhores q o Brasil (tudo via rápida-freeway), tudo muito limpo....
       
      Qualquer dúvida só entrar em contato.
    • Por diegoliva
      Fiz um roteiro enxuto pra África do Sul, assim:
      2 dias em Joanesburgo
      3 dias no Kruger Park
      5 dias na Cidade do Cabo
      Adorei a viagem, certamente a África do Sul entrou para os países mais bonitos que já conheci, tem muito verde, cultura, lugares incríveis e comida muito boa.
      Joanesburgo: geralmente as pessoas esquecem um pouco desta cidade, por não aparecer muito turística, porém acredito que conhecê-la ajuda a entender um pouco mais da Africa do Sul. Conheci o Museu do Apartheid, o Soweto e o Lions Park. Gostei muito de todos os passeios, o Soweto é vibrante, e é super tranquilo ir pra lá, tive dificuldade em conseguir transporte público, então tive que apelar para o taxi. Fiquei em Sandton, um suburbio bem bonito perto de Joanesburgo, por hora eles dizem que não é aconselhável ficar no centro da cidade.
      Pretoria: fiz Pretoria num bate e volta num dia, adorei conhecer a cidade, limpa, arrumada, organizada e cheia de jacarandas, quando estive lá era época de florescimento (outubro) e tudo ficou muito bonito. Vale a pena conhecer os edifícios do parlamento.
      Lions Park: é bem divertido, você consegue interagir com os filhotes e alimentar uma girafa. Gostei bastante do parque
       
      Kruger Park: fiquei em Skukuza, optei por três dias de tour, foram mais ou menos quatro safaris (manhã, tarde, anoitecer) dos big five só não consegui ver o leopardo. O parque é incrível, adorei ter conhecido, enorme e a empresa se esforçou em nos mostrar o máximo. Foi lindo ver uma manada atravessando a estrada, bem como um bando de impalas, zebras, girafas e kudus.
       
      Cidade do Cabo: com certeza merece o título de cidade mais bonita do mundo. Fiz os passeios mais importantes como Table Mountain, Robben Island, V&A WaterFront, Long Stree, Bo Kaap, Cape Point e Winelands.
      A cidade realmente é linda, por onde esteja você consegue ver a Table Mountain. A dica é, se a Table Mountain estiver sem neblina largue tudo que estiver fazendo e suba, conheci pessoas que passaram quatro dias por lá e não conseguiram. Eu fiz o passeio numa tarde, subi de bondinho, mas rola ir nas trilhas também.
      A visão é incrível, linda, um dos lugares mais lindos que conheci.
      O passeio ao Cabo da Boa esperança é fenomenal, os pontos de destaque são o Parque da Table Mountain, a Simons Town com os pinguins e a chepeak drive, uma das estradas mais lindas do mundo.
      Lá é um lugar muito bom para alugar um carro, pois as estradas são ótimas e bem sinalizadas.
      Achei super barato comer na África do Sul, convertendo, mais ou menos com 23 reais dá pra fazer uma refeição.
      O passeio a Winelands é incrível, os vinhedos e as casas centenárias com colonização holandesa são lindas, vale a pena um dia por lá, escolha algumas vinicolas e façam a degustação.
      Em Cape Town fiquei no Greenpoint, o bairro é lindo e super perto do WaterFront, acredito que deva ser legal ficar nos arredores da LongStreet também, ontem tem muitos bares.
      O Jardim Botânico da Cidade do Cabo é lindo, não deixe de conhecê-lo.
       
      Fiz dois videos falando dos destaques da viagem:
       

       

    • Por _Paulera_
      Depois de passar 1 ano e meio sem viagens internacionais finalmente consegui tirar meu período de férias e viajar pelo Sul da África.
      Para essa viagem poder dar certo eu juntei o feriado da Semana Santa com o mês de férias e no final consegui 35 dias de folga.
       
      Essa viagem não teve um planejamento detalhado, mas foi um sucesso. Isso foi legal por que o roteiro era flexível e muita coisa eu realmente só decidi na hora, quando já estava lá. Em tão pouco tempo não posso dizer que conheço todos estes países, para mim o importante é que visitei os locais que queria, que considero highlights do Sul da África, e interagi com o povo.
       
      Segue o mapa da rota realizada:
       

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