Em Outubro de 2016 o aplicativo do Melhores Destinos apitou no meu celular: Promoção de passagens para diversos países na África a partir de R$ 363,00 ida e volta! E dentre os destinos estava lá: Namíbia me saía por R$ 1.024,00 ida e volta com todas as taxas inclusas. Sem necessidade de visto.
Não pensei muito. Nunca tinha ouvido falar do país, não sabia o que poderia encontrar lá, quais eram os pontos de interesse, a língua oficial, o clima, a condição econômica e social da população… Mas eu não podia perder essa promoção! 5 minutinhos no Google teriam que ser suficientes para saciar a curiosidade inicial sobre o país.
Logo mandei mensagens para uns amigos para ver se alguém topava ir comigo. Já viajei sozinha algumas vezes, mas sendo mulher e com cara de adolescente, fiquei com pé atrás de ir sozinha para o continente africano. Na hora o Thiago Cunha topou. Ele também não tinha ideia de que país era esse, de quanto a viagem poderia custar e o que esperaria por ele lá. Na verdade, ele nunca tinha feito um mochilão na vida. Mas sendo doido como ele é, topou sem pensar duas vezes. Afinal, quando se trata de promoção de passagem por esses preços, temos que tomar decisões rápidas e às vezes por impulso, rs. E durante a viagem toda ele foi sensacional na tarefa de puxar conversa com os locais, conseguir dicas, histórias e até lições de como falar a língua Khoekhoe, apelida de “click language”, tornando a viagem ainda mais rica e a vivência daquela cultura ainda mais imersiva!
Com as passagens compradas, lá fui eu fazer uma das coisas que mais gosto: pesquisar e montar o roteiro! De fato, o processo foi cheio de altos e baixos: aquelas fotos maravilhosas do Deadvlei que o Google me mostrava enchiam meus olhos e me empolgavam ainda mais. Mas a falta de informações detalhadas na internet de como se deslocar entre os pontos de interesse de forma barata e independente (sem contratar pacote de agência) foram muitas vezes frustrantes e desanimadoras. Confesso que cheguei a cogitar desistir da viagem mais de uma vez.
Maaaas, procurando na internet por outras pessoas que tivessem comprado a mesma promoção, criei um grupo no facebook para trocarmos dicas de roteiro e achar companhias de viagem. Assim cada um poderia se juntar com as outras pessoas que compraram as mesmas datas para alugar um carro juntas e dividir os custos da viagem.
E foi assim que eu conheci a Marília Mendes. De Goiânia, foi a terceira integrante dos nosso grupo. Super paciente, parceira, tranquila, ela acabou sendo a motorista da viagem! E que motorista! Mesmo com um carro simples 4x2 (um Toyota RAV4), em plena temporada de chuvas na Namíbia, percorrendo 3 mil quilômetros nas estradas tortuosas de pedregulhos, por por entre cânions, tempestade de areias, e rios que ressurgiram por causa de um temporal depois de 3 anos sem chover no deserto, nós não furamos nenhum pneu, não rachamos o para-brisa e sequer arranhamos o carro que estava novo em folha!
Mas confesso que atolamos. Não só uma, mas 4 vezes! E uma delas foi no meio de um desses rios no deserto. Se não fosse quase 30 namibianos empolgados que prontamente entraram no rio e nos ajudaram a desatolar, acho que não teríamos saído de lá de jeito nenhum. Que povo parceiro, de coração aberto e disposto a estar junto e ajudar o próximo! Mas essa história fica para depois…
E assim 3 meses se passaram. Trocando ideia com o pessoal que encontrei pela internet, enfim montei um roteiro e arrumei as malas!
A partir de agora, vou contar um pouco dessa roadtrip de 10 dias pela Namíbia. Foi um país incrível, com paisagens maravilhosas, uma história rica, um povo acolhedor, uma cultura ancestral e um aprendizado constante.
Mas de fato, o que realmente fez a viagem foram as pessoas que conheci pelo caminho! Foi ótimo conhecer na estrada o pessoal do grupo do Facebook e trocar dicas de roteiro e histórias de viagem, dividir risadas e a empolgação de desbravar um país desconhecido e inesperado! Sem esquecer, é claro, dos namibianos descendentes do povo Damara, que abriam um sorriso no rosto sempre que falávamos que éramos brasileiros, e que nos ensinaram pacientemente sobre a sua história e seu idioma nativo apelidado de “click language”.
Voltei com a certeza de que o continente africano é muito rico e com a vontade de voltar em breve. Botswana, Victoria Falls, Tanzânia e Madagascar já estão na minha bucket list.
Com certeza foi uma das melhores experiências da minha vida! (viajar sempre é, rs)
Em Outubro de 2016 o aplicativo do Melhores Destinos apitou no meu celular: Promoção de passagens para diversos países na África a partir de R$ 363,00 ida e volta! E dentre os destinos estava lá: Namíbia me saía por R$ 1.024,00 ida e volta com todas as taxas inclusas. Sem necessidade de visto.
Não pensei muito. Nunca tinha ouvido falar do país, não sabia o que poderia encontrar lá, quais eram os pontos de interesse, a língua oficial, o clima, a condição econômica e social da população… Mas eu não podia perder essa promoção! 5 minutinhos no Google teriam que ser suficientes para saciar a curiosidade inicial sobre o país.
Logo mandei mensagens para uns amigos para ver se alguém topava ir comigo. Já viajei sozinha algumas vezes, mas sendo mulher e com cara de adolescente, fiquei com pé atrás de ir sozinha para o continente africano. Na hora o Thiago Cunha topou. Ele também não tinha ideia de que país era esse, de quanto a viagem poderia custar e o que esperaria por ele lá. Na verdade, ele nunca tinha feito um mochilão na vida. Mas sendo doido como ele é, topou sem pensar duas vezes. Afinal, quando se trata de promoção de passagem por esses preços, temos que tomar decisões rápidas e às vezes por impulso, rs. E durante a viagem toda ele foi sensacional na tarefa de puxar conversa com os locais, conseguir dicas, histórias e até lições de como falar a língua Khoekhoe, apelida de “click language”, tornando a viagem ainda mais rica e a vivência daquela cultura ainda mais imersiva!
Com as passagens compradas, lá fui eu fazer uma das coisas que mais gosto: pesquisar e montar o roteiro! De fato, o processo foi cheio de altos e baixos: aquelas fotos maravilhosas do Deadvlei que o Google me mostrava enchiam meus olhos e me empolgavam ainda mais. Mas a falta de informações detalhadas na internet de como se deslocar entre os pontos de interesse de forma barata e independente (sem contratar pacote de agência) foram muitas vezes frustrantes e desanimadoras. Confesso que cheguei a cogitar desistir da viagem mais de uma vez.
Maaaas, procurando na internet por outras pessoas que tivessem comprado a mesma promoção, criei um grupo no facebook para trocarmos dicas de roteiro e achar companhias de viagem. Assim cada um poderia se juntar com as outras pessoas que compraram as mesmas datas para alugar um carro juntas e dividir os custos da viagem.
E foi assim que eu conheci a Marília Mendes. De Goiânia, foi a terceira integrante dos nosso grupo. Super paciente, parceira, tranquila, ela acabou sendo a motorista da viagem! E que motorista! Mesmo com um carro simples 4x2 (um Toyota RAV4), em plena temporada de chuvas na Namíbia, percorrendo 3 mil quilômetros nas estradas tortuosas de pedregulhos, por por entre cânions, tempestade de areias, e rios que ressurgiram por causa de um temporal depois de 3 anos sem chover no deserto, nós não furamos nenhum pneu, não rachamos o para-brisa e sequer arranhamos o carro que estava novo em folha!
Mas confesso que atolamos. Não só uma, mas 4 vezes! E uma delas foi no meio de um desses rios no deserto. Se não fosse quase 30 namibianos empolgados que prontamente entraram no rio e nos ajudaram a desatolar, acho que não teríamos saído de lá de jeito nenhum. Que povo parceiro, de coração aberto e disposto a estar junto e ajudar o próximo! Mas essa história fica para depois…
E assim 3 meses se passaram. Trocando ideia com o pessoal que encontrei pela internet, enfim montei um roteiro e arrumei as malas!
A partir de agora, vou contar um pouco dessa roadtrip de 10 dias pela Namíbia. Foi um país incrível, com paisagens maravilhosas, uma história rica, um povo acolhedor, uma cultura ancestral e um aprendizado constante.
Mas de fato, o que realmente fez a viagem foram as pessoas que conheci pelo caminho! Foi ótimo conhecer na estrada o pessoal do grupo do Facebook e trocar dicas de roteiro e histórias de viagem, dividir risadas e a empolgação de desbravar um país desconhecido e inesperado! Sem esquecer, é claro, dos namibianos descendentes do povo Damara, que abriam um sorriso no rosto sempre que falávamos que éramos brasileiros, e que nos ensinaram pacientemente sobre a sua história e seu idioma nativo apelidado de “click language”.
Voltei com a certeza de que o continente africano é muito rico e com a vontade de voltar em breve. Botswana, Victoria Falls, Tanzânia e Madagascar já estão na minha bucket list.
Com certeza foi uma das melhores experiências da minha vida! (viajar sempre é, rs)
E que venham mais promoções de passagem!
Em breve o diário de bordo dessa viagem!