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DE MACHU PICCHU AO SALAR DE UYUNI EM 15 DIAS.


Por Dalberto Duro e Daniele Salvalagio

Julho, 2017.


Uma viagem com data de inicio em março de 2017, quando comprei minha passagem rumo ao Peru e Bolívia, data de embarque foi dia 30 de junho com retorno no dia 14 de julho. Vim planejando essa viagem desde o inicio do ano, roteiros, blogs, coletei o máximo de informações possíveis assim como todo viajante de primeira viagem faz, o que levar, cultura local, valores, aonde ir... Porém na prática tudo se intensifica ainda mais, e o orçamento se mostra extremamente útil. De início eu iria partir num mochilão sozinho, eu, minha mochila, minha barraca e Deus no comando, eis que começaram a aparecer interessados, meu primo, um casal de amigos e minha namorada, porém meu primo teve que desistir em cima do laço, então partimos para a aventura em dois casais.

A ideia inicial sempre foi de conhecer Machu Picchu e o Salar de Uyuni, então montei um roteiro no qual me possibilitasse isso, com muitas pesquisas de passagens aéreas, vendo as datas na qual eu estaria de férias, consegui montar um roteiro de viagem que iniciaria em Cusco, passando por Aguas Calientes, retornando a Cusco, e seguindo para Copacabana, para enfim terminar em Uyuni.

Abaixo colocarei os gastos totais, despesas e a quantia em dinheiro que levamos possivelmente isso ajudara alguém em seu orçamento numa possível viagem a esses destinos.

(todos os valores do orçamento e dos gastos valem por duas pessoas, no caso, meu e da minha namorada).


ORÇAMENTO PARA A VIAGEM:

R$ 3.000,00 (CASAL) = U$ 882,00

+ U$ 37,00 (doações de familiares)

U$ 882,00 + U$ 37,00 = U$ 919,00


GASTOS ANTECEDÊNTES:

- passagem aérea POA > CUSCO / SANTA CRUZ DE LA SIERRA > POA= R$1.300,00 + R$ 1.700,00 = R$ 3.000,00 – Empresa AVIANCA

- passagem áerea UYUNI > SANTA CRUZ DE LA SIERRA = R$ 374,00 + 374,00 = R$ 748,00 - Empresa AMASZONAS

- ingressos Machu Picchu: R$ 208,00 + R$ 208,00 = R$ 416,00

- Ajuda na gasolina/ pedágio (ate POA): R$ 132,00

- Estacionamento para 14 dias em POA prox. Ao aeroporto: R$ 124,00.

+ taxas no cartão de credito do comprador.






CÂMBIO no PERU:

Total: U$ 170,00 = Soles 540,50

Cota máxima a 3,23


CÂMBIO na BOLIVIA:

Total: U$ 175,00 = Bs 1.169,50

Cota máxima a 6,85

Total: R$ 350,00 = Bs 675,00

Cota máxima a 1,95


Obs.: ATENÇÃO ao trocar as notas, notas de Dolar com a inicial em CB B2 dificilmente você conseguira trocar no Peru e Bolívia.

- Casas de cambio não trocam notas de U$ 1,00.



DIA 1 (29.06.17)

Saímos de Itapema/SC conforme o combinado, as 16h30, viagem tranquila pela BR 101 e freeway chegando em POA as 22h30, deixamos o carro no estacionamento já reservado com antecedência, e fomos levados ate o aeroporto Salgado Filho. Madrugamos nos banquinhos do aeroporto ate a hora do voo (6h30).

GASTOS: cafezinho R$ 9,00


DIA 2 (30.06.17)

Chegada em Lima no Peru as 9h30 no horário local (2h a menos de Brasília), ficamos 5h no aeroporto por conta da conexão do voo ate Cusco.

Pegamos o avião as 14h30 para enfim duas horas depois aterrissarmos em Cusco. Na chegada, já tivemos a primeira impressão em relação a folha de coca, que ela seria muito útil, pois fomos recepcionados com a mesma, já logo metendo na boca pra sentir qual é a dela. No lado de fora, taxista não falta, ofereceram 30 soles até o nosso hostel, eis que a Dani grita "5 soles", e um individuo, no impulso levanta a mão e ganhava novos clientes, então a dica é, pechinchar da resultado!

Tivemos a sorte de o taxista, Luan, ter uma agência de turismo, a Luan Travels, então ele nos levou até o Hostel Sol Imperial(reservamos pelo ebooking) e depois a sua agência, nosso propósito era pesquisar em varias agências os valores dos pacotes, mas acabamos conseguindo fechar todos nossos roteiros planejados (Humantay Lake, Vinicunca, Vale Sagrado, ida e volta até Aguas Calientes, e a passagem de ônibus de Cusco para Copacabana, na Bolívia) por um valor muito bom, U$ 150,00 por pessoa, incluso o café da manhã, almoço e um guia em espanhol. Como já havíamos pesquisado na internet alguns valores, então este preço ficou abaixo do que tínhamos visto. Resolvido essa questão do Tur, fomos fazer uma primeira janta em Cusco, conhecendo a linda Plaza de Las Armas, ao lado encontramos uma pizzaria, Don Marcelo, pedimos duas pizzas médias e mais a famosa Inca Cola, bem parecida com a laranjinha no Brasil, não tomamos cerveja porque estava muito caro. Por fim terminamos a noite dando uma volta na Plaza e voltamos para o hostel. Lugares para jantar é o que não falta nessa região, porém o negócio é pesquisar preço, como não queríamos gastar muito, pizza foi a melhor solução para o momento!


DICAS:

1- Troque o menos possível na casa de câmbio dos aeroportos, é mais caro.

2- Pechinchar com os taxistas é lei de sobrevivência.

3- Recomendadíssima a agência de turismo em Cusco Luan Travels. Cumpriram com todo o combinado e além de tudo ele fala muito bem o português!

4- Compras de artesanatos com as "tiazinhas típicas" nos arredores da Plaza de Armas sai muito mais barato do que comprar nas lojas, compramos até em R$. São ótimas para negociar.


Link no facebook e numero do whats app do Luan Travels

http://https://www.facebook.com/profile.php?id=100013806961975

+51 950 590 055 – Luan


GASTOS:

- Tour (incluso transporte, alimentação e guia) por pessoa U$ 150,00

- Pizzaria S 29,00 por casal

- Toucas peruana, 2 unid. S 14,00

- Padaria S 10,00


DIA 3 (01.07.17)

No primeiro dia de tour, fomos conhecer o Vale Sagrado, saímos as 6h40 do Hostel, pegamos um ônibus com vários turistas e locais, a guia foi a melhor possível, explicou tudo. O primeiro local de visita foi a cidade de Chinchero, lá conhecemos as mulheres típicas da região, onde produzem seus artesanatos a moda caseira mesmo, muito bacana, lá compramos algumas lembranças e casacos feitos de lã de alpaca.

Depois fomos conhecer as ruínas de Morais, que eram usadas para a agricultura, uma arquitetura muito vista pela região, depois fomos até as Salinas de Maras, mas acabamos não entrando para ir conhecer de perto pois tem que pagar S 10,00 para entrar, porém ficamos aguardando na recepção e podemos apreciar a vista das Salinas. Depois fomos almoçar na cidade de Ollantaytambo, em um restaurante muito bom, buffet livre, que já estava pago (pelo Tur), pós almoço a gente conheceu as ruínas de Ollantaytambo, lugar lindo, cheio de história. Pisac foi outra cidade com ruínas que passamos, e para encerrar o 1º dia passamos em um local onde são produzidos joias de prata, compramos pequenos pedaços de pedras extraídas em Machu Picchu, e por fim retornamos para Cusco por volta das 20h.

Vale muito a pena fazer esse Tur pelo Vale Sagrado, em cada lugar visitado uma nova história, uma nova cultura, uma nova lenda aprendida e sem contar as fotos maravilhosas que podemos tirar para guardar na lembrança.


GASTOS:

- Dois casacos de lã de alpaca em Chinchero S 100,00

- Dois lenços de lã S 20,00

- Milho Roxo + bala de coca S 8,00

- Pedras S 7,00

- Mercado S 24,00

- Souvenir S 15,00

- Garrafinha conhaque S 10,00

- Bebida no almoço S 10,00


DIA 4 (02.07.17)

O dia começou cedo, as 4h30 estávamos a espera da van para nos levar ao Humantay Lake, uma laguna a mais de 4 mil metros de altitude, aos pés dos Andes, partimos durante 5h até o local, mas no trajeto já ficamos deslumbrado com as paisagens, curvas acentuadas, e também vimos o pessoal que parte para a trilha Inca de 3, 4 dias ou mais, interessantíssimo para a próxima vinda ao Peru! Tivemos o café da manhã numa casa local, o café não foi de muito agrado de todos, café frio, e tinha pouco conteúdo, mas vida de mochileiro tem dessas coisas. Em relação à laguna, lugar lindo, uma agua indescritível, pena estar nublado e não poder ver a montanha por traz dela. Digamos que sofrimento foi mais na subida, caminhada curta, mas a altitude pesa muito, caminhada de tartaruga, mas vencida, a trilha levou 1h30. O almoço, ao contrário do café da manhã, rendeu elogios de todos, preparado no alojamento aos pés da trilha, o chef de cozinha ganhou até gorjeta da galera. La conhecemos os primeiros amigos de trip, muito bacana. Voltamos para Cusco às 19h em uma van bem apertadinha, mas o cansaço matou a galera na van.


DICAS:

1- Folhas e chá de COCA são fundamentais.

2- Muita água para hidratar e vale levar um lanchinho para repor as energias após a subida.

GASTOS:

- reservado mais uma noite no Hostel Sol Imperial U$ 12,00 (casal)

- Gorjeta U$ 1,00


DIA 5 (03.07.17)

Dia de partir para Aguas Calientes, a van nos buscou as 7h30, mas os motoristas de vans lá no Peru, tem a mania de pegar os passageiros, pararem no posto e ficarem "proseando", então saímos um pouco mais tarde. Depois disso paramos para almoçar e foi na casa de uma família, um dos melhores rangos que comemos, e pagamos barato. Depois de 6h de estrada, onde levamos vários sustos, neblina em desfiladeiros onde não se enxergava 3 metros a frente, e o nosso "motora" acelerando, coração na mão, mas tudo certo. O cara tinha falado que fazia o trajeto todos dias durante 11 anos, então estávamos com alguém que sabia onde estava, sãs e salvos chegamos a Hidrelétrica onde inicia a trilha para Aguas Calientes.

Chegamos lá meio “zonzos” mas vivos, então começamos a trilha, onde se tem duas opções, ou de trem, ou a pé, e partimos na mais econômica é claro, levamos 3h caminhando pela trilha do trem até Aguas Calientes, fomos bem tranquilos, sem pressa e com peso. Chegamos na cidade já era noite, fizemos o check in no hostel e enfim, um banho, com dificuldade para regular a temperatura, mas conseguimos depois de muita luta! Saímos para conhecer a cidade, nos informamos sobre a trilha e o ônibus para subir até Machu Picchu, e optamos por subir de busão e voltar pela trilha, compramos os tickets próximos ao terminal, bem na beira do rio, depois saímos para jantar.


DICAS:

1- Leve pouca roupa para Aguas Calientes, levamos muito mais do que o necessário, deixamos a metade das coisas no hostel em Cusco, mas poderia ter ficado mais.

GASTOS:

- almoço S 20,00 (casal)

- parada na estrada, lanche S 14,00.

- janta S 46,00 (casal)

- passagem ônibus para Machu Picchu U$ 24,00 (casal)


DIA 6 (04.07.17)

Enfim o dia, mas esperado da trip, era dia de Machu Picchu!

Decidimos ir para o terminal meia hora antes da saída do primeiro bus, pois queríamos ver o nascer do sol, grande erro, deveríamos ter madrugado na fila, chegamos lá e a fila parecia interminável, e não parava de chegar gente, loucura, mas tudo certo. Começaram a sair os ônibus e a fila vinha encurtando, até que entramos, chegamos lá em cima, na entrada, por volta das 7h, como tínhamos o ingresso de MP + montanha, nosso horário era até as 8h pra subir a montanha. Beleza, entramos, e quando vimos MP pela primeira vez, ficamos cego, era muita energia, sonho sendo realizado, tudo lindo e maravilhoso, fotos, até meditar nós meditamos lá em cima. Mas como nem tudo são flores, não enxergamos a placa para subir a montanha, mas nem nos tocamos nisso, pois achávamos que estávamos lá, por que a vista era aquela, mas fomos nos dar conta que a montanha era em outra trilha quando já passava das 10h, e não nos permitiram subir. Ficamos bem chateados, mas alguns turistas nos deram a dica de uma trilha paralela, onde se tem como destino o templo do sol, caminhamos até lá, realmente, vale a pena, dizem algumas pessoas, que nem é preciso subir a montanha (pago) se for subir essa trilha paralela, por que a vista é muito parecida, bom, passado esse contratempo, a cidade Inca é MARAVILHOSA, inexplicável, só realmente quem esteve lá sabe a energia que tem, meta concluída!

Saímos de MP era passado meio dia, pois o ingresso só possibilita ficar por lá um turno, retornamos pela trilha, e tiro certeiro ter subido de busão, trilha com escadas altas, levamos 1h30 para descer, imagina subir e de madrugada ainda, complicado, mas vimos pessoas de varias idades subindo e descendo ela, nenhum bicho de sete cabeças. Durante a tarde, conhecemos mais a cidade e fomos as "compras", no outro lado do rio, onde se tem muito mais lojas, tipo um camelô e mais barato. À noite saímos para jantar novamente, e acabamos pagando um pouco mais caro, devido a falta de informação, nos cobraram uma taxa na qual se cobra em todos restaurantes lá, porém não havia sido cobrado na noite anterior em outro restaurante, feito isso, sentamos no banquinho lá na praça principal, cheio de turistas, e tomamos uma garrafinha de pisco com soda, pra finalizar bem o dia.

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DICAS:

1- Ao entrar em MP, fique atento às placas.

2- Se quiser entrar bem cedo em MP, madrugue na fila do bus.

3- Obrigatório trocar o ingresso comprado pela net de MP, na Casa da Cultura, que fica ao lado da praça principal em Aguas Calientes.

4- Não é obrigado a pegar um guia em MP, não pegamos, mas eles ficam iguais a um urubu na carniça insistindo, mas é de boa você consegue fazer o Tur sem eles, e tem alguns gente boa que se você tem dúvidas eles respondem!

5- Vale a pena subir até MP de bus, são U$ 12,00, mas você chega inteiro lá em cima, e a descida fica o seu critério. Sem contar que na cidade você vai subir e descer muitooo.

6- Compras saem muito mais barato no "outro" lado do rio, onde tem varias cabanas tipo um camelô, e da pra pechinchar a vontade.

7- Consulte se os restaurantes vão cobrar os 10%.


GASTOS:

- banana S 2,00

- compras no "camelô" S 80,00

- pisco + soda S 6,00 (casal)

- janta S 52,50 (casal)


DIA 7 (05.07.17)

Ultima manhã em Aguas Calientes, hora de voltar para a trilha, acordamos sem pressa, preparamos uns sanduíches com manteiga e queijo, algumas frutas, até porque as frutas lá são vendidas por unidades, o que sai caro. Não conseguimos visitar as aguas termais, uma pelo tempo, mas principalmente pelo valor, que sai S 20,00 por pessoa. Saímos às 10h para a caminhada, para não ter pressa, pois tínhamos que estar lá no ponto de encontro, na Hidroelétrica no máx. as 14h30, pois as vans ficam lá esperando você, e é uma bagunça a chamada que os caras fazem, é todo mundo gritando, correria, turisitada perdida... Bom, na ida fomos com um motorista em uma van, na volta, outro motorista em outra van que nos chamou na lista dele, então muita atenção nessa hora. Durante a trilha, na beira do rio, avistamos algo que não fazíamos ideia que dava pra enxergar, Machu Picchu, lá do alto da montanha. Na ida para Aguas Calientes, iniciamos a trilha por uma entrada, porém descobrimos que se pode iniciar de outro ponto, mais fácil, pois a que a maioria vai tem subidas, e essa é menos intenso, fica logo após as vendinhas na beira do trilho, em frente ao campo sintético à direita. Levamos 2h30 para retornar a Hidroelétrica, foi menos intensa que a ida. Chegamos a Cusco eram 21h, só deu tempo de ir ao hostel tomar um banho e capotar, porque o ultimo dia em Cusco começaria as 3h30.


DICAS:

1- ficar atento à chamada dos motoristas das vans na hora de retornar a Cusco, nem sempre é o mesmo motora da ida.

2- todas as vans começam a sair da hidroelétrica às 15h.


GASTOS:

- mercado S 15,00 (casal)

- dois chapéus S 20,00

- pagamento das duas noites no hostel U$ 15,00 (casal)

- fruta nas vendinhas anexa ao trilho S 3,00

- taxi em Cusco até o hostel S 6,00 (casal)


DIA 8 (06.07.17)

O dia em que mais madrugamos às 3h já estávamos de pé, mas a van só nos buscou as 4h no hostel, é dia de conhecermos a Raimbow Mountain, conhecida como Vinicunca, pelas fotos que vimos pela net, estávamos bem entusiasmados, viajamos cerca de 3h até o local que iríamos tomar o café da manhã, lugar aconchegante, café muito bem servido, ficamos bem satisfeito, junto houve uma explicação dos guias que iriam acompanhar toda a galera na subida, haviam mais de 40 pessoas no café, foi explicado todo o roteiro, guias bem atenciosos, e seguimos rumo a Vinicunca. Chegando no início da trilha, existem vários nativos, com cavalos, mulas, que ajudam as pessoas a subirem a trilha, aí já imaginamos onde estávamos nos enfiando, bastante frio e altitude pegando forte, mas era só o início, quem quiser pagar e pegar um cavalo, um nativo vai guiando, por questão de segurança, e durante todo o trajeto, eles passam por você, oferecendo o serviço. Foram pouco mais de 3h até o cume, muito sofrido, realmente chegamos ao limite nesse dia, um carregava o outro, cinco passos no máximo de cada vez. Ao final são 5 mil metros a cima do nível do mar o desgaste realmente é muito grande, principalmente para nós que moramos no nível do mal.. mas não desistimos, persistimos em meio as montanhas, e fomos recompensados ao instante que chegamos lá em cima, foi muita emoção, estávamos a 5.278 metros de altitude, é incrível, de um lado você avista Vinicunca, linda, um arco-íris e do outro lado, os Andes, muita neve nas montanhas, certamente um dia que jamais esqueceremos. Ficamos pouco tempo lá em cima, muito vento, e os guias já estavam retornando, tínhamos que seguir com o grupo, infelizmente, na decida, sentimos também os efeitos da altitude. Retornamos ao mesmo local do café, mas para o almoço, comida muito boa também, porém a Dani ficou mal durante o resto do dia devido a altitude, foi pesado, mas tudo ficou bem ao retornarmos para Cusco. Chegamos já era a noite, e tínhamos a passagem de ônibus para Copacabana já reservada para as 22h30, então nos despedimos de Cusco em uma pizzaria, tomando uma boa cusqueña, cerveja mais famosa na região. Pegamos as mochilas e fomos ao terminal de ônibus, embarcamos em um da empresa Huayruro, muito bom, confortável, e sentamos bem na frente no segundo andar, as pernas agradeciam.

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DICAS:

1- bastão de trekking ajuda, e muito, em Vinicunca.

2- folha de coca, e um líquido que os guias passam pra você inalar, são indispensáveis, feito de álcool e ervas.

3- se tiver dinheiro sobrando, ir de cavalo não é ruim, mas a emoção de subir aquela montanha nas pernas é fora do comum.

4- sempre peça a cerveja mais gelada, pois eles costumam vender em temperatura ambiente (fria).

5- se for viajar de Cusco > Copacabana, leve algum alimento e água no bus.


GASTOS:

- água S 5,00

- pizza S 45,00 (casal)

- acetona, pros "cascos" da Dani S 2,00.

- balinhas doces pra montanha S 1,00


DIA 9 (07.07.17)

As 5h40 da manhã, chegamos a Puno, ainda no Peru, ficamos 1h30 no terminal, para continuar seguindo para Copacabana, vimos o nascer do sol já a beira do gigante lago Titicaca, seguimos viagem já com as folhas da aduana nacional da Bolívia e o registro de entrada (imigração) para preencher. As 11h chegamos na fronteira, descemos para dar entrada no lado boliviano, atravessamos a fronteira a pé, e pegamos o busão no outro lado, lá já fizemos o primeiro câmbio para os bolivianos (Bs), mais meia hora, chegamos em Copacabana, ainda dentro do bus, um tiozinho, entra cobrando a entrada para a cidade, já começa ali mesmo os gastos. Descemos e fomos em direção a praia na beira do lago, a primeira impressão já foi a que ficou, esperávamos mais da cidade turística, sabíamos que na Bolívia seria mais precário, mas não tanto. Enquanto os homens foram dar uma olhada no camping que se encontra lá no canto na orla, as meninas ficaram tomando conta das mochilas, mas optamos por passar a primeira das duas noites em Copacabana, em um hostel, Pizarro, fomos muito bem recebidos, e conseguimos um desconto (algo difícil lá), a programação para o próximo dia seria acampar na Isla del Sol. Demos uma passada em algumas agências, para comprar a passagem de bus para Uyuni, a passagem de barco para a Isla del Sol, e cogitar os valores do tour em Uyuni, fechamos com uma tia que tem uma agência na avenida principal, ônibus e barco no dia seguinte. Em relação à comida, nosso almoço, foi fraco, de certo pegamos o cozinheiro em um mal dia, em um dos vários restaurantes que tem por lá, mas a janta foi recompensada, fomos a outro restaurante, na rua principal, que dá acesso a praia, se chama Waly Suma, esse vale a pena ir, pós isso, conhecemos um pouco da cidade a noite, muita sujeira, e povo ruim de negocio viu, parecem que não gostam de vender.


DICAS:

1- Pechinchar na Bolívia é ruim em relação ao Peru

2- Compre as passagens na mesma agência para melhorar no desconto.

3- Diferente do Peru, na Bolívia ficamos em "quartos matrimonial", cada casal em um quarto, pelo mesmo valor se fosse os quatro no mesmo quarto.

4- Se acaso você for fazer o mesmo roteiro, reserve um dia para ficar em Puno, para conhecer as ilhas flutuantes, muito tradicional na região, não nos organizamos para isso, mas lamentamos não ter conhecimo as ilhas em vez de passar um dia em Copacabana.


GASTOS:

- entrada na cidade Bs 4,00 (casal)

- Pringles Bs 20,00

- mercado Bs 45,00

- almoço Bs 40,00 (casal)

- janta + cerveja Bs 75,00 (casal)

- passagem de ônibus para Uyuni + passagem de barco de Ida para Isla del Sol U$ 42,00 (casal)

- uma noite no hostel Pizarro Bs 110,00 (casal)

- souvenir Bs 10,00


DIA 9 (08.07.17)

Acordamos no hostel e logo partimos para a orla para pegar o primeiro barco do dia, com saída para a Isla del Sol, em média dura 1h a 1h30, depende do carregamento do barco, como fomos em lotação máxima, durou um pouco mais, chegando na Isla, tivemos uma “surpresinha”, pagar uma entrada na Isla para os nativos, que mal deixam você sair do barco e já te atacam. A entrada da Isla é bem bonita, cheia de árvores e flores, já passa mais confiança do que Copacabana. Tiramos algumas informações sobre a volta no outro dia, e compramos os tickets de volta. Atenção, compre o ticket de volta a Copabana apenas no dia em que voltar, pois compramos com antecedência, e houve confusão entre eles na hora de embarcar, cuidado! Passando esse estresse, tudo maravilhoso na Isla, compramos alguns souvenires, e subimos até o topo, onde dizem ser muito bonito, e realmente, uma das vistas mais bonitas da trip, montamos a barraca bem no topo da Isla del Sol, uma vista panorâmica com visão do lago todo e os Andes ao fundo, ficamos bem ao lado de um “templo” que fazem o ritual local, uma energia muito boa. Para completar, céu azul, pôr do sol e nascer da lua cheia do outro lado, foram mágicos, o frio abaixo de zero a noite foi recompensado por aquele momento. Comemos, bebemos e partiu barraca.

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DICAS:

1- Nós nos arrependemos de não ter passado as duas noites na Isla del Sol, na nossa opinião, muito melhor do que Copacabana.

2- Comprem o ticket para voltar a Copacabana no dia do embarque.

3- Os melhores e mais baratos souvenir ficam na Isla, pelo menos conseguimos pechinchar melhor com as locais em relação à Copacabana.

4- A comida é mais cara na Isla.


GASTOS:

- entrada na Isla del Sol Bs 20,00 (casal)

- tickets de volta Bs 50,00 (casal)

- souvenir Bs 40,00


DIA 10 (09.07.17)

Acordamos a tempo de ver o nascer do sol, desmontamos as barracas, e nos despedimos daquele lugar lindo. Chegamos lá em baixo da Isla para pegar o barco de volta era 8h foi quando o tiozinho do barco nos disse que não se deve comprar o ticket de volta no dia anterior, mas tudo certo voltamos em um barco sozinhos, onde durou 1h. Chegamos em Copacabana, retornamos ao hostel Pizarro onde tínhamos deixado algumas coisas, e muito simpáticos, os donos do hostel nos deixaram tomar um banho antes de pegarmos o bus para Uyuni, demos um valor simbólico para eles só para retribuir hospitalidade, pois não tínhamos feito outra reserva neste dia. Levamos as bagagens na agência onde compramos os tickets, e saímos para comer algo, voltamos aos Waly Suma, comer uma “hamburguesa” como dizem lá, e depois fomos pegar o bus. Saímos de Copacabana as 13h30, com destino final a Uyuni, porém tendo uma parada em La Paz, cidade louca, ficamos “de cara”, tirando a vista da montanha com neve ao fundo, nada nos atraiu lá, mas também só tivemos tempo de ficar 3h na rodoviária esperando o bus para Uyuni.


DICAS:

1- Fique bem atento com suas mochilas/bagagens na rodoviária em La Paz.

2- Leve papel higiênico com você se for utilizar o banheiro da rodoviária.


GASTOS:

- almoço Copacabana Bs 40,00 (casal)

- souvenir Bs 10,00

- banho no hostel Bs 5,00 (todos)


DIA 11 (10.07.17)

Chegamos a Uyuni com um frio de -5, estávamos virados em uns bonecos de neve, muito frio, o que esquentou foi à receptividade dos vendedores de pacotes para o Salar, eles atacam na hora que você desce do bus, e pechinche sem medo, essa é a hora, de varias mulheres que nos cercavam, uma conversou melhor, e fez um valor atrativo. Fomos até um café com ela para conversar melhor, ela nos levou até sua agência, a Yurajh Tika, que significa flor branca em quéchua, e explicou o roteiro de três dias e duas noites que queríamos, tendo uma variação em relação à maioria, o que gostamos. Fechamos por um bom valor, bem abaixo que tínhamos pesquisado na net e em Copacabana. Esperamos até às 10h, horário que saía o tour na maioria das agências, junto com nos quatro, tinha mais cinco brasileiros, uma chilena e um casal europeu, na qual iriam seis em um jipe e a outra metade em outro. No primeiro dia, passamos no cemitério de trens do sec. XVIII, depois em Colchani para comprar souvenir, onde mais se vê variedades em produtos, sua grande maioria feita de sal, depois saímos para o Salar, nosso guia, Denis, nos levou na parte alagada, pois no inverno não chove, e as partes alagadas são menores, mas valeu a pena, muita loucura você esta pisando no maior deserto de sal do mundo, tiramos fotos e depois fomos almoçar em um “restaurante” de sal no meio do Salar, onde se tem a placa bem grande da corrida automotiva Dakar e a Plaza das bandeiras. O dia seguiu com as fotos em perspectivas no meio do deserto, Isla Incahuasi, a ilha de cactos gigantes, que chegam a medir 10 metros, muito irado, e por fim o pôr do sol lindo no Salar. Após isso fomos para o hotel de sal, que fica em um roteiro deslocado aos demais, no qual só estávamo-nos da agência Yujajh Tika lá, hotel bem aconchegante, e realmente, tudo é de sal, muito legal. Podemos ficar em um quarto “matrimonial” também, o banheiro era compartilhado, e a ducha era quente, pois estava muito frio, a janta foi servida, e que janta, estavam de parabéns.

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DICAS:

1- A agência Yurajh Tika é uma agência nova em Uyuni, familiar, tudo o que falaram sobre o tour foi realizado, alimentação muito boa, café da manhã, almoço e janta, o jipe 4x4 bem confortável e o guia Denis muito gente boa, nos explicava tudo.

2- Os souvenires de sal que se compra em Colchani, são muito bonitos, mas o problema é que derreteram tudo aqui no Brasil, os Imãs já não existem mais, uma pena.

3- Por mais que tenham as refeições no tour, sempre é bom levar uma bolacha, agua, papel higiênico.

4- Pagamos para entrar na Isla Incahuasi, mas não foi nos pedido o ticket, apenas para o uso do banheiro.


Link no facebook da agência Yurajh Tika

http://https://www.facebook.com/Yurajh-Tika-Expediciones-1866163136965638/


GASTOS:

- tour de 3 dias e 2 noites com a Yurajh Tika Bs 1.300,00 (casal)

- mercado Bs 25,00

- Isla Incahuasi Bs 30,00 (casal)

- souvenir Bs 27,00


DIA 12 (11.07.17)

Acordamos por volta das 7h para tomar o café da manha, saímos para o segundo dia do tour, passando primeiro pela gruta das galáxias, tínhamos que pagar a parte, nós não entramos, mas dizem que é bem legal. Continuamos seguindo o roteiro, e começamos devagarzinho a encontrar neve pelo caminho, até que o deserto de areia se transformou e ficou tudo branco, muito lindo, descemos para brincar um pouco, primeiro contato com a neve, pensa! Continuamos o passeio, passando por algumas lagunas no meio do nada, avistamos vulcões, plantas petrificadas, a famosa Arbol de Piedra, e outras paisagens surreais, além de alguns animais silvestres no deserto. Almoçamos na beira de uma laguna, e tivemos que pagar para entrar na área das lagunas, no fim da tarde chegamos à famosa laguna colorada e depois partimos para o “refugio” onde passaríamos a segunda noite. Quando chegamos lá, era melhor do que imaginávamos, só não tinha calefação no quarto e agua quente, foi sem banho mesmo, fazia muito frio, enquanto jantávamos houve uma apresentação de crianças da região, bem engraçados, e depois fomos dormir, pois o dia seguinte começaria as 5h.

GOPR3650-min.JPG.caac6f8581fbdb4eb83fab5e4bc4cb51.JPG


GASTOS:

- entrada na região das lagunas Bs 300,00 (casal)

- gorjeta para as crianças Bs 2,00


DIA 13 (12.07.17)

Ultimo dia de tour, mas não começou bem para mim, passei mal durante a noite, diarreia e vômitos, que bom que foi no ultimo dia né! Mas vida que segue alguns remédios para dentro e bora, primeiro ponto a ser visitado foram os gêiseres, estávamos a mais de 4 mil metros de altitude, muito louco e com um cheiro muito ruim, de ovo podre, mas pensa, aquele vapor vem lá do centro da terra... Continuamos a viagem, e passamos nas aguas termais, eu fiquei louco para entrar, mas estava muito mal, deixa para a próxima, o principal ponto turístico do dia era a Laguna Verde, porem não podemos ir, pois com a baixa temperatura ela estava congelada, e não se poderia ver muita coisa, uma pena, por fim começamos a fazer o retorno para Uyuni, passando por algumas lagunas, vilarejos no meio do nada, Denis fez questão de encontrar um medico em algum postinho de saúde para me atender, encontramos um sujeito, injeção tomada, alguns remédios para levar, e segue viagem, chegamos em Uyuni por volta das 17h30, com o efeito dos remédios já estava melhor, podemos dar uma saída para comer algo e ir ao hostel para passar a ultima noite em Uyuni.


GASTOS:

- remédios Bs 25,00

- banheiro Bs 3,00

- pipoca Bs 6,00

- uma noite no hostel em Uyuni Bs 120,00 (casal)


DIA 14 (13.07.17)

Tínhamos o avião para iniciar o retorno para o Brasil as 8h25, de Uyuni para Santa Cruz de la Sierra, Denis se comprometeu a nos levar, e assim fez, fizemos o check in no aeroporto de Uyuni e pegamos os voo, como tinha escala em La Paz, ficamos apenas 30 minutos no aeroporto, e já pegamos o outro voo para Santa Cruz de la Sierra. Chegamos as 11h30 e ficamos até as 7h30 do outro dia, um chá de cadeira, como estávamos com pouquíssimo dinheiro, não era viável deixar as bagagens em um guarda volumes, e pagar um taxi ou bus para ir conhecer a cidade, iria dar muito gasto, então ficamos por lá mesmo.


DICAS:

1- Optamos por comprar uma passagem aérea de Uyuni para SCS pela questão do horário, pois o ônibus levaria 18h e o valor não compensava entre um e outro.

2- Se for fazer o mesmo esquema de volta (voo) planeje ter um pouco de dinheiro para dar uma volta pela cidade.

3- O aeroporto de SCS é tranquilo, armamos acampamento lá, em nenhum instante fomos incomodados.


GASTOS:

- taxa aeroporto Bs 22,00 (casal)

- Almoço aeroporto Bs 65,00 (casal)

- janta Bs 65,00 (casal)


Dia 15 (14.07.17)

Depois de 15h no aeroporto de SCS, pegamos o voo para Porto Alegre, com escala em Lima, sendo que iriamos ficar mais 11h em Lima, sendo assim, como já conhecia o aeroporto de Lima, logo pensamos, em Lima podemos dar uma volta, pois o aeroporto é mais próximo da cidade e tem umas lanchonetes no entorno, resposta errada!!! Chegamos as 8h30, horário local, mas como o voo era escala, tivemos que ir direto para a área de pré-embarque, ou poderíamos sair do aero, mas teria que pagar U$ 30,00 por pessoa, e lá se vai mais um chá de cadeira. Mas o pior é que na área de pré-embarque não tem câmbio, e nós sem nada de soles ou dólar, apenas um pouco de real e 21 bolivianos que nos sobrou, sorte que o casal que estava junto com a gente na trip, tinha um pouco de dólar ainda, e deu pra segurar as pontas até a vinda pra POA. Sorte ainda, que encontramos uma loja dentro do aeroporto que tinha amostra de chocolate, já ajudou a sustentar até o voo, depois a galera só estava pelo lanche do avião! Embarcamos rumo ao Brasil as 22h30, chegando a POA as 4h30 do dia 15.


DICAS:

1- Se o seu voo for uma escala, tente trocar o dinheiro local em um câmbio antes de entrar na sala de pré-embarque.

2- Tentei trocar o real por soles ou dólar através de um funcionário do aeroporto, mas ele cobrava uma “propina” para ir ao cambio, já estava com pouco, não rolou.

3- As mantas da companhia aérea Avianca foram muito uteis na nossa trip, vale a pena pegar pelo menos uma.


GASTOS:

- lanche e agua no aeroporto em Lima U$ 11,00


E essa foi a nossa primeira trip de mochilão. Esperamos que nosso relato ajude mais mochileiros a desvendar esses lugares incríveis do Peru e Bolívia.

Hasta Luego!!!!!

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Muito bom. Postem mais fotos.... 

era para eu estar lá agora, mas tive alguns contratempos e tive que adiar para o próximo ano. 

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 Dalberto e Daniele.  Parabéns pelo relato e pelas dicas, que venham muitas outras trips de mochilão pra vocês, huhuull!!

Estou indo indo dia 04/09/17 agora. Como você foi ressente vai saber me responder melhor e tirar minhas duvidas. Vi em uns sites que é obrigada entrar com um guia em Machu Picchu e que é proibido o pau do Selfie e bandeiras lá dentro . Isso é verdade mesmo?

> Tem fiscalização lá dentro pra essas coisas ?

> Esse meio período (de manhã) que pode ficar lá é tranquilo? Dá tempo de desfrutar bem do lugar?

> Você acha melhor chegar lá (M.P) e já fazer essa trilha ao Templo do Sol ou fazer ela depois? Quanto tempo +ou- gasta para fazê-la?

> Por Ex, se eu chegar lá as 7hr , eu que tenho que ser consciente  de que Meio dia tenho que sair ou eles avisam o horário?

> A grana esta curta; TENDO um  bom condicionamento físico, Você aconselha SUBIR e DESCER a pé ao invés de subir e descer de busão?

> Esse lugar que você disse que descobriu na volta uma a trilha que é menas subida, alguém te disse sobre ela lá mesmo? Já quero ir por essa kkkkk

> Qual o nome do Hostel e valor que vcs ficaram em Águas Callientes?

> Sobre o Valle Sagrado sei que tem que ter o boleto turisco, mais qual foi o valor do Tour para o Valle e que agencia vcs foram? É que esses são exatamente os os lugares que quero ir (Chinchero, ruínas de Moray,  Salinas de Maras, ruínas de Ollantaytambo,  Pisac ). Estava pensando em fazer por conta mais acho q pela agencia fica melhor.

Obrigadaaaa

 

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Caraca, Que belo relato cara. To planejando meu mochilão pra o final do ano agora. e certamente essas informações foram muito valiosas. Grande abraço!!!

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Cara sensacional seu relato, muito bom... uma duvida quando vc falou sobre

Quote

"Obs.: ATENÇÃO ao trocar as notas, notas de Dolar com a inicial em CB B2 dificilmente você conseguira trocar no Peru e Bolívia."

Por que isso?

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On 14/08/2017 at 4:58 PM, Guardian said:

Muito bom. Postem mais fotos.... 

era para eu estar lá agora, mas tive alguns contratempos e tive que adiar para o próximo ano. 

buenas Guardian, cara, tenho mais fotos no meu instagram, segue la, dalberto duro, chega e vai man, vale muito a pena a viagem!

abraço!

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4 hours ago, aldoluizcs said:

Cara sensacional seu relato, muito bom... uma duvida quando vc falou sobre

Por que isso?

entao aldoluizcs, tivemos problemas em trocar essas notas com essas inicias, notas de U$ 100,00. parece que teve um tempo atras um roubo grande em bancos, ou algo assim, e essas notas ficaram "marcadas" e todas tinham a mesma inicial, foi isso que nos disseram la pelo menos, entao na hora que tu for no cambio aqui no BR pra trocar, tira essa duvida tambem..e as notas de U$ 1,00 eles não trocam, dificilmente, não ha vantagens para eles..vai saber né! abraço

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On 15/08/2017 at 0:39 PM, Talita Peixoto said:

 Dalberto e Daniele.  Parabéns pelo relato e pelas dicas, que venham muitas outras trips de mochilão pra vocês, huhuull!!

Estou indo indo dia 04/09/17 agora. Como você foi ressente vai saber me responder melhor e tirar minhas duvidas. Vi em uns sites que é obrigada entrar com um guia em Machu Picchu e que é proibido o pau do Selfie e bandeiras lá dentro . Isso é verdade mesmo?

> Tem fiscalização lá dentro pra essas coisas ?

> Esse meio período (de manhã) que pode ficar lá é tranquilo? Dá tempo de desfrutar bem do lugar?

> Você acha melhor chegar lá (M.P) e já fazer essa trilha ao Templo do Sol ou fazer ela depois? Quanto tempo +ou- gasta para fazê-la?

> Por Ex, se eu chegar lá as 7hr , eu que tenho que ser consciente  de que Meio dia tenho que sair ou eles avisam o horário?

> A grana esta curta; TENDO um  bom condicionamento físico, Você aconselha SUBIR e DESCER a pé ao invés de subir e descer de busão?

> Esse lugar que você disse que descobriu na volta uma a trilha que é menas subida, alguém te disse sobre ela lá mesmo? Já quero ir por essa kkkkk

> Qual o nome do Hostel e valor que vcs ficaram em Águas Callientes?

> Sobre o Valle Sagrado sei que tem que ter o boleto turisco, mais qual foi o valor do Tour para o Valle e que agencia vcs foram? É que esses são exatamente os os lugares que quero ir (Chinchero, ruínas de Moray,  Salinas de Maras, ruínas de Ollantaytambo,  Pisac ). Estava pensando em fazer por conta mais acho q pela agencia fica melhor.

Obrigadaaaa

 

buenas talita Peixoto, então, todas essas info eu disponibilizei ali no relato, mas posso te dar um reforço aqui, a ansiedade deve estar a mil né? kkkkkk

- em MP pode entrar sem guia, ninguem nos impediu, e tinham varios sem guia la, pau de selfie é o que mais tem, e bandeiras ouvi falar tambem, mas vi algumas la, leva na mochila e usa, se alguem falar só guardar ela.

- tem fiscal em todo local la, cuidando para não subir onde nao pode e tals..

- seria ideial o dia todo né, vai saber quan do voltara kkkk..mas da pra usufruir legal, e ninguem veio nos falar para ir embora..foi suave

- a trilha do templo do sol, leva uma meia hora pra chegar, mas se tu ja comprou a montaña, va 1o nela e depois no templo, é proximo um do outro.

- a gente iria subir e descer a trilha, mas como era madrugada e não sabiamos por onde ir, fomos de bus, o certo é se informar sobre a trilha no dia anterior quando chega a Aguas C., mas a subida não é facil, degraus altos..pra descer ja sofre um pouco, imagina a subida.

- o hostel eu esqueci de colocar o nome..mas se chama Hostel Colla Raymi, mas sinceramente, conhecemos um casal gringo, que pagaram 4x a menos um hostel parecido (barato como o nosso) pegando la na hora, tem essa de procurar quando chegar né..mas o bolso agradece..e tem camping por la tbm, na proxima ficarei nele, bem a caminho, antes de chegar em Aguas C.

- o inicio da trilha, é quando vc chega a hidroeletrica, tem um campo de futebol sintetico a esquerda (ao lado do trilho), fique atento a uma subida a direita, uma trilha, suba por la, uns 5 min. voce estara no trilho do trem.

- a respeito da agencia, pegamos a Luan Travels, o numero do tel e facebook esta ali no relato, acho que no dia 2 ou 3..vale a pena, pegamos um valor BOM, e não nos encomodamos com nada, fale com Luan, agencia nova e bem receptiva.

acho que seria isso, UFFA! ahahahaha, nosso insta é Dalberto Duro e Dany_salvalagio temos mais fotos la, espero que faça uma otima viagem, bom proveito la, abraços

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Olá Dalberto! Gostei mto do seu relato sobre a agência q fez o tour do salar. Entrei em contato com eles e consegui pra mim e meu namorado por 1400bs. Acha q vale a pena já fechar com eles? O hotel de sal é bacana? O quarto é bom? E o refúgio do segundo dia? Qual é o diferencial deles? Quero ter certeza se posso ja fechar com eles!! Obrigada

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Em 07/10/2017 em 11:14, Rosiane Lima de Brito disse:

@Dalberto Duro oi vou fazer este roteiro com meu marido no ano que vem.

Queria saber em relação a malas e qtdade de roupas ,vcs levaram um mochilao cada pra viagem? Sentiram falta de algo ?

@Rosiane Lima de Brito td bem? levamos uma mochila cada, eu tenho uma de 90L e a dani uma de 55L, levamos roupas de mais, por saber que ia ser bem frio, mas acaba que voce usa só a metade, roupa intima que vc troca mais, calças e blusas vc usa o maximo que pode. boa viagem pra vcs!!

 

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20 horas atrás, luanahcomh disse:

Olá Dalberto! Gostei mto do seu relato sobre a agência q fez o tour do salar. Entrei em contato com eles e consegui pra mim e meu namorado por 1400bs. Acha q vale a pena já fechar com eles? O hotel de sal é bacana? O quarto é bom? E o refúgio do segundo dia? Qual é o diferencial deles? Quero ter certeza se posso ja fechar com eles!! Obrigada

@luanahcomh o valor é bom, mas tentem pechinchar um pouco mais, conseguimos por 1300bs. mas super valeu a pena, o guia foi espetacular, sempre nos orientou e me ajudou quando passei mal no ultimo dia, o hotel de sal por fora vc nao da nada, agora por dentro, otimo conforto, bem diferente da nossa realidade, e o refugio do segundo dia esperávamos algo BEM pior, mas foi super tranquilo tambem, dai o quarto é compartilhado com todos que estao com vc no jeep, o hotel de sal vc escolhe o quarto. pode ir tranquilo, sera incrivel!! boa viagem!

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Obrigada Dalberto! Fico mais tranquila. Vc lembra o nome do guia? Vou tentar pegar o mesmo! No hotel de sal tem ducha e água quente né e no segundo dia q não tem água quente... é isso?! Obrigada

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    • Por thiagoluizalves
      Hey!
       
      Segue meu relato para Bolívia realizado entre 20 de Janeiro á 03 de Fevereiro de 2016.
       
      Vou postar os relatos aos poucos e para ver fotos acesse os links que estarão em cada post.
       
      Dúvidas, me questione aqui ou mande e-mail para [email protected]
      Obrigado.
       
      T. Luiz
    • Por michele.martins
      Se tivéssemos que listar os lugares mais impressionantes que já vimos até agora (não apenas nesta viagem, mas em toda a nossa vida), com certeza o Salar do Uyuni estaria entre os top 5. Só de observar um imenso deserto que possui chão de sal em vez de areia já vale todo o investimento para chegar até lá, mas lagoas coloridas cheias de flamingos, incríveis formações de pedras e gêiseres impressionantes são o complemento para que o passeio seja inesquecível.
       

      O Salar do Uyuni é um ótimo lugar para brincar com a perspectiva nas fotos.
       
      Outra coisa muito legal é que, apesar de centenas de turistas cruzarem o salar todos os dias, tudo é mantido pela comunidade local. O governo pouco interviu na região, e grandes empresas de turismo, redes hoteleiras ou restaurantes famosos ainda estão de fora da jogada. Desta forma, além da beleza natural da região, você ainda entra em contato com a cultura milenar andina, que vem resistindo bravamente aos avanços ocidentais.
      Está mochilando pela Bolívia ou de férias no Atacama? Não importa, este é um dos passeios obrigatórios para você fazer.
       
      Como chegar
      O acesso à região é difícil: não é por acaso que pela região se realiza o Dakar, um dos rallies mais famosos do mundo. Só é recomendável ir por conta própria quem tiver um 4×4 bom e bastante experiência em trilhas.

       
      A melhor maneira de desfrutar da região é contratando uma excursão, que pode sair tanto de Uyuni (Bolívia) quanto de San Pedro de Atacama (Chile). Os preços saindo da Bolívia são um pouco mais baratos, mas nada que compense, para quem está em San Pedro, ir até a Bolívia de ônibus para contratar o tour por lá.
       
      Tours
      Quase todos os tours são feitos em caminhonetes Toyota Landcruiser, e levam até 6 pessoas por carro. A estrada é bem complicada, e acidentes, tanto por inexperiência quanto por imprudência dos guias podem acontecer. Por isso, é bom contratar uma boa agência para fazer o passeio.
       
      Os passeios, tanto saindo de Uyuni quanto saindo de San Pedro, podem durar 3 ou 4 dias. Os de 3 dias cruzam de um país a outro, e os de 4 dias voltam ao ponto de partida (considere o 4° dia somente para voltar tudo até a origem). Para quem vem por Uyuni, ainda há a opção de contratar um passeio de 1 dia que leva somente ao Salar.
       

      Escolher uma boa agência é muito importante para a sua segurança
       
      Nós fizemos o passeio de 3 dias, cruzando de San Pedro de Atacama até Uyuni. Ignoramos todos os alertas para não tentar economizar (nao recomendamos isso, fizemos para economizar) e fomos com a Travel Lithium, agência mais barata que encontramos. E não poderia ter sido melhor: os guias simpáticos e experientes, as excelentes refeições e os bons hotéis (dentro do possível) onde ficamos fizeram o tour ser nota 10. O fato dos guias serem donos dos carros nos passou muita segurança, pois desta forma nenhum abusou da sorte nas estradas.
       
      Quem vier do Uyuni pode contratar a Expediciones Sajama, que é a parceira da Lithium lá.
      Link do site da Lithium - http://www.travel-lithium.com/
      Link do site da Sajama - https://www.facebook.com/Expediciones-Sajama-453100721520420/info?fref=ps_result
       
      (P.s.: não fomos patrocinados nem nada para fazer este tour. Simplesmente vivemos a dificuldade que foi para escolher entre mais de 80 agências um tour decente, e decidimos facilitar a vida para quem for para lá. Empresas com nomes já consolidados vendem este mesmo tour por preços mais elevados, e às vezes com qualidade inferior).
       

       
      Preços
       
      Saindo de San Pedro: os preços variam de 105 a 125 mil pesos chilenos para o tour de 3 dias, e ficam em torno de 130 a 150 mil para o de 4 dias, com todas as refeições incluídas. Se chegar no fim do dia e der sorte de pegar as últimas vagas do carro, é possível barganhar e conseguir por uns 100 mil, mas corre o risco de ficar sem o passeio.
       
      Saindo de Uyuni: os preços ficam em torno de 800 bolivianos para o de 3 dias e 1000 bolivianos para o de 4 dias. Assim como em San Pedro, na Bolívia também tudo é negociável.
       
      Além do passeio do tour, tem que pagar:
       
      *150 bolivianos para entrar na reserva (guarde o ticket, pois vão te pedir novamente ao longo do caminho)
      *30 bolivianos para ingressar na Isla del Pescado (opcional, mas vale a pena)
      *6 bolivianos para se banhar na piscina termal (opcional)
      *10 bolivianos para tomar banho de água quente no hotel do segundo dia (no primeiro dia, o banho é na piscina termal)
      *Se quiser tomar uma cerveja no caminho, espere pagar uns 15 a 20 bolivianos na garrafa. Banheiros custam em torno de 5 bolivianos, mas você pode ir na natureza mesmo que é grátis.
       
      Levar uns 250 bolivianos que já é suficiente, inclusive para comprar algumas lembrancinhas.
       
      Outra dica importante: a cotação do peso boliviano em San Pedro é péssima (tanto para compra quanto para venda). Mesmo que vá com a intenção de ficar na Bolívia, troque somente o mínimo necessário em San Pedro, e deixe para sacar/trocar o restante em Uyuni.
       

       
      O que levar
      Muita roupa de frio, água (uns 2 litros por pessoa/dia), protetor solar e labial, toalha e traje de banho (para a piscina termal).
      Levamos algumas bolachas para beliscar no caminho, mas as refeições eram tão bem servidas que acabamos nem precisando.
      Vimos muitos blogs colocarem óculos de sol como item obrigatório no Salar, mas nem nós nem o pessoal que viajou conosco sentiu falta disso (e olha que pegamos dias bem ensolarados).
       
      Como eh o tour:
       
      Primieiro dia:
      A van da Lithium passou buscando o pessoal nos hotéis a partir das 7h20min da manhã. Nós fomos os primeiros, e por volta das 8h já estávamos todos na van. Nosso grupo de turistas era composto por 13 pessoas, dentre elas gente dos Estados Unidos, Holanda, Áustria, Alemanha, Espanha e mais um casal de brasileiros.
       
      Nossa primeira parada foi na fronteira chilena, onde fizemos a saída do país e aproveitamos para tomar um bom café-da-manhã. De lá, seguimos por cerca de 1h até a imigração boliviana, onde fizemos a entrada no país de forma bem tranquila.

      Nosso café-da-manhã antes de seguir para o tour de 3 dias
       
      Aqui, trocamos a van por Toyotas Landcruiser, e a diversão começaria de verdade!
      O casal de brasileiros seguiu em um tour privado, e o restante de nós seguiu em dois carros, sendo o nosso com 6 e o outro com 5 pessoas. Nossos guias foram Roger e Peter, dois bolivianos que foram essenciais para o tour ser ainda mais legal.
       

      Do outro lado da fronteira com a Bolívia, diversos veículos esperam os turistas que chegam para o tour.
       
      Organizamos as mochilas, fizemos as apresentações e era hora de cair na estrada!
       
      Laguna Blanca e Laguna Verde
      As duas primeiras paradas são nessas belíssimas lagoas, a poucos quilômetros da fronteira. Ambas oferecem belas vistas do deserto e das montanhas ao redor.

      A Laguna Blanca, primeira atração neste tour impressionante.
       
      A laguna blanca é bem transparente e as algas no fundo dão uma beleza especial ao lugar.
      A laguna verde, como o nome já diz, apresenta uma coloração verde impressionante. Esta cor se vê por conta dos minerais existentes na água, e se vê mais colorida em dias com vento.

      A belíssima Laguna Verde
       
      Deserto de Salvador Dali
      Lembra das pinturas de Salvador Dali? Talvez aquele deserto com relógios derretidos? Pois então, andando por este deserto, você vai se sentir dentro de um quadro do pintor catalão.

      Deserto de Dali. Consegue imaginar os relógios derretidos por aí?
       
      A cor avermelhada da areia, das pedras (que se formaram em consequência de erupções vulcânicas há milhões de anos atrás) e das montanhas lembram uma obra de arte. Ótima parada para tirar umas fotos e apreciar a beleza da Pachamama!
       
      Águas Termales
      Ótima parada para relaxar um pouco (e aproveitar para tomar um banho). Apesar de fazer frio do lado de fora, esta piscina com águas termais tem uma temperatura que chega a 40°.

      Nada como uma piscina termal para relaxar um pouco!
       
      Para se banhar aqui, precisa pagar 6 bolivianos (pouco mais que 3 reais). Ficamos parados aqui por meia-hora, antes de voltar para o rally.
       
      Gêisers Sol de Mañana
      Sim, aqui também tem gêisers! Embora não sejam tantos nem tão impressionantes quanto os Geisers el Tatio (Chile), estes também merecem a visita. Já passávamos do meio-dia, e eles seguiam soltando bastante fumaça.

       
      O cheiro de ovo podre é consequência do enxofre expelido com a fumaça. Caminhe com cuidado, pois a temperatura dentro dos orifícios pode chegar a 100°!
       

      A fumaça é incrível, mas fede um monte!
       
      Laguna Colorada
      Última parada do dia. Esta lagoa impressionante tem cor vermelha, consequência de micro-organismos e algas avermelhadas da lagoa.

       
      Aqui, se faz uma pequena caminhada para avistar uma infinidade de flamingos rosados.

       
      Nosso hotel ficava ao lado desta lagoa, onde jantamos e dormimos em um quarto compartilhado entre as pessoas do nosso carro. A altitude aqui chega perto de 4200m, e algumas pessoas podem ter dificuldades para dormir (a Michele, por exemplo, passou quase toda a noite acordada).

      O quarto eh super quentinho e ninguem passou frio... Nem foi preciso o uso de sacos de dormir
       
      Segundo dia
      Começamos o dia às 7h da manhã, tomamos um bom café-da-manhã e seguimos nosso caminho pelo deserto.
       
      Árvore de Pedra e Deserto de Siloli
      Esta foi, talvez, uma das paradas mais interessantes antes de chegar ao Salar do Uyuni. A famosa Árvore de Pedra é uma rocha vulcânica que possui a base fina e o topo mais largo (muito similar a uma árvore). Ela foi esculpida ao longo dos anos pelos fortes ventos que cortam o deserto.

      Árvore de Pedra no Deserto de Siloli
       
      Além da Árvore de Pedra, várias rochas por ali parecem uma cidade dos Flintstones. Você vai se divertir bastante caminhando e escalando cada uma destas pedras.

       
      Vulcão Ollague e muitas lagoas
      A partir do Deserto de Siloli, seguimos por belas paisagens, lagoas com vários flamingos e passamos ao lado do vulcão Ollague, um vulcão ativo de onde é possível ver a fumaça saindo do topo.

      Vulcão Ollague cuspindo fumaça
       

      Mucuvinha com os flamingos
       

       
      Hotel de Sal
      Terminamos o dia em um hotel feito, em grande parte, de pedras de sal provenientes do salar. Neste hotel, já ficamos em um quarto privado (os quartos são para 2 ou 3 pessoas), e dormimos em camas também feitas de sal. Aqui a altitude já é bem mais baixa, e vai ser mais fácil de dormir.

      Hotel com paredes e tijolos feitos de sal!
       
      Aqui, por 10 bolivianos, é possível tomar um banho com água quente e os quartos podem ser compartilhados ou para o casal . Depois do banho, jantamos (com direito a vinho) e fomos dormir cedo, pois no dia seguinte acordaríamos para ver o sol nascer no salar!
       
      Terceiro dia
      Enfim, chegou o tão esperado dia: veríamos o impressionante Salar do Uyuni!
      Acordamos às 5h da manhã, arrumamos nossas coisas e, às 5h30min, já estávamos nos carros seguindo para o Salar.
       
      Nascer do sol no Salar
      Não demorou muito e o horizonte começou a mudar de cor. Neste ponto, paramos para observar o sol nascer. A sensação de descer do carro e pisar em puro sal é algo inesquecível. Para qualquer lado que olhávamos, víamos apenas branco.

       
      Aqui, passamos quase 1h admirando o céu mudar de cor até ficar claro, e aproveitamos para tirar nossas primeiras fotos brincando com a perspectiva.

      A lua ainda está no céu, enquanto o sol nasce no Uyuni. O Mucuvinha foi bem abrigado, pois faz muito frio!
       
      Ilha do Pescado
      Alguns poucos quilômetros adiante, chegamos à Isla del Pescado, uma impressionante ilha em meio ao mar de sal, cheia de cactus gigantes. A entrada é opcional e custa 30 bolivianos, mas vale muito a pena. A trilha pela ilha é de uns 40 minutos (com tempo de sobra para tirar fotos) e oferece vistas impressionantes do salar.

       
      Depois da trilha, tomamos um café-da-manhã à base da ilha.
       
      Mais Sal!
      Depois da ilha, seguimos para o meio do salar. Já era perto do meio dia, e o sol já projetava sombras menores, o que era ideal para brincar com as fotos de perspectiva. Aqui o tempo voou, e passamos mais de 1h nos divertindo!



       
      Museu de Sal
      Um pouco mais adiante, o primeiro hotel de sal da região se converteu em museu. Em frente a ele, bandeiras de diversos países sacudiam ao vento.

      Pequena ilha com bandeiras de diversos países em meio ao Salar do Uyuni
       
      A entrada ao museu é gratuita, e lá se pode ver algumas esculturas feitas de sal e ter uma ideia de como era o hotel.

       
      Perto do hotel há uma escultura em referência ao Dakar, rally muito famoso que agora se realiza nesta região.

       
      Povoado de Colchani
      Pequeno povoado onde é possível comprar artesanatos, roupas e comidas típicas. Apesar da grande quantidade de turistas, este povoado segue resistindo e mantém suas tradições até hoje.

       
      Aqui almoçamos antes de seguir para Uyuni.
       
      Cemitério de Trens
      À cerca de 2km da cidade de Uyuni está um cemitério de trens. Estes trens são do começo do século XX, e o que resta agora são as carcaças das antigas locomotivas a vapor.


       
      Cidade de Uyuni
      E, aqui, por volta das 15h, terminamos nosso maravilhoso passeio. Quem contratasse o tour de 4 dias, seguiria de volta a San Pedro. Nós, como seguiríamos Bolívia a dentro, ficamos por aqui.
      Uyuni não chega a ser uma cidade bonita, mas tem seu encanto. Decidimos passar uma noite por aqui mesmo, antes de seguirmos para Potosi.
       

      Dicas

      Leve bastante água, pois ajuda a amenizar os efeitos da altitude .

      Se sentir falta de ar pela noite, procure dormir com a cabeça levantada (coloque 2 ou 3 travesseiros se for preciso). Isso ajuda bastante.

      Se sair de San Pedro, leve o mínimo de dinheiro boliviano necessário, pois o câmbio em San Pedro é péssimo.

      Procure uma agência com boas referências, pois o caminho é complicado. Nós fomos com a Travel Lithium e recomendamos, tanto pelo preço quanto pelo serviço.

      Leve brinquedos, garrafas, lata de pringles… enfim, use a criatividade para tirar belas fotos no salar!

      Leve muita roupa de frio!

      Guarde seu recibo depois de pagar a entrada no parque, pois vão te pedir novamente.

      Para tirar boas fotos de perspectiva, é importante que a lente esteja o mais perto possível do chão.

      Tente levar um celular desses com a lente bem no canto, ou tirar fotos com sua câmera de cabeça-pra-baixo
       
      E uma útima dica, um pessoal que procurou por essa agencia e disse que foi nossa indicacao ainda ganhou um desconto de 10 dolares (pagaram mais baratos que nós hehehe)
      Esperamos que todos tenham a mesma sorte :'>
       
      Para mais relatos de lugares bacanas e acompanhar nosso mochilao de volta ao mundo, curtam nossa página no face:
      http://www.facebook.com/mundosemfimoficial
      Estamos tentando passar pra cá os relatos e contribuir mais com vcs, mas as vezes falta tempo
    • Por Rafa Meireles
      Olá mochileiros *_*
       
      Eu e o Dan passamos 8 dias - janeiro de 2017 - em terras bolivianas como parte do nosso pequeno mas sensacional mochilão de 20 dias pela América do Sul, onde passamos pelo Chile, Bolívia (no qual dedico esse relato) e o sul do Peru.
      Relato Chile: o-fantastico-chile-santiago-embalse-el-yeso-valpaiso-vina-e-san-pedro-de-atacama-com-fotos-roteiro-e-gastos-2017-t140000.html
      Relato sobre Puno/Peru: https://www.mochileiros.com/o-lindo-sul-do-peru-puno-lago-titicaca-e-ilhas-uros-e-taquile-janeiro-2017-com-roteiro-e-fotos-t142889.html
       
      Viemos direto do Chile, onde contratamos o tour de 3 dias pelo deserto saindo de San Pedro de Atacama(custou 100 mil pesos chilenos por pessoa - 500 reais - e inclui todo o transporte, alimentação e hospedagem ),nessa que foi a experiência mais exótica e inesquecível de nossas vidas , onde vimos inúmeros vulcões, lagoas, geysers e até neve
      Além de passarmos pelo deserto da Reserva Eduardo Avaroa e pelo salar de Uyuni (incluído nesse tour) visitamos também as cidades de Uyuni, La Paz e Copacabana, o lago Titicaca e a linda Isla del Sol
       
      Apesar da maior parte dos relatos sobre a Bolívia falarem de eventuais perrengues (principalmente no salar) não tivemos nenhum tipo de contratempo, UFFA



      Ao todo gastamos cerca de 5.500 reais por pessoa no mochilão, já incluindo as passagens (parte mais cara da viagem, 2 mil reais ida e volta ), sendo que na Bolívia gastamos um pouco mais de 500 reais (tirando o passeio pelo deserto, pago no Chile) um valor relativamente baixo, o que comprova que o país é um dos mais baratos para se viajar
       
      Para ver mais fotos, acesse meu insta: https://www.instagram.com/rafah.meireles/?hl=pt-br ou face: https://www.facebook.com/rafael.henriquecarter
       
      A Bolívia é um país de contrastes, com uma pobreza explicita e que tem uma cultura forte e unica, completamente diferente da nossa. E é justamente essa diferença cultural que nos encanta e que nos faz ficar impressionados com esse pequeno país de pouco mais de 10 milhões de habitantes.
       
      Pelas ruas das cidades e vilarejos que visitei percebi coisas como o modo de vida simples, a influência do campo em boa parte da população e a forte presença até hoje de elementos das culturas originárias, como o uso da língua quechua, por exemplo. As cholas, mulheres que usam roupas típicas, são o mais claro exemplo da resistência boliviana contra a cultura ocidental. Interessante também são as diferenças nos costumes entre os bolivianos de diferentes regiões, principalmente em La Paz, a mais 'americanizada' cidade do país.

      Os bolivianos são, no geral, bem tímidos e não gostam de se comunicar tanto, principalmente as cholas, que só falam o básico do que é perguntado a elas. São bem acolhedores e prestativos, principalmente em La Paz, porém também tivemos atendimentos bem duvidosos, diria até grosseiros, em vários lugares.



      Alimentação: Um dos pontos que mais me impressionou no país foi a alimentação, tanto em sabor quanto em variedade de pratos - na maioria dos restaurantes que fui as entradas custavam entre 15 e 20 bolivianos e as sopas são as entradas mais populares (destaque para a sopa de tomate ), já o prato principal fica entre 40 e 60 bolivianos e o suco natural 8 bolivianos. Bolos e doces no geral saem entre 5 e 15 bolivianos e são bem gostosos, melhores que os doces chilenos Porém, como a higiene não é um dos fortes do país, é preciso escolher bem o lugar onde você irá comer. Dê preferência a cafés e restaurantes que já foram indicados por outros viajantes e tente evitar a tradicional comida de rua, já que a comida fica exposta sem nenhuma proteção e é quase sempre servida com a mão, com isso as chances de você ter um piriri são grandes Ande sempre com um alcool em gel, pois na maior parte dos banheiros, além de não haver limpeza, não há agua para lavar as mãos
      Em Uyuni, a avenida Potosí e a Plaza Arce são repletas de pubs e pizzarias com ambientes bem legais. Em La Paz, eu super indico o Café del Mundo (Calle Sagarnaga, 324), que apesar de ser um pouco caro se comparado com outros cafés da região, tem uma ótima localização e um dos melhores e mais gostosos cardápios da cidade - foi aqui que tomei o chocolate quente mais gostoso da minha vida . Em Copacabana eu comi em um restaurante muito gostoso e barato na Calle Baptista, porém não lembro o nome dele
       
      Altitude e temperaturas: Sinceramente nós não tivemos nenhum problema com a altitude em toda a Bolívia - e olha que chegamos a 5 mil metros de altitude . O máximo que senti foi um pouco de falta de ar em algumas subidas, mas ao longo da viagem vi muitos relatos de pessoas que vomitaram e até desmaiaram devido ao mal de atitude, então é sempre bom andar com algum remédinho e claro, mascar muitas, mas muitas folhas de coca
      Outra coisa importante: apesar de janeiro ser verão no país, não se engane, faz muitooooo frio - Durante o dia as temperaturas até sobem e faz um calor gostoso, nada excessivo, porém a noite venta muito e as temperaturas despencam, principalmente no deserto e no salar (chegamos a pegar 0 grau na primeira noite ). Leve segunda pele, casaco corta vento, luvas e toca. Dê preferência também a tênis de escalada ou algum outro sapato de sola alta e que não escorregue com facilidade, pois o chão do deserto é bem escorregadio em alguns pontos e se o salar tiver alagado, vc evita de molhar os pés
       
      Câmbio: Em basicamente toda a Bolívia a cotacão estava em 1 real = 2 bolivianos, mas sempre vale dar uma pesquisada. Em Uyuni, as casas de cambio ficam na Avenida Potosí, na região da Plaza Arce. Em La Paz, elas ficam espalhadas pela região da avenida 16 de Julio. Já em Copacabana, você consegue encontrar na região da avenida Costanera. Trocamos o equivalente a 1.200 bolivianos e foi mais que sificiente para passarmos 8 confortáveis dias no país.


      Hospedagem: Como fizemos o passeio de 3 dias pelo deserto saindo do Chile, as duas primeiras noites ficamos em alojamentos conveniados com a agência - porém no hotel que ficamos hospedados em Uyuni, a diária saia 100 bolivianos por pessoa, por quarto privativo ou casal e ducha quente (que não estava nem um pouco quente, mas o hotel é bem confortável).
      Em La Paz ficamos no The Adventure Brew, um gigantesco mix de hostel e hotel na avenida Ismael Montes, bem pertinho da Rodoviária - o quarto compartilhado com 12 pessoas saiu por 63 bol. e a estrutura do hotel me surpreendeu positivamente. Em Copacabana ficamos no Mirador, um dos maiores hoteis da cidade e que fica de frente ao Lago Titicaca - saiu 50 bol. a diária por pessoa por um quarto com vista para o lago No geral, as acomodações são bem simples mas confortáveis e o melhor, super baratas Fique atento se o hotel oferece ducha quente, pois você vai ver a diferença!
       
      Transporte: Infelizmente a Bolívia ainda carece de infraestrutura em muitas coisas e tanto as rodovias quanto as companhias de ônibus do país deixam muito a desejar. As estradas do país em sua maioria não tem asfalto e as ruas dos centros urbanos não tem eletricidade e o esgoto corre a céu aberto. Felizmente a rodovia que liga Uyuni a La Paz foi recentemente asfaltada, o que deixou a viagem de 8 hrs de ônibus entre as duas cidades bem mais confortável (120 bol. por pessoa). Já as viações (com exceção da Todo Turismo, que faz a rota anteriormente citada) contam uma frota de ônibus extremamente antigo, com assentos apertados (alguns estão quebrados e não tem sinto de segurança) e o atendimento é bem desorganizado (muitas empresas não tem sistema computadorizado e os assentos comprados são marcados em papéis). Inclusive, quando estávamos indo para Copacabana, a empresa Titicaca vendeu os mesmos assentos que compramos para outras duas pessoas, olha só a confusão
       
      Segurança: Não é porque um lugar é pobre que necessariamente é violento e a Bolívia é um claro exemplo disso, já que em nenhum momento me senti inseguro, mesmo com alguns moradores locais nos contando que a violência urbana é bem comum nas grandes cidades. Então é bom sempre pesquisar sobre as regiões que você vai visitar, evitar grandes aglomerações, não ostentar objetos caros e ficar sempre de olho no celular e na carteira no bolso


       
      Dia 1:
      Como disse anteriormente, compramos nosso passeio pela Reserva Ecológica Eduardo Avaroa em San Pedro de Aatacama, no Chile, por 100 mil pesos chilenos (algo em torno de 500 reais) na Colque Tours (localizada na Calle Caracoles). Essa agência tem unidades tanto em San Pedro quanto em Uyuni e tem um atendimento bem legal, apesar de ter vendido algumas informações erradas - no folheto dizia que passaríamos a segunda noite hospedados no Hotel de Sal, o que não ocorreu e os nossos companheiros de viagem compraram o pacote com um guia bilingue, o que também não aconteceu
       
      O guia nos pegou no hostel na manhã de terça e nos levou até um restaurante para tomar café da manhã. lá conhecemos nossos companheiros de viagem: A Anja e a Cindy, ambas da Suíça e o Cédrick do Canadá - demos muita sorte já que o pessoa eral super legal, pq passar 3 dias com gente chata não dá
      Depois de uma hora e meia (o guia estava atrasado) fomos de van até a imensa fila da imigração chilena. Tudo certo seguimos até divisa com a Bolívia, onde fica a imigração - é uma pequena casinha no meio do nada cercada por várias montanhas - foi aqui que trocamos de carro e seguimos viagem em um 4 X 4 com o guia Victor, um boliviano muito simpático e gente boa , que adora musica brasileira e que morre de vontade de conhecer o Brasil
      Os destinos do dia foram:
      Laguna Blanca
      Laguna Verde
      Águas Termais
      Geysers Sol de Mañana
      Laguna Colorada



       
      Um lugar mais lindo que o outro. Todos eles ficam dentro da Reserva Nacional de Fauna Andina Eduardo Avaroa - é necessário pagar uma taxa de 150 bolívianos para entrar no parque. Eles lhe entregam um bilhete que é necessário devolve-lo no dia seguinte, na saída do parque, então tome cuidado para não perde-lo :'> É bom também levar uns bolivares a mais para pagar banheiro ou comprar alguma coisa nas paradas.
      Na volta da laguna Colorada começou a nevar do nada . Claro que foi uma neve bem fina e rápida, mas que pra quem nunca viu isso, foi demais Seguimos então para o nosso refúgio da noite, uma pequena hospedaria no meio das montanhas, a quase 5 mil metros de altitude - sem água quente, sem eletricidade e com um jantar delicioso (foi nosso primeiro dia sem tomar banho haha, já que a ninguém tem coragem de nefrentar um banho gelado a quase 0 grau).
       
      Dia 2:
       
      Acordamos cedo, tomamos café da manhã e seguimos para o dia mais longo do tour, onde visitamos:
      Deserto Siloli
      Arbol de Piedra
      Deserto Salvador Dalí
      Lagunas Altiplânicas
      Vilarejo de Alota
      Cidade de San Cristóbal
      Cemitério de trens
       
      - arbol
      - terma
       
      Depois seguimos por conta da agencia até um hotel no centro da cidade de Uyuni. Apesar da ótima localização, de ter quartos individuais, ter Wi-fi e ser bem confortável, não tinha água quente novamente Para quem se interessar, o hotel se chama Kutimuy e as diárias custam 100 bol. por pessoa (achei caro para o padrão da cidade).
       
      Dia 3:
       
      Acordamos antes as 4 da manhã e seguimos até o ponto alto de todo o passeio, o incrível Salar de Uyuni, o maior deserto de sal do mundo. Por ser temporada de chuvas, parte do deserto estava alagado o que me proporcionou a paisagem mais linda que vi na vida . É FANTÁSTICO, SENSACIONAL, MARAVILHOSO ver o nascer do sol refletido no salar alagado, algo que não tem explicação, fiquei arrepiado e até emocionado. Sério, é demais !!!!

      Depois seguimos até o famoso hotel de sal que fica no meio do salar para tomar café da manhã e depois fomos tirar várias fotos no Monumento Dakar Rali, no Monumento das Bandeiras e claro, tirar as engraçadas fotos de ilusão de ótica na parte seca do salar



       
      Com isso chegava ao fim nosso tour pelo deserto e nosso grupinho iria se separar O Cédrick iria voltar para San Pedro, a Cindy iria para Sucre e a Anja seguiria conosco até La Paz naquela mesma noite - compramos as passagens na noite anterior por 120 bol. em um bus super confortável, com tv, jantar e café da manhã incluso. Mas antes demos uma volta na cidade de Uyuni para conhecer melhor a cultura boliviana. A cidade em si é bem bagunçada, mas a região da Plaza Arce é bem interessante (cheia de pubs e restaurantes que ficam repletos de turistas).
       
      Dia 4:
       
      Depois de 8 hrs de viagem finalmente chegamos em La Paz, uma das cidades mais altas do mundo e o principal centro financeiro e comercial da Bolívia e onde estava muito frio Fomos para nosso hostel, tomamos banho quente (uffa), dormimos e depois fomos bater perna na cidade. Visitamos nesse dia:
      Plaza Mayor
      Museu San Francisco
      Igreja de San Francisco
      Mirador Killi Killi
      Plaza Murillo
      Palácio do Congresso
      Palácio do Governo
      Catedral Metropolitana
      Teatro Municipal

      A início pretendiamos ficar 3 dias na cidade, porém como a cidade não tem muitos atrativos fora o Chacaltaya, decidimos pular a escalada a essa montanha e irmos para o Peru, algo que não estava nos nosso planos haha. Puno, cidade base para visitar o lado peruano do Lago Titicaca, fica a apenas 7 horas de La Paz e a passagem custa apenas 80 bolivianos. Ficamos 3 dias incriveis na cidade. Para ver meu relato sobre Puno: https://www.mochileiros.com/o-lindo-sul-do-peru-puno-lago-titicaca-e-ilhas-uros-e-taquile-janeiro-2017-com-roteiro-e-fotos-t142889.html
       
      Dia 5:
       
      Depois que saímos de Puno, no Peru, finalmente chegamos em Copacabana, a turística cidade as margens do Titicaca. No primeiro dia na cidade visitamos o Cerro do Calvário, uma grandiosa montanha no centro da cidade e que oferece uma vista espetacular de toda a região . mas prepara-se, porque a subida é ingrime e a altitude também não colabora muito, quase morremos !!! haha Hj brincamos que a parte mais dificil da viagem foi chegar no calvário


       
      Dia 6:
      Nesse dia acordamos cedo para irmos até a famosa Isla del Sol , que fica no Lago Titicaca. Qualquer agência na cidade realiza esse que é o passeio mais famoso da região - compramos em uma das cabines que ficam localizadas na avenida Costanera, com os caras que ficam gritando ''isla del sol, isla del sol'' . Existem várias opções de passeio: a que leva vc até apenas a parte sul da ilha, a que leva vc apenas até a parte norte, o passeio que inclui isla del Sol e isla de la Luna, e tem passeio apenas de ida ou apenas de volta, fica a sua escolha. Compramos os bilhetes para conhecer a parte norte da ilha (30 bol. cada um) que é a parte mais bonita da ilha e onde ficam as antigas ruínas incas
      O passeio até a ilha é feito em um barquinho bem velho, sem cinto, sem coletes salva-vidas, sem nada!!! O dia estava bem nublado e chovia um pouco na hora, ou seja, as águas do Lago Titicaca estavam super agitadas e o barco balançava demais . Foram momento de muito medo haha, mas sobrevivemos
      Por sorte, assim que chegamos na ilha, o sol saiu e pudemos apreciar as fantásticas paisagens da ilha emoldurada pelas águas azuis do lago Lindo demais!!!





       
      Dia 7:
       
      Nosso último dia em Copacabana e também o dia mais chuvoso e frio de toda a viagem haha. Como nosso bbus para La Paz saía apenas as 18 hrs (Fomos com a empresa Titicaca, 30 bolivares, 4 hrs de viagem) fomos dar uma volta pelo centro antigo de Copa. Conhecemos a grandiosa e bela Basílica da Virgem de Copacabana, um dos lugares mais sagrados do país e depois fomos visitar o cemitério da cidade (sim, adoro arte tumular ). Como a chuva não parava de jeito nenhum, ficamos enrolando no hostel e depois enrolando mais ainda no restaurante onde almoçamos (aproveitamos o wifi tbm haha).
      Depois embarcamos no bus - fizemos uma viagem super tranquila - chegamos na rodoviária de La Paz. Pegamos um táxi até o pequeno, mas moderno aeroporto El Alto (60 bolivianos) e passamos a noite lá.
       
      Dia 8:
       
      As 5 da manhã embarcamos em nosso voo Latam com destino a Lima, onde faríamos uma escala de 6 horas. As 12 hrs embarcamos novamente e as 20 hrs chegamos em terras brasucas, no aeroporto de Guarulhos. Chegava ao fim nosso sensacional mochilão . Espero que tenham gostado do relato

    • Por HerlonFG
      Bom, galera, moramos em uma cidade na fronteira do Brasil com a Bolívia, chamada Guajará-Mirim, no Estado de Rondônia. Cruzando o rio, chegamos a Guayaramérin, cidade localizada no departamento do Beni, onde pegamos o voo, em um sábado, dia 08 de Abril de 2017. Pagamos R$ 692,00 pelas passagens de ida e volta para Cochabamba (R$ 346,00 cada). A estrutura do aeroporto de Guayaramérin é bem precária, resumindo-se à pista de pouso e a uma estrutura metálica coberta onde os passageiros são abrigados.
      Às 11h fizemos o check-in na sede da empresa Eco-jet; almoçamos e seguimos para o aeroporto, onde amargamos uma espera de mais de três horas, pois o voo atrasou.
      Chegamos em Cochabamba por voltas das 18h e rumamos para a casa de uns amigos, que nos hospedaram até terça-feira (11/04).
      Em Cochabamba, aproveitamos o domingo (09/10) para conhecer o mercado La Cancha, uma enorme feira livre cheia de brechós e diversas lojas com preços convidativos, onde aproveitei e comprei uma jaqueta de couro por R$ 135,00. No fim da tarde, visitamos o Cristo da Concórdia, o cartão-postal da cidade, onde assistimos a um belíssimo pôr do sol.
      Cochabamba é uma cidade cheia de opções para a noite, com barezinhos e restaurantes de excelente qualidade. Gostei mais de lá do que de La Paz, a qual conheci em outra ocasião.
      Deixamos a segunda-feira para acertarmos os demais detalhes da viagem.
      Compramos uma passagem, para o dia seguinte, de trem, o Expresso Del Sur, de Oruro até Uyuni. Esse trem só sai às terças-feiras e sextas-feiras, às 14h30min. A passagem foi adquirida antecipadamente por uma Agência de Viagens chamada Viccio Tours, super confiável, que também nos emitiu as passagens aéreas. Pagamos R$ 60,00 pela passagem, na classe executiva. Compramos, também, na rodoviária, uma passagem de Cochabamba até Oruro, com saída às 6h da manhã, pela qual pagamos cerca de R$ 17,00.
      Saímos de Cochabamba com destino a Oruro no horário marcado. A distância entre as duas cidades é curta, cerca de 215 km, mas como a estrada é só de subidas e de curvas sinuosas, levamos em torno de 4h30min até chegar ao destino. Lá chegando, pedimos a um taxista que nos levasse até a imagem da Virgen de Socavón, padroeira dos mineradores, maior imagem dedicada à Nossa Senhora erigida na América do Sul. Essa santa é cheia de mistérios e histórias a envolverem o sincretismo religioso dessa cidade, conhecida por seu exótico carnaval. Sacamos algumas fotos e o taxista nos deixou em um restaurante ao lado da estação de trem. Pagamos pelo almoço cerca de R$ 30,00 e, detalhe, no restaurante não tinha wi-fi.
      Às 14h30min o trem partiu de Oruro com destino a Uyuni. A distância entre as cidades é de cerca de 318km, mas como o trem se move em velocidade lenta, só chegamos ao itinerário às 21h30min. Você pode optar fazer a viagem em menos tempo, caso queira ir de ônibus. Há diversas empresas que fazem esse trajeto de Oruro; Não vale a pena comprar passagem de trem que não seja na classe executiva, pois é uma verdadeira muvuca e certamente você não terá sossego em ter de dividir um banco que não reclina com mais outras três pessoas por sete horas seguidas de viagem.
      O trecho de trem é lindo, com paisagens impressionantes. O trem não é luxuoso, mas fornece serviço de bordo e há um vagão climatizado onde se pode comer bem e tomar cervejas locais, como a deliciosa Wari.
      Chegando em Uyuni, fomos diretamente para o hostel, que reservamos pelo booking.com. Optamos pelo Reina do Salar. Pagamos uma diária, em quarto compartilhado e banheiro não privado, por R$ 60,00, por pessoa. Deixamos lá as coisas, tomamos um banho e fomos em busca de comer algo. A cidade tem uma rua principal com várias opções de restaurantes. Fazia um frio imenso, escolhemos uma pizzaria que tinha aquecedor e wi-fi e nos alimentamos.
      Amanhecemos o dia e fomos em busca de uma agência para fechar o passeio. O amigo da Viccio Tour nos indicou a Manager, com quem fechamos o passeio completo de 3 (três) dias, por R450,00, com quase tudo incluso (café da manhã, almoço, jantar), com exceção da taxa de R$ 75,00 para visitar a Laguna Colorada, a taxa de R$ 17,00 para a Isla Incauhasi, além dos banhos por onde passarmos, pelos quais devemos pagar cerca de R$5,00. Éramos um grupo de 6 (seis) pessoas, quatro brasileiros e dois venezuelanos.
      Voltamos para o hostel e às 10h30min o motorista veio nos buscar, em um 4x4.
       
      1º DIA
      Iniciamos o passeio passando em uma tenda para comprar água e alguns lanchinhos. Recomendo que cada um compre cerca de 5l de água. É imprescindível que levem remédio para dor de cabeça, dor de barriga, enfim, primeiros socorros. Seguimos para o Cemitério de Trens, onde tivemos uns 30min para tirarmos algumas fotografias, depois seguimos para um lugarejo bom para comprar artesanato e onde almoçamos (quinoa, batatas, salada, banana cozida e carne de rês). Nosso motorista era ótimo e bem atencioso, um senhor muito educado chamado Hugo.
      Depois do almoço rumamos para o meio do Salar e em menos de uma hora chegamos ao monumento do Rali Dakar.
      A imensidão do Salar impressiona e nos deixa hipnotizado. Não conseguiria descrever com palavras a sensação de estar nesse lugar deslumbrante, mas as fotografias aqui anexadas dão um pouco da dimensão dessa beleza.
      Tiramos algumas fotografias também nesse lugar dedicado a diversas bandeiras de vários países e times de futebol e logo depois nos dirigimos a Isla Incauhasi, a Ilha dos Cactos Gigantes. Aqui ficamos em torno de duas horas. É uma caminhada íngreme, mas bela. Do alto temos uma visão perturbadoramente bela da imensidão branca de sal por trás dos enormes cactos seculares. Descemos a ilha e fomos dar um passeio pelo deserto, onde escolhemos um local ermo para tirarmos fotos em perspectiva. Depois, saímos em busca de um espelho d'água. Por sorte, nessa época ainda encontramos um trecho alagado, onde tiramos as melhores fotos e vimos o mais lindo por do sol da minha vida.
      Seguimos, por fim, para o alojamento. Um frio castigador já caía sobre o local. Os banhos só podiam ser realizados um por vez, pois o aquecedor era a gás e não tinha pressão para bombear por mais de uma ducha. Pagamos a taxa de R$ 5,00, tomamos o banho; serviram-no uma deliciosa sopa de legumes de entrada e depois um típico piquemacho (carne, ovos cozidos, salsicha, pimentão e tomate). Dormimos cedo, porque a saída do dia seguinte estava marcada para as 5h30min.
       
      2º DIA
      O segundo dia foi reservado para visitarmos algumas lagunas, como a Canapa e a Hedionda, além de elevarmos a subida em altitude, passando por diversos vulcões inativos. Visitamos a famosa Árbol de Piedra e seguimos para a Reserva Nacional de Fauna Andina Eduardo Avaroa, perto da fronteira com o Chile, onde está localizada a deslumbrante Laguna Colorada com seus tons rubros e diversos flamingos.
      Ficamos na Laguna Colorada até o entardecer e seguimos para o alojamento. Foi o maior frio de toda a minha vida. Não havia termômetros para medir a temperatura, mas ela certamente estava alguns graus negativos. O alojamento é nos mesmos moldes do anterior, com um detalhe negativo: só temos 2h de energia elétrica, das 19h às 21h, suficientes para carregarmos as baterias de câmeras fotográficas e aparelhos celulares.
       
      3º DIA
       
      Acordamos 4h30min, pois sairíamos às 5h. Tomamos o café da manhã e seguimos rumo aos gêiseres, onde assistimos ao sol nascer. O frio não deu trégua, mas foi incrível ter contato com a terra viva emitindo aqueles vapores sulfurosos. Depois, seguimos para o Deserto de Siloli, ou Deserto de Dali, um lugar de beleza surreal, tal qual as pinturas do pintor catalão. Seguimos para a Laguna Verde, que não estava nada verde por conta do vento forte e voltamos para as Termas de Polques, um lugar lindíssimo e onde o banho é para os corajosos, pois tirar a roupa naquele frio, entrar na água quente e, depois voltar a enfrentar o frio glacial, não é tarefa fácil; mas me rendi ao desafio.
      Depois, recomeçamos o retorno ao Uyuni. Almoçamos em um pequeno lugarejo, passamos por uma Selva de Pedras e, por fim, chegamos a Uyuni às 16h da tarde.
       
      Às 18h compramos passagem de ônibus com destino a Oruro. Chegamos lá às 22h, onde compramos passagem para Cochabamba, com saída às 22h30min. Chegamos em Cochabamba às 3h e voltamos ao Brasil às 11h40min.
       
      Detalhes:
       
      As estradas de Cochabamba – Oruro – Uyuni são péssimas, pois estão sendo duplicadas. Não é um trajeto tranquilo, é bem estressante. Ouvi falar que a ida por La Paz é mais tranquila.
       
      Os valores aqui estão em reais. Um real estava valendo cerca de 2,15 pesos bolivianos. Fiz o câmbio em Guayaramérin. O câmbio em Uyuni estava em torno 1 real para 1,90 pesos bolivianos.
       
      Levem carregadores portáteis.
       
      O custo total da viagem foi em torno de R$ 1.800, com as farras de Cochabamba que não contabilizei. É, portanto, uma viagem barata, que mais exige coragem.




























    • Por Bruno Marinho
      A viagem a ser relatada foi feita no carnaval de 2014.
      Primeiro dia
       
      Na verdade, saímos de Manaus, num voo com escala em Porto Velho, com destino a Rio Branco, onde chegamos perto da hora do almoço.
      Em Rio Branco, um amigo nos buscou no aeroporto e nos levou até onde ficam os táxis lotação que levam até Assis Brasil, na fronteira com o Peru, em uma viagem de 4 horas, que nos custou R$ 300,00. A estrada até Brasiléia está boa, no entanto, de Brasiléia até Assis Brasil existem alguns buracos gigantes na pista.
      Chegamos em Assis Brasil pouco antes de a alfândega fechar, mas conseguimos fazer todos os trâmites ainda neste dia. Logo na fronteira pegamos um táxi peruano, que nos levaria até Puerto Maldonado.
      Troquei dólares e Reais por Soles numa tenda bem em frente à alfândega.
      De lá seguimos até Puerto Maldonado em uma viagem de aproximadamente 3 horas, que nos custou 130 Soles.
      Chegando lá, fomos para o hotel Puerto Amazonico, onde passamos a noite.
       

       
       
      Segundo dia
       
      Pela manhã passeamos por Puerto Maldonado, apesar de não haver muitas atrações na cidade. Fazia um calor típico da Amazônia.
       

       
      Perto da hora do almoço, pegamos o avião da TACA que nos levou até Cusco.
      Chegando em Cusco e já começamos a sentir os efeitos da altitude. Não teve jeito, tivemos que tomar o famoso chá de coca, oferecido no hotel. E funciona mesmo! Aliviou bastante os efeitos, pelo menos para mim. O pior era o coração muito acelerado e o cansaço frente ao mínimo esforço.
      Fomos para o hotel Royal Inca II, que fica bem próximo à Praça D'Armas. Valeu a pena ter pago um pouco mais pelo hotel, pois foi realmente excelente localização e serviços.
      Nesse primeiro dia escutamos os conselhos de descansar pra ver se o corpo se acostumava à altitude. Mas mesmo assim, fizemos alguns passeios nas redondezas e aproveitamos para ir à Praça D'Armas e ao Qoricancha.
       

       

       
      De volta ao hotel, pedimos o contato de algum guia que vendesse pacotes para Machu Picchu e Vale Sagrado. Nos indicaram a Sra Juana, de quem disponibilizarei o telefone em breve. Ela nos vendeu o pacote para Machu Picchu, composto de ônibus, saindo do hotel às 04:00h. Foi uma viagem de 1:40h de ônibus, mais 1:40h de trem e mais 0:30h de ônibus para chegar no topo da montanha. Já para o Vale Sagrado ela nos indicou o Sr Hector, de quem também disponibilizarei o telefone. Este guia nos levou em seu próprio automóvel, espaçoso e confortável, para todos os pontos do Vale Sagrado, indo na contramão dos ônibus turísticos e só nos custou pouco mais que o pacote no ônibus.
       
       
      Terceiro dia
       
      Cedo, no horário combinado, o Sr Hector foi ao hotel para nos buscar. Seguimos para o passeio pelo Vale Sagrado. Começamos por Chinchero, o local de maior altitude por onde passamos. Lá pudemos ver vários resquícios da civilização Inca e observar como a população local mantém os traços físicos e a cultura indígena.
       

       
      De lá, seguimos para Ollantaytambo, onde existe um templo gigantesco, com centenas de degraus para chegar até sua parte superior. Muito cansativo, mas vale a pela.
       

       
      Depois fomos para Pisac, onde observamos o maior número de terraços onde eram feitas as plantações, nas encostas dos morros, em forma de degrau.
       

       
      Saindo de Pisac, ficamos parados um tempo na estrada, pois estava ocorrendo um desfile de carnaval típico da região. O interessante foi conhecer um pouco da cultura local, mesmo sem planejar.
       

       
      De lá fomos para Tambomachay e Saqsaywaman, onde não pudemos ver muitas coisas, devido ao atraso causado pelo desfile da carnaval.
       

       

       
      O ponto forte do passeio foi o guia, que sabia muito da história e pode nos passar várias informações importantes.
       
      A noite saímos para comer um ceviche, próximo à Plaza D'Armas e voltamos para o hotel.
       
       
      Quarto dia
       
      Esse foi o dia de conhecer Machu Picchu!
      Saímos do hotel às 4:00 da madruga, para uma viagem longa, mas muito compensadora. O ônibus turístico veio nos buscar no hotel e seguimos no mesmo por aproximadamente 1:40h até Ollantaitambo, onde pegamos o trem para uma viagem de mais 1:40h até Águas Calientes. Durante o percurso de trem pudemos admirar a paisagem composta de montanhas nevadas e rios durante quase todo o trajeto. Em Águas Calientes, pegamos um ônibus até o topo da montanha, em um trajeto de 0:30h que nos deixou na porta de Machu Picchu.
      O local dispensa comentários. Realmente é impressionante ver a perfeição das construções Incas. Tudo calculado e funcionando até hoje! Mais impressionante ainda é imaginar como eles conseguiram transportar tantas pedras gigantescas sem a ajuda de máquinas. Um guia nos conduziu no local, em uma visita de 2 horas, a meu ver, muito corrida. No final tivemos bastante tempo livre para passear pelo local e tirar várias fotos!
      Na volta foi a mesma viagem de ida, longa e cansativa, mas aproveitamos pra dormir um pouco.
      Chegando em Cusco, jantamos alguma coisa e fomos dormir.
       
       
      Quinto dia
       
      No último dia em Cusco aproveitamos para passear pela cidade e comprar algumas lembranças (o melhor local para comprar é no Centro de Artesanato), já que nosso voo era perto de meio dia e não teríamos muito o que fazer mesmo.
      Pegamos o avião em um voo assustador, onde o avião despencou em uma turbulência sem qualquer aviso por parte do piloto. Ainda bem que estávamos com o cinto de segurança e ninguém se machucou.
      Chegamos em Puerto Maldonado e pegamos logo um táxi para a fronteira com o Brasil.
      Fizemos o desembaraço na fronteira e seguimos em um táxi brasileiro até Epitaciolândia, onde tivemos uma grande dificuldade para achar um hotel limpo pra dormir. Por sorte encontramos o Vila das Orquídeas, que é excelente!
      Comemos algo no hotel mesmo e dormimos.
       
       
      Sexto dia
       
      No último dia de viagem fomos até Cobija na Bolívia, onde comprei uma câmera fotográfica muito mais barata que no Brasil e seguimos de carro para Rio Branco, onde pegamos o voo de volta para Manaus.
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