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Pedra Grande - Atibaia / SP
 
Eu e meu parça Victor tiramos a quarta-feira para subirmos a Pedra Grande de Atibaia (que assim como as outras Pedras Grandes em São Paulo nos proporcionam belos panoramas).
 
Escolhemos pela trilha mais dif√≠cil, que tem seu in√≠cio dentro do Condom√≠nio Arco √ćris, pr√≥ximo a estrutura de pouso livre da cidade, bem no sop√© do monte.
 
A cada passo que dávamos o caminho se tornava mais complicado: seja pelas plantas espinhosas, as trilhas escorregadias e íngremes ou mesmo pela falta da trilha que continuava após a escalada livre de algumas pedras ou encostas.
 
O matagal vez ou outra apresentava um pouco da fauna local e quando se abriu de vez nos mostrou o grande paredão que deveríamos escalaminhar para chegar ao topo da gigantesca estrutura de granito.
 
O local √© extremamente amplo, cheio de casais realizando ensaios fotogr√°ficos e fam√≠lias se divertindo. Por meio de uma outra pequena trilha pode-se chegar em um conjunto de pedras que nos permite a vista de 360¬į das cidades ao redor, podendo se "ver tudo aquilo que o Sol toca" sendo esse mesmo o local onde a foto foi tirada.
 
ūüŹěÔłŹ A paisagem √© indescrit√≠vel...
 
√Č bom dar uma pesquisada antes de fazer a trilha para saber os caminhos e op√ß√Ķes para a volta, leve comida e recarregue os celulares, n√£o cometa os mesmo erros que n√≥s hahaha n√£o √© Vit√£o ?!
 
. ... e sempre, sempre recolham seus lixos ou de terceiros. A natureza agradece :)

Pedra_Grande_-_Atibaia_-_Segundo_Plat√ī_Pedra_Grande.jpg

Pedra_Grande_-_Atibaia_-_Primeiro_Plat√ī_Pedra_Grande.jpg

Pedra_Grande_-_Atibaia_-_Começo_da_Trilha.jpg

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    • Por Tadeu Pereira
      Salve salve mochileiros!
      Segue o relato com algumas dicas para fazer uma bela trilha onde irão encontrar algumas maravilhosas cachoeiras, belas paisagens e uma natureza fantástica bem perto da cidade de São Paulo e de baixíssimo custo. 
       
      ¬†Ida¬†- 10/09/18¬†- 05h00min¬†- S√£o Paulo x Rio Grande da Serra x Paranapiacaba - Metr√ī e Trem R$4,00 - √Ēnibus R$6,90¬†
      ¬† ¬†Partindo de S√£o Paulo do bairro¬†Perdizes Zona Oeste, peguei o Metr√ī¬†na esta√ß√£o Vila Madalena (linha verde) at√© a esta√ß√£o Para√≠so (linha Verde x Azul)¬†para baldear para a linha azul seguindo at√© a¬†esta√ß√£o S√© (linha Azul x Vermelha) onde peguei¬†para a esta√ß√£o Br√°s (linha Vermelha), para finalmente¬†pegar o Trem da¬†CPTM sentido Rio Grande da Serra que foi nossa primeira parada. O trajeto todo at√© a primeira parada teve uma dura√ß√£o de aproximadamente 1h30min . Chegando na esta√ß√£o de Rio Grande da Serra, ap√≥s sair pelas¬†catracas¬†atravessamos a linha do trem¬†e viramos para a direita na¬†rua¬†e depois viramos na primeira rua a esquerda¬†onde tem um ponto de √īnibus que leva tanto para a vila de Paranapiacaba quanto para a entrada da trilha que fica a poucos quil√īmetros de Rio Grande da Serra. O √īnibus √© do transporte p√ļblico ent√£o √© s√≥ esperar alguns minutos que logo encosta um. Mas antes de pegar o bus√£o n√≥s aproveitamos e fizemos umas comprinhas nos mercados e padarias que encontramos por ali ao lado do ponto de √īnibus, nada de mais, somente alguns p√£es, √°gua, presunto, queijo e chocolates, pois nossas mochilas n√£o poderiam ficar pesadas para fazer a trilha. Comprados nossos alimentos seguimos para o ponto e em alguns minutos o √īnibus chegou. Conversei com motorista antes e pedi¬†para o que nos deixasse na entrada da trilha da Cachoeira da Fuma√ßa e¬†minutos depois la est√°vamos na¬†entrada da trilha.¬†
       
           
       
       
      ¬† Na entrada existe uma porteira de madeira, √© s√≥¬†dar a volta e atravessar e seguir reto por esta estrada passando por baixo dos fios das torres de energia el√©trica onde existe um¬†barulho da energia correndo pelos¬†fios bem¬†sinistro mas sem perigo nenhum. Passando esses fios ai sim inicia a trilha com muita lama em alguns trechos ent√£o o cuidado tem que ser maior para n√£o acontecer poss√≠veis quedas. O inicio da trilha √© de n√≠vel f√°cil, a √ļnica dificuldade mesmo √© a lama intensa, mas aconselho a retirarem os sapatos e irem descal√ßos, assim voc√™ n√£o os suja para a volta e ainda sente a incr√≠vel energia que a natureza ir√° colocar nos seu corpo entrando pelos seus p√©s. √Č fant√°stico!
        A primeira parada na trilha foi em uma prainha de água cristalina com uma pequena queda de água, um ótimo lugar para se refrescar e tomar um pouco de sol, ficamos por alguns minutos ali vendo vários girinos e peixinhos nadando naquela água cristalina. Depois de contemplar aquele primeiro paraíso seguimos a diante. A trilha começa a ficar bem fechada mata a dentro, em alguns trechos ela irá cruzar o rio tendo que continuar a trilha do outro lado.

                
       
      ¬† Ap√≥s andar pouco mais de 20 minutos chegamos em um ponto muito legal, a segunda parada da trilha foi em um ponto onde se consegue¬†ver cidades litor√Ęneas como Cubat√£o, Santos, S√£o Vicente. Um lugar de uma imensid√£o grandiosa da natureza contrastando a mata e a cidade,¬†√≥timo lugar¬†para tirar¬†belas fotos.
       
                
       
        Seguindo a trilha mais a frente por alguns minutos já começamos a ouvir o barulho de água caindo, chegando perto do rio nos deparamos com uma grande queda de água, uma cachoeira linda, com um grande volume de água caindo. Ficamos algumas horas nesse local perplexos com a grandeza de detalhes que a natureza estava nos proporcionando. O banho de cachoeira é quase obrigatório e é de lavar a alma! Fizemos nossa terceira parada e nosso café da manha ali naquele paraíso. 
       
                

       
      ¬† Seguindo o curso do rio encontramos a trilha novamente, andamos mais alguns minutos pela mata, mas sempre do lado do rio, foi quando um clareira se abriu na nossa frente nos mostrando aquela imensid√£o grandiosa da¬†natureza novamente¬†e o rio que est√°vamos seguindo se transformando em uma queda¬†fant√°stica, a Cachoeira da Fuma√ßa. Estava ali o nosso destino, uma cachoeira majestosa com uma delicada e ao mesmo tempo brusca queda de √°gua que deixava o lugar com uma sonoridade √ļnica. Ficamos horas nesse lugar e ainda demos a sorte de n√£o encontrar muitas pessoas, pois fomos logo depois do feriado de 7 de Setembro numa segundona braba¬†hehehehe. Vantagens de quem tem folga na segunda rs.¬†¬†
       
                
       
        Foi um momento muito lindo ver aquela enorme cachoeira, aquelas montanhas rodeadas de matas verdes por todo canto e ainda contrastando com o mar ao fundo, sinceramente não estava nos nossos humildes planos toda aquela beleza de uma vez só! Mas a natureza ainda nos proporcionou uma ótima visão desta mesma cachoeira só que de frente. Encontramos alguns caras que estavam acampando por ali perto que nos indicou o caminho. Descemos pelo lado esquerdo da cachoeira por uma trilha bem escorregadia e medonha que levava de frente da cachoeira. Levamos alguns bons minutos descendo essa trilha pois foi de nível médio para difícil. A trilha estava muito escorregadia e de altura considerável então foi meio tenso a descida com as mochilas, mas conseguimos descer depois de alguns minutos e todo o esforço valeu muito a pena. A vista da Cachoeira da Fumaça de frente é de uma beleza ímpar. 
       





        
      ¬† Algumas horas se passaram com a gente ali paralisados com tanta beleza, contemplamos aquela maravilha at√© o √ļltimo momento, foi quando uma n√©voa cobriu todo lugar deixando a visibilidade muito ruim. Decidimos ir em embora pois estava ficando sem visibilidade por causa da neblina¬†e n√£o gostar√≠amos de pegar a trilha escura. Por volta das 16:30 arrumamos nossas mochilas e partimos para o retorno. Fizemos exatamente a trilha que viemos e foi bem r√°pido e tranquila.¬†
       
      Volta - 10/09/18¬†- 16h30min¬†- Paranapiacaba x Rio Grande da Serra x S√£o Paulo - √Ēnibus R$6,90¬† - Metr√ī e Trem R$4,00¬†
      ¬† Chegando na rodovia do lado direito tem um ponto de √īnibus, ent√£o √© s√≥ caminhar at√© ele e¬†aguardar pelo √īnibus¬†que em alguns minutos¬†ir√° passar, e foi o que aconteceu, em menos de 20 minutos pegamos o √īnibus¬†de volta pra Rio Grande da Serra e finalizamos mais uma fant√°stica¬†trilha bate e volta com cachoeiras e paisagens maravilhosas bem pertinho de S√£o Paulo.¬†Gratid√£o!¬†
      ¬† Espero ter ajudado em algumas dicas e fico a disposi√ß√£o para qualquer d√ļvida. Vlw
       
      Instagram:ÔĽŅ¬†https://www.instagram.com/tadeuasp/
      Facebook:¬†httpÔĽŅs://www.facebook.com/taÔĽŅdeuaÔĽŅspÔĽŅÔĽŅÔĽŅÔĽŅ





       

      ¬†‚úĆÔłŹ
       
    • Por TMRocha
      Como o ano de 2016 foi muito difícil e puxado e praticamente não viajamos, resolvi começar 2017 com uma viagem especial para Campos do Jordão, em São Paulo.
       

      Fomos na baixa temporada, já que ainda era início de janeiro e a alta temporada por aqui costuma ser em meados de junho. Mesmo assim o passeio foi muito especial. Confira como foi o passo-a-passo dessa incrível viagem.
      Caso queira acompanhar o relato diretamente pelo blog clique no link abaixo ou numa das Partes abaixo:
      http://viagensdosrochas.blogspot.com/2018/08/campos-do-jordao-e-aparecida-sp-04.html
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      Lista de Partes:
      [PARTE 01] - [PARTE 02] - [PARTE 03]
      [PARTE 04] - [PARTE 05] - [PARTE 06]
      [PARTE 07] - [PARTE 08] - [PARTE 09]
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      Para que o conte√ļdo n√£o fique massivo estarei dividindo o relato em v√°rias partes menores, e caso voc√™ queira apenas saber o que Campos do Jord√£o e Aparecida t√™m a lhe oferecer, clique num dos links abaixo, onde coloque suas respectivas dicas de roteiro:
      Dicas de Roteiro: [Campos do Jordão, SP]

      Dicas de Roteiro: [Aparecida, SP]

      E antes de seguir com o relato, no final das contas meu roteiro ficou assim:
      Meu Roteiro
      DIA 01 - Quarta, 04 de Janeiro de 2017
      [Parte da Noite]¬†Viagem de √īnibus do Terminal Tur√≠stico JK (Belo Horizonte) para Campos do Jord√£o, SP.
      DIA 02 - Quinta, 05 de Janeiro de 2017
      [Início da Manhã] Chegada em Campos do Jordão, SP
      [Parte da Manhã] Visita ao Palácio Boa Vista
      [Início da Tarde] Visita ao Auditório e Museu Felícia Leirner
      [Parte da Tarde] Compras nas galerias próximas à Ducha de Prata
      [Parte da Noite] Passeando pelo Centro Comercial da Vila Capivari
      DIA 03 - Sexta, 06 de Janeiro de 2017
      [Manhã e Tarde] Visita a Aparecida, onde conhecemos os seguintes lugares:
      - Teleférico, Torre do Mirante, Galerias, Cine Aparecida e Museu de Cera
      [De volta a Campos do Jord√£o]
      [Parte da Tarde] Miss√£o Fondue!
      [Parte da Noite] Miss√£o Pastel do Maluf!
      DIA 04 - Sábado, 07 de Janeiro de 2017
      [Parte da Manhã] Visita aos Jardins Amantikir c/ direito à pedido de casamento
      [Parte da Tarde] Compras na Galeria Vila Capivari e na Vila do Artesanato
      [Final da Tarde] Ida ao Parque dos Elefantes e Mirante do Morro do Elefante
      [Ainda no Final da Tarde] City Tour na parte residencial de Campos do Jordão em um trenzinho da Alegria
      [Quase no Início da Noite] Visita a parte de baixo do Morro do Elefante, incluso suas galerias
      DIA 05 - Domingo, 08 de Janeiro de 2017
      [Parte da Manhã] Visita ao Portal da Cidade
      [Restante do dia]¬†Viagem de volta de √īnibus para Belo Horizonte
      [Quase no Início da Noite] Chegada no Terminal Turístico JK
       
      Dito o que precisava, vamos começar!

      DIA 01 - Quarta-feira [04 de Janeiro de 2017]
      Indo de BH at√© S√£o Paulo de √īnibus
      Ainda em meados de Junho de 2016 a Lu tinha me mostrado uma super promoção da São José Viagens, que achei bem em conta, pois teríamos a oportunidade de conhecer Campos do Jordão, um lugar frio de São Paulo que possui um chocolate super gostoso [foi isso que ela ouviu dos outros, então resolvemos ir lá pra conferir]. Achei o preço tão bom que paguei o pacote inteiro à vista pra nós dois.
       
      E o tempo passou, passou mais e ... finalmente... no dia 10 de Janeiro deste ano [2017], com nossas malas já arrumadas partimos pra Belo Horizonte, rumo ao Terminal JK, que é um dos pontos de partida da empresa.


      Às 19:30h partimos da minha casa e pegamos um coletivo que foi tranquilamente até o Terminal JK. Chegamos ali próximo das 20:20h, fizemos o check-in e ficamos aguardando dar o horário, deu tempo até de comer alguns deliciosos biscoitos de queijo comprados no Carrefour.
       
      Parece que houve algum tipo de desorganização na hora da compra, e muitos turistas tinham chegado antes das 19:00h, já que o passeio estava marcado com horário errado para eles, por isso estava um alvoroço e o pessoal estava realmente estressado, mas nada que fosse nos atrapalhar.

      Luciana toda estilosa esperando a nossa vez de entrar no √īnibus!

      √Äs 22:00h entramos no √īnibus da S√£o Jos√©, mas ele n√£o saiu na hora prevista porque outro turista do nosso grupo atrasou demais. Ao que parece ele¬†[ou eles]¬†estavam vindo de Ipatinga e agarraram no tr√Ęnsito, e o bus s√≥ partiu mesmo √†s 22:20h, com destino a S√£o Paulo.

      A mãe da Lu fez até umas excelentes almofadas de pescoço pra nos desgastar menos nessa viagem.

      Se você é mineiro [ou está na região metropolitana de Minas Gerais] e deseja conhecer boas agências de viagens da região, clique no link abaixo:
       
      Conhecendo Agências de Turismo Interessantes de Belo Horizonte e Região Metropolitana
      http://viagensdosrochas.blogspot.com/2018/07/viajando-com-agencias-de-turismo.html
      DIA 02 - Quinta-feira [05 de Janeiro de 2017]
      Demos nossa primeira parada √†s 1:00h em algum Graal da beira da estrada, que n√£o consegui descobrir qual era ao certo porque estava chuviscando de leve e n√£o queria molhar a c√Ęmera ou o meu √≥culos.


      Nesse lugar a parada foi bem r√°pida, menos de meia hora, apenas pra usar o banheiro e esticar um pouco as pernas, o legal √© que o estabelecimento ainda estava decorado com algumas coisas de natal. Assim que o pessoal voltou continuamos nossa viagem de √īnibus.

      Passado mais algum tempo, √†s 4:00h da manh√£ fizemos nossa segunda e √ļltima parada do percurso at√© Campos do Jord√£o. Dessa vez at√© que eu tinha conseguido dormir bastante no √īnibus.



      Havia at√© um pequeno laguinho com alguns peixinhos que infelizmente tinham um espa√ßo muito limitado pra ficar nadando. O Graal Bela Vista √© muito grande, mas eu e a Lu nos limitamos apenas a ficar um pouco sentados no banco de fora porque ela j√° estava com as pernas doendo de tanto ficar sentada no √īnibus sem poder esticar os p√©s.

      E partimos novamente depois de mais algum tempo. 
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      Campos do Jord√£o, SP

      Campos do Jordão está localizada no interior do Estado de São Paulo, mais precisamente na Serra da Mantiqueira e fica à altitude de 1.628 metros, sendo portanto, o mais alto município brasileiro.
       
      Possui uma popula√ß√£o de pouco mais de 50.000 habitantes e est√° a 173 km da cidade de S√£o Paulo, a 350 km de dist√Ęncia do Rio de Janeiro e a aproximadamente 500 km de Belo Horizonte. Sua principal via de acesso √© a Rodovia Floriano Rodrigues Pinheiro.

      A partir da década de 50 Campos do Jordão começou a consolidar-se como um dos principais destinos de inverno do Brasil e passou a ser apelidada por muitos de "a Suíça paulista".



      Fonte Pesquisada:
      https://pt.wikipedia.org/wiki/Campos_do_Jord√£o
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      Voltando ao nosso passeio...
       
      Chegando no Hotel
      Chegamos pouco depois das 8:00h no Parque Hotel, de Campos do Jordão, que por sinal é muito bonito por fora e por dentro, e ainda por cima está numa excelente localização.



      Nosso quarto estava localizado no terceiro andar e para chegar até lá a gente sempre preferia subir pelas escadas estilosas do hotel, que iam afinando aos poucos conforme a pessoa chegava perto das pontas.

      Para quem possui dificuldades de locomoção não há problema, pois o hotel conta também com um elevador para os hóspedes. Nosso quarto era lindo, organizado e bem espaçoso, contava ainda com cobertores para os dias mais frios [que não precisamos usar] e o colchão era muito bom. Então conseguimos ter boas noites de sono em todos os dias.

      Outra coisa boa era que tanto o chuveiro quanto a pia do banheiro tinham op√ß√£o para √°gua quente e fria. A √ļnica coisa que n√£o gostei do Parque Hotel √© que o WiFi s√≥ ficava dispon√≠vel na √°rea da recep√ß√£o e n√£o tinha nenhuma internet nos quartos, e a TV tamb√©m era bem pequetita¬†[nada importante, j√° que quem veio aqui deve √© passear fora do hotel mesmo!]. Essa era a vista da janela de nosso quarto:

      Nosso roteiro do dia seria um pouco extenso. Então só tivemos tempo de lanchar e de nos arrumar, pois dentro de pouco tempo já sairíamos novamente.

      O restaurante do hotel contava com uma boa diversidade de coisas para se comer, mas que se repetem ao longo da semana, então acabou que na maioria dos dias a gente comia praticamente as mesmas coisas em nosso lanche matinal, e como o primeiro dia não estava incluso no passeio, tive que pagar a bagatela de R$ 40,00 [R$ 20,00] para cada um, somente para esse lanche.
       
      Algo que com certeza aprendemos por aqui é que comer em Campos do Jordão é algo que sempre saía bem caro para o nosso bolso!
       
      Visita ao Pal√°cio Boa Vista
      √Ās 9:00h entramos no √īnibus da S√£o Jos√© e seguimos at√© o Pal√°cio Boa Vista, que √© considerado como a resid√™ncia oficial de veraneio do governador de S√£o Paulo, e est√° localizado no Alto da Boa Vista, ainda dentro de Campos do Jord√£o.




      Andamos um pouco de √īnibus pela cidade e enquanto isso tanto o guia da S√£o Jos√©, o Adilson, quanto a guia da cidade explicavam algumas coisas interessantes da cidade para gente. Como o fato da cidade j√° ter ficado com -8¬ļC de temperatura, chegando a ter uma leve geada, e s√≥ n√£o nevou porque o clima dessa regi√£o √© bem seco.
       
      Mostraram um pouco da parte pobre da cidade e citaram sobre alguns de seus problemas, mas nos informaram que o lugar n√£o era perigoso ao ponto da pessoa entrar e n√£o sair com vida, como se acontece em algumas favelas do Rio de Janeiro.
       
      E ainda sobre algumas lendas locais, como a das árvores canadenses. As pessoas acreditam que se uma folha cair em sua cabeça você poderá se tornar milionário [mas claro, não vale retirar a folha da árvore à força e colocá-la em sua cabeça!]. Essas árvores foram plantadas na cidade como um símbolo do frio dessa região.
       
      E chegamos. De longe percebia-se que o lugar mais se parecia com um castelo por fora, mas por dentro era realmente um pal√°cio.



      Tivemos que esperar realmente um bocado na fila antes de poder entrar no pal√°cio, e como eles n√£o deixavam tirar fotos ou fazer grava√ß√Ķes l√° de dentro tivemos de guardar todas as nossas coisas num guarda-volume da entrada. Ao procurar pela internet essas foram as √ļnicas fotos que encontrei desse local:


      Por dentro o pal√°cio √© super luxuoso e interessante. Possui o piso totalmente revestido em madeira. Conta com dezenas de sal√Ķes e todos eles com m√≥veis luxuosos, alguns at√© importados de outros pa√≠ses e em sua grande maioria os objetos s√£o bem antigos, datando das d√©cadas de 60, 40, e at√© mesmo contando com algumas pe√ßas do S√©culo XVIII.
       
      Existiam espelhos de origem belga, alguns m√≥veis folheados a ouro, outros de lat√£o dourado e muitas, muitas obras de arte espalhadas por todos os c√īmodos, que iam desde est√°tuas e obras antigas a diversos quadros nas paredes, com destaque especial para a artista¬†Tarsila do Amaral.

      Essa mulher foi uma grande pintora e desenhista brasileira e era uma das figuras centrais da primeira fase do movimento modernista no Brasil, ao lado de Anita Malfatti. Seu quadro, "Abaporu" [essa coisa de pernas grandes na foto acima] inaugurou o movimento antropofágico nas artes plásticas brasileira.
       
      Eu, em especial, não sou tão fã nem de artes nem de história. Mas achei interessante passear um pouco por esse local e a visita até que foi bem rápida. Quando saímos aproveitamos e tiramos mais algumas fotos do pátio interno, onde ainda deixavam que as pessoas tirassem fotos.




      Capela de S√£o Pedro
      Saindo dali fui na Capela de S√£o Pedro, que estava praticamente do lado do pal√°cio, j√° a Lu n√£o quis entrar nesse local. √Č uma estrutura √≠ntegra de concreto armado, com as paredes de vidro, que permite que se visualize a paisagem da regi√£o. Entrei rapidamente apenas para tirar fotos dessa capela.










      Se afastando um pouco dali e descendo a rua ainda existia uma lojinha, e juntos aproveitamos pra dar uma olhadinha no que havia ali, mas acabou que n√£o compramos nada.


      Bem ao ladinho havia um jardim e mirante muito bonito, então aproveitamos pra dar uma olhada neles também.


      Essas flores são chamadas de hortênsias e são um dos símbolos da cidade. Para praticamente qualquer lugar que se olhe em Campos do Jordão nessa época do ano é possível ver ao menos algumas flores destas. Outro ponto interessante é que a cor delas muda de acordo com o PH da terra, por isso elas existem em cores variadas por toda a cidade.
       
      ¬†E voltamos novamente para o √īnibus da S√£o Jos√© para continuarmos o nosso passeio.

      Continue acompanhando, pois ainda se tem muito mais relato para contar!
    • Por TMRocha
      Aqui estou postando o relato da viagem que fizemos para a Expoflora, em comemoração aos meus três anos de namoro com a Luciana.

      Confira como foi esse passeio e conheça mais de perto essas incríveis cidades paulistas.
      Caso queira acompanhar o post diretamente pelo blog clique no link abaixo:
      http://viagensdosrochas.blogspot.com/2018/08/sao-paulo-campinas-holambra-monte-siao_3.html
      Lista de Partes:
      [PARTE 01] - [PARTE 02] - [PARTE 03]
      - [PARTE 04] - [PARTE 05]
       
      Explicita√ß√Ķes
      Alguns meses antes de realizar o passeio sentei no meu laptop com a Luciana e pesquisamos juntos para onde iríamos na nossa próxima, pois ela estava reclamando que eu estava escolhendo os passeios sozinho e por isso muitas vezes ela ia pra lugares que não gostava muito e acabava passando muitos perrengues [o que não deixava de ser verdade, pois, como ela não tinha interesse nisso eu acabava fazendo tudo sozinho, escolhendo o dito destino mesmo!].
       
      Um bom exemplo de passeio que fizemos onde tivemos muitos problemas foi o abaixo, da Serra do Cipó. Clique AQUI ou na imagem abaixo para ver como foi esse passeio.
       

      Exemplo de contratempo da Luciana nessa viagem!
      Clicar: [Serra do Cipó, MG]

      Por conta desses problemas fiz quest√£o de sentar no PC e procurar um destino junto com ela e ap√≥s alguma pesquisa ficamos entre duas op√ß√Ķes:¬†01)¬†SESC Juiz de Fora/MG com Petr√≥polis/RJ ou¬†02)¬†Holambra/SP pela S√£o Jos√© Viagens.
       
      A Luciana preferiu o passeio para Holambra porque ama flores e como boa apreciadora, com certeza se sentiria como um verdadeiro mosquito na bosta nesse local! Outro fato que pesou de não escolhermos Petrópolis e o Rio foi que em Abril já demos uma pequena passada por lá, assim não repetiríamos um passeio do estilo Sol e Praia em um período tão curto de tempo.
       
      Escolhi setembro como data dessa viagem porque no dia 01/09 faríamos três anos de namoro e achei o roteiro disponibilizado por eles perfeito para ela, pois o foco era flores e compras, duas coisas que a Lu gosta bastante.

      Antes de realizar o passeio até cheguei a cogitar em ir por conta própria, mas ao pesquisar achava os valores muito fora de mão e ainda eram apenas para Holambra. Como a promoção da São José Viagens estava realmente boa, preferi fechar o pacote com eles, pois pudemos conhecer várias cidades, nos divertimos bastante e ainda com muito conforto e segurança.

      Tivemos a oportunidade de aprender um pouco sobre a cultura holandesa mesmo estando no Brasil e como tivemos muito mais coisas incluídas no pacote [como alimentação em alguns dias], isso reduziu um pouco meus gastos extras e pudemos nos concentrar melhor na viagem propriamente dita.

      Com tudo feito, acabou que nosso roteiro ficou assim:
      MEU ROTEIRO
      Quinta, 10 de Setembro de 2015
      [22:00h]¬†Viagem de √Ēnibus do Terminal Tur√≠stico JK (Belo Horizonte) para S√£o Paulo.
      Sexta, 11 de Setembro de 2015
      [7:00h] Chegada no hotel, em Campinas - SP;
      [Parte da Manh√£]¬†Passeio Tur√≠stico em uma Fazenda de Cris√Ęntemos;
      [Início da Tarde até Final da Tarde] Expoflora, em Holambra - SP.
      S√°bado, 12 de Setembro de 2015
      [Final da Manhã até Início da Tarde] Compras em Monte Sião - MG;
      [De 14:00 às 16:00h aprox.] Compras em Serra Negra - SP;
      [Final da Tarde] Passada bem rápida em Pedreira - SP.
      Domingo, 13 de Setembro de 2015
      [Parte da Manhã até Início da Tarde] Festa das Flores e Morangos de Atibaia - SP.
      [Aprox. 22:30h] Chegada no Terminal JK, em Belo Horizonte;
      [Aprox. 23:30h] Chegada na Minha Casa.
      Relato da Viagem
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      Agora começarei a descrever o relato propriamente dito:
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      DIA 01 - Quinta-feira [10 de Setembro de 2015]
      Acordei não tão cedo como o de costume [porque estava de férias no serviço], fui até a academia de manhã, almocei e resolvi algumas pelejas que ainda precisava [como fazer o curso de inglês no CACS].

      Feito tudo, fui ao Terminal Tur√≠stico JK, no Centro de Belo Horizonte, l√° encontrei a Luciana novamente e ficamos aguardando o hor√°rio de sa√≠da do √īnibus da¬†S√£o Jos√© Viagens.



      Quando deu 22:00h, guardamos as nossas malas, entramos no √īnibus e partimos rumo a S√£o Paulo.



      Os √īnibus da S√£o Jos√© s√£o excelentes, muito confort√°veis e seguros. Possui banheiro pr√≥prio e em todas as viagens disponibilizam um guia, que auxilia o pessoal durante todo o passeio. Apesar disso eu estava com muita dificuldade de dormir e acordava direto durante a viagem, principalmente nas horas que o guia avisava que ter√≠amos as paradas.

      DIA 02 - Sexta-feira [11 de Setembro de 2015]
      Às 00:14h realizamos nossa primeira parada, no Graal Oliveira, ainda em Minas Gerais.



      √Äs 3:38h fizemos nossa segunda parada, no Graal Bela Vista (MG). Ali avistamos um cartaz bem legal de um dos lugares que passar√≠amos durante o passeio, Atibaia (SP)¬†[Mas s√≥ fui l√° no nosso √ļltimo dia da nossa viagem!].



      Chegamos no Nacional Inn por volta das 7:00h da manh√£.



      Aqui guardamos nossas coisas, nos arrumamos, tomamos um banho, lanchamos e partimos pouco depois das 9:00h. Abaixo estarei colocando como eram as nossas acomoda√ß√Ķes, que superaram e muito, todas as nossas expectativas. Achei tudo realmente muito luxuoso.







      Nosso quarto era muito amplo, possuía uma cama bem confortável, closet, sofá, mesinha para computador e até banheira. Essa era a vista que a gente tinha da janela do nosso quarto:

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      CAMPINAS, SP

      Campinas √© um dos principais p√≥los de neg√≥cio do pa√≠s, possuindo uma grande concentra√ß√£o de multinacionais, institutos de pesquisa e universidades. Para o p√ļblico que viaja a trabalho h√° hot√©is modernos e restaurantes sofisticados. Por√©m tamb√©m √© poss√≠vel viajar para l√° a lazer, pois existem bons programas de fim de semana, como passear pelos parques.
       
      No¬†Bosque dos Jequitib√°s, as caminhadas s√£o feitas em meio a √°rvores que formam verdadeiros t√ļneis. O espa√ßo oferece ainda playground, lanchonetes, museu de r√©pteis, aqu√°rio e um pequeno zool√≥gico. J√° o Parque Portugal √© procurado pela turma da corrida, que encontra uma excelente pista √†s margens da¬†Lagoa do Taquaral. Quadras poliesportivas e rinque de patina√ß√£o completam as op√ß√Ķes de atividades f√≠sicas.
       
      Se estiver viajando com crian√ßas, n√£o deixe de fazer o passeio de¬†Maria-Fuma√ßa¬†(que ocorre aos s√°bados e domingos). O trem parte da esta√ß√£o Anhumas e leva √† Jaguari√ļna. S√£o tr√™s horas de viagem ‚Äď ida e volta - com direito a monitores que contam a hist√≥ria das locomotivas e da ferrovia, al√©m de detalhes do caminho e das fazendas da regi√£o.
       
      Al√©m de Shopping Centers e de conhecer os parques, o turismo em Campinas tamb√©m conta com v√°rias op√ß√Ķes de¬†ecoturismo e aventura, com atividades como¬†Rafting,¬†Passeio de Bal√£o,¬†Passeios e Trilhas de Quadriciclo,¬†Kart,¬†Arvorismo¬†e¬†Tirolesa.
       
      Como chegar em Campinas:
      http://www.campinas.sp.gov.br/sobre-campinas/acessos.php
      Link (Turismo de Aventura e Ecoturismo em Campinas):
      http://www.aventurando.com.br/o-que-fazer-em-campinas
      Fontes Pesquisadas:
      http://www.feriasbrasil.com.br/sp/campinas/
      http://viajeaqui.abril.com.br/cidades/br-sp-campinas/o-que-fazer
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      - HOLAMBRA, SP -

      Como dito, partimos para Holambra (SP).





      Chegamos em Holambra √†s 10:00h, mas apenas compramos os ingressos da Expoflora e do Passeio Tur√≠stico para a Fazenda de Cris√Ęntemos, que preferimos realizar primeiro.





      Pegamos o √īnibus disponibilizado pelo evento e seguimos at√© a Fazenda de Cris√Ęntemos, no percurso avistamos muitas casinhas bonitas, lagoas e uma paisagem bem linda, com arquitetura sempre baseada na cultura holandesa.






      Durante o percurso era contado um pouco da hist√≥ria e de algumas curiosidades de Holambra pelo r√°dio do √īnibus. Por fim, chegamos ao nosso destino: a Fazenda Terra Viva, fundada em 1959 por uma col√īnia de holandeses, que resistiu ao tempo e se tornou uma grande produtora nos tempos atuais, possuindo mais de 12.000 hectares plantados nos Estados de S√£o Paulo, Minas Gerais, Cear√° e Holanda.

      O passeio pela fazenda é bem rápido e nele os visitantes podem apreciar os campos floridos:








      Os vasos de flores e ornamentos:









      E também os jardins verticais:







      Ainda possuíam sementes e alguns incrementos para a plantação.



      Uma curiosidade bem interessante √© que as flores de cris√Ęntemos podem ser programadas para florir em datas especiais com o uso de luzes artificiais. No inverno, quando os dias s√£o mais curtos eles usam luzes artificiais para manter as plantas em estado vegetativo para um crescimento mais vigoroso e no ver√£o, onde os dias s√£o mais longos, eles podem usar cortinas pretas para escurecer o ambiente, fazendo com que as plantas deem flores.



      Feito o passeio, voltamos ao √īnibus e seguimos novamente para a Expoflora.




      Aqui encontramos mais duas peculiaridades interessantes sobre a cidade e seus costumes: Em muitas casas h√° a inscri√ß√£o de uma √ļnica frase nas casas, que nem sempre s√£o entendidas por todos, mas que t√™m a ver com a hist√≥ria de vida do pr√≥prio morador.

      Esse por exemplo, colocou a inscri√ß√£o¬†"KREK WA'K WOU", que em holand√™s significa "Era Tudo o que eu queria"¬†[Morar numa casa linda de frente para a lagoa, que mais parecia o mar]. Os filhos dele colocaram outra inscri√ß√£o ao lado da casa dele, que significava "N√≥s Tamb√©m!". Outra coisa curiosa √© que a maioria das placas de tr√Ęnsito, telefones p√ļblicos e muitos objetos da √°rea tur√≠stica da cidade possuem formatos de flores.

      Ainda no √īnibus pudemos avistar mais de perto o Moinho dos Povos Unidos, o maior moinho da Am√©rica Latina.


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      HOLAMBRA, SP
      Festival das Flores - Expoflora

      Localizada no interior de S√£o Paulo, Holambra √© o principal polo produtor de flores e plantas ornamentais do Brasil, correspondendo por quase metade da produ√ß√£o e comercializa√ß√£o nacional de flores e plantas ornamentais. A cidade, fundada por imigrantes holandeses na segunda metade do s√©culo passado, h√° mais de 33 anos sedia a Expoflora ‚Äď o maior evento de flores da Am√©rica Latina.
       
      A exposi√ß√£o acontece todos os anos e re√ļne flores e plantas ornamentais cultivadas por mais de 300 produtores. √Č uma √≥tima oportunidade para quem gosta de admirar a arte em arranjos florais. Nesse ano (2015) teve como tema¬†Flores, Sabores e Sensa√ß√Ķes.

      Entre as atra√ß√Ķes fixas est√£o, tamb√©m, a Mostra de Paisagismo e Jardinagem, com o tema Frutos do Jardim; as tradicionais Parada das Flores e Chuva de P√©talas; o Passeio Tur√≠stico por Holambra que inclui a visita a um campo de flores; as dan√ßas t√≠picas; o Shopping das Flores e a culin√°ria holandesa, al√©m de parque de divers√Ķes, mini-s√≠tio e visita ao Museu de Holambra.
       
      Fontes Pesquisadas:
      http://www.viajoteca.com/holambra-visitando-expoflora/
      http://www.decolar.com/blog/dicas-de-viagem/o-que-fazer-em-holambra-capital-nacional-das-flores
      http://correio.rac.com.br/_conteudo/2015/02/capa/campinas_e_rmc/242955-expoflora-inicia-a-venda-de-ingressos-com-desconto.html
       
      Curiosidade:
      - Holambra √© uma antiga col√īnia holandesa e seu nome √© a jun√ß√£o das palavras Holanda, Am√©rica e Brasil. A cidade mant√©m as caracter√≠sticas, os costumes holandeses e inclusive a culin√°ria, tamb√©m divulgados durante a Expoflora.
      Fonte Pesquisada:
      http://www.aflotur.com.br/agenda/9/expoflora-2015
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      Voltamos para a Expoflora novamente e dessa vez entramos pela bilheteria.







      Ainda na entrada já é possível avistar vários arranjos florais e até alguns carros decorando o ambiente. O primeiro salão que vimos era muito grande e possuía diversas barraquinhas que vendiam as mais variadas coisas, mas preferimos passar direto por ali pra procurar algum lugar para almoçar.

      Assim, vimos uma área bem ampla com muitos restaurantes, lojinhas, jardins e muitas, muitas pessoas mesmo [Holambra é uma cidade muito turística e foi projetada para receber milhares de visitantes por dia durante o Festival das Flores].






      Estava havendo até uma pequena passeata com alguns mascotes da feira na hora, a Lu não resistiu e tirou foto com o Ype [o que ela mais queria era tirar foto com o Assolan, mas ele se afastou da gente rapidamente!].

      Nós almoçamos no Restaurante Tulipa. Que possuía algumas coisas da culinária típica holandesa, como o joelho de porco [que não comi porque a Lu falou que eu certamente não iria gostar] e o chucrute, que é uma espécie de repolho em conserva com um pouquinho de pimenta usado pelos holandeses, que resolvi colocar no meu prato.



      Com o est√īmago forrado, a primeira coisa que fizemos foi entrar na Mostra de Paisagismo e Jardinagem para ver um pouquinho do que Holambra tinha a nos oferecer visualmente.

      Mostra de Paisagismo e Jardinagem

      Nessa ala mostravam diversos tipos de decora√ß√Ķes para jardins, alguns at√© com pequenos laguinhos.






      Nesse lindo lago também havia muitos peixes.


      Mas não para por aí, muitas vezes também tinham obras de artes e até mobiliários inteiros para jardim nessa amostra:





      Os organizadores do evento tomaram todo o cuidado possível, mesmo nos pequenos detalhes e nas coisas mais simples, como na disposição dos mini-cactos, os detalhes da estátua e o réptil em cima das pedras, nas fotos abaixo:




      E também fizeram bom uso dos jardins verticais, além de sempre aproveitarem as melhores características do que pretendiam para harmonizar melhor as flores com o ambiente.
















      Saindo dali aproveitei e pedi a Lu para tirar uma foto minha com uma pintura artística ao fundo.


      Próximos dali entramos em outra galeria:

      Exposição de Arranjos Florais

      Aqui dispuseram flores e mais flores em diversos tipos de arranjos, sempre muito lindos.

















      Os arranjos florais em formato de arco da saída dessa galeria por si só tinha uma beleza espetacular.

      Acompanhe também a segunda parte, que está logo a abaixo.
    • Por TMRocha
      Tive a oportunidade de viajar a trabalho pelo Museu Itinerante da UFMG no evento da SBPC que ocorreria em São Carlos (SP) em julho deste ano [2015]. 
       

       
      Achei muito bom porque pude conhecer uma nova cidade de outro Estado até então desconhecida para mim [nunca tinha ouvido falar sobre essa cidade, apesar dela ser famosa]. Confira agora como foram meus dias por aqui e também o que aconteceu nesse evento.
       
      Se desejar ir direto para as Dicas de Roteiro sem ver o relato da minha viagem em si, clique no botão abaixo:

       
      Caso queira acompanhar diretamente pelo blog clique em algum dos links abaixo:
      http://viagensdosrochas.blogspot.com/2018/08/67-sbpc-em-sao-carlos-sp-11-18072015.html
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      [PARTE 01] - [PARTE 02] - [PARTE 03]
      [PARTE 04] - [PARTE 05] - [PARTE 06]
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      Sem mais delongas, vamos começar com o relato propriamente dito.
      RELATO DA VIAGEM
      DIA 01 - Sábado [11 de Julho de 2015]
      Levantei bem cedo, √†s 5:00h, porque tinha de chegar at√© a UFMG antes das 8:30h, hor√°rio de partida do nosso √īnibus. Ent√£o, ap√≥s acordar, escovar os dentes, guardar o laptop e dar as √ļltimas mexidas na mala, despedi da minha fam√≠lia e fui para o ponto de √īnibus.

      Curiosamente, minha maior preocupação não era o trajeto em si, nem o tempo que ia demorar, e sim não ser assaltado no ponto, porque de acordo com minha mãe algum bandido [ou quadrilha de vagabundos] passou a atuar na região por esses dias e chegaram a assaltar três dos nossos vizinhos, todos antes das 6:00h, nessa mesma semana.

      Felizmente n√£o tive nenhum problema e pude seguir viagem normalmente, primeiramente pegando um √īnibus at√© a esta√ß√£o de metr√ī do Eldorado e depois o MOVE at√© chegar √† UFMG, em Belo Horizonte. Ali fiquei mexendo no computador do meu trabalho at√© dar a hora de partir.



      Com os membros do Museu Itinerante reunidos, nosso micro-√īnibus partiu e seguiu viagem rumo a S√£o Carlos. De acordo com o pessoal do museu o trajeto demoraria cerca de 9 horas.

      O micro-√īnibus seguiu viagem por cerca de tr√™s horas. Quando deu quase meio dia demos nossa primeira parada para almo√ßar no¬†Restaurante Bianchini Mar de Minas, em Formigas, MG.




      A comida era cobrada a quilo, por isso n√£o coloquei tanto. O que mais gostei foi que o pudim de sobremesa era cortesia da casa! Aproveitei e fiz quest√£o de enviar uma mensagem pra Lu dizendo assim:

      - Estou comendo um pedaço de pudim pensando em você!


      Após almoçar saí dali e fui dar uma olhada de como o lugar era por fora, também tirei a foto ao lado da estátua da águia, mas acho que ela não estava querendo tirar foto comigo naquela hora, por isso virou a cara!

      Assim que todo mundo encheu o bucho seguimos viagem por pouco mais de meia hora e quando est√°vamos passando por Pimenta (MG) o pneu do micro-√īnibus estourou, por isso tivemos que parar por pouco mais de 40 minutos para trocar o pneu pelo estepe¬†[demos sorte porque perto dali havia uma borracharia].


      O pessoal até aproveitou para sentar e descansar um pouco, tinha gente que queria comprar água, ir no banheiro ou comprar alguma coisa, mas não foi possível porque simplesmente não havia nada nas proximidades dali além de residências.

      Depois que o borracheiro trocou o pneu pelo estepe, seguimos viagem novamente e às 15:50h demos nossa segunda parada, no Iguatemi Restaurante & Lanchonete, localizado no povoado de Iguatemi, até então desconhecida para mim.

      Aproveitei para comprar um pão de queijo e uma água [tinha esquecido de comprar uma água quando saí de casa]. Achei a paisagem muito bonita e a colina ao fundo do restaurante um esplendor da natureza. Pelo que vi essa região é turística e possui muitas trilhas e cachoeiras.

      Poucos minutos depois partimos novamente, dessa vez seguindo direto até São Paulo. Quando deu aproximadamente umas 19:30h chegamos em São Carlos (SP), mas aqui houve uma pequena confusão, pois o motorista não conseguia localizar os hotéis, então foi uma verdadeira labuta, demos voltas e mais voltas pela cidade, chegamos à portaria da UFSCAR [Universidade Federal de São Carlos, onde ocorreria o evento], fomos de um lado para o outro e do outro para um e rodamos, rodamos e rodamos ainda mais, mas o motorista não conseguia encontrar os hotéis onde o pessoal iria se hospedar.

      Por sorte quase todos os meus colegas possuíam GPS e foram ajudando os motoristas, que depois de bastante persistência acharam o primeiro hotel, e assim foi indo e foram entregando o povo em seus respectivos lugares, [eles desceram no Hotel Nacional Inn, Hotel Perea e também no alojamento da UFSCAR]. Desci do bus quando deu quase 21:00h e entrei no Hotel Slaviero.


      Ali encontrei o meu companheiro de quarto [O Jason, que também ajuda na coordenação do Museu], tomei meu banho, escrevi o esboço do relato desse dia, fiquei mexendo no laptop e conversando com a Lu pelo Facebook e depois fui dormir.

      Assim, terminou o dia, no próximo dia seria o dia da montagem dos experimentos do caminhão.
      DIA 02 - Domingo [12 de Julho de 2015]
      Acordei mais ou menos às 7:30h, aproveitei para tirar algumas fotos do meu quarto [minha cama está muito bagunçada porque não consegui dormir direito por algum motivo e mexi demais enquanto dormia].



      Vista da janela do quarto:

      E então fui ao refeitório lanchar.



      Achei o refeit√≥rio muito luxuoso¬†[ali√°s, tudo nesse hotel sempre estava brilhando e todo o mobili√°rio era super confort√°vel e lindo]. Al√©m de tudo isso ainda contava com tantas op√ß√Ķes de lanche que deu para variar bastante meu lanche matinal no decorrer dos dias em que estive hospedado por aqui.

      Como ainda estava com tempo, resolvi tirar algumas fotos do hotel e de seus entornos.




      O Slaviero é tão chique que possui até esse avião [foto abaixo], que futuramente será uma suíte de luxo para os hospedes mais endinheirados. Infelizmente a parte de dentro ainda está em construção.

      O pessoal havia combinado de esperarmos √†s 8:30h na frente do hotel, mas o motorista ficou perdido novamente¬†[realmente √© bem complicado andar por essas bandas, as pistas s√£o bem confusas e existem muitas rotat√≥rias, como o pessoal do Museu Itinerante estava distribu√≠do por 4 hot√©is diferentes, complicou bastante pro motorista acertar ao certo todos os locais, e pra ajudar tiveram algum problema com o √≥leo do micro-√īnibus, o que contribuiu ainda mais para o atraso].

      Quando deu 10:00h partimos de bus até a UFSCAR.

      Achei o Campus da universidade¬†gigantesco, ao ponto que √© bem custoso algu√©m resolver andar a p√© at√© chegar ao pr√©dio que deseja dentro do campus. Depois de descer do micro-√īnibus come√ßamos a ajudar na montagem da exposi√ß√£o da¬†SBPC.

      Abaixo coloquei uma foto aérea para se ter um pouquinho de noção do tamanho dessa universidade:

      Antes de prosseguir com o relato da montagem vou explicar um pouco sobre o evento da SBPC.
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      CONHECENDO A SBPC

      A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência [SBPC] foi fundada em 1948 com o objetivo de unir o pensamento científico brasileiro, motivado pela chegada de grandes cientistas europeus, trazidos ao país para implementarem as universidades brasileiras, em particular a Universidade de São Paulo (USP), criada em 1934, na cidade de São Paulo.

      Desde 1949 a SBPC realiza as suas reuni√Ķes anuais com a presen√ßa de mais de dez mil cientistas, pesquisadores, professores e estudantes de todos os n√≠veis, em diferentes partes do Brasil. Mesmo com as dimens√Ķes continentais brasileiras, anualmente participantes de todo o pa√≠s, e muitos estrangeiros, se deslocam para participar da principal reuni√£o cient√≠fica brasileira.

      Já está na sua 67ª reunião anual e o Museu Itinerante da UFMG foi um dos convidados a participar dessa feira. Como de vez em quando ajudo o Museu fui convidado a trabalhar ajudando eles nesse evento.

      Fonte Pesquisada:
      https://pt.wikipedia.org/wiki/Sociedade_Brasileira_para_o_Progresso_da_Ci%C3%AAncia
       
      Veja o vídeo abaixo sobre o Tema da 67ª Reunião da SBPC - Luz, Ciência e Ação:

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      Trabalhei muito no processo de montagem das exposi√ß√Ķes, isto √©, tiramos tudo que t√≠nhamos de tirar de dentro do caminh√£o e colocamos essas coisas dentro de um dos estandes da SBPC Jovem, uma tenda que estava um pouco longe, por√©m foi bem tranquilo porque o evento disponibilizou dois carregadores para ajudar a transportar as coisas mais pesadas.

      Vídeo ilustrando um pouco como é o processo de retirada das coisas de dentro do Caminhão do Museu Itinerante:

      Basicamente o processo funciona assim: primeiro se abre a tampa lateral do caminhão, e depois as duas portinhas [uma próxima da cabine e outra no fundo do caminhão], mais uma rampa de acesso aos cadeirantes, que é aproveitada para transportar as caixas e a gente vai tirando os experimentos, um a um e os levando para o local desejado.





      Nosso objetivo era ir dispondo aos poucos os experimentos externos que foram trazidos de dentro do caminh√£o do Museu Itinerante para ficar de um jeito em que n√£o atrapalhasse o fluxo de visitantes e fosse mais ou menos dividido por categorias, que para essa feira ficou disposto assim:

      - Experimentos de Biologia e Vida;
      - Experimentos de Física, Energia e Luz;
      - Desafios para os participantes.

      Demorou realmente um bocado porque o eletricista do evento não estava conseguindo ligar a eletricidade do caminhão no início, por isso perdemos quase três horas sem poder fazer muita coisa, somente depois de todo esse tempo perdido é que o "grosso" do processo de montagem foi realmente feito.








      Agora j√° estava dando para perceber um pouco como estava ficando.





      Quando estava dando umas 14:30h resolvemos ir almo√ßar. Todo mundo pegou o micro-√īnibus e seguimos at√© o¬†Shopping Iguatemi, √ļnico Shopping da Cidade, que estava bem cheio nesse dia.

      Por dica da Edna da coordenação do Museu Itinerante, resolvi comer um Gnocchi no Spoleto, que estava muito gostoso.

      Também aproveitei para comprar água e mais um ou outro biscoito [normalmente quando viajo acabo comprando muitos biscoitos para baratear um pouco nos custos de alimentação].

      Ao sair ainda aproveitei para tirar uma foto dos pr√©dios ao longe. Dali pegamos o bus de novo e voltamos at√© a UFSCAR, onde continuei a ajudar o pessoal do Museu Itinerante na montagem das exposi√ß√Ķes externas.

      Em um dado momento ajudei um pessoal que estava passando nesse pedacinho [que toda hora eu passava] e pedi ajuda para que tirassem uma foto minha nesse mural da SBPC.

      Continuamos com esse processo de montagem até que deu umas 18:00h [tirei essa foto aí porque sempre que passava por esse pedaço observava os visitantes tirando Selfie, aí pedi para que tirassem uma foto minha com esse painel ao fundo].
       
      Assim, esperamos o micro-√īnibus¬†[que foi cedido pelo Coltec para facilitar nosso transporte pela cidade].¬†Peguei o bus junto com o restante do pessoal. Alguns colegas resolveram dar uma ida no bar e cada um fez o que desejava. Como estava cansado preferi ficar quietinho no hotel novamente.

      Infelizmente o processo de montagem demorou demais devido aos v√°rios problemas que tivemos¬†[atraso do motorista, falta de energia por mais de tr√™s horas durante a montagem e por a√≠ vai], e isso me impediu de ir at√© o Museu da TAM e ao Parque Ecol√≥gico de S√£o Carlos, que eu desejava tanto conhecer e para mim esse seria o √ļnico dia dispon√≠vel.

      O centro da cidade funciona praticamente até as 18:00h e depois disso boa parte da cidade para. Por isso preferi ficar quietinho novamente no hotel e outra vez fiquei conversando com a Lu pelo meu laptop.

      Outro ponto que me ajudou a gastar muito pouco nessa viagem √© que eu precisava juntar dindo para resolver algumas pend√™ncias pessoais¬†[cobrir gastos outras viagens pessoais, gastos com meu curso e interc√Ęmbio num futuro pr√≥ximo]. Tamb√©m aproveitei para assistir um pouco da TV Local enquanto descansava.

      Finalmente chegou ao fim do nosso segundo dia em S√£o Carlos, no pr√≥ximo dia a feira a SBPC come√ßaria a receber o p√ļblico em seu primeiro dia de exposi√ß√Ķes.
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