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olá, bem vindo Toresu !!

ficar no centro, talvez, seja o local com melhores acessos para todos locais da ilha, mas isso depende muito dos meios que se dispõe (bike, onibus, pés, carro). sugiro ler os tópicos e verá as distintas opniões dos mochileiros, veja: dicas-de-florianopolis-t52210.html e

hoteis-e-albergues-florianopolis-t49731.html?hilit=hospedagem

eu sempre prefiro escolher alguma praia (do sul, de preferência, mas já fiquei em, pelo menos, umas 15 diferentes em toda ilha) ou, na lagoa q tb é um ótimo local pra conhecer este lado da ilha (até moçambique, barra, prainha!, mole, galheta!, joaca, tavares, campeche, incluir a costa e o canto)......

acho que em outubro estaremos em uma das melhores estações, a primavera!!! ñ chove muito e já começa a esquentar, sem contar na luminosidade, no brilho e colorido das plantas heheehe

boas trips, estamos aí!!

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Ola Diego,

 

Se for usar transporte publico, a Lagoa torna-se uma opcao muito mais pratica do que a Barra da Lagoa. Só cuide para ficar em local proximo ao Terminal da Lagoa (TILAG), para nao ter que pegar outro bus ate a pousada. A Lagoa tem bares, restaurantes, cafes e muito movimento. A Barra da Lagoa é um local muito mais tranquilo, porem vc precisara pegar outro bus no TILAG ate a Barra.

 

Outro detalhe relevante: o reveillon é o periodo mais cheio por aqui. E na alta temporada o engarramento entre a praia Mole e a Lagoa é gigantesco. A Barra da Lagoa fica depois da Praia Mole. De carro ainda da para sair pelo Rio Vermelho em direcao ao norte da ilha, mas de bus as opcoes sao escassas. Tem uma linha Lagoa - Canasvieiras com poucos horarios (21 horarios nos dias uteis e 10 horarios aos domingos). Pesquise os sites das empresas de onibus ou da prefeitura para saber os horarios.

 

Abracos

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Canasvieiras tem boa infra-estrutura na alta temporada. Fora de temporada fica bem vazio. É a regiao preferida dos argentinos. Vc vai encontrar muitos hermanos no verao e poucos Manezinhos. Eu nao gosto da praia de Canas, mas é questao de gosto. Facil acesso de bus ou carro as praias do norte, mas longe do resto da ilha.

 

Lagoa tem boa infra-estrutura e agito o ano inteiro. Frequentada por Manezinhos e turistas. Vc precisa pegar bus ou carro p ir a praia. Mais facil de se deslocar p as varias regioes da ilha.

 

Barra da Lagoa tem menos infra do q Lagoa ou Canas. Por outro lado é uma regiao bem tranquila. Junto a praia. Para se deslocar p a maioria das praias vc tera q ir ate a Lagoa.

 

Cada um desses bairros tem os seus pros e contras. Depende do estilo de viagem de cada um. E alem disso, na Lagoa vc pode ficar no centrinho mais agitado ou em lugares mais tranquilos, mas c pior acesso de bus. Perto de Canas vc pode ficar na Cach do Bom Jesus ou Ponta das Canas. Mais tranquilos, mas com menos servicos e agitacao.

 

E vc tem outras opcoes de hospedagem tb no Centro e no sul da ilha. Regioes com caracteristicas bem diferentes.

 

Abracos e Boas Trips

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Oi Livea,

 

Para quem vai se locomover de bus, a Lagoa é bem + facil q a Barra da Lagoa. Da Barra da Lagoa p a maioria das praias vc vai ter q pegar um bus p a Lagoa e trocar de bus no TILAG (terminal q fica no centrinho da Lagoa). Nas paginas deste forum tem infos sobre os sites da empresas de bus e da Prefeitura onde vc pode obter os horarios dos onibus em Floripa.

 

Se vc gosta de trilhas, a Costa da Lagoa q o (E) sugeriu tem um visual fantastico. Conhecer a Praia de Naufragados e a Lagoinha de Leste tb sao boas opcoes de trilha.

 

Na minha opiniao, o centro historico de Floripa nao é imperdivel. Vale uma visita em 1 dia de chuva. E ai uma parada no mercado publico é inevitavel. Ja o casario de Sto Antonio de Lisboa vale a pena uma caminhada por la. Especialmente se vc pegar o por do sol e almocar ou jantar em alguns dos muitos restaurantes de la. No sul da ilha o Ribeirao tem tb casario colonial e os melhores restaurantes de ostra.

 

Abs

 

Abs

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Quantos dias ficará aqui e de quando até quando?

Antes deixa eu te responder sobre a localização. Na ilha, o transporte público é simples, o que cansa as vezes é o fato de ter que ir pingando de terminal em terminal para se chegar a algum lugar. Não se assuste, o preço é cobrado apenas uma vez se trocar de ônibus nos terminais. Mas existe o cartão cidadão para outras situações também, se alguém achar necessário eu explico com mais detalhes. Portanto, é fácil chegar em qualquer lugar da ilha, vencendo os obstáculos do trânsito (que mesmo de carro é bem chato) e paciência para ir trocando de ônibus. Aqui também é comum caronas, as vezes consegue uma só para o lugar que quer ir, mesmo distante.

 

Acesso você terá, com esta paciência que falei chegará em outros pontos, sim. Como eu disse, fique num lugar que, se não encontrar saída para uma longa voltinha, encontre o essencial para te relaxar na viagem!

 

Não sei se já começou, terá um serviço de barco prestado pela cooperativa da Costa ligando a Barra da Lagoa com a Lagoa da Conceição. Custará R$ 5,00 a passagem, o preço de se driblar a linha de carros nas estradas. Sem contar o passeio de barco.

 

Tem muitas coisas para se fazer em Floripa, principalmente turísticas. Gosto bastante das praias do sul da ilha, são mais tranquilas (claro que são mais, fora da temporada!). Morei por alguns meses no Pântano do Sul, uma pequena colônia de pescadores, onde eramos visitados por baleias franca todos os dias (infelizmente passou a época). Os restaurantes de lá são ótimos, em especial, não o Arante como todos pensam, o Bar do Vadinho. Excelente comida, barata e generosa. Muito famosa, precisa chegar cedo para pegar lugar; na verdade, todos os restaurantes no Pântano lotam muito nesta época. Por lá tem uma trilha para a Lagoinha do Leste, que eu ainda não fiz; uma das praias que as pessoas mais elogiam. Estou pensando em acampar por lá e aproveitar um pouco mais do lugar. Eu não vejo muita graça no Campeche, mas pode ser que eu não a conheça bem. As praias Mole e Joaquina ficam perto da Barra da Lagoa e da Lagoa da Conceição (dê uma olhadinha pelo Google Maps) e são bem gostosas também. Como não sou muito fã das praias do Norte da ilha, apesar que muitos gostam, não saberia te indicar com entusiasmo, prefiro menos pessoas e mais natureza. Uma trilha boa para se fazer que dá numa praia bem pequena é a do Naufragados, também no sul. E claro que uma voltinha pelo centro do Floripa vale também, fica perto do terminal de ônibus e para quem vem de carro tem um estacionamento público que custa 2,50/hora.

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olá livea,

já morei em floripa, entre a baixa e alta temporada, cerca de 8 meses e te digo, janeiro o trânsito é isso mesmo que o pessoal falou, é caótico, mts gringos de carro e fora os nativos... mas se tiver calma, e um copiloto (para ajudar na sinalização) vale a pena locar um carro, visto que dependendo pra onde quer ir, levará mais de hr para chegar de bus, além do $$ que a meu ver é mt caro as passagens... mas tem outras formas de transporte público (vans e os amarelinhos embora mais caros, te levam ao destino mais rápido que os bus normal) dá pra passear tranquilo e outra, como falaram acima, rola sim as caronas, eu mesma já peguei caronas, principalmente da joaca pra lagoa nos finais de tarde...

já para ficar, eu recomendo lagoa (tem boa infraestrutura, mercado, farmácia, restaurantes, terminal TILAG, além da melhor noite, vários bares com clima totalmente trip.. e acesso rápido e fácil para as praias mole, joaquina etc...)

Ou caso prefira o norte da ilha... (particularmente eu não gosto, prefiro o leste e sul da ilha)

Ano passado eu fiquei 10 dias na casa da minha tia em ingleses, fui com o meu namorado e uma amiga, fomos de carro, pena que pegamos alguns dias de chuva que não deu para aproveitar mt...

Esse ano vamos novamente, eu e meu namorado (para natal e reveillon), e vamos nos aventurar, vamos ficar em camping na lagoa da conceição (isso é se tiver vagas por lá, os campings lá são bastante concorridos pelo que tenho visto aqui no site)

então assim, minha sugestão, fique na lagoa, e veja se vai ser realmente necessário locar um carro...

qt ao centro histórico, como Netuno disse, não é 'imperdível', mas recomendo a fortaleza de são josé da ponta grossa (http://www.fortalezas.ufsc.br/fortaleza-ponta-grossa), que fica na praia do forte, próximo a praia de jurerê, vale a pena a paisagem e o passeio pelo forte, e para finalizar um banho nas aguas mais quentes da praia do forte.

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Ananias,

 

para quase todas as praias vc vai precisar trocar de bus nos terminais. Estando no centro vc pega bus no TICEN.

Para as praias do sul, vc vai trocar de bus no TIRIO (terminal do Rio Tavares). Para saber as linhas e horarios pesquise no site da empresa www.insultartc.com.br

Para as praias do norte, vc vai trocar de bus no TISAN (terminal de Sto Antonio) se for p Jurere, Daniela e Forte. Ou trocar de bus no TICAN (terminal de Canasvieiras) para as outras praias da regiao. Para saber as linhas e horarios pesquise no site da empresa www.canasvieirastc.com.br

Para as praias do leste, vc vai trocar de bus no TILAG (terminal da Lagoa). Para saber as linhas e horarios pesquise no site da empresa www.transoltc.com.br

Para quem esta na Lagoa, alem de bus p o centro, tem bus do TILAG para o TIRIO e para o TICAN, mas sao poucos horarios. Vale a pena pesquisar nos sites das empresas ou da prefeitura.

Os horarios costumam ser cumpridos, exceto qdo os engarramentos nao permitem.

Abs

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Ananias e a todos com dúvidas parecidas. Hoje fui de coletivo do centrinho da Lagoa da Conceição até o centro da cidade, na altura do Shopping Beiramar. Aproveitei e prestei atenção no tempo para fazer este trajeto e ajudar na aflição de vocês. Levei em torno de uma hora na ida e o mesmo na volta (nos dois, já somando o tempo de espera para a saída na troca dos ônibus nos terminais).

Saibam que, além de ter muito trânsito no centro comumente, nesta época de temporada o que pega mesmo são as estradinhas que levam à praias, estradas de uma faixa só, diferentemente do centro que tem avenidas com diversas faixas. Se eu fosse continuar até alguma praia teria que pegar, por exemplo, um outro ônibus (só se paga uma vez trocando de ônibus nos terminais) para a Joaquina, Barra, Mole ou etc. Este sim seria o ponto mais complicado de congestionamento.

Postarei para vocês o tempo levado se eu acabar indo para alguma praia nestes dias.

Abraços!

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Cara, ir do aeroporto até Canasvieiras de ônibus é fácil, mas MUITO demorado. Se vc for com mais 2 ou 3 pessoas, vá de táxi, mas se estiver sozinho o táxi sairá bastante caro. Isso pq esses dois locais são exatamente nos dois opostos da ilha.

Vc precisará pegar o ônibus "Corredor Sudoeste" no aeroporto, e esse ônibus irá parar no terminal do centro. Lá, o terminal é movimentado, e existem quatro, portanto vc precisa perguntar onde pegar o ônibus canasvieiras. Ele é fácil de ver, pois quase todos os ônibus em Floripa são azuis, e o canasvieiras é verde. Entre no canasvieiras, espere um bom tempo, e vc chegará no seu destino final. Com MUITA sorte, vc faz essa viagem em 1h15 minutos, mas o mais normal é 1h30, podendo chegar a 2h por conta do carnaval, época em que Floripa enche mais ainda.

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Ah, e o ônibus "Canasvieiras", tome cuidado, pois existe vários tipos de canasvieiras. Todos chegarão no bairro, mas cada um vai por um lugar diferente, e vc deve perguntar qual o mais rápido. Por exemplo, se vc pegar o Canasvieiras via Lagoa da Conceição, aí já era... pode esperar boas duas horas dentro do busão, sem contar o trajeto inicial aeroporto-terminal do centro.

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      Depois ainda passamos pelas praias de Imbituba, fizemos a trilha do Farol de Imbituba, saindo da Praia da Vila pelo costão e retornando pela trilha comum. Poderia ser chamado de Praia dos Lagartos, tamanha era a quantidade desses répteis que vimos por lá.
      Ainda seríamos surpreendidos nesse dia pela paixão de um holandês que nos surpreendeu com seu acervo de conchas, inexplicável. Antes de nos escondermos na noite, fomos fazer mais uma trilha, curta, ao menos era o que esperávamos. Minha nossa, foram 2 h intermináveis de sobe e desce rochas, até que saímos na Praia de Itapirubá Sul. Bom, que valeu a pena o rochoso é a melhor experiência de Itapirubá, depois do Museu das Conchas.


      Cansados, e esfomeados partimos por mais algumas praias, poderíamos dizer mais uma, só não dizemos porque é uma longa extensão de areia com alguns balneários. Acabamos chegando quase à noite já na Ponta do Gi, mais especificamente na Praia do Sol, a tempo apenas de entrar para o camping. O dono logo saiu e ficamos só nos, naquele deserto. Confesso que passei algum medo, lá na Ribanceira o morador tinha falado de alguns saqueamentos que haviam ocorrido recentemente naquela região, simples assim o bando chegava e levava tudo, deixando os campista sem nada, o que me confortava um pouco era o fato de o pátio ao menos ter muro.
      Seguirei contando, daqui a pouco...
    • Por Marlon Escoteiro
      Travessia Canyon do Funil x Canyon Laranjeiras - novembro/2018
      Essa travessia foi feita com os meus parceiros Wagner e o filho dele o Pedro.
      Foi uma trilha bem tranquila, saímos de carro de Itajai-SC com destino a Bom Jardim da Serra-SC subindo a serra do Rio do Rastro, passando a cidade de Bom Jardim entrando na estrada de terra até o Canyon Laranjeiras, paramos o carro na propriedade do Didio, 3km antes da fazenda Laranjeiras e fizemos um belo de um almoço na casa dele. Combinamos de deixar o carro ali para ser o fim da nossa travessia e ele nos deu uma carona até a substação de energia proximo ao mirante da Serra do Rio do Rastro, local do inicio da trilha. O tempo estava querendo abaixar uma serração, na real na direção do canyon a viração já tinha tomado conta. Já passava das 16h e iniciamos nossa travessia. Já de cara uma pequena cobra nos deu as boas vindas. Os campos estavam repletos de flores colorindo o verde.

      Esse começo de trilha na realidade é uma estrada 4x4 plana e de fácil trajeto. Depois de 1h mais ou menos chegamos proximos ao arroio do funil aonde tem uma antena. Ali a serração estava muito densa dificultando a navegação visual, seguimos sentido norte até o arroio onde o cruzamos e fomos pela sua margem esquerda. Logo observamos o urtigão da serra uma planta com folhas gigantes bem caracteristicos dessa região. Logo após uma subida e o arroio começa a virar canyon, avistamos o curral da fazenda do Funil, andamos mais uns 5min e já avistamos as araucarias da borda do canyon, por conta da serração que já começava a molhar não conseguimos ver o canyon e fomos logo montando acampamento. Saímos para pegar água sentido norte margeando as bordas, 1min do acampamento da área  onde tem as araucarias e arbustos, entra na mata nebular e já ve uma cascatinha, eu costumo seguir adiante pela trilha dos bois e andar mais um pouco proximo a borda tem outro fio dágua que prefiro pegar.



      Barracas montadas, hora de fazer a janta. Ainda bem que trouxemos uma lona para cozinha pois a serração foi ficando mais forte e estava molhando bem. Fizemos uma bela macarronada a carbonara, regada de vinho, e ficamos batendo um bom papo até que o sono pegou.
      No dia seguinte acordamos cedo, demos uma volta e o tempo parecia que ia abrir, tomamos café, desmontamos o campo e por volta das 8h30 saimos rumo norte, antes passamos para abastecer nossos cantis e varar a mata da encosta, desta vez encontrei uma trilha melhor e mais curta por dentro da mata, apesar que essas matas com araucarias são bem limpas em baixo, com grandes xaxins e arvores pequenas.


       

       
      Vencido a subida da encosta dentro da mata alcançamos um plato conhecido como morro dos anastacios, onde tem uma antena bem no topo e um marco geodesico junto de umas placas sinalizadoras do radar do cindacta que esta no morro na igreja distante ainda uns 30km, bem visivel deste ponto. Esse morro dos anastacios tem um temido charco, da primeira vez que passei ali eu não conhecia e cruzamos exatamente no meio dele, levamos quase 2 horas afundando os pés nas turfas. Desta vez fui bordeando o peral até proximo da antena e ali cruzamos o morro já no caminho para a trilha que descia para o próximo vale. Desta vez encontramos o capataz da fazenda Anastacio, era o Edson que era o irmão da Dona Zue da Fazenda Santa Candida, batemos um papo e depois a gente seguiu o caminho.
      Logo adiante começa a descida por um pequeno vale margeando o rio, passando por cerca de arame farpado (uma constante no percurso inclusive). Até chegar no vale, um vale muito bonito, eu particularmente acho essa passagem o ponto alto da travessia, cercado por morros com muita araucaria, o vale verde serpenteado pelo rio, e nesta epoca estava muito florido. Segue proximo as bordas até a subida do morro do outro lado. O topo é formado de esporões de pedra e logo abaixo é o canyon do Portal. Chegamos ai por volta das 13h e almoçamos a serração tomou conta do lugar. Esse vale é bem largo e com um grande charco no meio. Interessante que a grande maiorias destes vales com excessão talvez do canyon do Funil todos os rios correm sentido oeste. Aqui para evitar o charco tem que descer a encosta e ir sentido oeste passar ao lado de uma pequena mata  e descer pelo piquete (cruzando alguns arames farpados) ao avistar o saleiro seguir em direção a ele, cruze e siga adiante em direção a rampa do morro do outro lado, vai cruzar o rio que se forma no charco. Uma boa parada para um banho. Depois é só subir a rampa parece uma antiga estrada de caminhão da epoca das madeireiras. No plano tem um grande charco de novo, tentar cruzar o quanto antes até a mata do outro lado e seguir pro norte, vai ser observado duas "ilhas" de mata no meio do charco. Ali uma pausa na borda é bem vindo pela vista e preparar o folego para a subida.





       


       
      A subida tem dois lances, e o ultimo chega no topo onde vai caminhar muito proximo da borda, mantenha esse caminho pois o campo com alguns pinus ellioti é um grande charco. Ai tem um marco geodesico e logo a seguir a mata que separa do Canyon Laranjeiras. É um vara mato de uns 800m em descida com muitas trilhas de boi, bem facil se perder, tem q manter sempre norte até sair no campo do outro lado. Neste campo caminha-se por um vale muito bonito rodeado de mata logo abaixo a esquerda vai seguindo o fluxo do rio que curiosamente 2 rios correm paralelos um de cada lado das matas e um corredor de campo no meio, fomos seguindo por ai já passado das 16h. no final deste corredor a esquerda esta o canyon, porem tem q tomar cuidado ao adentrar na mata pois é um labirinto de caminhos, muito facil se perder, mantenha-se entre a mata e o campo, apesar de ser dificil isso tambem, por conta da grande trilha que tem nessa mata. Neste momento demoramos bastante até alcançar as bordas do canyon, mas ali achamos um local excelente para acampar, perto de agua, quase na borda do canyon e com uma cachoeira para banhar-se a 5 min de caminhada. Essa cachoeira esta no pequeno canyon que forma a grande cascata do canyon Laranjeiras. Acampamos ali mesmo e montamos a barraca e nossa cozinha. Foi mais uma noite de muitas risadas e vinho. Tivemos a sorte de ver um espetaculo da natureza proporcionado pelos vagalumes. No dia seguinte amanheceu um dia de sol e exploramos bastante as redondezas, inclusive indo até o castelo, uma quase "ilha" de pedra rodeada por paredões de todos os lados tendo somente uma pequena passagem estreita na mata para cruzar. Caminhamos bastante pela mata atrás e por seu labirinto até o vale que viemos. Pela tarde fomos até a cachoeira e tomamos um belo banho gelado. Continuamos mais uma noite acampados ali.








       


      No dia seguinte saimos cedo uma pequena garoa que logo se foi, caminhamos até a outra borda do mirante principal do canyon e cerca de uma hora ate a fazenda Laranjeiras pela trilha principal, na fazenda fomos falar com o sr. Assis e Dna. Zuê. Ficamos um pouco por ali e depois tocamos pela estrada até a propriedade do Gigio. Desta vez não ficamos para o almoço, nos despedimos deles e agradecemos a receptividade de sempre. (RECOMENDO MUITO ALMOÇAR ALI) agora ele esta estruturando melhor para atender mais gente, construiu 2 chales que quero logo, logo levar minhas meninas lá para uma passeio a cavalo, comer pinhão, e curtir a vida do campo.














    • Por casal100
      Realizamos no periodo de 05 a 17 de Julho de 2015 a Volta completa da ilha de florianopolis a pé. Foram 12 dias e 251 quilometros.
      Somente a trilha entre ponta de canas e lagoinha que estava fechada, as outras estavam abertas.
      Em breve relato completo.
    • Por beatrizz
      Saudações meus queridos! 
      É com muito prazer que começo esse relato. Afinal, relatar não é apenas descrever, mas é REVIVER! 
      Bom. A história da travessia começou no Mirante da Serra do Rio do Rastro, onde eu, @darlyn e @Dionathan Biazus encontramos o senhor Miguel. Fizemos 6 horas de estrada desde Chapeco até o Mirante.
      O Miguel é o proprietário das terras onde a travessia acontece, então é com ele que tem que combinar as paradas. Cara super gente fina, de uma simplicidade enorme. O próprio mirante já é um ponto de partida (mas longe de ser o ápice da trip). 
      Mirante da serra do rio do Rastro: o mirante tem um murinho onde as pessoas ficam contemplando o visu da estrada da serra, cercada por suas montanhas. E tem sempre visitas dos quatis... É bom pontuar que aqui é sempre cheio de pessoas, se você quer ficar em contato com a natureza, não apenas olhe a mata, mas entre nela. Não só olhe a montanha mas vá até o topo! 
      Seguindo então, encontramos nossos outros dois parceiros dessa empreitada @dumelo39 e o Lucas, que vieram do Rio de Janeiro! Assim juntou toda a piazada haha.
      Fomos com o Miguel de 4x4 até a primeira fazenda. Ele cobra cerca de 150 pila o transfer (total) e 30 por dia pra acampar nas terras. Pra entrar nessa primeira fazenda mais 10 pilinha por cabeça. 
      Começamos então a subida até o primeiro destino: canyon Laranjeiras, daí foi cerca de 2 horas. O caminho é relativamente tranquilo, apenas umas partes com barro (fichinha perto do que viria a frente). 
      Canyon Laranjeiras: maravilhosamente lindo, o canyon tem 3 pontos principais pra parar. A parte mais do fundo é onde fomos pra descansar um pouco e comer. Estávamos nessa função quando do nada o tempo se armou e caiu um mundo de água. Ainda bem que deu tempo que fazer uma casinha com uma lona grande que o querido Dihonatan levou. Ficamos um tempo ali até que passou a chuva e seguimos.
      Nos tracklog tem uma parte que direciona pra fazer a borda do laranjeiras. Mas como estava muito úmido resolvemos seguir a dica de um guia que estava por ali, e cortamos reto saindo do laranjeiras. 
      Nessa primeira parte já tivemos contato com nossos amigos que apareceram muito nessa travessia: OS CHARCOS! 
      Isso mesmo, lemos tanto sobre eles nos relatos que já chegamos meio preparados. Mas quando começou de verdade, que o pé afundou no barro ou na água que nos demos conta do que eram esses caras. Foi só até acostumar. 
      Chegamos então na entrada de uma floresta, onde começou uma trilha punk. Íngreme, floresta fechada, terreno encharcado (a mochila ficando presa nos galhos uhuuull) coisa linda! Depois de atravessar e subir pelo mato conseguimos ver uma abertura e chegamos a uma plantação de pinheirinhos americanos. Dali passamos uma cerca e entramos na pior parte de charcos. Apareceu outro desafio. A Viração, que é uma neblina densa que cobre tudo. 
      Decidimos acampar ali na plantação mesmo. Arrumamos as coisas, fizemos nosso super miojo e descansamos o corpo pro outro dia, nesse primeiro dia fizemos uns 7 kms. 
      O dia amanheceu com um sol tímido e seguimos viajem, andamos uns 10 kms nesse dia, passando por vários picos de tirar o fôlego. 
      Chegamos ao canyon do Funil cedo, as 15:30, e resolvemos ficar por ali pra aproveitar a vista e continuar no outro dia. Armamos acampamento e logo veio a chuva. Mas já estávamos preparados, ali perto tem um córrego que da pra tomar um banho massa. 
      Era umas 18 e a gente já estava dormindo, porque o corpo estava pedindo. Umas 2 da manhã olhamos pra fora esperando ver uma chuvarada, que o barulho lá fora tava de arrasar, mas era só o vento chegando. O céu estava limpando e lua deu seu espetáculo. Depois de um bom chá /café deu pra olhar as estrelas um tempo até o sono voltar. Aí dormimos até umas 5 e pouco, quando o vento aumentou e o sol começou a chegar. Demos muita sorte, porque o amanhecer foi coisa de outro mundo. 
      Começamos a desmontar o acamps umas 8 e demoramos porque o vento tava do caramba. 
      Caminhamos mais uns 8 kms pelas bordas dos canyons até o final da travessia onde chegamos na porteira final saindo no asfalto, perto da sub estação. Mais alguns kms no asfalto uns 3 e voltamos ao Mirante... 
      Super cansados, mas já querendo voltar e começar tudo de novo. Tivemos um almoço dos deuses lá no Mirante. Depois de quase três dias a base de miojo, uma lasanha caiu super bem. 
      É muito difícil traduzir em palavras o que é uma travessia ou trilha com montanha. Porque o sentimento só pode ser sentido, todo o desafio, desde o peso, o cansaço, o medo, até ficar deslumbrado olhando a imensidão e tendo um pouco de consciência de como somos pequenos nesse universo e como a natureza é perfeita, com respeito, prudência e amor pela natureza, concluímos com sucesso a travessia. Super recomendado. 
      🙏👏🌲🌲🌲




















    • Por Marlon Escoteiro
      Pico da Pedra - SC - março/2019
      Este pico tem 680m e esta na região de Balneário Camboriú-SC. Do topo é possível avistar desde a praia de Gravata ao lado de Penha até a ponta norte da ilha de Florianópolis. Mas a vista privilegiada é da Balneário Camboriú e itapema que estão logo abaixo com todo aquele mar ao redor.
      Desta vez fiz a trilha com minha filha de 8 anos que foi super de boa levamos 1h45min, sozinho faço em 1h.
      De carro passe pela Av. Rio Amazonas em Camboriú-SC em direção a Itapema via estrada velha, mantenha-se sempre a direita nas bifurcações acompanhando o rio a direita também. Já fiz de bike algumas vezes, é um bom rolê. A estrada sobe uma serra e termina no sítio Brilho Verde. Uma casa rural com excelente estrutura, tendo banheiros, estacionamento, serve pastel e caldo de cana. Muito organizado e limpo. 
      A trilha começa aí, no começo uma leve subida ainda em estrada, passa por uma pedreira de mármore e logo adiante se fecha em trilha dentro da mata.

      A primeira parte a subida é leve. Depois de uns 20min aparece uma bifurcação siga a esquerda pois a direita leva a uma area rural do outro lado do pico. Mais adiante vem uma parte plana passando num belo jardim de mata Atlântica. 
      Agora começa a subida são 4 lances pelas raizes e erosões. Utiliza um pouco as mãos mas bem de boa.

      O último lance já é no topo uma rampa de pedra exposta resultado da erosão de tantas pessoas q ali passaram.

      No topo a vista é magnífica. Podendo avistar todo o litoral.

       



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