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DE MACHU PICCHU AO SALAR DE UYUNI EM 15 DIAS.

Por Dalberto Duro e Daniele Salvalagio

Julho, 2017.

Uma viagem com data de inicio em março de 2017, quando comprei minha passagem rumo ao Peru e Bolívia, data de embarque foi dia 30 de junho com retorno no dia 14 de julho. Vim planejando essa viagem desde o inicio do ano, roteiros, blogs, coletei o máximo de informações possíveis assim como todo viajante de primeira viagem faz, o que levar, cultura local, valores, aonde ir... Porém na prática tudo se intensifica ainda mais, e o orçamento se mostra extremamente útil. De início eu iria partir num mochilão sozinho, eu, minha mochila, minha barraca e Deus no comando, eis que começaram a aparecer interessados, meu primo, um casal de amigos e minha namorada, porém meu primo teve que desistir em cima do laço, então partimos para a aventura em dois casais.

A ideia inicial sempre foi de conhecer Machu Picchu e o Salar de Uyuni, então montei um roteiro no qual me possibilitasse isso, com muitas pesquisas de passagens aéreas, vendo as datas na qual eu estaria de férias, consegui montar um roteiro de viagem que iniciaria em Cusco, passando por Aguas Calientes, retornando a Cusco, e seguindo para Copacabana, para enfim terminar em Uyuni.

Abaixo colocarei os gastos totais, despesas e a quantia em dinheiro que levamos possivelmente isso ajudara alguém em seu orçamento numa possível viagem a esses destinos.

(todos os valores do orçamento e dos gastos valem por duas pessoas, no caso, meu e da minha namorada).

 

ORÇAMENTO PARA A VIAGEM:

R$ 3.000,00 (CASAL) = U$ 882,00

+ U$ 37,00 (doações de familiares)

U$ 882,00 + U$ 37,00 = U$ 919,00

 

GASTOS ANTECEDÊNTES:

- passagem aérea POA > CUSCO / SANTA CRUZ DE LA SIERRA > POA= R$1.300,00 + R$ 1.700,00 = R$ 3.000,00 – Empresa AVIANCA

- passagem áerea UYUNI > SANTA CRUZ DE LA SIERRA = R$ 374,00 + 374,00 = R$ 748,00 - Empresa AMASZONAS

- ingressos Machu Picchu: R$ 208,00 + R$ 208,00 = R$ 416,00

- Ajuda na gasolina/ pedágio (ate POA): R$ 132,00

- Estacionamento para 14 dias em POA prox. Ao aeroporto: R$ 124,00.

+ taxas no cartão de credito do comprador.

 

CÂMBIO no PERU:

Total: U$ 170,00 = Soles 540,50

Cota máxima a 3,23

 

CÂMBIO na BOLIVIA:

Total: U$ 175,00 = Bs 1.169,50

Cota máxima a 6,85

Total: R$ 350,00 = Bs 675,00

Cota máxima a 1,95

 

Obs.: ATENÇÃO ao trocar as notas, notas de Dolar com a inicial em CB B2 dificilmente você conseguira trocar no Peru e Bolívia.

- Casas de cambio não trocam notas de U$ 1,00.

 

DIA 1 (29.06.17)

Saímos de Itapema/SC conforme o combinado, as 16h30, viagem tranquila pela BR 101 e freeway chegando em POA as 22h30, deixamos o carro no estacionamento já reservado com antecedência, e fomos levados ate o aeroporto Salgado Filho. Madrugamos nos banquinhos do aeroporto ate a hora do voo (6h30).

GASTOS: cafezinho R$ 9,00

 

DIA 2 (30.06.17)

Chegada em Lima no Peru as 9h30 no horário local (2h a menos de Brasília), ficamos 5h no aeroporto por conta da conexão do voo ate Cusco.

Pegamos o avião as 14h30 para enfim duas horas depois aterrissarmos em Cusco. Na chegada, já tivemos a primeira impressão em relação a folha de coca, que ela seria muito útil, pois fomos recepcionados com a mesma, já logo metendo na boca pra sentir qual é a dela. No lado de fora, taxista não falta, ofereceram 30 soles até o nosso hostel, eis que a Dani grita "5 soles", e um individuo, no impulso levanta a mão e ganhava novos clientes, então a dica é, pechinchar da resultado!

Tivemos a sorte de o taxista, Luan, ter uma agência de turismo, a Luan Travels, então ele nos levou até o Hostel Sol Imperial(reservamos pelo ebooking) e depois a sua agência, nosso propósito era pesquisar em varias agências os valores dos pacotes, mas acabamos conseguindo fechar todos nossos roteiros planejados (Humantay Lake, Vinicunca, Vale Sagrado, ida e volta até Aguas Calientes, e a passagem de ônibus de Cusco para Copacabana, na Bolívia) por um valor muito bom, U$ 150,00 por pessoa, incluso o café da manhã, almoço e um guia em espanhol. Como já havíamos pesquisado na internet alguns valores, então este preço ficou abaixo do que tínhamos visto. Resolvido essa questão do Tur, fomos fazer uma primeira janta em Cusco, conhecendo a linda Plaza de Las Armas, ao lado encontramos uma pizzaria, Don Marcelo, pedimos duas pizzas médias e mais a famosa Inca Cola, bem parecida com a laranjinha no Brasil, não tomamos cerveja porque estava muito caro. Por fim terminamos a noite dando uma volta na Plaza e voltamos para o hostel. Lugares para jantar é o que não falta nessa região, porém o negócio é pesquisar preço, como não queríamos gastar muito, pizza foi a melhor solução para o momento!

 

DICAS:

1- Troque o menos possível na casa de câmbio dos aeroportos, é mais caro.

2- Pechinchar com os taxistas é lei de sobrevivência.

3- Recomendadíssima a agência de turismo em Cusco Luan Travels. Cumpriram com todo o combinado e além de tudo ele fala muito bem o português!

4- Compras de artesanatos com as "tiazinhas típicas" nos arredores da Plaza de Armas sai muito mais barato do que comprar nas lojas, compramos até em R$. São ótimas para negociar.

 

Link no facebook e numero do whats app do Luan Travels

https://www.facebook.com/profile.php?id=100013806961975

+51 950 590 055 – Luan

 

GASTOS:

- Tour (incluso transporte, alimentação e guia) por pessoa U$ 150,00

- Pizzaria S 29,00 por casal

- Toucas peruana, 2 unid. S 14,00

- Padaria S 10,00

 

DIA 3 (01.07.17)

No primeiro dia de tour, fomos conhecer o Vale Sagrado, saímos as 6h40 do Hostel, pegamos um ônibus com vários turistas e locais, a guia foi a melhor possível, explicou tudo. O primeiro local de visita foi a cidade de Chinchero, lá conhecemos as mulheres típicas da região, onde produzem seus artesanatos a moda caseira mesmo, muito bacana, lá compramos algumas lembranças e casacos feitos de lã de alpaca.

Depois fomos conhecer as ruínas de Morais, que eram usadas para a agricultura, uma arquitetura muito vista pela região, depois fomos até as Salinas de Maras, mas acabamos não entrando para ir conhecer de perto pois tem que pagar S 10,00 para entrar, porém ficamos aguardando na recepção e podemos apreciar a vista das Salinas. Depois fomos almoçar na cidade de Ollantaytambo, em um restaurante muito bom, buffet livre, que já estava pago (pelo Tur), pós almoço a gente conheceu as ruínas de Ollantaytambo, lugar lindo, cheio de história. Pisac foi outra cidade com ruínas que passamos, e para encerrar o 1º dia passamos em um local onde são produzidos joias de prata, compramos pequenos pedaços de pedras extraídas em Machu Picchu, e por fim retornamos para Cusco por volta das 20h.

Vale muito a pena fazer esse Tur pelo Vale Sagrado, em cada lugar visitado uma nova história, uma nova cultura, uma nova lenda aprendida e sem contar as fotos maravilhosas que podemos tirar para guardar na lembrança.

 

GASTOS:

- Dois casacos de lã de alpaca em Chinchero S 100,00

- Dois lenços de lã S 20,00

- Milho Roxo + bala de coca S 8,00

- Pedras S 7,00

- Mercado S 24,00

- Souvenir S 15,00

- Garrafinha conhaque S 10,00

- Bebida no almoço S 10,00

 

DIA 4 (02.07.17)

O dia começou cedo, as 4h30 estávamos a espera da van para nos levar ao Humantay Lake, uma laguna a mais de 4 mil metros de altitude, aos pés dos Andes, partimos durante 5h até o local, mas no trajeto já ficamos deslumbrado com as paisagens, curvas acentuadas, e também vimos o pessoal que parte para a trilha Inca de 3, 4 dias ou mais, interessantíssimo para a próxima vinda ao Peru! Tivemos o café da manhã numa casa local, o café não foi de muito agrado de todos, café frio, e tinha pouco conteúdo, mas vida de mochileiro tem dessas coisas. Em relação à laguna, lugar lindo, uma agua indescritível, pena estar nublado e não poder ver a montanha por traz dela. Digamos que sofrimento foi mais na subida, caminhada curta, mas a altitude pesa muito, caminhada de tartaruga, mas vencida, a trilha levou 1h30. O almoço, ao contrário do café da manhã, rendeu elogios de todos, preparado no alojamento aos pés da trilha, o chef de cozinha ganhou até gorjeta da galera. La conhecemos os primeiros amigos de trip, muito bacana. Voltamos para Cusco às 19h em uma van bem apertadinha, mas o cansaço matou a galera na van.

 

DICAS:

1- Folhas e chá de COCA são fundamentais.

2- Muita água para hidratar e vale levar um lanchinho para repor as energias após a subida.

GASTOS:

- reservado mais uma noite no Hostel Sol Imperial U$ 12,00 (casal)

- Gorjeta U$ 1,00

 

DIA 5 (03.07.17)

Dia de partir para Aguas Calientes, a van nos buscou as 7h30, mas os motoristas de vans lá no Peru, tem a mania de pegar os passageiros, pararem no posto e ficarem "proseando", então saímos um pouco mais tarde. Depois disso paramos para almoçar e foi na casa de uma família, um dos melhores rangos que comemos, e pagamos barato. Depois de 6h de estrada, onde levamos vários sustos, neblina em desfiladeiros onde não se enxergava 3 metros a frente, e o nosso "motora" acelerando, coração na mão, mas tudo certo. O cara tinha falado que fazia o trajeto todos dias durante 11 anos, então estávamos com alguém que sabia onde estava, sãs e salvos chegamos a Hidrelétrica onde inicia a trilha para Aguas Calientes.

Chegamos lá meio “zonzos” mas vivos, então começamos a trilha, onde se tem duas opções, ou de trem, ou a pé, e partimos na mais econômica é claro, levamos 3h caminhando pela trilha do trem até Aguas Calientes, fomos bem tranquilos, sem pressa e com peso. Chegamos na cidade já era noite, fizemos o check in no hostel e enfim, um banho, com dificuldade para regular a temperatura, mas conseguimos depois de muita luta! Saímos para conhecer a cidade, nos informamos sobre a trilha e o ônibus para subir até Machu Picchu, e optamos por subir de busão e voltar pela trilha, compramos os tickets próximos ao terminal, bem na beira do rio, depois saímos para jantar.

 

DICAS:

1- Leve pouca roupa para Aguas Calientes, levamos muito mais do que o necessário, deixamos a metade das coisas no hostel em Cusco, mas poderia ter ficado mais.

GASTOS:

- almoço S 20,00 (casal)

- parada na estrada, lanche S 14,00.

- janta S 46,00 (casal)

- passagem ônibus para Machu Picchu U$ 24,00 (casal)

 

DIA 6 (04.07.17)

Enfim o dia, mas esperado da trip, era dia de Machu Picchu!

Decidimos ir para o terminal meia hora antes da saída do primeiro bus, pois queríamos ver o nascer do sol, grande erro, deveríamos ter madrugado na fila, chegamos lá e a fila parecia interminável, e não parava de chegar gente, loucura, mas tudo certo. Começaram a sair os ônibus e a fila vinha encurtando, até que entramos, chegamos lá em cima, na entrada, por volta das 7h, como tínhamos o ingresso de MP + montanha, nosso horário era até as 8h pra subir a montanha. Beleza, entramos, e quando vimos MP pela primeira vez, ficamos cego, era muita energia, sonho sendo realizado, tudo lindo e maravilhoso, fotos, até meditar nós meditamos lá em cima. Mas como nem tudo são flores, não enxergamos a placa para subir a montanha, mas nem nos tocamos nisso, pois achávamos que estávamos lá, por que a vista era aquela, mas fomos nos dar conta que a montanha era em outra trilha quando já passava das 10h, e não nos permitiram subir. Ficamos bem chateados, mas alguns turistas nos deram a dica de uma trilha paralela, onde se tem como destino o templo do sol, caminhamos até lá, realmente, vale a pena, dizem algumas pessoas, que nem é preciso subir a montanha (pago) se for subir essa trilha paralela, por que a vista é muito parecida, bom, passado esse contratempo, a cidade Inca é MARAVILHOSA, inexplicável, só realmente quem esteve lá sabe a energia que tem, meta concluída!

Saímos de MP era passado meio dia, pois o ingresso só possibilita ficar por lá um turno, retornamos pela trilha, e tiro certeiro ter subido de busão, trilha com escadas altas, levamos 1h30 para descer, imagina subir e de madrugada ainda, complicado, mas vimos pessoas de varias idades subindo e descendo ela, nenhum bicho de sete cabeças. Durante a tarde, conhecemos mais a cidade e fomos as "compras", no outro lado do rio, onde se tem muito mais lojas, tipo um camelô e mais barato. À noite saímos para jantar novamente, e acabamos pagando um pouco mais caro, devido a falta de informação, nos cobraram uma taxa na qual se cobra em todos restaurantes lá, porém não havia sido cobrado na noite anterior em outro restaurante, feito isso, sentamos no banquinho lá na praça principal, cheio de turistas, e tomamos uma garrafinha de pisco com soda, pra finalizar bem o dia.

DIA 7 (05.07.17)

Ultima manhã em Aguas Calientes, hora de voltar para a trilha, acordamos sem pressa, preparamos uns sanduíches com manteiga e queijo, algumas frutas, até porque as frutas lá são vendidas por unidades, o que sai caro. Não conseguimos visitar as aguas termais, uma pelo tempo, mas principalmente pelo valor, que sai S 20,00 por pessoa. Saímos às 10h para a caminhada, para não ter pressa, pois tínhamos que estar lá no ponto de encontro, na Hidroelétrica no máx. as 14h30, pois as vans ficam lá esperando você, e é uma bagunça a chamada que os caras fazem, é todo mundo gritando, correria, turisitada perdida... Bom, na ida fomos com um motorista em uma van, na volta, outro motorista em outra van que nos chamou na lista dele, então muita atenção nessa hora. Durante a trilha, na beira do rio, avistamos algo que não fazíamos ideia que dava pra enxergar, Machu Picchu, lá do alto da montanha. Na ida para Aguas Calientes, iniciamos a trilha por uma entrada, porém descobrimos que se pode iniciar de outro ponto, mais fácil, pois a que a maioria vai tem subidas, e essa é menos intenso, fica logo após as vendinhas na beira do trilho, em frente ao campo sintético à direita. Levamos 2h30 para retornar a Hidroelétrica, foi menos intensa que a ida. Chegamos a Cusco eram 21h, só deu tempo de ir ao hostel tomar um banho e capotar, porque o ultimo dia em Cusco começaria as 3h30.

 

DICAS:

1- ficar atento à chamada dos motoristas das vans na hora de retornar a Cusco, nem sempre é o mesmo motora da ida.

2- todas as vans começam a sair da hidroelétrica às 15h.

 

GASTOS:

- mercado S 15,00 (casal)

- dois chapéus S 20,00

- pagamento das duas noites no hostel U$ 15,00 (casal)

- fruta nas vendinhas anexa ao trilho S 3,00

- taxi em Cusco até o hostel S 6,00 (casal)

 

DIA 8 (06.07.17)

O dia em que mais madrugamos às 3h já estávamos de pé, mas a van só nos buscou as 4h no hostel, é dia de conhecermos a Raimbow Mountain, conhecida como Vinicunca, pelas fotos que vimos pela net, estávamos bem entusiasmados, viajamos cerca de 3h até o local que iríamos tomar o café da manhã, lugar aconchegante, café muito bem servido, ficamos bem satisfeito, junto houve uma explicação dos guias que iriam acompanhar toda a galera na subida, haviam mais de 40 pessoas no café, foi explicado todo o roteiro, guias bem atenciosos, e seguimos rumo a Vinicunca. Chegando no início da trilha, existem vários nativos, com cavalos, mulas, que ajudam as pessoas a subirem a trilha, aí já imaginamos onde estávamos nos enfiando, bastante frio e altitude pegando forte, mas era só o início, quem quiser pagar e pegar um cavalo, um nativo vai guiando, por questão de segurança, e durante todo o trajeto, eles passam por você, oferecendo o serviço. Foram pouco mais de 3h até o cume, muito sofrido, realmente chegamos ao limite nesse dia, um carregava o outro, cinco passos no máximo de cada vez. Ao final são 5 mil metros a cima do nível do mar o desgaste realmente é muito grande, principalmente para nós que moramos no nível do mal.. mas não desistimos, persistimos em meio as montanhas, e fomos recompensados ao instante que chegamos lá em cima, foi muita emoção, estávamos a 5.278 metros de altitude, é incrível, de um lado você avista Vinicunca, linda, um arco-íris e do outro lado, os Andes, muita neve nas montanhas, certamente um dia que jamais esqueceremos. Ficamos pouco tempo lá em cima, muito vento, e os guias já estavam retornando, tínhamos que seguir com o grupo, infelizmente, na decida, sentimos também os efeitos da altitude. Retornamos ao mesmo local do café, mas para o almoço, comida muito boa também, porém a Dani ficou mal durante o resto do dia devido a altitude, foi pesado, mas tudo ficou bem ao retornarmos para Cusco. Chegamos já era a noite, e tínhamos a passagem de ônibus para Copacabana já reservada para as 22h30, então nos despedimos de Cusco em uma pizzaria, tomando uma boa cusqueña, cerveja mais famosa na região. Pegamos as mochilas e fomos ao terminal de ônibus, embarcamos em um da empresa Huayruro, muito bom, confortável, e sentamos bem na frente no segundo andar, as pernas agradeciam.

DIA 9 (07.07.17)

As 5h40 da manhã, chegamos a Puno, ainda no Peru, ficamos 1h30 no terminal, para continuar seguindo para Copacabana, vimos o nascer do sol já a beira do gigante lago Titicaca, seguimos viagem já com as folhas da aduana nacional da Bolívia e o registro de entrada (imigração) para preencher. As 11h chegamos na fronteira, descemos para dar entrada no lado boliviano, atravessamos a fronteira a pé, e pegamos o busão no outro lado, lá já fizemos o primeiro câmbio para os bolivianos (Bs), mais meia hora, chegamos em Copacabana, ainda dentro do bus, um tiozinho, entra cobrando a entrada para a cidade, já começa ali mesmo os gastos. Descemos e fomos em direção a praia na beira do lago, a primeira impressão já foi a que ficou, esperávamos mais da cidade turística, sabíamos que na Bolívia seria mais precário, mas não tanto. Enquanto os homens foram dar uma olhada no camping que se encontra lá no canto na orla, as meninas ficaram tomando conta das mochilas, mas optamos por passar a primeira das duas noites em Copacabana, em um hostel, Pizarro, fomos muito bem recebidos, e conseguimos um desconto (algo difícil lá), a programação para o próximo dia seria acampar na Isla del Sol. Demos uma passada em algumas agências, para comprar a passagem de bus para Uyuni, a passagem de barco para a Isla del Sol, e cogitar os valores do tour em Uyuni, fechamos com uma tia que tem uma agência na avenida principal, ônibus e barco no dia seguinte. Em relação à comida, nosso almoço, foi fraco, de certo pegamos o cozinheiro em um mal dia, em um dos vários restaurantes que tem por lá, mas a janta foi recompensada, fomos a outro restaurante, na rua principal, que dá acesso a praia, se chama Waly Suma, esse vale a pena ir, pós isso, conhecemos um pouco da cidade a noite, muita sujeira, e povo ruim de negocio viu, parecem que não gostam de vender.

 

DICAS:

1- Pechinchar na Bolívia é ruim em relação ao Peru

2- Compre as passagens na mesma agência para melhorar no desconto.

3- Diferente do Peru, na Bolívia ficamos em "quartos matrimonial", cada casal em um quarto, pelo mesmo valor se fosse os quatro no mesmo quarto.

4- Se acaso você for fazer o mesmo roteiro, reserve um dia para ficar em Puno, para conhecer as ilhas flutuantes, muito tradicional na região, não nos organizamos para isso, mas lamentamos não ter conhecimo as ilhas em vez de passar um dia em Copacabana.

 

GASTOS:

- entrada na cidade Bs 4,00 (casal)

- Pringles Bs 20,00

- mercado Bs 45,00

- almoço Bs 40,00 (casal)

- janta + cerveja Bs 75,00 (casal)

- passagem de ônibus para Uyuni + passagem de barco de Ida para Isla del Sol U$ 42,00 (casal)

- uma noite no hostel Pizarro Bs 110,00 (casal)

- souvenir Bs 10,00

 

DIA 9 (08.07.17)

Acordamos no hostel e logo partimos para a orla para pegar o primeiro barco do dia, com saída para a Isla del Sol, em média dura 1h a 1h30, depende do carregamento do barco, como fomos em lotação máxima, durou um pouco mais, chegando na Isla, tivemos uma “surpresinha”, pagar uma entrada na Isla para os nativos, que mal deixam você sair do barco e já te atacam. A entrada da Isla é bem bonita, cheia de árvores e flores, já passa mais confiança do que Copacabana. Tiramos algumas informações sobre a volta no outro dia, e compramos os tickets de volta. Atenção, compre o ticket de volta a Copabana apenas no dia em que voltar, pois compramos com antecedência, e houve confusão entre eles na hora de embarcar, cuidado! Passando esse estresse, tudo maravilhoso na Isla, compramos alguns souvenires, e subimos até o topo, onde dizem ser muito bonito, e realmente, uma das vistas mais bonitas da trip, montamos a barraca bem no topo da Isla del Sol, uma vista panorâmica com visão do lago todo e os Andes ao fundo, ficamos bem ao lado de um “templo” que fazem o ritual local, uma energia muito boa. Para completar, céu azul, pôr do sol e nascer da lua cheia do outro lado, foram mágicos, o frio abaixo de zero a noite foi recompensado por aquele momento. Comemos, bebemos e partiu barraca.

DIA 10 (09.07.17)

Acordamos a tempo de ver o nascer do sol, desmontamos as barracas, e nos despedimos daquele lugar lindo. Chegamos lá em baixo da Isla para pegar o barco de volta era 8h foi quando o tiozinho do barco nos disse que não se deve comprar o ticket de volta no dia anterior, mas tudo certo voltamos em um barco sozinhos, onde durou 1h. Chegamos em Copacabana, retornamos ao hostel Pizarro onde tínhamos deixado algumas coisas, e muito simpáticos, os donos do hostel nos deixaram tomar um banho antes de pegarmos o bus para Uyuni, demos um valor simbólico para eles só para retribuir hospitalidade, pois não tínhamos feito outra reserva neste dia. Levamos as bagagens na agência onde compramos os tickets, e saímos para comer algo, voltamos aos Waly Suma, comer uma “hamburguesa” como dizem lá, e depois fomos pegar o bus. Saímos de Copacabana as 13h30, com destino final a Uyuni, porém tendo uma parada em La Paz, cidade louca, ficamos “de cara”, tirando a vista da montanha com neve ao fundo, nada nos atraiu lá, mas também só tivemos tempo de ficar 3h na rodoviária esperando o bus para Uyuni.

 

DICAS:

1- Fique bem atento com suas mochilas/bagagens na rodoviária em La Paz.

2- Leve papel higiênico com você se for utilizar o banheiro da rodoviária.

 

GASTOS:

- almoço Copacabana Bs 40,00 (casal)

- souvenir Bs 10,00

- banho no hostel Bs 5,00 (todos)

 

DIA 11 (10.07.17)

Chegamos a Uyuni com um frio de -5, estávamos virados em uns bonecos de neve, muito frio, o que esquentou foi à receptividade dos vendedores de pacotes para o Salar, eles atacam na hora que você desce do bus, e pechinche sem medo, essa é a hora, de varias mulheres que nos cercavam, uma conversou melhor, e fez um valor atrativo. Fomos até um café com ela para conversar melhor, ela nos levou até sua agência, a Yurajh Tika, que significa flor branca em quéchua, e explicou o roteiro de três dias e duas noites que queríamos, tendo uma variação em relação à maioria, o que gostamos. Fechamos por um bom valor, bem abaixo que tínhamos pesquisado na net e em Copacabana. Esperamos até às 10h, horário que saía o tour na maioria das agências, junto com nos quatro, tinha mais cinco brasileiros, uma chilena e um casal europeu, na qual iriam seis em um jipe e a outra metade em outro. No primeiro dia, passamos no cemitério de trens do sec. XVIII, depois em Colchani para comprar souvenir, onde mais se vê variedades em produtos, sua grande maioria feita de sal, depois saímos para o Salar, nosso guia, Denis, nos levou na parte alagada, pois no inverno não chove, e as partes alagadas são menores, mas valeu a pena, muita loucura você esta pisando no maior deserto de sal do mundo, tiramos fotos e depois fomos almoçar em um “restaurante” de sal no meio do Salar, onde se tem a placa bem grande da corrida automotiva Dakar e a Plaza das bandeiras. O dia seguiu com as fotos em perspectivas no meio do deserto, Isla Incahuasi, a ilha de cactos gigantes, que chegam a medir 10 metros, muito irado, e por fim o pôr do sol lindo no Salar. Após isso fomos para o hotel de sal, que fica em um roteiro deslocado aos demais, no qual só estávamo-nos da agência Yujajh Tika lá, hotel bem aconchegante, e realmente, tudo é de sal, muito legal. Podemos ficar em um quarto “matrimonial” também, o banheiro era compartilhado, e a ducha era quente, pois estava muito frio, a janta foi servida, e que janta, estavam de parabéns.

Link no facebook da agência Yurajh Tika

https://www.facebook.com/Yurajh-Tika-Expediciones-1866163136965638/

 

GASTOS:

- tour de 3 dias e 2 noites com a Yurajh Tika Bs 1.300,00 (casal)

- mercado Bs 25,00

- Isla Incahuasi Bs 30,00 (casal)

- souvenir Bs 27,00

 

DIA 12 (11.07.17)

Acordamos por volta das 7h para tomar o café da manha, saímos para o segundo dia do tour, passando primeiro pela gruta das galáxias, tínhamos que pagar a parte, nós não entramos, mas dizem que é bem legal. Continuamos seguindo o roteiro, e começamos devagarzinho a encontrar neve pelo caminho, até que o deserto de areia se transformou e ficou tudo branco, muito lindo, descemos para brincar um pouco, primeiro contato com a neve, pensa! Continuamos o passeio, passando por algumas lagunas no meio do nada, avistamos vulcões, plantas petrificadas, a famosa Arbol de Piedra, e outras paisagens surreais, além de alguns animais silvestres no deserto. Almoçamos na beira de uma laguna, e tivemos que pagar para entrar na área das lagunas, no fim da tarde chegamos à famosa laguna colorada e depois partimos para o “refugio” onde passaríamos a segunda noite. Quando chegamos lá, era melhor do que imaginávamos, só não tinha calefação no quarto e agua quente, foi sem banho mesmo, fazia muito frio, enquanto jantávamos houve uma apresentação de crianças da região, bem engraçados, e depois fomos dormir, pois o dia seguinte começaria as 5h.

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GASTOS:

- entrada na região das lagunas Bs 300,00 (casal)

- gorjeta para as crianças Bs 2,00

 

DIA 13 (12.07.17)

Ultimo dia de tour, mas não começou bem para mim, passei mal durante a noite, diarreia e vômitos, que bom que foi no ultimo dia né! Mas vida que segue alguns remédios para dentro e bora, primeiro ponto a ser visitado foram os gêiseres, estávamos a mais de 4 mil metros de altitude, muito louco e com um cheiro muito ruim, de ovo podre, mas pensa, aquele vapor vem lá do centro da terra... Continuamos a viagem, e passamos nas aguas termais, eu fiquei louco para entrar, mas estava muito mal, deixa para a próxima, o principal ponto turístico do dia era a Laguna Verde, porem não podemos ir, pois com a baixa temperatura ela estava congelada, e não se poderia ver muita coisa, uma pena, por fim começamos a fazer o retorno para Uyuni, passando por algumas lagunas, vilarejos no meio do nada, Denis fez questão de encontrar um medico em algum postinho de saúde para me atender, encontramos um sujeito, injeção tomada, alguns remédios para levar, e segue viagem, chegamos em Uyuni por volta das 17h30, com o efeito dos remédios já estava melhor, podemos dar uma saída para comer algo e ir ao hostel para passar a ultima noite em Uyuni.

 

GASTOS:

- remédios Bs 25,00

- banheiro Bs 3,00

- pipoca Bs 6,00

- uma noite no hostel em Uyuni Bs 120,00 (casal)

 

DIA 14 (13.07.17)

Tínhamos o avião para iniciar o retorno para o Brasil as 8h25, de Uyuni para Santa Cruz de la Sierra, Denis se comprometeu a nos levar, e assim fez, fizemos o check in no aeroporto de Uyuni e pegamos os voo, como tinha escala em La Paz, ficamos apenas 30 minutos no aeroporto, e já pegamos o outro voo para Santa Cruz de la Sierra. Chegamos as 11h30 e ficamos até as 7h30 do outro dia, um chá de cadeira, como estávamos com pouquíssimo dinheiro, não era viável deixar as bagagens em um guarda volumes, e pagar um taxi ou bus para ir conhecer a cidade, iria dar muito gasto, então ficamos por lá mesmo.

 

DICAS:

1- Optamos por comprar uma passagem aérea de Uyuni para SCS pela questão do horário, pois o ônibus levaria 18h e o valor não compensava entre um e outro.

2- Se for fazer o mesmo esquema de volta (voo) planeje ter um pouco de dinheiro para dar uma volta pela cidade.

3- O aeroporto de SCS é tranquilo, armamos acampamento lá, em nenhum instante fomos incomodados.

 

GASTOS:

- taxa aeroporto Bs 22,00 (casal)

- Almoço aeroporto Bs 65,00 (casal)

- janta Bs 65,00 (casal)

 

Dia 15 (14.07.17)

Depois de 15h no aeroporto de SCS, pegamos o voo para Porto Alegre, com escala em Lima, sendo que iriamos ficar mais 11h em Lima, sendo assim, como já conhecia o aeroporto de Lima, logo pensamos, em Lima podemos dar uma volta, pois o aeroporto é mais próximo da cidade e tem umas lanchonetes no entorno, resposta errada!!! Chegamos as 8h30, horário local, mas como o voo era escala, tivemos que ir direto para a área de pré-embarque, ou poderíamos sair do aero, mas teria que pagar U$ 30,00 por pessoa, e lá se vai mais um chá de cadeira. Mas o pior é que na área de pré-embarque não tem câmbio, e nós sem nada de soles ou dólar, apenas um pouco de real e 21 bolivianos que nos sobrou, sorte que o casal que estava junto com a gente na trip, tinha um pouco de dólar ainda, e deu pra segurar as pontas até a vinda pra POA. Sorte ainda, que encontramos uma loja dentro do aeroporto que tinha amostra de chocolate, já ajudou a sustentar até o voo, depois a galera só estava pelo lanche do avião! Embarcamos rumo ao Brasil as 22h30, chegando a POA as 4h30 do dia 15.

 

DICAS:

1- Se o seu voo for uma escala, tente trocar o dinheiro local em um câmbio antes de entrar na sala de pré-embarque.

2- Tentei trocar o real por soles ou dólar através de um funcionário do aeroporto, mas ele cobrava uma “propina” para ir ao cambio, já estava com pouco, não rolou.

3- As mantas da companhia aérea Avianca foram muito uteis na nossa trip, vale a pena pegar pelo menos uma.

 

GASTOS:

- lanche e agua no aeroporto em Lima U$ 11,00

 

E essa foi a nossa primeira trip de mochilão. Esperamos que nosso relato ajude mais mochileiros a desvendar esses lugares incríveis do Peru e Bolívia.

Hasta Luego!!!!!

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Guardian    1

Muito bom. Postem mais fotos.... 

era para eu estar lá agora, mas tive alguns contratempos e tive que adiar para o próximo ano. 

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 Dalberto e Daniele.  Parabéns pelo relato e pelas dicas, que venham muitas outras trips de mochilão pra vocês, huhuull!!

Estou indo indo dia 04/09/17 agora. Como você foi ressente vai saber me responder melhor e tirar minhas duvidas. Vi em uns sites que é obrigada entrar com um guia em Machu Picchu e que é proibido o pau do Selfie e bandeiras lá dentro . Isso é verdade mesmo?

> Tem fiscalização lá dentro pra essas coisas ?

> Esse meio período (de manhã) que pode ficar lá é tranquilo? Dá tempo de desfrutar bem do lugar?

> Você acha melhor chegar lá (M.P) e já fazer essa trilha ao Templo do Sol ou fazer ela depois? Quanto tempo +ou- gasta para fazê-la?

> Por Ex, se eu chegar lá as 7hr , eu que tenho que ser consciente  de que Meio dia tenho que sair ou eles avisam o horário?

> A grana esta curta; TENDO um  bom condicionamento físico, Você aconselha SUBIR e DESCER a pé ao invés de subir e descer de busão?

> Esse lugar que você disse que descobriu na volta uma a trilha que é menas subida, alguém te disse sobre ela lá mesmo? Já quero ir por essa kkkkk

> Qual o nome do Hostel e valor que vcs ficaram em Águas Callientes?

> Sobre o Valle Sagrado sei que tem que ter o boleto turisco, mais qual foi o valor do Tour para o Valle e que agencia vcs foram? É que esses são exatamente os os lugares que quero ir (Chinchero, ruínas de Moray,  Salinas de Maras, ruínas de Ollantaytambo,  Pisac ). Estava pensando em fazer por conta mais acho q pela agencia fica melhor.

Obrigadaaaa

 

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Rafa Oliva    1

Caraca, Que belo relato cara. To planejando meu mochilão pra o final do ano agora. e certamente essas informações foram muito valiosas. Grande abraço!!!

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aldoluizcs    1

Cara sensacional seu relato, muito bom... uma duvida quando vc falou sobre

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"Obs.: ATENÇÃO ao trocar as notas, notas de Dolar com a inicial em CB B2 dificilmente você conseguira trocar no Peru e Bolívia."

Por que isso?

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On 14/08/2017 at 4:58 PM, Guardian said:

Muito bom. Postem mais fotos.... 

era para eu estar lá agora, mas tive alguns contratempos e tive que adiar para o próximo ano. 

buenas Guardian, cara, tenho mais fotos no meu instagram, segue la, dalberto duro, chega e vai man, vale muito a pena a viagem!

abraço!

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4 hours ago, aldoluizcs said:

Cara sensacional seu relato, muito bom... uma duvida quando vc falou sobre

Por que isso?

entao aldoluizcs, tivemos problemas em trocar essas notas com essas inicias, notas de U$ 100,00. parece que teve um tempo atras um roubo grande em bancos, ou algo assim, e essas notas ficaram "marcadas" e todas tinham a mesma inicial, foi isso que nos disseram la pelo menos, entao na hora que tu for no cambio aqui no BR pra trocar, tira essa duvida tambem..e as notas de U$ 1,00 eles não trocam, dificilmente, não ha vantagens para eles..vai saber né! abraço

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On 15/08/2017 at 0:39 PM, Talita Peixoto said:

 Dalberto e Daniele.  Parabéns pelo relato e pelas dicas, que venham muitas outras trips de mochilão pra vocês, huhuull!!

Estou indo indo dia 04/09/17 agora. Como você foi ressente vai saber me responder melhor e tirar minhas duvidas. Vi em uns sites que é obrigada entrar com um guia em Machu Picchu e que é proibido o pau do Selfie e bandeiras lá dentro . Isso é verdade mesmo?

> Tem fiscalização lá dentro pra essas coisas ?

> Esse meio período (de manhã) que pode ficar lá é tranquilo? Dá tempo de desfrutar bem do lugar?

> Você acha melhor chegar lá (M.P) e já fazer essa trilha ao Templo do Sol ou fazer ela depois? Quanto tempo +ou- gasta para fazê-la?

> Por Ex, se eu chegar lá as 7hr , eu que tenho que ser consciente  de que Meio dia tenho que sair ou eles avisam o horário?

> A grana esta curta; TENDO um  bom condicionamento físico, Você aconselha SUBIR e DESCER a pé ao invés de subir e descer de busão?

> Esse lugar que você disse que descobriu na volta uma a trilha que é menas subida, alguém te disse sobre ela lá mesmo? Já quero ir por essa kkkkk

> Qual o nome do Hostel e valor que vcs ficaram em Águas Callientes?

> Sobre o Valle Sagrado sei que tem que ter o boleto turisco, mais qual foi o valor do Tour para o Valle e que agencia vcs foram? É que esses são exatamente os os lugares que quero ir (Chinchero, ruínas de Moray,  Salinas de Maras, ruínas de Ollantaytambo,  Pisac ). Estava pensando em fazer por conta mais acho q pela agencia fica melhor.

Obrigadaaaa

 

buenas talita Peixoto, então, todas essas info eu disponibilizei ali no relato, mas posso te dar um reforço aqui, a ansiedade deve estar a mil né? kkkkkk

- em MP pode entrar sem guia, ninguem nos impediu, e tinham varios sem guia la, pau de selfie é o que mais tem, e bandeiras ouvi falar tambem, mas vi algumas la, leva na mochila e usa, se alguem falar só guardar ela.

- tem fiscal em todo local la, cuidando para não subir onde nao pode e tals..

- seria ideial o dia todo né, vai saber quan do voltara kkkk..mas da pra usufruir legal, e ninguem veio nos falar para ir embora..foi suave

- a trilha do templo do sol, leva uma meia hora pra chegar, mas se tu ja comprou a montaña, va 1o nela e depois no templo, é proximo um do outro.

- a gente iria subir e descer a trilha, mas como era madrugada e não sabiamos por onde ir, fomos de bus, o certo é se informar sobre a trilha no dia anterior quando chega a Aguas C., mas a subida não é facil, degraus altos..pra descer ja sofre um pouco, imagina a subida.

- o hostel eu esqueci de colocar o nome..mas se chama Hostel Colla Raymi, mas sinceramente, conhecemos um casal gringo, que pagaram 4x a menos um hostel parecido (barato como o nosso) pegando la na hora, tem essa de procurar quando chegar né..mas o bolso agradece..e tem camping por la tbm, na proxima ficarei nele, bem a caminho, antes de chegar em Aguas C.

- o inicio da trilha, é quando vc chega a hidroeletrica, tem um campo de futebol sintetico a esquerda (ao lado do trilho), fique atento a uma subida a direita, uma trilha, suba por la, uns 5 min. voce estara no trilho do trem.

- a respeito da agencia, pegamos a Luan Travels, o numero do tel e facebook esta ali no relato, acho que no dia 2 ou 3..vale a pena, pegamos um valor BOM, e não nos encomodamos com nada, fale com Luan, agencia nova e bem receptiva.

acho que seria isso, UFFA! ahahahaha, nosso insta é Dalberto Duro e Dany_salvalagio temos mais fotos la, espero que faça uma otima viagem, bom proveito la, abraços

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