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PRIMEIRO MOCHILÃO! UK-2017 (INGLATERRA E ESCÓCIA - 21 DIAS - JUNHO)

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DIA 8 – 11/06/2017 – DOMINGO

Nesse dia meu plano era visitar a cidade de Cambridge. Meu trem sairia as 09:00, então pra não correr o risco de perder, acordei as 07h, só me arrumei e já segui para a estação de trem. Esse trem sairia da estação de Liverpool Street, que é um pouquinho mais longe, então o metrô até lá levaria mais tempo.

Uma coisa que ninguém quase nunca fala nesses relatos é: como viajar cansa! Gente, sério, pelo menos em Londres que é uma cidade plana e que passa a impressão de que tudo fica perto, você acaba andando muito mais do que sequer imagina ser capaz! E como anda olhando pros lados e tirando fotos e observando a arquitetura e a paisagem, você nem percebe o quanto tá andando... até a hora que para e senta e suas pernas quase desmontam!

Eu estava sem preparamento físico nenhum pra essa viagem, saí de uma vida totalmente sedentária para caminhar quilômetros e quilômetros por dia. Meu corpo aguentou, mas gente, a canseira era grande de vez em quando viu... por mais lindo que tudo é, tem horas que dá vontade de chamar um táxi e ficar bem aconchegado no banquinho enquanto ele te leva pra algum lugar haha

Mas enfim, cheguei na estação, a passagem dessa viagem já tinha vindo no meu e-mail, então não precisava trocar nas máquinas. Cheguei um pouco mais cedo, então aguardei aparecer no telão de qual plataforma meu trem sairia e segui pra lá assim que foi anunciado. Nesse trem para Cambridge não haviam reservas de assentos, então só procurei por um que fosse virado para a direção da viagem e me ajeitei (os trens tem bancos virados pra ambos os lados porque eles viajam pra ambos os lados – coisa que eu não sabia porque hey, nunca andei de trem na vida, mas sim, eles não precisam “dar a volta”, e como me dá náusea andar de costas pra direção da viagem, tive a preocupação de sempre quando possível reservar assentos virados pra direção que o trem estivesse indo - que não necessariamente era pra “frente”).

Não sei o que estava acontecendo naquele dia, mas era um domingo no final do semestre e o trem estava basicamente ocupado por pessoas orientais com roupas sociais (tipo aqueles uniformes de escolas particulares onde os adolescentes usam terno e gravata pra aula?). Não sei se era alguma visita de alguma escola chinesa, japonesa ou coreana para a universidade, mas eles estavam conversando em uma dessas línguas entre si. Achei tão primeiro mundo isso haha

Fiquei ouvindo música no meu lugar até chegar lá, de Londres a Cambridge o trem levou cerca de uma hora.

Havia dado uma olhada no mapa da cidade antes da viagem e sabia que a estação de trem ficava um pouco afastado do centro de Cambridge, onde ficam as universidades e as capelas. Como eu não havia tomado café da manhã e estava com um pouco de fome (eram umas 10h), parei em um Café Nero logo em frente da estação e pedi uma limonada suíça, um croissant de manteiga e um de chocolate, deu £ 6.50+-. Tava maravilhoso! Esses croissant do Nero são divinos e eu comi várias outras vezes. Sentei em um dos banquinhos do lado de fora pra comer e depois segui em direção ao centro.

Esse foi um dos momentos em que eu queria pedir um táxi e só ficar sentadinha enquanto ele me levava até lá. O caminho até lá não tem nada de especial, é só uma rua/avenida normal, e, junta o cansaço das pernas, a vontade de ter ficado dormindo mais um pouco, a falta de coisas lindas nesse trecho em particular... nossa, deu um desânimo haha Por isso que falo, viajar sozinho é maravilhoso, mas nesse momento em particular, se tivesse tido alguém junto pra ir conversando, parece que teria chegado mais rápido. Mas enfim, pequeno momento depressivo superado haha fui chegando mais perto do centro e começaram as construções mais antigas e bonitonas.

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Chegando na Market Square, percebi que havia uma feira acontecendo, como era domingo de manhã imagino que seja a feira recorrente da cidade e não algo que estava acontecendo por uma ocasião especial, ou algo do tipo. Haviam barracas de comidas, souvenirs, roupas, bordados, bijuteria, prata celta (ou é o que eles dizem haha), livros, discos, enfim, de tudo!

Passei também por algumas das lojas que estavam abertas na rua da praça, e entrei pela primeira vez numa papelaria inglesa. Gente, só quem me conhece pra entender minha obsessão com artigos de papelaria hahahaha Quando entrei naquela WHSmith meu coração bateu mais rápido ❤️ Que lindo lá dentro! Só quem tem esse amor por papel me entende nessas horas hahaha Comprei um caderno de tamanho médio com três divisórias por £ 3.90 e um estojo com 20 canetas da Stabilo por £ 7.99 numa promoção *--*

Sai de lá e fui em direção a King’s College.

Por orientação da Adriana, daqui do Mochileiros mesmo, pesquisei antes quais College’s estariam abertas a visitação, porque em época de provas elas fecham para os turistas.

Acabou que todas que me interessavam estavam fechadas haha

Assim que você entra na King’s Parade já existem dezenas de estudantes oferecendo o passeio de Punting, então caso não tenha pesquisado ou reservado anteriormente, pode comprar lá na hora. Eu já havia reservado o meu pelo site do Visit Cambridge porque saia a £ 15, enquanto os passeios lá na hora geralmente saem a £ 20 ou £ 25, dependendo da temporada e da disponibilidade naquele dia.

Eu tinha anotado alguns lugares para visitar, lugares que pelas minhas pesquisas estariam abertos, a Great St. Mary’s Church, King’s College Chapel, The Round Church e o Museu Fitzwillian.

Li que o que vale muito a pena na Great St. Mary’s é a vista, mas que a igreja em si não é imperdível, então como não estava a fim de subir muitos degraus, acabei não visitando, só passei na frente.

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Para visitar a capela da King’s College é necessário comprar o ingresso, £ 9, ele é vendido tanto na loja da universidade, na King’s Parade, quanto na entrada da capela em si, que é por trás, meio escondida.

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Por eu ser a louca da pesquisa, me surpreendeu como eu havia ignorado a Capela de King’s College durante todo o planejamento dessa viagem... eu realmente não sabia nada dela! Aliás, mentira, eu sabia que a King’s College havia sido fundada pelo Rei Henry VI. Mas só. E, gente, como ela é linda!

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Eu não fazia ideia.

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Nessa hora a bateria da minha câmera estava acabando, o que me deixou muito puta porque ela parecia estar escolhendo os dias mais legais pra me deixar na mão.

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A capela é tão enorme e comprida que você fica até meio perdido de pra onde olhar. Tirar fotos lá dentro então é um pesadelo, porque você quer pegar o chão, as paredes, os vitrais e o teto tudo na mesma foto hahahaha

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Ela é linda, e dentro dela também existem aquelas pequenas capelas individuais, todas muito bonitas!

Existe um pequeno passeio dentro da capela também, você entra por uma porta lateral e tem uns painéis e alguns objetos em exposição, tudo relacionado a fundação e construção da Capela.

Fiquei um tempo sentada lá, só olhando tudo e tirando fotos. A bateria da câmera acabou aí.

Quando sai de lá eram perto das 14h, decidi já ir a caminho do passeio de Punting – não sabia quanto tempo levava o passeio, imaginei que cerca de 30 minutos (foram 40~45 minutos) – então abri o aplicativo de mapas do meu celular e joguei o nome da empresa pra ver onde ficava exatamente. Assim como a maioria das empresas que fazem Punting, as barracas ficam na beira do Rio Cam. A que eu havia reservado, naturalmente, era a mais afastada no mapa haha

Segui pra lá olhando sempre no mapa, não podia me dar ao luxo de me perder em Cambridge, afinal, não tinha tanto tempo assim na cidade. No meio do caminho, ao virar uma esquina, dei de cara com a igreja redonda! Nem acreditei na minha sorte, porque achei que não ia dar tempo de visitar ela.

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Achei ela pequena e charmosa de fora, e, assim que entrei, um senhor sentado numa mesinha já me recepcionou muito bem. Não lembro com exatidão quanto custou o ingresso, mas foi algo na faixa de £ 3.50~£ 4.50, e ele ainda me perguntou se eu era estudante no Brasil, porque se fosse o caso, eu teria direito a desconto no valor da entrada. Pensei comigo mesma pela milésima vez “que diferença!”, por aqui ninguém não só não oferece, como nem sequer se importa em te lembrar que você pode ter direito a um desconto ou meia-entrada.

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A igreja por dentro também é bem pequena e pra muita gente talvez não chegue a interessar, mas eu achei muito fofa, e adorei como eles se esforçaram pra tornar aquele ambiente um pouco mais do que ele é, dar um apelo a mais. Ela é uma das únicas igrejas redondas que remanescem na Inglaterra, sobreviventes do tempo, e anteriores as construções das igrejas em formato de cruz.

Existem vários painéis que fazem o círculo da construção original contando sobre a fundação e construção da cidade de Cambridge desde os celtas. Também há exibição de um documentário, que agora não lembro o tema exato, mas era relacionado a cidade, em um lado da igreja.

Em um dos painéis informava que existia tour guiado em certos horários, pelo que vi tinha um terminando no momento que cheguei, mas não é extremamente necessário para a construção - deve ser interessante para saber mais sobre a cidade.

Como eu tentei realmente ler todos os painéis, devo ter levado uns 30~40 minutos por lá, mas a visita em si dá pra fazer em 10 minutos.

Quando sai de lá já eram mais de 15h. Finalmente fui em direção ao Rio Cam e a Margareth’s Punting Company.

Quando encontrei o point deles perto do rio, só entreguei meu e-mail com a confirmação da compra e ela já me encaixou no próximo passeio, que sairia as 16h.

Aqui foi uma das maiores raivas da minha câmera na viagem! Ela me largou em momentos de necessidade duas vezes importantes, aqui foi uma delas. Só consegui tirar fotos e filmar o passeio com meu celular, que então começou a anunciar que estava de saco cheio, digo, armazenamento cheio!

O passeio é lindo. Incrível. Foi uma das melhores experiências de toda a viagem. Meus companheiros de viagem foram um grupo de amigos da Colômbia e uma família chinesa que mora na Inglaterra. A filha do casal chinês era uma graça, ela que manteve o nosso guia/motorista sempre falando e ocupado.

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Que passeio mais gostoso! Ele vai realmente contando histórias sobre a arquitetura dos prédios, a vida universitária, a própria história das universidades... é demais :D Passeio que eu mais recomendo da viagem toda! Na ida a Cambridge poderia não ter acontecido mais nada, que só de fazer esse passeio já teria valido a pena!

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Por ser domingo, achei que a cidade não estaria tão cheia... como estava enganada! Ela estava lotada de turistas! E mais de uma vez ouvi o “brasileiro” sendo falado nas ruas.

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Quando terminou o passeio de Punting eram quase 17h, meu trem sairia as 17h29, então comecei a caminhar de volta pra Market’s Square e de lá para a estação de trem.

No meu ritmo – e nessa hora eu já estava bem cansada – eu levaria uns 20 minutos da praça central até a estação, e da estação de Punting até a praça central mais uns 10 minutos, então decidi que não ia tentar correr pra pegar o trem não... se perdesse, perdeu, em seguida teria outro de qualquer forma.

Realmente não corri, fui andando tranquila, parei pra comprar um sorvete (que por sinal era vendido em barraquinhas em cada esquina da cidade), duas bolas saíram £ 4.00+-. Quando cheguei na estação era 17:36.

Comprei uma nova passagem de volta pra Londres, +-£ 17, e segui meu caminho feliz da vida.

Além do café da manhã e do sorvete, não havia comido mais nada durante o dia, e estava com uma ânsia por comida de verdade... que vou te contar! Estava com vontade de experimentar comida indiana já fazia algum tempo, então decidi que hoje seria o dia. Meu gasto com alimentação estava bem abaixo do esperado então ia me dar ao luxo de comer num restaurante de verdade.

Assim que cheguei no hostel troquei meu tênis por uma sapatilha, troquei minha parka gigante por um casaco preto menos esportivo e joguei no google “best indian restaurants in London”. Várias opções apareceram, dentre essas eu vi quais eram mais acessíveis no TripAdvisor e acabei me decidindo pelo Massala Zone. Vi que o restaurante fechava aos domingos as 22h, como ainda eram 20h imaginei que daria tempo, e lá me fui.

Depois descobri que havia mais de um Massala Zone em Londres – eu fui no que fica próximo a Carnaby Street.

Decidi que iria de ônibus, porque uma das linhas que passava na Finchley Road (rua debaixo do hostel) ia direto para Oxford Circus, e de lá seria fácil terminar de chegar a pé até o restaurante. Foi o que fiz. Fora do horário de pico os ônibus são rapidinhos pra chegar onde precisam. Aaah, detalhe! A bateria do meu celular havia acabado em Cambridge, por causa das fotos e vídeos do passeio de Punting, então eu sai do hostel só com a minha câmera (cuja bateria eu carreguei durante a viagem de trem – vários trens tem entradas de usb e energia então dá pra aproveitar pra carregar os eletrônicos enquanto viaja!).

Cheguei no ponto onde ia descer e peguei o mapa, onde já tinha marcado a localização do restaurante e só segui reto, certa do que eu estava fazendo.

Pensei que tinha alguma coisa estranha porque tudo parecia muito residencial, mas ok, era uma região da cidade que eu não havia explorado ainda então vamos lá.

Ok. Depois de andar por uns 15 minutos e chegar exatamente onde meu mapa estava riscado, percebi que alguma coisa estava definitivamente errada. Parei numa esquina, olhei pra todos os lados, e fui na direção da rua que parecia ter mais movimento de carros.

Quando cheguei lá tentei reconhecer os prédios, as placas com os nomes das ruas, qualquer coisa! Nada.

Finalmente, quando passei na frente de um prédio bem bonito, cheio de carros na frente (acho que era uma casa do governo ou algum baile muito chique, pela pompa do lugar), vi uma fileira de carros pretos parados. Táxis! Terminei de caminhar só até a próxima esquina, continuei sem reconhecer nada. Desisti. Voltei até a fileira de táxis e andei pela primeira vez num black cab.

Ele me levou até a porta do restaurante, não lembro quando custou a corrida, mas foi cerca de £ 7. Descobri então o meu erro. Eu havia feito o caminho certinho, na direção errada hahaha

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Quando cheguei no restaurante nem sei que horas eram, mas já devia passar das 21h. O restaurante não estava lotado, então assim que dei meu nome, já me sentaram numa mesa para duas pessoas, ao lado das janelas.

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Nunca tinha comido comida indiana na vida, então estava ansiosa para provar. Quando recebi o menu tive minha primeira decepção: eles não tinham Chicken Tikka Massala. Enquanto pesquisava sobre restaurantes e assistia vídeos de viagem no youtube, encontrei várias referências a esse prato indiano, que era dito ser um pouco mais suave, e uma boa escolha pra quem está experimentando pela primeira vez e quer pegar leve na pimenta. O segundo prato que tinha ouvido falar era o Butter Chicken. Como não quis ser muito aventureira – até porque sou alérgica a bastante coisa – decidi ir por ele mesmo.

Existia a opção de pegar o prato com um acompanhamento “puro”, ou ele num combo com vários outros acompanhamentos. Escolhi a segunda opção. Para beber pedi um suco de laranja (não bebo álcool).

Assim que experimentei já senti a pimenta... gente, o negócio é forte mesmo! Haha

Enquanto comia, pedi um copo de água da torneira pro garçom, pra ajudar a amainar a pimenta. Ele me trouxe logo uma jarra haha Também acabei pedindo outro suco. Ao fim, a conta, com gorjeta, deu £ 25.03 . Não dei conta de comer tudo, e o pior é que nem foi pela pimenta, porque era só tomar água que ajudava. Meu problema foi o curry. Tudo que veio no prato parecia ter curry e o sabor começou a me deixar de estômago embrulhado. O frango era saboroso, e tudo era bem temperado. Mas em tudo tinha curry.

Valeu a pena por ser uma experiência gastronômica nova, e o restaurante é super bem avaliado e todo mundo que estava lá parecia estar adorando tudo! Então, pra quem gosta, eu recomendo o restaurante sim, porque a comida estava boa (dentro do que eu consegui comer haha), o serviço foi ótimo e o ambiente também era bem gostoso, mais familiar, não tão baladeiro ou exclusivo. Gostei muito e me senti super a vontade, mesmo estando sozinha! :D

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Finalmente quando sai do restaurante já era quase 23h. Fiquei com dó dos funcionários, porque nas mesas ao meu redor as pessoas ainda estavam comendo e conversando animadas, sem a menor cara de que iriam embora tão cedo.

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Quando cheguei no hostel estava realmente acabada. Tomei um belo de um banho, me enfiei debaixo das cobertas na cama e fiquei assistindo Gilmore Girls na Netflix até quase uma da manhã hahaha Não tinha nada planejado pro dia seguinte, exceto a visita ao Sky Garden no fim da tarde e planejava acordar na hora que Deus quisesse, sem despertador nem nada disturbando meu soninho.

GASTOS:

Alimentação £ 35.53 (Café Nero + Sorvete + Massala Zone)

Atrações £ 28.50 (Kings College Chapel + passeio de Punting + Round Church)

Transporte £ 37.00 (passagem de trem + passagem do trem que eu perdi + taxi)

Souvenirs!

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DIA 9 - 12/06/2017 – SEGUNDA FEIRA

Não lembro a hora que acordei, nem a hora que sai do hostel, só sei que foi meio tarde e que eu tomei um copo de leite com café e parti rumo a National Gallery.

Como já disse, visitei ela meio por cima no meu segundo dia em Londres, mas como minha câmera ficou sem bateria, eu decidi que voltaria novamente. Fui direto pra lá, e dessa vez fiz a visita certinho. Passei no balcão de informações, peguei o mapa (£ 1) e iniciei minha visita. A entrada é gratuita.

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Que lugar incrível! Esse foi meu museu preferido... não entendo quase nada de arte, mas não deixo de apreciar por esse motivo. Fico perdida no meio daquelas pinturas lindas, tanto dos “quase-anônimos” quanto dos grandes mestres.

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As pinturas são maravilhosas.

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O prédio em si é lindo de viver.

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Vale muito muito muito a pena visitar.

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Eu quase me dou ao luxo de dizer que passei por todas as salas (exceto as de exibições temporárias), e não devo ter ficado mais de 2h30 lá dentro, então mesmo se estiver com pouco tempo, ou não seja tãaao interessado em arte, dá pra perder uma meia hora por lá pra ver, pelo menos, os clássicos :) 

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Quando sai de lá estava com fome, então procurei qual Shake Shack ficava mais próximo, porque né, quando você acha algo que gosta no meio de um mar de coisas que não gosta... O mais fácil de chegar era o que ficava no Soho, então peguei o metrô ali em Charing Cross (na frente do museu) e desci na estação de Piccadilly Circus, terminei de chegar a pé. Lá eles têm um segundo andar, onde só tem mesas, então fiz meu pedido, peguei meu lanche e sentei numa mesinha na janela. Quando olhei pro lado nem acreditei no que vi... M&M’s World! :D Já sabia meu destino depois que terminasse de comer haha

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Geeeente, que loja mais incrível! Você nem precisa gostar de M&M pra ir naquela loja... Se não me engano tinha um andar pra cima, num mezanino, o térreo, na altura da rua, e dois andares pra baixo. A loja é imensa, tem de tudo o que você imaginar relacionado a M&M e todas as cores do doce que você quiser, seja de chocolate ou de amendoim.

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Não ia comprar nada, porque tudo é bem caro e eu tinha comprado um pacote grande de M&M no mercado no outro dia por tipo £ 1.50. Maaaas, é claro que eu vi a caneca mais linda da face da Terra e ela necessitava ser minha, dai ferrou. Custou um pedaço do fígado, mas valeu cada centavo ❤️ £ 12.95 essa belezura (e, depois que fiz as contas, não achei tão cara, primeiro porque ela é enorme, segundo, vai tentar comprar uma dessas aqui pra ver se paga menos de 50, 60 reais... então achei que foi um gasto ok!).

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Também tinha que levar um pouco de M&M da própria loja né, então peguei um copo, que tinha preço fixo de £ 6.95 e você enchia com o quanto quisesse – se a tampa dele fechasse, tava valendo! Tinham também saquinhos, que daí eram cobrados por peso, não lembro quanto era, mas não era pouca coisa, e a maioria das pessoas tavam pegando com ele. Eu acho que elas pensaram que era £ 6.95 só o copo, e mais o peso dos doces depois – mas era £ 6.95 o copo cheio!

Tinham umas mantas muuuuuuuuuuuuuuuuito fofas. As mantas mais macias que já senti na minha vida. Mas eram mais de £ 30 cada uma :/  Quando passei no caixa me ofereceram uma mantinha mais sem vergonha por £ 3.00 hahaha Peguei né, por £ 3! Hoje ela fica no canto do sofá em casa... é nossa manta do cochilo haha

Sai de lá que nem uma doida, porque meu horário no Sky Garden era 16h15 e nisso já eram 15h50. A estação de metrô mais próxima de onde eu estava era Covent Garden, e segui pra lá na correria. Queria ter parado na Lego Store – fica em frente ao M&M’s World – mas não deu tempo :/ Mas acredito que Deus sabe o que faz hahaha não teria dado certo minha pessoa numa loja de lego, ia querer trazer um jogo para cada um dos meus priminhos, e eu tenho MUITOS priminhos! Haha (MENTIRA, ia querer trazer pra mim mesmo!!!)

Me confundi no metrô, e, ao invés de pegar o metrô que ia para a estação Monument – que é do lado do Sky Garden – desci em Bank, que também é próxima, mas não tanto. Eu cheguei na estação de Bank já eram 16h15. Tive que parar até meu celular voltar a ter sinal pra olhar no mapa e não seguir na direção errada novamente. Quando ele voltou, consegui chegar com facilidade no prédio.

O esquema de segurança pra visitar o Sky Garden foi o mais cheio dos paranauê que eu vi na viagem toda. Quase tão rígida quanto as dos aeroportos. Detector de metais, máquinas de scanner e raio-x – pra você e seus pertences.

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Cheguei um pouco atrasada mas ninguém nem falou nada, porque como, em tese, você tem uma hora lá dentro com o seu ingresso, chegando dentro desse espaço não vejo porque não te deixariam entrar. Lá em cima ninguém fica conferindo ingresso também não. Talvez no pico do verão se lotar demais aconteça, mas nesse dia fiquei até a hora que quis e ninguém falou nada.

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O Sky Garden é reservado pela internet, no site próprio deles, e as datas abrem geralmente com um mês de antecedência. É gratuito, e, posso falar? Achei que valeu muito mais a pena do que se eu tivesse pagado as absurdas quase £40 que custa pra subir no Shard, porque esse prédio do Sky Garden fica EM FRENTE ao Shard, então além de tudo, você tem ele na vista! :D

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Tem um bar, ou talvez sejam dois, lá em cima. Fiquei com a dúvida: se você fizer uma reserva pro bar, você consegue subir mesmo sem ingresso? Ou o bar só está lá pra quem está fazendo o passeio? Enfim. Também tem um restaurante, mas esse fica meio que pairando em cima do jardim, achei estranho haha

Estava me sentindo cosmopolita, então pedi um drinque.

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Mentira, era limonada - £ 3.50 haha Me sentei em uma das mesinhas que ficam bem de frente com o mirante.

Que vista, que lugar, que beleza!

Fiquei lá um tempãaao mesmo... por um momento pensei até em esperar o pôr do sol, mas estávamos numa época do ano em que isso acontecia muito tarde, então acabei indo embora umas 19h.

Sai de lá e fui andando até a estação de metrô Monument, que foi nomeada em referência ao Monumento ao Grande Incêndio de Londres, de 1666. O construíram no marco zero, onde na época ficava a padaria que iniciou o fogo. Pra quem gosta, a BBC fez uma série contando a história, se chama The Great Fire. Durante o dia o monumento funciona como um mirante, não sei quanto custa, mas parece que tem um elevador que vai até o topo.

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Quando sai de lá fiz a pior burrada de toda a viagem. Mas assim, A PIOR BURRADA. Metade da família tinha pedido coisas, e eu ia deixar pra comprar no último dia em Londres por motivo de: não ter que carregar mala e não acabar usando meu dinheiro de emergência antes do fim da viagem. Acabou que eu tive uma margem maior pra gastos supérfluos, então decidi passar na Primark comprar algumas coisas antes de ir pra Escócia (até porque eu realmente precisava de um casaco a prova de vento, minha parka era quentinha, mas como lá ventava muito e ela era de lã, não tava resolvendo muita coisa pra ventania).

Então lá fui eu. Não vou dar detalhes das minhas compras (pra quem quiser saber mais sobre preços e variedades manda uma mensagem privada que eu respondo, mas aqui não acho que seja necessário), o que importa é que: comprei bastante coisa e também comprei uma mala G daquelas duras, de quatro rodinhas, pra carregar as compras. Meu gasto total na Primark nesse dia foi £ 211.00.

Sim, comprei coisa pra caraleo.

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Só no caminho da loja até o hostel, passando por duas estações de metrô e algumas escadarias... ó, o arrependimento chegou tão rápido! Mas a caca já estava feita, não ia voltar na loja e devolver tudo agora (até porque sai da loja quase na hora de fechar, as 22h).

Enfim. Cheguei no hostel as 22h20 mais ou menos, e as luzes do meu quarto já estavam apagadas, sendo que eu ainda precisava rearrumar minhas malas pra ir embora no dia seguinte pra Edimburgo.

Ah é, não comentei ainda das minhas colegas de quarto: 90% eram orientais. Não sei se é uma coisa cultural, mas elas iam dormir super cedo e já iam apagando as luzes do quarto ¬¬  Em todos os outros dias eu fazia minhas coisas no escuro mesmo, mas nesse dia me recusei. Pelamor né, nem era tão tarde assim, e todas as outras garotas não japonesas/coreanas/chinesas estavam andando pelo quarto fazendo coisas ainda.

Acendi a luz mesmo. Falei “sorry, but I have to pack, I’m leaving in the morning” e acendi mesmo. Tentei não fazer muito barulho e fazer o mais rápido que deu. Em meia hora arrumei tudo dentro das duas malas – só deixei minha roupa que ia usar na manhã seguinte pra fora.

Meu trem para York sairia no outro dia as 09:30. Eu iria passar o dia por lá e seguir para Edimburgo no fim da tarde.

Ó... se apenas eu soubesse o que me aguardava! hahaha

 

GASTOS

Alimentação £ 12.95 (Shake Shack)

Souvenirs!

 

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  • Gostei! 3

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Maravilha de relato, Amanda.
Agora que eu fiquei bastante curiosa pra saber o que te aguardava no dia seguinte, faz favor de não sumir de novo, viu?! 🤨

E, olha, viagem sem perrengue não tem graça. Na hora dá desespero, raiva mas depois a gente acaba rindo com as "cabeçadas" e tendo boas histórias para contar. 

Menina, já sofri convertendo o euro em Portugal, pelo jeito vou entrar em coma se ficar convertendo a libra. Sei que vale, mas que país caro! Estou com a viagem quase toda planejada, mas o clima está me desestimulando, especialmente porque pretendo visitar as Highlands escocesas. Só vejo foto cinza... 😰

[]'s,
Camila

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Amanda, que relato divertido e super detalhado!

Vi que temos muitas coisas em comum, além de demorar pra escrever o relato, hahahahauah, mas vc tá ganhando neste quesito! Se vc não voltar aqui eu vou te achar aqui em Londrina e vc vai me contar ao vivo! kkkkk

Te mandei uma MP.

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    • Por Carlos FD
      E aí companheiros e companheiras mochileiros, tudo em cima?

      Depois de mais de 08 anos cadastrado nesse fórum, lendo e aprendendo com um monte de relato, finalmente chegou a hora de dar minha contribuição por aqui. Depois de planejar várias vezes uma eurotrip (achei, inclusive, um post meu de 2013 já com esse planejamento aqui), a mais recente agora no início de 2019 em que cheguei a comprar as passagens mas acabou não rolando por burrice minha, finalmente essa viagem vai sair.
      Na terça feira que vem (24/09) eu pego a pista rumo à Barcelona. Pretendo fazer um relato de viagem em tempo real, como o nome do tópico sugere. Eu acho que não teria paciência pra fazer tudo de uma vez no pós viagem e também não quero aperto de mente de ter que me preocupar de lembrar de tudo. Então pretendo escrever o que de relevante aconteceu no dia, conforme a viagem for progredindo.

      Não sou fã de textão nem de coisas muito elaboradas, tampouco fotos perfeitas, então não esperem padrão de qualidade blogueirinhos e blogueirinhas rycos e phynos. Minha principal preocupação vai ser com a parte financeira. Cada centavo gasto será colocado aqui.

      Feitas as apresentações, vamos falar um pouco do roteiro que, já adianto, não é fixo.

      A entrada e a saída será por Barcelona. Comprei ida (24/09) e volta (05/11) saindo de Salvador por R$ 1.866 com taxas (AirEuropa). O seguro da viagem (42 dias) ficou por R$ 386,00 pela TravelAce. De BSN vou para Munique pela Vueling (R$ 212.76, cartão de crédito direto no site da companhia) já que a Ryanair tá com uma política de bagagem que não atende ao que eu quero. Assim que chegar em Munique, sigo para Nuremberg, que será minha hospedagem durante a Oktoberfest.

      A ideia pós oktober é fazer Praga-Berlim-Amsterdam-Antuérpia-Bruxelas-Londres. No entanto, ainda estou em dúvida sobre os locais da Bélgica. Vou deixar pra decidir na hora e com a ajuda de quem estiver acompanhando. Em Londres, tenho basicamente 8 noites. Mais pra frente pedirei ajuda sobre o que fazer, pra onde ir.

      No próximo post eu vou trazer alguns custos que integram a pré-viagem.

    • Por Eduardo Santiago Abreu
      Olá pessoal! 
      Eu e duas amigas vamos fazer uma eurotrip agora em setembro, passando por Portugal, Paris e Londres . 
      Portugal e Paris estamos com hospedagem paga e Londres vamos ficar na casa de uma conhecida da minha amiga . O único problema é que ela já emitiu  Cartas convite pra outras pessoas esse mês e segundo ela tem um limite . 
      A questão é ... vocês acham viável ir com apenas o endereço e telefone dela (ela é legalizada) casos eles perguntem onde vamos ficar ? Ou faço uma reserva com cancelamento grátis ?  
      Estamos indo com passagens de ida e volta , Brasil e outros trechos já comprados  , ingresso de algumas atrações e uma quantidade boa de dinheiro pra ficar os 20 dias na Europa . 
      Obrigado!
    • Por lourencobj
      INFORMAÇÕES BÁSICAS:
      Olá pessoal. Estou feliz em estar de volta com um relato, que tem o intuito de contribuir para essa comunidade fantástica.
       
      Neste relato disponibilizarei todas as informações de forma detalhada sobre cada detalhe da viagem de lua de mel minha e da minha Mônica. Tentarei narrar da melhor forma possível cada momento dessa nossa viagem inesquecível.
       
      NOSSA HISTÓRIA:
      Segue um breve resumo:
       
      A Mônica e eu nos conhecemos por volta de maio/junho de 2017. Ela era recém admitida na empresa em que trabalho, e eu tive que, por acaso, procurá-la para resolver uma pendência de compra de uns equipamentos que estava precisando. Não sabia quem ela era... Só sei que quando a vi pela primeira vez eu fiquei num estado de estupor; fiquei absolutamente encantado com ela e imediatamente, trocando as primeiras palavras com ela, já pensei "é ela!". hehehe
       
      Mas foi somente no final daquele ano que finalmente tomei coragem de abordá-la e a chamei para jantar. Menos de uma semana depois a pedi em namoro! kkkk
       
      Hoje eu sei o quanto isso tudo a deixou assustada. Mas graças a Deus ela aceitou e resolveu nos dar uma chance. Ela ainda ficou receosa por uns bons meses... se questionando se deveria ou não se relacionar novamente com alguém (devido a experiências anteriores). Porém, ela finalmente "relaxou" por volta de junho de 2018, e realmente se permitiu. Tivemos excelentes momentos juntos ao longo daquele ano, até que fomos para Tiradentes em Outubro, ocasião em que a pedi em casamento (no dia 12/10/18):
       

       
       
       
      CASAR OU VIAJAR? Eis a questão...
       
      No início de 2019 começamos a cogitar a possibilidade de nos casarmos oficialmente, com direito a tudo. Então começamos a elaborar uma lista de convidados: deu mais de 200!!! 😮
       
      E antes de realmente começarmos a fazer orçamentos de buffet, etc, colocamos na balança e vimos que gastaríamos uma grana absurda com alguel do espaço para cerimônia e festa, buffet, ornamentação, banda, etc... Milhares de reais que seriam esgotados em poucas horas, numa ocasião em que nós mesmos não iríamos usufruir da festa em si. Ou seja, já não estávamos muito animados com isso tudo.
       
      Até que a Mônica, ao conversar a respeito de tudo com sua "migles" Karine, ouviu o seguinte comentário: "não mexa com casamento, amiga. Vocês são muito modernos para isso." 😁
      Foi a deixa para resolvermos realizar o nosso sonho do nosso jeito, fazendo tudo com a nossa cara: vamos nos casar apenas no civil e viajar pela Europa?! Bora!!!
       
      Ainda a "migles" Karine me deu uma ideia fantástica: bolar um casamento com a Mônica lá na viagem. Só nós dois. Nem que fosse uma simples troca de aliança, fazendo uma surpresa. Nessa altura ainda nem tinha ideia do roteiro, para onde ir, quanto tempo etc (tanto que criei um post aqui perguntando a respeito). Mas descobri algo fantástico sobre "casamento a dois": existem empresas e prestadores de serviços especializados nisso!!! 
       
      Até que num blog sobre viagens, pesquisando sobre elopement wedding ... descobri o http://lajolietta.com/pt/ (uma empresa cuja equipe é de brasileiros que moram em Paris e realizam todo e qualquer tipo de evento relacionado a casamento em Paris e redondezas).
      Entrei em contato por e-mail, me responderam rapidamente, me deram atenção e aí iniciou a conversa com a Josi (que é quem organiza tudo daqui do Brasil). Fechei um pacote com produção da noiva (maquiagem e cabelo), cerimônia, violino, fotos e vídeo. 
       
      Pronto! Um destino já estava definido: Paris. Pouco tempo depois já decidi por Amsterdam e Londres (minha cidade favorita!).
       
      Detalhe: a Mônica sabia apenas que iríamos para a Europa, e que faríamos o elopement. Ela não sabia de nenhum dos destinos que eu estava programando, não sabia de nenhum passeio. Ela só iria descobrir os destinos justamente quando chegasse lá.
      E uma das coisas que mais curtimos um no outro é que adoramos surpresas, e nos respeitamos para que as surpresas não sejam estragadas. Ou seja, eu podia planejar tudo em paz, tranquilo, sabendo que ela jamais iria bisbilhotar para descobrir algum destino.
      Assim, pude planejar cada detalhe da viagem. Cada mini-surpresa que iria surgir... 😃
       
      Nos casamos no dia 05/07/19...
       

      Família completa. Obs.: essa é a nossa Isa (presente que veio junto com a minha Mônica)
       
      E no dia 12/07 iniciamos a nossa tão sonhada lua-de-mel, cujos detalhes virão nos posts abaixo.
       
      Observação: a nossa Isa foi para Curitiba com sua madrinha, e teve a viagem de seus sonhos na casa de seus tios. Literalmente, ela nem fazia questão de conversar com a gente, pois estava sempre se divertindo muuuuito! hehehhe
       
       
       
    • Por DiegoAraujo1998
      Olá amigos viajantes, gostaria de tirar algumas duvidas e ficaria agradecido com qualquer ajuda.
      Estou em Orlando agora e pretendo ficar aqui ate dar os meus 6 meses de permanência depois desse período gostaria de ir ao Canadá, gostaria de saber se preciso retornar ao Brasil por ja ter passado 6 meses nos EUA ou posso ir direto ao Canadá e passar mais alguns meses lá, se sim o que preciso fazer além de comprar a passagem ? e outra duvida, quais documentos são necessários para ir do Canadá  á Londres, mto obg
    • Por pehhenrique
      Fala, pessoal! Então, pretendo fazer uma eurotrip pela França, Inglaterra, Alemanha, Áustria, Italia e Países baixos. 
      A viagem é durante umas 2 semanas e meia. Estava olhando um post e vi uma pessoa metendo o pau no Eurail Global Pass, falando que era jogar dinheiro fora, que isso e aquilo, etc.
      Então surgiu minha duvida, qual seria mais vantajoso? O Eurail Global Pass ou ir de Bus?
      Agradeço quem puder ajudar. 😀


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