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Em Algum Lugar do Mundo

Cape Town, África do Sul: as 8 melhores praias

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Fizemos uma lista com as 8 melhores praias de cape Town, mostrando um pouquinho de cada uma. Veja quais são as praias imperdíveis, programe-se para visitá-las e escolha sua preferida!

As melhores praias de Cape Town

1. Camps Bay

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A praia mais famosa de Cape Town, com ondas fortes e um pôr-do-sol deslumbrante. Perto do centro e de fácil acesso.

2. Clifton Beach

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Cliffton Beach fica ao lado de Camps Bay. Essa na verdade é um conjunto de quatro praias pequenas, cada uma com suas próprias características distintas. Cada praia é separada por formações rochosas, e são conhecidas como Cliffton 1, 2, 3 e 4.

3. Boulders Beach, Simon’s Townpraias-em-cape-town-19

A fofíssima Praia dos Pinguins parece algo como um parque de diversões. São milhares de pinguins africanos que residem nessa praia e é possível nadar com eles ali, basta encarar a água gelada!

4. Muizenberg

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Muizenberg fica a caminho de Boulders Beach, na região conhecida como False Bay. É um dos points dos surfistas da África do Sul. 

Para ver a lista completa, acesse: https://emalgumlugardomundo.com.br/as-8-melhores-praias-de-cape-town/

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    • Por TMRocha
      Com as merecidas férias, fiz uma viagem do estilo Sol e Praia para Porto Seguro junto da Luciana, entre os dias 09 e 16 de Janeiro de 2016.

      Confira agora como foi o nosso passeio.
       
      Caso queira acompanhar o relato diretamente pelo blog clique no link abaixo:
      http://viagensdosrochas.blogspot.com/2018/08/porto-seguro-ba-09-16012016-parte-01.html
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      Lista de Partes:
      [PARTE 01] - [PARTE 02] - [PARTE 03]
      [PARTE 04] - [PARTE 05] - [PARTE 06] - [PARTE 07]
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        Caso não queira conferir como foi o meu relato e deseje apenas saber o que é bom para se fazer em Porto Seguro, confira as dicas do botão abaixo:

      Sem mais delongas, vamos começar...

      DIA 01 - Sábado [09 de Janeiro de 2016]
      Depois de ter uma noite bem dormida e já com as malas arrumadas [tinha deixado ela pronta na quinta-feira ainda], mais ou menos às 9:00h fui até a casa da Luciana para filar a comida da sogra. Minha ideia era partir de lá já alimentado e junto com ela.

      Minha bagunça.

      Bagunça da minha mãe, na cama ao lado [e a cama nem é dela!]
      Depois de esperar um pouco peguei o bus que ia pro Alvorada.


      Por lá fiquei esperando a Lu se arrumar, ela estava doida porque deixou tudo pra última hora, então arrumou uma correria danada! Após almoçar chegou a hora de partir rumo ao metrô.



      Já no metrô, fomos até a Estação Lagoinha para dali entramos na rodoviária de Belo Horizonte e pegamos o ônibus da Unir que vai pro Aeroporto, que aliás, sai muito mais barato do que pegar um táxi ou o MOVE Conexão Aeroporto que o pessoal gosta de usar.

      E agora sim, finalmente estávamos realmente a caminho do aeroporto de Confins!

      Depois de pouco mais de uma hora [ou duas, não sei ao certo] chegamos em Confins.
      Obs.: Parece estranho minha mochila ficar pra frente, mas acho melhor ficar feinho do que ter os pertences furtados de bobeira no centro de BH.

      Já no local certo bastava apenas esperar o horário do nosso voo, que saiu no horário certo e sem maiores problemas.


      Dada a hora, então bora pra Porto Seguro...



      Já acima das nuvens pudemos ter o nosso lanchinho e seguimos uma viagem tranquila até o aeroporto de Porto Seguro.




      No pacote que fiz com a Master Turismo estava incluído a viagem de ida e volta para Porto Seguro e o translado até o nosso hotel. Então ali já nos encontramos com um dos guias da Coconut Tours, que ficou encarregado de nos levar até lá.

      Como não estávamos muito longe do aeroporto, chegamos bem rápido ao Hotel Márlim, que seria a nossa estadia por toda essa semana.



      Nosso quarto dessa vez era bem simples, mas tinha o que precisávamos: um frigobar vazio pra guardar as águas! A cama era confortável [apesar de no primeiro dia terem colocado dois colchões como improviso - depois disso deixaram um colchão de casal], o ar-condicionado era muito bom e os hóspedes também são agraciados com uma piscina que fica no centro do hotel.

      Outra coisa que gostei bastante daqui era a localização, no centro, próximo de bons restaurantes com o preço bem em conta e também da Passarela do Álcool [também conhecida como Passarela do Descobrimento], ótimo local pra quem curte muita cerveja e também compras de tudo o que você pensar, seja de artesanatos, roupas, acessórios e muito mais!

      Aqui tive um imprevisto que não estava contando [claro, quando a gente conta não é imprevisto!!!], dei a bobeira de deixar pra transferir o dinheiro que tinha guardado da poupança para a conta de débito somente aqui porque estava com preguiça de fazer isso em Belo Horizonte e em Porto Seguro simplesmente não existe nenhum Santander [nunca imaginei isso, já que viajei até para Pato Branco, no Paraná, 300 km depois de Judas ter perdido as botas e lá também tinha Santander] e como fiquei muito preocupado em não poder fazer nada por ter pouco dinheiro do débito fechei o pacote todo no Crédito com a Coconut Tours.
       
      Notas: De certa forma acho que falhei um pouco aqui, primeiro por ter dado essa bobeira de não ter feito o que devia em minha própria cidade, e depois por ter fechado muitos passeios focando somente nas praias, já que achava que outros passeios interessantes, como o de chalana, eram feitos somente na praia.
       
      Acho que uma boa dica para quem quer usar agências de turismo pra ter mais comodidade é não fechar tudo na hora como eu fiz. Se estiver no centro dê uma passada em outras agências e feche pacotes diferentes [como por exemplo, passeio de chalana, mergulho de cilindro, passeio de quadriciclo], pra que o roteiro não fique muito repetitivo ou engessado. O que nos salvou foi que os guias da Coconut são todos excelentes e apesar de estarmos mais nas praias deu pra fazer outras coisas muito interessantes.
       
      Nosso Roteiro [que sofreu algumas mudanças no decorrer da semana], acabou ficando assim:
      NOSSO ROTEIRO
      Sábado, 09 de Janeiro de 2016
      - Translado de ida da região metropolitana de Belo Horizonte para Porto Seguro;
      Domingo, 10 de Janeiro de 2016
      [Parte da Manhã] City Tour no Centro de Porto Seguro;
      [Parte da Tarde] Barraca Barramares, na Beirada da Praia;
      Segunda, 11 de Janeiro de 2016
      [Parte da Manhã] Praia de Pitinga, em Arraial d'Ajuda;
      [Parte da Tarde] Centro de Arraial d'Ajuda;
      Terça, 12 de Janeiro de 2016
      [Manhã e Tarde] Praia dos Espelhos;
      Quarta, 13 de Janeiro de 2016
      [Manhã e Tarde] Trancoso;
      Quinta, 14 de Janeiro de 2016
      [Parte da Manhã] Praia de Santo André;
      [Horário do Almoço] Oficina do Sabor e Berimbau Park;
      [Parte da Tarde] Coroa Vermelha [Aldeia dos Índios Pataxós];
      Sexta, 15 de Janeiro de 2016
      [Parte da Manhã] Recife de Fora;
      Sábado, 16 de Janeiro de 2016
      - Translado de Volta de Porto Seguro para a região metropolitana de Belo Horizonte.
       
      Continuando com o relato...

      De noite resolvemos comer uma boa pizza no Mama's para comemorar a nossa chegada na cidade.



      O que achei mais legal aqui é que eles usam esses mini-forninhos pra deixar a pizza aquecida, além disso a massa é muito fina e a pizza é realmente deliciosa e pra ajudar o preço é muito baixo. Vale a pena comer aqui!

      Após comer resolvemos andar um pouco [na verdade um bocado] pelo centro da cidade, o que mais tinham eram opções de vestuário e restaurantes para todos os gostos, além de dezenas e mais dezenas de lojas de souvenirs.

      Quem é colecionador como eu pode ficar tranquilo que certamente tem alguma coisa bem legal que se adequará ao seu gosto. Fiquei tão entretido comprando que até esqueci de tirar mais fotos, mas não tem problema porque em quase todos os dias demos uma passada no centro da cidade pra passear ou para comer alguma coisa.
       
      Os enfeites de natal decorando a cidade ficaram tão legais que acho que a prefeitura quis deixar eles aqui por mais algum tempo ainda.


      Terminado tudo o que queríamos fazer fomos dormir, no próximo dia começaríamos com os nossos passeios por Porto Seguro.

      DIA 02 - Domingo [10 de Janeiro de 2016]
      Já acordados, a primeira coisa que fiz foi tirar algumas fotos do hotel.



      Não esquecendo, claro, de tomar nosso café da manhã.


      Nosso primeiro passeio seria para o centro histórico de Porto Seguro, e a Coconut enviou uma van para nos buscar e levar até lá.


      Uma das coisas que reparei é que os baianos realmente amam sua terra, são dedicados e mesmo nas coisas mais simples fazem todo o possível para agradar os turistas. A primeira coisa que o guia Jackson nos mostrou foi de onde era tirado o cacau da fruta.



      Sempre achei que era usado a polpa para fazer o chocolate, mas na verdade é usada essa semente, que é torrada e nela são realizados outros processos até chegar no chocolate que conhecemos atualmente. Perto dali também tinha um vendedor vendendo sementes que ajudam no tratamento de várias coisas.

      Acabei não prestando muita atenção, pois nossas atenções se voltaram mais para o índio vendedor de brincos, que estava ali perto.


      A Luciana gosta muito dessas coisas que usam penas e não resistiu, já fez a sua comprinha! E após algumas explicações, começamos com nosso passeio pelo centro histórico de Porto Seguro.





      Achei muito legal a história daqui, que é basicamente o começo da história do Brasil: As casinhas eram feitas coladas umas as outras, sempre dando um espaço no meio para a rua, que dividia os vilarejos em dois, e ao fundo era construída uma igreja. Além disso, entre todas as casinhas havia uma porta.
       
      Isso ajudou os primeiros portugueses a se prevenir dos ataques constantes dos índios que não queriam eles nessa região. Falando em índios, os das costas brasileiras eram amigáveis com os portugueses e aceitavam permutas de objetos europeus em troca de comida e outras coisas que eles possuíam. Já os das matas fechadas eram hostis e atacavam os portugueses sempre que tinham oportunidade.

      Outro detalhe interessante era que esses vitrais utilizados nas torres das igrejas vinham diretamente de Portugal, e como os vidros quebravam sempre durante o percurso colocavam esse vidro do jeito mostrado acima. Isso era bom porque o sol forte ajudava o vidro a brilhar e isso facilitava a vida dos marinheiros, pois conseguiam ver onde estava o vilarejo mesmo estando distantes da costa.





      Após as explicações do guia andamos mais pelo local, tiramos muitas fotos e compramos mais algumas coisinhas pelas lojinhas. Também tiramos fotos dos mirantes bonitos que estavam nessa área.





      Após voltar esperamos um tempinho, até que chegou o ônibus que nos levaria para a Barraca Barramares, na beirada da praia.


      No caminho até avistamos a Transilvânia!
      Chegamos na Barraca Barramares, que já de cara mostrou uma entrada bem elegante!




      Fomos direcionados a ficar na parte onde havia areia e muitas mesas, o estabelecimento estava lotado e quase não haviam lugares disponíveis, mas após olhar os preços absurdamente caros, pedimos licença para um casal que estava realizando o Tour com a gente, saímos dali e voltamos na entrada da Barramares novamente para procurar outro local, mas caímos na realidade ao perguntar para os transeuntes, essa barraca estava bem isolada do comércio local da cidade. 

      [Aliás, esse é um dos pontos negativos que percebi em Porto Seguro, aqui prevalece um sistema de monopólio das barracas, o que encarece consideravelmente os preços das coisas ao comer nas praias, e nem tem como fugir disso já que a maioria dessas barracas ficam em lugares mais isolados, o que faz com que você nem tenha opção de escolha, e se houver mais de uma barraca próxima da outra os comerciantes não deixam que você compre livremente por elas, somente na barraca que você está com suas coisas]

      Então tivemos que voltar e pedi a refeição mais simples do menu, que ainda assim saiu caro, já que nem carne tinha no prato.



      Como a comida não nos sustentou, resolvi fazer uma gracinha e comprei um açaí na barraquinha ao lado, que também pertencia a Barramares.


      Mas aqui aconteceu o impensável, sim ... uma lagarta preta, do tamanho de uma mão, daquelas de coqueiro, subiu na perna da Luciana ... que tem o maior pavor de lagartas, até mesmo daquelas pequenininhas ... O resultado foi catastrófico!

      Obs.: Não coloquei a foto da Lagarta original para não traumatizar ainda mais a Lu!!!
      Ela deu o maior grito, pulou assustada, quase pediu socorro, ficou toda tremendo, não conseguiu comer mais o açaí e chorou demais, fiquei até desconsertado na hora porque não sabia o que fazer. Ela se acalmou somente quase uns 20 minutos depois desse ocorrido.

      O pessoal que estava frequentando essa barraca estavam muito animados, curtindo muito, brincando e até dançando Kuduro!

      Passado o susto e com a Lu um pouco mais calma andamos um pouco pela praia.




      E até consegui tirar uma foto dela mais animada.

      Se você gosta de diversão com agito, por aqui é possível praticar o Banana Board e se jogar de vez no mar, como eu estava fora de forma no nado e a Lu não sabe nadar e não gosta desse tipo de atividade preferi não arriscar.



      Até tentamos escrever o nome do meu Blog, Tudo Rocha, pra ver se ficava legal escrito na areia da praia de Porto Seguro.

      Dessa vez ainda não tinha ficado boa, também tentamos em outras praias e deixamos com um efeito bem mais legal!
      Perto dali também existe um pequeno rio, onde as pessoas aproveitam pra andar de caiaque ou apenas brincar na água.



      Às 15:00h tínhamos que voltar para o ponto combinado, então, como estava perto do horário resolvemos voltar. [Pode até parecer que na maioria dos passeios ficamos pouco tempo na praia, mas o calor e a intensidade do sol por aqui é fortíssimo e é melhor ficar um tempo menor na praia e assim evitar queimaduras - eu na verdade, durante toda a semana tive que ter muita atenção, pois meus ombros e a nuca chegaram a queimar um pouco]

      Ao sair não deixamos de tirar fotos bem legais em lugares estratégicos feitos especialmente para os turistas.





      [Obs.: Nós estamos com olho de peixe-morto porque a intensidade da luz aqui é muito forte, eu por exemplo demorei quase 3 dias para conseguir abrir meus olhos completamente.]

      Algo que achei bem legal foi algumas frases de baiano citadas pelo nosso guia da Coconut:

      - Braço cruzado é ritual baiano de chamar chuva!
      - Vamos-nus todos, mas todos vestidos!

      Outra coisa que nos informaram foi para não fazer tatuagens de rena, dessas que oferecem na praia, pois não sabemos nada da higiene utilizada nesse tipo de produto. Chegando o ônibus fomos em direção ao nosso hotel novamente e deu até pra ver de relance a praia de Toa Toa, que também é muito boa!


      Depois de chegar no Hotel descansamos bastante e de noite fomos comer algo mais apetitoso no Theta's, já que não demos muita sorte na hora do almoço. O garçom foi muito educado e prestativo e até nos ajudou a tirar uma boa foto.



      Depois de jantar e certamente ter andado mais um pouco pela Passarela do Álcool pra levar mais alguma coisinha, voltamos pro hotel e descansamos mais um pouco. No outro dia teríamos mais passeios divertidos para se fazer. Continue acompanhando, pois tem muito mais a ser contado!
    • Por TMRocha
      Aqui estou postando o relato da viagem que fizemos para a Expoflora, em comemoração aos meus três anos de namoro com a Luciana.

      Confira como foi esse passeio e conheça mais de perto essas incríveis cidades paulistas.
      Caso queira acompanhar o post diretamente pelo blog clique no link abaixo:
      http://viagensdosrochas.blogspot.com/2018/08/sao-paulo-campinas-holambra-monte-siao_3.html
      Lista de Partes:
      [PARTE 01] - [PARTE 02] - [PARTE 03]
      - [PARTE 04] - [PARTE 05]
       
      Explicitações
      Alguns meses antes de realizar o passeio sentei no meu laptop com a Luciana e pesquisamos juntos para onde iríamos na nossa próxima, pois ela estava reclamando que eu estava escolhendo os passeios sozinho e por isso muitas vezes ela ia pra lugares que não gostava muito e acabava passando muitos perrengues [o que não deixava de ser verdade, pois, como ela não tinha interesse nisso eu acabava fazendo tudo sozinho, escolhendo o dito destino mesmo!].
       
      Um bom exemplo de passeio que fizemos onde tivemos muitos problemas foi o abaixo, da Serra do Cipó. Clique AQUI ou na imagem abaixo para ver como foi esse passeio.
       

      Exemplo de contratempo da Luciana nessa viagem!
      Clicar: [Serra do Cipó, MG]

      Por conta desses problemas fiz questão de sentar no PC e procurar um destino junto com ela e após alguma pesquisa ficamos entre duas opções: 01) SESC Juiz de Fora/MG com Petrópolis/RJ ou 02) Holambra/SP pela São José Viagens.
       
      A Luciana preferiu o passeio para Holambra porque ama flores e como boa apreciadora, com certeza se sentiria como um verdadeiro mosquito na bosta nesse local! Outro fato que pesou de não escolhermos Petrópolis e o Rio foi que em Abril já demos uma pequena passada por lá, assim não repetiríamos um passeio do estilo Sol e Praia em um período tão curto de tempo.
       
      Escolhi setembro como data dessa viagem porque no dia 01/09 faríamos três anos de namoro e achei o roteiro disponibilizado por eles perfeito para ela, pois o foco era flores e compras, duas coisas que a Lu gosta bastante.

      Antes de realizar o passeio até cheguei a cogitar em ir por conta própria, mas ao pesquisar achava os valores muito fora de mão e ainda eram apenas para Holambra. Como a promoção da São José Viagens estava realmente boa, preferi fechar o pacote com eles, pois pudemos conhecer várias cidades, nos divertimos bastante e ainda com muito conforto e segurança.

      Tivemos a oportunidade de aprender um pouco sobre a cultura holandesa mesmo estando no Brasil e como tivemos muito mais coisas incluídas no pacote [como alimentação em alguns dias], isso reduziu um pouco meus gastos extras e pudemos nos concentrar melhor na viagem propriamente dita.

      Com tudo feito, acabou que nosso roteiro ficou assim:
      MEU ROTEIRO
      Quinta, 10 de Setembro de 2015
      [22:00h] Viagem de Ônibus do Terminal Turístico JK (Belo Horizonte) para São Paulo.
      Sexta, 11 de Setembro de 2015
      [7:00h] Chegada no hotel, em Campinas - SP;
      [Parte da Manhã] Passeio Turístico em uma Fazenda de Crisântemos;
      [Início da Tarde até Final da Tarde] Expoflora, em Holambra - SP.
      Sábado, 12 de Setembro de 2015
      [Final da Manhã até Início da Tarde] Compras em Monte Sião - MG;
      [De 14:00 às 16:00h aprox.] Compras em Serra Negra - SP;
      [Final da Tarde] Passada bem rápida em Pedreira - SP.
      Domingo, 13 de Setembro de 2015
      [Parte da Manhã até Início da Tarde] Festa das Flores e Morangos de Atibaia - SP.
      [Aprox. 22:30h] Chegada no Terminal JK, em Belo Horizonte;
      [Aprox. 23:30h] Chegada na Minha Casa.
      Relato da Viagem
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      Agora começarei a descrever o relato propriamente dito:
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      DIA 01 - Quinta-feira [10 de Setembro de 2015]
      Acordei não tão cedo como o de costume [porque estava de férias no serviço], fui até a academia de manhã, almocei e resolvi algumas pelejas que ainda precisava [como fazer o curso de inglês no CACS].

      Feito tudo, fui ao Terminal Turístico JK, no Centro de Belo Horizonte, lá encontrei a Luciana novamente e ficamos aguardando o horário de saída do ônibus da São José Viagens.



      Quando deu 22:00h, guardamos as nossas malas, entramos no ônibus e partimos rumo a São Paulo.



      Os ônibus da São José são excelentes, muito confortáveis e seguros. Possui banheiro próprio e em todas as viagens disponibilizam um guia, que auxilia o pessoal durante todo o passeio. Apesar disso eu estava com muita dificuldade de dormir e acordava direto durante a viagem, principalmente nas horas que o guia avisava que teríamos as paradas.

      DIA 02 - Sexta-feira [11 de Setembro de 2015]
      Às 00:14h realizamos nossa primeira parada, no Graal Oliveira, ainda em Minas Gerais.



      Às 3:38h fizemos nossa segunda parada, no Graal Bela Vista (MG). Ali avistamos um cartaz bem legal de um dos lugares que passaríamos durante o passeio, Atibaia (SP) [Mas só fui lá no nosso último dia da nossa viagem!].



      Chegamos no Nacional Inn por volta das 7:00h da manhã.



      Aqui guardamos nossas coisas, nos arrumamos, tomamos um banho, lanchamos e partimos pouco depois das 9:00h. Abaixo estarei colocando como eram as nossas acomodações, que superaram e muito, todas as nossas expectativas. Achei tudo realmente muito luxuoso.







      Nosso quarto era muito amplo, possuía uma cama bem confortável, closet, sofá, mesinha para computador e até banheira. Essa era a vista que a gente tinha da janela do nosso quarto:

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      CAMPINAS, SP

      Campinas é um dos principais pólos de negócio do país, possuindo uma grande concentração de multinacionais, institutos de pesquisa e universidades. Para o público que viaja a trabalho há hotéis modernos e restaurantes sofisticados. Porém também é possível viajar para lá a lazer, pois existem bons programas de fim de semana, como passear pelos parques.
       
      No Bosque dos Jequitibás, as caminhadas são feitas em meio a árvores que formam verdadeiros túneis. O espaço oferece ainda playground, lanchonetes, museu de répteis, aquário e um pequeno zoológico. Já o Parque Portugal é procurado pela turma da corrida, que encontra uma excelente pista às margens da Lagoa do Taquaral. Quadras poliesportivas e rinque de patinação completam as opções de atividades físicas.
       
      Se estiver viajando com crianças, não deixe de fazer o passeio de Maria-Fumaça (que ocorre aos sábados e domingos). O trem parte da estação Anhumas e leva à Jaguariúna. São três horas de viagem – ida e volta - com direito a monitores que contam a história das locomotivas e da ferrovia, além de detalhes do caminho e das fazendas da região.
       
      Além de Shopping Centers e de conhecer os parques, o turismo em Campinas também conta com várias opções de ecoturismo e aventura, com atividades como Rafting, Passeio de Balão, Passeios e Trilhas de Quadriciclo, Kart, Arvorismo e Tirolesa.
       
      Como chegar em Campinas:
      http://www.campinas.sp.gov.br/sobre-campinas/acessos.php
      Link (Turismo de Aventura e Ecoturismo em Campinas):
      http://www.aventurando.com.br/o-que-fazer-em-campinas
      Fontes Pesquisadas:
      http://www.feriasbrasil.com.br/sp/campinas/
      http://viajeaqui.abril.com.br/cidades/br-sp-campinas/o-que-fazer
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      - HOLAMBRA, SP -

      Como dito, partimos para Holambra (SP).





      Chegamos em Holambra às 10:00h, mas apenas compramos os ingressos da Expoflora e do Passeio Turístico para a Fazenda de Crisântemos, que preferimos realizar primeiro.





      Pegamos o ônibus disponibilizado pelo evento e seguimos até a Fazenda de Crisântemos, no percurso avistamos muitas casinhas bonitas, lagoas e uma paisagem bem linda, com arquitetura sempre baseada na cultura holandesa.






      Durante o percurso era contado um pouco da história e de algumas curiosidades de Holambra pelo rádio do ônibus. Por fim, chegamos ao nosso destino: a Fazenda Terra Viva, fundada em 1959 por uma colônia de holandeses, que resistiu ao tempo e se tornou uma grande produtora nos tempos atuais, possuindo mais de 12.000 hectares plantados nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Ceará e Holanda.

      O passeio pela fazenda é bem rápido e nele os visitantes podem apreciar os campos floridos:








      Os vasos de flores e ornamentos:









      E também os jardins verticais:







      Ainda possuíam sementes e alguns incrementos para a plantação.



      Uma curiosidade bem interessante é que as flores de crisântemos podem ser programadas para florir em datas especiais com o uso de luzes artificiais. No inverno, quando os dias são mais curtos eles usam luzes artificiais para manter as plantas em estado vegetativo para um crescimento mais vigoroso e no verão, onde os dias são mais longos, eles podem usar cortinas pretas para escurecer o ambiente, fazendo com que as plantas deem flores.



      Feito o passeio, voltamos ao ônibus e seguimos novamente para a Expoflora.




      Aqui encontramos mais duas peculiaridades interessantes sobre a cidade e seus costumes: Em muitas casas há a inscrição de uma única frase nas casas, que nem sempre são entendidas por todos, mas que têm a ver com a história de vida do próprio morador.

      Esse por exemplo, colocou a inscrição "KREK WA'K WOU", que em holandês significa "Era Tudo o que eu queria" [Morar numa casa linda de frente para a lagoa, que mais parecia o mar]. Os filhos dele colocaram outra inscrição ao lado da casa dele, que significava "Nós Também!". Outra coisa curiosa é que a maioria das placas de trânsito, telefones públicos e muitos objetos da área turística da cidade possuem formatos de flores.

      Ainda no ônibus pudemos avistar mais de perto o Moinho dos Povos Unidos, o maior moinho da América Latina.


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      HOLAMBRA, SP
      Festival das Flores - Expoflora

      Localizada no interior de São Paulo, Holambra é o principal polo produtor de flores e plantas ornamentais do Brasil, correspondendo por quase metade da produção e comercialização nacional de flores e plantas ornamentais. A cidade, fundada por imigrantes holandeses na segunda metade do século passado, há mais de 33 anos sedia a Expoflora – o maior evento de flores da América Latina.
       
      A exposição acontece todos os anos e reúne flores e plantas ornamentais cultivadas por mais de 300 produtores. É uma ótima oportunidade para quem gosta de admirar a arte em arranjos florais. Nesse ano (2015) teve como tema Flores, Sabores e Sensações.

      Entre as atrações fixas estão, também, a Mostra de Paisagismo e Jardinagem, com o tema Frutos do Jardim; as tradicionais Parada das Flores e Chuva de Pétalas; o Passeio Turístico por Holambra que inclui a visita a um campo de flores; as danças típicas; o Shopping das Flores e a culinária holandesa, além de parque de diversões, mini-sítio e visita ao Museu de Holambra.
       
      Fontes Pesquisadas:
      http://www.viajoteca.com/holambra-visitando-expoflora/
      http://www.decolar.com/blog/dicas-de-viagem/o-que-fazer-em-holambra-capital-nacional-das-flores
      http://correio.rac.com.br/_conteudo/2015/02/capa/campinas_e_rmc/242955-expoflora-inicia-a-venda-de-ingressos-com-desconto.html
       
      Curiosidade:
      - Holambra é uma antiga colônia holandesa e seu nome é a junção das palavras Holanda, América e Brasil. A cidade mantém as características, os costumes holandeses e inclusive a culinária, também divulgados durante a Expoflora.
      Fonte Pesquisada:
      http://www.aflotur.com.br/agenda/9/expoflora-2015
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      Voltamos para a Expoflora novamente e dessa vez entramos pela bilheteria.







      Ainda na entrada já é possível avistar vários arranjos florais e até alguns carros decorando o ambiente. O primeiro salão que vimos era muito grande e possuía diversas barraquinhas que vendiam as mais variadas coisas, mas preferimos passar direto por ali pra procurar algum lugar para almoçar.

      Assim, vimos uma área bem ampla com muitos restaurantes, lojinhas, jardins e muitas, muitas pessoas mesmo [Holambra é uma cidade muito turística e foi projetada para receber milhares de visitantes por dia durante o Festival das Flores].






      Estava havendo até uma pequena passeata com alguns mascotes da feira na hora, a Lu não resistiu e tirou foto com o Ype [o que ela mais queria era tirar foto com o Assolan, mas ele se afastou da gente rapidamente!].

      Nós almoçamos no Restaurante Tulipa. Que possuía algumas coisas da culinária típica holandesa, como o joelho de porco [que não comi porque a Lu falou que eu certamente não iria gostar] e o chucrute, que é uma espécie de repolho em conserva com um pouquinho de pimenta usado pelos holandeses, que resolvi colocar no meu prato.



      Com o estômago forrado, a primeira coisa que fizemos foi entrar na Mostra de Paisagismo e Jardinagem para ver um pouquinho do que Holambra tinha a nos oferecer visualmente.

      Mostra de Paisagismo e Jardinagem

      Nessa ala mostravam diversos tipos de decorações para jardins, alguns até com pequenos laguinhos.






      Nesse lindo lago também havia muitos peixes.


      Mas não para por aí, muitas vezes também tinham obras de artes e até mobiliários inteiros para jardim nessa amostra:





      Os organizadores do evento tomaram todo o cuidado possível, mesmo nos pequenos detalhes e nas coisas mais simples, como na disposição dos mini-cactos, os detalhes da estátua e o réptil em cima das pedras, nas fotos abaixo:




      E também fizeram bom uso dos jardins verticais, além de sempre aproveitarem as melhores características do que pretendiam para harmonizar melhor as flores com o ambiente.
















      Saindo dali aproveitei e pedi a Lu para tirar uma foto minha com uma pintura artística ao fundo.


      Próximos dali entramos em outra galeria:

      Exposição de Arranjos Florais

      Aqui dispuseram flores e mais flores em diversos tipos de arranjos, sempre muito lindos.

















      Os arranjos florais em formato de arco da saída dessa galeria por si só tinha uma beleza espetacular.

      Acompanhe também a segunda parte, que está logo a abaixo.
    • Por TMRocha
      Dessa vez não estarei falando sobre um relato de viagem próprio meu, e sim do meu irmão mais novo, o Fernando [apelidado carinhosamente por nós de Nando ou Nandinho].

      Confira como foi a sua espetacular viagem em sua moto Yamaha Ténéré 250cc saindo de Contagem (MG), seguindo do Brasil até a América do Sul com rumo a Antofagasta, no Chile.
      Caso queira acompanhar o post diretamente pelo blog clique no link abaixo ou em uma de suas respectivas partes:
      http://viagensdosrochas.blogspot.com/2018/02/viagem-tenere-250cc-pela-america-do-sul.html
      Lista de Partes:
      [PARTE 1] [PARTE 2] [PARTE 3]
      [PARTE 4] [PARTE 5] [PARTE 6] [PARTE 7]
      Infelizmente ele teve um ano de 2017 muito difícil e passou por muitos perrengues, por isso, para compensar tantos problemas ele resolveu realizar uma verdadeira aventura em 2018, pra já começar o ano de forma diferente e mais inspiradora.
      Sua meta era chegar a Antofagasta, no Chile, passando também por Foz do Iguaçu [PR] para conhecer as Cataratas pelo lado brasileiro e em seu caminho ele ainda queria encontrar a Mão do Deserto no Deserto do Atacama [Chile] e o maior Salar do mundo, que fica em Uyuni, na Bolívia.

      A moto que ele utilizou para essa aventura foi uma Yamaha Ténéré 250cc, já bem rodada e com sua manutenção em dia.

      Yamaha Ténéré 250cc.
      [Para que sua leitura fique fluida e confortável, a partir de agora começarei a contar como foi essa viagem em 1ª pessoa]
      Dia 1: Sábado, 20 de Janeiro de 2018
      Após andar por quase 200 km em minha moto, uma Yamaha Ténéré 250 [que diga-se de passagem, está rodando pela América do Sul pela 2ª vez] resolvi fazer minha primeira parada no atendimento da concessionária de Formiga (MG), às 7:19h. Por enquanto estava tudo tranquilo, friozinho, de boa e com a moto boa, em suma, tudo funcionando bem!

      Continuando... Segui viagem por pouco mais de 2 horas e nesse meio tempo deu pra ver alguns cânions. Nossa! É bonito pra caramba, deve ser muito doido andar de lancha lá, entre eles, pena que não parei pra tirar fotos nessa parte do caminho. Após isso resolvi parar para tomar mais um cafezinho.

      MG-050, entre Furnas (MG) e Passos (MG).
      Às 9:48h fiz mais uma parada na concessionária para tomar água e um cafezinho. Acho que passei por uns 6 pedágios de R$ 2,90 cada um, caro pra caramba! Pensei em vir por aqui para economizar, mas ao que parece era melhor ter vindo por São Paulo.
      Uma coisa legal que fiz nessa viagem, ao menos enquanto estava no Brasil, era avisar de tempos em tempos a minha família o que estava fazendo para que eles ficassem mais tranquilos, já que essa aventura foi realizada totalmente sozinho.

      Às 10:14h passei por Itaú de Minas (MG). Até esse momento já tinha rodado uns 318 km. E a gasolina por aqui é bem cara, simplesmente R$ 4,50 o litro. Finalmente, às 13:46h, após simplesmente 505 km rodados no mesmo dia, cheguei em São Sebastião do Paraíso (MG), praticamente na divisa entre Minas Gerais e São Paulo.


      Parei para almoçar e segui pela estrada novamente. Dei conta de fazer todo esse trajeto porque a estrada estava boa e eu ainda tinha muita energia.
      Fui tão no embalo que segui direto por mais quase 4 horas e acabei chegando em Sertanópolis (PR), praticamente na divisa entre São Paulo e o Paraná, às 18:31h. Minha ideia era passar por Londrina, mas acabei passando direto. O pessoal da minha casa já estava louco e quase que suplicava para que eu parasse de andar na moto.


      Feito tudo isso chegou a hora de descansar, pois amanhã tinha mais estrada para percorrer nessa aventura!

      Também não valia a pena andar mais porque estava bem escuro e chovia muito:
      Vídeo 01:

      Dia 2: Domingo, 21 de Janeiro de 2018
      Estando aqui preferi mudar a rota para seguir rumo a Foz do Iguaçu. Já passei por lá no passado, mas tinha visto as cataratas apenas pelo lado argentino e dessa vez resolvi conferir como ela era pelo lado brasileiro. [Um dado não muito bom que descobri por aqui era que tinha previsão de chuva para todos os dias]

      Perto das 11:40h parei em Corbélia (PR) para almoçar e conversar um pouco com a minha mãe pelo zap.

      Ela disse que meu pai deu azar e teve um pane na moto dele. Nada sério, mas quer era algo chato de se resolver. De bucho cheio continuei com minha viagem e passei por Matelândia, no Paraná.

      Já em Foz do Iguaçu, às 13:25h procurei por uma pousada para ficar, ajeitei as minhas coisas e saí para dar uma volta pela cidade. Saí depois das 15:00h e cheguei próximo de lá perto das 18:30h.
      Vídeo 02: Com eu muito feliz com as expectativas!

      Vídeo 03: Com eu meio triste depois da realidade!

      E a família não perdoou!

      Eu tinha visto que estava chovendo e protegi o celular e a carteira, mas esqueci da doleira e acabei molhando tudo. Mas o que importa mesmo é que consegui avistar as cachoeira pelo lado brasileiro, e percebi que é muito mais bonito do que o lado argentino, é realmente incrível!
      [Então, bora ver o que pude ver nesse meio tempo: Entre os vídeos da Expectativa e da Realidade!]
      Coisas interessantes vistas pelo caminho:
      Vídeo 04:

      Vídeo 05:

      Vídeo 06:
      Esse é um quati, um animal típico dessa região:
       
      Vídeo 07:

      Vídeo 08:

      Vídeo 09:

      Dessa vez o som das cataratas estava tão forte que nem deu para ouvir o que eu estava dizendo.
      Vídeo 10:

      Vídeo 11:

      Mais fotos de Foz do Iguaçu:





      Só tenho uma coisa a dizer sobre esse lugar, é um verdadeiro espetáculo da natureza, uma maravilha natural do mundo que fica no Brasil.




      Cara de conquista realizada:

      Lembrando em, essa era a minha lista de lugares a serem visitados:
      - Cataratas do Iguaçu, PR - Brasil [Visitado]
      - Salar del Uyuni, Bolívia
      - La Mano del Desierto, Deserto do Atacama - Chile
      - Antofagasta, Chile
      :: Ao menos o primeiro destino dessa lista já estava completo. Ainda faltavam mais três para se conhecer::
      Depois disso voltei para a pousada e dei um jeitinho como um autêntico brasileiro para resolver o problema das coisas molhadas enquanto eu aproveitava para fazer meu lanche noturno.
      Vídeo 12:

      Após toda essa aventura descansei um bocado e aproveitei para conversar com meu pai e um dos meus irmãos pelo zap. Também tracei a minha rota para o outro dia e estudei como fazer o seguro da carta verde, mas apesar de chegar no local já estava tarde e lá estava fechado.
      Vídeo 13:

      Esse foi o resumo da minha noite:


      E ainda teve o Templo Budista que estou afinzão de ir. Não pude por causa dos contratempos... e que amanhã não irá abrir!
      Ainda com aquela labuta de colocar minhas coisas para secar dos temporais daqui!
      Vídeo 14 [Parte 1]

      [Vídeo 15 - Parte 2] Nada que um elástico não resolva!

      Terminado o dia, a meta para o próximo seria ir para Assunção, no Paraguai, mas como já estendi muito esse relato, continuarei na próxima parte.
      E antes de ir embora, meu trajeto ficou assim até o momento:

      Continue acompanhando, pois ainda tem muito mais relato para se contar!
    • Por Lljj
      Continuando com a série Meus Jeans Viajantes*, trago a citação-tema desta semana. Prontos? Então vamos lá!
      Comecei a arrumar as malas... Ou melhor, as mochilas.

      Meses atrás, quando aprendi sobre a utilidade das mochilas-cargueiras, fiquei alucinada com a quantidade de marcas e modelos. Devo o aprendizado – e parte da loucura – aos tópicos do fórum Mochileiros.com. Meu processo de pesquisa era mais ou menos assim: buscava as mochilas com melhores avaliações em sites → escolhia a marca que trazia mais vantagens → procurava um modelo que se adequasse à minha viagem → escolhia a mochila → pesquisava os comentários sobre ela no fórum → achava uma penca de opiniões negativas → voltava a pesquisar…
      Quanto mais demorava para escolher, mais informações – e dúvidas – surgiam para me atormentar. Fiquei presa nesse círculo de pesquisa e indecisão até meados de maio, quando optei por um modelo Escape da Quechua, adaptado ao corpo feminino.

      Um peso saiu das minhas costas ao fazer o pedido no site da Decatlon. Recebia as atualizações de entrega sentindo a expectativa de um pai que vai encontrar seu filho – sim, sou exagerada. Quando a mochila foi enviada para a loja em que seria retirada, estourou a greve dos caminhoneiros. A pobrezinha ficou presa em alguma BR; eu fiquei tipo assim:

      Os dias se encheram de arrependimento, angústia e tensão enquanto eu ligava de hora em hora para a loja. Ninguém conseguia dar perspectivas de entrega. Quase quinze dias depois de ter feito o pedido, liguei para a central de atendimento solicitando o cancelamento da compra. Dada a situação do estado, que na época estava caótico com a falta de combustível, as lojas aceitavam cancelar até os pedidos fora do prazo. Porém a atendente me ofereceu outra opção: ela transferiria o pagamento para uma mochila que já estivesse no estoque da loja, assim eu só precisaria ir buscar. Enxergando a luz no fim do túnel, topei. Só que essa luz, na verdade, era um trem que vinha na minha direção, pois a mochila não estava no estoque.
      Foi isso o que ouvi quando cheguei na loja. Era noite, tinha ido direto do trabalho, e corria o risco de não encontrar ônibus para voltar para casa. O desespero bateu com força, ainda mais ao constatar como as prateleiras estavam vazias e os corredores desertos. Mesmo assim, pedi que fizessem uma busca mais apurada, até me candidatei a ajudar. Era meu suado dinheirinho que estava em jogo.
      O sistema apontava duas unidades no mostruário, porém ninguém encontrava as mochilas. Por mais vazia que estivesse, a loja ainda era enorme, e operava com um número reduzido de funcionários – o pessoal não conseguia chegar aos trabalhos.
      A atendente me deu carta branca para participar da procura. Desembestada, sai pelos corredores. O cenário lembrava um filme distópico, daqueles pós terceira guerra mundial, no qual os mercados estão revirados e abandonados às traças. Na seção Montanha, as poucas mochilas restantes estavam misturadas entre si. Olhei uma por uma e nada. Olhei de novo para ter certeza. Nada. Mais uma vez por desencargo de consciência. Continuou o nada.
      Vencida, cansada e com fome, retornei para a frente da loja. Pensava em cancelar aquela merda de vez quando um manequim atraiu minha atenção. Sim... no manequim! Uma das mochilas estava apoiada nas pernas, a outra, tombada no chão. Catei as duas num desespero que parecia haver quinhentas pessoas disputando comigo a posse delas. Carreguei aqueles trambolhos até a recepção. Fiquei com uma, que abracei como um bebê até chegar em casa.
      Ok, nessa altura do campeonato, ainda lembra da citação-tema dessa postagem? Pode voltar lá em cima se quiser conferir. A moral disso tudo é que eu continuo tentando e espero continuar sendo poupada.
       
      *Série de postagens inspirada em citações da quadrilogia A Irmandade das Calças Viajantes. Posts anteriores disponíveis no blog www.lljj.com.br.
      Texto original em: https://www.lljj.com.br/2018/07/uma-historia-para-levar-na-mochila.html
    • Por Astrolábio Trip
      Manaus, conhecida como o Coração da Amazônia – a maior Floresta Tropical do Mundo, é a capital do estado do Amazonas. Teve seu crescimento econômico durante o Ciclo da Borracha, com a extração e comercialização do látex para a produção de borracha. Conhecer Manaus foi surpreendente cultural e naturalmente falando. É um destino que deveria ser muito mais divulgado dentro do nosso país, cheio de riquezas naturais e por isso torna-se perfeito para o ecoturismo.
      Como chegar: Aeroporto Internacional de Manaus – Eduardo Gomes. Algumas empresas oferecem transfer quando são reservados passeios com antecedência; táxi e uber, que foi a minha opção ( R$ 23,00 até o centro de Manaus, onde estava hospedada).
      Onde ficar: Há hóteis para todos os tipos de gostos e bolsos. Tive experiências em dois hotés diferentes: um na região central, praticamente ao lado do Teatro Amazonas e um na Praia da Ponta Negra. Foram experências bem diferentes, o mais Central me permitia ir à muitos lugares andando tranquilamente. Já o da Ponta Negra , tinha uma excelente estrutura, com piscinas e uma área incrível, porém era necessário pedir uber para me deslocar para o centro e o valor da corrida saía em torno de R$24,00.
      O que fazer em Manaus:
      Teatro Amazonas : Foi inaugurado em 1896, no auge do Ciclo da Borracha e é o prédio histórico mais suntuoso de Manaus. Sua cúpula foi trazida de Paris e possui belíssimas pinturas no interior, inclusive a pintura quando olhamos para o teto temos a impressão de estarmos sob a Torre Eiffel. Não deixe de fazer a visitação guiada para conhecer mais. Fica no Largo de São Sebastião.
      Visitação: De terça a sábado, das 9h às 17h; e domingos e segundas-feiras, das 9h às 14h . Entrada: Gratuita para pessoas nascidas no Amazonas. Ingresso a R$ 20 inteira. As visitadas guiadas duram geralmente 1 hora.
        Palco do Teatro Amazonas   Passear pelo Largo de São Sebastião – Largo onde se encontra o Teatro Municipal , a Igreja de São Sebastião e o monumento de Abertura dos Portos . É cercado por bares, restaurantes de tacaca e peixes da região, cafés e sorveterias. As construções antigas foram recuperadas e muitas abrigam esses bares. Há geralmente apresentações teatrais e shows gratuitos ao ar livre. Um bom lugar para curtir o dia e a principalmente a noite .
        Monumento de Abertura dos Portos   Mercado Municipal Adolpho Lisboa – Tem uma arquitetura em estilo Art Nouveau que se destaca no Centro Histórico de Manaus. Foi reinaugurado em 2013, após restauração e voltou a ser mais um dos belos espações da cidade. No mercado você encontra diversos tipos de produtos regionais como artesanatos, bebidas, medicamentos tradicionais, peixes. Há também uma área com restaurantes e lanches. O mercado fica em frente ao Porto de Manaus.
        Mercado Municipal Adolpho Lisboa   Praia de Ponta Negra : É uma praia de rio localizada no bairro da Ponta Negra, às margens do rio Negro, localizada a 13 km do Centro da cidade. Além de ser um ponto turístico, a Ponta Negra é um dos bairros mais nobres de Manaus. Possui uma infra-estrutura que a transformou, em um dos principais pontos turísticos da cidade e ponto de encontro de pessoas de todas as idades.
        Praia de Ponta Negra          Está gostando? Inscreva-se no blog para receber avisos de novos posts, no Instagram @astrolabio.trip, em nossa Fanpage Astrolábio Trip e no Canal do Youtube Astrolábio Trip.
      Bosque da Ciência – INPA : O Bosque da Ciência está em uma área de aproximadamente 13 hectares que foi Projetado e estruturado para promover o desenvolvimento do programa de difusão científica e de educação ambiental do INPA, ao mesmo tempo preservando os aspectos da biodiversidade existente no local. Algumas atrações são: trilhas educativas, tanque de peixe-boi , viveiro de ariranhas , viveiro dos jacarés, lago amazônico. Vale muito a pena a visita para todas as idades. Entrada : 5 reais e está aberto para visitação, de terça à Sexta-feira, das 9 às 12 horas e das 14 às 16 horas. Sábados, domingos e feriados de 9 às 16 horas.
        Bosque da Ciência   MUSA – Museu da Amazônia :  Criado em janeiro de 2009, o Musa ocupa 100 hectares da Reserva Florestal Adolpho Ducke. Encontramos no Musa: exposições, lago com lindas vitórias-régias, viveiro de orquídeas e bromélias, lago, aquários e laboratórios de serpentes, insetos e borboletas. Mais o atrativo mais procurado é a torre de observação de 42 metros de altura e 242 degraus que permite uma incrível vista das árvores da floresta. Entrada: 20 reais . Funcionamento: Diariamente (exceto quarta-feira), das 08:30 às 17h (o portão fecha às 16h).
        Pirarucu   Passeio para conhecer Encontro das Águas, Parque Ecológico Janauary, interação com os botos e Tribo indígena: 
             Pegamos uma lancha rápido no porto de Manaus em direção ao Encontro das Águas. O fenômeno ocorre onde o Rio Solimões e o Rio Negro se encontram e correm lado a lado sem se misturar. Isso acontece devido a diferença de velocidade, densidade e temperatura da água entre eles. Após admirar este fenômeno paramos em um bairro flutuante, em um local de criação de Pirarucu com venda de artesanato e “pesca” do pirarucu. Por que pesca entre aspas? Porque não é usado anzol, só um pedaço de madeira com uma linha e é amarrado um peixe na ponta e ninguém consegue puxar os bichos que podem chegar a 100kg. Começamos a subir o Rio Negro em direção ao Parque Ecológico Janauary, onde paramos para almoçar, ver alguns artesanatos e fazer uma rápida caminhada para ver as Vitórias-Régias. Após esta atividade, continuamos no Rio Negro até chegar ao local onde é realizada a interação com os botos. Antes de retornarmos a Manaus, paramos ainda na praia do Toque para fazer uma visita à Tribo Dessana, onde tivemos a oportunidade de ver um pouco dos costumes deles e apreciar uma apresentação de músicas e danças indígenas.
        Hora do Almoço   Passeio com pernoite na Floresta Amazônica:
             Que experiência incrível! Todos que vem a Manaus precisam passar pelo menos 1 noite na Floresta pra sentir essa emoção de estar em plena Floresta Amazônica.
      Ficamos em uma pousada no Rio Juma, e passeamos de canoa para observação de pássaros, botos, pesca de piranha , assistir o por do sol e focagem do jacaré. No dia seguinte, fazemos uma trilha bem tranquila pela floresta observando a fauna e flora nativas.
      Não esqueça de levar repelente, roupa de banho, toalha, sabonete, papel higiênico e quando escurecer passar protetor por cima da roupa também.
        Astrolábio a Amazônia   Visitar as grutas e cachoeiras de Presidente Figueiredo
             A cidade de Presidente Figueiredo fica localizada a 107 km ao norte de Manaus,e podemos chegar de carro a partir de Manaus pela rodovia BR174 que liga a capital a Boa Vista. A cidade é conhecida como a Terra do Cupuaçu e das Cachoeiras. São mais de 100 cachoeiras catalogadas pelo Ministério do Turismo. Começamos nossa visita pela Caverna do Maroaga e depois a Gruta da Judeia. Fazemos uma caminhada de 1:30 a 2hs bem tranquila.  Leia mais em https://astrolabiotrip.com/2018/08/12/o-que-fazer-em-manaus-amazonas/
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